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sexta-feira, janeiro 08, 2010

actualidade

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"ufffff"

a 8 de Janeiro nasceu ADEMIR MARQUES DE MENEZES - O "QUEIXADA"

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Ademir Marques de Meneses

Ademir Marques de Meneses (Recife, 8 de novembro de 1922 — Rio de Janeiro, 11 de maio de 1996) foi um futebolista brasileiro.

Apelidado de "Queixada" devido ao queixo proeminente, Ademir foi um cultuado artilheiro revelado pelo Sport Club do Recife, para muitos o maior jogador a ostentar no peito o escudo do leão e a Cruz de Malta, símbolos do rubro-negro Recifense e do Vasco da Gama.

Pela seleção brasileira, foi campeão sul-americano em 1949 e artilheiro da Copa do Mundo de 1950, com nove gols.



Biografia
] Início de carreira
Ademir iniciou sua carreira em 1938 no Infantil do Sport Club do Recife. Após brilhar no time juvenil e participar do elenco profissional em 1938 e 1939, se profissionalizou em 1941, quando conquistou o título de Campeão Pernambucano e a artilharia com 11 gols.
Ainda em 1941, o Sport participou de alguns amistosos no Rio de Janeiro, e seu futebol logo foi notado pelos times da cidade, o que lhe rendeu uma transferência para o Vasco da Gama, onde integrou um dos maiores times da história do clube, e para muitos do futebol mundial: o "Expresso da Vitória".

[editar] O "Expresso da Vitória"
A estréia do “Queixada” foi contra o América no campo do Botafogo, em Março de 1942. Estava em disputa o Troféu da Paz e o Vasco o conquistou ao vencer por 2 a 1, gols de Viladônica (2) e Nelsinho para os rubros. A partir de então, os confrontos envolvendo Vasco e América ficaram sendo conhecidos como Clássico da Paz.

Na equipe, Ademir teve como companheiros Barbosa, Augusto, Laerte, Eli, Danilo, Jorge, Alfredo, Ipojucan, Maneca, Friaça, Tesourinha, Dejair e Chico, dentre outros.

[editar] Ida para o Fluminense
Apesar de seu passe ter custado apenas 800 mil-réis, Ademir foi o primeiro profissional a exigir luvas (40 contos), mas o Vasco pagou 45 contos e venceu a disputa com o Fluminense para tirá-lo do Sport Club do Recife. Seu salário era de 500 mil réis.

No ano de 1946, porém, o técnico Gentil Cardoso, contratado pelo Fluminense, em uma célebre frase afirmou: “Dêem-me Ademir e eu lhes darei o campeonato”.

Ao marcar o gol da vitória de 1 a 0 sobre o Botafogo no jogo final, em São Januário, o Tricolor sagrou-se campeão em 1946, naquele que é considerado o mais emocionante Campeonato Carioca da história, pois sendo disputado por pontos corridos terminou com quatro equipes empatadas em primeiro lugar, sendo necessária uma disputa extra entre eles que ficou conhecida como Supercampeonato.

Segundo Ademilson Marques de Meneses, seu irmão, antes de jogar no Vasco Ademir era tricolor: “Nossa família sempre torceu para o Fluminense. O time de botão do Ademir era o do Fluminense. Como ele vinha para o Fluminense e ficou no Vasco, fez amizade com os portugueses e tornou-se vascaíno. Foram doze anos de Vasco”.

[editar] Retorno ao Vasco e final de carreira
Ao voltar ao Vasco, em 1948, Ademir ajudou a equipe a conquistar um de seus mais importantes títulos, o Campeonato Sul-Americano de Campeões, num empate em 0x0 com o River Plate de Di Stéfano.

Porém, devido à trágica derrota na final da Copa do Mundo de 1950, onde o Vasco cedeu 8 jogadores, sendo 6 titulares (Barbosa, Augusto, Danilo, Maneca, Ademir e Chico), o esquadrão cuz-maltino não teve um reconhecimento ainda maior na história. Nesta competição, Ademir foi o artilheiro com nove gols.

Seu último título foi o campeonato carioca de 1952; em 1956, abandona a carreira atuando pelo mesmo clube pelo qual começou, o Sport.

Ademir explicou o encerramento de sua carreira com uma simples frase: “Abandonei o futebol antes que ele me abandonasse”, segundo ele “quando um jogador encerra sua carreira, ele está contrariando a ele mesmo, por isso é tão difícil parar”.

[editar] Estilo de jogo
Seu estilo de jogo deu origem à posição de “ponta de lança”; sua versatilidade em atuar em qualquer posição do ataque e sua habilidade nas arrancadas a caminho do gol obrigou a adoção de novos sistemas de jogo pelos técnicos para tentar contê-lo.

Não tomava grande distância da bola para chutar, sem mudar o passo, partia para bola surpreendendo muitas vezes o goleiro.

No time que jogava, longos lançamentos eram feitos para aproveitar sua velocidade. No Vasco teve lançadores como Ipojucan e Danilo (“o Príncipe”).

Seleção (1945 - 1953)
Pela Seleção Brasileira, disputou a Copa América, Copa Rocca, Copa do Mundo, Copa Rio Branco, Copa Oswaldo Cruz e Torneio Pan-Americano.
Estréia: 21 de Janeiro de 1945 (Brasil 3 x 0 Colômbia – Copa América, Santiago do Chile)
Despedida: 15 de Março de 1953 (Brasil 1 x 0 Uruguai – Copa América, Lima).
Em 41 partidas venceu 30, empatou 5 e perdeu 6, com 77,20% de aproveitamento.[1]
Goleador, Ademir fez 32 gols em 41 jogos internacionais pela Seleção Brasileira.


Copa do Mundo: 9 gols
Copa América: 12 gols
Copa Rio Branco: 6 gols
Copa Roca: 3 gols
Torneio Pan-Americano: 2 gols
Média: 0,82 gols por partida
No total, Ademir marcou 37 gols em 41 partidas pela seleção brasileira; média superior a 0,9 gols por partida

quarta-feira, janeiro 06, 2010

preliminares

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Um sujeito chega ao céu, onde é recebido por São Pedro.
Após os cumprimentos, São Pedro explica-lhe que, para entrar, os homens têm que cortar a pila.
- Que disparate, São Pedro! Como é que eu vou cortar uma coisa que na Terra me deu tanta alegria?!?
- Não há outra forma, meu filho. Aqui no céu não há sexo. Ou deixas cortar, ou não entras.
O tipo olha para baixo, vê as caldeiras fumegantes do inferno e acaba por aceitar.
É levado a uma sala onde há três pessoas à espera.
Pouco depois chega uma anjinha muita linda, vestida de enfermeira, com as asinhas envolvidas em película esterilizada e manda entrar o próximo.
Segundos após, ouvem-se vários gritos de dor. Silêncio.
Volta a anjinha e chama mais um. Desta vez ouve-se apenas um grito forte de dor e depois, silêncio.
Quando chega a vez do terceiro, nada se ouve. Silêncio profundo.
Chega a vez do sujeito.
Ele pede à anjinha uma explicação a respeito dos gritos diferentes e ela responde, muito surpreendida:
- Não te explicaram?!? Então é assim? aqui a gente corta tal coisa de acordo com a profissão que o dono teve na Terra.
O primeiro gritou muito, porque eu lhe serrei a pila, já que ele era serralheiro.
O segundo deu só um grito forte, porque foi cortada de uma só vez, ele era talhante.
O terceiro não gritou porque era médico e foi anestesiado antes.

terça-feira, janeiro 05, 2010

PAULISTÃO 2010

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VAI INICIAR-SE NO DIA 16 DESTE
MÊS O CAMPEONATO PAULISTA -
PAULISTÃO 2010.

Este campeonato que se realiza desde 1902, teve os seguintes campeões:

1902
São Paulo Athletic


SÃO PAULO ATHLETIC 1º.CAMPEÃO PAULISTA EM 1902

1903
São Paulo Athletic
LPF

1904
São Paulo Athletic
LPF

1905
Paulistano
LPF

1906
Germânia
LPF

1907
SC Internacional
1908
Paulistano
1909
AA das Palmeiras
1910
AA das Palmeiras
1911
São Paulo Athletic
1912
Americano
1913
Americano
LPF

1913
Paulistano
(APEA)

1914
Corinthians
1914
AA São Bento
1915
Germânia
1915
AA das Palmeiras
1916
Corinthians
1916
Paulistano
1917
Paulistano
(1918
Paulistano
(APEA)

1919
Paulistano
(APEA)

1920
Palestra Itália
1921
Paulistano
1922
Corinthians
1923
Corinthians
1924
Corinthians
(1925
AA São Bento
1926
Palestra Itália
(1926
Paulistano
1927
Palestra Itália
1927
Paulistano
1928
Corinthians
1928
SC Internacional
1929
Corinthians
1929
Paulistano
1930
Corinthians
1931
São Paulo da Floresta
(APEA)

1932
Palestra Itália
1933
Palestra Itália
1934
Palestra Itália
1935
Santos
1935
Portuguesa
1936
Palestra Itália
1936
Portuguesa
1937
Corinthians
1938
Corinthians
1939
Corinthians
1940
Palestra Itália
1941
Corinthians
1942
Palmeiras*
1943
São Paulo
1944
Palmeiras
1945
São Paulo
1946
São Paulo
FPF

1947
Palmeiras
1948
São Paulo
1949
São Paulo
1950
Palmeiras
1951
Corinthians
1952
Corinthians
1953
São Paulo
1954
Corinthians
1955
Santos
1956
Santos
1957
São Paulo
1958
Santos
1959
Palmeiras
1960
Santos
1961
Santos
1962
Santos
1963
Palmeiras
1964
Santos
1965
Santos
1966
Palmeiras
1967
Santos
1968
Santos
1969
Santos
1970
São Paulo
1971
São Paulo
1972
Palmeiras
1973
Santos/Portuguesa
1974
Palmeiras
1975
São Paulo
1976
Palmeiras
1977
Corinthians
1978
Santos
1979
Corinthians
1980
São Paulo
1981
São Paulo
1982
Corinthians
1983
Corinthians
1984
Santos
1985
São Paulo
1986
Inter de Limeira
1987
São Paulo
1988
Corinthians
1989
São Paulo
1990
Bragantino
1991
São Paulo
1992
São Paulo
1993
Palmeiras
1994
Palmeiras
1995
Corinthians
1996
Palmeiras
1997
Corinthians
1998
São Paulo
1999
Corinthians
2000
São Paulo
2001
Corinthians
2002
Ituano
2003
Corinthians
2004
São Caetano
2005
São Paulo
2006
Santos
2007
Santos
2008
Palmeiras
2009
Corinthians


O CORINTHIANS FOI O CAMPEÃO PAULISTA 2009.

O PAULISTÂO 2010, inicia-se a 16 e vão ser estes os jogos da 1ª.rodada

Rodada 1
Data/Hora Jogo Estádio TV AT OB
16/01/2010
17:00 Palmeiras X Mogi Mirim Palestra Itália Transmissão: PPV
16/01/2010
19:30 Ituano X Mirassol Dr. Novelli Junior Transmissão: PPV
16/01/2010
19:30 Ponte Preta X Santo André Moisés Lucarelli Transmissão: Sportv
16/01/2010
19:30 Bragantino X Oeste Nabi Abi Chedid Transmissão: PPV
16/01/2010
19:30 Rio Claro X Botafogo Dr. Augusto Schimidt Filho Transmissão: PPV
17/01/2010
11:00 Sertãozinho X Grêmio Barueri Frederico Dalmazo Transmissão: PPV
17/01/2010
17:00 Monte Azul X Corinthians Santa Cruz Transmissão: TV Globo
17/01/2010
17:00 São Paulo X Portuguesa Desp Cícero Pompeu de Toledo Transmissão: TV Globo
17/01/2010
19:30 Rio Branco X Santos Dr. Décio Vitta Transmissão: Sportv
17/01/2010
19:30 São Caetano X Paulista Anacleto Campanella Transmissão: PPV

CANTORAS PORTUGUESAS - JACINTA

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segunda-feira, janeiro 04, 2010

FESTIVAL DE CULTURA

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preliminares

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Dois padres resolveram fazer férias no Algarve.
No entanto decidiram que estas deveriam ser mesmo férias e portanto nada deveria identificá-los como membros do clero.
Logo que o avião aterrou dirigiram-se a uma loja de surfistas e compraram o último grito em calções, sandálias, t-shirts, óculos de sol etc.
Na manhã seguinte, foram até à praia vestidos como verdadeiros turistas.
Estavam sentados nas suas cadeiras de praia a tomar uma caipirinha, enquanto aproveitavam o calor do sol, quando uma loura em topless, de fazer qualquer um perder a cabeça, se dirigiu na sua direcção.
Os dois padres não conseguiram evitar segui-la com o olhar.
Quando a jovem passou por eles, sorriu e individualmente cumprimentou-os:
- 'Bom dia Senhor Padre' ... 'Bom dia Senhor Padre', com um ligeiro aceno de cabeça e continuou no seu caminho.
Ficaram os dois siderados, como era possível que ela os reconhecesse como padres?
No dia seguinte dirigiram-se de novo à loja de surfistas e compraram roupas ainda mais berrantes.
De novo os dois padres se dirigiram para a praia para gozar o sol, as vistas e uma caipirinha.
Eis senão quando, a mesma loura de fazer perder a cabeça, desta vez numa tanguinha ultra reveladora, se aproximou deles e os cumprimentou;
- 'Bom dia Senhor Padre' ... ' Bom dia Senhor Padre', após o que se dispunha seguir o seu caminho.
O padre mais velho não se conteve e chamou-a:
- 'Um momento menina'...
- 'Sim?' respondeu ela, com um sorriso nos lábios bem definidos e sensuais.
- 'Nós de fato somos padres e temos orgulho em sê-lo, mas como conseguiu descobrir isso?'
- 'Senhor Padre, sou eu...!!! A Irmã Amélia!!!'

domingo, janeiro 03, 2010

O CAMPEONATO PORTUGUÊS É O MAIS BRASILEIRO DE TODO O MUNDO

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SÓ O BENFICA TEM 13 BRASILEIROS NO
SEU PLANTEL, EM PORTUGAL HÁ MAIS
DE 500 BRASULEIROS A JOGAR EM TO-
DAS AS DIVISÕES E ATÉ NAS LIGAS
REGIONAIS.



No último dia 29, em menos de 24 horas, o Benfica anunciou a contratação de três jogadores brasileiros: Aírton, Éder Luís e Alan Kardec. Mas as notícias, que causaram até certa confusão tamanha a sequência, não foram faCtos isolados, e sim, parte de um fenômeno que ganhou força nos últimos tempos: a invasão de brasileiros no Campeonato Português.

A constatação não é recente - afinal, o torneio sempre contou com um grande número de atletas do Brasil, e certamente algum deles saiu do seu clube para tentar a sorte no extremo oeste da Europa. No entanto, em um fenômeno raro para grandes clubes europeus, o Benfica conta atualmente com mais brasileiros do que portugueses em seu elenco. São 13, contra apenas nove lusitanos.

Além de Aírton, Éder Luís e Alan Kardec, o clube lisboeta tem ainda Júlio César no gol; Sidnei, David Luiz e Luisão na defesa; Ramires e Felipe Menezes no meio de campo; Keirrison e Weldon no ataque. Seriam 14, mas três jogadores foram cedidos a clubes brasileiros: Marcelo Moretto (atualmente no Brasiliense), Patric (no Cruzeiro) e Felipe Bastos (emprestado ao Atlético-MG).

Curiosamente, o vice-líder do Campeonato Português encontra um rival de peso no quesito "brasilidade". O Sporting Braga, que lidera a competição com os mesmos 33 pontos e que conta com 12 brasileiros no elenco: Paulão, André Leone, Moisés, Evaldo, Rafael Bastos, Márcio Mossoró, Vandinho, Osvaldo, Paulo César, Alan, Adriano e Matheus. E assim como acontece entre os benfiquistas, os bracarenses contam com menos portugueses (nove) em seu elenco do que jogadores do Brasil.

Se a quantidade de Braga e Benfica assusta, ela é ainda mais espantosa no Marítimo, nono colocado do Português com 19 pontos. Ao todo, são 13 brasileiros no time de Funchal, que poderia - com algum improviso, é verdade - atuar 90 minutos apenas com atletas oriundos do lá de cá do Atlântico: Marcelo Boeck (Peçanha); João Guilherme, Fernando Cardozo e Alonso; João Luiz, Olberdam (Yuri), Marcinho, Tchô e Roberto Souza; Cláudio Pitbull e Kanu. E coincidentemente, o Marítimo também conta com sua cota de nove portugueses no plantel.

O cenário favorável aos brasileiros, evidentemente, não é exclusivo dos três times. No Paços Ferreira (11º colocado com 14 pontos), são 11 de cá contra 10 de lá. No União Leiria, que é sexto com 20 pontos, há empate entre Brasil e Portugal: 8 a 8. Na Ilha da Madeira, o Nacional (quarto colocado, 24 pontos) tem oito portugueses, contra nove jogadores do Brasil: Rafael Bracalli, Elisson, Felipe Lopes, Wellington, Cléber Monteiro, Luís Alberto, Leandro Salino, Edgar e Rodrigo Silva.

O Sporting, porém, conta com apenas dois brasileiros em seu elenco: o zagueiro Anderson Polga e o lateral Pedro Silva. Com 17 portugueses no plantel (contando com Liedson, recentemente naturalizado), o time do técnico Carlos Carvalhal é o quinto colocado do Campeonato Português com 21 pontos.

O Porto tem quatro brasileiros no Estádio do Dragão (Helton, Maicon, Fernando e Hulk), mas fica atrás dos nove portugueses à disposição do técnico Jesualdo Ferreira, cujo time soma 29 pontos e é terceiro lugar.

Comparação com a Europa

Por motivos culturais bastante evidentes, Portugal deverá ter um grande número de brasileiros em seus clubes por muito tempo. E ainda que os jogadores de cá sejam bastante procurados por times europeus, os demais países do Velho Continente não passam nem perto de contar com o mesmo exército brasileiro que se encontra em Portugal.

Entre as principais forças da Alemanha, o destaque no quesito é o Schalke 04, que conta com Bordon, Rafinha, Mineiro e Zé Roberto (que retorna do Flamengo) à disposição do técni Felix Magath. O Hamburgo conta com o ex-são-paulino Alex Silva e com o experiente Zé Roberto, enquanto o líder Bayer Leverkusen conta apenas com o meia Renato Augusto. O Bayern de Munique irá emprestar Breno, seu único brasileiro, para o Nuremberg, enquanto o Wolfsburg, atual campeão, tem o toque de três: Rodrigo Alvim, Josué e Grafite.

Já na Espanha, destaque para o Sevilla, cuja representação brasileira se restringe a Adriano (ex-Coritiba), Renato e Luís Fabiano. Os gigantes Real Madrid e Barcelona contam com dois brasileiros cada (Marcelo e Kaká, Daniel Alves e Maxwell), enquanto o tradicional Valencia não dispõe de nenhum - Thiago Carleto, ex-Santos, pertence ao time e está emprestado ao Elche.

Enquanto isso, na França, o líder Bordeaux é quem mais buscou nomes daqui para seu elenco: quatro (Henrique, Fernando, Wendel e Jussiê). Os girondinos dividem a primazia na lista com o Lyon, que se desfez de parte de sua legião e hoje conta apenas com Cris, Anderson, Michel Bastos e Éderson. Os dois clubes são seguidos por equipes como Olympique de Marselha (Elinton Andrade, Hilton e Brandão), Lille (Émerson e Túlio de Melo) e Paris Saint-Germain (Ceará). O Montpellier, terceiro lugar, é outro que não buscou nenhum atleta tupiniquim.

No bilionário Campeonato Inglês, Liverpool e Manchester United encabeçam a relação, com três brasileiros cada - o time de Anfield Road tem Diego Cavalieri, Lucas e Fábio Aurélio, enquanto o de Old Trafford conta com Fábio, Rafael e Anderson. Logo atrás, vêm o líder Chelsea (Alex e Belletti) e o Manchester City (Robinho e Sylvinho), enquanto os londrinos de Arsenal e Tottenham contam respectivamente com o ex-são-paulino Denílson e o goleiro Gomes.

Tradicional destino de brasileiros, a Itália continua sendo um porto bastante frequentado pelos que partem da costa brasileira. A esquadra mais verde e amarela é a Roma, com sete brasileiros - três são goleiros: Artur, Júlio Sérgio e Doni; Cicinho, Juan, Taddei e Júlio Baptista completam a lista. O Milan, destino habitual de muitas das revelações daqui, tem quatro jogadores (Dida, Thiago Silva, Alexandre Pato e Ronaldinho Gaúcho, além do técnico Leonardo), enquanto a rival Inter de Milão tem cinco (Júlio César, Lúcio, Maicon, Thiago Motta e Mancini). Na Juventus, são Felipe Melo, Amauri e Diego.

Por fim, na emergente Turquia, o líder Fenerbahce também é o primeiro na quantidade de brasileiros: cinco, com André Santos, Bilica, Alex, Cristian e Deivid. O Galatasaray, segundo colocado no Campeonato Turco, conta só com os meias Lincoln e Elano, enquanto o Bursaspor, terceiro, tem o atacante Tadeu. Quinto lugar, o Besiktas tem Rodrigo Tabata e Bobô, enquanto o Kayserispor, que é quarto, não tem nenhum

HISTÓRIA DO BRASIL - PRESIDENTES DA REPUBLICA - ARTUR BERNARDES

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Artur Bernardes


Artur da Silva Bernardes[1] (Viçosa, 8 de agosto de 1875 — Rio de Janeiro, 23 de março de 1955) foi um advogado e político brasileiro, presidente de Minas Gerais de 1918 a 1922 e presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1922 e 15 de novembro de 1926. Seus seguidores eram chamados de "Bernardistas".

Origem e carreira política
Estudou no Colégio do Caraça. Após formar-se na Faculdade Livre de Direito, iniciou sua carreira política como vereador e presidente da Câmara Municipal de Viçosa em 1906. Foi deputado federal (de 1909 a 1910) e Secretário de Finanças de Minas Gerais em 1910. Foi eleito para um novo mandato de deputado federal (1915 a 1917). Tornou-se o líder principal do Partido Republicano Mineiro, tirando o controle do PRM dos políticos do Sul de Minas Gerais, deslocando o centro da política mineira para a Zona da Mata. Foi presidente do estado de Minas Gerais entre 1918 e 1922.

[editar] Eleição para presidente da república e a Revolta dos 18 do forte
Bernardes venceu as eleições presidenciais de 1 de março de 1922, obtendo 466.877 votos contra 317.714 votos dados a Nilo Peçanha, em uma eleição que dividiu o país: Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro apoiaram Nilo Peçanha e os demais estados deram apoio à candidatura Bernardes.[1]

Antes da eleição, Bernardes teve que enfrentar o rumoroso caso das "cartas falsas" atribuídas a ele e que denegriam o ex presidente Hermes da Fonseca.

Seu vice-presidente foi Estácio Coimbra que substituiu Urbano Santos, vice-presidente eleito, também em 1 de março de 1922, e que faleceu no dia 7 de Maio de 1922, antes de tomar posse.

O descontentamento com a vitória de Bernardes e com o governo de seu antecessor, Epitácio Pessoa, foram algumas das causas do chamado Levante do Forte de Copacabana, primeira ação do movimento tenentista. Bernardes teve que fazer frente à coluna Prestes, movimento tenentista que percorreu o país pregando mudanças políticas e sociais e que jamais foi derrotado pelo governo.


Presidente Artur Bernardes.[editar] Na Presidência da República
Além da oposição por parte da baixa oficialidade militar (incentivados pela revolução comunista), ele ainda confrontou uma guerra civil no Rio Grande do Sul, onde Borges de Medeiros se elegeu presidente do estado pela quinta vez consecutiva, e também o movimento operário que se fortalecia novamente. Em 1923 e 1924 ocorreram novas ações tenentistas no Rio Grande do Sul e em São Paulo, onde ocorreu a Revolução de 1924, que levou Bernardes a bombardear a cidade de São Paulo. Tudo isso levou Bernardes a decretar o estado de sítio, que perdurou durante quase todo seu governo.

Artur Bernardes foi o pioneiro da siderurgia em Minas Gerais e sempre se bateu pela ideologia nacionalista e de defesa dos recursos naturais do Brasil.

Sob seu governo, o Brasil se retirou da Liga das Nações em 1926.

Bernardes promoveu a única reforma da Constituição de 1891, reforma que foi promulgada em setembro de 1926 e que alterava principalmente as condições para se estabelecer o estado de sítio no Brasil. Após deixar o governo, foi eleito senador em 1929.

Foi contrário à ascensão de Antônio Carlos Ribeiro de Andrada ao governo de Minas Gerais mas não pode evitá-la.

Vida após a Presidência

Artur Bernardes. c. 1920.Após a presidência, foi eleito senador da república, mandato que exerceu até 1930.

Artur Bernardes, no seu discurso de posse no Senado Federal, em 25 de maio de 1927, estando a cidade do Rio de Janeiro sob grande tensão e expectativa, relembrou a dificuldade que foi sua eleição presidencial de 1922 e sua presidência:

Não estará ainda na memória de todos o que fora a penúltima campanha presidencial? Nela se afirmava que o candidato não seria eleito; eleito não seria reconhecido, não tomaria posse, não transporia os umbrais do Palácio do Catete!

— Artur Bernardes

Carlos Lacerda repetiria, contra Getúlio Vargas, essa frase de Bernardes, na campanha presidencial de 1950.

Participou da Revolução de 1930, que desalojou o Partido Republicano Paulista do governo federal. Foi um Revolucionário constitucionalista de 1932. Fracassado este movimento, exilou-se em Portugal. De volta ao Brasil, em 1934, foi eleito deputado federal para o mandato 1935-1939. Em 1937, porém, perdeu o mandato, devido ao golpe do Estado Novo.

Com o restabelecimento da democracia em 1945, ingressou na UDN, elegendo-se deputado federal constituinte em 1945. Criou e dirigiu a seguir o Partido Republicano. Eleito suplente de deputado federal em 1950, exerceu o mandato, em virtude de convocação, sendo eleito para um novo mandato em 1954. Bernardes defendeu, após 1945, o Petróleo e a Siderurgia nacionais. Ocupou o cargo de deputado federal até a sua morte, em 1955.

sexta-feira, janeiro 01, 2010

JESUS DEPOIS DO FRETE DAS PALHINHAS...



Jesus, após a tal semana que acaba na consoada passada por obrigação nas "palhinhas", reune os seus meninos em sessão táctica prà refrega
da Luz.
Olhem bem para a foto, quem acham que vai ser o traidor?
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ESTADUAIS - CARIOCÃO

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VÃO COMEÇAR OS ESTADUAIS NESTE
MÊS DE JANEIRO. O NOSSO BLOGUE
VAI SEGUIR ,COMO DE COSTUME OS
DO RIO DE JANEIRO E DE SÃO PAULO


Hoje vamos falar do Estadual do Rio, que se divide em 2 fases.
A Taça Guanabara que começa já no dia 16, e a Taça Rio que se seguirá em

Os clubes do Rio foram divididos em 2 séries, como de costume

Taça Guanabara próxima fase »

Grupo A

1 Flamengo
1 Fluminense
1 Duque de Caxias
1 Boavista-RJ
1 Volta Redonda
1 Olaria
1 Bangu
1 Americano

Grupo B

1 Vasco
1 Resende
1 Macaé
1 Friburguense
1 Madureira
1 América
1 Botafogo
1 Tigres-RJ

Carioca 2010
Os 16 times se dividem em dois grupos e em dois turnos independentes. No primeiro, os clubes jogam dentro de cada chave, e no segundo, os de um grupo enfrentam os do outro, e classificam-se os dois melhores de cada para as semifinais (1º de A x 2º de B; 1º de B x 2º de A). Jogos mata-mata de cada turno serão sempre em partidas únicas, onde em caso de empate, a decisão será em cobranças de pênaltis. As duas equipes com piores campanhas nos dois turnos, com exceção das finalistas, caem para a Segunda Divisão. Os campeões da cada turno decidem o título em dois jogos, e persistindo o empate em pontos e saldo de gols, haverá decisão por cobranças de pênaltis.

Vão ser estes os jogos dda 1ª.rodada

Sáb, 16/01/2010

16:00 Bangu x Boavista-RJ 16:00 Olaria x Volta Redonda 16:00 Madureira x América 17:00 Vasco x Tigres-RJ 19:30 Macaé x Botafogo

Dom, 17/01/2010
17:00 Flamengo x Duque de Caxias 17:00 Friburguense x Resende 19:30 Americano x Fluminense Taça Guanabara próxima fase »

LISTA HISTÓRICA DOS CAMPEÕES CARIOCAS

FLAMENGO CAMPEÃO CARIOCA DE 2009

Lista dos Campeões Cariocas

1906 Fluminense
1907 Fluminense e Botafogo
1908 Fluminense
1909 Fluminense
1910 Botafogo
1911 Fluminense
1912 Paysandu (LMSA)
1912 Botafogo (AFRJ)
1913 América
1914 Flamengo
1915 Flamengo
1916 América
1917 Fluminense
1918 Fluminense
1919 Fluminense
1920 Flamengo
1921 Flamengo
1922 América
1923 Vasco
1924 Vasco (LMDT)
1924 Fluminense (AMEA)
1925 Flamengo
1926 São Cristóvão
1927 Flamengo
1928 América
1929 Vasco
1930 Botafogo
1931 América
1932 Botafogo
1933 Botafogo (AMEA)
1933 Bangu (LCF)
1934 Botafogo (AMEA)
1934 Vasco (LCF)
1935 Botafogo (FMD)
1935 América (LCF)
1936 Fluminense (LCF)
1936 Vasco (FMD)
1937 Fluminense
1938 Fluminense
1939 Flamengo
1940 Fluminense
1941 Fluminense
1942 Flamengo
1943 Flamengo
1944 Flamengo
1945 Vasco
1946 Fluminense
1947 Vasco
1948 Botafogo
1949 Vasco
1950 Vasco
1951 Fluminense
1952 Vasco
1953 Flamengo
1954 Flamengo
1955 Flamengo
1956 Vasco
1957 Botafogo
1958 Vasco
1959 Fluminense
1960 América
1961 Botafogo
1962 Botafogo
1963 Flamengo
1964 Fluminense
1965 Flamengo
1966 Bangu
1967 Botafogo
1968 Botafogo
1969 Fluminense
1970 Vasco
1971 Fluminense
1972 Flamengo
1973 Fluminense
1974 Flamengo
1975 Fluminense
1976 Fluminense
1977 Vasco
1978 Flamengo
1979 Flamengo
1979 Flamengo (especial)
1980 Fluminense
1981 Flamengo
1982 Vasco
1983 Fluminense
1984 Fluminense
1985 Fluminense
1986 Flamengo
1987 Vasco
1988 Vasco
1989 Botafogo
1990 Botafogo
1991 Flamengo
1992 Vasco
1993 Vasco
1994 Vasco
1995 Fluminense
1996 Flamengo
1997 Botafogo
1998 Vasco
1999 Flamengo
2000 Flamengo
2001 Flamengo
2002 Fluminense
2003 Vasco
2004 Flamengo
2005 Fluminense
2006 Botafogo
2007 Flamengo
2008 Flamengo
2009 Flamengo

CANTORAS PORTUGUESAS - ANA FREE

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Ana Free, nome artístico de Ana Gomes Ferreira[1], (Lisboa, 29 de Junho de 1987) é uma cantautora portuguesa que atingiu alguma fama na popular página de Internet de intercâmbio de vídeos YouTube.

Biografia
Durante a sua infância, frequentou uma escola internacional perto de Cascais, onde adquiriu o seu distinguido sotaque. Ela começou a escrever e compor música a partir dos dez anos de idade e tem sido capaz de tocar guitarra sem problemas há mais de dez anos. Vive actualmente no Reino Unido, tendo em 2008 finalizado a licenciatura em Economia.

Fez a sua primeira performance ao vivo na televisão, no Verão de 2007, na TVI, em Portugal, onde cantou "Crazy" (Louca), uma canção que tinha composto sozinha. Ana faz frequentemente concertos ao vivo em Portugal e em Londres [7] [8], que são registados pelos seus amigos e colocados nos seus "blogs" e "websites". A sua música mais popular é "Chained" (Acorrentada), escrita quando ela tinha 16 anos. O vídeo em que ela interpreta esta canção atingiu 1.000.000 visitantes, no Verão de 2009.

Actualmente encontra-se a gravar o seu primeiro álbum, depois do sucesso de seu primeiro "single" a ser lançado em 23 de Maio de 2008 - "In my place" (No meu lugar). A popularidade da sua música fez com que aparecesse na compilação Now 19[11], versão portuguesa, lançada 24 de Novembro de 2008.

"In my place" integra a banda sonora da telenovela portuguesa emitida pela SIC "Podia Acabar o Mundo", em que é o tema da personagem Cláudia.

Recentemente lançou um novo videoclipe no Youtube, chamado Keep On Walking, dirigido por Francis Wallis e produzido por Blake Brandes.

Discografia

"In My Place" (No meu lugar) 2008
"Self Inflicted" (O Ego Infligido) 2009
"Keep On Walking" (Manter-me en maneira) 2009

FESTA A IEMANJÁ, EM COPACABANA

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Centenas de devotos de Iemanjá ocuparam as areias da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ), durante a tarde e a noite desta ultima terça-feira. Mulheres e homens vestidos de branco celebraram a orixá, deixando flores, oferendas e pedidos nas águas da zona sul.

"Nem a forte chuva que caiu esmoreceu os presentes que assistiram a apresentação, cantando e dançando ao lado de uma grande tenda montada no local", conta o carioca José Carlos Pereira de Carvalho. "Diversos grupos de etnia negra se reuniram para a confraternização", diz.

Esta é sétima edição da festa, organizada por lojistas do Mercadão de Madureira. O evento teve início às 15h com uma carreata que partiu de Madureira, na zona norte, com destino à Copacabana. Carros e ônibus seguiram a imagem de Iemanjá durante todo o percurso.

No final da tarde, turistas e cariocas que passaram pela avenida Atlântica puderam acompanhar ainda o lançamento de barcos carregados com oferendas para a rainha do mar.

"Para encerrar, os atabaques tocaram forte num pedido de paz, harmonia e saúde para todos no ano de 2010. Foi um belo espetáculo",

quinta-feira, dezembro 31, 2009

ARTISTAS BRASILEIROS - SEU JORGE

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Seu Jorge
Seu Jorge, nome artístico de Jorge Mário da Silva, (Belford Roxo, 8 de junho de 1970) é um ator, cantor e compositor brasileiro de MPB, de Samba e Soul.


Primogênito de quatro filhos, Charles, Vitório e Rogério. Seu Jorge teve uma infância tranqüila, freqüentando a escola e ajudando a mãe a tomar conta dos irmãos. Começou a trabalhar com apenas dez anos de idade em uma borracharia, primeira de várias ocupações como contínuo, marceneiro e office-boy, entre outras. As variadas profissões nunca ofuscaram o seu verdadeiro desejo de se tornar músico. Desde adolescente, freqüentava as rodas de samba cariocas acompanhando o pai e os irmãos em bailes funks e Bailes charmes da periferia, e cedo começou a se profissionalizar cantando na noite.

Foi aí que a morte de seu irmão Vitório em uma chacina levou a família à desestruturação, e Seu Jorge acabou virando sem-teto por cerca de três anos. A nova virada se deu quando o clarinetista Paulo Moura o convidou para fazer um teste para um musical de teatro. Foi aprovado e acabou participando de mais de 20 espetáculos com o Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, como cantor e ator.

Participou depois da formação da banda Farofa Carioca, que lançou seu primeiro CD em 1998 com uma competente mistura da ritmos negros de várias partes do mundo, como samba, reggae, jongo, funk e rap. A partir daí, Seu Jorge tem sua carreira engrenada e passa a participar de vários projetos, como um disco de tributo a Tim Maia e a participação em estúdio e na turnê da banda brasileira Planet Hemp, em 2000.

Seu Jorge é primo do sambista Dudu Nobre. Ganhou o apelido do amigo Marcelo Yuka.

Discografia

Seu Jorge[editar] Álbuns solo
Samba Esporte Fino (2001)
Cru (2004)
The Life Aquatic with Steve Zissou, Studio Sessions, Featuring: Seu Jorge (2005) pela Hollywood Records
América Brasil (2007)
América Brasil Ao Vivo (2009)
[editar] DVD
MTV Apresenta Seu Jorge (2004)
Ana & Jorge (DVD) com Ana Carolina (2005)
Seu Jorge - Live at Montreux 2005 (2006)
América Brasil Ao Vivo (2009)
[editar] Participações
Moro no Brasil, com Farofa Carioca (1997)
Tributo a Tim Maia (1999)
Casa do Samba 3 (1999)
A Invasão do Sagaz Homem Fumaça, de Planet Hemp (2000)
Swing & Samba-Rock, de Clube do Balanço (2001)
Discotecagem Pop Variada, de Jota Quest (2002)
A Procura da Batida Perfeita, de Marcelo D2 (2003)
"Tranqüilo!", DJ Marcelinho da Lua (2003)
Cidade de Deus, trilha sonora (2003)
"Estampado" de Ana Carolina, na música "Beat da Beata" (2003)
Favela Chic, Postonove 3 (2004)
Ana & Jorge AO VIVO, CD gravado ao vivo com a cantora Ana Carolina (2005)
"Olivia Byington" CD homónimo de Olivia Byington. Seu Jorge participa no tema "Na ponta dos pés". Samba com letra de Tiago Torres da Silva e música de Olivia Byington (2006)
[editar] Filmografia
[editar] Na televisão
2007 - Brasil Brasil
2002 - Os Normais .... Babu
[editar] Filmes
2009 - Beyond Ipanema
2008 - Carmo .... Amparo de Jesús
2008 - The Escapist .... Viv Batista
2007 - Sleepwalkers .... Lasso Dancer who works as an Electrician
2006 - Elipsis .... Coyote
2006 - Tarantino's Mind - (curta-metragem)
2005 - Casa de Areia .... Massu, de 1910 a 1919
2004 - This Is an Adventure
2004 - À la recherche d'Orfeu Negro
2004 - The Life Aquatic with Steve Zissou .... Pelé dos Santos
2002 - Cidade de Deus .... Mané Galinha
2002 - Moro no Brasil

quarta-feira, dezembro 30, 2009

SANTA ROSA - RIO GRANDE DO SUL

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PRESTIGIAMOS UM CIBERNAUTA
QUE NOS ACESSA DI ESTADO
DO RIO GRADE DO SUL -DE
SANTA ROSA



Santa Rosa tem 68 mil habitantes, 257 m de altitude e está a 495 Km de Porto Alegre.

Santa Rosa surgiu da divisão do primeiro distrito de Santo Ângelo, uma antiga redução dos jesuítas, em 1876.

Santa Rosa foi colonizada por imigrantes, mantém uma diversidade étnica que convive em perfeita harmonia, transmitindo valores e ensinamentos que refletem na força da comunidade.



Antecedentes Históricos
Antigamente, as terras desta região eram habitadas pelos índios guaranis, que aqui viviam em liberdade, com seus usos e costumes. O modo de vida dos índios foi sendo modificado, aos poucos, com a chegada dos europeus (portugueses e espanhóis). Para cristianizar os índios vieram para cá os padres jesuítas que organizaram os Povoados Missioneiros.

Aos poucos, os jesuítas conquistaram a confiança dos índios e, mudaram-lhes o seu modo de vida.

As terras que hoje pertencem ao município de Santa Rosa pertenciam ao território da Missão de Santo Ângelo Custódio, hoje município de Santo Ângelo.


Em 1915 foi criada a Colônia Santa Rosa. O local escolhido para o acampamento, foi onde hoje se localiza o Colégio Santa Rosa de Lima. O referido local teria sido escolhido como ponto de partida para os serviços de mediação e divisão das terras, porém, em torno do acampamento foram se formando os primeiros povoados.

A Colônia Santa Rosa foi criada para assentar muitas famílias de nacionais ou caboclos que ocupavam as terras próximas ao rio Santo Cristo. Depois destes, os primeiros povoadores foram os funcionários da Comissão de Terras. Este povoamento cresceu muito com a chegada dos imigrantes alemães e italianos, vindo das Colônias Velhas, seguidos pelos russos, poloneses e várias outras etnias.
As famílias chegavam e instalavam-se nas proximidades do acampamento, derrubavam matas, construíam suas casas e faziam lavouras.

A ocupação destas terras aconteceu rapidamente, sendo que, em 1920, a Colônia já contava com 11.215 habitantes.

Emancipação Política de Santa Rosa

A idéia da emancipação surgiu em 1927, quando a Colônia já estava com 35.000 pessoas e uma boa arrecadação.

Em 1929, a luta pela emancipação crescia rapidamente e o maior argumento dos emancipacionistas era a crescente arrecadação da Colônia.

Durante a campanha, uma comissão foi até a capital do Estado a fim de apressarem a emancipação. O jornal "A Serra" foi fundado para divulgar a campanha emancipadora da Colônia. Assim, no dia 1º de julho de 1931, o general José Antônio Flores da Cunha (Interventor do Estado) assinava o decreto de emancipação do município de Santa Rosa.

A solenidade de instalação do município de Santa Rosa aconteceu no dia 10 de agosto de 1931. Neste mesmo dia, tomou posse o primeiro prefeito, Arthur Ambros, nomeado pelo Interventor Federal do Estado.

As principais atividades econômicas do distrito são: a agricultura, onde predomina o cultivo da soja, do trigo e do milho; criação de gado leiteiro; a piscicultura e a indústria, onde se destacam as fábricas de móveis. Neste distrito existe uma escola que atende alunos da 1ª a 8ª série.

É este elemento de solidariedade que faz de Santa Rosa uma cidade de povo feliz. Além de ser conhecida como Berço Nacional da Soja também é berço de algumas celebridades como o goleiro Cláudio Taffarel e a apresentadora Xuxa Meneghel

BANDAS PORTUGUESAS - OS D' ZRT

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D'ZRT


D'ZRT são uma boys band portuguesa formada na série «Morangos com Açúcar». São compostos por Angélico Vieira, Edmundo Vieira, Paulo Vintém e Vítor Fonseca. O nome da banda vem das inicias das personagens dos 4 constituintes: David (Angélico), Zé (Vítor), Ruca (Edmundo) e Tópê (Vintém). Eram acompanhados em palco por Ricardo Ferreira (Guitarra e produção), João Matos (Baixo) e Miguel Casais (Bateria), posteriormente ganharam mais duas presenças na banda: Mee-K (Pratos) e Élton Ribeiro (Teclas). A banda começou na série, acabando por passar da ficção para a realidade. Deram cerca de 250 concertos em 3 anos.


A banda saltou para fora da série com o êxito «Para Mim Tanto Faz», single do primeiro álbum homónimo. Neste álbum, saído em 2005, os D'ZRT apostaram em músicas muito incidentes na pop, R&B e baladas. O álbum esteve durante 33 semanas no TOP nacional de vendas de discos, 22 das quais no primeiro lugar. Alcançaram o galardão de 6.ª Platina. Para além do single «Para Mim Tanto Faz», o álbum contou ainda com outro single «Percorre o Meu Sonho», escrito e composto por Angélico Vieira.

Após o sucesso do primeiro álbum, os D'ZRT realizaram um concerto ao vivo no Coliseu dos Recreios (Lisboa) que foi editado em DVD/CD. No concerto tocaram todas as músicas do álbum e ainda a versão «Mexe» de «Percorre o Meu Sonho» e uma «Battle» entre Angélico Vieira e Miguel Casais.

Marcaram também o sucesso do primeiro álbum, com o lançamento do livro «Passado, Presente e Futuro», assinado pela jornalista Susana Pina.

Em 2006 a banda volta com o disco «Original». Produzido por Ricardo Ferreira, o álbum teve como single «Verão Azul», tema que foi genérico da 3.ª série de Verão dos «Morangos com Açúcar». Este álbum quase integralmente composto pela banda, obteu o galardão de 4.ª Platina e teve direito à reedição «The Story So Far» que contou com um documentário na estrada, com os videoclips lançados e partes do concerto no Pavilhão Atlântico. Tal como no primeiro álbum, este segundo também teve um segundo single «Stuttgart 4to».

A banda acabou por acabar, em Fevereiro de 2008, nomeadamente porque os membros da banda queriam começar a tocar música "que sentiam a 100%". Para marcar a despedida fizeram um concerto no Pavilhão Atântico, que contou com a presença de Rita Guerra, Paulo Gonzo, Zé Pedro, Rita Viegas, Zé Manel, Corvos, Tucanas, Pedro Khima e Just Girls.

É importo dizer que os D'ZRT estiveram presentes em palcos emblemáticos do país como o Coliseu dos Recreios, o Coliseu do Porto, o Pavilhão Atlântico (por duas vezes) e ainda abriram o Rock in Rio Lisboa (2006) no Palco Principal.

Em 2009 voltam para se apresentarem com um novo disco «D'ZRT Project», a ser lançado no final do mês de Novembro. O disco irá contar com o single «Feeling», tema apresentado no programa «A Revelação», programa com o objectivo de dar a conhecer o regresso dos D'ZRT. Os 4 constituintes encaram este regresso apenas como um projecto, não como antes encaravam.


Álbuns
D'ZRT (2005)

Para Mim Tanto Faz (J.Alngqvist/D.Gibson/Pedro Vaz/Rap: Angélico)
I Don't Want To Talk Abou It (Danny Whitten)
Quem Eu Quero P'ra Mim (A.Bagge/P.Astrom/W.A.Hector/P.Vaz/Rap: Angélico)
Todo o Tempo (M.Michaels/M.M.Dollar/M.Tabak/Deema/P.Vaz/Rap: Angélico)
Percorre o Meu Sonho (Angélico/Ricardo Ferreira)
Querer Voltar (Tom Helsen/Angélico)
Hás-de Sempre Estar (A.Bagge/A.Birgisson/Bebe Winans/Angélico)
Jogo Perioso (A.Bagge/A.Birgisson/W.Anthony/Hector/Angélico)
Estar ao Pé de Ti (Pedro Vaz/Rap: Angélico)
Caminho a Seguir (M.Michaels/M.M.Dollar)S.Naja/S.Behljujevic/O.Han/Angélico)
Amanhã Não Sei (T.Christensen/M.Winther-John/Pedro Vaz)
Original (2006)

Verão Azul (Paulo Vintém/Angélico Vieira)
A Tua Vez Já Passou (Ricardo F./João Matos/Miguel Casais/Pedro Vaz/Angélico)
Essência (Da Minha Vida) (Angélico Vieira/Ricardo F.)
Herói Por 1 Dia (Nilsson/Bergmark/Moller/Cifrão)
Stuttgart 4to (Paulo Vintém/Cifrão/Ricardo F./Angélico)
D'ZRT Revolução (Cifrão/Ricardo F.)
Tudo Num Segundo (Pontus Soderqvist/Nick Nice/Novel Janussi/Johan Wiklund/Pedro Vaz)
Minuto da Vida (Samuel Waermo/Marcus Englof/Pedro Vaz)
Declaro Independência (Anders Johansson/Elin Hedberg/Tobias Lindell/Mattias Bylund/Cifrão/Rap: Angélico)
Só Depende de Nós (Angélico/Ricardo F.)
Esquece Tudo (E Dança) (Angélico/Nuno Gelpi)
Imagina Comigo (João Matos/Angélico) (Faixa escondida: Adeus Dinoman!)
D'ZRT Project (2009)

Enquanto Não Vencer
Feeling
Breathe Love
Mexe
Filosofia Rara
Onde Estás
Nada a temer
Indecente
Entra no meu espaço
Falso
Feeling (Kapuera Mix)

preliminares

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Eu quero a Natália...
A Madame abre a porta do bordel e encontra um velhinho vestido com roupa modesta.
- 'Diga ?' , pergunta ela.
- 'Eu quero a Natália', respondeu o velhinho.
- 'Caro senhor, a Natália é uma das nossas 'meninas' mais caras. Talvez eu lhe possa apresentar alguma outra...'
- 'Não, eu quero a Natália!', insiste o velhinho.
Então a Natália aparece, um espectáculo de mulher, em saltos altos, corpete, meias e cinto de ligas e diz ao velhinho que o preço é de 500 Euros por visita.
O velhote nem pisca e, tirando o dinheiro da carteira, diz que tudo bem.
Então ela leva-o para o quarto onde ele passa uma hora inesquecível, com sexo louco como nunca tinha tido.
Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente e chama pela Natália.
Ela estranha, diz que nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que não faria qualquer desconto pela fidelização.
O velhinho tira mais 5 notas de 100 euros e entrega à rapariga, que o leva
para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior.
Na noite seguinte, ninguém acredita: mais uma vez o velhote aparece, risonho e assanhado, entrega o dinheiro à moça e tornam a ir para o quarto.
Depois da hora que passaram juntos, Natália não resiste e pergunta ao velhinho:
- 'Ninguém usou os meus serviços três noites seguidas porque sou a melhor desta casa e levo muito caro. De onde é o senhor? '
- 'Sou de Cuba, no Alentejo! ', responde o velhinho
- 'Sério? Eu tenho uma irmã que mora em Cuba!'
- 'Eu sei, foi ela que me pediu para lhe entregar os 1500 Euros.'

terça-feira, dezembro 29, 2009

HISTÓRIA DO BRASIL - REVOLTA DE BECKMAN

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Revolta de Beckman
A Revolta de Beckman, também Revolta dos Irmãos Beckman ou Revolta de Bequimão, ocorreu no então Estado do Maranhão, em 1684. É tradicionalmente considerada como um movimento nativista pela historiografia em História do Brasil.

O sobrenome Beckman, de origem germânica, também é grafado em sua forma aportuguesada, Bequimão.

Antecedentes
O Estado do Maranhão foi criado à época da Dinastia Filipina, em 1621, compreendendo os atuais territórios do Maranhão, Ceará, Piauí, Pará e Amazonas. Essa região subordinava-se, desse modo, diretamente à Coroa Portuguesa. Entre as suas atividades econômicas destacavam-se a lavoura de cana e a produção de açúcar, o cultivo de tabaco, a pecuária (para exportação de couros) e a coleta de cacau. A maior parte da população vivia em condições de extrema pobreza, sobrevivendo da coleta, da pesca e praticando uma agricultura de subsistência.

Desde meados do século XVII, o Estado do Maranhão enfrentava séria crise econômica, pois desde a expulsão dos Holandeses da Região Nordeste do Brasil, a empresa açucareira regional não tinha condições de arcar com os altos custos de importação de escravos africanos. Neste contexto, teve importância a ação do padre Antônio Vieira (1608-1697) que, na década de 1650, como Superior das Missões Jesuíticas no Estado do Maranhão, implantou as bases da ação missionária na região: pregação, batismo e educação, nos moldes da cultura portuguesa e das regras estabelecidas pelo Concílio de Trento (1545-1563).

Posteriormente, pela lei de 1º de abril de 1680 a Coroa determinava a abolição da escravidão indígena, sem qualquer exceção, delimitando, mais adiante, as respectivas áreas de atuação das diversas ordens religiosas.

Para contornar a questão de mão-de-obra, os senhores de engenho locais organizaram tropas para invadir os aldeamentos organizados pelos Jesuítas e capturar indígenas

como escravos. Estes indígenas, evangelizados, constituíam a mão-de-obra utilizada pelos religiosos na atividade de coleta das chamadas drogas do sertão. Diante das agressões, a Companhia de Jesus recorreu à Coroa, que interveio e proibiu a escravização do indígena, uma vez que esta não trazia lucros para a Metrópole.

Para solucionar esta questão, a Coroa instituiu a Companhia do Comércio do Maranhão (1682), em moldes semelhantes ao da Companhia Geral do Comércio do Brasil (1649). Pelo Regimento, a nova Companhia deteria o estanco (monopólio) de todo o comércio do Maranhão por um período de vinte anos, com a obrigação de introduzir dez mil escravos africanos (à razão de quinhentos indivíduos por ano), comercializando-os a prazo, a preços tabelados. Além do fornecimento destes escravos, deveria fornecer tecidos manufaturados e outros gêneros europeus necessários à população local, como por exemplo o bacalhau, os vinhos, e a farinha de trigo. Em contrapartida, deveria enviar anualmente a Lisboa pelo menos um navio do Maranhão e outro do Grão-Pará, com produtos locais. O cacau, a baunilha, o pau-cravo e o tabaco, produzidos na região, seriam vendidos exclusivamente à Companhia, por preços tabelados. Para obtenção da farinha de mandioca necessária à alimentação dos africanos escravizados, era permitido à Companhia recorrer à mão-de-obra indígena, remunerando-a de acordo com a legislação em vigor. Graças à intercessão do Governador Francisco de Sá de Meneses, apenas os jesuítas e franciscanos ficaram livres do monopólio exercido pela Companhia.

Sem conseguir cumprir adequadamente os compromissos, a operação da Companhia agravou a crise econômica e fez crescer o descontentamento na região:

os comerciantes locais sentiam-se prejudicados pelo monopólio da Companhia;
os grandes proprietários rurais entendiam que os preços oferecidos pelos seus produtos eram insuficientes;
os apresadores de indígenas, contrariados em seus interesses, reclamavam da aplicação das leis que proibiam a escravidão dos nativos;
a população em geral, protestava contra a irregularidade do abastecimento dos gêneros e os elevados preços dos produtos.
A Companhia passou a ser objeto de acusações de não fornecer anualmente o número de escravos estipulado pelo Regimento, de usar pesos e medidas falsificados, de comercializar gêneros alimentícios deteriorados e de praticar preços exorbitantes. Esses fatos, somados às isenções concedida aos religiosos conduziria a uma revolta.

Eclosão da revolta
Após alguns meses de preparação, Aproveitando a ausência do Governador Francisco de Sá de Meneses, em visita a Belém do Pará, a revolta eclodiu na noite de 24 de fevereiro de 1684, durante as festividades de Nosso Senhor dos Passos.

Sob a liderança dos irmãos Manuel e Tomás Beckman, senhores de engenho na região, e de Jorge de Sampaio de Carvalho, com a adesão de outros proprietários, comerciantes e religiosos insatisfeitos com os privilégios dos Jesuítas, um grupo de sessenta a oitenta homens mobilizou-se para a ação, assaltando os armazéns da Companhia.

Já nas primeiras horas do dia seguinte os sediciosos tomaram o Corpo da Guarda em São Luís, integrado por um oficial e cinco soldados. Partiram dali, com outros moradores arregimentados no trajeto, para a residência do Capitão-mor Baltasar Fernandes, que clamava por socorro, sem sucesso. Registra o historiador maranhense João Francisco Lisboa que "Beckman intimou-lhe a voz de prisão e suspensão do cargo, acrescentando, como que por mofa, que para tornar-lhe aquela mais suave o deixava em casa entregue à guarda da sua própria mulher, com obrigações de fiel carcereira. Baltasar Fernandes gritou que preferia a morte a tal afronta intolerável para um soldado; mas a multidão, sem fazer cabedal dos seus vãos clamores, tomou dali para o Colégio dos Padres, a quem deixaram presos e incomunicáveis com guardas à vista."

Posteriormente à ocupação do Colégio dos Jesuítas, foram expulsos do Maranhão os vinte e sete religiosos ali encontrados.

A Junta Revolucionária
A 25 de fevereiro a revolta estava consolidada, organizando-se na Câmara Municipal, uma Junta Geral de Governo, composta por seis membros, sendo dois representantes de cada segmento social - latifundiários, clero e comerciantes. Para legitimá-la, foi celebrado um Te Deum. As principais deliberações desta Junta foram:

a deposição do Capitão-mor;
a deposição do Governador;
a abolição do estanco;
a extinção da Companhia de Comércio;
a expulsão dos Jesuítas.
A Junta enviou emissários a Belém do Pará, onde se encontrava o Governador deposto do Maranhão, objetivando a adesão dos colonos dali. O Governador recebeu-os, prometendo-lhes abolir a Companhia do Comércio, anistiar a todos os envolvidos, e ainda honras, cargos e verbas (4 mil cruzados) caso os revoltosos depusessem as armas. A proposta foi recusada.

Do mesmo modo, a Junta enviou Tomás Beckman como emissário à Corte em Lisboa, visando convencer as autoridades metropolitanas que o movimento era procedente e justo. Sem sucesso, recebeu voz de prisão no Reino e foi trazido preso de volta ao Maranhão, para ser julgado com os demais revoltosos.

A repressão ao movimento
A Metrópole Portuguesa reagiu, enviando um novo Governador para o Estado do Maranhão, Gomes Freire de Andrade. Ao desembarcar em São Luís, em 15 de maio de 1685, à frente de efetivos militares portugueses, este oficial não encontrou resistência.

Neste ano de revolta, o movimento tivera várias defecções entre seus entusiastas: eram os descontentes, arrependidos, os moderados e os que temiam as mudanças. À chegada de Gomes Freire não se opusera Manuel: tencionava libertar o irmão Tomás. Os emissários do novo governante logo tomaram conhecimento do estado das coisas. Os mais comprometidos com a revolta deliberaram pela fuga, enquanto Beckman permaneceu.

Gomes Freire, então, restabeleceu as autoridades depostas, ordenando a detenção e o julgamento dos envolvidos no movimento, assim como o confisco de suas propriedades. Expediu ordem de prisão contra Manuel Beckman, que fugira, oferecendo por sua captura o cargo de Capitão dos Ordenanças. Lázaro de Melo, afilhado e protegido de Manuel, trai o padrinho e entrega-o preso, obtendo a cobiçada recompensa. Entretanto, empossado, os seus comandados repudiaram-lhe o gesto vil, recusando-se a obedecer-lhe as ordens. Queixando-se disto ao governador, afirma-se que Gomes Freire teria lhe respondido que prometera o cargo, não o respeito dos comandados.

Apontados como líderes, Manuel Beckman e Jorge de Sampaio receberam como sentença a morte pela forca. Os demais envolvidos foram condenados à prisão perpétua. Manuel Beckman e Jorge Sampaio foram enforcados a 2 de novembro de 1685 (10 de novembro, segundo outras fontes). A última declaração de Manuel foi: "Morro feliz pelo povo do Maranhão!". Tendo os seus bens ido a hasta pública, Gomes Freire arrematou-os todos e devolveu-os à viúva e filhas do revoltoso.

Conseqüências
A situação de pobreza da população do Estado do Maranhão perdurou no decorrer das primeiras décadas do século XVIII.

Na segunda metade desse século a administração do Marquês de Pombal (1750-1777) tentou encaminhar soluções para as graves questões da região. A administração pombalina, dentro da política reformista adotada, criou, entre outras medidas, a Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão.

Aproveitando-se oportunamente de situações externas favoráveis - a Revolução Industrial que ocorria na Inglaterra e a Guerra da independência das treze Colônias inglesas na América - a Companhia, em meados do século XVIII, estimulou o plantio do algodão no Maranhão, financiando esta atividade. A exportação do produto cresceu significativamente naquele contexto. Entretanto, quando a Inglaterra reatou relações com a sua antiga Colônia, a produção maranhense entrou em declínio.

Estas situações, entre outras dificuldades, levaram à extinção do Estado do Maranhão em 9 de julho de 1774. As suas antigas capitanias ficaram subordinadas ao Vice-rei do Brasil, com sede no Rio de Janeiro.

Ao mesmo tempo, a expulsão dos Jesuítas, promovida por Pombal, fez desorganizar a atividade da coleta das drogas do sertão na Amazônia.

preliminares

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Certo individuo, erudito e já de provecta idade, ao chegar a sua casa, ouviu um barulho esquisito vindo do quintal. Chegando lá, constatou que havia um ladrão a tentar levar os seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo, surpreendendo-o a tentar pular o muro com os amados patos. Batendo nas costas do tal invasor, disse-lhe:
- Oh bucéfalo,não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmíferes e sim pelo acto vil e sorrateiro de galgares as profanas da minha residência que me acerco. Se fazes isso por necessidade, transijo, mas se é para gozares com a minha alta prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica no alto da tua sinagoga, que te reduzirá à quinquagésima potência, aquilo a que o vulgo denomina nada.
O ladrão, confuso, pergunta:
- Oh senhor, mas afinal eu levo ou deixo os patos?

segunda-feira, dezembro 28, 2009

preliminares

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Um galo descobre que a sua galinha é infiel!
Nas sua fúria começa a partir o galinheiro e todos os ovos!
No meio desta confusão nota que havia um 1 ovo de barro...
O galo, completamente fora de si grita para a galinha:,
Aaaahhhh minha grande p..., nem o galo de Barcelos te escapou!.