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Toquinho
Antonio Pecci Filho, conhecido como Toquinho, (São Paulo, 6 de julho de 1946) é um cantor, compositor e violonista brasileiro. Ganhou o hipocorístico Toquinho da mãe e já aos quatorze anos começou a ter aulas de violão com Paulinho Nogueira. Estudou harmonia com Edgar Janulo, violão clássico com Isaías Sávio e fez curso de orquestração com Léo Peracchi. Teve aulas e tornou-se amigo de Oscar Castro Neves.
Começou se apresentando em colégios e faculdades e profissionalizou-se nos anos sessenta, em shows promovidos pelo radialista Walter Silva no famoso teatro Paramount em São Paulo. Compôs com Chico Buarque sua primeira canção a ser gravada, Lua cheia. Em 1969 acompanha Chico à Itália, pais onde até hoje se apresenta regularmente.
Em 1970, compõe, com Jorge Benjor, seu primeiro grande sucesso, Que Maravilha. Ainda nesse ano, Vinicius de Moraes, o mundialmente famoso compositor de Garota de Ipanema (com Tom Jobim), o convida para participar de uma série de espetáculos em Buenos Aires, formando uma sólida parceria que iria durar onze anos, 120 canções, 25 discos e mais de mil espetáculos.
Após a morte do poetinha, Toquinho segue em carreira solo, ou às vezes se apresentando com uma cantora convidada ou com outros compositores, como Paulinho da Viola, Danilo Caymmi, Paulinho Nogueira e MPB-4, em discos e apresentações por vários paises. Ele continua fazendo sucessos
Discografia
O Violão de Toquinho (1966)
La vita, amico, é l'arte dell'incontro (1969)
Toquinho (1970)
Vinicius de Moraes en "La Fusa" con Maria Creuza y Toquinho (1970)
Como Dizia o Poeta...Música Nova (1971)
Per vivere un grande amore (1971)
São Demais os Perigos desta Vida... (1971)
Toquinho e Vinícius (1971)
Vinicius + Bethania + Toquinho en La Fusa - Mar Del Plata (1971)
Vinícius Canta "Nossa Filha Gabriela" (1972)
O Bem Amado - trilha sonora original da telenovela (1973)
Poeta, Moça e Violão - Vinicius, Clara Nunes, Toquinho (1973)
Toquinho & Guarnieri - Botequim (1973)
Toquinho - Boca da Noite (1974)
Toquinho, Vinícius e Amigos (1974)
Fogo sobre Terra - trilha sonora original da telenovela (1974)
Toquinho e Vinícius (1974)
Vinícius / Toquinho (1975)
Toquinho e Vinícius - O Poeta e o Violão (1975)
La voglia, la pazzia, l'incoscienza, l'allegria (1976)
Toquinho - Il Brasile nella chitarra strumentale - Torino - Itália (1976)
Toquinho Tocando 1977 (1976)
The Best of Vinicius & Toquinho (1977)
Tom, Vinícius, Toquinho, Miúcha (1977)
Enciclopédia da Música Brasileira - Toquinho (1978)
Toquinho Cantando - Pequeno Perfil de um Cidadão Comum (1978)
10 Anos de Toquinho e Vinícius (1979)
Paulinho Nogueira e Toquinho - Sempre Amigos (1980)
Um Pouco de Ilusão (1980)
A Arca de Noé (1980)
A Arca de Noé - 2 (1980)
Toquinho, la chitarra e gli amici (1981)
Doce Vida (1981)
Toquinho ao Vivo em Montreaux (1982)
Toquinho - Acquarello (1983)
Toquinho - Acuarela (1983)
Toquinho - Aquarela (1983)
Casa de Brinquedos (1983)
Sonho Dourado (1984)
Bella la vita (1984)
A Luz do Solo (1985)
Coisas do Coração (1986)
Le storie di una storia sola (1986)
Vamos Juntos - Toquinho Live at Bravas Club'86 Tokyo (1986)
Canção de Todas as Crianças (1987)
Made in Coração (1988)
Toquinho in Canta Brasil (1989)
Toquinho - À Sombra de um Jatobá (1989)
Toquinho Instrumental (1990)
El viajero del sueño (1992)
Il viaggiatore del sogno (1992)
O Viajante do Sonho (1992)
La vita è l'arte dell'incontro (1993)
Trinta Anos de Música (1994)
Toquinho e suas Canções Preferidas (1996)
Canções dos Direitos da Criança (1997)
Brasiliando (1997)
Toquinho - Italiano (1999)
Toquinho - Paulinho Nogueira (1999)
Vivendo Vinicius - ao vivo - com Baden Powell, Carlos Lyra, Miúcha e Toquinho (1999)
Sinal Aberto - Toquinho e Paulinho da Viola (1999)
Coleção Toquinho e Orquestra (2001)
Canciones de los derechos de los niños (2001)
DVD - Toquinho (2001)
DVD - Toquinho Live Concert (lançado na Itália) (2001)
Toquinho - Amigos e Canções - Coletânea da Revista Reader's Digest (2002)
Herdeiros do Futuro - com Projeto Guri (2002)
Ensinando a Viver (2002)
Toquinho e Orquestra Jazz Sinfônica (2002)
Só tenho tempo pra ser feliz (2003)
Toquinho - Le canzoni della mia vita (2003)
DVD - Tons do Brasil - Toquinho (2003)
Toquinho - Bossa Nova Para Sempre (2004)
DVD Toquinho - Tributo à Bossa Nova (2004)
CD / DVD - Toquinho no Mundo da Criança (2005)
DVD - Só tenho tempo pra ser feliz - Ao Vivo (2005)
Mosaico - músicas de Toquinho e Paulo César Pinheiro (2005)
Passatempo - Retrato de uma época (2005)
A Vida Tem Sempre Razão - Tributo a Toquinho - CD de Silvia Goés, Ivâni Sabino e Pepa D'Elia (2006)
DVD - Passatempo - Retrato de uma época (2007)
CD - O poeta, a moça e o violão - Vinicius, Clara Nunes e Toquinho (2008)
DVD - Jobim, Vinicius, Toquinho & Miucha - I Concerti Live - gravado em 1978 (2008)
DVD - Toquinho - I Concerti Live - gravado em 1983 (2008)
DVD - Toquinho - Programa Ensaio - gravado em 1990 (2008)
CD - Toquinho e MPB-4 - 40 anos de música (2008)
DVD - Toquinho e MPB-4 - 40 anos de música (2009)
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
segunda-feira, julho 06, 2009
preliminares
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UMA MOCINHA VAI SE CONFESSAR
Mocinha : Padre, o Luciano é um Filho da Puta!
Padre : Não fale assim, minha filha. Todos nós somos filhos de Deus, todos somos irmãos.
Mocinha : Mas o senhor não sabe o que ele fez...
Padre : E o que ele fez?
Mocinha : Ele me deu beijo !!!
Padre : Olhe, eu também te dou um beijo e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele tirou minha blusa !!!
Padre : Eu também estou tirando sua blusa e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele tirou meu soutien !!!
Padre : Eu também estou tirando seu soutien e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele tirou minha calcinha!!!!
Padre : Eu também estou tirando sua calcinha e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele me comeu!!!!!
Padre : Eu também estou te comendo e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Mas depois...
Padre : Diga, diga, diga...
Mocinha : Ele me disse que tinha SIDA...
Padre : FILHOOOOOO DA PUTAAAAA !!!
UMA MOCINHA VAI SE CONFESSAR
Mocinha : Padre, o Luciano é um Filho da Puta!
Padre : Não fale assim, minha filha. Todos nós somos filhos de Deus, todos somos irmãos.
Mocinha : Mas o senhor não sabe o que ele fez...
Padre : E o que ele fez?
Mocinha : Ele me deu beijo !!!
Padre : Olhe, eu também te dou um beijo e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele tirou minha blusa !!!
Padre : Eu também estou tirando sua blusa e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele tirou meu soutien !!!
Padre : Eu também estou tirando seu soutien e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele tirou minha calcinha!!!!
Padre : Eu também estou tirando sua calcinha e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele me comeu!!!!!
Padre : Eu também estou te comendo e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Mas depois...
Padre : Diga, diga, diga...
Mocinha : Ele me disse que tinha SIDA...
Padre : FILHOOOOOO DA PUTAAAAA !!!
domingo, julho 05, 2009
BRASILEIRÃO - 9ª.RODADA
.
.
O FLAMENGO VENCEU O
SENSACIONAL VITÓRIA
DA BAHIA POR 2-1.
APROVEITANDO O EMPATE
DO ATLETICO DE MG,
O INTER ,QUE VENCEU
O NAUTICO, ASSUME O
COMANDO ISOLADO.
9ª Rodada
Santos 1 x 0 Sport
Santo André 1 x 1 Barueri
Flamengo 2 x 1 Vitória
Atlético-MG 1 x 1 Botafogo
Coritiba 2 x 0 São Paulo
Goiás 1 x 0 Cruzeiro
Grêmio 4 x 1 Atlético-PR
Avaí 0 x 3 Palmeiras
Náutico 0 x 2 Internacional
8/7 21h50 Pacaembu Corinthians x Fluminense
NAUTICO, 0 INTER PA,2

Nilmar faz 2, Inter bate Náutico e volta à liderança
A vitória foi a sexta do Inter neste Brasileiro - em outros triunfos, o time chegou a ser escalado com alguns reservas. Já o Náutico, que começou bem o torneio, parou nos oito pontos e ocupa a zona de rebaixamento à segunda divisão nacional.
Náutico
4-4-2
Eduardo; Juliano (Márcio Barros), Asprilla, Vágner Silva e Anderson Santana; Galiardo, Johnny (Eduardo Eré), Nilson e Carlinhos Bala; Gilmar e Anderson Lessa (Aílton). Técnico: Márcio Bittencourt
Internacional
4-4-2
Lauro; Bolívar, Índio, Danny Morais e Kléber; Glaydson, Magrão, Guiñazu e D'Alessandro (Andrezinho); Taison (Alecsandro) e Nilmar (Bolaños). Técnico: Tite
CLASSIFICAÇÃO
1 Internacional 20
2 Atlético-MG 18
3 Vitória 16
4 Palmeiras 16
5 Flamengo 14
6 Goiás 14
7 Barueri 14
8 Santos 13
9 Grêmio 12
10 Corinthians 11
11 Santo André 11
12 Coritiba 10
13 Cruzeiro 10
14 São Paulo 10
15 Fluminense 10
16 Sport 8
17 Náutico 8
18 Atlético-PR 8
19 Botafogo 7
20 Avaí 7
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O FLAMENGO VENCEU O
SENSACIONAL VITÓRIA
DA BAHIA POR 2-1.
APROVEITANDO O EMPATE
DO ATLETICO DE MG,
O INTER ,QUE VENCEU
O NAUTICO, ASSUME O
COMANDO ISOLADO.
9ª Rodada
Santos 1 x 0 Sport
Santo André 1 x 1 Barueri
Flamengo 2 x 1 Vitória
Atlético-MG 1 x 1 Botafogo
Coritiba 2 x 0 São Paulo
Goiás 1 x 0 Cruzeiro
Grêmio 4 x 1 Atlético-PR
Avaí 0 x 3 Palmeiras
Náutico 0 x 2 Internacional
8/7 21h50 Pacaembu Corinthians x Fluminense
NAUTICO, 0 INTER PA,2
Nilmar faz 2, Inter bate Náutico e volta à liderança
A vitória foi a sexta do Inter neste Brasileiro - em outros triunfos, o time chegou a ser escalado com alguns reservas. Já o Náutico, que começou bem o torneio, parou nos oito pontos e ocupa a zona de rebaixamento à segunda divisão nacional.
Náutico
4-4-2
Eduardo; Juliano (Márcio Barros), Asprilla, Vágner Silva e Anderson Santana; Galiardo, Johnny (Eduardo Eré), Nilson e Carlinhos Bala; Gilmar e Anderson Lessa (Aílton). Técnico: Márcio Bittencourt
Internacional
4-4-2
Lauro; Bolívar, Índio, Danny Morais e Kléber; Glaydson, Magrão, Guiñazu e D'Alessandro (Andrezinho); Taison (Alecsandro) e Nilmar (Bolaños). Técnico: Tite
CLASSIFICAÇÃO
1 Internacional 20
2 Atlético-MG 18
3 Vitória 16
4 Palmeiras 16
5 Flamengo 14
6 Goiás 14
7 Barueri 14
8 Santos 13
9 Grêmio 12
10 Corinthians 11
11 Santo André 11
12 Coritiba 10
13 Cruzeiro 10
14 São Paulo 10
15 Fluminense 10
16 Sport 8
17 Náutico 8
18 Atlético-PR 8
19 Botafogo 7
20 Avaí 7
A 5 DE JULHO, deu-se A REVOLTA DO FORTE DE COPACABANA
.
Revolta dos 18 do Forte de Copacabana

A Revolta dos 18 do Forte de Copacabana ocorreu em 5 de Julho de 1922, na cidade do Rio de Janeiro, então capital em Distrito Federal, no Brasil. Foi a primeira revolta do movimento tenentista, no contexto da República Velha brasileira.
História
Antecedentes
Durante a campanha eleitoral de 1921, o jornal "do Povo", na edição de 9 de outubro, publicou uma carta manuscrita, atribuída ao candidato do governo, Artur Bernardes, governador de Minas Gerais. Nele o ex-presidente da República Marechal Hermes da Fonseca era chamado de "sargentão sem compostura", acusando o Exército de ser formado por elementos "venais". Artur Bernardes negou veementemente a autoria da carta, vindo o mesmo periódico a publicar uma segunda carta, no mesmo tom da primeira e como ela, atribuída ao mesmo candidato. A comoção causada foi enorme, principalmente entre os militares, representados no Clube Militar, sob a presidência do próprio Marechal. Mais tarde seria descoberto que as assinaturas nas cartas eram forjadas.
Nas eleições de 1° de março de 1922 Artur Bernardes saiu-se vencedor, embora os resultados oficiais houvessem sido contestados pela oposição. Com o clima político tenso, em Pernambuco, o Exército foi chamado para conter rebeliões populares, descontentes com o novo Governo estadual. No dia 29 de junho, Hermes da Fonseca telegrafou ao Recife, exortando os militares a não reprimirem o povo, sendo, por essa razão, preso no dia 2 de julho e o Clube Militar fechado.
A prisão de Hermes da Fonseca, a mais alta patente militar do país, e o fechamento do Clube Militar por decreto presidencial, foram percebidos como uma afronta aos militares do Exército. E ficaram ainda mais descontentes com a nomeação feita pelo presidente da República Epitácio Pessoa de um civil - o historiador Pandiá Calógeras - como Ministro da Guerra. Em todos os quartéis do Rio de Janeiro, se comentava que "a procissão ia sair".
O movimento deveria se iniciar a partir do Forte de Copacabana, a uma hora da madrugada do dia 5 de julho. Na data marcada, porém, só a Escola Militar e o Forte de Copacabana se levantaram. Cercados pelas forças leais ao Governo Federal, não tiveram alternativa a não ser entregar-se.
A revolta do Forte de Copacabana
.
Quem comandava o Forte de Copacabana, na ocasião, era o capitão Euclides Hermes da Fonseca, filho do marechal Hermes da Fonseca. No dia 4 de julho, Euclides exortou os seus comandados, tendo feito escavar trincheiras desde o portão do Forte até o farol, minando-se o terreno.
Tendo sido estabelecido que o movimento se iniciaria a uma hora da madrugada do dia 5, a uma e vinte o tenente Antônio de Siqueira Campos disparou um dos canhões, sinal combinado. A guarnição aguardou em silêncio a resposta de outras unidades, o que não aconteceu. O Governo, informado do movimento, antecipara-se e fizera trocar os principais comandos militares da capital. Siqueira Campos, então, disparou contra o Quartel-General do Exército (no Campo de Santana, atual Palácio Duque de Caxias), o da Marinha (na Praça Barão de Ladário), o Depósito Naval e o Forte do Leme, matando quatro pessoas neste último. Outros autores afirmam que foram disparados tiros, ainda, contra a Fortaleza de Santa Cruz da Barra, em Niterói, e contra o Forte de São João, no bairro da Urca.
Durante todo o dia 5, o Forte de Copacabana sofreu intenso bombardeio pela artilharia da Fortaleza de Santa Cruz. Na madrugada do dia 6, o Ministro da Guerra, Pandiá Calógeras, telegrafou ao Forte, exigindo a rendição dos rebeldes. O capitão Euclides Hermes e o tenente Siqueira Campos permitiram, então, a saída de todos aqueles que não quisessem combater. Dos 301 homens da guarnição, saíram 272. Enquanto isso, os encouraçados São Paulo e Minas Gerais, e um destróier posicionaram-se ao largo da ilha de Cotunduba, passando a bombardear o Forte. O Ministro Calógeras telegrafou uma vez mais, passando Governo e rebeldes a parlamentar. Como conseqüência, o Capitão Euclides Hermes saiu ao encontro do Ministro no Palácio do Catete, onde recebeu voz de prisão. Encerrara-se o diálogo com um ultimato do Governo: ou os rebeldes se renderiam ou seriam massacrados.
Sob o bombardeio naval, o tenente Siqueira Campos pressionado pelos remanescentes da tropa tomou a decisão suicida: não resistiram no Forte e nem bombardearam a cidade, como haviam chegado a ameaçar. Saíram em marcha até ao Palácio do Catete combatendo. À canivete, uma bandeira brasileira foi cortada em vinte e nove pedaços e distribuída entre os rebeldes: um pedaço foi guardado para ser entregue ao capitão Euclides Hermes.
Às 13 horas do dia 6 de julho, iniciaram a marcha pela Avenida Atlântica. Um número até hoje não determinado se rendeu ou debandou. Na altura do antigo Hotel Londres, restavam dezessete militares revoltosos , aos quais se juntou o engenheiro civil gaúcho Otávio Correia, amigo do tenente Siqueira Campos. Após alguns tiroteios, ao alcançarem a altura da antiga rua Barroso (atual Siqueira Campos), os dez homens restantes (nove militares e o civil) foram confrontados pela tropa legalista (integrada por cerca de três mil homens). No confronto final, um tiroteio que durou aproximadamente trinta minutos, foram capturados, feridos, os tenentes Siqueira Campos e Eduardo Gomes, e dois soldados. Os demais faleceram em combate muito desigual. Os soldados vieram a falecer posteriormente, no hospital, em conseqüência dos ferimentos recebidos..
Revolta dos 18 do Forte de Copacabana
A Revolta dos 18 do Forte de Copacabana ocorreu em 5 de Julho de 1922, na cidade do Rio de Janeiro, então capital em Distrito Federal, no Brasil. Foi a primeira revolta do movimento tenentista, no contexto da República Velha brasileira.
História
Antecedentes
Durante a campanha eleitoral de 1921, o jornal "do Povo", na edição de 9 de outubro, publicou uma carta manuscrita, atribuída ao candidato do governo, Artur Bernardes, governador de Minas Gerais. Nele o ex-presidente da República Marechal Hermes da Fonseca era chamado de "sargentão sem compostura", acusando o Exército de ser formado por elementos "venais". Artur Bernardes negou veementemente a autoria da carta, vindo o mesmo periódico a publicar uma segunda carta, no mesmo tom da primeira e como ela, atribuída ao mesmo candidato. A comoção causada foi enorme, principalmente entre os militares, representados no Clube Militar, sob a presidência do próprio Marechal. Mais tarde seria descoberto que as assinaturas nas cartas eram forjadas.
Nas eleições de 1° de março de 1922 Artur Bernardes saiu-se vencedor, embora os resultados oficiais houvessem sido contestados pela oposição. Com o clima político tenso, em Pernambuco, o Exército foi chamado para conter rebeliões populares, descontentes com o novo Governo estadual. No dia 29 de junho, Hermes da Fonseca telegrafou ao Recife, exortando os militares a não reprimirem o povo, sendo, por essa razão, preso no dia 2 de julho e o Clube Militar fechado.
A prisão de Hermes da Fonseca, a mais alta patente militar do país, e o fechamento do Clube Militar por decreto presidencial, foram percebidos como uma afronta aos militares do Exército. E ficaram ainda mais descontentes com a nomeação feita pelo presidente da República Epitácio Pessoa de um civil - o historiador Pandiá Calógeras - como Ministro da Guerra. Em todos os quartéis do Rio de Janeiro, se comentava que "a procissão ia sair".
O movimento deveria se iniciar a partir do Forte de Copacabana, a uma hora da madrugada do dia 5 de julho. Na data marcada, porém, só a Escola Militar e o Forte de Copacabana se levantaram. Cercados pelas forças leais ao Governo Federal, não tiveram alternativa a não ser entregar-se.
A revolta do Forte de Copacabana
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Quem comandava o Forte de Copacabana, na ocasião, era o capitão Euclides Hermes da Fonseca, filho do marechal Hermes da Fonseca. No dia 4 de julho, Euclides exortou os seus comandados, tendo feito escavar trincheiras desde o portão do Forte até o farol, minando-se o terreno.
Tendo sido estabelecido que o movimento se iniciaria a uma hora da madrugada do dia 5, a uma e vinte o tenente Antônio de Siqueira Campos disparou um dos canhões, sinal combinado. A guarnição aguardou em silêncio a resposta de outras unidades, o que não aconteceu. O Governo, informado do movimento, antecipara-se e fizera trocar os principais comandos militares da capital. Siqueira Campos, então, disparou contra o Quartel-General do Exército (no Campo de Santana, atual Palácio Duque de Caxias), o da Marinha (na Praça Barão de Ladário), o Depósito Naval e o Forte do Leme, matando quatro pessoas neste último. Outros autores afirmam que foram disparados tiros, ainda, contra a Fortaleza de Santa Cruz da Barra, em Niterói, e contra o Forte de São João, no bairro da Urca.
Durante todo o dia 5, o Forte de Copacabana sofreu intenso bombardeio pela artilharia da Fortaleza de Santa Cruz. Na madrugada do dia 6, o Ministro da Guerra, Pandiá Calógeras, telegrafou ao Forte, exigindo a rendição dos rebeldes. O capitão Euclides Hermes e o tenente Siqueira Campos permitiram, então, a saída de todos aqueles que não quisessem combater. Dos 301 homens da guarnição, saíram 272. Enquanto isso, os encouraçados São Paulo e Minas Gerais, e um destróier posicionaram-se ao largo da ilha de Cotunduba, passando a bombardear o Forte. O Ministro Calógeras telegrafou uma vez mais, passando Governo e rebeldes a parlamentar. Como conseqüência, o Capitão Euclides Hermes saiu ao encontro do Ministro no Palácio do Catete, onde recebeu voz de prisão. Encerrara-se o diálogo com um ultimato do Governo: ou os rebeldes se renderiam ou seriam massacrados.
Sob o bombardeio naval, o tenente Siqueira Campos pressionado pelos remanescentes da tropa tomou a decisão suicida: não resistiram no Forte e nem bombardearam a cidade, como haviam chegado a ameaçar. Saíram em marcha até ao Palácio do Catete combatendo. À canivete, uma bandeira brasileira foi cortada em vinte e nove pedaços e distribuída entre os rebeldes: um pedaço foi guardado para ser entregue ao capitão Euclides Hermes.
Às 13 horas do dia 6 de julho, iniciaram a marcha pela Avenida Atlântica. Um número até hoje não determinado se rendeu ou debandou. Na altura do antigo Hotel Londres, restavam dezessete militares revoltosos , aos quais se juntou o engenheiro civil gaúcho Otávio Correia, amigo do tenente Siqueira Campos. Após alguns tiroteios, ao alcançarem a altura da antiga rua Barroso (atual Siqueira Campos), os dez homens restantes (nove militares e o civil) foram confrontados pela tropa legalista (integrada por cerca de três mil homens). No confronto final, um tiroteio que durou aproximadamente trinta minutos, foram capturados, feridos, os tenentes Siqueira Campos e Eduardo Gomes, e dois soldados. Os demais faleceram em combate muito desigual. Os soldados vieram a falecer posteriormente, no hospital, em conseqüência dos ferimentos recebidos..
Poetas brasileiros - MÁRIO QUINTANA
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Mário Quintana

Mário de Miranda Quintana[1] (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro.
Biografia
Era filho de Celso de Oliveira Quintana e de Virgínia de Miranda Quintana. Fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou na Editora Globo, quando esta ainda era uma instituição eminentemente gaúcha, e depois na farmácia paterna.
Considerado o poeta das coisas simples e com um estilo marcado pela ironia, profundidade e perfeição técnica, trabalhou como jornalista quase que a sua vida toda. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em busca do tempo perdido de Marcel Proust, Mrs. Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e sangue, de Giovanni Papini.
Em 1953 trabalhou no jornal Correio do Povo (Porto Alegre). Trabalhava como colunista da página de cultura, que saía no dia de sábado, e em 1977 saiu do jornal.
Em 1940 lançou o seu primeiro livro de poesias, A rua dos cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966 foi publicada a sua Antologia poética, com 60 poemas inéditos, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus 60 anos, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.
Viveu grande parte da vida em hotéis, sendo o último deles o Hotel Majestic, no centro velho de Porto Alegre, que foi tombado e transformado em centro cultural e batizado como Casa de Cultura Mario Quintana, em sua homenagem, ainda em vida. Em seus últimos anos de vida, era comumente visto caminhando nas redondezas.
Segundo o próprio poeta, em entrevista a Edla van Steen em 1979, seu nome foi registrado sem acento. Assim ele o usou por toda a vida.
Em 2006, no centenário de seu nascimento, várias comemorações foram realizadas no estado do Rio Grande do Sul em sua homenagem.
Características da obra
É possível notar na obra do poeta uma forte influência de textos bíblicos, tais como o livro de Provérbios. Pode-se dizer que muitas das composições do poeta assemelham-se ao provérbio ou à máxima, em que se intui exprimir uma moral por meio da reflexão. O livro "Espelho Mágico", dedicado a Monteiro Lobato, é iniciado com a citação de um provérbio, o que na verdade já denota a natureza do livro, o qual se pode definir como provérbios escritos em verso, mais especificamente em quartetos.
Em síntese, além de grande poeta, apreciador das coisas aparentemente irrelevantes da vida, Mário Quintana é um pensador, e sua filosofia se manifesta no verso. Em outros momentos, nota-se que sua poesia se inscreve no prosaico, como em "Sapato florido". O que é sempre perceptível nas obras de Quintana é sua maneira sutil e poética de falar de algo, seja da cidade ("A Rua dos Cataventos"), das pessoas, da alma humana ("Sapato Florido"), de si, ou do amor.
Relações com a ABL
O poeta tentou por três vezes uma vaga à Academia Brasileira de Letras, mas em nenhuma das ocasiões foi eleito; as razões eleitorais da instituição não lhe permitiram alcançar os vinte votos necessários para ter direito a uma cadeira. Ao ser convidado a candidatar-se uma quarta vez, e mesmo com a promessa de unanimidade em torno de seu nome, o poeta recusou[1].
Só atrapalha a criatividade. O camarada lá vive sob pressões para dar voto, discurso para celebridades. É pena que a casa fundada por Machado de Assis esteja hoje tão politizada. Só dá ministro.
POEMA DE MÁRIO QUINTANA
“Canção Para Uma Valsa Lenta”
Minha vida não foi um romance…
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amar, não digas, que morro
De surpresa… de encanto… de medo…
Minha vida não foi um romance
Minha vida passou por passar
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.
Minha vida não foi um romance…
Pobre vida… passou sem enredo…
Glória a ti que me enches de vida
De surpresa, de encanto, de medo!
Minha vida não foi um romance…
Ai de mim… Já se ia acabar!
Obras
Monumento a Carlos Drummond de Andrade e Mário Quintana, na Praça da Alfândega, em Porto Alegre.Obra poética
A Rua dos Cataventos - Porto Alegre, Editora do Globo, 1940
Canções - Porto Alegre, Editora do Globo, 1946
Sapato florido - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
O aprendiz de feiticeiro - Porto Alegre, Editora Fronteira, 1950
Espelho mágico - Porto Alegre, Editora do Globo, 1951
Inéditos e esparsos - Alegrete, Cadernos do Extremo Sul, 1953
Poesias - Porto Alegre, Editora do Globo, 1962
Caderno H - Porto Alegre, Editora do Globo, 1973
Apontamentos de história sobrenatural - Porto Alegre, Editora do Globo / Instituto Estadual do Livro, 1976
Quintanares- Porto Alegre, Editora do Globo, 1976
A vaca e o hipogrifo - Porto Alegre, Garatuja, 1977
Esconderijos do tempo - Porto Alegre, L&PM, 1980
Baú de espantos - Porto Alegre - Editora do Globo, 1986
Preparativos de viagem - Rio de Janeiro - Editora Globo, 1987
Da preguiça como método de trabalho - Rio de Janeiro, Editora Globo, 1987
Porta giratória - São Paulo, Editora Globo, 1988
A cor do invisível - São Paulo, Editora Globo, 1989
Velório sem defunto - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1990
Água - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 2001
Livros infantis
O batalhão das letras - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
Pé de pilão - Petrópolis, Editora Vozes, 1968
Lili inventa o mundo - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1983
Nariz de vidro - São Paulo, Editora Moderna, 1984
O sapo amarelo - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1984
Sapato furado - São Paulo, FTD Editora, 1994
Antologias
Antologia poética - Rio de Janeiro, Ed. do Autor, 1966
Prosa & verso - Porto Alegre, Editora do Globo, 1978
Chew me up Slowly (Caderno H) - Porto Alegre, Editora do Globo / Riocell, 1978
Na volta da esquina - Porto Alegre, L&PM, 1979
Objetos perdidos y otros poemas - Buenos Aires, Calicanto, 1979
Nova antologia poética - Rio de Janeiro, Codecri, 1981
Literatura comentada - Editora Abril, Seleção e Organização Regina Zilberman, 1982
Os melhores poemas de Mário Quintana (seleção e introdução de Fausto Cunha)- São Paulo, Editora Global, 1983
Primavera cruza o rio - Porto Alegre, Editora do Globo, 1985
80 anos de poesia - São Paulo, Editora Globo, 1986
Trinta poemas - Porto Alegre, Coordenação do Livro e Literatura da SMC, 1990
Ora bolas - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 1994
Antologia poética - Porto Alegre, L&PM, 1997
Mario Quintana, poesia completa - Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 2005
Mário Quintana
Mário de Miranda Quintana[1] (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro.
Biografia
Era filho de Celso de Oliveira Quintana e de Virgínia de Miranda Quintana. Fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou na Editora Globo, quando esta ainda era uma instituição eminentemente gaúcha, e depois na farmácia paterna.
Considerado o poeta das coisas simples e com um estilo marcado pela ironia, profundidade e perfeição técnica, trabalhou como jornalista quase que a sua vida toda. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em busca do tempo perdido de Marcel Proust, Mrs. Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e sangue, de Giovanni Papini.
Em 1953 trabalhou no jornal Correio do Povo (Porto Alegre). Trabalhava como colunista da página de cultura, que saía no dia de sábado, e em 1977 saiu do jornal.
Em 1940 lançou o seu primeiro livro de poesias, A rua dos cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966 foi publicada a sua Antologia poética, com 60 poemas inéditos, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus 60 anos, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.
Viveu grande parte da vida em hotéis, sendo o último deles o Hotel Majestic, no centro velho de Porto Alegre, que foi tombado e transformado em centro cultural e batizado como Casa de Cultura Mario Quintana, em sua homenagem, ainda em vida. Em seus últimos anos de vida, era comumente visto caminhando nas redondezas.
Segundo o próprio poeta, em entrevista a Edla van Steen em 1979, seu nome foi registrado sem acento. Assim ele o usou por toda a vida.
Em 2006, no centenário de seu nascimento, várias comemorações foram realizadas no estado do Rio Grande do Sul em sua homenagem.
Características da obra
É possível notar na obra do poeta uma forte influência de textos bíblicos, tais como o livro de Provérbios. Pode-se dizer que muitas das composições do poeta assemelham-se ao provérbio ou à máxima, em que se intui exprimir uma moral por meio da reflexão. O livro "Espelho Mágico", dedicado a Monteiro Lobato, é iniciado com a citação de um provérbio, o que na verdade já denota a natureza do livro, o qual se pode definir como provérbios escritos em verso, mais especificamente em quartetos.
Em síntese, além de grande poeta, apreciador das coisas aparentemente irrelevantes da vida, Mário Quintana é um pensador, e sua filosofia se manifesta no verso. Em outros momentos, nota-se que sua poesia se inscreve no prosaico, como em "Sapato florido". O que é sempre perceptível nas obras de Quintana é sua maneira sutil e poética de falar de algo, seja da cidade ("A Rua dos Cataventos"), das pessoas, da alma humana ("Sapato Florido"), de si, ou do amor.
Relações com a ABL
O poeta tentou por três vezes uma vaga à Academia Brasileira de Letras, mas em nenhuma das ocasiões foi eleito; as razões eleitorais da instituição não lhe permitiram alcançar os vinte votos necessários para ter direito a uma cadeira. Ao ser convidado a candidatar-se uma quarta vez, e mesmo com a promessa de unanimidade em torno de seu nome, o poeta recusou[1].
Só atrapalha a criatividade. O camarada lá vive sob pressões para dar voto, discurso para celebridades. É pena que a casa fundada por Machado de Assis esteja hoje tão politizada. Só dá ministro.
POEMA DE MÁRIO QUINTANA
“Canção Para Uma Valsa Lenta”
Minha vida não foi um romance…
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amar, não digas, que morro
De surpresa… de encanto… de medo…
Minha vida não foi um romance
Minha vida passou por passar
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.
Minha vida não foi um romance…
Pobre vida… passou sem enredo…
Glória a ti que me enches de vida
De surpresa, de encanto, de medo!
Minha vida não foi um romance…
Ai de mim… Já se ia acabar!
Obras
Monumento a Carlos Drummond de Andrade e Mário Quintana, na Praça da Alfândega, em Porto Alegre.Obra poética
A Rua dos Cataventos - Porto Alegre, Editora do Globo, 1940
Canções - Porto Alegre, Editora do Globo, 1946
Sapato florido - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
O aprendiz de feiticeiro - Porto Alegre, Editora Fronteira, 1950
Espelho mágico - Porto Alegre, Editora do Globo, 1951
Inéditos e esparsos - Alegrete, Cadernos do Extremo Sul, 1953
Poesias - Porto Alegre, Editora do Globo, 1962
Caderno H - Porto Alegre, Editora do Globo, 1973
Apontamentos de história sobrenatural - Porto Alegre, Editora do Globo / Instituto Estadual do Livro, 1976
Quintanares- Porto Alegre, Editora do Globo, 1976
A vaca e o hipogrifo - Porto Alegre, Garatuja, 1977
Esconderijos do tempo - Porto Alegre, L&PM, 1980
Baú de espantos - Porto Alegre - Editora do Globo, 1986
Preparativos de viagem - Rio de Janeiro - Editora Globo, 1987
Da preguiça como método de trabalho - Rio de Janeiro, Editora Globo, 1987
Porta giratória - São Paulo, Editora Globo, 1988
A cor do invisível - São Paulo, Editora Globo, 1989
Velório sem defunto - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1990
Água - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 2001
Livros infantis
O batalhão das letras - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
Pé de pilão - Petrópolis, Editora Vozes, 1968
Lili inventa o mundo - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1983
Nariz de vidro - São Paulo, Editora Moderna, 1984
O sapo amarelo - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1984
Sapato furado - São Paulo, FTD Editora, 1994
Antologias
Antologia poética - Rio de Janeiro, Ed. do Autor, 1966
Prosa & verso - Porto Alegre, Editora do Globo, 1978
Chew me up Slowly (Caderno H) - Porto Alegre, Editora do Globo / Riocell, 1978
Na volta da esquina - Porto Alegre, L&PM, 1979
Objetos perdidos y otros poemas - Buenos Aires, Calicanto, 1979
Nova antologia poética - Rio de Janeiro, Codecri, 1981
Literatura comentada - Editora Abril, Seleção e Organização Regina Zilberman, 1982
Os melhores poemas de Mário Quintana (seleção e introdução de Fausto Cunha)- São Paulo, Editora Global, 1983
Primavera cruza o rio - Porto Alegre, Editora do Globo, 1985
80 anos de poesia - São Paulo, Editora Globo, 1986
Trinta poemas - Porto Alegre, Coordenação do Livro e Literatura da SMC, 1990
Ora bolas - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 1994
Antologia poética - Porto Alegre, L&PM, 1997
Mario Quintana, poesia completa - Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 2005
sábado, julho 04, 2009
preliminares
.
Um renomado pesquisador da UFMG, professor titular da Sociologia, fez um
levantamento, em toda Minas Gerais, para saber qual seria o objeto de desejo
do homem mineiro...
Em todos os rincões das Gerais, os homens respondiam de bate pronto:
"dinheiro e mulher". Não dava outra, a resposta era sempre a mesma.
Quase ao final da pesquisa, ele encontrou em Santo Antônio das Roças Grandes,
um mineirinho de uns setenta anos, franzino, sentado de cócoras no
"pondions"*, na beira da estrada, pitando um cigarrim de palha.
- Bom dia !
O mineirinho deu uma tragada, cuspiu de lado e, sem olhar, respondeu:
- 'Diiia, sô'
- Estou fazendo uma pesquisa para saber quais as coisas que o homem mineiro mais
gosta.. O senhor pode me responder quais são as coisas do seu agrado?
O mineirim deu mais uma pitada, mais uma cuspida de banda e disse:
- Uai, sô! As coiss qui eu mais apreceio é 'o dinheiru, as muié e........o bicho di pé!'.
O pesquisador, estranhando a inclusão do item "bicho de pé" na resposta, perguntou:
-Olha, todos respondem "dinheiro e mulher". Mas... e o bicho de pé?
Mais uma pitada e mais uma cuspida, o mineirinho retruca:
-Uai, sô! Pra que qui serve nóis tê dinheiru e muié, se o "bicho" num fica di pé?
Um renomado pesquisador da UFMG, professor titular da Sociologia, fez um
levantamento, em toda Minas Gerais, para saber qual seria o objeto de desejo
do homem mineiro...
Em todos os rincões das Gerais, os homens respondiam de bate pronto:
"dinheiro e mulher". Não dava outra, a resposta era sempre a mesma.
Quase ao final da pesquisa, ele encontrou em Santo Antônio das Roças Grandes,
um mineirinho de uns setenta anos, franzino, sentado de cócoras no
"pondions"*, na beira da estrada, pitando um cigarrim de palha.
- Bom dia !
O mineirinho deu uma tragada, cuspiu de lado e, sem olhar, respondeu:
- 'Diiia, sô'
- Estou fazendo uma pesquisa para saber quais as coisas que o homem mineiro mais
gosta.. O senhor pode me responder quais são as coisas do seu agrado?
O mineirim deu mais uma pitada, mais uma cuspida de banda e disse:
- Uai, sô! As coiss qui eu mais apreceio é 'o dinheiru, as muié e........o bicho di pé!'.
O pesquisador, estranhando a inclusão do item "bicho de pé" na resposta, perguntou:
-Olha, todos respondem "dinheiro e mulher". Mas... e o bicho de pé?
Mais uma pitada e mais uma cuspida, o mineirinho retruca:
-Uai, sô! Pra que qui serve nóis tê dinheiru e muié, se o "bicho" num fica di pé?
SEGUNDONA - seguindo VASCO e PORTUGUESA
.
O VASCO CONITINUA SEM
GANHAR E É 5º.ENQUANTO
A PORTUGUESA VENCE E É
3º.CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO
.............P..J
1º Guarani 23 9
2º Brasiliense 19 9
3º Portuguesa 17 9
4º Atlético-GO 16 8
5º Ponte Preta 14 8
Vasco 14 9

leo lima (ex-porto, em luta pela redondinha
VASCO,1 BRAGANTINO,0
Jogando em casa, o Vasco da Gama empatou com o Bragantino por 0 a 0 e segue sem vencer na Série B. O time carioca completou seis jogos sem vitórias, além de colecionar o quarto resultado em 0 a 0 no torneio. O Vasco segue na sexta colocação da segunda divisão, com 14 pontos, enquanto o Bragantino subiu para a 12ª posição, com 11 pontos.
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Titi e Ramon (Rafael Mourisco); Amaral, Nilton (Alan Kardec), Léo Lima (Philippe Coutinho) e Carlos Alberto; Alex Teixeira e Robinho; Técnico: Dorival Júnior
Bragantino
3-5-2
Gilvan; Kadu, Carlinhos e Marcelo Godri; Thiago Almeida (Sandro Almeida), Jair, Rodrigo Costa, Juninho (Paulinho) e Diego Macedo; Léo Jaime e Bill; Técnico: Marcelo Veiga
PORTUGUESA, 1 PARANÁ 0

Com um gol de Fellype Gabriel aos 41min do segundo tempo, a Portuguesa conquistou uma importante vitória na noite desta sexta-feira. O time paulista derrotou o Paraná por 1 a 0, no Canindé, pela nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e agora é o terceiro colocado da competição nacional
O VASCO CONITINUA SEM
GANHAR E É 5º.ENQUANTO
A PORTUGUESA VENCE E É
3º.CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO
.............P..J
1º Guarani 23 9
2º Brasiliense 19 9
3º Portuguesa 17 9
4º Atlético-GO 16 8
5º Ponte Preta 14 8
Vasco 14 9
leo lima (ex-porto, em luta pela redondinha
VASCO,1 BRAGANTINO,0
Jogando em casa, o Vasco da Gama empatou com o Bragantino por 0 a 0 e segue sem vencer na Série B. O time carioca completou seis jogos sem vitórias, além de colecionar o quarto resultado em 0 a 0 no torneio. O Vasco segue na sexta colocação da segunda divisão, com 14 pontos, enquanto o Bragantino subiu para a 12ª posição, com 11 pontos.
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Titi e Ramon (Rafael Mourisco); Amaral, Nilton (Alan Kardec), Léo Lima (Philippe Coutinho) e Carlos Alberto; Alex Teixeira e Robinho; Técnico: Dorival Júnior
Bragantino
3-5-2
Gilvan; Kadu, Carlinhos e Marcelo Godri; Thiago Almeida (Sandro Almeida), Jair, Rodrigo Costa, Juninho (Paulinho) e Diego Macedo; Léo Jaime e Bill; Técnico: Marcelo Veiga
PORTUGUESA, 1 PARANÁ 0
Com um gol de Fellype Gabriel aos 41min do segundo tempo, a Portuguesa conquistou uma importante vitória na noite desta sexta-feira. O time paulista derrotou o Paraná por 1 a 0, no Canindé, pela nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e agora é o terceiro colocado da competição nacional
CHICO LOBO
.
CHICO LOBO É UM AMIGO DE
PORTUGAL, ONDE TEM VINDO
COM FREQUÊNCIA E ONDE
FORMOU COM O PORTUGUÊS
PEDRO MESTRE UMA DUPLA
DE GRANDE QUALIDADE E
SUCESSO
ESTA IMAGEM FOI COLHIDA NO VERÃO DE 2008, EM SANTA BARBARA DE PADRÕES, ACTUANDO COM PEDRO MESTRE
Nasceu em São João Del Rei. Palcos do Brasil e do Mundo (Itália, Canadá, Chile, Portugal), já o receberam. Compositor e executante sublime, tem presença de palco cativante.
Transporta aos espetáculos o ambiente de festa e celebração que caracteriza o contexto social caipira, suas raízes étnicas conectadas com a atualidade.
Já lançou vários CDs e um DVD, resultado de uma fértil carreira. Seu 1º CD, No Braço Dessa Viola, foi finalista ao Prêmio Sharp97. Seu DVD “Viola Popular Brasileira” é pioneiro no gênero de espetáculo de viola. Atento em descobrir valores, idealizou e apresenta desde 2003 o Programa de TV Viola Brasil. É considerado um violeiro de estirpe, mestre das notas choradas e compositor que cria obras que destroem qualquer preconceito musical.
Em 2007 foi o Diretor Musical do Espetáculo da Rede Internacional de Municípios pela Cultura, no IV Encontro de Culturas de Serpa (Portugal). Em 2008, lançou no Brasil e em Portugal o 1º CD do Encontro das Violas Campaniça e Caipira ao lado do violeiro português, Pedro Mestre - fundamental registro na recuperação desse elo histórico-cultural.
Em 2009 prepara o CD que trará ao universo da viola parcerias inéditas com grandes compositores nacionais. O seu espetáculo é uma síntese da carreira, por onde desfilam:folias, catiras, lundus, reisados, modas, cateretês. Além de causos envolventes que levam a total participação do público.
CHICO LOBO É UM AMIGO DE
PORTUGAL, ONDE TEM VINDO
COM FREQUÊNCIA E ONDE
FORMOU COM O PORTUGUÊS
PEDRO MESTRE UMA DUPLA
DE GRANDE QUALIDADE E
SUCESSO
ESTA IMAGEM FOI COLHIDA NO VERÃO DE 2008, EM SANTA BARBARA DE PADRÕES, ACTUANDO COM PEDRO MESTRE
Nasceu em São João Del Rei. Palcos do Brasil e do Mundo (Itália, Canadá, Chile, Portugal), já o receberam. Compositor e executante sublime, tem presença de palco cativante.
Transporta aos espetáculos o ambiente de festa e celebração que caracteriza o contexto social caipira, suas raízes étnicas conectadas com a atualidade.
Já lançou vários CDs e um DVD, resultado de uma fértil carreira. Seu 1º CD, No Braço Dessa Viola, foi finalista ao Prêmio Sharp97. Seu DVD “Viola Popular Brasileira” é pioneiro no gênero de espetáculo de viola. Atento em descobrir valores, idealizou e apresenta desde 2003 o Programa de TV Viola Brasil. É considerado um violeiro de estirpe, mestre das notas choradas e compositor que cria obras que destroem qualquer preconceito musical.
Em 2007 foi o Diretor Musical do Espetáculo da Rede Internacional de Municípios pela Cultura, no IV Encontro de Culturas de Serpa (Portugal). Em 2008, lançou no Brasil e em Portugal o 1º CD do Encontro das Violas Campaniça e Caipira ao lado do violeiro português, Pedro Mestre - fundamental registro na recuperação desse elo histórico-cultural.
Em 2009 prepara o CD que trará ao universo da viola parcerias inéditas com grandes compositores nacionais. O seu espetáculo é uma síntese da carreira, por onde desfilam:folias, catiras, lundus, reisados, modas, cateretês. Além de causos envolventes que levam a total participação do público.
segunda-feira, junho 29, 2009
BRASILEIRÃO
.
O ATLETICO MINEIRO PERDEU
COM BARUERI E É ALCANÇADO
PELO INTER QUE VENCEU O
CORITIBA. NO CLASSICO
FLA-FLU HOUVE EMPATE.
8ª Rodada
Atlético-PR 1 x 0 Corinthians
São Paulo 2 x 0 Náutico
Barueri 4 x 2 Atlético-MG
Cruzeiro 1 x 0 Avaí
Botafogo 1 x 4 Goiás
Internacional 3 x 0 Coritiba
Palmeiras 1 x 1 Santos
Sport 3 x 1 Grêmio
Fluminense 0 x 0 Flamengo
Vitória 4 x 1 Santo André
classificação
1 Atlético-MG 17
2 Internacional 17
3 Vitória 16
4 Barueri 13
5 Palmeiras 13
6 Corinthians 11
7 Flamengo 11
8 Goiás 11
9 Cruzeiro 10
10 Santos 10
11 São Paulo 10
12 Santo André 10
13 Fluminense 10
14 Grêmio 9
15 Sport 8
16 Náutico 8
17 Atlético-PR 8
18 Coritiba 7
19 Avaí 7
20 Botafogo 6
Ver classificação detalhada
fla, 0 flu,0

THIAGO NEVES DESPEDIU-SE DO FLU A CAMINHO DO HI-LAL
Fluminense
4-4-2
Ricardo Berna; Mariano, Luis Alberto, Edcarlos e João Paulo; Wellinton Monteiro (Marquinhos), Diguinho, Fabinho e Conca (Alan); Thiago Neves e Fred; Técnico: Carlos Alberto Parreira
Flamengo
3-5-2
Bruno; Welinton, Williams e Fabrício; Leonardo Moura (Everton Silva), Toró, Everton (Petkovic), Ibson e Juan; Emerson e Adriano; Técnico: Cuca
Os dois jogaram mal, frixos e nem o dielo Fred-Adriano resultou.
O ATLETICO MINEIRO PERDEU
COM BARUERI E É ALCANÇADO
PELO INTER QUE VENCEU O
CORITIBA. NO CLASSICO
FLA-FLU HOUVE EMPATE.
8ª Rodada
Atlético-PR 1 x 0 Corinthians
São Paulo 2 x 0 Náutico
Barueri 4 x 2 Atlético-MG
Cruzeiro 1 x 0 Avaí
Botafogo 1 x 4 Goiás
Internacional 3 x 0 Coritiba
Palmeiras 1 x 1 Santos
Sport 3 x 1 Grêmio
Fluminense 0 x 0 Flamengo
Vitória 4 x 1 Santo André
classificação
1 Atlético-MG 17
2 Internacional 17
3 Vitória 16
4 Barueri 13
5 Palmeiras 13
6 Corinthians 11
7 Flamengo 11
8 Goiás 11
9 Cruzeiro 10
10 Santos 10
11 São Paulo 10
12 Santo André 10
13 Fluminense 10
14 Grêmio 9
15 Sport 8
16 Náutico 8
17 Atlético-PR 8
18 Coritiba 7
19 Avaí 7
20 Botafogo 6
Ver classificação detalhada
fla, 0 flu,0
THIAGO NEVES DESPEDIU-SE DO FLU A CAMINHO DO HI-LAL
Fluminense
4-4-2
Ricardo Berna; Mariano, Luis Alberto, Edcarlos e João Paulo; Wellinton Monteiro (Marquinhos), Diguinho, Fabinho e Conca (Alan); Thiago Neves e Fred; Técnico: Carlos Alberto Parreira
Flamengo
3-5-2
Bruno; Welinton, Williams e Fabrício; Leonardo Moura (Everton Silva), Toró, Everton (Petkovic), Ibson e Juan; Emerson e Adriano; Técnico: Cuca
Os dois jogaram mal, frixos e nem o dielo Fred-Adriano resultou.
domingo, junho 28, 2009
TAÇA DAS CONFEDERAÇÕES - BRASIL TRI
.

BRASIL VENCE 3-2 DE
VIRADA E É TRI
Foi dificil ,o Brasil teve em Luis Fabiano numa noitye notável, a chave da vitória.
A história está toda no filminho
BRASIL VENCE 3-2 DE
VIRADA E É TRI
Foi dificil ,o Brasil teve em Luis Fabiano numa noitye notável, a chave da vitória.
A história está toda no filminho
preliminares
.
Dois amigos conversando, quando, depois da terceira ou quarta dose de uísque, um deles declarou:
- Sabe, Roberto, eu me separei. As coisas já não iam bem, não concordávamos mais com os mesmos propósitos, a confiança se foi e já não existia mais conversa... Tive então de largar tudo, pô, e agora tô meio perdido... Mas vou organizar a minha vida de forma diferente a partir de agora.
- Bom, Carlos, já que você começou, então eu agora vou te falar: a tua mulher andava dando para todo o mundo. Deu para quase todo o nosso time de futebol e os caras que a comeram disseram que ela é mais devassa do que a imperatriz Teodósia de Bizâncio, aquela que gostava de ser comida por três escravos núbios ao mesmo tempo...Tua mulher era um tremenda duma puta em cima da cama!
- Peraí, ô Beto! Eu tô falando que me separei do meu sócio.... E não da minha esposa Martinha!!!
Dois amigos conversando, quando, depois da terceira ou quarta dose de uísque, um deles declarou:
- Sabe, Roberto, eu me separei. As coisas já não iam bem, não concordávamos mais com os mesmos propósitos, a confiança se foi e já não existia mais conversa... Tive então de largar tudo, pô, e agora tô meio perdido... Mas vou organizar a minha vida de forma diferente a partir de agora.
- Bom, Carlos, já que você começou, então eu agora vou te falar: a tua mulher andava dando para todo o mundo. Deu para quase todo o nosso time de futebol e os caras que a comeram disseram que ela é mais devassa do que a imperatriz Teodósia de Bizâncio, aquela que gostava de ser comida por três escravos núbios ao mesmo tempo...Tua mulher era um tremenda duma puta em cima da cama!
- Peraí, ô Beto! Eu tô falando que me separei do meu sócio.... E não da minha esposa Martinha!!!
sábado, junho 27, 2009
MIKAEL CARREIRA , em CASTRO VERDE
.
Esta noite o cantor português MIKAEL CARREIRA, actua em Castro Verde, nas Festas da Vila.
O nosso blogue aproveira para divulgar a sua carreira no espaço brasileiro.
Mijael Carreira é filho do cantor romântico português Tony Carreira.
Mickael Carreira, nasceu em Douran, França a 3 de Abril de 1986, foi assim que começou a vida de um promissor talento da música nacionalAos 11 anos começa a estudar piano na conservatória o qual não demorou muito tempo.
Mas Mickael Carreira não ficou apenas pela aprendizagem de piano para poder compor as suas músicas "… aprendi a tocar guitarra com o meu pai. Foi ele que me ensinou os acordes, que me disse como poderia aprender a tocar melhor. Foi complicado mas como, felizmente sempre vivi rodeado de guitarra praticava facilmente (risos)." Começando a escrever as primeiras musicas.
Com uma vida dividida entre Portugal e França, Mickael Carreira continuou a alimentar o sonho de um dia poder se estrear em disco e ao vivo. Ao contrário do que se poderia esperar, a demora não foi muita. Cedo, Mickael Carreira começou a "aparecer" nos concertos do pai, a acompanhá-lo em alguns temas. Assim como em pequenas participações nos seus discos. "… precisava de tempo para amadurecer. Para pensar bem naquilo que queria. Tinha de estar confiante no que iria fazer. Começar uma carreira é um passo arriscado. Devemos avançar apenas, quando temos a certeza que é mesmo isso que queremos fazer da vida. Implica muitos sacrifícios. Principalmente no início."Mickael Carreira.
Em 2001 estreia-se no Olympia.
Em 2002 canta no coliseu perante um público de 3000 pessoas.
A canção " Filho e Pai" surge quando Mickael Carreira convida Ricardo Landum para escrever esta música que mostra a admiração que tem pelo pai.
Lentamente, o álbum Mickael foi surgindo com a ajuda preciosa do produtor Ricardo Landum "… foi há cerca de ano e meio que comecei a trabalhar neste meu primeiro trabalho. Alguns dos temas já estavam escritos há algum tempo atrás. Outros foram surgindo conforme ia compondo com o produtor Ricardo Landum."
Em 13 de Maio de 2006 estreia-se no Pavilhão Atlântico perante 17 mil pessoas que o aplaudiram.
A 5 de Julho de 2006 lança o seu primeiro albúm intitulado "Mickael" composto por 13 temas em que o single de estreia é o tema "Depois Dessa Noite", que conta a história de pessoa que se conhecem e vivem uma historia louca de amor.
Depois tem vindo a ter uma carreira de êxto ,só comparavel à de seu pai Tony.
Hoje, esta noite canta no Largo da Feira ,em Castro Verde.
Esta noite o cantor português MIKAEL CARREIRA, actua em Castro Verde, nas Festas da Vila.
O nosso blogue aproveira para divulgar a sua carreira no espaço brasileiro.
Mijael Carreira é filho do cantor romântico português Tony Carreira.
Mickael Carreira, nasceu em Douran, França a 3 de Abril de 1986, foi assim que começou a vida de um promissor talento da música nacionalAos 11 anos começa a estudar piano na conservatória o qual não demorou muito tempo.
Mas Mickael Carreira não ficou apenas pela aprendizagem de piano para poder compor as suas músicas "… aprendi a tocar guitarra com o meu pai. Foi ele que me ensinou os acordes, que me disse como poderia aprender a tocar melhor. Foi complicado mas como, felizmente sempre vivi rodeado de guitarra praticava facilmente (risos)." Começando a escrever as primeiras musicas.
Com uma vida dividida entre Portugal e França, Mickael Carreira continuou a alimentar o sonho de um dia poder se estrear em disco e ao vivo. Ao contrário do que se poderia esperar, a demora não foi muita. Cedo, Mickael Carreira começou a "aparecer" nos concertos do pai, a acompanhá-lo em alguns temas. Assim como em pequenas participações nos seus discos. "… precisava de tempo para amadurecer. Para pensar bem naquilo que queria. Tinha de estar confiante no que iria fazer. Começar uma carreira é um passo arriscado. Devemos avançar apenas, quando temos a certeza que é mesmo isso que queremos fazer da vida. Implica muitos sacrifícios. Principalmente no início."Mickael Carreira.
Em 2001 estreia-se no Olympia.
Em 2002 canta no coliseu perante um público de 3000 pessoas.
A canção " Filho e Pai" surge quando Mickael Carreira convida Ricardo Landum para escrever esta música que mostra a admiração que tem pelo pai.
Lentamente, o álbum Mickael foi surgindo com a ajuda preciosa do produtor Ricardo Landum "… foi há cerca de ano e meio que comecei a trabalhar neste meu primeiro trabalho. Alguns dos temas já estavam escritos há algum tempo atrás. Outros foram surgindo conforme ia compondo com o produtor Ricardo Landum."
Em 13 de Maio de 2006 estreia-se no Pavilhão Atlântico perante 17 mil pessoas que o aplaudiram.
A 5 de Julho de 2006 lança o seu primeiro albúm intitulado "Mickael" composto por 13 temas em que o single de estreia é o tema "Depois Dessa Noite", que conta a história de pessoa que se conhecem e vivem uma historia louca de amor.
Depois tem vindo a ter uma carreira de êxto ,só comparavel à de seu pai Tony.
Hoje, esta noite canta no Largo da Feira ,em Castro Verde.
a 27 de Junho, nasceu JOÃO GUIMARÃES ROSA
.
Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa, mais conhecido como Guimarães Rosa (Cordisburgo, 27 de junho de 1908 — Rio de Janeiro, 19 de novembro de 1967) foi um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos. Foi também médico e diplomata.
Os contos e romances escritos por João Guimarães Rosa ambientam-se quase todos no chamado sertão brasileiro. A sua obra destaca-se, sobretudo, pelas inovações de linguagem, sendo marcada pela influência de falares populares e regionais. Tudo isso, somado a sua erudição, permitiu a criação de inúmeros vocábulos a partir de arcaísmos e palavras populares, invenções e intervenções semânticas e sintáticas.
Biografia
Foi o primeiro dos sete filhos de Florduardo Pinto Rosa ("Fulô") e de D. Francisca Guimarães Rosa ("Chiquitinha").
Autodidata, começou ainda criança a estudar diversos idiomas, iniciando pelo francês quando ainda não tinha 7 anos, como se pode verificar neste trecho de entrevista concedido a uma prima, anos mais tarde:
“ Eu falo: português, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano, esperanto, um pouco de russo; leio: sueco, holandês, latim e grego (mas com o dicionário agarrado); entendo alguns dialetos alemães; estudei a gramática: do húngaro, do árabe, do sânscrito, do lituano, do polonês, do tupi, do hebraico, do japonês, do checo, do finlandês, do dinamarquês; bisbilhotei um pouco a respeito de outras. Mas tudo mal. E acho que estudar o espírito e o mecanismo de outras línguas ajuda muito à compreensão mais profunda do idioma nacional. Principalmente, porém, estudando-se por divertimento, gosto e distração. ”
Ainda pequeno, mudou-se para a casa dos avós, em Belo Horizonte, onde concluiu o curso primário. Iniciou o curso secundário no Colégio Santo Antônio, em São João del-Rei, mas logo retornou a Belo Horizonte, onde se formou. Em 1925, matriculou-se na então "Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais", com apenas 16 anos.
Em 27 de junho de 1930, casou-se com Lígia Cabral Penna, de apenas 16 anos, com quem teve duas filhas: Vilma e Agnes. Ainda nesse ano se formou e passou a exercer a profissão em Itaguara, então município de Itaúna (MG), onde permaneceu cerca de dois anos. Foi nessa localidade que passou a ter contato com os elementos do sertão que serviram de referência e inspiração a sua obra.
De volta de Itaguara, Guimarães Rosa serviu como médico voluntário da Força Pública (atual Polícia Militar), durante a Revolução Constitucionalista de 1932, indo para o setor do Túnel em Passa-Quatro (MG) onde tomou contato com o futuro presidente Juscelino Kubitschek, naquela ocasião o médico-chefe do Hospital de Sangue. Posteriormente, entrou para o quadro da Força Pública, por concurso. Em 1933, foi para Barbacena na qualidade de Oficial Médico do 9º Batalhão de Infantaria. Aprovado em concurso para o Itamaraty, passou alguns anos de sua vida como diplomata na Europa e na América Latina.
No início da carreira diplomática, exerceu, como primeira função no exterior, o cargo de Cônsul-adjunto do Brasil em Hamburgo, na Alemanha, de 1938 a 1942. No contexto da Segunda Guerra Mundial, para auxiliar judeus a fugir para o Brasil, emitiu, ao lado da segunda esposa, Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, mais vistos do que as cotas legalmente estipuladas, tendo, por essa ação humanitária e de coragem, ganhado, no pós-Guerra, o reconhecimento do Estado de Israel. Aracy é a única mulher homenageada no Jardim dos Justos entre as Nações, no Museu do Holocausto, em Israel.
No Brasil, em sua segunda candidatura para a Academia Brasileira de Letras, foi eleito por unanimidade (1963). Temendo ser tomado por uma forte emoção, adiou a cerimônia de posse por quatro anos. Em seu discurso, quando enfim decidiu assumir a cadeira da Academia, em 1967, chegou a afirmar sob tom sarcástico: "...a gente morre é para provar que viveu."[1] Faleceu três dias mais tarde na cidade do Rio de Janeiro, em 19 de novembro. Se o laudo médico atestou um infarto, sua morte permanece um mistério inexplicável, sobretudo por estar previamente anunciada em sua obra mais marcante — Grande Sertão: Veredas —, romance qualificado por Rosa como uma "autobiografia irracional". Talvez a explicação esteja na própria travessia simbólica do rio e do sertão de Riobaldo, ou no amor inexplicável por Diadorim, maravilhoso demais e terrível demais, beleza e medo ao mesmo tempo, ser e não-ser, verdade e mentira. Diadorim-Mediador, a alma que se perde na consumação do pacto com a linguagem e a poesia. Riobaldo (Rosa-IO-bardo), o poeta-guerreiro que, em estado de transe, dá à luz obras-primas da literatura universal. Biografia e ficção se fundem e se confundem nas páginas enigmáticas de João Guimarães Rosa, desaparecido prematuramente aos 59 anos de idade, no ápice de sua carreira literária e diplomática.
Contexto literário
Realismo mágico, regionalismo, liberdades e invenções lingüísticas e neologismos são algumas das características fundamentais da literatura de Guimarães Rosa, mas não as suficientes para explicar seu sucesso. Guimarães Rosa prova o quão importante é ter a linguagem a serviço da temática, e vice-versa, uma potencializando a outra. Nesse sentido, o escritor mineiro inaugura uma metamorfose no regionalismo brasileiro que o traria de novo ao centro da ficção brasileira.
Guimarães Rosa também seria incluído no cânone internacional a partir do boom da literatura latino-americano pós-1950. O romance entrara em decadência nos Estados Unidos (onde à época era vitrine da própria arte literária, concorrendo apenas com o cinema), especialmente após a morte de Céline (1951), Thomas Mann (1955), Albert Camus (1960), Hemingway (1961), Faulkner (1962). E, a partir de Cem anos de solidão (1967), do colombiano Gabriel García Márquez, a ficção latino-americana torna-se a representação de uma vitalidade artística e de uma capacidade de invenção ficcional que pareciam, naquele momento, perdidas para sempre. São desse período os imortais Vargas Llosa (Peru), Carlos Fuentes (México), Julio Cortázar (Argentina), Juan Rulfo (México), Alejo Carpentier (Cuba) e mais recentemente Angel Ramá (Uruguai).
Obras
1936: Magma
1946: Sagarana
1947: Com o Vaqueiro Mariano
1956: Corpo de Baile
1956: Grande Sertão: Veredas
1962: Primeiras Estórias
1964: Campo Geral
1965: Noites do Sertão
1967: Tutaméia – Terceiras Estórias
1969: Estas Estórias (póstumo)
1970: Ave, Palavra (póstumo)
Guimarães Rosa
João Guimarães Rosa, mais conhecido como Guimarães Rosa (Cordisburgo, 27 de junho de 1908 — Rio de Janeiro, 19 de novembro de 1967) foi um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos. Foi também médico e diplomata.
Os contos e romances escritos por João Guimarães Rosa ambientam-se quase todos no chamado sertão brasileiro. A sua obra destaca-se, sobretudo, pelas inovações de linguagem, sendo marcada pela influência de falares populares e regionais. Tudo isso, somado a sua erudição, permitiu a criação de inúmeros vocábulos a partir de arcaísmos e palavras populares, invenções e intervenções semânticas e sintáticas.
Biografia
Foi o primeiro dos sete filhos de Florduardo Pinto Rosa ("Fulô") e de D. Francisca Guimarães Rosa ("Chiquitinha").
Autodidata, começou ainda criança a estudar diversos idiomas, iniciando pelo francês quando ainda não tinha 7 anos, como se pode verificar neste trecho de entrevista concedido a uma prima, anos mais tarde:
“ Eu falo: português, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano, esperanto, um pouco de russo; leio: sueco, holandês, latim e grego (mas com o dicionário agarrado); entendo alguns dialetos alemães; estudei a gramática: do húngaro, do árabe, do sânscrito, do lituano, do polonês, do tupi, do hebraico, do japonês, do checo, do finlandês, do dinamarquês; bisbilhotei um pouco a respeito de outras. Mas tudo mal. E acho que estudar o espírito e o mecanismo de outras línguas ajuda muito à compreensão mais profunda do idioma nacional. Principalmente, porém, estudando-se por divertimento, gosto e distração. ”
Ainda pequeno, mudou-se para a casa dos avós, em Belo Horizonte, onde concluiu o curso primário. Iniciou o curso secundário no Colégio Santo Antônio, em São João del-Rei, mas logo retornou a Belo Horizonte, onde se formou. Em 1925, matriculou-se na então "Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais", com apenas 16 anos.
Em 27 de junho de 1930, casou-se com Lígia Cabral Penna, de apenas 16 anos, com quem teve duas filhas: Vilma e Agnes. Ainda nesse ano se formou e passou a exercer a profissão em Itaguara, então município de Itaúna (MG), onde permaneceu cerca de dois anos. Foi nessa localidade que passou a ter contato com os elementos do sertão que serviram de referência e inspiração a sua obra.
De volta de Itaguara, Guimarães Rosa serviu como médico voluntário da Força Pública (atual Polícia Militar), durante a Revolução Constitucionalista de 1932, indo para o setor do Túnel em Passa-Quatro (MG) onde tomou contato com o futuro presidente Juscelino Kubitschek, naquela ocasião o médico-chefe do Hospital de Sangue. Posteriormente, entrou para o quadro da Força Pública, por concurso. Em 1933, foi para Barbacena na qualidade de Oficial Médico do 9º Batalhão de Infantaria. Aprovado em concurso para o Itamaraty, passou alguns anos de sua vida como diplomata na Europa e na América Latina.
No início da carreira diplomática, exerceu, como primeira função no exterior, o cargo de Cônsul-adjunto do Brasil em Hamburgo, na Alemanha, de 1938 a 1942. No contexto da Segunda Guerra Mundial, para auxiliar judeus a fugir para o Brasil, emitiu, ao lado da segunda esposa, Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, mais vistos do que as cotas legalmente estipuladas, tendo, por essa ação humanitária e de coragem, ganhado, no pós-Guerra, o reconhecimento do Estado de Israel. Aracy é a única mulher homenageada no Jardim dos Justos entre as Nações, no Museu do Holocausto, em Israel.
No Brasil, em sua segunda candidatura para a Academia Brasileira de Letras, foi eleito por unanimidade (1963). Temendo ser tomado por uma forte emoção, adiou a cerimônia de posse por quatro anos. Em seu discurso, quando enfim decidiu assumir a cadeira da Academia, em 1967, chegou a afirmar sob tom sarcástico: "...a gente morre é para provar que viveu."[1] Faleceu três dias mais tarde na cidade do Rio de Janeiro, em 19 de novembro. Se o laudo médico atestou um infarto, sua morte permanece um mistério inexplicável, sobretudo por estar previamente anunciada em sua obra mais marcante — Grande Sertão: Veredas —, romance qualificado por Rosa como uma "autobiografia irracional". Talvez a explicação esteja na própria travessia simbólica do rio e do sertão de Riobaldo, ou no amor inexplicável por Diadorim, maravilhoso demais e terrível demais, beleza e medo ao mesmo tempo, ser e não-ser, verdade e mentira. Diadorim-Mediador, a alma que se perde na consumação do pacto com a linguagem e a poesia. Riobaldo (Rosa-IO-bardo), o poeta-guerreiro que, em estado de transe, dá à luz obras-primas da literatura universal. Biografia e ficção se fundem e se confundem nas páginas enigmáticas de João Guimarães Rosa, desaparecido prematuramente aos 59 anos de idade, no ápice de sua carreira literária e diplomática.
Contexto literário
Realismo mágico, regionalismo, liberdades e invenções lingüísticas e neologismos são algumas das características fundamentais da literatura de Guimarães Rosa, mas não as suficientes para explicar seu sucesso. Guimarães Rosa prova o quão importante é ter a linguagem a serviço da temática, e vice-versa, uma potencializando a outra. Nesse sentido, o escritor mineiro inaugura uma metamorfose no regionalismo brasileiro que o traria de novo ao centro da ficção brasileira.
Guimarães Rosa também seria incluído no cânone internacional a partir do boom da literatura latino-americano pós-1950. O romance entrara em decadência nos Estados Unidos (onde à época era vitrine da própria arte literária, concorrendo apenas com o cinema), especialmente após a morte de Céline (1951), Thomas Mann (1955), Albert Camus (1960), Hemingway (1961), Faulkner (1962). E, a partir de Cem anos de solidão (1967), do colombiano Gabriel García Márquez, a ficção latino-americana torna-se a representação de uma vitalidade artística e de uma capacidade de invenção ficcional que pareciam, naquele momento, perdidas para sempre. São desse período os imortais Vargas Llosa (Peru), Carlos Fuentes (México), Julio Cortázar (Argentina), Juan Rulfo (México), Alejo Carpentier (Cuba) e mais recentemente Angel Ramá (Uruguai).
Obras
1936: Magma
1946: Sagarana
1947: Com o Vaqueiro Mariano
1956: Corpo de Baile
1956: Grande Sertão: Veredas
1962: Primeiras Estórias
1964: Campo Geral
1965: Noites do Sertão
1967: Tutaméia – Terceiras Estórias
1969: Estas Estórias (póstumo)
1970: Ave, Palavra (póstumo)
sexta-feira, junho 26, 2009
TAÇA DAS CONFEDERAÇÕES
.
O BRASIL VENCE A AFRICA DO SUL 1-0
E VAI À FINAL COM OS ESTADOS UNIDOS
QUE VENCERAM A ESPANHA 2-0

Foi um parto dificil .
Os Bafana Bafana de Joel Santana, chegaram a dominar em certa altura do jogo.
O Brasil só aos 42 minitos do 2ºtempo marcou e garantiu final inédita com os Estados Unidos, surpreendente vencedor da ESpanha, que não perdia há 35 jogos..
Daniel Alves saiu do banco de reservas e fez o golo da vitória.
BRASIL 1 x 0 ÁFRICA DO SUL
BRASIL:
Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves); Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Kleberson). AFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Booth, Mokoena, e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar (Van Heerden) e Modise (Mashego); Tshabalala (Mphela) e Parker.
Técnico: Dunga. Técnico: Joel Santana.
Gol: Daniel Alves, aos 42 minutos do segundo tempo.
O BRASIL VENCE A AFRICA DO SUL 1-0
E VAI À FINAL COM OS ESTADOS UNIDOS
QUE VENCERAM A ESPANHA 2-0
Foi um parto dificil .
Os Bafana Bafana de Joel Santana, chegaram a dominar em certa altura do jogo.
O Brasil só aos 42 minitos do 2ºtempo marcou e garantiu final inédita com os Estados Unidos, surpreendente vencedor da ESpanha, que não perdia há 35 jogos..
Daniel Alves saiu do banco de reservas e fez o golo da vitória.
BRASIL 1 x 0 ÁFRICA DO SUL
BRASIL:
Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves); Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Kleberson). AFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Booth, Mokoena, e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar (Van Heerden) e Modise (Mashego); Tshabalala (Mphela) e Parker.
Técnico: Dunga. Técnico: Joel Santana.
Gol: Daniel Alves, aos 42 minutos do segundo tempo.
terça-feira, junho 23, 2009
preliminares
.
O gerente chama o empregado da área de produção, um negão forte, 1,90m de
> altura, 100kg, recém-admitido e inicia o diálogo:
> - Qual é o seu nome?
> - 'Alceu'! responde o empregado.
> - Olhe, eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós " não "
> chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome, porque isso seria muito familiar e
> levaria à perda de autoridade. Eu só chamo meus subordinados pelo sobrenome,
> porque, isso sim, é saber colocá-los em seus devidos lugares. Eu os chamo de
> Ribeiro, Matos, Souza, Andrade, Teixeira e assim por diante. E quero que me
> chame de Sr. Mendonça, entendeu?
> - Agora quero saber:
> - Qual é o seu nome'?
> - Meu nome é Alceu Paixão.
> - Tá certo...Alceu. Pode ir agora
O gerente chama o empregado da área de produção, um negão forte, 1,90m de
> altura, 100kg, recém-admitido e inicia o diálogo:
> - Qual é o seu nome?
> - 'Alceu'! responde o empregado.
> - Olhe, eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós " não "
> chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome, porque isso seria muito familiar e
> levaria à perda de autoridade. Eu só chamo meus subordinados pelo sobrenome,
> porque, isso sim, é saber colocá-los em seus devidos lugares. Eu os chamo de
> Ribeiro, Matos, Souza, Andrade, Teixeira e assim por diante. E quero que me
> chame de Sr. Mendonça, entendeu?
> - Agora quero saber:
> - Qual é o seu nome'?
> - Meu nome é Alceu Paixão.
> - Tá certo...Alceu. Pode ir agora
segunda-feira, junho 22, 2009
bralileirão - 7ª-rodada
.
O FLAMENGO ARRASA O INTER
E O ATLETICO DE M.G, VENCE
O SANTOS EM VILA BELMIRO E
É LÍDER ISOLADO.

ADRIANO MARCOU 3 GOLOS AO COLORADO
FLA,4 INTER,0
Flamengo
3-5-2
Bruno; Wellinton, Fabrício e Ronaldo Angelin; Léo Moura (Fierro), Toró, Ibson (Petkovic), Willians e Juan; Emerson e Adriano (Everton); Técnico: Cuca
Internacional
4-4-2
Lauro; Danilo Silva, Índio, Álvaro e Marcelo Cordeiro; Sandro, Guiñazu, Andrezinho e Giuliano (Glaydson); Bolaños (Leandrão) e Alecsandro. Técnico Tite
Atlético-PR 2-2 Palmeiras
Grêmio 2-2 Goiás
Cruzeiro 2-4 Barueri
Avaí 3-2 Fluminense
Corinthians 3-1 São Paulo
Santos 2-3 Atlético-MG
Flamengo 4-0 Internacional
Santo André 2-1 Sport
Náutico 0-1 Coritiba
Vitória 4-3 Botafogo
CLASSIFICAÇÃO
1 Atlético-MG 17
2 Internacional 14
3 Vitória 13
4 Palmeiras 12
5 Corinthians 11
6 Flamengo 10
7 Barueri 10
8 Santo André 10
9 Grêmio 9
10 Santos 9
11 Fluminense 9
12 Náutico 8
13 Goiás 8
14 Coritiba 7
15 Cruzeiro 7
16 São Paulo 7
17 Avaí 7
18 Botafogo 6
19 Sport 5
20 Atlético-PR 5
O FLAMENGO ARRASA O INTER
E O ATLETICO DE M.G, VENCE
O SANTOS EM VILA BELMIRO E
É LÍDER ISOLADO.
ADRIANO MARCOU 3 GOLOS AO COLORADO
FLA,4 INTER,0
Flamengo
3-5-2
Bruno; Wellinton, Fabrício e Ronaldo Angelin; Léo Moura (Fierro), Toró, Ibson (Petkovic), Willians e Juan; Emerson e Adriano (Everton); Técnico: Cuca
Internacional
4-4-2
Lauro; Danilo Silva, Índio, Álvaro e Marcelo Cordeiro; Sandro, Guiñazu, Andrezinho e Giuliano (Glaydson); Bolaños (Leandrão) e Alecsandro. Técnico Tite
Atlético-PR 2-2 Palmeiras
Grêmio 2-2 Goiás
Cruzeiro 2-4 Barueri
Avaí 3-2 Fluminense
Corinthians 3-1 São Paulo
Santos 2-3 Atlético-MG
Flamengo 4-0 Internacional
Santo André 2-1 Sport
Náutico 0-1 Coritiba
Vitória 4-3 Botafogo
CLASSIFICAÇÃO
1 Atlético-MG 17
2 Internacional 14
3 Vitória 13
4 Palmeiras 12
5 Corinthians 11
6 Flamengo 10
7 Barueri 10
8 Santo André 10
9 Grêmio 9
10 Santos 9
11 Fluminense 9
12 Náutico 8
13 Goiás 8
14 Coritiba 7
15 Cruzeiro 7
16 São Paulo 7
17 Avaí 7
18 Botafogo 6
19 Sport 5
20 Atlético-PR 5
CANTORES BRASILEIROS - DALTO
.
Dalto

Dalto Roberto Medeiros (Niterói, 22 de junho de 1949), artisticamente conhecido como Dalto, é um cantor e compositor brasileiro.
Biografia
No início da década de 70, Dalto atua como vocalista do grupo niteroiense de rock "Os Lobos", com o qual gravou o compacto Fanny pela gravadora "Top Tape". Após esse breve início de carreira, sai do grupo para estudar Medicina, formando-se médico. Em 1974, lança-se em carreira solo gravando um compacto simples para a Odeon. O sucesso, contudo, só apareceria mesmo nos anos 80, mais precisamente em 1981, quando obteve seu primeiro êxito como compositor com a canção Bem-te-vi, parceria com Cláudio Rabelo mas gravada por Renato Terra, a qual vendeu 250 mil cópias.
No ano seguinte, já como intérprete, obteria o seu maior sucesso de sua carreira: Muito estranho — cuida bem de mim, lançada em compacto e LP pela EMI-Odeon.
Discografia
1974 — Leila Ly/Flash back, Odeon (Compacto)
1982 — Muito estranho, EMI-Odeon (LP)
1983 — Pessoa, Dalto, EMI-Music Brasil(LP)
1985 — Kama Sutra, Odeon (LP)
1988 — Quase não dá para ser feliz, 3M (LP)
1994 — Guru, EMI (LP/CD)
1996 - Meus momentos, série EMI Music (CD 852468 2)
2000 — Cachorro fujão, Casa Jorge Discos (CD)
2003 - 2 em 1, série: Muito estranho (1982) & Pessoa, Dalto (1983), EMI Music (CD 584519 2)
Dalto

Dalto Roberto Medeiros (Niterói, 22 de junho de 1949), artisticamente conhecido como Dalto, é um cantor e compositor brasileiro.
Biografia
No início da década de 70, Dalto atua como vocalista do grupo niteroiense de rock "Os Lobos", com o qual gravou o compacto Fanny pela gravadora "Top Tape". Após esse breve início de carreira, sai do grupo para estudar Medicina, formando-se médico. Em 1974, lança-se em carreira solo gravando um compacto simples para a Odeon. O sucesso, contudo, só apareceria mesmo nos anos 80, mais precisamente em 1981, quando obteve seu primeiro êxito como compositor com a canção Bem-te-vi, parceria com Cláudio Rabelo mas gravada por Renato Terra, a qual vendeu 250 mil cópias.
No ano seguinte, já como intérprete, obteria o seu maior sucesso de sua carreira: Muito estranho — cuida bem de mim, lançada em compacto e LP pela EMI-Odeon.
Discografia
1974 — Leila Ly/Flash back, Odeon (Compacto)
1982 — Muito estranho, EMI-Odeon (LP)
1983 — Pessoa, Dalto, EMI-Music Brasil(LP)
1985 — Kama Sutra, Odeon (LP)
1988 — Quase não dá para ser feliz, 3M (LP)
1994 — Guru, EMI (LP/CD)
1996 - Meus momentos, série EMI Music (CD 852468 2)
2000 — Cachorro fujão, Casa Jorge Discos (CD)
2003 - 2 em 1, série: Muito estranho (1982) & Pessoa, Dalto (1983), EMI Music (CD 584519 2)
sábado, junho 20, 2009
SEGUNDONA -SEGUINDO VASCO E PORTUGUESA
.
O VASCO JOGA MAL E
EMPATE CONTRA DUQUE
DE CAXIAS,
PORTUGUESA PERDE EM
CASA COM BRASILIENSE
7ª Rodada
16/6 21h Canindé Portuguesa 0 x 1 Brasiliense
19/6 21h São Januário Vasco 0 x 0 Duque de Caxias
1º Guarani 19
2º Brasiliense 15
3º Atlético-GO 13
4º Vasco 12
5º Ponte Preta 11
Duque de Caxias 11
Portuguesa 11
Vasco 0 x 0 Duque de Caxias
A seca de gols continua. O Vasco abusou de perder chances e só empatou com o Duque de Caxias por 0 a 0, nesta sexta-feira, em São Januário. Com o resultado, a equipe cruzmaltina chega a 12 pontos e vai para a terceira posição da Série B do Campeonato Brasileiro. É a quarta partida seguida que o time da Colina não sabe o que é balançar a rede adversária. A equipe da Baixada Fluminense, com o empate, está na quinta posição com 11 pontos.
O atacante Elton, que perdeu pelo menos duas chances clara de marcar, foi hostilizado pela torcida. O estreante Philippe Coutinho arriscou jogadas de efeito e deu esperanças aos torcedores, mas não conseguiu ser efetivo no ataque. Os donos da casa jogaram com um jogador a mais (Oziel foi expulso) desde os 12 minutos do segundo tempo.
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Gian (Titi) e Ramon; Amaral, Nilton (Willien), Léo Lima e Jeferson (Benitez); Philippe Coutinho e Elton; Técnico: Dorival Júnior
Duque de Caxias
4-4-2
Viníciu;, Oziel, Zé Carlos, Santiago e Paulo Rodrigues; Léo, Thiaguinho, Mancuso (Bruno Moreno), Clayton (Juninho) e Giovani (Marlon); Edivaldo; Técnico: Rodney Gonçalves
O VASCO JOGA MAL E
EMPATE CONTRA DUQUE
DE CAXIAS,
PORTUGUESA PERDE EM
CASA COM BRASILIENSE
7ª Rodada
16/6 21h Canindé Portuguesa 0 x 1 Brasiliense
19/6 21h São Januário Vasco 0 x 0 Duque de Caxias
1º Guarani 19
2º Brasiliense 15
3º Atlético-GO 13
4º Vasco 12
5º Ponte Preta 11
Duque de Caxias 11
Portuguesa 11
Vasco 0 x 0 Duque de Caxias
A seca de gols continua. O Vasco abusou de perder chances e só empatou com o Duque de Caxias por 0 a 0, nesta sexta-feira, em São Januário. Com o resultado, a equipe cruzmaltina chega a 12 pontos e vai para a terceira posição da Série B do Campeonato Brasileiro. É a quarta partida seguida que o time da Colina não sabe o que é balançar a rede adversária. A equipe da Baixada Fluminense, com o empate, está na quinta posição com 11 pontos.
O atacante Elton, que perdeu pelo menos duas chances clara de marcar, foi hostilizado pela torcida. O estreante Philippe Coutinho arriscou jogadas de efeito e deu esperanças aos torcedores, mas não conseguiu ser efetivo no ataque. Os donos da casa jogaram com um jogador a mais (Oziel foi expulso) desde os 12 minutos do segundo tempo.
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Gian (Titi) e Ramon; Amaral, Nilton (Willien), Léo Lima e Jeferson (Benitez); Philippe Coutinho e Elton; Técnico: Dorival Júnior
Duque de Caxias
4-4-2
Viníciu;, Oziel, Zé Carlos, Santiago e Paulo Rodrigues; Léo, Thiaguinho, Mancuso (Bruno Moreno), Clayton (Juninho) e Giovani (Marlon); Edivaldo; Técnico: Rodney Gonçalves
preliminares
.
Três mineiros reunidos tentam encontrar uma nova maneira de passar o
tempo.
Diz um: - Oh mermão, já chega de sueca e dominó. Tou farto disto!!
Diz outro: - Atão e se fossemos jogar golfe ?
Pergunta o primeiro: - Atão, meu chapa, com'é quisso se joga ?
- É c'um pau, umas bolas e um buraco.
Responde o outro : - Atão tá legal ; eu cá dou o pau.
Diz o segundo: - Prontos eu cá dou as bolas.
Responde o terceiro : - Eu cá não jogo.
Três mineiros reunidos tentam encontrar uma nova maneira de passar o
tempo.
Diz um: - Oh mermão, já chega de sueca e dominó. Tou farto disto!!
Diz outro: - Atão e se fossemos jogar golfe ?
Pergunta o primeiro: - Atão, meu chapa, com'é quisso se joga ?
- É c'um pau, umas bolas e um buraco.
Responde o outro : - Atão tá legal ; eu cá dou o pau.
Diz o segundo: - Prontos eu cá dou as bolas.
Responde o terceiro : - Eu cá não jogo.
preliminares
.
Um belo dia, um funcionário estava viajando e recebeu um e-mail de seu gerente, no qual estava escrito: PORRA.
No dia seguinte, o funcionário respondeu o e-mail: FODA-SE.
Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que lhe disse:
- Você não tinha o direito de me responder daquele jeito! O meu telegrama era simplificado e o significado de PORRA é 'Por Obséquio Remeter o Relatório Atrasado'.
O funcionário argumentou:
- Sei de tudo isso e foi exatamente dentro desse espírito que lhe respondi FODA-SE, que significa: 'Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue'.
Um belo dia, um funcionário estava viajando e recebeu um e-mail de seu gerente, no qual estava escrito: PORRA.
No dia seguinte, o funcionário respondeu o e-mail: FODA-SE.
Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que lhe disse:
- Você não tinha o direito de me responder daquele jeito! O meu telegrama era simplificado e o significado de PORRA é 'Por Obséquio Remeter o Relatório Atrasado'.
O funcionário argumentou:
- Sei de tudo isso e foi exatamente dentro desse espírito que lhe respondi FODA-SE, que significa: 'Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue'.
sexta-feira, junho 19, 2009
quinta-feira, junho 18, 2009
quarta-feira, junho 17, 2009
segunda-feira, junho 15, 2009
SEGUNDONA -SEGUINDO VASCO E PORTUGUESA
.
o VASCO empata com o
líder e fica em 4º.
A POETUGUESA vence o
IPATINGA 3-0 e é 5º.

Guarani 0-0 Vasco
Bragantino 3-2 Campinense
Paraná 3-3 Ceará
ABC 1-0 Vila Nova-GO
Ipatinga 0-3 Portuguesa
Duque de Caxias 4-1 América-RN
São Caetano 0-2 Ponte Preta
Brasiliense 3-0 Bahia
Atlético-GO 3-2 Figueirense
Fortaleza 3-2 Juventude
GUARANI, 0 VASCO, 0
O Vasco empatou com o líder que interrompeu a série de vitórias.
Guarani
4-4-2
Douglas; Maranhão, Bruno Aguiar, Dão e Eduardo; Cléber Goiano, Luciano Santos (Marquinhos), Rodriguinho e Walter Minhoca (Gláuber); Fabinho e Ricardo Xavier (Nei Paraíba). Técnico: Vadão
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Gian e Ramon; Amaral, Nílton, Léo Lima (Jefferson) e Carlos Alberto; Alex Teixeira (Souza) e Edgar (Alan Kardec). Técnico:
Dorival Júnior
IPATINGA, 0 PORTUGUESA, 3

KEMPES ESTREANTE DA PORTUGUSA FEZ UMA EXCELENTE ESTREIA
Ipatinga 0 x 3 Portuguesa
Gols
Portuguesa: Fellype Gabriel, aos 2min, Kempes, aos 29min do 1º tempo, e Fellype Gabriel, aos 30min do 2º tempo
Ipatinga
4-4-2
Marcelo Cruz; Cláudio, Alessandro Lopes, Márcio Santos e Marinho Donizete; Max Carrasco (Luís Fernando), Lucas, Leandro Brasília e Márcio Diogo; Amilton (Diego Silva) e Marcelo Moscatelli (Fabinho); técnico: Marcelo Oliveira
Portuguesa
4-4-2
Fábio; César Prates, Preto Costa, Ediglê e Anderson Paim; Ygor, Marco Antônio (Rai), Preto e Fellype Gabriel; Kempes (Héverton) e Dinei (Fabrício); técnico: Paulo Bonamigo
classificação
1 Guarani 16
2 Brasiliense 12
3 Ponte Preta 11
4 Vasco 11
5 Portuguesa 11
o VASCO empata com o
líder e fica em 4º.
A POETUGUESA vence o
IPATINGA 3-0 e é 5º.
Guarani 0-0 Vasco
Bragantino 3-2 Campinense
Paraná 3-3 Ceará
ABC 1-0 Vila Nova-GO
Ipatinga 0-3 Portuguesa
Duque de Caxias 4-1 América-RN
São Caetano 0-2 Ponte Preta
Brasiliense 3-0 Bahia
Atlético-GO 3-2 Figueirense
Fortaleza 3-2 Juventude
GUARANI, 0 VASCO, 0
O Vasco empatou com o líder que interrompeu a série de vitórias.
Guarani
4-4-2
Douglas; Maranhão, Bruno Aguiar, Dão e Eduardo; Cléber Goiano, Luciano Santos (Marquinhos), Rodriguinho e Walter Minhoca (Gláuber); Fabinho e Ricardo Xavier (Nei Paraíba). Técnico: Vadão
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Gian e Ramon; Amaral, Nílton, Léo Lima (Jefferson) e Carlos Alberto; Alex Teixeira (Souza) e Edgar (Alan Kardec). Técnico:
Dorival Júnior
IPATINGA, 0 PORTUGUESA, 3
KEMPES ESTREANTE DA PORTUGUSA FEZ UMA EXCELENTE ESTREIA
Ipatinga 0 x 3 Portuguesa
Gols
Portuguesa: Fellype Gabriel, aos 2min, Kempes, aos 29min do 1º tempo, e Fellype Gabriel, aos 30min do 2º tempo
Ipatinga
4-4-2
Marcelo Cruz; Cláudio, Alessandro Lopes, Márcio Santos e Marinho Donizete; Max Carrasco (Luís Fernando), Lucas, Leandro Brasília e Márcio Diogo; Amilton (Diego Silva) e Marcelo Moscatelli (Fabinho); técnico: Marcelo Oliveira
Portuguesa
4-4-2
Fábio; César Prates, Preto Costa, Ediglê e Anderson Paim; Ygor, Marco Antônio (Rai), Preto e Fellype Gabriel; Kempes (Héverton) e Dinei (Fabrício); técnico: Paulo Bonamigo
classificação
1 Guarani 16
2 Brasiliense 12
3 Ponte Preta 11
4 Vasco 11
5 Portuguesa 11
BRASILEIRÃO -6ª.RODADA
.
O ATLETICO MINEIRO É
O NOVO LÍDER COM O
INTER QUE SÓ EMPATOU.
O FLAMENGO PERDEU FAIO
EM CORITIBA.
Barueri 3-1 Avaí
Coritiba 5-0 Flamengo
Internacional 0-0 Vitória
Fluminense 0-0 Grêmio
Palmeiras 3-1 Cruzeiro
Goiás 0-0 Corinthians
São Paulo 1-1 Santo André
Sport 0-1 Atlético-PR
Botafogo 2-0 Santos
Atlético-MG 3-0 Náutico

NEM ADRIANO SALVA O FLA DA SURRA DO CORITIBA
CORITIBA,5 FLA,0
Os times do Rio continuam penosamente a resistir ao maior poderio financeiro de Minas e São Paulo.
O Fla foi surrado poelo Coritiba ,que só agora obteve uma vitória..
Coritiba 5 x 0 Flamengo
Golos
Coritiba: Welinton (contra) aos 7min e Marcos Aurélio aos 41min do 1º tempo; Bruno Batata a 1min, Bruno Batata aos 26min e Leozinho aos 30min do 2º tempo
Coritiba
3-4-1-2
Vanderlei; Cleiton, Rodrigo Mancha e Felipe; Rodrigo Heffner, Leandro Donizete, Pedro Ken (Jaílton) e Guaru (Leozinho); Renatinho; Marcos Aurélio (Bruno Batata) e Ariel. Técnico: René Simões
Flamengo
3-4-1-2
Bruno; Welinton, Aírton e Ronaldo Angelim; Éverton Silva, Toró, Ibson (ex-Porto)> e Juan (Fierro); Éverton; Adriano e Josiel (Aleílson). Técnico: Cuca
CLASSIFICAÇÃO
1 Atlético-MG 14
2 Internacional 14
3 Palmeiras 11
4 Vitória 10
5 Santos 9
6 Fluminense 9
7 Grêmio 8
8 Corinthians 8
9 Náutico 8
10 Cruzeiro 7
11 Flamengo 7
12 São Paulo 7
13 Goiás 7
14 Santo André 7
15 Barueri 7
16 Botafogo 6
17 Sport 5
18 Coritiba 4
19 Atlético-PR
20 Avaí 4
O ATLETICO MINEIRO É
O NOVO LÍDER COM O
INTER QUE SÓ EMPATOU.
O FLAMENGO PERDEU FAIO
EM CORITIBA.
Barueri 3-1 Avaí
Coritiba 5-0 Flamengo
Internacional 0-0 Vitória
Fluminense 0-0 Grêmio
Palmeiras 3-1 Cruzeiro
Goiás 0-0 Corinthians
São Paulo 1-1 Santo André
Sport 0-1 Atlético-PR
Botafogo 2-0 Santos
Atlético-MG 3-0 Náutico
NEM ADRIANO SALVA O FLA DA SURRA DO CORITIBA
CORITIBA,5 FLA,0
Os times do Rio continuam penosamente a resistir ao maior poderio financeiro de Minas e São Paulo.
O Fla foi surrado poelo Coritiba ,que só agora obteve uma vitória..
Coritiba 5 x 0 Flamengo
Golos
Coritiba: Welinton (contra) aos 7min e Marcos Aurélio aos 41min do 1º tempo; Bruno Batata a 1min, Bruno Batata aos 26min e Leozinho aos 30min do 2º tempo
Coritiba
3-4-1-2
Vanderlei; Cleiton, Rodrigo Mancha e Felipe; Rodrigo Heffner, Leandro Donizete, Pedro Ken (Jaílton) e Guaru (Leozinho); Renatinho; Marcos Aurélio (Bruno Batata) e Ariel. Técnico: René Simões
Flamengo
3-4-1-2
Bruno; Welinton, Aírton e Ronaldo Angelim; Éverton Silva, Toró, Ibson (ex-Porto)> e Juan (Fierro); Éverton; Adriano e Josiel (Aleílson). Técnico: Cuca
CLASSIFICAÇÃO
1 Atlético-MG 14
2 Internacional 14
3 Palmeiras 11
4 Vitória 10
5 Santos 9
6 Fluminense 9
7 Grêmio 8
8 Corinthians 8
9 Náutico 8
10 Cruzeiro 7
11 Flamengo 7
12 São Paulo 7
13 Goiás 7
14 Santo André 7
15 Barueri 7
16 Botafogo 6
17 Sport 5
18 Coritiba 4
19 Atlético-PR
20 Avaí 4
domingo, junho 14, 2009
preliminares
.
Mulher pergunta ao marido:
"Com quantas mulheres dormiste?"
Marido orgulhoso, respondeu:
" Só contigo, querida; com todas as outras, estive sempre acordado!"
Mulher pergunta ao marido:
"Com quantas mulheres dormiste?"
Marido orgulhoso, respondeu:
" Só contigo, querida; com todas as outras, estive sempre acordado!"
sábado, junho 13, 2009
BOTAFOGO
.
POR GENTILEZA DA NOSSA
LEITORA BRUNA GONÇALVES,
O MELHOR DE BOTAFOGO
Se você está à procura de diversão e cultura, vá a Botafogo.

O bairro, com cerca de 100 mil habitantes, oferece lazer de diversas formas: com três shoppings, quatro museus, cinco cinemas e diversos bares e restaurantes, Botafogo possui a estrutura de uma cidade. Pensando bem, se fosse uma cidade, seria uma cidade rica, com empresas como Furnas, Claro, IBM ou Coca Cola, com sedes ou importantes filiais no bairro.
A praia de Botafogo, uma das mais belas paisagens do Rio, serve de pano de fundo para o clima familiar da região.
Recém-lançado, o site www.omelhordebotafogo.com.br reúne todas as maravilhas do bairro, de escolas a hospitais, de academias a restaurantes. Esta iniciativa é parte do lançamento do empreendimento “Estação Sorocaba”, na Rua Sorocaba. Tendo o imóvel como ponto zero, o site dá o endereço de Academias, Bares, Boates, Postos, Restaurantes – tudo que é próximo. Utilizando o aplicativo do Google Maps, o site localiza endereços e dá rotas a partir do ponto estabelecido como inicial.
Se você mora ou pensa em morar em Botafogo, vale a visita.
Valeu, Bruna, vai um beijão de Lisboa
POR GENTILEZA DA NOSSA
LEITORA BRUNA GONÇALVES,
O MELHOR DE BOTAFOGO
Se você está à procura de diversão e cultura, vá a Botafogo.
O bairro, com cerca de 100 mil habitantes, oferece lazer de diversas formas: com três shoppings, quatro museus, cinco cinemas e diversos bares e restaurantes, Botafogo possui a estrutura de uma cidade. Pensando bem, se fosse uma cidade, seria uma cidade rica, com empresas como Furnas, Claro, IBM ou Coca Cola, com sedes ou importantes filiais no bairro.
A praia de Botafogo, uma das mais belas paisagens do Rio, serve de pano de fundo para o clima familiar da região.
Recém-lançado, o site www.omelhordebotafogo.com.br reúne todas as maravilhas do bairro, de escolas a hospitais, de academias a restaurantes. Esta iniciativa é parte do lançamento do empreendimento “Estação Sorocaba”, na Rua Sorocaba. Tendo o imóvel como ponto zero, o site dá o endereço de Academias, Bares, Boates, Postos, Restaurantes – tudo que é próximo. Utilizando o aplicativo do Google Maps, o site localiza endereços e dá rotas a partir do ponto estabelecido como inicial.
Se você mora ou pensa em morar em Botafogo, vale a visita.
Valeu, Bruna, vai um beijão de Lisboa
sexta-feira, junho 12, 2009
cantores angolanos - ELIAS DIA KIMUEZO
.
Elias diá Kimuezo é o Rei da Música Angolana. Nasceu no Bairro Marçal, com o nome de Elias José Francisco, no dia 2 de Janeiro de 1936. Aos 7 anos de idade, torna-se órfão, facto que o obriga mais tarde, aos 12 anos a ir viver em casa da avó, no Bairro Sambizanga, onde aprende a comunicar-se de forma fluente, na sua língua materna o kimbundo.

A sua constante frequência no Samba Kimúngua, na zona do Bungo em Luanda, onde residiam vários operários do Porto e dos Caminhos de Ferro que tocavam e dançavam o Kinganje, fez com que descobrisse, aos 15 anos de idade, a sua vocação artística, que o leva a integrar-se na Turma do Margoso, como vocalista principal e tocador de bate-bate. Dois anos mais tarde, muda-se para o agrupamento Os Kizombas, que naquela altura, tocava nas farras do Salão Malanjinho no Bairro do Sambizanga. Com o tempo foi-se aprimorando na arte de cantar, e tornando-se cada vez mais conhecido.
Em 1969 surge o Festival Folclórico das províncias Portuguesas, a ter lugar em Portugal, e o mesmo é convidado, para, com o Grupo de Rebita do Mestre Geraldo e Os Marimbeiros de Duque de Bragança, oriundos de Malanje, representar a Província de Angola. O seu desempenho artístico, como o dos restantes artistas, mereceram elevados elogios da crítica e dos analistas culturais locais, pelo que lhe foi colocada a proposta, prontamente aceite, de gravar 2 “singles” para a editora Valentim de Carvalho. Foram então feitas as respectivas gravações, “Mualunga”, “Ressurreição”, “Muenhu Ua Muto” e “Zum-Zum”, que tiveram as participações de Barceló de Carvalho (Bonga), Rui Mingas, Teta Lando e dos Marimbeiros de Duque de Bragança. O lançamento das obras, com muita pompa e circunstância, teve lugar no Cine-Restauração, um dos cinemas mais chiques de Luanda. O sucesso crescia dia após dia, e em face disso, Elias diá Kimuezu, é galardoado com o título de “Melhor Intérprete da Canção Angolana”. Este prémio era atribuido anualmente, aos artístas que se destacavam na Província de Angola, pelo CITA-Centro de Informação e Turismo de Angola.
Em 1972, em compensação, pelo seu abnegado trabalho em prol da música, recebe uma estatueta referente aos “11 mais da cidade de Luanda”, que premiava as 11 figuras mais destacadas nas diversas áreas profissionais e sociais na cidade de Luanda. No ano de 1974, fruto do intenso trabalho de mobilização, é novamente preso com seu irmão mais novo “Chico Suiça” e remetidos de imediato para “São Nicolau” – Campo I das Salinas, caserna III, donde saíram após clarificação do processo de descolonização e o Sistema ser obrigado a tratar da libertação de todos os presos, principalmente os do foro político.
Aquando da criação do Agrupamento “Kissanguela”, por Mário Silva foi Elias diá Kimuezo, quem sugeriu o nome do mesmo, tendo em conta o momento que se vivia e o trabalho que se pretendia que o Agrupamento produzisse. Desde os meados da década de 60 que Elias diá Kimuezo, pela qualidade do seu trabalho e a constância do seu desempenho, foi considerado como “O Rei da Música Angolana”.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_m%C3%BAsica_popular_angolana"
Elias diá Kimuezo é o Rei da Música Angolana. Nasceu no Bairro Marçal, com o nome de Elias José Francisco, no dia 2 de Janeiro de 1936. Aos 7 anos de idade, torna-se órfão, facto que o obriga mais tarde, aos 12 anos a ir viver em casa da avó, no Bairro Sambizanga, onde aprende a comunicar-se de forma fluente, na sua língua materna o kimbundo.
A sua constante frequência no Samba Kimúngua, na zona do Bungo em Luanda, onde residiam vários operários do Porto e dos Caminhos de Ferro que tocavam e dançavam o Kinganje, fez com que descobrisse, aos 15 anos de idade, a sua vocação artística, que o leva a integrar-se na Turma do Margoso, como vocalista principal e tocador de bate-bate. Dois anos mais tarde, muda-se para o agrupamento Os Kizombas, que naquela altura, tocava nas farras do Salão Malanjinho no Bairro do Sambizanga. Com o tempo foi-se aprimorando na arte de cantar, e tornando-se cada vez mais conhecido.
Em 1969 surge o Festival Folclórico das províncias Portuguesas, a ter lugar em Portugal, e o mesmo é convidado, para, com o Grupo de Rebita do Mestre Geraldo e Os Marimbeiros de Duque de Bragança, oriundos de Malanje, representar a Província de Angola. O seu desempenho artístico, como o dos restantes artistas, mereceram elevados elogios da crítica e dos analistas culturais locais, pelo que lhe foi colocada a proposta, prontamente aceite, de gravar 2 “singles” para a editora Valentim de Carvalho. Foram então feitas as respectivas gravações, “Mualunga”, “Ressurreição”, “Muenhu Ua Muto” e “Zum-Zum”, que tiveram as participações de Barceló de Carvalho (Bonga), Rui Mingas, Teta Lando e dos Marimbeiros de Duque de Bragança. O lançamento das obras, com muita pompa e circunstância, teve lugar no Cine-Restauração, um dos cinemas mais chiques de Luanda. O sucesso crescia dia após dia, e em face disso, Elias diá Kimuezu, é galardoado com o título de “Melhor Intérprete da Canção Angolana”. Este prémio era atribuido anualmente, aos artístas que se destacavam na Província de Angola, pelo CITA-Centro de Informação e Turismo de Angola.
Em 1972, em compensação, pelo seu abnegado trabalho em prol da música, recebe uma estatueta referente aos “11 mais da cidade de Luanda”, que premiava as 11 figuras mais destacadas nas diversas áreas profissionais e sociais na cidade de Luanda. No ano de 1974, fruto do intenso trabalho de mobilização, é novamente preso com seu irmão mais novo “Chico Suiça” e remetidos de imediato para “São Nicolau” – Campo I das Salinas, caserna III, donde saíram após clarificação do processo de descolonização e o Sistema ser obrigado a tratar da libertação de todos os presos, principalmente os do foro político.
Aquando da criação do Agrupamento “Kissanguela”, por Mário Silva foi Elias diá Kimuezo, quem sugeriu o nome do mesmo, tendo em conta o momento que se vivia e o trabalho que se pretendia que o Agrupamento produzisse. Desde os meados da década de 60 que Elias diá Kimuezo, pela qualidade do seu trabalho e a constância do seu desempenho, foi considerado como “O Rei da Música Angolana”.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_m%C3%BAsica_popular_angolana"
quinta-feira, junho 11, 2009
MUNDIAL 2010 - zona sul americana
.
O BRASIL VENCEU O
PARAGUAI E SEGUE
LÍDER A CAMINHO DA
AFRICA DO SUL

10/6/09 18h Equador 2 x 0 Argentina
10/6/09 20h Colômbia 1 x 0 Peru
10/6/09 21h50 Brasil 2 x 1 Paraguai
10/6/09 22h Venezuela 2 x 2 Uruguai
10/6/09 22h Chile 4 x 0 Bolívia
O Brasil venceu de virada ,pois sofreu 0-1 do Paraguai logo de entrada.
Com gols de Robinho e Nilmar, o Brasil venceu por 2 a 1, de virada, o Paraguai, e assumiu a liderança isolada das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010. Cabañas marcou o gol dos visitantes no estádio do Arruda. O próximo adversário da seleção de Dunga na competição será a Argentina, que sobre o comando de Maradona perdeu mais uma vez, para o Equador, 2 a 0, em Quito.
Com o apoio da torcida pernambucana que compareceu em bom número ao estádio do Arruda, a seleção brasileira começou demonstrando bom futebol e assustou o adversário com Robinho e Kaká. Porém, aos 25 minutos o carrasco Cabañas cobrou com força falta de longa distância, a bola desviou em Elano e enganou Júlio César, que nada pode fazer. Depois do gol, o Brasil voltou errando muitos passes, mas não deixou se intimidar e continuou buscando o ataque. Aos 40, Daniel Alves cruzou e Robinho completou para o fundo da rede.
O segundo tempo começou praticamente com o gol da virada brasileira. Nilmar, substituto de Luís Fabiano, aproveitou bom passe de Felipe Melo, tentou passar para Robinho, mas a bola desviou na zaga e sobrou para o próprio finalizar. Festa na torcida, tranqüilidade em campo e mais uma vitória merecida e convincente da seleção de Dunga, que está cada vez mais próximo de conquistar a classificação para a Copa do Mundo da África do Sul.
Ao fim da 14ª rodada das eliminatórias, o Brasil lidera com 27 pontos, seguido pelo Chile, com 26, e do Paraguai com 24. A Argentina ocupa a última posição que garante vaga na Copa, com 22 pontos, na frente do Equador, com 20. O quinto colocado disputa repescagem com o quarto colocado da Concacaf
O BRASIL VENCEU O
PARAGUAI E SEGUE
LÍDER A CAMINHO DA
AFRICA DO SUL
10/6/09 18h Equador 2 x 0 Argentina
10/6/09 20h Colômbia 1 x 0 Peru
10/6/09 21h50 Brasil 2 x 1 Paraguai
10/6/09 22h Venezuela 2 x 2 Uruguai
10/6/09 22h Chile 4 x 0 Bolívia
O Brasil venceu de virada ,pois sofreu 0-1 do Paraguai logo de entrada.
Com gols de Robinho e Nilmar, o Brasil venceu por 2 a 1, de virada, o Paraguai, e assumiu a liderança isolada das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010. Cabañas marcou o gol dos visitantes no estádio do Arruda. O próximo adversário da seleção de Dunga na competição será a Argentina, que sobre o comando de Maradona perdeu mais uma vez, para o Equador, 2 a 0, em Quito.
Com o apoio da torcida pernambucana que compareceu em bom número ao estádio do Arruda, a seleção brasileira começou demonstrando bom futebol e assustou o adversário com Robinho e Kaká. Porém, aos 25 minutos o carrasco Cabañas cobrou com força falta de longa distância, a bola desviou em Elano e enganou Júlio César, que nada pode fazer. Depois do gol, o Brasil voltou errando muitos passes, mas não deixou se intimidar e continuou buscando o ataque. Aos 40, Daniel Alves cruzou e Robinho completou para o fundo da rede.
O segundo tempo começou praticamente com o gol da virada brasileira. Nilmar, substituto de Luís Fabiano, aproveitou bom passe de Felipe Melo, tentou passar para Robinho, mas a bola desviou na zaga e sobrou para o próprio finalizar. Festa na torcida, tranqüilidade em campo e mais uma vitória merecida e convincente da seleção de Dunga, que está cada vez mais próximo de conquistar a classificação para a Copa do Mundo da África do Sul.
Ao fim da 14ª rodada das eliminatórias, o Brasil lidera com 27 pontos, seguido pelo Chile, com 26, e do Paraguai com 24. A Argentina ocupa a última posição que garante vaga na Copa, com 22 pontos, na frente do Equador, com 20. O quinto colocado disputa repescagem com o quarto colocado da Concacaf
a 11 de JUNHO, travou-se a BATALHA DE RIACHUELO
.
Batalha Naval do Riachuelo

Data 11 de Junho de 1865
Local rio da Prata, Argentina
Resultado Decisiva vitória aliada
Combatentes
Paraguai Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai)
Comandantes
Comodoro Pedro Ignácio Mesa Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva
Forças
7 navios (36 canhões) mais apoio de terra 9 navios (59 canhões)
Baixas
400 mortos, centenas de feridos e desaparecidos 123 mortos, 124 feridos e desaparecidos
Guerra do Paraguai
A Batalha Naval do Riachuelo, ou simplesmente Batalha do Riachuelo, travou-se a 11 de Junho de 1865 às margens do rio Riachuelo, um afluente do rio Paraguai, na província de Corrientes, na Argentina.
Considerada pelos historiadores militares como uma das mais importantes batalhas da Guerra do Paraguai (1864-1865).
O cenário
A bacia do rio da Prata era estratégica para as comunicações entre o Oceano Atlântico e os contrafortes orientais da Cordilheira dos Andes. O transporte de pessoas, animais e de mercadorias era feito pelos rios, uma vez que quase não havia estradas até à segunda metade do século XX. O país que controlasse a navegação de seus rios, mas principalmente a sua foz, controlaria o interior do território e a sua economia.
O Paraguai não tinha uma saída direta para o mar, uma vez que a bacia estava em mãos da Argentina e do Uruguai, este último em constante disputa entre os interesses da República Argentina e do Império do Brasil. Por essa razão, as fortificações mais importantes do Paraguai tinham sido erguidas nas margens do baixo curso do rio Paraguai.
No início do conflito, as tropas paraguaias já haviam ocupado áreas da então Província do Mato Grosso (atual Estado do Mato Grosso do Sul), no Império do Brasil, e da República da Argentina. Se vencessem a batalha do Riachuelo, poderiam navegar livremente pelo rio Paraguai, descer o rio Paraná, conquistar Montevidéu no Uruguai e, de lá, ocupar a então Província do Rio Grande do Sul. Formar-se-ia assim o Grande Paraguai, que se abriria ao comércio atlântico com as demais nações.
O combate
Batalha Naval do Riachuelo: momento decisivo, quando Barroso põe a pique o Jejui (aquarela do Almirante Trajano Augusto de Carvalho).Embora os paraguaios pretendessem surpreender a Marinha do Brasil no dia 11 de Junho de 1865, cobertos pelo denso nevoeiro da madrugada naquela região e estação do ano, um problema mecânico em uma das embarcações paraguaias fez com que a esquadra de oito navios, sob o comando do Capitão-de-Fragata Pedro Inácio Mezza, chegasse ao local da batalha apenas às 9 horas da manhã, perdendo a vantagem tática.
Local da Batalha do Riachuelo.A esquadra brasileira era comandada pelo Chefe-de-Divisão Francisco Manuel Barroso da Silva, que, após porfiado combate, derrotou a força naval assaltante, tornando impossível a permanência das forças paraguaias em território da Argentina. Destacaram-se em combate as atuações do Guarda-Marinha Greenhalgh e do Imperial Marinheiro Marcílio Dias.
A vitória foi decisiva para a Tríplice Aliança, que passou a controlar, a partir de então, os rios da bacia platina até à fronteira com o Paraguai.
Batalha Naval do Riachuelo
Data 11 de Junho de 1865
Local rio da Prata, Argentina
Resultado Decisiva vitória aliada
Combatentes
Paraguai Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai)
Comandantes
Comodoro Pedro Ignácio Mesa Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva
Forças
7 navios (36 canhões) mais apoio de terra 9 navios (59 canhões)
Baixas
400 mortos, centenas de feridos e desaparecidos 123 mortos, 124 feridos e desaparecidos
Guerra do Paraguai
A Batalha Naval do Riachuelo, ou simplesmente Batalha do Riachuelo, travou-se a 11 de Junho de 1865 às margens do rio Riachuelo, um afluente do rio Paraguai, na província de Corrientes, na Argentina.
Considerada pelos historiadores militares como uma das mais importantes batalhas da Guerra do Paraguai (1864-1865).
O cenário
A bacia do rio da Prata era estratégica para as comunicações entre o Oceano Atlântico e os contrafortes orientais da Cordilheira dos Andes. O transporte de pessoas, animais e de mercadorias era feito pelos rios, uma vez que quase não havia estradas até à segunda metade do século XX. O país que controlasse a navegação de seus rios, mas principalmente a sua foz, controlaria o interior do território e a sua economia.
O Paraguai não tinha uma saída direta para o mar, uma vez que a bacia estava em mãos da Argentina e do Uruguai, este último em constante disputa entre os interesses da República Argentina e do Império do Brasil. Por essa razão, as fortificações mais importantes do Paraguai tinham sido erguidas nas margens do baixo curso do rio Paraguai.
No início do conflito, as tropas paraguaias já haviam ocupado áreas da então Província do Mato Grosso (atual Estado do Mato Grosso do Sul), no Império do Brasil, e da República da Argentina. Se vencessem a batalha do Riachuelo, poderiam navegar livremente pelo rio Paraguai, descer o rio Paraná, conquistar Montevidéu no Uruguai e, de lá, ocupar a então Província do Rio Grande do Sul. Formar-se-ia assim o Grande Paraguai, que se abriria ao comércio atlântico com as demais nações.
O combate
Batalha Naval do Riachuelo: momento decisivo, quando Barroso põe a pique o Jejui (aquarela do Almirante Trajano Augusto de Carvalho).Embora os paraguaios pretendessem surpreender a Marinha do Brasil no dia 11 de Junho de 1865, cobertos pelo denso nevoeiro da madrugada naquela região e estação do ano, um problema mecânico em uma das embarcações paraguaias fez com que a esquadra de oito navios, sob o comando do Capitão-de-Fragata Pedro Inácio Mezza, chegasse ao local da batalha apenas às 9 horas da manhã, perdendo a vantagem tática.
Local da Batalha do Riachuelo.A esquadra brasileira era comandada pelo Chefe-de-Divisão Francisco Manuel Barroso da Silva, que, após porfiado combate, derrotou a força naval assaltante, tornando impossível a permanência das forças paraguaias em território da Argentina. Destacaram-se em combate as atuações do Guarda-Marinha Greenhalgh e do Imperial Marinheiro Marcílio Dias.
A vitória foi decisiva para a Tríplice Aliança, que passou a controlar, a partir de então, os rios da bacia platina até à fronteira com o Paraguai.
quarta-feira, junho 10, 2009
as 7 maravilhas portuguesas no mundo - FORTE PRINCIPE DA BEIRA
.
A RTP 1, RÁDOP TELEVISÃO
POETUGUESA ESTÁ A ORGANI-
ZAR UMA SONDAGEM PARA
ENCONTRAR DE ENTRE 27,
AS 7 MARAVILHAS PORTUGUE-
SAS NO MUNDO.
CLARO QUE NO BRASIL EXIS-
TEM VÁRIAS.
HOJE VAMOS FALAR DE UMA DELAS
Real Forte Príncipe da Beira

Construção José I de Portugal (1776)
Estilo Vauban
O Real Forte do Príncipe da Beira, também conhecido como Fortaleza do Príncipe da Beira, localiza-se na margem direita do rio Guaporé, atual Guajará-Mirim, no município de Costa Marques, estado de Rondônia, no Brasil.

Em posição dominante na fronteira com a Bolívia, esta fortaleza é considerada uma das maiores edificadas pela Engenharia Militar portuguesa no Brasil Colonial, fruto da política pombalina de limites com a coroa espanhola na América do Sul, definida pelos tratados firmados entre as duas coroas entre 1750 e 1777.

História
"A soberania e o respeito de Portugal impõem que neste lugar se erga um Forte, e isso é obra e serviço dos homens de El-Rei nosso senhor e, como tal, por mais duro, por mais difícil e por mais trabalhoso que isso dê, (...) é serviço de Portugal. E tem que se cumprir." (D. Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, Junho de 1776).
Origem do nome
"Príncipe do Brasil" era então o título do herdeiro ou herdeira da coroa portuguesa, assim como "Príncipe da Beira" era o título do seu primogênito ou primogênita (i.e., privativo dos netos primogênitos sucessores presuntivos na coroa dos Reis de Portugal). Assim, o forte, iniciado em 1776, foi batizado em homenagem a D. José de Bragança, Príncipe do Brasil, que então era ainda apenas Príncipe da Beira, título que manteve brevemente até sua mãe, Maria I de Portugal, subir ao trono no ano seguinte (1777), quando ele próprio passou a Príncipe do Brasil. O Príncipe D. José morreu novo, não chegando a reinar, pelo que lhe sucedeu como Príncipe do Brasil o seu irmão menor, o futuro João VI de Portugal. O Príncipe da Beira, D. José, depois do Brasil, era neto materno de José I de Portugal, e neto paterno de João V de Portugal, avós esses que eram irmãos, pois a rainha D. Maria I foi casada com um seu tio, o rei-consorte Pedro III de Portugal. O Príncipe da Beira, e depois do Brasil, D. José, foi casado, sem geração, com sua tia, Infanta D. Maria Benedita, Princesa do Brasil viúva, irmã mais nova de D. Maria I.
Antecedentes: a geopolítica de Portugal na Amazônia
A construção do Real Forte Príncipe da Beira, bem como a dos demais fortes a Oeste da raia do Tratado de Tordesilhas, exemplifica a visão geopolítica da diplomacia portuguesa no século XVIII, que, aproveitando-se do Tratado de Madri (1750), procurou assegurar a posse do território e, a despeito de outros tratados que o anulariam posteriormente, garantiu em linhas gerais a atual fronteira do país.
Durante o reinado de D. José I (1750-1777), o ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, lançou um projeto efetivo de colonização da Amazônia. Sob sua orientação, decisões estratégicas de grande alcance foram tomadas, destacando-se a construção de um verdadeiro cordão de fortes e fortalezas, a fim de barrar as vias de penetração que, pelo Norte e pelo Oeste atingiam a bacia amazônica.
Visando à consolidação do domínio português na calha do rio Guaporé devido à aproximação dos espanhóis, desde 1743, o seu antecessor, D. João V (1706-1750), tendo em vista a exploração de ouro na região, criou a capitania do Mato Grosso, nomeando como seu primeiro Governador e Capitão-General, a D. Antônio Rolim de Moura Tavares. Este fundou Vila Bela da Santíssima Trindade, às margens do rio Guaporé que passou a ser a sede da Capitania.
Paralelamente à exploração de ouro por portugueses e paulistas, os espanhóis procuravam o mesmo objetivo, estabelecendo missões jesuítas ao longo do Guaporé e seus afluentes, gerando uma série de conflitos.
Em virtude destes atritos e para garantir a soberania portuguesa na região, foi construído, em 1769, o Presídio de Nossa Senhora da Conceição, cuja fragilidade levou os espanhóis a tentar sua conquista, só não obtendo êxito em virtude de terem sido vítimas de febres e outros males.
Em 1772, assume funções Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, quarto Governador e Capitão-general da Capitania do Mato Grosso. Conforme determinação da Coroa, em seus planos encontra-se o de dominar ambas as margens do Guaporé, afastando os Castelhanos e assegurando o integral controle das minas dos Guarujus, entre o Paragaú e o Tanquinhos (atual Mateguá), garantindo caminho seguro via Guaporé, Mamoré e Madeira para o monopólio da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão (BORZACOV, 1981:61-69).
Para esse fim, em viagem descendo o rio Guaporé ao final de 1773, no desempenho das ordens régias que lhe haviam sido confiadas, inspecionou e aprovou o local na margem direita, para uma construção "de pedra e cal", em substituição à anterior, o Forte de Bragança, então arruinado, e do qual distava cerca de dois quilômetros.
A pedra fundamental
O termo de lançamento da sua pedra fundamental, reza:
"Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1776, aos vinte dias do corrente mês de junho, vindo o Ilmo. e Exmo. Sr. Luiz de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres a este lugar, situado na margem oriental ou direita do rio Guaporé, desta Capitania, em distância de mil braças pouco mais ou menos da antiga Fortaleza da Conceição: o qual lugar tinha sido escolhido e aprovado pelo mesmo Sr., depois de circunspectamente o reconhecer, ouvindo a vários Engenheiros, com particularidade o Ajudante de Infantaria, com o dito exercício Domingos Sambuceti, a quem pela sua inteligência, tem cometido a direção principal das obras, para nele se fundar outra nova Fortaleza que Sua Majestade ordenou, assim porque está livre das maiores excrescências do dito rio, como porque o terreno é naturalmente o mais sólido e o mais acomodado em todos os sentidos que podia desejar-se: aí por Sua Exa. foi pessoalmente lançada a primeira pedra nos alicerces, depois de se lhe gravar a inscrição seguinte:
Josepho I / Luzitaniae et Braziliae Rege Fidelissimo / LUDIVICUS ALBUQUERQUIUS A MELLO PARERIUS CACERES / Regiae Majestatis a Concillis / Amplissimae Hujus Matto Grosso Provinciae / Gobernator ac Dux Supremus / Ipsius Fidelissimae Regis Nutu / Sub Augustissimo Beirensis Principis Nomine / Solidum Hujus Arcis Fundamentum Jaciendum / Curavit / Et Primus Lapidem Posuit / ANNO CHRISTI MDCCLXXVI / DIE XX MENSIS JUNII [Sendo José I, Rei Fidelíssimo de Portugal e do Brasil, Luiz Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, por escolha da Majestade Real, Governador e Capitão-General desta vastíssima Província do Mato Grosso, planejou para ser construída a sólida fundação desta Fortaleza sob o Augustissimo nome do Príncipe da Beira com o consentimento daquele Rei Fidelíssimo e colocou a primeira pedra no dia 20 do mês de junho do ano de Cristo de 1776]
cuja pedra foi com efeito posta no alicerce do ângulo flanqueado no baluarte em que de presente se trabalha, cujo ângulo, com pequena diferença, olha para o Poente; e determinou o dito Sr. que a mesma Fortaleza, de hoje em diante, se denominasse - Real Forte do Príncipe da Beira - consagrando-se os quatro Baluartes em que há de consistir, a saber: a Nossa Senhora da Conceição, o referido em que se trabalha, com direção geral ao Poente; a Santa Bárbara, o outro que vira para o Sul, ambos adjacentes ao rio; e a Santo Antônio de Pádua e Santo André Avelino, os outros dois, que devem corresponder-lhes; o que tudo se faz sendo presentes o Capitão de Dragões da Capitania de Goiás José de Mello Castro de Vilhena e Silva; o referido Engenheiro Domingos Sambuceti; o Tenente de Dragões José Manoel Cardoso da Cunha; o Tenente em segundo de Artilharia Tomé José de Azevedo; o Alferes de Dragões Joaquim Pereira de Albuquerque; o Capitão Joaquim Lopes Poupino, Intendente das Obras, de que se fez este Auto com mais quatro cópias em que o dito Senhor Governador e Capitão General assinou, e da mesma forma os sobreditos, com as pessoas que abaixo constam; e eu Antônio Ferreira Coelho, Escrivão da Fazenda Real que o escrevi. Luiz de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, José de Mello Castro de Vilhena e Silva, Domingos Sambuceti, José Manoel Cardoso da Cunha, Tomé José de Azevedo, Joaquim Pereira de Albuquerque, Joaquim Lopes Poupino, Inácio Pedro Jácome de Souza Magalhães, Belchior Alz. Pereira, João Magalhães Coutinho, José da Cunha Morais, Joaquim de Matos." (GARRIDO, 1940:8)
Durante as obras, Sambucetti faleceu vítima de malária, sendo substituído pelo Capitão de Engenheiros Ricardo Franco de Almeida Serra, responsável mais tarde pela nova fortificação de Coimbra (Forte Novo de Coimbra, 1797). Entre 1766 e 1776, nela sempre se trabalhou "ao menos com duzentas pessoas e daí para mais." (Informe do governador e Capitão General da Capitania do Mato Grosso, em Janeiro de 1786 (GARRIDO, 1940:13).
Nas suas dependências funcionava em 1797 um Armazém Real, depósito de armas, munições, fardamentos, ferramentas, alimentos, equipamentos náuticos, e tudo o mais necessário ao uso das forças militares da Coroa ou mesmo das suas repartições civis.
A fortaleza no século XIX
A partir do final do século XVIII, consolidada a presença portuguesa na região, a fortaleza perdeu a importância estratégica. SOUZA (1885) informa que, em 1864, a praça estava guarnecida por dez soldados, dos quais efetivamente três em serviço; os demais estavam destacados no Presídio das Pedras e no da foz do rio Itonamas (op. cit., p. 138).
Antônio Leôncio Pereira Ferraz complementa-nos:
"O forte fica em 12o. 36' de Latitude e 21o. 26' 28" de Longitude W do Rio de Janeiro, e a ele voltaria, em 1778, o mesmo Capitão General [Pereira e Cáceres], em inspeção às obras em andamento e ao material de guerra ali chegado.
A cal empregada na construção fora enviada de Corumbá pela via fluvial do [rio] Jaurú e dali à do [rio] Guaporé; só em 1782 foram conduzidas pedras que deram para o fabrico de 2.000 alqueires [de cal]. As obras de cantaria eram executadas no [rio] Jaurú e o restante do material vinha do Pará, pelo rio Madeira, na época tão movimentado, a ponto de dar melhores resultados que as monções de povoados.
(...) A fundação do Forte do Príncipe da Beira [1776], com a de Viseu [1776], obrigaram os espanhóis à assinatura do Tratado de Santo Ildefonso, cujo ajuste foi terminado em 1777, valendo aquele Capitão General [Pereira e Cáceres] a frase com que o pintaria o dirigente espanhol de Santa Cruz de la Sierra: 'O mais ambicioso dos Governadores portugueses'. (...)
O forte do Príncipe da Beira é abaluartado, [pelo] sistema Vauban, e construído sobre um quadrado, medindo cada face 118 metros e 50 centímetros e tendo em cada ângulo um baluarte de 59 metros sobre 48 na máxima altura.
Em cada baluarte há 14 canhoneiras, sendo três por flanco e quatro por face. As cortinas, que ligam os baluartes entre si, medem cada uma 92 metros e 40 centímetros , e as golas 22 metros. O fosso, de largura variável, entre um metro e 50 centímetros e três metros, atinge a de nove metros em frente ao baluarte da Conceição, tendo em todo o seu desenvolvimento dois metros de profundidade. O portão do forte fica no centro da cortina que se acha voltada para o Norte e dá acesso a um saguão, dividido em dois compartimentos; liga-o ao outro lado do fosso uma ponte de 31 metros de comprimento. Na praça principal da fortificação há duas ruas de casas, paralelas às cortinas e formando um conjunto de 12 edifícios, todos em ruínas. As muralhas do forte são de alvenaria de pedra, com revestimento de cantaria, e medem da esplanada ao fosso 8 metros e 22 centímetros. Na cortina, voltada para Oeste, há também um portão que dá saída para o rio. O forte se acha assentado numa colina, que dista 180 léguas aproximadamente da atual cidade de Mato Grosso e 14, em linha reta, da foz do [rio] Mamoré.
A Comissão de Limites de 1874 diz que, a sua posição astronômica é a de 12º 17' 19" de longitude W do meridiano do Rio de Janeiro. O principal técnico de que dispôs [o governador] Luiz de Albuquerque, no seu projeto de edificação do forte, foi o Ajudante de Infantaria Domingos Sambuceti, conquanto tenha sido ouvido a respeito Ricardo Franco [Serra]. O Diretor de Obras, porém, foi o Capitão José Pinheiro de Lacerda, que dispendeu na construção 480:000$000 soma essa, sem dúvida alguma, vultosa para aqueles tempos. As obras ficaram terminadas em 1783 e era o forte destinado a receber 56 canhões, segundo se infere do seu próprio traçado; mas só em 1830 ali aportava a primeira artilharia que lhe era destinada, constante de quatro bocas de fogo de calibre 24, enviadas do Pará desde 1825. Mais tarde ali foram ter mais 14 canhões de ferro, de calibre 12. Foi seu primeiro comandante o Capitão de Dragões [da Capitania de Mato Grosso] José de Melo Castro de Vilhena e Silva. Em 1864 ainda havia ali uma guarnição de 10 soldados, dos quais só três ficavam no forte, sendo os demais deslocados para Pedras e Itonamas, segundo o Coronel [Augusto] Fausto de Souza.
A 9 de junho de 1789 foi aquela fortificação visitada pelo naturalista Dr. Alexandre Rodrigues Ferreira, vindo do Pará em missão régia de caráter científico. Em 1831, devido ao abandono em que se achava e o conseqüente relaxamento da disciplina, houve um levante da guarnição, concomitante com o de outras forças da Província. Cinco anos mais tarde [1836] para ali eram mandados os sentenciados cumprir penas, e dois anos mais tarde [1838] o Dr. Francisco Sabino da Rocha Vieira, chefe da Sabinada, haveria tido igual sorte, se potentados de Mato Grosso não lhe tivessem ostensivamente dado guarida, salvando-o certamente de perecer em região tão inóspita." (Memória sobre as fortificações em Mato Grosso. apud: GARRIDO, 1940:10-12)
Pelas inscrições identificadas nas dependências da prisão, confirma-se que o forte foi usado como presídio político no século XIX.
O Major de Engenharia Guilherme Carlos de Lassance, o 1º Tenente da Marinha Frederico de Oliveira e o médico Dr. João Severiano da Fonseca (autor da "Viagem ao Redor do Brasil"), que compunham a Comissão Demarcadora dos Limites do Brasil com a Bolívia [Comissão do Barão de Maracajú], em 1876 encontraram-no guarnecido com 14 praças e um sargento (GARRIDO, 1940:12).
O século XX
Abandonado à época da Proclamação da República Brasileira, o forte foi visitada pelo Almirante José Carlos de Carvalho e outras autoridades (6 de julho de 1913), que lavraram Ata de sua visita, tendo deliberado:
Confiar o monumento histórico à guarda do Estado de Mato Grosso, até que o Governo Federal resolva sobre sua administração definitiva;
Remover uma das peças de artilharia ainda encontradas nele para o Museu Nacional no Rio de Janeiro, bem como uma das meias-portas de madeira de lei, onde se acham ainda fixadas ferragens daquela época;
Além disso, o Governo do Estado de Mato Grosso resolveu remover para as dependências do forte arruinado o posto fiscal interino de Lamego e a manter um destacamento de polícia incumbido da guarda e conservação do forte.
Na ocasião, entre as canhoneiras, jaziam dez canhões grandes e um pequeno, nas ruínas de um cômodo. A limpeza do mato de capoeira das dependências foi feita por cortesia da "Madeira-Mamoré Railway / Guaporé Rubber Estate". Constatou-se o furto dos pequenos canhões de bronze, de portas, janelas, madeiras de lei que serviam de esteio e grande quantidade de telhas, levados para o outro lado da fronteira, e escolheu-se para remoção uma peça de ferro de calibre doze com a marca monograma GR abaixo de uma Coroa, um 2 entrelaçado e na culatra o número 21-3-26 (GARRIDO, 1940:8-10).
Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958) visitou as suas ruínas em 1914, tendo-lhe procedido trabalhos de limpeza da mata que a asfixiara (GARRIDO, 1940:10). Demorou, entretanto, até 1930 para que uma nova expedição do Exército brasileiro as redescobrisse, voltando a guarnecê-las dois anos após, ali instalando o Contingente Especial de Fronteira do Forte Príncipe da Beira, que, em 1954, teve a sua designação mudada para 7º Pelotão de Fronteira, e, em 1977, para 3º Pelotão Especial de Fronteira, subordinado ao 6º Batalhão Especial de Fronteira (s.a., 1983:14-15).
Tombada desde 1950 pelo IPHAN, em 8 de abril de 1983 em solenidade com a presença do Presidente da República do Brasil, General João Baptista de Figueiredo, e do embaixador de Portugal, Adriano Carvalho, sob salva de 21 tiros de canhão, foi assinado Termo de Compromisso entre o Ministério da Educação e Cultura, o Ministério do Exército e o Governo de Rondônia visando a restauração, conservação e utilização do forte. Técnicos do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional se responsabilizaram pela pesquisa arqueológica (foi encontrado material lítico pré-colombiano com até c. 10 mil anos de idade) e pelos levantamentos necessários à elaboração do projeto de restauração, que contou ainda com a participação de consultores portugueses da Fundação Calouste Gulbenkian (Professor Viana de Lima), uma vez que todo o material iconográfico de construção da fortaleza se encontra em Portugal. O Ministério do Exército, através do 3º Pelotão Especial de Fronteira ficou responsável, à época, pelo apoio material ao projeto.
A RTP 1, RÁDOP TELEVISÃO
POETUGUESA ESTÁ A ORGANI-
ZAR UMA SONDAGEM PARA
ENCONTRAR DE ENTRE 27,
AS 7 MARAVILHAS PORTUGUE-
SAS NO MUNDO.
CLARO QUE NO BRASIL EXIS-
TEM VÁRIAS.
HOJE VAMOS FALAR DE UMA DELAS
Real Forte Príncipe da Beira
Construção José I de Portugal (1776)
Estilo Vauban
O Real Forte do Príncipe da Beira, também conhecido como Fortaleza do Príncipe da Beira, localiza-se na margem direita do rio Guaporé, atual Guajará-Mirim, no município de Costa Marques, estado de Rondônia, no Brasil.
Em posição dominante na fronteira com a Bolívia, esta fortaleza é considerada uma das maiores edificadas pela Engenharia Militar portuguesa no Brasil Colonial, fruto da política pombalina de limites com a coroa espanhola na América do Sul, definida pelos tratados firmados entre as duas coroas entre 1750 e 1777.
História
"A soberania e o respeito de Portugal impõem que neste lugar se erga um Forte, e isso é obra e serviço dos homens de El-Rei nosso senhor e, como tal, por mais duro, por mais difícil e por mais trabalhoso que isso dê, (...) é serviço de Portugal. E tem que se cumprir." (D. Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, Junho de 1776).
Origem do nome
"Príncipe do Brasil" era então o título do herdeiro ou herdeira da coroa portuguesa, assim como "Príncipe da Beira" era o título do seu primogênito ou primogênita (i.e., privativo dos netos primogênitos sucessores presuntivos na coroa dos Reis de Portugal). Assim, o forte, iniciado em 1776, foi batizado em homenagem a D. José de Bragança, Príncipe do Brasil, que então era ainda apenas Príncipe da Beira, título que manteve brevemente até sua mãe, Maria I de Portugal, subir ao trono no ano seguinte (1777), quando ele próprio passou a Príncipe do Brasil. O Príncipe D. José morreu novo, não chegando a reinar, pelo que lhe sucedeu como Príncipe do Brasil o seu irmão menor, o futuro João VI de Portugal. O Príncipe da Beira, D. José, depois do Brasil, era neto materno de José I de Portugal, e neto paterno de João V de Portugal, avós esses que eram irmãos, pois a rainha D. Maria I foi casada com um seu tio, o rei-consorte Pedro III de Portugal. O Príncipe da Beira, e depois do Brasil, D. José, foi casado, sem geração, com sua tia, Infanta D. Maria Benedita, Princesa do Brasil viúva, irmã mais nova de D. Maria I.
Antecedentes: a geopolítica de Portugal na Amazônia
A construção do Real Forte Príncipe da Beira, bem como a dos demais fortes a Oeste da raia do Tratado de Tordesilhas, exemplifica a visão geopolítica da diplomacia portuguesa no século XVIII, que, aproveitando-se do Tratado de Madri (1750), procurou assegurar a posse do território e, a despeito de outros tratados que o anulariam posteriormente, garantiu em linhas gerais a atual fronteira do país.
Durante o reinado de D. José I (1750-1777), o ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, lançou um projeto efetivo de colonização da Amazônia. Sob sua orientação, decisões estratégicas de grande alcance foram tomadas, destacando-se a construção de um verdadeiro cordão de fortes e fortalezas, a fim de barrar as vias de penetração que, pelo Norte e pelo Oeste atingiam a bacia amazônica.
Visando à consolidação do domínio português na calha do rio Guaporé devido à aproximação dos espanhóis, desde 1743, o seu antecessor, D. João V (1706-1750), tendo em vista a exploração de ouro na região, criou a capitania do Mato Grosso, nomeando como seu primeiro Governador e Capitão-General, a D. Antônio Rolim de Moura Tavares. Este fundou Vila Bela da Santíssima Trindade, às margens do rio Guaporé que passou a ser a sede da Capitania.
Paralelamente à exploração de ouro por portugueses e paulistas, os espanhóis procuravam o mesmo objetivo, estabelecendo missões jesuítas ao longo do Guaporé e seus afluentes, gerando uma série de conflitos.
Em virtude destes atritos e para garantir a soberania portuguesa na região, foi construído, em 1769, o Presídio de Nossa Senhora da Conceição, cuja fragilidade levou os espanhóis a tentar sua conquista, só não obtendo êxito em virtude de terem sido vítimas de febres e outros males.
Em 1772, assume funções Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, quarto Governador e Capitão-general da Capitania do Mato Grosso. Conforme determinação da Coroa, em seus planos encontra-se o de dominar ambas as margens do Guaporé, afastando os Castelhanos e assegurando o integral controle das minas dos Guarujus, entre o Paragaú e o Tanquinhos (atual Mateguá), garantindo caminho seguro via Guaporé, Mamoré e Madeira para o monopólio da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão (BORZACOV, 1981:61-69).
Para esse fim, em viagem descendo o rio Guaporé ao final de 1773, no desempenho das ordens régias que lhe haviam sido confiadas, inspecionou e aprovou o local na margem direita, para uma construção "de pedra e cal", em substituição à anterior, o Forte de Bragança, então arruinado, e do qual distava cerca de dois quilômetros.
A pedra fundamental
O termo de lançamento da sua pedra fundamental, reza:
"Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1776, aos vinte dias do corrente mês de junho, vindo o Ilmo. e Exmo. Sr. Luiz de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres a este lugar, situado na margem oriental ou direita do rio Guaporé, desta Capitania, em distância de mil braças pouco mais ou menos da antiga Fortaleza da Conceição: o qual lugar tinha sido escolhido e aprovado pelo mesmo Sr., depois de circunspectamente o reconhecer, ouvindo a vários Engenheiros, com particularidade o Ajudante de Infantaria, com o dito exercício Domingos Sambuceti, a quem pela sua inteligência, tem cometido a direção principal das obras, para nele se fundar outra nova Fortaleza que Sua Majestade ordenou, assim porque está livre das maiores excrescências do dito rio, como porque o terreno é naturalmente o mais sólido e o mais acomodado em todos os sentidos que podia desejar-se: aí por Sua Exa. foi pessoalmente lançada a primeira pedra nos alicerces, depois de se lhe gravar a inscrição seguinte:
Josepho I / Luzitaniae et Braziliae Rege Fidelissimo / LUDIVICUS ALBUQUERQUIUS A MELLO PARERIUS CACERES / Regiae Majestatis a Concillis / Amplissimae Hujus Matto Grosso Provinciae / Gobernator ac Dux Supremus / Ipsius Fidelissimae Regis Nutu / Sub Augustissimo Beirensis Principis Nomine / Solidum Hujus Arcis Fundamentum Jaciendum / Curavit / Et Primus Lapidem Posuit / ANNO CHRISTI MDCCLXXVI / DIE XX MENSIS JUNII [Sendo José I, Rei Fidelíssimo de Portugal e do Brasil, Luiz Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, por escolha da Majestade Real, Governador e Capitão-General desta vastíssima Província do Mato Grosso, planejou para ser construída a sólida fundação desta Fortaleza sob o Augustissimo nome do Príncipe da Beira com o consentimento daquele Rei Fidelíssimo e colocou a primeira pedra no dia 20 do mês de junho do ano de Cristo de 1776]
cuja pedra foi com efeito posta no alicerce do ângulo flanqueado no baluarte em que de presente se trabalha, cujo ângulo, com pequena diferença, olha para o Poente; e determinou o dito Sr. que a mesma Fortaleza, de hoje em diante, se denominasse - Real Forte do Príncipe da Beira - consagrando-se os quatro Baluartes em que há de consistir, a saber: a Nossa Senhora da Conceição, o referido em que se trabalha, com direção geral ao Poente; a Santa Bárbara, o outro que vira para o Sul, ambos adjacentes ao rio; e a Santo Antônio de Pádua e Santo André Avelino, os outros dois, que devem corresponder-lhes; o que tudo se faz sendo presentes o Capitão de Dragões da Capitania de Goiás José de Mello Castro de Vilhena e Silva; o referido Engenheiro Domingos Sambuceti; o Tenente de Dragões José Manoel Cardoso da Cunha; o Tenente em segundo de Artilharia Tomé José de Azevedo; o Alferes de Dragões Joaquim Pereira de Albuquerque; o Capitão Joaquim Lopes Poupino, Intendente das Obras, de que se fez este Auto com mais quatro cópias em que o dito Senhor Governador e Capitão General assinou, e da mesma forma os sobreditos, com as pessoas que abaixo constam; e eu Antônio Ferreira Coelho, Escrivão da Fazenda Real que o escrevi. Luiz de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, José de Mello Castro de Vilhena e Silva, Domingos Sambuceti, José Manoel Cardoso da Cunha, Tomé José de Azevedo, Joaquim Pereira de Albuquerque, Joaquim Lopes Poupino, Inácio Pedro Jácome de Souza Magalhães, Belchior Alz. Pereira, João Magalhães Coutinho, José da Cunha Morais, Joaquim de Matos." (GARRIDO, 1940:8)
Durante as obras, Sambucetti faleceu vítima de malária, sendo substituído pelo Capitão de Engenheiros Ricardo Franco de Almeida Serra, responsável mais tarde pela nova fortificação de Coimbra (Forte Novo de Coimbra, 1797). Entre 1766 e 1776, nela sempre se trabalhou "ao menos com duzentas pessoas e daí para mais." (Informe do governador e Capitão General da Capitania do Mato Grosso, em Janeiro de 1786 (GARRIDO, 1940:13).
Nas suas dependências funcionava em 1797 um Armazém Real, depósito de armas, munições, fardamentos, ferramentas, alimentos, equipamentos náuticos, e tudo o mais necessário ao uso das forças militares da Coroa ou mesmo das suas repartições civis.
A fortaleza no século XIX
A partir do final do século XVIII, consolidada a presença portuguesa na região, a fortaleza perdeu a importância estratégica. SOUZA (1885) informa que, em 1864, a praça estava guarnecida por dez soldados, dos quais efetivamente três em serviço; os demais estavam destacados no Presídio das Pedras e no da foz do rio Itonamas (op. cit., p. 138).
Antônio Leôncio Pereira Ferraz complementa-nos:
"O forte fica em 12o. 36' de Latitude e 21o. 26' 28" de Longitude W do Rio de Janeiro, e a ele voltaria, em 1778, o mesmo Capitão General [Pereira e Cáceres], em inspeção às obras em andamento e ao material de guerra ali chegado.
A cal empregada na construção fora enviada de Corumbá pela via fluvial do [rio] Jaurú e dali à do [rio] Guaporé; só em 1782 foram conduzidas pedras que deram para o fabrico de 2.000 alqueires [de cal]. As obras de cantaria eram executadas no [rio] Jaurú e o restante do material vinha do Pará, pelo rio Madeira, na época tão movimentado, a ponto de dar melhores resultados que as monções de povoados.
(...) A fundação do Forte do Príncipe da Beira [1776], com a de Viseu [1776], obrigaram os espanhóis à assinatura do Tratado de Santo Ildefonso, cujo ajuste foi terminado em 1777, valendo aquele Capitão General [Pereira e Cáceres] a frase com que o pintaria o dirigente espanhol de Santa Cruz de la Sierra: 'O mais ambicioso dos Governadores portugueses'. (...)
O forte do Príncipe da Beira é abaluartado, [pelo] sistema Vauban, e construído sobre um quadrado, medindo cada face 118 metros e 50 centímetros e tendo em cada ângulo um baluarte de 59 metros sobre 48 na máxima altura.
Em cada baluarte há 14 canhoneiras, sendo três por flanco e quatro por face. As cortinas, que ligam os baluartes entre si, medem cada uma 92 metros e 40 centímetros , e as golas 22 metros. O fosso, de largura variável, entre um metro e 50 centímetros e três metros, atinge a de nove metros em frente ao baluarte da Conceição, tendo em todo o seu desenvolvimento dois metros de profundidade. O portão do forte fica no centro da cortina que se acha voltada para o Norte e dá acesso a um saguão, dividido em dois compartimentos; liga-o ao outro lado do fosso uma ponte de 31 metros de comprimento. Na praça principal da fortificação há duas ruas de casas, paralelas às cortinas e formando um conjunto de 12 edifícios, todos em ruínas. As muralhas do forte são de alvenaria de pedra, com revestimento de cantaria, e medem da esplanada ao fosso 8 metros e 22 centímetros. Na cortina, voltada para Oeste, há também um portão que dá saída para o rio. O forte se acha assentado numa colina, que dista 180 léguas aproximadamente da atual cidade de Mato Grosso e 14, em linha reta, da foz do [rio] Mamoré.
A Comissão de Limites de 1874 diz que, a sua posição astronômica é a de 12º 17' 19" de longitude W do meridiano do Rio de Janeiro. O principal técnico de que dispôs [o governador] Luiz de Albuquerque, no seu projeto de edificação do forte, foi o Ajudante de Infantaria Domingos Sambuceti, conquanto tenha sido ouvido a respeito Ricardo Franco [Serra]. O Diretor de Obras, porém, foi o Capitão José Pinheiro de Lacerda, que dispendeu na construção 480:000$000 soma essa, sem dúvida alguma, vultosa para aqueles tempos. As obras ficaram terminadas em 1783 e era o forte destinado a receber 56 canhões, segundo se infere do seu próprio traçado; mas só em 1830 ali aportava a primeira artilharia que lhe era destinada, constante de quatro bocas de fogo de calibre 24, enviadas do Pará desde 1825. Mais tarde ali foram ter mais 14 canhões de ferro, de calibre 12. Foi seu primeiro comandante o Capitão de Dragões [da Capitania de Mato Grosso] José de Melo Castro de Vilhena e Silva. Em 1864 ainda havia ali uma guarnição de 10 soldados, dos quais só três ficavam no forte, sendo os demais deslocados para Pedras e Itonamas, segundo o Coronel [Augusto] Fausto de Souza.
A 9 de junho de 1789 foi aquela fortificação visitada pelo naturalista Dr. Alexandre Rodrigues Ferreira, vindo do Pará em missão régia de caráter científico. Em 1831, devido ao abandono em que se achava e o conseqüente relaxamento da disciplina, houve um levante da guarnição, concomitante com o de outras forças da Província. Cinco anos mais tarde [1836] para ali eram mandados os sentenciados cumprir penas, e dois anos mais tarde [1838] o Dr. Francisco Sabino da Rocha Vieira, chefe da Sabinada, haveria tido igual sorte, se potentados de Mato Grosso não lhe tivessem ostensivamente dado guarida, salvando-o certamente de perecer em região tão inóspita." (Memória sobre as fortificações em Mato Grosso. apud: GARRIDO, 1940:10-12)
Pelas inscrições identificadas nas dependências da prisão, confirma-se que o forte foi usado como presídio político no século XIX.
O Major de Engenharia Guilherme Carlos de Lassance, o 1º Tenente da Marinha Frederico de Oliveira e o médico Dr. João Severiano da Fonseca (autor da "Viagem ao Redor do Brasil"), que compunham a Comissão Demarcadora dos Limites do Brasil com a Bolívia [Comissão do Barão de Maracajú], em 1876 encontraram-no guarnecido com 14 praças e um sargento (GARRIDO, 1940:12).
O século XX
Abandonado à época da Proclamação da República Brasileira, o forte foi visitada pelo Almirante José Carlos de Carvalho e outras autoridades (6 de julho de 1913), que lavraram Ata de sua visita, tendo deliberado:
Confiar o monumento histórico à guarda do Estado de Mato Grosso, até que o Governo Federal resolva sobre sua administração definitiva;
Remover uma das peças de artilharia ainda encontradas nele para o Museu Nacional no Rio de Janeiro, bem como uma das meias-portas de madeira de lei, onde se acham ainda fixadas ferragens daquela época;
Além disso, o Governo do Estado de Mato Grosso resolveu remover para as dependências do forte arruinado o posto fiscal interino de Lamego e a manter um destacamento de polícia incumbido da guarda e conservação do forte.
Na ocasião, entre as canhoneiras, jaziam dez canhões grandes e um pequeno, nas ruínas de um cômodo. A limpeza do mato de capoeira das dependências foi feita por cortesia da "Madeira-Mamoré Railway / Guaporé Rubber Estate". Constatou-se o furto dos pequenos canhões de bronze, de portas, janelas, madeiras de lei que serviam de esteio e grande quantidade de telhas, levados para o outro lado da fronteira, e escolheu-se para remoção uma peça de ferro de calibre doze com a marca monograma GR abaixo de uma Coroa, um 2 entrelaçado e na culatra o número 21-3-26 (GARRIDO, 1940:8-10).
Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958) visitou as suas ruínas em 1914, tendo-lhe procedido trabalhos de limpeza da mata que a asfixiara (GARRIDO, 1940:10). Demorou, entretanto, até 1930 para que uma nova expedição do Exército brasileiro as redescobrisse, voltando a guarnecê-las dois anos após, ali instalando o Contingente Especial de Fronteira do Forte Príncipe da Beira, que, em 1954, teve a sua designação mudada para 7º Pelotão de Fronteira, e, em 1977, para 3º Pelotão Especial de Fronteira, subordinado ao 6º Batalhão Especial de Fronteira (s.a., 1983:14-15).
Tombada desde 1950 pelo IPHAN, em 8 de abril de 1983 em solenidade com a presença do Presidente da República do Brasil, General João Baptista de Figueiredo, e do embaixador de Portugal, Adriano Carvalho, sob salva de 21 tiros de canhão, foi assinado Termo de Compromisso entre o Ministério da Educação e Cultura, o Ministério do Exército e o Governo de Rondônia visando a restauração, conservação e utilização do forte. Técnicos do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional se responsabilizaram pela pesquisa arqueológica (foi encontrado material lítico pré-colombiano com até c. 10 mil anos de idade) e pelos levantamentos necessários à elaboração do projeto de restauração, que contou ainda com a participação de consultores portugueses da Fundação Calouste Gulbenkian (Professor Viana de Lima), uma vez que todo o material iconográfico de construção da fortaleza se encontra em Portugal. O Ministério do Exército, através do 3º Pelotão Especial de Fronteira ficou responsável, à época, pelo apoio material ao projeto.
preliminares
.
A família jantava tranquilamente quando, de repente, a filha de 12anos comenta:
-Tenho uma má notícia. Já não sou virgem! Sou uma vaca! E começa a chorar convulsivamente, com as mãos no rosto.
Silêncio sepulcral na mesa! De repente, começam as acusações mútuas:
-Estava-se mesmo a ver! - diz o marido à mulher. É por te vestires como uma puta barata e arregalares o olho ao primeiro imbecil que vês na rua. Claro que isto tinha que acontecer, com o exemplo de mãe que a menina vê todos os dias!
Vai daí o pai aponta também para a outra filha, de 25 anos
- E tu também, que ficas no sofá a lamber aquele palhaço do teu namorado que tem é pinta de chulo, na frente da menina?
A mãe não aguenta mais e grita: - Ai é?!...E quem é o idiota que gasta metade do ordenado com putas e se despede delas à porta de casa? Ou pensas que eu e as meninas somos cegas? E, ainda por cima, que belo exemplo dás desde que assinas esta maldita TV cabo, passas todos os fins-de-semana a ver pornografia de quinta categoria e depois acabas na casa de banho com gemidos e grunhidos?
Desconsolada e à beira de um colapso, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trémula, a mãe pega na mão da filhinha e pergunta-lhe baixinho:
- E como é que isso aconteceu, minha filha?
Entre soluços, a menina responde:
- A professora tirou-me do Presépio! A Virgem agora é a Luísa. Eu vou ser a vaca
A família jantava tranquilamente quando, de repente, a filha de 12anos comenta:
-Tenho uma má notícia. Já não sou virgem! Sou uma vaca! E começa a chorar convulsivamente, com as mãos no rosto.
Silêncio sepulcral na mesa! De repente, começam as acusações mútuas:
-Estava-se mesmo a ver! - diz o marido à mulher. É por te vestires como uma puta barata e arregalares o olho ao primeiro imbecil que vês na rua. Claro que isto tinha que acontecer, com o exemplo de mãe que a menina vê todos os dias!
Vai daí o pai aponta também para a outra filha, de 25 anos
- E tu também, que ficas no sofá a lamber aquele palhaço do teu namorado que tem é pinta de chulo, na frente da menina?
A mãe não aguenta mais e grita: - Ai é?!...E quem é o idiota que gasta metade do ordenado com putas e se despede delas à porta de casa? Ou pensas que eu e as meninas somos cegas? E, ainda por cima, que belo exemplo dás desde que assinas esta maldita TV cabo, passas todos os fins-de-semana a ver pornografia de quinta categoria e depois acabas na casa de banho com gemidos e grunhidos?
Desconsolada e à beira de um colapso, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trémula, a mãe pega na mão da filhinha e pergunta-lhe baixinho:
- E como é que isso aconteceu, minha filha?
Entre soluços, a menina responde:
- A professora tirou-me do Presépio! A Virgem agora é a Luísa. Eu vou ser a vaca
segunda-feira, junho 08, 2009
domingo, junho 07, 2009
brasileirão
.
O INTER EMPATA EM BELO
HOROZONTE COM CRUZEIRO
E MANTEM LIDERANÇA.
FLA PERDE PARA O SPORT
EM RECIFE
Grêmio 3 x 0 Náutico
Santo André 3 x 3 Santos
Corinthians 2 x 0 Coritiba
Palmeiras 2 x 1 Vitória
Sport 4 x 2 Flamengo
Avaí 0 x 0 São Paulo
Atlético-PR 0 x 4 Atlético-MG
Cruzeiro 1 x 1 Internacional
Fluminense 1 x 0 Botafogo
Goiás 2 x 2 Barueri
SPORT, 4 FLA,2

SPORT DE RECIFE VENCEU O FLA DE VIRADA 4-2
CRUZEIRO, 1 INTER,1

CLASSIFICAÇÃO
1º Internacional 13
2º Atlético-MG 11
3º Vitória 9
4º Santos 9
5º Náutico 8
6º Palmeiras 8
7º Fluminense 8
8º Grêmio 7
9º Corinthians 7
10º Cruzeiro 7
11º Flamengo 7
12º São Paulo 6
13º Goiás 6
14º Santo André 6
15º Sport 5
16º Barueri
17º Avaí 4
18º Botafogo 3
19º Coritiba 1
20º Atlético-PR 1
O INTER EMPATA EM BELO
HOROZONTE COM CRUZEIRO
E MANTEM LIDERANÇA.
FLA PERDE PARA O SPORT
EM RECIFE
Grêmio 3 x 0 Náutico
Santo André 3 x 3 Santos
Corinthians 2 x 0 Coritiba
Palmeiras 2 x 1 Vitória
Sport 4 x 2 Flamengo
Avaí 0 x 0 São Paulo
Atlético-PR 0 x 4 Atlético-MG
Cruzeiro 1 x 1 Internacional
Fluminense 1 x 0 Botafogo
Goiás 2 x 2 Barueri
SPORT, 4 FLA,2
SPORT DE RECIFE VENCEU O FLA DE VIRADA 4-2
CRUZEIRO, 1 INTER,1
CLASSIFICAÇÃO
1º Internacional 13
2º Atlético-MG 11
3º Vitória 9
4º Santos 9
5º Náutico 8
6º Palmeiras 8
7º Fluminense 8
8º Grêmio 7
9º Corinthians 7
10º Cruzeiro 7
11º Flamengo 7
12º São Paulo 6
13º Goiás 6
14º Santo André 6
15º Sport 5
16º Barueri
17º Avaí 4
18º Botafogo 3
19º Coritiba 1
20º Atlético-PR 1
a 7 de Junho doi assinado o TRATADO DE TORDESILHAS
.
TRATADO ACORDADO EBTRE
AS DUAS POTENCIAS COLO-
NIAIS DA ÉPOCA - PORTUGAL
E ESPANHA
Tratado de Tordesilhas
Tratado de Tordesilhas (1494)
Assinado
- local 7 de Junho de 1494
Tordesilhas
Ratificação 2 de Julho de 1494 (Castela e Aragão)
5 de Setembro de 1494 (Portugal)
Signatários João II de Portugal e Fernando II de Aragão
Partes Reino de Portugal e Reino de Castela
Arquivo Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Portugal)
Archivo General de Indias (Espanha)
O Tratado de Tordesilhas, assim denominado por ter sido celebrado na povoação castelhana de Tordesilhas (hoje na província de Valladolid), foi assinado em 7 de Junho de 1494 entre o Reino de Portugal e o recém-formado Reino de Espanha (mais precisamente, as Coroas de Castela e Aragão). Este tratado definiu a partilha das terras por descobrir fora da Europa - o que incluía o chamado Novo Mundo - entre ambas as Coroas, um ano e meio após Cristóvão Colombo ter reclamado oficialmente a América para Isabel a Católica. Para seguimento das suas instruções para negociação deste tratado e sua assinatura o Príncipe Perfeito designou como embaixador à sua prima de Castela (filha de uma infanta portuguesa) a D. Rui de Sousa.
Localização

A linha de demarcação foi definida como o meridiano a 370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde, a meio-caminho entre este arquipélago (já de Portugal) e as ilhas recém-descobertas por Colombo nas Caraíbas, a que este chamara "Cipango" tomando-as pelo Japão e Antília (Cuba e Ilha de São Domingos). A leste da ilha ficariam as terras portuguesas e a oeste as terras para Espanha.
O outro lado da Terra seria dividido pelo Tratado de Saragoça em 1529, que especificava o antimeridiano equivalente na zona das Ilhas Molucas (ou Ilhas Malucas). Sabe-se pela cartografia de hoje, que esse meridiano das Molucas é o 129°32' L, cujo antimeridiano, 50°28'O corta o território brasileiro.
Em termos de Relações Internacionais, a sua assinatura ocorreu num momento de transição entre a hegemonia do Papado, poder até então universalista, e a afirmação do poder singular e secular dos monarcas nacionais - uma das muitas facetas da transição da Idade Média para a Idade Moderna.
Os originais do tratado encontram-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Lisboa) e no Archivo General de Indias (Sevilha).
Antecedentes
Conforme o historiador brasileiro Delgado de Carvalho, transcrevendo Oliveira Lima:
"(...) subsistia ainda a tradição medieval da supremacia política da Santa Sé, que reconhecia a Roma o direito de dispor das terras e dos povos: Adriano IV, papa inglês (1154-59), havia dado a Irlanda ao rei da Inglaterra e Sisto IV as Canárias ao rei de Castela (1471-84). Baseava-se isso, em parte, sobre o fato de um Édito de Constantino ter conferido ao papa Silvestre a soberania sobre todas as ilhas do globo; ora, isso porque as terras a descobrir eram todas, então, supostas serem exclusivamente ilhas (LIMA, Oliveira. Descobrimento do Brasil. Livro do Centenário (v. III), Rio de Janeiro: 1900 apud: Carvalho, Delgado. História Diplomática do Brasil.)
O início da expansão marítima portuguesa, sob a égide do Infante D. Henrique, levou as caravelas portuguesas pelo oceano Atlântico, rumo ao Sul, contornando a costa africana. Com a descoberta da Costa da Mina, iniciando-se o comércio de marfim, ouro e escravos, a atenção de Castela foi despertada, iniciando-se uma série de escaramuças no mar, envolvendo embarcações de ambas as Coroas.
Portugal, buscando proteger o seu investimento, negociou com Castela o Tratado de Alcáçovas (1479), obtendo em 1481, do Papa Sisto IV [1],a bula Æterni regis, que dividia as terras descobertas e a descobrir por um paralelo na altura das Canárias, dividindo o mundo em dois hemisférios: a norte, para a Coroa de Castela; e a sul, para a Coroa de Portugal. Somando-se a duas outras bulas anteriores de 1452 (Dum Diversas) e 1455 (Romanus Pontifex), do Papa Nicolau V, Portugal e a Ordem de Cristo haviam recebido todas as terras conquistadas e a conquistar ao sul do cabo Bojador e da Gran Canária.
Preservavam-se, desse modo, os interesses de ambas as Coroas, definindo-se, a partir de então, os dois ciclos da expansão: o chamado ciclo oriental, pelo qual a Coroa portuguesa garantia o seu progresso para o sul e o Oriente, contornando a costa africana (o chamado "périplo africano"); e o que se denominou posteriormente de ciclo ocidental, pelo qual Castela se aventurou no oceano Atlântico, para oeste. Como resultado deste esforço espanhol, Cristóvão Colombo alcançou terras americanas em 1492.
Ciente da descoberta de Colombo, mediante as coordenadas geográficas fornecidas pelo navegador, os cosmógrafos portugueses argumentaram que a descoberta, efetivamente, se encontrava em terras portuguesas.
Desse modo, a diplomacia castelhana apressou-se a obter junto ao Papa Alexandre VI, castelhano, uma nova partição de terras. Assim, em 3 de maio de 1493, a Bula Inter Coetera estabelecia uma nova linha de marcação, um meridiano que separaria as terras de Portugal e de Castela. O meridiano passava a cem léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde. As novas terras descobertas, situadas a Oeste do meridiano a 100 léguas de Cabo Verde, pertenceriam a Castela. As terras a leste, pertenceriam a Portugal. A bula excluía todas as terras conhecidas já sob controle de um estado cristão.
Os termos da bula não agradaram a João II de Portugal, que julgava ter direitos adquiridos que a Bula vinha a ferir. Além disso os seus termos causavam confusão, pois um meridiano vinha a anular o que um paralelo tinha estabelecido. Complementarmente, a execução prática da Bula era impossibilitada por sua imprecisão e pela imperfeição dos meios científicos disponíveis à época para a fixação do meridiano escolhido. Assim sendo, D. João II abriu negociações diretas com os Reis Católicos, Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela, para mover a linha mais para oeste, argumentando que o meridiano em questão se estendia por todo o globo, limitando assim as pretensões castelhanas na Ásia. D. João II propôs, por uma missão diplomática aos reis católicos, estabelecer um paralelo das Ilhas Canárias como substituto ao meridiano papal. Os castelhanos recusaram a proposta mas se prestaram a discutir o caso. Reuniram-se então, os diplomatas, em Tordesillas.
TRATADO ACORDADO EBTRE
AS DUAS POTENCIAS COLO-
NIAIS DA ÉPOCA - PORTUGAL
E ESPANHA
Tratado de Tordesilhas
Tratado de Tordesilhas (1494)
Assinado
- local 7 de Junho de 1494
Tordesilhas
Ratificação 2 de Julho de 1494 (Castela e Aragão)
5 de Setembro de 1494 (Portugal)
Signatários João II de Portugal e Fernando II de Aragão
Partes Reino de Portugal e Reino de Castela
Arquivo Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Portugal)
Archivo General de Indias (Espanha)
O Tratado de Tordesilhas, assim denominado por ter sido celebrado na povoação castelhana de Tordesilhas (hoje na província de Valladolid), foi assinado em 7 de Junho de 1494 entre o Reino de Portugal e o recém-formado Reino de Espanha (mais precisamente, as Coroas de Castela e Aragão). Este tratado definiu a partilha das terras por descobrir fora da Europa - o que incluía o chamado Novo Mundo - entre ambas as Coroas, um ano e meio após Cristóvão Colombo ter reclamado oficialmente a América para Isabel a Católica. Para seguimento das suas instruções para negociação deste tratado e sua assinatura o Príncipe Perfeito designou como embaixador à sua prima de Castela (filha de uma infanta portuguesa) a D. Rui de Sousa.
Localização
A linha de demarcação foi definida como o meridiano a 370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde, a meio-caminho entre este arquipélago (já de Portugal) e as ilhas recém-descobertas por Colombo nas Caraíbas, a que este chamara "Cipango" tomando-as pelo Japão e Antília (Cuba e Ilha de São Domingos). A leste da ilha ficariam as terras portuguesas e a oeste as terras para Espanha.
O outro lado da Terra seria dividido pelo Tratado de Saragoça em 1529, que especificava o antimeridiano equivalente na zona das Ilhas Molucas (ou Ilhas Malucas). Sabe-se pela cartografia de hoje, que esse meridiano das Molucas é o 129°32' L, cujo antimeridiano, 50°28'O corta o território brasileiro.
Em termos de Relações Internacionais, a sua assinatura ocorreu num momento de transição entre a hegemonia do Papado, poder até então universalista, e a afirmação do poder singular e secular dos monarcas nacionais - uma das muitas facetas da transição da Idade Média para a Idade Moderna.
Os originais do tratado encontram-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Lisboa) e no Archivo General de Indias (Sevilha).
Antecedentes
Conforme o historiador brasileiro Delgado de Carvalho, transcrevendo Oliveira Lima:
"(...) subsistia ainda a tradição medieval da supremacia política da Santa Sé, que reconhecia a Roma o direito de dispor das terras e dos povos: Adriano IV, papa inglês (1154-59), havia dado a Irlanda ao rei da Inglaterra e Sisto IV as Canárias ao rei de Castela (1471-84). Baseava-se isso, em parte, sobre o fato de um Édito de Constantino ter conferido ao papa Silvestre a soberania sobre todas as ilhas do globo; ora, isso porque as terras a descobrir eram todas, então, supostas serem exclusivamente ilhas (LIMA, Oliveira. Descobrimento do Brasil. Livro do Centenário (v. III), Rio de Janeiro: 1900 apud: Carvalho, Delgado. História Diplomática do Brasil.)
O início da expansão marítima portuguesa, sob a égide do Infante D. Henrique, levou as caravelas portuguesas pelo oceano Atlântico, rumo ao Sul, contornando a costa africana. Com a descoberta da Costa da Mina, iniciando-se o comércio de marfim, ouro e escravos, a atenção de Castela foi despertada, iniciando-se uma série de escaramuças no mar, envolvendo embarcações de ambas as Coroas.
Portugal, buscando proteger o seu investimento, negociou com Castela o Tratado de Alcáçovas (1479), obtendo em 1481, do Papa Sisto IV [1],a bula Æterni regis, que dividia as terras descobertas e a descobrir por um paralelo na altura das Canárias, dividindo o mundo em dois hemisférios: a norte, para a Coroa de Castela; e a sul, para a Coroa de Portugal. Somando-se a duas outras bulas anteriores de 1452 (Dum Diversas) e 1455 (Romanus Pontifex), do Papa Nicolau V, Portugal e a Ordem de Cristo haviam recebido todas as terras conquistadas e a conquistar ao sul do cabo Bojador e da Gran Canária.
Preservavam-se, desse modo, os interesses de ambas as Coroas, definindo-se, a partir de então, os dois ciclos da expansão: o chamado ciclo oriental, pelo qual a Coroa portuguesa garantia o seu progresso para o sul e o Oriente, contornando a costa africana (o chamado "périplo africano"); e o que se denominou posteriormente de ciclo ocidental, pelo qual Castela se aventurou no oceano Atlântico, para oeste. Como resultado deste esforço espanhol, Cristóvão Colombo alcançou terras americanas em 1492.
Ciente da descoberta de Colombo, mediante as coordenadas geográficas fornecidas pelo navegador, os cosmógrafos portugueses argumentaram que a descoberta, efetivamente, se encontrava em terras portuguesas.
Desse modo, a diplomacia castelhana apressou-se a obter junto ao Papa Alexandre VI, castelhano, uma nova partição de terras. Assim, em 3 de maio de 1493, a Bula Inter Coetera estabelecia uma nova linha de marcação, um meridiano que separaria as terras de Portugal e de Castela. O meridiano passava a cem léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde. As novas terras descobertas, situadas a Oeste do meridiano a 100 léguas de Cabo Verde, pertenceriam a Castela. As terras a leste, pertenceriam a Portugal. A bula excluía todas as terras conhecidas já sob controle de um estado cristão.
Os termos da bula não agradaram a João II de Portugal, que julgava ter direitos adquiridos que a Bula vinha a ferir. Além disso os seus termos causavam confusão, pois um meridiano vinha a anular o que um paralelo tinha estabelecido. Complementarmente, a execução prática da Bula era impossibilitada por sua imprecisão e pela imperfeição dos meios científicos disponíveis à época para a fixação do meridiano escolhido. Assim sendo, D. João II abriu negociações diretas com os Reis Católicos, Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela, para mover a linha mais para oeste, argumentando que o meridiano em questão se estendia por todo o globo, limitando assim as pretensões castelhanas na Ásia. D. João II propôs, por uma missão diplomática aos reis católicos, estabelecer um paralelo das Ilhas Canárias como substituto ao meridiano papal. Os castelhanos recusaram a proposta mas se prestaram a discutir o caso. Reuniram-se então, os diplomatas, em Tordesillas.
MUNDIAL 2010 - ZONA EUROPEIA
.
PORTUGAL VENCE A
ALBÂNIA E AINDA
TEM ESPERANÇAS
DE QUALIFICAÇÃO

Foi dificil, mas BRUNO ALVES, filho do brasileiro Washinghton, maecou de cabeça aos 92 m o golo da esperança.

Portugal não jogando bem, foi muito superior e poderia ter vencido de goleada, mas com a ajuda do arbitro a Albânia conseguiu manter o empate até ao prolongamento.
Boa actuação de Raul Meireles, Bruno Alves e Cristiano Ronaldo.
Colocação
1º Dinamarca 16
2º Hungria 13
3º Portugal 9
5º Suécia 6
4º Albânia 6
6º Malta 1
PORTUGAL VENCE A
ALBÂNIA E AINDA
TEM ESPERANÇAS
DE QUALIFICAÇÃO
Foi dificil, mas BRUNO ALVES, filho do brasileiro Washinghton, maecou de cabeça aos 92 m o golo da esperança.
Portugal não jogando bem, foi muito superior e poderia ter vencido de goleada, mas com a ajuda do arbitro a Albânia conseguiu manter o empate até ao prolongamento.
Boa actuação de Raul Meireles, Bruno Alves e Cristiano Ronaldo.
Colocação
1º Dinamarca 16
2º Hungria 13
3º Portugal 9
5º Suécia 6
4º Albânia 6
6º Malta 1
preliminares
.
A importância da pontualidade!!!
Um velho padre foi a um jantar de despedida pelos seus 25 anos de
trabalho ininterrupto à frente da Paróquia.
Um importante político da região e membro da comunidade, convidado para
entregar o presente e proferir um pequeno discurso, atrasou-se.
O sacerdote decidiu proferir umas palavras e disse:
«A primeira impressão que tive da paróquia decorreu da primeira
confissão que ouvi :
A primeira pessoa que se confessou disse-me que tinha roubado um aparelho de TV,
tinha roubado dinheiro aos seus pais, tinha roubado a firma onde trabalhava
e tivera aventuras amorosas com a esposa do patrão.
Dedicara-se ainda ao tráfico de drogas e até tinha transmitido uma doença à própria irmã.
Fiquei assustadíssimo... Pensei que o bispo me tinha enviado para um lugar terrível.
Mas fui confessando mais gente, que em nada se parecia com aquele homem...
Constatei a realidade de uma Paróquia cheia de gente responsável,com valores, comprometida
com a sua fé.
Vivi aqui os 25 anos mais maravilhosos do meu Sacerdócio.»
Neste momento, chegou o político.
O padre passou-lhe então a palavra.
O político, depois de pedir desculpas pelo atraso, disse:
«Nunca vou esquecer o dia em que o sr. padre chegou à nossa Paróquia.
Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a confessar-me!»
A importância da pontualidade!!!
Um velho padre foi a um jantar de despedida pelos seus 25 anos de
trabalho ininterrupto à frente da Paróquia.
Um importante político da região e membro da comunidade, convidado para
entregar o presente e proferir um pequeno discurso, atrasou-se.
O sacerdote decidiu proferir umas palavras e disse:
«A primeira impressão que tive da paróquia decorreu da primeira
confissão que ouvi :
A primeira pessoa que se confessou disse-me que tinha roubado um aparelho de TV,
tinha roubado dinheiro aos seus pais, tinha roubado a firma onde trabalhava
e tivera aventuras amorosas com a esposa do patrão.
Dedicara-se ainda ao tráfico de drogas e até tinha transmitido uma doença à própria irmã.
Fiquei assustadíssimo... Pensei que o bispo me tinha enviado para um lugar terrível.
Mas fui confessando mais gente, que em nada se parecia com aquele homem...
Constatei a realidade de uma Paróquia cheia de gente responsável,com valores, comprometida
com a sua fé.
Vivi aqui os 25 anos mais maravilhosos do meu Sacerdócio.»
Neste momento, chegou o político.
O padre passou-lhe então a palavra.
O político, depois de pedir desculpas pelo atraso, disse:
«Nunca vou esquecer o dia em que o sr. padre chegou à nossa Paróquia.
Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a confessar-me!»
sábado, junho 06, 2009
MUNDIAL 2010 - série sul americana
.
O BRASIL ARRASA O URUGUAI
EM MONTEVIDEU 4-0

Vitória memorável duma canarinha de grande produção.
Rodada 13
Uruguai 0 x 4 Brasil
Bolívia 0 x 1 Venezuela
Argentina 1 x 0 Colômbia
6/6/09 19h50 Paraguai x Chile
7/6/09 17h30 Peru x Equador
URUGUAI, 0 BRASIL,4
Uruguai
4-4-2
Viera; Maximiliano Pereira, Godín, Valdez e Cáceres; Eguren, Diego Pérez (Abreu), Martínez e Álvaro Pereira (Fernandez); Diego Forlán e Suárez (Cavani). Técnico: Oscar Tabárez
BRASIL
4-4-2
Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Juan e Kléber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Ramires) e Kaká (Júlio Baptista), Robinho (Josué) e Luís Fabiano. Técnico: Dunga
o BRASIL NÃO VENCIA FÓRA O URUGUAI FAZ 33 ANOS...
Foi uma doce vingança do Maracanazo de 1950.
O BRASIL ARRASA O URUGUAI
EM MONTEVIDEU 4-0
Vitória memorável duma canarinha de grande produção.
Rodada 13
Uruguai 0 x 4 Brasil
Bolívia 0 x 1 Venezuela
Argentina 1 x 0 Colômbia
6/6/09 19h50 Paraguai x Chile
7/6/09 17h30 Peru x Equador
URUGUAI, 0 BRASIL,4
Uruguai
4-4-2
Viera; Maximiliano Pereira, Godín, Valdez e Cáceres; Eguren, Diego Pérez (Abreu), Martínez e Álvaro Pereira (Fernandez); Diego Forlán e Suárez (Cavani). Técnico: Oscar Tabárez
BRASIL
4-4-2
Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Juan e Kléber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Ramires) e Kaká (Júlio Baptista), Robinho (Josué) e Luís Fabiano. Técnico: Dunga
o BRASIL NÃO VENCIA FÓRA O URUGUAI FAZ 33 ANOS...
Foi uma doce vingança do Maracanazo de 1950.
preliminares
.
Um cego entra num bar de lésbicas, senta-se ao balcão e pede uma bebida.
A bebida chega e, depois de algum tempo, o cego grita:
- Vou contar uma piada de loiras!
A mulher ao seu lado diz:
- Já que és cego, vou-te avisar de 5 coisas antes de resolveres contar a piada:
1 - O barman é uma mulher loira.
2 - O gerente é uma mulher loira.
3 - Eu sou uma loira de 1,75m e 90kg.
4 - A mulher ao meu lado é uma loira profissional em Karaté.
5 - Do teu outro lado tens uma loira professora de Kung Fu.
Ainda queres contar a piada?
O cego responde:
- Não... Deixa lá... Se vou ter de explicar 5 vezes, desisto!...
Um cego entra num bar de lésbicas, senta-se ao balcão e pede uma bebida.
A bebida chega e, depois de algum tempo, o cego grita:
- Vou contar uma piada de loiras!
A mulher ao seu lado diz:
- Já que és cego, vou-te avisar de 5 coisas antes de resolveres contar a piada:
1 - O barman é uma mulher loira.
2 - O gerente é uma mulher loira.
3 - Eu sou uma loira de 1,75m e 90kg.
4 - A mulher ao meu lado é uma loira profissional em Karaté.
5 - Do teu outro lado tens uma loira professora de Kung Fu.
Ainda queres contar a piada?
O cego responde:
- Não... Deixa lá... Se vou ter de explicar 5 vezes, desisto!...
preliminares
.
Um cego entra num bar de lésbicas, senta-se ao balcão e pede uma bebida.
A bebida chega e, depois de algum tempo, o cego grita:
- Vou contar uma piada de loiras!
A mulher ao seu lado diz:
- Já que és cego, vou-te avisar de 5 coisas antes de resolveres contar a piada:
1 - O barman é uma mulher loira.
2 - O gerente é uma mulher loira.
3 - Eu sou uma loira de 1,75m e 90kg.
4 - A mulher ao meu lado é uma loira profissional em Karaté.
5 - Do teu outro lado tens uma loira professora de Kung Fu.
Ainda queres contar a piada?
O cego responde:
- Não... Deixa lá... Se vou ter de explicar 5 vezes, desisto!...
Um cego entra num bar de lésbicas, senta-se ao balcão e pede uma bebida.
A bebida chega e, depois de algum tempo, o cego grita:
- Vou contar uma piada de loiras!
A mulher ao seu lado diz:
- Já que és cego, vou-te avisar de 5 coisas antes de resolveres contar a piada:
1 - O barman é uma mulher loira.
2 - O gerente é uma mulher loira.
3 - Eu sou uma loira de 1,75m e 90kg.
4 - A mulher ao meu lado é uma loira profissional em Karaté.
5 - Do teu outro lado tens uma loira professora de Kung Fu.
Ainda queres contar a piada?
O cego responde:
- Não... Deixa lá... Se vou ter de explicar 5 vezes, desisto!...
sexta-feira, junho 05, 2009
O MEDO CHEGA POR E MAIL
.
O MEDO CHEGA POR E-MAIL
Estive a fazer um levantamento de todas as merdas que me enviaram
pela Internet e observei como elas mudaram a minha vida:
O medo chega por e-mail
-Primeiro deixei de ir a bares e bailes com medo de me envolver com
alguma mulher ligada a alguma quadrilha de ladrões de órgãos e que me
roubem as córneas, me arranquem os dois rins ou até mesmo esperma deixando-
me estiraçado dentro de uma banheira cheia de gelo com uma mensagem:
"Chame o 112 ou morrerá".
O medo chega por e-mail
-Assim deixei também de ir ao cinema com medo de sentar-me numa
cadeira com uma seringa infectada com o vírus da SIDA.
O medo chega por e-mail
-Depois parei de atender ao telefone para evitar que me pedissem para
digitar *9 e minha linha ser "clonada" e eu ter de pagar uma conta
telefónica astronómica.
O medo chega por e-mail
-Acabei por dar o meu telemóvel porque me iriam presentear com um
modelo mais novo da Ericson, que nunca chegou. Então tive de comprar outro
mas abandonei-o num canto com medo que as microondas me provocassem
cancro no cérebro.
O medo chega por e-mail
-Deixei de comer vários alimentos com medo dos estrógenos. Parei de
comer galinha e hambúrgueres porque eles não são mais que carne de monstros
horríveis sem olhos, cabeludos e cultivados em laboratórios.
O medo chega por e-mail
-Deixei de ter relações sexuais por medo de comprar preservativos
furados que me contagiem com alguma doença venérea.
-Aproveitei e abandonei o hábito de beber qualquer coisa em lata para
não morrer pela urina de rato.
O medo chega por e-mail
-Deixei de ir aos shoppings com medo que raptem a minha mulher e a
obriguem gastar todos os limites do cartão de crédito ou coloquem alguém
morto no porta bagagens do automóvel dela.
-Eu também doei todas minhas poupanças à conta de Brian, um menino
doente que estava a ponto de morrer umas 700 vezes no hospital.
O medo chega por e-mail
-Eu participei arduamente numa campanha contra a tortura de alguns
ursos asiáticos aos quais iriam extrair a bílis, e contra o destruição da
floresta amazónica.
O medo chega por e-mail
-Fiquei praticamente arruinado financeiramente por comprar todos os
antivírus existentes para evitar que a maldita rã da Budweiser
invadisse o meu computador ou que os teletubies se apoderassem do meu
screensaver.
O medo chega por e-mail
-Deixei de fazer, beber e comer tantas coisas que quase morri
desnutrido.
-Cansei-me de esperar junto a minha caixa de correio os US$150.000
que a Microsoft e a AOL me mandariam na participação de rastreio de e-mails
enviados.
-Nem tão pouco chegou o telefone Ericson muito menos o bilhete para a
Disneylândia.
O medo chega por e-mail
-Quis fazer o meu testamento e entrega-lo ao meu advogado para doar
os meus bens para a instituição beneficente que recebe um centavo de dólar
por cada pessoa que anota seu nome na corrente pela luta da independência
das mulheres no Paquistão, mas não pude entregar porque tive medo de
passar a língua sobre cola na borda do envelope e contaminar-me com as
baratas incubadas nela, como me tinham avisado por e-mail.
O medo chega por e-mail
-Também não ganhei um milhão de dólares, um Porshe e nem fiz sexo com
a Nicole Kidmann, que foram as três coisas que pedi como desejo quando
recebi e reencaminhei o Tantra Mágico enviado pelo Dalai Lama lá da Índia.
O medo chega por e-mail
-E como se não bastasse acabei por acreditar que tudo de mau e de
injusto que me aconteceu foi porque quebrei todas as correntes ridículas
que me enviaram acabei sendo amaldiçoado.
O medo chega por e-mail
Resultado: estou em tratamento psiquiátrico.
NOTA IMPORTANTE: Se você não enviar esta mensagem a pelo menos 10
pessoas, nada te acontecerá. No entanto as merdas, mentiras e idiotices
continuarão a infernizar a sua vida por falta de informação e
esclarecimento.
O medo chega por e-mail
Não se deixe influenciar por elas. Apague-as.
Se até as baleias podem ser salvas por que não a
Internet.....Salvemo-nos...
P.S.: Fiquei também sem carro e sem carta porque deixei de parar nos
sinais vermelhos, com medo que um amigável emigrante de leste, tocador de
concertina, me assaltasse!!
O MEDO CHEGA POR E-MAIL
Estive a fazer um levantamento de todas as merdas que me enviaram
pela Internet e observei como elas mudaram a minha vida:
O medo chega por e-mail
-Primeiro deixei de ir a bares e bailes com medo de me envolver com
alguma mulher ligada a alguma quadrilha de ladrões de órgãos e que me
roubem as córneas, me arranquem os dois rins ou até mesmo esperma deixando-
me estiraçado dentro de uma banheira cheia de gelo com uma mensagem:
"Chame o 112 ou morrerá".
O medo chega por e-mail
-Assim deixei também de ir ao cinema com medo de sentar-me numa
cadeira com uma seringa infectada com o vírus da SIDA.
O medo chega por e-mail
-Depois parei de atender ao telefone para evitar que me pedissem para
digitar *9 e minha linha ser "clonada" e eu ter de pagar uma conta
telefónica astronómica.
O medo chega por e-mail
-Acabei por dar o meu telemóvel porque me iriam presentear com um
modelo mais novo da Ericson, que nunca chegou. Então tive de comprar outro
mas abandonei-o num canto com medo que as microondas me provocassem
cancro no cérebro.
O medo chega por e-mail
-Deixei de comer vários alimentos com medo dos estrógenos. Parei de
comer galinha e hambúrgueres porque eles não são mais que carne de monstros
horríveis sem olhos, cabeludos e cultivados em laboratórios.
O medo chega por e-mail
-Deixei de ter relações sexuais por medo de comprar preservativos
furados que me contagiem com alguma doença venérea.
-Aproveitei e abandonei o hábito de beber qualquer coisa em lata para
não morrer pela urina de rato.
O medo chega por e-mail
-Deixei de ir aos shoppings com medo que raptem a minha mulher e a
obriguem gastar todos os limites do cartão de crédito ou coloquem alguém
morto no porta bagagens do automóvel dela.
-Eu também doei todas minhas poupanças à conta de Brian, um menino
doente que estava a ponto de morrer umas 700 vezes no hospital.
O medo chega por e-mail
-Eu participei arduamente numa campanha contra a tortura de alguns
ursos asiáticos aos quais iriam extrair a bílis, e contra o destruição da
floresta amazónica.
O medo chega por e-mail
-Fiquei praticamente arruinado financeiramente por comprar todos os
antivírus existentes para evitar que a maldita rã da Budweiser
invadisse o meu computador ou que os teletubies se apoderassem do meu
screensaver.
O medo chega por e-mail
-Deixei de fazer, beber e comer tantas coisas que quase morri
desnutrido.
-Cansei-me de esperar junto a minha caixa de correio os US$150.000
que a Microsoft e a AOL me mandariam na participação de rastreio de e-mails
enviados.
-Nem tão pouco chegou o telefone Ericson muito menos o bilhete para a
Disneylândia.
O medo chega por e-mail
-Quis fazer o meu testamento e entrega-lo ao meu advogado para doar
os meus bens para a instituição beneficente que recebe um centavo de dólar
por cada pessoa que anota seu nome na corrente pela luta da independência
das mulheres no Paquistão, mas não pude entregar porque tive medo de
passar a língua sobre cola na borda do envelope e contaminar-me com as
baratas incubadas nela, como me tinham avisado por e-mail.
O medo chega por e-mail
-Também não ganhei um milhão de dólares, um Porshe e nem fiz sexo com
a Nicole Kidmann, que foram as três coisas que pedi como desejo quando
recebi e reencaminhei o Tantra Mágico enviado pelo Dalai Lama lá da Índia.
O medo chega por e-mail
-E como se não bastasse acabei por acreditar que tudo de mau e de
injusto que me aconteceu foi porque quebrei todas as correntes ridículas
que me enviaram acabei sendo amaldiçoado.
O medo chega por e-mail
Resultado: estou em tratamento psiquiátrico.
NOTA IMPORTANTE: Se você não enviar esta mensagem a pelo menos 10
pessoas, nada te acontecerá. No entanto as merdas, mentiras e idiotices
continuarão a infernizar a sua vida por falta de informação e
esclarecimento.
O medo chega por e-mail
Não se deixe influenciar por elas. Apague-as.
Se até as baleias podem ser salvas por que não a
Internet.....Salvemo-nos...
P.S.: Fiquei também sem carro e sem carta porque deixei de parar nos
sinais vermelhos, com medo que um amigável emigrante de leste, tocador de
concertina, me assaltasse!!
quinta-feira, junho 04, 2009
COPA DO BRASIL
.
O VASCO EMPATA COM
O CORINTHIANS E
APURA-SE PARA A FINAL.
O INTER TAMBÉM SE APURA
AO PERDER SÓ 1-0 SOM
O CORITIBA.
27/5 21h50 Vasco 1 x 1 Corinthians Maracanã
3/6 21h50 Corinthians 0 x 0 Vasco Pacaembu
27/5 21h50 Internacional 3 x 1 Coritiba Beira-Rio
3/6 21h50 Coritiba 1 x 0 Internacional Couto Pereira
Final
Data Horário Partida Local
17/6* - Internacional - x - Corinthians -
1/7* - Corinthians - x - Internacional -
* Os mandos de campo das finais serão sorteados nesta quinta-feira (04/06), na CBF
CORINTHIANS, 0 VASCO,0
Corinthians
4-3-3-
Felipe; Alessandro, William, Chicão e Diego; Cristian, Elias e Douglas (Wellington Saci); Jorge Henrique (Boquita), Ronaldo e Dentinho (Otacílio Neto); técnico: Mano Menezes
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Gian e Ramon; Amaral, Nilton, Léo Lima (Fernandinho) e Carlos Alberto (Enrico); Elton e Rodrigo Pimpão (Edgar); técnico: Dorival Júnior
O VASCO EMPATA COM
O CORINTHIANS E
APURA-SE PARA A FINAL.
O INTER TAMBÉM SE APURA
AO PERDER SÓ 1-0 SOM
O CORITIBA.
27/5 21h50 Vasco 1 x 1 Corinthians Maracanã
3/6 21h50 Corinthians 0 x 0 Vasco Pacaembu
27/5 21h50 Internacional 3 x 1 Coritiba Beira-Rio
3/6 21h50 Coritiba 1 x 0 Internacional Couto Pereira
Final
Data Horário Partida Local
17/6* - Internacional - x - Corinthians -
1/7* - Corinthians - x - Internacional -
* Os mandos de campo das finais serão sorteados nesta quinta-feira (04/06), na CBF
CORINTHIANS, 0 VASCO,0
Corinthians
4-3-3-
Felipe; Alessandro, William, Chicão e Diego; Cristian, Elias e Douglas (Wellington Saci); Jorge Henrique (Boquita), Ronaldo e Dentinho (Otacílio Neto); técnico: Mano Menezes
Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Gian e Ramon; Amaral, Nilton, Léo Lima (Fernandinho) e Carlos Alberto (Enrico); Elton e Rodrigo Pimpão (Edgar); técnico: Dorival Júnior
preliminares
.
Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços.
Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.
- Djalmão, o chefe mandou você comer o CÚ desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.
- Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.
Quando o pessoal sai o rapaz diz:
- Ô seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus ó homem santo.
- Cala a boca e fica quieto aí!
Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara:
- Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.
- Deixa ele aí que eu já resolvo.
Daí a pouco chega outro pobre coitado:
- Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!
- Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.
Mais alguns minutos entra outro:
- Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.
Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixinha, baixinha:
- Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: o cara do cú sou eu, tá?
Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços.
Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.
- Djalmão, o chefe mandou você comer o CÚ desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.
- Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.
Quando o pessoal sai o rapaz diz:
- Ô seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus ó homem santo.
- Cala a boca e fica quieto aí!
Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara:
- Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.
- Deixa ele aí que eu já resolvo.
Daí a pouco chega outro pobre coitado:
- Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!
- Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.
Mais alguns minutos entra outro:
- Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.
Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixinha, baixinha:
- Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: o cara do cú sou eu, tá?
terça-feira, junho 02, 2009
PAULO RANGEL E OS DIREITOS DOS ANIMAIS
.
PAULO RANGEL É O CABEÇA DE
LISTA PARA AS EUROPEIAS DO
PSD, PARTIDO DE DIREITA
DE POPRTUGAL.
EIS O QE ELE PENSA DOS
DIREITOS DOS ANIMAIS
PAULO RANGEL É O CABEÇA DE
LISTA PARA AS EUROPEIAS DO
PSD, PARTIDO DE DIREITA
DE POPRTUGAL.
EIS O QE ELE PENSA DOS
DIREITOS DOS ANIMAIS
segunda-feira, junho 01, 2009
taça de portugal
.
O PORTO FEZ A DOBRADINHA
VENCEU A TAÇA DEPOIS DE
TER GANHO O CAMPEONATO.

Vnceu por 1-0 o Paços de Ferreiea cim um golo argentino - LISANDRO LOPEZ
Helton,Fernando e Hulk 3 brasileiros vencedores
O PORTO FEZ A DOBRADINHA
VENCEU A TAÇA DEPOIS DE
TER GANHO O CAMPEONATO.
Vnceu por 1-0 o Paços de Ferreiea cim um golo argentino - LISANDRO LOPEZ
Helton,Fernando e Hulk 3 brasileiros vencedores
preliminares
.
Num ônibus, um padre senta-se ao lado de um sujeito bêbado que, com alguma dificuldade, lê o jornal. De repente, com uma voz um pouco 'empastada', o bêbado pergunta ao padre:
- O senhor sabe o que é artrite?
Irritado, o pároco responde, num tom irado:
- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras:
mulheres, promiscuidade, sexo, farras, excesso de consumo de álcool e outras coisas que nem ouso dizer!
O bêbado calou-se e continuou com os olhos fixos no jornal. Alguns minutos depois, o padre achou que tinha sido muito duro com o bêbado e diz, tentando amenizar:
- Há quanto tempo o senhor está com artrite?
- Eu?... Eu não tenho artrite!!!! Segundo este jornal, quem tem é o Papa !!
Num ônibus, um padre senta-se ao lado de um sujeito bêbado que, com alguma dificuldade, lê o jornal. De repente, com uma voz um pouco 'empastada', o bêbado pergunta ao padre:
- O senhor sabe o que é artrite?
Irritado, o pároco responde, num tom irado:
- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras:
mulheres, promiscuidade, sexo, farras, excesso de consumo de álcool e outras coisas que nem ouso dizer!
O bêbado calou-se e continuou com os olhos fixos no jornal. Alguns minutos depois, o padre achou que tinha sido muito duro com o bêbado e diz, tentando amenizar:
- Há quanto tempo o senhor está com artrite?
- Eu?... Eu não tenho artrite!!!! Segundo este jornal, quem tem é o Papa !!
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