. Cartola Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980) foi um cantor, compositor e violonista brasileiro.
Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro de Laranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda moleque e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e violão. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.
Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça - seis anos mais velho - e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boemia, da malandragem e do samba.
Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos - tendo terminado apenas o primário. Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido "Cartola".
Junto com um grupo amigos sambistas do morro, Cartola criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira. Ele compôs também o primeiro samba para a escola de samba, "Chega de Demanda". Os sambas de Cartola se popularizaram na década de 1930, em vozes ilustres como Araci de Almeida, Carmen Miranda, Francisco Alves, Mário Reis e Silvio Caldas.
Mas no início da década seguinte, Cartola desapareceu do cenário musical carioca e chegou a ser dado como morto. Pouco se sabe sobre aquele período, além do sambista ter brigado com amigos da Mangueira, contraído uma grave doença - especula-se que seja meningite - ter ficado abatido com a morte de Deolinda, a mulher com quem vivia.
Cartola só foi reencontrado em 1956 pelo jornalista Sérgio Porto (mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta), trabalhando como lavador de carros em Ipanema. Graças a Porto, Cartola voltou a cantar, levando-o a programas de rádio e fazendo-o compor novos sambas para serem gravados. A partir daí, o compositor é redescoberto por uma nova safra de intérpretes.
Em 1964, o sambista e sua nova esposa, Dona Zica, abriram um restaurante na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia encontros de samba e boa comida, reunindo a juventude da zona sul carioca e os sambistas do morro. O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego público e compondo seus sambas.
Em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo, e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como "As Rosas Não Falam", "O Mundo é um Moinho", "Acontece", "O Sol Nascerá" (com Elton Medeiros), "Quem Me Vê Sorrindo" (com Carlos Cachaça), "Cordas de Aço", "Alvorada" e "Alegria". No final da década de 1970, mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte, em 1980.
Três dias antes de morrer, recebeu de Carlos Drummond de Andrade sua última homenagem em vida. O poeta lhe dedicou uma comovente crônica, publicada pelo Jornal do Brasil.
Cartola morreria de câncer em 30 de novembro de 1980, aos 72 anos de idade. O corpo foi velado na quadra da Estação Primeira de Mangueira, onde por lá passaram as mais diversas presenças do mundo da música; Clara Nunes, Alcione, Emilio Santiago, Chico Buarque, João Nogueira, Dona Ivone Lara, Nelson Sargento, Jamelão, Roberto Ribeiro, Clementina de Jesus, Martinho da Vila, Gal Costa, Simone, Elizeth Cardoso, Paulo Cesar Pinheiro, Beth Carvalho, Paulinho da Viola, Gonzaguinha, entre muitos outros. Seu corpo foi sepultado no Cemitério do Caju. Dona Zica viu o corpo do seu grande amor pela última vez, abraçada com Clara Nunes, que era amiga e uma das "queridinhas" do poeta. Atendendo a seu pedido, no dia 1º de dezembro, data de seu funeral, Waldemiro, ritmista da Mangueira, que havia aprendido com ele a encourar seu instrumento, marcou o ritmo para o coro de "As Rosas Não Falam", cantada por uma pequena multidão de sambistas, amigos, políticos e intelectuais, presentes em sua despedida. Em seu caixão a bandeira do time do seu coração, o Fluminense.
Em 2007, foi lançado o filme "Cartola - Música para os Olhos", com direção de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda.
Em 2008, esquecido no ano de seu centenário pela Estação Primeira de Mangueira que ajudou a fundar, foi, no entanto homenageado pela Paraíso do Tuiuti com o enredo "Cartola, teu cenário é uma beleza" que ajudou a escola de São Cristóvão a subir para o grupo de Acesso A. Dentro das comemorações pelo seu centenário, foi lançado pelo selo Biscoito Fino "Viva Cartola - 100 anos", que incluiu gravações lançadas em outros discos e que continha uma única faixa inédita, "Basta de Clamares Inocência" - gravada por Martinália. "Pranto de Poeta" – BMG [7]
Obras Discografia Oficiais1974 - "Cartola" 1976 - "Cartola" 1977 - "Verde Que Te Quero Rosa" 1978 - "Cartola 70 Anos" 1982 - "Cartola - Ao Vivo" 1982 - "Cartola - Documento Inédito" Canções Clássicas[10]"Que Infeliz Sorte!" (1931, canção lançada por Francisco Alves) "Divina Dama" - álbum "História da música popular brasileira" (RCA, 1970) "Quem Me Vê Sorrindo" com Carlos Cachaça - álbum "Cartola" "O Sol Nascerá" com Elton Medeiros - álbum "Cartola" "Alvorada" com Carlos Cachaça e Herminio Bello de Carvalho- álbum "Cartola" "Tive Sim" - álbum "Cartola" "O Mundo É Um Moinho" - álbum "Cartola" "Peito Vazio" com Elton Medeiros - álbum "Cartola" "As Rosas Não Falam" - álbum "Cartola" "Cordas de Aço" - álbum "Cartola" "Autonomia" - álbum "Verde Que Te Quero Rosa" "Tempos Idos" com Carlos Cachaça - álbum "Verde Que Te Quero Rosa" [editar] Participações1942 - "Native Brazilian Music" - Leopold Stokowski 1967 - "A Enluarada Elizeth" - Elizeth Cardoso (participação em "Seleção de Sambas da Mangueira") 1968 - "Fala Mangueira!" - Odete Amaral, Cartola, Clementina de Jesus, Nelson Cavaquinho, Carlos Cachaça 1970 - "História da música popular brasileira" - Cartola e Nelson Cavaquinho 1974 - "História das escolas de samba: Mangueira" - Vários Artistas 1975 - "MPB - 100 ao vivo" - Vários artistas 1980 - "E Vamos À Luta" - Alcione (participa da faixa "Eu Sei", de sua autoria) 1993 - "No Tom da Mangueira" - Tom Jobim e Velha Guarda da Mangueira (incluída sua gravação de "Não quero mais amar a ninguém") [editar] Não-oficiais1977 - "Cartola" - este disco faz parte da coleção Nova História da Música Popular Brasileira vem acompanhado de fascículo, fotos, ilustração de Elifas Andreatoe as letras das músicas 1980 - "Adeus, mestre Cartola" 1982 - "Cartola - História da MPB" 1999 - "O Sol Nascerá" 2001 - "A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes" [editar] Homenagens e Tributos1984 - "Cartola, Entre Amigos" - Vários Artistas 1987 - "Cartola – 80 Anos" - Por Leny Andrade 1988 - "Cartola - Bate outra vez..." - Vários Artistas 1995 - "Claudia Telles Interpreta Nelson Cavaquinho e Cartola" - Por Claudia Telles 1998 - "Sambas de Cartola" - Grupo Arranco 1998 - "Só Cartola" - Por Élton Medeiros e Nelson Sargento 1998 - "Cartola – 90 Anos" - Por Élton Medeiros e Márcia 2002 - "Cartola" - Por Ney Matogrosso 2003 - "Beth Carvalho canta Cartola" - Por Beth Carvalho 2008 - "Viva Cartola! 100 Anos" - Vários Artistas
DVDs2007 - MPB Especial 1974 Filmografia1958 - "Orfeu Negro" (participação especial) 1963 - "Ganga Zumba" 1968 - "Os Marginais" (participação especial) 2006 - "Cartola - Música para os Olhos" (cine-biografia)
LivrosCartola: Os Tempos Idos, de Arthur L de Oliveira Filho & Marília Trindade Barbosa da Silva, Rio de Janeiro: Gryphus, 2003. Cartola: semente de amor sei que sou, desde nascença. Arley Pereira; prefácio de Elton Medeiros. 2ª ed. rev. e ampl. - São Paulo: Edições SESC SP, 2008
. BENFICA E PORTO VENCERAM, SPORTING EMPATOU E SÓ O BRAGA PERDEU NA POLÓNIA
Foi positiva a experiência dos clubes portugueses nesta jornada europeia da LIGA EUROPA
Segunda Fase - Jogos de Ida Dia/Hora Jogo 15/02/2011 15h00 Aris Salónica 0 x 0 Manchester City 17/02/2011 16h00 Besiktas 1 x 4 Dinamo de Kiev 17/02/2011 16h00 Napoli 0 x 0 Villarreal 17/02/2011 16h00 Lech Poznan 1 x 0 Braga 17/02/2011 16h00 Bate Borisov 2 x 2 Paris S.Germain 17/02/2011 16h00 Anderlecht 0 x 3 Ajax 17/02/2011 16h00 Benfica 2 x 1 Stuttgart 17/02/2011 16h00 Rubin Kazan 0 x 2 Twente 17/02/2011 18h05 Metalist Kharkiv 0 x 4 Bayer Leverkusen 17/02/2011 18h05 Sevilla 1 x 2 Porto 17/02/2011 18h05 PAOK Salónica 0 x 1 CSKA Moscou 17/02/2011 18h05 BSC Young Boys 2 x 1 Zenit St. Petesburg 17/02/2011 18h05 Sparta Praga 0 x 0 Liverpool 17/02/2011 18h05 Lille 2 x 2 PSV Eindhoven 17/02/2011 18h05 Basel 2 x 3 Spartak Moscou 17/02/2011 18h05 Glasgow Rangers 1 x 1 Sporting de Lisboa
O Benfica venceu o Stuttgr de virada 2-1
O Sporting ao empatar em Glagow abre as portas para a eliminatória seguinte,
. ESTA NOITE ESTÁ NO AR, EM PORTUGAL, NA VILA DE CASTRO VERDE, O PROGRAMA "PATRIMONIO" QUE PODE SER OLUVIDO NO BRASIL.
Se acessares www.radiocastrense.net
Vais poder ouvir
Um grupo de Cante alentejano e a Dona Aldegundes e a D.Inácia com as suas adivinhas e estórias, o Jesuíno Coelho, com suas anedotas picantes.
O Grupo Coral Feminino Flores do Campo de Almodôvar é muito recente, pois teve a sua primeira actuação no dia 4 de Setembro de 2010, num encontro de Grupos de cante em Almodôvar.
Recente, mas já a cantar muito bem, como vão poder constatar se ligarem já,já. O Brasil a falar com Portugal .
Abará é um dos pratos da culinária baiana e como o acarajé também faz parte da comida ritual do candomblé.
O abará tem a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido, enquanto o acarajé é frito.
O preparo da massa é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirada toda a casca, passa-se novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescentam-se cebola ralada, um pouco de sal, duas colheres de dendê.
Quando for comida de ritual, coloca-se um pouco de pó de camarão, e, quando fizer parte da culinária baiana, colocam-se camarões secos previamente escaldados para tirar o sal, que podem ser moído junto com o feijão, além de alguns inteiros.
Essa massa deve ser envolvida em pequenos pedaços de folha de bananeira, semelhante ao processo usado para fazer o acaçá, e deve ser cozido no vapor em banho-maria. É servido na própria folha.
ACARAJÉ
Acarajé é uma especialidade gastronómica da culinária afro-brasileira feita de massa de feijão-fradinho, cebola e sal, frita em azeite-de-dendê. O acarajé pode ser servido com pimenta, camarão seco, vatapá, caruru ou salada, quase todos componentes e pratos típicos da cozinha da Bahia.
História Manuel Querino em A arte culinária na Bahia, de 1916, conta, na primeira descrição etnográfica do acarajé, que "no início, o feijão fradinho era ralado na pedra, de 50 cm de comprimento por 23 de largura, tendo cerca de 10 cm de altura. A face plana, em vez de lisa, era ligeiramente picada por canteiro, de modo a torná-la porosa ou crespa. Um rolo de forma cilíndrica, impelido para frente e para trás, sobre a pedra, na atitude de quem mói, triturava facilmente o milho, o feijão, o arroz".
O acarajé dos Iorubás da África ocidental (Togo, Benin, Nigéria, Camarões) que deu origem ao brasileiro é por sua vez semelhante ao Falafel árabe inventado no Oriente Médio. Os árabes levaram essa iguaria para a África nas diversas incursões durante os séculos VII a XIX. As Favas secas e Grão de bico do Falafel foram alternados pelo feijão-fradinho na África.
Acarajé de orixá
Acará, Akará ou Acarajé, comida ritual do Candomblé.Acarajé, comida ritual da orixá Iansã. Na África, é chamado de àkàrà que significa bola de fogo, enquanto je possui o significado de comer. No Brasil foram reunidas as duas palavras numa só, acara-je, ou seja, “comer bola de fogo”. Devido ao modo de preparo, o prato recebeu esse nome.
O acarajé, o principal atrativo no tabuleiro, é um bolinho característico do candomblé. Sua origem é explicada por um mito sobre a relação de Xangô com suas esposas,Oxum e Iansã. O bolinho se tornou, assim, uma oferenda a esses orixás. Mesmo ao ser vendido num contexto profano, o acarajé ainda é considerado, pelas baianas, como uma comida sagrada. Por isso, a sua receita, embora não seja secreta, não pode ser modificada e deve ser preparada apenas pelos filhos-de-santo.
O acarajé é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirar toda a casca, passar novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescenta-se cebola ralada e um pouco de sal.
O segredo para o acarajé ficar macio é o tempo que se bate a massa. Quando a massa está no ponto, fica com a aparência de espuma. Para fritar, use uma panela funda com bastante azeite-de-dendê ou azeite doce.
Normalmente usam-se duas colheres para fritar, uma colher para pegar a massa e uma colher de pau para moldar os bolinhos. O azeite deve estar bem quente antes de colocar o primeiro acarajé para fritar.
Esse primeiro acarajé sempre é oferecido a Exu pela primazia que tem no candomblé. Os seguintes são fritos normalmente e ofertados aos orixás para os quais estão sendo feitos.
O acará Oferecido ao orixá Iansã diante do seu Igba orixá é feito num tamanho de um prato de sobremesa na forma arredondada e ornado com nove ou sete camarões defumados, confirmando sua ligação com os odu odi e ossá no jogo do merindilogun, cercado de nove pequenos acarás, simbolizando "mensan orum" nove Planetas. (Orum-Aye, José Benistes).
O acará de xango tem uma forma Ovalar imitando o cágado que é seu animal preferido e cercado com seis ou doze pequenos acarás de igual formato, confirmando sua ligação com os odu Obará e êjilaxeborá.
Acarajé da baiana
Baiana vendendo acarajé nas ruas de Salvador.O acarajé também é um prato típico da culinária baiana e um dos principais produtos vendidos no tabuleiro da baiana (nome dado ao recipiente usado pela baiana do acarajé para expor os alimentos), que são mais carregados no tempero e mais saborosos, diferentes de quando feitos para o orixá.
A forma de preparo é praticamente a mesma, a diferença está no modo de ser servido: ele pode ser cortado ao meio e recheado com vatapá, caruru, camarão refogado, pimenta e salada de tomates verde e vermelho com coentro.
O acarajé tem similaridade com o abará, difere-se apenas na maneira de cozer. O acarajé é frito, ao passo que o abará é cozido no vapor.
Os ingredientes do acarajé são meio quilograma de feijão-fradinho descascado e moído, 150 g de cebola ralada, uma colher de sobremesa de sal ou a gosto e um litro de azeite-de-dendê para fritar. O recheio de camarão é feito com 4/6 xícara de azeite-de-dendê, 3 cebolas picadas, alho a gosto, 700 g de camarão defumado sem casca e cheiro-verde refogados por 10 a 15 minutos. É possível acrescentar tomate e coentro, e como dito anteriormente, caruru, vatapá e molho de pimenta.
. ROSA DIAS, É UMA POETISA PORTUGUESA, DE CAMPO MAIOR ,UMA CIDADE ALENTE- JANA MUITO TÍPICA.
O Alentejo é a região portuguesa com maior tendência para a poesia. Diz-se que não há um único alentejano que não tenha já, pelo menos uma vez na vida, feito uma quadra, um verso, uma décima.
Rosa Dias ,como alentejana que é, tem criado belos poemas, e melhor ainda, tem a arte de "dizer" com o sentimento e a intensidade muito próprias.
Acabo de publicar no blogue do alentejo CASA DAS PRIMAS imagens por mim captadas numa sua brilhante actuação nuo ultimo Verão, na Semana Alentejana dos Amigos do Alentejo do Feijó.
. ESTAMOS SENDO ACESSADOS DE CANARANA ,NO ESTADO DA BAHIA.
Prestigiamos o cybernauta que nos acessa, mostrando a sua terra natal
Canarana (Bahia) Município de Canarana
Aniversário 16 de julho de 1968 Fundação Final do século XVIII Gentílico canaranense Municípios limítrofes Barro Alto, Ibititá, Lapão, América Dourada e Cafarnaum
Características geográficas Área 617,991 km² [2] População 24 055 hab. IBGE/2010[3] Densidade 38,92 hab./km²
Canarana é um município brasileiro do estado da Bahia. Localiza-se a uma latitude 11º41'05" sul e a uma longitude 41º46'08" oeste, estando a uma altitude de 691 metros. Sua população estimada em 2004 era de 21.698 habitantes. Possui uma área de 657,365 km².
História Canabrava do Miranda Até o início do século XIX, o território de Canarana, habitado por índios Pataxós, era de propriedade do Conde da Ponte. Com o avanço da ocupação do oeste do Estado da Bahia, estas terras foram adquiridas pela família Miranda, onde estabeleceram a Fazenda Canabrava. Canabrava em linguagem indígena é "cana falsa", uma vegetação vasta às margens do Rio Vereda Romão Gramacho.
Por ser área de rota entre os municípios de Xique-Xique, Morro do Chapéu e Seabra, formou-se um povoado nas proximidades da fazenda dedicado a agricultura de feijão, milho, mamona e mandioca, além da pecuária de bovinos, caprinos, suínos e aves.
Canarana Com o desenvolvimento acelerado, em 1890, a Fazenda Canabrava recebeu tornou-se distrito do município de Morro do Chapéu, sob o nome de Canabrava do Miranda. Em 30 de novembro de 1938, pelo Decreto Estadual nº 11.089, o distrito passou a ser chamado de Miranda e em 1º de junho de 1944 pelo Decreto Estadual nº 12.978, pela ultima vez seu nome seria definitivamente alterado para Canarana. Em botânica, Canarana é um nome de várias gramíneas que crescem às margens dos rios.
Emancipação Após incessante luta dos senhores Antenor Dourado Lima, Jonas Marques Pereira, Jose Martins Filho, Vital Guanais da Silva Dourado, Guilherme Pereira de Novaes, entre outros, após terem gastos a importância de aproximadamente Cr$ 20.000,00 (vinte mil cruzeiros), foi realizado um plebiscito em 22 de novembro de 1962 para apreciação popular, onde 3.352 habitantes foram às urnas e com 1.679 votos a favor da emancipação, 1.616 votos contra, 41 votos nulos e 16 votos em branco. Canarana é emancipada por meio da Lei Estadual nº1.715 de 16 de julho de 1962. O Distrito de Canarana foi elevado à município, formado pelos pelos distritos de Canarana, Salobro, Lagoa do Boi e Barro Alto.
. Três amigos reunidos tentam encontrar uma nova maneira de passar o tempo. Diz um: - Oh amigo, já chega de sueca e dominó. Tou farto disto!! Diz outro: - Atão e se fossemos jogar golfe ? Pergunta o primeiro: - Atão, oh! cára, com'é quisso se joga ? - É c'um pau, umas bolas e um buraco. Responde o outro : - Atão tá beim ; ê cá dou o pau. Diz o segundo: - Prontos ê cá dou as bolas. Responde o terceiro : - , ê cá nã jogo
. O VASCO DESPEDIU-SE COM GOLEADA AO AMERICA 9-0. FLA VENCEU 1-0 E APUROU-SE PA- RA AS SEMI COM O BOAVISTA BOTAFOGO E FLU JOGAM A OUTRA SEMI FINAL
América 0x9 Vasco Flamengo 1-0 Resende Nova Iguaçu 3x5 Boavista Americano 2x1 Volta Redonda Olaria 1x0 Bangu Cabofriense 2x0 Duque de Caxias Botafogo 1x1 Macaé
vasco,9 america,0
O VASCO ACORDA TARDE, FAZ 9-0, JÁ ELIMINADO DAS SEMI
. PORTO VENCE EM BRAGA E MANTEM A LIDERANÇA DE 8 PONTOS SOBRE O BENFICA QUE TAMBÉM VENCEU O GUIMARÃES.
Beira-Mar 14/02 V. Setúbal h2h P. Ferreira 1-0 Marítimo Benfica 3-0 V. Guimarães Nacional 0-1 U. Leiria Naval 3-1 Académica Sp. Braga 0-2 FC Porto Rio Ave 2-0 Portimonense Olhanense 2-2 Sporting
OLHANENSE, 2 SPORTING,2
Jogo no Estádio José Arcanjo, em Olhão.
Olhanense-Sporting, 2-2
Ao intervalo: 0-1
Marcadores:
0-1, Hélder Postiga, 27 minutos.
0-2, Hélder Postiga, 62.
1-2, Ismaily, 64.
2-2, Daniel Carriço, na própria baliza, 66.
Equipas:
Olhanense: Ricardo Batista, João Gonçalves, Maurício, Mexer, Carlos Fernandes, Fernando Alexandre, Nuno Piloto, Jorge Gonçalves, Rui Duarte (Lulinha, 65), Ismaily (Cadu, 86) e Djalmir (Adilson, 89).
(Suplentes: Bruno Veríssimo, André Micael, Lulinha, Cadú, 86), Adilson, Suárez e Yontcha).
Sporting: Rui Patrício, João Pereira, Daniel Carriço, Torsiglieri, Evaldo, Pedro Mendes, André Santos (Carlos Saleiro, 78), Maniche, Vukcevic (Matias Fernandez, 46), Hélder Postiga e Valdés (Cristiano, 39).
(Suplentes: Tiago, Anderson Polga, Diogo Salomão, Carlos Saleiro, Matias Fernandez, Zapater e Cristiano
BENFICA-GUIMAÃES...3-0
CLASSIFICAÇÃO
1 FC Porto 56 2 Benfica 45 3 Sporting 33 4 V. Guimarães 29 5 U. Leiria 28 6 Sp. Braga 27 7 Olhanense 26 8 P. Ferreira 26 9 Nacional 26 10 Beira-Mar 24 11 Académica 20 12 Marítimo 19 13 Rio Ave 17 14 V. Setúbal 17 15 Naval 13 16 Portimonense 10
. NEM LIEDSON SALVA O CORTINTHIANS DE NOVO EMPATE (0-0) COM PAULISTA. PALMEIRAS MANTEM LIDERANÇA AO BA- TER 1-0 O AMERICANA
Palmeiras 1 x 0 Americana> Botafogo-SP 2 x 0 Santo André Linense 0 x 1 Grêmio Prudente Portuguesa 2 x 3 São Paulo> Paulista 0 x 0 Corinthians> Oeste 1 x 1 Mogi Mirim Bragantino 2 x 1 Ituano São Bernardo 0 x 1 Ponte Preta
Corinthians volta a tropeçar e só empata com o Paulista Após dois gols em estreia, Liedson passa em branco em Jundiaí
Depois de duas vitórias animadoras (1 a 0 no clássico contra o Palmeiras e 4 a 0 sobre o Ituano), o Corinthians não passou de um empate por 0 a 0 com o Paulista neste domingo, no Estádio Jaime Cintra, e conheceu seu primeiro tropeço após a traumática eliminação na Pré-Libertadores, contra o Tolima.
Com o resultado, o time alvinegro vai a 13 pontos e se mantém na zona de classificação às quartas de final do Campeonato Paulista. Já a equipe de Jundiaí acumula seu sexto jogo sem vitórias e soma nove tentos.
O Corinthians volta a campo na próxima quinta-feira, quando encara o Mogi Mirim no Pacaembu, às 21h50 (de Brasília), em jogo atrasado da quarta rodada do torneio estadual. Dois dias depois, o Paulista vai a Santo André encarar o time da casa.
Paulista 0 x 0 Corinthians
Paulista: Cristiano; Weldinho (Sidney), Eli Sabiá, Rodrigo Sabiá e Guigov; João Paulo, Baiano, Fábio Gomes e Rone Dias (Vanderlei); Barboza e Hernane (Fabiano). Técnico: Wagner Lopes
Corinthians: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Marcelo Oliveira; Ralf, Jucilei (Paulinho), Danilo (Willian) e Ramirez (Morais); Jorge Henrique e Liedson. Técnico: Tite
. O BRASIL VENCEU NA FINAL DE SUB- 20 O URUGUAI 6-0
Brasil faz 6, vai a Londres e amplia hegemonia no Sub-20 com 11º título Brasil goleia Uruguai e leva título do Sul-Americano
Com participação decisiva de Lucas, o Brasil derrotou o Uruguai por 6 a 0 na madrugada deste domingo, no Estádio Monumental de Unsa, em Arequipa e conquistou pela 11ª vez o título do Sul-Americano Sub 20, além de confirmar a vaga para a Olimpíada de Londres. O meio-campista são-paulino desequilibrou a partida com três golaços.
O Brasil ainda foi para o vestiário com vantagem no número de jogadores, já que Luna foi expulso. No segundo tempo, Saimon também recebeu o vermelho ao cometer pênalti no primeiro minuto, mas Vecino chutou por cima. Na sequência, Danilo fez um golaço e encerrou a esperança uruguaia. Ainda faltava o dele: Neymar encerrou a festa verde e amarela com dois gols.
O resultado levou o Brasil aos 12 pontos, dois a mais do que o Uruguai, e encerrou uma campanha quase perfeita. Em quase um mês de competição, foram sete vitórias, um empate contra a Bolívia e apenas uma derrota para a Argentina, país que ainda tinha esperança de ficar com uma vaga olímpica caso o Brasil fosse goleado por cinco gols. No entanto, o Uruguai será o outro participante do continente em Londres.
Em uma campanha que começou centralizada em Neymar e encerrou com destaque para um time forte, o Brasil apostou no futebol ofensivo e não decepcionou. Terminou com o melhor ataque da competição (24 gols) e embalado para o Mundial da categoria, marcado para julho na Colômbia.
O Brasil ainda firmou sua hegemonia no torneio. Atual tricampeão, o País ganhou 11 vezes o Sul-Americano da categoria. As outras conquistas ocorreram em 1974, 1983, 1985, 1988, 1991, 1992, 1995, 2001, 2007 e 2009.
Uruguai 0 x 6 Brasil
Gols
Brasil: Lucas, aos 40min e aos 41min do primeiro tempo; Danilo, aos 5min, Neymar, aos 11min e aos 16min, e Lucas aos 35min do segundo tempo
Uruguai: Salvador Ichazo; Maximiliano Olivera, Federico Platero, Leandro Cabrera e Diego Polenta; Camilo Mayada, Nicolás Prieto (Ramón Arias), Ángel Cayetano (Ricardo Pereira) e Matías Vecino; Adrián Luna e Federico Rodriguez (Pablo Capelini). Técnico: Juan Verzeri
Brasil: Gabriel; Danilo, Saimon, Juan e Alex Sandro; Casemiro (Galhardo) e Fernando; Oscar, Lucas e Neymar (Diego Maurício); Willian José. Técnico: Ney Franco
. Benito Di Paula Nome completo Uday Veloso Nascimento 28 de novembro de 1941 (69 anos) Origem Nova Friburgo, RJ País Brasil Gêneros Bossa nova, samba, MPB Instrumentos voz, piano Período em atividade 1968–presente Influência(s) Dori Caymmi Cartola Tom Jobim Vinícius de Moraes Página oficial Site Oficial
Benito di Paula, nascido Uday Veloso (Nova Friburgo, 28 de novembro de 1941) é um pianista, cantor e compositor brasileiro.
Biografia Uday Veloso ganhou fama nacional com o pseudônimo de Benito Di Paula. Nascido em 1941, em Nova Friburgo, RJ, é um dos grandes nomes da canção nacional dos anos 70. Foi crooner de boates do Rio de Janeiro, e depois continuou tocando na noite paulistana. Iniciou carreira pela gravadora Copacabana no início dos anos 70. Seu estilo musical é conhecido como "samba jóia", ao combinar o samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzisticos. Seu primeiro disco "Benito Di Paula" de 1971, foi censurado por trazer a música "Apesar de Você" de Chico Buarque.
Seu segundo LP, "Ela" também não trouxe grande êxito. Mas estourou nas paradas de sucesso com o terceiro, "Um Novo Samba", onde já aparecia na capa com sua longa barba e cabelos, inúmeras correntes, brincos, pulseiras, etc. O grande sucesso desse disco foi a música "Retalhos de Cetim".
Teve inúmeros sucessos ao longo de sua carreira como "Charlie Brown", "Vai Ficar Na Saudade", "Se Não For Amor", "Amigo do Sol, Amigo da Lua", "Mulher Brasileira". Chegou nos anos 70, a disputar a venda de LPs juntamente com Roberto Carlos, tendo composto muitas músicas para este.
Comandou o programa "Benito di Paula e seus convidados - Brasil Som 75" na TV Tupi chegando a disputar a venda de LPs juntamente com Roberto Carlos. Tem mais de 35 discos gravados, tendo parte importante de sua obra relançada em CD, devido ao sucesso de suas músicas. Chegou a fazer sucesso em nível internacional como no México, Japão, Estados Unidos. Também, principalmente na América Latina.
Teve parte de sua história contada no livro "Eu Não Sou Cachorro Não" do historiador, jornalista e escritor baiano Paulo César de Araújo.
Após 13 anos sem gravar, Benito di Paula lançou, em 2009, pela EMI Music seu segundo CD e primeiro DVD ao vivo, gravado no Vivo Rio, e que traz seus maiores sucessos, como Retalhos de Cetim, Sanfona Branca e Charlie Brown.
Discografia 1968 - Andança e Canção Para o Nosso Amor 1972 - Beleza Que é Você Mulher - (Copacabana) 1972 - Ela - (Copacabana) 1973 - Benito Di Paula - (Copacabana) 1973 - Um Novo Samba - (Copacabana) 1974 - Gravado Ao Vivo - (Copacabana) 1975 - Benito Di Paula e Seus Convidados - Brasil Som 75 - (Copacabana) 1975 - Benito Di Paula - (Copacabana) 1976 - Benito Di Paula - (Copacabana) 1977 - Benito Di Paula / Assobiar ou Chupar Cana - (Copacabana) 1977 - Jesus Papai Noel - Instrumental - (Copacabana) 1978 - Benito Di Paula - (Copacabana) 1978 - Caprichos de La Vida - Copacabana) 1979 - Benito Di Paula - (Copacabana) 1980 - Benito Di Paula - (Copacabana) 1981 - Benito Di Paula - (WEA) 1982 - Benito Di Paula - (WEA) 1983 - Bom Mesmo é o Brasil - (WEA) 1984 - Que Brote Enfim o Rouxinol Que Existe Em Mim - (RGE) 1985 - Nação - (RGE) 1986 - Benito Di Paula / Instrumental 1987 - Quando A Festa Acabar - (Copacabana) 1990 - Fazendo Paixão - (BMG Ariola) 1992 - A Vida Me Faz Viver - (Copacabana) 1994 - Pode Acreditar - (RGE) 1996 - Baileiro - (Paradoxx Music) 1999 - Raízes do Samba 2009 - Ao Vivo - (CD e DVD) (EMI Music) [editar] Coletâneas 2002 - Perfil - Benito di Paula (Somlivre) [editar] Ligações externas Benito di Paula - Página sobre o artista no CliqueMusic Benito di Paula - Verbete no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira Benito di Paula - Página sobre o artista no site "Samba-Choro" Benito di Paula - Página oficial do artista Benito di Paula - Blog
. José de Alencar Nascimento 1 de maio de 1829 Messejana Morte 12 de dezembro de 1877 (48 anos) Rio de Janeiro Nacionalidade Brasileiro Ocupação Crítico, romancista, dramaturgo Escola/tradição Romantismo
José Martiniano de Alencar (Messejana, 1 de maio de 1829 — Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1877) foi um jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista e dramaturgo brasileiro.
Formou-se em Direito, iniciando-se na atividade literária no Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. Foi casado com Ana Cochrane. Filho do senador José Martiniano Pereira de Alencar, irmão do diplomata Leonel Martiniano de Alencar, barão de Alencar, e pai de Augusto Cochrane de Alencar.
Vida e obra
Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros.
José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O segundo tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.
Em 1859, tornou-se chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860 ingressou na política, como deputado estadual no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador (Brasil Império). Em 1868, tornou-se ministro da Justiça, ocupando o cargo até janeiro de 1870. em 1869, candidatou-se ao senado do Império, tendo o Imperador D. Pedro II do Brasil não o escolhido por ser muito jovem ainda.[1]
Em 1872 se tornou pai de Mário de Alencar, o qual, segundo uma história nunca totalmente confirmada, seria na verdade filho de Machado de Assis, dando respaldo para o romance Dom Casmurro.[2] Viajou para a Europa em 1877, para tentar um tratamento médico, porém não teve sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro no mesmo ano, vitimado pela tuberculose. Machado de Assis, que esteve no velório de Alencar, impressionou-se com a pobreza em que a família Alencar vivia.
Produziu também romances urbanos (Senhora, 1875; Encarnação, escrito em 1877, ano de sua morte e divulgado em 1893), regionalistas (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e históricos (Guerra dos Mascates, 1873), além de peças para o teatro. Uma característica marcante de sua obra é o nacionalismo, tanto nos temas quanto nas inovações no uso da língua portuguesa. Em um momento de consolidação da Independência, Alencar representou um dos mais sinceros esforços patrióticos em povoar o Brasil com conhecimento e cultura próprios, em construir novos caminhos para a literatura no país. Em sua homenagem foi erguida uma estátua no Rio de Janeiro e um teatro em Fortaleza chamado "Teatro José de Alencar".
Características da obra de Alencar A obra de José de Alencar pode ser dividida em dois grupos distintos
Quanto ao Espaço Geográfico O sertão do Nordeste - O Sertanejo O litoral cearense - Iracema O pampa gaúcho - O Gaúcho A zona rural - Til (interior paulista), O Tronco do Ipê (zona da mata fluminense) A cidade, a sociedade burguesa do Segundo Reinado - Diva, Lucíola, Senhora e os demais romances urbanos. Quanto a Evoluçao Historica
O período pré-cabralino - Ubirajara. A fase de formação da nacionalidade - Iracema e O Guarani. A ocupação do território, a colonização e o sentimento nativista - As Minas de Prata (o bandeirantismo) e Guerra dos Mascates (rebelião colonial). O presente, a vida urbana de seu tempo, a burguesia fluminense do século XIX - os romances urbanos Diva, Lucíola, Senhora e outros. [editar] Obras Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema: Citações no Wikiquote Textos originais no Wikisource Imagens e media no Commons
Romances Cinco minutos, 1856 A viuvinha, 1857 O guarani, 1857 Lucíola, 1862 Diva, 1864 Iracema, 1865 As minas de prata - 1º vol., 1865 As minas de prata - 2.º vol., 1866 O gaúcho, 1870 A pata da gazela, 1870 O tronco do ipê, 1871 Guerra dos mascates - 1º vol., 1871 Til, 1871 Sonhos d'ouro, 1872 Alfarrábios, 1873 Guerra dos mascates - 2º vol., 1873 Ubirajara, 1874 O sertanejo, 1875 Senhora, 1875 Encarnação, 1877 [editar] Teatro O crédito, 1857 Verso e reverso, 1857 O Demônio Familiar, 1857 As asas de um anjo, 1858 Mãe, 1860 A expiação, 1867 O jesuíta, 1875 [editar] Crônica Ao correr da pena, 1874 [editar] Autobiografia Como e por que sou romancista, 1873 (eBook) [editar] Crítica e polêmica Cartas sobre a confederação dos tamoios, 1856 Ao imperador:cartas políticas de Erasmo e Novas cartas políticas de Erasmo, 1865 Ao povo:cartas políticas de Erasmo, 1866 O sistema representativo, 1866
. Bons amigos são como as bochechas do "cú"; sempre unidas e não há "merda" nenhuma que as separe! Bons amigos são como as cuecas; estão sempre connosco! Bons amigos são como os preservativos; estão sempre a proteger-nos! Bons amigos são como os soutiens; estão lá para apoiar! Bons amigos são como o viagra; põe-nos em cima quando estamos em baixo!
Airton das Neves nasceu em S. Paulo, no Brasil em 1964. Exerceu diversas actividades profissionais, mas sempre sentiu uma enorme atracção pela pintura. Em 2003, ano em que nasce o seu único filho, sentiu um forte apelo e, como refere “tive o meu encontro com a arte!”. Desistiu de tudo, dedicou-se exclusivamente à pintura e o sucesso foi imediato.
A sua infância com parcos meios, permitia-lhe apenas esporádicas viagens “ao sítio dos avós maternos”, lugar de encantamento, tendo registado na memória a beleza paisagística e as experiências que ali viveu. Mais tarde procurou conhecer outras comunidades, seus costumes e saberes, num encontro quotidiano com a vida.
Trabalhando e misturando as cores com perfeição, os seus quadros mostram, num primeiro olhar, temas harmoniosos e integrados, mas lidos com maior atenção, verifica-se serem um conjunto de pequenas historias dispersas pelas suas telas.
Desde 2003 que participa em exposições colectivas no Brasil e Argentina. Realizou ilustrações para diversas publicações e, em 2006, elaborou o calendário da empresa BASF. Trabalha directamente para algumas galerias no Brasil e também em Nova York, Telavive e agora em Lisboa.(allartsgallery)
. Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na rua. - Pai, quem são aquelas senhoras? O pai meio embaraçado, responde: - Não interessa filho... Olha antes para esta loja... Já viste os portáteis que ali estão? - Sim, sim, já vi. Mas... quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas? - São... são... São senhoras que vendem na rua. - Ah, sim?! Mas vendem o quê? - Pergunta admirado o garoto. - Vendem... vendem... Sei lá... Vendem um pouco de prazer. O garoto começa a reflectir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras. Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer! No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe: - Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor? A mulher fica admirada, e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas, de morango e chocolate. Já era tarde quando o rapaz chega a casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado e o garoto respondeu-lhe: - Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer! O pai fica amarelo: - E... e então... como é que se passou? - Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me a para voltar amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras; só comi as outras para mostrar que sou homem!... Posso ir amanhã, novamente, pai? O pai desmaiou !!!
. Um dia, um homem cansado da vida de casado disse que ia ali à esquina comprar cigarros e desapareceu. Não é força de expressão ou sentido figurado, ele disse exactamente isto: - Vou ali à esquina comprar cigarros e já volto. Ficou dez anos desaparecido. Há algum tempo, reapareceu. Bateu à porta, a mulher foi abrir, e lá estava ele: dez anos mais velho, quieto, sem dizer uma palavra. A mulher despejou toda a revolta para cima dele: - Seu isto! Seu aquilo! Então dizes que vais à esquina comprar cigarros e desapareces? Abandonas-me, abandonas as crianças, ficas dez anos sem dar notícias, fazes-me criar os putos sozinha e ainda tens o desplante, o acinte, a coragem de reaparecer deste jeito? Pois vais pagar-me. Fica sabendo que vais ouvir poucas e boas. Eu nunca te vou perdoar. Estás a ouvir? Nunca! Entra, mas prepara-te para... Nisto, o homem dá uma palmada na testa e diz: - Eh, pá! Esqueci-me dos fósforos! Já volto!
. PORTUGAL PERDEU COM A ARGENTINA (1-2) NUM JOGO QUE NÃO MERECIA A DERROTA.
Messi trama Portugal ao cair do pano Argentina venceu Portugal por 2-1, em jogo de cariz particular, no estádio do Servette em Genebra. Lionel Messi rubricou uma excelente exibição, pois marcou e deu a marcar a Angel Di Maria. A selecção portuguesa realizou uma boa partida, criando várias oportunidades de golo, mas só Cristiano Ronaldo marcou.
Num estádio completo em Genebra com muitos adeptos portugueses na bancada viram a Argentina entrar melhor em campo perante uma selecção portuguesa que nos primeiros minutos estava muito apática. Lionel Messi galardoado como melhor jogador do Mundo de 2010 pela FIFA começou a espalhar o perfume do seu futebol aos 7 minutos quando apareceu na área e de cabeça causou perigo para a baliza portuguesa.
Ficha de jogo
Estádio de Genebra, na Suíça.
Portugal -- Argentina, 1-2.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores:
0-1, Angel Di Maria, 14 minutos.
1-1, Cristiano Ronaldo, 21.
1-2, Lionel Messi, 90 (grande penalidade).
Equipas:
- Portugal: Eduardo (Rui Patrício, 46), João Pereira, Rolando, Bruno Alves, Fábio Coentrão, Raul Meireles (Miguel Veloso, 79), João Moutinho, Carlos Martins (Paulo Machado, 85), Nani (Ricardo Quaresma, 60), Cristiano Ronaldo (Danny, 61) e Hugo Almeida (Hélder Postiga, 60).
Suplentes: Rui Patrício, Ventura, Ricardo Costa, Miguel Veloso, Paulo Machado, Ricardo Quaresma, Danny e Hélder Postiga.
- Argentina: Romero, Zanetti (Zabaleta, 62), Burdisso, Gabriel Milito, Rojo, Banega (Gago, 62), Mascherano, Cambiasso (Biglia, 79), Di Maria (Pastore, 66), Messi e Lavezzi (Martinez, 82).
O BRASIL PERDE PARA A FRANÇA, MAS ANTES PERDE A CABEÇA E ENTREGA O OURO AO BANDIDO
A sorte da Seleção Brasileira quando encontra a França segue negativa. Nesta quarta-feira, o Brasil foi derrotado por 1 a 0 no Stade de France, em Saint-Denis, em duelo que demonstrou falhas emocionais. A equipe do técnico Mano Menezes perdeu Hernanes ao fim do primeiro tempo, expulso por pontapé em Benzema, e viu a seleção da casa controlar o jogo.
Com o resultado, o Brasil vê seu tabu com os franceses aumentar. A Seleção não derrota a equipe europeia desde 1992. Contando com a partida desta quarta, são seis partidas sem vitória - entre elas, quatro derrotas e seis empates. Entre estes jogos estão o triunfo francês na final da Copa do Mundo de 1998 e a eliminação nas quartas de final do Mundial de 2006.
O Brasil também chega a segunda derrota consecutiva, fato que não ocorria desde junho de 2008 (reveses contra Venezuela e Paraguai). Na partida anterior, em 17 de novembro, a Seleção caiu para a Argentina pelo mesmo placar.
França 1 x 0 Brasil
Gol
França: Benzema, aos 8min do segundo tempo
França: Lloris; Sagna, Rami, Mexès e Abidal; Diarra e M'Villa (Diaby); Gourcuff (Cabaye), Ménez (Rémy) e Malouda; Benzema (Gameiro). Técnico: Laurent Blanc
Brasil: Júlio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e André Santos; Lucas e Elias (André); Renato Augusto (Jadson), Hernanes e Robinho (Sandro); Alexandre Pato (Hulk). Técnico: Mano Menezes
. valter hugo mãe Nome completo Valter Hugo Mãe Nascimento 25 de Setembro de 1971 (39 anos) Saurimo Nacionalidade Português Ocupação romancista, poeta, editor, artista plástico, cantor, DJ Prémios Prémio Literário José Saramago Página oficial: http://www.valterhugomae.com/
valter hugo mãe é o nome artístico do escritor Valter Hugo Mãe (Saurimo, Angola, 25 de Setembro de 1971). Além de escritor é editor, artista plástico, cantor e DJ português.
valter hugo mãe (propositadamente escrito em minúsculas[1]) nasceu numa cidade angolana outrora chamada Henrique de Carvalho actual Saurimo.
Biografia Passou a infância em Paços de Ferreira e em 1980 mudou-se para Vila do Conde. Licenciou-se em Direito e fez uma pós-graduação em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea.
Em 1999 fundou com Jorge Reis Sá a Quasi edições na qual publicou obras de Mário Soares, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto, António Ramos Rosa, Artur do Cruzeiro Seixas, Ferreira Gullar, Adolfo Luxúria Canibal e muitos outros. Em 2001, ainda na Quasi, co-dirige a revista Apeadeiro e em 2006 funda a editora Objecto Cardíaco. Em 2007 atingiu o reconhecimento público com a atribuição do Prémio Literário José Saramago, durante a entrega do qual o próprio José Saramago considerou o romance o remorso de baltazar serapião um verdadeiro "tsunami literário". Entretanto começa a escrever letras para canções e em 2008 funda, com Miguel Pedro e António Rafael, do grupo Mão Morta, a banda Governo, onde assume a função de vocalista.
Bibliografia Poesia
silencioso corpo de fuga, A Mar Arte, Coimbra, 1996; o sol pôs-se calmo sem me acordar, A Mar Arte, Coimbra, 1997; entorno a casa sobre a cabeça, Silêncio da Gaveta Edições, Vila do Conde, 1999; egon schielle auto-retrato de dupla encarnação, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, Porto, 1999; estou escondido na cor amarga do fim da tarde, Campo das Letras, Porto, 2000; três minutos antes de a maré encher, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2000; a cobrição das filhas, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2001; útero, Quasi Edições, V.N. Famalicão, 2003; o resto da minha alegria seguido de a remoção das almas, Cadernos do Campo Alegre, Porto, 2003; livro de maldições, Objecto Cardíaco, Vila do Conde, 2006; pornografia erudita, Edições Cosmorama, Maia, 2007; bruno, Littera Libros, Espanha, 2007; folclore íntimo, Edições Cosmorama, Maia, 2008.
Romance
o nosso reino, Temas e Debates, Lisboa, 2004; o remorso de baltazar serapião, QuidNovi, Matosinhos / Lisboa, 2006; o apocalipse dos trabalhadores, QuidNovi, Matosinhos / Lisboa, 2008; a máquina de fazer espanhóis, Objectiva, Lisboa, 2010. Infantil
a verdadeira história dos pássaros, Booklândia / QuidNovis, Matosinhos / Lisboa, 2009; a história do homem calado, Booklândia / QuidNovis, Matosinhos / Lisboa, 2009. Prefácio do primeiro livro de Kabbalah feito por um português(À Luz da Kabbalah, de José Cunha Rodrigues)
Bibliografia ordenada por data ([2])
A Máquina de Fazer Espanhóis 2010 Objectiva
O Remorso de Baltazar Serapião 2009 Quidnovi
O Nosso Reino 2009 Quidnovi
A História do Homem Calado 2009 Booklândia
A Verdadeira História dos Pássaros 2009 Booklândia
Contos Policiais 2008 Porto Editora
O Apocalipse dos trabalhadores 2008 Quidnovi
São Salvador do Mundo 2008 Edições Gailivro
O Remorso de Baltazar Serapião 2007 Quidnovi
Livro de Maldições 2006 Objecto Cardíaco
Afectos e Outros Afectos 2004 Quasi Edições
Apeadeiro Nº4 / Nº5 2004 Quasi Edições
Desfocados Pelo Vento 2004 Quasi Edições
O Nosso Reino 2004 Temas e Debates
Três Minutos Antes de a Maré Encher 2004 Quasi Edições
O Resto da Minha Alegria 2003 Fundação Ciência e Desenvolvimento
Útero 2003 Quasi Edições
A Alma não é Pequena - 100 Poemas Portugueses para sms 2003 Edições Centro Atlântico
A Cobrição das Filhas 2002 Quasi Edições
Série Poeta 2001 Quasi Edições
O Futuro em Anos-Luz 2001 Quasi Edições
Estou Escondido na Cor Amarga do Fim da Tarde 2000 Campo das Letras
[Prémio Almeida Garrett, 1999; Prémio Literário José Saramago, Fundação Círculo de Leitores, Lisboa, 2007.
As Balas Chico Fumaça foi uma guloseima fabricada em Curitiba e cuja embalagem continha as figurinhas do Chico Fumaça.
Não tão famosas quanto às figurinhas das Balas Zequinha, as figurinhas do Chico Fumaça, atualmente, são uma preciosidade nas mãos dos colecionadores e uma grata lembrança para os que as utilizaram, a partir dos anos de 1930, em rodas do jogo do bafo. As várias caracterizações do personagem Chico Fumaça ajudaram a tornar, o que foi um produto para fins comerciais, em um ícone da cultura e da história Curitibana, sem esquecer as suas concorrentes: Balas Zequinha (já citada); Balas Artistas; Balas Bandeirinhas; Caramelos Aéreo-Loyd; Balas Pontiac; todas já extintas em sua fabricação.
História O personagem Chico Fumaça, garoto-propaganda das Balas de mesmo nome foi lançada em 1930 com desenhos do artista Alceu Chichorro e distribuída pela fábrica Santa Maria, de propriedade da firma Romero & Grassi, na cidade de Curitiba. A primeira série destas figurinhas era numerada, sendo seus traços simples e sem paisagens de fundo e cores de mesmo tom. A segunda série das figurinhas foi lançada em 1948 sob a autoria do mesmo artista que as criou (Alceu Chichorro) e solicitado pela mesma firma (Romero & Grassi), porém, esta série não é numerada e difere da tiragem anterior por seus requintados traços de fundo e diversas cores.
Chico Fumaça O personagem Chico Fumaça era caracterizado como um homem baixo, calvo na parte superior da cabeça, sobrando os cabelos apenas nas áreas laterais, sempre usando um chapéu côco e calças com sua barra/bainha um pouco acima do convencional, quando sua caracterização assim permitia, rosto e nariz arredondado e bigode estilo Carlitos (famoso personagem de Charles Chaplin) só que um pouco mais avolumado; de um modo geral a figura de Chico Fumaça assemelha-se ao personagem que já era sucesso no cinema mudo dos anos de 1930. Companheiro fiel de Chico era seu cão (Totó), de raça incerta o canino alternou diferentes traços nas duas séries lançadas; uma com o focinho afilado, outra com o focinho arredondado. Como o concorrente famoso (figurinhas Zequinha) o Chico Fumaça era caracterizado em diversas situações em cada figurinha, como por exemplo: Acadêmico, Arrombador, Bailarino, Boxeur, Basquet Ball, Bombeiro, Carnavalesco, Ciclista, Cozinheiro, D. Juan, Egypcio, Footbolista, Fotografo, Garçom, Gastrônomo, Ginástico, Hercules, Hespanhol, Legionário, Mata Mosca, Medroso, Mosqueteiro, Motorneiro de Ônibus, Na Chuva, Nadador, Na Praia, No Banho, Oficial de Marinha, Paraquedista, Pintor, Selvagem, entre outros.
. A GUERRA DO CONTESTADO É UM EPISÓDIO DA HISTÓRIA DO BRASIL TALVEZ DESCONHECIDO
Guerra do Contestado Data 12 de outubro de 1912 - Agosto de 1916 Local Região do contestado, sul do Brasil Resultado Acordo de limites entre os governos de Paraná e Santa Catarina
Combatentes Rebeldes Brasil Comandantes José Maria de Santo Agostinho Maria Rosa
Adeodato Carlos Frederico de Mesquita Tertuliano Potyguara
Marechal Hermes da Fonseca Forças 10.000 soldados do Exército Encantado de São Sebastião 7.000 soldados do Exército Brasileiro e 1.000 civis contratados Baixas 5.000-8.000 entre mortos, feridos e desaparecidos 800-1.000 entre mortos, feridos ou desertores
A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.
Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa.
A região fronteiriça entre os estados do Paraná e Santa Catarina recebeu o nome de Contestado devido ao fato de que os agricultores contestaram a doação que o governo brasileiro fez aos madeireiros e à Southern Brazil Lumber & Colonization Company. Como foi uma região de muitos conflitos, ficou conhecida como Contestado, justamente por ser uma região de disputas limítrofes entre os dois estados brasileiros.
Antecedentes Ação judicial de Santa Catarina contra o Paraná em 1900, por limites Decisões judiciais do STF pró-Santa Catarina em 1904, 1909 e 1910 Revolta do ex-maragato Demétrio Ramos na zona do Timbó, em 1905 e 1906 Construção da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande, de 1908 a 1910 Criação dos municípios de Canoinhas, Itaiópolis e Três Barras em Santa Catarina, e de Timbó no Paraná. Instalação da Southern Brazil Lumber & Colonization em Calmon (1908) e em Três Barras (1912) Construção do Ramal de São Francisco, a partir de 1911 1911: Revolta do ex-maragato Aleixo Gonçalves de Lima em Canoinhas 1910-1912: Questão de terras da fazenda Irani e da Cia. Frigorífica e Pastoril Combate no Banhado Grande, em Irani, em outubro de 1912 1911: Escrituração de glebas de terras devolutas do Contestado para a EFSPRG Disputas pela exploração dos ervais - concessões de Estados e Municípios Vendas suspeitas de terras no Contestado, do Estado para especuladores – bendegós Disputas eleitorais entre os coronéis da região pelos domínios políticos nos municípios Espírito guerreiro do Caboclo Pardo (Revolução Farroupilha e Revolução Federalista) Religiosidade: messianismo, misticismo e fanatismo da população cabocla Ideologia nacionalista – civilismo na República – construção do exército [editar] Preliminares: o poder dos monges
Para entender-se bem a guerra sertaneja , é preciso voltar um pouco no tempo e resgatar o valor da figura de três monges da região. O primeiro monge que galgou fama foi João Maria, um homem de origem italiana, que peregrinou pregando e atendendo doentes de 1844 a 1870. Fazia questão de viver uma vida extremamente humilde, e sua ética e forma de viver arrebanhou milhares de crentes, reforçando o messianismo coletivo. Sublinhe-se, porém, que não exerceu influência direta nos acontecimentos da Guerra do Contestado que ocorreria posteriormente. João Maria morreu em 1870, em Sorocaba, estado de São Paulo.
O segundo monge adotou o codinome (alcunha) de João Maria,[1] mas seu verdadeiro nome era Atanás Marcaf, provavelmente de origem síria. Aparece publicamente com a Revolução Federalista de 1893, mostrando uma postura firme e uma posição messiânica. Sobre sua situação política, dizia ele "estou do lado dos que sofrem". Chegou, inclusive, a fazer previsões sobre os fatos políticos da sua época. Atuava na região entre os rios Iguaçu e Uruguai. É de destacar a sua influência inquestionável sobre os crentes, a ponto de estes esperarem a sua volta através da ressurreição, após seu desaparecimento em 1908.
As entrelinhas do que estava por vir estavam se amarrando entre si. A espera dos fiéis acaba em 1912, quando apareceu publicamente a figura do terceiro monge. Este era conhecido inicialmente como um curandeiro de ervas, tendo se apresentado com o nome de José Maria de Santo Agostinho, ainda que, de acordo com um laudo da polícia da Vila de Palmas, Estado do Paraná, ele fosse, na verdade, um soldado desertor condenado por estupro, de nome Miguel Lucena de Boaventura.
Como ninguém conhecia ao certo a sua origem, como aparentava uma vida reta e honesta, não lhe foi difícil granjear em pouco tempo a admiração e a confiança do povo. Um dos fatos que lhe granjearam fama foi a presunção de ter ressuscitado uma jovem (provavelmente apenas vítima de catalepsia patológica). Supostamente também recobrou a saúde da esposa do coronel Francisco de Almeida, acometida de uma doença incurável. Com este episódio, o monge ganha ainda mais fama e credibilidade ao rejeitar terras e uma grande quantidade de ouro que o coronel, agradecido, lhe queria oferecer.
A partir daí, José Maria passa a ser considerado santo: um homem que veio à terra apenas para curar e tratar os doentes e necessitados. Metódico e organizado, estava muito longe do perfil dos curandeiros vulgares. Sabia ler e escrever e anotava em seus cadernos as propriedades medicinais das plantas encontradas na região. Com o consentimento do coronel Almeida, montou no rancho de um dos capatazes o que chamou de farmácia do povo, onde fazia o depósito de ervas medicinais que utilizava no atendimento diário, até horas tardias da noite, a quem quer que o visitasse.
Os confrontos se iniciam
Madeira, uma das riquezas exploradas nas margens da ferrovia do ContestadoApós a conclusão das obras do trecho catarinense da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande]], a companhia Brazil Railway Company, que recebeu do governo 15 km de cada lado da ferrovia,[2] iniciou a desapropriação de 6.696 km² de terras (equivalentes a 276.694 alqueires) [2] ocupadas já há muito tempo por posseiros que viviam na região entre o Paraná e Santa Catarina. O governo brasileiro, ao firmar o contrato com a Brazil Railway Company, declarou a área como devoluta, ou seja, como se ninguém ocupasse aquelas terras.[3] "A área total assim obtida deveria ser escolhida e demarcada, sem levar em conta sesmarias nem posses, dentro de uma zona de trinta quilômetros, ou seja, quinze para cada lado"..[4] Isso, e até mesmo a própria outorga da concessão feita à Brazil Railway Company, contrariava a chamada Lei de Terras de 1850.[4] Não obstante, o governo do Paraná reconheceu os direitos da ferrovia; atuou na questão, como advogado da Brazil Railway, Affonso Camargo, então vice-presidente do estado.[5]
Esses camponeses que viram o direito às terras que ocupavam ser usurpado,[5] e os trabalhadores que foram demitidos pela companhia (1910), decidiram então ouvir a voz do monge José Maria, sob o comando do qual organizaram uma comunidade. Resultando infrutíferas quaisquer tentativas de retomada das terras - que foram declaradas "terras devolutas" pelo governo brasileiro no contrato firmado com a ferrovia [3] - cada vez mais passou-se a contestar a legalidade da desapropriação. Uniram-se ao grupo diversos fazendeiros que, por conta da concessão, estavam perdendo terras para o grupo de Farquhar, bem como para os coronéis manda-chuvas da região.
A união destas pessoas em torno de um ideal, levou à organização do grupo armado, com funções distribuídas entre si. O messianismo adquiria corpo. A vida era comunitária, com locais de culto e procissões, denominados redutos. Tudo pertencia a todos. O comércio convencional foi abolido, sendo apenas permitidas trocas. Segundo as pregações do líder, o mundo não duraria mais 1000 anos e o paraíso estava próximo. Ninguém deveria ter medo de morrer porque ressuscitaria após o combate final. É de destacar a importância atribuída às mulheres nesta sociedade. A virgindade era particularmente valorizada.
Bandeira da "Monarquia Celestial". Branca com uma cruz verde, evoca os estandartes das antigas ordens monástico militares como as dos templários, por exemplo.O "santo monge" José Maria rebelou-se, então, contra a recém formada república brasileira e decidiu dar status de governo independente à comunidade que comandava. Para ele, a República era a "lei do diabo". Nomeou "Imperador do Brasil" um fazendeiro analfabeto, nomeou a comunidade de "Quadro Santo" e criou uma guarda de honra constituída por 24 cavaleiros que intitulou de "Doze Pares de França", numa alusão à cavalaria de Carlos Magno na Idade Média.
Os camponeses uniram-se a este, fundando alguns povoados, cada qual com seu santo. Cada povoado seria como uma "Monarquia Celeste", com ordem própria, à semelhança do que Antônio Conselheiro fizera em Canudos.
Convidado a participar da festa do Senhor do Bom Jesus, na localidade de Taquaruçu (município de Curitibanos), o monge vai acompanhado de cerca de 300 fiéis, e lá permanece por várias semanas, atendendo aos doentes e prescrevendo remédios.
Desconfiado com o que acontecia, e com medo de perder o mando da situação local em Curitibanos, o coronel Francisco de Albuquerque, rival do coronel Almeida, enviou um telegrama para a capital do estado pedindo auxílio contra "rebeldes que proclamaram a monarquia em Taquaruçu"'.
[editar] Primeiras mortes
Placa no Museu do Contestado, em Caçador -SC- Brasil.O governo brasileiro, então comandado pelo Marechal Hermes da Fonseca, responsável pela "Política das Salvações", caracterizada por intervenções político-militares que em diversos Estados do país pretendiam eliminar seus adversários políticos, sentiu indícios de insurreição neste movimento e decidiu reprimi-lo, enviando tropas para "acalmar" os ânimos.
Antevendo o que estava por vir, José Maria parte imediatamente para a localidade de Irani com todo o seu carente séquito. A localidade nesta época pertencia a Palmas, cidade que estava na jurisdição do Paraná, e que tinha com Santa Catarina questões jurídicas não resolvidas por conta de divisas territoriais, e acabou vendo nessa grande movimentação uma estratégia de ocupação daquelas terras.
A guerra do Contestado inicia-se neste ponto: em defesa de suas terras, várias tropas do Regimento de Segurança do Paraná são enviadas para o local, a fim de obrigar os invasores a voltar para Santa Catarina. Estamos em outubro de 1912.
Mas as coisas ocorrem bem diferente do planejado. Tem início um confronto sangrento entre tropas do governo e fiéis do Contestado no lugar chamado "Banhado Grande". Ao término da luta, estão sem vida dezenas de pessoas, de ambos os lados. Morreram no confronto o coronel João Gualberto, que comandava as tropas, e também o monge José Maria, mas os partidários do contestado tinham conseguido a sua primeira vitória.
José Maria é enterrado com tábuas pelos seus fiéis, a fim de facilitar a sua ressurreição, já que os caboclos acreditavam que este ressuscitaria acompanhado de um Exército Encantado, vulgarmente chamado de Exército de São Sebastião, que os ajudaria a fortalecer a Monarquia Celeste e a derrubar a República, que cada vez mais acreditava-se ser um instrumento do diabo, dominado pelas figuras dos coronéis.
[editar] Mais confrontos, ataques e contra-ataques Em 8 de fevereiro de 1914, numa ação conjunta de Santa Catarina, Paraná e governo federal, foi enviado a Taquaruçu um efetivo de 700 soldados, apoiados por peças de artilharia e metralhadoras. Estes logram êxito na empreitada, incendeiam completamente o acampamento dos jagunços, mas sem muitas perdas humanas, já que os caboclos e fiéis da causa do Contestado se refugiaram em Caraguatá, local de difícil acesso e onde já viviam cerca de 20.000 pessoas.
Os fiéis que mudaram para Caraguatá, interior do atual município de Lebon Régis, eram chefiadas por Maria Rosa, uma jovem com 15 anos de idade, considerada pelos historiadores como uma Joana D'Arc do sertão, já que "combatia montada em um cavalo branco com arreios forrados de veludo, vestida de branco, com flores nos cabelos e no fuzil". Após a morte de José Maria, Maria Rosa afirmava receber, espiritualmente, ordens do mesmo, o que a fez assumir a liderança espiritual e militar de todos os revoltosos, então cerca de 6.000 homens.
De março a maio outras expedições foram realizadas, porém todas sem sucesso. Em 9 de março de 1914, embaladas pela vitória de Taquaruçu, que tinham destruído completamente, as tropas cercam e atacam Caraguatá, mas aí o desastre é total. Fogem em pânico perseguidos pelos revoltosos. Esta nova vitória enche os contestadores de ânimo. O fato repercute em todo o interior, trazendo para o reduto ainda mais pessoas com interesses afins, mas também atinge em cheio ao governo e aos órgãos legalmente constituídos.
Como cada vez mais pessoas engajavam-se abertamente ao movimento, piquetes foram formados pelos fiéis para o arrebanhamento de animais da região a fim de suprir as necessidades alimentícias do núcleo de Caraguatá. São então fundados os redutos de Bom Sossego e São Sebastião. Só neste último se aglomeravam cerca de 2.000 pessoas.
Além de colocar em prática técnicas de guerrilha para a defesa dos ataques do governo, os fanáticos passaram ao contra-ataque. Em 2 de setembro, lançaram um documento que intitulou-se "Manifesto Monarquista", deflagrando-se, a partir de então, o que chamavam de a Guerra Santa, caracterizada por saques e invasões de propriedades de coronéis e por um discurso que exigia pobreza e cobrava exploração ao máximo da República.
Invadiam as fazendas dos coronéis tomando para si tudo o que precisavam para suprir as necessidades do reduto. Além disso, amparados nas vitórias que tiveram, atacaram várias cidades, como foi o caso de Curitibanos, onde os alvos eram invariavelmente os cartórios, locais onde se encontravam os registros das terras que antes a eles pertenciam. Não bastasse isso, num outro ataque na localidade de Calmon, destruíram completamente a segunda serraria da Lumber, uma das empresas que vieram de fora para explorar a madeira da faixa de terra de 30 quilômetros (15 quilômetros de cada lado) às margens da ferrovia.
O controle começa a mudar de lado
Placa no local onde, em janeiro de 1914, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador.Com a ordem social cada vez mais caótica na região, o governo central designa o general Carlos Frederico de Mesquita, veterano de Canudos, para comandar uma ação contra os rebeldes. Inicialmente tenta, sem êxito, um acordo para dispensar os revoltosos; a seguir ataca duramente Santo Antônio, obrigando os rebeldes a fugir. O reduto de Caraguatá, que antes vira as tropas do governo fugirem perseguidas por revoltosos, tem agora de ser abandonada às pressas pelos mesmos revoltosos devido a uma grande epidemia de tifo. Considerando, equivocadamente, dispersos os revoltosos, o general Mesquita dá a luta por encerrada.
Mas a calmaria terminaria logo. Os revoltosos rapidamente se reagrupam e se organizam na localidade de Santa Maria, interior norte do município de Lebon Régis, intensificando os ataques: tomam e incendeiam a estação de Calmon; dizimam a vila de São João (Matos Costa), atacam Curitibanos e ameaçam Porto União da Vitória, cuja população abandona a cidade em desespero.
Os boatos chegam até Ponta Grossa e dizem que os revoltosos e seu exército pretendem marchar até o Rio de Janeiro para depor o Presidente. Os rebeldes já dominam, nesta altura dos acontecimentos, cerca de 250 km² da região do Contestado.
O governo federal joga uma outra, e ainda mais dura, cartada: nomeia o general Fernando Setembrino de Carvalho para o comando das operações contra os Contestadores. Este chega a Curitiba em setembro de 1914, chefiando cerca de 7.000 homens, com ordens de sufocar a rebelião e pacificar a região a qualquer custo. Sua primeira providência foi restabelecer as ligações ferroviárias e guarnecer as mesmas de novos ataques.
Nas proximidades da ferrovia, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador, onde hoje existe o município homônimo. Como apoio de operações de guerra, pela primeira vez na história da América Latina foram usados dois aviões para fins de reconhecimento. Em um acidente durante as operações, morreu o Capitão Ricardo Kirk, primeiro aviador militar do Brasil.
Astutamente, Setembrino enviou um manifesto aos revoltosos no qual garantia a devolução de terras para quem se entregasse pacificamente. Garantia também, por outro lado, um tratamento hostil e severo para quem resolvesse continuar em luta contra o governo.
Mudança de estratégia
Marcos históricos da Guerra do Contestado. (Museu do Contestado)Com o passar do tempo, general Fernando Setembrino de Carvalho adotou uma nova postura de guerra, evitando o combate direto, que era o que os revoltosos esperavam e para o que estavam se preparando, optando, pelo contrário, por cercar o reduto dos fanáticos com tropas por todos os lados, evitando que entrassem ou saíssem da região onde estavam. Para isto, o general dividiu seu efetivo em quatro alas com nomes dos quatro pontos cardeais e, gradativamente, foi avançando e destruindo qualquer resistência que encontrasse pelo caminho.
Com esta nova estratégia, rapidamente começou a faltar comida nos acampamentos dos revoltosos. Isto teve como consequência imediata a rendição de dezenas de caboclos. Contudo, a maioria dos que se entregavam eram velhos, mulheres e crianças - talvez uma contra-estratégia dos fiéis para que sobrasse mais comida aos combatentes que ficaram para trás e que ainda defenderiam a causa.
Neste ponto da guerra do Contestado, começa a se destacar a figura de Deodato Manuel Ramos, vulgo "Adeodato", considerado pelos historiadores como o último líder dos Contestadores. Adeodato transfere o núcleo dos revoltosos para o vale de Santa Maria, que contava ainda com cerca de 50.000 homens. Só que aí, à medida que ia faltando o alimento, Adeodato passa a revelar-se cada vez mais autoritário, não aceitando a rendição. Aos que se entregavam, aplicava sem dó a Pena de morte.
Cerco fechado, sem pressa e deixando os revoltosos nervosos lutarem contra si mesmos, em 8 de Fevereiro de 1915 a ala Sul, comandada pelo tenente-coronel Estillac, chega a Santa Maria. De um lado as forças do governo, bem armadas, bem alimentadas, de outro, rebeldes também armados, é verdade, mas famintos e sem ânimo para resistir muito tempo. A luta inicial é intensa e, à noite, o tenente-coronel ordena a retirada, afinal, já contabilizara só no seu lado 30 mortos e 40 feridos. Novos ataques e recuos ocorreram nos dias seguintes.
Em 28 de março de 1915,o capitão Tertuliano Potyguara parte da vila de Reinchardt com 1.085 homens em direção a Santa Maria, perdendo só em emboscadas durante o trajeto, 24 homens. Depois de vários confrontos, num deles Maria Rosa, a líder espiritual dos rebeldes, morre às margens do rio Caçador. Em 3 de abril, as tropas de Estillac e Potyguara avançam juntas e ordenadas para o assalto final a Santa Maria, onde restavam apenas alguns combatentes já quase mortos pela fome.
Em 5 de Abril, depois do grande assalto a Santa Maria, o general Estillac registra que "tudo foi destruído, subindo o número de habitações destruídas a 5.000 (…) as mulheres que se bateram como homens foram mortas em combate (…) o número de jagunços mortos eleva-se a 600. Os redutos de Caçador e de Santa Maria estão extintos. Não posso garantir que todos os bandidos que infestam o Contestado tenham desaparecido, mas a missão confiada ao exercito está cumprida". Os rebeldes sobreviventes se dispersaram em muitas cidades.
Em dezembro de 1915 o último dos redutos dos revoltosos foi devastado pelas tropas de Setembrino. Adeodato fugiu, vagando com tropas no seu encalço. Conseguiu, no entanto, escapar de seus perseguidores e, como foragido, ficou ainda 8 meses escondendo-se pelas matas da região. Mas a fome e o cansaço, além de uma perseguição sem trégua, fizeram com que Adeodato se rendesse. Encerrava-se então, em agosto de 1916, com a prisão de Adeodato, a Guerra do Contestado.
Adeodato foi capturado e condenado a 30 anos de prisão. Entretanto, em 1923, 7 anos após ter sido preso, Adeodato é morto pelo próprio diretor da cadeia numa tentativa de fuga.
. O VASCO FINALMENTE VENCEU E DEIXOU A LANTERNA. NO CLÁSSICO FLU-FOGÃO, DEU BOTAFOGO DE VIRADA
Resende 1-2 Nova Iguaçu Vasco 3-0 Americano FC Boavista-RJ 2-3 Flamengo Volta Redonda 2-0 America-RJ Bangu 2-2 Cabofriense Macaé 2-2 Madureira Duque de Caxias 4-2 Olaria Fluminense 2-3 Botafogo
VASCO,3 AMERICANO,0
Na estreia de RICARDO GOMES, Vasco vence a 1ª e deixa lanterna de grupo
Enfim o Vasco conquistou sua primeira vitória na Taça Guanabara, primeiro fase do Campeonato Carioca. Depois de quatro derrotas e um empate, o time cruzmaltino venceu o Americano pelo placar de 3 a 0, neste domingo, em São Januário. Com isso, a equipe comandada pelo técnico Ricardo Gomes, que estreou como treinador vascaíno nesta rodada, deixa a lanterna do Grupo A da competição estadual.
O Vasco alcança os quatro pontos, contra apenas um do Americano, que agora assume a última colocação da Taça Guanabara. O Flamengo lidera o grupo com seis vitórias em seis jogos, em um total de 18 pontos conquistados.
Apesar de ter repetido os erros de outras partidas, principalmente nas finalizações, o Vasco soube construir a vitória aproveitando-se dos erros da equipe adversária e da boa atuação do meia Jeferson. O técnico Ricardo Gomes fez questão de comemorar os gols com os jogadores e ainda promoveu a volta do meia Felipe que tinha sido afastado pela diretoria.
Vasco 3 x 0 Americano
Golos
Vasco: Marcel aos 35min do primeiro tempo, Dedé, aos 9min do segundo tempo, e Jeferson aos 34min do segundo tempo
Vasco: Fernando Prass; Fágner, Dedé, Anderson Martins (Fernando) e Ramon; Eduardo Costa, Rômulo, Jeferson (Enrico) e Caique (Felipe); Éder Luís e Marcel; Técnico: Ricardo Gomes
Americano: Jefferson; Élson, Júnior Capixaba, Carlao e Catatau; Renan, Índio(Guaçuí), Wellington Jacaré(Felipe) e Flávio Medina(William); Diego e Gustavinho; Técnico: Toninho Andrade
... CONTINUAMOS A FALAR DO CINEMA BRASILEIRO E DOS FILMES QUE TEM IMPORTÂNCIA HISTÓRICA
Pode parecer estranho que este filme de que hoje aqui se fala ,seja afinal um filme recente e ainda não testado do ponto de vista da História do cinema.
Mas arrisco a falar dele ,pois ,parece-me destinado a integrar uma lista de bons filmes da cinematografia do Brasil.
SINOPSE Na capital baiana Salvador, nos anos de 1930, menores abandonados que vivem nas ruas enfrentam toda sorte de dificuldades. Conhecidos como “capitães da areia“, são liderados pelo jovem Pedro Bala, praticando crimes como roubo e estupro. Adaptação para cinema do romance escrito por Jorge Amado.
FICHA TÉCNICA Direção: Cecília Amado Roteiro: Hilton Lacerda e Cecília Amado (Baseado na obra homónima de Jorge Amado) Produtor: Pimenta Jr., Bill Fogtman e Camila Medina Ano: 2009 Gênero: Drama Duração: 100’
ELENCO Jean Luis Souza de Amorim (Pedro Bala) Ana Graciela Conceição da Silva (Dora) Romário Santos de Assis (Professor) Israel Vinícius Gouvêa de Souza (Sem Pernas) Elielson Santos da Conceição (João Grande) Paulo Raimundo Abade Silva (Gato) Jamaclei Conceição Pinho (Barandão) Elcian Gabriel Conceição da Silva (Almiro) Evaldo Maurício Silva (Pirulito) Heder Jesus dos Santos (Volta Seca) Jordan Mateus Pereira dos Santos (Boa Vida) Edelvan de Jesus Santos (Ezequiel)
QUEM É A REALIZADORA CECILIA AMADO?
Cecília Amado Carioca, nascida em 1976, começou a trabalhar no cinema em 1995, como assistente de continuidade no longa-metragem Tieta do Agreste (1996), de Carlos Diegues, e ainda nessa função fez O que é isso, companheiro? (1997), de Bruno Barreto, e Guerra de Canudos (1997), de Sérgio Rezende. Sua primeira experiência na direção foi como 2° assistente em Mauá – O Imperador e o Rei (1999), de Sérgio Rezende, com quem também estreou como 1° assistente em Onde anda você (2004). Na televisão trabalhou como continuísta em Dona Flor (1997) e Labirinto (1998) e como assistente de direção em Cidade dos homens (2004 e 2005), A cor do pecado (2003/04) e Mulheres apaixonadas (2002/03), dentre outros. No cinema, fez ainda como 1° assistente Jogo subterrâneo (2005), de Roberto Gervitz, Perigosa obsessão (2004), de Raul Peilas, e Batismo de sangue (2006), de Helvécio Ratton. Em 2008, iniciou a preparação de seu primeiro longa-metragem, Capitães de areia, baseado no romance homônimo de Jorge Amado.
. BENFICA E PORTO VENCEM OS SEUS JOGOS ,MANTENDO OS DRAGÕES AVANÇO SUIBSTAN- CIAL O SPORTING EMPATA EM DIA DE DESPEDIDA DE LIEDSON, QUE MARCA 2 GOLOS.
FC Porto 1-0 Rio Ave V. Guimarães 0-0 Nacional Marítimo 1-2 Sp. Braga Portimonense 0-1 P. Ferreira Sporting 3-3 Naval Académica 3-3 Beira-Mar U. Leiria 0-2 Olhanense V. Setúbal 0-2 Benfica
O Sporting empatou em Alvalade 3-3 com o Naval na despedida de LIEDSON do clube, transferido para o Corinthians.
Na sua despedida o Levezinho marcou 2 golos que dedicou à torcida do Sporting
Naval empata em Alvalade (3-3) na despedida sentida de Liedson O Sporting empatou com a Naval (3-3), numa noite que devia ser de festa mas que acabou com nervos e assobios. O encontro marcou o adeus sentido de Liedson ao Sporting, o luso-brasileiro que está de partida para o Corinthians, foi titular e acabou mesmo por dar o empate nos minutos finais. Apesar do empate sofrido, no final do encontro, Alvalade pôs-se de pé para aplaudir aquele que, para muitos, foi o melhor avançado dos “leões” nos últimos anos.
No fim da partida os jogadores do Sporting cercaram Liedson no centro do relvado. O levezinho beijou o leão da camisola e, emocionado, despediu-se com abraços de todos os companheiros. Uma enorme salva de palmas, dividida por adeptos e jogadores.
Visivelmente emocionado, Liedson falou aos adeptos e desfez-se em lágrimas. Nas bancadas, também houve grande emoção num momento muito bonito em Alvalade. O amor à camisola e o amor dos adeptos a um jogador fazem história no futebol português.
Jogo no Estádio José Alvalade, em Lisboa.
Sporting – Naval 1.º Maio, 3-3.
Ao intervalo: 1-2.
Marcadores:
1-0, Liedson, 33 minutos.
1-1, Edvaldo, 43 (g.p.).
1-2, Michel Simplício, 45+1.
2-2, Hélder Postiga, 60 (g.p.).
2-3, Godemèche, 67.
3-3, Liedson, 90.
Equipas:
Sporting: Rui Patrício, Abel (Cristiano, 86), Daniel Carriço, Polga, Evaldo, Pedro Mendes, Zapater (Diogo Salomão, 28), André Santos (Matías Fernandez, 75), Vukcevic, Hélder Postiga e Liedson.
. Estaba una pareja de cubanos, muy acaramelados, cuando de repente, le dice el, a ella: -Oye chica, dejame tocarte el wiwichu!" -Estas loco, mi negro, como crees? -Andale chica dejame tocarte el wiwichu! -No, nunca lo permitiria! -Andale, dejame tocarte el wiwichu... -Bueno, mi negro, solo porque te quiero mucho... A lo que el negro le canta: wi wichu a merry crismas, wi wichu a merry crismas, wi wichu a merry crismas, and a japy niu yir.
. A Cócada preta é um doce que se pode comprar na rua no Brasil , à semelhança da castanha assaqda em Potugal.
Pessoalmwente provei pela primeira vez, comprando à saída do elevador do Lacerda, em Salvador da Bahia. É delicioso....
modo de confeccionar
1 1/2 kg de coco ralado(s) - 1 1/2 kg de açúcar União (pode ser outro também) - 1 litro(s) de água - 4 unidade(s) de cravo-da-índia - 2 unidade(s) de canela em pau
Coloque o açúcar em uma panela e leve ao fogo mexendo sempre até queimar levemente. Acrescente água e deixe formar uma calda grossa. Adicione os demais ingredientes mexendo sempre, até dar o ponto.
. O PALMEIRAS SALTA PARA A LIDERANÇA APÓS EMPATE DO SANTOS
Paulista 0-0 Noroeste Oeste 1-0 Botafogo-SP Ponte Preta 2-2 Santos Portuguesa 02/02 Americana h2h Mogi Mirim 1-1 Santo André Mirassol 0-1 Palmeiras São Paulo 3-2 Linense Bragantino 3-0 São Bernardo São Caetano 1-0 Grêmio Prudente Corinthians 15/02 Ituano
MIRASSOL, 0 PAKLMEIRAS,1
Foi a noite perfeita para o torcedor palmeirense. Em um mesmo dia, o Corinthians foi eliminado da pré-Libertadores (perdeu por 2 a 0 para o Tolima-COL), o Santos tropeçou e só empatou com a Ponte Preta (2 a 2) e o Alviverde fez a sua parte. De vice-líder do torneio, o time de Luiz Felipe Scolari passou a ser o ponteiro do Campeonato Paulista. O 1 a 0 sobre o Mirassol, marcado por Patrik no segundo tempo, deixou o time paulistano com 16 pontos - dois a mais que os santistas - no topo da tabela do estadual.
De quebra, o Alviverde chega embalado para o clássico deste domingo, contra o Corinthians, no Pacaembu. Com o Timão eliminado do torneio continental, a pressão, que há dois anos perseguia o time palestrino, se volta toda para o lado do Parque São Jorge.
MIRASSOL 0X1 PALMEIRAS............................MIRASSOL - Fernando Leal; Samuel, Gustavo Bastos, Dézinho e Diego (Renato Peixe); Magal, Jairo, Esley e Xuxa (Reinaldo Alagoano); Marcelinho e Wellington Amorim (Serginho). PALMEIRAS - Deola, Cicinho (Vitor), Maurício Ramos, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araujo, João Vitor e Tinga; Dinei, Adriano Michael Jackson (Patrik) e Luan (Max Santos). Técnico: Ivan Baitello. Técnico: Luiz Felipe Scolari
CLASSIFICAÇÃO 1 Palmeiras 16 2 Santos 14 3 Americana 12 4 São Paulo 12 5 Mirassol 10 6 Oeste 9 7 Bragantino 9 8 Ponte Preta 8 9 Paulista 8 10 Mogi Mirim 7 11 Portuguesa 6 12 Corinthians 6 13 Ituano 5 14 São Caetano 5 15 Linense 5 16 São Bernardo 5 17 Santo André 5 18 Noroeste 5 19 Botafogo-SP 4 20 Grêmio Prudente 1
Em Portugal e no Brasil ,existem gostos populares os mais simples ,mas ,mais arreigados. Em Portugal as castanhas assadas são um uma tradição que no Outono e Inverno os portugueses muito gostam.
Vendem-se na rua em pacotinhos comprados aos vendedores ambulantes por toda a cidade de Lisboa e Porto.
. fla e flu continuam só com vitórias. vasco ao fim de 5 jogos consegue um emapate....
Quarta-Feira, 02/02/2011
Boavista 0 x 1 Resende Olaria 1 x 1 Macaé Madureira 2 x 1 Cabofriense América-RJ 3 x 1 Americano Bangu 1 x 1 Botafogo Flamengo 1 x 0 Nova Iguaçu>
Quinta-Feira, 03/02/2011
Vasco 0 x 0 Volta Redonda> Fluminense 3 x 1 Duque de Caxias
FLAMENGO, 1 NOVA IGUAÇU,0
Oportunista, Wanderley faz no fim e garante festa na estreia de Ronaldinho Atacante marca aos 40 minutos do segundo tempo o gol da vitória do Flamengo sobre o Nova Iguaçu por 1 a 0, no Engenhão
Um Ronaldinho saltitante entra pela primeira vez em campo como jogador do Flamengo. Com o resultado, o Fla chegou aos 15 pontos, com 100% de aproveitamento, deixando o Resende, que venceu o Boavista, em segundo, com 13. O time da Baixada Fluminense fica com oito, na quarta posição.
FLAMENGO 1 X 0 NOVA IGUAÇU......................................FLAMENGO - Felipe; Léo Moura, Welinton, David Braz e Renato; Maldonado (Egídio), Willians, Vander (Bottinelli), Thiago Neves e Ronaldinho; Deivid (Wanderley). nova iguaçu - Diogo Silva; Foca, Leonardo Luiz, Alex Moraes e Cortez; Amaral, Mossoró (Dieguinho), Alex Faria (Luan) e Marquinhos; William Barbio e Maycon
Gol: Wanderley, aos 40 minutos do segundo tempo Cartões amarelos: Amaral, Alex Moraes, Diogo Silva (NOV); Thiago Neves, Maldonado, Welinton (FLA)
. ESTA NOITE O NOSSO BLOG CONVIDA-TE A OUVIRES NUMA RÁDIO REGIONAL EM PORTUGAL, NO ALENTEJO, UM PROGRA- MA AO VIVO, EM QUE É CONVIDADO UM GRUPO DE CANTE.
A rádio é a Radio Castrense, da vila de Castro Verde, no Distrito de Beja. O Programa "PATRIMÓNIO" tem já mais de 20 anos, e nas noites de quintas feiras entre as 21,00 e as 24 horas em Portugal, 19,00 a 22 horas no Brasil, vai para o ar com uma grande audiência
Para acessares digita
www.radiocastrense.net
O grupo é o "CANTARES DA SERRA DE SÃO MARTINHO DAS AMOREIRAS.
Para além do grupo de cante convidado, em estúdio, o programa vive de chamadas telefónicas ao vivo, onde as pessoas interagem com o apresentador, José Franciosco Guerreiro, cantando modas alentejanas, dizendo adivinhas, poesias populares, estórias, anedotas e desabafos.
. Certo dia um florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo. Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro repondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana. O padeiro ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro. Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse: - Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana. O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
David Luis chegou ao Benfica ainda muito jovem sem grande curriculum, mas ràpidamente o seu futebol brilhou e se tornou imprescindível. Virou ídolo da torcida.
Agora sai para uma nova aventura - o CHELSEA ,onde, aposto, triunfará também, pois a sua forma de jogar decerto pegará de estaca na Premier League.
. Delfim Moreira 10.º presidente do Brasil Mandato 15 de novembro de 1918 até 28 de julho de 1919 Vice-presidente nenhum Precedido por Rodrigues Alves Sucedido por Epitácio Pessoa
Nascido em 7 de novembro de 1868 Cristina, Minas Gerais Morreu em 1 de julho de 1920 (51 anos) Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais Partido político PRM Profissão Advogado
Delfim Moreira da Costa Ribeiro (Cristina, 7 de novembro de 1868 — Santa Rita do Sapucaí, 1 de julho de 1920) foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1918 e 28 de julho de 1919.
Estudou no seminário de Mariana e cursou Direito na Faculdade de Direito de São Paulo, diplomando-se em 1890. Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 1894 a 1902, sendo nomeado secretário do interior de Minas Gerais. Delfim Moreira também foi presidente do estado de Minas Gerais, de 1914 a 1918.
Vice na chapa de Rodrigues Alves durante as eleições, assumiu a presidência em virtude do falecimento daquele, vítima da Gripe Espanhola, até que fossem convocadas novas eleições (à época a Constituição previa que o vice-presidente só assumiria provisoriamente, caso o presidente morresse antes de decorridos dois anos de sua posse, ou seja, a metade de seu mandato).
No seu governo, o Brasil se fez representar na Conferência de Paz em Paris, pelo senador Epitácio Pessoa, eleito presidente em 13 de maio, em disputa com Rui Barbosa. Logo após a volta do novo presidente do exterior, Delfim Moreira passou-lhe o cargo, voltando à vice-presidência.
Seu curto mandato (que ficou conhecido como regência republicana) foi um período assinalado por vários problemas sociais, especialmente um grande número greves gerais. Delfim Moreira sofreu durante sua presidência de uma doença que o deixava totalmente desconcentrado e desligado de suas tarefas, sendo que, na prática, quem tomava as decisões era o ministro Afrânio de Melo Franco.
Reformou a administração do território do Acre, republicou o Código civil brasileiro com várias correções ao texto original de 1916. Decretou intervenção no estado de Goiás.
Quando morreu, logo após deixar a presidência, ainda ocupava a vice-presidência do governo de Epitácio Pessoa. Francisco Álvaro Bueno de Paiva o substituiu.