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É FRANCÊS E DOMINA A BOLA ASSIM
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO

sábado, fevereiro 12, 2011
preliminares
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Bons amigos são como as bochechas do "cú"; sempre unidas e não há "merda" nenhuma que as separe!
Bons amigos são como as cuecas; estão sempre connosco!
Bons amigos são como os preservativos; estão sempre a proteger-nos!
Bons amigos são como os soutiens; estão lá para apoiar!
Bons amigos são como o viagra; põe-nos em cima quando estamos em baixo!
Bons amigos são como as bochechas do "cú"; sempre unidas e não há "merda" nenhuma que as separe!
Bons amigos são como as cuecas; estão sempre connosco!
Bons amigos são como os preservativos; estão sempre a proteger-nos!
Bons amigos são como os soutiens; estão lá para apoiar!
Bons amigos são como o viagra; põe-nos em cima quando estamos em baixo!
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
pintores brasileiros - AIRTON DAS NEVES
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AITON DAS NEVES É UM
PINTOR NAIF BRASILEIRO
Airton das Neves nasceu em S. Paulo, no Brasil em 1964. Exerceu diversas actividades profissionais, mas sempre sentiu uma enorme atracção pela pintura. Em 2003, ano em que nasce o seu único filho, sentiu um forte apelo e, como refere “tive o meu encontro com a arte!”. Desistiu de tudo, dedicou-se exclusivamente à pintura e o sucesso foi imediato.

A sua infância com parcos meios, permitia-lhe apenas esporádicas viagens “ao sítio dos avós maternos”, lugar de encantamento, tendo registado na memória a beleza paisagística e as experiências que ali viveu. Mais tarde procurou conhecer outras comunidades, seus costumes e saberes, num encontro quotidiano com a vida.
Trabalhando e misturando as cores com perfeição, os seus quadros mostram, num primeiro olhar, temas harmoniosos e integrados, mas lidos com maior atenção, verifica-se serem um conjunto de pequenas historias dispersas pelas suas telas.
Desde 2003 que participa em exposições colectivas no Brasil e Argentina. Realizou ilustrações para diversas publicações e, em 2006, elaborou o calendário da empresa BASF. Trabalha directamente para algumas galerias no Brasil e também em Nova York, Telavive e agora em Lisboa.(allartsgallery)
AITON DAS NEVES É UM
PINTOR NAIF BRASILEIRO
Airton das Neves nasceu em S. Paulo, no Brasil em 1964. Exerceu diversas actividades profissionais, mas sempre sentiu uma enorme atracção pela pintura. Em 2003, ano em que nasce o seu único filho, sentiu um forte apelo e, como refere “tive o meu encontro com a arte!”. Desistiu de tudo, dedicou-se exclusivamente à pintura e o sucesso foi imediato.

A sua infância com parcos meios, permitia-lhe apenas esporádicas viagens “ao sítio dos avós maternos”, lugar de encantamento, tendo registado na memória a beleza paisagística e as experiências que ali viveu. Mais tarde procurou conhecer outras comunidades, seus costumes e saberes, num encontro quotidiano com a vida.
Trabalhando e misturando as cores com perfeição, os seus quadros mostram, num primeiro olhar, temas harmoniosos e integrados, mas lidos com maior atenção, verifica-se serem um conjunto de pequenas historias dispersas pelas suas telas.
Desde 2003 que participa em exposições colectivas no Brasil e Argentina. Realizou ilustrações para diversas publicações e, em 2006, elaborou o calendário da empresa BASF. Trabalha directamente para algumas galerias no Brasil e também em Nova York, Telavive e agora em Lisboa.(allartsgallery)
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
preliminares
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Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na
rua.
- Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado, responde:
- Não interessa filho... Olha antes para esta loja... Já viste os portáteis
que ali estão?
- Sim, sim, já vi. Mas... quem são as senhoras e o que é que estão fazendo
ali paradas?
- São... são... São senhoras que vendem na rua.
- Ah, sim?! Mas vendem o quê? - Pergunta admirado o garoto.
- Vendem... vendem... Sei lá... Vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a reflectir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em
casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras.
Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer!
No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe:
- Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor?
A mulher fica admirada, e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida
está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o
garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem
gostosas, de morango e chocolate.
Já era tarde quando o rapaz chega a casa.
O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado
e o garoto respondeu-lhe:
- Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de
prazer!
O pai fica amarelo:
- E... e então... como é que se passou?
- Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei
quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar
para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava
todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me a para voltar
amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras; só comi as
outras para mostrar que sou homem!... Posso ir amanhã, novamente, pai?
O pai desmaiou !!!
Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na
rua.
- Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado, responde:
- Não interessa filho... Olha antes para esta loja... Já viste os portáteis
que ali estão?
- Sim, sim, já vi. Mas... quem são as senhoras e o que é que estão fazendo
ali paradas?
- São... são... São senhoras que vendem na rua.
- Ah, sim?! Mas vendem o quê? - Pergunta admirado o garoto.
- Vendem... vendem... Sei lá... Vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a reflectir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em
casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras.
Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer!
No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe:
- Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor?
A mulher fica admirada, e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida
está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o
garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem
gostosas, de morango e chocolate.
Já era tarde quando o rapaz chega a casa.
O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado
e o garoto respondeu-lhe:
- Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de
prazer!
O pai fica amarelo:
- E... e então... como é que se passou?
- Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei
quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar
para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava
todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me a para voltar
amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras; só comi as
outras para mostrar que sou homem!... Posso ir amanhã, novamente, pai?
O pai desmaiou !!!
LIEDSON JÁ MARCA PELO CORINGÃO
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NO ULTIMO JOGO PELO SPORTING FATUROU
2 VEZES E DECIDIU, AGORA NO SEU PRIMEI-
RO JOGO PELO CORINTHIANS, FATUROU OUTRAS
2 VEZES
COMO SÓ ELE SABE FAZER
NO ULTIMO JOGO PELO SPORTING FATUROU
2 VEZES E DECIDIU, AGORA NO SEU PRIMEI-
RO JOGO PELO CORINTHIANS, FATUROU OUTRAS
2 VEZES
COMO SÓ ELE SABE FAZER
preliminares
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Um dia, um homem cansado da vida de casado disse que ia ali à esquina comprar cigarros e desapareceu.
Não é força de expressão ou sentido figurado, ele disse exactamente isto:
- Vou ali à esquina comprar cigarros e já volto.
Ficou dez anos desaparecido.
Há algum tempo, reapareceu.
Bateu à porta, a mulher foi abrir, e lá estava ele: dez anos mais velho, quieto, sem dizer uma palavra.
A mulher despejou toda a revolta para cima dele:
- Seu isto! Seu aquilo! Então dizes que vais à esquina comprar cigarros e desapareces? Abandonas-me, abandonas as crianças, ficas dez anos sem dar notícias, fazes-me criar os putos sozinha e ainda tens o desplante, o acinte, a coragem de reaparecer deste jeito? Pois vais pagar-me. Fica sabendo que vais ouvir poucas e boas. Eu nunca te vou perdoar. Estás a ouvir? Nunca! Entra, mas prepara-te para...
Nisto, o homem dá uma palmada na testa e diz:
- Eh, pá! Esqueci-me dos fósforos! Já volto!
Um dia, um homem cansado da vida de casado disse que ia ali à esquina comprar cigarros e desapareceu.
Não é força de expressão ou sentido figurado, ele disse exactamente isto:
- Vou ali à esquina comprar cigarros e já volto.
Ficou dez anos desaparecido.
Há algum tempo, reapareceu.
Bateu à porta, a mulher foi abrir, e lá estava ele: dez anos mais velho, quieto, sem dizer uma palavra.
A mulher despejou toda a revolta para cima dele:
- Seu isto! Seu aquilo! Então dizes que vais à esquina comprar cigarros e desapareces? Abandonas-me, abandonas as crianças, ficas dez anos sem dar notícias, fazes-me criar os putos sozinha e ainda tens o desplante, o acinte, a coragem de reaparecer deste jeito? Pois vais pagar-me. Fica sabendo que vais ouvir poucas e boas. Eu nunca te vou perdoar. Estás a ouvir? Nunca! Entra, mas prepara-te para...
Nisto, o homem dá uma palmada na testa e diz:
- Eh, pá! Esqueci-me dos fósforos! Já volto!
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
PORTUGAL E BRASIL PERDEM EM JOGOS DE PREPARAÇÃO
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PORTUGAL PERDEU COM A
ARGENTINA (1-2) NUM
JOGO QUE NÃO MERECIA
A DERROTA.

Messi trama Portugal ao cair do pano
Argentina venceu Portugal por 2-1, em jogo de cariz particular, no estádio do Servette em Genebra. Lionel Messi rubricou uma excelente exibição, pois marcou e deu a marcar a Angel Di Maria. A selecção portuguesa realizou uma boa partida, criando várias oportunidades de golo, mas só Cristiano Ronaldo marcou.
Num estádio completo em Genebra com muitos adeptos portugueses na bancada viram a Argentina entrar melhor em campo perante uma selecção portuguesa que nos primeiros minutos estava muito apática. Lionel Messi galardoado como melhor jogador do Mundo de 2010 pela FIFA começou a espalhar o perfume do seu futebol aos 7 minutos quando apareceu na área e de cabeça causou perigo para a baliza portuguesa.
Ficha de jogo
Estádio de Genebra, na Suíça.
Portugal -- Argentina, 1-2.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores:
0-1, Angel Di Maria, 14 minutos.
1-1, Cristiano Ronaldo, 21.
1-2, Lionel Messi, 90 (grande penalidade).
Equipas:
- Portugal:
Eduardo (Rui Patrício, 46), João Pereira, Rolando, Bruno Alves, Fábio Coentrão, Raul Meireles (Miguel Veloso, 79), João Moutinho, Carlos Martins (Paulo Machado, 85), Nani (Ricardo Quaresma, 60), Cristiano Ronaldo (Danny, 61) e Hugo Almeida (Hélder Postiga, 60).
Suplentes: Rui Patrício, Ventura, Ricardo Costa, Miguel Veloso, Paulo Machado, Ricardo Quaresma, Danny e Hélder Postiga.
- Argentina: Romero, Zanetti (Zabaleta, 62), Burdisso, Gabriel Milito, Rojo, Banega (Gago, 62), Mascherano, Cambiasso (Biglia, 79), Di Maria (Pastore, 66), Messi e Lavezzi (Martinez, 82).
Suplentes: Andujar, Zabaleta, Otamendi, Pastore, Biglia, Gago, Chávez, Gaitán, Sosa e Martínez.
O BRASIL PERDE PARA A
FRANÇA, MAS ANTES PERDE
A CABEÇA E ENTREGA O
OURO AO BANDIDO

A sorte da Seleção Brasileira quando encontra a França segue negativa. Nesta quarta-feira, o Brasil foi derrotado por 1 a 0 no Stade de France, em Saint-Denis, em duelo que demonstrou falhas emocionais. A equipe do técnico Mano Menezes perdeu Hernanes ao fim do primeiro tempo, expulso por pontapé em Benzema, e viu a seleção da casa controlar o jogo.
Com o resultado, o Brasil vê seu tabu com os franceses aumentar. A Seleção não derrota a equipe europeia desde 1992. Contando com a partida desta quarta, são seis partidas sem vitória - entre elas, quatro derrotas e seis empates. Entre estes jogos estão o triunfo francês na final da Copa do Mundo de 1998 e a eliminação nas quartas de final do Mundial de 2006.
O Brasil também chega a segunda derrota consecutiva, fato que não ocorria desde junho de 2008 (reveses contra Venezuela e Paraguai). Na partida anterior, em 17 de novembro, a Seleção caiu para a Argentina pelo mesmo placar.
França 1 x 0 Brasil
Gol
França:
Benzema, aos 8min do segundo tempo
França: Lloris; Sagna, Rami, Mexès e Abidal; Diarra e M'Villa (Diaby); Gourcuff (Cabaye), Ménez (Rémy) e Malouda; Benzema (Gameiro). Técnico: Laurent Blanc
Brasil: Júlio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e André Santos; Lucas e Elias (André); Renato Augusto (Jadson), Hernanes e Robinho (Sandro); Alexandre Pato (Hulk). Técnico: Mano Menezes
PORTUGAL PERDEU COM A
ARGENTINA (1-2) NUM
JOGO QUE NÃO MERECIA
A DERROTA.

Messi trama Portugal ao cair do pano
Argentina venceu Portugal por 2-1, em jogo de cariz particular, no estádio do Servette em Genebra. Lionel Messi rubricou uma excelente exibição, pois marcou e deu a marcar a Angel Di Maria. A selecção portuguesa realizou uma boa partida, criando várias oportunidades de golo, mas só Cristiano Ronaldo marcou.
Num estádio completo em Genebra com muitos adeptos portugueses na bancada viram a Argentina entrar melhor em campo perante uma selecção portuguesa que nos primeiros minutos estava muito apática. Lionel Messi galardoado como melhor jogador do Mundo de 2010 pela FIFA começou a espalhar o perfume do seu futebol aos 7 minutos quando apareceu na área e de cabeça causou perigo para a baliza portuguesa.
Ficha de jogo
Estádio de Genebra, na Suíça.
Portugal -- Argentina, 1-2.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores:
0-1, Angel Di Maria, 14 minutos.
1-1, Cristiano Ronaldo, 21.
1-2, Lionel Messi, 90 (grande penalidade).
Equipas:
- Portugal:
Eduardo (Rui Patrício, 46), João Pereira, Rolando, Bruno Alves, Fábio Coentrão, Raul Meireles (Miguel Veloso, 79), João Moutinho, Carlos Martins (Paulo Machado, 85), Nani (Ricardo Quaresma, 60), Cristiano Ronaldo (Danny, 61) e Hugo Almeida (Hélder Postiga, 60).
Suplentes: Rui Patrício, Ventura, Ricardo Costa, Miguel Veloso, Paulo Machado, Ricardo Quaresma, Danny e Hélder Postiga.
- Argentina: Romero, Zanetti (Zabaleta, 62), Burdisso, Gabriel Milito, Rojo, Banega (Gago, 62), Mascherano, Cambiasso (Biglia, 79), Di Maria (Pastore, 66), Messi e Lavezzi (Martinez, 82).
Suplentes: Andujar, Zabaleta, Otamendi, Pastore, Biglia, Gago, Chávez, Gaitán, Sosa e Martínez.
O BRASIL PERDE PARA A
FRANÇA, MAS ANTES PERDE
A CABEÇA E ENTREGA O
OURO AO BANDIDO

A sorte da Seleção Brasileira quando encontra a França segue negativa. Nesta quarta-feira, o Brasil foi derrotado por 1 a 0 no Stade de France, em Saint-Denis, em duelo que demonstrou falhas emocionais. A equipe do técnico Mano Menezes perdeu Hernanes ao fim do primeiro tempo, expulso por pontapé em Benzema, e viu a seleção da casa controlar o jogo.
Com o resultado, o Brasil vê seu tabu com os franceses aumentar. A Seleção não derrota a equipe europeia desde 1992. Contando com a partida desta quarta, são seis partidas sem vitória - entre elas, quatro derrotas e seis empates. Entre estes jogos estão o triunfo francês na final da Copa do Mundo de 1998 e a eliminação nas quartas de final do Mundial de 2006.
O Brasil também chega a segunda derrota consecutiva, fato que não ocorria desde junho de 2008 (reveses contra Venezuela e Paraguai). Na partida anterior, em 17 de novembro, a Seleção caiu para a Argentina pelo mesmo placar.
França 1 x 0 Brasil
Gol
França:
Benzema, aos 8min do segundo tempo
França: Lloris; Sagna, Rami, Mexès e Abidal; Diarra e M'Villa (Diaby); Gourcuff (Cabaye), Ménez (Rémy) e Malouda; Benzema (Gameiro). Técnico: Laurent Blanc
Brasil: Júlio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e André Santos; Lucas e Elias (André); Renato Augusto (Jadson), Hernanes e Robinho (Sandro); Alexandre Pato (Hulk). Técnico: Mano Menezes
escritores portugueses - VALTER HUGO MÃE
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valter hugo mãe
Nome completo Valter Hugo Mãe
Nascimento 25 de Setembro de 1971 (39 anos)
Saurimo
Nacionalidade Português
Ocupação romancista, poeta, editor, artista plástico, cantor, DJ
Prémios Prémio Literário José Saramago
Página oficial: http://www.valterhugomae.com/
valter hugo mãe é o nome artístico do escritor Valter Hugo Mãe (Saurimo, Angola, 25 de Setembro de 1971). Além de escritor é editor, artista plástico, cantor e DJ português.
valter hugo mãe (propositadamente escrito em minúsculas[1]) nasceu numa cidade angolana outrora chamada Henrique de Carvalho actual Saurimo.
Biografia
Passou a infância em Paços de Ferreira e em 1980 mudou-se para Vila do Conde. Licenciou-se em Direito e fez uma pós-graduação em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea.
Em 1999 fundou com Jorge Reis Sá a Quasi edições na qual publicou obras de Mário Soares, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto, António Ramos Rosa, Artur do Cruzeiro Seixas, Ferreira Gullar, Adolfo Luxúria Canibal e muitos outros. Em 2001, ainda na Quasi, co-dirige a revista Apeadeiro e em 2006 funda a editora Objecto Cardíaco. Em 2007 atingiu o reconhecimento público com a atribuição do Prémio Literário José Saramago, durante a entrega do qual o próprio José Saramago considerou o romance o remorso de baltazar serapião um verdadeiro "tsunami literário". Entretanto começa a escrever letras para canções e em 2008 funda, com Miguel Pedro e António Rafael, do grupo Mão Morta, a banda Governo, onde assume a função de vocalista.
Bibliografia
Poesia
silencioso corpo de fuga, A Mar Arte, Coimbra, 1996;
o sol pôs-se calmo sem me acordar, A Mar Arte, Coimbra, 1997;
entorno a casa sobre a cabeça, Silêncio da Gaveta Edições, Vila do Conde, 1999;
egon schielle auto-retrato de dupla encarnação, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, Porto, 1999;
estou escondido na cor amarga do fim da tarde, Campo das Letras, Porto, 2000;
três minutos antes de a maré encher, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2000;
a cobrição das filhas, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2001;
útero, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2003;
o resto da minha alegria seguido de a remoção das almas, Cadernos do Campo Alegre, Porto, 2003;
livro de maldições, Objecto Cardíaco, Vila do Conde, 2006;
pornografia erudita, Edições Cosmorama, Maia, 2007;
bruno, Littera Libros, Espanha, 2007;
folclore íntimo, Edições Cosmorama, Maia, 2008.
Romance
o nosso reino, Temas e Debates, Lisboa, 2004;
o remorso de baltazar serapião, QuidNovi, Matosinhos / Lisboa, 2006;
o apocalipse dos trabalhadores, QuidNovi, Matosinhos / Lisboa, 2008;
a máquina de fazer espanhóis, Objectiva, Lisboa, 2010.
Infantil
a verdadeira história dos pássaros, Booklândia / QuidNovis, Matosinhos / Lisboa, 2009;
a história do homem calado, Booklândia / QuidNovis, Matosinhos / Lisboa, 2009.
Prefácio do primeiro livro de Kabbalah feito por um português(À Luz da Kabbalah, de José Cunha Rodrigues)
Bibliografia ordenada por data ([2])
A Máquina de Fazer Espanhóis
2010 Objectiva
O Remorso de Baltazar Serapião
2009 Quidnovi
O Nosso Reino
2009 Quidnovi
A História do Homem Calado
2009 Booklândia
A Verdadeira História dos Pássaros
2009 Booklândia
Contos Policiais
2008 Porto Editora
O Apocalipse dos trabalhadores
2008 Quidnovi
São Salvador do Mundo
2008 Edições Gailivro
O Remorso de Baltazar Serapião
2007 Quidnovi
Livro de Maldições
2006 Objecto Cardíaco
Afectos e Outros Afectos
2004 Quasi Edições
Apeadeiro Nº4 / Nº5
2004 Quasi Edições
Desfocados Pelo Vento
2004 Quasi Edições
O Nosso Reino
2004 Temas e Debates
Três Minutos Antes de a Maré Encher
2004 Quasi Edições
O Resto da Minha Alegria
2003 Fundação Ciência e Desenvolvimento
Útero
2003 Quasi Edições
A Alma não é Pequena - 100 Poemas Portugueses para sms
2003 Edições Centro Atlântico
A Cobrição das Filhas
2002 Quasi Edições
Série Poeta
2001 Quasi Edições
O Futuro em Anos-Luz
2001 Quasi Edições
Estou Escondido na Cor Amarga do Fim da Tarde
2000 Campo das Letras
[Prémio Almeida Garrett, 1999;
Prémio Literário José Saramago, Fundação Círculo de Leitores, Lisboa, 2007.
valter hugo mãe
Nome completo Valter Hugo Mãe
Nascimento 25 de Setembro de 1971 (39 anos)
Saurimo
Nacionalidade Português
Ocupação romancista, poeta, editor, artista plástico, cantor, DJ
Prémios Prémio Literário José Saramago
Página oficial: http://www.valterhugomae.com/
valter hugo mãe é o nome artístico do escritor Valter Hugo Mãe (Saurimo, Angola, 25 de Setembro de 1971). Além de escritor é editor, artista plástico, cantor e DJ português.
valter hugo mãe (propositadamente escrito em minúsculas[1]) nasceu numa cidade angolana outrora chamada Henrique de Carvalho actual Saurimo.
Biografia
Passou a infância em Paços de Ferreira e em 1980 mudou-se para Vila do Conde. Licenciou-se em Direito e fez uma pós-graduação em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea.
Em 1999 fundou com Jorge Reis Sá a Quasi edições na qual publicou obras de Mário Soares, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto, António Ramos Rosa, Artur do Cruzeiro Seixas, Ferreira Gullar, Adolfo Luxúria Canibal e muitos outros. Em 2001, ainda na Quasi, co-dirige a revista Apeadeiro e em 2006 funda a editora Objecto Cardíaco. Em 2007 atingiu o reconhecimento público com a atribuição do Prémio Literário José Saramago, durante a entrega do qual o próprio José Saramago considerou o romance o remorso de baltazar serapião um verdadeiro "tsunami literário". Entretanto começa a escrever letras para canções e em 2008 funda, com Miguel Pedro e António Rafael, do grupo Mão Morta, a banda Governo, onde assume a função de vocalista.
Bibliografia
Poesia
silencioso corpo de fuga, A Mar Arte, Coimbra, 1996;
o sol pôs-se calmo sem me acordar, A Mar Arte, Coimbra, 1997;
entorno a casa sobre a cabeça, Silêncio da Gaveta Edições, Vila do Conde, 1999;
egon schielle auto-retrato de dupla encarnação, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, Porto, 1999;
estou escondido na cor amarga do fim da tarde, Campo das Letras, Porto, 2000;
três minutos antes de a maré encher, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2000;
a cobrição das filhas, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2001;
útero, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2003;
o resto da minha alegria seguido de a remoção das almas, Cadernos do Campo Alegre, Porto, 2003;
livro de maldições, Objecto Cardíaco, Vila do Conde, 2006;
pornografia erudita, Edições Cosmorama, Maia, 2007;
bruno, Littera Libros, Espanha, 2007;
folclore íntimo, Edições Cosmorama, Maia, 2008.
Romance
o nosso reino, Temas e Debates, Lisboa, 2004;
o remorso de baltazar serapião, QuidNovi, Matosinhos / Lisboa, 2006;
o apocalipse dos trabalhadores, QuidNovi, Matosinhos / Lisboa, 2008;
a máquina de fazer espanhóis, Objectiva, Lisboa, 2010.
Infantil
a verdadeira história dos pássaros, Booklândia / QuidNovis, Matosinhos / Lisboa, 2009;
a história do homem calado, Booklândia / QuidNovis, Matosinhos / Lisboa, 2009.
Prefácio do primeiro livro de Kabbalah feito por um português(À Luz da Kabbalah, de José Cunha Rodrigues)
Bibliografia ordenada por data ([2])
A Máquina de Fazer Espanhóis
2010 Objectiva
O Remorso de Baltazar Serapião
2009 Quidnovi
O Nosso Reino
2009 Quidnovi
A História do Homem Calado
2009 Booklândia
A Verdadeira História dos Pássaros
2009 Booklândia
Contos Policiais
2008 Porto Editora
O Apocalipse dos trabalhadores
2008 Quidnovi
São Salvador do Mundo
2008 Edições Gailivro
O Remorso de Baltazar Serapião
2007 Quidnovi
Livro de Maldições
2006 Objecto Cardíaco
Afectos e Outros Afectos
2004 Quasi Edições
Apeadeiro Nº4 / Nº5
2004 Quasi Edições
Desfocados Pelo Vento
2004 Quasi Edições
O Nosso Reino
2004 Temas e Debates
Três Minutos Antes de a Maré Encher
2004 Quasi Edições
O Resto da Minha Alegria
2003 Fundação Ciência e Desenvolvimento
Útero
2003 Quasi Edições
A Alma não é Pequena - 100 Poemas Portugueses para sms
2003 Edições Centro Atlântico
A Cobrição das Filhas
2002 Quasi Edições
Série Poeta
2001 Quasi Edições
O Futuro em Anos-Luz
2001 Quasi Edições
Estou Escondido na Cor Amarga do Fim da Tarde
2000 Campo das Letras
[Prémio Almeida Garrett, 1999;
Prémio Literário José Saramago, Fundação Círculo de Leitores, Lisboa, 2007.
terça-feira, fevereiro 08, 2011
gostos populares dos brasileiros - BALAS CHICO FUMAÇA
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Balas Chico Fumaça
As Balas Chico Fumaça foi uma guloseima fabricada em Curitiba e cuja embalagem continha as figurinhas do Chico Fumaça.
Não tão famosas quanto às figurinhas das Balas Zequinha, as figurinhas do Chico Fumaça, atualmente, são uma preciosidade nas mãos dos colecionadores e uma grata lembrança para os que as utilizaram, a partir dos anos de 1930, em rodas do jogo do bafo. As várias caracterizações do personagem Chico Fumaça ajudaram a tornar, o que foi um produto para fins comerciais, em um ícone da cultura e da história Curitibana, sem esquecer as suas concorrentes: Balas Zequinha (já citada); Balas Artistas; Balas Bandeirinhas; Caramelos Aéreo-Loyd; Balas Pontiac; todas já extintas em sua fabricação.

História
O personagem Chico Fumaça, garoto-propaganda das Balas de mesmo nome foi lançada em 1930 com desenhos do artista Alceu Chichorro e distribuída pela fábrica Santa Maria, de propriedade da firma Romero & Grassi, na cidade de Curitiba. A primeira série destas figurinhas era numerada, sendo seus traços simples e sem paisagens de fundo e cores de mesmo tom. A segunda série das figurinhas foi lançada em 1948 sob a autoria do mesmo artista que as criou (Alceu Chichorro) e solicitado pela mesma firma (Romero & Grassi), porém, esta série não é numerada e difere da tiragem anterior por seus requintados traços de fundo e diversas cores.
Chico Fumaça
O personagem Chico Fumaça era caracterizado como um homem baixo, calvo na parte superior da cabeça, sobrando os cabelos apenas nas áreas laterais, sempre usando um chapéu côco e calças com sua barra/bainha um pouco acima do convencional, quando sua caracterização assim permitia, rosto e nariz arredondado e bigode estilo Carlitos (famoso personagem de Charles Chaplin) só que um pouco mais avolumado; de um modo geral a figura de Chico Fumaça assemelha-se ao personagem que já era sucesso no cinema mudo dos anos de 1930. Companheiro fiel de Chico era seu cão (Totó), de raça incerta o canino alternou diferentes traços nas duas séries lançadas; uma com o focinho afilado, outra com o focinho arredondado. Como o concorrente famoso (figurinhas Zequinha) o Chico Fumaça era caracterizado em diversas situações em cada figurinha, como por exemplo: Acadêmico, Arrombador, Bailarino, Boxeur, Basquet Ball, Bombeiro, Carnavalesco, Ciclista, Cozinheiro, D. Juan, Egypcio, Footbolista, Fotografo, Garçom, Gastrônomo, Ginástico, Hercules, Hespanhol, Legionário, Mata Mosca, Medroso, Mosqueteiro, Motorneiro de Ônibus, Na Chuva, Nadador, Na Praia, No Banho, Oficial de Marinha, Paraquedista, Pintor, Selvagem, entre outros.
Balas Chico Fumaça
As Balas Chico Fumaça foi uma guloseima fabricada em Curitiba e cuja embalagem continha as figurinhas do Chico Fumaça.
Não tão famosas quanto às figurinhas das Balas Zequinha, as figurinhas do Chico Fumaça, atualmente, são uma preciosidade nas mãos dos colecionadores e uma grata lembrança para os que as utilizaram, a partir dos anos de 1930, em rodas do jogo do bafo. As várias caracterizações do personagem Chico Fumaça ajudaram a tornar, o que foi um produto para fins comerciais, em um ícone da cultura e da história Curitibana, sem esquecer as suas concorrentes: Balas Zequinha (já citada); Balas Artistas; Balas Bandeirinhas; Caramelos Aéreo-Loyd; Balas Pontiac; todas já extintas em sua fabricação.

História
O personagem Chico Fumaça, garoto-propaganda das Balas de mesmo nome foi lançada em 1930 com desenhos do artista Alceu Chichorro e distribuída pela fábrica Santa Maria, de propriedade da firma Romero & Grassi, na cidade de Curitiba. A primeira série destas figurinhas era numerada, sendo seus traços simples e sem paisagens de fundo e cores de mesmo tom. A segunda série das figurinhas foi lançada em 1948 sob a autoria do mesmo artista que as criou (Alceu Chichorro) e solicitado pela mesma firma (Romero & Grassi), porém, esta série não é numerada e difere da tiragem anterior por seus requintados traços de fundo e diversas cores.
Chico Fumaça
O personagem Chico Fumaça era caracterizado como um homem baixo, calvo na parte superior da cabeça, sobrando os cabelos apenas nas áreas laterais, sempre usando um chapéu côco e calças com sua barra/bainha um pouco acima do convencional, quando sua caracterização assim permitia, rosto e nariz arredondado e bigode estilo Carlitos (famoso personagem de Charles Chaplin) só que um pouco mais avolumado; de um modo geral a figura de Chico Fumaça assemelha-se ao personagem que já era sucesso no cinema mudo dos anos de 1930. Companheiro fiel de Chico era seu cão (Totó), de raça incerta o canino alternou diferentes traços nas duas séries lançadas; uma com o focinho afilado, outra com o focinho arredondado. Como o concorrente famoso (figurinhas Zequinha) o Chico Fumaça era caracterizado em diversas situações em cada figurinha, como por exemplo: Acadêmico, Arrombador, Bailarino, Boxeur, Basquet Ball, Bombeiro, Carnavalesco, Ciclista, Cozinheiro, D. Juan, Egypcio, Footbolista, Fotografo, Garçom, Gastrônomo, Ginástico, Hercules, Hespanhol, Legionário, Mata Mosca, Medroso, Mosqueteiro, Motorneiro de Ônibus, Na Chuva, Nadador, Na Praia, No Banho, Oficial de Marinha, Paraquedista, Pintor, Selvagem, entre outros.
HISTÓRIA DO BRASIL - GUERRA DO CONTESTADO
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A GUERRA DO CONTESTADO É UM
EPISÓDIO DA HISTÓRIA DO BRASIL
TALVEZ DESCONHECIDO
Guerra do Contestado
Data 12 de outubro de 1912 - Agosto de 1916
Local Região do contestado, sul do Brasil
Resultado Acordo de limites entre os governos de Paraná e Santa Catarina

Combatentes
Rebeldes Brasil
Comandantes
José Maria de Santo Agostinho
Maria Rosa
Adeodato Carlos Frederico de Mesquita
Tertuliano Potyguara
Marechal Hermes da Fonseca
Forças
10.000 soldados do Exército Encantado de São Sebastião 7.000 soldados do Exército Brasileiro e 1.000 civis contratados
Baixas
5.000-8.000 entre mortos, feridos e desaparecidos 800-1.000 entre mortos, feridos ou desertores
A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.
Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa.
A região fronteiriça entre os estados do Paraná e Santa Catarina recebeu o nome de Contestado devido ao fato de que os agricultores contestaram a doação que o governo brasileiro fez aos madeireiros e à Southern Brazil Lumber & Colonization Company. Como foi uma região de muitos conflitos, ficou conhecida como Contestado, justamente por ser uma região de disputas limítrofes entre os dois estados brasileiros.
Antecedentes
Ação judicial de Santa Catarina contra o Paraná em 1900, por limites
Decisões judiciais do STF pró-Santa Catarina em 1904, 1909 e 1910
Revolta do ex-maragato Demétrio Ramos na zona do Timbó, em 1905 e 1906
Construção da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande, de 1908 a 1910
Criação dos municípios de Canoinhas, Itaiópolis e Três Barras em Santa Catarina, e de Timbó no Paraná.
Instalação da Southern Brazil Lumber & Colonization em Calmon (1908) e em Três Barras (1912)
Construção do Ramal de São Francisco, a partir de 1911
1911: Revolta do ex-maragato Aleixo Gonçalves de Lima em Canoinhas
1910-1912: Questão de terras da fazenda Irani e da Cia. Frigorífica e Pastoril
Combate no Banhado Grande, em Irani, em outubro de 1912
1911: Escrituração de glebas de terras devolutas do Contestado para a EFSPRG
Disputas pela exploração dos ervais - concessões de Estados e Municípios
Vendas suspeitas de terras no Contestado, do Estado para especuladores – bendegós
Disputas eleitorais entre os coronéis da região pelos domínios políticos nos municípios
Espírito guerreiro do Caboclo Pardo (Revolução Farroupilha e Revolução Federalista)
Religiosidade: messianismo, misticismo e fanatismo da população cabocla
Ideologia nacionalista – civilismo na República – construção do exército
[editar] Preliminares: o poder dos monges
Para entender-se bem a guerra sertaneja , é preciso voltar um pouco no tempo e resgatar o valor da figura de três monges da região. O primeiro monge que galgou fama foi João Maria, um homem de origem italiana, que peregrinou pregando e atendendo doentes de 1844 a 1870. Fazia questão de viver uma vida extremamente humilde, e sua ética e forma de viver arrebanhou milhares de crentes, reforçando o messianismo coletivo. Sublinhe-se, porém, que não exerceu influência direta nos acontecimentos da Guerra do Contestado que ocorreria posteriormente. João Maria morreu em 1870, em Sorocaba, estado de São Paulo.
O segundo monge adotou o codinome (alcunha) de João Maria,[1] mas seu verdadeiro nome era Atanás Marcaf, provavelmente de origem síria. Aparece publicamente com a Revolução Federalista de 1893, mostrando uma postura firme e uma posição messiânica. Sobre sua situação política, dizia ele "estou do lado dos que sofrem". Chegou, inclusive, a fazer previsões sobre os fatos políticos da sua época. Atuava na região entre os rios Iguaçu e Uruguai. É de destacar a sua influência inquestionável sobre os crentes, a ponto de estes esperarem a sua volta através da ressurreição, após seu desaparecimento em 1908.
As entrelinhas do que estava por vir estavam se amarrando entre si. A espera dos fiéis acaba em 1912, quando apareceu publicamente a figura do terceiro monge. Este era conhecido inicialmente como um curandeiro de ervas, tendo se apresentado com o nome de José Maria de Santo Agostinho, ainda que, de acordo com um laudo da polícia da Vila de Palmas, Estado do Paraná, ele fosse, na verdade, um soldado desertor condenado por estupro, de nome Miguel Lucena de Boaventura.
Como ninguém conhecia ao certo a sua origem, como aparentava uma vida reta e honesta, não lhe foi difícil granjear em pouco tempo a admiração e a confiança do povo. Um dos fatos que lhe granjearam fama foi a presunção de ter ressuscitado uma jovem (provavelmente apenas vítima de catalepsia patológica). Supostamente também recobrou a saúde da esposa do coronel Francisco de Almeida, acometida de uma doença incurável. Com este episódio, o monge ganha ainda mais fama e credibilidade ao rejeitar terras e uma grande quantidade de ouro que o coronel, agradecido, lhe queria oferecer.
A partir daí, José Maria passa a ser considerado santo: um homem que veio à terra apenas para curar e tratar os doentes e necessitados. Metódico e organizado, estava muito longe do perfil dos curandeiros vulgares. Sabia ler e escrever e anotava em seus cadernos as propriedades medicinais das plantas encontradas na região. Com o consentimento do coronel Almeida, montou no rancho de um dos capatazes o que chamou de farmácia do povo, onde fazia o depósito de ervas medicinais que utilizava no atendimento diário, até horas tardias da noite, a quem quer que o visitasse.
Os confrontos se iniciam
Madeira, uma das riquezas exploradas nas margens da ferrovia do ContestadoApós a conclusão das obras do trecho catarinense da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande]], a companhia Brazil Railway Company, que recebeu do governo 15 km de cada lado da ferrovia,[2] iniciou a desapropriação de 6.696 km² de terras (equivalentes a 276.694 alqueires) [2] ocupadas já há muito tempo por posseiros que viviam na região entre o Paraná e Santa Catarina. O governo brasileiro, ao firmar o contrato com a Brazil Railway Company, declarou a área como devoluta, ou seja, como se ninguém ocupasse aquelas terras.[3] "A área total assim obtida deveria ser escolhida e demarcada, sem levar em conta sesmarias nem posses, dentro de uma zona de trinta quilômetros, ou seja, quinze para cada lado"..[4] Isso, e até mesmo a própria outorga da concessão feita à Brazil Railway Company, contrariava a chamada Lei de Terras de 1850.[4] Não obstante, o governo do Paraná reconheceu os direitos da ferrovia; atuou na questão, como advogado da Brazil Railway, Affonso Camargo, então vice-presidente do estado.[5]
Esses camponeses que viram o direito às terras que ocupavam ser usurpado,[5] e os trabalhadores que foram demitidos pela companhia (1910), decidiram então ouvir a voz do monge José Maria, sob o comando do qual organizaram uma comunidade. Resultando infrutíferas quaisquer tentativas de retomada das terras - que foram declaradas "terras devolutas" pelo governo brasileiro no contrato firmado com a ferrovia [3] - cada vez mais passou-se a contestar a legalidade da desapropriação. Uniram-se ao grupo diversos fazendeiros que, por conta da concessão, estavam perdendo terras para o grupo de Farquhar, bem como para os coronéis manda-chuvas da região.
A união destas pessoas em torno de um ideal, levou à organização do grupo armado, com funções distribuídas entre si. O messianismo adquiria corpo. A vida era comunitária, com locais de culto e procissões, denominados redutos. Tudo pertencia a todos. O comércio convencional foi abolido, sendo apenas permitidas trocas. Segundo as pregações do líder, o mundo não duraria mais 1000 anos e o paraíso estava próximo. Ninguém deveria ter medo de morrer porque ressuscitaria após o combate final. É de destacar a importância atribuída às mulheres nesta sociedade. A virgindade era particularmente valorizada.
Bandeira da "Monarquia Celestial". Branca com uma cruz verde, evoca os estandartes das antigas ordens monástico militares como as dos templários, por exemplo.O "santo monge" José Maria rebelou-se, então, contra a recém formada república brasileira e decidiu dar status de governo independente à comunidade que comandava. Para ele, a República era a "lei do diabo". Nomeou "Imperador do Brasil" um fazendeiro analfabeto, nomeou a comunidade de "Quadro Santo" e criou uma guarda de honra constituída por 24 cavaleiros que intitulou de "Doze Pares de França", numa alusão à cavalaria de Carlos Magno na Idade Média.
Os camponeses uniram-se a este, fundando alguns povoados, cada qual com seu santo. Cada povoado seria como uma "Monarquia Celeste", com ordem própria, à semelhança do que Antônio Conselheiro fizera em Canudos.
Convidado a participar da festa do Senhor do Bom Jesus, na localidade de Taquaruçu (município de Curitibanos), o monge vai acompanhado de cerca de 300 fiéis, e lá permanece por várias semanas, atendendo aos doentes e prescrevendo remédios.
Desconfiado com o que acontecia, e com medo de perder o mando da situação local em Curitibanos, o coronel Francisco de Albuquerque, rival do coronel Almeida, enviou um telegrama para a capital do estado pedindo auxílio contra "rebeldes que proclamaram a monarquia em Taquaruçu"'.
[editar] Primeiras mortes
Placa no Museu do Contestado, em Caçador -SC- Brasil.O governo brasileiro, então comandado pelo Marechal Hermes da Fonseca, responsável pela "Política das Salvações", caracterizada por intervenções político-militares que em diversos Estados do país pretendiam eliminar seus adversários políticos, sentiu indícios de insurreição neste movimento e decidiu reprimi-lo, enviando tropas para "acalmar" os ânimos.
Antevendo o que estava por vir, José Maria parte imediatamente para a localidade de Irani com todo o seu carente séquito. A localidade nesta época pertencia a Palmas, cidade que estava na jurisdição do Paraná, e que tinha com Santa Catarina questões jurídicas não resolvidas por conta de divisas territoriais, e acabou vendo nessa grande movimentação uma estratégia de ocupação daquelas terras.
A guerra do Contestado inicia-se neste ponto: em defesa de suas terras, várias tropas do Regimento de Segurança do Paraná são enviadas para o local, a fim de obrigar os invasores a voltar para Santa Catarina. Estamos em outubro de 1912.
Mas as coisas ocorrem bem diferente do planejado. Tem início um confronto sangrento entre tropas do governo e fiéis do Contestado no lugar chamado "Banhado Grande". Ao término da luta, estão sem vida dezenas de pessoas, de ambos os lados. Morreram no confronto o coronel João Gualberto, que comandava as tropas, e também o monge José Maria, mas os partidários do contestado tinham conseguido a sua primeira vitória.
José Maria é enterrado com tábuas pelos seus fiéis, a fim de facilitar a sua ressurreição, já que os caboclos acreditavam que este ressuscitaria acompanhado de um Exército Encantado, vulgarmente chamado de Exército de São Sebastião, que os ajudaria a fortalecer a Monarquia Celeste e a derrubar a República, que cada vez mais acreditava-se ser um instrumento do diabo, dominado pelas figuras dos coronéis.
[editar] Mais confrontos, ataques e contra-ataques
Em 8 de fevereiro de 1914, numa ação conjunta de Santa Catarina, Paraná e governo federal, foi enviado a Taquaruçu um efetivo de 700 soldados, apoiados por peças de artilharia e metralhadoras. Estes logram êxito na empreitada, incendeiam completamente o acampamento dos jagunços, mas sem muitas perdas humanas, já que os caboclos e fiéis da causa do Contestado se refugiaram em Caraguatá, local de difícil acesso e onde já viviam cerca de 20.000 pessoas.
Os fiéis que mudaram para Caraguatá, interior do atual município de Lebon Régis, eram chefiadas por Maria Rosa, uma jovem com 15 anos de idade, considerada pelos historiadores como uma Joana D'Arc do sertão, já que "combatia montada em um cavalo branco com arreios forrados de veludo, vestida de branco, com flores nos cabelos e no fuzil". Após a morte de José Maria, Maria Rosa afirmava receber, espiritualmente, ordens do mesmo, o que a fez assumir a liderança espiritual e militar de todos os revoltosos, então cerca de 6.000 homens.
De março a maio outras expedições foram realizadas, porém todas sem sucesso. Em 9 de março de 1914, embaladas pela vitória de Taquaruçu, que tinham destruído completamente, as tropas cercam e atacam Caraguatá, mas aí o desastre é total. Fogem em pânico perseguidos pelos revoltosos. Esta nova vitória enche os contestadores de ânimo. O fato repercute em todo o interior, trazendo para o reduto ainda mais pessoas com interesses afins, mas também atinge em cheio ao governo e aos órgãos legalmente constituídos.
Como cada vez mais pessoas engajavam-se abertamente ao movimento, piquetes foram formados pelos fiéis para o arrebanhamento de animais da região a fim de suprir as necessidades alimentícias do núcleo de Caraguatá. São então fundados os redutos de Bom Sossego e São Sebastião. Só neste último se aglomeravam cerca de 2.000 pessoas.
Além de colocar em prática técnicas de guerrilha para a defesa dos ataques do governo, os fanáticos passaram ao contra-ataque. Em 2 de setembro, lançaram um documento que intitulou-se "Manifesto Monarquista", deflagrando-se, a partir de então, o que chamavam de a Guerra Santa, caracterizada por saques e invasões de propriedades de coronéis e por um discurso que exigia pobreza e cobrava exploração ao máximo da República.
Invadiam as fazendas dos coronéis tomando para si tudo o que precisavam para suprir as necessidades do reduto. Além disso, amparados nas vitórias que tiveram, atacaram várias cidades, como foi o caso de Curitibanos, onde os alvos eram invariavelmente os cartórios, locais onde se encontravam os registros das terras que antes a eles pertenciam. Não bastasse isso, num outro ataque na localidade de Calmon, destruíram completamente a segunda serraria da Lumber, uma das empresas que vieram de fora para explorar a madeira da faixa de terra de 30 quilômetros (15 quilômetros de cada lado) às margens da ferrovia.
O controle começa a mudar de lado
Placa no local onde, em janeiro de 1914, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador.Com a ordem social cada vez mais caótica na região, o governo central designa o general Carlos Frederico de Mesquita, veterano de Canudos, para comandar uma ação contra os rebeldes. Inicialmente tenta, sem êxito, um acordo para dispensar os revoltosos; a seguir ataca duramente Santo Antônio, obrigando os rebeldes a fugir. O reduto de Caraguatá, que antes vira as tropas do governo fugirem perseguidas por revoltosos, tem agora de ser abandonada às pressas pelos mesmos revoltosos devido a uma grande epidemia de tifo. Considerando, equivocadamente, dispersos os revoltosos, o general Mesquita dá a luta por encerrada.
Mas a calmaria terminaria logo. Os revoltosos rapidamente se reagrupam e se organizam na localidade de Santa Maria, interior norte do município de Lebon Régis, intensificando os ataques: tomam e incendeiam a estação de Calmon; dizimam a vila de São João (Matos Costa), atacam Curitibanos e ameaçam Porto União da Vitória, cuja população abandona a cidade em desespero.
Os boatos chegam até Ponta Grossa e dizem que os revoltosos e seu exército pretendem marchar até o Rio de Janeiro para depor o Presidente. Os rebeldes já dominam, nesta altura dos acontecimentos, cerca de 250 km² da região do Contestado.
O governo federal joga uma outra, e ainda mais dura, cartada: nomeia o general Fernando Setembrino de Carvalho para o comando das operações contra os Contestadores. Este chega a Curitiba em setembro de 1914, chefiando cerca de 7.000 homens, com ordens de sufocar a rebelião e pacificar a região a qualquer custo. Sua primeira providência foi restabelecer as ligações ferroviárias e guarnecer as mesmas de novos ataques.
Nas proximidades da ferrovia, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador, onde hoje existe o município homônimo. Como apoio de operações de guerra, pela primeira vez na história da América Latina foram usados dois aviões para fins de reconhecimento. Em um acidente durante as operações, morreu o Capitão Ricardo Kirk, primeiro aviador militar do Brasil.
Astutamente, Setembrino enviou um manifesto aos revoltosos no qual garantia a devolução de terras para quem se entregasse pacificamente. Garantia também, por outro lado, um tratamento hostil e severo para quem resolvesse continuar em luta contra o governo.
Mudança de estratégia
Marcos históricos da Guerra do Contestado. (Museu do Contestado)Com o passar do tempo, general Fernando Setembrino de Carvalho adotou uma nova postura de guerra, evitando o combate direto, que era o que os revoltosos esperavam e para o que estavam se preparando, optando, pelo contrário, por cercar o reduto dos fanáticos com tropas por todos os lados, evitando que entrassem ou saíssem da região onde estavam. Para isto, o general dividiu seu efetivo em quatro alas com nomes dos quatro pontos cardeais e, gradativamente, foi avançando e destruindo qualquer resistência que encontrasse pelo caminho.
Com esta nova estratégia, rapidamente começou a faltar comida nos acampamentos dos revoltosos. Isto teve como consequência imediata a rendição de dezenas de caboclos. Contudo, a maioria dos que se entregavam eram velhos, mulheres e crianças - talvez uma contra-estratégia dos fiéis para que sobrasse mais comida aos combatentes que ficaram para trás e que ainda defenderiam a causa.
Neste ponto da guerra do Contestado, começa a se destacar a figura de Deodato Manuel Ramos, vulgo "Adeodato", considerado pelos historiadores como o último líder dos Contestadores. Adeodato transfere o núcleo dos revoltosos para o vale de Santa Maria, que contava ainda com cerca de 50.000 homens. Só que aí, à medida que ia faltando o alimento, Adeodato passa a revelar-se cada vez mais autoritário, não aceitando a rendição. Aos que se entregavam, aplicava sem dó a Pena de morte.
Cerco fechado, sem pressa e deixando os revoltosos nervosos lutarem contra si mesmos, em 8 de Fevereiro de 1915 a ala Sul, comandada pelo tenente-coronel Estillac, chega a Santa Maria. De um lado as forças do governo, bem armadas, bem alimentadas, de outro, rebeldes também armados, é verdade, mas famintos e sem ânimo para resistir muito tempo. A luta inicial é intensa e, à noite, o tenente-coronel ordena a retirada, afinal, já contabilizara só no seu lado 30 mortos e 40 feridos. Novos ataques e recuos ocorreram nos dias seguintes.
Em 28 de março de 1915,o capitão Tertuliano Potyguara parte da vila de Reinchardt com 1.085 homens em direção a Santa Maria, perdendo só em emboscadas durante o trajeto, 24 homens. Depois de vários confrontos, num deles Maria Rosa, a líder espiritual dos rebeldes, morre às margens do rio Caçador. Em 3 de abril, as tropas de Estillac e Potyguara avançam juntas e ordenadas para o assalto final a Santa Maria, onde restavam apenas alguns combatentes já quase mortos pela fome.
Em 5 de Abril, depois do grande assalto a Santa Maria, o general Estillac registra que "tudo foi destruído, subindo o número de habitações destruídas a 5.000 (…) as mulheres que se bateram como homens foram mortas em combate (…) o número de jagunços mortos eleva-se a 600. Os redutos de Caçador e de Santa Maria estão extintos. Não posso garantir que todos os bandidos que infestam o Contestado tenham desaparecido, mas a missão confiada ao exercito está cumprida". Os rebeldes sobreviventes se dispersaram em muitas cidades.
Em dezembro de 1915 o último dos redutos dos revoltosos foi devastado pelas tropas de Setembrino. Adeodato fugiu, vagando com tropas no seu encalço. Conseguiu, no entanto, escapar de seus perseguidores e, como foragido, ficou ainda 8 meses escondendo-se pelas matas da região. Mas a fome e o cansaço, além de uma perseguição sem trégua, fizeram com que Adeodato se rendesse. Encerrava-se então, em agosto de 1916, com a prisão de Adeodato, a Guerra do Contestado.
Adeodato foi capturado e condenado a 30 anos de prisão. Entretanto, em 1923, 7 anos após ter sido preso, Adeodato é morto pelo próprio diretor da cadeia numa tentativa de fuga.
A GUERRA DO CONTESTADO É UM
EPISÓDIO DA HISTÓRIA DO BRASIL
TALVEZ DESCONHECIDO
Guerra do Contestado
Data 12 de outubro de 1912 - Agosto de 1916
Local Região do contestado, sul do Brasil
Resultado Acordo de limites entre os governos de Paraná e Santa Catarina

Combatentes
Rebeldes Brasil
Comandantes
José Maria de Santo Agostinho
Maria Rosa
Adeodato Carlos Frederico de Mesquita
Tertuliano Potyguara
Marechal Hermes da Fonseca
Forças
10.000 soldados do Exército Encantado de São Sebastião 7.000 soldados do Exército Brasileiro e 1.000 civis contratados
Baixas
5.000-8.000 entre mortos, feridos e desaparecidos 800-1.000 entre mortos, feridos ou desertores
A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.
Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa.
A região fronteiriça entre os estados do Paraná e Santa Catarina recebeu o nome de Contestado devido ao fato de que os agricultores contestaram a doação que o governo brasileiro fez aos madeireiros e à Southern Brazil Lumber & Colonization Company. Como foi uma região de muitos conflitos, ficou conhecida como Contestado, justamente por ser uma região de disputas limítrofes entre os dois estados brasileiros.
Antecedentes
Ação judicial de Santa Catarina contra o Paraná em 1900, por limites
Decisões judiciais do STF pró-Santa Catarina em 1904, 1909 e 1910
Revolta do ex-maragato Demétrio Ramos na zona do Timbó, em 1905 e 1906
Construção da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande, de 1908 a 1910
Criação dos municípios de Canoinhas, Itaiópolis e Três Barras em Santa Catarina, e de Timbó no Paraná.
Instalação da Southern Brazil Lumber & Colonization em Calmon (1908) e em Três Barras (1912)
Construção do Ramal de São Francisco, a partir de 1911
1911: Revolta do ex-maragato Aleixo Gonçalves de Lima em Canoinhas
1910-1912: Questão de terras da fazenda Irani e da Cia. Frigorífica e Pastoril
Combate no Banhado Grande, em Irani, em outubro de 1912
1911: Escrituração de glebas de terras devolutas do Contestado para a EFSPRG
Disputas pela exploração dos ervais - concessões de Estados e Municípios
Vendas suspeitas de terras no Contestado, do Estado para especuladores – bendegós
Disputas eleitorais entre os coronéis da região pelos domínios políticos nos municípios
Espírito guerreiro do Caboclo Pardo (Revolução Farroupilha e Revolução Federalista)
Religiosidade: messianismo, misticismo e fanatismo da população cabocla
Ideologia nacionalista – civilismo na República – construção do exército
[editar] Preliminares: o poder dos monges
Para entender-se bem a guerra sertaneja , é preciso voltar um pouco no tempo e resgatar o valor da figura de três monges da região. O primeiro monge que galgou fama foi João Maria, um homem de origem italiana, que peregrinou pregando e atendendo doentes de 1844 a 1870. Fazia questão de viver uma vida extremamente humilde, e sua ética e forma de viver arrebanhou milhares de crentes, reforçando o messianismo coletivo. Sublinhe-se, porém, que não exerceu influência direta nos acontecimentos da Guerra do Contestado que ocorreria posteriormente. João Maria morreu em 1870, em Sorocaba, estado de São Paulo.
O segundo monge adotou o codinome (alcunha) de João Maria,[1] mas seu verdadeiro nome era Atanás Marcaf, provavelmente de origem síria. Aparece publicamente com a Revolução Federalista de 1893, mostrando uma postura firme e uma posição messiânica. Sobre sua situação política, dizia ele "estou do lado dos que sofrem". Chegou, inclusive, a fazer previsões sobre os fatos políticos da sua época. Atuava na região entre os rios Iguaçu e Uruguai. É de destacar a sua influência inquestionável sobre os crentes, a ponto de estes esperarem a sua volta através da ressurreição, após seu desaparecimento em 1908.
As entrelinhas do que estava por vir estavam se amarrando entre si. A espera dos fiéis acaba em 1912, quando apareceu publicamente a figura do terceiro monge. Este era conhecido inicialmente como um curandeiro de ervas, tendo se apresentado com o nome de José Maria de Santo Agostinho, ainda que, de acordo com um laudo da polícia da Vila de Palmas, Estado do Paraná, ele fosse, na verdade, um soldado desertor condenado por estupro, de nome Miguel Lucena de Boaventura.
Como ninguém conhecia ao certo a sua origem, como aparentava uma vida reta e honesta, não lhe foi difícil granjear em pouco tempo a admiração e a confiança do povo. Um dos fatos que lhe granjearam fama foi a presunção de ter ressuscitado uma jovem (provavelmente apenas vítima de catalepsia patológica). Supostamente também recobrou a saúde da esposa do coronel Francisco de Almeida, acometida de uma doença incurável. Com este episódio, o monge ganha ainda mais fama e credibilidade ao rejeitar terras e uma grande quantidade de ouro que o coronel, agradecido, lhe queria oferecer.
A partir daí, José Maria passa a ser considerado santo: um homem que veio à terra apenas para curar e tratar os doentes e necessitados. Metódico e organizado, estava muito longe do perfil dos curandeiros vulgares. Sabia ler e escrever e anotava em seus cadernos as propriedades medicinais das plantas encontradas na região. Com o consentimento do coronel Almeida, montou no rancho de um dos capatazes o que chamou de farmácia do povo, onde fazia o depósito de ervas medicinais que utilizava no atendimento diário, até horas tardias da noite, a quem quer que o visitasse.
Os confrontos se iniciam
Madeira, uma das riquezas exploradas nas margens da ferrovia do ContestadoApós a conclusão das obras do trecho catarinense da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande]], a companhia Brazil Railway Company, que recebeu do governo 15 km de cada lado da ferrovia,[2] iniciou a desapropriação de 6.696 km² de terras (equivalentes a 276.694 alqueires) [2] ocupadas já há muito tempo por posseiros que viviam na região entre o Paraná e Santa Catarina. O governo brasileiro, ao firmar o contrato com a Brazil Railway Company, declarou a área como devoluta, ou seja, como se ninguém ocupasse aquelas terras.[3] "A área total assim obtida deveria ser escolhida e demarcada, sem levar em conta sesmarias nem posses, dentro de uma zona de trinta quilômetros, ou seja, quinze para cada lado"..[4] Isso, e até mesmo a própria outorga da concessão feita à Brazil Railway Company, contrariava a chamada Lei de Terras de 1850.[4] Não obstante, o governo do Paraná reconheceu os direitos da ferrovia; atuou na questão, como advogado da Brazil Railway, Affonso Camargo, então vice-presidente do estado.[5]
Esses camponeses que viram o direito às terras que ocupavam ser usurpado,[5] e os trabalhadores que foram demitidos pela companhia (1910), decidiram então ouvir a voz do monge José Maria, sob o comando do qual organizaram uma comunidade. Resultando infrutíferas quaisquer tentativas de retomada das terras - que foram declaradas "terras devolutas" pelo governo brasileiro no contrato firmado com a ferrovia [3] - cada vez mais passou-se a contestar a legalidade da desapropriação. Uniram-se ao grupo diversos fazendeiros que, por conta da concessão, estavam perdendo terras para o grupo de Farquhar, bem como para os coronéis manda-chuvas da região.
A união destas pessoas em torno de um ideal, levou à organização do grupo armado, com funções distribuídas entre si. O messianismo adquiria corpo. A vida era comunitária, com locais de culto e procissões, denominados redutos. Tudo pertencia a todos. O comércio convencional foi abolido, sendo apenas permitidas trocas. Segundo as pregações do líder, o mundo não duraria mais 1000 anos e o paraíso estava próximo. Ninguém deveria ter medo de morrer porque ressuscitaria após o combate final. É de destacar a importância atribuída às mulheres nesta sociedade. A virgindade era particularmente valorizada.
Bandeira da "Monarquia Celestial". Branca com uma cruz verde, evoca os estandartes das antigas ordens monástico militares como as dos templários, por exemplo.O "santo monge" José Maria rebelou-se, então, contra a recém formada república brasileira e decidiu dar status de governo independente à comunidade que comandava. Para ele, a República era a "lei do diabo". Nomeou "Imperador do Brasil" um fazendeiro analfabeto, nomeou a comunidade de "Quadro Santo" e criou uma guarda de honra constituída por 24 cavaleiros que intitulou de "Doze Pares de França", numa alusão à cavalaria de Carlos Magno na Idade Média.
Os camponeses uniram-se a este, fundando alguns povoados, cada qual com seu santo. Cada povoado seria como uma "Monarquia Celeste", com ordem própria, à semelhança do que Antônio Conselheiro fizera em Canudos.
Convidado a participar da festa do Senhor do Bom Jesus, na localidade de Taquaruçu (município de Curitibanos), o monge vai acompanhado de cerca de 300 fiéis, e lá permanece por várias semanas, atendendo aos doentes e prescrevendo remédios.
Desconfiado com o que acontecia, e com medo de perder o mando da situação local em Curitibanos, o coronel Francisco de Albuquerque, rival do coronel Almeida, enviou um telegrama para a capital do estado pedindo auxílio contra "rebeldes que proclamaram a monarquia em Taquaruçu"'.
[editar] Primeiras mortes
Placa no Museu do Contestado, em Caçador -SC- Brasil.O governo brasileiro, então comandado pelo Marechal Hermes da Fonseca, responsável pela "Política das Salvações", caracterizada por intervenções político-militares que em diversos Estados do país pretendiam eliminar seus adversários políticos, sentiu indícios de insurreição neste movimento e decidiu reprimi-lo, enviando tropas para "acalmar" os ânimos.
Antevendo o que estava por vir, José Maria parte imediatamente para a localidade de Irani com todo o seu carente séquito. A localidade nesta época pertencia a Palmas, cidade que estava na jurisdição do Paraná, e que tinha com Santa Catarina questões jurídicas não resolvidas por conta de divisas territoriais, e acabou vendo nessa grande movimentação uma estratégia de ocupação daquelas terras.
A guerra do Contestado inicia-se neste ponto: em defesa de suas terras, várias tropas do Regimento de Segurança do Paraná são enviadas para o local, a fim de obrigar os invasores a voltar para Santa Catarina. Estamos em outubro de 1912.
Mas as coisas ocorrem bem diferente do planejado. Tem início um confronto sangrento entre tropas do governo e fiéis do Contestado no lugar chamado "Banhado Grande". Ao término da luta, estão sem vida dezenas de pessoas, de ambos os lados. Morreram no confronto o coronel João Gualberto, que comandava as tropas, e também o monge José Maria, mas os partidários do contestado tinham conseguido a sua primeira vitória.
José Maria é enterrado com tábuas pelos seus fiéis, a fim de facilitar a sua ressurreição, já que os caboclos acreditavam que este ressuscitaria acompanhado de um Exército Encantado, vulgarmente chamado de Exército de São Sebastião, que os ajudaria a fortalecer a Monarquia Celeste e a derrubar a República, que cada vez mais acreditava-se ser um instrumento do diabo, dominado pelas figuras dos coronéis.
[editar] Mais confrontos, ataques e contra-ataques
Em 8 de fevereiro de 1914, numa ação conjunta de Santa Catarina, Paraná e governo federal, foi enviado a Taquaruçu um efetivo de 700 soldados, apoiados por peças de artilharia e metralhadoras. Estes logram êxito na empreitada, incendeiam completamente o acampamento dos jagunços, mas sem muitas perdas humanas, já que os caboclos e fiéis da causa do Contestado se refugiaram em Caraguatá, local de difícil acesso e onde já viviam cerca de 20.000 pessoas.
Os fiéis que mudaram para Caraguatá, interior do atual município de Lebon Régis, eram chefiadas por Maria Rosa, uma jovem com 15 anos de idade, considerada pelos historiadores como uma Joana D'Arc do sertão, já que "combatia montada em um cavalo branco com arreios forrados de veludo, vestida de branco, com flores nos cabelos e no fuzil". Após a morte de José Maria, Maria Rosa afirmava receber, espiritualmente, ordens do mesmo, o que a fez assumir a liderança espiritual e militar de todos os revoltosos, então cerca de 6.000 homens.
De março a maio outras expedições foram realizadas, porém todas sem sucesso. Em 9 de março de 1914, embaladas pela vitória de Taquaruçu, que tinham destruído completamente, as tropas cercam e atacam Caraguatá, mas aí o desastre é total. Fogem em pânico perseguidos pelos revoltosos. Esta nova vitória enche os contestadores de ânimo. O fato repercute em todo o interior, trazendo para o reduto ainda mais pessoas com interesses afins, mas também atinge em cheio ao governo e aos órgãos legalmente constituídos.
Como cada vez mais pessoas engajavam-se abertamente ao movimento, piquetes foram formados pelos fiéis para o arrebanhamento de animais da região a fim de suprir as necessidades alimentícias do núcleo de Caraguatá. São então fundados os redutos de Bom Sossego e São Sebastião. Só neste último se aglomeravam cerca de 2.000 pessoas.
Além de colocar em prática técnicas de guerrilha para a defesa dos ataques do governo, os fanáticos passaram ao contra-ataque. Em 2 de setembro, lançaram um documento que intitulou-se "Manifesto Monarquista", deflagrando-se, a partir de então, o que chamavam de a Guerra Santa, caracterizada por saques e invasões de propriedades de coronéis e por um discurso que exigia pobreza e cobrava exploração ao máximo da República.
Invadiam as fazendas dos coronéis tomando para si tudo o que precisavam para suprir as necessidades do reduto. Além disso, amparados nas vitórias que tiveram, atacaram várias cidades, como foi o caso de Curitibanos, onde os alvos eram invariavelmente os cartórios, locais onde se encontravam os registros das terras que antes a eles pertenciam. Não bastasse isso, num outro ataque na localidade de Calmon, destruíram completamente a segunda serraria da Lumber, uma das empresas que vieram de fora para explorar a madeira da faixa de terra de 30 quilômetros (15 quilômetros de cada lado) às margens da ferrovia.
O controle começa a mudar de lado
Placa no local onde, em janeiro de 1914, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador.Com a ordem social cada vez mais caótica na região, o governo central designa o general Carlos Frederico de Mesquita, veterano de Canudos, para comandar uma ação contra os rebeldes. Inicialmente tenta, sem êxito, um acordo para dispensar os revoltosos; a seguir ataca duramente Santo Antônio, obrigando os rebeldes a fugir. O reduto de Caraguatá, que antes vira as tropas do governo fugirem perseguidas por revoltosos, tem agora de ser abandonada às pressas pelos mesmos revoltosos devido a uma grande epidemia de tifo. Considerando, equivocadamente, dispersos os revoltosos, o general Mesquita dá a luta por encerrada.
Mas a calmaria terminaria logo. Os revoltosos rapidamente se reagrupam e se organizam na localidade de Santa Maria, interior norte do município de Lebon Régis, intensificando os ataques: tomam e incendeiam a estação de Calmon; dizimam a vila de São João (Matos Costa), atacam Curitibanos e ameaçam Porto União da Vitória, cuja população abandona a cidade em desespero.
Os boatos chegam até Ponta Grossa e dizem que os revoltosos e seu exército pretendem marchar até o Rio de Janeiro para depor o Presidente. Os rebeldes já dominam, nesta altura dos acontecimentos, cerca de 250 km² da região do Contestado.
O governo federal joga uma outra, e ainda mais dura, cartada: nomeia o general Fernando Setembrino de Carvalho para o comando das operações contra os Contestadores. Este chega a Curitiba em setembro de 1914, chefiando cerca de 7.000 homens, com ordens de sufocar a rebelião e pacificar a região a qualquer custo. Sua primeira providência foi restabelecer as ligações ferroviárias e guarnecer as mesmas de novos ataques.
Nas proximidades da ferrovia, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador, onde hoje existe o município homônimo. Como apoio de operações de guerra, pela primeira vez na história da América Latina foram usados dois aviões para fins de reconhecimento. Em um acidente durante as operações, morreu o Capitão Ricardo Kirk, primeiro aviador militar do Brasil.
Astutamente, Setembrino enviou um manifesto aos revoltosos no qual garantia a devolução de terras para quem se entregasse pacificamente. Garantia também, por outro lado, um tratamento hostil e severo para quem resolvesse continuar em luta contra o governo.
Mudança de estratégia
Marcos históricos da Guerra do Contestado. (Museu do Contestado)Com o passar do tempo, general Fernando Setembrino de Carvalho adotou uma nova postura de guerra, evitando o combate direto, que era o que os revoltosos esperavam e para o que estavam se preparando, optando, pelo contrário, por cercar o reduto dos fanáticos com tropas por todos os lados, evitando que entrassem ou saíssem da região onde estavam. Para isto, o general dividiu seu efetivo em quatro alas com nomes dos quatro pontos cardeais e, gradativamente, foi avançando e destruindo qualquer resistência que encontrasse pelo caminho.
Com esta nova estratégia, rapidamente começou a faltar comida nos acampamentos dos revoltosos. Isto teve como consequência imediata a rendição de dezenas de caboclos. Contudo, a maioria dos que se entregavam eram velhos, mulheres e crianças - talvez uma contra-estratégia dos fiéis para que sobrasse mais comida aos combatentes que ficaram para trás e que ainda defenderiam a causa.
Neste ponto da guerra do Contestado, começa a se destacar a figura de Deodato Manuel Ramos, vulgo "Adeodato", considerado pelos historiadores como o último líder dos Contestadores. Adeodato transfere o núcleo dos revoltosos para o vale de Santa Maria, que contava ainda com cerca de 50.000 homens. Só que aí, à medida que ia faltando o alimento, Adeodato passa a revelar-se cada vez mais autoritário, não aceitando a rendição. Aos que se entregavam, aplicava sem dó a Pena de morte.
Cerco fechado, sem pressa e deixando os revoltosos nervosos lutarem contra si mesmos, em 8 de Fevereiro de 1915 a ala Sul, comandada pelo tenente-coronel Estillac, chega a Santa Maria. De um lado as forças do governo, bem armadas, bem alimentadas, de outro, rebeldes também armados, é verdade, mas famintos e sem ânimo para resistir muito tempo. A luta inicial é intensa e, à noite, o tenente-coronel ordena a retirada, afinal, já contabilizara só no seu lado 30 mortos e 40 feridos. Novos ataques e recuos ocorreram nos dias seguintes.
Em 28 de março de 1915,o capitão Tertuliano Potyguara parte da vila de Reinchardt com 1.085 homens em direção a Santa Maria, perdendo só em emboscadas durante o trajeto, 24 homens. Depois de vários confrontos, num deles Maria Rosa, a líder espiritual dos rebeldes, morre às margens do rio Caçador. Em 3 de abril, as tropas de Estillac e Potyguara avançam juntas e ordenadas para o assalto final a Santa Maria, onde restavam apenas alguns combatentes já quase mortos pela fome.
Em 5 de Abril, depois do grande assalto a Santa Maria, o general Estillac registra que "tudo foi destruído, subindo o número de habitações destruídas a 5.000 (…) as mulheres que se bateram como homens foram mortas em combate (…) o número de jagunços mortos eleva-se a 600. Os redutos de Caçador e de Santa Maria estão extintos. Não posso garantir que todos os bandidos que infestam o Contestado tenham desaparecido, mas a missão confiada ao exercito está cumprida". Os rebeldes sobreviventes se dispersaram em muitas cidades.
Em dezembro de 1915 o último dos redutos dos revoltosos foi devastado pelas tropas de Setembrino. Adeodato fugiu, vagando com tropas no seu encalço. Conseguiu, no entanto, escapar de seus perseguidores e, como foragido, ficou ainda 8 meses escondendo-se pelas matas da região. Mas a fome e o cansaço, além de uma perseguição sem trégua, fizeram com que Adeodato se rendesse. Encerrava-se então, em agosto de 1916, com a prisão de Adeodato, a Guerra do Contestado.
Adeodato foi capturado e condenado a 30 anos de prisão. Entretanto, em 1923, 7 anos após ter sido preso, Adeodato é morto pelo próprio diretor da cadeia numa tentativa de fuga.
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
CARIOCÃO - 6ª.JORNADA
.
O VASCO FINALMENTE VENCEU
E DEIXOU A LANTERNA.
NO CLÁSSICO FLU-FOGÃO,
DEU BOTAFOGO DE VIRADA
Resende 1-2 Nova Iguaçu
Vasco 3-0 Americano FC
Boavista-RJ 2-3 Flamengo
Volta Redonda 2-0 America-RJ
Bangu 2-2 Cabofriense
Macaé 2-2 Madureira
Duque de Caxias 4-2 Olaria
Fluminense 2-3 Botafogo
VASCO,3 AMERICANO,0

Na estreia de RICARDO GOMES, Vasco vence a 1ª e deixa lanterna de grupo
Enfim o Vasco conquistou sua primeira vitória na Taça Guanabara, primeiro fase do Campeonato Carioca. Depois de quatro derrotas e um empate, o time cruzmaltino venceu o Americano pelo placar de 3 a 0, neste domingo, em São Januário. Com isso, a equipe comandada pelo técnico Ricardo Gomes, que estreou como treinador vascaíno nesta rodada, deixa a lanterna do Grupo A da competição estadual.
O Vasco alcança os quatro pontos, contra apenas um do Americano, que agora assume a última colocação da Taça Guanabara. O Flamengo lidera o grupo com seis vitórias em seis jogos, em um total de 18 pontos conquistados.
Apesar de ter repetido os erros de outras partidas, principalmente nas finalizações, o Vasco soube construir a vitória aproveitando-se dos erros da equipe adversária e da boa atuação do meia Jeferson. O técnico Ricardo Gomes fez questão de comemorar os gols com os jogadores e ainda promoveu a volta do meia Felipe que tinha sido afastado pela diretoria.
Vasco 3 x 0 Americano
Golos
Vasco:
Marcel aos 35min do primeiro tempo, Dedé, aos 9min do segundo tempo, e Jeferson aos 34min do segundo tempo
Vasco: Fernando Prass; Fágner, Dedé, Anderson Martins (Fernando) e Ramon; Eduardo Costa, Rômulo, Jeferson (Enrico) e Caique (Felipe); Éder Luís e Marcel; Técnico: Ricardo Gomes
Americano: Jefferson; Élson, Júnior Capixaba, Carlao e Catatau; Renan, Índio(Guaçuí), Wellington Jacaré(Felipe) e Flávio Medina(William); Diego e Gustavinho; Técnico: Toninho Andrade
O VASCO FINALMENTE VENCEU
E DEIXOU A LANTERNA.
NO CLÁSSICO FLU-FOGÃO,
DEU BOTAFOGO DE VIRADA
Resende 1-2 Nova Iguaçu
Vasco 3-0 Americano FC
Boavista-RJ 2-3 Flamengo
Volta Redonda 2-0 America-RJ
Bangu 2-2 Cabofriense
Macaé 2-2 Madureira
Duque de Caxias 4-2 Olaria
Fluminense 2-3 Botafogo
VASCO,3 AMERICANO,0

Na estreia de RICARDO GOMES, Vasco vence a 1ª e deixa lanterna de grupo
Enfim o Vasco conquistou sua primeira vitória na Taça Guanabara, primeiro fase do Campeonato Carioca. Depois de quatro derrotas e um empate, o time cruzmaltino venceu o Americano pelo placar de 3 a 0, neste domingo, em São Januário. Com isso, a equipe comandada pelo técnico Ricardo Gomes, que estreou como treinador vascaíno nesta rodada, deixa a lanterna do Grupo A da competição estadual.
O Vasco alcança os quatro pontos, contra apenas um do Americano, que agora assume a última colocação da Taça Guanabara. O Flamengo lidera o grupo com seis vitórias em seis jogos, em um total de 18 pontos conquistados.
Apesar de ter repetido os erros de outras partidas, principalmente nas finalizações, o Vasco soube construir a vitória aproveitando-se dos erros da equipe adversária e da boa atuação do meia Jeferson. O técnico Ricardo Gomes fez questão de comemorar os gols com os jogadores e ainda promoveu a volta do meia Felipe que tinha sido afastado pela diretoria.
Vasco 3 x 0 Americano
Golos
Vasco:
Marcel aos 35min do primeiro tempo, Dedé, aos 9min do segundo tempo, e Jeferson aos 34min do segundo tempo
Vasco: Fernando Prass; Fágner, Dedé, Anderson Martins (Fernando) e Ramon; Eduardo Costa, Rômulo, Jeferson (Enrico) e Caique (Felipe); Éder Luís e Marcel; Técnico: Ricardo Gomes
Americano: Jefferson; Élson, Júnior Capixaba, Carlao e Catatau; Renan, Índio(Guaçuí), Wellington Jacaré(Felipe) e Flávio Medina(William); Diego e Gustavinho; Técnico: Toninho Andrade
filmes da história do cinema brasilero - CAPITÃES DA AREIA
...
CONTINUAMOS A FALAR DO CINEMA
BRASILEIRO E DOS FILMES QUE
TEM IMPORTÂNCIA HISTÓRICA
Pode parecer estranho que este filme de que hoje aqui se fala ,seja afinal um filme recente e ainda não testado do ponto de vista da História do cinema.
Mas arrisco a falar dele ,pois ,parece-me destinado a integrar uma lista de bons filmes da cinematografia do Brasil.

SINOPSE
Na capital baiana Salvador, nos anos de 1930, menores abandonados que vivem nas ruas enfrentam toda sorte de dificuldades. Conhecidos como “capitães da areia“, são liderados pelo jovem Pedro Bala, praticando crimes como roubo e estupro. Adaptação para cinema do romance escrito por Jorge Amado.
FICHA TÉCNICA
Direção: Cecília Amado
Roteiro: Hilton Lacerda e Cecília Amado (Baseado na obra homónima de Jorge Amado)
Produtor: Pimenta Jr., Bill Fogtman e Camila Medina
Ano: 2009
Gênero: Drama
Duração: 100’
ELENCO
Jean Luis Souza de Amorim (Pedro Bala)
Ana Graciela Conceição da Silva (Dora)
Romário Santos de Assis (Professor)
Israel Vinícius Gouvêa de Souza (Sem Pernas)
Elielson Santos da Conceição (João Grande)
Paulo Raimundo Abade Silva (Gato)
Jamaclei Conceição Pinho (Barandão)
Elcian Gabriel Conceição da Silva (Almiro)
Evaldo Maurício Silva (Pirulito)
Heder Jesus dos Santos (Volta Seca)
Jordan Mateus Pereira dos Santos (Boa Vida)
Edelvan de Jesus Santos (Ezequiel)
QUEM É A REALIZADORA CECILIA AMADO?

Cecília Amado
Carioca, nascida em 1976, começou a trabalhar no cinema em 1995, como assistente de continuidade no longa-metragem Tieta do Agreste (1996), de Carlos Diegues, e ainda nessa função fez O que é isso, companheiro? (1997), de Bruno Barreto, e Guerra de Canudos (1997), de Sérgio Rezende. Sua primeira experiência na direção foi como 2° assistente em Mauá – O Imperador e o Rei (1999), de Sérgio Rezende, com quem também estreou como 1° assistente em Onde anda você (2004). Na televisão trabalhou como continuísta em Dona Flor (1997) e Labirinto (1998) e como assistente de direção em Cidade dos homens (2004 e 2005), A cor do pecado (2003/04) e Mulheres apaixonadas (2002/03), dentre outros. No cinema, fez ainda como 1° assistente Jogo subterrâneo (2005), de Roberto Gervitz, Perigosa obsessão (2004), de Raul Peilas, e Batismo de sangue (2006), de Helvécio Ratton. Em 2008, iniciou a preparação de seu primeiro longa-metragem, Capitães de areia, baseado no romance homônimo de Jorge Amado.
CONTINUAMOS A FALAR DO CINEMA
BRASILEIRO E DOS FILMES QUE
TEM IMPORTÂNCIA HISTÓRICA
Pode parecer estranho que este filme de que hoje aqui se fala ,seja afinal um filme recente e ainda não testado do ponto de vista da História do cinema.
Mas arrisco a falar dele ,pois ,parece-me destinado a integrar uma lista de bons filmes da cinematografia do Brasil.

SINOPSE
Na capital baiana Salvador, nos anos de 1930, menores abandonados que vivem nas ruas enfrentam toda sorte de dificuldades. Conhecidos como “capitães da areia“, são liderados pelo jovem Pedro Bala, praticando crimes como roubo e estupro. Adaptação para cinema do romance escrito por Jorge Amado.
FICHA TÉCNICA
Direção: Cecília Amado
Roteiro: Hilton Lacerda e Cecília Amado (Baseado na obra homónima de Jorge Amado)
Produtor: Pimenta Jr., Bill Fogtman e Camila Medina
Ano: 2009
Gênero: Drama
Duração: 100’
ELENCO
Jean Luis Souza de Amorim (Pedro Bala)
Ana Graciela Conceição da Silva (Dora)
Romário Santos de Assis (Professor)
Israel Vinícius Gouvêa de Souza (Sem Pernas)
Elielson Santos da Conceição (João Grande)
Paulo Raimundo Abade Silva (Gato)
Jamaclei Conceição Pinho (Barandão)
Elcian Gabriel Conceição da Silva (Almiro)
Evaldo Maurício Silva (Pirulito)
Heder Jesus dos Santos (Volta Seca)
Jordan Mateus Pereira dos Santos (Boa Vida)
Edelvan de Jesus Santos (Ezequiel)
QUEM É A REALIZADORA CECILIA AMADO?

Cecília Amado
Carioca, nascida em 1976, começou a trabalhar no cinema em 1995, como assistente de continuidade no longa-metragem Tieta do Agreste (1996), de Carlos Diegues, e ainda nessa função fez O que é isso, companheiro? (1997), de Bruno Barreto, e Guerra de Canudos (1997), de Sérgio Rezende. Sua primeira experiência na direção foi como 2° assistente em Mauá – O Imperador e o Rei (1999), de Sérgio Rezende, com quem também estreou como 1° assistente em Onde anda você (2004). Na televisão trabalhou como continuísta em Dona Flor (1997) e Labirinto (1998) e como assistente de direção em Cidade dos homens (2004 e 2005), A cor do pecado (2003/04) e Mulheres apaixonadas (2002/03), dentre outros. No cinema, fez ainda como 1° assistente Jogo subterrâneo (2005), de Roberto Gervitz, Perigosa obsessão (2004), de Raul Peilas, e Batismo de sangue (2006), de Helvécio Ratton. Em 2008, iniciou a preparação de seu primeiro longa-metragem, Capitães de areia, baseado no romance homônimo de Jorge Amado.
liga portuguesa
.
BENFICA E PORTO VENCEM OS
SEUS JOGOS ,MANTENDO OS
DRAGÕES AVANÇO SUIBSTAN-
CIAL
O SPORTING EMPATA EM DIA
DE DESPEDIDA DE LIEDSON,
QUE MARCA 2 GOLOS.

FC Porto 1-0 Rio Ave
V. Guimarães 0-0 Nacional
Marítimo 1-2 Sp. Braga
Portimonense 0-1 P. Ferreira
Sporting 3-3 Naval
Académica 3-3 Beira-Mar
U. Leiria 0-2 Olhanense
V. Setúbal 0-2 Benfica
O Sporting empatou em Alvalade 3-3 com o Naval na despedida de LIEDSON do clube, transferido para o Corinthians.

Na sua despedida o Levezinho marcou 2 golos que dedicou à torcida do Sporting
Naval empata em Alvalade (3-3) na despedida sentida de Liedson
O Sporting empatou com a Naval (3-3), numa noite que devia ser de festa mas que acabou com nervos e assobios. O encontro marcou o adeus sentido de Liedson ao Sporting, o luso-brasileiro que está de partida para o Corinthians, foi titular e acabou mesmo por dar o empate nos minutos finais. Apesar do empate sofrido, no final do encontro, Alvalade pôs-se de pé para aplaudir aquele que, para muitos, foi o melhor avançado dos “leões” nos últimos anos.
No fim da partida os jogadores do Sporting cercaram Liedson no centro do relvado. O levezinho beijou o leão da camisola e, emocionado, despediu-se com abraços de todos os companheiros. Uma enorme salva de palmas, dividida por adeptos e jogadores.
Visivelmente emocionado, Liedson falou aos adeptos e desfez-se em lágrimas. Nas bancadas, também houve grande emoção num momento muito bonito em Alvalade. O amor à camisola e o amor dos adeptos a um jogador fazem história no futebol português.
Jogo no Estádio José Alvalade, em Lisboa.
Sporting – Naval 1.º Maio, 3-3.
Ao intervalo: 1-2.
Marcadores:
1-0, Liedson, 33 minutos.
1-1, Edvaldo, 43 (g.p.).
1-2, Michel Simplício, 45+1.
2-2, Hélder Postiga, 60 (g.p.).
2-3, Godemèche, 67.
3-3, Liedson, 90.
Equipas:
Sporting: Rui Patrício, Abel (Cristiano, 86), Daniel Carriço, Polga, Evaldo, Pedro Mendes, Zapater (Diogo Salomão, 28), André Santos (Matías Fernandez, 75), Vukcevic, Hélder Postiga e Liedson.
(Suplentes: Hildebrand, Torsiglieri, Saleiro, Matias Fernandez, Grimi, Diogo Salomão e Cristiano).
Naval 1.º Maio: Salin, Carlitos, Gomis, João Real, Camora, Manuel Curto, Marinho (João Pedro, 64), Edvaldo (Giuliano, 64), Godemèche, Michel Simplício e Fábio Júnior (Previtali, 83).
(Suplentes: Bruno Jorge, Daniel Cruz, Previtali, João Pedro, Giuliano, Hugo Machado e Rogério).
classificação
1 FC Porto 53
2 Benfica 42
3 Sporting 32
4 V. Guimarães 29
5 Sp. Braga 27
6 Nacional 26
7 Olhanense 25
8 U. Leiria 25
9 Beira-Mar 24
10 P. Ferreira 23
11 Académica 20
12 Marítimo 19
13 V. Setúbal 17
14 Rio Ave 14
15 Portimonense 10
16 Naval 10
BENFICA E PORTO VENCEM OS
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CIAL
O SPORTING EMPATA EM DIA
DE DESPEDIDA DE LIEDSON,
QUE MARCA 2 GOLOS.

FC Porto 1-0 Rio Ave
V. Guimarães 0-0 Nacional
Marítimo 1-2 Sp. Braga
Portimonense 0-1 P. Ferreira
Sporting 3-3 Naval
Académica 3-3 Beira-Mar
U. Leiria 0-2 Olhanense
V. Setúbal 0-2 Benfica
O Sporting empatou em Alvalade 3-3 com o Naval na despedida de LIEDSON do clube, transferido para o Corinthians.

Na sua despedida o Levezinho marcou 2 golos que dedicou à torcida do Sporting
Naval empata em Alvalade (3-3) na despedida sentida de Liedson
O Sporting empatou com a Naval (3-3), numa noite que devia ser de festa mas que acabou com nervos e assobios. O encontro marcou o adeus sentido de Liedson ao Sporting, o luso-brasileiro que está de partida para o Corinthians, foi titular e acabou mesmo por dar o empate nos minutos finais. Apesar do empate sofrido, no final do encontro, Alvalade pôs-se de pé para aplaudir aquele que, para muitos, foi o melhor avançado dos “leões” nos últimos anos.
No fim da partida os jogadores do Sporting cercaram Liedson no centro do relvado. O levezinho beijou o leão da camisola e, emocionado, despediu-se com abraços de todos os companheiros. Uma enorme salva de palmas, dividida por adeptos e jogadores.
Visivelmente emocionado, Liedson falou aos adeptos e desfez-se em lágrimas. Nas bancadas, também houve grande emoção num momento muito bonito em Alvalade. O amor à camisola e o amor dos adeptos a um jogador fazem história no futebol português.
Jogo no Estádio José Alvalade, em Lisboa.
Sporting – Naval 1.º Maio, 3-3.
Ao intervalo: 1-2.
Marcadores:
1-0, Liedson, 33 minutos.
1-1, Edvaldo, 43 (g.p.).
1-2, Michel Simplício, 45+1.
2-2, Hélder Postiga, 60 (g.p.).
2-3, Godemèche, 67.
3-3, Liedson, 90.
Equipas:
Sporting: Rui Patrício, Abel (Cristiano, 86), Daniel Carriço, Polga, Evaldo, Pedro Mendes, Zapater (Diogo Salomão, 28), André Santos (Matías Fernandez, 75), Vukcevic, Hélder Postiga e Liedson.
(Suplentes: Hildebrand, Torsiglieri, Saleiro, Matias Fernandez, Grimi, Diogo Salomão e Cristiano).
Naval 1.º Maio: Salin, Carlitos, Gomis, João Real, Camora, Manuel Curto, Marinho (João Pedro, 64), Edvaldo (Giuliano, 64), Godemèche, Michel Simplício e Fábio Júnior (Previtali, 83).
(Suplentes: Bruno Jorge, Daniel Cruz, Previtali, João Pedro, Giuliano, Hugo Machado e Rogério).
classificação
1 FC Porto 53
2 Benfica 42
3 Sporting 32
4 V. Guimarães 29
5 Sp. Braga 27
6 Nacional 26
7 Olhanense 25
8 U. Leiria 25
9 Beira-Mar 24
10 P. Ferreira 23
11 Académica 20
12 Marítimo 19
13 V. Setúbal 17
14 Rio Ave 14
15 Portimonense 10
16 Naval 10
domingo, fevereiro 06, 2011
PAULISTÃO -6..RODADA
.
O PALMEIRAS PERDEU PARA
O CORINTHIANS 0-1 MAS
MANTÉM A LIDERNÇA.
Palmeiras 0 x 1 Corinthians
Gol
Corinthians: Alessandro, aos 37min do 2º tempo
Palmeiras
Marcos; Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Rivaldo (Max Santos); Márcio Araújo e Marcos Assunção; Tinga (Adriano), Kleber e Luan; Dinei (Patrik). Técnico: Luiz Felipe Scolari
Corinthians
Júlio César; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos (Marcelo Oliveira); Ralf e Jucilei; Danilo, Ramírez (Morais) e Jorge Henrique; Edno (Willian). Técnico: Tite

Santo André 1-1 Santos
Noroeste 4-1 Mogi Mirim
Americana 1-1 Oeste
Palmeiras 0-1 Corinthians
Ituano 2-0 São Bernardo
Grêmio Prudente 09/02 Portuguesa h2h
Ponte Preta 09/02 Linense h2h
Botafogo-SP 2-1 São Paulo
Bragantino 1-2 Mirassol
São Caetano 2-1 Paulista
CLASSIFICAÇÃO
1 Palmeiras 16
2 Santos 15
3 Americana 13
4 Mirassol 13
5 São Paulo 12
6 Oeste 10
7 Portuguesa 9
8 Corinthians 9
9 Bragantino 9
10 Ponte Preta 8
11 Ituano 8
12 Paulista 8
13 São Caetano 8
14 Noroeste 8
15 Mogi Mirim 7
16 Botafogo-SP 7
17 Santo André 6
18 Linense 5
19 São Bernardo 5
20 Grêmio Prudente 1
O PALMEIRAS PERDEU PARA
O CORINTHIANS 0-1 MAS
MANTÉM A LIDERNÇA.
Palmeiras 0 x 1 Corinthians
Gol
Corinthians: Alessandro, aos 37min do 2º tempo
Palmeiras
Marcos; Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Rivaldo (Max Santos); Márcio Araújo e Marcos Assunção; Tinga (Adriano), Kleber e Luan; Dinei (Patrik). Técnico: Luiz Felipe Scolari
Corinthians
Júlio César; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos (Marcelo Oliveira); Ralf e Jucilei; Danilo, Ramírez (Morais) e Jorge Henrique; Edno (Willian). Técnico: Tite

Santo André 1-1 Santos
Noroeste 4-1 Mogi Mirim
Americana 1-1 Oeste
Palmeiras 0-1 Corinthians
Ituano 2-0 São Bernardo
Grêmio Prudente 09/02 Portuguesa h2h
Ponte Preta 09/02 Linense h2h
Botafogo-SP 2-1 São Paulo
Bragantino 1-2 Mirassol
São Caetano 2-1 Paulista
CLASSIFICAÇÃO
1 Palmeiras 16
2 Santos 15
3 Americana 13
4 Mirassol 13
5 São Paulo 12
6 Oeste 10
7 Portuguesa 9
8 Corinthians 9
9 Bragantino 9
10 Ponte Preta 8
11 Ituano 8
12 Paulista 8
13 São Caetano 8
14 Noroeste 8
15 Mogi Mirim 7
16 Botafogo-SP 7
17 Santo André 6
18 Linense 5
19 São Bernardo 5
20 Grêmio Prudente 1
preliminares
.
Estaba una pareja de cubanos, muy acaramelados, cuando de repente, le dice
el, a ella:
-Oye chica, dejame tocarte el wiwichu!"
-Estas loco, mi negro, como crees?
-Andale chica dejame tocarte el wiwichu!
-No, nunca lo permitiria!
-Andale, dejame tocarte el wiwichu...
-Bueno, mi negro, solo porque te quiero mucho...
A lo que el negro le canta: wi wichu a merry crismas,
wi wichu a merry crismas,
wi wichu a merry crismas,
and a japy niu yir.
Estaba una pareja de cubanos, muy acaramelados, cuando de repente, le dice
el, a ella:
-Oye chica, dejame tocarte el wiwichu!"
-Estas loco, mi negro, como crees?
-Andale chica dejame tocarte el wiwichu!
-No, nunca lo permitiria!
-Andale, dejame tocarte el wiwichu...
-Bueno, mi negro, solo porque te quiero mucho...
A lo que el negro le canta: wi wichu a merry crismas,
wi wichu a merry crismas,
wi wichu a merry crismas,
and a japy niu yir.
sábado, fevereiro 05, 2011
gostos populares dos brasileiros - A CÓCADA PRETA
.
A Cócada preta é um doce que se pode comprar na rua no Brasil , à semelhança da castanha assaqda em Potugal.
Pessoalmwente provei pela primeira vez, comprando à saída do elevador do Lacerda, em Salvador da Bahia.
É delicioso....

modo de confeccionar
1 1/2 kg de coco ralado(s)
- 1 1/2 kg de açúcar União (pode ser outro também)
- 1 litro(s) de água
- 4 unidade(s) de cravo-da-índia
- 2 unidade(s) de canela em pau
Coloque o açúcar em uma panela e leve ao fogo mexendo sempre até queimar levemente. Acrescente água e deixe formar uma calda grossa. Adicione os demais ingredientes mexendo sempre, até dar o ponto.
A Cócada preta é um doce que se pode comprar na rua no Brasil , à semelhança da castanha assaqda em Potugal.
Pessoalmwente provei pela primeira vez, comprando à saída do elevador do Lacerda, em Salvador da Bahia.
É delicioso....

modo de confeccionar
1 1/2 kg de coco ralado(s)
- 1 1/2 kg de açúcar União (pode ser outro também)
- 1 litro(s) de água
- 4 unidade(s) de cravo-da-índia
- 2 unidade(s) de canela em pau
Coloque o açúcar em uma panela e leve ao fogo mexendo sempre até queimar levemente. Acrescente água e deixe formar uma calda grossa. Adicione os demais ingredientes mexendo sempre, até dar o ponto.
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
PAULISTÃO - 5ª..RODADA
.
O PALMEIRAS SALTA PARA
A LIDERANÇA APÓS EMPATE
DO SANTOS
Paulista 0-0 Noroeste
Oeste 1-0 Botafogo-SP
Ponte Preta 2-2 Santos
Portuguesa 02/02 Americana h2h
Mogi Mirim 1-1 Santo André
Mirassol 0-1 Palmeiras
São Paulo 3-2 Linense
Bragantino 3-0 São Bernardo
São Caetano 1-0 Grêmio Prudente
Corinthians 15/02 Ituano
MIRASSOL, 0 PAKLMEIRAS,1

Foi a noite perfeita para o torcedor palmeirense. Em um mesmo dia, o Corinthians foi eliminado da pré-Libertadores (perdeu por 2 a 0 para o Tolima-COL), o Santos tropeçou e só empatou com a Ponte Preta (2 a 2) e o Alviverde fez a sua parte. De vice-líder do torneio, o time de Luiz Felipe Scolari passou a ser o ponteiro do Campeonato Paulista. O 1 a 0 sobre o Mirassol, marcado por Patrik no segundo tempo, deixou o time paulistano com 16 pontos - dois a mais que os santistas - no topo da tabela do estadual.
De quebra, o Alviverde chega embalado para o clássico deste domingo, contra o Corinthians, no Pacaembu. Com o Timão eliminado do torneio continental, a pressão, que há dois anos perseguia o time palestrino, se volta toda para o lado do Parque São Jorge.
MIRASSOL 0X1 PALMEIRAS............................MIRASSOL - Fernando Leal; Samuel, Gustavo Bastos, Dézinho e Diego (Renato Peixe); Magal, Jairo, Esley e Xuxa (Reinaldo Alagoano); Marcelinho e Wellington Amorim (Serginho). PALMEIRAS - Deola, Cicinho (Vitor), Maurício Ramos, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araujo, João Vitor e Tinga; Dinei, Adriano Michael Jackson (Patrik) e Luan (Max Santos).
Técnico: Ivan Baitello. Técnico: Luiz Felipe Scolari
CLASSIFICAÇÃO
1 Palmeiras 16
2 Santos 14
3 Americana 12
4 São Paulo 12
5 Mirassol 10
6 Oeste 9
7 Bragantino 9
8 Ponte Preta 8
9 Paulista 8
10 Mogi Mirim 7
11 Portuguesa 6
12 Corinthians 6
13 Ituano 5
14 São Caetano 5
15 Linense 5
16 São Bernardo 5
17 Santo André 5
18 Noroeste 5
19 Botafogo-SP 4
20 Grêmio Prudente 1
O PALMEIRAS SALTA PARA
A LIDERANÇA APÓS EMPATE
DO SANTOS
Paulista 0-0 Noroeste
Oeste 1-0 Botafogo-SP
Ponte Preta 2-2 Santos
Portuguesa 02/02 Americana h2h
Mogi Mirim 1-1 Santo André
Mirassol 0-1 Palmeiras
São Paulo 3-2 Linense
Bragantino 3-0 São Bernardo
São Caetano 1-0 Grêmio Prudente
Corinthians 15/02 Ituano
MIRASSOL, 0 PAKLMEIRAS,1

Foi a noite perfeita para o torcedor palmeirense. Em um mesmo dia, o Corinthians foi eliminado da pré-Libertadores (perdeu por 2 a 0 para o Tolima-COL), o Santos tropeçou e só empatou com a Ponte Preta (2 a 2) e o Alviverde fez a sua parte. De vice-líder do torneio, o time de Luiz Felipe Scolari passou a ser o ponteiro do Campeonato Paulista. O 1 a 0 sobre o Mirassol, marcado por Patrik no segundo tempo, deixou o time paulistano com 16 pontos - dois a mais que os santistas - no topo da tabela do estadual.
De quebra, o Alviverde chega embalado para o clássico deste domingo, contra o Corinthians, no Pacaembu. Com o Timão eliminado do torneio continental, a pressão, que há dois anos perseguia o time palestrino, se volta toda para o lado do Parque São Jorge.
MIRASSOL 0X1 PALMEIRAS............................MIRASSOL - Fernando Leal; Samuel, Gustavo Bastos, Dézinho e Diego (Renato Peixe); Magal, Jairo, Esley e Xuxa (Reinaldo Alagoano); Marcelinho e Wellington Amorim (Serginho). PALMEIRAS - Deola, Cicinho (Vitor), Maurício Ramos, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araujo, João Vitor e Tinga; Dinei, Adriano Michael Jackson (Patrik) e Luan (Max Santos).
Técnico: Ivan Baitello. Técnico: Luiz Felipe Scolari
CLASSIFICAÇÃO
1 Palmeiras 16
2 Santos 14
3 Americana 12
4 São Paulo 12
5 Mirassol 10
6 Oeste 9
7 Bragantino 9
8 Ponte Preta 8
9 Paulista 8
10 Mogi Mirim 7
11 Portuguesa 6
12 Corinthians 6
13 Ituano 5
14 São Caetano 5
15 Linense 5
16 São Bernardo 5
17 Santo André 5
18 Noroeste 5
19 Botafogo-SP 4
20 Grêmio Prudente 1
gostos populares dos portugueses - CASTANHAS ASSADAS
.

Em Portugal e no Brasil ,existem gostos populares os mais simples ,mas ,mais arreigados.
Em Portugal as castanhas assadas são um uma tradição que no Outono e Inverno os portugueses muito gostam.

Vendem-se na rua em pacotinhos comprados aos vendedores ambulantes por toda a cidade de Lisboa e Porto.

Em Portugal e no Brasil ,existem gostos populares os mais simples ,mas ,mais arreigados.
Em Portugal as castanhas assadas são um uma tradição que no Outono e Inverno os portugueses muito gostam.

Vendem-se na rua em pacotinhos comprados aos vendedores ambulantes por toda a cidade de Lisboa e Porto.
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