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quinta-feira, novembro 12, 2009

A 12 de Novembro nasceu BRUNO TOLENTINO, poeta brasileiro

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Bruno Tolentino


Bruno Lúcio de Carvalho Tolentino (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1940 — São Paulo, 27 de junho de 2007) foi um poeta brasileiro.

Vida e obra
Nascido numa tradicional e rica família carioca, conviveu desde criança com intelectuais e escritores, entre eles Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto. Primo do crítico literário brasileiro Antonio Candido e da crítica teatral Bárbara Heliodora, seu avô foi conselheiro do Império e fundador da Caixa Econômica Federal. Nesse ambiente familiar, foi instruído em inglês e francês ao mesmo tempo de sua alfabetização no português.

Publica em 1963 seu primeiro livro, "Anulação e outros reparos". Com o advento do golpe militar de 1964, muda-se para a Europa a convite do poeta Giuseppe Ungaretti, onde viverá 30 anos, tendo residido na Itália, Bélgica, Inglaterra e França. Foi professor de literatura nas universidades de Oxford, Essex e Bristol e tradutor-intérprete junto à Comunidade Econômica Européia. Publica em 1971, em língua francesa, o livro "Le vrai le vain" e, em 1979, em língua inglesa, "About the Hunt", ambos bem recebidos pela crítica literária européia. Sucedeu o poeta e amigo W. H. Auden na direção da revista literária Oxford Poetry Now.

Em 1987, sob a acusação de porte de drogas, é condenado a 11 anos de prisão. Cumpriu apenas pouco mais de um ano da pena, em Dartmoor, no Reino Unido. "Adorei e procurei tirar o máximo de proveito", foi o que Bruno declarou sobre a experiência, numa entrevista em agosto de 2006[1]. Aos companheiros de prisão, organizou aulas de alfabetização e de literatura, estas últimas nomeadas de "Seminars of Drama and Literature", que, conforme posteriormente relatado por Bruno, "em cujas sessões avançadas chegaram a comparecer psicanalistas de renome, ao lado de personalidades do mundo das Letras tais como Harold Carpenter, o estudioso e biógrafo de Pound e Auden, o dramaturgo Harold Pinter, ou Lady Antonia Fraser"[2].

Tolentino retorna ao Brasil em 1993, publicando, no ano seguinte, o livro "As horas de Katharina", escrito durante o período de 22 anos (1971-1993), ganhando com ele o Prêmio Jabuti de melhor livro de poesia. Em 1995, publica "Os Sapos de Ontem", uma coletânea de textos, artigos e poemas originados de uma polêmica intelectual com os irmãos Haroldo de Campos e Augusto de Campos, que nesse livro serão os principais alvos de sua "língua ferina entortada pelo vício da ironia", frase que Bruno usou durante uma entrevista em que lhe foi pedido "um perfil abrangente de si mesmo"[3]. Ainda em 1995 publica "Os Deuses de Hoje", e, em 1996, "A balada do cárcere", livro nascido da experiência de sua prisão pouco menos de dez anos antes. Ainda nesse ano, foi publicada uma polêmica entrevista com Bruno para a Revista Veja[4], onde o poeta critica, entre outras coisas, a atual situação intelectual do Brasil, o Concretismo, a concepção e aceitação da letra de música enquanto poesia e a elevação de músicos populares à posição do intelectual.

Bruno irá publicar em 2002 e 2006, respectivamente, os livros que considerou como a culminação de sua obra poética: "O mundo como Idéia", escrito durante 40 anos (1959-1999), e "A imitação do amanhecer", escrito durante 25 anos (1979-2004). Ambos lhe renderam o Prêmio Jabuti, prêmio já alcançado em 1993 com "As horas de Katharina", tornando-o assim o único escritor a ganhar três edições do prêmio. Bruno também recebeu, por "O mundo como Idéia", o Prêmio Senador José Ermírio de Morais, prêmio nunca antes dado a um escritor, em sessão da Academia Brasileira de Letras[5], com saudação proferida pelo acadêmico, filósofo, poeta e teórico do Direito Miguel Reale, seu amigo.

Doença e morte
Tolentino, que tinha Aids e já havia superado um câncer, esteve internado durante um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, onde veio a falecer, aos 66 anos de idade, vitimado por uma falência múltipla de órgãos, em 27 de junho de 2007.

POEMA DE BRUNO TOLENTINO

O VERME

O coração, enfermo porque vive
do que morre,debruça-se à janela,
vê a luz desertando-o no declive
entre a vida e a paixão do ser por ela,
e comovido vai compor a tela
em que a reduz para contê-la. Eu tive
essa mesma ilusão, compus a bela
equação passional da mente livre
e pus meu coração nesse vazio.
Mas falhei. Ele nunca permitiu
o oásis ilusório na epiderme
sensível do real. Eu tinha um verme
no coração, que foi roendo o fio
da ilusão e acabou por socorrer-me.


Extraído de 41 POETAS DO RIO, org. Moacyr Félix. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1998. 514 p.

Livros publicados
Anulação e outros reparos (São Paulo: Massao Ohno, 1963)
Le vrai le vain (Paris: Actuels, 1971)
About the hunt (Oxford: OPN, 1979)
As horas de Katharina (São Paulo: Companhia das Letras, 1994)
Os deuses de hoje (Rio de Janeiro: Record, 1995)
Os sapos de ontem (Rio de Janeiro: Diadorim, 1995)
A balada do cárcere (Rio de Janeiro: Topbooks, 1996)
O mundo como Idéia (São Paulo: Globo, 2002)
A imitação do amanhecer (São Paulo: Globo, 2006)

JOÃO BOSCO

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JOÃO BOSCO VAI ACTUAR
NA AULA MAGNA EM LISBOA
NO DIA 26 DESTE MÊS


Brasileiro João Bosco em Lisboa em Novembro

Músico brasileiro traz o seu cocktail de jazz e música popular brasileira e 37 anos de carreira a Lisboa.

O brasileiro João Bosco actua na Aula Magna, em Lisboa, a 26 de Novembro, ficando a primeira parte do concerto a cargo do guitarrista e violinista Ricardo Silveira. Os bilhetes já estão à venda e custam €25,00 para o anfiteatro e €30,00 para as doutorais.

João Bosco traz a Lisboa 37 anos de carreira dedicada à MPB (música popular brasileira) e ao jazz. Do seu currículo fazem parte colaborações com Vinícius de Moraes, Gal Costa, Elis Regina e Chico Buarque, entre outros. Chega a solo nacional com o disco Não Vou Pro Céu , editado este ano, na bagagem e na companhia do saxofonista Steve Coleman.

João Bosco de Freitas Mucci, mais conhecido como João Bosco, (Ponte Nova, 13 de julho de 1946) é um cantor, violonista e compositor brasileiro.

Começou a tocar violão aos doze anos, incentivado por uma família repleta de músicos. Alguns anos depois, iniciou a Faculdade de Metalurgia em Ouro Preto. Apesar de não deixar de lado os estudos, dedicava-se sobremaneira à carreira musical, influenciado principalmente por gêneros como jazz e bossa nova e pelo tropicalismo.

A primeira gravação saiu no disco de bolso do jornal O Pasquim: Agnus Dei (1972). No ano seguinte, selou contrato com a gravadora RCA, lançando o primeiro disco, que levava apenas seu nome. Em 1967 conheceu Vinicius de Moraes, com o qual compôs as seguintes canções: rosa-dos-ventos, Samba do Pouso e O mergulhador - dentre outras.

Em 1970 conheceu aquele que viria a ser o mais freqüente parceiro, com quem compôs mais de uma centena de canções: Aldir Blanc, O mestre sala dos mares, O bêbado e a equilibrista, Bala com bala, Kid cavaquinho, Caça à raposa, Falso brilhante, O rancho da goiabada, De frente pro crime, Fantasia, Bodas de prata, Latin Lover, O ronco da cuíca, Corsário, dentre muitas outras.

Em 1972 conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Blanc: Bala com Bala; a carreira deslanchou quando da interpretação da cantora para o bolero Dois pra lá, dois pra cá.

É torcedor do Clube de Regatas Flamengo.

João Bosco é um dos mais rebuscados violonistas da MPB com arranjos complexos e execuções magistrais



Discografia
[editar] RCA / Sony BMG
1973 - João Bosco
1975 - Caça à raposa
1976 - Galos de briga
1977 - Tiro de misericórdia
1979 - Linha de passe
1980 - Bandalhismo
1981 - Essa é a sua vida
[editar] Ariola
1982 - Comissão de Frente
1983 - Centésima apresentação - ao vivo
1984 - Gagabirô
1986 - Cabeça de nego
[editar] CBS/ Sony BMG
1986 - Ai ai ai de mim
1989 - Bosco
1991 - Zona de fronteira
1992 - Acústico MTV - ao vivo
1994 - Na onda que balança
1995 - Dá licença meu senhor
1997 - As mil e uma aldeias
1998 - Benguelê (trilha sonora do Grupo Corpo)
2000 - Na esquina
2001 - Na esquina - ao vivo (CD duplo)
2003 - Malabaristas do sinal vermelho
[editar] Universal Music
2006 - Obrigado, gente! - ao vivo (CD e DVD)
2009 - Não vou pro céu, mas já não vivo no chão (CD)
[editar] Participações
1972 - Disco de bolso do Pasquim - O tom de Antônio Carlos Jobim e o tal de João Bosco

quarta-feira, novembro 11, 2009

AURORA CUNHA em 11 de Novembro,há 25 anos FOI CAMPEÃO MUNDIAL DE ESTRADA

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FOI DAS MAIORES ATLETAS PORTUGUESAS
A PAR DE ROSA MOTA E FENANDA RIBEIRO,.


Aurora Cunha
31-Mai-1959, Barreiros
- Campeã do mundo em 1984, 85 e 86
- Medalha de bronze em 1989
- Venceu Taça do Mundo de pista em 1985
- No corta-mato, alcançou uma medalha de bronze no Mundial de 1990
- Triunfos nas maratonas de Paris, Tóquio, Chicago e Roterdão.

Aurora Cunha nasceu em Barreiros, aldeia da freguesia de Ronfe, no concelho de Guimarães, a 31 de Maio de 1959. Gostava de jogar futebol, mas optou pelas corridas e aos 15 anos começou a sério na modalidade, com a camisola do Juventude de Ronfe. Era ainda muito jovem quando bateu os recordes nacionais dos 1500 e dos 3000 metros. Moniz Pereira reparou nela e tentou levá-la para o Sporting, mas Aurora Cunha optou pelo seu clube do coração, o FC Porto.

Especialista de meio-fundo e fundo, venceu 22 campeonatos nacionais individuais. Foi seis vezes campeã nos 1500 metros (1978, 79, 80, 82, 83 e 84), oito vezes nos 3000 metros (1976, 77, 78, 79, 82, 83, 84 e 87), quatro vezes nos 5000 metros (1982, 83, 84 e 85) e outras quatro no corta-mato longo (1979, 80, 83 e 86).

A nível internacional Aurora Cunha distinguiu-se sobretudo nas provas de estrada. Em 1984 foi campeã do mundo individual e vice-campeã a nível colectivo. Repetiu os títulos individuais em 1985 e 86 e neste último ano venceu igualmente a medalha de prata colectivamente. Em 1987 venceu o ouro a nível colectivo. Em 1989 arrecadou o bronze individualmente e a prata por equipas. Voltou a sagrar-se campeã colectivamente em 1990.

Alcançou igualmente resultados brilhantes noutras competições. Em 1985 venceu a Taça do Mundo de pista, nos 10 mil metros, em 1990 ganhou a medalha de bronze por equipas no Campeonato do Mundo de corta-mato e em 1992 foi campeã mundial de estafetas em estrada. Venceu quatro maratonas de grande prestígio, Paris (1988), Tóquio (1988), Chicago (1990) e Roterdão (1992), bem como a São Silvestre de São Paulo em 1988. Ao seu palmarés impressionante faltou apenas uma medalha olímpica. Los Angeles 1984 – 6º lugar; Seul 1988; Barcelona 1992.

Aurora Cunha acabou por deixar o FC Porto de forma conflituosa, depois de ter sido acusada de assinar um novo contrato escondendo a gravidez que tinha na altura. Terminada a carreira, Aurora Cunha nunca deixou de ser uma voz activa na luta pela não discriminação das mulheres no desporto. Para além disso, é regularmente madrinha de provas de atletismo por todo o país e não recusa uma visita a uma escola para falar da sua modalidade de eleição.

BRASILEIROS EM PORTUGAL

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HOJE, DIA DE SÃO MARTINHO
FUI ATÉ À COSTA DA CAPARI-
CA PARA UMA CAMINHADA
JUNTO AO MAR


Depois, e porque é dia de São Martinho, dia das castanhas e do vinho dôce, percorri toda a Avenida principal em busca delas assadinhas.

Foram as primeiras castanhas assadas que provei este ano, e que boas estavam.

Mais tarde passei no Café Pastelaria Copacabana

e tomei um delicioso chá de cidreira com torradas.

Aproveito para prestigiar as empregadas do Café, que depois soube,pela deliciosa pronuncia do português tropical, são todas naturais do Brasil.

Aqui deixo uma pequena referência às suas origens, como forma de saudação lusobrasileira como é de costume do nosso blogue.

Vieram de Goiânia:


de Belo Horizonte:



de Maceió:


e de Londrina:


Já agora queria desfazer uma confusão:
A Praia de que falei Tibau do Sul, é no Rio Grande do Norte, a sul de Natal, e não de Maceió,no Estado de Alagoas, como por erro afirmei, tá?


Pois aí, a outra praia a sul de Maceió, que estava na minha cabeça, era a de Jacarecica do Sul


É só uma pequena homenagem do nosso blogue ,a vocês que dão duro longe das suas terras, tal como muitos portugueses, incluindo meu avò por terras do Amazonas, o fizeram nos ultimos séculos por terras brasileiras.

Força!

terça-feira, novembro 10, 2009

FILME LUSO-BRASILEIRO RODADO EM REDONDO, NO ALENTEJO

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ENTRE OS DIAS 15 E 23 DE OUTUBRO
FORAM RODADAS NA VILA ALENTEJANA DO
REDONDO, NO ALENTEJO, CENAS DO FILME
LUSO-BRASILEIRO "AS DOZE ESTRELAS"



AS DOZE ESTRELAS

Depois da rodagem no Brasil durante os meses de Agosto e Setembro, a equipa de AS DOZE ESTRELAS viajou para Portugal, para finalizar as filmagens em Redondo, no Alentejo, no período de 15 a 23 de Outubro.


Trata-se de uma co-produção entre a Lapfilme (Brasil) e a Filmes Liberdade (Portugal), com o apoio do MC/ICA- Instituto do Cinema e Audiovisual, da ANCINE- Agência Nacional do Cinema/ Ministério da Cultura do Brasil e do Programa Ibermédia.

AS DOZE ESTRELAS conta a história de Herculano, um reconhecido astrólogo que uma noite recebe em sua casa uma visita inesperada: o Destino. Este propõe-lhe um pacto. Deverá enfrentar uma jornada em que se encontrará com doze actrizes, cada uma de um diferente signo do Zodíaco. Se a completar com sucesso, Herculano terá o privilégio de reescrever o seu próprio mapa astral, escapando de um sério risco de morte que está previsto no seu destino.

Como em Fausto, de Goethe, em que o personagem faz um acordo com o Diabo, ou como no Sétimo Selo, Filme de Ingmar Bergman, em que a Morte discute com o personagem durante uma partida de xadrez, aqui, Herculano, também se relaciona com o imponderável, um dos temas recorrentes e universais da Cultura humana.

Misturando o fantástico, a comédia e o suspense, AS DOZE ESTRELAS procura uma reflexão sobre a função e a credibilidade da Astrologia durante os seus milénios de existência.

Na Serra d’Ossa, em Redondo, no interior Alentejano, estiveram Leonardo Bricio, conhecido actor brasileiro que desempenha o papel de Herculano, e a actriz Djin Sganzerla, vencedora do prémio para melhor actriz no 12º Festival de Cinema Luso-brasileiro, em Santa Maria da Feira (2008), que representa o papel de Maria da Fé, a actriz do signo Peixes.

Cerca de 150 figurantes locais, integraram a produção numa sequência a filmar no Hotel Convento São Paulo. A produção conta ainda com o Apoio da Câmara Municipal de Redondo e da Fundação Henrique Leote.
A estreia para o Verão de 2010 no Brasil e no início de 2011 em Portugal.


“Nós precisávamos de filmar a cena final num local apropriado como um convento e eu pesquisei na Internet e descobri este Convento de São Paulo, aqui no Alentejo, no meio da serra”, disse Luís Alberto Pereira.

O realizador, que contou com o apoio do português Luís Vieira Campos na produção do filme, destacou que a rodagem das cenas finais no concelho alentejano de Redondo “foi muito especial”.

“As pessoas, crianças e adultos, foram super disciplinadas”, disse Luís Alberto Pereira, adiantando que, no total, participaram cerca de 110 figurante locais, além da banda filarmónica de Redondo.

O filme, com um custo de produção de 1,1 milhões de euros, tem lançamento previsto para o Verão de 2010 no Brasil e no início de 2011 em Portugal.

a 10 de Novembro de 1955, nasceu a ESCOLA DE SAMBA MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL

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GRES Mocidade Independente de Padre Miguel
Mocidade Independente



Fundação 10 de Novembro de 1955 (53 anos)
Escola-madrinha Beija-Flor
Cores Verde, e Branco
Símbolo estrela-guia
Bairro Padre Miguel
Presidente Paulo Vianna
Presidente de honra
Carnavalesco Cid Carvalho
Comissão de carnaval
Intérprete oficial David do Pandeiro
Diretor de carnaval Ricardo Simpatia
Diretor de harmonia Rômulo Ramos
Diretor de bateria Mestre Beréco
Rainha da bateria Thatiana Pagung
Madrinha da bateria Elza Soares
Musa da bateria
Mestre-sala e porta-bandeira Fabrício Pires
Cristiane Caldas
Coreógrafo Jorge Teixeira
Comissão-de-frente
Enredo de 2010 {{{enredo para 2010}}}
Dia e hora do desfile (2010) {{{horário em 2010}}}
Desfile de 2010
Enredo Do paraíso de Deus ao paraíso da loucura, cada um sabe o que procura


O Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro, sendo localizada na Rua Coronel Tamarindo, no bairro de Padre Miguel mas que futuramente pode ser sediada na Avenida Brasil, no mesmo bairro.

Foi fundada em 10 de novembro de 1955 a partir de um time de futebol amador da época, o Independente Futebol Clube[1]. No entanto seu crescimento maior foi após os anos 70, quando passou a ser patrocinada pelo bicheiro Castor de Andrade, seu grande torcedor.


A Mocidade Independente de Padre Miguel foi fundada por Sílvio Trindade, Renato da Silva, Djalma Rosa, Olímpio Bonifácio (Bronquinha), Garibaldi F. Lima, Felipe de Souza (Pavão), Altamiro Menezes (Cambalhota) e Alfredo Briggs. Sua primeira bandeira da escola foi oferecida por Gilda Faria Lima, sendo a primeira rainha da escola Neuza de Oliveira. Em 1955, o time de futebol transformara-se em bloco, participando de um concurso de blocos em Padre Miguel, promovido pelo falecido político Waldemar Vianna de Carvalho. Como houve um empate entre esta e o Unidos de Padre Miguel, Waldemar resolveu as coisas de modo diplomático, considerando a Mocidade uma escola de samba e dando-lhe o primeiro lugar na categoria, premiando assim o Unidos como melhor bloco.

Em 1956 apresentou o enredo "Castro Alves", novamente num desfile local, participando pela primeira vez do desfile oficial no ano seguinte, com o enredo "O Baile das Rosas", quando tirou um 5° lugar. No ano de 1958, foi campeã do segundo grupo com o enredo "Apoteose ao Samba". De 1959 em diante, assumiu o Grupo 1 e não desceu mais.

Em 1959, a bateria, sob a batuta de Mestre André, deu pela primeira vez a célebre "paradinha" em frente à comissão julgadora,mantendo o ritmo para que a escola continuasse evoluindo. O povo passaria, mais tarde, a acompanhar tal "bossa" com o grito de "Olé". Durante este período, a Mocidade era conhecida como "uma bateria que carregava a escola nas costas", pois a bateria era mais conhecida do que a própria escola, que só alguns anos depois iria se tornar uma escola que competisse com as grandes da época (Portela, Império Serrano, Salgueiro e Mangueira).

No ano de 1974, Arlindo Rodrigues apresentou o enredo "A festa do Divino" ,tirando um 5° lugar. Mas neste ano ela poderia ter ganhado o campeonato, se não tirasse uma 4 em fantasia e um 9 em harmonia. A diferença de pontos do Salgueiro para a Mocidade eram de 6, portanto haveria empate somente se a Mocidade ganhasse 10. mesmo se houvesse empate, o Salgueiro sagraria-se campeão pois obteve 10 em harmonia .

Desde então, a escola deixava de ser conhecida apenas por sua bateria, para impor-se como grande escola de samba. Em 76, por ironia, a Mocidade empatou em segundo lugar, com a Mangueira, e perdeu o desempate por ter um ponto a menos na nota da tão famosa bateria nota 10. Em 1979, ainda com Arlindo Rodrigues, a Mocidade conquista o seu primeiro campeonato com "O Descobrimento do Brasil".

Ano seguinte, assumiu o carnaval Fernando Pinto, produzindo carnavais excepcionais na Mocidade e projetando-se como um dos mais criativos e inventivos carnavalescos já conhecidos.

No primeiro ano de Fernando Pinto na Mocidade, em 1980, a escola conquistou um segundo lugar com o enredo "Tropicália Maravilha". Em 1983, a Mocidade recebe o estandarte de melhor comunicação com o público com o enredo "Como era verde o meu Xingu". Fernando permanceu na escola até 88 e fez grandes carnavais na Mocidade na década de 80: além de Tupinicópolis e Como era verde meu Xingu, deu à escola o título de 85, com Ziriguidum 2001. Nesse carnaval, a Mocidade entraria na Avenida com um enredo futurista, projetando o carnaval do próximo século.

Era Renato Lage e morte de Castor de Andrade
Em 90, a Mocidade passaria ao comando de Renato Lage, que consagrou a escola em três anos: em 90, contando sua própria história (Vira Virou, a Mocidade Chegou); em 91, falando sobre a água (Chuê, Chuá... As Águas Vão Rolar); e em 96, com um enredo sobre a criação da humanidade (Criador e Criatura).

Em 1997, a Mocidade perdeu seu patrono maior, Castor de Andrade. Dois anos depois, a escola fez um desfile primoroso, com uma merecida homenagem à Villa-Lobos, com o enredo Villa-Lobos e a Apoteose Brasileira. O público vibrou com o desfile. Porém, neste ano, uma decepção aconteceu: a Mocidade, que sempre se concentrou ao lado dos Correios, precisou se concentrar em frente ao edifício conhecido como "Balança Mas Não Cai", perto do qual há um viaduto que freqüentemente atrapalha as alegorias das escolas que se concentram por ali. No caso da Mocidade, não deu outra: a escola demorou demais a por os destaques nos grandes carros alegóricos e abriu um enorme buraco entre os setores 1 e 3, logo no começo da passarela. Apesar da grande falha, certamente foi a campeã de muita gente que viu e se emocionou com aquele belíssimo desfile.

Em 2000, a Mocidade veio literalmente vestida com as cores do Brasil, apresentando o enredo Verde, Amarelo, Azul-Anil Colorem o Brasil no Ano 2000. O belíssimo e imponente carro abre-alas, uma imensa nave espacial dos índios do futuro, já deu uma amostra do que seria a escola. A Mocidade passou muito bem, mas o samba arrastado impediu que a escola decolasse e atingisse colocações melhores. Mesmo assim, ficou em um honroso quarto lugar, credenciando-se ao Desfile das Campeãs.

Após o carnaval de 2002, Renato Lage deixou a escola.

Depois da era Renato Lage
Em 2003 assumiu o carnavalesco Chico Spinoza, que levou para a avenida enredos de cunho social, como doação de órgãos e educação no trânsito. Em 2005, com a mudança da diretoria, a Mocidade contrata um carnavalesco de característica clássica, Paulo Menezes . Seu carnaval fez lembrar as formas de Arlindo Rodrigues, porém a escola terminou na 9a colocação . Em 2006, entra Mauro Quintaes, com o carnaval sobre os 50 anos da escola, porém a escola naufragou mais uma vez, inclusive a escola sendo vaiada no setor 1 terminando na 10a colocação. Em 2007 entra outro carnavalesco Alex de Souza que contou a história do artesanato terminando na pior colocação desde a era Castor de Andrade, na 11º colocação. Para 2008, a escola trocou outra vez de carnavalesco, desta vez troxe Cid Carvalho, que com um enredo temático dos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, consegue melhorar um pouco em relação ao carnaval passado, na 8ª colocação.

Para 2009 a escola trouxe de volta Wander Pires como sua voz oficial e Mestre Jorjão. Além disso, o carnavalesco Cláudio Cebola, que fazia parte da comissão de carnaval, foi promovido a carnavalesco oficial. O enredo, a princípio seria uma homenagem ao centenário da morte do escritor Machado de Assis, mas foi posteriormente alterado, com a inclusão também de Guimarães Rosa no tema do carnaval sendo um completo fiasco. Última escola do Grupo Especial a definir seu samba para 2009, a Mocidade enfrentou algumas polêmicas nesse processo, quando escolheu um samba com características pouco convencionais e que era preterido pela maioria da comunidade[2][3] e afastou o diretor José Luiz Azevedo[4], e no final terminou na 11ºcolocação, ficando perto de descer para o Grupo A.

Desfiles
Mocidade Independente de Padre Miguel

Ano Colocação[-] Grupo[-] Enredo Carnavalesco
1984 Vice-Campeã Especial Mamãe eu quero Manaus Fernando Pinto
1985 Campeã Especial Ziriguidum 2001, um carnaval nas esterlas Fernando Pinto
1986 7°lugar Especial Bruxarias e histórias do arco da velha Edmundo Braga e Paulino Espírito Santo
1987 Vice-Campeã Especial Tupinicópolis Fernando Pinto
1988 8°lugar Especial Beijim, beijim, bye, bye Brasil Fernando Pinto
1989 7°lugar Especial Elis, um trem de emoções Ely Peron e Rogério Figueiredo
1990 Campeã Especial Vira, Virou, A Mocidade Chegou Renato Lage e Lilian Rabelo
1991 Campeã Especial Chuê, Chuá, As águas vão rolar Renato Lage e Lilian Rabelo
1992 Vice-Campeã Especial Sonhar não custa nada, ou quase nada Renato Lage e Lilian Rabelo
1993 4°lugar Especial Marraio feridô sou rei Renato Lage
1994 8°lugar Especial Avenida Brasil - Tudo passa, quem não viu? Renato Lage
1995 4°lugar Especial Padre Miguel, olhai por nós Renato Lage
1996 Campeã Especial Criador e Criatura Renato Lage
1997 Vice-Campeã Especial De corpo e alma na avenida Renato Lage
1998 6°lugar Especial Brilha no céu a estrela que me faz sonhar Renato Lage
1999 4°lugar Especial Villa Lobos e a Apoteose Brasileira Renato Lage
2000 4°lugar Especial Verde amarelo, azul-anil, colorem o Brasil no ano 2000 Renato Lage
2001 7°lugar Especial Paz e harmonia, Mocidade é alegria Renato Lage
2002 4°lugar Especial O Grande Circo Místico Renato Lage e Márcia Lávia
2003 5ºlugar Especial Para sempre no seu coração - Carnaval da doação Chico Spinoza
2004 8ºlugar Especial Não Corra, Não Mate, Não Morra - Pegue Carona Com a Mocidade! Educação No Trânsito Chico Spinoza
2005 9ºlugar Especial Buon Mangiare, Mocidade! A Arte Está na Mesa Paulo Menezes
2006 10°lugar Especial A Vida Que Pedi a Deus Mauro Quintaes
2007 11°lugar Especial O Futuro no Pretérito, Uma História Feita à Mão Alex de Souza
2008 8º lugar Especial O Quinto Império: De Portugal ao Brasil, uma Utopia na História Cid Carvalho
2009 11º lugar Especial Mocidade apresenta: Clube Literário Machado de Assis e Guimarães Rosa, estrela em poesia! Cebola
2010 Especial Do paraíso de Deus ao paraíso da loucura, cada um sabe o que procura Cid Carvalho

preliminares

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Uma loira chegou ao hotel em Luanda, e como estava muito calor, ela abriu
> a janela. Só que começaram a entrar vários mosquitos.
> Então, ela ligou para a recepção e reclamou:
> - Boa noite, estou com muito calor e com a janela aberta vários mosquitos
> entraram no meu quarto e estão-me a incomodar.
> - Se a Senhora desligar as luzes do seu quarto, eles irão embora,
> disse-lhe o recepcionista.
> Ela fez o que ele disse e realmente eles foram embora.
> Depois de um tempo, começaram a entrar vários pirilampos, e então ela
> tornou a ligar para a recepção a reclamar.
> E o recepcionista perguntou:
> - Mas o que foi agora?
> Ela responde:
> - Não resolveu nada! Os mosquitos voltaram com lanternas

HISTÓRIA DE PORTUGAL - GOMES FREIRE DE ANDRADE

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Gomes Freire de Andrade


Gomes Freire de Andrade (Viena, 27 de janeiro de 1757 — Forte de São Julião da Barra, 18 de outubro de 1817) foi um general português.

Biografia
Era filho de António Ambrósio Freire de Andrade e Castro, embaixador de Portugal na corte austríaca, e da condessa de Schaffgotsch, vinda de uma antiga e ilustre família da Boêmia.

Teve a educação que na época se costumava dar aos filhos da nobreza. Seu pai, Ambrósio Freire, fora um óptimo colaborador do marquês de Pombal na campanha contra a Companhia de Jesus , sendo o filho Gomes Freire enviado para Portugal com 24 anos de idade, em Fevereiro de 1781, já com o grau de Cavaleiro da Ordem de Cristo. Destinado à carreira militar, assentou praça de cadete no regimento de Peniche, sendo em 1782 promovido a alferes. Passou à Armada Real, embarcando em 1784 na esquadra que foi auxiliar as forças navais espanholas de Carlos III no bombardeamento de Argel.

Regressou a Lisboa em setembro, promovido a tenente do mar da Armada Real, e em abril de 1788 voltou ao antigo regimento no posto de sargento-mor. Tendo alcançado licença para servir no exército de Catarina II, em guerra contra a Turquia, partiu para a Rússia. Em São Petersburgo terá conquistado as maiores simpatias na corte e da própria imperatriz. Na campanha de 1788-1789, comandada pelo príncipe Potemkin, ter-se-á distinguido nas planícies do rio Danúbio, na Guerra da Criméia e sobretudo no cerco de Oczakow, alegadamente o primeiro a entrar na frente do regimento quando a praça se rendeu em 17 de outubro de 1788 depois de cerco prolongado. Na hora das condecorações esqueceram-se dele, negando-lhe a Comenda de S. Jorge. Mas ele protesta, pede atestados de heroísmo ao coronel Markoff, e a imperatriz condescende atribuindo-lhe o posto de coronel do seu exército, que em 1790 lhe foi confirmado no exército português, mesmo ausente.

Depois, na esquadra do príncipe de Nassau, salva-se milagrosamente durante a batalha naval de Schwensk, quando os canhões suecos fazem ir a pique a "bateria flutuante" que ele comandava. Perdeu-se toda a tripulação, mas Gomes Freire conseguiu salvar-se, acabando por receber o hábito de São Jorge, uma das Ordens mais importantes da Rússia, não das mãos da imperatriz, como se tem dito, mas sim das do príncipe de Nassau, em nome da imperatriz [3]. Houve rumores de simpatia e entusiasmo da czarina por Freire de Andrade, aparentemente confirmado pelas desinteligências entre ele e o príncipe de Potemkin, favorito conhecido.

Voltou a Lisboa, nomeado coronel do regimento do marquês das Minas, prestes a embarcar para a Catalunha, na divisão que Portugal enviava auxiliar a Espanha contra a República francesa e a que chegou em 11 de novembro de 1793, seguindo por terra. Nesta expedição iam estrangeiros no Estado-Maior: o duque de Northumberland, general e par de Inglaterra, o príncipe de Luxemburgo Montmorency, o conde de Chalons, o conde de Liautaud. O Regimento de Freire de Andrade e o de Cascais ocuparam a povoação de Rebós, na sua linha de batalha, correndo logo às trincheiras da ponte de Ceret, onde o exército espanhol estava a ponto de capitular. A acção do Regimento terá sido brilhante, apesar do mau desempenho de Gomes Freire de Andrade, carregando os franceses com brio em combate a 26 de novembro de 1793. Em Arles, acampou em quartéis de inverno seu Regimento e o de Cascais, que constituiam a 2° Brigada, comandada por ele. Segundo Latino Coelho, começa aí a evidenciar-se o espírito indisciplinado e irrequieto de Gomes Freire; desordeiro e intrigante, "o animo altivo do coronel, avesso, como era a toda a sujeição, difundia na divisão auxiliar o fermento da indisciplina"

Mas apesar das vitórias do exército hispano-português sobre os republicanos da Convenção, a guerra do Roussillon ia-se tornar armadilha, os espanhóis tinham 18 mil feridos em hospitais e os portugueses mil homens fora de combate, enquanto os franceses recebiam constantes reforços. Em 29 de abril de 1794 o general Dugommier atacou a esquerda do exército espanhol, composta de corpos da divisão portuguesa, que sustentou o fogo do romper da manhã às 14 h, salvando o exército espanhol.

Regressado a Portugal, veio a integrar a "Legião Portuguesa" criada por Junot e que, sob o comando do marquês de Alorna, partiu para França em Abril de 1808, onde vem a ser recebida por Napoleão Bonaparte no dia 1 de Junho. Participou na campanha da Rússia.

Acusação
Libertado Portugal da ocupação das tropas francesas, e após a derrota de Napoleão, Freire de Andrade regressa a Portugal, onde vem a ser Grão Mestre da Maçonaria. Veio a ser acusado de liderar uma conspiração contra a monarquia de João VI, em Portugal continental representada pela Regência, então sob o governo militar britânico de William Carr Beresford. Foi detido e enforcado por crime de traição à pátria junto com outras onze pessoas: o coronel Manuel Monteiro de Carvalho, os majores José Campelo de Miranda e José da Fonseca Neves e mais oito oficiais do Exército.

Após o julgamento e execução do tenente-general e outros, Beresford deslocou-se ao Brasil para pedir mais poderes. Havia pretendido suspender a execução da sentença até que fosse confirmada pelo soberano mas a Regência, "melindrando-se de semelhante insinuação como se sentisse intuito de diminuir-se-lhe a autoridade, imperiosa e arrogante ordena que se proceda à execução imediatamente".

Este procedimento da Regência e de Lord Beresford, comandante em chefe britânico do Exército português e regente de facto do reino de Portugal, levou a protestos e intensificou a tendência anti-britânica, o que conduziu o país à Revolução do Porto e à queda de Beresford (1820), impedido de desembarcar em Lisboa ao retornar do Brasil, onde conseguira de D. João VI maiores poderes.

artistas portugueses - JÚLIO PEREIRA

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domingo, novembro 08, 2009

BRASILEIRÃO - 34ª.RODADA

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O FLAMENGO A SALVAÇÃO DO
FUTEBOL DO RIO, VENCEU
E JA É 3º.CLASSIFICADO.
FLU VENCEU PALMEIRAS E
O FOGÃO O CORITIBA.

34ª Rodada
Grêmio 1 x 1 São Paulo
Santos 3 x 1 Náutico
Sport 2 x 3 Cruzeiro
Vitória 0 x 1 Avaí
8/11 16h Pacaembu Corinthians 2 x 0 Santo André
8/11 16h Mineirão Atlético-MG 1 x 3 Flamengo
8/11 16h Maracanã Fluminense 1 x 0 Palmeiras
8/11 18h30 Arena da Baixada Atlético-PR 2 x 0 Goiás
8/11 18h30 Arena Barueri Barueri 1 x 1 Internacional
8/11 18h30 Engenhão Botafogo 2 x 0 Coritiba

Atletico mg, 1 Flamengo,3



Fla com Pettkovic e Adriano no arraso e assalto ao título

O Flamengo não se intimidou com o Mineirão lotado e, com um gol olímpico de Petkovic e o 18º gol de Adriano na competição, derrotou o Atlético-MG por 3 a 1 e ultrapassou o rival na tabela do Campeonato Brasileiro.


Com o resultado, o Flamengo assume o terceiro lugar da competição e voa para o título . O resultado tira o Cruzeiro do grupo dos quatro melhores colocados.

Em busca do primeiro lugar, o Flamengo viaja até o Recife para enfrentar o Náutico nos Aflitos, no domingo.


Atlético-MG 1 x 3 Flamengo

Golos
Atlético-MG: Ricardinho, aos 5 min do 2º tempo
Flamengo: Petkovic, aos 9 e Maldonado, aos 39 min do 1º tempo; Adriano aos 36min

Atlético-MG
4-4-2
Carini, Carlos Alberto, Werley, Benítez e Thiago Feltri; Renan (Evandro), Jonílson, Correa (Serginho) e Ricardinho; Éder Luís (Renteria) e Diego Tardelli
Técnico: Celso Roth

Flamengo
4-4-2
Bruno, Leonardo Moura, Álvaro, Ronaldo Angelim e Juan; Aírton (Toró), Willians, Maldonado e Petkovic (Fierro); Zé Roberto (Wellinton) e Adriano
Técnico: Andrade


CLASSIFICAÇÃO

1º São Paulo 59
2º Palmeiras 58
3º Flamengo 57
4º Atlético-MG 56


5º Cruzeiro 54
6º Internacional 53
7º Avaí 50
8º Corinthians 49
9º Grêmio 48
10º Goiás 47
11º Barueri 45
12º Santos 45
13º Vitória 44
14º Atlético-PR 43
15º Coritiba 41
16º Botafogo 41

17º Fluminense 36
18º Santo André 35
19º Náutico 35
20º Sport 30

escritores brasileiros - ODUVALDO VIANA FILHO

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Oduvaldo Vianna Filho


Oduvaldo Vianna Filho, também conhecido como Vianinha, (São Paulo, 4 de julho de 1936 — Rio de Janeiro, 16 de julho de 1974) foi um dramaturgo, ator e diretor de teatro e televisão brasileiro.

Filho de Oduvaldo Viana que também marcou época no teatro brasileiro, Vianinha estreou no teatro em 1955, como ator, na peça "Rua da igreja", com o grupo do Teatro Paulista do Estudante. Com espírito polêmico e sempre muito combativo, Oduvaldo Vianna Filho fez parte do Teatro de Arena e estreou como autor em 1959, ao escrever "Chapetuba Futebol Clube".

Em 1973, juntamente com Armando Costa, criou e dirigiu na Rede Globo de Televisão uma das séries humorísticas de muito sucesso, que voltaria a ser apresentada na mesma emissora: "A Grande Família".

Suas peças "A Mão na luva", "Allegro desbum" e "Rasga coração" ganharam diversas montagens no Brasil. Uma muito elogiada pela crítica é a última, "Rasga coração", que ele terminou de escrever poucos dias antes de falecer, vitimado por um câncer pulmonar, com apenas 38 anos.

Atualmente em São Paulo dois atores do Grupo Tapa montam "Mão na Luva".

Dramaturgia
1959 - Chapetuba Futebol Clube
1961 - A mais-valia vai acabar, seu Edgar
1963 - Quartos quadras da Terra
1964 - Opinião
1965 - Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come
1965 - Moço em estado de sítio
1966 - A Mão na luva
1968 - Papa Highirte
1971 - A longa noite de cristal
1971 - Corpo a corpo
1972 - Nossa vida em família
1973 - Allegro desbum
1974 - Rasga coração

] Filmografia
Como ator:

1969 - "As duas faces da moeda"

LIGA PORTUGUESA

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O LÍDER BRAGA AVEROU A PRIMEIRA
DERROTA NA LIGA PORTUGUESA,PER-
PENDO COM O GUIMARÃES (1-0)


O PORTO PERDEU NA ILHA DA MADEIRA
COM O MARITIMO (1-0) E FICA LONGE
DA LIDERANÇA, ONDE JÁ ESTÁ O
SPORTING, QUE NO PRIMEIRO JOGO
SEM PAULO BENTO, VOLTOU A CLAUDI-
CAR (2-2) COM O RIO AVE.

O BENFICA VENCEU O NAVAL POR 1-0

NO ULTIMO MINUTO E É LÍDER COMO O
BRAGA.

O GOLO DO BENFICA MARCADO DE CABEÇA PELO ESPANHOL JAVI GARCIA A 1 MINUTO DO FIM





martimo.1 porto,0


Golo na prépria baliza e muita apatia levam o Porto à derrota e a ficar em posição delicada na classificação

RIO AVE-SPORTING...2-2

Depois de uma primeira parte raaoável em que marcou 2 golos, voltou a cair na apatia que se lhe tem conhecido ao longo do campeonato e cedeu mais um empate.

Rio Ave – Carlos; José Gomes (Adriano 80), Gaspar, Fábio Faria e Sílvio; Wires, Vítor Gomes e Ricardo Chaves (Tarantini 46); Bruno Gama, Sidnei (Chidi 74) e João Tomás.

Suplentes: Mora, Bruno Mendes, Chidi, Adriano, Tarantino, Wesllem e Evandro.

Sporting – Rui Patrício; Pedro Silva, Tonel, Daniel Carriço e André Marques (Caicedo 62); Miguel Veloso, João Motinho, Vukcevic (Angulo 46) e Matías Fernandez; Hélder Postiga (Polga 67) e Liedson.

Suplentes: Tiago, Polga, Grimi, Adrien, Angulo, Renato Neto, Caicedo, Saleiro.

Marcadores: 0-1, Matías Fernandez (20); 0-2 João Moutinho, g.p. (46); 1-2 João Tomás (56), 2-2 João Tomás (59);

preliminares

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- Como te chamas? - pergunta a professora.
- 'Kinaxixi' - responde o puto.
- Estamos em Portugal e não há cá Kinaxixis, isso era lá em Angola.
Daqui para a frente chamas-te 'Joaquim' - diz a professora.
À tarde, Kinaxixi volta para casa.
- Correu-te bem o dia, Kinaxixi? - pergunta a mãe.
- Já não me chamo Kinaxixi, mas sim Joaquim, porque agora vivo em Portugal.
- Ah, tu tens vergonha do teu nome, da tua raça e renegas os teus
pais! - A mãe fica danada e enfia-lhe uma galheta bem aviada.
Chega o pai a casa e faz a mesma pergunta:
- Correu-te bem o dia, Kinaxixi?
- Já não me chamo Kinaxixi, mas sim Joaquim, porque agora vivo em Portugal.
Diz o pai: - Ah, tu tens vergonha do teu nome e da tua raça? Então,
até renegas os teus pais...
Kinaxixi oferece a outra face e leva mais uma galheta.
No dia seguinte quando chega à escola, a professora, reparando nas
marcas dos dedos na cara do miúdo, pergunta:
- O que foi que te aconteceu, Joaquim?
- Bem, professora, mal me tornei português... fui logo agredido por
dois pretos!...

sábado, novembro 07, 2009

SEGUNDONA - seguindo VASCO e PORTUGUESA

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O VASCÃO VENCEU DE NOVO
RUMO À ELITE DO FUTEBOL
BRASILEIRO ONDE PERTENCE.

PORTUGUESA VENCEU O ABC


3/11 21h Canindé Portuguesa 2 x 1 ABC

7/11 16h10 Maracanã Vasco 2 x 1 Juventude


RAMON COMANDA O VASCO

Vasco põe 81 mil no Maracanã, bate Juventude e confirma volta
O VASCO está de novo na 1ª.Divisão. Regressou o grande senhor. Neste sábado, para 81 mil torcedores no Maracanã, os vascaínos tiveram jogo tenso contra o Juventude, mas venceram por 2 a 1 e confirmaram o acesso na Série B do Campeonato Brasileiro.



Com 70 pontos em 34 rodadas, o Vasco está 100% garantido na próxima Série A. Por enquanto, Guarani, Ceará e Atlético-GO vão completando o G-4.


Vasco 2 x 1 Juventude

Golos
Vasco: Adriano, aos 28min do 1º tempo, e Carlos Alberto, aos 23min do 2º tempo
Juventude: Irineu, aos 17min do 2º tempo

Vasco
4-3-1-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Fernando, Titi e Ramon; Nílton, Souza (Alex Teixeira) e Alan; Carlos Alberto (Magno); Elton e Adriano (Aloísio)
Técnico: Dorival Júnior

Juventude
4-4-2
Juninho; Bruno, Douglas, Irineu e Bruno Teles; Xavier (Jorge Felipe), Walker, Lauro e Léo Dias (Gustavo); Zezinho e Marcos Denner (Mendes)
Técnico: Ivo Wortmann

classificação

1º Vasco 70
2º Ceará 63
3º Guarani 62
4º Atlético-GO 59
.
5º Figueirense 57 34 18 3 13 60 45 15 56%
Portuguesa 57 34 17 6 11 50 42 8 56%
.
20º ABC 32 34 9 5 20 32 58 -26 31%

artistas brasileiros - YAMANDU COSTA

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YAMANDU COSTA É UM
BRILHANTE VIOLINISTA
DE PASSO FUNDO.



Yamandu Costa (Passo Fundo, 24 de janeiro de 1980) é um violonista e compositor brasileiro.

Começou a estudar violão aos sete anos de idade com o pai, Algacir Costa, líder do grupo Os Fronteiriços e aprimorou-se com Lúcio Yanel, virtuoso argentino radicado no Brasil. Até os quinze anos, sua única escola musical era a música folclórica do Sul do Brasil, Argentina e Uruguai. Depois de ouvir Radamés Gnatalli, ele começou a procurar por outros brasileiros, tais como Baden Powell, Tom Jobim, Raphael Rabello entre outros. Aos dezessete anos apresentou-se pela primeira vez em São Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil, produzido pelo Estúdio Tom Brasil, e a partir daí passou a ser reconhecido como músico revelação do violão brasileiro.

Yamandu toca estilos diversos como choro, bossa nova, milonga, tango, samba e chamamé, sendo difícil enquadrá-lo em uma corrente musical, dado que mistura todos os estilos e cria interpretações de rara personalidade no seu violão de sete cordas.

Prêmios
Free Jazz Festival 2001 - Rio e São Paulo
Festival de Guitarra do Chile - 2001
Vencedor do Prêmio Visa Edição Instrumental - 2001
Circuito Cultural Banco do Brasil - 1999 - Participação
Festival de Nashville (EUA) - 1998
Troféu de Revelação de Música Instrumental do Estado do Rio Grande
25º Prêmio de melhor instrumentista do RS
Show em Montevidéu - 1998
Turnê em Bueno Aires - 1998
Vencedor do Prêmio Califórnia da Canção Nativa, em Uruguaiana - 1995
Prêmio Tim - Melhor Solista - 2004
[editar] Discografia
2008 - Mafuá
2007 – Lida
2007 – Yamandu + Dominguinhos
2007 – Ida e Volta
2006 – Tokyo Session
2005 – Música do Brasil Vol.I (DVD)
2005 – Yamandu Costa ao Vivo (DVD)
2005 – Brasileirinho
2004 – El Negro Del Blanco (com Paulo Moura)
2003 – Yamandu ao Vivo
2001 – Yamandu (Prêmio Visa)
2000 – Dois Tempos (com Lúcio Yanel)

quinta-feira, novembro 05, 2009

EQUIPAS PORTUGUESAS NA LIGA EUROPA

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O BENFICA VENCEU O EVERTON
EM LIVERPOOL 2-0,
O SPORTING EMPATOU COM O
VENTSOILS 1-1
O NACIONAL EMPATOU COM O
BILBAU.



Benfica e Sporting estão quase apurados, o Nacional afaastado.

Grupo D
Sporting-Ventspils, 1-1
(Saleiro, 22) (Zamperini, 16)
Heerenveen-Hertha Berlim, 2-3
(Papadopoulos, 4 e 37) (Domovchiyski, 22 e 52; Wichniarek, 90+1)

Classificação:
1. Sporting, 4 jogos/10 pontos
2. Heerenveen, 4/4
3. Hertha, 4/4
4. Ventspils, 4/3

Grupo I
AEK Atenas-BATE Borisov, 2-2
(Blanco, 1; Manduca, 38) (Rodionov, 17;Volodko, 25)
Everton-Benfica, 0-2
(Saviola, 63; Cardozo, 76)


Ficha de jogo:

Estádio Goodison Park, em Liverpool

Árbitro Said Ennjimi (França)

EVERTON: Howard; Hibbert, Distin, Yobo e Baines; Rodwell, Goslin (Jô, 68m), Bilyaletdinov e Fellaini; Cahill e Yakubu (Agard, 80m) .

Suplentes: Nash, Coleman, Baxter, Wallace e Duffy.

Treinador: David Moyes.

BENFICA: Júlio César; Rúben Amorim, Luisão, Sidnei e David Luiz; Javi Garcia, Di María, Fábio Coentrão (Aimar, 60m) e Ramires (Maxi Pereira, 45m); Saviola (Felipe Menezes, 86m) e Cardozo.

Suplentes: Quim, Shaffer, Nuno Gomes e Weldon.

Treinador: Jorge Jesus.

Disciplina: Cartão amarelo para Yakubu (19m), Rodwell (50m), Hibbert (78m), Júlio César (87m).

Golos: 0-1, Saviola (63m); 0-2, Cardozo (76m).

Ao intervalo: 0-0.

Resultado final: 0-2. 21:55 - 05-11-2009

Classificação:
1. Benfica, 4 jogos/9 pontos
2. Everton, 4/6
3. BATE, 4/4
4. AEK, 4/4


Grupo L
Werder Bremen-Áustria Viena, 2-0
(Borowski, 82; Hugo Almeida, 84)

Nacional-Athletic Bilbau, 1-1
(Edgar, 63, g.p.) (Etxeberria, 83)

Classificação:
1. Werder Bremen, 4 jogos/10 pontos
2. A. Bilbao, 4/7
3. Nacional, 4/2
4. A. Viena, 4/2 22:20 - 05-11-2009

quarta-feira, novembro 04, 2009

HISTÓRIA DO BRASIL - PRESIDENTE DA REPUBLICA ARTUR BERNARDES

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Presidente ARTUR BERNARDES

12° Presidente do Brasil
Mandato
15 de novembro de 1922 até
15 de novembro de 1926
Vice-presidente Estácio Coimbra
Precedido por Epitácio Pessoa
Sucedido por Washington Luís

Nascido em 8 de agosto de 1875

Morreu em 23 de Março de 1955 (79 anos)
Rio de Janeiro (RJ)
Partido político PRM
Profissão Advogado

Artur da Silva Bernardes[1] (Viçosa, 8 de agosto de 1875 — Rio de Janeiro, 23 de março de 1955) foi um advogado e político brasileiro, presidente de Minas Gerais de 1918 a 1922 e presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1922 e 15 de novembro de 1926. Seus seguidores eram chamados de "Bernardistas".


Estudou no Colégio do Caraça. Após formar-se na Faculdade Livre de Direito, iniciou sua carreira política como vereador e presidente da Câmara Municipal de Viçosa em 1906. Foi deputado federal (de 1909 a 1910) e Secretário de Finanças de Minas Gerais em 1910. Foi eleito para um novo mandato de deputado federal (1915 a 1917). Tornou-se o líder principal do Partido Republicano Mineiro, tirando o controle do PRM dos políticos do Sul de Minas Gerais, deslocando o centro da política mineira para a Zona da Mata. Foi presidente do estado de Minas Gerais entre 1918 e 1922.

A eleição para presidente da república e a Revolta dos 18 do forte
Bernardes venceu as eleições presidenciais de 1 de março de 1922, obtendo 466.877 votos contra 317.714 votos dados a Nilo Peçanha, em uma eleição que dividiu o país: Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro apoiaram Nilo Peçanha e os demais estados deram apoio à candidatura Bernardes.[1]

Antes da eleição, Bernardes teve que enfrentar o rumoroso caso das "cartas falsas" atribuídas a ele e que denegriam o ex presidente Hermes da Fonseca.

Seu vice-presidente foi Estácio Coimbra que substituiu Urbano Santos, vice-presidente eleito, também em 1 de março de 1922, e que faleceu no dia 7 de Maio de 1922, antes de tomar posse.

O descontentamento com a vitória de Bernardes e com o governo de seu antecessor, Epitácio Pessoa, foram algumas das causas do chamado Levante do Forte de Copacabana, primeira ação do movimento tenentista. Bernardes teve que fazer frente à coluna Prestes, movimento tenentista que percorreu o país pregando mudanças políticas e sociais e que jamais foi derrotado pelo governo.


Presidente Artur Bernardes.[editar] Na Presidência da República
Além da oposição por parte da baixa oficialidade militar (incentivados pela revolução comunista), ele ainda confrontou uma guerra civil no Rio Grande do Sul, onde Borges de Medeiros se elegeu presidente do estado pela quinta vez consecutiva, e também o movimento operário que se fortalecia novamente. Em 1923 e 1924 ocorreram novas ações tenentistas no Rio Grande do Sul e em São Paulo, onde ocorreu a Revolução de 1924, que levou Bernardes a bombardear a cidade de São Paulo. Tudo isso levou Bernardes a decretar o estado de sítio, que perdurou durante quase todo seu governo.

Artur Bernardes foi o pioneiro da siderurgia em Minas Gerais e sempre se bateu pela ideologia nacionalista e de defesa dos recursos naturais do Brasil.

Sob seu governo, o Brasil se retirou da Liga das Nações em 1926.

Bernardes promoveu a única reforma da Constituição de 1891, reforma que foi promulgada em setembro de 1926 e que alterava principalmente as condições para se estabelecer o estado de sítio no Brasil. Após deixar o governo, foi eleito senador em 1929.

Foi contrário à ascensão de Antônio Carlos Ribeiro de Andrada ao governo de Minas Gerais mas não pode evitá-la.

[editar] Vida após a Presidência
Após a presidência, foi eleito senador da república, mandato que exerceu até 1930.

Artur Bernardes, no seu discurso de posse no Senado Federal, em 25 de maio de 1927, estando a cidade do Rio de Janeiro sob grande tensão e expectativa, relembrou a dificuldade que foi sua eleição presidencial de 1922 e sua presidência:

Não estará ainda na memória de todos o que fora a penúltima campanha presidencial? Nela se afirmava que o candidato não seria eleito; eleito não seria reconhecido, não tomaria posse, não transporia os umbrais do Palácio do Catete!

— Artur Bernardes

Carlos Lacerda repetiria, contra Getúlio Vargas, essa frase de Bernardes, na campanha presidencial de 1950.

Participou da Revolução de 1930, que desalojou o Partido Republicano Paulista do governo federal. Foi um Revolucionário constitucionalista de 1932. Fracassado este movimento, exílou-se em Portugal. De volta ao Brasil, em 1934, foi eleito deputado federal para o mandato 1935-1939. Em 1937, porém, perdeu o mandato, devido ao golpe do Estado Novo.

Com o reestabelecimento da democracia em 1945, ingressou na UDN, elegendo-se deputado federal constituinte em 1945. Criou e dirigiu a seguirn o Partido Republicano. Eleito suplente de deputado federal em 1950, exerceu o mandato, em virtude de convocação, sendo eleito para um novo mandato em 1954. Bernardes defendeu, após 1945, o Petróleo e a Siderurgia nacionais. Ocupou o cargo de deputado federal até a sua morte, em 1955.

Composição do governo
Vice-presidente
Estácio de Albuquerque Coimbra
Ministros
Agricultura, Indústria e Comércio: Miguel Calmon du Pin e Almeida;
Fazenda: Rafael de Abreu Sampaio Vidal, Aníbal Freire da Fonseca;
Guerra: General Fernando Setembrino de Carvalho, Almirante Alexandrino Faria de Alencar - interino;
Justiça e Negócios Interiores: João Luís Alves, José Félix Alves Pacheco - interino, Aníbal Freire da Fonseca - interino; Afonso Augusto Moreira Pena Júnior;
Marinha: Almirante Alexandrino Faria de Alencar, Contra-almirante Arnaldo de Siqueira Pinto da Luz;
Relações Exteriores: José Félix Alves Pacheco;
Viação e Obras Públicas: Francisco Sá

terça-feira, novembro 03, 2009

brasileirão - 33ª.rodada

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O SÃO PAULO ALCANÇA A LIDERANÇA
EX-AEQUO COM O PALMEIRAS QUE
CEDEU EMPATE COM O CORINTHIANS


33ª Rodada
31/10 18h30 Ressacada Avaí 2 x 0 Atlético-PR
31/10 18h30 Morumbi São Paulo 1 x 0 Barueri
31/10 18h30 Maracanã Flamengo 1 x 0 Santos
1/11 16h Eduardo José Farah Palmeiras 2 x 2 Corinthians
1/11 16h Couto Pereira Coritiba 1 x 0 Vitória
1/11 16h Beira Rio Internacional 0 x 1 Botafogo
1/11 16h Serra Dourada Goiás 2 x 3 Atlético-MG
1/11 18h30 Bruno J. Daniel Santo André 2 x 0 Grêmio
1/11 18h30 Aflitos Náutico 3 x 2 Sport
1/11 18h30 Mineirão Cruzeiro 2 x 3 Fluminense

palmeiras, 2 corinthians,2


RONALDO MARCA DE PENALTY

Palmeiras 2 x 2 Corinthians

Gols
Palmeiras: Danilo, aos 6min, e Maurício, aos 39min do 2º tempo
Corinthians: Ronaldo, aos 37min do 1º tempo, e aos 20min do 2º tempo

Palmeiras
3-5-2
Marcos; Maurício, Danilo e Marcão (Marquinhos); Figueroa, Jumar, Souza (Ortigoza), Diego Souza e Armero; Obina (Bruno) e Vagner Love; técnico: Muricy Ramalho

Corinthians
4-4-2
Felipe; Jucilei, Chicão, William e Balbuena (Dentinho); Boquita, Elias, Edu e Defederico (Edno); Jorge Henrique (Souza) e Ronaldo; técnico: Mano Menezes

classificação

1º Palmeiras 58
2º São Paulo 58
3º Atlético-MG 56
4º Flamengo 54
5º Internacional 52
6º Cruzeiro 51
7º Grêmio 47
8º Goiás 47
9º Avaí 47
10º Corinthians 46
11º Vitória 44
12º Barueri 44
13º Santos 42
14º Coritiba 41
15º Atlético-PR 40
16º Botafogo 38
17º Santo André 35
18º Náutico 35
19º Fluminense 33
20º Sport 30

segunda-feira, novembro 02, 2009

preliminares

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Um homem liga para casa depois de mais um dia de trabalho para saber o
que é o jantar.
- Estou? - diz uma vozinha de criança.
- Olá, querida, é o Papá. A Mamã está perto do telefone?
- Não, Papá. Ela está lá em cima no quarto com o tio Nando.
Depois de alguns segundos, o tipo diz:
- Mas querida, não tens nenhum tio chamado Nando!!
- Tenho sim! E ele está lá em cima no quarto com a Mamã.
- Está bem, então. Quero que faças o seguinte: Sobe a correr as escadas, bate na porta do quarto e grita para a Mamã e para o tio Nando que o meu carro acabou de parar em frente a casa.
- Está bem, Papá.
Alguns minutos depois, volta a miúda:
- Bem, eu fiz o que me disseste, Papá.
- E então?
- Bem, a Mamã pulou da cama nua e começou a correr pelo quarto a gritar, tropeçou no tapete e caiu pelas escadas abaixo...
- Oh, meu Deus! E o Tio Nando???
- Ele saltou da cama nu e estava muito assustado. Então pulou pela
janela do fundo para dentro da piscina, mas ele deve ter-se esquecido que tinhas esvaziado a piscina na semana passada para limpar, e bateu com a cabeça no fundo da piscina, e não me parece estar nada bem...
Uma longa pausa e o homem diz:
- Piscina ??? Por acaso o telefone daí é 35550739?
- Não.
- Tu não és a Vanessinha?
- Não.
- Ah! Desculpa, foi engano...

domingo, novembro 01, 2009

LIGA PORTUGUESA

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O BENFICA FOI DERROTADO POR
UM GRANDE BRAGA, QUE GANHOU
A TODOS OS GRANDES, E NESTA
JORNADA GANHOU PONTOS DE
NOVO A TODOS OS CANDIDATOS.



Sp. Braga 2-0 Benfica
Académica 2-0 V. Guimarães
Sporting 1-1 Marítimo
Olhanense 0-1 Rio Ave
FC Porto 1-1 Belenenses
Naval 1-0 Leixões
Nacional 2-1 V. Setúbal
P. Ferreira 0-1 U. Leiria


CLASSIFICAÇÃO
1 Sp. Braga 25
2 Benfica 22
3 FC Porto 20
4 Rio Ave 14
5 Nacional 14
6 U. Leiria 13
7 Sporting 13
8 Marítimo 12
9 Naval 10
10 Belenenses 8
11 Leixões 8
12 P. Ferreira 7
13 V. Guimarães 7
14 V. Setúbal 7
15 Olhanense 7
16 Académica 6

BRAGA, 2 BENFICA,0



O Benfica apesar de ter jogado bem, teve pela frente um super Braga que mereceu vencer.
Habituado a goleadas, o Benfica subiu ao relvado de sapato alto, e pagou por isso logo aos 7 minutos.

sexta-feira, outubro 30, 2009

HISTÓRIA DE PORTUGAL - PRESIDENTE DA REPUBLICA ANTÓNIO JOSÉ DE ALMEIDA

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António José de Almeida


Nasceu a 27 de Julho de 1866, em Vale da Vinha, concelho de Penacova.
Em Dezembro de 1910, casou com D. Maria Joana Queiroga de Almeida de quem teve uma filha.
Faleceu em Lisboa em 31 de Outubro de 1929.


Estudou em Coimbra e formou-se em Medicina, em 1895, pela Universidade daquela cidade com a classificação de distinto com 15 valores.
Apesar dos resultados obtidos, deparou com a proibição de exercer o magistério, devido ao lente da Faculdade, Lopes Vieira, já ter proposto ao Conselho daquele estabelecimento de ensino que o estudante António José fosse impedido de o fazer. A denúncia do conservadorismo dos professores, publicada nas 200 páginas da Desforra, não conseguiu alterar a decisão.

Em 1896, parte para Angola e, após curta estada, estabelece-se em São Tomé, onde exerce a profissão de médico, durante sete anos. Paralelamente, promove a Associação Pró-Pátria destinada a ajudar a repatriação dos colonos europeus.

Regressa a Lisboa em 22 de Julho de 1903. Viaja por França, estagiando em várias clínicas de Paris.
De regresso a Portugal monta consultório na Rua do Ouro, mudando-se depois para a Praça de Camões, 6, 1.º, onde adquire a auréola de médico dos pobres. Muito embora continue a exercer esta actividade é na política que vai adquirir maior notoriedade.

PERCURSO POLÍTICO
A sua actividade política começa cedo, ainda na Faculdade. Nesta primeira fase da sua actividade neste campo, são dignos de realce os acontecimentos seguintes:
Em 23 de Março de 1890, publica no jornal Ultimatum o artigo "Bragança, o último", que lhe custou a pena de três meses de prisão, apesar de ter sido defendido por Manuel de Arriaga;
Em 13 de Novembro de 1890, assina o Manifesto da Academia de Coimbra, no qual se afirmam os princípios republicanos;
Em 15 de Janeiro de 1893, é o principal orador no funeral de José Falcão.
Após o seu regresso ao Continente, desenvolve uma intensa actividade política, procurando revigorar um Partido Republicano desmoralizado:
É candidato às eleições parlamentares de 1905;
No mesmo ano discursa no funeral de Rafael Bordalo Pinheiro, discurso que ficou célebre;
É novamente candidato às eleições de Fevereiro de 1906;
É eleito deputado nas eleições de Agosto do mesmo ano, pelo círculo oriental de Lisboa. Em 20 de Novembro, os deputados republicanos são expulsos da Câmara, na sequência de um discurso de Afonso Costa e António José de Almeida, em pé em cima de uma carteira, propõe aos soldados, que os vinham expulsar, a implantação imediata da República;
Em 1907, filia-se na Maçonaria, ficando a pertencer à Loja "Montanha";
É preso em 26 de Janeiro de 1908, dias antes do atentado à família real;
Participa no Congresso Republicano de 1909, sendo nomeado para o Comité Civil, tendo em vista mobilizar as forças republicanas para a rebelião armada;
Funda e dirige a revista Alma Nacional, que nas vésperas da revolução republicana, vai desempenhar um papel importante na informação às camadas populares interessadas na mudança do regime.

REVOLUÇÃO DE 5 DE OUTUBRO DE 1910 - QUEDA DA MONARQUIA, NASCE A REPUBLICA

Após os acontecimentos de 5 de Outubro de 1910 a sua actividade política intensifica-se:
Ministro do Interior do Governo Provisório;
Funda e dirige o jornal República, em Janeiro de 1911;
Separa-se do Partido Republicano e funda o Partido Evolucionista, em 24 de Fevereiro de 1912;
Apoia no Congresso a participação de Portugal na guerra de 1914-18, a convite da Inglaterra;
Preside ao governo da "União Sagrada" em Março de 1916, durante o período da Grande Guerra, acumulando com a pasta de ministro das Colónias, reconciliando-se com o Partido Democrático de Afonso Costa;
Eleito Presidente da República em 6 de Agosto de 1919.

ELEIÇÕES E PERÍODO PRESIDENCIAL

O Dr. António José de Almeida foi eleito Presidente da República .na sessão do Congresso de 6 de Agosto de 1919, ao fim do terceiro escrutínio.
No primeiro, entraram na urna 181 listas, tendo-se obtido o seguinte resultado:

António José de Almeida 87 votos
Manuel Teixeira Gomes 12 votos
Afonso Costa 3 votos
Azevedo e Silva, Duarte Leite, Magalhães Lima e Correia Barreto, todos com um voto cada.
Listas brancas 2

No segundo, entraram na urna 179 listas e o resultado foi o seguinte:
António José de Almeida 93 votos
Manuel Teixeira Gomes 83 votos
Listas brancas 2
Uma lista com o nome de António Teixeira Gomes que não foi considerada.

Finalmente, no terceiro, com 167 listas entradas, António José de Almeida obteve 123 votos, Manuel Teixeira Gomes 31 votos, com 13 listas brancas.

Tomou posse em 5 de Outubro daquele ano, prestando naquela data o seu compromisso de honra perante o Congresso.
Durante o período presidencial, os momentos de felicidade vividos aquando das visitas a Portugal dos reis da Bélgica e do príncipe do Mónaco, da viagem de Gago Coutinho e Sacadura Cabral e sobretudo do momento alto da visita do Presidente português ao Brasil, entre 17 de Agosto e 27 de Setembro de 1922, integrada nas comemorações do centenário daquele jovem país, não conseguem fazer esquecer o clima de grande perturbação global que se vive na sociedade portuguesa.
Como grande pano de fundo, a epidemia de tifo, que só no ano de 1919 provoca mais de 2000 vítimas.
No tecido social, as greves constituem a palavra de ordem. Dos trabalhadores dos telefones e da indústria corticeira, em Janeiro de 1920. Em Março, ferroviários, correios e telégrafos e tabacos. Em Setembro, novamente os ferroviários. Em Janeiro de 1921, greve geral dos trabalhadores da Imprensa que irá durar cerca de quatro meses. Em Fevereiro de 1922, Carris e conservas de peixe de Setúbal e, em Agosto do mesmo ano, greve geral contra a carestia de vida, seguidas de tantas outras levadas a cabo ao longo do ano de 1923.
Como exemplo de actos de rebeldia revolucionária, os acontecimentos de 19 de Outubro de 1922 constituem marco frisante, com o final dramático das mortes de António Granjo, chefe do Governo, Machado Santos e Carlos da Maia. As eleições sucedem-se: Maio de 1919, Julho de 1921 e Janeiro de 1922.
Os governos, por último. Não contando com o de Sá Cardoso, que continuou até 21 de Janeiro de 1920, António José de Almeida vai dar posse a dezasseis chefes de governo.
Só entre 21 de Janeiro de 1920 e 2 de Março de 1921, sucedem-se sete. Domingos Pereira, António Maria Baptista, José Ramos Preto, António Maria da Silva, António Granjo, Álvaro de Castro e Liberato Pinto.
No ano de 1921, vai investir mais seis. Bernardino Machado, Barros Queirós, António Granjo, Manuel Maria Coelho, Maia Pinto e Cunha Leal. O ano de 1922 será reservado para três governos de António Maria da Silva, conseguindo-se uma certa acalmia.
No meio desta barafunda, a que o desentendimento que grassa entre as individualidades que constituem a classe política não é alheio, sente-se uma cada vez maior aceitação à presença dos militares na acção governativa, prenúncio dos acontecimentos do 28 de Maio.

ACTIVIDADE PÓS-PRESIDENCIAL
Após ter sido substituído no cargo por Manuel Teixeira Gomes em 5 de Outubro de 1923, continuou a colaborar no jornal República.
Atacado de gota, passa os últimos anos numa cadeira de rodas, vindo a falecer em 31 de Outubro de 1929, não chegando a tomar posse do cargo de grão-mestre da Maçonaria, para que tinha sido eleito.
Em sua memória, foi-lhe erigido um monumento em Lisboa da autoria do escultor Leopoldo de Almeida e do arquitecto Pardal Monteiro.

OBRAS PRINCIPAIS
A sua obra reparte-se pelos manifestos, artigos, cartas, entrevistas e sobretudo pelos discursos. Improvisador de génio, as suas peças de oratória ficaram célebres, destacando-se os discursos proferidos nos funerais de Rafael Bordalo Pinheiro e de José Falcão, no Parlamento e durante a sua visita ao Brasil, que podem ser consultados na obra intitulada 40 Anos da Vida Literária e Política, Lisboa, J. Rodrigues e Companhia.

BRASILEIRÃO - 32ª.RODADA

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O PALMEIRAS VENCEU DE
GOLEADA (4-O) E RECU-
PEROU A LIDERANÇA.

São Paulo 1-0 Internacional
Palmeiras 4-0 Goiás
Barueri 2-0 Flamengo
Atlético-PR 1-1 Santos
Grêmio 3-1 Avaí
Fluminense 2-1 Atlético-MG
Vitória 0-1 Corinthians
Sport 1-1 Coritiba
Cruzeiro 3-2 Santo André
Botafogo 1-0 Náutico

CLASSIFICAÇÃO

1 Palmeiras 57
2 São Paulo 55
3 Atlético-MG 53
4 Internacional 52
5 Cruzeiro 51
6 Flamengo 51
7 Grêmio 47
8 Goiás 47
9 Corinthians 45
10 Vitória 44
11 Barueri 44
12 Avaí 44
13 Santos 42
14 Atlético-PR 40
15 Coritiba 38
16 Botafogo 35
17 Santo André 32
18 Náutico 32
19 Sport 30
20 Fluminense 30


PALMEIRAS, 4 GOIÁS,0



PALMEIRAS
3-5-2
Marcos; Maurício, Danilo e Marcão; Figueroa, Souza, Edmilson (Sandro Silva), Diego Souza (ex-BENFICA) e Armero; Ortigoza (Deyvid Sacconi) e Obina (Robert); técnico: Muricy Ramalho

GOIÁS
4-4-2
Harlei, Valmir Lucas, Ernando, Rafael Tolói e Júlio César; Amaral (Ramalho), Fernando, Léo Lima (Felipe) e Romerito (Douglas); Fernandão e Iarley; técnico: Hélio dos Anjos

preliminares

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Um velhote com 90 anos fez o seu check-up anual e o médico disse-lhe:
- Amigo, para a sua idade, está numa forma que eu nunca vi.
O velhote respondeu:
- Sim. Porque sei levar uma vida cuidada, simples e espiritual.
- Que quer dizer com isso?
- Se não levasse uma vida cuidada e simples, Deus não me acendia a
luz do banheiro cada vez que me levanto no meio da noite.
O médico estranhou a resposta.
- Está querendo dizer que cada vez que se levanta no meio da noite para ir ao banheiro, o próprio Deus acende-lhe a luz??
- Sim! Cada vez que vou ao banheiro, Deus acende-me a luz!
O médico não adiantou mais nada, mas quando foi a vez da esposa do velhote ir à consulta para o seu check-up, sentiu a necessidade de lhe transmitir o que o marido lhe havia dito.
- Eu quero que saiba que, o seu marido está em óptima forma, mas estou preocupado com o seu estado mental. Ele disse-me que todas as noites, quando vai ao banheiro, Deus lhe acende a luz.
- Ele lhe disse o quê???
- Ele me disse que todas as noites quando se levanta para ir ao banheiro, Deus lhe acende a luz...
- Ahhh!!! (exclamou a velhota). Então é aquele desgraçado que tem mijado dentro do frigorífico....

quinta-feira, outubro 29, 2009

escritores portugueses - ANTÓNIO LOBO ANTUNES

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António Lobo Antunes


António Lobo Antunes (Lisboa, 1 de Setembro de 1942) é um escritor e psiquiatra português.

Proveniente de uma família da alta burguesia, licenciou-se em Medicina e especializou-se em Psiquiatria. Exerceu a profissão no Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, dedicando-se desde 1985 exclusivamente à escrita. A experiência em Angola na Guerra do Ultramar como Tenente e Médico do Exército Português durante vinte e sete meses (de 1971 a 1973) marcou fortemente os seus três primeiros romances.

Em termos temáticos, a sua obra prossegue com a tetralogia constituída por A Explicação dos Pássaros, Fado Alexandrino, Auto dos Danados e As Naus, onde o passado de Portugal, dos Descobrimentos ao processo revolucionário de Abril de 1974, é revisitado numa perspectiva de exposição disfórica dos tiques, taras e impotências de um povo que foram, ao longo dos séculos, ocultados em nome de uma versão heróica e epopeica da história. Segue-se a esta série a trilogia Tratado das Paixões da Alma, A Ordem Natural das Coisas e A Morte de Carlos Gardel – o chamado «ciclo de Benfica» –, revisitação de geografias da infância e adolescência do escritor (o bairro de Benfica, em Lisboa). Lugares nunca pacíficos, marcados pela perda e morte dos mitos e afectos do passado e pelos desencontros, incompatibilidades e divórcios nas relações do presente, numa espécie de deserto cercado de gente que se estende à volta das personagens.

António Lobo Antunes começou por utilizar o material psíquico que tinha marcado toda uma geração: os enredos das crises conjugais, as contradições revolucionárias de uma burguesia empolgada ou agredida pelo 25 de Abril, os traumas profundos da guerra colonial e o regresso dos colonizadores à pátria primitiva. Isto permitiu-lhe, de imediato, obter um reconhecimento junto dos leitores, que, no entanto, não foi suficientemente acompanhado pelo lado da crítica. As desconfianças em relação a um estranho que se intrometia no meio literário, a pouca adesão a um estilo excessivo que rapidamente foi classificado de «gongórico» e o próprio sucesso de público, contribuíram para alguns desentendimentos persistentes que se começaram a desvanecer com a repercussão internacional (em particular em França) que a obra de António Lobo Antunes obteve.

Ultrapassado este jogo de equívocos, António Lobo Antunes tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, vendidos e traduzidos em todo o mundo. Pouco a pouco, a sua escrita concentrou-se, adensou-se, ganhou espessura e eficácia narrativa. De um modo impiedoso e obstinado, esta obra traça um dos quadros mais exaustivos e sociologicamente pertinentes do Portugal do século XX.

A sua obra prosseguiu numa contínua renovação linguística, tendo os seus romances seguintes (Exortação aos Crocodilos, Não Entres Tão Depressa Nessa Noite Escura, Que Farei Quando Tudo Arde?, Boa Tarde às Coisas Aqui em Baixo), bem recebidos pela crítica, marcando definitivamente a ficção portuguesa dos últimos anos.

Em 2007 foi distinguido com o Prémio Camões, o mais importante prémio literário de língua portuguesa. Em 2008 foram-lhe atribuídas, pelo Ministério da Cultura francês, as insígnias de Comendador da Ordem das Artes e das Letras francesas.

Lobo Antunes foi militante da Aliança Povo Unido, por alguns meses, em 1980.
Temáticas
Muitos dos livros de António Lobo Antunes referem ou reportam-se a todo o processo de passagem do fim do Estado Novo até à implantação da Democracia. O fim da Guerra Colonial, o fim de um mundo burguês marcado por valores conservadores e retrógados. Os problemas de mudança social rápida no 25 de Abril de '74 e, consequentemente, a instabilidade política vivida em Portugal. Esse processo de passagem é espelhado nas relações familiares. Regra geral aparecem nos romances deste autor famílias disfuncionais em que o indivíduo está a perder os seus referentes, em que a comunicação é ou nula ou superficial entre os seus membros. Regra geral os anti-heróis dos seus romances são pessoas que exercem profissões liberais oriundos de «boas famílias».


Lobo Antunes tem uma escrita densa. O leitor tem algum esforço de leitura porque, por exemplo, não é raro haver mudanças de narrador e assim o leitor tem tendência a «perder o fio à meada». No entanto apesar de não ser um autor que opte por uma escrita fácil (ou facilitista) Lobo Antunes constitui um fenómeno de vendas e é muito lido internacionalmente, especialmente na Europa Continental.

Mudança de narrador
Na esteira de James Joyce ou de The Sound and the Fury de Faulkner, o narrador é por vezes trocado, como se o ponto de vista saltasse de personagem em personagem. Isto dá uma qualidade de caleidoscópio ao desenrolar da narrativa.

Obsessividade
Os livros de Lobo Antunes são muito obsessivos e labirínticos dando um tom geral de claustrofobia e paranóia às suas obras. Apesar disso as suas obras apresentam uma diversidade linguística notável.

Sintagmas nominais complexos
Ocorre muitas vezes numa descrição ou pensamento do que está a acontecer a um personagem aparecerem sobrepostos tanto o que está "realmente" a acontecer como uma realidade imaginária. Outros processos típicos são sintagmas nominais complexos como por exemplo "cachoeira dos pulmões". Aqui os substantivos (S1 de S2) não funcionam da maneira habitual em que S2 atribui propriedades sobre S1 ("copo de água"; água está a especificar o conteúdo do copo) mas funcionando este sintagma como uma metáfora ou como uma comparação. (assim esta imagem seria descrita num português mais habitual como "os pulmões fazendo barulho como uma cachoeira"). Em As Naus, um velho cego tem "olhos lisos de estátua"; em Manual dos Inquisidores, uma luneta é descrita como sendo "um tubo de inventar planetas".

Simultaneidade
Tipicamente ocorrem várias descrições simultâneas, tanto físicas como de pensamentos. É habitual uma realidade do passado estar misturada com uma realidade do presente. No meio de um diálogo serem inseridos diálogos imaginários ou do tempo passado. Estes processos são usados com mestria por este autor resultando efeitos de grande valor literário.

Obra
De sua autoria
Memória de Elefante (1979)
Os Cus de Judas (1979)
A Explicação dos Pássaros (1981)
Conhecimento do Inferno (1981)
Fado Alexandrino (1983)
Auto dos Danados (1985)
As Naus (1988)
Tratado das Paixões da Alma (1990)
A Ordem Natural das Coisas (1992)
A Morte de Carlos Gardel (1994)
Crónicas (1995)
Manual dos Inquisidores (1996)
O Esplendor de Portugal (1997)
Livro de Crónicas (1998)
Olhares 1951-1998 (1999) (co autoria de Eduardo Gageiro)
Exortação aos Crocodilos (1999)
Não Entres Tão Depressa Nessa Noite Escura (2000)
Que farei quando tudo arde? (2001)
Segundo Livro de Crónicas (2002)
Letrinhas das Cantigas (edição limitada, 2002)
Boa Tarde às Coisas Aqui em Baixo (2003)
Eu Hei-de Amar Uma Pedra (2004)
História do Hidroavião (conto, reedição 2005)
D'este viver aqui neste papel descripto: cartas de guerra ("Cartas da Guerra", 2005)
Terceiro Livro de Crónicas (2006)
Ontem Não Te Vi Em Babilónia (2006)
O Meu Nome é Legião (2007)
O Arquipélago da Insónia (2008)
Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar? (2009)
Sobre o autor e obra
Conversas com António Lobo Antunes, de María Luisa Blanco (2002)
Os Romances de António Lobo Antunes, de Maria Alzira Seixo (2002)
A Escrita e o Mundo em António Lobo Antunes - Actas do Colóquio Internacional da Universidade de Évora (2003)
Fotobiografia, por Tereza Coelho (2004)
Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes, por João Céu e Silva (2009)
António Lobo Antunes, por Ana Paula Arnaut (2009)
[editar] Prémios literários
Prémio Franco-Português, 1987 ("Cus de Judas") (Prémio instituído pela embaixada de França em Lisboa, no valor de duzentos mil escudos e atribuído a obras traduzidas para a língua francesa nos últimos cinco anos.)
Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, 1985 ("Auto dos Danados")
Prémio Melhor Livro Estrangeiro publicado em França, 1997 ("Manual dos Inquisidores ")
Prémio Tradução Portugal/Frankfurt, 1997 ("Manual dos Inquisidores")
France-Culture ("A Morte de Carlos Gardel")
Prémio de Literatura Europeia do Estado Austríaco, 2000
Prémio União Latina , 2003
Prémio Ovídio da União dos Escritores Romenos, 2003
Prémio Fernando Namora, 2004
Prémio Jerusalém, 2005
Prémio Camões, 2007[1]
Prémio José Donoso, 2008, atribuído pela Universidade de Talca, Chile

PRESIDENTES DO BRASIL - CAMPOS SALES

.
CAMPOS SALES FOI O
4º.PRESIDENTE DO
BRASIL



Manuel Ferraz de Campos Sales[1] (Campinas, 15 de Fevereiro de 1841 — Santos, 28 de junho de 1913) foi um advogado e político brasileiro, terceiro presidente do estado de São Paulo, de 1896 a 1897, presidente da República entre 1898 e 1902.


Formação e carreira política
Bacharel em direito pela Faculdade de Direito de São Paulo da turma de 1863, Campos Sales ingressou, logo após se formar, no Partido Liberal. A seguir, participou da criação do Partido Republicano Paulista (PRP), em 1873, sendo portanto um republicano histórico.

Foi deputado provincial de 1867 a 1871, vereador (1872), novamente deputado provincial (1881), deputado geral de 1885 a 1888, e deputado provincial (1889), sempre pelo PRP.

Com a Proclamação da República, foi nomeado Ministro da Justiça do governo provisório de Deodoro da Fonseca quando promoveu a instituição do casamento civil e iniciou a elaboração de um Código Civil na República. Substituiu o Código Criminal do Império de 1830, pelo Código Penal da República, através do decreto nº 847, de 11 de outubro de 1890.

Elegeu-se senador da república em 1891, mas renunciou ao cargo, em 1896, para se tornar presidente do estado de São Paulo, cargo que exerceu até 1897, quando renunciou para poder ser candidato à presidência da república.

Como governador, na época se dizia presidente, enfrentou um surto de febre amarela em todo o estado, um conflito na colônia italiana na capital, uma onda de violência na cidade de Araraquara, no episódio que ficou conhecido como Linchaquara, e enviou tropas estaduais para combater na Guerra de Canudos.

Na Presidência da República
Em 1 de março de 1898, foi eleito presidente da república. Teve 420.286 votos contra 38.929 de seu principal oponente Lauro Sodré[1]. Seu vice presidente foi Francisco de Assis Rosa e Silva. Campos Sales sucedeu, em 15 de novembro de 1898, o presidente Prudente de Morais, em uma época que a economia brasileira, baseada na exportação de café e borracha, não ia bem. Campos Sales julgava que todos os problemas do Brasil tinham uma única causa: a desvalorização da moeda.

Desenvolveu a sua Política dos Estados mais conhecida como política dos governadores, através da qual afastou os militares da política e estabeleceu a República Oligárquica, base da República Velha. E assim se manifestou a respeito:

Outros deram à minha política a denominação de "Política dos Governadores". Teriam acertado se dissessem "Política dos Estados". Esta denominação exprimiria melhor o meu pensamento!

— Campos Sales

Através da Política dos Estados, obteve o apoio do Congresso através de relações de apoio mútuo e favorecimento político entre o governo central, representado pelos presidentes da república e os estados, representados pelos respectivos governadores, e municípios, representados pelos coronéis. Era preservada a autonomia e independência dos governos municipais e estaduais desde que estes apoiassem a política do governo federal. Com esta forma de governar Campos Sales conseguiu a estabilidade política do Brasil.

Esta política fora iniciada e testada, anteriormente, quando Campos Sales, como governador de São Paulo, garantiu o poder local dos coronéis desde que eles se filiassem ao PRP e apoiassem os governadores de São Paulo.


O quarto presidente do Brasil, Campos Sales, numa nota de 10 mil réis de 1925.Na economia, a presidência Campos Sales decidiu que a resolução do problema da dívida externa era o primeiro passo a ser tomado. Em Londres, o presidente e os ingleses estabeleceram um acordo, conhecido como "funding loan".

Com esse acordo, suspendeu-se por 3 anos o pagamento dos juros da dívida; suspendeu-se por 13 anos o pagamento da dívida externa existente; o valor dos juros e das prestações não pagas se somariam à existente; a dívida externa brasileira começaria a ser paga em 1911, pelo prazo de 63 anos e com juros de 5% ao ano; as rendas da alfândega do Rio de Janeiro e Santos ficariam hipotecadas aos banqueiros ingleses, como garantia.

Então, livre do pagamento das prestações, Campos Sales pôde levar adiante a sua política de "saneamento" econômico. Combateu a inflação, não emitindo mais dinheiro e retirando uma parte de circulação. Depois combateu os déficits orçamentários, reduzindo a despesa e aumentando a receita. Joaquim Murtinho, Ministro da Fazenda, cortou o orçamento do Governo Federal, elevou todos os impostos existentes e criou outros.

Finalmente, dedicou-se à valorização da moeda, elevando o câmbio de uma taxa de 48 mil-réis por libra para 14 mil-réis por libra. Sua política foi acusada de extremamente recessiva, para usarmos um termo atual.

Em 1899, o presidente Júlio Roca, da Argentina, visitou o Rio de Janeiro, e, em 1900, Campos Sales retribuiu a sua visita, sendo recebido por um grande público, cerca de um quarto da população portenha, em Buenos Aires. Campos Sales foi o primeiro presidente brasileiro a viajar ao exterior.

Recebeu o apelido de Campos Selos, por causa do imposto do selo, sendo vaiado ao deixar a presidência por causa de sua política de ajuste financeiro que fora mal compreendida pela população brasileira.

O Dr. Campos Sales governou até 15 de novembro de 1902, e conseguiu fazer seu sucessor, elegendo, em 1 de março de 1902, o Conselheiro Rodrigues Alves, paulista, como presidente da república, e como vice presidente, o mineiro Silviano Brandão, que faleceu, sendo subsitituído por outro mineiro, o Conselheiro Afonso Pena.

Após a presidência
Após o mandato presidencial, foi senador por São Paulo e diplomata na Argentina onde trabalhou com Júlio Roca que também era diplomata e do qual ficara amigo quando ambos foram presidentes. Durante as articulações (demárches) para a eleição presidencial de 1914, seu nome chegou a ser lembrado para a presidência da república, mas faleceu repentinamente, em 1913, quando passava por dificuldades financeiras.

Homenagens
É homenageado dando seu nome a uma cidade do Ceará: Campos Sales (Ceará) e outra em São Paulo: Salesópolis.

Ministério de Campos Sales

Campos SalesMinistros
Ministério da Justiça e Negócios Interiores: Epitácio da Silva Pessoa (15 de novembro de 1898 — 6 de agosto de 1901), Sabino Barroso (6 de agosto de 1901 — 15 de novembro de 1902)
Ministério da Marinha: Carlos Baltasar da Silveira, Almirante (15 de novembro de 1898 — 9 de agosto de 1899), José Pinto da Luz, Contra-Almirante (19 de agosto de 1899 — 15 de novembro de 1902)
Ministério da Guerra: João Nepomuceno de Medeiros Mallet (15 de novembro de 1898 — 5 de novembro de 1902), João Tomás de Cantuária
Ministério das Relações Exteriores: Olinto de Magalhães (15 de novembro de 1898 — 15 de novembro de 1902), Joaquim Tomás do Amaral (Visconde de Cabo Frio) (interino)
Ministério da Fazenda: Joaquim Duarte Murtinho (15 de novembro de 1898 —2 de setembro de 1902), Sabino Alves Barroso Júnior (2 de setembro de 1902 — 15 de novembro de 1902)
Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas: Severino dos Santos Vieira (15 de novembro de 1898 — 27 de janeiro de 1900), Alfredo Eugênio de Almeida Maia (27 de janeiro de 1900 — 8 de março de 1902), Epitácio da Silva Pessoa (interino), Antônio Augusto da Silva (8 de março de 1902 — 15 de novembro de 1902).
[editar] Bibliografia

quarta-feira, outubro 28, 2009

preliminares

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O MEU MARIDO perguntou-me com sarcasmo:
"Que pensas fazer hoje?"
"Nada."
Diz-me ela:
"Isso foi o que fizeste ontem!"
"Sim, mas ainda não acabei."

domingo, outubro 25, 2009

BRASILEIRÃO - 34ª.RODADA

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SÃO PAULO VENCEU EM VILA
BELMIRO E ENTRA NA BRIGA


Botafogo 0 - 1 Flamengo
Santo André 2 x 0 Palmeiras
Náutico 2 x 1 Barueri
Atlético-MG 1 x 0 Vitória
Santos 3 x 4 São Paulo
Coritiba 3 x 2 Atlético-PR
Internacional 1 x 0 Grêmio
Goiás 2 x 2 Fluminense
Corinthians 0 x 1 Cruzeiro
Avaí 2 x 2 Sport

SANTOS, 3 SÃO PAULO,4

ROGERIO CENI O GOLEIRÃO DO SÃO PAULO MARCOU UM DOS GOLOS DO TIME

Santos
4-4-2
Felipe; Pará, Astorga, Adaílton e Triguinho (Léo); Germano, Rodrigo Souto, Paulo Henrique e Madson (Jean); Felipe Azevedo (Róbson) e André. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

São Paulo
3-5-2
Rogério Ceni; Renato Silva, Miranda e André Dias; González (Zé Luís), Jean, Hernanes, Jorge Wagner e Júnior César; Dagoberto (Borges) e Washington (Dênis). Técnico: Ricardo Gomes

classificação
1 Palmeiras 54
2 Atlético-MG 53
3 Internacional 52
4 São Paulo 52
5 Flamengo 51
6 Cruzeiro 48
7 Goiás 47
8 Grêmio 44
9 Vitória 44
10 Avaí 44
11 Corinthians 42
12 Barueri 41
13 Santos 41
14 Atlético-PR 39
15 Coritiba 37
16 Santo André 32
17 Náutico 32
18 Botafogo 32
19 Sport 29
20 Fluminense 27

sábado, outubro 24, 2009

artistas portugueses - DAVID FONSECA

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David Fonseca


David Fonseca nasceu na cidade de Leiria em 1973. Filho de mãe professora e pai bancário, viveu em Marrazes-Leiria até ir para Lisboa. Estudou cinema, vertente de Imagem, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, e foi aluno da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (1992/94). Foi fotógrafo de moda, colaborando com diversos catálogos de moda como, por exemplo, Tom Of Finland entre outros do género. Participou em exposições colectivas e individuais.

David Fonseca é casado com Susana Fonseca e tem dois filhos (um rapaz e uma rapariga).

Silence 4
A carreira musical de David Fonseca começou com os Silence 4, em conjunto com alguns amigos da sua terra natal. O álbum de estreia saiu em 1998 - Silence Becomes It; para grande surpresa de todos, o disco teve um enorme sucesso à escala nacional, vendendo quase 250.000 cópias (seis discos de platina). Dois anos depois, em 2000, foi lançado o segundo álbum, Only Pain Is Real, vendendo aproximadamente 100.000 cópias. Em 2002, a banda terminou.

Carreira a solo
Em 2003, David Fonseca lançou o seu primeiro álbum a solo, Sing Me Something New (disco de ouro). O primeiro single deste disco foi Someone That Cannot Love que foi tocado em simultâneo em 150 estações de rádio portuguesas, à meia noite de 10 de Março desse mesmo ano. Dois anos após o primeiro álbum , em 2005, saiu o álbum Our Hearts Will Beat As One. Na primeira semana de vendas ganhou de imediato o estatuto de disco de ouro, e foi considerado melhor álbum Pop de 2005, em Portugal, mesmo antes do ano acabar. Em Outubro de 2007 com o álbum "Dreams In Colour" voltou a dar cartas na música nacional. Para além do single Superstars, inclui também uma versão de "Rocket man" de Elton John. Essa versão teve direito a um videoclipe gravado em take único e passado de trás para a frente. Foi editada uma edição especial e limitada, em digipack, com um "booklet" de 24 páginas com a reprodução de polaroids exclusivas da autoria de David Fonseca e um DVD extra David Fonseca Dreams In Loop Live, um registo ao vivo de algumas canções deste disco. Em Abril de 2008 encheu o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, para dar um concerto repleto de animação, cor e luz que será lançado em DVD brevemente.

Em Janeiro de 2008, David Fonseca é eleito artista do mês na MTV.

Humanos
Em 2004 colabora no projecto Humanos, juntamente com Manuela Azevedo dos Clã e Camané, onde cantaram temas inéditos de António Variações. A banda fez uma breve apresentação pelos palcos, chegando a participar no cartaz do Sudoeste do mesmo ano. Em 2006 o último CD da banda antes formada, é publicado. Um CD e DVD, ao vivo no Coliseu dos Recreios, com o nome Humanos ao Vivo.

Discografia
Com Silence 4
Álbuns
Silence Becomes It
Only Pain Is Real
A Solo
Álbuns
2003 - Sing Me Something New
2005 - Our Hearts Will Beat As One
2007 - Dreams in Colour
2009 - Between Waves
Singles
2003 - Someone that cannot love
2003 - The 80's
2005 - Who Are U?
2006 - Hold Still (com Rita Redshoes)
2006 - Our Hearts Will Beat As One
2007 - Superstars
2007 - Rocket Man
2008 - Kiss me, oh Kiss me
2008 - Orange Tree
2009 - A Cry 4 Love

sexta-feira, outubro 23, 2009

preliminares

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Uma loira queria falar com a mãe, que estava na Alemanha, e foi aos correios para fazer a ligação.
Como o responsável a informou que a ligação custava 2 € o minuto e ela não tinha dinheiro, disse que faria qualquer coisa para poder falar
com a sua mãe.

O homem perguntou :
- Qualquer coisa?
- Sim, respondeu ela.
- Acompanhe-me até a sala ao lado.
Ela foi. Chegados lá, ele disse:
- Ajoelhe-se!
Ela ajoelhou.
- Abra o fecho das minhas calças!
Ela abriu.
- Tire-o para fora.
Ela tirou e segurou-o entre as mãos.
O homem disse:
-Pode começar.
Ela aproximou-o da boca e falou:
- Estou... mãezinha... A Sra nem imagina de onde estou a falar!!!

quinta-feira, outubro 22, 2009

SEGUNDONA - seguindo VASCO e PORTUGUESA

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PORTUGUESA E VASCO VENCERAM
CEARÁ E ABC.VASCO SEGUE NA
FRENTE A CAMINHO DA 1ª.DIVISÃO


20/10 19h30 João Paulo II Portuguesa 1 x 0 Ceará
20/10 21h Frasqueirão ABC 2 x 3 Vasco

ABC,2 VASCO,3


Cada vez mais próximo de confirmar seu retorno à elite do futebol nacional em 2010, o Vasco voltou a ganhar folga no topo da tabela da Série B do Campeonato Brasileiro com vitória que começa também a definir a parte da baixo da classificação. Nesta terça-feira, no Estádio Frasqueirão, em Natal, o time crumaltino encerrou um pequeno jejum sem triunfos fora de casa ao passar por 3 a 2 pelo ABC, resultado que o faz disparar na liderança, enquanto deixa o adversário no caminho da terceira divisão do País.

ABC 2 x 3 VASCO

Gols
ABC: Gaúcho, aos 15min do 1º tempo, e Júnior Negão, aos 14s do 2º tempo
VASCO: Fernando, aos 8min, Carlos Alberto, aos 28min do 1º tempo, e Fumagalli, aos 14min do 2º tempo

ABC
3-5-2
Tiago Cardoso; Gaúcho, Audálio e Rafael; Bosco (Zé Eduardo)), Augusto Recife, Alexandre Oliveira, Sandro e Bruno Barros (Tucho); Ricardinho e Júnior Negão (Selmir); técnico: Flávio Lopes

VASCO
3-5-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Fernando, Titi e Ernani; Amaral, Nilton, Allan (Mateus) e Fumagalli; Carlos Alberto (Adriano) e Elton (Aloísio); técnico: Dorival Júnior

PORTUGUESA,1 CEARÁ,0



1º Vasco 63
6º Portuguesa 51

20º Campinense 30

HISTÓRIA DE PORTUGAL- BATALHA DE ALFARROBEIRA -

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Batalha de Alfarrobeira

A Batalha de Alfarrobeira foi o recontro travado entre D. Afonso V e o Infante D. Pedro seu tio, em 20 de Maio de1449, junto do ribeiro de Alfarrobeira no Forte da Casa, perto de Alverca. No princípio do ano de 1448, aconselhado por Afonso, Duque de Bragança, pelo conde de Ourém e pelo arcebispo de Lisboa, decidiu D. Afonso V afastar do governo do reino, seu tio, que abandonou a corte, a pretexto da administração das suas terras e se instalou na casa ducal de Coimbra. A intriga surtiu efeito no espírito do monarca que não atendeu às tentativas de conciliação do próprio D. Pedro que lhe escreveu renovando a sua obediência e defendendo-se das calúnias, quer do Infante D. Henrique e do conde de Avranches, que pretenderam evitar o drama.

O rei escreve no final deste ano ao duque de Bragança requisitando-o à corte mas acompanhado de escolta uma vez que teria de atravessar terras de Coimbra. D. Pedro, sabedor da vinda do seu inimigo, proíbe-lhe a passagem por suas terras e é considerado súbdito desleal ao rei. Logo se publicam éditos contra o Infante e seus aliados e o rei investe, com as suas tropas, na tentativa de submetê-los, instalando-se em Santarém; por sua vez D. Pedro desce de Coimbra em direcção a Lisboa e encontra as tropas reais em Alfarrobeira.

Travada a batalha, as tropas do monarca saem vitoriosas e o Infante morre no combate. Foi geral a reprovação europeia perante a conduta de D. Afonso V, e D. Isabel de Portugal recolhe na corte da Borgonha os sobrinhos órfãos D. Jaime, mais tarde arcebispo de Lisboa e cardeal, D. Pedro, mais tarde conde de Barcelona, D. João, futuro príncipe de Antioquia e D. Isabel. Em resumo, Alfarrobeira representa o triunfo da corrente senhorial sobre os princípios de centralização régia que já anunciam a Idade Moderna.

quarta-feira, outubro 21, 2009

CHAMPIONS - O PORTO VENCEU

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O PORTO VENCEU O
APOEL 2-1


O BRASILEIRO HULK MARCA PELO PORTO

FC Porto derrota APOEL e fica mais perto dos "oitavos"

O FC Porto ficou hoje mais próximo dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, ao derrotar em casa o APOEL de Nicósia, por 2-1, com um "bis" de Hulk, em jogo da terceira jornada do Grupo D.

Com este triunfo, o FC Porto passou a ter seis pontos, menos três do que os ingleses do Chelsea, que somaram hoje a terceira vitória em outros tantos jogos, ao derrotar em casa o Atlético de Madrid, por 4-0.

A equipa espanhola e a cipriota têm apenas um ponto cada, resultante de um empate entre ambas.

FC Porto – APOEL, 2-1.

Ao intervalo: 1-1

Marcadores:

0-1, Álvaro Pereira, 22 minutos (p.b.).
1-1, Hulk, 33.
2-1, Hulk, 48 (g.p.).

- FC Porto: Helton, Fucile, Rolando, Bruno Alves, Álvaro Pereira, Raul Meireles (Sapunaru, 93), Mariano González, Rodriguez (Guarin, 70), Hulk e Falcao (Farias, 87).

(Suplentes: Nuno, Sapunaru, Maicon, Guarin, Ricardo Dias, Alex e Farias).

- APOEL: Chiotis, Satsias (Papathanasiou, 78), Broerse, Grncarov, Elia, Nuno Morais, Michail (Alexandrou, 60), Charalambides, Kosowski (Breska, 38), Hélio Pinto e Mirosavljevic.

(Suplentes: Kissas, Kyriakou, Papathanasiou, Zewlakov, Alexandrou, Breska e Jean Paulista).

terça-feira, outubro 20, 2009

artistas portugueses - JÚLIO PEREIRA

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Júlio Pereira é um músico, compositor e musicólogo português, cujas músicas se caracterizam pela utilização de instrumentos tradicionais portugueses, como o cavaquinho, o bandolim e a viola braguesa. Apesar de ter iniciado a sua carreira como músico rock, cedo começou a trabalhar na música tradicional portuguesa.

Destaque-se a sua participação com outros músicos como os The Chieftains, Carlos do Carmo, Zeca Afonso ou Pedro Burmester. Colaborou também com Fausto Bordalo Dias no álbum Por Este Rio Acima de 1982, um dos álbuns mais importantes da música popular portuguesa, tocando cavaquinho e viola braguesa. Na sua carreira a solo editou alguns albums memoráveis como Cavaquinho em 1981, Braguesa em 1982 e O Meu Bandolim em 1992.

Discografia
1971 - Marasmo [EP] Petrus Castrus
1972 - Tudo Isto, Tudo Mais [EP] Petrus Castrus
1973 - Acid Nightmare / Wish Me Luck [Single] Xarhanga
1973 - Great Goat / Smashing Life (in a City) [Single] Xarhanga
1973 - Mestre Petrus Castrus
1975 - Bota-Fora (c/ Carlos Cavalheiro)
1976 - Fernandinho Vai ó Vinho
1978 - Lisboémia
1979 - Mãos de Fada
1981 - Cavaquinho
1983 - Braguesa
1984 - Cadói
1986 - Os Sete Instrumentos
1988 - Miradouro
1990 - Janelas Verdes
1990 - O Melhor de Júlio Pereira
1992 - O Meu Bandolim
1994 - Acústico
1995 - Lau Eskutara
2001 - Rituais
2003 - Faz-de-Conta (com Sara Tavares)
2007 - Geografias (com Sofia Vitória)