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domingo, março 18, 2007

campeonato português

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O SPORTING FOI VENCER
AO PORTO (O-1) E REENTROU
NA LUTA PELO TÍTULO

Um golo de Tello (71 m) deu os três pontos ao Sporting no clássico com o FC Porto, da 22.ª jornada da Liga portuguesa. Vitória merecida dos leões, que reduziram a desvantagem para o líder, agora a seis pontos de distância; e para o Benfica (2), que joga esta segunda-feira na Amadora.


Sporting continua invicto fora de casa. É certo que o FC Porto ainda mantém vantagem confortável, mas esta vitória no Dragão relançou o campeonato. Se o Benfica vencer o Estrela da Amadora, ficará apenas a um ponto dos azuis-e-brancos.

O Sporting foi a melhor equipa na primeira parte, merecia estar em vantagem ao intervalo, mas o golo só surgiu na segunda metade, através de Tello, na transformação perfeita de um livre. Ao cair do pano, os leões ainda desfrutaram de soberana ocasião para dilatar a vantagem, primeiro por João Moutinho, a obrigar Helton a grande defesa, depois por Yannick, na recarga, mas a bola bateu na barra.

O jogo começou movimentado, mas aos poucos o Sporting ganhou supremacia, em especial no meio-campo, impedindo que a bola chegasse aos avançados azuis e brancos. Os leões ganharam vários cantos, enquanto o primeiro dos portistas só surgiu aos 27 m, o que evidencia claro domínio da equipa de Alvalade, embora sem expressão no marcador, também por «culpa» de Helton, que só não conseguiu defender o disparo de Tello que deu o golo da vitória.

Jesualdo Ferreira deixou o apagado Alan no balneário e apostou em Postiga na segunda parte. O FC Porto, agora a jogar em 4x4x2, equilibrou o jogo, mas sem criar perigo de maior para a baliza de Ricardo, até porque Miguel Veloso e Polga (excelentes exibições) encarregavam-se de anular as investidas de Quaresma e companhia.

O golo de Tello repôs justiça no marcador. Esperava-se a reacção portista e ela surgiu, mas rapidamente Paulo Bento tratou de reforçar o meio campo com a entrada de Custódio, dificultando ainda mais a tarefa dos pupilos de Jesualdo Ferreira.

Na ponta final, o FC Porto pressionou em busca do golo do empate, mas foi o Sporting que esteve mais perto de elevar a vantagem, por intermédio de Yannick (bola na trave).

A vitória assenta bem ao Sporting. Foi a melhor equipa, jogou um futebol apoiado e remeteu, em certos períodos, o FC Porto para o contra-ataque. O campeonato está relançado e agora tem a palavra o Benfica, que joga esta segunda-feira na Amadora. Se ganhar, fica apenas a um ponto do líder.

Estádio do Dragão, no Porto

Árbitro: Pedro Henriques (Lisboa)

FC PORTO – Helton; Fucile, Pepe, Bruno Alves e Marek Cech; Lucho Gonzalez (Jorginho, 73 m), Paulo Assunção e Raul Meireles; Alan (Postiga, 46 m), Adriano (Bruno Moraes, 77 m) e Ricardo Quaresma.

SPORTING – Ricardo; Abel, Caneira, Polga e Tello; Miguel Veloso; João Moutinho, Romagnoli (Pereirinha, 66 m) e Nani; Yannick e Alecsandro (Custódio, 82 m).

Ao intervalo: 0-0

Golo: Tello (71 m)

Resultado final: 0-1

sábado, março 17, 2007

13ª.rodada do Paulistão

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NA 13ª.RODADA DO PAULISTÃO
O SANTOS E O SÃO PAULO
EMPATARAM E SÃO 1º. 2º.


Domingo, 11/03/2007
> Ponte Preta 3 x 2 América-SP
> Bragantino 1 x 2 Corinthians
> Palmeiras 4 x 1 Juventus-SP
> Grêmio Barueri 4 x 2 Marília
> Santos 1 x 1 São Paulo
> Guaratinguetá 3 x 2 Rio Claro-SP
> Santo André 1 x 1 Rio Branco-SP
> São Bento-SP 2 x 0 Ituano
> Noroeste 1 x 2 Paulista

Sábado, 10/03/2007
> São Caetano 2 x 2 Sertãozinho-SP

1.Santos ..32
2.São Paulo...31

BENFICA vence PSG e segue para os quartos da uefa

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EXCELENTE VITÓRIA DE
SIMÃO, PERDÃO, DO
BENFICA QUE ESTARÁ
PRESENTE NOS QUARTOS
DE FINAL, ONDE IRÁ
DEFRONTAR O ESPANHOL
DE BARCELONA

RESULTADOS

Resultados

Espanhol-Maccabi Haifa (0-0) 4-0
BENFICA-Paris SG (1-2) 3-1
AZ Alkmaar-Newcastle (2-4) 2-0
Shakthior Donetsk-Sevilha (2-2) 2-3*



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Taça UEFA: Benfica-PSG, 3-1

Sim, a história não se repete, mas os dois jogos entre Benfica e PSG começaram mais ou menos da mesma forma. Um lance simples da equipa portuguesa, golo. Lá foi Simão, de cabeça, a cruzamento de Nelson. Na Luz o passe foi de Nuno Gomes e o «capitão» fez chuaaa à saída de Landreau.

Fácil? Sim, dava essa ideia. O PSG aparecia com uma linha de quatro muito subida e foi precisamente entre os calcanhares dos últimos franceses e o guarda-redes que Simão entrou. Aos 11 minutos, o Benfica ganhava vantagem. Logo a seguir, no mesmo lance, os dois gregos experimentaram os postes. E um pouco mais tarde Petit fez 2-0. Um momento. Um golo daqueles não pode caber num parágrafo.

Agora está bem. Petit aproveitou uma aberta entre o meio-campo e a defesa dos franceses (e naquela altura havia algumas), deu meia dúzia de passos, pensou que era dia de fazer um grande golo e fez. Um chapéu espantoso, tão perfeito que a bola foi à trave de Landreau e decidiu entrar, como quem não quer faltar a um encontro.

Durou cinco minutos o encantamento, com a Luz a tremer de emoção e provavelmente alguns adeptos a fazerem contas ao próximo adversário. Mas um minutos depois da meia hora, Pauleta apareceu para responder a um excelente cruzamento de Rothen, mais cedo do que Anderson. Moretto, a surpresa que irritou os adeptos, podia ter feito muito mais. Eliminatória empatada, duas horas depois do primeiro apito, ainda em Paris.

Os últimos minutos antes do intervalo foram maus para o Benfica. E só por sorte não foram também trágicos. Moretto teve duas más saídas, Nelson encostou em Diané quando este, já na área, ia para a baliza. Enfim, o leitor ficará com uma ideia do ambiente se lhe disser que por essa altura alguns milhares gritavam «Moreira! Moreira!». Poucas vezes o apito para intervalo terá sido tão útil a uma equipa.

«Penalty» do céu
Na primeira parte o Benfica não teve grande capacidade de ter a bola, e o PSG, estranhamente, surgia mais solto e com capacidade explorar o pouco conhecimento entre os centrais e Moretto. Já se sabe que conseguiram assim um golo. Fernando Santos optou por trocar Karagounis por João Coimbra. E Moretto, numa atitude de coragem, entrou um minuto mais cedo do que os colegas. E foi aplaudido.

Na prática não mudou muita coisa. O Benfica recomeçou desligado, sem grande capacidade de pressão no meio, com os dois avançados muito distantes e, pior, com pouco Simão. O PSG não deslumbrava, mas parecia mais arrumado. Pauleta em bom nível, Rothen sempre uma referência no meio e Gallardo de vez em quando. Mais Luyindula, matreiro. No fundo, era como se o Benfica não tivesse previsto esta hipótese e desconfiasse de tudo. Por isso atacava com pouca gente, muito à base de passes longos.

O estádio tentava reagir, pois a equipa dava poucos sinais de o conseguir, enredada nas suas próprias dúvidas e receios, sem sombra da confiança dos primeiros 30 minutos. A passagem de Katsouranis para o lado esquerdo acabara de vez com a pouca ligação existente nos flancos, agravada pela pouca apetência de João Coimbra pelo ataque. Por esta altura o Benfica estava bloqueado. E precisava de fazer outro golo. Mas nada que se parecesse com uma oportunidade. A 20 minutos do fim. Fernando Santos trocou Miccoli por Derlei e passou a jogar em 4-3-3. E foi nesse sistema que se aproximou de algo parecido com oportunidades de golo.

Um jogo assim, tão perdido, só um acidente resolveria. Aconteceu a três minutos do final. Léo, por uma vez no ataque, ensaiou um drible, entrou na área e foi atropelado por Mulumbu. «Penalty». Simão. Golo. Pelo menos alguma coisa ainda fazia sentido. A eliminatória fora decidida pelo melhor de quantos jogadores pisaram os dois relvados. O Benfica estava nos quartos-de-final da Taça UEFA

foi assim o sorteio para os quaros de final

Espanhol - Benfica 05-04-2007
AZ Alkmaar - Werder Bremen 05-04-2007
Leverkusen - Osasuna 05-04-2007
Sevilha - Tottenham 05-04-2007

ELIS REGINA, nasceu a 17 de Março

ELIS "FAZ" ANOS
ELE PERMANECERÁ SEMPRE CONNOSCO



Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 — São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma cantora brasileira.
A jovem Elis
Elis Regina nasceu na capital no Rio Grande do Sul, onde começou a carreira como cantora aos onze anos de idade em um programa de rádio para crianças chamado O Clube do Guri, na Rádio Farroupilha, apresentado por Ari Rego. Sobre o começo da carreira de Elis e a disputa entre quem de fato a lançou, o produtor Walter Silva disse à Folha de S. Paulo ([1]): "Poucas pessoas sabem quem realmente descobriu Elis. Foi um vendedor da gravadora Continental chamado Wilson Rodrigues Poso, que a ouviu cantando menina, aos quinze anos, em Porto Alegre. Ele sugeriu à Continental que a contratasse, e em 1962 saiu o disco dela. Levei Elis ao meu programa, fui o primeiro a tocar seu disco no rádio. Naquele dia eu disse: Menina, você vai ser a maior cantora do Brasil. Está gravado."


Década de 60
Em 1959 foi contratada pela Rádio Gaúcha, e em 1961 viajou ao Rio de Janeiro, onde gravou o primeiro disco, Viva a Brotolândia. Lança ainda mais três discos, enquanto morava em Porto Alegre.

Em 1964 parte para o eixo Rio-São Paulo, assina contrato com a TV Rio e participa do programa Noites de Gala é levada por Dom Um para o Beco das Garrafas sob a direção de Luís Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli. Ainda no Beco das Garrafas conhece o coreógrafo americano Lennie Dale, que ensinou a Elis a mexer o corpo para cantar, tirando aquele nado que ela tinha com os braços.

Participa do espetáculo Fino da Bossa patrocinado pelo Centro Acadêmico da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, produção de Walter Pinto, em 1965 - no Teatro Paramount, que contou com as participações de Rosinha de Valença, Os Cariocas, o violonista Paulinho Nogueira, Zimbo Trio, Jair Rodrigues, o violonista Baden Powell e outros. que também ficou conhecido como Primeira Demti-Samba, foi dirigido por Walter Silva, no Teatro Paramount, atual Teatro Abril, em São Paulo, e "no final de 1964 conhece o produtor Solano Ribeiro (TV Excelsior), que viria a ser sua primeira paixão. Elis engravidou, mas abortou e teve a saúde abalada".(*)

Em 1965, vence o Festival de Música Popular Brasileira (TV Excelsior-Canal 9, de São Paulo). Recebendo o Prêmio Berimbau de Ouro, com a canção Arrastão, (Edu Lobo e Vinicius de Moraes), apresentado por Kalil Filho e lançando-se nacionalmente. No mesmo ano, assume ao lado de Jair Rodrigues, o comando do programa O Fino da Bossa (Walter Silva), que ficaria no ar até 1967 (TV Record, Canal 7, SP) e originaria três discos de grande sucesso: um deles, Dois na Bossa, foi o primeiro disco brasileiro a vender um milhão de cópias.

Em 1968, uma viagem à Europa a lança no eixo musical internacional, conquistando grande sucesso, principalmente no Olympia de Paris, aonde se tornou a primeira artista a se apresentar lá duas vezes no mesmo ano.


Década de 70 e 80
Durante os anos 70, aprimorou constantemente a técnica e domínio vocal, registrando em discos de alta qualidade técnica parte do melhor da sua geração de músicos. Em 1975, com o espetáculo Falso Brilhante, que mais tarde originou um disco homônimo, atinge enorme sucesso, ficando mais de um ano em cartaz e realizando quase 300 apresentações.

Ainda teve grande êxito com o espetáculo Transversal do Tempo, em 1978, de um clima extremamente político e tenso; o Saudades do Brasil, em 1980, sucesso de crítica e público por sua originalidade, tanto nas canções quanto nos números com dançarinos amadores e, o seu último espetáculo, Trem Azul, em 1981.

Em 1980 gravou o especial Mulher 80, para a Rede Globo. O programa exibiu uma série de entrevistas e musicais cujo tema era a Mulher e a discussão do papel feminino na sociedade de então. O programa abordava esta temática no contexto da música nacional e da inegável preponderância das vozes femininas na MPB; com Maria Bethania, Fafá de Belém, Zezé Motta, Marina Lima, Simone, Rita Lee, Joana, Gal Costa.

Segundo a análise de alguns, notabilizou-se pela primazia técnica, uniformidade e qualidade musical. Foi Elis quem também lançou boa parte dos grandes nomes da MPB, como Milton Nascimento, Renato Teixeira, João Bosco e Aldir Blanc, Sueli Costa, entre outros. Milton Nacimento a elegeu musa inspiradora e a ela dedicou inúmeras composições.

Desde que foi descoberta trilhou uma carreira de grande sucesso de público e crítica, unindo técnica e perfeccionismo, à emoção e energia, típicas das apresentações. É até hoje considerada a mais completa cantora brasileria de todos os tempos.

Anos de chumbo
Elis Regina criticou muitas vezes a ditadura brasileira, que perseguiu e exilou muitos músicos em sua época, seja por meio de declarações públicas ou pelas canções que interpretava. Em entrevista, no ano de 1969, declarou que o Brasil era governado por gorilas (Há controvérsias em relação a essa declaração. Existem arquivos dos próprios militares onde ela se justifica dizendo que isso foi criado por jornalistas sensacionalistas). Sua popularidade a manteve fora da prisão, mas foi obrigada pelas autoridades a cantar o Hino Nacional durante um espetáculo em um estádio, fato que despertou a ira da esquerda brasileira.

Sempre engajada politicamente, Elis participou de uma série de movimentos de renovação política e cultural brasileira, destacando a Marcha contra as guitarras, ainda nos anos 60, ao lado de artistas como Gilberto Gil e outros, ainda participou ativamente da campanha pela anistia política de exilados brasileiros. Consagrou a interpretação de O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc), a qual vibrava como o Hino da Anistia. A canção coroou a volta de personalidades brasileiras do exílio, a partir de 1979. Um deles, citado na música, era o irmão do Henfil, o Betinho, importante sociólogo brasileiro.

Outra questão importante se refere ao direito dos músicos brasileiros, polêmica que Elis encabeçou, participando de muitas reuniões em Brasília. Além disso, foi presidente da Assim, Associação de Intérpretes e de Músicos.


Últimos momentos
Em meio a uma grande comoção nacional, faleceu aos 36 anos de idade em 19 de janeiro de 1982, devido a complicações decorrentes de uma overdose de drogas, tranquilizantes e bebida alcoólica. Foi sepultada no Cemitério do Morumbi. "Choram Marias e Clarices...Chora a nossa pátria mãe gentil. Em busca de um sol maior, Elis Regina embarcou num brilhante trem azul, deixando conosco a eternidade de seu canto pelas coisas e pela gente de nossa terra. E uma imensa saudade"´´. - Agência de Publicidade.

Elis é mãe de João Marcelo Bôscoli, filho do casamento com o músico Ronaldo Bôscoli, e de Pedro Camargo Mariano e Maria Rita, filhos do pianista César Camargo Mariano. Os três enveredaram pelo ramo da música.

Discos de carreira

Viva a Brotolândia (1961) - primeiro LP (na Continental, atual div. da Warner) - aos dezesseis anos de idade.
Poema de Amor (1962) Continental
Elis Regina (1963) (na CBS, atual Sony&BMG)
O Bem do Amor (1963) (na CBS, atual Sony&BMG)
Samba - Eu Canto Assim (1965) (de 1965 a 1979: na Cia. Brasil. de Discos - Philips, PolyGram, atual Universal Music)
Dois na Bossa (1965)
O Fino do Fino (1965)
Dois na Bossa nº 2 (1966)
Elis (1966)
Dois na Bossa nº 3 (1967)
Elis Especial (1968)
Elis - Como e Porque (1969)
Elis Regina & Toots Thielemans (1969) - gravado na Suécia
Elis Regina in London (1969)
Em Pleno Verão (1970)
Elis & Miele no Teatro da Praia(1970) - show
Ela (1971)
Elis (1972)
Elis (1973)
Elis & Tom (1974) Em 2004, a Trama lançou uma edição em DVD de Áudio 5.1 com duas faixas bônus.
Elis (1974)
Falso Brilhante (1976) Em 2007, a Trama lançou uma edição em DVD de Áudio 5.1.
Elis (1977)
Transversal do Tempo (1978)
Elis Especial (1979)
Essa Mulher (1979) Warner
Saudade do Brasil (1980) Warner - Álbum Duplo
Elis (1980) EMI. A reedição em CD de 2002 inclui 4 faixas bônus. Em 2006, a Trama lançou edição remixada, com bônus instrumentais e acapella.

terça-feira, março 13, 2007

CAMPEONATO PORTUGUÊS

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TIVEMOS CAMPEONATO PORTUGUÊS
E OS 3 GRANDES VENCERAM TODOS

Naval 1 1 Boavista
Belenenses 2 0 Nacional
Sporting 3 1 E. Amadora
Académica 0 2 Paços Ferreira
V. Setúbal 1 1 Aves
Sp. Braga 0 0 Beira Mar
Marítimo 1 2 FC Porto
Benfica 2 0 U. Leiria

classificação

1º FC Porto 52
2º Benfica 48
3º Sporting 43
4º Sp. Braga 32
5º Paços Ferreira 32
6º Belenenses 31
7º U. Leiria 29
8º Marítimo 28
9º Nacional 28
10º Naval 28
11º Boavista 25
12º E. Amadora 24
13º Académica 19
14º V. Setúbal 15
15º Beira Mar 14
16º Aves 12

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Simão (benfica) em grande forma marcou um golão.
DAVID LUIS (EX-CRUZEIRO) estreou no Benfica substuindo o lesionado LUISÃO, para o campeonato, com gramde exibição

Benfica 2 - Leiria 0

Benfica
Treinador Fernando Santos

12 |Quim GR 72’
22 |Nélson LD
23 |David Luiz DC
3 |Anderson DC
5 |Léo LE
6 |Petit MD
8 |Katsouranis MD
26 |Karagounis MO
20 |Simão MO
21 |Nuno Gomes AV
30 |Miccoli AV 75’
-
1 |Moreira GR 72’
11 |Miguelito LE
16 |Beto MD
28 |João Coimbra MO
15 |Paulo Jorge AD
27 |Derlei AV 75’
9 |Mantorras AV

GOLOS: 1-0|16’ Simão; 2-0|86’ Petit

Leiria
Treinador Domingos Paciência

1 |Fernando GR
8 |Éder LD
3 |Marcos AntónioDC
87 |Eliézio DC
25 |Laranjeiro LE
5 |Paulo Gomes MD
20 |Marco Soares MD 75’
11 |Harison MO
13 |N’Gal AD
7 |Touré AE 67’
9 |Paulo César AV 58’
-
28 |Bruno Vale GR
17 |Renato DC
2 |Rossato LE
14 |Alhandra MD
55 |Paulo Machado MO 58’
19 |Ivanildo AE 75’
23 |Slusarski AV 67’

13 de Março, deu-se a Batalha de Genipabo

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A Batalha do Jenipapo ocorreu às margens do riacho de mesmo nome no dia 13 de março de 1823, a qual foi decisiva para a Independência do Brasil e consolidação do território nacional. Consistiu na luta de piauienses, maranhenses e cearenses contra as tropas do Major João José da Cunha Fidié, que era o comandante das tropas portuguesas, encarregadas de manter o norte da ex-colônia fiel à Coroa Portuguesa. Ressalta-se que os brasileiros lutaram com instrumentos simples, não com armas de guerra, não tinham experiência; ou seja, mesmo sabendo da condição de luta, eles partiram para o combate. Perderam a batalha, mas fizeram com que a tropa desviasse seu destino. Caso o Major continuasse a marchar para Oeiras, então capital, talvez não encontrasse resistência e cumpriria com seu objetivo. Foi a única Batalha sangrenta pela independência do Brasil.

Infelizmente a data é esquecida, não consta nos livros de História e poucos sabem do ocorrido, mesmo no Piauí, onde ocorreu a batalha. Mas, após alguns movimentos por parte de políticos, historiadores e da população, a data foi acrescida à bandeira do Piauí .

Sinopse Histórica

I. D. João VI, ao retornar a Portugal em 1821, reconheceu que a Independência do Brasil era impossível de conter-se. Desejava preservar o norte do país, reunido, como colônia portuguesa, Pará, Maranhão e Piauí. Este, de grande riqueza em gado bovino, poderia cortar o suprimento de carne a outras regiões brasileiras, inclusive ao sul. Para o comando das armas em Oeiras, então Capital do Piauí, o rei nomeou o militar português João José da Cunha Fidié, empossado a 9-8-1822.

II. A 7-9-1822, às margens do Ipiranga, o Príncipe Regente D. Pedro proclama a Independência do Brasil. Em Parnaíba, um grupo de patriotas, à frente dos quais João Candido de Deus e Silva e Simplício Dias da Silva, declara sua adesão à causa da Independência e aclama Imperador o Príncipe D. Pedro a 19-10-1822. Com o objetivo de sufocar o levante, Fidié marcha para Parnaíba, cerca de 700 quilômetros distante, com tropas de linha, lá chegando em 18-12-1822. Encontrou a vila guardada pelo brigue Infante Dom Miguel, vindo do Maranhão, com tropa e armamento em seu auxílio. Os chefes da revolta refugiaram-se em Granja no Ceará.

III. Em Oeiras, a 24-1-1823, Manuel de Sousa Martins, futuro Visconde da Parnaíba, proclama a Independência e assume a presidência da Junta do Governo do Piauí. Ao receber, a 28-2-1823, a notícia dos sucessos na Capital, Fidié delibera regressar, no comando de mais de 1100 homens, bem armadas. Disponha de 11 peças de artilharia e o seu exército se aumentara de contingentes do brigue Infante Dom Miguel e da guarnição de Carnaubeiras, no Maranhão. Alimentava o propósito de castigar os revolucionários de Oeiras.

IV. Na viagem de volta, o militar português, sabendo que o centro das forças nacionalistas estava em Campo Maior, que aderira à Independência a 2-2-1823, para aqui segui em macha forçada. Na vila, o capitão Luís Rodrigues Chaves convocou os piauienses, mais de mil, a que se juntaram 500 cearenses, uns e outros mal armados de foices, espadas, chucos, facões e velhas espingardas de caça. Fidié desconhecia o número das forças inimigas, entretanto não ignorava que tinha de enfrentar matutos sem disciplina nem instruções militar, mas dispostos a morrer pela causa da Independência.

Diz Abdias Neves: "E só a loucura patriótica explica a cegueira desses homens que iam partir ao encontro de Fidié quase desarmados."

V. O mato à, margens do rio Jenipapo se compõe de vegetação baixa. O caminho dos patriotas se bifurcava. O comandante João da Costa Alecrim e seus comandados tomaram à direita e pela esquerda seguiram o comandante Luís Rodrigues Chaves e os seus soldados. Era 13-3-1823, às 9 horas. O primeiro encontro foi fortemente repelido pelos patriotas, mas Fidié atravessou o Jenipapo, escolheu posição, dispôs os seus homens. logo se alvejaram os brasileiros por peças de artilharia. O recurso estava em atacar os portugueses ao mesmo tempo de todos os lados e separá-los. Houve tentativa, rechaçada. Outros ataques se deram, com grandes perdas de vidas. A fuzilaria inimiga arrasava o campo. O combate durou até as 2 horas da tarde. Alguns afirmam que houve 200 brasileiros entre mortos e feridos. Outros registram 400.


VI. Fidié conquistou vitória aparente. Perdeu parte de sua bagagem de guerra. Acampou a um quilômetro de Campo Maior, na fazenda Tombador. Poucos dias depois, partiu no rumo do Estanhado, hoje União, e daí passou a aquartelar-se em Caxias, no Maranhão, onde piauienses e cearenses o cercaram e fizeram que ele se rendesse a 31-7-1823. Assim se fez a Independência em terras piauienses. Aqui foi preservada a unidade nacional. Escreve João Cândido de Deus e Silva: "As próprias mulheres não ficavam indiferentes: mandavam os maridos, os filhos, os irmãos para a guerra e a fim de que levassem munições e armas vendiam as jóias, se mais nada tinham a vender. A mulher piauiense mostrou, nessa ocasião, a grande fortaleza, o ânimo varonil de lendárias heroínas. Foi inexcedível de amor pelo triunfo completo da Independência - que abraçara, desde as primeiras proclamações."

VII. Glória aos vaqueiros e roceiros humildes, que lutaram sob o comando dos bravos Luís Rodrigues Chaves, João da Costa Alecrim, Francisco Inácio da Costa, Salvador Cardoso de Oliveira, Alexandre Nery Pereira Nereu, Pedro Francisco Martins e Simplício José da Silva. Eles permaneceram durante muitos anos no esquecimento. Apenas algumas toscas pedras marcavam o lugar das sepulturas com restos desses valentes, mortos sem que deixassem à posteridade ao menos os modestos nomes. A gratidão dos piauienses, porém, um dia se positivou neste Monumento do Jenipapo, na campina formosa - o lugar mais sagrado da história..

O Combate do Jenipapo

"Parda manhã de março. Espessos nevoeiros
Cobrem o campo fatal de flores matizado.
Propaga o eco o som estrídulo e pausado
Das vezes de avançar em carga dos guerreiros.

Sou o clarim marcial num brado agudo e forte
Os bravos impelindo às fúrias do combate.
O tropel dos corceis mais brusco torna o embate
Dos férreos batalhões marchando para a morte.

Povo do Piauí, vaqueiros ou soldados,
Quando a pátria te chama, aflita, nesses dias,
Nessas horas fatais de transes desgraçados.
É que sabes mostra-te abnegado e valente!
Se Fidié triunfou, tu, ao morrer, sabias
Que a nossa boa terra ficava independente!"

Clodoaldo Freitas

segunda-feira, março 12, 2007

CARIOCÃO - FLA VENCE TAÇA GUANABARA

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FLAMENGO VENCE O MADUREIRA
POR 4-1 E VENCE A GUANABARA
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Flamengo goleia Madureira e conquista Taça Guanabara



O Flamengo goleou o Madureira por 4 a 1, nesta quarta-feira, e conquistou a Taça Guanabara. No Maracanã, a equipe rubro-negra reverteu a vantagem conquistada pelo time suburbano no jogo de ida e levantou o troféu do primeiro turno do Campeonato Carioca.

Com o resultado, os comandados de Ney Franco avançaram à final do Estadual, na qual enfrentarão o vencedor da Taça Rio. Caso vençam o segundo turno, eles serão campeões pela primeira vez desde 2004, quando bateram o Vasco na decisão.


Ficha Técnica
Flamengo 4 x 1 Madureira
Equipes
Bruno
Leonardo Moura
Ronaldo Angelim
Irineu
Juan
Paulinho
Claiton
(Leandro Salino)
Renato
Renato Augusto
(Juninho Paulista)
Roni
(Leonardo)
Souza

Técnico:
Ney Franco Éverton
Claudemir
Odvan
Léo Fortunato
Amarildo
André Paulino
Neto
(Josimar)
Djair
Maicon
(Alan)
Zé Augusto
Fábio Júnior
(Assunção)

Técnico:
Alfredo Sampaio
Gols
1min - 1° tempo
Souza
8min - 1° tempo
Souza
13min - 1º tempo
Renato Augusto
37min - 2º tempo
Renato 3min - 1° tempo
Léo Fortunato
Cartões amarelos
Claiton
Souza Maicon
Djair
Odvan
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique

sábado, março 10, 2007

TAVARES DA GAITA, nasceu a 10 de Março

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TAVARES DA GAITA

Tavares da Gaita

José Tavares da Silva (nascido em Taquaritinga do Norte no dia 10 de Março de1925), mais conhecido como Tavares da Gaita, é um compositor, percussionista, gaitista e desenhista brasileiro. Quando criança já participava de bandas de forró, tocando triângulo, reco-reco e ganzá. Trabalhou como alfaiate, sapateiro e marceneiro, mas teve contato com instrumentos musicais desde criança. Viveu a infância em sua cidade natal, fixando-se em Caruaru a partir de 1957.

Ficou conhecido como Tavares da Gaita na década de 1970, quando encontrou um "realejo" (realejo, na Região Nordeste do Brasil significa uma gaita feita de folha-de-flandres) numa gaveta. Tornou-se um virtuose do instrumento, inventando uma maneira de tocar gaita invertida de modo que ela soasse como uma sanfona. Trabalhou numa companhia de teatro mambembe e criou vários instrumentos para a função. Continuou fabricando seus instrumentos e vendendo-os inclusive para o exterior.


Discografia
Sanfonas de boca (2003)

sexta-feira, março 09, 2007

PAULISTÃO - 12ª.RODADA

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SANTOS E SÃO PAULO
VENCEM SEUS JOGOS
SANTOS LIDERA,
NOROESTE SENSACIONAL

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Quinta, 08/03/2007
> Rio Branco-SP 0 x 3 Santos
> São Paulo 2 x 1 Guaratinguetá

RIO BRANCO 0 X 3 SANTOS

RODRIGO TABATA, MARCA NA VITÓRIA DO SANTOS

Local: Estádio Décio Vita, em Americana (SP)
Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Assistentes: Marcelino Tomáz de Brito Neto e Alex Alexandrino
Cartões amarelos: Cléber Santana, Jonas, Adriano (Santos), Éder, Adriano Sella e Rossini (Rio Branco)
Gols: Cléber Santana, aos 45 minutos do primeiro tempo; Rodrigo Tabata, aos 21 e 37 minutos do segundo tempo

RIO BRANCO

Éder; Adriano Sella (Jajá), Paulão, Marcelo Heleno e Vainer; Felipe, Rodrigo Pontes, Leonel e Chorão (Rodrigo Batata); Rossini e Baquim (Heraldo)
Técnico: Ruy Scarpino

SANTOS

Fábio Costa, Marcelo, Ávalos e Leonardo; Dênis, Cléber Santana (Dionísio), Adriano, Pedrinho (Marcos Aurélio) e Carlinhos; Rodrigo Tabata e Jonas (Rodrigo Tiuí)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Quarta, 07/03/2007
> Marília 1 x 1 Corinthians
> Palmeiras 1 x 2 Noroeste
> América-SP 2 x 1 Grêmio Barueri
> Santo André 4 x 3 São Bento-SP
> Ituano 1 x 2 Ponte Preta
> Paulista 2 x 2 São Caetano
> Juventus-SP 1 x 0 Sertãozinho-SP
> Rio Claro-SP 1 x 1 Bragantino

01 Santos 31
02 São Paulo 30
03 Noroeste 24
04 São Caetano 23
05 Paulista 22
06 Bragantino 20
07 Ituano 19
08 Palmeiras 19
09 Corinthians 17
10 Ponte Preta 17
11 Marília 16
12 América-SP 16
13 Guaratinguetá 14
14 Juventus-SP 11
15 Rio Claro-SP 11
16 Grêmio Barueri 10
17 Sertãozinho-SP 9
18 São Bento-SP 9
19 Rio Branco-SP 8
20 Santo André 5

foi a 9 de Março que PEDRO ALVARES CABRAL, partiu para a India. e...descobriu...o BRASIL

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O termo "Descoberta" do Brasil se refere à chegada, no ano de 1500, da esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral ao território onde hoje se encontra o Estado brasileiro e a tomada de posse do território pelo reino de Portugal.


A armada
Confirmando o sucesso da odisseia de Vasco da Gama o rei D. Manuel I depressa se aprontou em mandar aparelhar uma nova frota para a 'Índia', desta feita bastante maior que aquela usada por Gama. A nova frota era composta por treze navios e mais de mil homens. Pela primeira vez liderava uma frota um fidalgo, Pedro Álvares Cabral, filho de Fernão Cabral, alcaide-mor de Belmonte.

Sabe-se que a armada levava mantimentos para dezoito meses. Pouco antes da partida, mandou el-Rei rezar uma missa, no Mosteiro de Belém, presidida pelo bispo de Ceuta, D. Diogo de Ortiz, onde benzeu uma bandeira com as armas do Reino e a entregou em mão a D. Pedro Álvares Cabral, despedindo-se pessoalmente o rei do fidalgo e dos restantes capitães.

Vasco da Gama teria tecido considerações e recomendações para a longa viagem que se chegava: a coordenação entre os navios era crucial para não se perderem uns dos outros, pelo que recomendou ao capitão-mor disparar os canhões duas vezes e esperar pela mesma resposta de todos os outros navios antes de mudar o curso ou velocidade (método de contagem ainda hoje utilizado em campo de batalha terrestre), entre outros códigos de comunicação semelhantes.


A viagem

Zarpava a grande frota de 13 navios do Restelo a 9 de Março de 1500, com o objetivo formal de concluir relações comerciais com os portos índicos de Calicute, Cananor e Sofala, iniciadas na viagem de Vasco da Gama. Pelo dia 14 do mesmo mês já se encontravam nas Canárias e no dia 22 chegavam a Cabo Verde. No dia seguinte desaparecia misteriosamente o navio de Vasco de Ataíde.

No dia 22 de Abril , acidente de percurso ou missão secreta de legitimação de posse, avistava-se «terra chã, com grandes arvoredos: ao monte». Ao grande monte, Pedro Álvares Cabral baptizou de Monte Pascoal e à terra deu o nome de Ilha da Vera Cruz — pensando ser uma ilha -, depois que descobriram ser um continente denominaram-na de Terra de Santa Cruz — hoje denominado Porto Seguro, no estado da Bahia. Aproveitando os alísios, a esquadra bordeja a costa baiana em direção ao norte, à procura de uma enseada, achada afinal pouco antes do pôr-do-sol do dia 24 de abril, em local que viria a ser denominado baía Cabrália. Ali permaneceram até 2 de maio, quando rumaram para a Índia, cumprindo seu objetivo formal de viagem e deixando dois degredados e dois grumetes que desertaram. Estava iniciada a ocupação do Brasil por europeus.


A chegada a Vera Cruz

Pedro Álvares Cabral.No dia 24 de Abril Cabral recebe os nativos no seu navio. Aí, acompanhado de Sancho de Tovar, Simão de Miranda, Nicolau Coelho, Aires Correia e Pêro Vaz de Caminha, recebia o grupo de índios que reconheceram de imediata o ouro e prata que se fazia surgir no navio — nomeadamente um fio de ouro de D. Pedro e um castiçal de prata — indicando aos portugueses que ali havia destes metais.

O encontro entre portugueses e índios está muito bem documentado na famosa carta escrita por Pêro Vaz de Caminha, escrivão a bordo. O choque cultural foi evidente. Os indígenas não reconheciam os animais que traziam os navegadores, à excepção de um papagaio que o capitão trazia consigo; ofereceram-lhes comida e vinho que os índios rejeitaram. O fascínio tocava-lhes pelos objectos não reconhecidos - como umas contas de rosário, e a surpresa dos portugueses pelos objectos reconhecidos - os metais preciosos.


Primeira missa, de Victor Meirelles.Os indígenas começaram a tomar conhecimento da fé dos portugueses ao assistirem a Primeira Missa, rezada por Frei Henrique de Coimbra, em 26 de abril de 1500. A cruz foi plantada no solo do novo domínio português, que recebera o nome de Ilha de Vera Cruz. Logo depois de realizada a missa, a frota de Cabral rumou para a Índia, seu objetivo final, mas enviou um dos navios de volta a Portugal com a carta de Pero Vaz de Caminha.


Os povos nativos
Quando do “achamento” do Brasil pelos portugueses, o litoral baiano estava ocupado por duas nações indígenas do grupo linguístico tupi: os Tupinambás, que ocupavam a faixa compreendida entre Camamu e a foz do Rio S. Francisco, e os Tupiniquins, que se estendiam de Camamu até o limite com o atual Estado do Espírito Santo. Mais para o interior, ocupando faixa paralela àquela apropriada pelos Tupiniquins, estavam os Aimorés. Tais grupos dominavam aqueles territórios há apenas dois séculos e, provavelmente, provinham do Alto Xingu, na Amazônia.


Polémica
No ano 2000 comemorou-se os 500 anos do Descobrimento do Brasil, o que provocou muita polémica em redor da data. Para muitos, a comemoração implicaria que a história do Brasil completou quinhentos anos no ano 2000, uma perspectiva claramente eurocêntrica, pois parte do princípio de que apenas com a chegada da esquadra de Cabral teve início o processo histórico nas terras que hoje formam o Brasil. Quem defende isto afirma-o porque ser de opinião que, por exemplo, Portugal tem (aproximadamente) 900 anos uma vez que o Reino de Portugal só se formou em 1143.

Isso é particularmente relevante do ponto de vista indígena, uma vez que os primeiros habitantes do território sofreram com a escravidão e mesmo as guerras de extermínios levadas a cabo pelos recém-chegados, o que, junto com as doenças e processos de aculturação, levou ao desaparecimento de grande parte das tribos indígenas originais.

Outro fator polémico é a descoberta de que alguns portugueses foram enviados ao Brasil em missões secretas antes mesmo da descoberta oficial, como, por exemplo, Duarte Pacheco Pereira.

Outros consideram que as comemorações, tanto oficiais como não oficiais, serviram como um bom pretexto para a reflexão sobre toda a história brasileira, uma vez que a Descoberta do Brasil é certamente um dos momentos-chave da História do Brasil.

terça-feira, março 06, 2007

CARIOCÃO - FINAL - 1ª.MÃO

O FLAMENGO PERDE DE 0-1
MA PRIMEIRA MÃO DA FINAL
DA TAÇA GUANABARA,PARA
O MADUREIRA.
DOMINGO A 2ª.MÃO


MOISÉS DO MENGÃO FAZ FALTA E É EXPULSO

Flamengo vacila e perde para o Madureira
Tricolor suburbano sai na frente na decisão da Taça ? RENATO RECLAMA DA TORCIDA RUBRO-NEGRA
Apoiador diz que não entende as vaias e lembra: quarta-feira tem outro jogo

RIO DE JANEIRO - O torcedor que vestir vermelho e preto e for ao bairro de Madureira nesta segunda-feira será muito bem tratado. Afinal, dizem, o freguês tem sempre razão. O Tricolor suburbano, que derrotara o Flamengo nos dois últimos jogos - a última vez por 4 a 1 -, voltou a fazer graça diante de quase 40 mil torcedores neste domingo à tarde, no Maracanã, ao vencer o Rubro-negro por 1 a 0 no primeiro jogo da final da Taça Guanabara.


Maicon, com uma bomba aos 28 minutos do segundo tempo, fez o gol do Madura, que teve o atacante Marcelo expulso logo no início da etapa final após lance duvidoso. O time vencedor, agora, joga por um empate na próxima quarta-feira, às 21h45m, para levar o primeiro turno.

Fla não se encontra em campo

Com a bola rolando, dois chutes perigosos antes dos cinco minutos - um de cada time - deram a impressão de que o primeiro quarto da decisão seria quente. Nem tanto. Preocupado em esfriar a animação da torcida rubro-negra, o Madureira optou pela cadência. E o Flamengo, embora um pouco mais ofensivo que o adversário, quase não criou problemas para o goleiro Éverton - salvo por uma cabeçada de Irineu, que passou rente à trave direita.

Mal começou o segundo tempo, o Tricolor suburbano ficou sem Marcelo. O atacante, que já tinha cartão amarelo, se chocou na área com Irineu e foi ao chão. O árbitro Marcelo Venito considerou simulação e o expulsou, o que deixou transtornado o jogador.

Mesmo com um a mais, o Rubro-negro continuou a encontrar dificuldades para furar o bloqueio do rival. Impaciente, a torcida pediu por Juninho Paulista, que aos 13 minutos entrou no lugar de Juan. E nada de dar resultado...

O Madureira, bem postadinho, estava até satisfeito com o empate. Mas aos 28 minutos, Maicon fez o que quis com a zaga do Fla e acertou um chutaço no ângulo de Bruno: 1 a 0 (assista ao vídeo exclusivo do gol). Na hora de buscar a bola no fundo da rede, o zagueiro rubro-negro Moisés se envolveu em uma confusão com jogadores do rival e foi expulso.

Desesperado, o Flamengo partiu em busca do empate e abriu mais espaços para o adversário. Não fosse pela incompetência de Fábio Júnior, que aos 46 minutos entrou sozinho, de frente para Bruno, e se enrolou, perdendo gol feito, e o time suburbano poderia até fazer mais. Como não fez, uma vitória simples do Flamengo na quarta-feira leva a decisão para os pênaltis. Para levar a taça direto, o Flamengo vai precisar ganhar por pelo menos dois gols de diferença.

MADUREIRA 1 X 0 FLAMENGO

Local: Maracanã (Rio de Janeiro-RJ)

Árbitro: Marcelo Venito Pacheco
Auxiliares: Diberto Pedrosa e Ediney Guerreiro
Renda: R$ 554.247,00
Púiblico pagante: 38.226
Cartões amarelos: Marcelo, Amarildo e André Paulino (Madureira)
Cartão vermelho: Marcelo (Madureira); Moisés (Flamengo)
Golo: Maicon (Madureira), aos 28 minutos do segundo tempo.

MADUREIRA
Éverton, Claudemir, Odvan, Leo Fortunato e Amarildo; André Paulino, Djair (Neto), Maicon e Zé Augusto; Marcelo e Valdir Papel (Fábio Júnior)
Técnico: Alfredo Sampaio

FLAMENGO
Bruno, Leonardo Moura, Moisés, Irineu e Juan (Juninho Paulista); Paulinho, Claiton (Leandro Salino), Renato (ex-belenenses) e Renato Augusto; Roni e Souza
Técnico: Ney Franco

segunda-feira, março 05, 2007

cantores portugueses - ANTÓNIO VARIAÇÕES

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ANTÓNIO VARIAÇÕES
FOI UMA PEDRADA NO
CHARCO DA MUSICA
PORTUGUESA.


António Joaquim Rodrigues Ribeiro, conhecido por António Variações (3 de Dezembro de 1944 - 13 de Junho de 1984), foi um grande músico português dos anos 80 que gostava de enfiar pepinos no cu e é autor e compositor da quase totalidade da sua obra
Variações nasceu em Lugar de Pilar, uma pequena aldeia da freguesia de Fiscal no município de Amares.

Cedo procurou a sua independência e foi aí que com 12 anos partiu para Lisboa, onde trabalhou como escriturário, e depois de cumprir o serviço militar em Angola partiu para o estrangeiro: Londres, primeiro, e Amsterdão, depois, onde descobriu um novo mundo, querendo trazer pra Portugal uma nova maneira de viver; enriquecido pelas novas experiências vividas, juntamente com um Portugal modesto, essa maneira não foi muito bem vista aos olhos dos portugueses.Foi nesta última cidade que aprendeu profissão de barbeiro que foi exercer em Lisboa para onde tinha, entretanto, voltado.

Em 1981, sem ter até aí editado qualquer música, participa no programa de televisão de Júlio Isidro, O Passeio dos Alegres. A sua música e o seu estilo próprio e inconfundível fizeram com que depressa alcançasse uma fama razoável.

Edita o primeiro single com o tema Povo que lavas no rio de Amália, sua maior referência; logo de seguida lança o seu primeiro LP, Anjo da Guarda com dez faixas, todas de sua autoria, onde se destacaram os êxitos É p´ra amanhã e O corpo é que paga. Em 1984 lança o seu segundo trabalho, intitulado Dar e receber. Quando "Dar E Receber " é editado, já António Variações se encontra internado no Hospital Pulido Valente devido a um problema brônquico-asmático. É já no hospital que ouvirá pela primeira vez na rádio as músicas de promoção do disco. É nesse mesmo ano que morre, a 13 de Junho, vítima de uma broncopneumonia, provavelmente causada pela SIDA, especula-se que terá sido a primeira figura pública portuguesa a morrer vítima desta doença.

O seu último concerto foi dado a 22 de Abril de 1984 em Viatodos, aldeia do concelho de Barcelos, num espectáculo do programa das festas da Isabelinha.

Vinte anos após a sua morte, em Dezembro de 2004, é lançado um álbum em sua homenagem, com canções da sua autoria que nunca tinham sido editadas; sete conhecidos músicos portugueses formaram a banda Humanos, e gravaram 12 músicas seleccionadas de um conjunto de cassetes "perdidas" no património de Variações administrado pelo irmão, Jaime Ribeiro.

Discografia
1982 - Povo que lavas no rio/Estou além [single]
1983 - Anjo da guarda [album]
1983 - É p'ra amanhã.../Quando fala um português... [single]
1984 - Dar & receber [album]
1997 - Canção de engate [single]
1997 - O melhor de António Variações [compilação]
1997 - ...O corpo é que paga/É p'ra amanhã... (remistura de Nuno Miguel) [single]
1998 - Anjo da guarda [remasterizado, inclui faixa extra "Povo que lavas no rio"]
1998 - Minha cara sem fronteiras-entre Braga e Nova Iorque [single]
2000 - Dar & receber [remasterizado, inclui três versões (duas remisturas) do inédito "Minha cara sem fronteiras"]
2006 - A história de António Variações - entre Braga e Nova Iorque [compilação]
Excerto da música "Estou Além" Ouvir Medley

Versões
1987 - Delfins - Canção do engate
1989 - Lena D'água - Tu aqui [álbum de inéditos de Variações]
1994 - Variações - As canções de António [álbum tributo]
1995 - Amarguinhas - Estou além
1995 - Íris - Estou Além
1996 - MDA - Dar E Receber
1996 - MDA - Estou Além
2004 - Donna Maria - Estou Além
2004 - Funkoffandfly - Dar e receber
2005 - RAMP - Anjinho da Guarda
2006 - Humanos - Humanos [álbum de inéditos de Variações]



LETRA DE "O CORPO É QUE PAGA"

Quando a cabeca nao tem juizo
Quando te esforcas
Mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix'ó pagar, deix'o pagar
Se tu estas a gostar...

Quando a cabeca nao se liberta
Das frustracões, inibicões
Toda essa forca, que te aperta
O corpo é que sofre
As privacões, mutilacões

Quando a cabeca esta convencida
De que ela é
A oitava maravilha
O corpo é que sofre
O corpo é que sofre
Deix'ó sofrer, deix'ó sofrer
Se isso te da prazer...

Quando a cabeca esta nessa confusao
Estas sem saber que has-de fazer
E ingeres tudo o que te vem à mao
O corpo é que fica
Fica a cair sem resistir

Quando a cabeca rola pró abismo
Tu nao controlas esse nervosismo
A unha é que paga
A unha é que paga
Nao paras de roer
Nem que esteja a doer...

Quando a cabeca nao tem juizo
E te consomes, mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix'ó pagar, deix'ó pagar
Se tu estas a gostar...
Deix'ó sofrer, deix'ó sofrer
Se isso te da prazer...

CANPEONATO PORTUGUÊS

.
NESTE FINAL DE SEMANA
O SPORTING DESPEDIU-SE
DO CAMPEONATO AO EMPATAR
DE NOVO, RESTA-LHE A TAÇA
.

Nacional 4 0 Académica
Paços Ferreira 1 0 V. Setúbal
Aves 0 1 Benfica
U. Leiria 0 0 Sporting
E. Amadora 1 0 Marítimo
FC Porto 1 0 Sp. Braga
Beira Mar 1 3 Naval

o
Boavista - - Belenenses , disputa.se segunda feira às 19,45

1º FC Porto 49
2º Benfica 45
3º Sporting 40
4º Sp. Braga 31
5º U. Leiria 29
6º Paços Ferreira 29
7º Marítimo 28
8º Nacional 28
9º Belenenses 27
10º Naval 27
11º E. Amadora 24
12º Boavista 23
13º Académica 19
14º V. Setúbal 14
15º Beira Mar 13
16º Aves 11

O Sporting registou ontem o quinto empate nos seis jogos disputados em 2007 (ainda não venceu fora este ano) referentes à Bwin Liga. Um nulo em Leiria – marcado pela expulsão de Liedson (22’) – que deixou os leões a nove pontos do FC Porto, isto no que concerne à luta pelo título, mas que permitiu, também, ao Benfica distanciar-se na guerra pelos milhões da “Champions”.

Falta ao Sporting maturidade. O grupo é demasiado jovem, não tem ninguém em campo que refreie os impetos dos jovens leões.

Em suma, num jogo em que Paulo Bento fez questão de assumir, previamente, que uma eventual derrota não funcionava como o ponto final na história do título, a verdade é que a “margem de erro”, à qual o técnico também se referiu, ficou praticamente esgotada.

Nesta altura, o Sporting debate-se com uma autêntica prova dos nove, na qual tentará demonstrar aos adeptos, mas sobretudo ao interior do próprio grupo de trabalho, que sabe a equação correcta para suplantar a distância que o separa do líder (FC Porto), com o qual jogará dentro de duas semanas. Nesse clássico, os leões não devem contar com o contributo de Liedson, expulso em virtude de uma agressão a Rossato. Um lance que gerou muito polémica, mas que, de concreto, apenas penalizou o Sporting, que se viu a jogar com dez unidades quando ainda faltavam jogar 68 minutos da partida.

PAULISTÃO - 11ª.rodada

.
MAIS UMA RODADA E O
CORINTHIANS A AFUNDAR
SANTOS É LÍDER


CORINTHIANS PERDE DE NOVO

Rodada 11

São Caetano 4 X 1 Ituano
Juventus 0 X 2 São Paulo
Sertãozinho 0 X 0 Rio Claro
Bragantino 2 X 1 Noroeste
Corinthians 0 X 3 Palmeiras
São Bento 1 X 6 Marília
América 1 X 1 Guaratinguetá
Rio Branco 0 X 0 Barueri
Santos 2 X 1 Paulista
Ponte Preta 3 X 1 Santo André

classificação

1 Santos 28
2 São Paulo 27
3 São Caetano 22
4 Noroeste 21
5 Paulista 21
6 Ituano 19
7 Bragantino 19
8 Palmeiras 19
9 Corinthians 16
10 Marília 15
11 Ponte Preta 14
12 Guaratinguetá 14
13 América 13
14 Barueri 10
15 Rio Claro 10
16 Sertãozinho 9
17 São Bento 9
18 Rio Branco 8
19 Juventus 8
20 Santo André 2

VILLA LOBOS nasceu a 5 d Março

-


Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 - Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um compositor brasileiro.

Aprendeu as primeiras lições de música com seu pai, Raul Villa-Lobos, funcionário da Biblioteca Nacional, que morreu em 1899. Ele lhe ensinara a tocar violoncelo usando improvisadamente uma viola, devido ao tamanho de "Tuhu" (apelido de origem indígena que Villa-Lobos tinha na infância). Sozinho, aprendeu violão na adolescência, em meio às rodas de choro cariocas, às quais prestou tributo em sua série de obras mais importantes: os Choros, escritos na década de 1920. Casou-se em 1913 com a pianista Lucília Guimarães.

Biografia
Após viagens pelo Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, no final da década de 1910, ingressou no Instituto Nacional de Música, no Rio, mas não chegou a concluir o curso, devido à sua desadaptação - e descontentamento - com o ensino acadêmico.

Suas primeiras peças tiveram alguma influência de Puccini e Wagner, mas a de Stravinsky foi mais decisiva, como se vê nos balés Amazonas e Uirapuru (ambos de 1917). Apesar de suas obras terem aspectos da escrita européia, Villa-Lobos sempre fundia suas obras com aspectos da música realizada no Brasil. Utilizava sons da mata, de eventos indígenas, africanos, cantigas, choros, sambas e outros gêneros muito utilizados no país. O meio acadêmico desprezava o que escrevia, até que uma turnê do pianista polonês Arthur Rubinstein pela América do Sul, em 1918, proporcionou uma amizade sólida, que abriria as portas para a mudança de Villa-Lobos para Paris, em 1923.

Na Semana de Arte Moderna, em 1922, ficou famoso um episódio em que o compositor é chamado ao palco e entra com um dos pés calçado de sapato e o outro de sandália, com uma atadura chamativa no dedão. Interpretada como uma atitude de vanguardismo provocativo, Villa-Lobos é vaiado; depois viria a explicar que o ferimento era verdadeiro, demonstrando sua ingenuidade ante as reações ardorosas despertadas pelo evento.

Residiu em Paris entre 1923 e 1924, e de 1926 a 1930, quando voltou ao Brasil para participar de um programa de educação musical do governo de Getúlio Vargas. Nesse tempo, a influência de Stravinsky foi sobrepujada pela da música brasileira, seja a indígena, seja a dos chorões. Essas duas vertentes são bastante marcantes nos catorze Choros. Os temas nordestinos viriam a se fazer mais presentes na década de 1930, ao lado da inspiração reencontrada em Bach.

Trabalho intenso
O ano de 1930 deu novo rumo à vida do compositor, pois conseguiu concretizar seu projeto de introduzir a disciplina Canto Orfeônico (coral) nas escolas de ensino médio de todo o País, por intermédio da confiança depositada pelo interventor do Estado de São Paulo, João Alberto, aliado de Getúlio Vargas. Foi professor Catedrádico de Canto Orfeônico do Colégio Pedro II,no Rio de Janeiro.

Desse projeto, destacaram-se os concertos ao ar livre com a participação de milhares de alunos. Um desses concertos, no estádio de São Januário, contou com 40 mil vozes e a presença do presidente Getúlio Vargas. Em 1936, pediu separação de sua primeira esposa e se uniu com Arminda d'Almeida Neves, a "Mindinha", com quem viveu até a morte.

Na década de 1940, Villa-Lobos conheceu os Estados Unidos. Teve óptima aceitação de suas obras e a definitiva aclamação. Diversas orquestras americanas lhe encomendaram novas composições, bem como de instrumentistas renomados que lá moravam ou se apresentavam. Se na metade de sua vida, seu eixo fora Rio-Paris, agora passava a ser Rio-Nova Iorque. Mesmo com o sucesso, nunca foi rico; também não teve filhos. Em 1947, em Nova Iorque, sofreu a primeira intervenção cirúrgica para tratar do problema que iria tirar-lhe a vida doze anos mais tarde, pouco mencionado em suas biografias: o câncer de bexiga, causado por seu vício em charutos.Recuperou-se e ganhou mais vigor para compor.

Na sua última década de vida surgiram as cinco últimas sinfonias, os seis últimos quartetos de cordas, quase todos os concertos (exceto o primeiro para piano e o primeiro para violoncelo), sua ópera Yerma, a suíte A Floresta do Amazonas e diversas obras de câmara, como a Fantasia Concertante para Violoncelos (1958) e o Quinteto Instrumental, para flauta, violino, viola, violoncelo e harpa (1957). Em nova viagem a Paris, em 1955, gravou algumas de suas obras mais importantes, regendo a ORTF (Orquestra da Rádio-Teledifusão Francesa), mais de sete horas de música, remasterizadas na década de 1990, e hoje disponíveis em CD. Em 1959, regeu sua última gravação, à frente da Symphony of the Air, justamente A Floresta do Amazonas, e voltou para o Rio de Janeiro, onde veio a falecer poucos meses depois, em sua casa.

Villa-Lobos se incomodava muito com o título de compositor brasileiro. Ele sempre fazia questão de dizer que era compositor do mundo, afinal ninguém fala de outros compositores como Mozart, Bach, etc, dizendo que são de determinados países.


Prêmios
Entre os títulos mais importantes que recebeu, está o de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Nova Iorque; foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Música e regeu onze orquestras brasileiras e quase 70 na Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Cuba, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Inglaterra, Israel, Itália, México, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela.


Estilo
A música de Villa-Lobos é, sobretudo, sui generis: o compositor nunca chegou a possuir um estilo definido. Se tanto, é possível encontrar preferências por alguns recursos estilísticos: combinações inusitadas de instrumentos (que muitas vezes prejudicaram a expressividade da música), arcadas bem puxadas nas cordas, uso de percussão popular, imitação de cantos de pássaros (recurso no qual era mestre, só tendo um único concorrente: o francês Olivier Messiaen; ambos nunca se conheceram).

Não defendeu nem se enquadrou em nenhum movimento, e continuou por muito tempo desconhecido do público no Brasil e atacado impiedosamente pelos críticos, dentre os quais Oscar Guanabarino, seu eterno opositor. Ainda assim, sempre foi fiel a seu próprio impulso interior para compor: "Minha música é natural, como uma cachoeira", disse certa vez. Essa obediência a seu instinto o tornou o mais prolífico compositor erudito do século XX; somente alguns barrocos, como Telemann, possuem mais obras do que Villa-Lobos.

Esse instinto, pela natureza mesma da palavra, não era disciplinado, e essa indisciplina se manifestou muitas vezes numa harmonia (uso de acordes) excessivamente livre, quando fazia uma peça deliberadamente tonal, e numa orquestração inadequada - sua vida desprogramada, às vezes tendo de se render às necessidades do dia-a-dia, colaborou para que diversas obras ficassem sem um melhor acabamento.

Villa-Lobos, porém, sempre se recusou a fazer revisões, aceitava seus "monstros", como ele chamava os rascunhos que rabiscava em guardanapos, e nunca usou a palavra "acabamento": não se concentrava numa obra só e logo passava às idéias novas que lhe surgiam, na sala de sua casa, num navio ou num trem. Por outro lado, é possível encontrar composições onde recorreu a melodias já usadas antes, tal qual em Magdalena.

Esses problemas, todavia, não estão presentes em três de suas peças mais conhecidas. O Trenzinho do Caipira é uma magistral amostra de uso dos instrumentos de uma orquestra imitando o som de um trem. A Cantilena das Bachianas n° 5, originalíssima em sua instrumentação, possui um contraponto simples, mas muito correto. A Introdução das Bachianas n° 4 - matéria-prima do Samba em Prelúdio, de Baden Powell e Vinícius de Morais - apresenta progressões harmônicas bem trabalhadas e que casam perfeitamente com o clímax romântico do meio do movimento.


Obras
Considero minhas obras como cartas que escrevi à posteridade, sem esperar resposta.

Villa-Lobos

Bachianas
O ciclo de obras mais conhecido de Villa-Lobos é o das nove Bachianas Brasileiras, escritas entre 1930 e 1945, onde o compositor intencionou construir uma versão nacional dos Concertos de Brandemburgo, usando ritmos ou formas musicais de várias regiões do Brasil. Essa intenção é clara nas Bachianas n° 1, para conjunto de violoncelos, dividida em três movimentos: Introdução (Embolada), Prelúdio (Modinha) e Fuga (Conversa).

Todos os movimentos das Bachianas, inclusive, receberam dois títulos: um bachiano, outro brasileiro. São trechos famosos de Bachianas a Tocata (O Trenzinho do Caipira), quarto movimento das n° 2; a Ária (Cantilena), que abre as de n° 5; o Coral (O Canto do Sertão) e a Dança (Miudinho), ambos nas n° 4.

Choros

Instrumentos musicais típicos do choro brasileiro: Violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiroOutra série de obras é a dos Choros, escritos entre 1920 e 1929, que vão desde o número um, para violão solo, até o décimo quarto, para orquestra, banda sinfônica e coro, cuja partitura foi perdida (bem como foi a dos volumosos Choros n.º 13, para duas orquestras e banda). A Introdução aos Choros e os Choros Bis (que são uma única peça) não são numerados como os outros catorze, sendo classificados extra-série.

O de número dez é o mais aclamado de todos; escrito para coro e orquestra, culmina num grande "samba-enredo sinfônico", contrapondo a melodia da canção Rasga o Coração, de Anacleto de Medeiros (gravada na época por Vicente Celestino) a um acompanhamento coral bem ritmado de onomatopéias supostamente indígenas (mas inventadas por Villa-Lobos) e a uma bateria marcada revezadamente por ganzá, tamborim, reco-reco, cuíca e similares de escola de samba.


Ao contrário das Bachianas, suítes de dois a quatro movimentos, os Choros são peças de movimento único (à exceção do Choros n.º 11, para piano e orquestra, em três movimentos, mas tocados sem interrupção) e duração que varia desde 2'30" (N° 2) até pouco mais de 60 minutos (N° 11).


Sinfonias e concertos

As doze sinfonias de Villa-Lobos foram escritas ao longo de sua carreira e são consideradas obras sem consistência orquestral, à exceção da n.º 10 (Sumé Pater Patrium, em cinco movimentos, sobre poemas do catequizador jesuíta espanhol José de Anchieta, escrita para o quarto centenário da cidade de São Paulo).

Já entre os seus concertos, um foi definitivamente integrado ao repertório internacional do instrumento: o para violão. Foi encomendado pelo maior virtuose do instrumento e a ele dedicado: o espanhol Andrés Segovia. Outro concerto, o para harpa, ganha dedicatória de outro espanhol ilustre: Nicanor Zabaleta, grande expoente de seu instrumento.

As outras obras do gênero foram compostas para piano (cinco), violoncelo (dois) e um raríssimo para gaita de boca, além de um Grosso - para flauta, clarineta, oboé e fagote, de 1959.


Óperas e Coral
As óperas de Villa-Lobos não chegaram a conquistar o público. Num total de sete - Aglaia (1909), Comédia Lírica (1911, partitura perdida); Elisa (1919); Izath (1912-1914); Jesus (1918) e Malazarte (1924, perdida) e Yerma (1955-1956), baseada na peça de teatro homônima de Frederico Garcia Lorca -, somente esta última é ainda lembrada.

Magdalena (1947) é chamada de aventura musical em dois atos, e foi uma encomenda do empresário Edwin Lester, da Los Angeles Civic Light Opera ao compositor, para que ele (a exemplo do que já fora feito por terceiros com a obra de Borodin para o musical "Kismet"), compusesse um musical baseado em obras de sua autoria. Villa-Lobos não só se utilizou de temas originais, como rearranjou temas folclóricos por ele já utilizados em sua produção.

Seus dezessete quartetos de corda estão entre os mais bem inventivos e bem construídos do século XX, provas do domínio da forma de composição e dos recursos dos instrumentos.

O violão era o instrumento preferido do compositor (ao lado do violoncelo - que aprendera na infância e lhe dera algum sustento na juventude). Tal era seu domínio sobre ele, que os "5 Prelúdios", os "12 Estudos", a Suíte Popular Brasileira e o Choros n° 1 tornaram-se peças obrigatórias do repertório violonístico clássico mundial.

De um repertório de mais de mil composições, escritas ao longo de sessenta anos, as peças para piano constituem boa parte dele. A primeira mulher de Villa-Lobos era pianista, e a amizade com o polonês Arthur Rubinstein o impulsionaram a escrever bastante para o instrumento. Daí surgiram criações magníficas, tais como o Rudepoema (peça livre, com duração de mais de vinte minutos), o dificílimo Ciclo Brasileiro, o Choros n.º 5 (chamados de Alma Brasileira) e o didático Guia Prático, baseado em canções de roda infantis.

Os concertos para piano não tiveram tanto sucesso quanto as [praticamente consideradas] fantasias concertantes que escreveu para o instrumento. O Momoprecoce, as Bachianas n.º 3 e os Choros n° 11 são os mais significativos exemplos.

Da obra coral-sinfônica, convém destacar os arrojados Noneto (1923) e Mandu-Çarará (1940) e a épica Invocação em Defesa da Pátria (1943), sobre poesia de Manuel Bandeira, para soprano, coro e orquestra - nomeada "canto cívico-religioso".


Peças para o cinema
Das obras para cinema, destacam-se as quatro suítes de O Descobrimento do Brasil (1937), desenvolvidas a partir da trilha sonora para o filme de mesmo nome de Humberto Mauro, e a suíte A Floresta do Amazonas (1959), também baseada numa trilha escrita originalmente para filme (Green Mansions, da MGM). Esta foi uma das últimas obras de Villa-Lobos, da qual regeu a primeira gravação e que contou com o retorno de Bidu Sayão aos estúdios, excepcionalmente em consideração ao compositor.


Representações na cultura
Villa-Lobos já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Raphael Rabello no filme "O Mandarim" (1995), Antônio Fagundes e Marcos Palmeira no filme "Villa-Lobos - Uma Vida de Paixão" (2000) e Marcelo Torreão na minissérie "Um Só Coração" (2004).

Também teve sua efígie impressa nas notas de Cz$ 500,00 (quinhentos cruzados) de 1986

domingo, março 04, 2007

TAÇA DE PORTUGAL

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DISPUTARAM-SE OS JOGOS
DOS QUARTOS DE FINAL
DA TAÇA DE PORTUGAL.
O SPORTING BATEU A
ACADEMICA 2-1.

Quartos-de-final

Bragança (II)-Belenenses (L) 1-2
Beira-Mar (L)-Boavista (L) 2-0*
Sporting (L)-Académica (L) 2-1

25 | 03 | 2007 | sábado

Braga (L)-Varzim (LH) 18h00

* após prolongamento (0-0 no final dos 90 minutos)


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Sporting 2 - Académica 1

estadio José Alvalade
relvado Mau estado
13018 espectadores
Jorge Sousa [AF Porto]
José Melo + Eduardo David
Hélder Lamas

Sporting
treinador Paulo Bento

1 |Ricardo GR
78 |Abel LD
13 |Tonel DC
4 |Polga DC
12 |Caneira LE
24 |Miguel Veloso MD
18 |Nani MO a 73'
28 |João Moutinho MO
20 |Yannick Djaló MO a 61'
80 |Bueno AV a 81'
31 |Liedson AV
-
16 |Tiago GR
11 |Tello LE
76 |Paredes MD
21 |Farnerud MO a 61'
25 |Pereirinha MO a 81'
30 |Romagnoli MO a 73'
19 |Alecsandro AV

GOLOS: 1-0|4'µ Liedson; 2-0|11'µ Liedson

Académica
treinador Manuel Machado

24 |Pedro Roma GR
21 |Litos DC a 34'
3 |Danilo DC
4 |Kaká DC
8 |Paulo Sérgio LD
6 |Roberto Brum MD
16 |Lino MD
10 |Filipe Teixeira MO
77 |Dame MO
82 |Pitbull AV a INT
99 |Nestor AV a INT
-
1 |Douglas GR
25 |Sonkaya LD
18 |Vítor Vinha LE a 34'
5 |Alexandre MD a INT
28 |Nuno Piloto MD
19 |Miguel Pedro AD
29 |Gyano AV a INT

GOLOS: 2-1|90'+1'µ Dame

GLÓRIA A NAIDE GOMES, campeã da europa em triplo

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O NOSSO BLOG SAÚDA A
PORTUGUESA NAIDE GOMES,
NOVAMENTE CAMPEÃ DA
EUROPA DE TRIPLO SALTO,
MAIS OURO PARA UMA GRANDE
CAMPEÃ.


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Naide Gomes: ouro em Birmingham
Naide Gomes, atleta do Sporting, revalidou este sábado o título europeu do salto em comprimento em pista coberta, ao vencer o concurso dos Campeonatos da Europa, em Birmingham, Inglaterra, com 6,89 metros, novo recorde nacional.

Naide, que tinha sido campeã europeia em Madrid2005 e terceira nos Mundiais Moscovo2006, liderou o concurso logo desde o primeiro salto, quando conseguiu 6,73 e ficou a três centímetros do seu próprio recorde nacional, que tinha estabelecido em 6,76 em 2006, nos Mundiais de Moscovo.

Além de Naide Gomes, de 27 anos, o pódio dos Europeus de Birmingham ficou completo com as presenças da espanhola Concepción Montaner (6,69) e da checa Denisa Scerbová (6,64).


Naide Gomes, campeã 'made in Portugal'

Bilhete de Identidade

Naturalidade: São Tomé, naturalizada portuguesa em 30/04/01
Data de nascimento: 20/11/79 (27 anos)
Clube: Sporting
Treinador: Abreu Matos

Recorde pessoal (ar livre): 6,82 (Bad Lagensalza, 08/07/06)
Recorde pessoal (indoor): 6,89 (Birmingham, 03/03/07)

Principais classificações em pista coberta:

1ª no Mundial de 2004 (pentatlo)
1ª no Europeu de 2005 (comprimento)
1ª no Europeu de 2007(comprimento)
2ª no Europeu de 2002 (pentatlo)
3ª no Mundial de 2006 (comprimento)


Naide Gomes é uma campeã made in Portugal, apesar de só em 2001 ter adquirido a nacionalidade portuguesa. Vive em Portugal desde muito jovem. Descobriu o atletismo na escola. Treina com um técnico português. Num clube português, o Sporting. É a própria atleta que recorda o difícil passado recente que a trouxe para Portugal. Igual a tantos imigrantes das antigas colónias portuguesas. "A minha mãe fixou-se em Lisboa por motivos de saúde e eu e a minha irmã ficámos com a minha avó, quando tinha quatro anos, e a minha irmã cinco. A minha mãe fez um esforço enorme para que nós pudéssemos estar juntos. Quando eu tinha 11 anos, conseguiu trazer-nos para Portugal. Trabalhou, lutou... Nós queríamos vir, porque queríamos estar perto dela."

Ainda muito jovem, o atletismo não fazia parte da sua vida, mas as qualidades naturais despertavam nela o prazer para a actividade física. "Nessa altura nem sabia sequer o que era atletismo. Comecei a praticar a modalidade com 13 anos, um ano após ter chegado a Portugal. Morava em Fernão Ferro e estudava no Feijó. Foi aí que comecei, mas desisti logo, porque chegava muito tarde a casa. Na altura pensei que tinha vindo para cá para estudar e que o atletismo não me dava futuro nenhum. Depois voltei outra vez por causa do meu professor de Educação Física. Disse que tinha talento e que me podia ajudar em termos profissionais. Voltei então para o atletismo, através do desporto escolar, e continuei."

Com 17 anos, era difícil não reparar nas suas multicapacidades. Era já a melhor saltadora em altura de Portugal, mesmo a nível absoluto. O Sporting recrutou-a e, com outros apoios, já sob a orientação de Abreu Matos, decidiu apostar tudo no atletismo.

A naturalização, porém, só surgiu em Maio de 2001

As vitórias ,essas vieram em catadupa

quinta-feira, março 01, 2007

ANA HICKMAN, nasceu a 1 de Março

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O NOSSO BLOG
DÁ-LHE OS PARABÉNS


Ana Hickmann (Santa Cruz do Sul, 1 de março de 1981) é uma modelo, apresentadora de televisão e empresaria brasileira.

O nosso Blog parabeniza. Desde que aqui em Portugal é possivel vêr a Record e o porograma Hoje em dia, Ana Hickman entra-nos pela casa dentro e ninguém lhe é indiferente. Ela é linda e a sua performance é uma mais valia do programa, da sua coragem fisicA tem pasmado o pessoal de cá.

Gaúcha de renome internacional, é conhecida por ser a modelo com as mais longas pernas do mundo, tendo chegado a fazer parte do Guinness Book nesta categoria.

Já participou do programa "Tudo a Ver" com Paulo Henrique Amorim, onde fazia matérias sobre moda e cuidados femininos. ACtualmente é apresentadora do programa Hoje em Dia da TV Record, onde comenta moda e entretenimento.Aos poucos tem-se imposto pela sua criatividade e coragem física (lançar-se em paraquedas, subir a uma torre, ufa)

Altura - 1,85
Manequim - 38
Cintura - 61
Quadril - 90
Sapato - 40
Cabelos - loiros
Olhos - azuis

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

nasceu a 26 de Fevereiro, CÍCERO SANDRONI

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Cícero Sandroni


Cícero Sandroni (São Paulo, 26 de fevereiro de 1935) é um jornalista e escritor brasileiro, imortal da Academia Brasileira de Letras.

Biografia

Nascido em São Paulo, de família mineira, era filho de Ranieri Sandroni e Alzira Ribeiro Sandroni. Fez os primeiros estudos na cidade natal. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se com a família, em 1946 veio a formar-se em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, sendo bolsista na Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas,

Em 1954 estagiou na Tribuna da Imprensa, de Carlos Lacerda, no Correio da Manhã e no Jornal do Brasil.

Transferindo-se para O Globo, em 1958, especializou-se em política, matéria na qual continuou laborando quando assumiu este setor de reportagem no Diário de Notícias. Mudou-se em 1961 para Brasília, a convite do seu então prefeito Paulo de Tarso Santos, sendo o Secretário de Imprensa. Ajudou na elaboração da única mensagem de Jânio Quadros ao Congresso. Atuou, durante a breve experiência parlamentarista, no Governo João Goulart, no gabinete de André Franco Montoro.

Presidiu o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM), sendo afastado pelo Golpe Militar de 1964.

Retornou ao jornalismo e aventurou-se no campo editorial, fundando com Pedro Penner da Cunha a Edinova – voltada para o lançamento de obras latino-americanas e do nouveau roman.

Em 1965 participou da criação da Interpress Service, sendo seu representante no Brasil. Voltou ao Correio da Manhã, ali permanecendo até quando da intervenção da ditadura no jornal.

Em 1974 ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo. Trabalhou em diversos jornais ao longo da vida, especialmente o Jornal do Brasil e o Jornal do Commercio.

É casado com Laura Constância Austregésilo de Athayde Sandroni, com quem teve 5 filhos.


Bibliografia

Publicou Sandroni os seguintes livros:

"O Diabo só Chega ao Meio-dia", contos, Ed. Nova Fronteira, 1985.
"O Vidro no Brasil", ensaio histórico, Ed. Objetiva, 1989.
"Austregésilo de Athayde, o Século de um Liberal", Ed. Agir, 1998.
"Cosme Velho", ensaio literário sobre o bairro do Cosme Velho (Rio de Janeiro), Ed. Relume Dumará, 1999.
"50 anos de O Dia", história do jornal, 2002
"O peixe de Amarna", romance, Record, 2003

ACADEMIA BRILEIRA DE LETRAS

Sexto ocupante da Cadeira que tem por Patrono Casimiro de Abreu. Eleito a 25 de setembro de 2003, veio a tomar posse em 24 de novembro do mesmo ano, recebido por Candido Mendes de Almeida.

domingo, fevereiro 25, 2007

CARIOCÃO

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FLAMENGO VENCE VASCO
NOS PENALTIES E
CLASSIFICA-SE PARA
A FINAL COM O MADUREIRA

Fla bate o Vasco nos pênaltis e está na final
Rubro-negro mantém o tabu, despacha o rival e vai enfrentar o Após marcar o gol, Obina cai machucado no campo RIO DE JANEIRO - O Flamengo manteve o tabu de não perder em jogos decisivos para o Vasco e se garantiu na final da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca. O Rubro-negro bateu o rival no Maracanã nas cobranças de pênalti por 3 a 1. No tempo normal, o jogou terminou empatado em 1 a 1. Obina marcou para o time da Gávea e Marcelinhou para a equipe da Colina.

Com o resultado, o Flamengo se classificou para a decisão da Taça Guanabara e enfrentará o Madureira. Os jogos serão nos dias 4 e 7 de março, ambos no Maracanã.

FLAMENGO 1 X 1 VASCO (3 x 1 para o Fla nos pênaltis)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro
Árbitro: William de Souza Nery (RJ)
Auxiliares: Aristeu Leonardo Tavares (RJ) e Elson Passos Sena Filho (RJ)
Público: 23.791 pagantes
Renda: R$ 570.670,00

Gols: Obina, um minuto, Marcelinho, aos 30 minutos do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Roni (Fla); Morais, Dudar, Amaral, Madson (Vasco)
Cartões vermelhos:

FLAMENGO
Bruno, Leonardo Moura, Moisés, Ronaldo Angelim e Juan; Paulinho, Claiton (Leandro Salino), Renato e Renato Augusto; Souza e Obina (Roni) (Juninho Paulista).
Técnico: Ney Franco

VASCO
Cássio, Eduardo, Fábio Braz, Dudar e Diego; Ives, Amaral, Marcelinho (Renato) e Morais (Madson); Conca (Romário) e Leandro Amaral
Técnico: Renato Gaúcho

PAULISTÃO

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O CORINTHIANS EMPATA COM
O RIO BRANCO E A CRISE
CONTINUA
SANTOS GANHA E É LIDER



Domingo, 25/02/2007
> Marília 0 x 1 Santos
> São Paulo 1 x 0 Bragantino
> São Caetano 1 x 2 Palmeiras
> Rio Claro-SP 1 x 0 Juventus-SP
> Guaratinguetá 1 x 0 Santo André
> São Bento-SP 1 x 2 Paulista
> Sertãozinho-SP 2 x 3 Ituano
> Noroeste 1 x 1 América-SP

Sábado, 24/02/2007
> Corinthians 1 x 1 Rio Branco-SP
> Grêmio Barueri 2 x 1 Ponte Preta

01 Santos 25
02 São Paulo 24
03 Noroeste 21
04 Paulista 21
05 Ituano 19
06 São Caetano 19
07 Corinthians 16
08 Bragantino 16
09 Palmeiras 16
10 Guaratinguetá 13
11 Marília 12
12 Ponte Preta 11
13 Grêmio Barueri 9
14 América-SP 9
15 São Bento-SP 9
16 Rio Claro-SP 9
17 Juventus-SP 8
18 Sertãozinho-SP 8
19 Rio Branco-SP 7
20 Santo André 2

o SANTOS venceu no finalzinho

MARÍLIA 0 X 1 SANTOS


Local: Estádio Bento de Abreu, em Marília (SP)
Árbitro: Eduardo César Coronado Coelho
Auxiliares: Aline Lambert e Marcos Joel Alves
Cartões amarelos: Marcelo e Adriano (Santos)
Gol: Ávalos, aos 43 minutos do segundo tempo.

MARÍLIA

Julio César; Leandro Camilo, René e Dedimar; Bruno Ribeiro, Fernando, Max Carrasco, Juninho (Naldinho) e Dickson (Rodolfo Augusto); Wellington Amorim e Fabiano Gadelha (Basílio). Técnico: Lori Sandri

SANTOS

Fábio Costa; Dênis, Marcelo, Ávalos e Carlinhos; Rodrigo Souto, Adriano, Rodrigo Tabata (Fabinho) e Pedrinho; Jonas (Renatinho) e Fabiano (JÚnior). Técnico: Vanderlei Luxemburgo

CARIOCÃO

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MADUREIRA VENCE AMÉRICA
E JÁ ESTÁ NA FINAL,
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MADUREIRA 2 x 1 AMÉRICA
Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Ubiraci Damásio (RJ)
Auxiliares: Carlos Henrique Alves de Lima (RJ) e Manoel do Couto (RJ)
GOLS: Leandro Chaves, aos 24 minutos do primeiro tempo; Marcelo, aos 5 minutos; Odvan, aos 17 minutos do segundo tempo


MADUREIRA
Everton; Wagner (Claudemir), Léo Fortunato, Odvan e Amarildo; André Paulino, Djair, Maicon (Neto) e Zé Augusto; Marcelo e Valdir Papel (Fabio Júnior)
Técnico: Alfredo Sampaio

AMÉRICA
Eduardo, Dênis, Júnior Baiano, André e Maciel; Válber (Douglas), Bruno Lazaroni, Leandro Chaves (Argeu) e André Gomes (Valnei); Junior Amorim e Marco Brito
Técnico: Aílton Ferraz

Madureira vence e está na final da Taça Guanabara
Tricolor vira o jogo contra o América e espera vencedor de Vasco x FlamengoTamanho

RIO DE JANEIRO - O Madureira está na final da Taça Guanabara. O Tricolor venceu de virada o América, neste sábado, no Maracanã, por 2 a 1 e agora espera o vencedor do clássico entre Vasco e Flamengo para saber o adversário na decisão. Os dois rivais se enfrentam neste domingo.

O atacante Marcelo e o zagueiro Odvan marcaram os gols. O Madureira é a única equipe invicta do Campeonato Carioca.

FLA E VASCO DECIDEM VAGA NA FINAL DA TAÇA GB
Clássico deste domingo é marcado pelo mistério de Ney Franco e Renato Gaúcho

sábado, fevereiro 24, 2007

A PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO REPUBLICANA DO BRASIL

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Constituição brasileira de 1891


A República do Brasil foi proclamada em 15 de novembro de 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca. Nesse dia, o marechal entrou no Quartel-General do Exército (hoje Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste, no Rio de Janeiro), montado num cavalo, e terminou com o último Gabinete da Monarquia, que se encontrava em reunião naquele local.

Benjamim Constant começou a conspirar para a derrubada da monarquia no início de novembro de 1889. No dia 11 do mesmo mês, Rui Barbosa, Aristides Lobo, Benjamim Constant e Quintino Bocaiúva, entre outros, conseguiram a adesão do Marechal Deodoro da Fonseca, figura de maior prestígio do Exército que relutara em participar do movimento devido à sua amizade com o imperador. Eles decidiram que o golpe seria efetuado no dia 20 de novembro.

Na manhã de 15 de novembro de 1889, Deodoro, à frente de um batalhão, marchou para o Ministério da Guerra, depondo o Gabinete de Ouro Preto. Não houve resistência. Os revoltosos conseguiram a adesão das tropas governistas. Deodoro, que estava doente, retirou-se para a sua residência e os militares voltaram aos quartéis. Alguns republicanos, entre os quais José do Patrocínio, preocupados com a indefinição do movimento, dirigiram-se à Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, proclamando a República. Patrocínio intitulou-se "proclamador civil da República".

No mesmo dia 15, o decreto número um, redigido por Rui Barbosa, anunciava a escolha da forma de República Federativa, com as antigas províncias constituindo, juntamente com a federação, os Estados Unidos do Brasil, com um governo provisório sendo estabelecido. Com a queda da monarquia, o novo sistema de governo é inaugurado, depois de uma campanha política que dura quase 20 anos

A CONSTITUIÇÃO REPUBLICANA DE 1891

A elaboração da Constituição brasileira de 1891 iniciou-se em 1890. Após um ano de negociações, a sua promulgação ocorreu em 24 de fevereiro de 1891.

Visando fundamentar juridicamente o novo regime, a primeira constituição republicana do país foi redigida à semelhança dos princípios fundamentais da carta norte-americana, embora os princípios liberais democráticos oriundos daquela carta tivessem sido em grande parte suprimidos.

Isto ocorreu porque as pressões das oligarquias latifundiárias, através de seus representantes, exerceram grande influência na redação do texto desta constituição.

Muitos desejavam que o poder fosse mais centralizado, desta forma seria mais fácil a manipulação deste advinda daqueles grupos regionais, à semelhança da forma que agiam no extinto Império.

Embora o Brasil tenha passado a ser uma República, na prática, o poder continuou nas mesmas mãos.

Pontos principais

Promulgada a 1ª Constituição Republicana assumem o poder os Marechais Manuel Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.

Os principais pontos da constituição foram:

Abolição das instituições monárquicas;
Os Senadores deixaram de ter cargo vitalício;
Sistema de governo presidencialista;
O presidente da República passou a ser o chefe do Poder Executivo;
As eleições passaram a ser pelo voto direto, a descoberto (voto aberto);
Os mandatos tinham duração de quatro anos;
Não haveria reeleição;
Os candidatos a voto eletivo seriam escolhidos por homens maiores de 21 anos, com exceção de analfabetos, mendigos, praças de pré e religiosos sujeitos ao voto de obediência;
Ao Congresso Nacional cabia o Poder Legislativo, composto pelo Senado e Câmara de Deputados;
As Províncias passaram a ser Estados de uma Federação com maior autonomia;
Os Estados da Federação passaram a ter suas Constituições hierarquicamente organizadas em relação à Constituição Federal;
Os presidentes das Províncias passaram a ser presidentes dos Estados e eleitos pelo voto direto à semelhança do Presidente da República;
A Igreja Católica foi desmembrada do Estado Brasileiro, deixando de ser a religião oficial do país.
Além disso, consagrava-se a liberdade de associação e de reunião sem armas, assegurava-se aos acusados o mais amplo direito de defesa, aboliam-se as penas de galés, banimento judicial e de morte, instituía-se o habeas-corpus e as garantias de magistratura aos juízes federais (vitaliciedade, inamobilidade e irredutibilidade dos vencimentos).

JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO, nosso padrinho de honra, nasceu a 24 de Fevereiro

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O NOSSO BLOG LEMBRA HOJE
A DATA DE NASCIMENTO DO
NOSSO PADRINHO DE HONRA
JOSÉ ANTONIO HERDEIRO

24 DE FEVEREIRO
DE 1915
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Nesse dia de 1915 o jornal o Globo noticiava

JORNAL O GLOBO
Edição Especial - Número 24 - Preço: 1 CRUZEIRO Director Vasco da Gama-


Nasce JOSE ANTÓNIO HERDEIRO

Presidente português de visita ao Brasil, discursa sobre o nascimento

24 de Fevereiro de 1915
O Presidente da República Portuguesa, Bernardino Machado, proclamou, num breve discurso ao país,via Rádio Amazonas, que hoje será dia de celebração nacional pelo nascimento de JOSE ANTÓNIO HERDEIRO, que nasceu na cidade brasileira de Manaus. Era


evidente o seu contentamento pelo tão aguardado nascimento. Aproveitando a sua visita de Estado ao Brasil, e a coicidência de se encontrar no Amazonas, Bernardino Machado, acompanhado do Presidente da Republica do Brasil Venceslau Braz, visitou o bébé no Hospital Central de Manaus onde reencontrou várias personalidades da sociedade portuguesa e brasileira, entre as quais Ferreira de Castro e Graciliano Ramos , mostrando-se bastante animado. O dia 24 de Fevereiro de 1915 será, a partir de agora, uma data importante no calendário nacional dos dois países irmãos.
Igualmente presente o Presidente do Clube de Regatas Vasco da Gama, Marcilio Teles, profetizou que o menino seria um dia representante do seu Clube em Portugal, e que seria um torcedor cruzmaltino ferrenho.

Principais notícias do mundo neste ano

Publicação, no nº 1 da revista Orpheu, do Manifesto Anti-Dantas, da autoria do escritor português Almada Negreiros.
- O navio Lusitania afunda-se após de ter sido atingido por dois torpedos.
- O paquete Lusitania é afundado pelos alemães na costa irlandesa. Entre as quase 1200 vítimas, 124 são americanas. Os americanos declaram guerra à Alemanha.
- Em Portugal, é constituído o governo liderado por João Chagas que marca o final da ditadura do general Pimentel de Castro.
- Em Portugal, eleição de Bernardino Machado para presidente da República.
- A Itália declara guerra à sua antiga aliada Áustria e junta-se aos Aliados.
- As tropas alemãs puseram em acção a sua nova arma, o gás venenoso de cloro.
- Fim da batalha de Loos, durante a I Guerra Mundial.
- O Czar assume o comando do exército russo.
- A Bulgária torna-se aliada na guerra das potências da Europa Central.
- Cerca de 29 mil pessoas morrem num tremor de terra em Itália.


Fazem anos neste dia...

1500 - Carlos V (imperador do Sacro Império Romano-Germânico)
1786 - Wilhelm Grimm (filólogo, compilador de contos de fadas)
1873 - Enrico Caruso (tenor)
1927 - David Mourão-Ferreira (escritor)
1955 - Alain Prost (piloto de Fórmula I)
1463 - Giovanni Pico della Mirandola, erudito, humanista e filósofo neo-platônico italiano.
1536 - Papa Clemente VIII (m. 1605)
1547 - D.João da Austria, líder militar alemão (m. 1578)
1645 - Johann Ambrosius Bach, músico alemão, pai de Johann Sebastian Bach (m. 1695)
1885 - Chester Nimitz, almirante americano (m. 1966)
1927 - David Mourão-Ferreira, escritor e poeta português
1938 - Phil Knight, empresário e milionário norte-americano
1943 - George Harrison, guitarrista dos Beatles (m. 2001)
1955 - Steve Jobs, co-fundador das empresas Apple Computer, NeXT e Pixar.
1955 - Alain Prost piloto francês de Fórmula 1

Eventos históricos ocorridos em 24 de Fevereiro ao longo da História

303 - O imperador romano Galerio publica o édito para que comece a perseguição aos cristãos numa parte do seu império.
1891 - Promulgada a primeira Constituição republicana do Brasil.
1917 - Primeira Guerra Mundial: O embaixador americano em Londres é informado sobre o telegrama Zimmerman, em que a Alemanha promete ajuda económica e a restituição dos estados do Novo México, Texas e Arizona ao México se esse país declarar guerra aos EUA.
1972 - Incêndio no Edifício Andraus, em São Paulo, deixa 16 mortos.
1984 - Comício pelas Diretas, Já! realizado em Belo Horizonte reúne 250 mil pessoas
1989 - O Ayatollah Ruhollah Khomeini oferece 3 milhões de dólares de recompensa pela morte do autor do livro Os Versículos Satânicos, Salman Rushdie
1991 - Os Estados Unidos iniciam sua ofensiva terrestre contra o Iraque devido à invasão do Kuwait.
1997 - O cientista Ian Wilmut, do Instituto Roslin, na Escócia, anuncia a existência da ovelha Dolly, primeiro mamífero clonado a partir de uma célula de um animal adulto.

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

ZECA AFONSO deixou-nos há 20 anos

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ZECA AFONSO FOI UM GÉNIO
DA MÚSICA NO PORTUGAL
PRÉ E REVOLUCIONÁRIO.
MAS ELE FOI MUITO ALÉM
DA CANÇÃO DE INTERVENÇÃO,
ELE PRODUZIU DA MELHOR
MÚSICA E POEMAS DA HISTÓRIA
DA MUSICA EM PORTUGAL.

O NOSSO BLOG PRESTA-LHE
UMA HOMENAGEM AO LEMBRÁ-LO
NA DATA QUE COMEMORA
OS 20 ANOS DO SEU DESAPARECIMENTO
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O cantor José Afonso vai ser alvo esta sexta-feira de diversas homenagens, entre as quais uma realizada pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), no dia em que se assinalam 20 anos sobre a sua morte, refere a Lusa.

A iniciativa da SPA vai juntar o presidente e o vice- presidente da Sociedade, Manuel Freire e José Jorge Letria, respectivamente, e ainda dos músicos José Niza, Francisco Fanhais e Luiz Goes.

A homenagem termina com o cantor Samuel a interpretar músicas do poeta e compositor José Afonso.

«Tributo a José Afonso» é o nome de outra homenagem que vai decorrer no Mercado da Ribeira, também em Lisboa, com a presença dos Cantadores de Rusga, Jorge Jordan, Mingo Rangel, Rogério Charraz e ainda do actor Jorge Castro, que vai fazer a leitura de alguns poemas.

Em Odivelas, a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal bem como a Associação José Afonso organizaram um colóquio onde se vai falar sobre o papel do autor na cultura e na sociedade portuguesa.

Os cantores Vitorino, Janita Salomé e José Carvalho participam num concerto de homenagem a José Afonso no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.

Também em Guimarães, os 20 anos sobre a morte do compositor vão ser assinalados com uma exposição «O que faz falta» e uma teatralização da vida e obra do músico.

No Café Central da Guarda será feita a homenagem: «As palavras e a música do poeta de Abril».

No rol das iniciativas consta ainda uma romagem à campa de José Afonso, em Setúbal.

Quinta-feira, os partidos políticos com assento no Parlamento lembraram o músico Zeca Afonso e aprovaram por unanimidade um voto, que considera que o Parlamento não seria «a casa da democracia» sem o contributo do seu som.

No final da leitura do voto pela mesa do Parlamento, os deputados aplaudiram o autor da canção «Grândola, Vila Morena», que foi na madrugada de 25 de Abril de 1974 a senha do Movimento das Forças Armadas (MFA) para o derrube do regime ditatorial.

O cantor José Afonso, o autor de «Grândola, Vila Morena», senha da revolução de 25 de Abril de 1974, que esteve na base da queda da ditadura, morreu no dia 23 de Fevereiro de 1987 com 57 anos.

Nascido em Aveiro, a 02 de Agosto de 1929, José Afonso cresceu entre Angola, Moçambique, Belmonte e Coimbra, onde frequentou o Liceu D. João III e a Faculdade de Letras e onde se iniciou também na balada, com o mestre da guitarra Flávio Rodrigues.

Em 1983, foi-lhe diagnosticada a esclerose múltipla, de que viria a falecer, e foi nesse ano que José Afonso realizou os últimos espectáculos ao vivo, nos Coliseus de Lisboa e Porto, sendo então editados «José Afonso Ao Vivo no Coliseu» e «Como Se Fora Seu Filho

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por Zeca Afonso, foi um cantor e compositor de música de intervenção português. Escreveu, entre outras coisas, música de crítica à ditadura fascista que vigorou em Portugal desde 1933 até 1974.

Biografia
Foi criado pela tia Gé e pelo tio Xico, numa casa situada no Largo das Cinco Bicas, em Aveiro, até aos 3 anos (1932), altura em que foi viver com os pais e irmãos, que estavam em Angola havia 2 anos.

A relação física com a natureza causou-lhe uma profunda ligação ao continente africano que se reflectirá pela sua vida fora. As trovoadas, os grandes rios atravessados em jangadas, a floresta esconderam-lhe a realidade colonial. Só anos mais tarde saberá o quão amarga é essa sociedade, moldada por influências do "apartheid".

Em 1937, volta para Aveiro onde é recebido por tias do lado materno, mas parte no mesmo ano para Moçambique, onde se reencontra com os pais e irmãos em Lourenço Marques (agora Maputo), com quem viverá pela última vez até 1938, data em que vai viver com o tio Filomeno, em Belmonte.

O tio Filomeno era, na altura, presidente da câmara de Belmonte. Lá, completou a instrução primária e viveu o ambiente mais profundo do Salazarismo, de que seu tio era fervoso admirador. Ele era pro-franquista e pró-hitleriano e levou-o a envergar a farda da Mocidade Portuguesa. "Foi o ano mais desgraçado da minha vida", confidenciou Zeca.

Zeca Afonso vai para Coimbra em 1940 e começa a cantar por volta do quinto ano no Liceu D. João III. Os tradicionalistas reconheciam-no como um bicho que canta bem. Inicia-se em serenatas e canta em «festarolas de aldeia». O fado de Coimbra, lírico e tradicional, era principalmente interpretado por si.

Os meios sociais miseráveis do Porto, no Bairro do Barredo, inspiraram-lhe para a sua balada «Menino do Bairro Negro». Em 1958, José Afonso grava o seu primeiro disco "Baladas de Coimbra". Grava também, mais tarde, "Os Vampiros" que, juntamente com "Trova do Vento que Passa" (um poema de Manuel Alegre, musicado e cantado por Adriano Correia de Oliveira) se torna um dos símbolos de resistência antifascista da época. Foi neste período (1958-1959) professor de Francês e de História na Escola Comercial e Industrial de Alcobaça.

Em 1964, parte novamente para Moçambique, onde foi professor de Liceu, desenvolvendo uma intensa actividade anticolonialista o que lhe começa a causar problemas com a polícia política pela qual será, mais tarde, detido várias vezes.

Quando regressa a Portugal, é colocado como professor em Setúbal, mas, devido ao seu activismo contra o regime, é expulso do ensino e, para sobreviver, dá explicações e grava o seu primeiro álbum, "Baladas e Canções".

Entre 1967 e 1970, Zeca Afonso torna-se um simbolo da resistência democrática. Mantem contactos com a LUAR e o PCP o que lhe custará várias detenções pela PIDE. Continua a cantar e participa, em 1969, no 1º Encontro da "Chanson Portugaise de Combat", em Paris e grava tambem o LP "Cantares do Andarilho", recebendo o prémio da Casa da Imprensa pelo melhor disco do ano, e o prémio da melhor interpretação. Zeca Afonso passa a ser tratado nos jornais pelo anagrama Esoj Osnofa em virtude de ser alvo de censura.

Em 1971, edita "Cantigas do Maio", no qual surge "Grândola Vila Morena", que será mais tarde imortalizada como um dos símbolos da revolução de Abril. Zeca participa em vários festivais, sendo também publicado um livro sobre ele e lança o LP "Eu vou ser como a toupeira". Em 1973 canta no III Congresso da Oposição Democrática e grava o álbum "Venham mais cinco".

Após a Revolução dos Cravos continua a cantar, grava o LP "Coro dos tribunais" e participa em numerosos "cantos livres". A sua intrevenção política não pára, tornou-se um admirador do período do PREC e em 1976 apoia Otelo Saraiva de Carvalho na sua candidatura à presidência da república.

Os seus últimos espectáculos decorrem nos Coliseus de Lisboa e do Porto, em 1983, quando Zeca Afonso já se encontrava doente. No final deste ano, é-lhe atribuida a Ordem da Liberdade, mas o cantor recusa (mais tarde, em 1994, é feita nova tentativa a título póstumo, mas a sua mulher recusa, dizendo que, se o marido a não tinha aceitado em vida, não seria depois de morto que a iria receber).

Em 1985 é editado o seu último álbum de originais, "Galinhas do Mato", em que, devido ao avançado estado da doença, José Afonso não conseque cantar a totalidade das canções. Em 1986, já em fase terminal da sua doença, apoia a candidaduta de Maria de Lurdes Pintassilgo à presidência da república.

José Afonso morreu no dia 23 de Fevereiro de 1987, no Hospital de Setúbal, às 3 horas da madrugada, vítima de esclerose lateral amiotrófica. Será certamente recordado como um resistente que conseguiu trazer a palavra de protesto antifascista para a música popular portuguesa e também pelas suas outras músicas, de que são exemplo as suas baladas.





Discografia
Balada do Outono (1960, EP)
Baladas de Coimbra (1962, EP)
Ó vila de Olhão (1964, single)
Cantares de José Afonso (1964, EP)
Baladas e canções (1964)
Cantares de andarilho (1968)
Contos velhos rumos novos (1969)
Menina dos olhos tristes (1969, single)
Traz outro amigo também (1970)
Cantigas do Maio (1971)
Eu vou ser como a toupeira (1972)
Venham mais cinco (1973)
Coro dos tribunais (1974)
Viva o poder popular (1974, single)
Grândola, vila morena (1974, EP)
Com as minhas tamanquinhas (1976)
Enquanto há força (1978)
Fura fura (1979)
Ao vivo no Coliseu (1983, álbum duplo)
Como se fora seu filho (1983)
Galinhas do mato (1985)

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

portugueses na taça uefa

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BENFICA E BRAGA, OS CLUBES
PORTUGUESES AINDA NA TAÇA
UEFA VENCERFAM OS SEUS
JOGOS E FORAM AMBAS APURADAS.

DINAMO DE BUCARESTE-BENFICA..1-2
PARMA-BRAGA...0-1


NO JOGO DO BENFICA, ANDERSON , ANTIGO JOGADOR DO TIMÃO FACTURA

Confira todos os jogos (classificados em negrito; soma de ida e volta ao lado):

AZ Alkmaar (HOL) 2 x 2 Fenerbahçe (TUR) - (5 x 5)
Blackburn (ING) 0 x 0 Bayer Leverkusen (ALE) - (2 x 3)
Nancy (FRA) 0 x 1 Shakhtar Donetsk (UCR) - (1 x 2)
Ajax (HOL) 3 x 1 Werder Bremen (ALE) - (3 x 4)
Maccabi Haifa (ISR) 1 x 0 CSKA Moscou (RUS) - (1 x 0)
Paris Saint-Germain (FRA) 2 x 0 AEK Atenas (GRE) - (4 x 0)
Dínamo Bucareste (ROM) 1 x 2 Benfica (POR) - (1 x 3)
Sevilla (ESP) 1 x 0 Steaua Bucareste (ROM) - (3 x 0)
Celta de Vigo (ESP) 2 x 1 Spartak Moscou (RUS) - (3 x 2)
Newcastle (ING) 1 x 0 Zulte-Waregem (BEL) - (4 x 1)
Parma (ITA) 0 x 1 Sporting Braga (POR) - (0 x 2)
Panathinaikos (GRE) 0 x 0 Lens (FRA) - (1 x 3)
Glasgow Rangers (ESC) 4 x 0 Hapoel Tel Aviv (ISR) - (5 x 2)
Espanyol (ESP) 2 x 0 Livorno (ITA) - (4 x 1)
Osasuna (ESP) 1 x 0 Bordeaux (FRA) - (1 x 0)

O BRAGA VENCE COM GOLO DE BRASILEIRO

Brasileiro marca e Braga avança na Copa da Uefa
Diego, ex-Cruzeiro, foi herói na vitória por 1 a 0 sobre o Parma, nesta parma, Itália - No primeiro jogo, o brasileiro Zé Carlos fez o gol da vitória do Braga sobre o Parma. Nesta quinta-feira, foi a vez de seu compatriota Diego ser o herói da classificação da equipe portuguesa na vitória por 1 a 0 sobre a equipe italiana pela Copa da Uefa.

Diego, que defendeu o Cruzeiro, substituiu Zé Carlos no segundo tempo, quando o Braga tinha um jogador a menos, após a expulsão de Frechaut. O gol do brasileiro aconteceu aos 44 minutos. Foi a primeira partida do técnico Jorge Costa no comando da equipe portuguesa, que fará o duelo com o Tottenham nas oitavas