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sexta-feira, fevereiro 18, 2011

cantores brasileiros - ANGENOR DE OLIVEIRA (CARTOLA)

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Cartola

Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980) foi um cantor, compositor e violonista brasileiro.

Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro de Laranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda moleque e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e violão. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.



Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça - seis anos mais velho - e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boemia, da malandragem e do samba.

Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos - tendo terminado apenas o primário. Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido "Cartola".

Junto com um grupo amigos sambistas do morro, Cartola criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira. Ele compôs também o primeiro samba para a escola de samba, "Chega de Demanda". Os sambas de Cartola se popularizaram na década de 1930, em vozes ilustres como Araci de Almeida, Carmen Miranda, Francisco Alves, Mário Reis e Silvio Caldas.

Mas no início da década seguinte, Cartola desapareceu do cenário musical carioca e chegou a ser dado como morto. Pouco se sabe sobre aquele período, além do sambista ter brigado com amigos da Mangueira, contraído uma grave doença - especula-se que seja meningite - ter ficado abatido com a morte de Deolinda, a mulher com quem vivia.

Cartola só foi reencontrado em 1956 pelo jornalista Sérgio Porto (mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta), trabalhando como lavador de carros em Ipanema. Graças a Porto, Cartola voltou a cantar, levando-o a programas de rádio e fazendo-o compor novos sambas para serem gravados. A partir daí, o compositor é redescoberto por uma nova safra de intérpretes.

Em 1964, o sambista e sua nova esposa, Dona Zica, abriram um restaurante na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia encontros de samba e boa comida, reunindo a juventude da zona sul carioca e os sambistas do morro. O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego público e compondo seus sambas.

Em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo, e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como "As Rosas Não Falam", "O Mundo é um Moinho", "Acontece", "O Sol Nascerá" (com Elton Medeiros), "Quem Me Vê Sorrindo" (com Carlos Cachaça), "Cordas de Aço", "Alvorada" e "Alegria". No final da década de 1970, mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte, em 1980.

Três dias antes de morrer, recebeu de Carlos Drummond de Andrade sua última homenagem em vida. O poeta lhe dedicou uma comovente crônica, publicada pelo Jornal do Brasil.

Cartola morreria de câncer em 30 de novembro de 1980, aos 72 anos de idade. O corpo foi velado na quadra da Estação Primeira de Mangueira, onde por lá passaram as mais diversas presenças do mundo da música; Clara Nunes, Alcione, Emilio Santiago, Chico Buarque, João Nogueira, Dona Ivone Lara, Nelson Sargento, Jamelão, Roberto Ribeiro, Clementina de Jesus, Martinho da Vila, Gal Costa, Simone, Elizeth Cardoso, Paulo Cesar Pinheiro, Beth Carvalho, Paulinho da Viola, Gonzaguinha, entre muitos outros. Seu corpo foi sepultado no Cemitério do Caju. Dona Zica viu o corpo do seu grande amor pela última vez, abraçada com Clara Nunes, que era amiga e uma das "queridinhas" do poeta. Atendendo a seu pedido, no dia 1º de dezembro, data de seu funeral, Waldemiro, ritmista da Mangueira, que havia aprendido com ele a encourar seu instrumento, marcou o ritmo para o coro de "As Rosas Não Falam", cantada por uma pequena multidão de sambistas, amigos, políticos e intelectuais, presentes em sua despedida. Em seu caixão a bandeira do time do seu coração, o Fluminense.

Em 2007, foi lançado o filme "Cartola - Música para os Olhos", com direção de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda.

Em 2008, esquecido no ano de seu centenário pela Estação Primeira de Mangueira que ajudou a fundar, foi, no entanto homenageado pela Paraíso do Tuiuti com o enredo "Cartola, teu cenário é uma beleza" que ajudou a escola de São Cristóvão a subir para o grupo de Acesso A. Dentro das comemorações pelo seu centenário, foi lançado pelo selo Biscoito Fino "Viva Cartola - 100 anos", que incluiu gravações lançadas em outros discos e que continha uma única faixa inédita, "Basta de Clamares Inocência" - gravada por Martinália. "Pranto de Poeta" – BMG [7]

Obras Discografia Oficiais1974 - "Cartola"
1976 - "Cartola"
1977 - "Verde Que Te Quero Rosa"
1978 - "Cartola 70 Anos"
1982 - "Cartola - Ao Vivo"
1982 - "Cartola - Documento Inédito"
Canções Clássicas[10]"Que Infeliz Sorte!" (1931, canção lançada por Francisco Alves)
"Divina Dama" - álbum "História da música popular brasileira" (RCA, 1970)
"Quem Me Vê Sorrindo" com Carlos Cachaça - álbum "Cartola"
"O Sol Nascerá" com Elton Medeiros - álbum "Cartola"
"Alvorada" com Carlos Cachaça e Herminio Bello de Carvalho- álbum "Cartola"
"Tive Sim" - álbum "Cartola"
"O Mundo É Um Moinho" - álbum "Cartola"
"Peito Vazio" com Elton Medeiros - álbum "Cartola"
"As Rosas Não Falam" - álbum "Cartola"
"Cordas de Aço" - álbum "Cartola"
"Autonomia" - álbum "Verde Que Te Quero Rosa"
"Tempos Idos" com Carlos Cachaça - álbum "Verde Que Te Quero Rosa"
[editar] Participações1942 - "Native Brazilian Music" - Leopold Stokowski
1967 - "A Enluarada Elizeth" - Elizeth Cardoso (participação em "Seleção de Sambas da Mangueira")
1968 - "Fala Mangueira!" - Odete Amaral, Cartola, Clementina de Jesus, Nelson Cavaquinho, Carlos Cachaça
1970 - "História da música popular brasileira" - Cartola e Nelson Cavaquinho
1974 - "História das escolas de samba: Mangueira" - Vários Artistas
1975 - "MPB - 100 ao vivo" - Vários artistas
1980 - "E Vamos À Luta" - Alcione (participa da faixa "Eu Sei", de sua autoria)
1993 - "No Tom da Mangueira" - Tom Jobim e Velha Guarda da Mangueira (incluída sua gravação de "Não quero mais amar a ninguém")
[editar] Não-oficiais1977 - "Cartola" - este disco faz parte da coleção Nova História da Música Popular Brasileira vem acompanhado de fascículo, fotos, ilustração de Elifas Andreatoe as letras das músicas
1980 - "Adeus, mestre Cartola"
1982 - "Cartola - História da MPB"
1999 - "O Sol Nascerá"
2001 - "A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes"
[editar] Homenagens e Tributos1984 - "Cartola, Entre Amigos" - Vários Artistas
1987 - "Cartola – 80 Anos" - Por Leny Andrade
1988 - "Cartola - Bate outra vez..." - Vários Artistas
1995 - "Claudia Telles Interpreta Nelson Cavaquinho e Cartola" - Por Claudia Telles
1998 - "Sambas de Cartola" - Grupo Arranco
1998 - "Só Cartola" - Por Élton Medeiros e Nelson Sargento
1998 - "Cartola – 90 Anos" - Por Élton Medeiros e Márcia
2002 - "Cartola" - Por Ney Matogrosso
2003 - "Beth Carvalho canta Cartola" - Por Beth Carvalho
2008 - "Viva Cartola! 100 Anos" - Vários Artistas

DVDs2007 - MPB Especial 1974
Filmografia1958 - "Orfeu Negro" (participação especial)
1963 - "Ganga Zumba"
1968 - "Os Marginais" (participação especial)
2006 - "Cartola - Música para os Olhos" (cine-biografia)

LivrosCartola: Os Tempos Idos, de Arthur L de Oliveira Filho & Marília Trindade Barbosa da Silva, Rio de Janeiro: Gryphus, 2003.
Cartola: semente de amor sei que sou, desde nascença. Arley Pereira; prefácio de Elton Medeiros. 2ª ed. rev. e ampl. - São Paulo: Edições SESC SP, 2008

LIGA EUROPA - DAS 4 EQUIPAS PORTUGUESAS

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BENFICA E PORTO VENCERAM,
SPORTING EMPATOU E SÓ O
BRAGA PERDEU NA POLÓNIA



Foi positiva a experiência dos clubes portugueses nesta jornada europeia da LIGA EUROPA

Segunda Fase - Jogos de Ida
Dia/Hora Jogo
15/02/2011 15h00 Aris Salónica 0 x 0 Manchester City
17/02/2011 16h00 Besiktas 1 x 4 Dinamo de Kiev
17/02/2011 16h00 Napoli 0 x 0 Villarreal
17/02/2011 16h00 Lech Poznan 1 x 0 Braga
17/02/2011 16h00 Bate Borisov 2 x 2 Paris S.Germain
17/02/2011 16h00 Anderlecht 0 x 3 Ajax
17/02/2011 16h00 Benfica 2 x 1 Stuttgart
17/02/2011 16h00 Rubin Kazan 0 x 2 Twente
17/02/2011 18h05 Metalist Kharkiv 0 x 4 Bayer Leverkusen
17/02/2011 18h05 Sevilla 1 x 2 Porto
17/02/2011 18h05 PAOK Salónica 0 x 1 CSKA Moscou
17/02/2011 18h05 BSC Young Boys 2 x 1 Zenit St. Petesburg
17/02/2011 18h05 Sparta Praga 0 x 0 Liverpool
17/02/2011 18h05 Lille 2 x 2 PSV Eindhoven
17/02/2011 18h05 Basel 2 x 3 Spartak Moscou
17/02/2011 18h05 Glasgow Rangers 1 x 1 Sporting de Lisboa

O Benfica venceu o Stuttgr de virada 2-1




O Sporting ao empatar em Glagow abre as portas para a eliminatória seguinte,

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

ATENÇÃO BRASIL

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ESTA NOITE ESTÁ NO AR, EM
PORTUGAL, NA VILA DE CASTRO
VERDE, O PROGRAMA "PATRIMONIO"
QUE PODE SER OLUVIDO NO BRASIL.

Se acessares
www.radiocastrense.net

Vais poder ouvir

Um grupo de Cante alentejano e a Dona Aldegundes e a D.Inácia com as suas adivinhas e estórias, o Jesuíno Coelho, com suas anedotas picantes.



O Grupo Coral Feminino Flores do Campo de Almodôvar é muito recente, pois teve a sua primeira actuação no dia 4 de Setembro de 2010, num encontro de Grupos de cante em Almodôvar.



Recente, mas já a cantar muito bem, como vão poder constatar se ligarem já,já.
O Brasil a falar com Portugal .

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

COZINHA BAIANA - ABARÁ E ACARAJÉ

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Abará


Abará é um dos pratos da culinária baiana e como o acarajé também faz parte da comida ritual do candomblé.


O abará tem a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido, enquanto o acarajé é frito.

O preparo da massa é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirada toda a casca, passa-se novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescentam-se cebola ralada, um pouco de sal, duas colheres de dendê.

Quando for comida de ritual, coloca-se um pouco de pó de camarão, e, quando fizer parte da culinária baiana, colocam-se camarões secos previamente escaldados para tirar o sal, que podem ser moído junto com o feijão, além de alguns inteiros.

Essa massa deve ser envolvida em pequenos pedaços de folha de bananeira, semelhante ao processo usado para fazer o acaçá, e deve ser cozido no vapor em banho-maria. É servido na própria folha.

ACARAJÉ


Acarajé é uma especialidade gastronómica da culinária afro-brasileira feita de massa de feijão-fradinho, cebola e sal, frita em azeite-de-dendê. O acarajé pode ser servido com pimenta, camarão seco, vatapá, caruru ou salada, quase todos componentes e pratos típicos da cozinha da Bahia.


História
Manuel Querino em A arte culinária na Bahia, de 1916, conta, na primeira descrição etnográfica do acarajé, que "no início, o feijão fradinho era ralado na pedra, de 50 cm de comprimento por 23 de largura, tendo cerca de 10 cm de altura. A face plana, em vez de lisa, era ligeiramente picada por canteiro, de modo a torná-la porosa ou crespa. Um rolo de forma cilíndrica, impelido para frente e para trás, sobre a pedra, na atitude de quem mói, triturava facilmente o milho, o feijão, o arroz".

O acarajé dos Iorubás da África ocidental (Togo, Benin, Nigéria, Camarões) que deu origem ao brasileiro é por sua vez semelhante ao Falafel árabe inventado no Oriente Médio. Os árabes levaram essa iguaria para a África nas diversas incursões durante os séculos VII a XIX. As Favas secas e Grão de bico do Falafel foram alternados pelo feijão-fradinho na África.

Acarajé de orixá

Acará, Akará ou Acarajé, comida ritual do Candomblé.Acarajé, comida ritual da orixá Iansã. Na África, é chamado de àkàrà que significa bola de fogo, enquanto je possui o significado de comer. No Brasil foram reunidas as duas palavras numa só, acara-je, ou seja, “comer bola de fogo”. Devido ao modo de preparo, o prato recebeu esse nome.

O acarajé, o principal atrativo no tabuleiro, é um bolinho característico do candomblé. Sua origem é explicada por um mito sobre a relação de Xangô com suas esposas,Oxum e Iansã. O bolinho se tornou, assim, uma oferenda a esses orixás. Mesmo ao ser vendido num contexto profano, o acarajé ainda é considerado, pelas baianas, como uma comida sagrada. Por isso, a sua receita, embora não seja secreta, não pode ser modificada e deve ser preparada apenas pelos filhos-de-santo.

O acarajé é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirar toda a casca, passar novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescenta-se cebola ralada e um pouco de sal.

O segredo para o acarajé ficar macio é o tempo que se bate a massa. Quando a massa está no ponto, fica com a aparência de espuma. Para fritar, use uma panela funda com bastante azeite-de-dendê ou azeite doce.

Normalmente usam-se duas colheres para fritar, uma colher para pegar a massa e uma colher de pau para moldar os bolinhos. O azeite deve estar bem quente antes de colocar o primeiro acarajé para fritar.

Esse primeiro acarajé sempre é oferecido a Exu pela primazia que tem no candomblé. Os seguintes são fritos normalmente e ofertados aos orixás para os quais estão sendo feitos.

O acará Oferecido ao orixá Iansã diante do seu Igba orixá é feito num tamanho de um prato de sobremesa na forma arredondada e ornado com nove ou sete camarões defumados, confirmando sua ligação com os odu odi e ossá no jogo do merindilogun, cercado de nove pequenos acarás, simbolizando "mensan orum" nove Planetas. (Orum-Aye, José Benistes).

O acará de xango tem uma forma Ovalar imitando o cágado que é seu animal preferido e cercado com seis ou doze pequenos acarás de igual formato, confirmando sua ligação com os odu Obará e êjilaxeborá.

Acarajé da baiana

Baiana vendendo acarajé nas ruas de Salvador.O acarajé também é um prato típico da culinária baiana e um dos principais produtos vendidos no tabuleiro da baiana (nome dado ao recipiente usado pela baiana do acarajé para expor os alimentos), que são mais carregados no tempero e mais saborosos, diferentes de quando feitos para o orixá.

A forma de preparo é praticamente a mesma, a diferença está no modo de ser servido: ele pode ser cortado ao meio e recheado com vatapá, caruru, camarão refogado, pimenta e salada de tomates verde e vermelho com coentro.

O acarajé tem similaridade com o abará, difere-se apenas na maneira de cozer. O acarajé é frito, ao passo que o abará é cozido no vapor.

Os ingredientes do acarajé são meio quilograma de feijão-fradinho descascado e moído, 150 g de cebola ralada, uma colher de sobremesa de sal ou a gosto e um litro de azeite-de-dendê para fritar. O recheio de camarão é feito com 4/6 xícara de azeite-de-dendê, 3 cebolas picadas, alho a gosto, 700 g de camarão defumado sem casca e cheiro-verde refogados por 10 a 15 minutos. É possível acrescentar tomate e coentro, e como dito anteriormente, caruru, vatapá e molho de pimenta.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

poetisas portuguesas - ROSA DIAS

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ROSA DIAS, É UMA POETISA
PORTUGUESA, DE CAMPO
MAIOR ,UMA CIDADE ALENTE-
JANA MUITO TÍPICA.



O Alentejo é a região portuguesa com maior tendência para a poesia.
Diz-se que não há um único alentejano que não tenha já, pelo menos uma vez na vida, feito uma quadra, um verso, uma décima.



Rosa Dias ,como alentejana que é, tem criado belos poemas, e melhor ainda, tem a arte de "dizer" com o sentimento e a intensidade muito próprias.

Acabo de publicar no blogue do alentejo CASA DAS PRIMAS imagens por mim captadas numa sua brilhante actuação nuo ultimo Verão, na Semana Alentejana dos Amigos do Alentejo do Feijó.

Recomendo uma visita à

www.casa-das-primas.blogspot.com

onde o verás e .

CANARANA, BAHIA

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ESTAMOS SENDO ACESSADOS
DE CANARANA ,NO ESTADO
DA BAHIA.


Prestigiamos o cybernauta que nos acessa, mostrando a sua terra natal

Canarana (Bahia)
Município de Canarana

Aniversário 16 de julho de 1968
Fundação Final do século XVIII
Gentílico canaranense
Municípios limítrofes Barro Alto, Ibititá, Lapão, América Dourada e Cafarnaum



Características geográficas
Área 617,991 km² [2]
População 24 055 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 38,92 hab./km²


Canarana é um município brasileiro do estado da Bahia. Localiza-se a uma latitude 11º41'05" sul e a uma longitude 41º46'08" oeste, estando a uma altitude de 691 metros. Sua população estimada em 2004 era de 21.698 habitantes. Possui uma área de 657,365 km².


História
Canabrava do Miranda
Até o início do século XIX, o território de Canarana, habitado por índios Pataxós, era de propriedade do Conde da Ponte. Com o avanço da ocupação do oeste do Estado da Bahia, estas terras foram adquiridas pela família Miranda, onde estabeleceram a Fazenda Canabrava. Canabrava em linguagem indígena é "cana falsa", uma vegetação vasta às margens do Rio Vereda Romão Gramacho.

Por ser área de rota entre os municípios de Xique-Xique, Morro do Chapéu e Seabra, formou-se um povoado nas proximidades da fazenda dedicado a agricultura de feijão, milho, mamona e mandioca, além da pecuária de bovinos, caprinos, suínos e aves.

Canarana
Com o desenvolvimento acelerado, em 1890, a Fazenda Canabrava recebeu tornou-se distrito do município de Morro do Chapéu, sob o nome de Canabrava do Miranda. Em 30 de novembro de 1938, pelo Decreto Estadual nº 11.089, o distrito passou a ser chamado de Miranda e em 1º de junho de 1944 pelo Decreto Estadual nº 12.978, pela ultima vez seu nome seria definitivamente alterado para Canarana. Em botânica, Canarana é um nome de várias gramíneas que crescem às margens dos rios.

Emancipação
Após incessante luta dos senhores Antenor Dourado Lima, Jonas Marques Pereira, Jose Martins Filho, Vital Guanais da Silva Dourado, Guilherme Pereira de Novaes, entre outros, após terem gastos a importância de aproximadamente Cr$ 20.000,00 (vinte mil cruzeiros), foi realizado um plebiscito em 22 de novembro de 1962 para apreciação popular, onde 3.352 habitantes foram às urnas e com 1.679 votos a favor da emancipação, 1.616 votos contra, 41 votos nulos e 16 votos em branco. Canarana é emancipada por meio da Lei Estadual nº1.715 de 16 de julho de 1962. O Distrito de Canarana foi elevado à município, formado pelos pelos distritos de Canarana, Salobro, Lagoa do Boi e Barro Alto.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

preliminares

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Três amigos reunidos tentam encontrar uma nova maneira de passar o tempo.
Diz um: - Oh amigo, já chega de sueca e dominó. Tou farto disto!!
Diz outro: - Atão e se fossemos jogar golfe ?
Pergunta o primeiro: - Atão, oh! cára, com'é quisso se joga ?
- É c'um pau, umas bolas e um buraco.
Responde o outro : - Atão tá beim ; ê cá dou o pau.
Diz o segundo: - Prontos ê cá dou as bolas.
Responde o terceiro : - , ê cá nã jogo

domingo, fevereiro 13, 2011

CARIOCÃO - ultima rodada

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O VASCO DESPEDIU-SE COM GOLEADA
AO AMERICA 9-0.
FLA VENCEU 1-0 E APUROU-SE PA-
RA AS SEMI COM O BOAVISTA
BOTAFOGO E FLU JOGAM A OUTRA
SEMI FINAL

América 0x9 Vasco
Flamengo 1-0 Resende
Nova Iguaçu 3x5 Boavista
Americano 2x1 Volta Redonda
Olaria 1x0 Bangu
Cabofriense 2x0 Duque de Caxias
Botafogo 1x1 Macaé

vasco,9 america,0


O VASCO ACORDA TARDE, FAZ 9-0, JÁ ELIMINADO DAS SEMI

FLA, 1 RESENDE,0

LIGA PORTUGUESA

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PORTO VENCE EM BRAGA E MANTEM
A LIDERANÇA DE 8 PONTOS SOBRE
O BENFICA QUE TAMBÉM VENCEU O
GUIMARÃES.

Beira-Mar 14/02 V. Setúbal h2h
P. Ferreira 1-0 Marítimo
Benfica 3-0 V. Guimarães
Nacional 0-1 U. Leiria
Naval 3-1 Académica
Sp. Braga 0-2 FC Porto
Rio Ave 2-0 Portimonense
Olhanense 2-2 Sporting

OLHANENSE, 2 SPORTING,2



Jogo no Estádio José Arcanjo, em Olhão.

Olhanense-Sporting, 2-2

Ao intervalo: 0-1

Marcadores:

0-1, Hélder Postiga, 27 minutos.

0-2, Hélder Postiga, 62.

1-2, Ismaily, 64.

2-2, Daniel Carriço, na própria baliza, 66.


Equipas:

Olhanense: Ricardo Batista, João Gonçalves, Maurício, Mexer, Carlos Fernandes, Fernando Alexandre, Nuno Piloto, Jorge Gonçalves, Rui Duarte (Lulinha, 65), Ismaily (Cadu, 86) e Djalmir (Adilson, 89).

(Suplentes: Bruno Veríssimo, André Micael, Lulinha, Cadú, 86), Adilson, Suárez e Yontcha).

Sporting: Rui Patrício, João Pereira, Daniel Carriço, Torsiglieri, Evaldo, Pedro Mendes, André Santos (Carlos Saleiro, 78), Maniche, Vukcevic (Matias Fernandez, 46), Hélder Postiga e Valdés (Cristiano, 39).

(Suplentes: Tiago, Anderson Polga, Diogo Salomão, Carlos Saleiro, Matias Fernandez, Zapater e Cristiano

BENFICA-GUIMAÃES...3-0





CLASSIFICAÇÃO

1 FC Porto 56
2 Benfica 45
3 Sporting 33
4 V. Guimarães 29
5 U. Leiria 28
6 Sp. Braga 27
7 Olhanense 26
8 P. Ferreira 26
9 Nacional 26
10 Beira-Mar 24
11 Académica 20
12 Marítimo 19
13 Rio Ave 17
14 V. Setúbal 17
15 Naval 13
16 Portimonense 10

Artistas portugueses - JOAQUIM MONCHIQUE e JOÃO BAIÃO

..

PAULISTÃO -

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NEM LIEDSON SALVA O CORTINTHIANS
DE NOVO EMPATE (0-0) COM PAULISTA.
PALMEIRAS MANTEM LIDERANÇA AO BA-
TER 1-0 O AMERICANA



Palmeiras 1 x 0 Americana>
Botafogo-SP 2 x 0 Santo André
Linense 0 x 1 Grêmio Prudente
Portuguesa 2 x 3 São Paulo>
Paulista 0 x 0 Corinthians>
Oeste 1 x 1 Mogi Mirim
Bragantino 2 x 1 Ituano
São Bernardo 0 x 1 Ponte Preta

Corinthians volta a tropeçar e só empata com o Paulista
Após dois gols em estreia, Liedson passa em branco em Jundiaí


Depois de duas vitórias animadoras (1 a 0 no clássico contra o Palmeiras e 4 a 0 sobre o Ituano), o Corinthians não passou de um empate por 0 a 0 com o Paulista neste domingo, no Estádio Jaime Cintra, e conheceu seu primeiro tropeço após a traumática eliminação na Pré-Libertadores, contra o Tolima.

Com o resultado, o time alvinegro vai a 13 pontos e se mantém na zona de classificação às quartas de final do Campeonato Paulista. Já a equipe de Jundiaí acumula seu sexto jogo sem vitórias e soma nove tentos.

O Corinthians volta a campo na próxima quinta-feira, quando encara o Mogi Mirim no Pacaembu, às 21h50 (de Brasília), em jogo atrasado da quarta rodada do torneio estadual. Dois dias depois, o Paulista vai a Santo André encarar o time da casa.

Paulista 0 x 0 Corinthians

Paulista: Cristiano; Weldinho (Sidney), Eli Sabiá, Rodrigo Sabiá e Guigov; João Paulo, Baiano, Fábio Gomes e Rone Dias (Vanderlei); Barboza e Hernane (Fabiano). Técnico: Wagner Lopes

Corinthians: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Marcelo Oliveira; Ralf, Jucilei (Paulinho), Danilo (Willian) e Ramirez (Morais); Jorge Henrique e Liedson. Técnico: Tite

BRASIL GOLEIA URUGUAI (6-0) E É CAMPEÃO DE SUB-20

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O BRASIL VENCEU NA FINAL
DE SUB- 20 O URUGUAI 6-0



Brasil faz 6, vai a Londres e amplia hegemonia no Sub-20 com 11º título
Brasil goleia Uruguai e leva título do Sul-Americano



Com participação decisiva de Lucas, o Brasil derrotou o Uruguai por 6 a 0 na madrugada deste domingo, no Estádio Monumental de Unsa, em Arequipa e conquistou pela 11ª vez o título do Sul-Americano Sub 20, além de confirmar a vaga para a Olimpíada de Londres. O meio-campista são-paulino desequilibrou a partida com três golaços.

O Brasil ainda foi para o vestiário com vantagem no número de jogadores, já que Luna foi expulso. No segundo tempo, Saimon também recebeu o vermelho ao cometer pênalti no primeiro minuto, mas Vecino chutou por cima. Na sequência, Danilo fez um golaço e encerrou a esperança uruguaia. Ainda faltava o dele: Neymar encerrou a festa verde e amarela com dois gols.

O resultado levou o Brasil aos 12 pontos, dois a mais do que o Uruguai, e encerrou uma campanha quase perfeita. Em quase um mês de competição, foram sete vitórias, um empate contra a Bolívia e apenas uma derrota para a Argentina, país que ainda tinha esperança de ficar com uma vaga olímpica caso o Brasil fosse goleado por cinco gols. No entanto, o Uruguai será o outro participante do continente em Londres.

Em uma campanha que começou centralizada em Neymar e encerrou com destaque para um time forte, o Brasil apostou no futebol ofensivo e não decepcionou. Terminou com o melhor ataque da competição (24 gols) e embalado para o Mundial da categoria, marcado para julho na Colômbia.

O Brasil ainda firmou sua hegemonia no torneio. Atual tricampeão, o País ganhou 11 vezes o Sul-Americano da categoria. As outras conquistas ocorreram em 1974, 1983, 1985, 1988, 1991, 1992, 1995, 2001, 2007 e 2009.

Uruguai 0 x 6 Brasil

Gols

Brasil: Lucas, aos 40min e aos 41min do primeiro tempo; Danilo, aos 5min, Neymar, aos 11min e aos 16min, e Lucas aos 35min do segundo tempo

Uruguai: Salvador Ichazo; Maximiliano Olivera, Federico Platero, Leandro Cabrera e Diego Polenta; Camilo Mayada, Nicolás Prieto (Ramón Arias), Ángel Cayetano (Ricardo Pereira) e Matías Vecino; Adrián Luna e Federico Rodriguez (Pablo Capelini). Técnico: Juan Verzeri

Brasil: Gabriel; Danilo, Saimon, Juan e Alex Sandro; Casemiro (Galhardo) e Fernando; Oscar, Lucas e Neymar (Diego Maurício); Willian José. Técnico: Ney Franco

cantores brasileiros - BENITO DI PAULA

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Benito Di Paula

Nome completo Uday Veloso
Nascimento 28 de novembro de 1941 (69 anos)
Origem Nova Friburgo, RJ
País Brasil
Gêneros Bossa nova, samba, MPB
Instrumentos voz, piano
Período em atividade 1968–presente
Influência(s) Dori Caymmi
Cartola
Tom Jobim
Vinícius de Moraes
Página oficial Site Oficial

Benito di Paula, nascido Uday Veloso (Nova Friburgo, 28 de novembro de 1941) é um pianista, cantor e compositor brasileiro.


Biografia
Uday Veloso ganhou fama nacional com o pseudônimo de Benito Di Paula. Nascido em 1941, em Nova Friburgo, RJ, é um dos grandes nomes da canção nacional dos anos 70. Foi crooner de boates do Rio de Janeiro, e depois continuou tocando na noite paulistana. Iniciou carreira pela gravadora Copacabana no início dos anos 70. Seu estilo musical é conhecido como "samba jóia", ao combinar o samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzisticos. Seu primeiro disco "Benito Di Paula" de 1971, foi censurado por trazer a música "Apesar de Você" de Chico Buarque.

Seu segundo LP, "Ela" também não trouxe grande êxito. Mas estourou nas paradas de sucesso com o terceiro, "Um Novo Samba", onde já aparecia na capa com sua longa barba e cabelos, inúmeras correntes, brincos, pulseiras, etc. O grande sucesso desse disco foi a música "Retalhos de Cetim".

Teve inúmeros sucessos ao longo de sua carreira como "Charlie Brown", "Vai Ficar Na Saudade", "Se Não For Amor", "Amigo do Sol, Amigo da Lua", "Mulher Brasileira". Chegou nos anos 70, a disputar a venda de LPs juntamente com Roberto Carlos, tendo composto muitas músicas para este.

Comandou o programa "Benito di Paula e seus convidados - Brasil Som 75" na TV Tupi chegando a disputar a venda de LPs juntamente com Roberto Carlos. Tem mais de 35 discos gravados, tendo parte importante de sua obra relançada em CD, devido ao sucesso de suas músicas. Chegou a fazer sucesso em nível internacional como no México, Japão, Estados Unidos. Também, principalmente na América Latina.

Teve parte de sua história contada no livro "Eu Não Sou Cachorro Não" do historiador, jornalista e escritor baiano Paulo César de Araújo.

Após 13 anos sem gravar, Benito di Paula lançou, em 2009, pela EMI Music seu segundo CD e primeiro DVD ao vivo, gravado no Vivo Rio, e que traz seus maiores sucessos, como Retalhos de Cetim, Sanfona Branca e Charlie Brown.



Discografia
1968 - Andança e Canção Para o Nosso Amor
1972 - Beleza Que é Você Mulher - (Copacabana)
1972 - Ela - (Copacabana)
1973 - Benito Di Paula - (Copacabana)
1973 - Um Novo Samba - (Copacabana)
1974 - Gravado Ao Vivo - (Copacabana)
1975 - Benito Di Paula e Seus Convidados - Brasil Som 75 - (Copacabana)
1975 - Benito Di Paula - (Copacabana)
1976 - Benito Di Paula - (Copacabana)
1977 - Benito Di Paula / Assobiar ou Chupar Cana - (Copacabana)
1977 - Jesus Papai Noel - Instrumental - (Copacabana)
1978 - Benito Di Paula - (Copacabana)
1978 - Caprichos de La Vida - Copacabana)
1979 - Benito Di Paula - (Copacabana)
1980 - Benito Di Paula - (Copacabana)
1981 - Benito Di Paula - (WEA)
1982 - Benito Di Paula - (WEA)
1983 - Bom Mesmo é o Brasil - (WEA)
1984 - Que Brote Enfim o Rouxinol Que Existe Em Mim - (RGE)
1985 - Nação - (RGE)
1986 - Benito Di Paula / Instrumental
1987 - Quando A Festa Acabar - (Copacabana)
1990 - Fazendo Paixão - (BMG Ariola)
1992 - A Vida Me Faz Viver - (Copacabana)
1994 - Pode Acreditar - (RGE)
1996 - Baileiro - (Paradoxx Music)
1999 - Raízes do Samba
2009 - Ao Vivo - (CD e DVD) (EMI Music)
[editar] Coletâneas
2002 - Perfil - Benito di Paula (Somlivre)
[editar] Ligações externas
Benito di Paula - Página sobre o artista no CliqueMusic
Benito di Paula - Verbete no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
Benito di Paula - Página sobre o artista no site "Samba-Choro"
Benito di Paula - Página oficial do artista
Benito di Paula - Blog

A

sábado, fevereiro 12, 2011

escritores brasileiros - JOSÉ DE ALENCAR

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José de Alencar

Nascimento 1 de maio de 1829
Messejana
Morte 12 de dezembro de 1877 (48 anos)
Rio de Janeiro
Nacionalidade Brasileiro
Ocupação Crítico, romancista, dramaturgo
Escola/tradição Romantismo

José Martiniano de Alencar (Messejana, 1 de maio de 1829 — Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1877) foi um jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista e dramaturgo brasileiro.

Formou-se em Direito, iniciando-se na atividade literária no Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. Foi casado com Ana Cochrane. Filho do senador José Martiniano Pereira de Alencar, irmão do diplomata Leonel Martiniano de Alencar, barão de Alencar, e pai de Augusto Cochrane de Alencar.


Vida e obra

Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros.

José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O segundo tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.

Em 1859, tornou-se chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860 ingressou na política, como deputado estadual no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador (Brasil Império). Em 1868, tornou-se ministro da Justiça, ocupando o cargo até janeiro de 1870. em 1869, candidatou-se ao senado do Império, tendo o Imperador D. Pedro II do Brasil não o escolhido por ser muito jovem ainda.[1]

Em 1872 se tornou pai de Mário de Alencar, o qual, segundo uma história nunca totalmente confirmada, seria na verdade filho de Machado de Assis, dando respaldo para o romance Dom Casmurro.[2] Viajou para a Europa em 1877, para tentar um tratamento médico, porém não teve sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro no mesmo ano, vitimado pela tuberculose. Machado de Assis, que esteve no velório de Alencar, impressionou-se com a pobreza em que a família Alencar vivia.

Produziu também romances urbanos (Senhora, 1875; Encarnação, escrito em 1877, ano de sua morte e divulgado em 1893), regionalistas (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e históricos (Guerra dos Mascates, 1873), além de peças para o teatro. Uma característica marcante de sua obra é o nacionalismo, tanto nos temas quanto nas inovações no uso da língua portuguesa. Em um momento de consolidação da Independência, Alencar representou um dos mais sinceros esforços patrióticos em povoar o Brasil com conhecimento e cultura próprios, em construir novos caminhos para a literatura no país. Em sua homenagem foi erguida uma estátua no Rio de Janeiro e um teatro em Fortaleza chamado "Teatro José de Alencar".

Características da obra de Alencar
A obra de José de Alencar pode ser dividida em dois grupos distintos

Quanto ao Espaço Geográfico
O sertão do Nordeste - O Sertanejo
O litoral cearense - Iracema
O pampa gaúcho - O Gaúcho
A zona rural - Til (interior paulista), O Tronco do Ipê (zona da mata fluminense)
A cidade, a sociedade burguesa do Segundo Reinado - Diva, Lucíola, Senhora e os demais romances urbanos.
Quanto a Evoluçao Historica

O período pré-cabralino - Ubirajara.
A fase de formação da nacionalidade - Iracema e O Guarani.
A ocupação do território, a colonização e o sentimento nativista - As Minas de Prata (o bandeirantismo) e Guerra dos Mascates (rebelião colonial).
O presente, a vida urbana de seu tempo, a burguesia fluminense do século XIX - os romances urbanos Diva, Lucíola, Senhora e outros.
[editar] Obras
Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Citações no Wikiquote
Textos originais no Wikisource
Imagens e media no Commons

Romances
Cinco minutos, 1856
A viuvinha, 1857
O guarani, 1857
Lucíola, 1862
Diva, 1864
Iracema, 1865
As minas de prata - 1º vol., 1865
As minas de prata - 2.º vol., 1866
O gaúcho, 1870
A pata da gazela, 1870
O tronco do ipê, 1871
Guerra dos mascates - 1º vol., 1871
Til, 1871
Sonhos d'ouro, 1872
Alfarrábios, 1873
Guerra dos mascates - 2º vol., 1873
Ubirajara, 1874
O sertanejo, 1875
Senhora, 1875
Encarnação, 1877
[editar] Teatro
O crédito, 1857
Verso e reverso, 1857
O Demônio Familiar, 1857
As asas de um anjo, 1858
Mãe, 1860
A expiação, 1867
O jesuíta, 1875
[editar] Crônica
Ao correr da pena, 1874
[editar] Autobiografia
Como e por que sou romancista, 1873 (eBook)
[editar] Crítica e polêmica
Cartas sobre a confederação dos tamoios, 1856
Ao imperador:cartas políticas de Erasmo e Novas cartas políticas de Erasmo, 1865
Ao povo:cartas políticas de Erasmo, 1866
O sistema representativo, 1866

ARTISTA DA BOLA

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É FRANCÊS E DOMINA A BOLA ASSIM

preliminares

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Bons amigos são como as bochechas do "cú"; sempre unidas e não há "merda" nenhuma que as separe!
Bons amigos são como as cuecas; estão sempre connosco!
Bons amigos são como os preservativos; estão sempre a proteger-nos!
Bons amigos são como os soutiens; estão lá para apoiar!
Bons amigos são como o viagra; põe-nos em cima quando estamos em baixo!

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

NEUZA DE BRITO canta FEIRA DE CASTRO

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pintores brasileiros - AIRTON DAS NEVES

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AITON DAS NEVES É UM
PINTOR NAIF BRASILEIRO

Airton das Neves nasceu em S. Paulo, no Brasil em 1964. Exerceu diversas actividades profissionais, mas sempre sentiu uma enorme atracção pela pintura. Em 2003, ano em que nasce o seu único filho, sentiu um forte apelo e, como refere “tive o meu encontro com a arte!”. Desistiu de tudo, dedicou-se exclusivamente à pintura e o sucesso foi imediato.



A sua infância com parcos meios, permitia-lhe apenas esporádicas viagens “ao sítio dos avós maternos”, lugar de encantamento, tendo registado na memória a beleza paisagística e as experiências que ali viveu. Mais tarde procurou conhecer outras comunidades, seus costumes e saberes, num encontro quotidiano com a vida.

Trabalhando e misturando as cores com perfeição, os seus quadros mostram, num primeiro olhar, temas harmoniosos e integrados, mas lidos com maior atenção, verifica-se serem um conjunto de pequenas historias dispersas pelas suas telas.

Desde 2003 que participa em exposições colectivas no Brasil e Argentina. Realizou ilustrações para diversas publicações e, em 2006, elaborou o calendário da empresa BASF. Trabalha directamente para algumas galerias no Brasil e também em Nova York, Telavive e agora em Lisboa.(allartsgallery)

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

preliminares

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Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na
rua.
- Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado, responde:
- Não interessa filho... Olha antes para esta loja... Já viste os portáteis
que ali estão?
- Sim, sim, já vi. Mas... quem são as senhoras e o que é que estão fazendo
ali paradas?
- São... são... São senhoras que vendem na rua.
- Ah, sim?! Mas vendem o quê? - Pergunta admirado o garoto.
- Vendem... vendem... Sei lá... Vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a reflectir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em
casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras.
Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer!
No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe:
- Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor?
A mulher fica admirada, e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida
está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o
garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem
gostosas, de morango e chocolate.
Já era tarde quando o rapaz chega a casa.
O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado
e o garoto respondeu-lhe:
- Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de
prazer!
O pai fica amarelo:
- E... e então... como é que se passou?
- Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei
quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar
para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava
todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me a para voltar
amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras; só comi as
outras para mostrar que sou homem!... Posso ir amanhã, novamente, pai?
O pai desmaiou !!!

LIEDSON JÁ MARCA PELO CORINGÃO

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NO ULTIMO JOGO PELO SPORTING FATUROU
2 VEZES E DECIDIU, AGORA NO SEU PRIMEI-
RO JOGO PELO CORINTHIANS, FATUROU OUTRAS
2 VEZES



COMO SÓ ELE SABE FAZER

preliminares

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Um dia, um homem cansado da vida de casado disse que ia ali à esquina comprar cigarros e desapareceu.
Não é força de expressão ou sentido figurado, ele disse exactamente isto:
- Vou ali à esquina comprar cigarros e já volto.
Ficou dez anos desaparecido.
Há algum tempo, reapareceu.
Bateu à porta, a mulher foi abrir, e lá estava ele: dez anos mais velho, quieto, sem dizer uma palavra.
A mulher despejou toda a revolta para cima dele:
- Seu isto! Seu aquilo! Então dizes que vais à esquina comprar cigarros e desapareces? Abandonas-me, abandonas as crianças, ficas dez anos sem dar notícias, fazes-me criar os putos sozinha e ainda tens o desplante, o acinte, a coragem de reaparecer deste jeito? Pois vais pagar-me. Fica sabendo que vais ouvir poucas e boas. Eu nunca te vou perdoar. Estás a ouvir? Nunca! Entra, mas prepara-te para...
Nisto, o homem dá uma palmada na testa e diz:
- Eh, pá! Esqueci-me dos fósforos! Já volto!

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

CAS DAS PRIMAS

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www.casa-das-primas.blogspot.com

O Alentejo está aqui

PORTUGAL E BRASIL PERDEM EM JOGOS DE PREPARAÇÃO

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PORTUGAL PERDEU COM A
ARGENTINA (1-2) NUM
JOGO QUE NÃO MERECIA
A DERROTA.



Messi trama Portugal ao cair do pano
Argentina venceu Portugal por 2-1, em jogo de cariz particular, no estádio do Servette em Genebra. Lionel Messi rubricou uma excelente exibição, pois marcou e deu a marcar a Angel Di Maria. A selecção portuguesa realizou uma boa partida, criando várias oportunidades de golo, mas só Cristiano Ronaldo marcou.



Num estádio completo em Genebra com muitos adeptos portugueses na bancada viram a Argentina entrar melhor em campo perante uma selecção portuguesa que nos primeiros minutos estava muito apática. Lionel Messi galardoado como melhor jogador do Mundo de 2010 pela FIFA começou a espalhar o perfume do seu futebol aos 7 minutos quando apareceu na área e de cabeça causou perigo para a baliza portuguesa.

Ficha de jogo

Estádio de Genebra, na Suíça.

Portugal -- Argentina, 1-2.

Ao intervalo: 1-1.

Marcadores:

0-1, Angel Di Maria, 14 minutos.

1-1, Cristiano Ronaldo, 21.

1-2, Lionel Messi, 90 (grande penalidade).


Equipas:

- Portugal:
Eduardo (Rui Patrício, 46), João Pereira, Rolando, Bruno Alves, Fábio Coentrão, Raul Meireles (Miguel Veloso, 79), João Moutinho, Carlos Martins (Paulo Machado, 85), Nani (Ricardo Quaresma, 60), Cristiano Ronaldo (Danny, 61) e Hugo Almeida (Hélder Postiga, 60).

Suplentes: Rui Patrício, Ventura, Ricardo Costa, Miguel Veloso, Paulo Machado, Ricardo Quaresma, Danny e Hélder Postiga.

- Argentina: Romero, Zanetti (Zabaleta, 62), Burdisso, Gabriel Milito, Rojo, Banega (Gago, 62), Mascherano, Cambiasso (Biglia, 79), Di Maria (Pastore, 66), Messi e Lavezzi (Martinez, 82).

Suplentes: Andujar, Zabaleta, Otamendi, Pastore, Biglia, Gago, Chávez, Gaitán, Sosa e Martínez.

O BRASIL PERDE PARA A
FRANÇA, MAS ANTES PERDE
A CABEÇA E ENTREGA O
OURO AO BANDIDO



A sorte da Seleção Brasileira quando encontra a França segue negativa. Nesta quarta-feira, o Brasil foi derrotado por 1 a 0 no Stade de France, em Saint-Denis, em duelo que demonstrou falhas emocionais. A equipe do técnico Mano Menezes perdeu Hernanes ao fim do primeiro tempo, expulso por pontapé em Benzema, e viu a seleção da casa controlar o jogo.

Com o resultado, o Brasil vê seu tabu com os franceses aumentar. A Seleção não derrota a equipe europeia desde 1992. Contando com a partida desta quarta, são seis partidas sem vitória - entre elas, quatro derrotas e seis empates. Entre estes jogos estão o triunfo francês na final da Copa do Mundo de 1998 e a eliminação nas quartas de final do Mundial de 2006.

O Brasil também chega a segunda derrota consecutiva, fato que não ocorria desde junho de 2008 (reveses contra Venezuela e Paraguai). Na partida anterior, em 17 de novembro, a Seleção caiu para a Argentina pelo mesmo placar.

França 1 x 0 Brasil

Gol

França:
Benzema, aos 8min do segundo tempo


França: Lloris; Sagna, Rami, Mexès e Abidal; Diarra e M'Villa (Diaby); Gourcuff (Cabaye), Ménez (Rémy) e Malouda; Benzema (Gameiro). Técnico: Laurent Blanc

Brasil: Júlio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e André Santos; Lucas e Elias (André); Renato Augusto (Jadson), Hernanes e Robinho (Sandro); Alexandre Pato (Hulk). Técnico: Mano Menezes

escritores portugueses - VALTER HUGO MÃE

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valter hugo mãe

Nome completo Valter Hugo Mãe
Nascimento 25 de Setembro de 1971 (39 anos)
Saurimo
Nacionalidade Português
Ocupação romancista, poeta, editor, artista plástico, cantor, DJ
Prémios Prémio Literário José Saramago
Página oficial: http://www.valterhugomae.com/

valter hugo mãe é o nome artístico do escritor Valter Hugo Mãe (Saurimo, Angola, 25 de Setembro de 1971). Além de escritor é editor, artista plástico, cantor e DJ português.

valter hugo mãe (propositadamente escrito em minúsculas[1]) nasceu numa cidade angolana outrora chamada Henrique de Carvalho actual Saurimo.

Biografia
Passou a infância em Paços de Ferreira e em 1980 mudou-se para Vila do Conde. Licenciou-se em Direito e fez uma pós-graduação em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea.

Em 1999 fundou com Jorge Reis Sá a Quasi edições na qual publicou obras de Mário Soares, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto, António Ramos Rosa, Artur do Cruzeiro Seixas, Ferreira Gullar, Adolfo Luxúria Canibal e muitos outros. Em 2001, ainda na Quasi, co-dirige a revista Apeadeiro e em 2006 funda a editora Objecto Cardíaco. Em 2007 atingiu o reconhecimento público com a atribuição do Prémio Literário José Saramago, durante a entrega do qual o próprio José Saramago considerou o romance o remorso de baltazar serapião um verdadeiro "tsunami literário". Entretanto começa a escrever letras para canções e em 2008 funda, com Miguel Pedro e António Rafael, do grupo Mão Morta, a banda Governo, onde assume a função de vocalista.

Bibliografia
Poesia

silencioso corpo de fuga, A Mar Arte, Coimbra, 1996;
o sol pôs-se calmo sem me acordar, A Mar Arte, Coimbra, 1997;
entorno a casa sobre a cabeça, Silêncio da Gaveta Edições, Vila do Conde, 1999;
egon schielle auto-retrato de dupla encarnação, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, Porto, 1999;
estou escondido na cor amarga do fim da tarde, Campo das Letras, Porto, 2000;
três minutos antes de a maré encher, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2000;
a cobrição das filhas, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2001;
útero, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2003;
o resto da minha alegria seguido de a remoção das almas, Cadernos do Campo Alegre, Porto, 2003;
livro de maldições, Objecto Cardíaco, Vila do Conde, 2006;
pornografia erudita, Edições Cosmorama, Maia, 2007;
bruno, Littera Libros, Espanha, 2007;
folclore íntimo, Edições Cosmorama, Maia, 2008.

Romance

o nosso reino, Temas e Debates, Lisboa, 2004;
o remorso de baltazar serapião, QuidNovi, Matosinhos / Lisboa, 2006;
o apocalipse dos trabalhadores, QuidNovi, Matosinhos / Lisboa, 2008;
a máquina de fazer espanhóis, Objectiva, Lisboa, 2010.
Infantil

a verdadeira história dos pássaros, Booklândia / QuidNovis, Matosinhos / Lisboa, 2009;
a história do homem calado, Booklândia / QuidNovis, Matosinhos / Lisboa, 2009.
Prefácio do primeiro livro de Kabbalah feito por um português(À Luz da Kabbalah, de José Cunha Rodrigues)


Bibliografia ordenada por data ([2])

A Máquina de Fazer Espanhóis
2010 Objectiva

O Remorso de Baltazar Serapião
2009 Quidnovi

O Nosso Reino
2009 Quidnovi

A História do Homem Calado
2009 Booklândia

A Verdadeira História dos Pássaros
2009 Booklândia

Contos Policiais
2008 Porto Editora

O Apocalipse dos trabalhadores
2008 Quidnovi

São Salvador do Mundo
2008 Edições Gailivro

O Remorso de Baltazar Serapião
2007 Quidnovi

Livro de Maldições
2006 Objecto Cardíaco

Afectos e Outros Afectos
2004 Quasi Edições

Apeadeiro Nº4 / Nº5
2004 Quasi Edições

Desfocados Pelo Vento
2004 Quasi Edições

O Nosso Reino
2004 Temas e Debates

Três Minutos Antes de a Maré Encher
2004 Quasi Edições

O Resto da Minha Alegria
2003 Fundação Ciência e Desenvolvimento

Útero
2003 Quasi Edições

A Alma não é Pequena - 100 Poemas Portugueses para sms
2003 Edições Centro Atlântico

A Cobrição das Filhas
2002 Quasi Edições

Série Poeta
2001 Quasi Edições

O Futuro em Anos-Luz
2001 Quasi Edições

Estou Escondido na Cor Amarga do Fim da Tarde
2000 Campo das Letras

[Prémio Almeida Garrett, 1999;
Prémio Literário José Saramago, Fundação Círculo de Leitores, Lisboa, 2007.

terça-feira, fevereiro 08, 2011

gostos populares dos brasileiros - BALAS CHICO FUMAÇA

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Balas Chico Fumaça

As Balas Chico Fumaça foi uma guloseima fabricada em Curitiba e cuja embalagem continha as figurinhas do Chico Fumaça.

Não tão famosas quanto às figurinhas das Balas Zequinha, as figurinhas do Chico Fumaça, atualmente, são uma preciosidade nas mãos dos colecionadores e uma grata lembrança para os que as utilizaram, a partir dos anos de 1930, em rodas do jogo do bafo. As várias caracterizações do personagem Chico Fumaça ajudaram a tornar, o que foi um produto para fins comerciais, em um ícone da cultura e da história Curitibana, sem esquecer as suas concorrentes: Balas Zequinha (já citada); Balas Artistas; Balas Bandeirinhas; Caramelos Aéreo-Loyd; Balas Pontiac; todas já extintas em sua fabricação.



História
O personagem Chico Fumaça, garoto-propaganda das Balas de mesmo nome foi lançada em 1930 com desenhos do artista Alceu Chichorro e distribuída pela fábrica Santa Maria, de propriedade da firma Romero & Grassi, na cidade de Curitiba. A primeira série destas figurinhas era numerada, sendo seus traços simples e sem paisagens de fundo e cores de mesmo tom. A segunda série das figurinhas foi lançada em 1948 sob a autoria do mesmo artista que as criou (Alceu Chichorro) e solicitado pela mesma firma (Romero & Grassi), porém, esta série não é numerada e difere da tiragem anterior por seus requintados traços de fundo e diversas cores.

Chico Fumaça
O personagem Chico Fumaça era caracterizado como um homem baixo, calvo na parte superior da cabeça, sobrando os cabelos apenas nas áreas laterais, sempre usando um chapéu côco e calças com sua barra/bainha um pouco acima do convencional, quando sua caracterização assim permitia, rosto e nariz arredondado e bigode estilo Carlitos (famoso personagem de Charles Chaplin) só que um pouco mais avolumado; de um modo geral a figura de Chico Fumaça assemelha-se ao personagem que já era sucesso no cinema mudo dos anos de 1930. Companheiro fiel de Chico era seu cão (Totó), de raça incerta o canino alternou diferentes traços nas duas séries lançadas; uma com o focinho afilado, outra com o focinho arredondado. Como o concorrente famoso (figurinhas Zequinha) o Chico Fumaça era caracterizado em diversas situações em cada figurinha, como por exemplo: Acadêmico, Arrombador, Bailarino, Boxeur, Basquet Ball, Bombeiro, Carnavalesco, Ciclista, Cozinheiro, D. Juan, Egypcio, Footbolista, Fotografo, Garçom, Gastrônomo, Ginástico, Hercules, Hespanhol, Legionário, Mata Mosca, Medroso, Mosqueteiro, Motorneiro de Ônibus, Na Chuva, Nadador, Na Praia, No Banho, Oficial de Marinha, Paraquedista, Pintor, Selvagem, entre outros.

HISTÓRIA DO BRASIL - GUERRA DO CONTESTADO

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A GUERRA DO CONTESTADO É UM
EPISÓDIO DA HISTÓRIA DO BRASIL
TALVEZ DESCONHECIDO

Guerra do Contestado
Data 12 de outubro de 1912 - Agosto de 1916
Local Região do contestado, sul do Brasil
Resultado Acordo de limites entre os governos de Paraná e Santa Catarina



Combatentes
Rebeldes Brasil
Comandantes
José Maria de Santo Agostinho
Maria Rosa

Adeodato Carlos Frederico de Mesquita
Tertuliano Potyguara

Marechal Hermes da Fonseca
Forças
10.000 soldados do Exército Encantado de São Sebastião 7.000 soldados do Exército Brasileiro e 1.000 civis contratados
Baixas
5.000-8.000 entre mortos, feridos e desaparecidos 800-1.000 entre mortos, feridos ou desertores

A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.



Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa.

A região fronteiriça entre os estados do Paraná e Santa Catarina recebeu o nome de Contestado devido ao fato de que os agricultores contestaram a doação que o governo brasileiro fez aos madeireiros e à Southern Brazil Lumber & Colonization Company. Como foi uma região de muitos conflitos, ficou conhecida como Contestado, justamente por ser uma região de disputas limítrofes entre os dois estados brasileiros.


Antecedentes
Ação judicial de Santa Catarina contra o Paraná em 1900, por limites
Decisões judiciais do STF pró-Santa Catarina em 1904, 1909 e 1910
Revolta do ex-maragato Demétrio Ramos na zona do Timbó, em 1905 e 1906
Construção da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande, de 1908 a 1910
Criação dos municípios de Canoinhas, Itaiópolis e Três Barras em Santa Catarina, e de Timbó no Paraná.
Instalação da Southern Brazil Lumber & Colonization em Calmon (1908) e em Três Barras (1912)
Construção do Ramal de São Francisco, a partir de 1911
1911: Revolta do ex-maragato Aleixo Gonçalves de Lima em Canoinhas
1910-1912: Questão de terras da fazenda Irani e da Cia. Frigorífica e Pastoril
Combate no Banhado Grande, em Irani, em outubro de 1912
1911: Escrituração de glebas de terras devolutas do Contestado para a EFSPRG
Disputas pela exploração dos ervais - concessões de Estados e Municípios
Vendas suspeitas de terras no Contestado, do Estado para especuladores – bendegós
Disputas eleitorais entre os coronéis da região pelos domínios políticos nos municípios
Espírito guerreiro do Caboclo Pardo (Revolução Farroupilha e Revolução Federalista)
Religiosidade: messianismo, misticismo e fanatismo da população cabocla
Ideologia nacionalista – civilismo na República – construção do exército
[editar] Preliminares: o poder dos monges

Para entender-se bem a guerra sertaneja , é preciso voltar um pouco no tempo e resgatar o valor da figura de três monges da região. O primeiro monge que galgou fama foi João Maria, um homem de origem italiana, que peregrinou pregando e atendendo doentes de 1844 a 1870. Fazia questão de viver uma vida extremamente humilde, e sua ética e forma de viver arrebanhou milhares de crentes, reforçando o messianismo coletivo. Sublinhe-se, porém, que não exerceu influência direta nos acontecimentos da Guerra do Contestado que ocorreria posteriormente. João Maria morreu em 1870, em Sorocaba, estado de São Paulo.

O segundo monge adotou o codinome (alcunha) de João Maria,[1] mas seu verdadeiro nome era Atanás Marcaf, provavelmente de origem síria. Aparece publicamente com a Revolução Federalista de 1893, mostrando uma postura firme e uma posição messiânica. Sobre sua situação política, dizia ele "estou do lado dos que sofrem". Chegou, inclusive, a fazer previsões sobre os fatos políticos da sua época. Atuava na região entre os rios Iguaçu e Uruguai. É de destacar a sua influência inquestionável sobre os crentes, a ponto de estes esperarem a sua volta através da ressurreição, após seu desaparecimento em 1908.

As entrelinhas do que estava por vir estavam se amarrando entre si. A espera dos fiéis acaba em 1912, quando apareceu publicamente a figura do terceiro monge. Este era conhecido inicialmente como um curandeiro de ervas, tendo se apresentado com o nome de José Maria de Santo Agostinho, ainda que, de acordo com um laudo da polícia da Vila de Palmas, Estado do Paraná, ele fosse, na verdade, um soldado desertor condenado por estupro, de nome Miguel Lucena de Boaventura.

Como ninguém conhecia ao certo a sua origem, como aparentava uma vida reta e honesta, não lhe foi difícil granjear em pouco tempo a admiração e a confiança do povo. Um dos fatos que lhe granjearam fama foi a presunção de ter ressuscitado uma jovem (provavelmente apenas vítima de catalepsia patológica). Supostamente também recobrou a saúde da esposa do coronel Francisco de Almeida, acometida de uma doença incurável. Com este episódio, o monge ganha ainda mais fama e credibilidade ao rejeitar terras e uma grande quantidade de ouro que o coronel, agradecido, lhe queria oferecer.

A partir daí, José Maria passa a ser considerado santo: um homem que veio à terra apenas para curar e tratar os doentes e necessitados. Metódico e organizado, estava muito longe do perfil dos curandeiros vulgares. Sabia ler e escrever e anotava em seus cadernos as propriedades medicinais das plantas encontradas na região. Com o consentimento do coronel Almeida, montou no rancho de um dos capatazes o que chamou de farmácia do povo, onde fazia o depósito de ervas medicinais que utilizava no atendimento diário, até horas tardias da noite, a quem quer que o visitasse.

Os confrontos se iniciam

Madeira, uma das riquezas exploradas nas margens da ferrovia do ContestadoApós a conclusão das obras do trecho catarinense da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande]], a companhia Brazil Railway Company, que recebeu do governo 15 km de cada lado da ferrovia,[2] iniciou a desapropriação de 6.696 km² de terras (equivalentes a 276.694 alqueires) [2] ocupadas já há muito tempo por posseiros que viviam na região entre o Paraná e Santa Catarina. O governo brasileiro, ao firmar o contrato com a Brazil Railway Company, declarou a área como devoluta, ou seja, como se ninguém ocupasse aquelas terras.[3] "A área total assim obtida deveria ser escolhida e demarcada, sem levar em conta sesmarias nem posses, dentro de uma zona de trinta quilômetros, ou seja, quinze para cada lado"..[4] Isso, e até mesmo a própria outorga da concessão feita à Brazil Railway Company, contrariava a chamada Lei de Terras de 1850.[4] Não obstante, o governo do Paraná reconheceu os direitos da ferrovia; atuou na questão, como advogado da Brazil Railway, Affonso Camargo, então vice-presidente do estado.[5]

Esses camponeses que viram o direito às terras que ocupavam ser usurpado,[5] e os trabalhadores que foram demitidos pela companhia (1910), decidiram então ouvir a voz do monge José Maria, sob o comando do qual organizaram uma comunidade. Resultando infrutíferas quaisquer tentativas de retomada das terras - que foram declaradas "terras devolutas" pelo governo brasileiro no contrato firmado com a ferrovia [3] - cada vez mais passou-se a contestar a legalidade da desapropriação. Uniram-se ao grupo diversos fazendeiros que, por conta da concessão, estavam perdendo terras para o grupo de Farquhar, bem como para os coronéis manda-chuvas da região.

A união destas pessoas em torno de um ideal, levou à organização do grupo armado, com funções distribuídas entre si. O messianismo adquiria corpo. A vida era comunitária, com locais de culto e procissões, denominados redutos. Tudo pertencia a todos. O comércio convencional foi abolido, sendo apenas permitidas trocas. Segundo as pregações do líder, o mundo não duraria mais 1000 anos e o paraíso estava próximo. Ninguém deveria ter medo de morrer porque ressuscitaria após o combate final. É de destacar a importância atribuída às mulheres nesta sociedade. A virgindade era particularmente valorizada.


Bandeira da "Monarquia Celestial". Branca com uma cruz verde, evoca os estandartes das antigas ordens monástico militares como as dos templários, por exemplo.O "santo monge" José Maria rebelou-se, então, contra a recém formada república brasileira e decidiu dar status de governo independente à comunidade que comandava. Para ele, a República era a "lei do diabo". Nomeou "Imperador do Brasil" um fazendeiro analfabeto, nomeou a comunidade de "Quadro Santo" e criou uma guarda de honra constituída por 24 cavaleiros que intitulou de "Doze Pares de França", numa alusão à cavalaria de Carlos Magno na Idade Média.

Os camponeses uniram-se a este, fundando alguns povoados, cada qual com seu santo. Cada povoado seria como uma "Monarquia Celeste", com ordem própria, à semelhança do que Antônio Conselheiro fizera em Canudos.

Convidado a participar da festa do Senhor do Bom Jesus, na localidade de Taquaruçu (município de Curitibanos), o monge vai acompanhado de cerca de 300 fiéis, e lá permanece por várias semanas, atendendo aos doentes e prescrevendo remédios.

Desconfiado com o que acontecia, e com medo de perder o mando da situação local em Curitibanos, o coronel Francisco de Albuquerque, rival do coronel Almeida, enviou um telegrama para a capital do estado pedindo auxílio contra "rebeldes que proclamaram a monarquia em Taquaruçu"'.

[editar] Primeiras mortes

Placa no Museu do Contestado, em Caçador -SC- Brasil.O governo brasileiro, então comandado pelo Marechal Hermes da Fonseca, responsável pela "Política das Salvações", caracterizada por intervenções político-militares que em diversos Estados do país pretendiam eliminar seus adversários políticos, sentiu indícios de insurreição neste movimento e decidiu reprimi-lo, enviando tropas para "acalmar" os ânimos.

Antevendo o que estava por vir, José Maria parte imediatamente para a localidade de Irani com todo o seu carente séquito. A localidade nesta época pertencia a Palmas, cidade que estava na jurisdição do Paraná, e que tinha com Santa Catarina questões jurídicas não resolvidas por conta de divisas territoriais, e acabou vendo nessa grande movimentação uma estratégia de ocupação daquelas terras.

A guerra do Contestado inicia-se neste ponto: em defesa de suas terras, várias tropas do Regimento de Segurança do Paraná são enviadas para o local, a fim de obrigar os invasores a voltar para Santa Catarina. Estamos em outubro de 1912.

Mas as coisas ocorrem bem diferente do planejado. Tem início um confronto sangrento entre tropas do governo e fiéis do Contestado no lugar chamado "Banhado Grande". Ao término da luta, estão sem vida dezenas de pessoas, de ambos os lados. Morreram no confronto o coronel João Gualberto, que comandava as tropas, e também o monge José Maria, mas os partidários do contestado tinham conseguido a sua primeira vitória.

José Maria é enterrado com tábuas pelos seus fiéis, a fim de facilitar a sua ressurreição, já que os caboclos acreditavam que este ressuscitaria acompanhado de um Exército Encantado, vulgarmente chamado de Exército de São Sebastião, que os ajudaria a fortalecer a Monarquia Celeste e a derrubar a República, que cada vez mais acreditava-se ser um instrumento do diabo, dominado pelas figuras dos coronéis.

[editar] Mais confrontos, ataques e contra-ataques
Em 8 de fevereiro de 1914, numa ação conjunta de Santa Catarina, Paraná e governo federal, foi enviado a Taquaruçu um efetivo de 700 soldados, apoiados por peças de artilharia e metralhadoras. Estes logram êxito na empreitada, incendeiam completamente o acampamento dos jagunços, mas sem muitas perdas humanas, já que os caboclos e fiéis da causa do Contestado se refugiaram em Caraguatá, local de difícil acesso e onde já viviam cerca de 20.000 pessoas.

Os fiéis que mudaram para Caraguatá, interior do atual município de Lebon Régis, eram chefiadas por Maria Rosa, uma jovem com 15 anos de idade, considerada pelos historiadores como uma Joana D'Arc do sertão, já que "combatia montada em um cavalo branco com arreios forrados de veludo, vestida de branco, com flores nos cabelos e no fuzil". Após a morte de José Maria, Maria Rosa afirmava receber, espiritualmente, ordens do mesmo, o que a fez assumir a liderança espiritual e militar de todos os revoltosos, então cerca de 6.000 homens.

De março a maio outras expedições foram realizadas, porém todas sem sucesso. Em 9 de março de 1914, embaladas pela vitória de Taquaruçu, que tinham destruído completamente, as tropas cercam e atacam Caraguatá, mas aí o desastre é total. Fogem em pânico perseguidos pelos revoltosos. Esta nova vitória enche os contestadores de ânimo. O fato repercute em todo o interior, trazendo para o reduto ainda mais pessoas com interesses afins, mas também atinge em cheio ao governo e aos órgãos legalmente constituídos.

Como cada vez mais pessoas engajavam-se abertamente ao movimento, piquetes foram formados pelos fiéis para o arrebanhamento de animais da região a fim de suprir as necessidades alimentícias do núcleo de Caraguatá. São então fundados os redutos de Bom Sossego e São Sebastião. Só neste último se aglomeravam cerca de 2.000 pessoas.

Além de colocar em prática técnicas de guerrilha para a defesa dos ataques do governo, os fanáticos passaram ao contra-ataque. Em 2 de setembro, lançaram um documento que intitulou-se "Manifesto Monarquista", deflagrando-se, a partir de então, o que chamavam de a Guerra Santa, caracterizada por saques e invasões de propriedades de coronéis e por um discurso que exigia pobreza e cobrava exploração ao máximo da República.

Invadiam as fazendas dos coronéis tomando para si tudo o que precisavam para suprir as necessidades do reduto. Além disso, amparados nas vitórias que tiveram, atacaram várias cidades, como foi o caso de Curitibanos, onde os alvos eram invariavelmente os cartórios, locais onde se encontravam os registros das terras que antes a eles pertenciam. Não bastasse isso, num outro ataque na localidade de Calmon, destruíram completamente a segunda serraria da Lumber, uma das empresas que vieram de fora para explorar a madeira da faixa de terra de 30 quilômetros (15 quilômetros de cada lado) às margens da ferrovia.

O controle começa a mudar de lado

Placa no local onde, em janeiro de 1914, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador.Com a ordem social cada vez mais caótica na região, o governo central designa o general Carlos Frederico de Mesquita, veterano de Canudos, para comandar uma ação contra os rebeldes. Inicialmente tenta, sem êxito, um acordo para dispensar os revoltosos; a seguir ataca duramente Santo Antônio, obrigando os rebeldes a fugir. O reduto de Caraguatá, que antes vira as tropas do governo fugirem perseguidas por revoltosos, tem agora de ser abandonada às pressas pelos mesmos revoltosos devido a uma grande epidemia de tifo. Considerando, equivocadamente, dispersos os revoltosos, o general Mesquita dá a luta por encerrada.

Mas a calmaria terminaria logo. Os revoltosos rapidamente se reagrupam e se organizam na localidade de Santa Maria, interior norte do município de Lebon Régis, intensificando os ataques: tomam e incendeiam a estação de Calmon; dizimam a vila de São João (Matos Costa), atacam Curitibanos e ameaçam Porto União da Vitória, cuja população abandona a cidade em desespero.

Os boatos chegam até Ponta Grossa e dizem que os revoltosos e seu exército pretendem marchar até o Rio de Janeiro para depor o Presidente. Os rebeldes já dominam, nesta altura dos acontecimentos, cerca de 250 km² da região do Contestado.

O governo federal joga uma outra, e ainda mais dura, cartada: nomeia o general Fernando Setembrino de Carvalho para o comando das operações contra os Contestadores. Este chega a Curitiba em setembro de 1914, chefiando cerca de 7.000 homens, com ordens de sufocar a rebelião e pacificar a região a qualquer custo. Sua primeira providência foi restabelecer as ligações ferroviárias e guarnecer as mesmas de novos ataques.

Nas proximidades da ferrovia, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador, onde hoje existe o município homônimo. Como apoio de operações de guerra, pela primeira vez na história da América Latina foram usados dois aviões para fins de reconhecimento. Em um acidente durante as operações, morreu o Capitão Ricardo Kirk, primeiro aviador militar do Brasil.

Astutamente, Setembrino enviou um manifesto aos revoltosos no qual garantia a devolução de terras para quem se entregasse pacificamente. Garantia também, por outro lado, um tratamento hostil e severo para quem resolvesse continuar em luta contra o governo.

Mudança de estratégia

Marcos históricos da Guerra do Contestado. (Museu do Contestado)Com o passar do tempo, general Fernando Setembrino de Carvalho adotou uma nova postura de guerra, evitando o combate direto, que era o que os revoltosos esperavam e para o que estavam se preparando, optando, pelo contrário, por cercar o reduto dos fanáticos com tropas por todos os lados, evitando que entrassem ou saíssem da região onde estavam. Para isto, o general dividiu seu efetivo em quatro alas com nomes dos quatro pontos cardeais e, gradativamente, foi avançando e destruindo qualquer resistência que encontrasse pelo caminho.

Com esta nova estratégia, rapidamente começou a faltar comida nos acampamentos dos revoltosos. Isto teve como consequência imediata a rendição de dezenas de caboclos. Contudo, a maioria dos que se entregavam eram velhos, mulheres e crianças - talvez uma contra-estratégia dos fiéis para que sobrasse mais comida aos combatentes que ficaram para trás e que ainda defenderiam a causa.

Neste ponto da guerra do Contestado, começa a se destacar a figura de Deodato Manuel Ramos, vulgo "Adeodato", considerado pelos historiadores como o último líder dos Contestadores. Adeodato transfere o núcleo dos revoltosos para o vale de Santa Maria, que contava ainda com cerca de 50.000 homens. Só que aí, à medida que ia faltando o alimento, Adeodato passa a revelar-se cada vez mais autoritário, não aceitando a rendição. Aos que se entregavam, aplicava sem dó a Pena de morte.

Cerco fechado, sem pressa e deixando os revoltosos nervosos lutarem contra si mesmos, em 8 de Fevereiro de 1915 a ala Sul, comandada pelo tenente-coronel Estillac, chega a Santa Maria. De um lado as forças do governo, bem armadas, bem alimentadas, de outro, rebeldes também armados, é verdade, mas famintos e sem ânimo para resistir muito tempo. A luta inicial é intensa e, à noite, o tenente-coronel ordena a retirada, afinal, já contabilizara só no seu lado 30 mortos e 40 feridos. Novos ataques e recuos ocorreram nos dias seguintes.

Em 28 de março de 1915,o capitão Tertuliano Potyguara parte da vila de Reinchardt com 1.085 homens em direção a Santa Maria, perdendo só em emboscadas durante o trajeto, 24 homens. Depois de vários confrontos, num deles Maria Rosa, a líder espiritual dos rebeldes, morre às margens do rio Caçador. Em 3 de abril, as tropas de Estillac e Potyguara avançam juntas e ordenadas para o assalto final a Santa Maria, onde restavam apenas alguns combatentes já quase mortos pela fome.

Em 5 de Abril, depois do grande assalto a Santa Maria, o general Estillac registra que "tudo foi destruído, subindo o número de habitações destruídas a 5.000 (…) as mulheres que se bateram como homens foram mortas em combate (…) o número de jagunços mortos eleva-se a 600. Os redutos de Caçador e de Santa Maria estão extintos. Não posso garantir que todos os bandidos que infestam o Contestado tenham desaparecido, mas a missão confiada ao exercito está cumprida". Os rebeldes sobreviventes se dispersaram em muitas cidades.

Em dezembro de 1915 o último dos redutos dos revoltosos foi devastado pelas tropas de Setembrino. Adeodato fugiu, vagando com tropas no seu encalço. Conseguiu, no entanto, escapar de seus perseguidores e, como foragido, ficou ainda 8 meses escondendo-se pelas matas da região. Mas a fome e o cansaço, além de uma perseguição sem trégua, fizeram com que Adeodato se rendesse. Encerrava-se então, em agosto de 1916, com a prisão de Adeodato, a Guerra do Contestado.

Adeodato foi capturado e condenado a 30 anos de prisão. Entretanto, em 1923, 7 anos após ter sido preso, Adeodato é morto pelo próprio diretor da cadeia numa tentativa de fuga.

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

CARIOCÃO - 6ª.JORNADA

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O VASCO FINALMENTE VENCEU
E DEIXOU A LANTERNA.
NO CLÁSSICO FLU-FOGÃO,
DEU BOTAFOGO DE VIRADA



Resende 1-2 Nova Iguaçu
Vasco 3-0 Americano FC
Boavista-RJ 2-3 Flamengo
Volta Redonda 2-0 America-RJ
Bangu 2-2 Cabofriense
Macaé 2-2 Madureira
Duque de Caxias 4-2 Olaria
Fluminense 2-3 Botafogo

VASCO,3 AMERICANO,0



Na estreia de RICARDO GOMES, Vasco vence a 1ª e deixa lanterna de grupo

Enfim o Vasco conquistou sua primeira vitória na Taça Guanabara, primeiro fase do Campeonato Carioca. Depois de quatro derrotas e um empate, o time cruzmaltino venceu o Americano pelo placar de 3 a 0, neste domingo, em São Januário. Com isso, a equipe comandada pelo técnico Ricardo Gomes, que estreou como treinador vascaíno nesta rodada, deixa a lanterna do Grupo A da competição estadual.

O Vasco alcança os quatro pontos, contra apenas um do Americano, que agora assume a última colocação da Taça Guanabara. O Flamengo lidera o grupo com seis vitórias em seis jogos, em um total de 18 pontos conquistados.

Apesar de ter repetido os erros de outras partidas, principalmente nas finalizações, o Vasco soube construir a vitória aproveitando-se dos erros da equipe adversária e da boa atuação do meia Jeferson. O técnico Ricardo Gomes fez questão de comemorar os gols com os jogadores e ainda promoveu a volta do meia Felipe que tinha sido afastado pela diretoria.

Vasco 3 x 0 Americano

Golos

Vasco:
Marcel aos 35min do primeiro tempo, Dedé, aos 9min do segundo tempo, e Jeferson aos 34min do segundo tempo

Vasco: Fernando Prass; Fágner, Dedé, Anderson Martins (Fernando) e Ramon; Eduardo Costa, Rômulo, Jeferson (Enrico) e Caique (Felipe); Éder Luís e Marcel; Técnico: Ricardo Gomes

Americano: Jefferson; Élson, Júnior Capixaba, Carlao e Catatau; Renan, Índio(Guaçuí), Wellington Jacaré(Felipe) e Flávio Medina(William); Diego e Gustavinho; Técnico: Toninho Andrade

filmes da história do cinema brasilero - CAPITÃES DA AREIA

...
CONTINUAMOS A FALAR DO CINEMA
BRASILEIRO E DOS FILMES QUE
TEM IMPORTÂNCIA HISTÓRICA

Pode parecer estranho que este filme de que hoje aqui se fala ,seja afinal um filme recente e ainda não testado do ponto de vista da História do cinema.

Mas arrisco a falar dele ,pois ,parece-me destinado a integrar uma lista de bons filmes da cinematografia do Brasil.






SINOPSE
Na capital baiana Salvador, nos anos de 1930, menores abandonados que vivem nas ruas enfrentam toda sorte de dificuldades. Conhecidos como “capitães da areia“, são liderados pelo jovem Pedro Bala, praticando crimes como roubo e estupro. Adaptação para cinema do romance escrito por Jorge Amado.


FICHA TÉCNICA
Direção: Cecília Amado
Roteiro: Hilton Lacerda e Cecília Amado (Baseado na obra homónima de Jorge Amado)
Produtor: Pimenta Jr., Bill Fogtman e Camila Medina
Ano: 2009
Gênero: Drama
Duração: 100’

ELENCO
Jean Luis Souza de Amorim (Pedro Bala)
Ana Graciela Conceição da Silva (Dora)
Romário Santos de Assis (Professor)
Israel Vinícius Gouvêa de Souza (Sem Pernas)
Elielson Santos da Conceição (João Grande)
Paulo Raimundo Abade Silva (Gato)
Jamaclei Conceição Pinho (Barandão)
Elcian Gabriel Conceição da Silva (Almiro)
Evaldo Maurício Silva (Pirulito)
Heder Jesus dos Santos (Volta Seca)
Jordan Mateus Pereira dos Santos (Boa Vida)
Edelvan de Jesus Santos (Ezequiel)

QUEM É A REALIZADORA CECILIA AMADO?



Cecília Amado
Carioca, nascida em 1976, começou a trabalhar no cinema em 1995, como assistente de continuidade no longa-metragem Tieta do Agreste (1996), de Carlos Diegues, e ainda nessa função fez O que é isso, companheiro? (1997), de Bruno Barreto, e Guerra de Canudos (1997), de Sérgio Rezende. Sua primeira experiência na direção foi como 2° assistente em Mauá – O Imperador e o Rei (1999), de Sérgio Rezende, com quem também estreou como 1° assistente em Onde anda você (2004). Na televisão trabalhou como continuísta em Dona Flor (1997) e Labirinto (1998) e como assistente de direção em Cidade dos homens (2004 e 2005), A cor do pecado (2003/04) e Mulheres apaixonadas (2002/03), dentre outros. No cinema, fez ainda como 1° assistente Jogo subterrâneo (2005), de Roberto Gervitz, Perigosa obsessão (2004), de Raul Peilas, e Batismo de sangue (2006), de Helvécio Ratton. Em 2008, iniciou a preparação de seu primeiro longa-metragem, Capitães de areia, baseado no romance homônimo de Jorge Amado.

liga portuguesa

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BENFICA E PORTO VENCEM OS
SEUS JOGOS ,MANTENDO OS
DRAGÕES AVANÇO SUIBSTAN-
CIAL
O SPORTING EMPATA EM DIA
DE DESPEDIDA DE LIEDSON,
QUE MARCA 2 GOLOS.




FC Porto 1-0 Rio Ave
V. Guimarães 0-0 Nacional
Marítimo 1-2 Sp. Braga
Portimonense 0-1 P. Ferreira
Sporting 3-3 Naval
Académica 3-3 Beira-Mar
U. Leiria 0-2 Olhanense
V. Setúbal 0-2 Benfica

O Sporting empatou em Alvalade 3-3 com o Naval na despedida de LIEDSON do clube, transferido para o Corinthians.



Na sua despedida o Levezinho marcou 2 golos que dedicou à torcida do Sporting

Naval empata em Alvalade (3-3) na despedida sentida de Liedson
O Sporting empatou com a Naval (3-3), numa noite que devia ser de festa mas que acabou com nervos e assobios. O encontro marcou o adeus sentido de Liedson ao Sporting, o luso-brasileiro que está de partida para o Corinthians, foi titular e acabou mesmo por dar o empate nos minutos finais. Apesar do empate sofrido, no final do encontro, Alvalade pôs-se de pé para aplaudir aquele que, para muitos, foi o melhor avançado dos “leões” nos últimos anos.



No fim da partida os jogadores do Sporting cercaram Liedson no centro do relvado. O levezinho beijou o leão da camisola e, emocionado, despediu-se com abraços de todos os companheiros. Uma enorme salva de palmas, dividida por adeptos e jogadores.

Visivelmente emocionado, Liedson falou aos adeptos e desfez-se em lágrimas. Nas bancadas, também houve grande emoção num momento muito bonito em Alvalade. O amor à camisola e o amor dos adeptos a um jogador fazem história no futebol português.


Jogo no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

Sporting – Naval 1.º Maio, 3-3.

Ao intervalo: 1-2.

Marcadores:

1-0, Liedson, 33 minutos.

1-1, Edvaldo, 43 (g.p.).

1-2, Michel Simplício, 45+1.

2-2, Hélder Postiga, 60 (g.p.).

2-3, Godemèche, 67.

3-3, Liedson, 90.


Equipas:

Sporting: Rui Patrício, Abel (Cristiano, 86), Daniel Carriço, Polga, Evaldo, Pedro Mendes, Zapater (Diogo Salomão, 28), André Santos (Matías Fernandez, 75), Vukcevic, Hélder Postiga e Liedson.

(Suplentes: Hildebrand, Torsiglieri, Saleiro, Matias Fernandez, Grimi, Diogo Salomão e Cristiano).

Naval 1.º Maio: Salin, Carlitos, Gomis, João Real, Camora, Manuel Curto, Marinho (João Pedro, 64), Edvaldo (Giuliano, 64), Godemèche, Michel Simplício e Fábio Júnior (Previtali, 83).

(Suplentes: Bruno Jorge, Daniel Cruz, Previtali, João Pedro, Giuliano, Hugo Machado e Rogério).

classificação

1 FC Porto 53
2 Benfica 42
3 Sporting 32
4 V. Guimarães 29
5 Sp. Braga 27
6 Nacional 26
7 Olhanense 25
8 U. Leiria 25
9 Beira-Mar 24
10 P. Ferreira 23
11 Académica 20
12 Marítimo 19
13 V. Setúbal 17
14 Rio Ave 14
15 Portimonense 10
16 Naval 10

domingo, fevereiro 06, 2011

PAULISTÃO -6..RODADA

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O PALMEIRAS PERDEU PARA
O CORINTHIANS 0-1 MAS
MANTÉM A LIDERNÇA.





Palmeiras 0 x 1 Corinthians

Gol
Corinthians: Alessandro, aos 37min do 2º tempo

Palmeiras
Marcos; Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Rivaldo (Max Santos); Márcio Araújo e Marcos Assunção; Tinga (Adriano), Kleber e Luan; Dinei (Patrik). Técnico: Luiz Felipe Scolari

Corinthians
Júlio César; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos (Marcelo Oliveira); Ralf e Jucilei; Danilo, Ramírez (Morais) e Jorge Henrique; Edno (Willian). Técnico: Tite





Santo André 1-1 Santos
Noroeste 4-1 Mogi Mirim
Americana 1-1 Oeste
Palmeiras 0-1 Corinthians
Ituano 2-0 São Bernardo
Grêmio Prudente 09/02 Portuguesa h2h
Ponte Preta 09/02 Linense h2h
Botafogo-SP 2-1 São Paulo
Bragantino 1-2 Mirassol
São Caetano 2-1 Paulista


CLASSIFICAÇÃO

1 Palmeiras 16
2 Santos 15
3 Americana 13
4 Mirassol 13
5 São Paulo 12
6 Oeste 10
7 Portuguesa 9
8 Corinthians 9
9 Bragantino 9
10 Ponte Preta 8
11 Ituano 8
12 Paulista 8
13 São Caetano 8
14 Noroeste 8
15 Mogi Mirim 7
16 Botafogo-SP 7
17 Santo André 6
18 Linense 5
19 São Bernardo 5
20 Grêmio Prudente 1

preliminares

.
Estaba una pareja de cubanos, muy acaramelados, cuando de repente, le dice
el, a ella:
-Oye chica, dejame tocarte el wiwichu!"
-Estas loco, mi negro, como crees?
-Andale chica dejame tocarte el wiwichu!
-No, nunca lo permitiria!
-Andale, dejame tocarte el wiwichu...
-Bueno, mi negro, solo porque te quiero mucho...
A lo que el negro le canta: wi wichu a merry crismas,
wi wichu a merry crismas,
wi wichu a merry crismas,
and a japy niu yir.

sábado, fevereiro 05, 2011

gostos populares dos brasileiros - A CÓCADA PRETA

.
A Cócada preta é um doce que se pode comprar na rua no Brasil , à semelhança da castanha assaqda em Potugal.

Pessoalmwente provei pela primeira vez, comprando à saída do elevador do Lacerda, em Salvador da Bahia.
É delicioso....



modo de confeccionar

1 1/2 kg de coco ralado(s)
- 1 1/2 kg de açúcar União (pode ser outro também)
- 1 litro(s) de água
- 4 unidade(s) de cravo-da-índia
- 2 unidade(s) de canela em pau

Coloque o açúcar em uma panela e leve ao fogo mexendo sempre até queimar levemente. Acrescente água e deixe formar uma calda grossa. Adicione os demais ingredientes mexendo sempre, até dar o ponto.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

PAULISTÃO - 5ª..RODADA

.
O PALMEIRAS SALTA PARA
A LIDERANÇA APÓS EMPATE
DO SANTOS


Paulista 0-0 Noroeste
Oeste 1-0 Botafogo-SP
Ponte Preta 2-2 Santos
Portuguesa 02/02 Americana h2h
Mogi Mirim 1-1 Santo André
Mirassol 0-1 Palmeiras
São Paulo 3-2 Linense
Bragantino 3-0 São Bernardo
São Caetano 1-0 Grêmio Prudente
Corinthians 15/02 Ituano

MIRASSOL, 0 PAKLMEIRAS,1



Foi a noite perfeita para o torcedor palmeirense. Em um mesmo dia, o Corinthians foi eliminado da pré-Libertadores (perdeu por 2 a 0 para o Tolima-COL), o Santos tropeçou e só empatou com a Ponte Preta (2 a 2) e o Alviverde fez a sua parte. De vice-líder do torneio, o time de Luiz Felipe Scolari passou a ser o ponteiro do Campeonato Paulista. O 1 a 0 sobre o Mirassol, marcado por Patrik no segundo tempo, deixou o time paulistano com 16 pontos - dois a mais que os santistas - no topo da tabela do estadual.

De quebra, o Alviverde chega embalado para o clássico deste domingo, contra o Corinthians, no Pacaembu. Com o Timão eliminado do torneio continental, a pressão, que há dois anos perseguia o time palestrino, se volta toda para o lado do Parque São Jorge.


MIRASSOL 0X1 PALMEIRAS............................MIRASSOL - Fernando Leal; Samuel, Gustavo Bastos, Dézinho e Diego (Renato Peixe); Magal, Jairo, Esley e Xuxa (Reinaldo Alagoano); Marcelinho e Wellington Amorim (Serginho). PALMEIRAS - Deola, Cicinho (Vitor), Maurício Ramos, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araujo, João Vitor e Tinga; Dinei, Adriano Michael Jackson (Patrik) e Luan (Max Santos).
Técnico: Ivan Baitello. Técnico: Luiz Felipe Scolari


CLASSIFICAÇÃO
1 Palmeiras 16
2 Santos 14
3 Americana 12
4 São Paulo 12
5 Mirassol 10
6 Oeste 9
7 Bragantino 9
8 Ponte Preta 8
9 Paulista 8
10 Mogi Mirim 7
11 Portuguesa 6
12 Corinthians 6
13 Ituano 5
14 São Caetano 5
15 Linense 5
16 São Bernardo 5
17 Santo André 5
18 Noroeste 5
19 Botafogo-SP 4
20 Grêmio Prudente 1

gostos populares dos portugueses - CASTANHAS ASSADAS

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Em Portugal e no Brasil ,existem gostos populares os mais simples ,mas ,mais arreigados.
Em Portugal as castanhas assadas são um uma tradição que no Outono e Inverno os portugueses muito gostam.



Vendem-se na rua em pacotinhos comprados aos vendedores ambulantes por toda a cidade de Lisboa e Porto.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

CARIOCÃO - 5ª.RODADA

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fla e flu continuam
só com vitórias.
vasco ao fim de 5
jogos consegue um
emapate....


Quarta-Feira, 02/02/2011

Boavista 0 x 1 Resende
Olaria 1 x 1 Macaé
Madureira 2 x 1 Cabofriense
América-RJ 3 x 1 Americano
Bangu 1 x 1 Botafogo
Flamengo 1 x 0 Nova Iguaçu>

Quinta-Feira, 03/02/2011

Vasco 0 x 0 Volta Redonda>
Fluminense 3 x 1 Duque de Caxias

FLAMENGO, 1 NOVA IGUAÇU,0



Oportunista, Wanderley faz no fim e garante festa na estreia de Ronaldinho
Atacante marca aos 40 minutos do segundo tempo o gol da vitória do Flamengo sobre o Nova Iguaçu por 1 a 0, no Engenhão

Um Ronaldinho saltitante entra pela primeira vez em campo como jogador do Flamengo.
Com o resultado, o Fla chegou aos 15 pontos, com 100% de aproveitamento, deixando o Resende, que venceu o Boavista, em segundo, com 13. O time da Baixada Fluminense fica com oito, na quarta posição.



FLAMENGO 1 X 0 NOVA IGUAÇU......................................FLAMENGO - Felipe; Léo Moura, Welinton, David Braz e Renato; Maldonado (Egídio), Willians, Vander (Bottinelli), Thiago Neves e Ronaldinho; Deivid (Wanderley). nova iguaçu - Diogo Silva; Foca, Leonardo Luiz, Alex Moraes e Cortez; Amaral, Mossoró (Dieguinho), Alex Faria (Luan) e Marquinhos; William Barbio e Maycon

Gol: Wanderley, aos 40 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Amaral, Alex Moraes, Diogo Silva (NOV); Thiago Neves, Maldonado, Welinton (FLA)

GRUPO 1
1Flamengo 15
2Resende 13
3Boavista 10
4Nova Iguaçu 8
5América-RJ 4
6Volta Redonda 2
7Americano 2
8Vasco 1


GRUPO 2
1Fluminense 15
2Botafogo 13
3Bangu 8
4Olaria 7
5Macaé 5
6Duque de Caxias 4
7Madureira 4
8Cabofriense 0

cantores brasileiros - ZECA PAGODINHO e MARTINHO DA VILA

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programa "PATRIMÓNIO" da Rádio Castrense, no Alentejo

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ESTA NOITE O NOSSO BLOG CONVIDA-TE
A OUVIRES NUMA RÁDIO REGIONAL EM
PORTUGAL, NO ALENTEJO, UM PROGRA-
MA AO VIVO, EM QUE É CONVIDADO
UM GRUPO DE CANTE.



A rádio é a Radio Castrense, da vila de Castro Verde, no Distrito de Beja.
O Programa "PATRIMÓNIO" tem já mais de 20 anos, e nas noites de quintas feiras entre as 21,00 e as 24 horas em Portugal, 19,00 a 22 horas no Brasil, vai para o ar com uma grande audiência

Para acessares digita

www.radiocastrense.net

O grupo é o "CANTARES DA SERRA DE SÃO MARTINHO DAS AMOREIRAS.



Para além do grupo de cante convidado, em estúdio, o programa vive de chamadas telefónicas ao vivo, onde as pessoas interagem com o apresentador, José Franciosco Guerreiro, cantando modas alentejanas, dizendo adivinhas, poesias populares, estórias, anedotas e desabafos.

preliminares

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Certo dia um florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo. Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro repondeu:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O florista ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

grupos de cante alentejanos - AS CAMPONESAS DE CASTRO VERDE

,
AS CAMPONESAS DE CASTRO VERDE
UM GRUPO CORAL FEMININO QUE
CANTA O ALENTEJO.



ACTUOU NO PASSADO SÁBADO
NA CASA DO ALENTEJO DE
LISBOA

Um crónica e mais filmes e fotos serão publicados no blog
www.casa-das-primas.blogspot.com

logo que estejam concluidos os trabalhos de pós produção.
Não percam

terça-feira, fevereiro 01, 2011

DAVID LUIZ sai do BENFICA para o CHELSEA

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David Luis chegou ao Benfica ainda muito jovem sem grande curriculum, mas ràpidamente o seu futebol brilhou e se tornou imprescindível.
Virou ídolo da torcida.


Agora sai para uma nova aventura - o CHELSEA ,onde, aposto, triunfará também, pois a sua forma de jogar decerto pegará de estaca na Premier League.

HISTÓRIA DO BRASIL - PRESIDENTES DA REPUBLICA - DELFIM MOREIRA

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Delfim Moreira

10.º presidente do Brasil
Mandato
15 de novembro de 1918 até
28 de julho de 1919
Vice-presidente nenhum
Precedido por Rodrigues Alves
Sucedido por Epitácio Pessoa

Nascido em 7 de novembro de 1868
Cristina, Minas Gerais
Morreu em 1 de julho de 1920 (51 anos)
Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais
Partido político PRM
Profissão Advogado

Delfim Moreira da Costa Ribeiro (Cristina, 7 de novembro de 1868 — Santa Rita do Sapucaí, 1 de julho de 1920) foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1918 e 28 de julho de 1919.

Estudou no seminário de Mariana e cursou Direito na Faculdade de Direito de São Paulo, diplomando-se em 1890. Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 1894 a 1902, sendo nomeado secretário do interior de Minas Gerais. Delfim Moreira também foi presidente do estado de Minas Gerais, de 1914 a 1918.

Vice na chapa de Rodrigues Alves durante as eleições, assumiu a presidência em virtude do falecimento daquele, vítima da Gripe Espanhola, até que fossem convocadas novas eleições (à época a Constituição previa que o vice-presidente só assumiria provisoriamente, caso o presidente morresse antes de decorridos dois anos de sua posse, ou seja, a metade de seu mandato).

No seu governo, o Brasil se fez representar na Conferência de Paz em Paris, pelo senador Epitácio Pessoa, eleito presidente em 13 de maio, em disputa com Rui Barbosa. Logo após a volta do novo presidente do exterior, Delfim Moreira passou-lhe o cargo, voltando à vice-presidência.

Seu curto mandato (que ficou conhecido como regência republicana) foi um período assinalado por vários problemas sociais, especialmente um grande número greves gerais. Delfim Moreira sofreu durante sua presidência de uma doença que o deixava totalmente desconcentrado e desligado de suas tarefas, sendo que, na prática, quem tomava as decisões era o ministro Afrânio de Melo Franco.

Reformou a administração do território do Acre, republicou o Código civil brasileiro com várias correções ao texto original de 1916. Decretou intervenção no estado de Goiás.

Quando morreu, logo após deixar a presidência, ainda ocupava a vice-presidência do governo de Epitácio Pessoa. Francisco Álvaro Bueno de Paiva o substituiu.