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quarta-feira, julho 16, 2008

foi a 16 de Julho de 1950, que se deu o MARACANAZO

.
NESTE FATIDICO DIA O BRASIL
ENTROU EM CAMPO DE "SAPATO
ALTO
", COMO EXPLICOU UM
DOS GUIAS DO ESTÁDIO
MARACANÃ, (lembras-te,
João Tiago?) .



O BRASIL ARRASOU TODOS OS
ADVERSÁRIOS ATÉ À FINAL..

Em Portugal, esta tristeza de perder final em casa, teve o seu dia em 2004, perdendo com a Grécia 0-1, num Estádio da Luz lotado, como o Maracanã ,naquele 16 de Julho de 1950.

A última copa em terras brasileiras foi marcada não só pela mobilização nacional, mas – como esquecer? – pela derrota do Brasil para o Uruguai na final, por 2 a 1. A tragédia ficou conhecida como Maracanazo, uma provocação dos outros países. Naqueles 16 de julho, os 200 mil espectadores presentes no templo do futebol, erguido especialmente para a competição, o Maracanã, souberam o que significava a tristeza e frustração numa época sem Pelé, Kaká e Ronaldos.

Segundo o presidente da FIFA, na época, Jules Rimet, em seu livro “La historie merveilleuse de la Cope du Monde”, nem ele podia imaginar a derrota brasileira. “Ao término do jogo, eu deveria entregar a Copa ao capitão do time vencedor. Uma vistosa guarda de honra se formaria desde a entrada do campo até o centro do gramado, onde estaria me esperando, alinhada, a equipe vencedora (naturalmente, a do Brasil). Depois que o público houvesse cantado o hino nacional, eu teria procedido a solene entrega do troféu. Faltando poucos minutos para terminar a partida (estava 1 a 1 e ao Brasil bastava apenas o empate), deixei meu lugar na tribuna de honra e, já preparando os microfones, me dirigi aos vestiários, ensurdecido com a gritaria da multidão".

"Eu seguia pelo túnel, em direção ao campo. A saída do túnel, um silêncio desolador havia tomado o lugar de todo aquele júbilo. Não havia guarda de honra, nem hino nacional, nem entrega solene. Achei-me sozinho, no meio da multidão, empurrado para todos os lados, com a Copa debaixo do braço", completa.

O presidente não conseguia entregar a taça e resolveu sair do campo. Porém, tempo depois, voltou e a entregou ao capitão uruguaio Obdulio Varela. "Estou feliz pela vitória que vocês acabam de conquistar. Cheia de mérito, sobretudo por ter sido inesperada. Com minhas felicitações", felicitou com notável frustação.
.
As respostas para a derrota da seleção são muitas. Alguns dizem que o problema foi a mudança da concentração de Joá pelo estádio do Vasco da Gama. Outros ainda culpam o treinador Flávio Costa, que obrigou os jogadores a rezarem de pé durante duas horas de missa na manhã do jogo. Mas são todas hipóteses para explicar o que para muitos se tornou inexplicável.

Copa do Mundo de 1950

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Classificação
1. Uruguai
2. BRASIL
3. Suécia
4. Espanha
5. Iugoslávia
6. Suíça
7. Itália
8. Inglaterra
9. Chile
10. EUA
11. Paraguai
12. Bolívia
13. México

Uruguai entristece o Maracanã

Cerca de 200 mil torcedores testemunham em silêncio o fracasso do Brasil na decisão
A campanha do campeão
Primeira Fase
02/07 Uruguai 8 x 0 Bolívia
Turno Final
09/07 Uruguai 2 x 2 Espanha
13/07 Uruguai 3 x 2 Suécia
Jogo Final
18/07 Uruguai 2 x 1 Brasil
Artilheiro
Ademir (Brasil) - 9 gols

Com os países europeus ainda sofrendo os efeitos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o Brasil foi canditado único para ser a sede da Copa de 1950.
Das 34 seleções inscritas para as eliminatórias, seis desistiram antes do primeiro jogo e algumas desistiram semanas antes do campeonato.
Com isso, a Copa teve apenas 13 participantes. Um dos grupos da primeira fase ficou reduzido a dois times: o Uruguai venceu a Bolívia por 8 a 0 e já foi para o turno final.
A Itália bicampeã em 34 e 38, veio ao Brasil tentando o terceiro título, que daria ao país a posse definitiva da Copa. Em 1946, o troféu tinha recebido o nome de Taça Jules Rimet, em homenagem ao francês presidente da Fifa.
Enfraquecida pela ausência dos jogadores do Torino, mortos em 49, a Itália acabou eliminada pelos suecos.
A fórmula de disputa da Copa indicou um quadrangular final no qual Brasil, Uruguai, Suécia e Espanha iriam se enfrentar nos sistema "todos contra todos".
O Brasil foi arrasador, marcando 7 a 1 na Suécia e 6 a 1 na Espanha. O Uruguai venceu os suecos, mas tropeçou na Espanha, 2 a 2.

A seleção da Copa
GOLEIRO: Maspoli (Uruguai)
ZAGUEIROS: Stankovic (Iugoslávia)
Nilsson (Suécia)
MÉIOS-CAMPOS: Andrade(Uruguai)
Bauer (Brasil)
Varela (Uruguai)
ATACANTES: Gainza (Espanha)
Jair (Brasil)
Ademir (Brasil)
Ghiggia (Uruguai)
Zizinho (Brasil)

Os números da Copa
Jogos: 22
Gols: 88
Média de Golos: 4,0
Participantes: 13
Média de Público: 60.772

Com isso, o Brasil entrou em campo contra os uruguaios precisando apenas de um empate. No recém-construído Maracanã, cerca de 200 mil pessoas esperavam pelo título.
A vitória de virada do Uruguai por 2 a 1 selou a primeira grande injustiça da história das Copas. Em silêncio quase absoluto, o público deixou o estádio sem acreditar que o melhor time não era o vencedor.


A Final
URUGUAI - 2
Maspoli; Matias González e Tejera; Gambetta, Obdulio Varela e Rodríguez Andrade; Ghiggia, Pérez, Míguez, Schiuaffino e Morán.Técnico: Juan López.

BRASIL - 1
Barbosa; Augusto e Juvenal; Bauer, Danilo e Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir, Jair da Rosa Pinto e Chico. Técnico: Flávio Costa.

Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Juiz: George Reader (Inglaterra)
Gols: Friaça a 1min, Schiaffino aos 20min e Ghiggia aos 34min do segundo tempo.



BRASIL (vice)
Titulares Posição J G
Barbosa Goleiro 6 -
Augusto Zagueiro 6 -
Juvenal Zagueiro 6 -
Bauer Meio-Campo 5 -
Danilo Meio-Campo 5 -
Bigode Meio-Campo 5 -
Friaça Atacante 4 1
Zizinho Atacante 4 2
Ademir Atacante 6 9
Jair Atacante 5 2
Chico Atacante 4 4
Reservas
Castilho Goleiro - -
Mauro Zagueiro - -
Nena Zagueiro - -
Alfredo Meio-Campo 1 1
Ely Meio-Campo 1 -
Noronha Meio-Campo 1 -
Rui Meio-Campo 1 -
Adãozinho Atacante - -
Baltazar Atacante 2 2
Maneca Atacante 4 1
Rodrigues Atacante - -
Técnico: Flávio Costa


Brasil: Ninguém acreditava na derrota
O jornalista britânico Brian Glanville foi preciso ao notar a ironia: a única Copa que não programou uma final teve a final mais emocionante de todas.
Números do Brasil
Jogos: 6
Gols Pró: 22
Gols Contra: 6

Foi a única vez em que um país chegou à final do Mundial com a vantagem do empate, por força do regulamento. Mas nenhum brasileiro pensava nessa vantagem.
O prefeito do Rio (então Distrito Federal), Mendes de Morais, saudou os "campeões do mundo"antes da partida.
Nem o primeiro tempo, que se revelou difícil e sem gols, esfriou o ânimo da torcida.
O gol de Friaça, a 1min da segunda etapa, chutando da entrada da área à direita de Maspoli, parecia liquidar os uruguaios.
Foi assim que surgiu o gol de empate. O ponta uruguaio se livrou de seu marcador, centrou e Schiaffino completou para o gol, fora do alcance de Barbosa. Faltavam 25 minutos para o final.


A Campanha do Brasil
Eliminatórias
País-Sede
Primeira Fase
24/06 Brasil 4 x 0 México
28/06 Brasil 2 x 2 Suíça
01/07 Brasil 2 x 0 Iugoslávia
Turno Final
09/07 Brasil 7 x 1 Suécia
13/07 Brasil 6 x 1 Espanha
Jogo Final
16/07 Brasil 1 x 2 Uruguai

Uma jogada semelhante decidiu a Copa. Ghiggia venceu Bigode na corrida mais uma vez. Barbosa se adiantou para antecipar um novo cruzamento para Schiaffino. Juvenal veio na corrida para interceptar o tiro. Mas, em vez de cruzar, Ghiggia chutou.
A bola passou entre a trave e o goleiro, silenciando o estádio. Faltavam apenas 11 minutos.
Atônito, o time brasileiro só ameaçou o gol uruguaio em um chute de Chico aos 42 minutos que o goleiro Maspoli mandou a escanteio.
O público, embora chocado, aplaudiu a vitória uruguaia. No meio do gramado a confusão era total, com brasileiros chorando e uruguaios festejando.
Os jogadores da seleção brasileira, destinados a se tornarem heróis, foram crucificados. O Brasil ainda teria que esperar oito anos para se sagrar, finalmente, campeão mundial.


"Monumento do futebol"
"Não consigo recordar os meus primeiros minutos no gramado do Maracanã. Eu admirava aquela arquitetura magnífica e não pensava na partida contra os chilenos.
Apenas despertei de meu torpor quando Zarra fez nosso primeiro tento, com quase 20 minutos de jogo. Quando percebi que ganharíamos o jogo senti uma alegria imensa. A meus olhos, aquele estádio gigantesco era a oitava maravilha do mundo.
Até a derrota de seis gols para os brasileiros não trouxe tristeza ao time. Queríamos ganhar, mas sabíamos que enfrentávamos os homens divinos que tinham erguido aquele monumento do futebol.
Arraquei um tufo de grama e levei comigo."


Curiosidades
Bagunça organizada
Um mês antes do início da Copa, o presidente da Federação Italiana, Otorino Barassi, chegou ao Rio para integrar o Comitê Organizador do Mundial. As obras do Maracanã estavam atrasadas. Barassi colocou ordem na casa e salvou a competição do fracasso.

Azzurra
A Itália jogou em São Paulo e a numerosa comunidade italiana da cidade se transformou na segunda maior torcida da Copa. Brasil x Suíça, no Pacaembu, teve 42 mil espectadores. No mesmo estádio, os italianos levaram 42 mil pessoas para o jogo contra a Suécia.

Zebra
Em Belo Horizonte, a maior surpresa: a Inglaterra perdeu para os EUA por 1 a 0, gol do haitiano naturalizado Larry Gaetjens.


A Frase
"Foi o imponderável que liquidou todas as nossas pretensões."


Fláio Costa, técnico do Brasil.
.

O F.C.PORTO VAI À CHAMPIONS

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A UEFA reconheceu o direito ao Porto de jogar a Champions.
Ficou a péssima impressão do oportunismo do presidente do Benfica tentar ir a uma competição para a qual não teve qualidade para disputar, fez um campeonato miserável exibições patéticas e um núnero de derrotas como nunca havia acontecido.

O BENFICA é um clube muito grande para ter estas atitudes. Benfica de outros tempos recusaria estar numa prova para a qual não tinha legitimidade.

A MEMÓRIA DESTE CLUBE E DESTA FABULOSA EQUIPA, QUE GANHAVA A LEGITIMIDADE DE ESTAR LA LIGA DOS CAMPEÕES DENTRO DAS 4 LINHAS, MERECIA O RESPEITO DESTE PRESIDENTE OPORTUNISTA

O Pinto da Costa deverá ser punido, sim, mas o Luis Filipe Vieira deveria ser corrido pela nação benfiquista, que estou certo,não se revê num oportunista deste quilate.

terça-feira, julho 15, 2008

preliminares

.
Um Advogado estacionou o seu Mercedes, novinho em folha, em frente ao
seu escritório, pronto a mostrá-lo aos seus colegas.

Logo que abriu a porta para sair, um camião passou raspando e arrancou
completamente a porta.

O Advogado, meio atordoado, ligou imediatamente o 112 e dentro de
minutos um policia chegou.

Antes que o policia tivesse oportunidade de fazer alguma pergunta, o
Advogado começou a gritar histéricamente que o Mercedes tinha sido
comprado no dia anterior e estava agora totalmente arruinado e nunca
mais seria o mesmo.

Iria processar o Condutor, Deus e o Mundo... Fazer e acontecer...
Afinal era Advogado e percebia de Leis, etc., etc. e etc... Quando
finalmente se acalmou, o Polícia abanou a cabeça, incrédulo, e disse:
- Eu não posso acreditar quão materialista o Senhor é. Está tão
preocupado com os seus bens materiais, que não reparou no mais
importante.

- Como pode dizer tal coisa? O Senhor tem noção do valor de um
Mercedes? - Pergunta o Advogado.

O Policia respondeu:
- E o Senhor ainda não percebeu que perdeu o seu braço esquerdo? Foi
arrancado, do cotovelo para baixo, provávelmente quando o camião bateu
em si.

- Puta que pariiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiu"! - Grita o Advogado...-
Meu Rolex!!!

brasileiros a maior comunidade não- portuguesa de Portugal

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DOS JORNAIS:
Brasileiros se tornam maior comunidade estrangeira em Portugal
Segundo relatório, número de brasileiros ultrapassa pela 1ª vez o de cabo-verdianos.
Os brasileiros ultrapassaram os cabo-verdianos e se tornaram a maior comunidade estrangeira em Portugal, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras português.

o NOSSO BLOG NÃO CONSIDERA OS BRASILEIROS COMO ESTRANGEIROS
MAS COMO NÃO-PORTUGUESES. AFINAL TEMOS A MESMA LÍNGUA E UMA
HISTÓRIA COMUM DE 1500 A 1822.


Em seu Relatório Estatístico Anual de 2007, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras registra a presença de 66.354 brasileiros em Portugal, que representam 15,2% do total de 435.736 estrangeiros residentes no país.

De acordo com o relatório, cerca de 4% dos residentes no território português são estrangeiros.

Depois dos brasileiros, aparecem os cabo-verdianos, com 63.925 (14,7% do total de estrangeiros), seguidos por ucranianos, com 39.480 (9,1%), angolanos, com 32.728 (7,5%), e guineenses, com 23.733 (5,4%).

Conforme o documento, essas cinco nacionalidades respondem por 52% do total de estrangeiros em Portugal.

Para Gustavo Behr, da Casa do Brasil de Lisboa, os números representam apenas uma parte do conjunto de brasileiros em Portugal. "Diz respeito aos que estão legalizados. Mas mesmo entre os que não têm a sua legalização, a comunidade brasileira é a maior aqui em Portugal", afirma Behr.

Há estimativas de que cerca de outros 20 mil brasileiros vivam em situação ilegal no país.

Mulheres
Conforme o relatório, os brasileiros são a única nacionalidade em que há mais mulheres do que homens. São 34.520 mulheres e 31.834 homens. No conjunto dos imigrantes em Portugal, há 240.096 homens e 195.640 mulheres.

"Acho que isso reflete a independência das mulheres brasileiras, que imigram mais do que as de outras nacionalidades", afirma Behr.

Ele não considera que esse número tenha relação com o número de prostitutas brasileiras em Portugal. "Se houver alguma prostituta nesse número, é apenas residual. Até porque elas têm mais dificuldade para se legalizar", diz Behr.

No relatório, os brasileiros aparecem em primeiro lugar também no número de estrangeiros legalizados no ano passado, com 19% do total de 60.117 novos pedidos de obtenção da autorização de residência no país.

segunda-feira, julho 14, 2008

a 14 de Julho, GALVEZ, criou a REPUBLICA DO ACRE

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Luis Gálvez Rodríguez de Arias


Luis Gálvez (cerca de 1900)Luis Gálvez Rodríguez de Arias (São Fernando, 1864 — Madrid, 1935) foi um jornalista, diplomata e aventureiro espanhol (muitas vezes erroneamente apontado como boliviano) que proclamou a República do Acre em 1899. Governou o Acre entre 14 de julho de 1899 e 1 de janeiro de 1900 pela primeira vez e entre 30 de janeiro e 15 de março de 1900, pela segunda e última vez.

Gálvez estudou ciências jurídicas e se tornou diplomata na Europa. Migrou para a América do Sul para procurar o Eldorado da Amazônia. Em Manaus, escreveu para o jornal Commercio do Amazonas. Ao traduzir um documento sobre a Bolívia decide ir para o Acre. Apoiado financeiramente pelo governo do Amazonas, que esperava anexar a região, rica em seringais, recebeu a missão de tomar o Acre, majoritariamente habitado por brasileiros, da Bolívia.

Liderou uma rebelião no Acre, com seringueiros e veteranos da guerra de Cuba, no dia 14 de julho de 1899, propositadamente a data do aniversário de cento e dez anos da Queda da Bastilha. Fundou a República Independente do Acre, justificando que “não podendo ser brasileiros, os seringueiros acreanos não aceitavam tornar-se bolivianos”. Implantou o governo do país, que os Estados Unidos classificaram como um país da borracha.

Chamado Imperador do Acre, assumiu o cargo provisório de presidente, instituiu as Armas da República, a atual bandeira, organizou ministérios, criou escolas, hospitais, um exército, corpo de bombeiros, exerceu funções de juiz, emitiu selos postais e idealizou um país moderno para aquela época, com preocupações sociais, de meio ambiente e urbanísticas.

Um golpe de Estado em seu governo com apenas seis meses de existência o retirou do cargo, sendo substituído pelo seringalista cearense Antônio de Sousa Braga, que um mês depois devolveu o poder a Gálvez.

O Tratado de Ayacucho, assinado em 1867 entre o Brasil e a Bolívia reconhecia o Acre como possessão boliviana. Por isso, o Brasil despachou uma expedição militar composta por quatro navios de guerra e um outro conduzindo tropas de infantaria para prender Luis Galvez, destituir a República do Acre e devolver a região aos domínios da Bolívia. No dia 11 de março de 1900, Luis Gálvez rendeu-se à força-tarefa da marinha de guerra do Brasil, na sede do seringal Caquetá, às margens do rio Acre, e partiu para a Europa.

Gálvez ainda retornou ao Brasil, anos depois, mas o governo do Amazonas o prendeu e o recambiou para o Forte de São Joaquim do Rio Branco, hoje estado de Roraima, de onde fugiria tempos depois. Morreu na Espanha.

Existe um rio com seu nome no Acre.

domingo, julho 13, 2008

brasileirão - 11ªºrodada

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FLA VENCE O VASCO 3-1,
E DISPARA NA CLASSIFI-
CAÇÃO.

12/07 18h20 Maracanã Fluminense 2 x 1 Vitória
12/07 18h20 Serra Dourada Goiás 2 x 2 Coritiba

13/07 16h Morumbi São Paulo 2 x 1 Palmeiras
13/07 16h Arena da Baixada Atlético-PR 1 x 1 Internacional
13/07 16h Vila Belmiro Santos 2 x 2 Botafogo
13/07 16h Mineirão Cruzeiro 2 x 1 Atlético-MG
13/07 16h Ipatingão Ipatinga 0 x 1 Figueirense
13/07 18h10 Olímpico Grêmio 2 x 1 Portuguesa
13/07 18h10 Maracanã Flamengo 3 x 1 Vasco
13/07 18h10 Aflitos Náutico 0 x 2 Sport


FLA,3 VASCO,1

Fla supera Vasco e amplia vantagem na ponta
Com gols de Ibson, Fábio Luciano e Cristian, o Flamengo venceu o clássico carioca da rodada diante do Vasco por 3 a 1, neste domingo, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, e ampliou sua vantagem na liderança da competição nacional para cinco pontos, diante de mais de 67 mil torcedores presentes. Alex Teixeira, no fim, descontou para o time cruzmaltino.


Pela primeira vez nos últimos anos, os presidentes dos dois clubes - o rubro-negro Márcio Braga e o recém-empossado cruzmaltino Roberto Dinamite - assistiram ao confronto juntos, nas tribunas do estádio carioca.

Com a vitória, o Flamengo passou a somar 26 pontos e ficou cinco à frente do vice-líder Cruzeiro. Já o Vasco, por conta do revés, parou nos 14, mais ainda freqüenta a zona de classificação à Sul-Americana de 2009.


Ficha Técnica
Flamengo 3 x 1 Vasco

FLAMENGO
Bruno
Leonardo Moura
(Luizinho)
Fábio Luciano
Ronaldo Angelim
Juan
Cristian
Ibson
Jônatas
(Diego Tardelli)
Airton
Marcinho
(Obina)
Souza

VASCO
Tiago
Eduardo Luiz
Rodrigo Antônio
Luizão
Wagner Diniz
(Marquinhos)
Jonílson
Beto
(Vinícius)
Edmundo
Pablo
Jean
(Alex Teixeira)
Leandro Amaral


GolOs
1ºT 9min - Ibson
37min - Fábio Luciano ------------
2ºT 18min - Cristian 39min - Alex Teixeir

Colocação

1º Flamengo 26
2º Cruzeiro 21
Grêmio 21
4º Vitória 20
5º Palmeiras 18
6º Náutico 17
São Paulo 17
8º Figueirense 16
9º Internacional 15
10º Vasco 14
Sport 14
Coritiba 14
13º Atlético-PR 13
14º Botafogo 12
Portuguesa 12
Atlético-MG 12
17º Goiás 10
18º Fluminense 9
19º Santos 8
20º Ipatinga 7

artistas portugueses - ANA BOLA

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Ana Bola

Ana Bola (Lisboa, 2 de Junho de 1952) é uma actriz, cantora e autora de textos humorísticos portuguesa.

Concluiu os estudos secundários no Liceu Francês Charles Lapierre, após o que ingressou no Instituto Superior de Línguas e Administração onde cursou Secretariado. Foi, justamente, como Secretária que iniciou a sua vida profissional, passando por várias empresas, durante cerca de dez anos. Conhecerá o actor Henrique Viana que, em 1976, a levará para o Teatro Adóque. Estreia-se na comédia 1926 Noves Fora Nada.

Em 1977, com o conjunto Os Amigos formado por ela, Paulo de Carvalho, Luisa Basto, Fernando Tordo, Eduardo Silva e Fernando Piçarra, vence o Festival RTP da Canção.

Popularizada pela televisão, onde se iniciou com participações nos programas O Fungagá da Bicharada (1976) e O Passeio dos Alegres (1981), assinou sitcoms como A Mulher do Sr. Ministro (1994) e mantém uma colaboração com Herman José desde 1987, data de sucessos como Humor de Perdição e Casino Royal. Divide actualmente a sua actividade de actriz com a de autora de textos humorísticos, tendo assinado a autoria das peças teatrais Avalanche (Teatro Villaret, 2006) e Celadon (Casino Estoril, 2005).

Recentemente entrou no programa do seu grande amigo Carlos Malato - "SEXTA À NOITE"

Pessoalmente considero a Ana um enorme talento, qlém duma grande autora de textos humoristicos é uma espantosa interprete,

sábado, julho 12, 2008

brasileirão

.
amanhã vamos
ter o grande
clássico do
seculo XX

o flamengo-
vasco


fla de 1959

VASCO DE 1952

11ª RodadaData Hora Local Mandante Visitante
12/07 18h20 Maracanã Fluminense x Vitória
12/07 18h20 Serra Dourada Goiás x Coritiba
13/07 16h Morumbi São Paulo x Palmeiras
13/07 16h Arena da Baixada Atlético-PR x Internacional
13/07 16h Vila Belmiro Santos x Botafogo
13/07 16h Mineirão Cruzeiro x Atlético-MG
13/07 16h Ipatingão Ipatinga x Figueirense
13/07 18h10 Olímpico Grêmio x Portuguesa
13/07 18h10 Maracanã Flamengo x Vasco
13/07 18h10 Aflitos Náutico x Sport

sexta-feira, julho 11, 2008

BRASILEIRÃO- 9ª.rodada

.
NESTA QUINTA O FLA
E O CRUZEIRO SÓ EM
-PATAM, O VITÓRIA
ALCANÇA O SEGUNDO.


9/07 19h30 Beira-Rio Internacional 1 x 0 Goiás
9/07 19h30 Couto Pereira Coritiba 4 x 0 Portuguesa
9/07 20h30 Maracanã Fluminense 3 x 0 Atlético-PR
9/07 20h30 Barradão Vitória 5 x 2 Botafogo
9/07 21h45 Vila Belmiro Santos 1 x 1 Grêmio
9/07 21h45 Aflitos Náutico 2 x 1 São Paulo
9/07 21h45 Mineirão Atlético-MG 1 x 1 Flamengo
10/07 20h30 São Januário Vasco 4 x 0 Sport

10/07 20h30 Palestra Itália Palmeiras 1 x 1 Figueirense
10/07 20h30 Ipatingão Ipatinga 2 x 2 Cruzeiro

ATLETICO MG, 1 FLA, 1



Fla cede empate ao Atlético-MG e tem vantagem reduzida
Atlético-MG e Flamengo fizeram uma boa partida, nesta quarta-feira, em Belo Horizonte, e empataram por 1 a 1. O resultado não foi bom para as duas equipes, uma vez que os mineiros completaram quatro jogos sem vencer, e os cariocas tiveram sua vantagem na liderança reduzida.

Agora com 23 pontos, os comandados de Caio Júnior viram o Vitória chegar aos 20 e assumir a vice-liderança. O Cruzeiro entra em campo nesta quinta e pode alcançar os mesmos 20. Já a formação dirigida por Alexandre Gallo passou a somar 12 e ficou na 13ª colocação do Campeonato Brasileiro.

Assim como havia ocorrido no empate com o Palmeiras, no último domingo, o Atlético-MG produziu um bom futebol por metade do confronto. Depois de ver seu ex-jogador Marcinho abrir o placar na etapa inicial, o time alvinegro cresceu muito após o intervalo, igualou o marcador com Marcos e esteve perto da virada.

Mesmo com desfalques importantes, o Flamengo começou bem e abriu o placar. Aos 16mi, Marcinho recebeu lançamento na área e cortou Amaral antes de balançar a rede em um arremate de pé esquerdo. Em respeito à torcida atleticana, comemorou timidamente.

O Atlético-MG conseguiu equilibrar o jogo, mas só passou realmente a dominar após o intervalo.

Ficha Técnica
Atlético-MG 1 x 1 Flamengo

ATLETICO M.G.
Edson
Mariano
(Elton)
Marcos
Vinícius
Amaral
(Castillo)
Serginho
Márcio Araújo
Renan
Petkovic
Danilinho
Eduardo
(Rafael Aguiar) Bruno

FLa
Bruno
Luizinho
Fábio Luciano
Ronaldo Angelim
Juan
Jaílton
Kléberson
(Dininho)
Toró
(Airton)
Jônatas
(Erick Flores)
Marcinho
Obina

Gols
1ºT 16min - Marcinho
2ºT 31min - Marcos


Colocação
1º Flamengo 23
2º Vitória 20
3º Cruzeiro 18
Grêmio 18
Palmeiras 18
6º Náutico 17
7º Vasco 14
Internacional 14
São Paulo 14
10º Coritiba 13
Figueirense 13
12º Atlético-PR 12
Portuguesa 12
Atlético-MG 12
15º Botafogo 11
Sport 11
17º Goiás 9
18º Santos 7
Ipatinga 7
20º Fluminense 6

quarta-feira, julho 09, 2008

a 9 de Julho, teve inicio a REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA

.
Revolução Constitucionalista de 1932

Revolução Constitucionalista de 1932


Data 9 Julho de 1932 - 2 de Outubro 1932
Local Todo estado de São Paulo e algumas partes de Mato Grosso, Minas Gerais e Rio Grande do Sul
Resultado Vitória Militar das Tropas federais Vitória Política dos Revoltosos

Combatentes
Tropas Paulistas
Tropas Mato grossenses
Tropas Gaúchas
Voluntários de outros estados
Exército Federal
Força Pública de Minas Gerais
Força Pública do Rio Grande do Sul
Forças Públicas de outros estados

Comandantes
Pedro de Toledo
Vespasiano Martins
Euclides Figueiredo
João Neves da Fontoura
Júlio de Mesquita Filho
Bertoldo Klinger
Borges de Medeiros

Artur Bernardes Getúlio Vargas
Góis Monteiro
Forças
Tropas Paulista:40.000
Tropas Gaúchas:450
Tropas Mato grossenses:5.000 Forças Armadas:100.000
Baixas
Tropas paulista:634-2.000
Tropas Gaúchas:200
Tropas Mato Grossenses:desconhecido Não há estimativa dos números de soldados federais mortos
A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 32 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Brasil entre Julho e Outubro de 1932, onde o estado de São Paulo visava à derrubada do governo provisório de Getúlio Vargas e à instituição de um regime constitucional após a supressão da Constituição de 1891 pela Revolução de 1930.

Atualmente, o dia 9 de julho que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como o maior movimento cívico de sua história.

Foi a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e o último grande conflito armado corrido no Brasil.

No total, foram 85 dias de combates, (de 9 de julho a 2 de outubro de 1932), com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas, não oficiais, reportem até 2.200 mortos, sendo que inúmeras cidades do interior do estado de São Paulo sofreram danos devido ao combates.

História

Contexto
Na primeira metade do século XX, o Estado de São Paulo vivenciou um acelerado processo de industrialização e enriquecimento devido aos lucros da lavoura de café e à articulação da política do café-com-leite, pela qual se alternavam na presidência da República políticos dos Estados de São Paulo e de Minas Gerais.

Em meio à grave crise econômica devido à Grande Depressão de 1929, que derrubara os preços do café, ocorreu a eleição de 1930 para presidente da república onde o paulista Júlio Prestes, candidato pelo Partido Republicano Paulista foi eleito presidente da República. Em São Paulo, Júlio Prestes teve 90% dos votos válidos, sendo que os votos dados a Getúlio Vargas em São Paulo deveu-se ao apoio dado pelo Partido Democrático de São Paulo.

Júlio Prestes não tomou posse pois ocorreu, em outubro de 1930, a Revolução de 1930, vindo Getúlio Vargas a assumir o poder, colocando fim à supremacia política das oligarquias paulistas e mineiras no governo federal e instalando no Brasil, uma ditadura.

Júlio Prestes e o presidente Washington Luís e vários outros apoiadores de Júlio Prestes foram exilados na Europa e os jornais que apoivam Júlio Prestes foram destruídos (na época se dizia empastelados).

Getúlio nomeou interventores para o governo dos Estados, sendo que para São Paulo foi designado o tenente, promovido a coronel pela Revolução de 1930, João Alberto Lins de Barros, considerado pelas oligarquias como "forasteiro e plebeu" e também de O pernambucano.

O Partido Democrático que apoiara Getúlio Vargas em São Paulo, conseguindo para Getúlio, 10% dos votos paulistas na eleição de 1 de março, não conseguiu indicar o interventor federal em São Paulo.

Para o comando da 2ª Região Militar, de São Paulo, foi designado o general Miguel Costa e para o comando da Polícia Militar (então chamada de Força Pública, foi nomeado pela ditadura, o major Miguel Costa. Ambos tinham tentado derrubar o governo paulista na Revolução de 1924. Miguel Costa havia sido expulso da Força Pública por causa de suas ações em 1924.


Antecedentes do movimento

Cartaz do movimento contra a ditadura getulistaEm 1932 a irritação dos paulistas com Getúlio Vargas não cedeu com a nomeação de um paulista, Pedro Manuel de Toledo, como interventor do Estado, pois tanto este quanto Laudo de Carmargo (que havia renunciado por causa da interferencia dos tenentes no governo), não conseguiam autonomia para governar.

Começou-se, então a tramar-se um movimento armado visando à derrubada da ditadura de Getúlio Vargas, sob a bandeira da proclamação de uma nova Constituição para o Brasil.

As interferências da ditadura no governo de São Paulo era constante, não se deixando os interventores formarem livremente seu secretariado, nem do Chefe de Polícia. Pedro de Toledo não governava de fato, as interferências de Miguel Costa, Osvaldo Aranha, João Alberto Lins de Barros, [Manuel Rabelo]] e Pedro Aurélio de Góis Monteiro eram constantes.

o político Paulo Nogueira Filho descreve João Alberto Lins de Barros e Miguel Costa como pessoas que "se arvoravam como donatários de São Paulo".

Júlio Prestes acreditava, já em 1931, que a situação da ditadura estava se tornando insustentável, e declarou, no exílio, em Portugal:

O que não compreende é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado.

A primeira grande manifestação dos paulistas foi um mega comício, na época se dizia meeting, na Praça da Sé, no dia do aniversário de São Paulo em 25 de janeiro de 1932.

O Partido Republicano Paulista e o Partido Democrático de São Paulo, que antes apoiara a Revolução de 1930, uniram-se na Frente Única para exigir o fim da ditadura do "Governo Provisório" e uma nova Constituição. Assim, São Paulo inteiro estava contra a ditadura.

Os paulistas consideravam que o seu Estado estava sendo tratado pelo Governo Federal como uma terra conquistada, expressão de autoria de Leven Vanpré, governada por tenentes de outros estados e sentiam, segundo afirmavam, que a Revolução de 1930 fora feita "contra" São Paulo, pois Júlio Prestes havia tido 90% dos votos dos paulistas em 1930.

O estopim da revolta foi a morte de cinco jovens no centro da cidade de São Paulo, assassinados por partidários da ditadura, em 23 de maio de 1932, dando origem a um movimento de oposição que ficou conhecido como MMDC, atualmente denominado oficialmente de MMDCA:

Mário Martins de Almeida (Martins)
Euclides Bueno Miragaia (Miragaia)
Dráusio Marcondes de Sousa (Dráusio)
Antônio Américo Camargo de Andrade (Camargo)

Cartaz convocando os paulistas às armasO dia 23 de maio é sagrado em São Paulo como o Dia do soldado constitucionalista.

Esse fato levou à união de diversos setores da sociedade paulista em torno do movimento de constitucionalização. Neste movimento, tanto se uniu a oligarquia que pretendia a volta da supremacia paulista no poder, quanto segmentos que desejavam a implantação de uma verdadeira democracia no Brasil.

Em 9 de julho eclodiu o movimento revolucionário, com os paulistas acreditando possuir o apoio de outros Estados, notadamente Minas Gerais, Rio Grande do Sul e do sul de Mato Grosso, para a derrubada de Getúlio Vargas.

Pedro de Toledo que ganhara forte apoio dos paulistas foi proclamado governador dos paulistas.

No Estado, contou com um grande contingente de voluntários civis e militares e o apoio de políticos de outros Estados, como Borges de Medeiros, Artur Bernardes e João Neves da Fontoura. No atual Mato Grosso do Sul foi formado um estado independente que se chamou Estado de Maracaju que apoiou São Paulo.

São Paulo esperava a adesão do interventor do Rio Grande do Sul, o estado mais bem armado, mas este na última hora decidiu enviar tropas não para apoiar São Paulo, mas para combater os paulistas.

O movimento estendeu-se até 2 de outubro de 1932, quando foi derrotado militarmente. Observe-se que, em 9 de julho, Getúlio Vargas já havia estabelecido eleições para uma Assembléia Nacional Constituinte e que já havia nomeado um interventor paulista - as duas grandes exigências de São Paulo. Pedro de Toledo foi proclamado pelo povo como governador, mas a interferência dos tenentes na política paulista continuava forte.

Era especialmente humilhante para São Paulo, a nomeação do major Miguel Costa para comandante da Polícia Militar de São Paulo, então chamada de Força Pública, pois Miguel Costa havia sido expulso da Força Pública em 1924 por tentar derrubar o governo paulista na Revolução de 1924.

Isso, porém, não evitou o conflito, já que o que a elite paulista realmente almejava voltar a dominar a política nacional, como o fazia anteriormente, reparando a injustiça de Júlio Prestes não ter tomado posse em 1930.

Porém o término da revolução constitucionalista marcou o início do processo de democratização. Em 3 de maio de 1933 foram realizadas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte quando a mulher votou pela primeira vez no Brasil em eleições nacionais. Nesta eleição, graças à criação da Justiça Eleitoral, as fraudes deixaram de ser rotina nas eleições brasileiras.

Na versão do governo, a revolução de 1932 não era necessária pois as eleições já tinham data marcada para ocorrer. Segundo os paulistas não teria havido redemocratização do Brasil, se não fosse o movimento constitucionalista de 1932.

O crime mais bárbaro ocorrido durante a Revolução de 1932, ocorreu na cidade de Cunha onde as tropas da ditadura torturaram e mataram o agricultor Paulo Virgínio que foi obrigado a cavar sua própria sepultura e morreu dizendo:

-Morro mas São Paulo Vence!

Paulo Virgínio, junto com os jovens do MMDC, esta enterrado no Mausoléu do Ibirapuera.

Getúlio, terminado a revolução de 1932, se reconcilia com São Paulo, e depois de várias negociações políticas, nomeia um civil e paulista para interventor em São Paulo: Armando de Sales Oliveira, e participando, mais tarde, em 1938, pessoalmente da inauguração da avenida 9 de julho em São Paulo.

Durante o Estado Novo, os dois interventores federais em São Paulo, saíram das hostes do Partido Republicano Paulista: Adhemar Pereira de Barros (1938-1941 ) e Fernando de Sousa Costa (1941-1945) que havia sido secretário da agricultura do Dr. Júlio Prestes.


O movimento armado

Cartaz de convocação para Enfermeiras Voluntárias paulistasQuando se inicia o levante, uma multidão sai às ruas em apoio. Tropas paulistas são enviadas para os fronts em todo o Estado. Mas as tropas federais são mais numerosas e bem equipadas. Aviões são usados para bombardear cidades do interior paulista. 40 mil homens de São Paulo enfrentam um contingente de 100 mil soldados.

Os planos paulistas previam um rápido e fulminante movimento em direção ao Rio de Janeiro pelo Vale do Paraíba, com a retaguarda assegurada pelo apoio que seria dado pelos outros estados.

Porém, sem o apoio dos outros estados o plano imaginado por São Paulo não se concretizou: Rio Grande do Sul e Minas Gerais foram compelidos por Vargas a se manterem ao seu lado e a publicidade de pretensão separatista do movimento levou São Paulo a se ver sozinho, com o apoio de apenas algumas tropas mato-grossenses, contra o restante do Brasil[1]. Comandados por Pedro de Toledo, aclamado governador revolucionário, e o general Bertoldo Klinger as tropas paulistas se viram lutando em três grandes frentes: o Vale do Paraíba, o Sul Paulista e Leste Paulista.

O estado de São Paulo, apesar de contar com mais de quarenta mil soldados, estava em desvantagem. Por falta de apôio de outros estados, São Paulo se econtrava num grande cerco militar.

Como as fronteiras do Estado foram fechadas, não havia como adquirir armamento para o conflito, fora do país, assim muitos voluntários levaram suas próprias armas pessoais e engenheiros da Escola Politécnica do Estado (hoje EPUSP) e do IPT (Instituto de Pesquisas Técninológicas) passaram a desenvolver armamentos a serem produzidos pelo próprio Estado para suprir as tropas.

Sendo que em um teste de um novo canhão, houve um acidente que matou o Comandante da Força Pública Coronel Júlio Marcondes Salgado. Um das armas mais sofisticadas feitas pela indústria paulista foi o trem blindado, usado na campanha militar no Vale do Paraíba.

São Paulo criou moeda própria, que foi falsificada pela ditadura e distribuída em São Paulo para desestabilizar a economia de São Paulo. O dinheiro paulista era lastreado pelo ouro arrecadado pela campanha "Ouro para o bem de São Paulo", também chamado de "Ouro para a vitória".

Também foi comprado armas nos EUA cujo navio que a transportava foi apreendido. Houve muita falta de munição, o que levou os paulistas a inventarem e usarem um aparelho que imitava o som das metralhadoras chamada de "matraca".

Houve intensa mobilização através do rádio, uma novidade na época, propaganda e contra-propaganda ideológica por parte da ditadura que acusava São Paulo de estar nas mãos do facismo italiano trazido pelos imigrantes. Eram recrutados, pela ditadura, brasileiros de outras regiões para combaterem São Paulo dizendo-lhes que São Paulo queria se separar do Brasil.

A ditadura colocava elementos infiltrados em reuniões e comícios em São Paulo que pregavam o derrotismo e o desânimo da população.



O fim do conflito
Em meados de setembro, as condições de São Paulo eram precárias. O interior do Estado era invadido paulatinamente pelas tropas de Vargas e a capital paulista era ameaçada de ocupação. A economia de São Paulo, asfixiada pelo bloqueio do porto de Santos, sobrevivia de contribuições em ouro feitas por seus cidadãos e as tropas paulistas desertavam em números cada vez maiores.

Vendo que a derrota e ocupação do Estado era questão de tempo, as tropas da Força Pública Paulista, atual Polícia Militar de São Paulo são as primeiras a se render, no final de setembro. Com o colapso da defesa paulista, a liderança revoltista se rende em 2 de outubro de 1932 na cidade de Cruzeiro para as forças chefiadas por Pedro Aurélio de Góis Monteiro.


Conseqüências

A epopéia de 1932

Terminado o conflito, a liderança paulista se refugia no exílio, enquanto os paulistas computam oficialmente 634 mortos, embora estimativas extraoficiais falem em mais de mil mortos paulistas. Do lado federal, nunca foram liberadas estimativas de mortos e feridos. Foi o maior conflito militar da história brasileira no século XX.

A derrota militar entretanto se transforma em vitória política. Ao ver seu governo em risco, Getúlio Vargas dá início ao processo de reconstitucionalização do país, levando à promulgação em 1934 de uma nova constituição.

Para os paulistas, a Revolução de 1932 transformou-se em símbolo máximo do Estado, a exemplo da Guerra dos Farrapos para os gaúchos. Lembrada por feriado no dia 9 de julho, a revolução é mais fortemente comemorada na cidade de São Paulo do que no interior do estado, onde a destruição e mortes provocadas pela rebelião são ainda recordadas.

No restante do país, o movimento, assim como a já citada Guerra dos Farrapos, é mais lembrado pela versão imposta pelos vitoriosos, a de uma rebelião conservadora, visando a reconduzir as oligarquias paulistas ao poder e de velado caráter separatista[2].

terça-feira, julho 08, 2008

SURFE - WQS

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Neco Padaratz pára nas semifinais, e australiano é campeão em Durban
Brasileiro Hizunomê Bettero perde a liderança e passa a ser o terceiro colocado do ranking WQS após a etapa sul-africana


Chris Davidson é carregado após o título Integrante da elite mundial (WCT) e bicampeão da divisão de acesso (WQS), o catarinense Neco Padaratz chegou até as semifinais do WQS seis estrelas prime de Durban, na África do Sul. Ele só caiu diante do australiano Chris Davidson, que acabou levando o título ao derrotar na decisão o local Travis Logie. O americano Patrick Gudauskas dividiu o terceiro lugar com o brasileiro e voltou a ocupar a liderança do ranking, que estava com o brasileiro Hizunomê Bettero. O ubatubense passa a ser o terceiro da lista

Depois de conquistar o título feminino com Silvana Lima, o Brasil chegou ao último dia de competições com três representantes. Em ondas de meio a 1m em New Píer, o carioca Pedro Henrique foi derrotado por Gudauskas em uma bateria acirrada: 16,27 a 16,00 pontos. Já o paulista Odirlei Coutinho perdeu para o sul-africano Jordy Smith: 14,17 a 11,00 pontos.

Neco venceu dois americanos: Nathaniel Curran e Nathan Yeomans. Depois, caiu diante de Davidson: 13,33 a 8,23. Na final o australiano somou 16,10 pontos, contra 12,90 de Travis Logie.

- Estou muito feliz por ir à final e vencer um surfista local - diz.

Final:

Chris Davidson (AUS) 16.10 x 12.90 Travis Logie (AFS)
Semifinais:

1: Travis Logie (AFS) 13.10 x 12.64 Patrick Gudauskas (EUA)
2: Chris Davidson (AUS) 13.33 x 8.23 Neco Padaratz (BRA)
Quartas-de-final:

1: Patrick Gudauskas (EUA) 14.34 x 12.76 Jeremy Flores (FRA)
2: Travis Logie (AFS) 15.16 x 9.60 Jordy Smith (AFR)
3: Neco Padaratz (BRA) 15.17 x 10.50 Nathan Yeomans (EUA)
4: Chris Davidson (AUS) 11.83 x 4.16 Drew Courtney (AUS)

Oitavas-de-final:

1: Jeremy Flores (FRA) 13.16 x 9.83 Corey Ziems (AUS)
2: Patrick Gudauskas (EUA) 16.27 x 16.00 Pedro Henrique (BRA)
3: Travis Logie (AFR) 13.24 x 12.60 Greg Emslie (AFR)
4: Jordy Smith (AFR) 14.17 x 11.00 Odirlei Coutinho (BRA)
5: Neco Padaratz (BRA) 11.50 x 11.34 Nathaniel Curran (EUA)
6: Nathan Yeomans (EUA) 16.00 x 8.53 Abdel El Harim (MAR)
7: Chris Davidson (AUS) 18.10 x 14.10 Josh Kerr (AUS)
8: Drew Courtney (AUS) ganhou de Kirk Flintoff (AUS)

Ranking WQS:

1: Patrick Gudauskas (EUA) - 9.119 pontos
2: David Weare (AFS) - 8.688
3: Hizunomê Bettero (BRA-SP) - 8.650
4: Nathaniel Curran (EUA) - 8.600
5: Raoni Monteiro (BRA-RJ) - 8.363
6: Drew Courtney (AUS) - 8.356
7: Chris Davidson (AUS) - 8.332
8: Sunny Garcia (HAV) - 8.162
9: Nathan Yeomans (EUA) - 8.100
10: Austin Ware (EUA) - 7.838
11: Pedro Henrique (BRA-RJ) - 7.688
12: Pablo Paulino (BRA-CE) - 7.650
13: Kekoa Bacalso (HAV) - 7.600
14: Adam Melling (AUS) - 7.575
15: Brett Simpson (EUA) - 7.525

Próximos brasileiros:
20: Jihad Kohdr (PR) - 7.263
22: Simão Romão (RJ) - 6.975
27: Yuri Sodré (RJ) - 6.763
32: Rodrigo Dornelles (RS) - 6.425
32: Odirlei Coutinho (SP) - 6.425
38: Bernardo Pigmeu (PE) - 6.000
42: Jean da Silva (SC) - 5.900
44: Adriano de Souza (SP) - 5.844
48: André Silva (CE) - 5.763
51: Renato Galvão (SP) - 5.675
54: Leandro Bastos (RJ) - 5.450

preliminares

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A D. Beatriz, organista numa igreja, tem 80 anos e é solteira.

Era admirada por todos pela sua simpatia e doçura. Uma tarde, convidou o
novo padre da igreja para ir lanchar a sua casa e ele ficou sentado no
sofá enquanto ela foi preparar um chá.

Olhando para cima do órgão, o jovem padre reparou numa jarra de vidro com
água e que lá dentro, boiava um preservativo.

Quando a D. Beatriz voltou com o chá e as torradas o padre não resistiu
tirar a sua curiosidade perguntando o porquê de tal decoração em cima do
órgão.

E responde ela apontando para a jarra: 'Ah! Refere-se a isto? Maravilhoso,
não é? Há uns meses atrás, ia eu a passear pelo parque, quando encontrei
este pacotinho no chão. As indicações diziam para colocar no órgão, manter
húmido e que, assim, ficava prevenida contra todas as doenças. E sabe uma
coisa? Este Inverno ainda não me constipei'.

segunda-feira, julho 07, 2008

BRASILEIRÃO -

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AÍ ESTÁ O FLAMENGO A
AMPLIAR A LIDERENÇA,
COM A DERROTA DO
CRUZEIRO
O SÃO PAULO SÓ EMPATA
E O VASCO PERDE OUTRA
VEZ.

5/07 18h20 Arena da Baixada Atlético-PR 1 x 0 Santos
5/07 18h20 Maracanã Flamengo 3 x 0 Náutico
5/07 18h20 Ilha do Retiro Sport 1 x 0 Cruzeiro

6/07 16h Orlando Scarpelli Figueirense 2 x 1 Vasco
6/07 16h Mineirão Atlético-MG 1 x 1 Palmeiras
6/07 16h Canindé Portuguesa 1 x 2 Vitória
6/07 16h Beira-Rio Internacional 3 x 0 Coritiba
6/07 18h10 Morumbi São Paulo 1 x 1 Ipatinga
6/07 18h10 Serra Dourada Goiás 1 x 0 Fluminense
6/07 18h10 Engenhão Botafogo 2 x 0 Grêmio

fla, 3 nautico, 0

OBINA BRIGA COM A DEFESA DO NAUTICO

Fla passa fácil pelo Náutico e abre vantagem na ponta
O Flamengo recebeu o Náutico, neste sábado, no Maracanã, e não teve dificuldades para conquistar três pontos. Com gols de Leonardo Moura, Marcinho e Kléberson, o time rubro-negro triunfou por 3 a 0 e abriu vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro.


O resultado manteve os comandados de Caio Júnior na primeira posição, agora com 22 pontos, cinco de vantagem sobre o Cruzeiro, que perdeu para o Sport Recife. O Grêmio, que também computa 17, entra em campo neste domingo. Já o Náutico, estacionado nos 14, está em sexto lugar.


As duas equipes voltam a campo, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro, na próxima quarta-feira. Enquanto o Flamengo tenta manter seu bom momento em Belo Horizonte, contra o Atlético-MG, o Náutico busca a recuperação diante do São Paulo, em Pernambuco.


Ficha Técnica
Flamengo 3 x 0 Náutico

FLAMENGO
Bruno
Leonardo Moura
Dininho
Ronaldo Angelim
Juan
Jaílton
Cristian
Kléberson
Renato Augusto
(Jônatas)
Marcinho
(Diego Tardelli)
Obina
(Souza) Eduardo

NAUTICO
Eduardo
Ruy
Vágner
Luizão
Itaqui
(João Paulo)
Paulo Almeida
Radamés
(Paulo Santos)
Helton
Geraldo
Felipe
(Gilmar)
Wellington


Golos
1ºT 11min - Leonardo Moura
19min - Marcinho --------------------------
2ºT 14min - Kléberson --------------------------

CLASSIFICAÇÃO


1º Flamengo 22
2º Cruzeiro 17
Grêmio 17
Vitória 17
Palmeiras 17
6º Náutico 14
São Paulo 14
8º Atlético-PR 12
Portuguesa 12
Figueirense 12
11º Internacional 11
Vasco 11
Botafogo 11
Sport 11
Atlético-MG 11
16º Coritiba 10
17º Goiás 9
18º Santos 6
Ipatinga 6
20º Fluminense 3

sexta-feira, julho 04, 2008

A 4 DE jULHO, nasceu GIUSEPPE GARIBALDI

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Giuseppe Garibaldi

Giuseppe Garibaldi (Nizza, 4 de julho de 1807 — Caprera, 2 de junho de 1882) foi um guerrilheiro italiano, alcunhado de "herói de dois mundos" devido a sua participação em conflitos na Europa e na América do Sul. Uma das mais notáveis figuras da unificação italiana, ao lado de Giuseppe Mazzini e do Conde de Cavour, Garibaldi dedicou sua vida à luta contra a tirania. Nasceu em Nizza (hoje Nice, na França) então parte do reino de Sardenha-Piemonte.

De marinheiro a exilado
Giuseppe Garibaldi passou dez anos de sua vida a bordo de navios mercantes, seguindo os passos de seu pai, um marinheiro genovês, e com o tempo chegou a obter licença de capitão. Mas seus desejos de aventura não permitiram que seguisse essa carreira.

Seduzido pelas idéias socialistas, de Henri Saint-Simon, entrou em contato com a sociedade secreta Jovem Itália, fundada por Giuseppe Mazzini. Mazzini era republicano e ardoroso defensor da unidade italiana, que esperava alcançar por meio de um levante popular.

Garibaldi abandonou o mar para participar desta luta. Tomou parte da insurreição de Gênova, que fracassou. Condenado à morte, refugiou-se em Marselha e, em 1835, fugiu para o Rio de Janeiro. Com 28 anos iniciava seu primeiro exílio.


Brasil
No Brasil, aproximou-se dos republicanos que haviam proclamado a República Riograndense (11 de setembro de 1835), no Rio Grande do Sul e tornou-se uma figura importante na Guerra dos Farrapos, ou Revolução Farroupillha, na qual os republicanos do sul combateram o Império do Brasil. Ao lado do general Davi Canabarro, tomou o porto de Laguna, em Santa Catarina, onde foi proclamada a República Catarinense (República Juliana). A marinha da jovem República Riograndense estava bloqueada na lagoa dos Patos, pois as forças imperiais dominavam a cidade de Rio Grande, na saída da lagoa para o mar. Para levar as forças republicanas até a cidade de Laguna, Garibaldi levou seus dois barcos através de um trecho de 86 quilômetros de terra, utilizando enormes carretas puxadas por duzentos bois. Em Laguna, Garibaldi conheceu Ana Maria de Jesus Ribeiro, conhecida depois como Anita Garibaldi com quem se casaria e que se tornaria sua companheira de lutas na América do Sul e depois na Itália. Quando, após quase uma década de luta, ficou evidente que a República Riograndense estava condenada a desaparecer, o presidente Bento Gonçalves da Silva dispensou Garibaldi de suas funções, e ele então mudou-se para Montevidéu, no Uruguai, com Anita e seu filho Menotti, nascido em Mostardas, no litoral sul do estado do Rio Grande do Sul.

“Eu vi corpos de tropas mais numerosas, batalhas mais disputadas, mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, nem cavaleiros mais brilhantes que os da bela cavalaria rio-grandense, em cujas fileiras aprendi a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das nações.
Quantas vezes fui tentado a patentear ao mundo os feitos assombrosos que vi realizar por essa viril e destemida gente, que sustentou, por mais de nove anos contra um poderoso império, a mais encarniçada e gloriosa luta!”


— Garibaldi[1]


Uruguai
No Uruguai, em 1842, na Guerra Grande, foi nomeado capitão da frota uruguaia em sua luta contra o governador de Buenos Aires, Juan Manuel de Rosas. No ano seguinte, durante a defesa de Montevidéu, organizou a Legião Italiana, cujos membros foram os primeiros “camisas vermelhas”. A Legião foi essencial para evitar a tomada de Montevidéu pelas tropas do presidente uruguaio Manuel Oribe, . No Uruguai nasceram os outros filhos do casal: Rosa, Teresa e Ricciotti. Rosa faleceu aos dois anos de idade por asfixia, por causa de uma infecção na garganta.


Retorno à Itália

Ataque francês à República Romana em 1849.Garibaldi regressou à Itália em 1848 para lutar na Lombardia contra o exército austríaco e iniciar a luta pela unificação italiana. Sua tentativa de expulsar os austríacos fracassou e teve que refugiar-se primeiro na Suíça e depois em Nice, atualmente na França. Ao final de 1848, o papa Pio IX, temendo as forças liberais, abandonou Roma, para onde foi Garibaldi junto com um grupo de voluntários. Em fevereiro de 1849 foi eleito deputado republicano na assembléia constituinte da recém-proclamada República Romana. Em abril, enfrentou um exército francês que tentava restabelecer a autoridade papal. Em maio, um exército napolitano juntou-se aos franceses.


A fuga de Roma e a morte de Anita

Garibaldi e Anita, ferida, fogem de San Marino, 1849 (quadro de anônimo, século XIX)Ainda que não tivesse opção alguma para evitar a queda de Roma, sua luta se converteu em uma das mais épicas passagens do Risorgimento. Em 1º de julho Roma finalmente caiu. Quando a assembléia da República Romana decretou o fim da luta frente aos franceses, Garibaldi recusou o salvo-conduto que foi oferecido a ele e a sua família pelo embaixador americano, e preferiu continuar a luta:

A sorte, que hoje nos traiu, sorrirá para nós amanhã. Estou saindo de Roma. Aqueles que quiserem continuar a guerra contra o estrangeiro, venham comigo. Não ofereço pagamento, quartel ou comida. Ofereço somente fome, sede, marchas forçadas, batalhas e morte. Os que amam este país com seu coração, e não com seus lábios apenas, sigam-me.

— Garibaldi[2])

Seguiram-lhe 3.900 soldados (800 deles a cavalo). À sua caça, três exércitos (franceses, espanhóis e napolitanos) com 40 mil soldados. Ao norte lhe esperava o exército austríaco com quinze mil soldados. Na fuga, sua esposa Anita Garibaldi, conhecida com a "Heroína dos Dois Mundos", faleceu em 4 de agosto de 1849, em Mandriole, na Itália. Anita está enterrada no Janículo em Roma, onde há um monumento em sua homenagem.


] O segundo exílio
Condenado pela segunda vez ao exílio, em 1849, residiu em Tânger, Staten Island (Nova Iorque) e Peru, onde exerceu outra vez seu ofício de capitão de navio mercante.


A segunda Guerra da Independência
Garibaldi voltou à Itália em 1854. Em 1859, participou da Segunda Guerra de Independência. Cavour, primeiro ministro sardo-piemontês, o nomeou comandante das forças sardo-piemontesas em luta contra os austríacos na Lombardia. Venceu, com seu regimento de 3.000 homens conhecido como os Caçadores dos Alpes (Cacciatori delle Alpi), em Varese e em Como, ambas em maio de 1859, e entrou em Bréscia no mês seguinte, com o que a Lombardia foi anexada ao Reino da Sardenha.


A conquista da Sicília
Ver artigo principal: Expedição dos Mil
Conseguida a unificação do norte do país, Garibaldi voltou sua atenção à Itália central. Vítor Emanuel II, rei sardo-piemontês, em principio deu o apoio a um ataque contra os territórios papais, mas à última hora o obrigou a abandonar o projeto. Garibaldi aceitou a decisão e se manteve fiel, porém a cessão de Nice e Savóia à França por parte de Cavour e Vítor Emanuel lhe pareceu um ato de traição e decidiu atuar por sua conta. Como ao norte um acordo era impossível, em 5 de maio de 1860 Garibaldi deixou o porto de Gênova com mil soldados (os “camisas vermelhas”), na chamada Expedição dos Mil para iniciar a luta pela libertação do sul da Itália. Conquistou então a Sicília e, em setembro, o Reino de Nápoles. A luta terminaria em 26 de outubro de 1860 quando Garibaldi, então governante absoluto do sul da Itália, promoveu, em Teano, nas proximidades de Nápoles, o encontro de suas tropas com as do rei Vítor Emanuel II, do Piemonte, que foi saudado por Garibaldi como Rei da Itália. No dia 7 de novembro Garibaldi e o rei entraram cavalgando lado a lado em Nápoles. Em 1861, Vítor Emanuel II foi coroado como primeiro rei da Itália unificada, embora Roma ainda não estivesse em seus domínios.


O retiro do herói
Garibaldi então recusou o título de nobreza e a pensão vitalícia que o rei lhe ofereceu e retira-se para sua pequena casa na ilha de Caprera. Ele, porém, não considerava terminada sua missão, pois Roma continuava fora do Reino de Itália.


A Terceira Guerra da Independência Italiana
Ver artigo principal: Guerra Austro-prussiana
Em 1866, Garibaldi voltou à luta, para libertar Veneza, ainda sob domínio austríaco.


O telegrama de Garibaldi: "Obedeço"No início da terceira guerra de independência foi reorganizado o corpo voluntário denominado Corpo Voluntário Italiano, também desta vez sob comando de Garibaldi, a missão era similar àquela conduzida entre os lagos lombardos em 1848 e 1859: agir em uma zona de operações secundária, os pré-Alpes entre Bréscia e o Trentino, a oeste do Lago de Garda, com o importante objetivo estratégico de cortar a via entre o Tirol e a fortaleza austríaca de Verona. Isto teria deixado aos austríacos a única via do Tarvisio para as próprias forças e entre Mântua e Údine. A ação estratégica principal era, em vez disso, dada aos grandes exércitos da planície, confiados a La Marmora e a Cialdini.

Garibaldi operou inicialmente em cobertura de Bréscia, para depois passar decisivamente à ofensiva a Ponte Caffaro em 25 de junho, em 3 de julho em Monte Suello obrigou os austríacos à retirada, mas teve uma ferida na coxa por um golpe errôneo de um de seus voluntários. Abriu-se, com a vitória na batalha de Bezzecca e Cimego em 21 de julho, a estrada a Riva del Garda e assim a iminente ocupação da cidade de Trento. Porém a assinatura do armistício de Cormons fez Garibaldi parar. Nessa ocasião, recebeu a notícia do armistício e a ordem de abandonar o território já ocupado. Respondeu telegraficamente "Obbedisco" ("Obedeço"), palavra que sucessivamente tornou motto do Risorgimento italiano e símbolo da disciplina e dedicação de Garibaldi. O Trentino só se tornaria território italiano após a Primeira Guerra Mundial, mais de sessenta anos depois

Nova tentativa de tomar Roma
Em 1869, realizou novo ataque aos Estados Pontifícios, na tentativa de livrá-los do domínio do Papa. Em 3 de novembro suas tropas encontram-se com as de Napoleão III que veio em defesa do Papa. A invasão fracassou e 1600 de seus voluntários foram presos.


[ Em defesa da França
Em 1870 lutou em sua última campanha. Embora os franceses fossem seus inimigos no passado, lutou ao lado deles na guerra Franco-prussiana, (1870-1871). Conduziu um exército de voluntários em apoio ao exército da nova França republicana (batalha de Digione). Após a derrota francesa no conflito, em 1871 Garibaldi foi eleito deputado à nova Assembléia Nacional Francesa na lista dos republicanos radicais, como deputado da Côte-d'Or, Paris, Algeri e, naturalmente, sua cidade natal Nice: esta quádrupla eleição foi, porém, invalidada pela Assembléia.

Oficialmente o motivo foi sua posição contrária aos interesses franceses ao opor-se à anexação de Nice, realisticamente foi por medo da popularidade do herói "socialista": a mesma assembléia, por outro lado, estaria logo ocupada da repressão à Comuna de Paris. A oposição da Assembléia contra Garibaldi levou à demissão outro deputado ilustre: Victor Hugo.


Morte
Em 2 de junho de 1882, aos 74 anos, Giuseppe Garibaldi morreu em sua casinha na ilha de Caprera, onde está enterrado.

Legado
A vida de Garibaldi, dedicada à luta pela libertação de seu país do domínio estrangeiro, levou seu nome ao reconhecimento na Itália e no mundo. Cinco navios da marinha italiana receberam seu nome, entre eles um cruzador na Segunda Guerra Mundial e o porta-aviões Giuseppe Garibaldi. Estátuas com sua figura existem em muitas praças na Itália e em outros países ao redor do mundo. Na Itália seu nome foi dado a praças e ruas em mais de 5000 comunas. No Brasil, o município de Garibaldi tem esse nome em homenagem ao herói italiano.

Na cidade de Tramandaí, no litoral norte do Rio Grande do Sul, a Ponte Guiseppe Garibaldi passa sobre um dos rios que o herói italiano utilizou para chegar até Laguna, onde proclamou a República Juliana

preliminares

1 advogado = um doutor
2 advogados = um escritório
3 advogados = uma reunião
4 advogados = uma quadrilha
---------------------------------
1 arquiteto = uma bicha
2 arquitetos = uma bicha e um carnavalesco
3 arquitetos = uma bicha, um carnavalesco e um cabeleireiro
4 arquitetos = uma festa gay
--------------------------------
1 carioca = 1 surfista
2 cariocas = 2 surfistas
3 cariocas = 1 boca de fumo
4 cariocas = um arrastão
---------------------------------
1 gaúcho = um cabra macho, tchê !
2 gaúchos = uma briga de faca
3 gaúchos = um rodeio
4 gaúchos = uma parada gay
--------------------------------
1 baiano = um escritor famoso
2 baianos = uma luta de capoeira
3 baianos = um grupo de axé
4 baianos = um terreiro de macumba
---------------------------------
1 paulista = uma micro-indústria
2 paulistas = uma indústria de médio porte
3 paulistas = uma indústria de grande porte
4 paulistas = uma catástrofe ecológica
---------------------------------
1 paraíba = um porteiro
2 paraíbas = repentistas tirando versos
3 paraíbas = um canteiro de obras
4 paraíbas = um caminhão de pau-de-arara indo para São Paulo
---------------------------------
1 chinês = uma lavanderia
2 chineses = uma pastelaria
3 chineses = uma equipe de pingue-pongue
4 chineses = uma explosão demográfica
---------------------------------
1 italiano = um jornaleiro
2 italianos = uma pizzaria
3 italianos = um ensaio de ópera
4 italianos = novela das oito
------------------------------ ---
1 português = uma piada
2 portugueses = duas piadas
3 portugueses = três piadas
4 portugueses = quatro piadas
---------------------------------
1 argentino = um alvo móvel
2 argentinos = dois alvos móveis
3 argentinos = melhor usar uma metralhadora
4 argentinos = time do Corinthians
---------------------------------
1 bêbado = um desajustado
2 bêbados = uma despedida de solteiro
3 bêbados = uma festa de formatura
4 bêbados = uma vitória da seleção
---------------------------------
1 estudante = o futuro da União
2 estudantes = uma república em formação
3 estudantes = uma passeata
4 estudantes = um bando de desempregados
---------------------------------
1 petista = idealista
2 petistas = dois camaradas
3 petistas = bando de terroristas
4 petistas = turma do mensalão.

quarta-feira, julho 02, 2008

MAIS UM MARACANAZO

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FLU RECUPERA NO JOGO JOGADO ,PERDE NOS PENALTIES

FLU, 3 LDU, 1


LDU supera Flu nos pênaltis e leva Libertadores
O Fluminense contou com grande atuação de Thiago Neves, nesta quarta-feira, e venceu a LDU por 3 a 1, no Maracanã, mas o título da Copa Libertadores escapou do time tricolor. Os equatorianos foram mais eficientes na disputa por pênaltis (3 a 1) e levantaram o troféu da competição sul-americana.



O torneio foi decidido nos tiros da marca penal porque o jogo de ida, em Quito, havia terminado em vitória por 4 a 2 dos donos da casa. No Rio de Janeiro, o triunfo tricolor forçou a prorrogação, na qual o empate no placar agregado foi mantido. Nos pênaltis, o goleiro Cevallos defendeu três cobranças e se consagrou.

O primeiro jogo decisivo de Libertadores disputado no Estádio do Maracanã começou mal para o Fluminense, que viu Bolaños abrir o placar logo aos 5min. Ainda no primeiro tempo, no entanto, Thiago Neves balançou a rede duas vezes e manteve os anfitriões vivos na luta pelo título.

Com Dodô no lugar de Ygor, os comandados de Renato Gaúcho partiram definitivamente ao ataque após o intervalo. Thiago Neves, de falta, igualou o placar agregado da decisão, aos 11min. As duas equipes tiveram oportunidades, mas o 3 a 1 foi mantido, sendo necessária a disputa da prorrogação.

Prejudicado pela arbitragem - que deixou de dar dois pênaltis na etapa inicial - no tempo normal, o Flu teve ajuda na prorrogação do bandeira, que apontou impedimento em gol legal marcado por Bieler. No entanto, Conca, Thiago Neves e Washington desperdiçaram suas cobranças na disputa por pênaltis, e o título ficou com a LDU.

O Maracanã rapidamente ficou vazio, e a festa foi dos jogadores equatorianos, que disputarão o Mundial de Clubes no final da temporada, no Japão. A conquista foi a primeira de um time do Equador na história da Copa Libertadores da América.


A manutenção da escalação da primeira partida não tirou o poder ofensivo do Fluminense, que buscou o ataque desde o princípio, mas o setor defensivo vacilou e foi castigado. Aos 5min, Manso puxou contra-ataque e lançou Guerrón, que passou por Ygor e cruzou rasteiro. O chute de Bolaños desviou em Gabriel e balançou a rede.



A Copa Libertadores, então, foi decidida na disputa por pênaltis. A LDU começou batendo e desperdiçou apenas sua segunda cobrança, realizada por Campos e defendida por Fernando Henrique. No entanto, Conca, Thiago Neves e Washington viram Cevallos rebater seus arremates. Cícero converteu para o Flu, mas não foi suficiente.


Ficha Técnica
Fluminense 3 (1) x 1 (3) LDU

FLUMINENSE
Fernando Henrique
Gabriel
(Maurício)
Thiago Silva
Luiz Alberto
Júnior César
Ygor
(Dodô)
Arouca
(Roger)
Darío Conca
Thiago Neves
Cícero
Washington

LDU
Cevallos
Calle
Campos
Norberto Araujo
Ambrossi
Urrutia
Vera
Guerrón
Manso
(William Araujo)
Bolaños
(Salas)
Bieler

GolOs
1ºT 11min - Thiago Neves
27min - Thiago Neves 5min - Bolaños
2ºT 11min - Thiago Neves
Cartões amarelos
Luiz Alberto
Cícero
Thiago Silva Bieler
Vera
Cevallos

LEBERTADORES - HÁ FINAL ESTA NOITE

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HOJE VAMOS TER A 2ª-
MÃO DA FINAL DA LIBERTADORES



A esta hora , 19.50 no Brasil, 23,50 em Portugal, já há torcedores a chegar ao Maracanã.





Fluminense faz o jogo mais importante de sua centenária história nesta quarta-feira, às 21h50 (de Brasília),1 e meia em Portugal, quando enfrenta a Liga Deportiva Universitária (LDU), do Equador, no Maracanã. O ganhador vai representar a América do Sul no Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro, no Japão.
Essa é a primeira decisão de Libertadores da história dos dois clubes e a LDU entra em campo com vantagem, pois venceu por 4 a 2, no Equador. Com isso, o time equatoriano pode até mesmo perder por um gol de diferença. Ao Tricolor carioca resta ganhar por dois gols de vantagem para forçar a prorrogação ou até mesmo a disputa de pênaltis, já que na fase decisiva não vale mais o sistema de gols fora de casa. Se ganhar por três ou mais gols de diferença o time brasileiro será campeão.

Renato Gaúcho, técnico do Fluminense, está confiante quanto às chances de sua equipe ser campeã, tanto que, após o jogo em Quito, disse que a LDU deveria estar desesperada. 'Tivemos adversários complicados ao longo desta caminhada, sendo sempre apontado como zebra contra São Paulo e Boca Juniors. Disse que a gente iria se classificar e isso de fato aconteceu. Agora falo a mesma coisa em relação ao jogo de quarta-feira. Seremos campeões. Não estou menosprezando ninguém, apenas confiando no meu time', afirmou Renato.

O FLU vai assim formar:

FLUMINENSE: Fernando Henrique; Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Júnior César; Ygor, Arouca, Darío Conca e Thiago Neves; Cícero e Washington
Técnico: Renato Gaúcho

r o LDU..

LDU: Cevallos; Calle, Araujo e Campos; Guerrón, Vera, Urrutia, Ambrossi e Bolaños;

preliminares

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Um padre está a conduzir em direcção à sua paróquia, quando vê na estrada uma freira conhecida sua.
Ele pára e diz:
_ Irmã, suba que eu levo-a até ao convento.
A freira sobe, acomoda-se no banco do passageiro, cruza as pernas e o hábito abre-se, deixando à mostra um par coxas escultural.
O padre quase não se contém, mas continua a conduzir.
Numa troca de mudanças, no entanto, ele acaba por pôr a mão sobre a perna da freira, que lhe diz:
_ Padre, lembre-se do salmo 129.
O padre pede desculpas e continua a guiar. E aquela pernoca ali, ao lado, a deixá-lo louco.
Mais adiante, noutra troca de mudanças, ele coloca a mão novamente sobre a perna da freira, que repete:
_ Padre, lembre-se do salmo 129.
O padre desculpa-se, dizendo:
_ Perdoe-me, irmã, mas sabe que a carne é fraca.
Chegando ao convento, a freira desce.
O padre chega a seguir à sua igreja e corre para a Bíblia para ir ler o salmo 129.
E depara com o que está escrito:
“CONTINUA À PROCURA, QUE LOGO ACIMA ENCONTRARÁS A GLÓRIA”.

MORAL DA HISTÓRIA:
Ou você sabe tudo da sua profissão, ou vai perder as melhores oportunidades.

terça-feira, julho 01, 2008

A 1 DE JULHO, nasceu AMÁLIA RODRIGUES

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Amália Rodrigues


Amália Rodrigues,
Amália da Piedade Rebordão Rodrigues (Lisboa, 1 de Julho de 1920 — Lisboa, 6 de Outubro de 1999) foi uma fadista, cantora e actriz portuguesa, considerada o exemplo máximo do fado. Está sepultada no Panteão Nacional, entre os portugueses ilustres.

Tornou-se conhecida mundialmente como a Rainha do Fado e, por consequência, devido ao simbolismo que este género musical tem na cultura portuguesa, foi considerada por muitos como uma das suas melhores embaixadoras no mundo. Aparecia em vários programas de televisão pelo mundo fora, onde não só cantava fados e outras músicas de tradição popular portuguesa, como ainda canções contemporâneas (iniciando o chamado fado-canção) e mesmo alguma música de origem estrangeira (francesa, americana, espanhola, etc.). Marcante contribuição sua para a história do Fado, foi a novidade que introduziu de cantar poemas de grandes autores portugueses consagrados, depois de musicados Teve ainda ao serviço da sua voz a pena de alguns dos maiores poetas e letristas seus contemporâneos, como David Mourão Ferreira, Pedro Homem de Mello, etc.


Biografia

Infância
Filha de um músico sapateiro que, para sustentar os quatro filhos e a mulher, tentou a sua sorte em Lisboa,na rua Martim Vaz, na freguesia lisboeta da Pena. e dizia : Catorze meses depois, o pai, não tendo arranjado trabalho, volta com a família para o Fundão. Amália fica com os avós na capital.

A sua faceta de cantora cedo se revela. Amália era muito timida, mas começa a cantar para o avô e os vizinhos, que lhe pediam. Na infância e juventude, cantarolava tangos de Carlos Gardel e canções populares que ouvia e lhe pediam para cantar.

Aos 9 anos, a avó, analfabeta, manda Amália para a escola, que tanto gostava de frequentar. Contudo, aos 12 anos tem que interromper a sua escolaridade como era frequente em casas pobres. Escolhe então o ofício de bordadeira, mas depressa muda para ir embrulhar bolos.

Aos 14 anos decide ir viver com os pais, que entretanto regressam a Lisboa. Mas a vida não é tão boa como em casa do avós. Amália tinha que ajudar a mãe e aguentar o irmão mais velho, autoritário.

Aos 15 anos vai vender fruta para a zona do Cais da Rocha, e torna-se notada devido ao especialíssimo timbre de voz. Integra a Marcha Popular de Alcântara (nas festividades de Santo António de Lisboa) de 1936. O ensaiador da Marcha insiste para que Amália se inscreva numa prova de descoberta de talentos, chamada Concurso da Primavera, em que se disputava o título de Rainha do Fado. Amália acabaria por não participar, pois todas as outras concorrentes se recusavam a competir com ela.

Conhece nessa altura o seu futuro marido, Francisco da Cruz, um guitarrista amador, com o qual casará em 1940. Um assistente recomenda-a para a casa de fados mais famosa de então, o Retiro da Severa, mas Amália acaba por recusar esse convite, e depois adiar a resposta, e só em 1939 irá cantar nessa casa.

Uma carreira que começa



Alcança tremendo êxito no Retiro da Severa, onde faz a sua estreia profissional, e torna-se a vedeta do fado com uma rapidez notável. Passa a actuar também no Solar da Alegria e no Café Luso. Era o nome mais conhecido de todos os cantores de fado. Fazia com que por onde actuasse as lotações se esgotem, inflacionando o preço dos bilhetes. Em poucos meses atinge tal reconhecimento e popularidade que o seu cachet é o maior até então pago a fadistas.

Estreia-se no teatro de revista em 1940, como atracção da peça Ora Vai Tu, no Teatro Maria Vitória. No meio teatral encontra Frederico Valério, compositor de muitos dos seus fados.

Em 1943 divorcia-se a seu pedido. Torna-se então independente. Neste mesmo ano actua pela primeira vez fora de Portugal. A convite do embaixador Pedro Teotónio Pereira, canta em Madrid.

Em 1944 consegue um papel proeminente, ao lado de Hermínia Silva, na opereta Rosa Cantadeira, onde interpreta o Fado do Ciúme, de Frederico Valério. Em Setembro, chega ao Rio de Janeiro acompanhada pelo maestro Fernando de Freitas para actuar no Casino Copacabana. Aos 24 anos, Amália tem já um espectáculo concebido em exclusivo para ela. A recepção é de tal forma entusiástica que o seu contrato inicial de 4 semanas se prolongará por 4 meses. É convidada a repetir a tournée, acompanhada por bailarinos e músicos.

É no Rio de Janeiro que Frederico Valério compõe um dos mais famosos fados de todos os tempos: Ai Mouraria, estreado no Teatro República. Grava discos, vendidos em vários paises, motivando grande interesse das companhias de Hollywood.

Em 1947 estreia-se no cinema com o filme Capas Negras, o filme mais visto em Portugal até então, ficando 22 semanas em exibição. Um segundo filme, do mesmo ano, é Fado, História de uma Cantadeira.

Amália é apoiada por artistas inovadores como Almada Negreiros e António Ferro. Esse que a convida pela primeira vez a cantar em Paris, no Chez Carrère, e a Londres, no Ritz, em festas do departamento de Turismo que o próprio organiza.

A internacionalização de Amália aumenta com a participação, em 1950, nos espectáculos do Plano Marshall, o plano de "apoio" dos EUA à Europa do pós-guerra, em que participam os mais importantes artistas de cada país. O êxito repete-se por Trieste, Berna,Paris e Dublin (onde canta a canção Coimbra, que, atentamente escutada pela cantora francesa Yvette Giraud, é popularizada por ela em todo o mundo como Avril au Portugal).

Em Roma, Amália actua no Teatro Argentina, sendo a única artista ligeira num espectáculo em que figuram os mais famosos cantores de música clássica.

Canta em todo os cantos do mundo. Passa pelos Estados Unidos, onde canta pela primeira vez na televisão (na NBC), no programa do Eddie Fisher patrocinado pela Coca-Cola, que teve que beber e de que não gostara nada. Grava discos de fado e de flamenco. Convidam-na para ficar, mas não fica por que não quer.

Amália dá ao fado um fulgor novo. Canta o repertório tradicional de uma forma diferente, sincretisando o que é rural e urbano.

Canta os grandes poetas da língua portuguesa (Camões, Bocage), além dos poetas que escrevem para ela (Pedro Homem de Mello, David Mourão Ferreira, Ary dos Santos, Manuel Alegre, O’Neill). Conhece também Alain Oulman, que lhe compõe várias canções.

O seu fado de Peniche é proibido por ser considerado um hino aos que se encontram presos em Peniche, Amália escolhe também um poema de Pedro Homem de Mello Povo que lavas no rio, que ganha uma dimensão política.

Em 1966, volta aos Estados Unidos. Neste mesmo momento o seu amigo Alain Oulman é preso pela PIDE. Amália dá todo o seu apoio ao amigo e tudo faz para que seja libertado e posto na fronteira.

Em 1969, Amália é condecorada pelo novo presidente do concelho, Marcelo Caetano, na Exposição Mundial de Bruxelas antes de iniciar uma grande digressão à União Soviética.

Em 1971, encontra finalmente Manuel Alegre, exilado em Paris.

É condecorada com o grau de oficial da Ordem do Infante D. Henrique pelo então presidente da República, Mário Soares.
Em 1990, em França, depois da Ordem das Artes e das Letras, recebe, desta vez das mãos do presidente Mitterrand, a Légion d'Honneur.

Em 1997 é editado pela Valentim de Carvalho o seu último álbum com gravações inéditas realizadas entre 1965 e 1975 (Segredo). Amália publica um livro de poemas (Versos). É-lhe feita uma homenagem nacional na Feira Mundial de Lisboa (Expo 98).

A 6 de Outubro de 1999, Amália Rodrigues morre com 79 anos, pouco depois de regressar da sua casa de férias no litoral alentejano. No seu funeral centenas de milhares de lisboetas descem à rua para lhe prestar uma última homenagem.

Sepultada no Cemitério dos Prazeres, o seu corpo é posteriormente trasladado para o Panteão Nacional, em Lisboa (após pressão dos seus admiradores e uma modificação da lei que exigia um mínimo de quatro anos antes da trasladação), onde repousam as personalidades consideradas expoentes máximos da nacionalidade.

Amália Rodrigues representou Portugal em todo o mundo, de Lisboa ao Rio de Janeiro, de Nova Iorque a Roma, de Tóquio à União Soviética, do México a Londres, de Madrid a Paris (onde actuou tantas vezes no prestigiosíssimo Olympia).
Propagou a cultura portuguesa, a língua portuguesa e o fado.

Discografia
Perseguição (1945)
Tendinha (1945)
Fado do Ciúme (1945)
Ai Mouraria (1945)
Maria da Cruz (1945)
Ai Mouraria 1951/52
Sabe-se Lá 1951/52
Novo Fado da Severa (1953)
Uma Casa Portuguesa (1953)
Primavera (1954)
Tudo Isto é Fado (1955)
Foi Deus (1956)
Amália no Olympia (1957)
Povo que Lavas no Rio (1963)
Estranha Forma de Vida (1964)
Amália Canta Luís de Camões (1965)
Formiga Bossa Nossa (1969)
Amália e Vinicius (1970)
Com que Voz (1970)
Fado Português (1970)
Oiça Lá ó Senhor Vinho (1971)
Amália no Japão (1971)
Cheira a Lisboa (1972)
A Una Terra Che Amo (1973)
Amália no Canecão (1976)
Cantigas da Boa Gente (1976)
Lágrima (1983)
Amália na Broadway (1984)
O Melhor de Amália - Estranha Forma de Vida (1985)
O Melhor de Amália volume 2 - Tudo Isto é Fado (1985)
Obsessão (1990)
Abbey Road 1952 (1992)
Segredo (1997)

ROMÁRIO DEVOLVE A CAMISA 11

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Por telefone, Romário devolve camisa 11
Curtindo a família nas Ilhas Cayman, no Caribe, Baixinho agradece homenagem a Eurico e acaba com a imortalidade do número



Romário conversou com Eurico Miranda por telefone no fim da noite de segunda-feira Uma atitude inusitada aconteceu no fim da noite desta segunda-feira. O ex-jogador Romário telefonou para o presidente Eurico Miranda e devolveu a camisa 11 para a equipe do Vasco. O Baixinho agradeceu a homenagem, mas pediu que o número volte a ser utilizado na equipe cruzmaltina. Curtindo a família nas Ilhas Cayman, no Caribe, ele conversou rapidamente com o atual mandatário, que deixa o cargo nesta terça-feira.



Além da camisa imortalizada, Romário ganhou uma estátua em São Januário por causa do milésimo gol, marcado no ano passado, em uma partida contra o Sport. Porém, diferentemente da camisa, por enquanto, o busto vai ficar no mesmo lugar.



A camisa 11 vai voltar a ser utilizada na partida do próximo domingo, contra o Figueirense, no Orlando Scarpelli, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. A tendência é que Leandro Amaral, o atual número 19 do Vasco, utilize o uniforme que um dia já foi do Baixinho

segunda-feira, junho 30, 2008

bandas portuguesas - VICIOUS FIVE

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APESAR DO NOME DA BANDA
SÃO PORTUGUESES


Os Vicious Five são cinco rapazes com origens em Lisboa e arredores, com um gosto tremendo pela música e uma vontade de se expressar que não atinge terceiros. Tal como aqueles que os ouvem. "Há uma oposição não agressiva. Acredito que o futuro está a acontecer", adianta Joaquim Albergaria. Impõe-se então a questão sobre que nova geração é essa, que parece tão proactiva, com que os Vicious Five se identificam e comunicam? "É uma comunidade muito hedonista que vive muito do curto prazo.", responde o vocalista. "Não há propriamente primeiras intenções materiais, embora ninguém viva do ar." E nesse conjunto de pessoas, "há produtores de T-shirts, colectivos de ilustração , músicos", entre muitos outros. "É pessoal novo. Não há competições, o que é decisivo. Ninguém está preocupado em ganhar mais dinheiro que o vizinho." É uma comunidade de gente para a qual a Internet desempenha um "papel fundamental" na sua divulgação e crescimento.


Em 2008, há um segundo disco acabado de editar, que "teve outro planeamento", em relação ao trabalho de estreia da banda há três anos. "Tivemos mais tempo e a estrada também ajudou. Tornou-nos melhores músicos", diz Albergaria.

Niilistas e hedonistas, mas com a noção do contexto onde se inserem, os Vicious Five estão agora a explorar uma tendência editorial do mercado. Em vez de serem representados por uma editora e uma agência, concentram todo o trabalho de "bastidores" apenas numa entidade (neste caso, a Lisboagência, que distribui o disco e trata dos concertos). "A questão tem sobretudo a ver com intermediários. São agentes que encarecem a música. Não se justificava continuarmos ligados a uma editora. Mas não houve desavenças de qualquer espécie", explica-nos o músico. A segunda parte da justificação para esta mudança tem a ver com a importância que os espectáculos assumem para a banda. E que é muita. "Não somos banda de estúdio. O disco existe para justificar a nossa necessidade de andarmos pelo país a tocar."|

HOJE, 30 DE JUNHO ,NO BRASIL COMEMORA-SE O DIA DO CAMINHONEIRO

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O NOSSO BLOG ASSINALA O
DIA DO CAMINHONEIRO NO
BRASIL


Faça chuva ou sol, sempre na estrada

Como acontece em todas datas comemorativas, seja Natal, Dia do Pais ou aniversários, grande parte dos caminhoneiros vai passar a data dedicada a eles, profissionais da boléia, longe de casa. Hoje, em todo o País, é comemorado o Dia do Caminhoneiro. Apesar de não ser unanimidade, já que muitos consideram o dia de São Cristóvão, o padroeiro dos motoristas, como o verdadeiro dia destes profissionais, a data consta em muitos calendários.
Ela foi criada como forma de homenagear os profissionais que passam a maior parte de suas vidas na estrada e que, ao menos no Brasil, são engrenagens fundamentais no sistema econômico. Como no Brasil grande parte do transporte de carga, especialmente a produção agrícola, é feita pelas rodovias, os caminhoneiros têm um papel fundamental na vida dos brasileiros.



Improviso - Um aspecto negativo no dia-a-dia dos desbravadores de estradas é a falta de conforto que eles encaram, tendo que dormir em camas improvisadas nas boléias e que tomar banho nos postos de gasolina.

Para superar a falta de conforto e fazer da boléia um cantinho especial, já que os caminhoneiros passam boa parte do tempo longe de casa, existem alguns itens básicos, como cama atrás do banco, ventilador anexo ao painel e um bom rádio. Se possível, uma televisão portátil também é bem-vinda. Além de passar o tempo, mantém -os atualizados.

Comemorações em Campo Largo - Os caminhoneiros que estiverem em Campo Largo hoje, dia especialmente dedicado a eles, vão ter a oportunidade de participar da terceira etapa da Gincana do Caminhoneiro, que acontece até domingo, no posto Gigantão. Promovida pela Revista Caminhoneiro, o evento tem seis etapas e a grande final, que valerá um caminhão avaliado em R$ 150 mil, acontece no dia 26 de novembro. O segundo e o terceiro lugares ganham um carro popular.


Frases nos pára-choques chamam atenção - Quando se fala em caminhão, não há como não lembrar das famosas frases pintadas nos pára-choques. O hábito é tão comum entre os profissionais da boléia que há até pintor especializado na arte de registrar as mensagens. Joaquim Pereira, o "Jotapê", faz isso há mais de 25 anos.


Na maioria das vezes, a saudade e o amor pela família é o tema, com muitos nomes de mulheres e crianças, enfeitados com corações. O amor é tão presente nas frases de pára-choques que já virou até trecho de música de Roberto Carlos. Na canção Caminhoneiro, ele fala da saudade da amada e diz "no volante eu penso nela, já pintei no pára-choque um coração e o nome dela".

"Sem caminhão, o Brasil pára".”

A vida itinerante, que faz de muitos caminhoneiros os marinheiros das estradas, não deixa que muitos deles abandonem o romantismo e, porque não dizer, a malícia. As frase vão desde as singelas - "Viajo tranqüilo, para não deixar chorando quem me espera sorrindo"

domingo, junho 29, 2008

HOJE, QUE FAZ 50 ANOS QUE O BRASIL FOI CAMPEÃO DO MUNDO

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UM BRASILEIRO NATURALIZADO
ESPANHOL, GANHA O TÍTULO
DE CAMPEÃO DA EUROPA
PELA ESPANHA.

MARCOS SENNA


MARCOS SENNA FPO O MELHOR NA FINAL CONTRA A ALEMANHA

BRASILEIRÃO - 8ª.RODADA

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PROSSEGUIU HOJE A 8ª.RODADA
COM O FLA A VENCER NO
RECIFE E A APROVEITAR O
EMPATE DO CRUZEIRO COM
O SÃO PAULO (1-1) e do
GRÉMIO COM INTER, PARA
SER LÍDER ISOLADO

28/06 18h20 São Januário Vasco 4 x 2 Ipatinga
28/06 18h20 Canindé Portuguesa 0 x 0 Santos
28/06 18h20 Barradão Vitória 3 x 0 Goiás

29/06 16h Orlando Scarpelli Figueirense 1 x 1 Atlético-MG
29/06 16h Ilha do Retiro Sport 1 x 2 Flamengo
29/06 16h Mineirão Cruzeiro 1 x 1 São Paulo
29/06 16h Arena da Baixada Atlético-PR 1 x 1 Coritiba
29/06 18h20 Palestra Itália Palmeiras 2 x 0 Náutico
29/06 18h20 Maracanã Fluminense 0 x 0 Botafogo
29/06 18h10 Olímpico Grêmio 1 x 1 Internacional


Colocação
1º Flamengo 19
2º Grêmio 17
Cruzeiro 17
4º Palmeiras 16
5º Vitória 14
Náutico 14
7º São Paulo 13
8º Portuguesa 12
9º Vasco 11
10º Coritiba 10
Atlético-MG 10
12º Atlético-PR 9
Figueirense 9
14º Internacional 8
Sport 8
Botafogo 8
17º Santos 6
Goiás 6
19º Ipatinga 5
20º Fluminense 3





SPORT, 1 FLAMENGO,2

Com golo de letra no final, Obina mantém Fla na ponta

Com um golo de letra de Obina no último minuto, o Flamengo venceu o Sport por 2 a 1 na tarde deste domingo, na Ilha do Retiro, e manteve a liderança do Campeonato Brasileiro.

Com este resultado, o Flamengo chega aos 19 pontos, no primeiro lugar. Na próxima rodada, o time do técnico Caio Júnior volta a campo diante do Náutico, no Maracanã, no sábado.

Já o Sport segue com os mesmos oito pontos ganhos, na 14ª colocação. Na nona rodada do torneio nacional, os pernambucanos duelam com o Cruzeiro, novamente na Ilha do Retiro.

Com o gramado em estado precário, Sport e Flamengo disputaram uma partida de baixo nível técnico. A equipe de Caio Júnior conseguiu abrir o placar apenas durante o segundo tempo.


Ficha Técnica
Sport 1 x 2 Flamengo

sport
Magrão
Luisinho Netto
Igor
Gabriel Santos
Dutra
Daniel Paulista
Everton
(Sandro Goiano)
Francisco Alex
Carlinhos Bala
Roger
(Leandro Machado)
Enílton
(Juninho)

FLAMENGO
Bruno
Leonardo Moura
Fábio Luciano
Ronaldo Angelim
Juan
Jaílton
Cristian
(Maxi)
Ibson
Renato Augusto
(Kléberson)
Marcinho
(Diego Tardelli)
Obina

Gols
1ºT --------------- ---------------
2ºT 29min - Francisco Alex 8min - Obina
48min - Obina

A 29 DE jUNHO nasceu ROSA MOTA

.
A GRANDE ATLETA PORTUGUESA
VENCEDORA DE VÁRIAS MEDALHAS
NOS JOGOS OLIMPICOS , ESPECIAL-
MENTE A DE OURO NA MARATONA
DE SEUL 1988, MAS TAMBÉM


ROSA MOTA CORTA A META COMO GRANDE MEDALHA DE OURO DA MARATONA DE SEUL

MUITO ME EMOCIONEI NAQUELE DIA E HORA


TRICAMPEÃ DA EUROPA E CAMPEÃ
DO MUNDO,

Rosa Mota

Atletismo
Ouro 1988, Seul Maratona
Bronze 1984, Los Angeles Maratona
Rosa Maria Correia dos Santos Mota, . Conhecida apenas por Rosa Mota, (Porto, 29 de Junho de 1958) é uma atleta portuguesa já fora de actividade. Tornou-se conhecida principalmente pelas suas prestações na Maratona, sendo considerada por muitos como uma das melhores corredoras do século XX nessa especialidade.

Biografia
Rosa Mota começou a correr quando ainda frequentava o liceu. Em 1980 conheceu José Pedrosa que viria a ser o seu treinador durante toda a sua carreira. A primeira maratona feminina que existiu, decorreu em Atenas na Grécia durante o Campeonato Europeu de Atletismo em 1982, foi também a primeira maratona em que Rosa Mota participou; embora não fizesse parte do lote das favoritas, Rosa bateu facilmente Ingrid Kristiansen e ganhou assim a sua primeira maratona.

O sucesso passou a ser uma das imagens de marca de Rosa Mota que invariavelmente, termina bem classificada em todas as maratonas de prestígio. Na primeira maratona olímpica que decorreu em Los Angeles em 1984, ganhou a medalha de bronze. O seu recorde pessoal da distância foi conseguido em 1985 na maratona de Chicago com o tempo de 2 horas, 23 minutos e vinte e nove segundos.

Em 1986 é campeã da Europa e em 1987, campeã do Mundo em Roma; em 1988, ganha o ouro olímpico em Seoul, quando a 2 quilómetros da meta atacou Lisa Martin, ganhando com treze segundos de avanço.

Em 1990, voltou a Boston para ganhar essa corrida pela terceira vez, vencendo desta vez Uta Pippig. Depois disso, Rosa foi a Split, defender o seu título de Campeã Europeia da Maratona. Atacando desde o início, Rosa Mota chegou a ter um avanço de um minuto e meio sobre Valentina Yegorova que no entanto, aos 35 quilómetros conseguiu apanhá-la; as duas lutaram arduamente pela vitória que no final, sorriu a Rosa Mota com apenas cinco segundos de vantagem. Até 2005, a conquista da maratona por três vezes em campeonatos mundiais de atletismo, tanto feminino como masculino, é exclusivo de Rosa Mota,

Apesar de todo este sucesso, Rosa Mota sofria de ciática, o que não a impediu de continuar a coleccionar triunfos, como fez em 1991, na Maratona de Londres; ainda nesse ano, disputando o Campeonato Mundial de Atletismo em Tóquio, Rosa viu-se obrigada a abandonar a corrida e finalmente retirou-se das competições quando não conseguiu terminar a Maratona de Londres no ano seguinte.

Em 2004, a maratonista Rosa Mota promoveu uma a maior corrida feminina em portugal, com um pelotão de cerca de dez mil mulheres ajudando a arrecadar fundos para combater o cancêr de mama.

"Isso é mais que uma corrida, isso é uma caminhada para ajudar a combater o cancêr de mama"disse a maratonista Rosa Mota.

Rosa Mota disputou 21 maratonas entre 1982 e 1992, numa média de duas maratonas por ano. Ganhou 14 dessas 21 corridas.

Considerada uma Embaixatriz do Desporto, ganhou o Prémio Abebe Bikila pela sua contribuição no desenvolvimento do treino das corridas de longa-distância. Este prémio foi-lhe atribuído no final da Corrida Internacional da Amizade, patrocinada pelas Nações Unidas e entregue antes da maratona de Nova Iorque.

A nossa Rosinha, como é carinhosamente apelidada por muitos portugueses, é uma das personalidades mais populares do desporto em Portugal no século XX, juntamente com Eusébio, Carlos Lopes e Luís Figo.

Em 2004, Rosa Mota transportou a chama olímpica pelas ruas de Atenas antes das Olimpíadas de 2004.

A maior vencedora da São Silvestre
No Brasil, Rosa Mota também tem grande popularidade já que é a maior vencedora feminina de todos os tempos da mais famosa corrida de rua do país, a Corrida de São Silvestre, disputada nas ruas de São Paulo anualmente no último dia de cada ano. Rosa venceu a prova por seis vezes.


Palmarés

Maratona
Campeã olímpica em Seul em 1988
Medalha de bronze em Los Angeles em 1984
Campeã do Mundo em Roma em 1987
Quarta classificada no Campeonato do Mundo em Helsínquia em 1983
Campeã da Europa em Atenas em 1982, em Estugarda em 1986 e em Split em 1990.
Vencedora das maratonas de Roterdão (1983), Chicago (1983 e 1984), Tóquio (1986), Boston (1987, 1988 e 1990), Osaca, (1990) e Londres (1991).
Vencedora da São Silvestre de São Paulo seis vezes consecutivas (1981 a 1986).

Outros
Vice campeã mundial de estrada (15 Km) em 1984 e 1986
Ex-detentora do melhor tempo mundial de 20.000 metros em pista (1.06.55,5) em 1983
Ex-recordista de Portugal dos 1000, 1500, 3000 e 5000 metros.
Oito títulos de campeã de Portugal em corta-mato/cross-country

sábado, junho 28, 2008

BRASILEIRÃO - 8ª,RODADA

.
O VASCO VENCE O IPATINGA
EM DIA DE BOTA FÓRA DO
EURICO MIRANDA (4-2)

PORTUGUESA EMPATA COM
SANTOS (0-0)


8ª Rodada
28/06 18h20 São Januário Vasco 4 x 2 Ipatinga
28/06 18h20 Canindé Portuguesa 0 x 0 Santos
28/06 18h20 Barradão Vitória 3 x 0 Goiás

VASCO-IPATINGA.4-2


EURICO NÃO ESCONDE A TRISTEZA DA DERROTA ELEITORAL

Agora com o grande vascaino Roberto Dinamite, espera-se maior transparência, e uma gestão mais democrática, mais moderna, especialmente no pelouro do futebol. O Vasco precisa de vitórias como as de antigamente.



JEAN DO VASCO AO ATAQUE

Vasco quebra série negativa no adeus de Eurico
Na última partida sob o comando do presidente Eurico Miranda, o Vasco conseguiu interromper uma série de três partidas sem vitória na tarde deste sábado e bateu o Ipatinga por 4 a 2, em São Januário, em jogo válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

Nos camarotes de São Januário, o mandatário interino do clube assistiu à última vitória cruzmaltina sob o seu poder e chegou a se emocionar em alguns momentos do duelo, sendo amparado por amigos, familiares e antigos conselheiros.

Com mandato em vigor até a próxima segunda-feira, Eurico dá lugar ao ex-jogador Roberto Dinamite, vencedor das eleições realizadas na última sexta-feira. O ídolo vascaíno, desafeto do atual presidente, venceu o candidato da situação Amadeu Pinta da Rocha, em pleito realizado na Lagoa Rodrigo de Freitas e que foi marcado pela confusão.

Além de se afastar do cargo, Eurico ainda teve que deixar o estádio que acostumou a freqüentar nos últimos anos ouvindo os gritos de "É Dinamite" que vinha das arquibancadas, com a torcida comemorando as vitórias do desafeto do presidente nas eleições e da equipe dentro de campo sobre o Ipatinga.

No entanto, em sua despedida, Eurico pôde ver a equipe somar três pontos após as derrotas contra Palmeiras e Cruzeiro e o empate contra o Náutico, conquistado nos últimos jogos. Com o resultado, a formação carioca vai aos 11 pontos e passa a ocupar a posição intermediária da tabela.

Já o Ipatinga, que faz a sua temporada de estréia na Série A, segue fazendo campanha fraca e é um dos candidatos ao rebaixamento neste início de campeonato. Em oito jogos, o time mineiro soma apenas cinco pontos, sendo derrotado em cinco oportunidades.


Ficha Técnica
Vasco 4 x 2 Ipatinga

VASCO
Tiago
(Roberto)
Rodrigo Antônio
Eduardo Luiz
Vilson
Wagner Diniz
Jonílson
Alex Teixeira
(Beto)
Morais
Madson
(Pablo)
Jean
Leandro Amaral

IPATINGA
Fred
Márcio Gabriel
Tiago Vieira
Gian
Rodriguinho
(Paulinho Dias)
Augusto Recife
Xaves
Leandro Salino
Gérson Magrão
Neto Baiano
(Ricardinho)
Luciano Mandi
(Adeilson)

Técnico:
Ricardo Drubscky

Golos
1ºT 3min - Alex Teixeira
11min - Alex Teixeira
41min - Leandro Amaral 28min - Gian
2ºT 36min - Jean 6min - Adeilson

Cartões amarelos

CANTORAS BRASILEIRAS - ROSA PASSOS

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ROSA PASSOS VEN A POPRTUGAL
ESTREIA EM LISBOA NO DIA
4 DE JULHO NO CCB ÀS 21,30
E VAI CORRER O PAÍS.

QUEM É ROSA PASSOS?

Rosa Passos


Rosa Maria Faria Passos (Salvador, 13 de abril de 1952), mais conhecida como Rosa Passos, é uma cantora, violonista e compositora brasileira.

Estreou no mercado fonográfico com o disco "Recriação".

Mais tarde lançou Curare, onde gravou clássicos da música popular brasileira, em 1993 o CD "Festa", interpretando parcerias com Fernando de Oliveira e Aldir Blanc, entre outros, e três anos depois, gravou o CD "Pano pra manga", predominantemente autoral.

Em 2002, lançou somente para o mercado americano o CD "Me and my heart" com Paulo Paulelli(baixo acústico e percussão de boca) e participou de diversos festivais de jazz, acompanhada por vários músicos de renome internacional, como Toots Thielemans, Paquito D'Rivera e David Finch. Ainda nesse ano, lançou o CD "Azul", contendo composições de Djavan, Gilberto Gil e João Bosco. O disco contou com a participação de Teco Cardoso, Léa Freire, Lula Galvão, Proveta e da Banda Mantiqueira.

CANTANDO EM MADRID

Discografia
1979 Recriação
1991 Curare CD
1993 Festa
1996 Pano pra manga
1997 Letra & Música Ary Barroso-Rosa Passos & Lula Galvão
1998 Rosa Passos canta Antônio Carlos Jobim-40 anos de bossa nova
1999 Morada do samba (1999)
2000 Rosa Passos canta Caymmi
2002 Me and my heart
2002 Azul
2003 Entre Amigos - com Ron Carter
2004 Amorosa
2006 Rosa

DIA DA LIBERTAÇÃO NO VASCO

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ROBERTO DINAMITE GANHA AS ELEIÇÕES

Finalmente o Vasco se vê livre do Eurico Miranda, que estava no poder há 41 anos

Maior artilheiro da história do clube vence a eleição contra Amadeu Pinto da Rocha: 140 a 103

Dinamite: de ídolo da torcida a opositor de Eurico e presidente do Vasco
Maior artilheiro da história do clube, com 708 gols, ex-jogador assume o cargo para recuperar a simpatia dos torcedores e o poder de investimento

Roberto é o maior artilheiro da história do Vasco e agora assume a presidência
Aos 54 anos, Roberto Dinamite assume a presidência do Vasco com a missão de levar o time às conquistas, o que não acontece desde 2003. Além disso, o dirigente vai ter a missão de recuperar o prestígio e a simpatia do clube, que foram ficando pelo caminho durante a gestão de Eurico Miranda. Maior artilheiro da história do clube, com 708 gols, o ex-jogador espera montar uma equipe forte, aumentar o patrimônio cruzmaltino e recuperar o poder de investimento com o auxílio de novos parceiros.

SURGE O DINAMITE

Roberto chegou ao Vasco em 1969 levado por um olheiro do clube. Em sua primeira temporada, o jogador ganhou massa muscular, pois era muito franzino. Um mês após desembarcar na Colina, Calu, como era conhecido nos tempos de garoto, já era titular dos juvenis. No Carioca da categoria, em 1970, ele assinalou dez gols. No ano seguinte, na mesma competição, foram 13. A artilharia da competição chamou a atenção do treinador dos profissionais, Mário Travaglini, que promoveu o garoto para a disputa do Campeonato Brasileiro de 1971.

Aos 18 anos, Roberto fez a sua estréia nos profissinais do Vasco. O time acabou derrotado pelo Bahia por 1 a 0, no dia 14 de novembro de 71. Classificado para a fase seguinte do Brasileirão, o time da Colina estava prestes a encarar o Atlético-MG, que viria a ser o campeão nacional daquele ano. Em uma atividade antes do confronto, o atacante teve atuação destacada e ganhou a vaga de titular. No dia seguinte, um jornal carioca estampou: "Vasco escala garoto-dinamite!"

O primeiro gol do "garoto-dinamite" só aconteceu no dia 28 de novembro de 71. Na partida contra o Internacional, Roberto entrou no segundo tempo no lugar de Gilson Nunes. Em seu primeiro lance, ele passou por quatro adversários e marcou o segundo gol do Vasco na partida conra o Internacional. De lá para cá, o garoto abriu passagem para Roberto Dinamite.


IDENTIFICAÇÃO COM O VASCO

A partir do primeiro gol, Roberto criou uma identificação com o clube da Colina. De 1971 a 1980, o jogador não cansou de balançar a rede dos rivais. No primeiro ano da década de 80, o jogador se transferiu para o Barcelona, mas sem conseguir se adaptar logo retornou a São Januário. Curiosamente, o seu maior opositor nas últimas eleições do Vasco, Eurico Miranda foi um dos responsáveis por sua volta.

Fora Vasco e Barcelona, Roberto tem passagens pela Portuguesa, em 1989, e pelo Campo Grande, em 1991. Na Lusa, o jogador foi comandado por Antônio Lopes e participou de seu último campeonato brasileiro. Lá, ele balançou a rede nove vezes. Em sua última volta ao time da Colina, o atacante foi fundamental na conquista do título estadual de 1992 de forma invicta.

Com a camisa cruzmaltina, Dinamite marcou 702 gols, sendo 190 em campeonatos brasileiros. Até hoje, o jogador é o mais goleador de campeonatos nacionais. Ao longo de sua vida como profissional, Roberto conquistou 37 títulos.



SELEÇÃO BRASILEIRA

Na seleçao brasileira, Dinamite participou de duas copas do mundo, em 1978 e 1982. Com a amarelinha, ele marcou 26 gols. No entanto, não conquistou nenhum título de expressão. Em 1978, Dinamite ajudou a equipe a passar para a segunda fase do torneio ao marcar um gol na terceira partida da fase inicial do torneio, contra a Áustria. Ele encerrou o Mundial com três gols.

Em 1982, Roberto foi convocado em cima da hora pelo então treinador da seleção brasileira, Telê Santana, mas não foi utilizado em nenhuma partida da competição. O jogador se restringiu a participar dos treinamentos. Com a camisa canarinho, ele foi artilheiro da Copa América de 1983.

POLÍTICA VASCAÍNA

Roberto chega a sua terceira eleição como candidato da situação, já que o pleito de 2006 foi adiado. Opositor de Eurico Miranda por não concordar com a forma como o dirigente comanda o futebol vascaíno, Dinamite sonha com dias melhores para o Vasco. Na chapa "Por Amor ao Vasco", ele sonha recuperar o prestígio do clube, montar uma equipe forte para a disputa das competições, e melhorar o poder de investimento e de aceitação da marca cruzmaltina no setor privado.

Nas eleições anteriores, o dirigente perdeu por uma pequena margem de votos, mas sempre contestando a forma que foi realizado o pleito. Em 2006, o dirigente entrou na Justiça por causa de irregularidades na assembléia daquele ano e conseguiu a remarcação de uma nova eleição em 2008. No último sábado, a chapa de Dinamite conseguiu vencer na opinião dos associados. Nesta sexta-feira, o conselho deliberativo ratificou a vitória do candidato da oposição.