contador de visitas

free web counter

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

CARNAVAL DE SÃO PAULO

.

EM SÃO PAULO
VENCEU PELA
6ª.VEZ A
MOCIDADE ALEGRE

MOCIDADE ALEGRE CONQUISTA PELA 6ª VEZ O CARNAVAL DE SP
Escola liderou sozinha apuração desde o sexto dos dez quesitos.
Mocidade havia sido campeã em 2004, antes do bi da Casa Verde.Imprimir Enviar por e-mail Receber Newsletter


A Mocidade Alegre faCturou pela sexta vez em sua história o título de campeã do carnaval de São Paulo. A agremiação do bairro do Limão, na Zona Norte de São Paulo, encerrou uma série de dois anos seguidos de título da vizinha Império de Casa Verde. O último título da Mocidade foi conquistado em 2004, antes do bicampeonato da Casa Verde, e após um jejum de 23 anos sem conquistas. A vice-campeã foi a Unidos de Vila Maria, com 0,75 ponto de desvantagem em relação à campeã.

EIS O SAMBA-ENREDO DA CAMPEÃ
.
Posso ser inocente, debochado e irreverente... Afinal, sou o riso dessa gente
China, Grandini e Magrão

Sou o riso dessa gente
Faço a vida mais contente
Tão inocente na criança a sonhar
Um mundo de magia conquistar
Batam palmas... No circo o show vai começar
Trago alegria em seu olhar
Abram alas que o palhaço vem brincar
No picadeiro da imaginação
Sou emoção no coração
A mais bela expressão

Já fui malandro, sim
Com um jeitinho assim... Gostoso demais (Refrão)
Bom brasileiro, debochado e irreverente
Na chanchada fui a arte dessa gente

Tô no ar... Em forma de ironia rindo à toa
Vejam só, transformo a tristeza em coisa boa
Mesmo nessa zorra eu vou gargalhar
Estar no meu povo quando desfilar
Cantar, sambar e ser feliz assim
Com minhas baianas rindo a girar
São 40 anos, vem, vamos brindar
É festa amor...
Minha alegria vai te conquistar!!!

A emoção transborda da veia
Meu pavilhão o samba festeja (Refrão)
Vamos sorrir... Amar enfim
Vem Mocidade Alegre ser feliz!!!

PORTO-CHELSEA , na Champions League

.
O PORTO, UNICO PORTUGUÊS
AINDA NA LIGA, EMPATOU
EM CASA COM O CHELSEA


AINDA SEM O CRACK BRASILEIRO ANDERSON O PORTO NÃO CONSEGUIU GANHAR

O empate até favorece o Chelsea, a quem outra igualdade a zero em Stamford Bridge chega para garantir presença nos quartos-de-final, mas ninguém acredita que os londrinos vão voltar a jogar tão declaradamente para o empate como fizeram ontem, nem que o FC Porto parta eliminado para Londres.

O FC Porto voltou à normalidade do 4-3-3, com Raul Meireles ao lado de Lucho González num meio-campo assente nos largos ombros de Paulo Assunção e com Quaresma de volta à ponta esquerda do tridente ofensivo, completado por Lisandro e Hélder Postiga. Mourinho também não surpreendeu, nem sequer ao preferir Diarra a Paulo Ferreira na defesa. O meio-campo em losango, com Makelele no vértice inferior, Lampard e Essien nas alas e Ballack no apoio a Shevchenko e Drogba foi o primeiro a pegar no jogo. Mas pegou levezinho, como quem tem medo de se queimar, e depois das primeiras investidas do Chelsea, o FC Porto perdeu-lhe o respeito e foi avançando no terreno. As coisas estavam assim, equilibradas quando aconteceu a primeira reviravolta no argumento: Terry lesionou-se. O central esteve a receber assistência uns bons três minutos, enquanto Mourinho e a equipa médica do Chelsea decidiam o que fazer. O FC Porto não perdeu tanto tempo. Em superioridade numérica, cresceu até chegar à baliza de Cech. Houve um primeiro aviso, um livre de Quaresma, e logo a seguir o golo de Raul Meireles. Um remate de primeira, a aproveitar um alívio defeituoso de Essien, que passou precisamente por onde Terry estaria se não estivesse a receber assistência. Mourinho, que demorou quase três minutos para decidir que Obi Mikel deveria substituir Terry, não precisou de mais que três segundos a mudar de ideias e a fazer avançar Robben, alterando o sistema de jogo para um 4-3-3 apontado à jugular portista. E essa foi a segunda reviravolta no argumento do jogo. Robben, segunda opção entre as segundas opções, pegou no jogo ofensivo do Chelsea que passou a correr, literalmente correr, pelo lado esquerdo. Foi por aí que desenhou o golo do empate dos londrinos, apenas quatro minutos depois de Raul Meireles ter marcado. O jogo chegou a ameaçar desequilibrar-se definitivamente sobre a baliza de Helton, mas Quaresma não deixou, apesar de ter passado toda a primeira parte com Mourinho, ele próprio, a marcá-lo à linha e a pressionar o árbitro para que ignorasse as faltas sofridas pelo extremo portista. Resultou. Essien devia ter visto o vermelho pela entrada aos 32’, mas o juiz suíço ficou-se pelo amarelo. Instantes mais tarde, surdo aos protestos do treinador do Chelsea, Quaresma assinava o melhor lance do jogo. Passou a bola a Raul Meireles na esquerda e foi buscá-la mais adiante para a rematar com a delicadeza de sopro por cima de Cech. O guarda-redes do Chelsea ficou pregado ao chão, limitado a acompanhar a trajectória do esférico com os olhos. O lance terminou na barra, mas merecia outro fim. A primeira parte acabou pouco depois, com mais um remate de Raul Meireles que, desta feita, Cech segurou.

Segunda parte, terceira reviravolta no argumento. Robben, que entrou para o lugar de Terry, saiu, também ele lesionado, dando a vez a Obi Mikel. O Chelsea voltou à primeira forma, entregando o domínio territorial do jogo aos portistas. Um domínio inconsequente, que levou Jesualdo a arriscar um pouco mais. Primeiro, fazendo entrar Marek Cech para o lugar de Raul Meireles e recuperando o sistema de jogo utilizado frente à Naval, com um losango a meio-campo. Postiga e Lisandro eram os avançados enquanto Quaresma deveria aparecer no apoio, sem nunca o ter conseguido. Em desvantagem, Jesualdo Ferreira volta a tentar mexer. Último acto, última reviravolta. Tira Fucile, recua Cech e faz entrar Bruno Moraes, devolvendo a equipa ao 4-3-3. Ainda tenta trocar Postiga por Adriano, mas o jogo não desencrava e acaba empatado. Vai assim para Londres, onde o Chelsea de Mourinho só perdeu uma vez em casa. Por acaso até foi numa eliminatória dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.


FC Porto 1 - Chelsea 1

estádio do Dragão
relvado bom estado
50 216 espectadores
Massimo Busacca [Suiça]
Matthias Arnet + Stéphane Cuhat
Carlo Bertolini

FC Porto
Treinador Jesualdo Ferreira
1 |Helton GR -
12 |Bosingwa LD
3 |Pepe DC
14 |Bruno Alves DC
13 |Fucile LE a 65’
18 |Paulo Assunção MD
8 |Lucho González MO
16 |Raul Meireles MO a 56’
9 |Lisandro AD
23 |Hélder Postiga AV a 77’
7 |Quaresma AE
-
99 |Vítor Baía GR
26 |João Paulo DC
2 |Ricardo Costa DC
5 |Cech LE a 56
21 |Alan AE
29 |Bruno Moraes AV a 65’
28 |Adriano AV a 77’

GOLOS

1-0|12’
Raul Meireles

Amarelos
89’ Pepe

Chelsea
Treinador José Mourinho
1 |Cech GR
19 |Diarra LD
26 |Terry DC a 13’
6 |Carvalho DC
18 |Bridge LE
4 |Makelele MD
5 |Essien AD
8 |Lampard AE
13 |Ballack MO
7 |Shevchenko AV a 88’
11 |Drogba AV
-

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

BEIJA FLOR , ganha Carnaval do RIO

.


BEIJA-FLOR É CAMPEÃ NO RIO

BEIJA FLOR CAMPEÃ DESFILA EM SAPUCAÍ

Desfile luxuoso garante o 10º título para a escola de Nilópolis.
Aos 60 anos, Império é rebaixada; Estácio também deixa a elite.Imprimir Enviar por e-mail Receber Newsletter

Com uma homenagem à África, a Beija-Flor conquistou o título do carnaval carioca, o décimo de sua história, retomando a hegemonia que havia perdido para a Unidos de Vila Isabel em 2006, quando terminou na 5ª colocação após vencer por três anos consecutivos (de 2003 a 2005).

A escola terminou a apuração com 399,3 pontos. O segundo lugar do carnaval carioca ficou com a Grande Rio, que somou 397,9. A vice-campeã foi a grande surpresa dos desfiles, com o enredo "Caxias - O Caminho do progresso, Um retrato do Brasil". A Mangueira foi a terceira colocada, com 397,4 pontos.

As seis primeiras escolas colocadas voltam à Sapucaí neste sábado para o desfile das campeãs (veja como foi a apuração ponto a ponto, com a classificação final do carnaval carioca).

Com o samba-enredo “Áfricas: do berço real à corte brasiliana”, a Beija-Flor foi a última escola a desfilar na Marquês de Sapucaí. Antes dela, Porto da Pedra e Salgueiro já haviam usado a África como referência para o samba, mas foi o enfoque dado pela escola de Nilópolis que se destacou.


A Mangueira saiu na frente na apuração do carnaval do Rio, com quatro notas 10 na avaliação da comissão de frente e quatro no enredo, mas perdeu a liderança na apuração para a Beija-Flor na avaliação da harmonia.

Após a apuração desse quesito, a Mangueira caiu para a quarta posição, a Beija-Flor passou para 119,7 pontos e não deixou mais a liderança da disputa.

Com metade da apuração em curso, a Beija-Flor liderava a apuração, seguida por Mangueira e Viradouro. Na apuração do quesito alegoria e adereços, a Mangueira voltou a perder o segundo lugar.

Cada décimo que a Mangueira perdia na apuração era bastante comemorado pela diretoria da Beija-Flor e os demais adversários. A diretoria da Imperatriz demonstrou muita irritação com a nota 9 dada no quesito harmonia.

A Beija-Flor abriu vantagem de um ponto sobre a Grande Rio no término da apuração do sétimo quesito (279,5 contra 278,5 pontos).

Na Sapucaí
O desfile campeão da Beija-Flor na Marquês de Sapucaí chamou a atenção por suas alegorias enormes e cheias de detalhes e fantasias repletas de plumas e adereços luxuosos.

O beija-flor, símbolo da agremiação, voltou ao desfile da escola depois de 10 anos. No carro abre-alas, o pássaro foi representado com 10 metros de envergadura e fazia movimentos de pescoço para poder beijar a flor à sua frente, promovendo a vida na savana afriacana.

A figura de Olorum, rei do infinito, acompanhou o beija-flor. A cor predominante do carro foi o marrom, simbolizando o surgimento do homem a partir do barro.

A comissão de frente retratou a riqueza das dinastias africanas e a soberania de rainhas e reis africanos que foram escravizados no Brasil veio representada nas fantasias do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Claudinho e Selmynha SorrisoZ.

As tradicionais baianas estavam majestosas. As 110 intregrantes da alas vestiram uma fantasia luxuosa confeccionada em tecido que imita pele de zebra e leão e levaram na cabeça uma coroa de marfim.

Personagens como Chico Rei e Zumbi dos Palmares, símbolos da força do povo negro, vieram representados nos carros alegóricos.

Zumbi teve um carro todo feito em bambu em que 70 componentes fizeram uma coreografia teatralizada. Já Chico Rei, veio em uma alegoria predominantemente dourada, cheia de anjos e chafarizes.

terça-feira, fevereiro 20, 2007

CARIOCÃO - 5^º.RODADA

.
Vasco empata a 4-4 com
o Flu, Flamengo leva
surra do Madureira 4-1

ROMÁRIO ENTRA NOS MINUTOS FINAIS NO EMPATE DO VASCO 4-4 CONTRA O FLU, MAS NÃO MARCA

Sábado, 17/02/2007
> Fluminense 4 x 4 Vasco
> América-RJ 3 x 4 Friburguense
> Boavista S.C 3 x 2 Botafogo
> Volta Redonda 2 x 1 Nova Iguaçu > Madureira 4 x 1 Flamengo

MADUREIRA 4 X 1 FLAMENGO
Local: Moça Bonita
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Auxiliares: Aristeu Leonardo Tavares e Wagner de Almeida Santos

Gols: Marcelo, aos 14 minutos, e Renato, aos 21 minutos do primeiro tempo; Marcelo, aos 5, aos 12 e aos 39 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Valdir Papel e Osmar (Madureira)


MADUREIRA
Everton, Wagner, Odvan, Leo Fortunato e Amarildo (Marcílio); André Paulino, Djair (Neto), Maicon (Osmar) e Zé Augusto; Marcelo e Valdir Papel.
Técnico: Alfredo Sampaio

FLAMENGO
Bruno, Leonardo Moura, Moisés, Ronaldo Angelim e Magrão (Leo Medeiros); Paulinho, Claiton (Souza), Renato e Juninho Paulista (Renato Augusto); Obina e Roni.
Técnico: Ney Franco



Grupo A

1º Madureira 11
2º Flamengo 10 5
3º Botafogo 8
4º Boavista 6
5º Americano 4
6º Cabofriense 1

Grupo B

1º Vasco 10
América 10
3º Friburguense 9
4º Volta Redonda 7
5º Fluminense 5
6º Nova Iguaçu 1

PAULISTÃO - 9ª.rodada

.
tivemos mais paulistão
no sábado de carnaval,
talvez por isso deu zebra
no Santos e no Corinthians


O CORINTHIANS, COM NILMAR, PERDE 3-2 COM PAULISTA
.
Sábado, 17/02/2007
> Santos 0 x 2 São Bento-SP
> América-SP 2 x 4 São Paulo
> Sertãozinho-SP 3 x 2 Santo André
> Rio Branco-SP 2 x 1 Guaratinguetá
> Noroeste 5 x 2 São Caetano
> Ituano 3 x 1 Grêmio Barueri
> Paulista 3 x 2 Corinthians
> Palmeiras 1 x 1 Rio Claro-SP
> Juventus-SP 2 x 2 Marília

Sexta, 16/02/2007
> Ponte Preta 0 x 0 Bragantino

01 Santos 22
02 São Paulo 21
03 Noroeste 20
04 São Caetano 19
05 Paulista 18
06 Ituano 16
07 Bragantino 16
08 Corinthians 15
09 Palmeiras 13
10 Marília 12
11 Ponte Preta 11
12 Guaratinguetá 10
13 São Bento-SP 9
14 Juventus-SP 8
15 Sertãozinho-SP 8
16 América-SP 8
17 Rio Branco-SP 6
18 Grêmio Barueri 6
19 Rio Claro-SP 6
20 Santo André 2

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

henrique foreis domingues, o ALMIRANTE, nasceu a 19 de Fevereiro

.


Henrique Foréis Domingues (Rio de Janeiro, 19 de fevereiro de 1908 — Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 1980) foi um cantor, compositor e radialista brasileiro, também conhecido por Almirante. Dizia-se de brincadeira, em sua época, "a mais alta patente do Rádio brasileiro".

Pioneiro da música popular no país, começou sua carreira musical em 1928 no grupo amador "Flor do Tempo" formado por alunos do Colégio Batista, do bairro da Tijuca, Rio de Janeiro. Compunham o grupo, além de Almirante (cantor e pandeirista) os violonistas Braguinha (João de Barro) Alvinho e Henrique Brito.

Em 1929, convidados a gravar um disco na Parlophon (subsidiária da Odeon) admitem mais um violonista, do bairro vizinho de Vila Isabel, um jovem talento chamado Noel Rosa. O grupo então é rebatizado para "Bando de Tangarás", nome inspirado numa lenda do litoral paranaense, a "dança dos tangarás" qua conta a estória de um grupo de passáros (os tangarás) que se reune para dançar e cantar alegremente.

O "bando" se desfez em 1933 mas Almirante continuou sua carreira como cantor, interpretando sambas e músicas de carnaval, muitas de grande sucesso e hoje clássicos da música popular brasileira, como "O Orvalho Vem Caindo" (Noel Rosa / Kid Pepe), "Yes, Nós Temos Bananas" e "Touradas em Madri" (João de Barro/Alberto Ribeiro), entre outras.

Autor de uma das mais famosas músicas carnavalescas, "Na Pavuna", possuía enorme biblioteca e discoteca sobre música brasileira.

Seus maiores sucessos:

1931 Eu Vou Pra Vila
1931 Já Não Posso Mais
1933 Prato Fundo
1933 Moreninha da Praia
1933 Contraste
1933 O Orvalho Vem Caindo
1934 Menina Oxigenê
1934 Ninguém Fura o Balão
1935 Deixa a Lua Sossegada
1935 Pensei Que Pudesse Te Amar
1936 Amor em Excesso
1936 Marchinha do Grande Galo
1936 Levei Um Bolo
1936 Tarzan (O Filho do Alfaiate)
1937 Vida Marvada
1937 Apanhei Um Resfriado
1938 Yes, Nós Temos Bananas
1938 Touradas em Madrid
1939 Hino do Carnaval Brasileiro
1939 Vivo Cantando
1939 O Que é Que Me Acontecia
1940 Minha Fantasia
1941 Não Sei Dizer Adeus
1941 Qual Será o Score Meu Bem?
1951 Marchinha do Poeta
Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_For%C3%A9is_Domingues"

CAMPEONATO PORTUGUÊS

.
O SPORTING VOLTOU A PERDER
PONTOS NÃO CONSEGUINDO
VENCER O PAÇOS DE FERREIRA (1-1)
PORTO 4-0 E BENFICA 2-0
VENCERAM.


Belenenses 1 2 Académica Boavista 1 1 V. Setúbal
Nacional 0 2 Benfica
Paços Ferreira 1 1 Sporting
Aves 1 1 Marítimo
U. Leiria 1 0 Sp. Braga
E. Amadora 2 2 Beira Mar
FC Porto 4 0 Naval

CLASSIFICAÇÃO
.
1º FC Porto 43
2º Benfica 39
3º Sporting 38
4º U. Leiria 28
5º Sp. Braga 28
6º Paços Ferreira 26
7º Marítimo 25
8º Nacional 24
9º Naval 24
10º Belenenses 24
11º E. Amadora 21
12º Boavista 20
13º Académica 19
14º V. Setúbal 13
15º Beira Mar 13
16º Aves 10

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

preiminares

.
O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de
festa de aniversário.
Chutava prá cá, chutava prá lá, até que o balão acabou entrando no banheiro
e foi cair justamente dentro da privada.
Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali
mesmo.
Pouco tempo depois seu pai entrou para se "desocupar" e nem notou a bola.
Ficou ali, lendo, enquanto fazia o serviço.
Ao terminar, olhou horrorizado para o vaso sanitário. Suas fezes haviam
coberto o balão e a impressão que se tinha era
de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo,
ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu
amigo que era médico:
- "Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha
vida!
Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com um algum
problema sério!"
- "Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!"
- "Que exagerando, o quê, meu!!! Eu tô olhando pra esse "merdel" todo
agora!
É um absurdo ! Eu devo estar doente!!!"
- "Bom, eu já tava indo pra casa; aproveito e passo aí que é caminho!"
O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do
banheiro esperando.
- "Olá, Anselmo, cadê o negócio que vo... NOSSA MÃE DO CÉU!!! O que é
isso??! O que você comeu, criatura?!"
- "Não falei?! Agora tá acreditando, né?!"
- "Nossa! Isso é inacreditável!"
- "E então, será que eu tenho algum problema sério?!"
- "Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para
análise!"
O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta e
quando espeta o "bolo" para coletar
uma amostra do material e..., BUMMM!!
A bexiga estoura e voa merda pra tudo que é lado!
Seguem-se instantes de absoluto silêncio. Os dois, embosteados, se olham
e,estupefato, o médico berra:
- "Puta que o pariu! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas
peido com casca, nunca!!"

terça-feira, fevereiro 13, 2007

TAÇA DE PORTUGAL - OITAVOS DE FINAL

.
BENFICA ELIMINADO DA
TAÇA PELO VARZIM 2-1
SPORTING ARRASA 6-0.
.
Taça de Portugal



Boavista 2 - Nacional 0
Eficácia rende eliminatória

Maia 0 - Beira-Mar 2
Sorria... entrou nos quartos

Odivelas 0 - Belenenses 1
Salvos pelo disparo de "El Pistolero"

Atlético 0 - Académica 1
Dentada de Pitbull BRASILEIRO e-Porto, acordou-os do sonho

VARZIM 2 - BENFICA 1
O mais rico perde pró mais pobre, é taça...
.
ODIVELAS 0 - BELENENSES 1
Aqui não deu zebra
.
NAVAL 0 - BRAGANÇA 1
Mais um zebrão
.
PINHALVOVENSE 0 - SPORTING 6
Liedson e Bueno fizeram a festa

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

REFERENDO À DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO EM PORTUGAL

.


Decorreu este final de semna um REFERENDO sobre o aborto.
Perguntava-se ao eleitorado se:

CONCORDA COM A DESPENALIZÇÃO DA INTERRUPÇÃO DA GRAVIDEZ. ATÉ ÀS 10 SEMANAS POR VONTADE E A PEDIDO DA MULHER, EM ESTABELECIMENTOS LEGAIS?

A resposta do eleitorado deu a vitoria ao SIM, permitindo que finalmente Portugal entrasse num era de modernidade, dando à mulher a decisão de interromper a gravidez até às 10 semanas, altura em que o feto ainda não tem o seu sistema nervoso concluído ,isto é, não se pode afirmar que seja já um ser humano. É um projecto, e se a mulher tiver condições e a gestação fôr normal, isto é, se o bébé fôr saudável, nascerá e será desejado e amado. Se a mulher não tiver condições psiquicas, ou o feto apresentar sintomas de deficiência, então a mãe pode decidir pela interrupção.

Eis o resultado

RESULTADOS DO REFERENDO SOBRE A DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO

2007

Total do País
Sim
2238053
59.25


Não
1539078
40.75

AINDA NO RESCALDO DO BRASIL-PORTUGAL

.

domingo, fevereiro 11, 2007

CARIOCÃO -

.
CONCLUIU-SE HOJE
A RODADA COM A VITÓRIA
DO VASCP POR 6-1 FRENTE
AO VOLTA REDONDA.
ROMÁRIO MARCOU 3 GOLOS
ENTRADO SÓ AOS 20 MINUTOS
DP 2º.TEMPO,ATINGINDO
0S 990 GOLOS...

Carioca 2007
Domingo, 11/02/2007


> Vasco 6 x 1 Volta Redonda
> Botafogo 3 x 3 Flamengo
> Friburguense 3 x 2 Nova Iguaçu

Sábado, 10/02/2007
> Fluminense 0 x 2 América-RJ
> Cabofriense 3 x 3 Boavista S.C
> Madureira 1 x 0 Americano
.
Grupo A
01 Flamengo 10
02 Botafogo 8
03 Madureira 8
04 Boavista S.C 3
05 Cabofriense 1
06 Americano 1

Grupo B
01 América-RJ 10
02 Vasco 9
03 Friburguense 6
04 Fluminense 4
05 Volta Redonda 4
06 Nova Iguaçu 1


Romário faz três e Vasco goleia Voltaço

Rio de Janeiro (RJ) - O Vasco goleou o Volta Redonda por 6 a 1 em partida disputada debaixo de muita chuva, neste domingo em São Januário. O destaque da partida foi o atacante Romário que entrou aos 20 minutos do segundo tempo e marcou três gols, se aproximando cada vez mais do sonho dos dos mil gols. O Baixinho chegou ao gol 990 e agora só faltam dez para o veterano atacante atingir a marca histórica.
Com o resultado, o time dirigido por Renato Gaúcho chegou aos nove pontos ganhos e ainda depende de um ponto para garantir sua vaga nas semifinais da Taça Guanabara, já que o Friburguense ainda tem uma remota chance de se classificar. O América, com dez pontos, já tinha confirmado sua vaga no grupo B. O Volta Redonda ficou com quatro pontos e está eliminado da disputa, assim como o Fluminense, que torcia por um revés do Vasco para manter as remotas chances.

paulistão - 8ª.rodada

.
SÃO PAULO VENCEU 3-1 O
CORINTHIANS.SÃO CAETANO
É O LÍDER, EMBORA O
SANTOS TENHA 1 JOGO A
MENOS.

Paulista 2007

Domingo, 11/02/2007

> Guaratinguetá 1 x 0 Ponte Preta
> América-SP 2 x 2 Paulista
> São Bento-SP 2 x 1 Sertãozinho-SP
> Noroeste 1 x 0 Rio Branco-SP
> São Paulo 3 x 1 Corinthians
> Rio Claro-SP 0 x 1 São Caetano
>.Santo André 1 X 2 Santos


Sábado, 10/02/2007

> Palmeiras 1 x 1 Bragantino
> Ituano 0 x 1 Marília
> Juventus-SP 0 x 1 Grêmio Barueri

01 São Caetano 19
02 São Paulo 18
03 Noroeste 17
04 Santos 16
05 Corinthians 15
06 Bragantino 15
07 Paulista 15
08 Ituano 13
09 Palmeiras 12
10 Marília 11
11 Ponte Preta 10
12 Guaratinguetá 10
13 América-SP 8
14 Juventus-SP 7
15 Grêmio Barueri 6
16 São Bento-SP 6
17 Sertãozinho-SP 5
18 Rio Claro-SP 5
19 Rio Branco-SP 3
20 Santo André 2

preliminares

.
Abuso doméstico
É noite e o casal já está deitado.
Diz o marido:
- Querida... se tu quisesses, abusava de ti.
Responde ela:
- Mas eu quero... abusa, abusa.
Diz ele:
- Então, vai lá á cozinha buscar-me uma cervejola ao frigorífico

sábado, fevereiro 10, 2007

MÃE MENININHA DE GANTOIS, nasceu a 10 de Fevereiro

.
“Uma filha de escravos que se fez rainha, orientando o povo baiano com exemplar dedicação e perene bondade”, como definiu-a Jorge Amado, um dos seus maiores amigos e admiradores.

Escolástica Maria da Conceição Nazaré - Menininha do Gantois (apelido que recebeu na infância por ser quieta e franzina) - (Salvador, 10 de fevereiro de 1894 - Bahia, 13 de agosto de 1986) foi a mais famosa iyalorixá brasileira.


Filha de Oxum, foi a mais famosa de todas as Iyalorixás brasileiras, era do Terreiro do Gantois.
Ela vinha de uma longa linhagem de Iyalorixás, as chefes dos terreiros de candomblé. O Gantois foi fundado em 1849, por sua bisavó Maria Júlia da Conceição Nazaré.
Na década de 20, foi escolhida para ser a Iyalorixá do terreiro em virtude da morte de sua tia-avó, mãe Pulchéria.
Aos 29 anos, casou com o advogado Álvaro McDowell de Oliveira, descendente de ingleses. Com ele teve duas filhas, Cleusa e Carmem.
Faleceu de causas naturais em 13 de agosto de 1986 aos 92 anos de idade.
Memorial Mãe Menininha do Gantois

CARIOCÃO

.
O AMÉRICA DEPOIS DE VENCER
O VASCO BATE O FLU TAMBÉM

AMERICA NA FRENTE

> Fluminense 0 x 2 América-RJ
> Cabofriense 3 x 3 Boavista S.C
> Madureira 1 x 0 Americano

FLUMINENSE 0 X 2 AMÉRICA
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Árbitro: Antonio Frederico de Carvalo Schneider
Assistentes: Marcelo Fonseca Duarte e Jackson Lourenço Massara dos Santos

Cartões amarelos: Carlos Alberto (Fluminense); Júnior Baiano e André (América).
Gols: Bruno Lazaroni, aos 46 minutos do primeiro tempo; Marco Brito, aos 26 minutos do segundo tempo.
Renda R$ 139.690,00. Público: 11.381 pagantes.

FLUMINENSE:
Ricardo Berna, Thiago Silva, Luiz Alberto e Rogerio (ex-SPORTING); Carlinhos, Arouca, Cícero (André Moritz), Thiago Neves (Soares) e Junior Cesar (Rafael Moura); Carlos Alberto (EX-PORTO) e Alex Dias.
Técnico: Paulo César Gusmão.

AMÉRICA:
Eduardo, Denis (Guerra), André, Júnior Baiano e Maciel; Válber, Bruno Lazaroni, André Gomes e Leandro Chaves (Argeu); Júnior Amorim e Marco Brito (Douglas).
Técnico: Aílton Ferraz.

Amanhã domingo completa-se a rodada.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

7ª.rodada do paulistão

.
DISPUTOU-SE A
7ª.RODADA DO
PAULISTÃO.
O CORINTHIANS
SURROU O RIO CLARO
COM 4 GOLOS DE
ROGER

roger ex-benfica, marcou 4 golos

O SANTOS COM MENOS
1 JOGO E SÃO CAETANO
NA LIDERANÇA.


Quinta, 08/02/2007
> Rio Branco-SP 0 x 2 Ponte Preta
> Corinthians 5 x 0 Rio Claro-SP

ROGER A FACTURAR

Quarta, 07/02/2007
> Ituano 1 x 0 Palmeiras
> São Paulo 3 x 0 São Bento-SP
> Sertãozinho-SP 2 x 1 Guaratinguetá
> Marília 0 x 3 Paulista
> Grêmio Barueri 2 x 3 Noroeste
> Bragantino 3 x 0 Santo André
> São Caetano 2 x 0 Juventus-SP
.
CLASSIFICAÇÃO

Times PG
01 Santos 16
02 São Caetano 16
03 Corinthians 15
04 São Paulo 15
05 Bragantino 14
06 Noroeste 14
07 Paulista 14
08 Ituano 13
09 Palmeiras 11
10 Ponte Preta 10
11 Marília 8
12 Guaratinguetá 7
13 América-SP 7
14 Juventus-SP 7
15 Sertãozinho-SP 5
16 Rio Claro-SP 5
17 Rio Branco-SP 3
18 Grêmio Barueri 3
19 São Bento-SP 3
20 Santo André 2

CARMEN MIRANDA , nasceu a 9 de fevereiro

.
Carmen Miranda (Marco de Canaveses, 9 de Fevereiro de 1909 — Beverly Hills, 5 de Agosto de 1955) foi uma cantora e atriz luso-brasileira.


Maria do Carmo Miranda da Cunha, como foi baptizada na freguesia de Várzea da Ovelha, era a segunda filha do barbeiro José Maria Pinto Cunha (1887 - 1938) e de Maria Emília Miranda (1886 - 1971). Maria do Carmo, que ganhou o apelido Carmen já no Brasil graças ao gosto de José Maria por óperas. Pouco depois de seu nascimento, o pai, José Maria, emigrou para o Brasil, onde se instalou no Rio de Janeiro. Em 1910, Dona Maria seguiria o marido, acompanhada da filha mais velha e de Carmen que tinha dois anos e não mais voltaria à sua terra natal.[1]

Infância
No Rio de Janeiro, José Maria abriu um salão de barbeiro na rua da Misericórdia, número 70, em sociedade com um conterrâneo. A família se estabeleceu no sobrado acima do salão, mudando-se mais tarde para a Lapa, passando a viver na rua Joaquim Silva, número 53.

No Brasil nasceriam os outros filhos do casal: Amaro (1911), Cecília (1913), Aurora (1915 - 2005) e Oscar (1916). Carmen fez seus estudos na escola Santa Teresa, na rua da Lapa, número 24, e teve seu primeiro emprego aos 14 anos, em loja especializada em gravatas, e depois numa chapelaria com um ordenado de 40.000 réis por dia. Uma das lendas sobre sua biografia diz que foi demitida por passar o tempo cantando. Mas seu seu biógrafo Ruy Castro diz que cantava por influência de sua irmã mais velha e atraía clientes, graças aos seus dotes musicais.

Nesta época, a família Miranda da Cunha deixou a Lapa e passou a residir num sobrado à Travessa do Comércio, número 13. Em 1925, Olinda, acometida de tuberculose, voltou a Portugal para tratamento. Para complementar a renda familiar, Maria passa a administrar em casa uma pensão, que servia refeições para os empregados de comércio. Olinda permaneceria em Portugal até sua morte em 1931. No ano seguinte à partida de Olinda, que ensaiava os primeiros passos de uma carreira artística, Carmen apareceu em uma fotografia incógnita, na seção de cinema do jornalista Pedro Lima, na revista Selecta. Em 1929, foi apresentada ao compositor Josué de Barros, que encantado com seu talento passou a promovê-la em gravadoras e teatros. No mesmo ano, gravou na gravadora alemã Brunswick os primeiros discos com Não Vá Sim'bora, samba, e o choro Se O Samba é Moda. Pela gravadora Victor, gravou Triste Jandaia e Dona Balbina.

O início da carreira artística
O grande sucesso viria a partir de 1930, quando grava a marcha Taí, de Lamartine Babo. Antes do fim do ano, Carmen já é apontada pelo jornal O Pais como "a maior cantora brasileira".

Em 1933 ajuda a lançar a irmã Aurora na carreira artística. No mesmo ano, Carmen assina um contrato de dois anos com a rádio Mayrink Veiga, para ganhar dois contos de réis por mês. Foi a primeira cantora de rádio a merecer contrato, quando a praxe era o cachê por participação. Carmen ganha o apelido de "Cantora do It". em 30 de outubro realiza sua primeira turnê internacional, apresentando-se em Buenos Aires. Carmen voltaria à Argentina no ano seguinte, para uma temporada de um mês na Rádio Belgrano.

Em 20 de janeiro de 1936 estreou o filme Alô, Alô Carnaval, em que Carmen e Aurora actuam juntas na famosa seqüência em que cantam "Cantoras do Rádio". No mesmo ano, Carmen e Aurora passam a integrar o elenco do Cassino da Urca, de propriedade de Joaquim Rolla. A partir de então as duas irmãs se dividem entre o palco do cassino e excursões freqüentes aos diversos estados brasileiros e à Argentina.

Foi durante uma apresentação para o astro de Hollywood Tyrone Power que se aventou a possibilidade de uma carreira de Carmen nos Estados Unidos. Era o ano de 1938 e Carmen recebia um salário de 30 contos de réis mensais no Cassino da Urca. Carmen não se interessou pelos EUA e permaneceu no Brasil.

Em 1939, o empresário americano Lee Shubert, em companhia da atriz Sonja Henie chegam ao Rio a bordo do navio Normandie. Vista por Shubert na Urca, Carmen assina contrato depois de se apresentar no navio. Shubert estava interessado apenas em Carmen, mas a cantora fez questão de levar o Bando da Lua para a acompanhar. Depois de muita relutância, Shubert, já de volta aos EUA, aceita a vinda do Bando. Carmen partiu no vapor Uruguai, em 4 de maio de 1939, às vésperas da Segunda Guerra Mundial.


A carreira nos Estados Unidos e o começo da consagração



Em 29 de maio de 1939 Carmen estreou na revista "Streets of Paris", em Boston, com êxito estrondoso. A imprensa americana se rende à sensualidade e ao talento da cantora brasileira, que ao desembarcar em Nova York declarou: "Vocês verão principalmente que sou cantora e tenho ritmo". As participações teatrais de Carmen aumentam a medida em que cresce o seu reconhecimento. Em 5 de março de 1940 Carmen apresenta-se durante um banquete ao presidente Franklin D. Roosevelt na Casa Branca, em Washington. Em 10 de julho retorna ao Brasil, onde é acolhida com enorme ovação pelo povo carioca. No entanto, em apresentação para a cúpula do Estado Novo no Cassino da Urca Carmen é apupada pelo grupo germanista do governo brasileiro, que via em Carmen uma influência "americanizada". Dois meses depois, no mesmo palco mas desta vez para uma platéia comum, Carmen é aplaudida e apoiada. No mesmo mês gravou seus últimos discos no Brasil, onde responde com humor às acusações de ter esquecido o Brasil. Em 3 de outubro, Carmen de volta aos EUA grava a marca de seus sapatos e mãos na Calçada da Fama do Chinese Theatre de Los Angeles.

Entre 1941 e 1953 Carmen atuou em 13 filmes em Hollywood e nos mais importantes programas de rádio, televisão, casas noturnas, cassinos e teatros norte-americanos. Na esteira da Política de Boa Vizinhança implementada pelos EUA em face do conflito europeu, o espaço para artistas "latinos" cresce. Carmen, apesar de ter chegado à América antes da Segunda Guerra e da criação da Política é identificada com o projeto.

Vida amorosa e casamento
Em 1946, ao fim da Segunda Guerra, Carmen é a artista mais bem paga de Hollywood e a mulher que mais paga imposto de renda nos EUA. Em 17 de março de 1947 casou-se com o americano David Sebastian, nascido em Detroit a 23 de novembro de 1908. Antes, Carmen mantivera romances com vários astros de Hollywood e também com o músico brasileiro Aloysio de Oliveira, integrante do Bando da Lua.

Antes de partir para a América, Carmen namorara o jovem Mário Cunha e o bon vivant Carlos da Rocha Faria, filho de uma tradicional família do Rio de Janeiro. Já nos EUA, Carmen manteve casos com os actores John Wayne e Dana Andrews.

O casamento com David Sebastian é apontado por todos os biógrafos e estudiosos de Carmen Miranda como a principal razão do começo de sua decadência física. Dave, um fracassado empregado de uma produtora de cinema, investiu-se na posição de "empresário" de Carmen, e foi responsável por uma série de negócios mal conduzidos. Dave também era alcoólatra e teria apresentado Carmen ao álcool, do qual ela também logo se tornaria dependente. O casamento entraria em crise já nos primeiros meses, mas Carmen, católica devota, não aceitava o divórcio. Em 1948 Carmen engravida de David, mas sofre um aborto espontâneo depois de uma apresentação.

A morte nos EUA
Foi numa tarde em 1942. A Igreja estava vazia, a não ser uma moça que rezava contritamente diante do altar de Nossa Senhora das Graças. Uma senhora havia me trazido uma criança para batizar, mas, por morar muito longe daqui, e não poder pagar as passagens para alguém vir, não trouxera madrinha para o filho. Aproximei-me, então, da moça que orava e perguntei-lhe se me faria aquele favor, de repetir, pela criança, as palavras do batismo. Ela concordou imediatamente, serviu como madrinha do bebê. Depois. mandou o seu carro branco buscar o resto da família da pobre senhora para uma festa de batizado na sua casa. Eu soube, então, que a moça era a estrela Carmen Miranda e sua simplicidade deixou-me uma profunda impressão, solidificada, depois, pelas suas constantes vindas à Igreja que se lhe tomou um segundo lar, dando-nos ela um altar novo para Nossa Senhora.


Por conta do uso cada vez mais freqüente, Carmen desenvolveu uma série de sintomas característicos, erroneamente diagnosticados como estafa pelos médicos americanos. Em 3 de dezembro de 1954 Carmen retorna ao Brasil após uma ausência de 14 anos. Está sofrendo os efeitos da dependência química e é internada numa suíte do hotel Copacabana Palace, onde passa quatro meses. Seu médico brasileiro constata a dependência química e tenta desintoxicá-la. Carmen melhora, embora não tenha abandonado completamente os remédios, o álcool e o cigarro. Exames não constatam alterações de sua freqüência cardíaca.

Ligeiramente recuperada, Carmen retorna para os EUA em 4 de abril de 1955. Imediatamente retorna à roda-viva de apresentações. Faz uma turnê por Cuba e Las Vegas entre os meses de maio e agosto e volta a fazer uso dos barbitúricos.

No início de agosto, Carmen grava uma participação especial no programa televisivo do comediante Jimmy Durante. Durante um número de dança, sofre um ligeiro desmaio, desequilibra-se e cai, amparada por Durante. Recupera-se e termina o número. Na mesma noite, Carmen recebe amigos em sua residência em Beverly Hills, à Bedford Drive, 616. Por volta das duas da manhã, após beber e cantar algumas canções para os amigos presentes, Carmen sobe para seu quarto. Acende um cigarro e começa a se preparar para dormir. Veste um hobby, retira a maquiagem e caminha em direção à cama com um pequeno espelho à mão. Um colapso cardíaco fulminante derrubou Carmen, que caiu morta sobre o chão. Seu corpo só seria descoberto no dia seguinte, pelo marido Dave. Era o dia 5 de agosto. Tinha 46 anos.

Funeral e consagração no Brasil
Em 12 de agosto de 1955 seu corpo embalsamado desembarcou de um avião no Rio de Janeiro. 60 mil pessoas compareceram ao seu velório, realizado no saguão da Câmara Municipal. O cortejo fúnebre até o cemitério de São João Batista foi acompanhado por cerca de meio milhão de pessoas que cantavam esporadicamente, em surdina, 'Taí".

No ano seguinte, o prefeito do Distrito Federal, Negrão de Lima assinou decreto que criava o Museu Carmen Miranda, inaugurado em 1976 no Aterro do Flamengo.

Hoje, uma herma em sua homenagem localiza-se no Largo da Carioca

REFERENDO SOBRE A INTERRUPÇÃO DA GRAVIDEZ EM PORTUGAL

.
EM PORTUGAL VAI HAVER
ESTE FIM DE SEMANA
UM REFERENDO SOBRE
A INTERRUPÇÃO DA GRAVIDEZ

O QUE SE DISSE

A gravidez é um processo complexo e completo que envolve a barriga, o coração e a cabeça. Uma gravidez só de barriga, sem desejo, sem afecto e sem projecto é uma gravidez de risco, para todos e em particular para uma criança que venha a nascer.A mulher que não se sente capaz de "assumir com condições essa tarefa" tem o direito de parar o processo para evitar maiores danos, a si e à criança.
(TERESA SÁ (Psicóloga clínica) .
.
As crianças não sáo só feitas de carne, mas em certa medida de desejos, palavras , sonhos, mitos e lendas. A identificação da maternidade com a reprodução biológica nega que o mais importante na reprodução humana seja o processo de concepção e gestação, mas sim a tarefa social, cultural simbólica e ética de tornar possível a criança num novo sujeito humano.
(S.TUBERT.)
.
Às 10 semanas não bate um coração.Não há um orgão, há um conjunto de células, há um esboço de todos os orgãos que só estarão funcionais a partir das 6 meses, só a partir das 24 semanas há movimentos conscientes.
(MÁRIO SOUSA - Dir. o Laboratório de Biologia Celular do Instituto de Ciências Bioédicas Abel Salazar)
.
Eu voto "não", porque o senhor prior ensinou-nos na missa deste domingo, que os bébés até nasceram são encarnações do Menino Jesus. Matá-los é como se estivessemos a matar o próprio Menino Jesus.
(GERTRUDES ATALAIA-(entrevistada na rua)
.
A posição de muitos médicos que aparecem a bramar que, nesmo que o SIM ganhe, não praticarão manobras de interrupção de gravidez, faz-me duvidar se eles não estarão a proteger os seus interesses, por deixarem de ter o negócio chorudo que tem sido fazê-lo em clinicas priadas clandestinas ou por detrás de parteiras especializadas.
(JOÃO MATIAS CHAVES)
.
O desenvolvimento do feto às 10 semanas é ainda muito incipiente, faltando designadamente o sistema nervoso e o cérebro,não há ainda actividade neuronal, pelo que não faz sentido falar em ser humano, muito menos numa pessoa.
(VITAL MOREIRA)
.
Hoje em dia é possível com os meios técnicos existentes (sobretudo as ecografias) saber com clareza, das condições do feto em gestação e das probabilidades da existência de anomalias que possam gerar uma criança com deficiência. As mulheres que não provocarem a interrupção da gravidez nestes casos, elas sim, deveriam ser punidas, pois estão a condenar um ser humano a uma vida dependente e de dôr.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

cariocão

.
O VASCO PERDEU PARA O
AMÉRICA NO JOGO QUE
FALTAVA PARA COMPLETAR
A 3ª.RODADA DA ZONA B,
E PERDE A LIDERANÇA
PARA O O TIME DE
JUNIOR BAIANO.


ROMÁRIO ENTROU AOS 10 MINUTOS DA ESTAPA COMPLEMENTAR, NÃO MARCOU

AMÉRICA-RJ 2 x 1 VASCO DA GAMA
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 7 de fevereiro de 2007, quarta-feira

Golos:
AMÉRICA: Júnior Baiano, aos 5, André Gomes, aos 11min do primeiro tempo
VASCO: André Dias, aos 28 minutos do segundo tempo

AMÉRICA: Eduardo, Dennis, Junior Baiano (Douglas), André e Maciel; Leandro Chaves, Válber, André Gomes, Bruno Lazaroni; Marco Brito (Argeu) e Júnior Amorim (Bruno Silva)
Técnico: Ailton

VASCO: Cássio, Thiago Maciel, Emiliano Dudar (Jorge Luiz), Fábio Braz e Diego; Ygor, Ives (Abedi), Darío Conca (Romário) e Morais; André Dias e Leandro Amaral
Técnico: Renato Gaúcho


AGORA A CLASSIFICAÇÃO DA SERIE B É ESTA

01 América-RJ 7
02 Vasco 6
03 Fluminense 4
03 Volta Redonda 4
05 Friburguense 3
06 Nova Iguaçu 1

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

CARYBÉ, nasceu a 7 de Fevereiro

.
Carybé

CARYBÉ PINTANDO

Hector Julio Páride Bernabó ou Carybé (Lanús, 7 de fevereiro de 1911 — Salvador, 2 de outubro de 1997) foi um pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista argentino naturalizado e radicado no Brasil.


Fez cinco mil trabalhos, entre pinturas, desenhos, esculturas e esboços. Ilustrou livros de Jorge Amado. Era obá de Xangô, posto honorífico do candomblé. Morreu do coração durante uma sessão num terreiro de candomblé.


Uma parte da obra de Carybé se encontra no Museu Afro-Brasileiro de Salvador. São 27 painéis representando os orixás do candomblé da Bahia. Cada prancha apresenta um orixá com suas armas e animal litúrgico. Foram confeccionadas em madeira de cedro, com trabalhos de entalhe e incrustações de materiais diversos, para atender a uma encomenda do antigo Banco da Bahia S.A., atual Banco BBM S.A., que os instalou em sua agência da Avenida Sete de Setembro, no ano de 1968.

Formação
1925 - Inicia atividades em artes freqüentando o ateliê de cerâmica do seu irmão mais velho, Arnaldo Bernabó, no Rio de Janeiro.
1927-1929 - Freqüenta a Escola Nacional de Belas Artes - Enba, no Rio de Janeiro
1958 - Recebe bolsa de estudos em Nova Iorque, Estados Unidos da América.

Cronologia
1919 - Muda-se para o Brasil.
1921 - É batizado com o nome Carybé pelo grupo de escoteiros do Clube do Flamengo, no Rio de Janeiro.
1927-1929 - Estudos na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
1930 - Trabalha no jornal Notícias Gráficas, em Buenos Aires, na Argentina.
1935-1936 - Trabalha com o escritor Julio Cortázar e atua como desenhista do jornal El Diário.
1938 - Enviado a Salvador pelo jornal Prégon.
1939 - Primeira exposição coletiva, com o artista Clemente Moreau, no Museu Municipal de Belas Artes de Buenos Aires, em Buenos Aires (Argentina); realiza ilustrações para o livro Macumba, Relatos de la Tierra Verde, de Bernardo Kardon, publicado pela Editora Tiempo Nuestro.
1940 - Ilustra o livro Macunaíma, de Mário de Andrade.
1941 - Desenha o Almanaque Esso, cujo pagamento lhe permite realizar um longa viagem pelo Uruguai, Brasil, Bolívia e Argentina.
1941-1942 - Viagem de estudos por vários países da América do Sul
1942 - Ilustração para o livro La Carreta de Henrique Amorim, publicado pela Editora El Ateneo (Buenos Aires, Argentina).
1943 - Junto com Raul Brié, traduz para o espanhol o livro Macunaíma, de Mário de Andrade; produz ilustrações para os obras Maracatu, Motivos Típicos y Carnavalescos, de Newton Freitas, publicado pela Editora Pigmaleon, Luna Muerta, de Manoel Castilla, publicado pela Editora Schapire, e Amores de Juventud, de Casanova Callabero; também publica e ilustra Me voy al Norte, pela revista trimestral Libertad Creadora; recebe o Primeiro Prêmio da Câmara Argentina del Libro pela ilustração do livro Juvenília, de Miguel Cané (Buenos Aires, Argentina).
1944 - Ilustra os livros Poesias Completas de Walt Whitmann e A Cabana do Pai Tomás, ambos pela Editora Schapire e Los Quatro Gigantes del Alma de Mira y Lopez, Salvador BA; freqüenta aulas de capoeira, visita candomblés e realiza desenhos e pinturas.
1945 - Faz ilustrações para o obra Robinson Crusoe, de Daniel Defoe, para a Editora Viau.
1946 - Auxilia na montagem do jornal Tribuna da Imprensa, no Rio de Janeiro.
1947 - Trabalha no jornal O Diário Carioca, no Rio de Janeiro.
1948 - Produz texto e ilustrações para o livro Ajtuss, Ediciones Botella al Mar (Buenos Aires, Argentina).
1949-1950 - Convidado por Carlos Lacerda para trabalhar na Tribuna da Imprensa, no Rio de Janeiro.
1950 - A convite do secretário da Educação Anísio Teixeira, muda-se para a Bahia, produzindo naquele ano dois painéis para o Centro Educacional Carneiro Ribeiro (Escola Parque), em Salvador, Bahia.
1950-1997 - Fixa residência em Salvador, Bahia.
1950-1960 - Participa ativamente do movimento de renovação das artes plásticas, ao lado de Mário Cravo Júnior, Genaro de Carvalho e Jenner Augusto.
1951 - Produz texto e ilustrações para obras da Coleção Recôncavo, editada pela Tipografia Beneditina e ilustrações para o livro Bahia, Imagens da Terra e do Povo, de Odorico Tavares, lançado pela Editora José Olímpio do Rio de Janeiro; por este trabalho obtém a medalha de ouro na 1ª Bienal de Livros e Artes Gráficas.
1952 - Realiza cerca de um mil e 600 desenhos para as cenas do filme O Cangaceiro, de Lima Barreto; trabalha, ainda, como diretor artístico e aparece como figurante neste filme (São Paulo, SP).
1953 - Ilustração para o livro A Borboleta Amarela, de Rubem Braga, Editora José Olímpio (Rio de Janeiro, RJ).
1955 - Ilustra a obra O Torso da Baiana, editada pelo Museu de Arte Moderna da Bahia.
1957 - Naturaliza-se brasileiro; produz águas-fortes, com desenhos originais, para a edição especial do livro Macunaíma, de Mário de Andrade, lançado pela Sociedade dos 100 Bibliófilos do Brasil.
1958 - Realiza mural em óleo para o Escritório da Petrobras, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América; ilustra o livro As Três Mulheres de Xangô, de Zora Seljan, Editora G. R. D. (Rio de Janeiro, RJ).
1959 - Participa do concurso para a escolha do projeto de execução de painéis para o Aeroporto John F.Kennedy, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, conquistando o primeiro e segundo prêmios.
1961 - Ilustra o livro Jubiabá, de Jorge Amado, Editora Martins Fontes (São Paulo, SP).
1963 - Recebe o título de Cidadão da Cidade de Salvador, Bahia.
1965 - Ilustra A Muito Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, obra lançada pela Editora Raymundo Castro Maya (Rio de Janeiro, RJ).
1966 - É co-autor com Jorge Amado da obra Bahia, Boa Terra Bahia, Editora Image (Rio de Janeiro, RJ); é autor (texto e ilustrações) do livro Olha o Boi, lançado pela Editora Cultrix (São Paulo, SP).
1967 - Recebe o Prêmio Odorico Tavares - Melhor Artista Plástico de 1967, em concurso instituído pelo governo do estado para estimular o desenvolvimento das artes plásticas na Bahia; realiza o Painel dos Orixás para o Banco da Bahia (atualmente cedidos ao Museu Afro-Brasileiro da UFBA) (Salvador, BA).
1968 - Ilustra os livros Carta de Pero Vaz de Caminha ao Rei Dom Manuel, Editora Sabiá (Rio de Janeiro) e Capoeira Angolana, de Waldeloir Rego, Editora Itapoã (Bahia).
1969 - Produz ilustrações para o livro Ninguém Escreve ao Coronel, de Gabriel Garcia Marquez, Editora Sabiá (Rio de Janeiro, RJ).
1970 - Realiza ilustrações para os livros O Enterro do Diabo e Os Funerais de Mamãe Grande, editados pela Editora Sabiá (Rio de Janeiro, RJ); realiza ilustrações para o livro Agotimé her Legend, de Judith Gleason, editado pela Grossman Publishers (Nova Iorque, EUA).
1971 - Ilustra os livros Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Marquez e A Casa Verde de Mario Vargas Llosa, ambos da Editora Sabiá (Rio de Janeiro, RJ); produz texto e ilustração para o livro Candomblé da Bahia, lançado pela Editora Brunner (São Paulo, SP).
1973 - Ilustração para o livro de Gabriel Garcia Marquez, A Incrível e Triste História de Cândida Erendira e sua Avó Desalmada (Rio de Janeiro, RJ); realiza mural para a Assembléia Legislativa e painel para a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia.
1974 - Produz xilogravuras para o livro Visitações da Bahia, publicado pela Editora Onile.
1976 - Ilustra o livro O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá: uma história de amor, de Jorge Amado (Salvador, BA); recebe o título de Cavaleiro da Ordem do Mérito da Bahia.
1977 - Diplomado com a Honra ao Mérito Espiritual Culto Afro-Brasileiro, Xangô das Pedrinhas ao Obá de Xangô Carybé (Magé, RJ).
1978 - Realiza a escultura em concreto Oxóssi, no Parque da Catacumba; ilustra o livro A Morte e a Morte de Quincas Berro D´Água , de Jorge Amado, Edições Alumbramento (Rio de Janeiro, RJ).
1979 - Produz xilogravuras para o livro Sete Lendas Africanas da Bahia, lançado pela Editora Onile.
1980 - Desenha figurinos e cenário para o ballet Quincas Berro D´Água, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
1981 - Publicação do livro Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé de Bahia (Ed. Raízes), após trinta anos de pesquisas.
1982 - Recebe o título de Doutor Honoris Causa de UFBA.
1983 - Realiza painel para a Embaixada Brasileira em Lagos, na Nigéria.
1984 - Recebe a Comenda Jerônimo Monteiro no Grau de Cavaleiro (Espírito Santo; recebe a Medalha do Mérito Castro Alves, concedida pela Academia de Letras da UFBA; realiza a escultura em bronze Homenagem à mulher baiana, no Shopping Center Iguatemi (Salvador, BA).
1985 - Desenha figurinos e cenografia para o espetáculo La Bohéme, no Teatro Castro Alves; ilustra o livro Lendas Africanas dos Orixás, de Pierre Verger, publicado pela Editora Currupio.
1992 - Ilustra o livro O sumiço da santa: uma história de feitiçaria, de Jorge Amado (Rio de Janeiro, RJ).
1995 - Ilustração do livro O uso das plantas na sociedade iorubá, de Pierre Verger (São Paulo, SP).
1996 - Realização do curta-metragem Capeta Carybé, de Agnaldo Siri Azevedo, adaptação do livro O Capeta Carybé, de Jorge Amado, sobre o artista plástico Carybé, nascido na Argentina e que veio a tornar-se o mais baiano dos brasileiros.
1997 - Ilustração do livro Poesias de Castro Alves.

preliminares

.
Jesus Cristo, certo dia, cansado do tédio do Paraíso, resolveu voltar a
terra para fazer o bem.
Procurou o melhor lugar para descer e optou pelo Hospital de São José, onde
viu um médico a trabalhar há muitas horas e a morrer de cansaço.
Para não atrair as atenções decidiu ir vestido de médico.
Jesus Cristo entrou de bata, passando pela fila de pacientes no corredor,
até atingir o gabinete do medico.
Os pacientes viram e comentaram:
- Olha, vai mudar o turno...
Jesus Cristo entrou na sala e disse ao médico que podia sair, dado que ele
mesmo iria assegurar o serviço.
E, decidido, gritou:
- O PRÓXIMO!
Entrou no gabinete um homem paraplégico que se deslocava numa cadeira de
rodas.
Jesus Cristo levantou-se, olhou bem para o homem, e com a palma da mão
direita sobre a sua cabeça disse:
- LEVANTA-TE E ANDA!
O homem levantou-se, andou e saiu do gabinete empurrando a cadeira de rodas.
Quando chegou ao corredor, o próximo da fila perguntou:
- Que tal é o médico novo?
Ele respondeu:
- Igualzinho aos outros... nem examina a gente...

terça-feira, fevereiro 06, 2007

portugal-brasil, 2-0 ,na imprensa

.
Na Capa do JOGO - PORTUGAL


NA GAZETA ESPORTIVA - BRASIL


Dunga perde a invencibilidade para Portugal de Felipão

Londres (Inglaterra) - O técnico Dunga conheceu o sabor da derrota pela primeira vez, nesta terça-feira, na Inglaterra. Em seu sétimo jogo no comando da seleção brasileira, o treinador não conseguiu segurar Portugal, do também brasileiro Luiz Felipe Scolari, e teve de aceitar o resultado negativo de 2 a 0.
Simão e Ricardo Carvalho marcaram os gols de Portugal. O Brasil se esforçou durante os 90 minutos, mas não esteve inspirado o suficiente para furar a marcação portuguesa. O time de Dunga sofreu nas bolas cruzadas e permitiu os contra-ataques para o adversário.

O Brasil não perdia um amistoso há quatro anos. A última derrota já havia sido exatamente para Portugal de Felipão.
.
NA GAZZETA DELLO SPORTO - ITALIA
.
Portogallo, scherzetto al Brasile
A Londra prima sconfitta della gestione Dunga per la Seleçao, piegata 2-0 dalla squadra dell'ex c.t. Scolari e dall'altro Ronaldo, Cristiano. A segno Simao e Carvalho nel finale
LONDRA (Inghilterra), 6 febbraio 2007 - Il Brasile di Dunga toppa la prima uscita del 2007. La Seleçao, all'Emirates Stadium di Londra, viene battuta 2-0 dal Portogallo del tecnico brasiliano Scolari, campione del mondo nel 2002 sulla panchina verdeoro. Dopo un primo tempo discreto, con qualche occasione sciupata dagli attaccanti, la squadra brasiliana si spegne nella ripresa e viene punita nel finale prima da Simao, al 13° centro in Nazionale, e poi nel finale da uno dei rari centri (il 4° in Nazionale) del difensore centrale del Chelsea Ricardo Carvalho. Simao, subentrato a Cristiano Ronaldo, il migliore in campo, trova il gol partita con una volée perfetta su lancio di Quaresma. Poi Carvalho trova la deviazione vincente in mischia su cross dalla destra, sorprendendo una difesa troppo statica. Il Brasile di Dunga va k.o. per la prima volta dalla gestione del nuovo c.t., il Portogallo trova un'iniezione di fiducia dopo le difficoltà patite nella fase di qualificazione agli Europei.
LE FORMAZIONI - Dunga, indimenticato centrocampista della Fiorentina, deve fare a meno dell'infortunato Ronaldinho e si affida come fantasista a Kakà numero dieci per l'occasione. Il milanista non brillerà. In campo da titolare, sulla fascia destra, c'è Maicon, Adriano si accomoda in panchina. Nel Portogallo il capitano è Cristiano Ronaldo, capocannoniere di Premier League, e giovane leader del Manchester United capoclassifica. In tribuna ci sono Wenger, tecnico dell'Arsenal, padrone di casa, e Mourinho, allenatore del Chelsea.
LA GARA - Il Brasile parte bene. Preme subito e sfiora il gol con Sobis, attaccante del Betis, in passato vicino al Milan, che si fa parare la conclusione sottomisura da Ricardo. Il Portogallo bada soprattutto a difendersi, ma in contropiede prova a far male con Helder Postiga, del Porto, il cui diagonale è respinto dal portiere brasiliano (Dida non c'è, infortunato, Julio Cesar è in panchina). L'occasione più grossa per il Brasile nasce dal sinistro del difensore centrale Lucio sugli sviluppi di una punizione di Elano: traversa. Il primo tempo finisce 0-0. Ai punti meglio il Brasile.
Il secondo tempo più equilibrato. Il ritmo cala. Il Brasile progressivamente sparisce. I palleggiatori portoghesi ne approfittano e non si limitano alle veroniche e a i dribbling dell'elegante Cristiano Ronaldo. L'altro Ronaldo, nome che per una sera diventa spauracchio per i sudamericani. E infatti i portoghesi non solo conquistano terreno e coraggio, ma fanno male. Andando a segno con Simao e Carvalho, trovando una vittoria sorprendente ma meritata

NO GLOBO - BRASIL

Brasil vira freguês de Portugal e Felipão
Seleção perde a segunda seguida para os lusos (2 a 0). Dunga não está mais invicto

LONDRES - A seleção brasileira perdeu pela primeira vez sob o comando de Dunga. Nesta terça, foi derrotada por Portugal (2 a 0), treinado pelo pentacampeão Luiz Felipe Scolari, no Emirates Stadium, em Londres. Simão e Ricardo Carvalho, na segunda etapa, fizeram os gols do jogo.

Foi a segunda vitíoria de Felipão sobre a seleção brasileira noà frente de Portugal. Na outra, em 2003, o triunfo foi por 2 a 1, na cidade do Porto. Dunga, por sua vez, perdeu a primeira partida com a seleção brasileira, em sete disputadas.

Apesar do placar de 2 a 0, o Brasil não teve uma atuação de todo ruim. O time perdeu boas chances na primeira etapa e dominou territorialmente em alguns momentos da segunda, mas esbarrou na boa defesa portuguesa.

no TERRA ESPORTES - BRASIL
.
Portugal vence e Dunga perde invencibilidade na Seleção

Brasil decepcionou e perdeu mais uma para o time de Felipão

» Brasil abusa dos passes errados contra Portugal
» Dunga mostra calma; Felipão é mais participativo
» Elano demonstra tristeza, mas crê em reação
» Felipão destaca empenho da seleção de Portugal

Comandado pelo técnico brasileiro Luiz Felipe Scolari, a seleção de Portugal venceu o Brasil por 2 a 0, em Londres, na Inglaterra, e acabou com a invencibilidade do treinador Dunga, que já durava seis partidas. Essa foi a segunda vitória de Felipão sobre o Brasil, desde que assumiu o time português.

O jogo foi caracterizado principalmente pela forte marcação das duas equipes e serviu para o técnico Dunga testar vários jogadores como o meia Diego e o atacante Adriano, que retornou à Seleção após participação decepcionante na Copa do Mundo.

Badalados antes da partida, Kaká e Cristiano Ronaldo decepcionaram a torcida que lotou o Emirates Stadium. O meio-campista brasileiro chegou a alertar no intervalo o principal defeito da equipe na partida.

"A gente tem que tentar mais jogadas na entrada da área e melhorar a precisão dos passes". A Seleção não conseguiu corrigir as falhas e não chegou a causar perigo ao gol de Ricardo, que pouco trabalhou na partida.

O mesmo se repetia do lado português, que raramente chegou com perigo ao gol de Helton, até o gol de Simão, o primeiro de Portugal, que entrou exatamente no lugar do badalado Cristiano

JAIR RODRIGUES, cantor brasileiro, nasceu a 6 de Fevereiro

.


Jair Rodrigues de Oliveira (Igarapava, 6 de fevereiro de 1939) é um cantor brasileiro, pai de Luciana Mello e Jair Oliveira, que seguiram a carreira musical.

Sua carreira musical começou quando foi crooner no final dos anos 50 no interior de São Paulo, na cidade de São Carlos, participando da noite sãocarlense que era intensa na época e também com participações na Rádio São Carlos. No início da década seguinte foi tentar o sucesso na capital do Estado, e obteve-o participando de programas de calouros na televisão.

Elis Regina e Jair Rodrigues fizeram muito sucesso com sua parceria no programa O Fino da Bossa, programa da TV Record, em 1965.

Em 1966, Jair participou do festival daquele ano com a música Disparada, de Geraldo Vandré e Théo de Barros, desta vez em conjunto com o Quarteto Novo. Conhecido por cantar sambas, Jair surpreendeu o público com uma linda interpretação da canção. Disparada e Banda, de Chico Buarque e interpretada por Nara Leão, eram favoritas. O festival acabou empatado. A partir daquele momento, sua carreira decolou e seu talento assegurou décadas de sucesso ao cantor. Jair lançou um álbum por ano e interpretou sucessos como O Menino da Porteira, Boi da Cara Preta e Majestade o Sabiá. Realizou turnês pela Europa, Estados Unidos e Japão. Em 1971, gravou o samba-enredo Festa para um Rei Negro, da Acadêmicos do Salgueiro, do Rio de Janeiro.

Nas décadas seguintes, sua produção diminuiu de volume; entretanto, Jair Rodrigues continua conhecido por sua grande energia e sua alegria contagiante.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

PAULISTÃO - 6ª.RODADA

.
CONTINUOU TAMBÉM NESTE FINAL
DE SEMANA O PAULISTÃO COM
UM ESPECTACULAR CLÁSSICO
O PALMEIRAS-SANTOS 3-3,
E O SANTOS NA LIDERANÇA
.

OSMAR DO PALMEIRAS MARCOU 2 GOLOS AO SANTOS NO CLÁSSICO

Domingo, 04/02/2007
> Palmeiras 3 x 3 Santos
> Noroeste 1 x 1 São Paulo
> Paulista 1 x 0 Ituano
> Grêmio Barueri 1 x 1 Sertãozinho-SP
> Rio Branco-SP 4 x 1 América-SP
> Santo André 1 x 1 Rio Claro-SP
> Guaratinguetá 2 x 3 Corinthians
> Bragantino 3 x 0 São Bento-SP

Sábado, 03/02/2007
> São Caetano 0 x 0 Marília
> Juventus-SP 1 x 0 Ponte Preta

CLASSIFICAÇÃO
.
01 Santos 16
02 São Caetano 13
03 Corinthians 12
04 São Paulo 12
05 Bragantino 11
06 Noroeste 11
07 Palmeiras 11
08 Paulista 11
09 Ituano 10
10 Marília 8
11 Guaratinguetá 7
12 Ponte Preta 7
13 América-SP 7
14 Juventus-SP 7
15 Rio Claro-SP 5
16 Rio Branco-SP 3
17 Grêmio Barueri 3
18 São Bento-SP 3
19 Santo André 2
20 Sertãozinho-SP 2

PRELIMINARES

Zé: - Bença padre.
Padre: - Deus o abençoe meu filho.
Zé: - Padre, o Sr. lembra do João pintor?
Padre: - É claro meu filho.
Zé: - Pois é padre, o João veio a falecer.
Padre: - Que pena, morreu de quê?
Zé: - Moro numa rua sem saída e minha casa é a última, ele desceu com o
carro e bateu no muro de casa.
Padre: - Coitado, morreu de acidente.
Zé: - Não, ele bateu com o carro e voou pela janela, caiu dentro do meu
quarto e bateu com a cabeça no meu guarda roupa de madeira.
Padre: - Que pena, morreu de traumatismo craniano.
Zé: - Não padre, ele tentou se levantar pegando na maçaneta da porta que se
soltou e ele rolou escada abaixo.
Padre: - Coitado, morreu de fracturas múltiplas.
Zé: - Não padre, depois de rolar a escada ele bateu na geladeira, que caiu
em cima dele.
Padre: - Que tragédia, morreu esmagado.
Zé: - Não, ele tentou se levantar e bateu as costas no fogão, a sopa que
estava fervendo caiu em cima dele.
Padre: - Coitado, morreu queimado.
Zé: - Não padre, no desespero saiu correndo, tropeçou no cachorro e foi
directo no quadro eléctrico.
Padre: - Que pena, morreu eletrocutado.
Zé: - Não padre, morreu depois de eu dar dois tiros nele.
Padre: - Filho, você matou o João?
Zé: - Claro... o filho da puta tava -me a foder a casa toda...

17ª.jornada do CAMPOEONATO PORTUGUÊS

.
JOGOU-SE NESTE FINAL DE
SEMANA A MAIS INCRIVEL
JORNADA DO CAMPEONATO
PORTUGUÊS.


O PORTO PERDEU EM CASA
COM O ESTRELA DA AMADORA 0-1
O BENFICA EMPATOU EM CASA
COM O BOAVISTA 0-0, E O
SPORTING, A PERDER EM
ALVALADAE 0-1 A 15 MINU-
TOS DO FIM, DE VIRADA
ACABOU GANHANDO 5-1
AO NACIONAL DA MADEIRA,
COM 4 GOLOS DO URUGUAIO
BUENO.

.
17ª Jornada 04-02-2007

Benfica 0 0 Boavista
FC Porto 0 1 E. Amadora
Sporting 5 1 Nacional
Naval 0 1 Académica
V. Setúbal 0 1 Belenenses
Marítimo 1 1 Paços Ferreira
Beira Mar 1 0 U. Leiria
Sp. Braga 1 0 Aves

1º FC Porto 40
2º Sporting 37
3º Benfica 36
4º Sp. Braga 28
5º U. Leiria 25
6º Paços Ferreira 25
7º Nacional 24 17
8º Marítimo 24 17
9º Belenenses 24
10º Naval 24
11º E. Amadora 20
12º Boavista 19
13º Académica 16
14º V. Setúbal 12
15º Beira Mar 12
16º Aves 9

A VITÓRIA DO SPORTING (eu sei que o Roger, á em São Paulo vai gostar de saber...!!!)

Leão relança candidatura
Numa jornada em que FC Porto e Benfica perderam pontos – a derrota dos dragões foi festejada na bancada durante o aquecimento – o Sporting redimiu-se de dois empates consecutivos com uma vitória que devolve a esperança ao grupo e aos adeptos mas, sobretudo, permite que os leões – agora de volta ao segundo lugar, a apenas três pontos dos azuis e brancos – dependam apenas de si próprios para chegar ao título.

A partida de ontem foi, contudo, um fenomenal exemplo de quão imprevisível é o futebol: depois de 75 minutos de enorme sofrimento e quando a derrota parecia inevitável, um quarto de hora de sonho proporcionou cinco golos e uma noite de glória. Mas já lá vamos…

Paulo Bento tinha avisado que os seus pupilos não podiam perder tempo na luta pelos seus objectivos e a forma como os leões entraram em campo indicava que a mensagem tinha sido assimilada: mais do que nunca, procuravam pressionar e recuperar a bola no meio-campo adversário, demonstrando que queriam garantir desde cedo os golos que levassem à vitória. A tendência ofensiva foi, contudo, contrariada pela passividade que, aos 26’, permitiu que o Nacional efectuasse uma excelente movimentação colectiva, finalizada na perfeição por Bruno Amaro. Estava instalada a dúvida nas mentes dos atletas e… nas bancadas, que se dividiam entre o apoio tímido e os assobios.

Ora, foi nas alterações promovidas pelos técnicos que o encontro se decidiu. Enquanto o Nacional abdicava das alas no contra-ataque, as apostas de Paulo Bento proporcionaram um final de sonho: Bueno apontou quatro golos e Romagnoli fez duas assistências, enquanto Liedson, apesar do penálti falhado, dava uma verdadeira lição de futebol.


Sporting 5 - Nacional 1

estadio José Alvalade
relvado razoável
28 459 espectadores

Sporting
Treinador Paulo Bento
1 |Ricardo GR
12 |Caneira LD
13 |Tonel DC a 58'
4 |Polga DC
11 |Tello LE a 66'
24 |Miguel Veloso MD
18 |Nani MO
28 |João Moutinho MO
10 |Carlos Martins MO a 58'
20 |Yannick Djaló AV
31 |Liedson AV
-

25 |Bruno Pereirinha AV a 58'
30 |Romagnoli MO a 66'
80 |Bueno AV a 58'

GOLOS

1-1|75'
µ Bueno

2-1|78'
µ Bueno

3-1|83'
µ Liedson

4-1|90'
µ Bueno

5-1|90'+4'
µ Bueno


Nacional
Treinador Carlos Brito
1 |Diego GR
2 |Patacas LD
44 |Ricardo Fernandes DC
4 |Ávalos DC
15 |Alonso LE
23 |Chainho MD a 82'
61 |Bruno Amaro MO
10 |Juliano MO a 90'
88 |Bruno MO
16 |Zé Rui AV a 74'
9 |Rodrigo AV
-

84 |Leandro Bonfim MO 74'
21 |Pateiro AE a 82'
12 |Zé Vítor AV a 90'
19 |Chilikov AV

GOLOS

0-1|26'
µ Bruno Amaro

a negrito- jogadores brasileiros

poemas populares brasileiros

.
A VEÍCE

Vô contá como é triste, vê a veíce chegá.
Vê os cabelo caíno, vê as vista encurtá.
Vê as perna trumbicano, com priguiça de andá
Vê "aquilo" esmoreceno, sem força pra levantá.

As carne vão sumíno, vai pareceno as vêia.
As vista diminuíno e cresceno a sombrancêia.
As oiça vão encurtando, vão aumentano as orêia.
Os ovo dipindurano e diminuíno a pêia.

A veíce é uma doença que dá em todo cristão.
Dói os braço, dói as perna, dói os dedo, dói a mão.
Dói o figo e a barriga, dói o rim, dói o purmão
Dói o fim do espinhaço, dói a corda do cunhão.

Quando a gente fica véio, tudo no mundo acontece.
Vai passano pelas ruas e as "minina" se oferece.
A gente óia tudo, benza Deus e agradece,
correno ligeiro pra casa, ou procurano o INSS.

No tempo que eu era moço, o sol prá mim briava.
Eu tinha mir namorada, tudo de bão me sobrava.
As minina mai bonita da cidade eu bolinava.
Eu fazia todo dia, chega o bichim desbotava.

Mas tudo isso passô, faz tempo, ficô pra tráis
As coisa que eu fazia, hoje num sô capaiz.
O tempo me robô tudo, de uma maneira sagaiz.
Pra falá mesmo a verdade, nem trepá eu trepo mais.

Quando chega os setenta, tudo no mundo embaraça.
Pega a muié, vai pra cama, aparpa, beija e abraça
Porém só faiz duas coisa:
Sorta peido e acha graça

domingo, fevereiro 04, 2007

3ª.RODADA DO CARIOCÃO

.
MAIS JOGOS
DO ESTADUAL DO
RIO NESTE FINAL
DE SEMANA
.
Carioca 2007

Domingo, 04/02/2007
> Friburguense 1 x 0 Volta Redonda
> Flamengo 1 x 0 Boavista S.C

FLA-BOAVISTA

Sábado, 03/02/2007
> Botafogo 3 x 0 Americano
> Cabofriense 0 x 1 Madureira
> Nova Iguaçu 1 x 1 Fluminense

COMO FICA A CLASSIFICÇÃO
GRUPO A

01 Flamengo 9
02 Botafogo 7
03 Madureira 5
04 Boavista S.C 2
05 Americano 1
06 Cabofriense 0


Grupo B

01 Vasco 6
02 Volta Redonda 4
03 América-RJ 4
04 Fluminense 4
05 Nova Iguaçu 1
06 Friburguense 0

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

2ª.rodada do CARIOCÃO

.
PROSSEGUIU FINAL
DE SEMANA E QUARTA FEIRA
O CARIOCÃO, COM O FLAMENGO
E O VASCO
A DAR CARTAS NAS SUAS SÉRIES
.
Carioca 2007

Quarta, 31/01/2007
> Cabofriense 0 x 1 Botafogo
> Americano 1 x 2 Flamengo

Domingo, 28/01/2007
> Friburguense 1 x 4 Vasco
> Nova Iguaçu 1 x 2 América-RJ
> Volta Redonda 3 x 2 Fluminense

Sábado, 27/01/2007
> Madureira 1 x 1 Boavista S.C

É ESTA A CLASSICAÇÃO
.
Grupo A
01 Flamengo 6
02 Botafogo 4
03 Madureira 2
04 Boavista S.C 2
05 Americano 1
06 Cabofriense 0

Grupo B
01 Vasco 6
02 Volta Redonda 4
03 América-RJ 4 1
04 Fluminense 3
05 Nova Iguaçu 0
06 Friburguense 0

artistas portugueses

.
HERMAN JOSÉ, é porventura um dos
maiores humoristas portugueses, e
grande admirador do Brasil ,que
visita amiúde.

Herman José von Krippahl (Lisboa, 19 de Março de 1954) é um humorista e entertainer português.


Filho de pai alemão e mãe portuguesa. Com quatro anos e meio de idade protagoniza os filmes do seu pai, cinéfilo amador. Aos cinco anos vai para o Kindergarten, jardim infantil alemão, passando depois para o Colégio Alemão. Com um comportamento e resultados pouco lineares, tem aí os seus primeiros contactos com o teatro e a música. Estudava ainda quando comprou a sua primeira viola-baixo, com a vontade de tocar, compôr e cantar. Através da música conhecerá a vida artística.

É por volta dos 18 anos que tem as primeiras aparições em televisão, no programa No Tempo Em Que Você Nasceu ao integrar o grupo In-Clave dirigido pelo maestro Pedro Osório, altura em que, antes do 25 de Abril de 1974, a PIDE lhe faz um ultimato - ou se naturaliza português e cumpre o serviço militar ou terá que ir para a Alemanha, como alemão. Com a instauração da democracia Herman põe de parte a ideia de um curso superior em Munique. Em Outubro de 1974, levado pelo maestro do In-Clave estreia-se no teatro de revista, ao lado de Ivone Silva, José de Castro, Fernando Tordo, Nicolau Breyner e João Lagarto no ABC em Uma No Cravo, Outra Na Ditadura, da autoria de Ary dos Santos, César de Oliveira e Rogério Bracinha. É nas revistas do Parque Mayer que recebe a sua formação artística e depois de ter contacto com Nicolau Breyner, este transporta-o para a televisão.

Em 1975 dá-se a sua estreia em televisão com a rábula Sr. Feliz e Sr. Contente, ao lado de Breyner. Tempos depois os críticos diziam que Herman «metera o veterano ao bolso».

Paralalemante à televisão edita, em 1977, Saca o Saca-Rolhas que alcançou o Disco de Ouro. Durante cinco anos percorre o país em espectáculos de província onde debita anedotas, canta, inventa personagens e improvisa muito. Em 1980 A Canção do Beijinho é novamente Galardão de Ouro. Nesse mesmo ano a criação do personagem Toni Silva («artista da rádio, TV e disco» latino-romântico de brilhantina e lantejoulas que retratava a sociedade nas suas canções) atrai o grande público frente ao ecrã n' O Passeio dos Alegres, transmitido aos Domingos à tarde por Júlio Isidro. A crítica à volta do seu humor unanimiza-se.

Em 1983, ano da sua participação no Festival da Canção com A Côr do Teu Baton, o programa O Tal Canal é considerado pela imprensa como a melhor produção de humor portuguesa de todos os tempos. A sua equipa regressa em Hermanias (1984). O sucesso reflete-se em níveis altos de audiências, na maioria de um público jovem, já que a irreverência do programa chocava, por vezes, certos públicos mais conservadores. Humor de Perdição (1987) - depois de uma passagem bem sucedida pelo 1,2,3 junto de Carlos Cruz - envolve o humorista numa polémica após a proibição - por parte do Conselho Administrativo da RTP - das entrevistas históricas, rubrica permanente do programa, sendo a série suspensa precisamente quando estava para ser transmitida a 'entrevista' à Raínha D. Isabel.

Entretanto em 1987 Herman José estreia-se no cinema com O Querido Lilás, de Artur Semedo, filme que teve algum sucesso de bilheteira.

Só nos primeiros meses de 1990 tem lugar o seu regresso à TV com Casino Royal - uma mistura de noite de teatro com programa de variedades, retratando o ambiente de guerra vivido em Lisboa nos anos 40.

No princípio dos anos 90, depois de apresentar alguns concursos, como Com a Verdade Me Enganas e A Roda da Sorte, faz Parabéns (1993) em que mistura um concurso e sketches humorísticos num talk show, onde leva as mais variadas personalidades, de Roger Moore a Mário Soares, entre tantos outros.

Em 1996 Herman deixa o Parabéns, após a censura da rubrica Última Ceia que juntou cem mil assinaturas num abaixo-assinado a reclamar a proibição daquela rábula. Regressa depois com a Herman Enciclopédia (1997), classificado como sendo de humor educado e mordaz, correcto e desbragado, inocente e venenoso, culto e vernacular. Este programa teve duas séries e bastante sucesso, criando figuras inesquecíveis como o provedor Diácono Remédios, 'Melga' e 'Mike' das televendas, etc.

Para 1998, altura em que Lisboa recebeu a Exposição Universal, Herman saudou portugueses e estrangeiros com o seu Herman98, prolongado a Herman99. Aqui, a exposição hermaníaca divulgou figuras nacionais, trouxe música e humor. Primeiro em Lisboa, depois no Porto.

No ano 2000, Herman José muda-se para a SIC, onde actualmente se encontra e apresenta aos domingos, o programa HermanSIC que apresenta entrevistas com várias personalidades (nacionais e internacionais), mescladas com vários sketches humorísticos com participação da sua equipa de actores, que é constituída por Maria Rueff, Joaquim Monchique, Ana Bola, Maria Vieira, Manuel Marques, Vítor de Sousa e o próprio. Estes programas foram frequentemente transmitidos em directo.

No ano de 2005, junta mais um CD à sua vasta discografia - És Tão Boa! reúne os maiores êxitos da sua carreira e foi durante semanas presença assegurada nos tops nacionais de vendas.

Paralelamente à televisão Herman desenvolveu nos anos 80 intensa actividade de humorista radiofónico, primeiro na Rádio Comercial, passando pela TSF e por fim criando a Hermandifusão Portuguesa na Antena1/RDP, em duas edições diárias num simultâneo com a RDP Internacional, RDP África, Madeira e Açores.

No dia 13 de Janeiro de 2007, no programa "Os Grandes Portugueses", Herman Jose ficou em 70º lugar na lista dos 100 maiores portugueses de sempre.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

PAULISTÃO-5ª.RODADA

.
Paulista 2007
.
prosseguiu o paulistão
na sua 3ª.rodada
.
DERROTA DO CORINTHIANS
VITÓRIA DO SANTOS QUE
É LÍDER

Quarta, 31/01/2007
> Ponte Preta 2 x 1 Palmeiras
> Corinthians 0 x 1 São Caetano
> Ituano 1 x 0 Noroeste
> Guaratinguetá 0 x 0 Bragantino
> São Bento-SP 1 x 1 Juventus-SP
> América-SP 1 x 0 Marília
> Rio Claro-SP 2 x 2 Grêmio Barueri

Domingo, 28/01/2007
> Santos 1 x 0 Guaratinguetá
> Sertãozinho-SP 1 x 1 Paulista
> Marília 1 x 1 Noroeste
> Rio Branco-SP 1 x 3 Bragantino

CLASSIFICAÇÃO
.´.........P..J
01 Santos 15 5
02 São Caetano 12 5
03 Noroeste 10 5
04 São Paulo 10 4
05 Palmeiras 10 5
06 Ituano 10 5
07 Corinthians 9 5
08 Bragantino 8 5
09 Marília 7 5
10 Guaratinguetá 7 5
11 América-SP 7 4
12 Ponte Preta 7 5
13 Paulista 5 4
14 Juventus-SP 4 5
15 Rio Claro-SP 4 5
16 São Bento-SP 3 5
17 Grêmio Barueri 2 5
18 Sertãozinho-SP 1 4
19 Rio Branco-SP 0 4
20 Santo André 0 4

CARLOS GOMES , grande músico brasileiro

.
CONTINUAMOS A DIVULGAR
PERSONAGENS DA CULTURA
BRASILEIRA
.
CARLOS GOMES



Antônio Carlos Gomes (* Campinas, 11 de julho de 1836 - † Belém, 16 de setembro de 1896), é considerado o mais importante operista brasileiro com carreira de destaque principalmente na Europa. Foi o primeiro compositor brasileiro a ter suas obras apresentadas no Teatro alla Scala[1].

Carlos Gomes nasceu em Campinas e ficou conhecido por Nhô Tonico, nome com que assinava, até, suas dedicatórias. Nasceu numa segunda-feira, em 11 de julho de 1836, numa casa humilde da Rua da Matriz Nova, na "cidade das andorinhas". Foram seus pais Manoel José Gomes (Maneco Músico) e d. Fabiana Jaguari Gomes.

A vida de Antônio Carlos Gomes foi, sempre, marcada pela dor. Muito criança ainda, perdeu a mãe, tragicamente. Seu pai vivia em dificuldades, com 26 filhos para sustentar. Com eles, formou uma banda musical, onde Carlos Gomes iniciou seus passos artísticos. Desde cedo, revelou seus pendores musicais, incentivado pelo pai e depois por seu irmão, José Pedro Santana Gomes, fiel companheiro das horas amargas.

É na banda do pai que ele vai fazer, em conjunto com seus irmãos, as primeiras apresentações em bailes em concertos. Nessa época,Antônio Carlos Gomes alternava seu tempo entre o trabalho numa alfaiataria costurando calças e paletós, e o aperfeiçoamento dos seus estudos musicais.

Aos 15 anos de idade, compõe valsas, quadrilhas e polcas. Aos 18 anos, em 1854, compõe sua primeira Missa, Missa de São Sebastião, dedicada ao pai e repleta de misticismo. Na execução cantou alguns solos. A emoção que lhe embargava a voz comoveu a todos os presentes, especialmente ao irmão mais velho, que lhe previa os triunfos. Em 1857, compõe a modinha Suspiro d'Alma com versos do poeta romântico português Almeida Garrett.

Quando chegou aos 23 anos, já apresentara vários concertos, com o pai. Moço ainda, lecionava piano e canto, dedicando-se, sempre, com afinco, ao estudo das óperas, demonstrando preferência por Verdi. Era conhecido também em S. Paulo, onde realizava, freqüentemente, concertos, e onde compôs o Hino Acadêmico, ainda hoje cantado pela mocidade da Faculdade de Direito. Aqui, recebeu os mais amplos estímulos e todos, sem discrepância, apontavam-lhe o rumo da Côrte, em cujo Conservatório poderia aperfeiçoar-se. Mas Carlos Gomes não podia viajar porque não tinha recursos.

A fuga para o Rio

Certo dia, pretextando novos concertos em São Paulo, Carlos Gomes veio para cá, mas, em seu ânimo, estava planejada uma fuga para mais amplos horizontes. Arranjou um burro e disse ao irmão, José Pedro, que ia para Santos, onde embarcaria para o Rio de Janeiro. José Pedro riu e disse-lhe que voltaria de Santos mesmo, pois não teria coragem de abandonar sua terra natal.

- Qual! - respondeu o futuro maestro - Só voltarei coroado de glória ou só voltarão meus ossos!

E lá se foi ele, montado no burrinho, na sua penosa marcha pela Serra, até Santos, onde embarcou, no navio Piratininga, debaixo de fortes aclamações de estudantes e amigos, rumo à Corte, levando consigo uma carta de recomendação, que lhe facilitaria o acesso ao Paço de São Cristóvão e ao bondoso coração de D. Pedro II.

Os primeiros dias, no Rio, foram de tristeza e saudade. Hospedou-se na casa do pai de um estudante de S. Paulo. Sentia remorsos por haver abandonado o velho pai. Um dia, porém, escreveu-lhe pedindo perdão e revelando-lhe seus planos. O velho Maneco Músico comoveu-se ante o tom sincero da carta e não só perdoou ao rapaz, mas lhe estabeleceu uma pensão mensal, dizendo-lhe: "Que Deus te abençoe e te conduza, próspero, avante, pelo caminho da Glória. Trabalha e sê feliz! Teu pai". Com isso, Carlos Gomes sentiu-se mais disposto a enfrentar o futuro.

Apresentado ao Imperador, por intermédio da Condessa de Barral, o monarca, sempre amigo e protetor dos artistas, encaminhou-o a Francisco Manuel da Silva, diretor do Conservatório de Música e também animador dos jovens músicos.

Carlos Gomes teve como primeiro mestre, em contraponto, Joaquim Giannini, famoso musicista italiano, que viveu muito tempo no Brasil. No ano seguinte, em 1860, na festa de encerramento dos cursos, Carlos Gomes apresentou uma composição. Mas caiu doente, atacado de febre amarela, impossibilitado de comparecer. Sua ausência foi muito lamentada. Eis, porém, que surge o imprevisto: quando o maestro ia dar início à "cantata", o jovem campineiro surge no estrado, olhos brilhando de febre, e pede a batuta para dirigir sua peça. Nada o demovera de ir dirigir. O resultado foi emocionante. Aplausos e mais aplausos, a que Carlos Gomes não pode resistir e desmaiou, sendo levado para casa, sem sentidos. Isso tudo chegou ao conhecimento do soberano, que mandou levar-lhe uma medalha de ouro, como recompensa a seu esforço e talento. Começou, então, a marcha triunfal do moço campineiro.


A primeira ópera
Em 4 de setembro de 1861, foi cantada, no Teatro da Ópera Nacional, A Noite do Castelo, o primeiro trabalho de fôlego de Antônio Carlos Gomes, baseado na obra de Antônio Feliciano de Castilho. Constituiu uma grande revelação e um êxito sem precedentes, nos meios musicais do País. Carlos Gomes foi levado para casa em triunfo por uma entusiástica multidão, que o aclamava sem cessar. O Imperador, também entusiasmado com o sucesso do jovem compositor, agraciou-o com a Ordem da Rosa.

Carlos Gomes conquistou logo a Corte. Tornou-se uma figura querida e popular. Seus cabelos compridos eram motivo de comentários, e até ele ria das piadas. Certa vez, viu um anúncio, que fora emendado: de "Tônico para cabelos", fizeram "Tonico, apara os cabelos!". Virou-se para seu inseparável amigo Salvador de Mendonça e disse, sorrindo: - Será comigo? Francisco Manuel costumava dizer, a respeito do jovem musicista: "O que ele é, só a Deus e a si o deve!"

A saudade de sua querida Campinas e de seu velho pai atormentava-lhe o coração. Pensando também na sua amada Ambrosina, com quem namorava, moça da família Correa do Lago, Carlos Gomes escreveu essa jóia que se chama Quem sabe?, de uma poesia de Bittencourt Sampaio, cujos versos "Tão longe, de mim distante... " ainda são cantados pela nossa geração.

Dois anos depois desse memorável triunfo, Carlos Gomes apresenta sua segunda ópera, Joana de Flandres, com libreto de Salvador de Mendonça, levada à cena em 15 de setembro de 1863.

Como corolário do êxito, na Congregação da Academia Imperial de Belas Artes, foi lido um ofício do diretor do Conservatório de Música, comunicando ter sido escolhido o aluno Antônio Carlos Gomes para ir à Europa, às expensas da Empresa de Ópera Lírica Nacional, conforme contrato com o Governo Imperial. Estava, assim, concretizada a velha aspiração do moço campineiro, que, mesmo comovido, ao ir agradecer ao Imperador a magnanimidade, ainda se lembrou do seu velho pai e solicitou para este o lugar de mestre da Capela Imperial. D. Pedro II, enternecido ante aquele gesto de amor filial, acedeu.


Europa
O Imperador preferia que Carlos Gomes fosse para a Alemanha, onde pontificava o grande Wagner, mas a Imperatriz, D. Teresa Cristina, napoliana, sugeriu-lhe a Itália.

A 8 de novembro de 1863, o estudante partiu, a bordo do navio inglês Paraná, entre calorosos aplausos dos amigos e admiradores, que se comprimiam no cais. Levava consigo recomendações de D. Pedro II para o Rei Fernando, de Portugal, pedindo que apresentasse Carlos Gomes ao diretor do Conservatório de Milão, Lauro Rossi. O jovem compositor passou por Paris, onde assistiu a alguns espetáculos líricos, mas seguiu logo para Milão.

Lauro Rossi, encantado com o talento do jovem aluno, passou a protegê-lo e a recomendá-lo aos amigos. Em 1866, Carlos Gomes recebia o diploma de mestre e compositor e os maiores elogios de todos os críticos e professores. A partir dessa data, passou a compor. Sua primeira peça musicada foi Se sa minga, em dialeto milanês, com libreto de Antônio Scalvini, estreada, em 1 de janeiro de 1867, no Teatro Fossetti. Um ano depois, surgia Nella Luna, com libreto do mesmo autor, levada à cena no Teatro Carcano.

Carlos Gomes já gozava de merecido renome na cidade de Milão, grande centro artístico, mas continuava saudoso da pátria e procurava um argumento que o projetasse definitivamente. Certa tarde, em 1867, passeando pela Praça del Duomo, ouviu um garoto apregoando: "Il Guarany! Il Guarany! Storia interessante dei selvaggi del Brasile!" Tratava-se de uma péssima tradução do romance de José de Alencar, mas aquilo interessou de súbito o maestro, que comprou o folheto e procurou logo Scalvini, que também se impressionou pela originalidade da história. E, assim, surgiu O Guarani, que apesar de não ser a sua maior nem a melhor obra, foi aquela que o imortalizou. A noite de estréia da nova ópera foi 19 de março de 1870.

Não há quem não conheça os maravilhosos acordes de sua estupenda abertura. A ópera ganhou logo enorme projeção, pois se tratava de música agradável, com sabor bem brasileiro, onde os índios tinham papel de primeiro plano. Foi representada em toda a Europa e na América do Norte.

O grande Verdi, já glorioso e consagrado, teria dito de Carlos Gomes, nessa noite memorável: "Questo giovane comincia dove finisco io!" ("Este jovem começa de onde eu termino!").

E, na noite de 2 de dezembro de 1870, aniversário do Imperador D. Pedro II, em grande gala, foi estreada a ópera no Teatro Lírico Provisório, no Rio de Janeiro. Os principais trechos foram cantados por amadores da Sociedade Filarmônica. O maestro viveu horas de intensa consagração e emoção. Depois, O Guarani foi levado à cena nos dias 3 e 7 de dezembro, sendo que, nesta última noite, em benefício do autor. Nesta data, o maestro ficou conhecendo André Rebouças. Após o espetáculo, houve uma alegre marche au flambeaux, com música, até ao Largo da Carioca, onde estava hospedado Carlos Gomes, em casa de seu amigo Júlio de Freitas. Por intermédio de André Rebouças, o compositor foi apresentado ao ministro do Império, João Alfredo Correia de Oliveira, em sua casa, nas Laranjeiras. Em 1871, a 1º de janeiro, Carlos Gomes vai a Campinas, visitar seu irmão e protetor José Pedro Santana Gomes. Em 18 de fevereiro, com André Rebouças, despede-se do Imperador, em São Cristóvão. E, no dia 23, segue para a Europa novamente.


[editar] Outras óperas, outros triunfos
Na Itália, Carlos Gomes casou-se com Adelina Péri, que devotou toda sua vida ao maestro. Desse consórcio, nasceram cinco filhos, muito amados pelo compositor. Todavia, um a um foram morrendo em tenra idade, tendo restado somente Ítala Gomes Vaz de Carvalho, que escreveu um livro, em que honrou a memória do seu glorioso pai. Na península, Carlos Gomes escreveu, a seguir, Fosca, considerada por ele sua melhor obra, Salvador Rosa e Maria Tudor.

Em 1866, recebeu Carlos Gomes, de novo no Brasil, uma justa consagração na Bahia, onde, a pedido do grande pianista português, Artur Napoleão, compôs o Hino a Camões, para o Quarto Centenário Camoniano, executado simultaneamente ali e na Corte, com grande sucesso.

Carlos Gomes, porém, não mais perseguia somente a glória. Abalado por seguidos e profundos desgostos, doente, desiludido, procurava uma situação que lhe permitisse viver em sua pátria e ser-lhe útil. Seu estado, contudo, era mais grave do que supunha.

De volta à Itália, compôs a grande ópera Lo Schiavo, que entretanto, por vários motivos, não pôde ser representada ali. Foi levada à cena, pela primeira vez, em 27 de setembro de 1887, no Rio de Janeiro, em homenagem à Princesa Isabel, a Redentora, com esplêndido sucesso.


Os últimos anos

Em 3 de fevereiro, outra vez na Itália, Carlos Gomes estréia, no Scala de Milão, a ópera Condor, com grande êxito, pois, nessa peça, apresentara uma nova forma, muito mais próxima do recitativo moderno.

O mal que o levaria ao túmulo, nessa época, fazia-o sofrer dolorosamente. Todavia, as desilusões, as decepções, a ingratidão de seus compatriotas e as dores físicas ainda não lhe haviam quebrado a resistência. Ainda estava à espera de sua nomeação para o cargo de diretor do Conservatório de Música, no Brasil. Nesse tempo, infelizmente, foi proclamada a República, e seu grande amigo e protetor, Dom Pedro II, é exilado, com grande mágoa de Carlos Gomes. Compôs, ainda, Colombo, poema sinfônico que, incompreendido pelo grande público, não obteve êxito.

Finalmente, após tanto sofrimento, chegou-lhe um convite. Lauro Sodré, então presidente do Pará, pediu-lhe para organizar e dirigir o Conservatório daquele Estado. Carlos Gomes volta para a Itália, a fim de pôr em ordem suas coisas, despedir-se dos filhos e reunir elementos para uma obra grandiosa que, apesar de seu estado, sempre mais grave, ainda conseguiu realizar. Amigos aconselharam-no a fazer uma estação em Salso Maggiore, mas ele desejava partir, quanto antes, para sua pátria. Chegou a Lisboa, por estrada de ferro, e recebeu comovedora homenagem. A 8 de abril de 1895, nessa mesma cidade, sofre a primeira intervenção cirúrgica na língua, sem resultados animadores. Embarca, no vapor Óbidos, para o Brasil. De passagem por Funchal, tem o prazer de reabraçar seu velho amigo André Rebouças, ali exilado.

Em 14 de maio, foi recebido pelo povo paraense com enternecedoras manifestações de apreço. No entanto os últimos dias de Carlos Gomes em Belém foram de grande sofrimento. Seu mal era muito grave, e os esforços médicos não conseguiam diminuir as dores.Uma única vez ele saiu de casa, quando foi ao Conservatório de Música, que não chegou a dirigir. No dia 11 de julho, data de seu aniversário, as homenagens tributadas ao compositor davam a medida da afetividade que inspirava. Em vários pontos da cidade ouviam-se os acordes da protofonia de O Guarani, e os jornais alimentavam a dor pública com o relatório constante do agravamento do estado geral do compositor. Estava montado o cenário onde aconteceria a representação final do pathos do artista genial, do brasileiro ilustre, do consagrado testa di leone (cabeça de leão, devido à farta cabeleira), como algumas publicações italianas o chamavam. Cercado por autoridades e amigos, com o governador Lauro Sodré à cabeceira, Carlos Gomes morreu às 22 horas e 20 minutos de 16 de setembro de 1896. Seu corpo foi embalsamado, fotografado e, em seguida, exposto à visitação pública, cercado de flores e objetos como partituras e instrumentos, bem de acordo com a idealizada "morte bela" do Romantismo. Descrevendo os cenários da morte, os jornais tratavam com solenidade o acontecimento, destacando o repouso, o sono intérmino, o triunfo silente do grande artista. Diziam os jornais, o maestro não morrera; antes, cruzara os umbrais da Fama!

Dois dias depois do falecimento, o corpo do maestro foi transferido para o Conservatório de Música. O cortejo varou a noite de Belém. Desatrelado das parelhas de animais, o carro funerário era conduzido pelo povo, numa insólita romaria colonial anunciada pelos acordes de O Guarani e iluminado pelas velas e archotes levados no préstito ou dispostos nas varandas das casas. De 18 a 20 de setembro de 1896, o corpo ficou exposto em câmara ardente nos salões do Conservatório de Música, que se transformou em santuário cívico e espaço para as representações do afeto coletivo pelo compositor, como registram as imagens de época. Em seguida, foi levado para o Cemitério da Soledade, um misto de panteão e cemitério-jardim, onde estavam sepultados heróis da guerra do Paraguai, como o general Henrique Gurjão, acompanhado por aproximadamente 70 mil pessoas, que levavam andores, quadros, alegorias e guirlandas. Numa Belém cujos círculos letrados eram fortemente influenciados pelo positivismo, o cortejo fúnebre tornou-se uma verdadeira procissão cívica, em grande parte por iniciativa também do governo do Pará, que instrumentalizou a morte de Carlos Gomes.


Monumento Túmulo de Carlos Gomes - CampinasO maestro porém, não foi sepultado em Belém. A pedido do presidente do Estado de São Paulo, Campos Salles, o compositor foi levado para lá, com honras e transporte militares, a bordo do vapor Itaipu. Antes, na setecentista Catedral da Sé no Pará, foi celebrada uma missa de réquiem entoando-se uma Elegia a Carlos Gomes. Seu ataúde dominava o centro de um monumento funerário de quatorze metros de altura, em um catafalco encomendado por Lauro Sodré. O culto aos grandes homens dava forma à religião cívica do positivismo e exaltava os nomes reconhecidos pela Humanidade. Ao final das cerimônias litúrgicas e ao deixar o porto de Belém rumo a Santos, o Itaipu não transportava apenas os restos de Carlos Gomes. Também conduzia o corpo de um mito que alimentara a imaginação de um Brasil singular até mesmo em suas representações.

Diante de seu estado, pouco antes de morrer o governo de São Paulo autorizou uma pensão mensal de dois contos de réis, enquanto ele vivesse e, por sua morte, de quinhentos mil réis, aos seus filhos, até completarem a idade de 25 anos. Nessa ocasião, existiam somente dois filhos do glorioso maestro.

Dias antes de sua morte, Carlos Gomes diria, fatalista: "Qual, o mano Juca não chega... eu sou mesmo o mais caipora dos caipiras..."

Os gloriosos despojos do maestro, se encontram hoje no magnífico monumento-túmulo, em Campinas, sua terra natal, na Praça Antônio Pompeu. Em 1936, em todo o País, foi comemorado o centenário de seu nascimento, com grandes solenidades.


Epílogo
Carlos Gomes faz jus também ao nosso reconhecimento pelo seu grande espírito de brasilidade, que sempre conservou, mesmo no estrangeiro. Quando da estréia O Guarani, em Milão, o famoso tenor italiano Villani, escolhido para o papel de Peri, criou um problema: ele usava barbas, e recusava-se a raspá-las. Carlos Gomes protestou: "Onde se vira índio brasileiro barbado?" mas, afinal, tudo se acomodou. O tenor era um dos grandes cartazes da época e não podia ser dispensado. Assim, acabou cantando, após disfarçar os pelos, com pomadas e outros ingredientes. A procura de instrumentos indígenas foi outro tormento para o maestro. Em certos trechos de música bárbara e nativa, eram necessários borés, tembis, maracás ou inúbias. Andou por toda a Itália, mas não os encontrou, e foi preciso mandar fazê-los, sob sua direção, numa afamada fábrica de órgãos, em Bérgamo.


[editar] Representações na cultura
Carlos Gomes já foi retratado como personagem na televisão, interpretado por Paulo Betti na minissérie "Chiquinha Gonzaga" (1999). Também teve sua efígie impressa nas notas de Cr$ 5.000,00 (cinco mil cruzeiros) de 1990.


[editar] Montagens brasileiras recentes
Maria Tudor - com regência do maestro Luiz Fernando Malheiro e a soprano Eliane Coelho. Essa produção foi realizada em Sófia, Bulgária e gravada em CDs e vídeo.
O Guarani - montagens no Teatro Alfa, regente Isaac Karabtchevsky, Teatro Amazonas e em Portugal, regência de Luiz Fernando Malheiro.
Fosca - montagem brasileira em Sofia, na Bulgária com reapresentação no Theatro Municipal de São Paulo.
Condor - montagem no Teatro Amazonas e reapresentação no Teatro Municipal de São Paulo em 2005.
Colombo - montagem no Teatro Municipal de São Paulo com regência de Rogério Duarte e Sebastião Teixeira como Colombo
O Escravo - com direção e produção de Fernando Bicudo, em 1998, no Teatro Municipal de São Paulo,Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Palácio das Artes de Belo Horizonte, Teatro Nacional de Brasília, Teatro da Paz de Belém e Teatro Arthur Azevedo de São Luís do Maranhão e remontagem em Campinas, em 2004, com regência de Cláudio Cruz, interpretado pelo barítono Sebastião Teixeira que ganhou Prêmio Carlos Gomes de 1999 por sua interpretação.

Óperas
Colombo
Condor
Fosca
O Guarani
Joanna de Flandres
Maria Tudor
A Noite do Castelo
Salvador Rosa
O Escravo

fonte-wilkipedia

DERLEI no BENFICA

.
DERLEI, QUE FOI CAMPEÃO
PORTUGUÊS E EUROPEU
PELO F.C.PORTO,
INGRESSOU NO BENFICA
.


Ele e DAVID LUIS, do Vitória a Bahia são as duas apostas de inverno para o Clube da Luz.
O Benfica, agora só a 5 pontos do PORTO e à frente do Sporting, aspeira ainda a ser campeão.