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terça-feira, junho 19, 2007

Os Filmes da História Luso-Brasileira

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SENDO HOJE 19 DE JUNHO
DIA DO CINEMA BRASILEIRO
APROVEITAMOS PARA UMA
ABORDAGEN AO CINEMA
LUSO-BRASILEIRO

Os Filmes da História Luso-Brasileira

fonte - Artigo de José de Matos-Cruz

Em pouco mais de um século, desde o primórdio das imagens animadas, as cinematografias portuguesa e brasileira lograram, historicamente, importantes lances de aproximação e convergência. Ao que se sabe, o próprio pioneiro Aurélio da Paz dos Reis, em 1896, se interessou pela «última maravilha do Século XIX», como exaltava a propaganda comercial, na expectativa de revelar as inovadoras «tomadas de vista» além-Atlântico - onde, aliás, já eram conhecidas. E, a partir de 1913, o nosso Silvino Santos prestigiou-se, viajante aventureiro, como «o cinegrafista do Amazonas». Nas artes da ficção, Chianca de Garcia prosseguiu no Rio de Janeiro, durante os anos ’40, uma actividade fulgurante, iniciada em Lisboa. Eis tópicos de abordagem específica, a detalhar, sobre Um Imaginário Luso-Brasileiro - incluindo a representação dos nossos realizadores fundamentais, Leitão de Barros (Vendaval Maravilhoso - 1949), Manoel de Oliveira (Palavra e Utopia - 2000).

Mais significativos quanto ao investimento feito pelo país irmão, mas todos em si determinantes para a abordagem de um passado comum, eis Os Filmes da História Luso-Brasileira:



1917

O GRITO DO IPIRANGA - INDEPENDÊNCIA OU MORTE

35 mm - pb - 3000 mt. Realização: - Giorgio Lambertini. Produção: - Ipiranga Filme (Brasil). Autor Original: - Eugênio Egas. Fotografia: - Antonio Campos. Estreia: - Central (São Paulo). Data Estreia: - 23 Jun 1917.

Intérpretes/Personagens: - Achiles Lambertini (Imperador D. Pedro I), Luisa Lambertini (D. Domitila), Vitória Lambertini (Noiva do Chalaça), Giorgio Lambertini, Emma Lambertini, Zacharias Yaconelli.

Os factos históricos que desencadearam a Independência do Brasil, entremeando episódios romanescos e cenas populares da época colonial.

Observações: - Produção brasileira. Incidências da história portuguesa no Século XIX.



1937

O DESCOBRIMENTO DO BRASIL


35 mm - pb - 1700 mt - 62 mn. Realização: - Humberto Mauro. Produção: - Instituto do Cacau da Bahia (Brasil). Consultores Históricos: - Roquette Pinto, Affonso Taunay, Bernardo José de Sousa, Pedro Sizing. As Realização: - Bandeira Duarte. Diálogos: - Bandeira Duarte. Fotografia: - Humberto Mauro. Op Imagem: - Manoel Ribeiro, Alberto Botelho. Cenários: - (Miniaturas) José Queiroz. Cabeleireiro: - O. de Assis. Fot de Cena: - Paes. Música: - Villa Lôbos. Coreografia: - Marcio Queiroz. Estúdios: - Cinédia. Direc Estúdios: - Luiz de Barros. Exteriores: - Ilhas do Governador e d'Água, Praia da Freguesia, Campo Grande. Lab Imagem: - Brasil Vita Film. Reg Som: - Cinédia, Cine Som Estúdios (Rio de Janeiro). Produção Exec: - Alberto Campíglia. Orientação Geral: - Ignacio Tosta Filho. Distribuição: - Sociedade Importadora de Filmes/SIF. Estreia: - Coliseu. Data Estreia: - 7 Jan 1939.

Intérpretes/Personagens: - Álvaro Costa (Pedro Álvares Cabral), Manoel Rocha (Pero Vaz de Caminha), Alfredo Silva (Frei Henrique de Coimbra), Reginaldo Calmon e Aracati (Índios), João de Deus (Ayres Correia), Arthur de Oliveira (Pedro Escobar), João Silva e Arthur Castro (Frades), J. Silveira (Mareante), De Los Rios (Duarte Pacheco), Armando Duval (Nicolau Coelho, Bartolomeu Dias), Helio Barrozo Netto (Edgar), Costa Henrique (Marinheiro), Humberto Mauro (Português).

Ilustração da Carta de Pero Vaz de Caminha, ao Rei de Portugal, incluindo a primeira missa.

Observações: - Reflexos da história portuguesa no século XVI. Uma das mais elevadas produções brasileiras da época, e filme pioneiro ao nível das reconstituições históricas - destacando-se a reprodução da nau de Pedro Álvares Cabral, em tamanho natural e com detalhes.



1941

A EXPOSIÇÃO DO MUNDO PORTUGUÊS

35 mm - pb - 1732* mt - 62 mn. Realização: - António Lopes Ribeiro. Produção: - Secretariado da Propaganda Nacional/SPN. * Versão do SPN: - 750 mt - 27 mn. As Realização: - Carlos Filipe Ribeiro. Texto: - António Lopes Ribeiro. Fotografia: - Octávio Bobone, Manuel Luís Vieira, Artur Costa de Macedo, Salazar Diniz. Direc de Som: - J. Sá Nobre. Locução: - António Lopes Ribeiro. Música: - Frederico de Freitas. Montagem: - Vieira de Sousa. Data Rodagem: - Out/Nov 1940. Lab Imagem: - Lisboa Filme. Reg Som: - Lisboa Filme. Distribuição: - Sociedade Portuguesa de Actualidades Cinematográficas/SPAC.

A Exposição do Mundo Português - de que foram Comissário-Geral Augusto de Castro, Comissário-Adjunto Sá e Melo, Arquitecto-Chefe Cottinelli Telmo. Inauguração pelo Chefe do Estado Oscar Carmona, acompanhado pelo Presidente do Conselho Oliveira Salazar, e pelo Ministro das Obras Públicas Duarte Pacheco. Outras personalidades, como o Cardeal Gonçalves Cerejeira. O interior de cada pavilhão - repositório ilustrado da História de Portugal, desde a fundação da nacionalidade. O Pavilhão do Brasil - único país estrangeiro ao qual foi concedido figurar. Aldeias indígenas no Jardim do Ultramar, anexo à Exposição.



1941

O GRANDE AMOR DE D. PEDRO DE BRAGANÇA

EMBRUJO

35 mm - pb - 2750 mt - 100 mn. Realização: - Enrique T. Susini. Produção: - Lumiton Cinematografica (Argentina). Argumento: - Enrique T. Susini, Pedro Miguel Obligado. Música: - George Andreani. Danças por: - Maria Ruanova. Distribuição: - Filmes Castello Lopes. Estreia: - Condes. Data Estreia: - 8 Jan 1944.

Intérpretes/Personagens: - Georges Rigaud (D. Pedro), Alicia Barrie (Domitila de Castro), Pepita Serrador, Ernesto Vilches, Santiago Gómez Con, Carlos Tajes, Maria Ruanova, Amery Darbon, Pablo Donadio, Carlos Bouhier, Pablo Lagarde, Bola de Nieve.

A paixão - ou lenda histórica? - do rei D. Pedro IV de Portugal, que proclama a independência do Brasil. Será o primeiro imperador, e afeiçoa-se a Domitila de Castro - que, após a morte da esposa, recusa casar com ele, pelo bem do novo país...



1948

INCONFIDÊNCIA MINEIRA

35 mm - pb - l/m. Realização: - Carmen Santos. Produção: - Brasil Vita Filmes (Brasil). As Realização: - Manoel Rocha. Argumento: - Henrique Pongetti. Texto: - Autos da Devassa. Planif, Seq: - Humberto Mauro, Carmen Santos. Fotografia: - Edgar Brasil. Op Imagem: - Rui Santos. Direc de Som: - Vítor Barros. Música: - Francisco Braga. Coreografia: - Manoel Monteiro. Montagem: - Watson Macedo. Produção Exec: - Carmen Santos.

Intérpretes: - Rodolfo Mayer, Carmen Santos, Roberto Lupo, Osvaldo Loureiro, Augusto R. Chaves, Antonia Marzullo, Luiza B. Leite, Paulo Porto, Célia Maria, Alexandre Alencastro, Alvaro Souza, Anselmo Duarte, Antonio Laio, Armando Louzada, Ataíde Ribeiro, Bandeira Melo, Benjamin Oliveira, Drumond Filho, Brandão Filho, Caetano Junior, Fialho Almeida, Floriano Faissal, Frederico Rosa, Graça Melo, Jorge Doria, Jota Silveira, Leonardo Jorge, Mafra Filho, Manoel Monteiro, Manoel Rocha, Nelson Oliver, Osvaldo Louzada, Pedro Dias, Restier Junior, Roberto Acacio, Vítor Drumond, Sadi Cabral.

A Inconfidência Mineira - conspiração independentista do século XVIII, em Minas Gerais, centro de riquezas coloniais. Embora torturado, para que revele a sua intervenção, na mais vasta conjura contra a coroa portuguesa, Tiradentes assume-se como único responsável, sendo condenado à morte...

Observações: - Colonização portuguesa no Brasil (Século XVIII).



1957

A VIAGEM PRESIDENCIAL AO BRASIL

35 mm - c - 1797 mt - 65 mn. Realização: - António Lopes Ribeiro. Produção: - Sociedade Portuguesa de Actualidades Cinematográficas/SPAC, Produtores Associados. Colaboração Técnica: - Serviços das "Imagens de Portugal". Texto: - António Lopes Ribeiro. Fotografia: - Aquilino Mendes, Abel Escoto, Perdigão Queiroga. Locução: - Raul Feio. Montagem: - António Lopes Ribeiro. Data Rodagem: - 1957. Lab Imagem: - Tobis Portuguesa. Direc Produção: - António Lopes Ribeiro. Distribuição: - Sociedade Portuguesa de Actualidades Cinematográficas/SPAC.

Visita oficial ao Brasil do Chefe do Estado - Craveiro Lopes, acompanhado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros - Paulo Cunha, e respectivas mulheres. Aspectos: Baía - parada militar, cortejo histórico; embarque no " Almirante Barroso", até ao Rio de Janeiro, aguardado por Juscelino Kubistscheck de Oliveira; visita ao Prefeito de Guanabara - Negrão de Lima; missa na Igreja da Candelária; almoço no Hipódromo da Gávea - concurso hípico; banquete no Clube Ginástico Português; jantar em casa de Roberto Marinho - director de "O Globo"; parada militar em Copacabana; assinatura da Declaração Conjunta que regulamenta o Tratado de Amizade e Consulta; coroa no monumento ao Almirante Barroso; visita a Petrópolis; Rio - desfile atlético e festa no Clube de Regatas Vasco da Gama; jantar e recepção oferecida por Craveiro Lopes no Palácio das Laranjeiras; Belo Horizonte, São Paulo - recepção por Jânio Quadros e Ademar de Barros, Curitiba, Porto Alegre; obras de Brasília; Manaus, passeio no Rio Negro, desfile cívico e militar em Belém, Recife - reconstituição de carnaval pernambucano. Chegada a Lisboa e aclamação popular.



1960

I ACAMPAMENTO INTERNACIONAL DA MOCIDADE PORTUGUESA

16 mm - pb - 570 mt - 52 mn. Produção: - Organização Nacional da Mocidade Portuguesa. Data Rodagem: - 1960.

Montagem do Acampamento Internacional da Mocidade Portuguesa, integrado nas Comemorações Henriquinas; cerimónias de inauguração pelo Ministro da Educação Nacional, Leite Pinto. Delegações dos Estados Unidos da América, França, Japão, Espanha, Brasil, Paquistão; visitas ao Acampamento do Chefe do Estado - Américo Thomaz, e do Presidente do Conselho - Oliveira Salazar. Chegada do Presidente brasileiro Kubitscheck de Oliveira; desfile naval de Sagres; visita dos acampados aos monumentos de Belém, ao Jardim Zoológico; seu desfile na Avenida da Liberdade.



1970

PINDORAMA

35 mm - c - 2750 mt - 100 mn. Realização: - Arnaldo Jabor. Produção: - Vera Cruz, Kamera Filmes, Arnaldo Jabor, Screen Gems, Columbia Pictures (Brasil). Argumento: - Arnaldo Jabor. Planif/Seq: - Arnaldo Jabor. Fotografia: - Affonso Beato. Decoração: - Luiz Carlos Ripper. Música: - Guilherme Magalhães Vaz. Montagem: - João Ramiro Mello, Arnaldo Jabor. Produção Exec: - Walter Hugo Khouri, William Khouri.

Intérpretes/Personagens: - Maurício do Valle, Itala Nandi, Jesus Pingo, Hugo Carvana, José de Freitas, Wilson Grey, Vinicius Salvatore, Tep Kahok, Maria Regina, Manuel do Caveira.

No século XVI, inicia-se a colonização portuguesa do Pindorama - nome indígena, mítico, do Brasil. Um antigo governador, adepto de um regime forçado para impor a civilização, é chamado ao poder por emissário do rei. Encontra a cidade arruinada, às mãos de um potentado explorador e epicuriano, que deixa certa liberdade aos índios. Um poeta anarquista vai semear a revolta, mas a luta apenas beneficia os políticos, e desencadeia um massacre...

Observações: - Colonização Portuguesa no Brasil, séculoXVI.



1972

OS INCONFIDENTES
LA CONGIURA

35 mm - c - 2100 mt - 75 mn. Realização: - Joaquim Pedro de Andrade. Produção: - Filmes do Serro, Grupo Filmes, Mapa Filmes, J.P. Andrade (Brasil), Radiotelevisão Italiana/RAI (Itália). As Realização: - Gilberto Loureiro. Argumento: - Joaquim Pedro de Andrade, Eduardo Escorel. Fonte: - Autos da Devassa. Texto: - (Poemas) Tomás Antonio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa, Alvarenga Peixoto. Obra Original: - "O Romanceiro da Inconfidência". Autor Original: - Cecília Meireles. Fotografia: - Pedro de Moraes. Op Imagem: - Antonio Ventura. Decoração: - Anísio Medeiros. Vestuário: - Teresa Nicolau. Direc de Som: - Juarez D. Costa. Mús Canções: - ("Aguarela do Brasil") Ary Barroso, ("Farolito") Agustín Lara. Canções por: - Tom Jobim, João Gilberto. Montagem: - Eduardo Escorel. Exteriores: - Ouro Preto (Brasil). Direc Produção: - Carlos A. Prates Correia. Distribuição: - Animatógrafo. Estreia: - Universal. Data Estreia: - 11 Nov 1975.

Intérpretes/Personagens: - José Wilker (Tiradentes), Luíz Linhares (Tomás António de Gonzaga), Paulo César Pereio (Bueno da Silveira), Fernando Torres (Cláudio Manuel da Costa), Carlos Kroeber (Alvarenga Peixoto), Nelson Dantas (Visconde), Carlos Gregorio (Padre), Margarida Rey (Marília), Suzana Gonçalves (D. Maria I), Teresa Medina, Fábio Sabag, Wilson Grey, Roberto Maia.

A Inconfidência Mineira - conspiração independentista do século dezoito, em Minas Gerais, centro das riquezas coloniais. Do grupo, faziam parte poetas e nobres, incluindo o padre e o coronel da guarnição. O dentista Tiradentes é torturado, para que divulgue a sua participação, na conjura contra a coroa portuguesa; os cúmplices haviam já confessado, negando responsabilidades próprias. Tiradentes é o único a assumir-se plenamente, sendo condenado à morte. A memória do mártir...

Observações: - Colonização portuguesa no Brasil (Século XVIII).



1972

INDEPENDÊNCIA OU MORTE

35 mm - c - 2950 mt - 108 mn. Realização: - Carlos Coimbra. Produção: - Cinedistri (Brasil). Argumento: - Anselmo Duarte, Carlos Coimbra, Dionísio Azevedo, Lauro César Muniz. Planif/Seq: - Abílio Pereira de Almeida. Fotografia: - Rudolf Icsey. Decoração: - Campelo Neto. Música: - Chico Morais, Wilson Miranda. Montagem: - Carlos Coimbra. Produção Exec: - Oswaldo Massaini.

Intérpretes/Personagens: - Tarcísio Meira, Glória Menezes, Dionísio Azevedo, Kate Hansen, Emiliano Queiroz, Manoel de Nobrega, Heloisa Helena , Labanca, Renato Restier, Anselmo Duarte, Jairo Arco e Flecha, Abílio Pereira de Almeida, Vanja Orico, José Lewgoy, Carlos Imperial, Sérgio Hingst, Rodolfo Arena, Clovis Bornay, Lola Brah.

A vida do imperador D. Pedro I do Brasil - desde a infância, até à abdicação (1831). Destaque para o grito da independência, nas margens do Rio Ipiranga, e as aventuras amorosas do monarca; suas relações com a Marquesa de Santos e a Imperatriz Leopoldina.

Observações: - O rei D. Pedro IV de Portugal, primeiro imperador do Brasil.



1974

HISTÓRIA DO BRASIL

35 mm - pb - 4300 mt - 158 mn. Realização: - Glauber Rocha, Marcos Medeiros. Produção: - Tricontinental (Brasil), Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematografica/ICAIC (Cuba), Renzo Rossellini (Itália). Argumento: - Glauber Rocha, Marcos Medeiros. Locução: - (Narrador) Jirges Ristum, (Off) Glauber Rocha, Marcos Medeiros. Montagem: - Glauber Rocha, Marcos Medeiros. Ante-Estreia: - Cinemateca Portuguesa. Data Ante-Estreia: - 11 Jun 1987.

Uma história crítica e dialéctica do Brasil, desde a época de Cristovão Colombo. Desembarque dos Portugueses; Bartolomeu Dias enterra uma cruz e uma espada na praia. Cartas geográficas, povos e animais. Divisão territorial em capitanias. Missionação: Nóbrega e Anchieta. Companhia das Índias Ocidentais. Escravização dos indígenas. O Aleijadinho. Conjura do Tiradentes. Os bandeirantes; garimpeiros de Minas Gerais. Garibaldi em Santa Catarina. Latifúndios. O Século XX e a colonização americana duma "sociedade luso-africana".

Observações: - Aspectos da presença portuguesa no Brasil.



1978

ANCHIETA, JOSÉ DO BRASIL

35mm - c - 4100 mt - 150 mn. Realização: - Paulo Cezar Saraceny. Produção: - Santana Produtora, Embrafilme, P.C. Saraceni, Sergio Saraceni (Brasil). Argumento: - Paulo Cezar Saraceni, Marcos Konder Reis, Humberto Mauro. Fotografia: - Marco Bottino. Decoração: - Ferdy Carneiro. Música: - Sérgio Guilherme Saraceni. Montagem: - Ricardo Miranda. Ante-Estreia: - Casino - 12º Festival de Cinema da Figueira da Foz. Data Ante-Estreia: - Set 1983.

Intérpretes/Personagens: - Ney Latorroca (José de Anchieta), Luiz Linhares (Manoel da Nóbrega), Maurício do Valle (João Ramalho), Joel Barcellos (Tibirica), Hugo Carvana (Diogo Álvares), Paulo César Pereio (Jeandes Bolés), Maria Gladys, Vera Barreto Leite, Ana Maria Magalhães, Roberto Bonfim, Ana Maria Miranda, Dedé Veloso, Manfredo Colassanti, Carlos Kroeber, Wilson Grey, António Carnera, A. Fregolente, Rui Pollanah.

Chegado ao Brasil em 1553, o padre José de Anchieta aprende a língua dos índios Tupi, elabora uma gramática, observa os costumes e classifica a flora local, evitando atritos com os colonos. Durante a intervenção francesa, negoceia a paz e ocupa-se dos Tamoios, com o padre Manoel da Nóbrega. A escravatura compromete o seu apostalado, mas Anchieta converte-se numa figura mítica...

Observações: - A colonização portuguesa no Brasil (Século XVI).



1988

IL GIOVANE TOSCANINI
YOUNG TOSCANINI

35 mm - c - 3300 mt - 120 mn. Realização: - Franco Zeffirelli. Produção: - Paisà; Carthago Films, Canal +, Fr3, La Sept (França), Italian International Pictures, RAI (Itália), TBA Films (Turquia). Orçamento Divulgado: - (Portugal) 130.000 contos. Argumento: - William H. Stadiem, Meno Menjes. Fotografia: - Daniele Nannuzzi. Decoração: - Andrea Crisanti, Enrico Fiorentini, Angelo Santucci. Vestuário: - Tom Rand. Direc Musical: - Eugene Khon. Montagem: - Jim Clark, Brian Oats, Franca Silvi, Amadeo Giomini. Interiores: - Teatro Nacional de São Carlos, Palácio Sottomayor (Figueira da Foz), navio "Gil Eanes". Exteriores: - Lisboa - Praça do Príncipe Real, Porto. Data Rodagem: - Mar/Abr-Set/Out 1987. Produção Exec: - (Portugal) Maria do Carmo Moser; Fulvio Lucisano, Tarak Ben Ammar. Direc Produção: - (Portugal) Manuel Costa e Silva, Giuseppe Pisciotto. Patrocínio: - Radiotelevisão Portuguesa/RTP. Distribuição: - (Internacional) Canon. Apresentação: - Festival de Veneza. Data Apresentação: - 5 Set 1988.

Intérpretes/Personagens: - C. Thomas Howell (Arturo Toscanini), Elizabeth Taylor (Nadina Bulichoff), Sophie Ward (Margheritta), Pat Heywood (Mãe Allegri), John Rhys-Davies (Claudio Rossi), Philippe Noiret (D. Pedro II), Franco Nero (Claudio Toscanini), Irma Capece Minutuolo (Mantelli), Nicholas Chagrin, Leon Lisseck, Carlo Bergonzi, Giovanna Stella La Nocita, Simon Gregor, Elsa Agalbato.

A juventude do compositor Arturo Toscanini (1867-1957). Em 1883, com dezoito anos, presta uma audição em La Scala de Milão, perante um comité de selecção pouco interessado. Acusado de falta de respeito, perde o emprego, mas conquista a admiração do empresário Claudio Rossi, com quem fará uma digressão pela América Latina. Desembarcando no Rio de Janeiro, Arturo enfrenta uma árdua missão: garantir ensaios com a diva Nadina Bulichoff, amante de D. Pedro II, Imperador do Brasil...

Observações: - Co-produção luso-franco-ítalo-turca. Rodagem em Portugal.



1994

CARLOTA JOAQUINA, PRINCESA DO BRASIL

35 mm - c - 2750 mt - 100 mn. Realização: - Carla Camuratti. Produção: - Camuratti & De Felippes (Brasil). Argumento: - Angus Mitchell, Carla Camuratti. Sequência: - Melanie Dimantas, Carla Camuratti. Fotografia: - Breno Silveira. Cenários: - Tadeu Burgos, Emília Duncan. Figurinos: - Tadeu Burgos, Emília Duncan. Montagem: - Cezar Migliorin, Martha Luz. Produção Exec: - Carla Camuratti, Bianca De Felippes. Apresentação: - Cinemateca Portuguesa. Data Apresentação: - 20 Jul 1998.

Intérpretes/Personagens: - Marieta Severo (Carlota Joaquina), Marco Nanini (D. João VI), Ludmilla Dayer, Brent Hiett, Maria Fernanda, Marcos Palmeira, Eliana Fonseca, Aldo Leite, Bel Kutner, Vera Holtz, Thales Pan Chacon.

Espanha, 1785. Carlota Joaquina, uma infanta que foi prometida ao futuro Rei D. João VI, quando tinha dez anos de idade, recebe o retrato do futuro esposo e é obrigada a partir para Portugal, levando consigo a sua herança familiar. Chegando ao novo país, Carlota sofre uma enorme decepção, ao encontrar o "prometido" - gerando muitas brigas, infidelidades e vários filhos. Com a morte de D. José, herdeiro do trono português e declarada a insanidade de D. Maria I, Carlota Joaquina e D. João VI assumem a coroa lusitana. Porém, assustados com a Revolução Francesa e a aproximação do exército de Napoleão, resolvem fugir para a colónia do Brasil...

Observações: - Produção brasileira. Reflexos da História de Portugal no Século XVIII.



1999

HANS STADEN - LÁ VEM NOSSA COMIDA PULANDO

35 mm - c - 2530 mt - 92 mn. Realização: Luiz Alberto Pereira. Produção: - JN Produção Audiovisual; LapFilme (Brasil). As Realização: - Tereza Landgraf, Carlos Rao, Roger Palleja. Argumento: - Luiz Alberto Pereira. Consultor Histórico: - Carlos Rao. Linguista: - Helder Perry. Fotografia: - Uli Burtin. As Imagem: - Iana Ferreira. Op Vídeo: - (As) Rita Palma. Electricistas: - (Chefe) Helder Mendes, Pedro Curto. Maquinistas: - (Chefe) Vitor Barroso, Pedro Miguel. Direc Artística: - Francisco Andrade, (As) Ruth Segovia. Aderecista: - Thelma Vanessa de Jerusalém. Figurinista: - Cleide Fayad. Caracterização: - Sonia Regina da Silva. Anotação: - Arnaldo Zidan. Fot Cena: - Ivo Canelas. Direc de Som: - Jorge Vaz. As Som: - António Pedro Figueiredo/Copi. Música: - Marlui Miranda. Rodagem em Portugal: - Porto, Lisboa. Data Rodagem: - (Portugal) Out 1998. Material Eléctrico: - Cinemate. Produtores: - Luiz Alberto Pereira, (Portugal) Jorge Neves, (Espanha) Sonia Llera. Direc Produção: - Ivan Teixeira, (Portugal) Henrique Espírito Santo. As Produção: - Sandra Fanha, Analice Campos, Luís Campos. Delineamento de Produção: - Susana Canelas. Patrocínio: - SDAV (Brasil). Assessora Imprensa: - Filipa Patusco. Difusão: - (Portugal) Alfândega Filmes. Apresentação: - Casino - 28º Festival de Cinema da Figueira da Foz. Data Apresentação: - Set 1999.

Intérpretes/Personagens: - Carlos Evelyn (Hans Staden), Ariana Messias (Nairá), Antonio Peri (Perot), Walter Portell (Abati Pogança), Cintia Grillo (Mulher de Abati Pogança), Daniel Minduruku (1º Cacique), Valdir Ramos (2º Cacique), Mário Jacques (Capitão do Navio).

Em 1550, o viajante alemão Hans Staden naufraga em Santa Catarina, na costa brasileira. Capturado por índios Tupinambás, hostís e antropófagos, que pretendem comê-lo, Staden logra sobreviver entre eles, durante dois anos. Finalmente, consegue a liberdade, tendo chegado a São Vicente. Depois de trabalhar durante longo tempo, e ao preparar-se para regressar à Europa, recebe o reconhecimento, e ouro, de El-Rei de Portugal. Um dia, decide procurar um escravo, iniciando novas aventuras com os Tupiniquins, e acaba por escrever as suas memórias...

Observações: - Co-produção luso-brasileira.

chico buarque faz hoje anos

A MELHOR MANEIRA DE
LHE PRESTAR HOMENAGEM
É MOSTRAR A SUA ARTE

19 de junho - DIA DO CINEMA BRASILEIRO

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Cinema do Brasil


Nascimento
A primeira exibição de cinema no Brasil acontece em julho de 1896, no Rio de Janeiro, poucos meses após o invento dos Irmãos Lumière. Um ano depois já existia no Rio uma sala fixa de cinema, o "Salão de Novidades Paris", de Paschoal Segreto. Os primeiros filmes brasileiros foram rodados entre 1897-1898. Uma "Vista da baía da Guanabara" teria sido filmado por Alfonso Segreto em 19 de Junho de 1898, ao chegar da Europa a bordo do navio Brèsil - mas este filme, se realmente existiu, nunca chegou a ser exibido.

ALFONSO SEGRETO, TERIA SIDO O PRIMEIRO REALIZADOR BRASILEIRO

Estruturação do mercado exibidor
Acontece entre 1907 e 1910, quando o fornecimento de energia elétrica no Rio e São Paulo passa a ser mais confiável. Em 1908 já havia 20 salas de cinema no Rio, boa parte delas com suas próprias equipes de filmagem. Exibiam filmes de ficção das companhias Pathé e Gaumont (França), Nordisk (Dinamarca), Cines (Itália), Bioskop (Alemanha), Edison, Vitagraph e Biograph (EUA), complementados por "naturais" (documentários) realizados na cidade poucos dias antes (como "A chegada do Dr Campos Sales de Buenos Aires", "A parada de 15 de novembro" ou "Fluminense x Botafogo").


Primeiros filmes "posados" e "cantados"
Os primeiros filmes "posados" (isto é, de ficção) feitos no Brasil eram em geral realizados por pequenos proprietários de salas de cinema do Rio e São Paulo, sendo freqüentemente reconstituições de crimes já explorados pela imprensa: o média "Os Estranguladores", de Francisco Marzullo (1906), o primeiro sucesso, com mais de 800 exibições no Rio; "O Crime da mala", de Francisco Serrador (São Paulo, 1908). Mas há também comédias, como o curta "Nhô Anastácio chegou de viagem", de Marc Ferrez (1908).

Em 1909 surgem os filmes "cantados", com os atores dublando-se ao vivo, por trás da tela. O sucesso do sistema resulta na filmagem de revistas musicais ("Paz e amor", 1910) e trechos de óperas ("O Guarany", 1911). Há forte concorrência entre as produções do Cinematógrafo Rio Branco (de Alberto Moreira) e da Rede Serrador, que se instala no Rio e produz o drama histórico "A República portuguesa" (1911), outro sucesso. Hoje não existem sequer fragmentos desses filmes.


Adaptações literárias
A partir de 1911, chegam a São Paulo imigrantes italianos que acabariam tomando conta do mercado nos próximos 30 anos: Gilberto Rossi, João Stamato, Arturo Carrari. O ator italiano Vittorio Capellaro associa-se ao cinegrafista Antônio Campos e juntos filmam os longas "Inocência" (1915), a partir do romance de Taunay, e "O Guarani" (1916), baseado em José de Alencar. No Rio, Luiz de Barros, que viria a realizar mais de 60 longas-metragens até os anos 70, também começa por José de Alencar: "A Viuvinha" (1915), "Iracema" (1918) e "Ubirajara" (1919). Mais tarde, uma nova versão de "O Guarani" (1926), de Capellaro, será exceção na década: um filme brasileiro de sucesso.


Cavação
A partir de 1916, os "naturais" se organizam em cinejornais, produzidos e exibidos semanalmente, mantendo o pessoal de cinema em atividade com filmagens de futebol, carnaval, festas, estradas, inaugurações, fábricas, políticos, empresários, etc. Muitas pautas eram claramente encomendadas, misturando jornalismo e propaganda. Daí o termo pejorativo "cavação", ou picaretagem.

Até 1935, existiram 51 cine-jornais no país, alguns de vida curta; mas o Rossi Atualidades teve 227 edições em 10 anos (1921-31), financiando a produção dos filmes de ficção dirigidos por José Medina e fotografados por Gilberto Rossi, como "Exemplo regenerador" (1919), "Perversidade" (1920) e a obra-prima do cinema mudo brasileiro "Fragmentos da vida" (1929). O Canal 100 e os cine-jornais de Primo Carbonari e Jean Manzon são um prolongamento do período da cavação, sendo mostrados nos cinemas até o final dos anos 70, quando desistem de competir com a instantaneidade dos telejornais.


Invasão
Já em 1911, empresários norte-americanos visitaram o Rio de Janeiro para sondar o mercado cinematográfico brasileiro, e logo abriram o Cinema Avenida para exibir exclusivamente filmes da Vitagraph. Com a Primeira Guerra Mundial, a produção européia se enfraquece, e os EUA passam a dominar o mercado mundial. Francisco Serrador cria a primeira grande rede de exibição nacional (salas em São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Belo Horizonte e Juiz de Fora), desiste de produzir e torna-se distribuidor de filmes estrangeiros.

Os filmes brasileiros passam a ter dificuldades de exibição, o que leva a uma queda de produção violenta. Surgem as revistas especializadas em cinema e começam a difundir-se os mitos e estrelas de Hollywood. A partir dos anos 1930, diversos acordos comerciais estabelecem que os filmes norte-americanos passam a entrar no Brasil isentos de taxas alfandegárias.
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Em Pelotas, Francisco Santos realiza "O Crime dos banhados" (1914), provavelmente o primeiro longa brasileiro, e ainda o curta "Os Óculos do vovô" (1913), do qual resta hoje o fragmento mais antigo de filme brasileiro de ficção.

O ciclo mais importante é o de Recife (1923-31), onde Edson Chagas, Gentil Roiz e outros realizam 12 longas e 25 curtas, inclusive "Aitaré da praia" (1925), que chegou a ser exibido no Rio.

Em Porto Alegre (1925-33), Eduardo Abelin, José Picoral e outros realizam 6 filmes de ficção (3 curtas e 3 longas).

Em Cataguases (Minas Gerais) destaca-se Humberto Mauro, autor de longas como "Brasa dormida" (1928) e "Sangue mineiro" (1929), que o colocam na vanguarda do cinema brasileiro de então.

Neste período, registram-se ciclos regionais também em Belo Horizonte, Campinas, João Pessoa, Manaus e Curitiba.


Surgimento do som
O primeiro filme sonoro brasileiro é a comédia "Acabaram-se os otários" (1929), de Luiz de Barros. "Coisas nossas" (1931), de Wallace Downey, é um musical cantado em português, com cantores brasileiros, e de grande sucesso. Na contra-mão, Mário Peixoto realiza "Limite" (1930), filme mudo de pouca aceitação popular, mas hoje considerado um marco do cinema experimental.

No começo dos anos 30, o cinema brasileiro passa por uma rápida fase otimista, já que os "talkies" (filmes falados) de Hollywood têm dificuldades de entrar no mercado brasileiro, por deficiência das salas e pelo problema da língua. Em 1930-31 são produzidos quase 30 longas de ficção, mas, em função dos custos, a produção volta a se concentrar no Rio e em São Paulo. Surgem no Rio as produtoras Cinédia, de Adhemar Gonzaga, e Brasil Vita Filmes, de Carmen Santos. Humberto Mauro, já o maior diretor de cinema do país, realiza para a Cinédia sua obra-prima "Ganga bruta" (1933) e para a Brasil Vita Filmes o sucesso "Favela dos meus amores" (1935).


Domínio de Hollywood
As distribuidoras de filmes norte-americanos no Brasil investem muito dinheiro em publicidade e na aparelhagem de som dos cinemas, e passam a vender seus filmes no sistema de "lote". Ao contrário do que se esperava, o público brasileiro rapidamente se acostuma a ler legendas. A revista Cinearte diz incentivar o cinema brasileiro, mas defende explicitamente a imitação dos filmes norte-americanos, sua "higiene", seu "ritmo moderno" e seu respeito pelos que têm "o direito de mandar". No ano de 1934, não é produzido nenhum longa no país.

Dentro da idéia de imitar Hollywood, a Cinédia continua produzindo musicais: românticos como "Bonequinha de seda" (1936) ou carnavalescos como "Alô, alô, Brasil" (1935) e "Alô, alô, carnaval" (1936), nos quais surge Carmen Miranda, logo contratada por Hollywood. Em 1940, a Cinédia produz "Pureza", com grande orçamento, cenários especiais, equipamentos novos importados dos EUA e um absoluto fracasso. Em 1942, dos 409 filmes lançados no país, apenas 1 é brasileiro.


Tentativa de industrialização
No final dos anos 40, a idéia de "tratar temas brasileiros com a técnica e a linguagem do melhor cinema mundial" seduz empresários e banqueiros paulistas, que se associam ao engenheiro Franco Zampari na Vera Cruz - uma grande produtora construída nos moldes de Hollywood, com enormes estúdios, muitos equipamentos, diretores europeus e elencos fixos.

Alberto Cavalcanti, cineasta formado na França e Inglaterra, volta ao Brasil para trabalhar na Vera Cruz. Em 5 anos são produzidos 18 filmes, do melodrama "Caiçara" (1950) ao musical biográfico "Tico-tico no fubá" (1952), do drama histórico "Sinhá moça" (1953) à comédia sofisticada "É proibido beijar" (1954), do policial "Na senda do crime" (1954) à comédia caipira "Candinho", com Mazzaropi (1954).

Apesar disso, a Vera Cruz nunca conseguiu resolver o problema da distribuição de seus filmes, e foi à falência. Pressionada pelas dívidas, vendeu os direitos de "O Cangaceiro" (1953), de Lima Barreto, para a Columbia Pictures, e não ganhou nada por ter produzido o primeiro filme brasileiro de sucesso internacional.

Outras companhias com o mesmo espírito da Vera Cruz, mas com menor capital, tiveram o mesmo fim: a Maristela, que produziu 24 filmes a partir de "Presença de Anita" (1950) e fechou em 1958; a Multifilmes, que realizou 9 longas, inclusive o primeiro filme brasileiro em cores, "Destino em apuros" (1953), e encerrou suas atividades em 1954; a Brasil Filmes, que produziu 7 filmes, entre eles "O Sobrado" (1956), de Walter George Durst, baseado em Erico Verissimo, e faliu em 1959.


Chanchada
No Rio dos anos 40, Moacir Fenelon, José Carlos Burle e Alinor Azevedo criam a Atlântida Cinematográfica, sem grandes investimentos em infra-estrutura mas com produção constante. Estréiam com o sucesso "Moleque Tião" (1941), drama baseado na vida do comediante Grande Otelo, que interpretou a si próprio no filme. Luiz Severiano Ribeiro, dono do maior circuito exibidor brasileiro, associa-se e passa a facilitar a exibição dos filmes da Atlântida, vindo a comprar a empresa em 1947. Pela primeira vez no cinema brasileiro, estão associados produção e exibição.

Em seguida, a Atlântida passa a produzir comédias musicais de fácil comunicação com o público, tendo como tema principal o carnaval, como "Este mundo é um pandeiro" (1947) e "Carnaval no fogo" (1949), ambos de Watson Macedo. O apelo popular dos filmes da Atlântida acaba influenciando a Cinédia, que realiza o melodrama "O Ébrio" (1946), de Gilda Abreu, com Vicente Celestino, grande bilheteria em todo o país.

Formando uma espécie de "star-system" a partir do rádio, os grandes nomes da Atlântida são Oscarito, Grande Otelo, Ankito e Mesquitinha (comediantes), Cyll Farney e Anselmo Duarte (galãs), Eliana (mocinha), José Lewgoy (vilão) e os cantores Sílvio Caldas, Marlene, Emilinha Borba, Linda Batista.

Aos poucos, as histórias vão abandonando o carnaval e explorando a comédia de costumes, a partir dos tipos folclóricos do Rio de Janeiro. Os melhores momentos vêm com os filmes de Carlos Manga "Nem Sansão nem Dalila" (1954) e "Matar ou correr" (1954), satirizando dramas americanos de sucesso. O público gosta, mas os críticos "sérios" dizem que chanchada não é cinema. (Chanchada em espanhol significa exatamente "porcaria".)

As chanchadas (e a Atlântida) se esgotam no final dos anos 50, quando o público parece cansar da fórmula, e as maiores estrelas são chamadas para trabalhar na televisão.


Precursores do Cinema novo
Ainda nos anos 50, por influência do Neo-realismo italiano, surge no Rio um profundo questionamento às tentativas de transplantar Hollywood para o Brasil. Alex Viany realiza "Agulha no palheiro" (1953) e Nelson Pereira dos Santos filma "Rio, 40 graus" (1955), ambos com baixo orçamento, temática popular e busca de um realismo brasileiro. O filme de Nelson termina proibido pela censura, desencadeando uma campanha de estudantes e intelectuais pela sua liberação.

Em São Paulo, Roberto Santos aplica os mesmos princípios na comédia de costumes "O Grande momento" (1958). Como os anteriores, o filme tem problemas de distribuição e não atinge o grande público.

GLAUBER ROCHA

Em Salvador, "Bahia de todos os santos" (1960), de Trigueirinho Neto, e "Barravento" (1961), de Glauber Rocha, desencadeiam um novo ciclo regional, que atrai cineastas de outros estados em busca da temática nordestina: entre outros, "O pagador de promessas" (1962), de Anselmo Duarte, premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes, apesar de criticado pelos novos cineastas como um filme "tradicional".

Cinema novo
Uma parcela (pequena, mas significativa) da juventude brasileira descobre este novo cinema, comprometido com a transformação do país. Em 1963, o movimento é deflagrado por 3 filmes: "Os Fuzis", de Ruy Guerra; "Deus e o diabo na terra do sol", de Glauber Rocha; e "Vidas secas", de Nelson Pereira dos Santos. Em todos eles, é mostrado um Brasil desconhecido, com muitos conflitos políticos e sociais. Uma mistura original de Neo-realismo (por seus temas e forma de produção) com Nouvelle vague (por suas rupturas de linguagem). É Glauber quem define os instrumentos do cinema novo: "uma câmara na mão e uma idéia na cabeça"; e também o seu objetivo: a construção de uma "estética da fome".

Após o golpe militar de 31 de março de 1964, os cineastas (e o país) se interrogam sobre o futuro e sobre as suas próprias atitudes de classe. Os filmes marcantes desse segundo momento do Cinema Novo são "O Desafio" (1965), de Paulo César Saraceni; "Terra em transe" (1967), de Glauber Rocha; e "O Bravo guerreiro" (1968), de Gustavo Dahl.

Enquanto isso, longe do Cinema novo, Domingos de Oliveira redescobre a comédia carioca com "Todas as mulheres do mundo" (1967) e "Edu coração de ouro" (1968).

Com o AI-5 (13 de dezembro de 1968), a ditadura militar fecha o Congresso e os partidos políticos existentes e censura a mídia e as diversões públicas. A perseguição às oposições, a restrição da atividade sindical e a prática de tortura nas prisões criam um clima de medo que se reflete em toda a cultura do país. Neste terceiro momento, o Cinema Novo volta-se para o passado, para a História, ou para projeções alegóricas do país real: "O Dragão da maldade contra o santo guerreiro" (1969), de Glauber Rocha; "Os Herdeiros" (1969), de Cacá Diegues; "Macunaíma" (1969), de Joaquim Pedro de Andrade; "Os Deuses e os mortos" (1970), de Ruy Guerra.


"Udigrudi"
Uma nova geração de cineastas responde à nova situação política do país com mais radicalidade: a estética do lixo, o Cinema marginal, "udigrudi" (corruptela de "underground", um dos nomes da contracultura norte-americana dos anos 60). Em vez de se espelhar no melhor cinema europeu para fazer filmes que o público não vê, a idéia é desvirtuar a linguagem do pior cinema norte-americano (o policial B, o western barato, o musical vulgar), a que o público está acostumado. Os principais representantes do movimento são Rogério Sganzerla ("O Bandido da luz vermelha", 1968) e Júlio Bressane ("Matou a família e foi ao cinema", 1969). Em 1970, os dois fundam a produtora Belair e realizam, em apenas 3 meses, 6 longas de baixíssimo custo.

Embrafilme
O Estado brasileiro há muito tempo interferia no cinema do país - a princípio, para garantir o mercado do filme norte-americano; mais tarde, em resposta a anseios nacionalistas de industrialização. Em 1936, Roquete Pinto criou o Instituto Nacional do Cinema Educativo (INCE), onde Humberto Mauro dirigiu mais de 300 documentários. As leis de obrigatoriedade de exibição de filmes brasileiros existem desde 1932 (para cine-jornais) e 1939 (para longas-metragens). A partir de 1956, o Instituto Nacional de Cinema (INC) se preocupa em estimular a produção e exibição de filmes brasileiros.

Mas é com a criação da Empresa Brasileira de Filmes (Embrafilme), em plena ditadura militar (1969), que o Estado passa a financiar a produção, enquanto o Conselho Nacional de Cinema (Concine) se preocupa com a legislação. Parte do lucro das distribuidoras de filmes estrangeiros no Brasil é taxado (como na Alemanha), e esse dinheiro é usado para produzir filmes nacionais (como na Argentina), mas o sistema de escolha dos filmes a serem produzidos é absolutamente centralizado. Os cineastas oriundos do Cinema novo (quase todos cariocas ou morando no Rio de Janeiro) ficam com a maior parte dos recursos.

A contradição básica do sistema se revela quando o filme "Pra frente, Brasil" (1982), do ex-diretor geral da Embrafilme Roberto Farias, parcialmente financiado pela Embrafilme (um órgão do governo) é proibido pela Censura (outro órgão do mesmo governo).


Pornochanchada
Pornochanchada é um gênero do cinema brasileiro comum na década de 1970. Surgiu em São Paulo, nos anos 70, foi uma produção bem numerosa e bem comercial, também conhecida como produção da Boca do lixo, de onde despontaram vários diretores de talento que souberam usar o que dava bilheteria na época (filmes eróticos softcore) para fazer filmes de grande valor estético e formal. Chamado assim por trazer alguns elementos dos filmes do gênero conhecido como chanchada e pela dose alta de erotismo que, em uma época de censura no Brasil, fazia com que fosse comparado ao gênero pornô, embora não houvesse, de fato, cenas de sexo explícito nos filmes. Revelou algumas atrizes que depois ficaram famosas na tv e passaram, de certa forma, a esconder de seus currículos a participação nos filmes do gênero.

Surgem como filmes feitos para as massas, muito influenciados pelas comédias populares italianas. As cotas de exibição obrigatória, impostas pelo governo do período da ditatura militar, davam espaço para o desenvolvimento desse gênero - a lei obrigava as salas de exibição a exibir uma cota de filmes nacionais por ano. O sucesso de público também foi essencial para o sucesso pois possibilitavam que o filme ficasse por mais semanas em cartaz. Ao contrario do que comumente se pensa, eles não eram financiados pela Embrafilme mas sim por produtores independentes, comerciantes locais, ou quem mais se interessasse, por que eram de fato muito lucrativos.

Inicialmente ficou conhecida como cinema da "boca do lixo", pois os filmes eram produzidos numa região da cidade de São Paulo conhecida por esse nome. Depois surgiu também a pornochanchada carioca.


Conquista do mercado
Nos anos 70, a palavra de ordem dos ex-cinemanovistas é "Mercado é cultura". Tratava-se de fazer com que os filmes brasileiros fossem vistos pelo público de cinema no Brasil. E, de certa forma, graças às produções da Embrafilme de um lado, às produções baratas da turma da pornochanchada de outro, aos filmes infantis dos Trapalhões de um terceiro, e ainda a um novo "star-system" gerado pela televisão, isso foi conseguido.

O mercado diminuiu: de 3200 cinemas em 1975 para 1400 em 1985; de 270 milhões de espectadores em 1975 para 90 milhões em 1985. Mas o Brasil produziu mais filmes: chegou a 100 em 1978 e a 103 em 1980. E a participação dos filmes brasileiros no mercado cresceu muito: de 14% dos ingressos vendidos em 1971 para 35% em 1982.

"Dona Flor e seus dois maridos" (1976), de Bruno Barreto, chega a 11 milhões de espectadores, mais do que qualquer filme estrangeiro. "A Dama do lotação" (1978), de Neville d'Almeida; "Lúcio Flávio, o passageiro da agonia" (1977), de Hector Babenco; "Eu te amo" (1981), de Arnaldo Jabor; "Xica da Silva" (1976), de Cacá Diegues; e mais 14 filmes dos Trapalhões ultrapassam, cada um, os 3 milhões de ingressos vendidos.


Anos 80
Em outubro de 1982, sem dinheiro para pagar o serviço da dívida externa, o Brasil quebra. Falta dinheiro para que o consumidor brasileiro possa ir ao cinema, falta dinheiro para produzir filmes. A produção volta a cair. Os exibidores (donos de cinemas), assessorados pelos distribuidores estrangeiros, começam uma batalha judicial contra a lei da obrigatoriedade, e em muitas salas simplesmente param de passar filmes brasileiros. Metade dos filmes produzidos em 1985 foi de sexo explícito.

Apesar de tudo, surge uma nova geração de cineastas em São Paulo, onde se destacam Sérgio Bianchi ("Mato eles?", 1982), Hermano Penna ("Sargento Getúlio", 1983), André Klotzel ("A marvada carne", 1985) e Sérgio Toledo ("Vera", 1987), mas seus filmes são vistos basicamente em festivais.

Graças à "Lei do Curta" (de 1975, mas aperfeiçoada em 1984), que obriga a sua exibição antes do longa estrangeiro, o curta-metragem passa a ser o único cinema brasileiro com acesso ao mercado. Assim, em todo o país surgem novos cineastas e novas propostas de produção, e os curtas brasileiros ganham vários prêmios internacionais.

Outro destaque da década é a produção de documentários de longa-metragem, também sem acesso ao mercado, mas refletindo sobre a história recente do país: "Jango" (1984), de Sílvio Tendler; "Conterrâneos velhos de guerra" (1989), de Vladimir Carvalho; e a obra-prima "Cabra marcado para morrer" (1984), de Eduardo Coutinho.


Era Collor
Em 15 de Março de 1990, Fernando Collor assume a presidência da República, confisca as reservas financeiras particulares, como contas-poupança da população brasileira, e acaba com a Embrafilme, o Concine, a Fundação do Cinema Brasileiro, o Ministério da Cultura, as leis de incentivo à produção, a regulamentação do mercado e até mesmo os órgãos encarregados de produzir estatísticas sobre o cinema no Brasil.

Em 1992, um único filme brasileiro chega às telas: "A Grande arte", de Walter Salles, falado em inglês e ocupando menos de 1% do mercado.


Retomada
Em dezembro de 1992 foi criada, dentro do Ministério da Cultura, a Secretaria para o Desenvolvimento do Audiovisual, tendo como seu primeiro Secretário, Ruy Solberg que lá permaneceu por 1 ano. Ruy Solberg foi nomeado pelo então Ministro da Cultura do governo Itamar Franco, Antonio Houaiss. O Ministro Antonio Houaiss deu toda a liberdade ao então Secretário para o Desenvolvimento do Audiovisual para conduzir o processo de elaboração e encaminhamento à Presidencia da Republica de um projeto de Lei quue criasse mecanismos de Incentivo ao setor Audiovisual. Este projeto , hoje conhecido como Lei do Audiovisual (lei numero 8685/93) foi elaborada com a colaboração de pessoas fundamentais neste processo: Luis Carlos Barreto, Miguel Faria, Paulo Mendonça, Vera Zaverucha,Anibal Massaini, entre outros.

A partir de 1995 começa-se a falar numa "retomada" do cinema brasileiro. Novos mecanismos de apoio à produção, baseados em incentivos fiscais e numa visão neo-liberal de "cultura de mercado", conseguem efetivamente aumentar o número de filmes realizados e levar o cinema brasileiro de volta à cena mundial. O filme que inicia este período é "Carlota Joaquina, Princesa do Brazil" de Carla Camurati.Ao contrario do que se pensa o filme de Carla Camurati não foi realizado com recursos incentivados pelas leis, mas foi o primeiro filme de expressão lançado após o desmonte da Embrafilme. Lançado pela própria produtora da diretora que tinha como sócia Bianca de Phillipo.

Mas as dificuldades de penetração no seu próprio mercado continuam: a maioria dos filmes não encontra salas de exibição no país, e muitos são exibidos em condições precárias: salas inadequadas, utilização de datas desprezadas pelas distribuidoras estrangeiras, pouca divulgação.

Alguns filmes lançados nos primeiros anos do novo século, com uma temática atual e novas estratégias de lançamento, como "Cidade de Deus" (2002) de Fernando Meirelles e "Carandiru" (2003) de Hector Babenco, alcançam grande público no Brasil e perspectivas de carreira internacional. Ao mesmo tempo, os mecanismos de financiamento à produção voltam a entrar em crise.

segunda-feira, junho 18, 2007

preliminares

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Em uma viagem à Espanha, o brasileiro vai almoçar em um restaurante e pede a especialidade da casa.
Quando o prato chega, ele come com voracidade e acha uma delícia. Só depois de terminar, pergunta ao garçom:
— Amigo, que tipo de carne era essa que eu comi?
— Eram os testículos do touro que morreu hoje na tourada, senhor.
— O quê? — perguntou ele, assustado — Eu comi as bolas do touro que foi sacrificado?
— Sim senhor... Nos nossos costumes, isto é uma grande honra!
Por pouco, o sujeito não faz um escândalo maior e, no dia seguinte, ele volta ao restaurante:
— Por favor amigo, o senhor poderia me preparar a especialidade da casa?
— Os testículos? — perguntou o garçom, desconfiado.
— Sim, decidi que não devo ter preconceito, afinal, o prato é uma delícia! Mande preparar os testículos!
Depois de alguns minutos o garçom traz o prato e, novamente o brasileiro come vorazmente.
— Novamente o prato estava uma delícia! — diz ele ao garçom — mas desta vez os testículos estavam bem menores!
— É verdade, senhor — concordou o garçom — mas o senhor tem que entender que numa tourada nem sempre é o touro que perde...

nasceu a 18 de JUNHO, parabéns MARIA BETHÂNIA

domingo, junho 17, 2007

preliminares

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O condenado à morte esperava a hora da execução, quando chegou o padre:
- Meu filho, vim trazer a palavra de Deus para você.
- Perda de tempo, padre. Daqui a pouco vou falar com Ele, pessoalmente. Algum recado?

brasileirão - 6ª.rodada

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O VASCO VOLTA A PERDER
DESTA VEZ COM O SÃO PAULO (O-2)
DEPOIS DE PERDER 4-O NO JOGO
ANTECIPADO COM O BOTAFOGO
A MEIO DA SEMANA, O VASCO
VOLTA A SER DERROTADO.
BOTAFOGO VENCE 3-1 O NAUTICO
E MANTEM A LIDERANÇA.


ROGERIO CENI COBRA LIVRE MAS SILVIO LUIZ DO VASCO DEFENDE

São Paulo desencanta e vence Vasco
Borges marca duas vezes no primeiro tempo, faz o Tricolor reagir e complica o Vasco.
Tricolor reage no Brasileiro e impõe nova derrota ao Vasco O São Paulo desencantou neste domingo no Morumbi. Ou melhor, o ataque são-paulino desencantou. Quase dois meses depois um atacante voltou a marcar pelo Tricolor paulista. E Borges fez em dose dupla contra o Vasco, na vitória por 2 a 0. Um atacante não marcava desde 25 de abril, com Aloísio, nos 2 a 2 frente ao Audax Italiano (Chile), no Morumbi. Depois disso havia sido quatro gols: dois do goleiro Rogério Ceni, um do ala Jorge Wagner e outro do zagueiro Miranda.

Domingo, 17/06/2007
> Botafogo 3 x 1 Náutico
> Atlético-PR 1 x 1 Fluminense
> Goiás 3 x 1 Palmeiras
> São Paulo 2 x 0 Vasco
> Atlético-MG 4 x 1 Figueirense
> Sport 2 x 2 América-RN
>Juventude 0 x 2 Santos

O BOTAFOGO ESTÁ COM TUDO. E TEM DÔDÔ

BOTAFOGO 3 x 1 NÁUTICO

BOTAFOGO

Júlio César
Joílson
(André Lima)
Alex
Juninho
Luciano Almeida
Leandro Guerreiro
Túlio
(Diguinho)
Adriano Felício
(Alessandro)
Zé Roberto
Jorge Henrique
Dodô
T: Cuca

NAUTICO

Fabiano
Sidny
Alisson
Cris
Deleu
(Hamilton)
Elicarlos
Daniel Sobralense
Daniel
Marcel
Felipe
(Toninho)
Kuki
(Marcelinho)
T: Paulo César Gusmão Golos: Juninho, aos 24 minutos do primeiro tempo; Alex (contra), aos 10, André Lima, aos 30, Jorge Henrique, aos 33 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Jorge Henrique, Joílson, Túlio, Luciano Almeida, Diguinho (Botafogo); Deleu, Marcel, Cris, Daniel Sobralense, Toninho, Kuki (Náutico)
Cartão vermelho: Cris (Náutico)
Árbitro: Luiz Alberto Sardinha Bites (GO)

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Público: 25.967 presentes


Sábado, 16/06/2007
> Corinthians 0 x 0 Paraná
> Flamengo 2 x 2 Internacional
> Grêmio 0 x 2 Cruzeiro


FLA EMPATA E ENTRA NA ZONA DO REBAIXAMENTO

1º Botafogo 17 7
2º Corinthians 12 6
3º Paraná 11 6
Atlético-MG 11 6
Vasco 11 7
6º São Paulo 10 6
7º Goiás 9 6
Figueirense 9 6
Fluminense 9 6
10º Atlético-PR 8 6
Palmeiras 8 6
12º Cruzeiro 7 6
Internacional 7 6
Santos 7 6
15º Juventude 6 6
Grêmio 6 6
Flamengo 6 6
18º Sport 5 6
Náutico 5 6
20º América-RN 4 6


JOSIEL (PARANÁ) , É , COM 7 GOLOS O ARTILHEIRO DO BRASILEIRÃO

Josiel 7 golos Dodô 5 Alex Mineiro 4 André Dias 4 André Lima 4

poetas portugueses - EUGÉNIO ANDRADE

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Eugénio de Andrade



Poeta português, nasceu em 19 de Janeiro de 1923 em Póvoa de Atalaia, Fundão, no seio de uma família de camponeses. A sua infância foi passada com a mãe, na sua aldeia natal. Mais tarde, prosseguindo os estudos, foi para Castelo Branco, Lisboa e Coimbra, onde residiu entre 1939 e 1945. Em 1947 entrou para a Inspecção Administrativa dos Serviços Médico-Sociais, em Lisboa. Em 1950 foi transferido para o Porto, onde fixou residência.

Abandonou a ideia de um curso de Filosofia para se dedicar à poesia e à escrita, actividades pelas quais demonstrou desde cedo profundo interesse, a partir da descoberta de trabalhos de Guerra Junqueiro e António Botto. Camilo Pessanha constituiu outra forte influência do jovem poeta Eugénio de Andrade.
Embora não se integre em nenhum dos movimentos literários que lhe são contemporâneos, não os ignorou, mostrando-se solidário com as suas propostas teóricas e colaborando nas revistas a eles ligadas, como Cadernos de Poesia; Vértice; Seara Nova; Sísifo; Gazeta Musical e de Todas as Artes; Colóquio, Revista de Artes e Letras; O Tempo e o Modo e Cadernos de Literatura, entre outras.

A sua poesia caracteriza-se pela importância dada à palavra, quer no seu valor imagético, quer rítmico, sendo a musicalidade um dos aspectos mais marcantes da poética de Eugénio de Andrade, aproximando-a do lirismo primitivo da poesia galego-portuguesa ou, mais recentemente, do simbolismo de Camilo Pessanha.
O tema central da sua poesia é a figuração do Homem, não apenas do eu individual, integrado num colectivo, com o qual se harmoniza (terra, campo, natureza - lugar de encontro) ou luta (cidade - lugar de opressão, de conflito, de morte, contra os quais se levanta a escrita combativa).
A figuração do tempo é, assim, igualmente essencial na poesia de Eugénio de Andrade, em que os dois ciclos, o do tempo e o do Homem, são inseparáveis, como o comprova, por exemplo, o paralelismo entre as idades do homem e as estações do ano. A evocação da infância, em que é notória a presença da figura materna e a ligação com os elementos naturais, surge ligada a uma visão eufórica do tempo, sentido sempre, no entanto, retrospectivamente. A essa euforia contrapõe-se o sentimento doloroso provocado pelo envelhecimemto, pela consciência da aproximação da morte (assumido sobretudo a partir de Limiar dos Pássaros), contra o qual só o refúgio na reconstituição do passado feliz ou a assunção do envelhecimento, ou seja, a escrita, surge como superação possível. Ligada à adolescência e à idade madura, a sua poesia caracteriza-se pela presença dos temas do erotismo e da natureza, assumindo-se o autor como o «poeta do corpo». Os seus poemas, geralmente curtos, mas de grande densidade, e aparentemente simples, privilegiam a evocação da energia física, material, a plenitude da vida e dos sentidos.
Foi galardoado com o Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, atribuído a O Outro Nome da Terra (1988), e com o Prémio de Poesia Jean Malrieu, por Branco no Branco (1984). Recebeu ainda, em 1996, o Prémio Europeu de Poesia. Foi criada, no Porto, uma fundação com o seu nome.

Autor de uma importante obra poética, podem referir-se os seguintes títulos: Adolescente (1942); As Mãos e os Frutos (1948); Os Amantes sem Dinheiro (1950); As Palavras Interditas (1951); Até Amanhã (1956); Conhecimento da Poesia (1958); O Coração do Dia (1958); Os Afluentes do Silêncio (1968); Obscuro Domínio (1971); Limiar dos Pássaros (1972); Véspera da Água (1973); Memória de Outro Rio (1978); Matéria Solar (1980); O Peso da Sombra (1982); Poesia e Prosa, 1940-1989 (1990), O Sal da Língua (1995), Alentejo (1998), Os Lugares do Lume (1998) e Antologia Pessoal de Poesia Portuguesa (1999). Organizou ainda, várias antologias, como a que dedicou ao Porto (Daqui Houve Nome Portugal, 1968) e a Antologia Breve (1972). Em 2000, publica Poesia. Escreveu também livros para crianças. É um dos poetas portugueses mais traduzidos para outras línguas.
Em 1982, o Governo português atribuiu-lhe o grau de Grande Oficial da Ordem de Sant'Iago da Espada e a Grã-Cruz da Ordem de Mérito em 1988. Em 1986, recebeu o Prémio da Associação Internacional dos Críticos Literários. Em 1996, recebeu o Prémio Europeu de Poesia da Comunidade de Varchatz (Jugoslávia).
Em 1999 organizou a obra Antologia Pessoal da Poesia Portuguesa.
Em Maio de 2000, recebeu o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores, entregue pelo Presidente da República. O prémio distingue todo o percurso e toda a obra do escritor. Também recebeu, no mesmo ano, o Prémio Extremadura de criação literária e o Prémio Celso Emilio Ferreiro, para autores ibéricos.
Em Fevereiro de 2001, Eugénio de Andrade recebeu o Prémio Celso Emilio Ferreiro, na Galiza. Em Maio, Eugénio de Andrade foi homenageado no Carrefour des Littératures, em França.Em Julho, foi atribuído ao poeta o Prémio Camões, que se mostrou satisfeito, quer pelo prestígio do galardão, quer por ver o seu nome associado ao de Luís de Camões.
No mesmo ano publicou Os Sulcos da Sede



As Palavras


Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos.
Era no tempo em que o teu corpo era um aquário.
Era no tempo em que os meus olhos
eram os tais peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade:
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus

(Eugenio de Andrade)

sexta-feira, junho 15, 2007

BRASILEIRÃO - 6ª.RODADA - JOGO ANTECIPADO

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BOTOFOGO VENDE 4-0
O VASCO E FICA LÍDER
ISOLADO (ATÉ DOMINGO?)
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BOTAFOGO 4 x 0 VASCO

TÚLIO DO BOTAFOGO LEVA A MELHOR

Botafogo dá show e goleia o Vasco
Vitória deixa o time de Cuca na liderança isolada do Brasileirão O Botafogo sobrou em campo. E mostrou quem é o verdadeiro líder do Brasileirão. O Alvinegro venceu com facilidade o clássico com o Vasco nesta quinta-feira, no Maracanã, em jogo antecipado da 12ª rodada, e assumiu o primeiro lugar na classificação com 14 pontos. O placar de 4 a 0 foi até pouco pelo futebol apresentado pelas duas equipes. Com o resultado, o Vasco caiu para o terceiro lugar, perdendo uma posição também para o Corinthians no saldo de gols (cinco a três). Foi o terceiro jogo em que o Botafogo sai vitorioso em cima do Vasco nesta temporada. Antes, o time venceu por 2 a 0 na Taça Rio e após o empate de 4 a 4 na semifinal, eliminou o rival do Campeonato Carioca nos pênaltis.

BOTAFOGO
Júlio César
Joílson
(Alessandro)
Alex
Juninho
Luciano Almeida
Leandro Guerreiro
Túlio
Lucio Flavio
Zé Roberto
(André Lima)
Jorge Henrique

(Diguinho)
Dodô
T: Cuca

VASCO
Sílvio Luiz
Thiago Maciel
Jorge Luís
Dudar
Guilherme
Thiaguinho
(Leandro Amaral)
Roberto Lopes
Abedi
Renato
(Júnior)
André Dias
Romário
(Marcelinho)

T: Celso Roth
Golos: Dodô aos 2; e Juninho aos 17 minutos do primeiro tempo; Leandro Guerreiro, aos 4; e Dodô, aos 12.
Cartões amarelos: Thiago Maciel, Marcelinho, Jorge Luís e Renato (Vasco); Jorge Henrique e Lucio Flavio (Botafogo)
Cartão vermelho: Lucio Flavio (Botafogo)
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP)
Data: 14/06/2007
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Público: 25.287 pagantes
Renda: R$ 354.704,00

quinta-feira, junho 14, 2007

LIBERTADORES - GRÉMIO PERDE FEIO PARA O BOCA

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NA PRIMEIRA MÃO DA FINAL
O GRÉMIO PERDE 3-0

BOCA JUNIORS 3 x 0 GRÊMIO

Em noite de Riquelme, Boca derrota time gaúcho, que precisa fazer quatro de diferença


GREMISTAS DESOLADOS ABANDONAM LA BOMBONERA

Não existe imortalidade que resista à pulsação de uma Bombonera lotada. O Grêmio fez o que pôde, mas não suportou a força do Boca Juniors e perdeu por 3 a 0 o primeiro jogo da decisão da Libertadores da América, na noite desta quarta-feira, em Buenos AireS . O resultado deixa o Tricolor longe do terceiro título continental.
Para levantar o caneco, são duas opções no duelo de volta, dia 20, no Olímpico: ou conquistar uma vitória com três gols de vantagem e ser mais competente nos pênaltis ou bater o rival argentino por pelo menos quatro gols de diferença. A decisão não tem saldo qualificado.

BOCA JUNIORS

12. Caranta
4. Ibarra
6. Díaz
3. Morel Rodríguez
21. Clemente Rodríguez
8. Ledesma
24. Banega
(5. Battaglia)
19. Cardozo
(23. Dátolo)
10. Riquelme
14. Palacio
9. Palermo
T: Miguel Angel Russo

GRÉMIO

1. Saja
2. Patrício
4. William
14. Teco
16. Lúcio
22. Gavilán
15. Sandro Goiano
7. Diego Souza
10. Tcheco
(20. Douglas)
11. Carlos Eduardo
9. Tuta
(8. Lucas)
T: Mano Menezes

GolOs: Palacio, aos 18 minutos do primeiro tempo; Riquelme, aos 28, e Ledesma, aos 44 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Ibarra, Banega, Riquelme e Cardozo (Boca Juniors); Patrício e Sandro Goiano (Grêmio)
Cartão vermelho: Sandro Goiano (Grêmio)
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Auxiliares: Wálter Rial (Uruguai) e Edgardo Acosta (Uruguai)
Data: 13/06/2007
Estádio: La Bombonera, em Buenos Aires (Argentina

SÃO JOÃO DEL REY

quarta-feira, junho 13, 2007

MARCHAS POPULARES DE SANTO ANTÓNIO, AS ESCOLAS DE SAMBA DE PORTUGAL

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ontem lisboa veio
para a rua.


Em Portugal, Santo António é o padroeiro da cidade de Lisboa e o seu dia, 13 de Junho, é feriado municipal. As festas em honra de Santo António começam logo na noite do dia 12. Todos os anos a cidade organiza as marchas populares, grande desfile alegórico que desce a Avenida da Liberdade (principal artéria da cidade), no qual competem os diferentes bairros, um pouco à maneira das escolas de samba, numa espécie de carnaval português. Um grande fogo de artifício costuma encerrar o desfile. Os rapazes compram um mangerico (planta aromática) num pequeno vaso, para oferecer à namorada, o qual traz uma bandeirinha com uma quadra popular, por vezes brejeira ou jocosa. A festa dura toda a noite e, um pouco por toda a cidade há arraiais populares, locais de animação engalanados onde se comem sardinhas assadas na brasa, febras de porco (fêveras) e bebe vinho tinto. Ouve-se música e se dança até de madrugada, sobretudo no antigo e muito típico Bairro de Alfama (na cidade do Porto, uma festa semelhante, mas em honra de São João, patrono da cidade, tem lugar todos os anos no dia 23 de Junho). Santo António é o santo casamenteiro, por isso a Câmara Municipal de Lisboa (prefeitura) costuma organizar, na Sé Patriarcal de Lisboa], o casamento de jovens noivos de origem modesta, todos os anos no dia 13 de Junho. São conhecidos por 'noivos de Santo António', recebem ofertas do município e também de diversas empresas, como forma de auxiliar a nova família.

No Brasil, onde o santo tem milhões de devotos, é também frequentemente reverenciado como Santo Antônio, o Casamenteiro. O arraial de Santo Antônio do Leite, no Estado de Minas Gerais, Brasil, tem em sua igreja uma belíssima imagem de Santo António de Lisboa, trazida de Portugal em finais do século XVII. O dia 13 de Junho, é feriado em diversos municípios portugueses e brasileiros.

terça-feira, junho 12, 2007

GAL E ELIS

12 DE JUNHO , DIA DOS NAMORADOS NO BRASIL

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Ao contrário do que aontece em Portugal, que o Dia dos Mamorados se celebra no Dia de São Valentim, no Brasil festeja-se no dia 12 de Junho


O Dia dos Namorados, tratado em muitos países como Dia de São Valentim, é uma data comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais, quando é comum a troca de cartões com mensagens românticas e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons em formato de coração. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho, já em Portugal, a data é celebrada em seu dia mais tradicional: 14 de Fevereiro.


História
A história do Dia de São Valentim remonta um obscuro dia de jejum da Igreja Católica, tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.

O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Se estima que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes.


São Valentim

Durante o governo do imperador Claudius II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Claudius acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentine e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Asterius, filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentine. Os dois acabaram-se apaixonando e milagrosamente recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentine”, expressão ainda hoje utilizada. Valentine foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.


Data no Brasil

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho por ser véspera do 13 de junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro, provavelmente devido suas pregações a respeito da importância da união familiar. O casamento - em queda na Idade Média - trazia a união carnal, considerada pecado, naquele período quando se valorizava a vida espiritual celibatária.

A data foi criada pelo comércio paulista e depois assumida por todo o comércio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito do Dia de São Valentim, equivalente nos países do hemisfério norte, para incentivar a troca de presentes entre os "apaixonados".

CAMÕES....finalmente entendido...!!!

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Numa prova de entrada para a Universidade...

Questão: Interpretar o seguinte trecho de poema de Camões:


"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".



Uma aluna deu a sua interpretação:

"Ah!Camões, se vivesses hoje em dia,
tomarias uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Comprarias um computador,
consultarias a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!"



Foi a primeira vez, depois de mais de 500 anos, que
alguém entendeu qual era a ideia do Camões...

VINICIUS E A MINHA TURMA DE ITALIANO

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Há imensos irmãos brasileiros a trabalhar em Portugal, tal como, muitos portugueses,
o fizeram nos sec XVIII,XIX e XX em terras do Brasil
Já aqui o dissémos, é hoje tão dificil não encontrar pelo menos um brasileiro em qualquer loja, restaurante, mercado ou supermercado em Portugal,como é não encontrar um descendente de português em qualquer padaria, restaurante, shoping nas cidades do Brasil.


Ontem após um examne de final de curso de italiano , fui com a professora e colegas de turma festejar a um restaurante italiano famoso, o Lucca , ali na Rua de Santa Marta.

A TURMA C2C FINALISTA :O MANEL LIMA, A PROF BARBARA ANIELLO,A ANA MESTRA O JOSE HERDEIRO(EU MESMO, A ANA MOITA,O TIAGO, A ANGELA E O JORGE. JÁ TENHO SAUDADES,FOI UMA EXCELENTE EQUIPA ,UM AMBIENTE ALEGRE, DIVERTIDO E APLICADO.

O profissional encarregado da nossa mesa, logo foi impressionando todos, apresentando os pratos disponíveis para jantar, num discurso rico em metáforas sugestivas e ditas naquele sotaque tropical que torna a língua portuguesa mais doce e
mais colorida.
A imagem oratória era tão rica que às tantas um dos nossos colegas rendido gritou:
-Pronto, compro!!!

O jovem profissional é de Góias, chama-se Vinicius, Vinicius Martins Reis, e só está em Portugal há 2 meses.


O "arroz malandrinho com lulas" que me descreveu estava muito bom, e a descrição que me fez optar foi tão rica que acho que comecei a saborear o prato antes mesmo dele chegar à mesa

O Vinicius jogava futebol no Goiás,um clube da I Divisão do Brasileirão, e garante que é craque mesmo, e que gostaria de arranjar clube por cá. Por isso pessoal, se quiserem um craque liguem para o Restaurante Lucca, ali na Rua de Santa Marta que ele vai vos espantar.

Goiás é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado a leste da Região Centro-Oeste, tem como limites os estados do Tocantins a norte, Mato Grosso a oeste, Mato Grosso do Sul sudoeste, Minas Gerais a leste e a sul (limite descontínuo) e com o Distrito Federal a leste, ocupa uma área de 341.289,5 km². Sua capital é a cidade de Goiânia e seu atual governador é Alcides Rodrigues.

Com quase 6 milhões de habitantes é o estado mais populoso do Centro-Oeste, é também o estado mais central do Brasil sendo considerado o "coração geográfico".

É décimo estado mais rico do país, logo à frente do Amazonas e superado pelo Distrito Federal.

segunda-feira, junho 11, 2007

a 11 de Junho aconteceu...A BATALHA DE RIACHUELO

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Batalha Naval do Riachuelo

Parte da Guerra do Paraguai ou Guerra da Tríplice Aliança

Data 11 de Junho de 1865
Local rio da Prata, Argentina
Combatentes
Paraguai Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai)
Comandantes
Comodoro Pedro Ignácio Mesa Almirante Francisco Manuel Barroso
Forças
7 navios (36 canhões) mais apoio de terra 9 navios (59 canhões)
Baixas
400 mortos, centenas de feridos e desaparecidos 123 mortos, 124 feridos e desaparecidos
Guerra do Paraguai
Mato Grosso – Rio Grande do Sul – Corrientes – Riachuelo – Jataí – Tuiuti – Curupaity – Piquissiri – Cerro Corá


A Batalha Naval do Riachuelo, ou simplesmente Batalha do Riachuelo, travou-se a 11 de Junho de 1865 às margens do rio Riachuelo, um afluente do rio Paraguai, na província de Corrientes, na Argentina.

Considerada pelos historiadores militares como uma das mais importantes batalhas da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1865).

O cenário
A bacia do rio da Prata era estratégica para as comunicações entre o Oceano Atlântico e os contrafortes orientais da Cordilheira dos Andes. O transporte de pessoas, animais e de mercadorias era feito pelos rios, uma vez que quase não havia estradas até à segunda metade do século XX. O país que controlasse a navegação de seus rios, mas principalmente a sua foz, controlaria o interior do território e a sua economia.

O Paraguai não tinha uma saída direta para o mar, uma vez que a bacia estava em mãos da Argentina e do Uruguai, este último em constante disputa entre os interesses da República Argentina e do Império do Brasil. Por essa razão, as fortificações mais importantes do Paraguai tinham sido erguidas nas margens do baixo curso do rio Paraguai.

No início do conflito, as tropas paraguaias já haviam ocupado áreas da então Província do Mato Grosso (actual Estado do Mato Grosso do Sul), no Império do Brasil, e da República da Argentina. Se vencessem a batalha do Riachuelo, poderiam navegar livremente pelo rio Paraguai, descer o rio Paraná, conquistar Montevidéu no Uruguai e, de lá, ocupar a então Província do Rio Grande do Sul. Formar-se-ia assim o Grande Paraguai, que se abriria ao comércio atlântico com as demais nações.

O combate



Batalha Naval do Riachuelo: momento decisivo, quando Barroso põe a pique o Jejui (aquarela do Almirante Trajano Augusto Embora os paraguaios pretendessem surpreender a Marinha do Brasil no dia 11 de Junho de 1865, cobertos pelo denso nevoeiro da madrugada naquela região e estação do ano, um problema mecânico em uma das embarcações paraguaias fez com que a esquadra de oito navios, sob o comando do Capitão-de-Fragata Pedro Inácio Mezza, chegasse ao local da batalha apenas às 9 horas da manhã, perdendo a vantagem tática.

A esquadra brasileira era comandada pelo Chefe-de-Divisão Francisco Manuel Barroso da Silva, que, após porfiado combate, derrotou a força naval assaltante, tornando impossível a permanência das forças paraguaias em território da Argentina. Destacaram-se em combate as atuações do Guarda-Marinha Greenhalgh e do Imperial Marinheiro Marcílio Dias.

A vitória foi decisiva para a Tríplice Aliança, que passou a controlar, a partir de então, os rios da bacia platina até à fronteira com o Paraguai.

domingo, junho 10, 2007

BRUNO SENNA , vence com Ferrari

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Bruno Senna vence mais uma com a Ferrari

Piloto brasileiro da GP2 leva a melhor na prova de encerramento do ‘Ferrari Days’

Bruno Senna vence no 'Ferrari Days'O brasileiro Bruno Senna voltou a vencer com a Ferrari. Neste domingo, ele levou a melhor na prova de encerramento do ‘Ferrari Days’, em Silverstone, na Inglaterra, evento em comemoração aos 60 anos da fábrica italiana.

Bruno largou na pole e liderou até a bandeirada. O italiano Giacomo Piccini terminou em segundo, à frente do francês Ange Barden.

Desde o treino classificatório da segunda prova eu achava que havia algo errado com os pneus. O carro saiu de traseira o tempo todo. Tive de trabalhar bastante. Andei sempre em ritmo forte e não conseguia fugir do Piccini. Só abri uma folga depois da parada obrigatória nos boxes, quando ele se atrapalhou na entrada e ainda quase deixou o carro morrer. Só nas últimas voltas é que me livrei dele – diz o brasileiro, por meio de assessoria de imprensa

sábado, junho 09, 2007

BRASILEIRÃO 5ª.rodada

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BOTAFOGO EMPATA COM O
PALMEIRAS NO PALESTRA
E PERDE A LIDERANÇA
PARA O VASCO QUE GANHA
4-0 AO GRÉMIO.
SÃO PAULO PERDE NO
MORUMBI E FLA LEVA 4.
CARIOCAS EM DESTAQUE


botafogo cede epate e liderança

Sabado
Náutico 4 x 4 Paraná
Palmeiras 1 x 1 Botafogo
Vasco 4 x 0 Grêmio

Domingo, 10/06/2007
> São Paulo 0 x 1 Atlético-MG
> Cruzeiro 2 x 3 Juventude
> Internacional 1 x 0 Santos
> Figueirense 4 x 0 Flamengo
> Fluminense 3 x 0 Sport
> América-RN 1 x 2 Corinthians
> Atlético-PR 0 x 3 Goiás



Verdão e Fogão não saem do empate
Alvinegro sai atrás, reage e quase vence no fim. Palmeiras deixa o campo vaiado


Um jogo disputado, de forte marcação e com boas chances de gol. Se faltou técnica, sobrou disposição de ambas as equipes. Num jogo igual, nada mais justo que o empate: Palmeiras e Botafogo não saíram do 1 a 1, neste sábado à noite, no Palestra Itália, pelo Brasileirão 2007. O Fogão, que reagiu no segundo tempo e por pouco venceu a partida no fim, foi a 11 pontos; o Verdão tem oito. . O resultado despertou a ira dos torcedores do Palmeiras. O time não vence há três jogos e foi bastante vaiado no fim do jogo.

VASCO vence de 4 e assume provisóriamente a liderança.

Vasco goleia o Grêmio e é líder
Baixinho joga bem, marca dois gols e garante não ter qualquer problema com Celso Roth

Com Romário inspirado e o apoio da torcida vascaína, o Vasco fez valer o mando de campo e venceu o time reserva do Grêmio por 4 a 0, neste sábado, em São Januário. O Baixinho marcou dois gols, chegou aos 1.002 na carreira, ficando a "apenas" 279 da marca de Pelé.

O Vasco, agora com 11 pontos ganhos, assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro, superando o Botafogo no saldo de gols (sete contra cinco). O Grêmio segue com seis, no meio da tabela.



FLA PERDE FEIO COM FIGUEIRENSE

CLASSIFICAÇÃO

01 Vasco 11
02 Botafogo 11
03 Corinthians 11
04 Paraná 10
05 Figueirense 9
06 Fluminense 8
07 Palmeiras 8
08 Atlético-MG 8
09 São Paulo 7
10 Atlético-PR 7
11 Goiás 6
12 Juventude 6
13 Internacional 6
14 Grêmio 6
15 Náutico 5
16 Flamengo 5
17 Cruzeiro 4
18 Sport 4
19 Santos 4
20 América-RN 3

preliminares

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A miúda acompanhou o avô ao barbeiro. Enquanto o mestre fazia o seu
trabalho, a
garota comia um doce, pelo que o barbeiro lhe disse:
- Ainda vais ter pêlos no teu docinho!
- Eu sei. E também vou ter mamas!

sexta-feira, junho 08, 2007

CASTRO ALVES

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CASTRO ALVES, O POETA CORAJOSO DA ABOLIÇÃO

POEMA

CANÇÃO DO BOÉMIO

Que noite fria! Na deserta rua
tremem de medo os lampiões sombrios.
Densa garoa faz fumar a lua,
ladram de tédio vinte cães vadios.

Nini formosa! Por que assim fugiste?
Embalde o tempo à tua espera conto.
Não vês, não vês?... Meu coração é triste,
como um calouro quando leva ponto.

A passos largos eu percorro a sala,
fumo um cigarro que filei na escola...
Tudo no quarto de Nini me fala,
embalde fumo... tudo aqui me amola.

Diz-me o relógio, cinicando a um canto:
— Onde está ela que não veio ainda? -
Diz-me a poltrona: por que tardas tanto?
Quero aquecer-te, rapariga linda.

Em vão a luz da crepitante vela
de Hugo clareia uma canção ardente;
tens um idílio — em tua fronte bela...
um ditirambo — no teu seio quente...

Pego o compêndio... inspiração sublime!
Pra adormecer... inquietações tamanhas...
Violei à noite o domicílio, ó crime!,
onde dormia uma nação... de aranhas...

Morrer de frio quando o peito é brasa. . .
quando a paixão no coração se aninha?!
Vós, todos, todos, que dormis em casa,
dizei se há dor que se compare à minha!...

Nini! o horror deste sofrer pungente
só teu sorriso neste mundo acalma...
Vem aquecer-me em teu olhar ardente...
Nini! Tu és o cachenê dest'alma.

Deus do Boêmio! São da mesma raça
as andorinhas e o meu anjo louro...
Fogem de mim se a primavera passa,
se já nos campos não há flores de ouro...

E tu fugiste, pressentindo o inverno,
mensal inverno do viver boêmio...
Sem te lembrar que por um riso terno
mesmo eu tomara a primavera a prêmio...

No entanto ainda do Xerez fogoso
duas garrafas guardo ali... Que minas!
Além, de um lado, o violão saudoso
guarda no seio inspirações divinas...

Se tu viesses... de meus lábios tristes
rompera o canto... Que esperança inglória!...
Ela esqueceu o que jurar-lhes vistes,
ó Paulicéia, ó Ponte Grande, ó Glória!...

Batem!... Que vejo! Ei-la afinal comigo...
Foram-se as trevas... fabricou-se a luz...
Nini! Pequei... dá-me exemplar castigo!
Sejam teus braços... do martírio a cruz.


Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em Muritiba (BA), no dia 14 de março de 1847. Em 1862, publica no "Jornal do Recife", onde morava em companhia do irmão mais velho, "Destruição de Jerusalém". Em 1868 viaja para o Rio de Janeiro, onde é recebido por José de Alencar e Machado de Assis. No dia 7 de setembro, em São Paulo, declama "O Navio Negreiro", alcançando grande sucesso. O maior romântico brasileiro e, com Tobias Barreto, um dos fundadores da escola condoreira, inspirada em Vítor Hugo. Nativista, revelador da paisagem brasileira, republicano e abolicionista — o cantor do Navio negreiro é o nosso grande poeta social e nacional.

O poeta faleceu no dia 06 de julho de 1871, em Salvador (BA). É o patrono da Cadeira nº 7 da Academia Brasileira de Letras.


Obras:

Espumas flutuantes (1870)

Gonzaga ou a Revolução de Minas (1875)

A cachoeira de Paulo Afonso (1876)

Vozes d`África. Navio Negreiro (1880)

Os escravos, obra dividida em duas partes: 1. A cachoeira de Paulo Afonso; 2. Manuscritos de Stênio (1883).

Obras completas. Edição do cinqüentenário da morte de Castro Alves, comentada, anotada e com numerosos inéditos, por Afrânio Peixoto, em 2 vols. (1921)

Poesias Completas editada por J. Almansur Haddad (1952)

Obra Completa, editada por Eugênio Gomes (1960).


Texto extraído do livro "Humor e Humorismo - Poesias e Versos", Editora Brasiliense - São Paulo, 1961, pág. 110, antologia organizada por Idel Becker

ARTISTAS PORTUGUESAS - ANA BOLA

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ANA BOLA É UMA DAS MELHORES
HUMORISTAS PORTUGUESAS



Ana Bola (Lisboa, 2 de Junho de 1952) é uma actriz e autora de textos humorísticos portuguesa.

Concluiu os estudos secundários no Liceu Francês em Lisboa, cidade onde cursou Secretariado no Instituto Superior de Línguas Administração e exerceu funções de secretária durante cerca de dez anos. Em 1976, a convite do actor Henrique Viana, estreia-se no Teatro Adóque com a comédia 1926 Noves Fora Nada.

Popularizada pela televisão, onde se iniciou com participações nos programas O Fungagá da Bicharada (1976) e O Passeio dos Alegres (1981), assinou sitcoms como A Mulher do Sr. Ministro (1994) e mantém uma colaboração com Herman José desde 1987 com Humor de Perdição e Casino Royal, divide actualmente a sua actividade de actriz com a de autora de textos humorísticos, tendo assinado a autoria das peças teatrais Avalanche (Teatro Villaret, 2006) e Celadon (Casino Estoril, 2005).

Actualmente às 6ª.feiras, produz um espantoso "boneco" de uma tia tipo "Lili Caneças"
integrado numa série chamada "cromos da tsf"

INTER PORTO ALEGRE vence a RECOPA,

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A RECOPA É O
EQUIVALENTE SUL-
AMERICANO À SUPER-
TAÇA DA EUROPA.

Goleada sobre Pachuca dá Recopa ao Internacional

O Internacional conquistou, nesta quinta-feira, seu primeiro título na temporada. Após decepcionar no Campeonato Gaúcho e na Copa Libertadores, o time colorado ergueu a Recopa Sul-Americana ao fazer 4 a 0 no mexicano Pachuca, em Porto Alegre.

ALEXANDRE PATO A GRANDE ESTRELA DO INTER

O resultado no Beira-Rio foi mais do que suficiente aos comandados de Galo, que haviam perdido por 2 a 1 no jogo de ida, no México. Com o resultado, eles esperam ganhar moral e deixar as últimas colocações do Campeonato Brasileiro.

Foi o Internacional que tomou a iniciativa desde o início, mas o time demorou a criar boas chances. O primeiro lance mais agudo aconteceu aos 28min, quando Iarley foi lançado na área e derrubado por Pinto. Alex bateu o pênalti e abriu o placar.

O gol animou os donos da casa, que estiveram perto de ampliar ainda no primeiro tempo. Alexandre Pato, em duas ocasiões, deixou passar a oportunidade de balançar a rede e manteve apertada a vantagem do Inter, uma vez que o 1 a 0 já interessava.

Na etapa final, tudo se tornou mais fácil para a equipe colorada. Aos 4min, Pinga recebeu na meia-lua, acertou o canto direito de Calero e deixou sua marca, fazendo o Pachuca sair para o jogo em busca do gol que levaria a decisão para os pênaltis.

Com tranqüilidade, o Inter soube aproveitar a vantagem e construir uma goleada. Alexandre Pato invadiu a área, aos 18min, e ampliou de pé esquerdo. Aos 31min, Mosquera marcou contra, dando números finais à decisão.

Ficha Técnica
Internacional 4 x 0 Pachuca-MEX
Equipes

INTER

Clemer
Ceará
Índio
Sidnei
(Mineiro)
Rubens Cardoso
(Maycon)
Edinho
Wellington Monteiro
Pinga
(Perdigão)
Alex
Iarley
Alexandre Pato

Técnico:
Gallo Calero

PACHUCA

López
Mosquera
Fausto Pinto
Cabrera
(Rodríguez)
Correa
Caballero
Chitiva
(Landín)
Salazar
(Alvarez)
Cacho
Gimenez

Técnico:
Enrique Mezza

Golos
30min - 1° tempo
Alex
4min - 2º tempo
Pinga
18min - 2º tempo
Alexandre Pato
31min - 2º tempo
Mosquera (contra)

Cartões Amarelos
Sidnei
Rubens Cardoso
Alex
Iarley
Cartões Vermelhos
Fausto Pinto
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Sérgio Pezzotta (ARG)
Público: 51.023 pagantes

FLUMINENSE , vence a COPA DO BRASIL

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NO RIO HOUVE CARNAVAL ANTECIPADO



FIGUEIRENSE 0 x 1 FLUMINENSE

FIGUEIRENSE

Wilson
Anderson Luiz
(Fernandes)
Felipe Santana
Chicão
Vinícius
(Edson)
André Santos
Henrique
Claiton Xavier
Diogo
(Ramon)
Ruy
Victor Simões
T: Mário Sergio

FLUMINENSE

Fernando Henrique
Carlinhos
Thiago Silva
Roger (EX-BENFICA)
Junior Cesar
Fabinho
Arouco
Cícero
Carlos Alberto (ex-Porto)
(Thiago Neves)
Alex Dias
(Rafael Moura)
Adriano Magrão
(David)
T: Renato Gaúcho

Na raça, Flu vence e é o grande campeão
Equipe carioca supera o Figueirense e volta a disputar a Libertadores depois de 23 anos
Logo aos dois minutos, a alegria. No resto da partida, tensão e expectativa. Mas valeu a pena. Foi com muita emoção. A torcida tricolor está em festa. Depois de 23 anos, o Fluminense volta à Taça Libertadores da América. O Tricolor venceu nesta quarta-feira o Figueirense por 1 a 0 e sagrou-se campeão da Copa do Brasil de 2007. Roger, titular só porque Luiz Alberto acabou vetado pelo departamento médico, foi o grande herói do título. O Figueira, que levou o gol aos dois minutos de jogo, jogou a partida inteira no ataque, mas não conseguiu superar a defesa do Flu.

quinta-feira, junho 07, 2007

CANTORES PORTUGUESES - LENA D'AGUA

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O NOSSO BLOG CONTINUA
A DIVULGAR CANTORES
PORTUGUESES E BRASILEIROS.
HOJE TEMOS UMA DAS VOZES
MAIS CARISTÁTICAS DA
MÚSICA PORTUGUESA
.
Lena D'Água


Lena d'Água (Lisboa, 16 de Junho de 1956), é uma cantora portuguesa.


Biografia
Lena d'Água começou por cantar com os Beatnicks, ainda na década de 70. Participou no Festival RTP da Canção em 1978, fazendo coros para os Gemini, com quem foi ao Festival da Eurovisão em Paris. Em 1980, formou os Salada de Frutas, com Luís Pedro Fonseca e José da Ponte. Com eles gravou o álbum "Sem Açúcar" e o single "Robot/Armagedom".

Sai do grupo com Luís Pedro Fonseca, com quem forma a Banda Atlântida. Lançam o single "Vigaro Lá Vigaro Cá/Labirinto" em final de 1981 e o álbum "Perto de Ti" em 1982.

Ao longo da sua carreira dedicou-se à escrita, fez discos para crianças, foi estrela pop rock nos anos 80, encontrou-se com o Jazz, e gravou "As canções do século".

Participou no grupo de música popular Gallandum e, em 1999, colaborou com a Brigada Victor Jara num dos temas do disco "Novas Vos Trago". Tem alguns projectos ao vivo: um dedicado a Billie Holiday, outro a Elis Regina e um terceiro apenas com autores portugueses (José Mário Branco, Sérgio Godinho, Jorge Palma e Luís Pedro Fonseca), cuja edição em DVD foi ultimada no ano em que comemorou os seus 50 anos de vida.
A Lena d'Agua é filha dum dos melhores jogadores de sempre do futebol portugês, o José Águas e irmã do também interbacional Rui Águas que acaba de ingressar na equipa técnica do Benfica.

Discografia
1979 – Qual é Coisa, Qual é ela? (para as crianças)
1979 - O nosso Livro/ A cantiga da Babá (single)
Com Salada de Frutas:

1980 – Sem Açúcar
1981 – Robot/Armagedom (single)
Com a Banda Atlântida:

1981 – Vígaro cá, vígaro lá/Labirinto (single)
1982 – Perto de ti
1983 – Papalagui/Jardim Zoológico (single)
1984 – Lusitânia
A solo:

1986 – Terra Prometida
1987 – Aguaceiro
1989 – Tu Aqui
1992 – Ou Isto ou Aquilo (para as crianças)
2007 – Sempre, ao vivo no Hot Clube (CD e DVD)
Com Helena Vieira e Rita Guerra:

1993 – As Canções do Século

[editar] Compilações
1996 – Demagogia (colectânea)
1996 – O Melhor de Lena D'Água - Sempre Que o Amor Me Quiser (colectânea)

quarta-feira, junho 06, 2007

VINICIUS

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Há imensos irmãos brasileiros a trabalhar em Portugal, tal como, muitos portugueses,
o fizeram nos sec XVIII,XIX e XX em terras do Brasil
Já aqui o dissémos, é hoje tão dificil não encontrar pelo menos um brasileiro em qualquer loja, restaurante, mercado ou supermercado em Portugal,como é não encontrar um descendente de português em qualquer padaria, restaurante, shoping nas cidades do Brasil.


Ontem após um examne de final de curso de italiano , fui com a professora e colegas de turma festejar a um restaurante italiano famoso, o Lucca , ali na Rua de Santa Marta.

A TURMA C2C FINALISTA :O MANEL LIMA, A PROF BARBARA ANIELLO,A ANA MESTRA O JOSE HERDEIRO(EU MESMO, A ANA MOITA,O TIAGO, A ANGELA E O JORGE. JÁ TENHO SAUDADES,FOI UMA EXCELENTE EQUIPA ,UM AMBIENTE ALEGRE, DIVERTIDO E APLICADO.


O profissional encarregado da nossa mesa, logo foi impressionando todos, apresentando os pratos disponíveis para jantar, num discurso rico em metáforas sugestivas e ditas naquele sotaque tropical que torna a língua portuguesa mais doce e
mais colorida.
A imagem oratória era tão rica que às tantas um dos nossos colegas rendido gritou:
-Pronto, compro!!!

O jovem profissional é de Góias, chama-se Vinicius, Vinicius Martins Reis, e só está em Portugal há 2 meses.


O "arroz malandrinho com lulas" que me descreveu estava muito bom, e a descrição que me fez optar foi tão rica que acho que comecei a saborear o prato antes mesmo dele chegar à mesa

O Vinicius jogava futebol no Goiás,um clube da I Divisão do Brasileirão, e garante que é craque mesmo, e que gostaria de arranjar clube por cá. Por isso pessoal, se quiserem um craque liguem para o Restaurante Lucca, ali na Rua de Santa Marta que ele vai vos espantar.

Goiás é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado a leste da Região Centro-Oeste, tem como limites os estados do Tocantins a norte, Mato Grosso a oeste, Mato Grosso do Sul sudoeste, Minas Gerais a leste e a sul (limite descontínuo) e com o Distrito Federal a leste, ocupa uma área de 341.289,5 km². Sua capital é a cidade de Goiânia e seu atual governador é Alcides Rodrigues.

Com quase 6 milhões de habitantes é o estado mais populoso do Centro-Oeste, é também o estado mais central do Brasil sendo considerado o "coração geográfico".

É décimo estado mais rico do país, logo à frente do Amazonas e superado pelo Distrito Federal.

preliminares

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O sujeito conhece uma gata na noitada e logo leva ela p'ro motel.
Já instalados no apartamento, ele tira a camisa, deixa o seu bíceps à mostra e diz:
- Isso são 80 kg de dinamite!
Mostra o abdômen e diz:
- 100 kg de dinamite!
Depois tira a bermuda, mostra as coxas e diz:
- 120 kg de dinamite!
Enfim ele tira a cueca samba-canção e a mulher sai correndo pelos corredores do motel, gritando:
- Evacuem o motel!!! ... O meu quarto está lotado de dinamite e o pavio é curtinho!!!

terça-feira, junho 05, 2007

o golo mil do romário



O ROMÀRIO, AOS 41 ANOS, MARCA O GOLO MIL, DUMA CARREIRA CHEIA DE GOLOS FANTÁSTICOS

segunda-feira, junho 04, 2007

brasileirão - 4ª.rodada

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O PARANÁ PERDEU PARA
O SÃO PAULO ,
BOTAFOGO É NOVO
LÍDER.


ROGÉRIO CENI MARCOU DE PANALTY O GOLO DA VITÓRIA DO SAMPA


Figueirense 2 x 1 Goiás
Botafogo 3 x 0 Grêmio
Atlético-MG 1 x 1 Atlético-PR

Domingo 03/06/2007


Palmeiras 1 x 3 Cruzeiro
Sport 2 x 2 Flamengo
Santos 1 x 1 Corinthians
Juventude 3 x 0 América-RN
Vasco 1 x 1 Fluminense (Premiére, Sportv)
Paraná 0 x 1 São Paulo

HOJE JOGA-SE:
Segunda-feira 04/06/2007

01 Botafogo 10 4
02 Paraná 9 4
03 Corinthians 8 4
04 Vasco 8 4
05 Atlético-PR 7 4
06 São Paulo 7 4
07 Palmeiras 7 4
08 Figueirense 6 4
09 Grêmio 6 4
10 Fluminense 5 4
11 Flamengo 5 4
12 Atlético-MG 5 4
13 Sport 4 4
14 Náutico 4 3
15 Cruzeiro 4 4
16 Santos 4 4
17 Juventude 3 4
18 Goiás 3 4
19 América-RN 3 4
20 Internacional 0 3

domingo, junho 03, 2007

preliminares

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Uma bicha estava passando em frente a uma igreja católica e, como nunca tinha ido a uma igreja, resolve entrar, sentando-se no último lugar.

Ficou admirada ao ver o padre balançando o turíbulo, enquanto andava do púbito até o fundo da igreja, vindo em sua direção. Quando o padre chegou bem perto da bicha, eis que ela diz:

- O seu desfile foi ótimo mas a sua bolsinha está queimando!

sexta-feira, junho 01, 2007

O GRUPO PORTUGUÊS "BURACA SOM SISTEMA" actua no Brasil

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Grupo de kuduro Buraka Som Sistema se apresenta sábado (2) no Rio


A sonoridade dos Buraka Som Sistema é descrita pelos próprios como «uma fusão entre o kuduro angolano e vários géneros de música de dança, como o dubstep, grime, drum 'n' bass, techno, hip-hop e pop».

A mistura dos ritmos africanos com as batidas europeias tem conquistado não só as discotecas nacionais, mas também os mais conceituados clubes europeus. O trio esteve recentemente em Londres, juntamente com os MCs convidados Petty e Kalaf, para actuar na discoteca Fabric, uma das grandes referências da música de dança da capital britânica.

E para os Buraka Som Sistema, existem diferenças entre o público português e o estrangeiro: «Por cá, as pessoas acabam por pensar que somos uma banda (...) Lá fora, vêem-nos como algo entre um set de um DJ e um espectáculo ao vivo, o que para nós é o ideal», explicou-nos Lil'John.

É precisamente em relação ao formato do projecto que parecem existir algumas confusões em Portugal. Será que Petty e Kalaf, os MCs convidados, poderão relegar para segundo lugar os verdadeiros responsáveis pela música dos BSS? Lil'John esclareceu: «É natural que isso aconteça. As figuras vocais têm mais destaque. Mas acho que as pessoas vão acabar por perceber... E se não perceberem, o risco que corremos é sermos um one hit wonder que 'bateu' com o "Yah!" e que o próximo som já não tinha a Petty e já ninguém ligou nenhuma».


O Baile Skol reúne 12 atrações nacionais e duas internacionais.
Evento acontece simultaneamente em quatro casas cariocas.


Buraka Som Sistema toca no Rio de Janeiro no Baile Skol acontece pela primeira vez no Rio de Janeiro, simultaneamente, em quatro casas de shows da cidade neste sábado (2) a partir das 22h. A programação oficial é formada por 12 atrações nacionais e duas internacionais: Favela Chic Crew e Buraka Som Sistema.

Conheça o kuduro, o ‘funk carioca de Portugal’




Em cada palco, um artista assumirá o papel de anfitrião da noite. Na Fundição Progresso (Lapa), a função será de Fernanda Abreu. No Espaço Canaan (Duque de Caxias), Tony Tornado comandará o baile. E no Big Field (Campo Grande), Sandra de Sá vai liderar a noite. Na Rio Sampa (Nova Iguaçu), o apresentador será Dudu Nobre.

Confira a programação completa:

Fundição Progresso - Rua dos Arcos, 24, Lapa
Público estimado: 5 mil pessoas - R$ 40

MC: Fernanda Abreu

22:30 - 23:30 Fernanda Abreu
23:30 - 1:30 Encontro das equipes: Big Mix e Furacão 2000
1:30 - 3:00 Monobloco
3:00 - 4:00 Favela Chic Crew
4:00 - 4: 20 Mc Marcinho
4:20 – 5:00 Priscila Nocetti
5:00 – 5:40 DJ Marlboro

Espaço Canaan - Rod. Washington Luiz, 14.005 – Duque de Caxias
Público estimado: 15 mil pessoas – R$ 20

Mc: Tony Tornado

23:00 - 00:30 Seu Jorge + convidados
00:30 - 01:10 Os Caçadores
01:10 - 2:00 Buraka Som Sistema
2:00 - 2:20 Priscila Nocetti
2:20 - 3:00 DJ Marlboro
3:00 - 5:00 Encontro das equipes: Big Mix e Furacão 2000

Rio Sampa - Rod. Presidente Dutra, KM 177, Nova Iguaçu
Público estimado: 15 mil pessoas – R$ 20

brasileirão 4ª.rodada

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NESTE FINAL DE
SEMANA VAMOS TER
A 4ª.RODADA

O PARANÁ, ACTUAL LÍDER
VAI TER PROVA DE FOGO
JOGA COM SÃO PAULO

Rodada 04

02/06 18h10 Orlando Scarpelli Figueirense x Goiás
02/06 18h10 Mineirão Atlético-MG x Atlético-PR
02/06 18h10 Maracanã Botafogo x Grêmio
03/06 16h Parque Antarctica Palmeiras x Cruzeiro
03/06 16h Ilha do Retiro Sport x Flamengo
03/06 16h Vila Belmiro Santos x Corinthians
03/06 16h Alfredo Jaconi Juventude x América-RN
03/06 18h10 Maracanã Vasco x Fluminense
03/06 18h10 Durival Britto Paraná x São Paulo
04/06 20h30 Beira-Rio Internacional x Náutico

quarta-feira, maio 30, 2007

PAULO SERGIO

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PAULO SERGIO, é a nova coqueluche do futebol do Flamengo e brasileiro.

Paulo Sérgio tem apenas 17 anos e foi o herói do Flamengo no empate de 2 a 2 com o Botafogo, neste domingo, no Maracanã. O atacante entrou aos oito minutos do segundo tempo e marcou o gol que evitou a derrota rubro-negra em um bonito toque dentro da área. A bola passou entre as pernas do goleiro Júlio César.

Após a partida, o atacante comemorou bastante o gol, o primeiro com a camisa profissional do Flamengo.

- Estou muito feliz com esse gol, que foi importante para o time. É um momento que vai ficar marcado na memória. É bom ajudar o Flamengo.

Paulo Sérgio Luiz de Souza nasceu no dia 11/06/1989, no Rio de Janeiro (RJ). Tem 1,81m e 70,5kg. Formado nas divisões de base, estreou no dia 01/04/2007, na vitória de 2 a 1 sobre o Friburguense. O atacante fez o quinto jogo como profissional do Flamengo.

Ele acaba de pedir ao Flamengo para passar a ter como nome de futebolista profissional o nome de - DINDO.

terça-feira, maio 29, 2007

MÚSICOS BRASILEIROS - LOBÃO

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Lobão (músico)


Nome completo: João Luís Woerdenbag Filho
Origem(ns): Rio de Janeiro
País de nascimento: Brasil
Data de nascimento: 11 de outubro de 1957


Lobão, nome artístico de João Luís Woerdenbag Filho (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1957) é um cantor de rock e pop brasileiro - e, como ele próprio prefere ser rotulado, é cantor de MPB, além de tocar bateria, guitarra e violão clássico. É reconhecido por ser genioso e pouco discreto ao falar sobre os outros. Como bem lembrou Gabriel, O Pensador em sua canção Festa da Música Tupiniquim: "o Lobão até agora não falou mal de ninguém".

Sua carreira é marcada por grandes parcerias como Cazuza e Júlio Barroso, mas, em contrapartida, tem inimizades pelos grandes atritos gerados ao expor sua opinião. É autor de Me Chama, uma das canções mais regravadas de todos os tempos.

Sua carreira começou aos dezessete anos, depois de sair de casa para se tornar músico profissional. Participou de uma peça teatral e em seguida formou uma banda: Vímana, da qual faziam parte Lulu Santos, Ritchie, Luis Paulo e Fernando Gama. Três anos depois, com o fim do grupo, Lobão seguiu sua carreira de baterista, tocando com Luiz Melodia, Walter Franco e Marina Lima. Fundou a banda Blitz com Evandro Mesquita, Fernanda Abreu e outros, mas por divergências ideológicas, saiu do grupo antes mesmo do sucesso comercial. Foi Lobão quem deu o nome à banda, às vésperas de um show, após uma indecisão do grupo. Deu certo.

Lobão começa sua carreira solo com o lançamento de Cena de Cinema, em 1982. Em seguida forma a banda "Lobão e os Ronaldos" (que tinha na sua formação a cantora e tecladista holandesa Alice Pink Pank, ex-Gang 90 e as Absurdettes)), que lança Ronaldo Foi Pra Guerra. Apesar do estrondoso sucesso de "Me Chama", a banda tem uma vida curta e Lobão segue carreira solo mantendo alta rotatividade na mídia, lançando o single Decadence Avec Elegance (1985) e o álbum O Rock Errou(1986), do qual "Revanche" se torna o carro-chefe. Logo após seu lançamento, Lobão é preso por porte de drogas, passando um ano na cadeia. Ali ele desenvolve o disco Vida Bandida, voltando aos holofotes. Depois de um flerte com o samba-rock (mal-sucedido) e participações nos festivais Hollywood Rock e Rock in Rio II (onde recebeu uma vaia histórica), Lobão passa um período fora da mídia.

Suas atitudes polêmicas voltariam a ter evidência em 1999 depois de seu rompimento com as gravadoras e o lançamento de A Vida é Doce num esquema inédito, com distribuição pela internet, bancas de jornais e lojas de departamento.

Após o sucesso da vendagem e de crítica com seus discos independentes "A Vida é Doce" (1999) e "2001: Uma Odisséia no Universo Paralelo" (2001), lançou a revista Outracoisa, através da qual lança bandas e músicos de maneira independente, tais como Cachorro Grande, B.Negão e Arnaldo Baptista. Seu último disco, lançado em 2005, o "Canções Dentro da Noite Escura", foi também lançado pela revista com tiragem inicial de 20.000 exemplares.

A partir de 2005, Lobão se envereda pela televisão, onde apresenta o programa Saca Rolha, na PlayTV, junto com o multimedia Marcelo Tas e a modelo Mariana Weickert. Os três recebem todos os dias, de segunda à sexta, um convidado para juntos debaterem os grandes temas nacionais e internacionais.

Em abril de 2007 é lançado o álbum Acústico MTV, que, como o próprio Lobão carcterizou, foi uma seleção "parcial" de sucessos do músico, contando, inclusive, com a participação especial do grupo lançado pela revista Outracoisa, Cachorro Grande.

: Lobão (músico).
Discografia
Cena de Cinema (1982)
Ronaldo foi pra Guerra (1984)
O Rock Errou (1986)
Vida Bandida (1987)
Cuidado! (1988)
Sob o Sol de Parador (1989)
Vivo (1990)
O Inferno é Fogo (1991)
Nostalgia da Modernidade (1995)
Noite (1998)
A Vida é Doce (1999)
2001: Uma Odisséia no Universo Paralelo (2001)
Canções Dentro da Noite Escura (2005)
Acústico MTV (2007)

segunda-feira, maio 28, 2007

A 28 DE MAIO, aconteceu uma revolução anti democrática em Portugal

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Revolução de 28 de Maio de 1926


GOMES DAS COSTA, o general que conduziu o golpe

A Revolução de 28 de Maio de 1926, Golpe de 28 de Maio de 1926 ou Movimento do 28 de Maio, também conhecido pelos seu herdeiros do Estado Novo por Revolução Nacional, foi um pronunciamento militar de cariz nacionalista e anti-parlamentar que pôs termo à Primeira República Portuguesa, levando à implantação da auto-denominada Ditadura Nacional, depois transformada, após a aprovação da Constituição de 1933, em Estado Novo, regime que se manteve no poder em Portugal até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974. A revolução começou em Braga, comandada pelo general Gomes da Costa, sendo seguida de imediato em outras cidades como Porto, Lisboa, Évora, Coimbra e Santarém.

Deu origem ao Estdo Novo de Salazar regime fascista que levou Portugal à escuridão de 48 anos .Salazar quis transformar Portugal num país rural, sem industria com receio da criação de operários com consciência de classe que pusessem em causa o seu regime.
A Lei do Condicionamento Industrial e a criação duma polícia política que torturou gerações de portugueses foram o seu maior pecado e a causa do atraso que ainda hoje não foi superado por completo.