.
DEU ZEBRA COM O FLA A
EMPATAR (3-3) COM O
OLARIA.
(Rodada 6):
Grp.A 04/02 Fluminense 3-0 Boavista-RJ
Grp.B 04/02 Madureira 1-4 Botafogo
Grp.B 04/02 Resende 0-1 Vasco
Grp.B 04/02 Friburguense 1-2 America-RJ
Grp.A 03/02 Flamengo 3-3 Olaria
Grp.B 03/02 Tigres do Brasil 1-2 Macaé
Grp.A 03/02 Bangu 2-0 Americano-RJ
Grp.A 03/02 Duque de Caxias 1-1 Volta Redonda
Flamengo arranca empate do Olaria no Maracanã
Os comandados de Andrade empataram com o Olaria por 3 a 3, no Maracanã, e garantiram uma vaga na semifinal da Taça Guanabara (primeiro turno da competição estadual).
Com o resultado, o Flamengo chega aos 16 pontos e garante ao menos uma das vagas do Grupo 1 na semifinal. O Olaria, com 11 pontos, ainda está na luta. Fluminense, com 12 pontos, e Boavista, com 10, se enfrentam nesta quinta-feira e também brigam para avançar na competição.
O Flamengo volta a campo no domingo, às 19h30 (de Brasília), para enfrentar o Boavista, fora de casa. No mesmo dia e horário, o Olaria faz um duelo direto contra o Fluminense no Engenhão.
Vindo de cinco vitórias nos cinco jogos que fez no Campeonato Carioca, o Flamengo acabou sendo surpreendido pelo Olaria. Flamengo 3 x 3 Olaria
Flamengo
4-4-2
Bruno; Leonardo Moura (Everton Silva), David, Ronaldo Angelim e Juan (Michael); Toró, Kléberson, Fernando (Fierro) e Vinicius Pacheco; Adriano e Vagner Love
Olaria
4-4-2
Ângelo; Ivan, Diego, Thiago e Amarildo; David, Romário, Araruama e Waldir (William); Aleílson e Cacá (Rafael)
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO

sexta-feira, fevereiro 05, 2010
PAULISTÃO - 6ª.RODADA
.
O CORINTHIANS NÃO PASSOU NA
PONTE PRETA, ´E PERDE A LI-
DERANÇA PARA O SANTOS.
Quarta-feira, 3/02/2010
Monte Azul 2 x 2 Ituano
Sertãozinho 1 x 1 Rio Claro
Barueri 0 x 4 Botafogo
Oeste 2 x 2 Paulista
Ponte Preta 2 x 1 Corinthians
São Paulo 3 x 0 São Caetano
Palmeiras 1 x 1 Portuguesa
Bragantino 4 x 3 Rio Branco
Santo André 1 x 2 Santos
Mirassol 1 x 0 Mogi Mirim
PONTE PRETA, 2 CORINTHIANS,1
Finazzi ex-Corinthgiano, vinga-se e msrca na derrota do seu ex-clube.
Ponte Preta
4-4-2
Eduardo Martini; Edílson, Jean, Léo Oliveira e Vicente; Deda (Danilo Portugal), Guilherme, Manteiga, Tinga (Finazzi) e Fabiano Gadelha; Leandrinho (Galiardo); técnico: Sérgio Guedes
Corinthians
4-4-2
Felipe; Alessandro, Chicão, William e Escudero (Tcheco); Jucilei, Edu (Tcheco), Boquita e Danilo (Morais); Dentinho e Iarley (Edno); técnico: Mano Menezes
CLASSIFICAÇÃO
1Corinthians 14
2Santos 13
3Botafogo-SP 13
4São Paulo 11
5Ponte Preta 11
6Palmeiras 9
7Santo André 9
8Ituano 9
9Mirassol 9
10Barueri 9
11Bragantino 8
12Portuguesa 8
13São Caetano 8
14Mogi Mirim 8
15Oeste 6
16Rio Branco-SP 5
17Rio Claro 4
18Paulista 4
19Monte Azul 4
20Sertãozinho 4
O CORINTHIANS NÃO PASSOU NA
PONTE PRETA, ´E PERDE A LI-
DERANÇA PARA O SANTOS.
Quarta-feira, 3/02/2010
Monte Azul 2 x 2 Ituano
Sertãozinho 1 x 1 Rio Claro
Barueri 0 x 4 Botafogo
Oeste 2 x 2 Paulista
Ponte Preta 2 x 1 Corinthians
São Paulo 3 x 0 São Caetano
Palmeiras 1 x 1 Portuguesa
Bragantino 4 x 3 Rio Branco
Santo André 1 x 2 Santos
Mirassol 1 x 0 Mogi Mirim
PONTE PRETA, 2 CORINTHIANS,1
Finazzi ex-Corinthgiano, vinga-se e msrca na derrota do seu ex-clube.
Ponte Preta
4-4-2
Eduardo Martini; Edílson, Jean, Léo Oliveira e Vicente; Deda (Danilo Portugal), Guilherme, Manteiga, Tinga (Finazzi) e Fabiano Gadelha; Leandrinho (Galiardo); técnico: Sérgio Guedes
Corinthians
4-4-2
Felipe; Alessandro, Chicão, William e Escudero (Tcheco); Jucilei, Edu (Tcheco), Boquita e Danilo (Morais); Dentinho e Iarley (Edno); técnico: Mano Menezes
CLASSIFICAÇÃO
1Corinthians 14
2Santos 13
3Botafogo-SP 13
4São Paulo 11
5Ponte Preta 11
6Palmeiras 9
7Santo André 9
8Ituano 9
9Mirassol 9
10Barueri 9
11Bragantino 8
12Portuguesa 8
13São Caetano 8
14Mogi Mirim 8
15Oeste 6
16Rio Branco-SP 5
17Rio Claro 4
18Paulista 4
19Monte Azul 4
20Sertãozinho 4
preliminares
.
Um casal de idosos vai ao médico.
Ao terminar o exame, o médico pergunta ao velhinho:
'Sua saúde parece boa. O senhor tem alguma pergunta, ou existe alguma coisa que o preocupa?'
- 'Na verdade, existe', diz o velhinho. 'Depois de fazer sexo com minha esposa, em geral sinto muito calor depois da primeira, e, depois da segunda, sinto muito frio senhor doutor!'
O médico diz que nunca ouviu falar disso e vai pesquisar.
Em seguida, o médico examina a velhinha, e diz: 'Tudo está muito bem com a senhora. Existe alguma coisa que a preocupa?'
A senhora diz que não tem nenhuma pergunta ou preocupação. O médico Então diz a ela: 'Seu marido diz ter um problema um pouco estranho. Ele disse que sente muito calor depois de fazer sexo a primeira vez, e que sente muito frio depois da segunda. A Sra. tem ideia do porquê?'
'Oh, aquele velho maluco!' responde ela. 'É porque a primeira é em Julho, e a segunda, em Dezembro
Um casal de idosos vai ao médico.
Ao terminar o exame, o médico pergunta ao velhinho:
'Sua saúde parece boa. O senhor tem alguma pergunta, ou existe alguma coisa que o preocupa?'
- 'Na verdade, existe', diz o velhinho. 'Depois de fazer sexo com minha esposa, em geral sinto muito calor depois da primeira, e, depois da segunda, sinto muito frio senhor doutor!'
O médico diz que nunca ouviu falar disso e vai pesquisar.
Em seguida, o médico examina a velhinha, e diz: 'Tudo está muito bem com a senhora. Existe alguma coisa que a preocupa?'
A senhora diz que não tem nenhuma pergunta ou preocupação. O médico Então diz a ela: 'Seu marido diz ter um problema um pouco estranho. Ele disse que sente muito calor depois de fazer sexo a primeira vez, e que sente muito frio depois da segunda. A Sra. tem ideia do porquê?'
'Oh, aquele velho maluco!' responde ela. 'É porque a primeira é em Julho, e a segunda, em Dezembro
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
terça-feira, fevereiro 02, 2010
a 2 de FEVEREIRO de 1849, os REVOLTOSOS da REVOLTAS PRAIEIRA FORAM RECHAÇADOS
.
Revolta Praieira
A Revolta Praieira, também denominada como Insurreição Praieira, Revolução Praieira ou simplesmente Praieira, foi um movimento de caráter liberal e separatista que eclodiu na Província de Pernambuco, no Brasil, entre 1848 e 1850, e de certo modo, reflexo das revoluções liberais europeias, iniviadas na França em 1848.
Contexto
A Última das revoltas provinciais, está ligada às lutas político-partidárias que marcaram o Período Regencial e o início do Segundo Reinado. Sua derrota representou uma demonstração de força do governo de D. Pedro II (1840-1889).
De forma global, inscreveu-se no contexto das revoluções socialistas e nacionalistas que varreram a Europa neste período do século XIX, incluindo a Revolução de 1848 na França que promoveu a extinção do Absolutismo no país.
A nível local foi influenciada pelas idéias liberais dos que se queixavam da falta de autonomia provincial, sendo marcada pelo repúdio à monarquia, com manifestações a favor da independência política, da república e por um reformismo radical.
Com fundo social, econômico e político, contou com a participação das camadas menos favorecidas da Província de Pernambuco, oprimidas pela grande concentração fundiária nas mãos de poucos proprietários. Como exemplo, uma quadra popular à época, refere à poderosa família Cavalcanti:
"Quem viver em Pernambuco
não há de estar enganado:
Que, ou há de ser Cavalcanti,
ou há de ser cavalgado." (Quadra popular)
Ainda como fundo sócio-econômico, registra-se a histórica rivalidade com os portugueses, que dominavam o comércio na Província.
A luta
A revolta teve como causa imediata a destituição, por D. Pedro II, do Presidente da Província Antônio Pinto Chichorro da Gama (1845-1848), representante dos liberais. Durante quatro anos à frente do poder, Chichorro da Gama combatera o poder local dos gabirus, grupos mais poderosos da aristocracia latifundiária e mercantil, ligados ao Partido Conservador.
A substituição deste liberal pelo ex-regente Araújo Lima, extremamente conservador, foi o rastilho para o ínicio da revolução, que já acumulava insatisfação com a política imperial e dificuldades devido ao declínio da economia açucareira.
Os rebeldes queriam formar uma nova Constituinte para alterar a Constituição brasileira de 1824, visando a efetiva liberdade de imprensa (uma vez que esta estava limitada, extinguindo artigos que ferissem a família real ou a moral e os bons costumes), a extinção do poder moderador e do cargo vitalício de senador, além da nacionalização do comércio varejista, entre outras propostas.
Em abril de 1848, os sectores radicais do Partido Liberal pernambucano – reunidos em torno do jornal Diário Novo, na Rua da Praia, no Recife, e conhecidos como praieiros – condenaram a destituição de Chichorro da Gama, interpretando esse gesto como mais uma arbitrariedade imperial.

A revolta contra o novo governo da Província eclodiu em Olinda, a 7 de novembro de 1848, sob a liderança do general José Inácio de Abreu e Lima, do Capitão de Artilharia Pedro Ivo Veloso da Silveira, do deputado liberal Joaquim Nunes Machado e do militante da ala radical do Partido Liberal, Antônio Borges da Fonseca. O Presidente nomeado da Província, Herculano Ferreira Pena, foi afastado e o movimento espalhou-se rapidamente por toda a Zona da Mata de Pernambuco.
A sua primeira batalha foi travada no povoado de Maricota (atual cidade de Abreu e Lima).
Em 1 de Janeiro de 1849, os revoltosos lançaram o seu programa, um documento que denominaram Manifesto ao Mundo, de conteúdo socialista utópico, supostamente escrito por Borges da Fonseca, um jornalista. O manifesto ao defendia:
o voto livre e universal do povo brasileiro;
a plena e absoluta liberdade de comunicar os pensamentos por meio da imprensa (liberdade de imprensa);
o trabalho, como garantia da vida para o cidadão brasileiro;
o comércio a retalho só para os cidadãos brasileiros;
a inteira e efetiva independência dos poderes constituídos;
a extinção do Poder Moderador e do direito de agraciar;
o elemento federal na nova organização
a completa reforma do Poder Judiciário, de forma a assegurar as garantias dos direitos individuais dos cidadãos;
a extinção da lei do juro convencional;
a extinção do sistema de recrutamento militar então vigente.
Apesar do caráter liberal da revolução, os revoltosos não cogitavam a abolição da escravidão.
Depois de receber a adesão da população urbana que vivia em extrema pobreza, pequenos arrendatários, boiadeiros, mascates e negros libertos, os praieiros marcharam sobre o Recife em fevereiro de 1849 com quase 2.500 combatentes, mas foram rechaçados no dian 2 do mesmo mês de Fevereiro.
A repressão
A Província foi pacificada por Manuel Vieira Tosta, indicado como novo presidente, auxiliado pelo Brigadeiro José Joaquim Coelho, novo Comandante das Armas. As forças rebeldes foram derrotadas nos combates de Água Preta e de Iguaraçu.
Os líderes do movimento pertencentes à classe dominante, foram detidos e julgados apenas em 28 de novembro de 1851, quando os ânimos na província já tinham serenado, ocasião em que o governo imperial pôde lhes conceder anistia. Voltaram, assim, a ocupar os seus cargos públicos e a comandar os seus engenhos.
Por outro lado, os rebeldes das camadas sociais menos privilegiadas - rendeiros, trabalhadores e outros - não tiveram direito a julgamento e, ou sofreram recrutamento forçado ou foram anistiados por intervenção de seus superiores para retornarem ao trabalho, exceto aqueles que foram sumariamente fuzilados durante e logo após os combates.
Conseqüências
Com o fim da Praieira no início de 1850, iniciou-se a segunda fase do Segundo Reinado, um período de tranqüilidade política, fruto do Parlamentarismo e da Política de Conciliação implantados por D. Pedro II, e da prosperidade trazida pelo café.
É importante lembrar que, apesar de a revolução ter sido liderada por liberais, ela ainda não tinha caráter essencialmente republicano: apenas alguns de seus participantes apoiavam a proclamação da República.
Muitos dos revoltosos foram presos por que outros desses, traíram o movimento.
Revolta Praieira
A Revolta Praieira, também denominada como Insurreição Praieira, Revolução Praieira ou simplesmente Praieira, foi um movimento de caráter liberal e separatista que eclodiu na Província de Pernambuco, no Brasil, entre 1848 e 1850, e de certo modo, reflexo das revoluções liberais europeias, iniviadas na França em 1848.
Contexto
A Última das revoltas provinciais, está ligada às lutas político-partidárias que marcaram o Período Regencial e o início do Segundo Reinado. Sua derrota representou uma demonstração de força do governo de D. Pedro II (1840-1889).
De forma global, inscreveu-se no contexto das revoluções socialistas e nacionalistas que varreram a Europa neste período do século XIX, incluindo a Revolução de 1848 na França que promoveu a extinção do Absolutismo no país.
A nível local foi influenciada pelas idéias liberais dos que se queixavam da falta de autonomia provincial, sendo marcada pelo repúdio à monarquia, com manifestações a favor da independência política, da república e por um reformismo radical.
Com fundo social, econômico e político, contou com a participação das camadas menos favorecidas da Província de Pernambuco, oprimidas pela grande concentração fundiária nas mãos de poucos proprietários. Como exemplo, uma quadra popular à época, refere à poderosa família Cavalcanti:
"Quem viver em Pernambuco
não há de estar enganado:
Que, ou há de ser Cavalcanti,
ou há de ser cavalgado." (Quadra popular)
Ainda como fundo sócio-econômico, registra-se a histórica rivalidade com os portugueses, que dominavam o comércio na Província.
A luta
A revolta teve como causa imediata a destituição, por D. Pedro II, do Presidente da Província Antônio Pinto Chichorro da Gama (1845-1848), representante dos liberais. Durante quatro anos à frente do poder, Chichorro da Gama combatera o poder local dos gabirus, grupos mais poderosos da aristocracia latifundiária e mercantil, ligados ao Partido Conservador.
A substituição deste liberal pelo ex-regente Araújo Lima, extremamente conservador, foi o rastilho para o ínicio da revolução, que já acumulava insatisfação com a política imperial e dificuldades devido ao declínio da economia açucareira.
Os rebeldes queriam formar uma nova Constituinte para alterar a Constituição brasileira de 1824, visando a efetiva liberdade de imprensa (uma vez que esta estava limitada, extinguindo artigos que ferissem a família real ou a moral e os bons costumes), a extinção do poder moderador e do cargo vitalício de senador, além da nacionalização do comércio varejista, entre outras propostas.
Em abril de 1848, os sectores radicais do Partido Liberal pernambucano – reunidos em torno do jornal Diário Novo, na Rua da Praia, no Recife, e conhecidos como praieiros – condenaram a destituição de Chichorro da Gama, interpretando esse gesto como mais uma arbitrariedade imperial.

A revolta contra o novo governo da Província eclodiu em Olinda, a 7 de novembro de 1848, sob a liderança do general José Inácio de Abreu e Lima, do Capitão de Artilharia Pedro Ivo Veloso da Silveira, do deputado liberal Joaquim Nunes Machado e do militante da ala radical do Partido Liberal, Antônio Borges da Fonseca. O Presidente nomeado da Província, Herculano Ferreira Pena, foi afastado e o movimento espalhou-se rapidamente por toda a Zona da Mata de Pernambuco.
A sua primeira batalha foi travada no povoado de Maricota (atual cidade de Abreu e Lima).
Em 1 de Janeiro de 1849, os revoltosos lançaram o seu programa, um documento que denominaram Manifesto ao Mundo, de conteúdo socialista utópico, supostamente escrito por Borges da Fonseca, um jornalista. O manifesto ao defendia:
o voto livre e universal do povo brasileiro;
a plena e absoluta liberdade de comunicar os pensamentos por meio da imprensa (liberdade de imprensa);
o trabalho, como garantia da vida para o cidadão brasileiro;
o comércio a retalho só para os cidadãos brasileiros;
a inteira e efetiva independência dos poderes constituídos;
a extinção do Poder Moderador e do direito de agraciar;
o elemento federal na nova organização
a completa reforma do Poder Judiciário, de forma a assegurar as garantias dos direitos individuais dos cidadãos;
a extinção da lei do juro convencional;
a extinção do sistema de recrutamento militar então vigente.
Apesar do caráter liberal da revolução, os revoltosos não cogitavam a abolição da escravidão.
Depois de receber a adesão da população urbana que vivia em extrema pobreza, pequenos arrendatários, boiadeiros, mascates e negros libertos, os praieiros marcharam sobre o Recife em fevereiro de 1849 com quase 2.500 combatentes, mas foram rechaçados no dian 2 do mesmo mês de Fevereiro.
A repressão
A Província foi pacificada por Manuel Vieira Tosta, indicado como novo presidente, auxiliado pelo Brigadeiro José Joaquim Coelho, novo Comandante das Armas. As forças rebeldes foram derrotadas nos combates de Água Preta e de Iguaraçu.
Os líderes do movimento pertencentes à classe dominante, foram detidos e julgados apenas em 28 de novembro de 1851, quando os ânimos na província já tinham serenado, ocasião em que o governo imperial pôde lhes conceder anistia. Voltaram, assim, a ocupar os seus cargos públicos e a comandar os seus engenhos.
Por outro lado, os rebeldes das camadas sociais menos privilegiadas - rendeiros, trabalhadores e outros - não tiveram direito a julgamento e, ou sofreram recrutamento forçado ou foram anistiados por intervenção de seus superiores para retornarem ao trabalho, exceto aqueles que foram sumariamente fuzilados durante e logo após os combates.
Conseqüências
Com o fim da Praieira no início de 1850, iniciou-se a segunda fase do Segundo Reinado, um período de tranqüilidade política, fruto do Parlamentarismo e da Política de Conciliação implantados por D. Pedro II, e da prosperidade trazida pelo café.
É importante lembrar que, apesar de a revolução ter sido liderada por liberais, ela ainda não tinha caráter essencialmente republicano: apenas alguns de seus participantes apoiavam a proclamação da República.
Muitos dos revoltosos foram presos por que outros desses, traíram o movimento.
preliminares
.
Um tipo está a jogar ténis e leva uma bolada forte no pénis, causando
um 'trauma muscular peniano'.
Em agonia, dirige-se ao médico:
- Doutor, veja o que é que pode fazer por mim... Vou casar no final da
semana; a minha noiva é virgem e não posso decepcioná-la.
- Não se preocupe, vou tratar de si de maneira que esteja tudo em
ordem para o dia do seu casamento.
Então, pega 4 pauzinhos, que habitualmente são usados para examinar a
garganta dos pacientes e, com fita adesiva, consegue prendê-los ao
redor do pénis, de forma a recuperar a rigidez do mesmo.
O tipo não conta nada à noiva, casam-se, e na noite de núpcias, já na
privacidade do quarto, a noiva fogosa arranca os botões da blusa e
mostra-lhe os peitos, exclamando:
- És o primeiro! Nunca nenhum homem tocou estes seios!
Para não ficar atrás, o noivo abre a braguilha, baixa as calças e exclama:
- Olha, estás a ver? Ainda está encaixotado!!!
Um tipo está a jogar ténis e leva uma bolada forte no pénis, causando
um 'trauma muscular peniano'.
Em agonia, dirige-se ao médico:
- Doutor, veja o que é que pode fazer por mim... Vou casar no final da
semana; a minha noiva é virgem e não posso decepcioná-la.
- Não se preocupe, vou tratar de si de maneira que esteja tudo em
ordem para o dia do seu casamento.
Então, pega 4 pauzinhos, que habitualmente são usados para examinar a
garganta dos pacientes e, com fita adesiva, consegue prendê-los ao
redor do pénis, de forma a recuperar a rigidez do mesmo.
O tipo não conta nada à noiva, casam-se, e na noite de núpcias, já na
privacidade do quarto, a noiva fogosa arranca os botões da blusa e
mostra-lhe os peitos, exclamando:
- És o primeiro! Nunca nenhum homem tocou estes seios!
Para não ficar atrás, o noivo abre a braguilha, baixa as calças e exclama:
- Olha, estás a ver? Ainda está encaixotado!!!
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
PAULISTÃO- 5ªRODADA
.
NO CLÁSSICO DA RODADA O
CORINTHIANS BATEU O
PALMEIRAS E O SÃO PAULO
EMPATOU COM O SERTÃOZI-
NHO.A PORTUGUESA PERDEU
COM O BOTAFOGO SP.
Barueri 3-2 Rio Claro
Santos 2-0 Oeste
São Caetano 2-2 Monte Azul
Mogi Mirim 1-1 Bragantino
Corinthians 1-0 Palmeiras
Portuguesa 1-2 Botafogo-SP
Rio Branco-SP 1-2 Ponte Preta
Sertãozinho 2-2 São Paulo
Paulista 0-2 Mirassol
Ituano 1-2 Santo André
corinthians,1 palmeiras,0

Apesar de ver ser expulso Roberto Carlos o Corinthias venceu o clássico com o Palmeiras.
Corinthians
4-4-2
Felipe; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Tcheco (Jucilei) e Danilo; Jorge Henrique (Dentinho) e Iarley (Edu); técnico: Mano Menezes
Palmeiras
4-4-2
Marcos; Figueroa, Gualberto (Daniel), Danilo e Armero (Wendel); Pierre, Edinho, Márcio Araújo e Cleiton Xavier; João Arthur (William) e Robert; técnico: Muricy Ramalho
CLASSIFICAÇÃO
1 Corinthians 11
2 Botafogo-SP 10
3 Santos 10
4 Santo André 9
5 São Caetano 8
6 Ituano 8
7 Palmeiras 8
8 São Paulo 8
9 Ponte Preta 8
10 Mogi Mirim 8
11 Portuguesa 7
12 Barueri 6
13 Mirassol 6
14 Rio Branco-SP 5
15 Bragantino 5
16 Rio Claro 3
17 Paulista 3
18 Monte Azul 3
19 Sertãozinho 3
20 Oeste 2
NO CLÁSSICO DA RODADA O
CORINTHIANS BATEU O
PALMEIRAS E O SÃO PAULO
EMPATOU COM O SERTÃOZI-
NHO.A PORTUGUESA PERDEU
COM O BOTAFOGO SP.
Barueri 3-2 Rio Claro
Santos 2-0 Oeste
São Caetano 2-2 Monte Azul
Mogi Mirim 1-1 Bragantino
Corinthians 1-0 Palmeiras
Portuguesa 1-2 Botafogo-SP
Rio Branco-SP 1-2 Ponte Preta
Sertãozinho 2-2 São Paulo
Paulista 0-2 Mirassol
Ituano 1-2 Santo André
corinthians,1 palmeiras,0

Apesar de ver ser expulso Roberto Carlos o Corinthias venceu o clássico com o Palmeiras.
Corinthians
4-4-2
Felipe; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Tcheco (Jucilei) e Danilo; Jorge Henrique (Dentinho) e Iarley (Edu); técnico: Mano Menezes
Palmeiras
4-4-2
Marcos; Figueroa, Gualberto (Daniel), Danilo e Armero (Wendel); Pierre, Edinho, Márcio Araújo e Cleiton Xavier; João Arthur (William) e Robert; técnico: Muricy Ramalho
CLASSIFICAÇÃO
1 Corinthians 11
2 Botafogo-SP 10
3 Santos 10
4 Santo André 9
5 São Caetano 8
6 Ituano 8
7 Palmeiras 8
8 São Paulo 8
9 Ponte Preta 8
10 Mogi Mirim 8
11 Portuguesa 7
12 Barueri 6
13 Mirassol 6
14 Rio Branco-SP 5
15 Bragantino 5
16 Rio Claro 3
17 Paulista 3
18 Monte Azul 3
19 Sertãozinho 3
20 Oeste 2
preliminares
.
Dois rapazes gaúchos pedalavam suas bicicletas pelo parque. Um deles pergunta:
- Onde conseguistes essa tua magnífica bicicleta?
O segundo respondeu:
- Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando encontrei uma miúda de classe com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e disse-me:
- 'Vem, e pega o que quiseres'.
O outro:
- Bah, escolhestes bem. Provavelmente a roupa não te serviria...
Dois rapazes gaúchos pedalavam suas bicicletas pelo parque. Um deles pergunta:
- Onde conseguistes essa tua magnífica bicicleta?
O segundo respondeu:
- Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando encontrei uma miúda de classe com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e disse-me:
- 'Vem, e pega o que quiseres'.
O outro:
- Bah, escolhestes bem. Provavelmente a roupa não te serviria...
domingo, janeiro 31, 2010
CARIOCÃO - 5ª.RODADA
.
NESTE SÁBADO O BOTAFOGO
VENCEU O AMÉRICA POR 2-1

Resende 4 x 2 Tigres
Botafogo 2 x 1 América
Americano 1 x 3 Volta Redonda
Domingo, 31/01/2010
Bangu 3 x 0 Duque de Caxias
Boavista 3 x 0 Olaria
Friburguense 0 x 3 Vasco
Macaé 1 x 2 Madureira
Fluminense 3 x 5 Flamengo
friburguense, 0 vasco,3

Com 3 golos de DÔDÔ, VASCO SEGUE SÓ COM VITÓRIAS.
Friburguense
4-4-2
Marcos; Sérgio Gomes, Cadão, Wallace e Flavinho; Bidu, Cassiano, Carlos Alberto (Cássio) e Alex; Paulo Roberto (Flávio Santos) e Miguel (Kalu). Técnico: Cleimar
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Thiago Martinelli (Elder Granja), Gustavo, Titi e Marcio Careca; Nilton, Rafael Carioca, Souza (Fumagalli) e Magno (Robinho); Philippe Coutinho e Dodô. Técnico: Vagner Mancini
flu, 3 fla,

Que dupla - love-adriano
No primeiro duelo entre Flamengo e Fluminense na temporada de 2010, brilhou outra vez as estrelas do técnico Andrade e da mais nova e badalada dupla ofensiva rubro-negra. Depois de ir para o vestiário ao final do primeiro tempo com desvantagem de 3 a 1 no placar, o time da Gávea mostrou reação espetacular nos últimos 45 minutos e conseguiu a virada por 5 a 3, com direito a três gols de Adriano e um de Vagner Love, que garantem os 100% de aproveitamento em cinco rodadas disputadas no Campeonato Carioca.
NESTE SÁBADO O BOTAFOGO
VENCEU O AMÉRICA POR 2-1

Resende 4 x 2 Tigres
Botafogo 2 x 1 América
Americano 1 x 3 Volta Redonda
Domingo, 31/01/2010
Bangu 3 x 0 Duque de Caxias
Boavista 3 x 0 Olaria
Friburguense 0 x 3 Vasco
Macaé 1 x 2 Madureira
Fluminense 3 x 5 Flamengo
friburguense, 0 vasco,3

Com 3 golos de DÔDÔ, VASCO SEGUE SÓ COM VITÓRIAS.
Friburguense
4-4-2
Marcos; Sérgio Gomes, Cadão, Wallace e Flavinho; Bidu, Cassiano, Carlos Alberto (Cássio) e Alex; Paulo Roberto (Flávio Santos) e Miguel (Kalu). Técnico: Cleimar
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Thiago Martinelli (Elder Granja), Gustavo, Titi e Marcio Careca; Nilton, Rafael Carioca, Souza (Fumagalli) e Magno (Robinho); Philippe Coutinho e Dodô. Técnico: Vagner Mancini
flu, 3 fla,

Que dupla - love-adriano
No primeiro duelo entre Flamengo e Fluminense na temporada de 2010, brilhou outra vez as estrelas do técnico Andrade e da mais nova e badalada dupla ofensiva rubro-negra. Depois de ir para o vestiário ao final do primeiro tempo com desvantagem de 3 a 1 no placar, o time da Gávea mostrou reação espetacular nos últimos 45 minutos e conseguiu a virada por 5 a 3, com direito a três gols de Adriano e um de Vagner Love, que garantem os 100% de aproveitamento em cinco rodadas disputadas no Campeonato Carioca.
HISTÓRIA DE PORTUGAL - A REVOLTA REPUBLICANA DE 31 DE JANEIRO NO PORTO
.
Revolta de 31 de janeiro de 1891
A Revolta de 31 de Janeiro de 1891 foi o primeiro movimento revolucionário que teve por objectivo a implantação do regime republicano em Portugal. A revolta teve lugar na cidade do Porto.
História
As causas
No dia 31 de Janeiro de 1891, na cidade do Porto, registou-se um levantamento militar contra as cedências do Governo (e da Coroa) ao ultimato britânico de 1890 por causa do Mapa Cor-de-Rosa, que pretendia ligar, por terra, Angola a Moçambique.
A 1 de Janeiro de 1891 reuniu-se o Partido Republicano em congresso, de onde saiu um directório eleito constituido por: Teófilo Braga, Manuel de Arriaga, Homem Cristo, Jacinto Nunes, Azevedo e Silva, Bernardino Pinheiro e Magalhães Lima. Estes homens apresentaram um plano de acção política a longo prazo, que não incluia a revolta que veio a acontecer, no entanto, a sua supremacia não era reconhecida por todos os republicanos, principalmente por aqueles que defendiam uma acção imediata. Estes, além de revoltados pelo desfecho do episódio do Ultimato, entusiasmaram-se com a recente proclamação da República no Brasil , a 15 de Novembro de 1889.
As figuras cimeiras da "Revolta do Porto", que sendo um movimento de descontentes grassando sobretudo entre sargentos e praças careceu do apoio de qualquer oficial de alta patente, foram o capitão António Amaral Leitão, o alferes Rodolfo Malheiro, o tenente Coelho, além dos civis, o dr. Alves da Veiga, o actor Verdial e Santos Cardoso, além de vultos eminentes da cultura como João Chagas, Aurélio da Paz dos Reis, Sampaio Bruno, Basílio Teles, entre outros.
O acontecimento
A revolta tem início na madrugada do dia 31 de Janeiro, quando o Batalhão de Caçadores nº9, liderados por sargentos, se dirigem para o Campo de Santo Ovídio, hoje Praça da República, onde se encontra o Regimento de Infantaria 18 (R.I.18). Aínda antes de chegarem, junta-se ao grupo, o alferes Malheiro, perto da Cadeia da Relação; o Regimento de Infantaria 10, liderado pelo tenente Coelho; e uma companhia da Guarda Fiscal. Embora revoltado, o R.I.18, fica retido pelo coronel Meneses de Lencastre, que assim, quis demontrar a sua neutralidade no movimento revolucionário.
Os revoltosos descem a Rua do Almada, até à Praça de D. Pedro, (hoje Praça da Liberdade), onde, em frente ao antigo edifício da Câmara Municipal do Porto, ouviram Alves da Veiga proclamar da varanda a Implantação da República. Acompanhavam-no Felizardo Lima, o advogado António Claro, o Dr. Pais Pinto, Abade de S. Nicolau, o Actor Verdial, o chapeleiro Santos Silva, e outras figuras. Verdial leu a lista de nomes que comporiam o governo provisório da República e que incluiam: Rodrigues de Freitas, professor; Joaquim Bernardo Soares, desembargador; José Maria Correia da Silva, general de divisão; Joaquim d'Azevedo e Albuquerque, lente da Academia; Morais e Caldas, professor; Pinto Leite, banqueiro; e José Ventura Santos Reis, médico.
Foi hasteada uma bandeira vermelha e verde, pertencente a um Centro Democrático Federal.[1]. Com fanfarra, foguetes e vivas à República, a multidão decide subir a Rua de Santo António, em direcção à Praça da Batalha, com o objectivo de tomar a estação de Correios e Telégrafos.[
No entanto, o festivo cortejo foi barrado por um forte destacamento da Guarda Municipal, posicionada na escadaria da igreja de Santo Ildefonso, no topo da rua. O capitão Leitão, que acompanhava os revoltosos e esperava convencer a guarda a juntar-se-lhes, viu-se ultrapassado pelos acontecimentos. Em resposta a dois tiros que se crê terem partido da multidão, a Guarda solta uma cerrada descarga de fuzilaria vitimando indistintamente militares revoltosos e simpatizantes civis. A multidão civil entrou em debandada, e com ela alguns soldados.
Os mais bravos tentaram ainda resistir. Cerca de trezentos barricaram-se na Câmara Municipal, mas por fim, a Guarda, ajudada por artilharia da serra do Pilar, por Cavalaria e pelo Regimento de Infantaria 18, força-os á rendição, ás dez da manhã. Terão sido mortos 12 revoltosos e feridos 40.
O desfecho

Alguns dos implicados conseguiram fugir para o estrangeiro: Alves da Veiga iludiu a vigilância e foi viver para Paris: o jornalista Sampaio Bruno e o Advogado António Claro alcançaram a Espanha, assim como o Alferes Augusto Malheiro, que daí emigrou para o Brasil.
Os nomeados para o "Governo Provisório" trataram de esclarecer não terem dado autorização para o uso dos seus nomes. Dizia o prestigiado professor Rodrigues de Freitas, enquanto admitia ser democrata-republicano: "mas não autorizei ninguém a incluir o meu nome na lista do governo provisório, lida nos Paços do Concelho, no dia 31 de Janeiro, e deploro que um errado modo de encarar os negócios da nossa infeliz pátria levasse tantas pessoas a tal movimento revolucionário."[3]
A reacção oficial seria como de esperar, implacável, tendo os revoltosos sido julgados por Conselhos de Guerra, a bordo de navios, ao largo de Leixões: o paquete Moçambique, o transporte Índia e a corveta Bartolomeu Dias . Para além de civis, foram julgados 505 militares. Seriam condenados a penas entre 18 meses e 15 anos de degredo em África cerca de duzentas e cinquenta pessoas. Em 1893 alguns seriam libertados em virtude da amnistia decretada para os então criminosos políticos da classe civil.
Em memória desta revolta, logo que a República foi implantada em Portugal, a então designada Rua de Santo António foi rebaptizada para Rua de 31 de Janeiro, passando a data a ser celebrada.
Revolta de 31 de janeiro de 1891
A Revolta de 31 de Janeiro de 1891 foi o primeiro movimento revolucionário que teve por objectivo a implantação do regime republicano em Portugal. A revolta teve lugar na cidade do Porto.
História
As causas
No dia 31 de Janeiro de 1891, na cidade do Porto, registou-se um levantamento militar contra as cedências do Governo (e da Coroa) ao ultimato britânico de 1890 por causa do Mapa Cor-de-Rosa, que pretendia ligar, por terra, Angola a Moçambique.
A 1 de Janeiro de 1891 reuniu-se o Partido Republicano em congresso, de onde saiu um directório eleito constituido por: Teófilo Braga, Manuel de Arriaga, Homem Cristo, Jacinto Nunes, Azevedo e Silva, Bernardino Pinheiro e Magalhães Lima. Estes homens apresentaram um plano de acção política a longo prazo, que não incluia a revolta que veio a acontecer, no entanto, a sua supremacia não era reconhecida por todos os republicanos, principalmente por aqueles que defendiam uma acção imediata. Estes, além de revoltados pelo desfecho do episódio do Ultimato, entusiasmaram-se com a recente proclamação da República no Brasil , a 15 de Novembro de 1889.
As figuras cimeiras da "Revolta do Porto", que sendo um movimento de descontentes grassando sobretudo entre sargentos e praças careceu do apoio de qualquer oficial de alta patente, foram o capitão António Amaral Leitão, o alferes Rodolfo Malheiro, o tenente Coelho, além dos civis, o dr. Alves da Veiga, o actor Verdial e Santos Cardoso, além de vultos eminentes da cultura como João Chagas, Aurélio da Paz dos Reis, Sampaio Bruno, Basílio Teles, entre outros.
O acontecimento
A revolta tem início na madrugada do dia 31 de Janeiro, quando o Batalhão de Caçadores nº9, liderados por sargentos, se dirigem para o Campo de Santo Ovídio, hoje Praça da República, onde se encontra o Regimento de Infantaria 18 (R.I.18). Aínda antes de chegarem, junta-se ao grupo, o alferes Malheiro, perto da Cadeia da Relação; o Regimento de Infantaria 10, liderado pelo tenente Coelho; e uma companhia da Guarda Fiscal. Embora revoltado, o R.I.18, fica retido pelo coronel Meneses de Lencastre, que assim, quis demontrar a sua neutralidade no movimento revolucionário.
Os revoltosos descem a Rua do Almada, até à Praça de D. Pedro, (hoje Praça da Liberdade), onde, em frente ao antigo edifício da Câmara Municipal do Porto, ouviram Alves da Veiga proclamar da varanda a Implantação da República. Acompanhavam-no Felizardo Lima, o advogado António Claro, o Dr. Pais Pinto, Abade de S. Nicolau, o Actor Verdial, o chapeleiro Santos Silva, e outras figuras. Verdial leu a lista de nomes que comporiam o governo provisório da República e que incluiam: Rodrigues de Freitas, professor; Joaquim Bernardo Soares, desembargador; José Maria Correia da Silva, general de divisão; Joaquim d'Azevedo e Albuquerque, lente da Academia; Morais e Caldas, professor; Pinto Leite, banqueiro; e José Ventura Santos Reis, médico.
Foi hasteada uma bandeira vermelha e verde, pertencente a um Centro Democrático Federal.[1]. Com fanfarra, foguetes e vivas à República, a multidão decide subir a Rua de Santo António, em direcção à Praça da Batalha, com o objectivo de tomar a estação de Correios e Telégrafos.[
No entanto, o festivo cortejo foi barrado por um forte destacamento da Guarda Municipal, posicionada na escadaria da igreja de Santo Ildefonso, no topo da rua. O capitão Leitão, que acompanhava os revoltosos e esperava convencer a guarda a juntar-se-lhes, viu-se ultrapassado pelos acontecimentos. Em resposta a dois tiros que se crê terem partido da multidão, a Guarda solta uma cerrada descarga de fuzilaria vitimando indistintamente militares revoltosos e simpatizantes civis. A multidão civil entrou em debandada, e com ela alguns soldados.
Os mais bravos tentaram ainda resistir. Cerca de trezentos barricaram-se na Câmara Municipal, mas por fim, a Guarda, ajudada por artilharia da serra do Pilar, por Cavalaria e pelo Regimento de Infantaria 18, força-os á rendição, ás dez da manhã. Terão sido mortos 12 revoltosos e feridos 40.
O desfecho

Alguns dos implicados conseguiram fugir para o estrangeiro: Alves da Veiga iludiu a vigilância e foi viver para Paris: o jornalista Sampaio Bruno e o Advogado António Claro alcançaram a Espanha, assim como o Alferes Augusto Malheiro, que daí emigrou para o Brasil.
Os nomeados para o "Governo Provisório" trataram de esclarecer não terem dado autorização para o uso dos seus nomes. Dizia o prestigiado professor Rodrigues de Freitas, enquanto admitia ser democrata-republicano: "mas não autorizei ninguém a incluir o meu nome na lista do governo provisório, lida nos Paços do Concelho, no dia 31 de Janeiro, e deploro que um errado modo de encarar os negócios da nossa infeliz pátria levasse tantas pessoas a tal movimento revolucionário."[3]
A reacção oficial seria como de esperar, implacável, tendo os revoltosos sido julgados por Conselhos de Guerra, a bordo de navios, ao largo de Leixões: o paquete Moçambique, o transporte Índia e a corveta Bartolomeu Dias . Para além de civis, foram julgados 505 militares. Seriam condenados a penas entre 18 meses e 15 anos de degredo em África cerca de duzentas e cinquenta pessoas. Em 1893 alguns seriam libertados em virtude da amnistia decretada para os então criminosos políticos da classe civil.
Em memória desta revolta, logo que a República foi implantada em Portugal, a então designada Rua de Santo António foi rebaptizada para Rua de 31 de Janeiro, passando a data a ser celebrada.
sexta-feira, janeiro 29, 2010
PAULISTÃO - 4ª.RODADA
.
ITUANO A SURPRESA VAI
NA FRENTE COM SÃO PAULO
E CORINTHIANS.
Quarta-feira, 27/01/2010
Rio Claro 3 x 1 São CaetaNO
Portuguesa 0 x 1 Mogi Mirim
Santo André 2 x 2 Oeste
Santos 5 x 0 Barueri
Corinthians 1 x 1 Mirassol
Monte Azul 0 x 1 Palmeiras
São Paulo 3 x 0 Paulista
Sertãozinho 0 x 0 Rio Branco
Botafogo 1 x 0 Ponte Preta
Bragantino 3 x 4 Ituano
1Ituano 8
2Palmeiras 8
3Corinthians 8
4Santos 7
5São Caetano 7
6São Paulo 7
7Portuguesa 7
8Botafogo-SP 7
9Mogi Mirim 7
10Santo André 6
.
20Sertãozinho 2
ITUANO A SURPRESA VAI
NA FRENTE COM SÃO PAULO
E CORINTHIANS.
Quarta-feira, 27/01/2010
Rio Claro 3 x 1 São CaetaNO
Portuguesa 0 x 1 Mogi Mirim
Santo André 2 x 2 Oeste
Santos 5 x 0 Barueri
Corinthians 1 x 1 Mirassol
Monte Azul 0 x 1 Palmeiras
São Paulo 3 x 0 Paulista
Sertãozinho 0 x 0 Rio Branco
Botafogo 1 x 0 Ponte Preta
Bragantino 3 x 4 Ituano
1Ituano 8
2Palmeiras 8
3Corinthians 8
4Santos 7
5São Caetano 7
6São Paulo 7
7Portuguesa 7
8Botafogo-SP 7
9Mogi Mirim 7
10Santo André 6
.
20Sertãozinho 2
preliminares
.
Se para a igreja a pílula do dia seguinte já é aborto, então,
surgem-nos algumas dúvidas:
- A masturbação é homicídio prematuro ou premeditado?
- E o sexo oral? Será canibalismo?
- Poderemos considerar o coito interrompido como abandono de menor?
- E o que dizer do preservativo? Por acaso será homicídio por
sufocamento?...
Já tinham pensado nisto?...
Se para a igreja a pílula do dia seguinte já é aborto, então,
surgem-nos algumas dúvidas:
- A masturbação é homicídio prematuro ou premeditado?
- E o sexo oral? Será canibalismo?
- Poderemos considerar o coito interrompido como abandono de menor?
- E o que dizer do preservativo? Por acaso será homicídio por
sufocamento?...
Já tinham pensado nisto?...
quinta-feira, janeiro 28, 2010
CARIOCÃO - ^4ª.RODADA
.
O VASCO VOLTA A GOLEAR, DESTA
VEZ O MACAÉ POR 4-0.
O FLA VENCE COM DIFICULDADE
POR 3-2 O AMERICANO
5ª rodada
Olaria 2 x 0 Bangu
Madureira 2 x 1 Friburguense
América 2 x 2 Resende
Flamengo 3 x 2 Americano
Volta Redonda 3 x 0 Boavista
Tigres 1 x 2 Botafogo
Duque de Caxias 0 x 4 Fluminense
Vasco 4 x 0 Macaé
VASCO, 4 MACAÉ,0

RAFAEL COELHO MARCA
Após os 6 a 0 aplicado no Botafogo no último domingo, o Vasco voltou a golear pelo Campeonato Carioca nesta quinta-feira. Em São Januário, o time da casa passou pelo Macaé por 4 a 0 e manteve os 100% de aproveitamento na competição estadual.
REPAREM NA ASSISTÊNCIA DE PHILIPE COUTINHO (17 ANOS) PARA O 1º.GOLO
As quatro vitórias somadas até o momento deixam o Vasco na primeira colocação do Grupo 2 com 12 pontos. Na mesma chave, o Macaé aparece na lanterna com apenas um ponto.
Embalado na competição, o Vasco enfrenta o Friburguense, fora de casa, no próximo domingo, às 17h (de Brasília). No mesmo dia e horário, o Macaé recebe o Madureira.
Ainda empolgado com a goleada sobre o Botafogo, o Vasco entrou em campo e foi logo ao ataque. Philippe Coutinho, um dos destaques da vitória do último domingo, foi o primeiro a tentar, mas parou nas mãos do goleiro Lugão.
VASCO
Fernando Prass, Thiago Martinelli, Fernando (Gustavo), Titi e Márcio Careca; Nilton, Léo Gago (Rafael Carioca), Souza e Magno (Geovane Maranhão); Philippe Coutinho e Rafael Coelho.
FLAMENGO, 3 AMERICANO,2
O Fla venceu tendo estado sempre na frente.
A dupla Imperador-Vagner Love entende-se e marca muito.
O VASCO VOLTA A GOLEAR, DESTA
VEZ O MACAÉ POR 4-0.
O FLA VENCE COM DIFICULDADE
POR 3-2 O AMERICANO
5ª rodada
Olaria 2 x 0 Bangu
Madureira 2 x 1 Friburguense
América 2 x 2 Resende
Flamengo 3 x 2 Americano
Volta Redonda 3 x 0 Boavista
Tigres 1 x 2 Botafogo
Duque de Caxias 0 x 4 Fluminense
Vasco 4 x 0 Macaé
VASCO, 4 MACAÉ,0

RAFAEL COELHO MARCA
Após os 6 a 0 aplicado no Botafogo no último domingo, o Vasco voltou a golear pelo Campeonato Carioca nesta quinta-feira. Em São Januário, o time da casa passou pelo Macaé por 4 a 0 e manteve os 100% de aproveitamento na competição estadual.
REPAREM NA ASSISTÊNCIA DE PHILIPE COUTINHO (17 ANOS) PARA O 1º.GOLO
As quatro vitórias somadas até o momento deixam o Vasco na primeira colocação do Grupo 2 com 12 pontos. Na mesma chave, o Macaé aparece na lanterna com apenas um ponto.
Embalado na competição, o Vasco enfrenta o Friburguense, fora de casa, no próximo domingo, às 17h (de Brasília). No mesmo dia e horário, o Macaé recebe o Madureira.
Ainda empolgado com a goleada sobre o Botafogo, o Vasco entrou em campo e foi logo ao ataque. Philippe Coutinho, um dos destaques da vitória do último domingo, foi o primeiro a tentar, mas parou nas mãos do goleiro Lugão.
VASCO
Fernando Prass, Thiago Martinelli, Fernando (Gustavo), Titi e Márcio Careca; Nilton, Léo Gago (Rafael Carioca), Souza e Magno (Geovane Maranhão); Philippe Coutinho e Rafael Coelho.
FLAMENGO, 3 AMERICANO,2
O Fla venceu tendo estado sempre na frente.
A dupla Imperador-Vagner Love entende-se e marca muito.
quarta-feira, janeiro 27, 2010
a 27 de Janeiro de 1923, nasceu WALDIR AZEVEDO
.
Waldir Azevedo

Waldir Azevedo (Rio de janeiro, 27 de janeiro de 1923 a 21 de setembro de 1980) foi músico e compositor brasileiro, mestre do cavaquinho e autor do choro "Brasileirinho".
Waldir Azevedo foi um pioneiro que retirou o cavaquinho de seu papel de mero acompanhante no choro e o colocou em destaque como instrumento de solo, explorando de forma inédita as potencialidades do instrumento.
Composições
maresias bela vista
A tuba do vovô
A voz do cavaquinho
Alvoroço
Amigos do samba
Arrasta-pé
Baião do neném (com Paulo Jorge)
Balada oriental
Bo bo bom
Brasileirinho
Brincando com o cavaquinho
Cachopa no frevo
Camundongo (com Risadinha do Pandeiro)
Carioquinha
Cavaquinho seresteiro
Cinco malucos
Chiquita
Chorando escondido
Chorando calado
Choro doido
Choro novo em dó
Colibri
Contando tempo
Contraste (com Hamilton Costa)
Conversa fiada (com Jorge Santos)
Dançando em Brasília
Delicado
Dobrado, embrulhado e amarrado
Dois bicudos não se beijam
Flor do cerrado
Frevo da lira (com Luiz Lira)
Guarânia sertaneja
Já é demais (com Jorge Santos)
Jogadinho
Lamento de um cavaquinho
Lembrando Chopin (com Hamilton Costa)
Longe de você
Luz e sombra
Madrigal
Mágoas de um cavaquinho (com Fernando Ribeiro)
Marcha da espera
Melodia do céu
Mengo (com Edinho)
Meu prelúdio
Minhas mãos, meu Cavaquinho
Minimelodia
Moderado
Mr. Downey
Nosso amor
Para dançar
Paulistinha
Pedacinho do Céu
Piccina mia
Pirilampo
Pois não
Queira-me bem
Quitandinha (com Salvador Miceli)
Riso de criança
Sem pretensões
Sentimento chinês
Só nostalgia
Só para dois
Sonho de criança
Tema nº 1
Tempo de criança
Tic-tac
Tio Sam
Turinha
Uma saudade
Vê se gostas
Veraneando
Você
Você, carinho e amor
Vôo do marimbondo
Waldirizando
[editar] Discografia
Carioquinha/Brasileirinho (1949) Continental 78
Cinco malucos/O que é que há (1950) Continental 78
Quitandinha/Vai por mim (1950) Continental 78
Delicado/Vê se gostas (1950) Continental 78
Pisa mansinho/Pedacinho do céu (1951) Continental 78
Jalousie/Camundongo (1951) Continental 78
Paulistinha/Cachopa no frevo (1951) Continental 78
Mágoas de um cavaquinho/Chiquita (1952) Continental 78
Vai levando/Mengo (1952) Continental 78
Colibri/Luz e sombra (1952) Continental 78
Brincando com o cavaquinho/Dezoito quilates (1953) Continental 78
Vôo do marimbondo/Ava Maria com prelúdio (1953) Continental 78
Pergunte pra mamãe/Piccina mia (1953) Continental 78
Tic-tac/Queira-me bem (1953) Continental 78
Já é demais/Amigo do rei (1954) Continental 78
Dobrado, embrulhado e amarrado (c/sua banda)/Você (c/seu conjunto) (1954) Continental 78
Pretenda/Quando eu danço com você (1954) Continental 78
Tio Sam/Madrigal (1954) Todamérica 78
Na baixa do sapateiro/Amigos do samba (1955) Continental 78
Meu sonho/Conversa fiada (1955) Continental 78
Pirilampo/Baião do neném (1955) Continental 78
Para dançar/Nosso amor (1956) Continental 78
Serra da boa esperança-Rancho fundo-Favela/Veraneando (1957) Continental 78
Evocação/Vai com jeito (1957) Continental 78
Cavaquinho maravilhoso (1957) Continental LP
Luar de Paquetá/Sentimento chinês (1958) Continental 78
Sonho de criança/Tempo de criança (1958) Continental 78
O apito no samba/Mr. Downey (1958) Todamérica 78
Um cavaquinho me disse (1958) Continental LP
Se você soubesse/Dançando em Brasília (1959) Continental 78
Um cavaquinho na society (1959) Continental LP
Contando tempo/Catete (1960) Continental 78
Souvenir do carnaval (1960) Continental LP
Jogadinho/Você, carinho e amor (1961) Continental 78
Balada de Bat Masterson/Greenfields (1961) Continental 78
Yellow bird/Bo bo bom (1961) Continental 78
Moendo café/A tuba do vovô (1961) Continental 78
Waldirizando (1961) Continental LP
Dois abraços/Pepito (1962) Continental 78
Rancho das flores/Saudade da serra (1962) Continental 78
Tico-tico no fubá/A nega se vingou (1962) Continental 78
Suave é a noite/Café a la italiana (1962) Continental 78
Dois bicudos não se beijam. Poly e Waldir Azevedo (1962) Continental LP
Esperanza/Na cadência do samba (1963) Continental 78
Telstar/O passo do elefantinho (1963) Continental 78
Pois não/Meu prelúdio (1963) Continental 78
Longe de você (1963) Continental LP
Delicado (1967) London/Odeon LP
Melodia do céu (1975) Replay/Continental LP
Minhas mãos, meu cavaquinho (1976) Musicolor/Continental LP
Waldir Azevedo (1977) Continental LP
Lamento de um cavaquinho (1978) Continental LP
Waldir Azevedo ao vivo (1979) Continental LP
Delicado (1995) EMI CD
Dois bicudos não se beijam (1995) Continental CD
Meus momentos (1996) EMI CD
Waldir Azevedo

Waldir Azevedo (Rio de janeiro, 27 de janeiro de 1923 a 21 de setembro de 1980) foi músico e compositor brasileiro, mestre do cavaquinho e autor do choro "Brasileirinho".
Waldir Azevedo foi um pioneiro que retirou o cavaquinho de seu papel de mero acompanhante no choro e o colocou em destaque como instrumento de solo, explorando de forma inédita as potencialidades do instrumento.
Composições
maresias bela vista
A tuba do vovô
A voz do cavaquinho
Alvoroço
Amigos do samba
Arrasta-pé
Baião do neném (com Paulo Jorge)
Balada oriental
Bo bo bom
Brasileirinho
Brincando com o cavaquinho
Cachopa no frevo
Camundongo (com Risadinha do Pandeiro)
Carioquinha
Cavaquinho seresteiro
Cinco malucos
Chiquita
Chorando escondido
Chorando calado
Choro doido
Choro novo em dó
Colibri
Contando tempo
Contraste (com Hamilton Costa)
Conversa fiada (com Jorge Santos)
Dançando em Brasília
Delicado
Dobrado, embrulhado e amarrado
Dois bicudos não se beijam
Flor do cerrado
Frevo da lira (com Luiz Lira)
Guarânia sertaneja
Já é demais (com Jorge Santos)
Jogadinho
Lamento de um cavaquinho
Lembrando Chopin (com Hamilton Costa)
Longe de você
Luz e sombra
Madrigal
Mágoas de um cavaquinho (com Fernando Ribeiro)
Marcha da espera
Melodia do céu
Mengo (com Edinho)
Meu prelúdio
Minhas mãos, meu Cavaquinho
Minimelodia
Moderado
Mr. Downey
Nosso amor
Para dançar
Paulistinha
Pedacinho do Céu
Piccina mia
Pirilampo
Pois não
Queira-me bem
Quitandinha (com Salvador Miceli)
Riso de criança
Sem pretensões
Sentimento chinês
Só nostalgia
Só para dois
Sonho de criança
Tema nº 1
Tempo de criança
Tic-tac
Tio Sam
Turinha
Uma saudade
Vê se gostas
Veraneando
Você
Você, carinho e amor
Vôo do marimbondo
Waldirizando
[editar] Discografia
Carioquinha/Brasileirinho (1949) Continental 78
Cinco malucos/O que é que há (1950) Continental 78
Quitandinha/Vai por mim (1950) Continental 78
Delicado/Vê se gostas (1950) Continental 78
Pisa mansinho/Pedacinho do céu (1951) Continental 78
Jalousie/Camundongo (1951) Continental 78
Paulistinha/Cachopa no frevo (1951) Continental 78
Mágoas de um cavaquinho/Chiquita (1952) Continental 78
Vai levando/Mengo (1952) Continental 78
Colibri/Luz e sombra (1952) Continental 78
Brincando com o cavaquinho/Dezoito quilates (1953) Continental 78
Vôo do marimbondo/Ava Maria com prelúdio (1953) Continental 78
Pergunte pra mamãe/Piccina mia (1953) Continental 78
Tic-tac/Queira-me bem (1953) Continental 78
Já é demais/Amigo do rei (1954) Continental 78
Dobrado, embrulhado e amarrado (c/sua banda)/Você (c/seu conjunto) (1954) Continental 78
Pretenda/Quando eu danço com você (1954) Continental 78
Tio Sam/Madrigal (1954) Todamérica 78
Na baixa do sapateiro/Amigos do samba (1955) Continental 78
Meu sonho/Conversa fiada (1955) Continental 78
Pirilampo/Baião do neném (1955) Continental 78
Para dançar/Nosso amor (1956) Continental 78
Serra da boa esperança-Rancho fundo-Favela/Veraneando (1957) Continental 78
Evocação/Vai com jeito (1957) Continental 78
Cavaquinho maravilhoso (1957) Continental LP
Luar de Paquetá/Sentimento chinês (1958) Continental 78
Sonho de criança/Tempo de criança (1958) Continental 78
O apito no samba/Mr. Downey (1958) Todamérica 78
Um cavaquinho me disse (1958) Continental LP
Se você soubesse/Dançando em Brasília (1959) Continental 78
Um cavaquinho na society (1959) Continental LP
Contando tempo/Catete (1960) Continental 78
Souvenir do carnaval (1960) Continental LP
Jogadinho/Você, carinho e amor (1961) Continental 78
Balada de Bat Masterson/Greenfields (1961) Continental 78
Yellow bird/Bo bo bom (1961) Continental 78
Moendo café/A tuba do vovô (1961) Continental 78
Waldirizando (1961) Continental LP
Dois abraços/Pepito (1962) Continental 78
Rancho das flores/Saudade da serra (1962) Continental 78
Tico-tico no fubá/A nega se vingou (1962) Continental 78
Suave é a noite/Café a la italiana (1962) Continental 78
Dois bicudos não se beijam. Poly e Waldir Azevedo (1962) Continental LP
Esperanza/Na cadência do samba (1963) Continental 78
Telstar/O passo do elefantinho (1963) Continental 78
Pois não/Meu prelúdio (1963) Continental 78
Longe de você (1963) Continental LP
Delicado (1967) London/Odeon LP
Melodia do céu (1975) Replay/Continental LP
Minhas mãos, meu cavaquinho (1976) Musicolor/Continental LP
Waldir Azevedo (1977) Continental LP
Lamento de um cavaquinho (1978) Continental LP
Waldir Azevedo ao vivo (1979) Continental LP
Delicado (1995) EMI CD
Dois bicudos não se beijam (1995) Continental CD
Meus momentos (1996) EMI CD
terça-feira, janeiro 26, 2010
bandas portuguesas e brasileiras - RODA DE CHORO DE LISBOA
.
O GRUPO "RODA DE CHORO DE LISBOA
RECRIA A FORMA COMO A MÚSICA EU-
ROPEIA FOI ADAPTADA POR MÚSICOS
E OUVIDOS BRASILEIROS DO INICIO
DO SECULO XX
Há valsas, polcas, baiões e sambas-choro, em temas de autores como Hermeto Pascoal, João Bosco, Chico Buarque e Pixinguinha.

Roda de choro anima Lisboa
Lágrimas, nem vê-las: na Roda de Choro de Lisboa, a alegria parece mesmo ser a palavra chave. Todas as terças-feiras, são mais de 200 as pessoas que rumam ao Lusitano Clube, em Alfama, para a noite de bailarico gingão. Há música, há suor e muita, muita dança.
O GRUPO "RODA DE CHORO DE LISBOA
RECRIA A FORMA COMO A MÚSICA EU-
ROPEIA FOI ADAPTADA POR MÚSICOS
E OUVIDOS BRASILEIROS DO INICIO
DO SECULO XX
Há valsas, polcas, baiões e sambas-choro, em temas de autores como Hermeto Pascoal, João Bosco, Chico Buarque e Pixinguinha.

Roda de choro anima Lisboa
Lágrimas, nem vê-las: na Roda de Choro de Lisboa, a alegria parece mesmo ser a palavra chave. Todas as terças-feiras, são mais de 200 as pessoas que rumam ao Lusitano Clube, em Alfama, para a noite de bailarico gingão. Há música, há suor e muita, muita dança.
preliminares
.
Numa dessas escolas pluri-étnicas, a professora mandou os alunos
escreverem uma redacção que terminasse com a frase 'Mãe... só há uma'.
No dia seguinte ela chama os alunos um a um para lerem as suas redacções.
O primeiro, Martim, filho de boas famílias lê o seu texto :
'No outro dia eu estava doente, espirrando, tossindo, febril, não
conseguia comer nada, não podia brincar, nem vir à escola. Aí, de
noite, a minha mãe esfregou Vick Vaporub no meu peito, deu-me um leite
bem quentinho com um comprimido, tapou-me com o meu edredon, eu dormi
e no dia seguinte acordei bom.'
'Mãe... só há uma.'
A classe toda aplaudiu, a professora elogiou, e deu-lhe um muito bom.
O segundo, Guilherme, típico representante da classe média, foi o
aluno seguinte:
'No dia em que tivemos o último teste eu não sabia nada, não conseguia
decorar nada, e comecei a chorar, a pensar que ia ter negativa.
Aí a mãe sentou-se ao meu lado com o livro, explicou-me a matéria
fez-me perguntas e já consegui dormir descansado.
Quando acordei senti que sabia tudo! Vim à escola, fiz a prova e tirei
Muito Bom.'
'Mãe...... só há uma'.
A classe, emocionada, aplaudiu o Gui. A professora deu-lhe também um Muito Bom.
Chegou a vez do aluno representante das minorias étnicas, Makongo Ngombo:
'Ontem quando chiguei nos meus barraco, minha mãe estava nos cama com
um homem qui nem conheço, diferrente do da semana passada. Quando me
ouviu, gritou para mim lá dos quarto:
'Makongo, seu preto filho di PUTA vai lá nos
geladeira e traz duas cerveja.'
Aí eu abri a geladeira, olhei lá dentro e gritei pra ela:
'Mãe...... só há uma!'
Numa dessas escolas pluri-étnicas, a professora mandou os alunos
escreverem uma redacção que terminasse com a frase 'Mãe... só há uma'.
No dia seguinte ela chama os alunos um a um para lerem as suas redacções.
O primeiro, Martim, filho de boas famílias lê o seu texto :
'No outro dia eu estava doente, espirrando, tossindo, febril, não
conseguia comer nada, não podia brincar, nem vir à escola. Aí, de
noite, a minha mãe esfregou Vick Vaporub no meu peito, deu-me um leite
bem quentinho com um comprimido, tapou-me com o meu edredon, eu dormi
e no dia seguinte acordei bom.'
'Mãe... só há uma.'
A classe toda aplaudiu, a professora elogiou, e deu-lhe um muito bom.
O segundo, Guilherme, típico representante da classe média, foi o
aluno seguinte:
'No dia em que tivemos o último teste eu não sabia nada, não conseguia
decorar nada, e comecei a chorar, a pensar que ia ter negativa.
Aí a mãe sentou-se ao meu lado com o livro, explicou-me a matéria
fez-me perguntas e já consegui dormir descansado.
Quando acordei senti que sabia tudo! Vim à escola, fiz a prova e tirei
Muito Bom.'
'Mãe...... só há uma'.
A classe, emocionada, aplaudiu o Gui. A professora deu-lhe também um Muito Bom.
Chegou a vez do aluno representante das minorias étnicas, Makongo Ngombo:
'Ontem quando chiguei nos meus barraco, minha mãe estava nos cama com
um homem qui nem conheço, diferrente do da semana passada. Quando me
ouviu, gritou para mim lá dos quarto:
'Makongo, seu preto filho di PUTA vai lá nos
geladeira e traz duas cerveja.'
Aí eu abri a geladeira, olhei lá dentro e gritei pra ela:
'Mãe...... só há uma!'
segunda-feira, janeiro 25, 2010
PAULISTÃO - 3ª.RODADA
.
PORTUGUESA EMPATA MAS CONTINUA
LÍDER CO SÃO CAETANO E CORINTHIANS
Sábado e Domingo,24,25
Ponte Preta 2 x 1 Monte Azul
São Paulo 3 x 0 Rio Claro
Bragantino 1 x 1 Portuguesa
Santo André 4 x 2 Paulista
Oeste 1 x 2 Corinthians
Palmeiras 3 x 3 Ituano
São Caetano 5 x 1 Sertãozinho
Mogi Mirim 2 x 1 Santos
Mirassol 2 x 2 Barueri
Rio Branco 1 x 0 Botafogo
oeste, 1 corinthians,2

O Corinthians a jogar com o tine reswrva joga bem ,vende e é líder também
Oeste
4-4-2
Mauro; Dionísio, Adriano, Rogério e Fernandinho; Cléber, Alê (André Luis), Rivaldo e Bruninho (Mazinho); Ricardinho (Guto) e Ricardo Bueno. Técnico: Paulo Comelli
Corinthians
4-4-2
Felipe; Balbuena (Jucilei), Chicão, Paulo André e Roberto Carlos; Ralf, Edu (Tcheco), Boquita e Defederico; Bill (Morais) e Souza. Técnico: Mano Menezes
1São Caetano 7
2Portuguesa 7
3Corinthians 7
4Palmeiras 5
5Ituano 5
6Santo André 5
7Ponte Preta 5
8Bragantino 4
9Santos 4
10São Paulo 4
11Botafogo 4
12Mogi Mirim 4
13Rio Branco 4
14Paulista 3
15Barueri 3
16Monte Azul 2
17Mirassol 2
18Oeste 1
19Sertãozinho 1
20Rio Claro 0
PORTUGUESA EMPATA MAS CONTINUA
LÍDER CO SÃO CAETANO E CORINTHIANS
Sábado e Domingo,24,25
Ponte Preta 2 x 1 Monte Azul
São Paulo 3 x 0 Rio Claro
Bragantino 1 x 1 Portuguesa
Santo André 4 x 2 Paulista
Oeste 1 x 2 Corinthians
Palmeiras 3 x 3 Ituano
São Caetano 5 x 1 Sertãozinho
Mogi Mirim 2 x 1 Santos
Mirassol 2 x 2 Barueri
Rio Branco 1 x 0 Botafogo
oeste, 1 corinthians,2

O Corinthians a jogar com o tine reswrva joga bem ,vende e é líder também
Oeste
4-4-2
Mauro; Dionísio, Adriano, Rogério e Fernandinho; Cléber, Alê (André Luis), Rivaldo e Bruninho (Mazinho); Ricardinho (Guto) e Ricardo Bueno. Técnico: Paulo Comelli
Corinthians
4-4-2
Felipe; Balbuena (Jucilei), Chicão, Paulo André e Roberto Carlos; Ralf, Edu (Tcheco), Boquita e Defederico; Bill (Morais) e Souza. Técnico: Mano Menezes
1São Caetano 7
2Portuguesa 7
3Corinthians 7
4Palmeiras 5
5Ituano 5
6Santo André 5
7Ponte Preta 5
8Bragantino 4
9Santos 4
10São Paulo 4
11Botafogo 4
12Mogi Mirim 4
13Rio Branco 4
14Paulista 3
15Barueri 3
16Monte Azul 2
17Mirassol 2
18Oeste 1
19Sertãozinho 1
20Rio Claro 0
CARIOCÃO 3ª.RODADA
.
6-0
3 GOLOS DE DÔDÔ
O VASCO GANHA DE GOLEADA
O CLÁSSICO COM O BOTAFOGO
FLA GANHA DO BANGÚ E O
AMÉRICA DE BEBETO TEM A
PRIMEIRA VITÓRIA
Sábado, 23/01/201 0
Resende 1 x 2 Madureira
Bangu 1 x 2 Flamengo
Macaé 2 x 3 América
Boavista 0 x 0 Duque de Caxias
Friburguense 3 x 1 Tigres
Fluminense 1 x 0 Volta Redonda
Americano 1 x 5 Olaria
Botafogo 0 x 6 Vasco
O Vasco arrasou,marcando 6 golos sem resposta ao Fogão.
3 deles foram de Dôdô.
DÔDÔ MARCA 1 DOS SEUS 3 GOLOS
Botafogo
4-4-2
Jefferson; Alessandro, Antônio Carlos, Wellington e Marcelo Cordeiro; Leandro Guerreiro, Fahel, Eduardo e Lucio Flavio (Renato); Herrera e Loco Abreu (Somália). Técnico : Estevam Soares
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Fagner (Thiago Martinelli), Fernando, Titi e Márcio Careca; Nilton, Souza (Rafael Coelho), Léo Gago e Carlos Alberto (Magno); Phillippe Coutinho e Dodô. Técnico: Vagner Mancini
6-0
3 GOLOS DE DÔDÔ
O VASCO GANHA DE GOLEADA
O CLÁSSICO COM O BOTAFOGO
FLA GANHA DO BANGÚ E O
AMÉRICA DE BEBETO TEM A
PRIMEIRA VITÓRIA
Sábado, 23/01/201 0
Resende 1 x 2 Madureira
Bangu 1 x 2 Flamengo
Macaé 2 x 3 América
Boavista 0 x 0 Duque de Caxias
Friburguense 3 x 1 Tigres
Fluminense 1 x 0 Volta Redonda
Americano 1 x 5 Olaria
Botafogo 0 x 6 Vasco
O Vasco arrasou,marcando 6 golos sem resposta ao Fogão.
3 deles foram de Dôdô.
DÔDÔ MARCA 1 DOS SEUS 3 GOLOSBotafogo
4-4-2
Jefferson; Alessandro, Antônio Carlos, Wellington e Marcelo Cordeiro; Leandro Guerreiro, Fahel, Eduardo e Lucio Flavio (Renato); Herrera e Loco Abreu (Somália). Técnico : Estevam Soares
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Fagner (Thiago Martinelli), Fernando, Titi e Márcio Careca; Nilton, Souza (Rafael Coelho), Léo Gago e Carlos Alberto (Magno); Phillippe Coutinho e Dodô. Técnico: Vagner Mancini
preliminares
.
Depois de ter criado o Universo em sete dias andava Deus, ostentando um ar de "shift-supervisor", a inspecionar o trabalhinho e à procura de pontas soltas.
Ao dobrar uma esquina do Paraíso encontrou o Adâo de taxa arreganhada e a olhar para a cremalheira com o cenho carregado.
De cima da sua nuvem , perguntou Deus: -Então jovem, está tudo nos conformes? Já mandaste os PAI's? Ao que Adão mal humorado respondeu: - Enton (era do Paraíso do Norte o moçoilo) isto tem alguma piada? Tantos dentes para quê? Aqui não há vife, só papinhas, maçãs e binho berde! Raisparta a bidinha!
Conciliatóriamente Deus questiona:- Bem, o que é que sugeres? Olha- diz Adão- o o que daba geito era, em bez dos trinta dois dentes e uma pila, ter trinta e duas pilas e só um dente. Diz Deus: Concedido! E depois entrega a troca na secretaria senão o apontador não te processa o subsídio!
Adão com um grande sorriso, exibindo a Dentola Única, sai pela direita alta, balançando os novos apêndices.
De repente, troveja Deus: -Olha lá oh rapazinho!
-Que é caragos! resmunda o Adão.
-Tens que levar os caixotes oh morcão!
-Quais caixotes?
-Os que têm os sessenta e quatro tomates, desgraçado!
Depois de ter criado o Universo em sete dias andava Deus, ostentando um ar de "shift-supervisor", a inspecionar o trabalhinho e à procura de pontas soltas.
Ao dobrar uma esquina do Paraíso encontrou o Adâo de taxa arreganhada e a olhar para a cremalheira com o cenho carregado.
De cima da sua nuvem , perguntou Deus: -Então jovem, está tudo nos conformes? Já mandaste os PAI's? Ao que Adão mal humorado respondeu: - Enton (era do Paraíso do Norte o moçoilo) isto tem alguma piada? Tantos dentes para quê? Aqui não há vife, só papinhas, maçãs e binho berde! Raisparta a bidinha!
Conciliatóriamente Deus questiona:- Bem, o que é que sugeres? Olha- diz Adão- o o que daba geito era, em bez dos trinta dois dentes e uma pila, ter trinta e duas pilas e só um dente. Diz Deus: Concedido! E depois entrega a troca na secretaria senão o apontador não te processa o subsídio!
Adão com um grande sorriso, exibindo a Dentola Única, sai pela direita alta, balançando os novos apêndices.
De repente, troveja Deus: -Olha lá oh rapazinho!
-Que é caragos! resmunda o Adão.
-Tens que levar os caixotes oh morcão!
-Quais caixotes?
-Os que têm os sessenta e quatro tomates, desgraçado!
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