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segunda-feira, outubro 19, 2009

A 19 DE OUTUBRO, nasceu DIAS GOMES

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Dias Gomes

Alfredo de Freitas Dias Gomes, mais conhecido como Dias Gomes, (Salvador, 19 de outubro de 1922 — São Paulo, 18 de maio de 1999) foi um dramaturgo e autor de telenovelas brasileiro.

Biografia
Essencialmente um homem de teatro, aos 15 anos Dias Gomes escreveu sua primeira peça, A Comédia dos Moralistas, com a qual ganharia o prêmio do Serviço Nacional de Teatro, no ano seguinte. Em 1942, sua peça Amanhã Será Outro Dia chega às mãos do ator Procópio Ferreira que, empolgado com a qualidade do texto, chama o autor para uma conversa. Embora tivesse gostado do que lera, tratava-se de um drama antinazista e Procópio achava arriscado levar à cena um espetáculo desse porte em plena Segunda Guerra Mundial. Quando questionado se não teria uma outra peça, de comédia talvez, Dias lembrou-se de Pé de Cabra, uma espécie de sátira ao maior sucesso de Procópio até então, e não hesitou em levá-la ao grande ator que, entusiasmado, comprometeu-se a encená-la.

Sob a alegação de que a peça possuía alto conteúdo marxista, Pé de Cabra seria proibida no dia da estréia. Curioso notar que, embora anos depois o autor viesse a se filiar ao Partido Comunista Brasileiro, até então Dias Gomes nunca havia lido uma só linha de Karl Marx.

Graças à sua influência, Procópio consegue a liberação da peça, mediante o corte de algumas passagens, e a mesma é levada à cena com grande sucesso. No ano seguinte, Dias Gomes assinaria com Procópio aquele que seria o primeiro grande contrato de sua carreira, no qual se comprometia a escrever com exclusividade para o ator. Desse período nasceram Zeca Diabo, João Cambão, Dr. Ninguém, Um Pobre Gênio e Eu Acuso o Céu.

Infelizmente nem todas as peças foram encenadas, pois logo Dias e Procópio se desentenderam por sérias divergências políticas. Refletindo o pensamento da época, Procópio não concordava com as preocupações sociais que Dias insistia em discutir em suas peças. Tais diferenças levariam o autor a se afastar temporariamente dos palcos e ele passou a se dedicar ao rádio.

Foi no ambiente radiofônico que Dias Gomes travou contato pela primeira vez com aquela que viria a se tornar sua primeira esposa, a então desconhecida Janete Emmer Janete Clair. Com ela, teria três filhos: Alfredo Dias Gomes, Guilherme Dias Gomes[ e Denise Emmer[

De 1944 a 1964, Dia Gomes adaptou cerca de 500 peças teatrais para o rádio, o que lhe proporcionou apurado conhecimento da literatura universal.

Em 1960, Dias Gomes volta aos palcos com aquele que viria a ser o maior êxito de sua carreira, pelo qual se tornaria internacionalmente conhecido: O Pagador de Promessas. Adaptado para o cinema, O Pagador seria o primeiro filme brasileiro a receber uma indicação ao Oscar e o único a ganhar a Palma de Ouro em Cannes.

Em 1965, Dias assiste, perplexo, à proibição de sua peça O Berço do Herói, no dia da estréia. Adaptada para a televisão com o nome de Roque Santeiro, a mesma seria proibida uma década depois, também no dia de sua estréia. Somente em 1985, com o fim do Regime Militar, o público iria poder conferir a novela - que, diga-se de passagem, viria a se tornar a maior audiência do gênero.

Com a implantação da Ditadura Militar no Brasil, em 1964, Dias Gomes passa a ter suas peças censuradas, uma após a outra.

Demitido da Rádio Nacional, graças ao seu envolvimento com o Partido Comunista, não lhe resta outra saída senão aceitar o convite de Boni, então presidente da Rede Globo, para escrever para a televisão.

De 1969 a 1979 Dias Gomes dedica-se exclusivamente ao veículo, no qual demonstra incomum talento.

Em 1972 Dias Gomes levaria o povo para a televisão ao ambientar Bandeira 2 no subúrbio carioca.

Em 1973 escreveu a primeira novela em cores da TV brasileira, O Bem Amado.

Em 1974 já falava em ecologia e no crescimento desordenado da cidade com O Espigão.

Em 1976, com Saramandaia, abordaria o realismo fantástico, então em moda na literatura.

O fracasso de Sinal de Alerta, em 1978, leva Dias a se afastar do gênero telenovela temporáriamente.

Ao longo de toda a década de 80, Dias Gomes voltaria a se dedicar ao teatro, escrevendo para a televisão esporádicamente. Datam desse o período os seriados O Bem Amado e Carga Pesada (apenas no primeiro ano), e as novelas Roque Santeiro e Mandala, das quais escreveria apenas parte.

Viúvo de Janete Clair, que morrera um ano antes, em 1984 Dias casa-se com a atriz Bernadeth Lyzio, com quem tem duas filhas: Mayra Dias Gomes (escritora) e Luana Dias Gomes (atriz).

Nos anos 90, Dias Gomes viraria as costas de vez para as telenovelas, dedicando-se única e exclusivamente às minisséries.

Em meio à preparação de mais um trabalho para a televisão, a minissérie Vargas - baseada em sua peça Dr. Getúlio, Sua Vida, Sua Glória -, Dias Gomes morre num trágico acidente automobilístico, ao sair de um restaurante no centro de São Paulo.

Academia Brasileira de Letras
Dias Gomes ocupou a cadeira 21, cujo patrono é o maranhense Joaquim Serra e o atual ocupante é o escritor Paulo Coelho.
[editar] Obras[4]
[editar] Teatro
A Comédia dos Moralistas - 1938
Esperidião - 1939
Ludovico - 1940
Amanhã Será Outro Dia - 1941
O Homem Que Não Era Seu - 1942
Pé-de-Cabra - 1942
Zeca Diabo - 1943
João Cambão - 1943
Dr. Ninguém - 1943
Um Pobre Gênio - 1943
Eu Acuso o Céu - 1943
Sinhazinha - 1943
Toque de Recolher - 1943
Beco Sem Saída - 1944
A Dança das Horas (adaptação do romance Quando é Amanhã) - 1949
O Bom Ladrão - 1951
Os Cinco Fugitivos do Juízo Final - 1954
O Pagador de Promessas - 1959
A Invasão - 1960
A Revolução dos Beatos - 1961
O Bem-Amado - 1962
O Berço do Herói - 1963
O Santo Inquérito - 1966
O Túnel - 1968
Dr. Getúlio, Sua Vida, Sua Gloria (com Ferreira Gullar) - 1968
Vamos Soltar os Demônios (Amor Em Campo Minado)- 1969
As Primícias - 1977
Phallus (inédita) - 1978
O Rei de Ramos - 1978
Campeões Do Mundo - 1979
Olho No Olho (inédita) - 1986
Meu Reino Por Um Cavalo - 1988
Roque Santeiro, o musical - 1995
[editar] Literatura
Duas Sombras Apenas - 1945
Um Amor e Sete Pecados - 1946
A Dama da Noite - 1947
Quando é Amanhã - 1948
Sucupira, Ame-a ou Deixe-a - 1982
Odorico na Cabeça - 1983
Derrocada - 1994
Decadência - 1995
[editar] Cinema
O Pagador de Promessas (1960)
O Rei do Rio (adaptação de O Rei de Ramos) (1987)
[editar] Televisão[5]
A Ponte dos Suspiros - 1969
Verão Vermelho - 1970
Assim na Terra como no Céu - 1970/1971
Bandeira 2 - 1971/1972
O Bem Amado - 1973
O Espigão - 1974
Roque Santeiro - 1ª versão censurada - 1975
Saramandaia - 1976
Sinal de Alerta - 1978/1979
Carga Pesada - seriado - supervisão de texto - 1979/1980
O Bem Amado - seriado - 1980/1984
Um Tiro No Coração - minissérie (inédita) - 1982
Roque Santeiro - 1985/1986
Expresso Brasil - seriado - 1987
Mandala - 1987/1988 - até o 35° capítulo
O Pagador de Promessas - minissérie - 1988
Araponga - 1990/1991
As Noivas de Copacabana - minissérie - 1992
Irmãos Coragem - remake - supervisão de texto - 1995
Decadência - minissérie - 1995
O Fim do Mundo - 1996
Dona Flor e Seus Dois Maridos - minissérie - 1998

SEGUNDONA - seguindo VASCO e PORTUGUESA

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O VASCO E A PORTUGUESA
FATURARAM VILANOVA E
ATLETICO DE GOIÁS.



Vasco 4 x 1 Vila Nova
Atlético-GO 0 x 1 Portuguesa

VASCO,4 VILANOVA,1



Depois de colecionar dois empates seguidos e uma derrota, na sua caminhada vitoriosa o Vasco reencontrou-se e caminha para a subida
VASCO 4 x 1 VILA NOVA

Gols
VASCO: Nilton, aos 6min do 1º tempo; Amaral, aos 20min, Titi, aos 23min, e Élton, aos 33min do 2º tempo
VILA NOVA: Nena, aos 26min do 1º tempo


VASCO
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Fernando, Titi e Pará (Ernani); Amaral, Nilton, Fumagalli (Adriano) e Alan; Aloísio (Magno) e Elton; técnico: Dorival Júnior

VILA NOVA
3-5-2
Juninho; Edson Borges, Leonardo e Flávio; Dida, Alisson, Claudinho Baiano, Otacílio (Ricardinho) e Zé Rodolpho; Alex Dias (Raí) e Nena (Soares); técnico: Zé Roberto

ATLETICO GO,1 PORTUGUESA,1



Atlético-GO 0 x 1 Portuguesa

Gols
Portuguesa: Marco Antônio, aos 45min do 2º tempo

Atlético-GO
4-4-2
Márcio; Rafael Cruz, Leandro Amaro, Jairo e Chiquinho; Leandro Carvalho, Agenor, Robston e Anaílson (Elias); Zulu (Gilson) e Marcão (Boka); Técnico: Artur Neto

Portuguesa
4-4-2
Muriel; Fernandinho (Kempes), Thiago Gomes, Domingos e Anderson Paim (Fabrício); Acleisson (Héverton), Preto Costa, Ygor e Marco Antônio; Fellype Gabriel e Zé Carlos; Técnico: Vágner Benazzi

domingo, outubro 18, 2009

a 18 de otubro nasceu BENJAMIM CONSTANT

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Benjamin Constant


Henri-Benjamin Constant de Rebeque' (Lausana, 25 de outubro de 1767 — Paris, 8 de dezembro de 1830) foi um pensador, escritor e político francês de origem suíça.

Constant nasceu em Lausanne, Suíça, de família Huguenote. Ele foi educado por tutores privados e na Universidade de Erlangen, Baviera, e na Universidade de Edinburgo, Escócia. No curso de sua vida, ele passou muitos anos na França, Suíça, Alemanha e na Grã-Bretanha.

Ele foi íntimo de Anne Louise Germaine de Staël e a colaboração intelectual de ambos fez deles um dos mais importantes pares intelectuais de seu tempo. Ele foi ativo nas políticas francesas como um publicitário e político durante a segunda metade da Revolução Francesa e entre 1815 e 1830. Durante parte dessa segunda metade, ele teve assento na Assembleia Nacional Francesa. Ele foi um dos mais eloqüentes oradores e um líder da oposição conhecida como os Independentes (de esquerda-liberal).

Escreveu "Sobre a Liberdade dos Antigos Comparada com a dos Modernos" em 1819, em que contrapunha a liberdade dos indivíduos em relação ao Estado ("liberdade de") da liberdade dos indivíduos no Estado ("liberdade em"). Um autor liberal, mais na tradição anglo-saxã do que na francófona, ele olhou para a Inglaterra mais do que para Roma antiga visando um modelo prático de liberdade em uma sociedade comercial de proporções imensas. ele criou uma distinção entre a "Liberdade dos Antigos" e a "Liberdade dos Modernos". A liberdade dos antigos era participatória, uma liberdade republicana, a qual dava aos cidadãos o direito de influenciar diretamente as políticas por debates e votos em assembleia pública. Para poder suportar esse nível de participação, cidadania era uma obrigação moral pesada que requeria um considerável investimento temporal e energético. Geralmente, isso requiria uma sub-sociedade de escravos para fazer muito do trabalho produtivo, deixando os cidadãos livres para deliberar em questões públicas. A Liberdade dos Antigos também era limitada para sociedades relativamente pequenas e homogêneas, nas quais o povo podia se reunir convenientemente em um local para tratar de questões públicas.

A Liberdade dos Modernos, em contraste, era baseada na possessão de liberdades civis, na regência da Lei, e na liberdade de muita interferência estatal. Participação Direta seria limitada: uma conseqüência necessária do tamanho dos estados modernos, e também do resultado inevitável de se ter criado uma sociedade comercial na qual não há escravos mas quase todos têm de ganhar algo em troca de trabalho. Então diferente da primeira, os votantes elegeriam representantes, que deliberariam no Parlamento baseados na vontade popular e salvariam o povo da necessidade de envolvimento político diário.

Cada vez mais, Constant acreditava que no mundo moderno o comércio era superior à guerra. Ele atacou o apetite marcial de Napoleão nos campos de batalha, alegando isto não ser liberal e por isso não cabia mais para uma organização social comercial moderna seguir desta maneira. A Liberdade dos Antigos tendia a ser guerreadora, porém um estado organizado pelos princípios da Liberdade dos Modernos estaria em paz com todas as nações pacíficas.

A distinção entre a Liberdade dos Antigos e a Liberdade dos Modernos é significante em inúmeras maneiras. Primeiramente, a França tentou replicar a Liberdade dos Antigos durante a Revolução, baseando suas instituições (tanto o Consulado quanto o Tribuno da plebe) no modelo da República Romana. Isso trouxe regressão à França, resultando na ditadura pessoal de Napoleão. Constant acreditava que se a liberdade estava fadada a ser findada nos finais da Revolução, então a Liberdade dos Antigos deveria ser abandonada em favor da prática e alcançável Liberdade dos Modernos. A Inglaterra, desde a Revolução Gloriosa, demonstrou a praticidade da Liberdade Moderna e a Inglaterra é uma Monarquia Constitucional. Constant concluiu com seus estudos que a Monarquia Constitucional era melhor adaptada que o republicanismo para manter a Liberdade dos Modernos. Ele foi instrumental em decretar o "Acte Additional" de 1815, o qual transformou o restaurado império de Napoleão em uma moderna Monarquia Constitucional. Isso durou somente "cem dias" antes de napoleão ser derrotado, mas o trabalho de Constant providenciou meios de se reconciliar a Monarquia com a Liberdade. A Constituição Francesa de 1830 (Charte Française de 1830) podia ser vista como a implementação prática de muitas idéias de Constant: uma monarquia hereditária existindo conjuntamente com uma Câmara dos Deputados eleita e um Senado Vitalício, com o poder executivo nas mãos de ministros responsáveis. Desta forma, mesmo sendo eventualmente ignorado na França por causa de suas simpatias Anglo-Saxãs, Constant fez uma profunda (apesar de indireta) contribuição às tradições constitucionais francesas.

Secundariamente, Constant desenvolveu uma nova teoria de Monarquia Constitucional, na qual o poder real deveria ser um poder neutro, protegendo, balanceando e restringindo os excessos dos outros, poderes ativos (o executivo), a legislatura, e o judiciário. Isso foi um avanço na teoria predominante no mundo inglês, a qual - seguindo a sabedoria convencional de William Blackstone, o jurista ingês do século XVIII, que dizia ser o Rei o chefe da bancada do executivo. No esquema de Constant, o poder executivo seria acreditado um Conselho de Ministros (ou Gabinete) o qual, apesar de apontado pelo Monarca, seria o supremo responsável pelo parlamento. Fazendo essa clara distinção teorética entre os poderes do Monarca (como o chefe de estado) e os ministros (como o Executivo) Constant estava respondendo à realidade política que era aparente na Grã-Bretanha por mais de um século: que os ministros, a não o Rei, são responsáveis - e também que o Rei "reina mas não governa". Isso foi importante para o desenvolvimento do governo parlamentarista francês e nos outros lugares. Deveria ser notado, porém, que o Monarca não existe para ser uma figura sem poderes no esquema de Constant: ele deveria ter muitos poderes, incluindo o poder de fazer apontamentos judiciais, o poder de dissolver a Câmara dos Deputados e invocar novas eleições, o poder de apontar os senadores vitalícios, e o poder de demitir os ministros - porém ele não poderia governar, fazer política, ou administrar diretamente, já que esses são os poderes dos ministros responsáveis.

Eventualmente, essa teoria foi literalmente aplicada em Portugal (1826) e no Brasil (1824), onde o Rei/Imperador foi dado explicitamente o "Poder Moderador" em vez do Poder Executivo (no Brasil porém o Imperador manteve o controle do Poder Executivo até 1847, quando da criação do presidente do conselho de ministros que tornou a figura do Imperador detentora somente do poder de moderação). Em outros locais (por exemplo, o estatuto de 1848 do Reino da Sardenha, no qual posteriormente se tornou a base da constituição italiana de 1861 - Costituzione Italiana de 1861) o poder executivo foi notoriamente investido no Monarca, porém exercido somente pelos ministros responsáveis.

Outras preocupações de Constant incluíram um "novo tipo de federalismo" - um sério atentado para descentralizar o governo francês pela devolução dos poderes a conselhos municipais eleitos. Essa proposta frutificou em 1831, quando conselhos municipais eleitos (mesmo com uma pequena parcela de votantes) foram criados.

A importância dos escritos de Constant sobre a Liberdade dos Antigos dominou um entendimento no seu trabalho. Constant não foi, porém, nenhum proponente do libertarismo radical. Seu vasto acervo escrito literário e cultural (mais importante a novela Adolphe e suas extensivas histórias de religião) enfatizou a importância do suicídio e acalorou as emoções humanas como a base para a vida social. Desta forma, em quanto ele suplicava por liberdade individual como força vital para o desenvolvimento da moral individual e apropriado para a modernidade, ele sentiu que o egoísmo e o interesse próprio eram insuficientes como parte da verdadeira definição de liberdade individual.Autenticagem emocional e parcerismo eram essenciais. Nisso, seu pensamento moral e religioso foi fortemente influenciado pelos escritos de moralidade de Jean-Jacques Rousseau e pensadores alemães, como Immanuel Kant, de quem ele leu para preparar sua história religiosa.

No século XX, outro defensor do liberalismo político, Isaiah Berlin, adaptou a terminologia constantiana para "liberdade negativa" ("liberdade de" ou "liberdade para") e "liberdade positiva" ("liberdade em").

Escreveu também entre 1822 e 1824 "Commentaire sur l'ouvrage de Filangieri", comentário à obra do filósofo italiano Gaetano Filangieri.

BRASILEIRÃO - 3Oª.RODADA

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GRANDE RESULTADO DO FLA
QUE FOI GANHAR A SÃO
PAULO AO LÍDER PALMEIRAS

São Paulo 0-1 Atlético-MG
Palmeiras 0-2 Flamengo
Barueri 0-0 Santos
Atlético-PR 3-0 Santo André
Grêmio 2-0 Coritiba
Fluminense 2-2 Internacional
Vitória 3-1 Náutico
Sport 2-0 Corinthians
Cruzeiro 1-0 Botafogo
Avaí 2-1 Goiás


1 Palmeiras 54
2 Atlético-MG 50
3 Internacional 49
4 São Paulo 49
5 Flamengo 48
6 Goiás 46
7 Cruzeiro 45
8 Grêmio 44
9 Vitória 44
10 Avaí 43
11 Corinthians 42
12 Barueri 41
13 Santos 41
14 Atlético-PR 39
15 Coritiba 34
16 Botafogo 32
17 Santo André 29
18 Náutico 29
19 Sport 28
20 Fluminense 26




PALMEIRAS,0 FLAMENGO,2

Com espetáculo de Petkovic, Fla vence Palmeiras e já sonha com título

No encontro entre Diego Souza e Adriano, apontados como melhores jogadores do Campeonato Brasileiro, brilhou a estrela do meia Petkovic na tarde deste domingo. No gramado do Estádio Palestra Itália, diante de mais de 26 mil torcedores alviverdes, o sérvio freou a empolgação dos líderes ao marcar duas vezes na vitória do Flamengo por 2 a 0, selar a reação rubro-negra no torneio e decretar a primeira derrota do Palmeiras na condição de mandante, deixando a disputa pelo título ainda mais aberta.


PALMEIRAS 0 x 2 FLAMENGO

Gols
FLAMENGO: Petkovic, aos 24min do 1º tempo e aos 16min do 2º tempo

PALMEIRAS
4-4-2
Marcos; Wendel, Maurício, Danilo e Armero; Edmílson, Souza (Marquinhos), Cleiton Xavier e Diego Souza (ex-benfica); Robert (Ortigoza) e Vágner Love; técnico: Muricy Ramalho

FLAMENGO
4-4-2
Bruno; Léo Moura, Aírton, Ronaldo Angelim e Juan; Maldonado, Willians, Toró (Fierro) e Petkovic (Welinton); Zé Roberto (Lenon) e Adriano; técnico: Andrade

sexta-feira, outubro 16, 2009

preliminares

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Eu admito que sempre tive um tremendo desejo na vizinha do meu prédio e
vivia pensando num jeito pra traçá-la. Um dia, conversando com o
marido dela, eu ouvi o cara dizer:
- Estou precisando pintar o meu apartamento, mas trabalho o dia
inteiro e chego cansado. Tentei contratar um pintor, mas o cara pediu
os olhos da cara.
Aí eu tive a idéia:
- Não seja por isso. Eu estou de férias e pintar paredes é o meu
hobby. Posso fazer o serviço, com prazer.
O morador, que não tinha outra alternativa, aceitou feliz o oferecimento.
Bom papo que sou, mal comecei a pintar o apartamento e logo consegui
levar a mulher pra cama. Só que não contava que o marido ia esquecer
os documentos em casa e voltar para pegá-los.
A mulher, ouvindo o marido abrir a porta da sala, correu para o banheiro.
Quando o marido chegou no quarto me encontrou peladão, em cima da
escada, dando umas pinceladas na parede. Aos berros, ele perguntou:
- O que é isso, cara? Começou pelo quarto?
Eu respondi:
- Ora, eu estou pintando de graça, começo por onde quiser.
- Mas nu?
- E você queria que eu manchasse a minha roupa de tinta?!!
- Mas de pau duro?
- E você queria que eu pendurasse o balde onde?

quinta-feira, outubro 15, 2009

FEIRA DE CASTRO VERDE 2009

A FEIRA DE CASTRO VERDE NO
BAIXO ALENTEJO, É UMA MANI-
FESTAÇÃO CULTURAL MUITO
IMPORTANTE NA TRADIÇÃO
ALENTEJANA



A Feira de Castro deste ano realiza-se este próximo fim de semana, dias 17 e 18.



"Feira de Castro Verde"
A feira de Castro é um momento único de tradição com vários séculos de existência, realizando-se sempre ao terceiro Domingo de Outubro, sendo esta considerada a maior feira do sul.
Em tempos, a feira durava quinze dias. Durante esta quinzena rumavam pessoas de vários pontos do país, atraídas pelo bulício e mostras de ruralidade.
Actualmente, tem a duração de três dias, sendo estes marcados pelos espectáculos musicais, modas alentejanas, canto a despique e baldão, e muitos outros negócios, nomeadamente de roupa e acessórios, não esquecendo os espaços de diversão que não passam despercebidos pela camada mais jovem.
Por estes dias a vila enche-se de cheiros e ciganos; não faltando também mesas repletas de castanhas, figos secos e nozes, bem como as farturas e churros.
Chegam ainda excursões, mas nada como antes, pois também a feira já perdeu alguma da tradição. O artesanato, que antigamente era a principal atracção, tem caído no esquecimento, ao longo do tempo. Mas uma coisa é certa, o que no fundo não mudou, com o passar do tempo, foi o convívio e o encontro entre velhos amigos.
Nos dias de hoje, as pessoas já não pensam na feira como algo necessário ao qual a presença é indispensável, vêem-na como um espaço social onde se misturam culturas, sabores e reencontros entre amigos e conhecidos.
A feira de Castro é assim uma das últimas feiras com maior tradição, ao qual não podemos ficar indiferentes, permitindo assim que tal tradição se mantenha com semelhante vivacidade durante muitos mais anos.

preliminares

.
Na cama, o marido se vira para a jovem esposa e pergunta:
- Querida, me diga que sou o primeiro homem da sua vida.
Ela olha para o babaca e responde:
- Pode ser... Sua cara não me é estranha...

quarta-feira, outubro 14, 2009

MUNDIAL 2010 - ZONA EUROPEIA

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PORTUGAL VENCEU MALTA
4-0 E CLASSIFICA-SE
PARA A REPESCAGAM



Portugal defrontará na repescagem para o Mundial da Africa do Sul:

UCRÂNIA
ou
IRLANDA
ou BOSNIA
ou
ESLOVÉNIA

Hoje marcou assim a Malta:

HISTÓRIA DO BRASIL -A GUERRA DO PARAGUAI 2

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GUERRA DO OARAGUAI - II PARTE


A primeira reação brasileira



A primeira reação brasileira foi enviar uma expedição para combater os invasores em Mato Grosso. A coluna de 2.780 homens comandados pelo coronel Manuel Pedro Drago saiu de Uberaba, em Minas Gerais, em abril de 1865, e só chegou a Coxim em dezembro do mesmo ano, após uma difícil marcha de mais de dois mil quilômetros através de quatro províncias do Império. Mas encontrou Coxim já abandonada pelo inimigo. O mesmo aconteceu em Miranda, onde chegou em setembro de 1866. Em janeiro de 1867, o coronel Carlos de Morais Camisão assumiu o comando da coluna, reduzida a 1.680 homens, e decidiu invadir o território paraguaio, onde penetrou até Laguna, em abril. Perseguida pela cavalaria inimiga, a coluna foi obrigada a recuar, ação que ficou conhecida como a retirada da Laguna.

Apesar dos esforços da coluna do coronel Camisão e da resistência organizada pelo presidente da província, que conseguiu libertar Corumbá em junho de 1867, a região invadida permaneceu sob o controle dos paraguaios. Só em abril de 1868 é que os invasores se retiraram, transferindo as tropas para o principal teatro de operações, no sul do Paraguai.

O Tratado da Tríplice Aliança

Cabo brasileiro desconhecido que pertencia ao 1° Batalhão de Voluntários da Pátria, infantaria pesada, 1865.No dia 1°. de maio de 1865, o Brasil, a Argentina e o Uruguai assinaram, em Buenos Aires, o Tratado da Tríplice Aliança, contra o Paraguai.

As forças militares da Tríplice Aliança eram, no início da guerra, francamente inferiores às do Paraguai, que contava com mais de 60 mil homens e uma esquadra de 23 vapores e cinco navios apropriados à navegação fluvial. Sua artilharia possuía cerca de 400 canhões.

As tropas reunidas do Brasil, da Argentina e do Uruguai, prontas a entrar em ação, não chegavam a 1/3 das paraguaias. A Argentina dispunha de aproximadamente 8 mil soldados e de uma esquadra de quatro vapores e uma goleta. O Uruguai entrou na guerra com menos de três mil homens e nenhuma unidade naval. Dos 18 mil soldados com que o Brasil podia contar, apenas 8 mil já se encontravam nas guarnições do sul. A vantagem dos brasileiros estava em sua marinha de guerra: 42 navios com 239 bocas de fogo e cerca de quatro mil homens bem treinados na tripulação. E grande parte da esquadra já se encontrava na bacia do Prata, onde havia atuado, sob o comando do Marquês de Tamandaré, na intervenção contra Aguirre.

Na verdade, o Brasil achava-se despreparado para entrar em uma guerra. Apesar de sua imensidão territorial e densidade populacional, o Brasil tinha um exército mal-organizado e muito pequeno. E, na verdade, tal situação era reflexo da organização escravista da sociedade, que, marginalizando a população livre não proprietária, dificultava a formação de um exército com senso de responsabilidade, disciplina e patriotismo. Além disso, o serviço militar era visto como um castigo sempre a ser evitado e o recrutamento era arbitrário e violento. As tropas utilizadas até então nas intervenções feitas no Prata eram constituídas basicamente pelos contingentes armados de chefes políticos gaúchos e por alguns efetivos da Guarda Nacional. Um reforço era, portanto, necessário. A infantaria brasileira que lutou na Guerra do Paraguai não era formada de soldados profissionais, mas pelos chamados Voluntários da Pátria, cidadãos que se apresentavam para lutar. Muitos eram escravos enviados por fazendeiros e negros alforriados. A cavalaria era formada pela Guarda Nacional do Rio Grande do Sul.

Segundo o Tratado da Tríplice Aliança, o comando supremo das tropas aliadas caberia a Bartolomeu Mitre, presidente da Argentina. E foi assim na primeira fase da guerra.

[editar] Os Aliados Temporariamente Recapturam Corrientes
Uma pequena força de 3.846 homens sob o comando do General Wenceslao Paunero observou a atividade do inimigo. Percebendo que os paraguaios haviam deixado Corrientes deficientemente protegida ao marcharem para a margem leste do rio, o General embarcou suas tropas argentinas, juntamente com 364 brasileiros e 500 mercenários europeus, na esquadra brasileira, subiu o Rio Paraná e, em 25 de maio (o feriado nacional argentino) recapturaram Corrientes após árdua luta.

López imediatamente mandou tropas para retomar a cidade, enquanto as tropas incursoras recuavam, tendo mantido Corriente por menos de 24 (vinte e quatro) horas. A vitória aliada, apesar de efêmera, serviu para levantar a moral. O ataque também demonstrou à López a vulnerabilidade das linhas de comunicação de seu exército invasor.

A Batalha do Riachuelo

Foi no setor naval que o Brasil, mais bem preparado, infligiu, logo no primeiro ano de guerra, uma pesada derrota aos paraguaios na batalha do Riachuelo.

Na bacia do rio da Prata as comunicações eram feitas pelos rios; quase não havia estradas. Quem controlasse os rios ganharia a guerra. Todas as fortalezas paraguaias tinham sido construídas nas margens do baixo curso (parte do rio perto de sua foz) do rio Paraguai.

Em 11 de junho de 1865, no rio Paraná, travou-se a Batalha Naval do Riachuelo, na qual a esquadra comandada pelo chefe-de-divisão Francisco Manuel Barroso da Silva derrotou a esquadra paraguaia, comandada por Pedro Inacio Meza, cortando as comunicações com o tenente-coronel paraguaio Antonio de la Cruz Estigarribia, que estava atacando o Rio Grande do Sul. A vitória do Riachuelo teve notável influência nos rumos da guerra: impediu a invasão da província argentina de Entre Ríos, destruiu o poderio naval paraguaio (tornando-se impossível a permanência dos paraguaios em território argentino) e cortou a marcha, até então triunfante, de López. Ela praticamente decidiu a guerra em favor da Tríplice Aliança, que passou a controlar, a partir de então, os rios da bacia platina até a entrada do Paraguai. Desse momento até a derrota final, o Paraguai teve de recorrer à guerra defensiva.

MUNDIAL 2010 - O BRASIL SÓ EMPATA COM A VENEZUELA

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O Brasil não conseguiu vencer a fraca Venezuela mas termina em 1º.lugar

BRASIL.0 VENEZUELA,0


BRASIL
4-4-2
Julio César; Maicon, Luisão, Miranda e Filipe (Alex); Gilberto Silva, Lucas, Ramires (Elano) e Kaká; Luís Fabiano (Diego Tardelli) e Nilmar; técnico: Dunga

VENEZUELA
4-4-2
Vega; Chacon, Vizcarrondo, Rey e Granados; Rincon (Seijas), Di Giorgi, Lucena e Arango (Fedor); Maldonado e Moreno (Rondon); técnico: César Farías


» Argentina vence e vai à Copa; Uruguai está na repescagem


» Chile comemora vaga com vitória sobre o Equador e ajuda Uruguai

1º Brasil* 34
2º Chile* 33
3º Paraguai* 33
4º Argentina* 28


5º Uruguai** 24
6º Equador 23
7º Colômbia 23
8º Venezuela 22
9º Bolívia 15
10º Peru 13

terça-feira, outubro 13, 2009

QUE VERGONHA MAITÊ

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COMO GRANDE ADMIRADOR DO BRASIL,
PELO QUAL SOU APAIXONADO, DAÍ
ESTE BLOG, SINTO IMENSA VERGONHA
DO COMPORTAMENTO EXECRÁVEL DUMA
PESSOA QUE TÃO ACARINHADA TEM SI-
DO EM PORTUGAL.


Pois bem, esta mulherzinha, que denota uma grande falta de carácter e um imenso desconhecimento do que é Portugal e ser português, produziu este nojento vídeo que está a enbergonhar os portugueses que gostam do Brasil.

Vejam este nojo:



Esta mulher estava decerto com os copos ou deve ter tido um desgosto de amôr com um namorado português ,se calhar.

Ela revela um grande desconhecimento da História de Portugal -Salazar não foi 20 anos ditador, foi 48, - os portugueses não cospem para as fontes - ela cospe, nós vimos no vídeo, em Portugal existem muitos bons técnicos informáticos, e Portugal é percursor da tecnologia informática das portagens de auto estradas na Europa e nos sistemas de check-in dos Aeroportos Internacionais, como os do Canadá, Emiratos Arabes, etc. A brincadeirinha que a Maitê fez no Hotel, com o porteiro, se calhar não tera sido com o mouse e o computador...

Felizmente a maioria dos brasileiros a residir em Portugal saberá transmitir aos seus amigos e familiares no Brasil a realidade, e a tal Maitê, se fosse uma mulher com principios, pediria desculpa aos portugueses, especialmente aos que gostam dela.
Eu continuo a gostar do Brasil e dos brasileiros, que não são cafagestes como a Maitê...

HISTÓRIA DO BRASIL - A GUERRA DO PARAGUAI -1

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Guerra do Paraguai


A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É também chamada Guerra da Tríplice Aliança (Guerra de la Triple Alianza) na Argentina e Uruguai e de Guerra Grande, no Paraguai.

O conflito iniciou-se quando o governo imperial brasileiro, com a concordância da Confederação Argentina, após um ultimato, interveio militarmente no Uruguai, a fim de consolidar sua posição hegemônica na região e impor um governo uruguaio colorado transigente com os fortes interesses dos criadores rio-grandenses no norte daquele país. A reação militar do Paraguai a essa intervenção gerou o desencadeamento da guerra.

O Paraguai, que antes da guerra atravessava uma fase marcada por grandes investimentos econômicos em áreas específicas, encontrava-se, então, sob a presidência de Francisco Solano López, que reagiu à interferência brasileira no Uruguai declarando guerra ao Brasil, já que a deposição do governo uruguaio autonomista "blanco" significava a hegemonia brasileira e argentina plena sobre o Prata, pondo fim nos fatos à autonomia nacional paraguaia, com o condicionamento da sua saída ao mar, através do rio Paraná.

Brasil, Argentina e Uruguai, aliados, derrotaram o Paraguai após mais de cinco anos de lutas durante os quais o Brasil enviou em torno de 150 mil homens à guerra. Cerca de 50 mil não voltaram — alguns autores asseveram que as mortes no caso do Brasil podem ter alcançado 60 mil se forem incluídos civis, principalmente nas então províncias do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso. Argentina e Uruguai sofreram perdas proporcionalmente pesadas — mais de 50% de suas tropas faleceram durante a guerra — apesar de, em números absolutos, serem menos significativas. Já as perdas humanas sofridas pelo Paraguai, são calculadas até em 300 mil pessoas, entre civis e militares, mortos em decorrência dos combates, das epidemias que se alastraram durante a guerra e da fome. Esses números são porém considerados excessivos, considerando-se que a população do país na época não chegaria possivelmente ao meio milhão de habitantes.

A derrota marcou uma reviravolta decisiva na história do Paraguai, tornando-o um dos países mais atrasados da América do Sul, devido ao seu decréscimo populacional, ocupação militar por quase dez anos, pagamento de pesada indenização de guerra, no caso do Brasil até a Segunda Guerra Mundial, e perda de praticamente 40% de seu território para o Brasil e Argentina. Após a Guerra, por décadas, o Paraguai manteve-se sob a hegemonia brasileira.

Foi o último de quatro conflitos armados internacionais que o Brasil lutou pela supremacia sul-americana. Tendo o primeiro sido a Guerra da Cisplatina, o segundo a Guerra do Prata, e o terceiro a Questão Uruguaiana. Juntas, integram o conjunto das Questões Platinas, na História das Relações Internacionais do Brasil.

Causas da guerra

Após o término da Guerra do Prata em 1852 com a vitória dos aliados (unitaristas argentinos, colorados uruguaios e Império do Brasil) sobre os federalistas argentinos e blancos uruguaios liderados por Juan Manoel Rosas, a região do Prata foi pacificada. Contudo, não tardou para que logo os rivalidades se acirrassem entre a Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai graças aos desentendimentos quanto às fronteiras entre os países, a liberdade de navegação dos rios platinos, as disputas pelo poder por parte das facções locais (federalistas e unitaristas na Argentina, e blancos e colorados no Uruguai) e rivalidades históricas de mais de três séculos.[1][2][3][4][5] O historiador Francisco Doratioto conclui:

“ A Guerra do Paraguai foi fruto das contradições platinas, tendo como razão última a consolidação dos Estados nacionais na região. Essas contradições se cristalizaram em torno da Guerra Civil uruguaia, iniciada com o apoio do governo argentino aos sublevados, na qual o Brasil interveio e o Paraguai também. Contudo, isso não significa que o conflito fosse a única saída para o difícil quadro regional. A guerra era umas das opções possíveis, que acabou por se concretizar, uma vez que interessava a todos os Estados envolvidos. Seus governantes, tendo por bases informações parciais ou falsas do contexto platino e do inimigo em potencial, anteviram um conflito rápido, no qual seus objetivos seriam alcançados com o menor custo possível. Aqui não há ‘bandidos’ ou ‘mocinhos’, como quer o revisionismo infantil, mas sim interesses. A guerra era vista por diferentes ópticas: para Solano López era a oportunidade de colocar seu país como potência regional e ter acesso ao mar pelo porto de Montevidéu, graças a aliança com os blancos uruguaios e os federalistas argentinos, representados por Urquiza; para Bartolomeu Mitre era a forma de consolidar o Estado centralizado argentino, eliminando os apoios externos aos federalistas, proporcionando pelos blancos e por Solano López; para os blancos, o apoio militar paraguaio contra argentinos e brasileiros viabilizaria impedir que seus dois vizinhos continuassem a intervir no Uruguai; para o Império, a guerra contra o Paraguai não era esperada, nem desejada, mas, iniciada, pensou-se que a vitória brasileira seria rápida e poria fim ao litígio fronteiriço entre os dois países e às ameaças à livre navegação, e permitira depor Solano López. ”
“ Dos erros de análise dos homens de Estado envolvidos nesses acontecimentos, o que maior conseqüência teve foi o de Solano López, pois seu país viu-se arrasado materialmente no final da guerra. E, recorde-se, foi ele o agressor, ao iniciar a guerra contra o Brasil e, em seguida, com a Argentina.[6] ”

A Guerra do Paraguai (1864-1870)
Em represália à intervenção no Uruguai, no dia 11 de Novembro de 1864, Francisco Solano López ordenou que fosse apreendido o navio brasileiro Marquês de Olinda. No dia seguinte, o navio a vapor paraguaio Tacuari apresou o navio brasileiro, que subia o rio Paraguai rumo à então Província de Mato Grosso, levando a bordo o coronel Frederico Carneiro de Campos, recém-nomeado presidente daquela província e o médico Antônio Antunes da Luz, entre outros. A tripulação e passageiros foi feita prisioneira e enviada à prisão, onde todos, sem exceção, sucumbiram à fome e aos maus tratos.

Sem perda de tempo, as relações com o Brasil foram rompidas e já no mês de dezembro o sul de Mato Grosso, atual Mato Grosso do Sul, foi invadido, antes mesmo de qualquer declaração formal de guerra ao Brasil, que só foi feita no dia 13 de Dezembro. Três meses mais tarde, em 18 de Março de 1865, López declarou guerra à Argentina, que exigia neutralidade no conflito e não permitira que os exércitos paraguaios atravessassem seu território para combater no Uruguai e invadir o sul do Brasil. Quando as notícias dos acontecimentos começavam a chegar a Dom Pedro II e seu ministério no Rio de Janeiro, capital do Império, em março de 1865 as tropas de Solano López penetraram em Corrientes (Argentina), visando o Rio Grande do Sul e o Uruguai, onde esperavam encontrar apoio dos blancos. O Uruguai, já então governado por Venâncio Flores, instalado pelo Governo Imperial brasileiro, solidarizou-se com o Brasil e a Argentina.

Primeira fase: ofensiva paraguaia (1864-1865)
Invasão das províncias do Mato Grosso, Corrientes e Rio Grande do Sul

Francisco Solano López, ditador do Paraguai.Durante a primeira fase da guerra (1864-1865) a iniciativa esteve com os paraguaios. Os exércitos de López definiram as três frentes de batalha iniciais invadindo Mato Grosso, em dezembro de 1864, e, nos primeiros meses de 1865, o Rio Grande do Sul e a província argentina de Corrientes. Atacando, quase ao mesmo tempo, no norte (Mato Grosso) e no sul (Rio Grande e Corrientes), os paraguaios estabeleceram dois teatros de operações.

A invasão de Mato Grosso foi feita ao mesmo tempo por dois corpos de tropas paraguaias. A província achava-se quase desguarnecida militarmente, e a superioridade numérica dos invasores permitiu-lhes realizar uma campanha rápida e bem-sucedida.

Um destacamento de cinco mil homens, transportados em dez navios e comandados pelo coronel Vicente Barros, subiu o rio Paraguai e atacou o Forte de Nova Coimbra. A guarnição de 155 homens resistiu durante três dias, sob o comando do tenente-coronel Hermenegildo de Albuquerque Porto Carrero, depois barão de Forte de Coimbra. Quando as munições se esgotaram, os defensores abandonaram a fortaleza e se retiraram, rio acima, a bordo da canhoneira Anhambaí, em direção a Corumbá. Depois de ocupar o forte já vazio, os paraguaios avançaram rumo ao norte, tomando, em janeiro de 1865, as cidades de Albuquerque e de Corumbá.

A segunda coluna paraguaia, comandada pelo coronel Francisco Isidoro Resquin e integrada por quatro mil homens, penetrou, por terra, em uma região mais ao sul de Mato Grosso, e logo enviou um destacamento para atacar a colônia militar fronteiriça de Dourados. O cerco, dirigido pelo major Martín Urbieta; encontrou brava resistência por parte do tenente Antônio João Ribeiro, atualmente patrono do Quadro Auxiliar de Oficiais, e de seus 16 companheiros, que morreram sem se render (29 de dezembro de 1864). Os invasores prosseguiram até Nioaque e Miranda, derrotando as tropas do coronel José Dias da Silva. Enviaram em seguida um destacamento até Coxim, tomada em abril de 1865.


As vestimentas dos militares paraguaios eram precárias e praticamente todos andavam descalços.As forças paraguaias, apesar das vitórias obtidas, não continuaram sua marcha até Cuiabá, a capital da província, onde o ataque inclusive era esperado — João Manuel Leverger havia fortificado o acampamento de Melgaço para proteger Cuiabá. O principal objetivo da invasão de Mato Grosso foi distrair a atenção do governo brasileiro para o norte do Paraguai, quando a decisão da guerra se daria no sul (região mais próxima do estuário do Prata). É o que se chama de uma manobra diversionista, destinada a iludir o inimigo.

A invasão de Corrientes e do Rio Grande do Sul foi a segunda etapa da ofensiva paraguaia. Para levar apoio aos blancos, no Uruguai, as forças paraguaias tinham que atravessar território argentino. Em março de 1865, López pediu ao governo argentino autorização para que o exército comandado pelo general Venceslau Robles, com cerca de 25 mil homens, atravessasse a província de Corrientes. O presidente Bartolomeu Mitre, aliado do Brasil na intervenção no Uruguai, negou-lhe a permissão. Em resposta a esta negativa, no dia 18 de março de 1865, o Paraguai declarou guerra à Argentina.

Na sexta-feira de 13 de abril de 1865, uma esquadra paraguaia de 5 (cinco) belonaves, descendo o rio Paraná, aprisionou navios argentinos no porto fluvial de Corrientes. Em seguida, as tropas do general Robles tomaram a cidade. Ao invadir Corrientes, López pensava obter o apoio do poderoso caudilho argentino General Justo José de Urquiza, governador das províncias de Corrientes e Entre Ríos, chefe federalista hostil a Mitre e ao governo de Buenos Aires. A invasão da Argentina por López, entretanto, teve efeito oposto. Urquíza e outros federalistas argentinos simpatizavam com os blancos uruguaios. O assassinato do General blanco Leandro Gómez pelos Colorados após a sua heróica defesa de Payssandú do ataque dos brasileiros e colorados em janeiro de 1865 causou ressentimentos nos federalistas argentinos. As ações de López deram aos federalistas argentinos apenas 2 (duas) opções: lutar contra o invasor ou continuar neutros. Urquíza, inicialmente, prometeu lutar contra López. A atitude ambígua assumida por Urquiza, entretanto, manteve estacionadas as tropas paraguaias, que avançaram posteriormente cerca de 200 km em direção ao sul, mas terminaram por perder a ofensiva.

Em ação conjugada com as forças de Robles, uma tropa de dez mil homens sob as ordens do tenente-coronel Antônio de la Cruz Estigarribia cruzou a fronteira argentina ao sul de Encarnación, em maio de 1865, dirigindo-se para o Rio Grande do Sul. Atravessou-o no rio Uruguai na altura da vila de São Borja e a tomou em 12 de junho. Uruguaiana, mais ao sul, foi tomada em 5 de agosto sem apresentar qualquer resistência significativa ao avanço paraguaio.

domingo, outubro 11, 2009

SEGUNDONA - seguindo VASCO e PORTUGUESA

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VASCO E PORTUGUESA
EMPATARAM, E O VASCO
VÊ REDUZIDO A 1 PONTO
O SEU AVANÇO

6/10 21h Papa João Paulo II Portuguesa 1 x 1 São Caetano
10/10 16h10 Moisés Lucarelli Ponte Preta 1 x 1 Vasco

PONTE PRETA,1 VASCO,1

O Vasco, que lidera a Série B desde a 19ª rodada, chegou a três jogos sem vencer, depois de perder do Figueirense em São Januário e empatar fora de casa com o Bragantino. A Ponte ainda está longe do grupo de acesso, a dez pontos do quarto colocado Atlético-GO.

Ponte Preta
4-4-2
Gílson; Dedé, Dezinho, Jean e Vicente; Deda, Danilo Portugal, Tinga (Marrom) e Fabiano Gadelha; Evando (Willian Favoni) e Danilo Neco (Lins)
Técnico: Wanderley Paiva

Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Fernando, Gian e Pará; Amaral (Alan), Nílton, Fumagalli e Carlos Alberto; Rodrigo Pimpão (Elton) e Aloísio
Técnico: Dorival Júnior



CLASSIFICAÇÃO

1º Vasco 57
2º Guarani 56
3º Ceará 53
4º Atlético-GO 50
5º Figueirense 48
6º Portuguesa 45
...
19º Campinense 30
América-RN 30

sábado, outubro 10, 2009

preliminares

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Um turista hospeda-se num hotel, algures no Brasil...
Como fazia muito calor, resolve ir até ao bar.
Senta-se numa mesa e pede um whisky.

Logo o barman coloca na sua frente um copo enorme.
- Que loucura, dá p'ra nadar aqui dentro! Porque é tão grande?
- É que aqui na cidade tudo é grande e exagerado.
Respondeu o empregado.
- Que maravilha!
E, rapidamente, bebeu tudo.

- Pode trazer outro!
Lá veio o barman com mais um canecão.
- Aqui tudo é grande, que desbunda imensa!
E emborcou p'ra dentro, de novo.

Figurão, já torto, ri à toa, feliz da vida, e diz:
- OOiiiiiiiiiiiiiii, onde ffffica a casa de banho?
- No final daquele corredor, à direita.

O homem levanta-se e, cambaleando, segue na direcção indicada,
mas no final do corredor, confunde-se e vira à esquerda.
Dá de caras com a piscina do hotel, e começa a rir mais ainda:
- Não é pozzzzzzzível, aqui é grande mesmo! Olha-me sssssó essssssste mijadeiro enorme!!!!
E começa a urinar, feliz da vida.
Com o corpo balançando por causa da bebedeira, o coitado cai na piscina
e começa a gritar desesperado: - Socorro! Socorro!!!! Não puxem o autoclismo!

sexta-feira, outubro 09, 2009

actualidade

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preliminares

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No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida.
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo ao marido.
Os dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela a fazer sexo.
Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais.
Depois da terceira vez, ela quer de novo. E o marido:
- Ah, Maria, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã. Tu não!!!

quarta-feira, outubro 07, 2009

PENSAMENTO DO DIA

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«A melhor forma de assaltar um banco é geri-lo»

a 7 de Outubro de 1934, deu-se a REVOADA DAS GALINHAS VERDES

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OU A BATALHA DA PRAÇA
DA SÉ,EM SÃO PAULO

Revoada dos galinhas-verdes

OS INTEGRALISTAS "GALINHAS VERDES"

Revoada dos galinhas-verdes foi o nome pelo qual ficou conhecido o confronto armado que teve lugar na Praça da Sé, em São Paulo, em 7 de Outubro de 1934. Nesse confronto anarquistas, comunistas, sindicalistas e trotsquistas, organizados na Frente Única Antifascista, se posicionaram contra a realização da marcha dos cinco mil organizada pela Ação Integralista, organização que congregava correntes nacionalistas e fascistas, dirigida por Plínio Salgado.

Também conhecida como Batalha da praça da Sé, nesse confronto armado morreram pelo menos seis guardas civis, o militante da juventude comunista, Décio Pinto de Oliveira, estudante da Faculdade de Direito de São Paulo, Largo de São Francisco. Décio foi alvejado na cabeça enquanto discursava. Ele passou a ser o símbolo do movimento antifascista brasileiro daqueles anos. Também ferido foi o então jornalista Mário Pedrosa, enquanto ajudava um militante comunista também atingido. Pelo lado dos integralistas, morreram dois operários que integravam o movimento.

A nomenclatura "Revoada dos galinhas-verdes" se deve ao seu desfecho onde integralistas, que usavam camisas verdes, correram amedrontados para todos os lados, deixando ao chão suas camisas. Este ato foi um grande responsável pela desarticulação da Ação Integralista Brasileira, que a partir deste espisódio começou a perder força em todo país, culminado com seu fechamento após a decretação do Estado Novo por Getúlio Vargas.

Testemunhos
Lélia Abramo, atriz e militante comunista italo-brasileira que participou de momentos importantes da vida politica do Brasil como a fundação do PT e as lutas das Diretas Já, relata a sua versão do acontecimento: "Enfrentamos, com armas nas mãos ou sem elas, a organização fascista integralista, comandada por Plínio Salgado. Os integralistas estavam todos fardados, bem armados, enquadrados e prontos para uma demonstração de força, protegidos pelas instituições político-militares getulistas e dispostos a tomar o poder. Nós, espalhados ao longo da praça e nas ruas adjacentes, esperamos pacientemente que desfilassem primeiro as crianças, também fardadas, e as mulheres integralistas. Depois disso, quando os asseclas de Plínio iniciaram seu desfile, nós todos avançamos e começou a luta aberta. (pg. 54)"

Miguel Reale professor doutor em direito, jurista e escritor brasileiro, autor da Teoria Tridimensional do Direito, um dos responsáveis pela elaboração do Código Civil Brasileiro de 2002, que na sua juventude participou da Ação Integralista Brasileira escreveu, em um artigo, no ano de 2004, a sua versão sobre o acontecimento. Infelizmente, quando se trata de um movimento político da chamada “Direita”, há tendência no sentido de denegri-la, enquanto que à “Esquerda” tudo se perdoa, esquecendo-se os genocídios perpetrados por Stalin, e os atos violentos dos brasileiros que, sob a bandeira comunista de Luis Carlos Prestes, tentaram ganhar o poder, como o fizeram em 1934, na praça da Sé, quando, do alto do antigo Edifício Santa Helena fuzilaram a milícia integralista que, desarmada, vestia pela primeira vez a camisa verde, com a morte de dois operários. Sobre esses homicídios nem sequer foi instaurado inquérito policial. Artigo de 28/08/2004, Integralismo Revisitado.

Goffredo da Silva Telles Júnior, professor de Direito do Largo São Francisco, um dos autores da Carta Aos Brasileiros durante o regime militar, que em sua juventude participou da Ação Integralista Brasileira, em entrevista concedida à Eugênio Bucci, da revista Teoria e Debate, em 1990, também relatou a sua versão sobre o acontecimento: (...)não houve enfrentamento nenhum. O que houve foi uma repressão policial a uma manifestação de operários e estudantes. Foi uma tristeza. Operários morreram. Uma bala da polícia atingiu Mário Pedrosa (...) assisti a tudo. Eu era um estudante da Faculdade de Direito. Tinha dezenove anos de idade nessa ocasião (...) A manifestação era de operários e estudantes. Naquele tempo, ninguém andava armado (...) Página pessoal do Prof. Goffredo Telles Junior.

A atuação da Frente Única anti-fascista na manifestação
A mídia independente registra sua versão dos fatos: (...) Os antifascistas sabendo do comício Integralista, marcaram um contra comício ou contra manifestação para o mesmo dia e local (...) Os grupos antifascistas se distribuíram nas intermediações da Praça da Sé, os principais pontos eram o Largo João Meneses, o pátio do convento do Carmo, no início da Avenida Rangel Pestana, o largo de são Bento e a Praça Ramos de Azevedo; calculam que os Camisas Verdes deviam ser mais de três ou quatro mil, assim como era grande o contingente de integralistas que desembarcavam de trem vindos de cidades do interior como: Bauru, Jaú, Sorocaba, Campinas, Santos e outras.

A Praça da Sé contava com 400 homens dos bombeiros e da cavalaria da polícia, havia também a guarda civil armada, logo as ruas que davam acesso à Praça da Sé estavam policiadas (...) Iniciam sua manifestação enviando inicialmente moças e crianças uniformizadas com bandeiras com o sigma e se dirigem para as escadas da Catedral da Sé, onde já se encontram alguns integralistas. São recebidos com gritos e vaias (...) Alguns integralistas buscam reagir, e começa um princípio de tumulto com alguns tapas e safanões, logo acontecem alguns tiros sem que saiba de onde vem. Cerca de dez minutos depois o grosso das formações integralistas entram na praça ao som de seu hino oficial e dando anauês (saudação integralista tal qual Heil Hitler).

Uma rajada de tiros é disparada acertando em cheio a três guardas civis, há versões de que esse disparo fora intencional ou acidental, para os antifascistas e para a população presente, que não sabiam da acidentalidade ou não dos disparos, seus autores eram os integralistas. (...) Após 10 ou 15 minutos dessa confusão, os integralistas refeitos do pânico dos disparos começam a lotar as escadarias da catedral, esse foi o inicio da contra-manifestação, algumas breves palavras foram pronunciadas contra a manifestação: "Companheiros antifascistas, viemos a praça para não permitir que o fascismo tome conte da rua e dos nossos destinos... logo após esse pronunciamento começou um intenso tiroteio, por todos os lados. (...) Nos dias seguintes são recolhidas camisas verdes abandonadas.

[editar] União de várias correntes do movimento operário contra o integralismo
Um dos líderes do movimento foi o histórico militante anarquista Edgard Leuenroth, que protestava em meio ao tiroteio. Como afirmou Eduardo Maffei: "Nesse momento estavam de mãos dadas, trabalhadores, intelectuais e estudantes, stalinistas, anarquistas e trotskistas".

Outro participante desta manifestação foi o militante libertário Jaime Cubero que assim descreve sua visão deste enfrentamento:


Quando os fascistas chegaram, todos de camisas verdes (na Itália eram os camisas pretas), começaram a concentrar-se esperando 500 mil pessoas que não chegaram a tantas, colocando na frente da marcha mulheres e crianças por pensarem que ninguém dispararia contra mulheres e crianças. Os anarquistas esperaram que mulheres e crianças passassem e depois… (...) um dos companheiros - Simão Rodovich havia percebido metralhadoras que estavam prontas a disparar sobre os operários, ele toma conta de uma delas e começa então um tiroteio enorme. Morreram 6 pessoas, muitas delas ficaram feridas e algumas morrendo depois devido aos ferimentos, mas o que é de salientar é que houve uma debandada enorme, a passeata dos fascistas abortou. Isto para demonstrar que o movimento anarquista não morreu, a manifestação de 1934 demonstra que ele estava bem vivo".

Cubero também descreve sua visão da composição da manifestação.
Havia uma revista do Partido Comunista da época, "Divulgação Marxista", que era suspeita quando dava dados. O Partido Comunista não chegava na altura a ter 1000 filiados no partido, contudo chegaram quase a dizer que tinham sido eles a enfrentar os integralistas. Irônico não é? Em contrapartida a Federação Operária de São Paulo (organização eminentemente anarcossindicalista) tinha mais de 80 sindicatos que não pertenciam ao Estado.

Sobre o enfrentamento armado, Augusto Buonicore conta que
Um grupo de choque integralista, com apoio da polícia, sustentou cerca de quatro horas de pesado tiroteio. Entre os militantes que resistiam de armas nas mãos as jovens Lélia Abramo trotskista e a militante comunista Luisa Marcelino Branco. Entretanto a própria Lélia, em suas memórias, afirma não ter portado armas naquele ato

terça-feira, outubro 06, 2009

BRASILEIRÃO - 27ª.RODADA

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PALMEIRAS VENDE DE NOVO
E CONTINUA COM 5 PONTOS
DE VANTAGEM.
NO CLASSICO FLA-FLU DEU
VITÓRIA DO FLA 2-0

30/9 21h50 Aflitos Náutico 1 x 2 São Paulo
3/10 18h30 Pacaembu Corinthians 1 x 3 Atlético-PR
3/10 18h30 Bruno J. Daniel Santo André 1 x 0 Vitória
3/10 18h30 Mineirão Atlético-MG 2 x 1 Barueri
4/10 16h Vila Belmiro Santos 1 x 3 Palmeiras
4/10 16h Olímpico Grêmio 3 x 3 Sport
4/10 16h Serra Dourada Goiás 1 x 3 Botafogo
4/10 18h30 Maracanã Flamengo 2 x 0 Fluminense
4/10 18h30 Couto Pereira Coritiba 2 x 0 Internacional
4/10 18h30 Ressacada Avaí 2 x 2 Cruzeiro

SANTOS,1 PALMEIRAS,3

DIEGO SOUZA (EX-BENFICA) COMANDA O PALMEIRAS PARA A VITÓRIA E PARA O TÍTULO

FLA,2 FLU,0


CLASIFICAÇÃO

1º Palmeiras 53
2º São Paulo 48
3º Atlético-MG 47
4º Goiás 45
5º Internacional 44
6º Flamengo 41
7º Grêmio 40
8º Vitória 39
9º Avaí 38
10º Corinthians 38
11º Cruzeiro 36
12º Barueri 36
13º Santos 36
14º Atlético-PR 34
15º Coritiba 33
16º Santo André 28
17º Botafogo 28
18º Náutico 26
19º Sport 24
20º Fluminense 21

ACTUALIZAÇÃO DO DICIONÁRIO

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actualizações, perdão, digo atualizações...ao dicionário de lingua Portuguesa:

Testículo: Texto pequeno

Abismado: Sujeito que caiu de um abismo

Pressupor: Colocar preço em alguma coisa

Biscoito: Fazer sexo duas vezes

Coitado: Pessoa vítima de coito

Padrão: Padre muito alto

Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo

Democracia: Sistema de governo do inferno

Barracão: Proíbe a entrada de caninos

Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas

Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas

Detergente: Acto de prender seres humanos

Eficiência: Estudo das propriedades da letra F

Conversão: Conversa prolongada

Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas
muito inteligentes

Expedidor: Mendigo que mudou de classe social

Luz solar: Sapato que emite luz por baixo

Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton

Tripulante: Especialista em salto triplo

Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios

Aspirado: Carta de baralho completamente maluca

Assaltante: Um 'A' que salta

Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse

Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho

Coordenada: Que não tem cor

Presidiário: Aquele que é preso diariamente

Ratificar: Tornar-se um rato

Violentamente: Viu com lentidão

domingo, outubro 04, 2009

liga portuguesa

.
O PORTO VENCEU EM OLHÃO
E IGUALOU O BENFICA ,
O SPORTING EMPATOU COM
O BELENENSES E FICOU
10 pontos DO LÍDER O
BRAGA QUE VENCEU O SEU
7º.JOGO CONSECUTIVO.
oO BENFICA CONTINUA IM-
PARÁVEL - 3-1 AO PAÇOS
FERREIRA

GRANDE GOLO DE CARLOS MARTINS DO BENFICA

SPORTING, 0 BELENENSES,0
OLHANENSE,O PORTO, 3
BRAGA, 2 SETUBAL,0
P.FERREIRA, 1 BENFICA,3



CLASSIFICAÇÃO
1 Sp. Braga 21
2 Benfica 19
3 FC Porto 16
4 Sporting 11
5 Rio Ave 10
6 Marítimo 8
7 LeixõES 7
8 U. Leiria 7
9 P. Ferreira
10 Naval 7
11 V. Guimarães 6
12 Olhanense 6
13 Belenenses 6
14 Nacional 5
15 V. Setúbal 4
16 Académica 3


SPORTING-BELENENSES--0-0

O SPORTING VOLTOU A FAZER
PÉSSIMA EXIBIÇÃO E EMPATA
COM O BELENENSES




Equipas:

Sporting: Rui Patrício, Abel, Daniel Carriço, Tonel, Grimi, Adrien, Ângulo (Pereirinha, 57), Vukcevic (Yannick Djaló, 57), João Moutinho, Hélder Postiga (Caicedo, 66) e Liedson.
(Suplentes: Ricardo Baptista, Pedro Silva, Saleiro, Caicedo, Yannick Djaló, Pereirinha e Nuno Reis).

Belenenses: Nelson, Mano, Beto, Diakité, Tiago Gomes (Gabriel Gomez, 14), Celestino, Zé Pedro, Barge, Fredy (Fellipe Bastos, 85), Lima e Yontcha (Fredy Adu, 65).
(Suplentes: Bruno Vale, Gabriel Gomez, Rodrigo Arroz, Igor, Fellipe Bastos, Adu e Cândido Costa).

a 4 de SETEMBRO NASCEU PRUDENTE DE MORAIS

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Prudente de Morais


3° Presidente do Brasil
Mandato
15 de Novembro de 1894 até
15 de Novembro de 1898
Vice-presidente Manuel Vitorino Pereira
Precedido por Floriano Peixoto
Sucedido por Campos Sales


Prudente José de Morais e Barros[1] (Itu, 4 de outubro de 1841 — Piracicaba, 13 de dezembro de 1902) foi um político brasileiro, primeiro governador do estado de São Paulo (1889-1890), senador, presidente da Assembléia Nacional Constituinte de 1891, terceiro presidente do Brasil e primeiro político civil a assumir este cargo.

Prudente de Morais representava a ascensão da oligarquia cafeicultora e dos políticos civis ao poder nacional, após um período de domínio do poder executivo por parte dos militares, no qual essa oligarquia mantinha-se dominando apenas o poder Legislativo.

Formação e início da carreira
Prudente de Morais nasceu nos arredores de Itu (São Paulo), em 4 de outubro de 1841. Com menos de três anos perdeu o pai, comerciante de animais, assassinado por um escravo. Após o segundo casamento da sua mãe, passou a residir no município, onde concluiu o curso primário. Graduou-se em direito na Faculdade de Direito de São Paulo em 1863 e, no mesmo ano, transferiu-se para Piracicaba, onde exerceu advocacia durante dois anos, e, em 1865, começou sua carreira política.

No Império, pertenceu primeiro ao Partido Liberal, monarquista. Foi eleito vereador, em 1865, presidindo a Câmara Municipal de Piracicaba.

Em 1870, transferiu-se para o Partido Republicano Paulista (PRP), declarando-se republicano, tendência que representou na Assembléia Provincial.

Foi deputado provincial em São Paulo e deputado à Assembléia Geral do Império, defendendo, além da forma republicana de governo, o abolicionismo e o federalismo. Como deputado provincial trabalhou na complexa questão das divisas de São Paulo com Minas Gerais, tema no qual era especialista.

No início da república
Proclamada a república, foi nomeado por Deodoro da Fonseca chefe da junta governativa que governou São Paulo de 16 de novembro a 14 de dezembro de 1889, nomeado em seguida governador, permanecendo no cargo até 18 de outubro de 1890, quando renunciou para assumir uma cadeira no senado.

No governo de São Paulo, reorganizou e modernizou a administração, especialmente o tesouro e o Arquivo do Tesouro, ampliou Força Pública, sendo que a transição para a república em São Paulo, com a nomeação de novos administradores, secretários e intendentes municipais ocorreu em tranquilidade. Reorganizou a Escola Normal, que deu origem ao Colégio Caetano de Campos.

Chegou a ser vice-presidente do Senado, e presidiu a Assembléia Constituinte de 1890-1891. Elaborada a Constituição, disputou com Deodoro da Fonseca a presidência da república, sendo derrotado.


Prudente de Morais (no centro) preside a Constituinte republicana, óleo de Aurélio de Figueiredo (Museu da República, Rio de Janeiro).Após a derrota para Deodoro, eleito indiretamente com 129 votos contra 97, Prudente de Morais presidiu o Senado até o fim do seu mandato.

Na presidência da República
Na disputa pela sucessão de Floriano Peixoto, que chegara à presidência devido ao golpe de 23 de novembro de 1891, candidatou-se pelo Partido Republicano Federal (PRF), fundado pelo paulista Francisco Glicério em 1893. Vence as eleições presidenciais de 1 de março de 1894 e toma posse no dia 15 de novembro daquele ano, tornando-se o primeiro presidente do Brasil a ser eleito pelo voto direto e o primeiro presidente civil do Brasil. Prudente teve 276.583 votos contra 38.291 de seu principal competidor Afonso Pena, em uma eleição que teve mais 29 políticos que foram votados. Seu vice presidente foi o médico Manuel Vitorino Pereira[1] A sua eleição marcou a chegada ao poder da oligarquia cafeeira paulista em substituição aos setores militares.

Os quatro anos de governo de Prudente de Morais foram agitados, tanto por problemas político-partidários (a perda do apoio do Partido Republicano Federal) como pela oposição dos setores florianistas e pela continuação, no Rio Grande do Sul, da Revolta Federalista (1893-1895).

Prudente de Morais dedicou todos os seus esforços à pacificação das facções, que tinham em seus extremos os defensores do governo forte de Floriano e os partidários da monarquia. Durante seu governo, abandonou uma a uma as medidas inovadoras de Floriano Peixoto. Essa cautela de Prudente foi necessária, já que os florianistas ainda tinham uma certa força, principalmente no Exército. Além disso, o vice-presidente estava ligado às idéias de Floriano. Prudente de Morais imprime uma direção ao governo que atende mais aos cafeicultores e afasta os militares da política.


Caricatura de Prudente de Morais ilustrando um presidente sempre em apuros, com o mandato pendendo por um fio.No início do seu governo consegue pacificar a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul, assinando a paz com os rebeldes, que receberam anistia.

Em 1896, enfrentou a questão diplomática envolvendo os ingleses, que acharam por bem tomar posse da Ilha da Trindade em 1895, e a revolta da Escola Militar. Fez então valer sua autoridade: fechou a escola e o clube militar. A questão diplomática foi resolvida favoravelmente ao Brasil.

Prudente de Morais restabeleceu as relações com Portugal e assinou o Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com o Japão, em novembro de 1895, com o objetivo de incitar a vinda de imigrantes japoneses.

Mas pouco tempo depois enfrentaria um movimento rebelde ainda maior: a Guerra de Canudos, no sertão baiano.

Obrigado a submeter-se a uma cirurgia, se afastou do poder entre 10 de novembro de 1896 e 4 de março de 1897, passando o cargo ao vice-presidente, o médico Manuel Vitorino Pereira. Nesta interinidade, Manuel Vitorino transferiu a sede do governo do Palácio Itamaraty para o Palácio do Catete.

Com a vitória dos amotinados de Antônio Conselheiro sobre várias expedições militares, a situação voltou a deteriorar-se. Prudente interrompeu então a convalescença e nomeou ministro da Guerra o general Carlos Machado Bittencourt, que liderou nova expedição e derrotou os rebeldes.

As divergências internas no PRF e a Guerra de Canudos desgastam o governo. Mesmo com a vitória das tropas do governo na guerra, os ânimos não se acalmam. Em 5 de novembro de 1897, durante uma cerimônia militar, sofreu um atentado contra a sua vida; escapou ileso, mas o seu ministro da Guerra, Marechal Bittencourt, faleceu defendendo a vida de Prudente. O presidente decretou, então, estado de sítio, para o Distrito Federal (Rio de Janeiro e Niterói) conseguindo assim livrar-se dos oposicionistas mais incômodos.

As dificuldades econômico-financeiras, herdadas da crise do encilhamento, acentuaram-se em sua administração, sobretudo devido aos gastos militares, aumentando as dívidas com os credores estrangeiros.

Com a assessoria de seus ministros da Fazenda, Rodrigues Alves e Bernardino de Campos, negociou com os banqueiros ingleses a consolidação da dívida externa, operação financeira que ficou conhecida como funding loan, base da política executada por Joaquim Murtinho nos quatro anos seguintes.

No plano da política externa, resolveu, favoravelmente, para o Brasil a questão de limites com a Argentina, arbitrada pelo presidente norte-americano Grover Cleveland e na qual se destacou o representante brasileiro, o Barão do Rio Branco.

sexta-feira, outubro 02, 2009

SEGUNDONA- SEGUINDO O VASCO E A PORTUGUESA

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O VASCO PERDEU COM O FIGUEIRENSE
E A PORTUGUESA VENCEU 2-0 O BRA-
GANTINO.

Portuguesa 2 x 0 Bragantino


Vasco 1 x 2 Figueirense



classificação
1º Vasco 55
2º Guarani 52
3º Atlético-GO 47
5º Figueirense 45
6º São Caetano 41
Portuguesa 41

20º Campinense 26

RIO DE JANEIRO GANHOU

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O RIO DE JANEIRO GANHOU,GANHOU
VAI TER OS JOGOS OLIMPICOS DE 2016


Rio vence e será 1ª sede sul-americana dos Jogos Olímpicos
Rio de Janeiro receberá Jogos Olímpicos de 2016

O Rio de Janeiro venceu a batalha contra Chicago, Madrid e Tóquio e foi anunciada nesta sexta-feira pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Com a vitória da cidade brasileira, a América do Sul receberá pela primeira vez uma Olimpíada em um dos seus países, graças a 66 votos, contra 32 a favor dos espanhóis.

A nossa cidade já era apontada nas casas de apostas como uma das favoritas, ao lado de Chicago (que foi precocemente eliminada). Durante a campanha, o Rio de Janeiro foi apontado pelo COI como um dos melhores projectos entre os quatro apresentados na final.

O município fluminense usou como pontos fortes de sua campanha a beleza visual, a hospitalidade do povo brasileiro e o facto de sua economia ter sido a menos afetada pela recessão do que algumas das cidades concorrentes.

Outro ponto positivo a favor do Rio de Janeiro foi o grande apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no projeto. Desde quarta-feira Lula virou um verdadeiro cabo eleitoral na cidade em Copenhague, na Dinamarca, local onde foi realizada a votação para a escolha da sede.

Os espanhóis, derrotados pelo Rio na decisão, ganharam a rodada inicial com 28 votos, contra 26 dos cariocas. Tóquio teve 22 e Chicago acabou eliminada, com 18.

Após a eliminação de Chicago, todos os votos menos um foram para o Rio, que começou assim a sacramentar a vitória. Na segunda rodada a cidade venceu com 46, contra 29 de Madri. A capital japonesa acabou fora, com 20.

A rodada final acabou com "goleada" do Rio de Janeiro sobre Madri, com 66 a 32, e a cidade terá a honra de receber o evento pela primeira vez na América do Sul em toda a história.

quarta-feira, setembro 30, 2009

preliminares

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Um sujeito está na fila da caixa no supermercado. De repente, observa que uma loiraça lhe acena e lança um sorriso daqueles de cair o queixo. Ele deixa por momentos o carrinho das compras na fila, dirige-se à louraça e lhe diz suavemente:

- Desculpe, será que nos conhecemos?
Ela responde, sempre com aquele sorriso:
- Pode ser que eu esteja enganada, mas penso que o senhor é o pai de uma das minhas crianças...
O tipo põe-se imediatamente a vasculhar a memória e pensa na única vez em que foi infiel à esposa, perguntando de imediato à louraça:
- Não me diga que você é aquela stripper do puteiro da Zuleika, que depois de um show de sexo total com quatro caras, eu acabei comendo sobre uma mesa de bilhar, diante de todos os presentes, totalmente bêbado, enquanto uma das suas amigas me flagelava o tempo todo com uns nabos molhados e me enfiou um pepino no rabo?!
Resposta imediata da loiraça:
- Bem, acho que o senhor está equivocado... sou a professora do seu filho!

terça-feira, setembro 29, 2009

a 29 de Setembro nasceu ADHEMAR FERREIRA DA SILVA

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Adhemar Ferreira da Silva




Nome completo Adhemar Ferreira da Silva
Modalidade salto triplo
Nascimento 29 de Setembro de 1927
São Paulo, Brasil
Nacionalidade Brasil
Falecimento 12 de Janeiro de 2001(73 anos)
São Paulo, Brasil
Compleição Peso: 69 kg Altura: 1,78 m
Medalhas
Jogos Olímpicos
Ouro Helsinque 1952 salto triplo
Ouro Melbourne 1956 salto triplo
Jogos Pan-americanos
Ouro Buenos Aires 1951 salto triplo
Ouro Cidade do México 1955 salto triplo
Ouro Chicago 1959 salto triplo

Adhemar Ferreira da Silva (São Paulo, 29 de setembro de 1927 — São Paulo, 12 de janeiro de 2001) foi um atleta brasileiro, primeiro bicampeão olímpico do país. Conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956.

Carreira
Adhemar começou a competir em 1947. Nesse ano, conversando com José Márcio Cato, da equipe de atletismo do São Paulo, ele gostou da sonoridade da palavra atleta e resolveu começar a praticar o esporte.

Achei a palavra atleta bonita e decidi que queria ser um.

Sua primeira competição foi no Troféu Brasil em 1947, obtendo a marca de 13,05 metros. É pentacampeão sulamericano e tricampeão pan-americano (1951, 1955 e 1959). Venceu o campeonato luso-brasileiro, em Lisboa em 1960. Foi dez vezes campeão brasileiro, tendo mais de quarenta títulos e troféus internacionais.

Jogos Olímpicos
Adhemar não conseguiu um bom resultado nos Jogos de Londres, ficando apenas em 14º lugar. Mas nas Olimpíadas de Helsinque, na Finlândia, em 1952, quando ele entrou na pista para disputar o salto triplo, não imaginava bater o recorde mundial que na época era de 16 metros, muito menos repetir o feito por quatro vezes na mesma tarde. Saltou 16,05 m, 16,09 m, 16,12 m e 16,22 m. Pela primeira vez, um atleta deu uma volta olímpica na pista, para ser aplaudido de perto pelo público. Antes da prova, ele pediu à cozinheira finlandesa, que conhecera, um prato especial para sua volta: bife com salada. Ao voltar, Adhemar encontrou o prato e um bolo com a inscrição "16,22".

Nos jogos de 1956, em Melbourne, dois dias antes da prova uma dor de dente terrível ameaçou o desempenho do atleta brasileiro; uma providencial ida ao dentista para uma punção resolveu o problema.

Depois de um duelo com o islandês Vilhjálmur Einarsson, Adhemar consagrou-se campeão, tornando-se o até então único bicampeão brasileiro olímpico, com a marca de 16,36 metros.

Ele só seria igualado 48 anos depois pelos iatistas Robert Scheidt, Torben Grael, Marcelo Ferreira e pelos jogadores de voleibol Giovanni e Maurício, todos bicampeões olímpicos em Atenas 2004.

Por problemas pulmonares não diagnosticados pelos médicos, ele nem passou das eliminatórias em Roma, nos Jogos Olímpicos de Verão de 1960.

[editar] Pessoal
Adhemar também foi um escultor formado pela Escola Técnica Federal de São Paulo (1948), Educação Física na Escola do Exército, Direito na Universidade do Brasil (1968) e Relações Públicas na Faculdade de Comunicação Social Cásper Libero (1990). Foi adido cultural na embaixada brasileira em Lagos, Nigéria, entre 1964 e 1967.

Em 1956, foi ator na peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Moraes e no filme franco-italiano Orfeu Negro, de 1962, feito a partir do texto teatral, que venceu o Oscar de melhor filme estrangeiro.

No escudo do São Paulo Futebol Clube as duas estrelas douradas que estão na parte de cima foram adotadas em sua homenagem. Elas se referem aos recordes mundiais batidos por ele nas Olimpíadas de Helsinque em 1952 e nos Jogos Panamericanos da Cidade do México em 1955. Adhemar Ferreira da Silva se transfere para o carioca Club de Regatas Vasco da Gama em 1955 e por ele encerrou sua carreira em 1960. Vencedor até a sua última prova, encerra sua sua última competição oficial como campeão carioca no salto triplo com a marca de 15,58 m, disputada no Complexo Esportivo do Maracanã em 1º de outubro de 1960.

Os saltos de Adhemar inauguraram a mitológica tradição brasileira nas provas de salto triplo. Depois dele, surgiram Nelson Prudêncio (prata na Cidade do México em 1968 e bronze em Munique 1972) e João Carlos de Oliveira, o João do Pulo (bronze em 1976 e 1980). Em Pequim 2008, foi a vez da primeira mulher dar prosseguimento à tradição nos saltos, com Maurren Maggi conquistando o ouro no salto em distância feminino.

domingo, setembro 27, 2009

SEGUNDONA - SEGUINDO VASCO E PORTUGUESA

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VASCO VOLTA A VENCER DESTA
VEZ EM DUQUE DE CAXIAS 1-0
E CORRE PARA A ELITE.
PORTUGUESA PERDEUR EM BRASILIA
3-2 E....

25/9 21h Boca do Jacaré Brasiliense 3 x 2 Portuguesa
26/9 16h10 Maracanã Duque de Caxias 0 x 1 Vasco

DUQUE DE CAXIAS, 0 VASCO, 1



Vasco vence quarta seguida e dispara rumo ao acesso
O Vasco manteve a boa fase e venceu o Duque de Caxias, neste sábado, no Maracanã, por 1 a 0. A quarta vitória seguida mantém a vantagem em relação ao quinto colocado, agora o Figueirense, em 13 pontos. Faltam 12 rodadas para o fim da Série B do Campeonato Brasileiro.

FICHA TÉCNICA

Duque de Caxias 0 x 1 Vasco

Gol
Vasco: Carlos Alberto, aos 4min do 2º tempo

Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio (Fagner), Vilson, Gian e Ramon; Nílton, Mateus, Alan e Carlos Alberto; Robinho (Adriano) e Elton (Coutinho); técnico: Dorival Júnior

Duque de Caxias
4-4-2
Vinícius; Oziel, Gustavo, Santiago e Marquinho (Paulo Rodrigues); Leandro Chaves, Mancuso, Thiaguinho e Leandro Teixeira (Juninho); Tony e Gilcimar (Leandro Cruz) técnico: Gílson Kleina

SEGUNDONA - SEGUINDO VASCO E PORTUGUESA

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VASCO VOLTA A VENCER DESTA
VEZ EM DUQUE DE CAXIAS

LIGA PORTUGUESA - 6ª.RODADA

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O BENFICA CONTINUA IMPARÁVEL
VENCENDO 5-0 O LEIXÕES REDU-
ZIDO A 9 JOGDORES.
O BRAGA É O LÍDER E O SPORTING
AO PERDER COM O PORTO FICA A 8
PONTOS.




JORNADA 6 2009-09-26
Visitado Visitante
V. Guimarães 28/09 U. Leiria h2h
V. Setúbal 0-1 P. Ferreira
Benfica 5-0 Leixões
Olhanense 0-1 Sp. Braga
FC Porto 1-0 Sporting
Belenenses 12/10 Nacional h2h
Marítimo 1-2 Naval
Rio Ave 0-0 Académica


CLASSIFICAÇÃO
1 Sp. Braga 18
2 Benfica 16
3 FC Porto 13
4 Rio Ave 10
5 Sporting 10
6 P. Ferreira 7
7 U. Leiria 6
8 Olhanense 6
9 Leixões 5
10 Nacional 5
11 Marítimo 5
12 Belenenses 5
13 V. Guimarães 5
14 V. Setúbal 4
15 Naval 4
16 Académica 3

sexta-feira, setembro 25, 2009

HISTÓRIA DO BRASIL - A FRENTE AMPLA

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A FRENTE AMPLA FOI CRIADA
EM 25 DE SETEMBRO DE 1966
PARA COMBATER O REGIME DA
DITADURA MILITAR DE 1964



Frente Ampla
A Frente Ampla foi um grupo político reunindo Carlos Lacerda e seus antigos adversários Juscelino Kubitschek e João Goulart contra o Regime Militar de 1964 criado a partir de 1966.

Criação
As conversas com Juscelino, exilado em Lisboa, foram mediadas por Renato Archer, deputado do MDB, antes do PSD, e as conversas com Goulart, por Doutel de Andrade, do MDB, antes do PTB.

Os militares da linha dura ameaçaram retirar o apoio a Lacerda, caso ele continuasse os entendimentos com os dois inimigos do golpe. Ainda assim, em 28 de outubro, a Frente Ampla foi lançada com um manifesto, assinado somente por Lacerda, publicado na Tribuna da Imprensa, seu ex-jornal. O manifesto pleiteava eleições diretas, reforma partidária, desenvolvimento econômico e adoção de política externa soberana. O manifesto teve boa aceitação no MDB.

Declaração de Lisboa
No dia 19 de novembro de 1966, Lacerda e Juscelino emitiram a Declaração de Lisboa, onde afirmavam a intenção de trabalhar juntos numa frente ampla de oposição. Comprometeram-se com a orientação política do manifesto de 28 de outubro e conclamaram o povo a participar da formação de um grande partido popular. Larceda passou então a buscar entendimentos com Goulart, com os setores mais à esquerda do MDB, chamados "corrente ideológica" e com o PCB ilegal. O PCB se dividiu em grupo favorável ao acordo, e outro grupo que acreditava que Lacerda seria o único beneficiado, já que Juscelino e Goulart estavam exilados.

Já em 1967, através dos ministros Magalhães Pinto e Hélio Beltrão, passaram a tentar convencer Lacerda a abandonar suas posições e colaborar com o governo. Com a recusa de Lacerda e suas críticas públicas ao governo, em agosto o ministro da Justiça Luís Antônio da Gama e Silva proibiu a presença dele na televisão.

Em 1 de setembro, se decidiu que a Frente Ampla seria dirigida somente por parlamentares e elementos ligados à Igreja e que seriam enviados emissários para mobilizar a opinião pública em torno dos ideais da frente ampla. No dia 2, porém, dos 133 parlamentares oposicionistas, 120 se recusaram a participar, por desconfiarem que a intenção de Lacerda era usar o movimento como base para sua candidatura à presidência.

Nota conjunta
No dia 24 de setembro Lacerda viajou para o Uruguai e no dia 25 se encontrou e divulgou nota conjunta com Goulart defendendo a Frente Ampla. O encontro teve Renato Archer como representante de Juscelino. O acordo com Goulart irritou a "linha dura", que decidiu retirar o apoio a Lacerda. Também irritou Brizola, exilado no Uruguai, que emitiu nota condenando veementemente a atitude de João Goulart. Lacerda teria declarado: "Hoje está comprovado que Jango não é um homem do Partido Comunista nem eu dos Estados Unidos". O acordo também teve oposição da família de Getúlio Vargas.

A Frente começou a se aproximar do movimento estudantil e trabalhista, enfatizando a luta contra a política salarial. Promoveu comícios em Santo André, em dezembro, que se tornou a maior manifestação operária do Brasil até então, e em Maringá, em abril de 1968, reunindo mais de 15000 pessoas, com apoio do movimento estudantil.

Proibição
No dia 5 de abril de 1968, através da Portaria nº 177 do Ministério da Justiça, Costa e Silva proibiu todas as atividades da Frente Ampla, ordenando à Polícia Federal que detivesse todos aqueles que violassem a proibição.

quarta-feira, setembro 23, 2009

preliminares

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Uma anã, vai a uma consulta ginecológica.
O médico pergunta em que pode ajudar.
- Bem Doutor... Na verdade não sei como dizer... Mas cada vez que
chove a minha vagina dói.
- Dói?! Mas como?
- Ah, Sr. Doutor, ela dói, arde, fica vermelha!
- Bem, suba na maca que eu vou examiná-la.
O médico observa atentamente e diz:
- Na verdade não encontro nada de anormal... Mas como é a dor?
- É uma dor muito intensa. O interessante é que sinto somente quando chove...
- Bem, lhe recomendaria que venha num dia de chuva, assim posso fazer
um diagnóstico mais preciso.
Passam-se uns dias e numa tarde chuvosa aparece no consultório novamente a anã.
- Ai, doutor. Não aguento mais esta dor! Hoje, que está chovendo, está
doendo muito!
O médico olha e manda-a deitar-se na maca ginecológica. Coloca um
lençol entre as pernas, pega uma tesoura e começa a trabalhar.
Depois de dez minutos diz-lhe para descer da maca:
- Como se sente?
A anã caminha um pouco e diz:
- Estou muito bem Doutor, já não sinto nada. Mas.... o que é que o senhor fez?
- Apenas lhe cortei um pouco os canos das botas de borracha!

terça-feira, setembro 22, 2009

BRASILEIRÃ0 - 25ª.RODADA

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SÃO PAULO EMPATA COM O
SANTO ANDRÉ, ENQUANTO
O PALMEIRAS QUE SÓ JOGA
NA QUARTA FEIRA,CONTUNUA
LÍDE COM ESSE JOGUE A ME-
NOS .
FLA CONTINUA A RECUPERAR


ADRIANO MARCA DE PENALTY AO CORITIBA



19/9 18h30 Barradão Vitória 2 x 0 Internacional
19/9 18h30 Aflitos Náutico 0 x 0 Atlético-MG
19/9 18h30 Arena da Baixada Atlético-PR 1 x 0 Sport
20/9 16h Santa Cruz Santo André 1 x 1 São Paulo
20/9 16h Olímpico Grêmio 5 x 1 Fluminense
20/9 16h Ressacada Avaí 4 x 0 Barueri
20/9 18h30 Pacaembu Corinthians 1 x 4 Goiás
20/9 18h30 Vila Belmiro Santos 0 x 0 Botafogo
20/9 18h30 Maracanã Flamengo 3 x 0 Coritiba
23/9 21h50 Mineirão Cruzeiro 1 x 2 Palmeiras


PALMEIRAS VENCEU EM MINAS E FOGE

CLASSIFICAÇÃO

1º Palmeiras 47
2º São Paulo 44
3º Internacional 43
4º Goiás 42
5º Atlético-MG 41
6º Grêmio 39
7º Avaí 37
8º Flamengo 37
9º Corinthians 37
10º Vitória 36
11º Barueri 36
12º Santos 36
13º Cruzeiro 32
14º Atlético-PR 31
15º Coritiba 27
16º Náutico 26
17º Santo André 25
18º Botafogo 25
19º Sport 20
20º Fluminense 18

PINTORES DE LÍNGIA PORTUGUESA - MALANGATANA de MOÇAMBIQUE

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Malangatana(Valente Ngwenya) nasceu em Matalana, Província de Maputo, a 6 de Junho
de 1936.Frequentou a Escola Primária em Matalana e posteriormente, em Maputo, os primeiros anos da Escola Comercial.
Foi pastor de gado, aprendiz de nyamussoro ( médico tradicional), criado de meninos, apanhador
de bolas e criado no clube da elite colonial de Lourenço Marques.
Tornou-se artista profissional em 1960, graças ao apoio do arquitecto português Miranda Guedes
( Pancho) que lhe cedeu a garagem para atelier.
Acusado de ligações à FRELIMO, foi preso pela polícia colonial quando duma leva de prisões que
levou á cadeia, entre outros, os poetas José Craveirinha e Rui Nogar.
Contrariamente aos seus companheiros, não se provou tal envolvimento pelo que acabou absolvido,
após quase 2 anos de prisão.
No entanto, a pressão sobre ele exercia-se continuamente pois os seus quadros, embora não
exactamente retratando a realidade, davam-na a entender muito bem. Vejam-se as obras desses anos e
toda a simbologia que deles se desprende de denúnica da opressão/Após a Independência teve vários
envolvimentos na área política, tendo sido deputado pelo Partido Frelimo de 1990 até 1994 e hoje é um
dos membros da Frelimo na Assembleia Municipal de Maputo.
Foi um dos criadores do Movimento para a Paz e pertence à Direcção da Liga de Escuteiros de
Moçambique.
Foi um dos criadores de Museu Nacional de Arte e procurou manter e dinamizar o Núcleo de
Arte ( associação que agrupa os artistas plásticos).
Muito ligado à criança, tem colaborado intensamente com a UNICEF e durante alguns anos fez
funcionar a escolinha dominical "Vamos Brincar", uma escolinha de bairro.
Impulsionador, no passado, de um projecto cultural para a sua terra natal-Matalana, Marracuene-,
retoma-o, logo que a guerra termina, criando-se assim a Associação do Centro Cultural de Matalana,
de cujo grupo fundador Malangatana faz parte, sendo actualmente presidente da Direcção.
Esta Associação pretende criar um projecto de desenvolvimento entegrado das populações em torno
do desenvolvimento profissional, de produção de auto-emprego, juntamente com o trabalho artístico,
etno- antropológico e ecologico.
Desde 1959 que participa em exposições colectivas em várias partes do mundo para além de
Moçambique nomeadamente África do Sul, Angola, Brasil, Bulgária, Checoslováquia, Cuba, Dinamarca,
Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Holanda, índia, Islândia, Nigéria, Noroega,
Paquistão, Portugal, RDA, Rodésia, Suécia, URSS e Zimbabwe.
A partir de 1961 realizou inúmeras exposições individuais em Moçambique e ainda na Alemanha,
Áustria, Bulgária, Chile, Cuba, Estados Unidos, Espanha, Índia, Macau, Portugal e Turquia.
Tem murais pintados ou gravados em cimento em vários pontos de Maputo e na cidade da Beira;
na África do Sul; no Chile; na Colômbia; nos Estados Unidos da América; na Grã-Bretanha; na Suazilândia;
e na Suécia. A sua obra, para além dos murais e das duas esculturas em ferro instaladas ao ar livre é
composta por Pintura, Desenho, Aguarela, Gravura, Cerâmnica, Tapeçaria, Escultura e encontra-se
( exceptuando a vastíssima colecção do próprio artista) em vários museus e galerias públicas, bem
como em colecções privadas, espalhadas por inúmeras partes do Mundo.
Malangatana foi membro do Júri do Primeiro Prémio Unesco para a Promoção das artes: é membro
permanente do Jurí " Heritage", do Zimbabwe; foi membro do Jurí da II Bienal de Havana; da
Exposição Internacional de Arte Infantil de Moscovo; de vários eventos plásticos em Moçambique
e Vice-Comissário Nacional par a área da Cultura de Moçambique para a Expo 98.

segunda-feira, setembro 21, 2009

preliminares

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O Parto da Prostituta.

O cara está preso na delegacia, todo arrebentado...
O advogado comparece para libertá-lo, e pergunta o que havia acontecido.
O cliente começa a explicar: - Bem, eu estava passando na rua e de
repente, vi um monte de gente correndo.
Estavam socorrendo uma prostituta, que acabava de dar a luz a um lindo menino.
Solidário, comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta.
Então, um PM, com 2 metros de altura e 3 de largura, se aproximou e
vendo o pacote de fraldas nas minhas mãos, perguntou:
- Pra onde vai isso?
E eu respondi: - Vai pra puta... que pariu...
Depois disso não me lembro de mais nada, mas já tô conseguindo abrir um olho.

LIGA PORTUGUESA -

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O BENFICA VENCEU O U.LEIRIA
BENFICIAMDO DE UM PENALTY
DUVIDOSO.
O PORTO PERDEU EM BRAGA COM
UM SENSACIONAL BRAGA QUE
CONTINUA LÍDER
O SPORTING VENCEU O OLHANEN-
SE DE VIRADA (3-2)




Sp. Braga 1-0 FC Porto
Académica 1-1 Belenenses
Sporting 3-2 Olhanense
U. Leiria 1-2 Benfica
Leixões 3-1 V. Guimarães
Naval 0-1 V. Setúbal
Nacional 2-1 Marítimo
P. Ferreira 1-1 Rio Ave


1 Sp. Braga 15
2 Benfica 13
3 FC Porto 10
4 Sporting 10
5 Rio Ave 9
6 U. Leiria 6
7 Olhanense 6
8 Leixões 5
9 Nacional 5
10 Marítimo 5
11 Belenenses 5
12 V. Guimarães
13 P. Ferreira 4
14 V. Setúbal 4
15 Académica 2
16 Naval 1



SPORTING-OLHANENSE..3-2

O Sporting sofreu muito para ganhar , o que fez de virada, pois este em desvantagem 2-0.

Equipas:

- Sporting: Rui Patrício, Abel, Polga, Carriço, Caneira (Matias, 61), Miguel Veloso, Angulo (Yannick, 28), Vukcevic, Moutinho, Postiga (Caicedo, 71) e Liedson.

(Suplentes: Ricardo Batista, Tonel, Adrien, Pereirinha, Matias, Yannick e Caicedo).

- Olhanense: Ventura, Miguel Garcia, Sandro, Anselmo, Tengarrinha, Stéphane, Castro (Messi, 81), Rui Duarte, Ukra, Rabiola (Paulo Sérgio, 74) e Toy (Greg, 61).

(Suplentes: Veríssimo, Eder Baiano, Pietravalle, Messi, Greg, Paulo Sérgio e Zequinha).

sábado, setembro 19, 2009

SEGUNDONA - seguido VASCO e PORTUGUESA

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VASCO VENCE COM O
MARACANÃ CHEIO
O GUARANI 1-0.
A PORTUGUESA ESTÁ
JOGANDO NESTE MO-
MENTO

19/9 16h10 Maracanã Vasco 1 x 0 Guarani
19/9 21h Arena Barueri Portuguesa 0 x 1 Ipatinga



VASCO,1 GUARANI,0

RAMON DO VASCO EM LUTA COM A DEFESA DO GUARANI

Em "decisão", Vasco bate Guarani e coloca pé na elite, ONDE PERTENCE

Em tarde de Maracanã cheio neste sábado e nova festa cruzmaltina, o Vasco ganhou bem e fica cada vez mais próximo de voltar onde pertence - à série A. o time cruzmaltino venceu o Guarani por 1 a 0 neste sábado e dispara na liderança da segundona


Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Titi e Ramon; Amaral, Mateus, Alan (Fernando) e Carlos Alberto (Fumagalli); Robinho (Adriano) e Elton; técnico: Dorival Júnior

Guarani
4-4-2
Douglas; Maranhão, Bruno Aguiar, Márcio Alemão e Eduardo; Cléber Goiano (Mário Lúcio), Luciano Santos, Léo Mineiro e Walter Minhoca (Dão); Fabinho (Dairo) e Ricardo Xavier; técnico: Vadão

classificação

1º Vasco 52
2º Guarani 46
3º Atlético-GO 44
4º Ceará 43
5º São Caetano 40
6º Figueirense 39
7º Portuguesa 38

20º Fortaleza 23 25 6 5 14 39 46 -7 31%

PORTUGUESA, 0 IPATINGA,1

"Apagada", Portuguesa perde pênalti e é batida pelo Ipatinga
Numa partida tumultuada, que teve atraso no início e longa paralisação no segundo tempo devido a um problema nos refletores da Arena Barueri, o Ipatinga derrotou a Portuguesa por 1 a 0, na noite deste sábado. A equipe paulista, que desperdiçou uma cobrança de pênalti no primeiro tempo com o atacante Kempes, conhece seu primeiro revés sob comando de Vagner Benazzi e é ultrapassada na classificação

PORTUGUESA: Muriel; Preto Costa (Fabrício), Bruno Rodrigo e Thiago Gomes; César Prates, Acleisson, Héverton, Marco Antônio e Anderson Paim (Marco Aurélio); Fellype Gabriel e Kempes (Dinei)
Técnico: Vagner Benazzi

IPATINGA: Fred; Alex Silva, Alessandro Lopes (Max), Léo Oliveira e Marinho Donizete; Fernando Miguel, Lucas, Leandro Brasília (Max Carrasco) e Francismar; e Márcio Diogo (Marcelo Moscatelli) e Amílton
Técnico: Emerson Ávila

a 19 de Setembro nasceu ZEQUINHA DE ABREU

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Zequinha de Abreu


José Gomes de Abreu, mais conhecido como Zequinha de Abreu (Santa Rita do Passa Quatro, 19 de setembro de 1880 — São Paulo, 22 de janeiro de 1935) foi um músico, compositor e instrumentista brasileiro. Tocava flauta, clarinete e requinta. Um dos maiores compositores de choros, é autor do famoso choro "Tico-Tico no Fubá" que foi muito divulgado no Exterior nos anos 40 por Carmen Miranda. É pouco provável que a similaridade desta melodia com uma no primeiro movimento do Concerto para Piano Op.15 de Beethoven seja mera coincidência. Abreu foi organizador e regente de orquestras e bandas no interior paulista.


Biografia
Zequinha de Abreu era o mais velho dos oito filhos do boticário José Alacrino Ramiro de Abreu e Justina Gomes Leitão. Sua mãe anseava para que ele seguisse a carreira de padre e o pai, desejava que se formasse em medicina. Mas aos seis anos de idade, ele já mostrava que tinha vocação para a música, tirando melodias da flauta. Ainda durante o curso primário organizou uma banda na escola, da qual ele mesmo era o regente. Com 10 anos, já tocava requinta, flauta e clarineta na banda e ensaiava suas primeiras composições.

Zequinha estudou em Santa Rita do Passa Quatro e no Colégio São Luís de Itu. Em 1894 foi para o Seminário Episcopal de São Paulo, onde aprendeu harmonia. Aos 17 anos voltou para sua cidade natal e fundou sua própria orquestra visando se apresentar em saraus, bailes, aniversários, casamentos, serestas e em cinemas, acompanhando os filmes mudos. Nessa época, fez suas primeiras composições conhecidas, como "Flor da Estrada" e "Bafo de Onça".

Aos 18 anos contraiu matrimônio com Durvalina Brasil, que tinha apenas 14 anos de idade. O casal morou por alguns meses no Distrito de Santa Cruz da Estrela, atual Jacerandi, próximo a Santa Rita. Cuidavam de uma farmácia e de uma classe de ensino primário. De volta à Santa Rita, Zequinha coordenou o trabalho da orquestra com os cargos de secretário da Câmara Municipal e de escrevente da Coletoria Estadual

DÚVIDA

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Para a igreja, a pílula do dia seguinte já é aborto, então, surgem algumas dúvidas:

A punheta é homicídio prematuro ou premeditado?
E o sexo oral? Será canibalismo?
Então, podemos considerar o coito interrompido como abandono de menor?
E o que dizer do preservativo (camisinha)? Por acaso seria homicídio por sufocamento?

sexta-feira, setembro 18, 2009

CLUBES PORTUGUESES NAS COMPETIÇÕES EUROPEIAS

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O PORTO NA CHAMPIONS JOGOU
BEM MAS PERDEU COM O CHELSEA
EM LONDRES 1-0.

LA LIGA EUROPA, SSPORTING E
BENFICA VENCERAM, O NACIONAL
PERDEU NO FUNCHAL 2-3 COM
O PODEROSO WERDER BREMEN.


LIEDSON HATTRICK NO DESAFIO DA HOLANDA

CHAMPIONS

CHELSEA,1 PORTO ,0


OP PORTO A JOGAR DE LARANJA PODERIA TER EMPATADO

O Porto portou-se à altura dos seus pergaminhos ,jogamdo de igual para igual com uma das actuais maiores potências da Europa - o Chelsea de Abramovich.

Poderia até ter empatado om uma segunda parte de luxo

HEEREVEN, 2 SPORTING,3


O Sporting venceu bem e poderia mesmo ter goleado tal a superioridade do seu futebol

O atacante brasileiro - e agora da seleção portuguesa - Liedson foi o principal destaque do Sporting na abertura da Liga Europa, nesta quinta-feira. O ex-jogador de Flamengo e Corinthians fez os três gols portugueses, na Holanda, na vitória por 3 a 2 sobre o Heerenveen, em partida válida pelo Grupo D do torneio, a antiga Copa da Uefa.

BENFICA,2 BATE BORISOV,0


FILIPE MENEZES, BRASILEIRO EX-GOIÁS, ESTREOU-SE PELO BENFICA

O Benfica cumpriu os serviços mínimos contra uma equipa claramente inferior.
Se jogasse sempre com o prego a fundo teria goleado.

Excelente exibição de Nuno Gomes a quem muito admiro como um dos melhores jogdores do Benfica dos ultimos anos.

preliminares

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Manel, alentejano de gema, adormeceu na praia sob um sol escaldante e sofreu graves queimaduras nas pernas.

Foi transportado para o hospital de Beja, com a pele completamente vermelha, cheio de bolhas, e as dores eram horríveis. Qualquer coisa que lhe tocasse na pele ... era a mais completa agonia!

O médico, , foi ver o Manel e prescreveu que lhe fosse administrado soro, por via intravenosa, um sedativo leve e 3 comprimidos de Viagra de 8 em 8 horas.

Antonieta, a enfermeira de serviço , completamente boquiaberta perguntou:
- Oh Doutor, vomecê desculpe ... mas vomecê receitou Viagra ?!!!
Responde o médico:
- Si senhora, recetei Viagra e muito bêm.
A Antonieta volta a perguntar:
- Mas atão pra que serve ao Manel o Viagra nas condições em que ele tá?

Ao que o médico respondeu:
- Atão não se tá mesmo a ver ? É prós lençois não tocarem nas
queimaduras das pernas !!!