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quinta-feira, janeiro 14, 2010

HISTÓRIA DE PORTUGAL - BATALHA DE ALVALADE

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A Batalha de Alvalade esteve prestes a travar-se entre as tropas de D. Dinis e as de D. Afonso IV, em 1323, mas a luta entre pai e filho foi impedida pela intervenção da Rainha Santa Isabel.

OS DOIS EXERCITOS ENCONTRARAM-SE FRENTE A FRENTE NUM LOCAL, HOJE ASSINALADO POR UM PEQUENO MARCO, NOS CAMPOS DE ALVALADE, HOJE JARDIM SITUADO NO BAIRRO DO ARCO CEGO, PERTO DO LICEU D.FILIPA DE LENCASTRE

Precedentes
O rei de Portugal contava mais de sessenta anos e os cuidados do governo, a par dos desgostos causados pelo seu herdeiro, tinham-lhe abalado profundamente a saúde. Muito doente em Leiria, D. Dinis recebeu aí a visita de dois dos seus filhos, o príncipe herdeiro D. Afonso e D. Afonso Sanches, o único bastardo (legitimado) do rei que até então fizera causa comum com D. Afonso.

Pouco tempo depois dessa visita, sentindo-se pior, D. Dinis regressou a Lisboa, recolhendo-se ao leito. O seu estado aparentava tal gravidade que a rainha, companheira de todos os instantes da sua doença, receou o pior. O próprio doente julgou chegados ao termo os seus trabalhos, pelo que, em Junho de 1322, quis fazer novo testamento, instituindo como principais testamenteiros, em primeiro lugar, a rainha D. Isabel e, em segundo lugar, o bastardo D. Afonso Sanches; mas a morte ainda dessa vez o poupou.

Nos princípios de 1323, as melhoras do seu estado acentuaram-se, o que lhe permitiu providenciar para que fossem presos e submetidos a julgamento todos os autores de roubos, crimes de estupro e assassínios praticados durante as guerras civis. Era a ralé indigna que D. Afonso trouxera ao seu serviço e que a justiça real varria definitivamente do reino.


D. Dinis, 6º rei de PortugalNesse mesmo ano chegou de Castela um pedido de auxílio a favor de Afonso XI de Castela, neto da hábil regente D. Maria de Molina, viúva de Sancho IV de Castela, morta em Junho de 1322. D. Filipe, filho da mesma rainha, recorrera às armas, ameaçando Badajoz.

D. Dinis deu satisfação ao pedido, entregando o comando da expedição ao príncipe herdeiro e enviando-lhe de Lisboa importantes forças. D. Afonso, que se encontrava em Viseu, reforçou a hoste real com todos os combatentes que pôde recrutar nos seus domínios e mandou convite a D. Filipe para que levantasse o cerco de Badajoz, ao que o infante castelhano não acedeu. Então, sem mais perdas de tempo, o orgulhoso e impetuoso D. Afonso marchou para a fronteira, e D. Filipe, a fim de evitar o combate, abandonou Badajoz e retirou-se para Sevilha.

O temor demonstrado por D. Filipe em confrontar as hostes de D. Afonso reacendeu no príncipe português as ambições mal extintas. E como os seus partidários, sedentos de guerra e de rapinas, não deixavam de o excitar, pôs-se a caminho de Santarém, onde então se encontrava D. Dinis, disposto a exigir novos benefícios. El-rei nao concordou com os desejos do filho, e este, furioso ao encontrar junto de seu pai o odiado bastardo Afonso Sanches, reclamou a convocação de Cortes, a que assistiria e com as quais contava para lhe aumentarem a dotação.

D. Dinis aceitou o recurso proposto pelo seu filho e deu ordens para que os três estados - Clero, Nobreza e Povo - se reunissem em Lisboa, no mês de Outubro desse ano de 1323. No entanto, essa convocação das Cortes de Lisboa, que deveria pronunciar-se sobre as exigências do príncipe herdeiro, teria como objecto assuntos de justiça, bem mais importantes para o monarce, o que decerto havia contribuído para a sua pronta aquiescência.


Milagre das Rosas da Rainha Santa Isabel, consorte de D. Dinis e mãe de D. Afonso IVSó depois vieram à discussão os interesses pessoais do príncipe D. Afonso. Tal era o conhecimento das razões alegadas, que o filho de D. Dinis não teve coragem para ir defendê-las. Expostas pelo rei as circunstâncias em que eram formuladas as exigências do príncipe, as cortes recusaram deferi-las, e os representantes nacionais, num gesto de patriotismo, puseram à disposição de el-rei tudo quanto fosse necessário, incluindo vidas e haveres, para castigo dos que ousassem perturbar a ordem geral. Logo que soube do que se passava, D. Afonso partiu de Lisboa para Santarém, onde convocou todos os elementos que lhe eram afectos para marchar sobre a capital e assenhorear-se do trono.

O confronto
Depois de numa última tentativa ter enviado emissários ao filho, a fim de impedir uma renovação de hostilidades, o monarca viu-se forçado a recorrer às armas. Auxiliado pelos filhos bastardos D. Afonso Sanches e João Afonso, reuniu as suas hostes e foi tomar possições no campo de Alvalade, hoje um bairro de Lisboa.

D. Afonso alojou-se no Paço do Lumiar. El-rei quis ainda apelar para uma conciliação, mas o seu emissário, D. Álvaro de Azevedo, foi mal recebido pelo príncipe. Perante a atitude corajosa do fidalgo, avançou sobre ele, de espada em punho. No entanto, graças à intervenção de outros fidalgos, a cena não teve consequências.


Brasão da freguesia de AlvaladeSem mais demoras as hostes do príncipe puseram-se a caminho e, ao aproximarem-se das tropas reais, logo se travou luta por uma troca de setas e dardos. As lanças da cavalaria e os montantes, rijamente empunhados, esperavam apenas o sinal para entrarem em acção.

Uma interpretação romanceada do evento relata que de súbito, como que movidos por uma força invencível, lanças, montantes e pendões se abateram, de um e de outro lado, e toda a peonagem ajoelhou no terreno. Acontecera que, montada na sua pequena mula, surgira entre as duas facções prestes a digladiarem-se a figura veneranda e majestosa da rainha D. Isabel. Ninguém se atreveu a avançar, ninguém pensou sequer em embargar o passo da rainha. Todos se sentiam profundamente emocionados, e de muitos olhos corriam lágrimas.

Mãe dolorosa, esposa desolada, ídolo de plebeus e de nobres, a sua passagem erguia uma barreira luminosa entre as duas hostes. A Rainha Santa Isabel, tão querida de todos, acudira a tempo ao esposo amargurado e ao filho ambicioso, levando consigo a sua dor e a sua bondade, e a batalha não chegou a

CAN 2010 - COPA DE AFRICA- seguindo ANGOLA e MOÇAMBIQUE

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O NOSSO BOGUE SEGUE OS PAÍSES
DA NOSSA LÍNGUA, SIM, AQUELA
COM QUE NOS ENTENDEMOS NO
BRASIL, EM PORTUGAL NA GUINÉ,
EM CABO VERDE, SÃO TOMÉ, TIMOR
E MACAU




A CAN 2010 est´a disputar-se em Angola, e as seleções de Angola e Moçambique estão na disputa da Copa.

Angola no primeiro jogo da sua série empatou 4-4 com o Mali ,depois de estar a ganhar 4-0.
ANGOLA-MALI (4-4) ...AOS 90M HAVIA 4.1..
Moçambique empatou com o Benin tamém no jogo inicoal do seu grupo (2-2).

Hoje Angola bateu o Malawi e passou a liderar o grupo
Angola vence Malawi
A selecção de Angola venceu esta noite o Malawi, por 2-0, em jogo da segunda jornada do grupo A da Taça Africana das Nações de futebol, disputado no Estádio Nacional 11 de Novembro, em Luanda.
Os golos do combinado nacional foram apontados pelos avançados Flávio, aos 47 minutos e Manucho , aos 54.
Grande exibição de Flávio culminada com um grande golo de cabeça.
Pedro Mantorras ,do Benfica, entrou na 2ª.parte e arrancou uma chuva de aplausos da galera, ao nível da alegria que costuma espalhar-se pelas bancadas do Est+adio d Luz quando ele entra em campo.

Equipas:

Angola - Carlos, Kali, Chara, Mabina, Zuela, Stélvio, Gilberto (Jamuana, 35), Rui Marques, Djalma (David, 74), Flávio (Mantorras, 62), Manucho.

Suplentes: Lamá, Jamuana, Enoque, Dias Caires, David, Job, Mantorras, Johnson, Zé Calanga, Love e Wilson.
Tecnico: Manuel José

Malawi - Sanidi, Cavula, Sangala, Mponda, Kamwendo (Mgambi, 75), Kanienda, Kafoteka, Hellings, Nyienda (Chiupeko, 48), Wadabwa (Zakazaka, 54), David.

Suplentes: Mgangira, Chiukepo, Kamanga, Nguira, Ngambi, Nhtala, Zakazaka, Niopndo, Gouaya, Suaini, Nyienda.
Treinador: Kinnah Phiri

Assistência: 50 mil espectadores.

Para o mesmo grupo, a Argélia derrotou a similar do Mali, por 1-0, no mesmo recinto.




Gr. A / Resultados e classificação

Luanda – Resultados e classificação do grupo A da 27ª edição da Taça de África das Nações Orange-Angola2010, após a conclusão hoje da 2ª jornada disputada no Estádio Nacional 11 de Novembro.

RESULTADOS



Angola – Malawi, 2-0
Malí – Argélia, 0-1

CLASSIFICAÇÃO

........... J V E D GM GS Pts
1º Angola 2 1 1 0 6 4 4
2º Malawi 2 1 0 1 3 2 3
3º Argélia 2 1 0 1 1 3 3
4º Mali 2 0 1 1 4 5 1

PRÓXIMA JORNADA (18/1/2010)

Angola-Argélia (17h00) – Luanda
Mali-Malawi (19h30) – Luanda.

MOÇAMBIQUE ,como atr+as referi, empatou na 1ª.jornada do seu grupo com o BENIN (2-2)

Grupo C - Benguela

12 Jan. 17:00 Egipto 3 X 1 Nigéria
12 Jan. 19:30 Moçambique 2 X 2 Benin

MOÇAMBIQUE,2 BENIN,2



Moçambique 2 - 2 Benin


A selecção de futebol de Moçambique impôs Terça-feira, dia 12 de Janeiro, em Benguela, à similar do Benin, um empate, por 2-2, em partida da primeira jornada do Grupo C do CAN2010 disputada no Estádio Nacional de Ombaka.

Moçambique: Bila (Hagi 59’) Simão, Pelembe, Fumo (Hélder 83’), Bucuane (Parruque, 90’), Monteiro, Rafael, Lobo, Khan, Chapanga e Sitoe,
Treinador: Mart Nooij

Benin: Djidonou, Adenon, Chrysostome, Boco, Omotoyossi, Ogunbiyi (Kobena, 76’) Singbo (Emmanuel, 65’), Pote, Sessegnon, Tchomogo, Ahoueya,
Seleccionador Michel Dissien

Groupe C

Egypte 3
Mozambique 1
Bénin 1
Nigeria 0

preliminares

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Pois é, não se pode ter tudo...

Uma professora dava uma aula aos seus alunos sobre as diferenças entre os
ricos e os pobres.
A Júlia levanta o dedo:
- O meu pai tem tudo: televisão, telescópio, DVD...
- Tudo bem, diz a professora, mas será que tem um barco?
A Júlia reflete e diz:
- Bem, não...
- Estás a ver, é como eu disse, não podemos ter tudo.
- Professora, disse o Artur. O meu pai tem tudo: ele tem TV, telescópio,
DVD, barco...
- Sim, responde a professora, mas será que ele tem um avião particular?
Depois de refletir, Artur responde:
- Bem, não...
- Estão a ver que não se pode ter tudo na vida. Disse a professora.
O Joãozinho levanta o dedo e diz:
- O meu pai agora é que tem tudo, pois no sábado passado, quando a minha
irmã lhe apresentou o seu namorado FLAMENGUISTA o meu pai disse:
- PUTA QUE PARIU!!!!! ERA SÓ O QUE ME FALTAVA!

quarta-feira, janeiro 13, 2010

a 13 de Janeiro nasceu, ANDRÉ REBOUÇAS

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André Pinto Rebouças (Cachoeira, 13 de janeiro de 1838 — Funchal, 9 de maio de 1898) foi um engenheiro e abolicionista brasileiro. Filho de Antônio Pereira Rebouças (1798-1880) e de Carolina Pinto Rebouças.

Advogado, deputado e conselheiro de D. Pedro II (1840-1889), seu pai era filho de uma escrava alforriada e de um alfaiate português. Seus irmãos Antônio Pereira Rebouças Filho e José Rebouças também eram engenheiros.

André Rebouças ganhou fama no Rio de Janeiro, então Capital do Império, ao solucionar o problema de abastecimento de água, trazendo-a de mananciais fora da cidade.

Ao lado de Machado de Assis e Olavo Bilac, foi um dos representantes da classe média brasileira com patente ascendência africana e uma das vozes mais importantes em prol da abolição da escravatura.

Incentivou a carreira de Carlos Gomes, autor da ópera O Guarani.

Cronologia
1838 - Nasce em Cachoeira, na Bahia, com o nome de André Pinto Rebouças, filho de Antônio Pereira Rebouças e Carolina Pinto Rebouças.

1842 - A família Rebouças muda-se para o Rio de Janeiro, André convalesce de um ataque de varíola.

1854 - André e seu irmão Antônio ingressam no curso de engenharia da Escola Militar.

1858 - Os irmãos Rebouças concluem o curso de engenharia.

1860 - André e Antônio são promovidos a primeiro-tenente e recebem a "Carta de Engenheiro Militar".

1861 - De posse de uma bolsa de estudos, os dois irmãos embarcam para a Europa.

1862 - 25 de Outubro: os Rebouças estão de regresso ao Brasil. Começam a procurar emprego.

1863 - André é nomeado para inspecionar as fortalezas do sul do Brasil. Permanece, ao lado de Antônio, em Santa Catarina.

1864 - 1 de Janeiro: André está de volta a Corte. Antônio permanece em Santa Catarina.

Não conseguindo apoio para a sua idéia de construir diques múltiplos, no porto do Rio de Janeiro. André aceita uma comissão para estudar remodelações no porto do Maranhão.
Começa a Guerra do Paraguai.
1865 - André volta ao Rio de Janeiro e apresenta-se como voluntário, seguindo direto para o teatro das operações militares.

Cerco de Uruguaiana. André faz amizade com o Conde D'Eu, que acompanha o imperador em visita ao campo de batalha.
Morre, no Rio, sua mãe Carolina Rebouças.
1866 - Abril: André participa da luta em Passo da Pátria.

Maio: André é atacado pela pneumonia.
Junho: participa da defesa de Tuiuti, mas é novamente afastado da batalha, contraíra varíola.
Julho: está de volta ao Rio e pouco depois, desliga-se do Exército.
Outubro: Zacarias de Góis, ministro da Fazenda, nomeia André inspetor das alfândegas do Rio de Janeiro.
1871 - Depois de dar iníco a inúmeras obras e empreendimentos, por motivos políticos André é demitido de seu cargo.

1872 - Viaja novamente a Europa, onde se empenha em obter auxílio para Carlos Gomes, que acabara de compor a Fosca.

Morre seu irmão Antônio.
1873 - Junho: depois de sua excursão pela Europa, André chega a Nova Iorque, onde sente o peso do preconceito racial.

Julho: volta ao Brasil.
1874 - Passa a evitar a vida social na Corte. Limita-se a publicar nos jornais artigos sobre os mais variados assuntos.

1880 - Morre Antônio Pereira Rebouças, pai de André.

André, pelos jornais, engaja-se definitivamente na campanha abolicionista.
Consegue o cargo de professor da Escola Politécnica.
1883 - É eleito tesoureiro da Confederação Abolicionista. É o grande financiador um dos que orientam a campanha no Rio de Janeiro.

1884 - Libertação dos escravos no Ceará, Amazonas e depois em Porto Alegre.

1888 - É extinta a escravidão no Brasil.

Rebouças procura reagir a corrente republicana.
1889 - Proclamada a República, André acompanha a família imperial a caminho do exílio.

1891 - Morte de Dom Pedro II. Rebouças demonstra sinais de desequilíbrio emocional.

Embarca para a África.
1892 - André se estabelece em Funchal, na Ilha da Madeira.

1898 - Encontrado seu corpo estendido no mar, ao pé de uma rocha, bem em frente ao lugar em que morava. Tinha 60 anos

UMA PORTUGUESA PODE GANHAR O CONCURSO "II LOVE EUROPE"

OI PESSOAL ,QUE ACESSA
TODOS OS DIAS O NOSSO
BLOGUE.

Jovem Portuguesa em Concurso Internacional de Design -

O concurso "I Love Europe", organizado pela Comissão Europeia, destina-se a conceber um cartaz para ilustrar o dia da Europa em 2010.

De 1700 projectos internacionais submetidos foram seleccionados apenas 10 finalistas, entre os quais está o projecto desenvolvido em aula e submetido pela aluna Portuguesa da ESAD - Escola Superior de Artes e Design (Matosinhos) Diana Jung, abaixo divulgado:



Estes 10 finalistas serão votados online e será assim feita a escolha do trabalho vencedor.

Para votar, acessar:

http://www.designeurope2010.eu/index.php?lang=pt

Serão publicadas milhares de cópias do cartaz Dia da Europa 2010 vencedor em todas as línguas oficiais da UE e exibidas por toda a União Europeia em Maio de 2010

Dada a qualidade da imagem que estás a vêr, toca a mexer os dedinhos ,a acessar o site que mostro aqui por cima, e a votar.

preliminares

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Hipocondríaco
é aquele tipo que vai ao médico e diz:
- Doutor, a minha mulher traiu-me há uma semana
e ainda não me apareceram os cornos.
Será falta de cálcio?

terça-feira, janeiro 12, 2010

ARTISTAS BRASILEIROS - ZECA PAGODINHO

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Zeca Pagodinho


Zeca Pagodinho, nome artístico de Jessé Gomes da Silva Filho, (Rio de Janeiro, 4 de fevereiro de 1959) é um cantor e compositor brasileiro, filho de Iréia e Jessé.

Sua primeira gravação foi em 1983, com o samba "Camarão que dorme a onda leva", de sua autoria e de Arlindo Cruz, a partir do convite de sua madrinha Beth Carvalho.

Desde então, Zeca já gravou mais de 18 discos e é considerado um grande nome do gênero samba e pagode. O artista, que começou sua carreira nas rodas de samba dos bairros de Irajá e Del Castilho, subúrbio do Rio de Janeiro, tornou-se tão imensamente popular que seus shows chegam a ser contratados por cachês generosos, sendo realizados nas mais badaladas casas de espetáculo do país.

Sempre fiel a suas características de irreverência e jocosidade, Zeca recebe também reconhecimento da crítica e de artístas e compositores consagrados. Nei Lopes afirma que o sambista "é uma das poucas unanimidades nacionais, elevado ao patamar do mega-estrelato pop pelas gravadoras".[1]

Zeca nasceu em Irajá onde desde pequeno passou a frequentar rodas de samba influenciado por sua família. Morou em vários bairros do Rio mas sempre demonstrou enorme apreço por Xerém (distrito de Duque de Caxias), na qual possui um sítio e uma escola de música para crianças carentes da região.

Em 2003, no auge de sua carreira, foi o primeiro artista de samba a gravar um especial de TV, CD e DVD pela MTV Brasil (tradicional reduto do pop-rock). O Acústico MTV, gravado no Rio, foi um de seus discos mais vendidos, rendendo inclusive uma segunda edição em 2006 (a primeira da história da MTV Brasil). O segundo acústico, batizado de Acústico MTV Zeca Pagodinho 2 - Gafieira, homenageou o samba de gafieira.

Em 2007, o cantor criou o selo ZecaPagodiscos, em parceria com o produtor musical Max Pierre, ex-diretor artístico da Universal Music no Brasil. O primeiro trabalho da parceria (lançado em conjunto com o selo Música Fabril, novo selo de Max, com distribuição da gravadora EMI) foi o CD e DVD Cidade do Samba, gravado no Rio de Janeiro, reunindo vários artistas brasileiros de vários estilos musicais, como Martinho da Vila, Jair Rodrigues, Cláudia Leitte, Ivete Sangalo, Nando Reis, Erasmo Carlos, Gilberto Gil, entre outros.

Atualmente, Zeca reside na Barra da Tijuca com a mulher, Mônica Silva, e seus quatro filhos: Eduardo, Louis, Elisa e Maria Eduarda.

Discografia
Camarão que Dorme a Onda Leva, participação em disco de Beth Carvalho (RCA) - 1983
Zeca Pagodinho - 1986 (RGE)
Patota do Cosme - 1987 (RGE)
Jeito Moleque - 1988 (RGE)
Boêmio Feliz - 1989 (BMG)
Mania da Gente - 1990 (BMG)
Pixote - 1991 (BMG)
Um dos Poetas do Samba - 1992 (BMG)
Alô, Mundo! - 1993 (BMG)
Samba Pras Moças - 1995 (PolyGram)
Deixa Clarear - 1996 (PolyGram)
Hoje é dia de Festa - 1997 (PolyGram)
Zeca Pagodinho - 1998 (PolyGram)
Ao Vivo - 1999 (Universal Music)
Água da minha sede - 2000 (Universal Music)
Deixa a vida me levar - 2002 (Universal Music)
Acústico MTV (Zeca Pagodinho) - 2003 (Universal Music)
À Vera - 2005 (Universal Music)
Acústico MTV II - Gafieira - 2006 (Universal Music)
Uma Prova de Amor - 2008 (Universal Music)
Especial MTV - Uma Prova de Amor Ao Vivo - 2009 (Universal Music)zeca]
[

PENSAMENTO DO DIA

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BICHO INFELIZ, É O BICHO HOMEM....!!!
TEM PEITOS SEM LEITE,
OVOS SEM CASCA,
PASSARINHO SEM ASA,
E O PIOR DE TUDO:
SACO SEM DINHEIRO...!

segunda-feira, janeiro 11, 2010

LIGA PORTUGUESA

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OS 4 GRANDE VENCERAM TODOS
CONTINUANDO O BRAGA NA FRENTE
NO FINAL DA 1ª,VOLTA PELO
QUE É O CAMPEÃO DE INVERNO,



JORNADA 15

Sp. Braga 2-0 Nacional
Académica 2-0 Naval
Sporting 1-0 Leixões
Olhanense 1-1 P. Ferreira
FC Porto 3-2 U. Leiria
Belenenses 0-0 V. Setúbal
Marítimo 0-1 V. Guimarães
Rio Ave 0-1 Benfica







CLASSIFICAÇÃO

1 Sp. Braga 36
2 Benfica 36
3 FC Porto 32
4 Sporting 24
5 Nacional 24
6 V. Guimarães 22
7 U. Leiria 20
8 Rio Ave 19
9 Marítimo 19
10 Académica 16
11 Naval 15
12 P. Ferreira 15
13 V. Setúbal 12
14 Olhanense 11
15 Belenenses 11
16 Leixões 11

domingo, janeiro 10, 2010

preliminares

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A professora divide a turma em dois grupos e decide fazer um jogo com perguntas.
O primeiro grupo a chegar aos 6 ganha um chocolate.
Para que Joãozinho não lhe "encha" a paciência, ela coloca-o no grupo dos
mais inteligentes. Assim nem tem tempo para dar aquelas respostas idiotas.
Vendo isso, ele diz para o outro grupo:
-Nós vamos arrasar-vos, cambada de idiotas!!!!!!
Começa o jogo...

- Quem descobriu a América?
O grupo de Joãozinho responde de imediato:
- CRISTÓVÃO COLOMBO !
E o Joãozinho grita:
- Eu não disse? Bando de orelhudos, 1 a 0 !!!
A Professora repreende-o:
- Está calado Joãozinho!!!

Segunda pergunta:
- Que idioma se fala em Espanha?
O grupo de Joãozinho responde:
- ESPANHOL !!!!
E Joãozinho grita de novo:
- Viram só? Seus atrasados, 2 a 0 !!
A Professora repreende-o:
- Cala-te Joãozinhooo!!!

Terceira pergunta.
- Como chegou Cristóvão Colombo à América?
O grupo de Joãozinho responde:
- DE CARAVELA.
Joãozinho, cheio de emoção, logo de seguida:
- Eu bem avisei, seus sacos de merda, 3 a 0!!!

A professora, irritada, grita:
- Joãozinho!!! LEVANTA E SAI FORA!!!
Joãozinho responde de imediato:
- O PÉNIS "stôra"! Que show, 4 a 0 seus bananas!!!

A professora indignada volta a gritar:
- Joãozinho, SAI E NÃO VOLTA MAIS!!!!!
Joãozinho feliz da vida responde ainda mais rápido:
- A MERDA, A MERDA, professora ! Hahaha, foderam-se! 5 a 0!!!

A professora, não aguentando mais, grita:
- Joãozinho, SAI E SÓ VOLTA DENTRO DE UM MÊS!!!
Joãozinho, excitadíssimo, responde aos saltos :
- A MENSTRUAÇÃO!!! PUTA QUE OS PARIU, 6 a 0!
GANHAAAAAMOOOOSSS

sábado, janeiro 09, 2010

HISTÓRIA DO BRASIL - O CANGAÇO E LAMPIÃO

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O Cangaço
A História do Cangaço, os cangaceiros, Lampião, problemas sociais no Nordeste no início do século XX, fim do cangaço

Entre o final do século XIX e começo do XX (início da República), surgiu, no nordeste brasileiro, grupos de homens armados conhecidos como cangaceiros. Estes grupos apareceram em função, principalmente, das péssimas condições sociais da região nordestina. O latifúndio, que concentrava terra e renda nas mãos dos fazendeiros, deixava as margens da sociedade a maioria da população.

Entendendo o cangaço

Portanto, podemos entender o cangaço como um fenômeno social, caracterizado por atitudes violentas por parte dos cangaceiros. Estes, que andavam em bandos armados, espalhavam o medo pelo sertão nordestino. Promoviam saques a fazendas, atacavam comboios e chegavam a seqüestrar fazendeiros para obtenção de resgates. Aqueles que respeitavam e acatavam as ordens dos cangaceiros não sofriam, pelo contrário, eram muitas vezes ajudados. Esta atitude, fez com que os cangaceiros fossem respeitados e até mesmo admirados por parte da população da época.

Os cangaceiros não moravam em locais fixos. Possuíam uma vida nômade, ou seja, viviam em movimento, indo de uma cidade para outra. Ao chegarem nas cidades pediam recursos e ajuda aos moradores locais. Aos que se recusavam a ajudar o bando, sobrava a violência.

Como não seguiam as leis estabelecidas pelo governo, eram perseguidos constantemente pelos policiais. Usavam roupas e chapéus de couro para protegerem os corpos, durante as fugas, da vegetação cheia de espinhos da caatinga. Além desse recurso da vestimenta, usavam todos os conhecimentos que possuíam sobre o território nordestino (fontes de água, ervas, tipos de solo e vegetação) para fugirem ou obterem esconderijos.

Existiram diversos bandos de cangaceiros. Porém, o mais conhecido e temido da época foi o comandado por Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), também conhecido pelo apelido de “Rei do Cangaço”. O bando de Lampião atuou pelo sertão nordestino durante as décadas de 1920 e 1930. Morreu numa emboscada armada por uma volante, junto com a mulher Maria Bonita e outros cangaceiros, em 29 de julho de 1938. Tiveram suas cabeças decepadas e expostas em locais públicos, pois o governo queria assustar e desestimular esta prática na região.

Depois do fim do bando de Lampião, os outros grupos de cangaceiros, já enfraquecidos, foram se desarticulando até terminarem de vez ,no final da década de 1930.


O LAMPIÃO



Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, nasceu em 7 de julho de 1897 na pequena fazenda dos seus pais em Vila Bela, atual município de Serra Talhada, no estado de Pernambuco. Era o terceiro filho de uma família de oito irmãos.

Lampião desde criança demonstrou-se excelente vaqueiro. Cuidava do gado bovino, trabalhava com artesanato de couro e conduzia tropas de burros para comercializar na região da caatinga, lugar muito quente, com poucas chuvas e vegetação rala e espinhosa, no alto sertão de Pernambuco (chama-se Sertão as regiões interiores e distantes do litoral, onde reinava a lei dos mais fortes, os ricos proprietários de terras, que detinham o poder econômico, político e policial).

Em 1915, acusou um empregado do vizinho José Saturnino de roubar bodes de sua propriedade. Começou, então, uma rivalidade entre as duas famílias. Quatro anos depois, Virgulino e dois irmãos se tornaram bandidos. Matavam o gado do vizinho e assaltavam. Os irmãos Ferreira passaram a ser perseguidos pela polícia e fugiram da fazenda. A mãe de Virgulino morreu durante a fuga e, em seguida, num tiroteio, os policiais mataram seu pai. O jovem Virgulino jurou vingança.

Lampião formou o seu bando a princípio com dois irmãos, primos e amigos, cujos integrantes variavam entre 30 e 100 membros, e passou a atacar fazendas e pequenas cidades em cinco estados do Brasil, quase sempre a pé e às vezes montados a cavalo durante 20 anos, de 1918 a 1938.

Existem duas versões para o seu apelido. Dizem que, ao matar uma pessoa, o cano de seu rifle, em brasa, lembrava a luz de um lampião. Outros garantem que ele iluminou um ambiente com tiros para que um companheiro achasse um cigarro perdido no escuro.

Comparado a Robin Hood, Lampião roubava comerciantes e fazendeiros, sempre distribuindo parte do dinheiro com os mais pobres. No entanto, seus atos de crueldade lhe valeram a alcunha de "Rei do Cangaço". Para matar os inimigos, enfiava longos punhais entre a clavícula e o pescoço. Seu bando seqüestrava crianças, botava fogo nas fazendas, exterminava rebanhos de gado, estuprava coletivamente, torturava, marcava o rosto de mulheres com ferro quente. Antes de fuzilar um de seus próprios homens, obrigou-o a comer um quilo de sal. Assassinou um prisioneiro na frente da mulher, que implorava perdão. Lampião arrancou olhos, cortou orelhas e línguas, sem a menor piedade. Perseguido, viu três de seus irmãos morrerem em combate e foi ferido seis vezes.

Grande estrategista militar, Lampião sempre saía vencedor nas lutas com a polícia, pois atacava sempre de surpresa e fugia para esconderijos no meio da caatinga, onde acampavam por vários dias até o próximo ataque. Apesar de perseguido, Lampião e seu bando foram convocados para combater a Coluna Prestes, marcha de militares rebelados. O governo se juntou ao cangaceiro em 1926, lhe forneceu fardas e fuzis automáticos.

Em 1929, conheceu Maria Déa, a Maria Bonita, a linda mulher de um sapateiro chamado José Neném. Ela tinha 19 anos e se disse apaixonada pelo cangaceiro há muito tempo. Pediu para acompanhá-lo. Lampião concordou. Ela enrolou seu colchão e acenou um adeus para o incrédulo marido. Levou sete tiros e perdeu o olho direito.

O governo baiano ofereceu 50 contos de réis pela captura de Lampião em 1930. Era dinheiro suficiente para comprar seis carros de luxo.

Lampião morreu no dia 28 de julho de 1938, na Fazenda Angico, em Sergipe. Os trinta homens e cinco mulheres estavam começando a se levantar, quando foi vítima de uma emboscada de uma tropa de 48 policiais de Alagoas, comandada pelo tenente João Bezerra. O combate durou somente 10 minutos. Os policiais tinham a vantagem de quatro metralhadoras Hotkiss. Lampião, Maria Bonita e nove cangaceiros foram mortos e tiveram suas cabeças cortadas. Maria foi degolada viva. Os outros conseguiram escapar.

O cangaço terminou em 1940, com a morte de Corisco, o "Diabo Loiro", o último sobrevivente do grupo comandando por Lampião.

VASCO DA GAMA DO RIO DE JANEIRO

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É JÁ NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA QUE
SE INICIA O ESTADUAL DO RIO DE
JANEIRO.

O Vasco acaba de vencer a Segundona e regressa nesta época ao Brasileirão ,ao vonvivio dos grandes.
Antes vai disputar o Estadual do Rio, prova que já venceu inúmeras veses.

Vamos lembrar os resultados dos cruzmaltinos na sua caminhada de regresso:



1º Turno

09/05 - Vasco 1 x 0 Brasiliense-DF
16/05 - Ceará-CE 0 x 2 Vasco
23/05 - Vasco 3 x 0 Atlético-GO
30/05 - Paraná-PR 3 x 1 Vasco
06/06 - Vasco 0 x 0 São Caetano-SP
13/06 - Guarani-SP 0 x 0 Vasco
19/06 - Vasco 0 x 0 Duque de Caxias-RJ
27/06 - Figueirense-SC 1 x 1 Vasco
30/06 - Vasco 0 x 0 Bragantino-SP
11/07 - Vasco 3 x 0 Ponte Preta-SP
14/07 - Vila Nova-GO 0 x 2 Vasco
17/07 - Vasco 3 x 0 ABC-RN
25/07 - Bahia-BA 2 x 1 Vasco
28/07 - Vasco 2 x 1 Fortaleza-CE
01/08 - Juventude-RS 1 x 2 Vasco
08/08 - Vasco 3 x 0 Campinense-PB
11/08 - América-RN 2 x 2 Vasco
15/08 - Portuguesa-SP 1 x 3 Vasco
22/08 - Vasco 4 x 0 Ipatinga-MG

2º Turno

25/08 - Brasiliense-DF 0 x 1 Vasco
28/08 - Vasco 0 x 2 Ceará-CE
05/09 - Atlético-GO 2 x 2 Vasco
11/09 - Vasco 2 x 1 Paraná-PR
15/09 - São Caetano-SP 0 x 1 Vasco
19/09 - Vasco 1 x 0 Guarani-SP
26/09 - Duque de Caxias-RJ 0 x 1 Vasco
29/09 - Vasco 1 x 2 Figueirense-SC
03/10 - Bragantino-SP 0 x 0 Vasco
10/10 - Ponte Preta-SP 1 x 1 Vasco
13/10 - Vasco 4 x 1 Vila Nova-GO
20/10 - ABC-RN 2 x 3 Vasco
24/10 - Vasco 2 x 1 Bahia-BA
31/10 - Fortaleza-CE 1 x 1 Vasco
07/11 - Vasco 2 x 1 Juventude-RS
10/11 - Campinense-PB 0 x 1 Vasco
13/11 - Vasco 2 x 1 América-RN
21/11 - Vasco 0 x 1 Portuguesa-SP
28/11 - Ipatinga-MG 2 x 0 Vasco

(Colocação do Vasco: 1º de 20 - Campeão - Promovido à Série A)

a 9 de Janeiro nasceu OTTO GLÓRIA

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Otto Glória

Otto Martins Glória (Rio de Janeiro, 9 de janeiro de 1917 — 2 de setembro de 1986) foi um técnico brasileiro de futebol. Dirigiu as equipas da Portuguesa de São Paulo e do Vasco do Rio de Janeiro, o Benfica, o Belenenses, o FC Porto e Sporting em Portugal, assim como a própria Selecção Portuguesa, em França o Olímpico de Marselha e em Espanha o Atlético de Madrid. Foi o técnico da seleção portuguesa que disputou a Copa do Mundo em 1966, onde obteve o melhor resultado de sempre para Portugal- 3º.ligar, tendo perdido na meia final 2-1 para a Inglaterra, que seria campeã do Mundo .


OS "MAGRIÇOS" ,QUE SOB A ORiENTAÇÃO DE OTTO GLÓRIA CONSEGUIRAM O 3º.LIGAR NO CAMPAEONATO DO MUNDO DE 1966. SÓ PERDENDO PARA O CAMPEÃO (2-1), A INGLATERRA

Acresce dizer que Otto Glória foi trazido para o Benfica, 2m 1954, pelo nosso padrinho de honra JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO, no ano de 1954, quando meu tio era Representante ofucial do Vasco da Gama em Portugal. Otto e meu tio que tornar-se-iam grandes amigos , e da sua família, com quem convivi era então um garoto de 9 anos.

Otto Glória revolucionou então os métodos de treino do Benfica , tornando-o um clube moderno e com métodos e organização idênticos aos praticados nos grandes clubes europeus e sul americanos, o que contribuiria também para a modernização do futebol português.

Nascido no Rio de Janeiro, no dia 9 de Janeiro de 1917, este homem de ascendência portuguesa (o seu avó paterno era açoriano e o seu avó materno oriundo de Vila Nova de Gaia) foi o treinador mais vitorioso que passou pelo futebol português. Otto Martins Glória, ou simplesmente Otto Glória, é o grande mestre da táctica que hoje vamos visitar no Museu. O seu percurso no futebol foi iniciado na qualidade de jogador, tenho actuado em clubes da sua cidade natal, nomedamente o Vasco da Gama, Botafogo e Olaria. Contava apenas com 25 anos quando pendurou as chuteiras e iniciou uma fantástica carreira de treinador, tendo-lhe sido confiadas na altura as equipas de futebol juvenil do Vasco da Gama. Posteriormente passou a adjunto do técnico Flávio Costa na equipa principal, não tardando muito a assumir ele o comando técnico dos vascaínos. No Botafogo conquistou o primeiro título como condutor de homens, o Campeonato Carioca de 1948. O seu talento chegou aos ouvidos dos dirigentes do futebol português, através do então representante do Vasco da Gama, José Herdeiro, tendo o presidente do Benfica daquela época, Joaquim Bogalho, feito uma aliciante proposta ao jovem técnico para vir para Portugal orientar os encarnados.

Chegar, ver... e vencer

Chegou a Lisboa no dia 24 de Junho de 1954, e desde logo impôs uma profunda remodelação no futebol do Benfica. Com uma forte personalidade e muito saber Otto faria a dobradinha (campeonato e taça) logo no seu primeiro ano de futebol

português, na época 1954/55. Ficaria no clube da Luz nas quatro temporadas seguintes, tendo conquistado mais um campeonato nacional (em 56/57), e mais duas Taças de Portugal (56/57 e 58/59). Deixou o Benfica nas vésperas do clube partir para as conquistas das suas duas Taças dos Campeões Europeus, entregando o comando da equipa a Bela Guttman, de quem já aqui falámos em Agosto de 2006. Apesar das vitórias europeias dos encarnados terem sido alcançadas pelo treinador húngaro muito do trabalho base iniciado é obra de Otto Glória. Saído do Benfica Otto viajou até ao Restelo, para orientar o Belenenses, onde esteve duas temporadas, tendo logo na primeira (59/60) dado ao emblema da Cruz de Cristo a Taça de Portugal. Seguiu-se novo clube da capital, desta feita o Sporting, onde ficaria durante uma época e... alguns dias, pois sairia no início da temporada 61/62 devido a desentendimentos de nível directivo. Depois de Lisboa Otto rumaria ao Porto para treinar o clube mais emblemático desta cidade, o FC Porto. Não seria muito feliz nos dois anos em que esteve na Invicta, tendo por duas vezes ficado à porta do título nacional (dois 2ºs lugares) e perdido a final da Taça de Portugal de 63/64. Voltaria ao Sporting, em 65/66, para ao serviço dos leões conquistar mais um título de campeão nacional. Mas como se costuma dizer: não há amor como o primeiro, e Otto voltaria na época seguinte ao Benfica, tendo nas três épocas em que lá ficou vencido por mais duas vezes o campeonato nacional e também por duas vezes a Taça de Portugal. No total foram cinco campeonatos nacionais e seis Taças de Portugal. Notável...

Carreira de Otto Glória

1948 - Botafogo FR 1948 - Campeonato Carioca
1951 CR Vasco da Gama
1954-1959 SL Benfica 1955 - Copa de Portugal
1955 - Campeonato Nacional de Portugal
1957 - Copa de Portugal
1957 - Campeonato Nacional de Portugal
1959 - Cup of Portugal
1959-1961 CF «Os Belenenses» 1960 - Copa de Portugal
1961 Sporting CP
1962 Olympique Marseille
1963 CR Vasco da Gama
1964-1965 FC Porto
1965-1966 Sporting CP 1966 - Campeonato Nacional de Portugal
1966 Portugal
1966 - DIRIGIU A SELEÇÃO DE PORTUGAL NO MUNDIAL DE INGLATERRA DE 66, CONSEGUINDO UM 3º.LUGAR
1966-1968 Atlético Madrid
1968-1970 SL Benfica 1968 - Campeonato Nacional de Portugal
1969 - Copa de Portugal
1969 - Campeonato Nacional de Portugal
1970 - Copa de Portugal
1971-1972 Grêmio (RS)
1973-1975 Portuguesa (SP) 1973 - Campeonato Paulista
1977 Santos FC
1978-1979 CF Monterrey
1979 CR Vasco da Gama
1980-1982 Nigéria 1980 - Copa Africana de Nações
1982-1983 Portugal
1983 CR Vasco da Gama
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sexta-feira, janeiro 08, 2010

actualidade

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"ufffff"

a 8 de Janeiro nasceu ADEMIR MARQUES DE MENEZES - O "QUEIXADA"

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Ademir Marques de Meneses

Ademir Marques de Meneses (Recife, 8 de novembro de 1922 — Rio de Janeiro, 11 de maio de 1996) foi um futebolista brasileiro.

Apelidado de "Queixada" devido ao queixo proeminente, Ademir foi um cultuado artilheiro revelado pelo Sport Club do Recife, para muitos o maior jogador a ostentar no peito o escudo do leão e a Cruz de Malta, símbolos do rubro-negro Recifense e do Vasco da Gama.

Pela seleção brasileira, foi campeão sul-americano em 1949 e artilheiro da Copa do Mundo de 1950, com nove gols.



Biografia
] Início de carreira
Ademir iniciou sua carreira em 1938 no Infantil do Sport Club do Recife. Após brilhar no time juvenil e participar do elenco profissional em 1938 e 1939, se profissionalizou em 1941, quando conquistou o título de Campeão Pernambucano e a artilharia com 11 gols.
Ainda em 1941, o Sport participou de alguns amistosos no Rio de Janeiro, e seu futebol logo foi notado pelos times da cidade, o que lhe rendeu uma transferência para o Vasco da Gama, onde integrou um dos maiores times da história do clube, e para muitos do futebol mundial: o "Expresso da Vitória".

[editar] O "Expresso da Vitória"
A estréia do “Queixada” foi contra o América no campo do Botafogo, em Março de 1942. Estava em disputa o Troféu da Paz e o Vasco o conquistou ao vencer por 2 a 1, gols de Viladônica (2) e Nelsinho para os rubros. A partir de então, os confrontos envolvendo Vasco e América ficaram sendo conhecidos como Clássico da Paz.

Na equipe, Ademir teve como companheiros Barbosa, Augusto, Laerte, Eli, Danilo, Jorge, Alfredo, Ipojucan, Maneca, Friaça, Tesourinha, Dejair e Chico, dentre outros.

[editar] Ida para o Fluminense
Apesar de seu passe ter custado apenas 800 mil-réis, Ademir foi o primeiro profissional a exigir luvas (40 contos), mas o Vasco pagou 45 contos e venceu a disputa com o Fluminense para tirá-lo do Sport Club do Recife. Seu salário era de 500 mil réis.

No ano de 1946, porém, o técnico Gentil Cardoso, contratado pelo Fluminense, em uma célebre frase afirmou: “Dêem-me Ademir e eu lhes darei o campeonato”.

Ao marcar o gol da vitória de 1 a 0 sobre o Botafogo no jogo final, em São Januário, o Tricolor sagrou-se campeão em 1946, naquele que é considerado o mais emocionante Campeonato Carioca da história, pois sendo disputado por pontos corridos terminou com quatro equipes empatadas em primeiro lugar, sendo necessária uma disputa extra entre eles que ficou conhecida como Supercampeonato.

Segundo Ademilson Marques de Meneses, seu irmão, antes de jogar no Vasco Ademir era tricolor: “Nossa família sempre torceu para o Fluminense. O time de botão do Ademir era o do Fluminense. Como ele vinha para o Fluminense e ficou no Vasco, fez amizade com os portugueses e tornou-se vascaíno. Foram doze anos de Vasco”.

[editar] Retorno ao Vasco e final de carreira
Ao voltar ao Vasco, em 1948, Ademir ajudou a equipe a conquistar um de seus mais importantes títulos, o Campeonato Sul-Americano de Campeões, num empate em 0x0 com o River Plate de Di Stéfano.

Porém, devido à trágica derrota na final da Copa do Mundo de 1950, onde o Vasco cedeu 8 jogadores, sendo 6 titulares (Barbosa, Augusto, Danilo, Maneca, Ademir e Chico), o esquadrão cuz-maltino não teve um reconhecimento ainda maior na história. Nesta competição, Ademir foi o artilheiro com nove gols.

Seu último título foi o campeonato carioca de 1952; em 1956, abandona a carreira atuando pelo mesmo clube pelo qual começou, o Sport.

Ademir explicou o encerramento de sua carreira com uma simples frase: “Abandonei o futebol antes que ele me abandonasse”, segundo ele “quando um jogador encerra sua carreira, ele está contrariando a ele mesmo, por isso é tão difícil parar”.

[editar] Estilo de jogo
Seu estilo de jogo deu origem à posição de “ponta de lança”; sua versatilidade em atuar em qualquer posição do ataque e sua habilidade nas arrancadas a caminho do gol obrigou a adoção de novos sistemas de jogo pelos técnicos para tentar contê-lo.

Não tomava grande distância da bola para chutar, sem mudar o passo, partia para bola surpreendendo muitas vezes o goleiro.

No time que jogava, longos lançamentos eram feitos para aproveitar sua velocidade. No Vasco teve lançadores como Ipojucan e Danilo (“o Príncipe”).

Seleção (1945 - 1953)
Pela Seleção Brasileira, disputou a Copa América, Copa Rocca, Copa do Mundo, Copa Rio Branco, Copa Oswaldo Cruz e Torneio Pan-Americano.
Estréia: 21 de Janeiro de 1945 (Brasil 3 x 0 Colômbia – Copa América, Santiago do Chile)
Despedida: 15 de Março de 1953 (Brasil 1 x 0 Uruguai – Copa América, Lima).
Em 41 partidas venceu 30, empatou 5 e perdeu 6, com 77,20% de aproveitamento.[1]
Goleador, Ademir fez 32 gols em 41 jogos internacionais pela Seleção Brasileira.


Copa do Mundo: 9 gols
Copa América: 12 gols
Copa Rio Branco: 6 gols
Copa Roca: 3 gols
Torneio Pan-Americano: 2 gols
Média: 0,82 gols por partida
No total, Ademir marcou 37 gols em 41 partidas pela seleção brasileira; média superior a 0,9 gols por partida

quarta-feira, janeiro 06, 2010

preliminares

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Um sujeito chega ao céu, onde é recebido por São Pedro.
Após os cumprimentos, São Pedro explica-lhe que, para entrar, os homens têm que cortar a pila.
- Que disparate, São Pedro! Como é que eu vou cortar uma coisa que na Terra me deu tanta alegria?!?
- Não há outra forma, meu filho. Aqui no céu não há sexo. Ou deixas cortar, ou não entras.
O tipo olha para baixo, vê as caldeiras fumegantes do inferno e acaba por aceitar.
É levado a uma sala onde há três pessoas à espera.
Pouco depois chega uma anjinha muita linda, vestida de enfermeira, com as asinhas envolvidas em película esterilizada e manda entrar o próximo.
Segundos após, ouvem-se vários gritos de dor. Silêncio.
Volta a anjinha e chama mais um. Desta vez ouve-se apenas um grito forte de dor e depois, silêncio.
Quando chega a vez do terceiro, nada se ouve. Silêncio profundo.
Chega a vez do sujeito.
Ele pede à anjinha uma explicação a respeito dos gritos diferentes e ela responde, muito surpreendida:
- Não te explicaram?!? Então é assim? aqui a gente corta tal coisa de acordo com a profissão que o dono teve na Terra.
O primeiro gritou muito, porque eu lhe serrei a pila, já que ele era serralheiro.
O segundo deu só um grito forte, porque foi cortada de uma só vez, ele era talhante.
O terceiro não gritou porque era médico e foi anestesiado antes.

terça-feira, janeiro 05, 2010

PAULISTÃO 2010

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VAI INICIAR-SE NO DIA 16 DESTE
MÊS O CAMPEONATO PAULISTA -
PAULISTÃO 2010.

Este campeonato que se realiza desde 1902, teve os seguintes campeões:

1902
São Paulo Athletic


SÃO PAULO ATHLETIC 1º.CAMPEÃO PAULISTA EM 1902

1903
São Paulo Athletic
LPF

1904
São Paulo Athletic
LPF

1905
Paulistano
LPF

1906
Germânia
LPF

1907
SC Internacional
1908
Paulistano
1909
AA das Palmeiras
1910
AA das Palmeiras
1911
São Paulo Athletic
1912
Americano
1913
Americano
LPF

1913
Paulistano
(APEA)

1914
Corinthians
1914
AA São Bento
1915
Germânia
1915
AA das Palmeiras
1916
Corinthians
1916
Paulistano
1917
Paulistano
(1918
Paulistano
(APEA)

1919
Paulistano
(APEA)

1920
Palestra Itália
1921
Paulistano
1922
Corinthians
1923
Corinthians
1924
Corinthians
(1925
AA São Bento
1926
Palestra Itália
(1926
Paulistano
1927
Palestra Itália
1927
Paulistano
1928
Corinthians
1928
SC Internacional
1929
Corinthians
1929
Paulistano
1930
Corinthians
1931
São Paulo da Floresta
(APEA)

1932
Palestra Itália
1933
Palestra Itália
1934
Palestra Itália
1935
Santos
1935
Portuguesa
1936
Palestra Itália
1936
Portuguesa
1937
Corinthians
1938
Corinthians
1939
Corinthians
1940
Palestra Itália
1941
Corinthians
1942
Palmeiras*
1943
São Paulo
1944
Palmeiras
1945
São Paulo
1946
São Paulo
FPF

1947
Palmeiras
1948
São Paulo
1949
São Paulo
1950
Palmeiras
1951
Corinthians
1952
Corinthians
1953
São Paulo
1954
Corinthians
1955
Santos
1956
Santos
1957
São Paulo
1958
Santos
1959
Palmeiras
1960
Santos
1961
Santos
1962
Santos
1963
Palmeiras
1964
Santos
1965
Santos
1966
Palmeiras
1967
Santos
1968
Santos
1969
Santos
1970
São Paulo
1971
São Paulo
1972
Palmeiras
1973
Santos/Portuguesa
1974
Palmeiras
1975
São Paulo
1976
Palmeiras
1977
Corinthians
1978
Santos
1979
Corinthians
1980
São Paulo
1981
São Paulo
1982
Corinthians
1983
Corinthians
1984
Santos
1985
São Paulo
1986
Inter de Limeira
1987
São Paulo
1988
Corinthians
1989
São Paulo
1990
Bragantino
1991
São Paulo
1992
São Paulo
1993
Palmeiras
1994
Palmeiras
1995
Corinthians
1996
Palmeiras
1997
Corinthians
1998
São Paulo
1999
Corinthians
2000
São Paulo
2001
Corinthians
2002
Ituano
2003
Corinthians
2004
São Caetano
2005
São Paulo
2006
Santos
2007
Santos
2008
Palmeiras
2009
Corinthians


O CORINTHIANS FOI O CAMPEÃO PAULISTA 2009.

O PAULISTÂO 2010, inicia-se a 16 e vão ser estes os jogos da 1ª.rodada

Rodada 1
Data/Hora Jogo Estádio TV AT OB
16/01/2010
17:00 Palmeiras X Mogi Mirim Palestra Itália Transmissão: PPV
16/01/2010
19:30 Ituano X Mirassol Dr. Novelli Junior Transmissão: PPV
16/01/2010
19:30 Ponte Preta X Santo André Moisés Lucarelli Transmissão: Sportv
16/01/2010
19:30 Bragantino X Oeste Nabi Abi Chedid Transmissão: PPV
16/01/2010
19:30 Rio Claro X Botafogo Dr. Augusto Schimidt Filho Transmissão: PPV
17/01/2010
11:00 Sertãozinho X Grêmio Barueri Frederico Dalmazo Transmissão: PPV
17/01/2010
17:00 Monte Azul X Corinthians Santa Cruz Transmissão: TV Globo
17/01/2010
17:00 São Paulo X Portuguesa Desp Cícero Pompeu de Toledo Transmissão: TV Globo
17/01/2010
19:30 Rio Branco X Santos Dr. Décio Vitta Transmissão: Sportv
17/01/2010
19:30 São Caetano X Paulista Anacleto Campanella Transmissão: PPV

CANTORAS PORTUGUESAS - JACINTA

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segunda-feira, janeiro 04, 2010

FESTIVAL DE CULTURA

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preliminares

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Dois padres resolveram fazer férias no Algarve.
No entanto decidiram que estas deveriam ser mesmo férias e portanto nada deveria identificá-los como membros do clero.
Logo que o avião aterrou dirigiram-se a uma loja de surfistas e compraram o último grito em calções, sandálias, t-shirts, óculos de sol etc.
Na manhã seguinte, foram até à praia vestidos como verdadeiros turistas.
Estavam sentados nas suas cadeiras de praia a tomar uma caipirinha, enquanto aproveitavam o calor do sol, quando uma loura em topless, de fazer qualquer um perder a cabeça, se dirigiu na sua direcção.
Os dois padres não conseguiram evitar segui-la com o olhar.
Quando a jovem passou por eles, sorriu e individualmente cumprimentou-os:
- 'Bom dia Senhor Padre' ... 'Bom dia Senhor Padre', com um ligeiro aceno de cabeça e continuou no seu caminho.
Ficaram os dois siderados, como era possível que ela os reconhecesse como padres?
No dia seguinte dirigiram-se de novo à loja de surfistas e compraram roupas ainda mais berrantes.
De novo os dois padres se dirigiram para a praia para gozar o sol, as vistas e uma caipirinha.
Eis senão quando, a mesma loura de fazer perder a cabeça, desta vez numa tanguinha ultra reveladora, se aproximou deles e os cumprimentou;
- 'Bom dia Senhor Padre' ... ' Bom dia Senhor Padre', após o que se dispunha seguir o seu caminho.
O padre mais velho não se conteve e chamou-a:
- 'Um momento menina'...
- 'Sim?' respondeu ela, com um sorriso nos lábios bem definidos e sensuais.
- 'Nós de fato somos padres e temos orgulho em sê-lo, mas como conseguiu descobrir isso?'
- 'Senhor Padre, sou eu...!!! A Irmã Amélia!!!'

domingo, janeiro 03, 2010

O CAMPEONATO PORTUGUÊS É O MAIS BRASILEIRO DE TODO O MUNDO

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SÓ O BENFICA TEM 13 BRASILEIROS NO
SEU PLANTEL, EM PORTUGAL HÁ MAIS
DE 500 BRASULEIROS A JOGAR EM TO-
DAS AS DIVISÕES E ATÉ NAS LIGAS
REGIONAIS.



No último dia 29, em menos de 24 horas, o Benfica anunciou a contratação de três jogadores brasileiros: Aírton, Éder Luís e Alan Kardec. Mas as notícias, que causaram até certa confusão tamanha a sequência, não foram faCtos isolados, e sim, parte de um fenômeno que ganhou força nos últimos tempos: a invasão de brasileiros no Campeonato Português.

A constatação não é recente - afinal, o torneio sempre contou com um grande número de atletas do Brasil, e certamente algum deles saiu do seu clube para tentar a sorte no extremo oeste da Europa. No entanto, em um fenômeno raro para grandes clubes europeus, o Benfica conta atualmente com mais brasileiros do que portugueses em seu elenco. São 13, contra apenas nove lusitanos.

Além de Aírton, Éder Luís e Alan Kardec, o clube lisboeta tem ainda Júlio César no gol; Sidnei, David Luiz e Luisão na defesa; Ramires e Felipe Menezes no meio de campo; Keirrison e Weldon no ataque. Seriam 14, mas três jogadores foram cedidos a clubes brasileiros: Marcelo Moretto (atualmente no Brasiliense), Patric (no Cruzeiro) e Felipe Bastos (emprestado ao Atlético-MG).

Curiosamente, o vice-líder do Campeonato Português encontra um rival de peso no quesito "brasilidade". O Sporting Braga, que lidera a competição com os mesmos 33 pontos e que conta com 12 brasileiros no elenco: Paulão, André Leone, Moisés, Evaldo, Rafael Bastos, Márcio Mossoró, Vandinho, Osvaldo, Paulo César, Alan, Adriano e Matheus. E assim como acontece entre os benfiquistas, os bracarenses contam com menos portugueses (nove) em seu elenco do que jogadores do Brasil.

Se a quantidade de Braga e Benfica assusta, ela é ainda mais espantosa no Marítimo, nono colocado do Português com 19 pontos. Ao todo, são 13 brasileiros no time de Funchal, que poderia - com algum improviso, é verdade - atuar 90 minutos apenas com atletas oriundos do lá de cá do Atlântico: Marcelo Boeck (Peçanha); João Guilherme, Fernando Cardozo e Alonso; João Luiz, Olberdam (Yuri), Marcinho, Tchô e Roberto Souza; Cláudio Pitbull e Kanu. E coincidentemente, o Marítimo também conta com sua cota de nove portugueses no plantel.

O cenário favorável aos brasileiros, evidentemente, não é exclusivo dos três times. No Paços Ferreira (11º colocado com 14 pontos), são 11 de cá contra 10 de lá. No União Leiria, que é sexto com 20 pontos, há empate entre Brasil e Portugal: 8 a 8. Na Ilha da Madeira, o Nacional (quarto colocado, 24 pontos) tem oito portugueses, contra nove jogadores do Brasil: Rafael Bracalli, Elisson, Felipe Lopes, Wellington, Cléber Monteiro, Luís Alberto, Leandro Salino, Edgar e Rodrigo Silva.

O Sporting, porém, conta com apenas dois brasileiros em seu elenco: o zagueiro Anderson Polga e o lateral Pedro Silva. Com 17 portugueses no plantel (contando com Liedson, recentemente naturalizado), o time do técnico Carlos Carvalhal é o quinto colocado do Campeonato Português com 21 pontos.

O Porto tem quatro brasileiros no Estádio do Dragão (Helton, Maicon, Fernando e Hulk), mas fica atrás dos nove portugueses à disposição do técnico Jesualdo Ferreira, cujo time soma 29 pontos e é terceiro lugar.

Comparação com a Europa

Por motivos culturais bastante evidentes, Portugal deverá ter um grande número de brasileiros em seus clubes por muito tempo. E ainda que os jogadores de cá sejam bastante procurados por times europeus, os demais países do Velho Continente não passam nem perto de contar com o mesmo exército brasileiro que se encontra em Portugal.

Entre as principais forças da Alemanha, o destaque no quesito é o Schalke 04, que conta com Bordon, Rafinha, Mineiro e Zé Roberto (que retorna do Flamengo) à disposição do técni Felix Magath. O Hamburgo conta com o ex-são-paulino Alex Silva e com o experiente Zé Roberto, enquanto o líder Bayer Leverkusen conta apenas com o meia Renato Augusto. O Bayern de Munique irá emprestar Breno, seu único brasileiro, para o Nuremberg, enquanto o Wolfsburg, atual campeão, tem o toque de três: Rodrigo Alvim, Josué e Grafite.

Já na Espanha, destaque para o Sevilla, cuja representação brasileira se restringe a Adriano (ex-Coritiba), Renato e Luís Fabiano. Os gigantes Real Madrid e Barcelona contam com dois brasileiros cada (Marcelo e Kaká, Daniel Alves e Maxwell), enquanto o tradicional Valencia não dispõe de nenhum - Thiago Carleto, ex-Santos, pertence ao time e está emprestado ao Elche.

Enquanto isso, na França, o líder Bordeaux é quem mais buscou nomes daqui para seu elenco: quatro (Henrique, Fernando, Wendel e Jussiê). Os girondinos dividem a primazia na lista com o Lyon, que se desfez de parte de sua legião e hoje conta apenas com Cris, Anderson, Michel Bastos e Éderson. Os dois clubes são seguidos por equipes como Olympique de Marselha (Elinton Andrade, Hilton e Brandão), Lille (Émerson e Túlio de Melo) e Paris Saint-Germain (Ceará). O Montpellier, terceiro lugar, é outro que não buscou nenhum atleta tupiniquim.

No bilionário Campeonato Inglês, Liverpool e Manchester United encabeçam a relação, com três brasileiros cada - o time de Anfield Road tem Diego Cavalieri, Lucas e Fábio Aurélio, enquanto o de Old Trafford conta com Fábio, Rafael e Anderson. Logo atrás, vêm o líder Chelsea (Alex e Belletti) e o Manchester City (Robinho e Sylvinho), enquanto os londrinos de Arsenal e Tottenham contam respectivamente com o ex-são-paulino Denílson e o goleiro Gomes.

Tradicional destino de brasileiros, a Itália continua sendo um porto bastante frequentado pelos que partem da costa brasileira. A esquadra mais verde e amarela é a Roma, com sete brasileiros - três são goleiros: Artur, Júlio Sérgio e Doni; Cicinho, Juan, Taddei e Júlio Baptista completam a lista. O Milan, destino habitual de muitas das revelações daqui, tem quatro jogadores (Dida, Thiago Silva, Alexandre Pato e Ronaldinho Gaúcho, além do técnico Leonardo), enquanto a rival Inter de Milão tem cinco (Júlio César, Lúcio, Maicon, Thiago Motta e Mancini). Na Juventus, são Felipe Melo, Amauri e Diego.

Por fim, na emergente Turquia, o líder Fenerbahce também é o primeiro na quantidade de brasileiros: cinco, com André Santos, Bilica, Alex, Cristian e Deivid. O Galatasaray, segundo colocado no Campeonato Turco, conta só com os meias Lincoln e Elano, enquanto o Bursaspor, terceiro, tem o atacante Tadeu. Quinto lugar, o Besiktas tem Rodrigo Tabata e Bobô, enquanto o Kayserispor, que é quarto, não tem nenhum

HISTÓRIA DO BRASIL - PRESIDENTES DA REPUBLICA - ARTUR BERNARDES

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Artur Bernardes


Artur da Silva Bernardes[1] (Viçosa, 8 de agosto de 1875 — Rio de Janeiro, 23 de março de 1955) foi um advogado e político brasileiro, presidente de Minas Gerais de 1918 a 1922 e presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1922 e 15 de novembro de 1926. Seus seguidores eram chamados de "Bernardistas".

Origem e carreira política
Estudou no Colégio do Caraça. Após formar-se na Faculdade Livre de Direito, iniciou sua carreira política como vereador e presidente da Câmara Municipal de Viçosa em 1906. Foi deputado federal (de 1909 a 1910) e Secretário de Finanças de Minas Gerais em 1910. Foi eleito para um novo mandato de deputado federal (1915 a 1917). Tornou-se o líder principal do Partido Republicano Mineiro, tirando o controle do PRM dos políticos do Sul de Minas Gerais, deslocando o centro da política mineira para a Zona da Mata. Foi presidente do estado de Minas Gerais entre 1918 e 1922.

[editar] Eleição para presidente da república e a Revolta dos 18 do forte
Bernardes venceu as eleições presidenciais de 1 de março de 1922, obtendo 466.877 votos contra 317.714 votos dados a Nilo Peçanha, em uma eleição que dividiu o país: Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro apoiaram Nilo Peçanha e os demais estados deram apoio à candidatura Bernardes.[1]

Antes da eleição, Bernardes teve que enfrentar o rumoroso caso das "cartas falsas" atribuídas a ele e que denegriam o ex presidente Hermes da Fonseca.

Seu vice-presidente foi Estácio Coimbra que substituiu Urbano Santos, vice-presidente eleito, também em 1 de março de 1922, e que faleceu no dia 7 de Maio de 1922, antes de tomar posse.

O descontentamento com a vitória de Bernardes e com o governo de seu antecessor, Epitácio Pessoa, foram algumas das causas do chamado Levante do Forte de Copacabana, primeira ação do movimento tenentista. Bernardes teve que fazer frente à coluna Prestes, movimento tenentista que percorreu o país pregando mudanças políticas e sociais e que jamais foi derrotado pelo governo.


Presidente Artur Bernardes.[editar] Na Presidência da República
Além da oposição por parte da baixa oficialidade militar (incentivados pela revolução comunista), ele ainda confrontou uma guerra civil no Rio Grande do Sul, onde Borges de Medeiros se elegeu presidente do estado pela quinta vez consecutiva, e também o movimento operário que se fortalecia novamente. Em 1923 e 1924 ocorreram novas ações tenentistas no Rio Grande do Sul e em São Paulo, onde ocorreu a Revolução de 1924, que levou Bernardes a bombardear a cidade de São Paulo. Tudo isso levou Bernardes a decretar o estado de sítio, que perdurou durante quase todo seu governo.

Artur Bernardes foi o pioneiro da siderurgia em Minas Gerais e sempre se bateu pela ideologia nacionalista e de defesa dos recursos naturais do Brasil.

Sob seu governo, o Brasil se retirou da Liga das Nações em 1926.

Bernardes promoveu a única reforma da Constituição de 1891, reforma que foi promulgada em setembro de 1926 e que alterava principalmente as condições para se estabelecer o estado de sítio no Brasil. Após deixar o governo, foi eleito senador em 1929.

Foi contrário à ascensão de Antônio Carlos Ribeiro de Andrada ao governo de Minas Gerais mas não pode evitá-la.

Vida após a Presidência

Artur Bernardes. c. 1920.Após a presidência, foi eleito senador da república, mandato que exerceu até 1930.

Artur Bernardes, no seu discurso de posse no Senado Federal, em 25 de maio de 1927, estando a cidade do Rio de Janeiro sob grande tensão e expectativa, relembrou a dificuldade que foi sua eleição presidencial de 1922 e sua presidência:

Não estará ainda na memória de todos o que fora a penúltima campanha presidencial? Nela se afirmava que o candidato não seria eleito; eleito não seria reconhecido, não tomaria posse, não transporia os umbrais do Palácio do Catete!

— Artur Bernardes

Carlos Lacerda repetiria, contra Getúlio Vargas, essa frase de Bernardes, na campanha presidencial de 1950.

Participou da Revolução de 1930, que desalojou o Partido Republicano Paulista do governo federal. Foi um Revolucionário constitucionalista de 1932. Fracassado este movimento, exilou-se em Portugal. De volta ao Brasil, em 1934, foi eleito deputado federal para o mandato 1935-1939. Em 1937, porém, perdeu o mandato, devido ao golpe do Estado Novo.

Com o restabelecimento da democracia em 1945, ingressou na UDN, elegendo-se deputado federal constituinte em 1945. Criou e dirigiu a seguir o Partido Republicano. Eleito suplente de deputado federal em 1950, exerceu o mandato, em virtude de convocação, sendo eleito para um novo mandato em 1954. Bernardes defendeu, após 1945, o Petróleo e a Siderurgia nacionais. Ocupou o cargo de deputado federal até a sua morte, em 1955.

sexta-feira, janeiro 01, 2010

JESUS DEPOIS DO FRETE DAS PALHINHAS...



Jesus, após a tal semana que acaba na consoada passada por obrigação nas "palhinhas", reune os seus meninos em sessão táctica prà refrega
da Luz.
Olhem bem para a foto, quem acham que vai ser o traidor?
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ESTADUAIS - CARIOCÃO

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VÃO COMEÇAR OS ESTADUAIS NESTE
MÊS DE JANEIRO. O NOSSO BLOGUE
VAI SEGUIR ,COMO DE COSTUME OS
DO RIO DE JANEIRO E DE SÃO PAULO


Hoje vamos falar do Estadual do Rio, que se divide em 2 fases.
A Taça Guanabara que começa já no dia 16, e a Taça Rio que se seguirá em

Os clubes do Rio foram divididos em 2 séries, como de costume

Taça Guanabara próxima fase »

Grupo A

1 Flamengo
1 Fluminense
1 Duque de Caxias
1 Boavista-RJ
1 Volta Redonda
1 Olaria
1 Bangu
1 Americano

Grupo B

1 Vasco
1 Resende
1 Macaé
1 Friburguense
1 Madureira
1 América
1 Botafogo
1 Tigres-RJ

Carioca 2010
Os 16 times se dividem em dois grupos e em dois turnos independentes. No primeiro, os clubes jogam dentro de cada chave, e no segundo, os de um grupo enfrentam os do outro, e classificam-se os dois melhores de cada para as semifinais (1º de A x 2º de B; 1º de B x 2º de A). Jogos mata-mata de cada turno serão sempre em partidas únicas, onde em caso de empate, a decisão será em cobranças de pênaltis. As duas equipes com piores campanhas nos dois turnos, com exceção das finalistas, caem para a Segunda Divisão. Os campeões da cada turno decidem o título em dois jogos, e persistindo o empate em pontos e saldo de gols, haverá decisão por cobranças de pênaltis.

Vão ser estes os jogos dda 1ª.rodada

Sáb, 16/01/2010

16:00 Bangu x Boavista-RJ 16:00 Olaria x Volta Redonda 16:00 Madureira x América 17:00 Vasco x Tigres-RJ 19:30 Macaé x Botafogo

Dom, 17/01/2010
17:00 Flamengo x Duque de Caxias 17:00 Friburguense x Resende 19:30 Americano x Fluminense Taça Guanabara próxima fase »

LISTA HISTÓRICA DOS CAMPEÕES CARIOCAS

FLAMENGO CAMPEÃO CARIOCA DE 2009

Lista dos Campeões Cariocas

1906 Fluminense
1907 Fluminense e Botafogo
1908 Fluminense
1909 Fluminense
1910 Botafogo
1911 Fluminense
1912 Paysandu (LMSA)
1912 Botafogo (AFRJ)
1913 América
1914 Flamengo
1915 Flamengo
1916 América
1917 Fluminense
1918 Fluminense
1919 Fluminense
1920 Flamengo
1921 Flamengo
1922 América
1923 Vasco
1924 Vasco (LMDT)
1924 Fluminense (AMEA)
1925 Flamengo
1926 São Cristóvão
1927 Flamengo
1928 América
1929 Vasco
1930 Botafogo
1931 América
1932 Botafogo
1933 Botafogo (AMEA)
1933 Bangu (LCF)
1934 Botafogo (AMEA)
1934 Vasco (LCF)
1935 Botafogo (FMD)
1935 América (LCF)
1936 Fluminense (LCF)
1936 Vasco (FMD)
1937 Fluminense
1938 Fluminense
1939 Flamengo
1940 Fluminense
1941 Fluminense
1942 Flamengo
1943 Flamengo
1944 Flamengo
1945 Vasco
1946 Fluminense
1947 Vasco
1948 Botafogo
1949 Vasco
1950 Vasco
1951 Fluminense
1952 Vasco
1953 Flamengo
1954 Flamengo
1955 Flamengo
1956 Vasco
1957 Botafogo
1958 Vasco
1959 Fluminense
1960 América
1961 Botafogo
1962 Botafogo
1963 Flamengo
1964 Fluminense
1965 Flamengo
1966 Bangu
1967 Botafogo
1968 Botafogo
1969 Fluminense
1970 Vasco
1971 Fluminense
1972 Flamengo
1973 Fluminense
1974 Flamengo
1975 Fluminense
1976 Fluminense
1977 Vasco
1978 Flamengo
1979 Flamengo
1979 Flamengo (especial)
1980 Fluminense
1981 Flamengo
1982 Vasco
1983 Fluminense
1984 Fluminense
1985 Fluminense
1986 Flamengo
1987 Vasco
1988 Vasco
1989 Botafogo
1990 Botafogo
1991 Flamengo
1992 Vasco
1993 Vasco
1994 Vasco
1995 Fluminense
1996 Flamengo
1997 Botafogo
1998 Vasco
1999 Flamengo
2000 Flamengo
2001 Flamengo
2002 Fluminense
2003 Vasco
2004 Flamengo
2005 Fluminense
2006 Botafogo
2007 Flamengo
2008 Flamengo
2009 Flamengo

CANTORAS PORTUGUESAS - ANA FREE

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Ana Free, nome artístico de Ana Gomes Ferreira[1], (Lisboa, 29 de Junho de 1987) é uma cantautora portuguesa que atingiu alguma fama na popular página de Internet de intercâmbio de vídeos YouTube.

Biografia
Durante a sua infância, frequentou uma escola internacional perto de Cascais, onde adquiriu o seu distinguido sotaque. Ela começou a escrever e compor música a partir dos dez anos de idade e tem sido capaz de tocar guitarra sem problemas há mais de dez anos. Vive actualmente no Reino Unido, tendo em 2008 finalizado a licenciatura em Economia.

Fez a sua primeira performance ao vivo na televisão, no Verão de 2007, na TVI, em Portugal, onde cantou "Crazy" (Louca), uma canção que tinha composto sozinha. Ana faz frequentemente concertos ao vivo em Portugal e em Londres [7] [8], que são registados pelos seus amigos e colocados nos seus "blogs" e "websites". A sua música mais popular é "Chained" (Acorrentada), escrita quando ela tinha 16 anos. O vídeo em que ela interpreta esta canção atingiu 1.000.000 visitantes, no Verão de 2009.

Actualmente encontra-se a gravar o seu primeiro álbum, depois do sucesso de seu primeiro "single" a ser lançado em 23 de Maio de 2008 - "In my place" (No meu lugar). A popularidade da sua música fez com que aparecesse na compilação Now 19[11], versão portuguesa, lançada 24 de Novembro de 2008.

"In my place" integra a banda sonora da telenovela portuguesa emitida pela SIC "Podia Acabar o Mundo", em que é o tema da personagem Cláudia.

Recentemente lançou um novo videoclipe no Youtube, chamado Keep On Walking, dirigido por Francis Wallis e produzido por Blake Brandes.

Discografia

"In My Place" (No meu lugar) 2008
"Self Inflicted" (O Ego Infligido) 2009
"Keep On Walking" (Manter-me en maneira) 2009

FESTA A IEMANJÁ, EM COPACABANA

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Centenas de devotos de Iemanjá ocuparam as areias da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ), durante a tarde e a noite desta ultima terça-feira. Mulheres e homens vestidos de branco celebraram a orixá, deixando flores, oferendas e pedidos nas águas da zona sul.

"Nem a forte chuva que caiu esmoreceu os presentes que assistiram a apresentação, cantando e dançando ao lado de uma grande tenda montada no local", conta o carioca José Carlos Pereira de Carvalho. "Diversos grupos de etnia negra se reuniram para a confraternização", diz.

Esta é sétima edição da festa, organizada por lojistas do Mercadão de Madureira. O evento teve início às 15h com uma carreata que partiu de Madureira, na zona norte, com destino à Copacabana. Carros e ônibus seguiram a imagem de Iemanjá durante todo o percurso.

No final da tarde, turistas e cariocas que passaram pela avenida Atlântica puderam acompanhar ainda o lançamento de barcos carregados com oferendas para a rainha do mar.

"Para encerrar, os atabaques tocaram forte num pedido de paz, harmonia e saúde para todos no ano de 2010. Foi um belo espetáculo",

quinta-feira, dezembro 31, 2009

ARTISTAS BRASILEIROS - SEU JORGE

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Seu Jorge
Seu Jorge, nome artístico de Jorge Mário da Silva, (Belford Roxo, 8 de junho de 1970) é um ator, cantor e compositor brasileiro de MPB, de Samba e Soul.


Primogênito de quatro filhos, Charles, Vitório e Rogério. Seu Jorge teve uma infância tranqüila, freqüentando a escola e ajudando a mãe a tomar conta dos irmãos. Começou a trabalhar com apenas dez anos de idade em uma borracharia, primeira de várias ocupações como contínuo, marceneiro e office-boy, entre outras. As variadas profissões nunca ofuscaram o seu verdadeiro desejo de se tornar músico. Desde adolescente, freqüentava as rodas de samba cariocas acompanhando o pai e os irmãos em bailes funks e Bailes charmes da periferia, e cedo começou a se profissionalizar cantando na noite.

Foi aí que a morte de seu irmão Vitório em uma chacina levou a família à desestruturação, e Seu Jorge acabou virando sem-teto por cerca de três anos. A nova virada se deu quando o clarinetista Paulo Moura o convidou para fazer um teste para um musical de teatro. Foi aprovado e acabou participando de mais de 20 espetáculos com o Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, como cantor e ator.

Participou depois da formação da banda Farofa Carioca, que lançou seu primeiro CD em 1998 com uma competente mistura da ritmos negros de várias partes do mundo, como samba, reggae, jongo, funk e rap. A partir daí, Seu Jorge tem sua carreira engrenada e passa a participar de vários projetos, como um disco de tributo a Tim Maia e a participação em estúdio e na turnê da banda brasileira Planet Hemp, em 2000.

Seu Jorge é primo do sambista Dudu Nobre. Ganhou o apelido do amigo Marcelo Yuka.

Discografia

Seu Jorge[editar] Álbuns solo
Samba Esporte Fino (2001)
Cru (2004)
The Life Aquatic with Steve Zissou, Studio Sessions, Featuring: Seu Jorge (2005) pela Hollywood Records
América Brasil (2007)
América Brasil Ao Vivo (2009)
[editar] DVD
MTV Apresenta Seu Jorge (2004)
Ana & Jorge (DVD) com Ana Carolina (2005)
Seu Jorge - Live at Montreux 2005 (2006)
América Brasil Ao Vivo (2009)
[editar] Participações
Moro no Brasil, com Farofa Carioca (1997)
Tributo a Tim Maia (1999)
Casa do Samba 3 (1999)
A Invasão do Sagaz Homem Fumaça, de Planet Hemp (2000)
Swing & Samba-Rock, de Clube do Balanço (2001)
Discotecagem Pop Variada, de Jota Quest (2002)
A Procura da Batida Perfeita, de Marcelo D2 (2003)
"Tranqüilo!", DJ Marcelinho da Lua (2003)
Cidade de Deus, trilha sonora (2003)
"Estampado" de Ana Carolina, na música "Beat da Beata" (2003)
Favela Chic, Postonove 3 (2004)
Ana & Jorge AO VIVO, CD gravado ao vivo com a cantora Ana Carolina (2005)
"Olivia Byington" CD homónimo de Olivia Byington. Seu Jorge participa no tema "Na ponta dos pés". Samba com letra de Tiago Torres da Silva e música de Olivia Byington (2006)
[editar] Filmografia
[editar] Na televisão
2007 - Brasil Brasil
2002 - Os Normais .... Babu
[editar] Filmes
2009 - Beyond Ipanema
2008 - Carmo .... Amparo de Jesús
2008 - The Escapist .... Viv Batista
2007 - Sleepwalkers .... Lasso Dancer who works as an Electrician
2006 - Elipsis .... Coyote
2006 - Tarantino's Mind - (curta-metragem)
2005 - Casa de Areia .... Massu, de 1910 a 1919
2004 - This Is an Adventure
2004 - À la recherche d'Orfeu Negro
2004 - The Life Aquatic with Steve Zissou .... Pelé dos Santos
2002 - Cidade de Deus .... Mané Galinha
2002 - Moro no Brasil

quarta-feira, dezembro 30, 2009

SANTA ROSA - RIO GRANDE DO SUL

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PRESTIGIAMOS UM CIBERNAUTA
QUE NOS ACESSA DI ESTADO
DO RIO GRADE DO SUL -DE
SANTA ROSA



Santa Rosa tem 68 mil habitantes, 257 m de altitude e está a 495 Km de Porto Alegre.

Santa Rosa surgiu da divisão do primeiro distrito de Santo Ângelo, uma antiga redução dos jesuítas, em 1876.

Santa Rosa foi colonizada por imigrantes, mantém uma diversidade étnica que convive em perfeita harmonia, transmitindo valores e ensinamentos que refletem na força da comunidade.



Antecedentes Históricos
Antigamente, as terras desta região eram habitadas pelos índios guaranis, que aqui viviam em liberdade, com seus usos e costumes. O modo de vida dos índios foi sendo modificado, aos poucos, com a chegada dos europeus (portugueses e espanhóis). Para cristianizar os índios vieram para cá os padres jesuítas que organizaram os Povoados Missioneiros.

Aos poucos, os jesuítas conquistaram a confiança dos índios e, mudaram-lhes o seu modo de vida.

As terras que hoje pertencem ao município de Santa Rosa pertenciam ao território da Missão de Santo Ângelo Custódio, hoje município de Santo Ângelo.


Em 1915 foi criada a Colônia Santa Rosa. O local escolhido para o acampamento, foi onde hoje se localiza o Colégio Santa Rosa de Lima. O referido local teria sido escolhido como ponto de partida para os serviços de mediação e divisão das terras, porém, em torno do acampamento foram se formando os primeiros povoados.

A Colônia Santa Rosa foi criada para assentar muitas famílias de nacionais ou caboclos que ocupavam as terras próximas ao rio Santo Cristo. Depois destes, os primeiros povoadores foram os funcionários da Comissão de Terras. Este povoamento cresceu muito com a chegada dos imigrantes alemães e italianos, vindo das Colônias Velhas, seguidos pelos russos, poloneses e várias outras etnias.
As famílias chegavam e instalavam-se nas proximidades do acampamento, derrubavam matas, construíam suas casas e faziam lavouras.

A ocupação destas terras aconteceu rapidamente, sendo que, em 1920, a Colônia já contava com 11.215 habitantes.

Emancipação Política de Santa Rosa

A idéia da emancipação surgiu em 1927, quando a Colônia já estava com 35.000 pessoas e uma boa arrecadação.

Em 1929, a luta pela emancipação crescia rapidamente e o maior argumento dos emancipacionistas era a crescente arrecadação da Colônia.

Durante a campanha, uma comissão foi até a capital do Estado a fim de apressarem a emancipação. O jornal "A Serra" foi fundado para divulgar a campanha emancipadora da Colônia. Assim, no dia 1º de julho de 1931, o general José Antônio Flores da Cunha (Interventor do Estado) assinava o decreto de emancipação do município de Santa Rosa.

A solenidade de instalação do município de Santa Rosa aconteceu no dia 10 de agosto de 1931. Neste mesmo dia, tomou posse o primeiro prefeito, Arthur Ambros, nomeado pelo Interventor Federal do Estado.

As principais atividades econômicas do distrito são: a agricultura, onde predomina o cultivo da soja, do trigo e do milho; criação de gado leiteiro; a piscicultura e a indústria, onde se destacam as fábricas de móveis. Neste distrito existe uma escola que atende alunos da 1ª a 8ª série.

É este elemento de solidariedade que faz de Santa Rosa uma cidade de povo feliz. Além de ser conhecida como Berço Nacional da Soja também é berço de algumas celebridades como o goleiro Cláudio Taffarel e a apresentadora Xuxa Meneghel

BANDAS PORTUGUESAS - OS D' ZRT

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D'ZRT


D'ZRT são uma boys band portuguesa formada na série «Morangos com Açúcar». São compostos por Angélico Vieira, Edmundo Vieira, Paulo Vintém e Vítor Fonseca. O nome da banda vem das inicias das personagens dos 4 constituintes: David (Angélico), Zé (Vítor), Ruca (Edmundo) e Tópê (Vintém). Eram acompanhados em palco por Ricardo Ferreira (Guitarra e produção), João Matos (Baixo) e Miguel Casais (Bateria), posteriormente ganharam mais duas presenças na banda: Mee-K (Pratos) e Élton Ribeiro (Teclas). A banda começou na série, acabando por passar da ficção para a realidade. Deram cerca de 250 concertos em 3 anos.


A banda saltou para fora da série com o êxito «Para Mim Tanto Faz», single do primeiro álbum homónimo. Neste álbum, saído em 2005, os D'ZRT apostaram em músicas muito incidentes na pop, R&B e baladas. O álbum esteve durante 33 semanas no TOP nacional de vendas de discos, 22 das quais no primeiro lugar. Alcançaram o galardão de 6.ª Platina. Para além do single «Para Mim Tanto Faz», o álbum contou ainda com outro single «Percorre o Meu Sonho», escrito e composto por Angélico Vieira.

Após o sucesso do primeiro álbum, os D'ZRT realizaram um concerto ao vivo no Coliseu dos Recreios (Lisboa) que foi editado em DVD/CD. No concerto tocaram todas as músicas do álbum e ainda a versão «Mexe» de «Percorre o Meu Sonho» e uma «Battle» entre Angélico Vieira e Miguel Casais.

Marcaram também o sucesso do primeiro álbum, com o lançamento do livro «Passado, Presente e Futuro», assinado pela jornalista Susana Pina.

Em 2006 a banda volta com o disco «Original». Produzido por Ricardo Ferreira, o álbum teve como single «Verão Azul», tema que foi genérico da 3.ª série de Verão dos «Morangos com Açúcar». Este álbum quase integralmente composto pela banda, obteu o galardão de 4.ª Platina e teve direito à reedição «The Story So Far» que contou com um documentário na estrada, com os videoclips lançados e partes do concerto no Pavilhão Atlântico. Tal como no primeiro álbum, este segundo também teve um segundo single «Stuttgart 4to».

A banda acabou por acabar, em Fevereiro de 2008, nomeadamente porque os membros da banda queriam começar a tocar música "que sentiam a 100%". Para marcar a despedida fizeram um concerto no Pavilhão Atântico, que contou com a presença de Rita Guerra, Paulo Gonzo, Zé Pedro, Rita Viegas, Zé Manel, Corvos, Tucanas, Pedro Khima e Just Girls.

É importo dizer que os D'ZRT estiveram presentes em palcos emblemáticos do país como o Coliseu dos Recreios, o Coliseu do Porto, o Pavilhão Atlântico (por duas vezes) e ainda abriram o Rock in Rio Lisboa (2006) no Palco Principal.

Em 2009 voltam para se apresentarem com um novo disco «D'ZRT Project», a ser lançado no final do mês de Novembro. O disco irá contar com o single «Feeling», tema apresentado no programa «A Revelação», programa com o objectivo de dar a conhecer o regresso dos D'ZRT. Os 4 constituintes encaram este regresso apenas como um projecto, não como antes encaravam.


Álbuns
D'ZRT (2005)

Para Mim Tanto Faz (J.Alngqvist/D.Gibson/Pedro Vaz/Rap: Angélico)
I Don't Want To Talk Abou It (Danny Whitten)
Quem Eu Quero P'ra Mim (A.Bagge/P.Astrom/W.A.Hector/P.Vaz/Rap: Angélico)
Todo o Tempo (M.Michaels/M.M.Dollar/M.Tabak/Deema/P.Vaz/Rap: Angélico)
Percorre o Meu Sonho (Angélico/Ricardo Ferreira)
Querer Voltar (Tom Helsen/Angélico)
Hás-de Sempre Estar (A.Bagge/A.Birgisson/Bebe Winans/Angélico)
Jogo Perioso (A.Bagge/A.Birgisson/W.Anthony/Hector/Angélico)
Estar ao Pé de Ti (Pedro Vaz/Rap: Angélico)
Caminho a Seguir (M.Michaels/M.M.Dollar)S.Naja/S.Behljujevic/O.Han/Angélico)
Amanhã Não Sei (T.Christensen/M.Winther-John/Pedro Vaz)
Original (2006)

Verão Azul (Paulo Vintém/Angélico Vieira)
A Tua Vez Já Passou (Ricardo F./João Matos/Miguel Casais/Pedro Vaz/Angélico)
Essência (Da Minha Vida) (Angélico Vieira/Ricardo F.)
Herói Por 1 Dia (Nilsson/Bergmark/Moller/Cifrão)
Stuttgart 4to (Paulo Vintém/Cifrão/Ricardo F./Angélico)
D'ZRT Revolução (Cifrão/Ricardo F.)
Tudo Num Segundo (Pontus Soderqvist/Nick Nice/Novel Janussi/Johan Wiklund/Pedro Vaz)
Minuto da Vida (Samuel Waermo/Marcus Englof/Pedro Vaz)
Declaro Independência (Anders Johansson/Elin Hedberg/Tobias Lindell/Mattias Bylund/Cifrão/Rap: Angélico)
Só Depende de Nós (Angélico/Ricardo F.)
Esquece Tudo (E Dança) (Angélico/Nuno Gelpi)
Imagina Comigo (João Matos/Angélico) (Faixa escondida: Adeus Dinoman!)
D'ZRT Project (2009)

Enquanto Não Vencer
Feeling
Breathe Love
Mexe
Filosofia Rara
Onde Estás
Nada a temer
Indecente
Entra no meu espaço
Falso
Feeling (Kapuera Mix)

preliminares

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Eu quero a Natália...
A Madame abre a porta do bordel e encontra um velhinho vestido com roupa modesta.
- 'Diga ?' , pergunta ela.
- 'Eu quero a Natália', respondeu o velhinho.
- 'Caro senhor, a Natália é uma das nossas 'meninas' mais caras. Talvez eu lhe possa apresentar alguma outra...'
- 'Não, eu quero a Natália!', insiste o velhinho.
Então a Natália aparece, um espectáculo de mulher, em saltos altos, corpete, meias e cinto de ligas e diz ao velhinho que o preço é de 500 Euros por visita.
O velhote nem pisca e, tirando o dinheiro da carteira, diz que tudo bem.
Então ela leva-o para o quarto onde ele passa uma hora inesquecível, com sexo louco como nunca tinha tido.
Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente e chama pela Natália.
Ela estranha, diz que nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que não faria qualquer desconto pela fidelização.
O velhinho tira mais 5 notas de 100 euros e entrega à rapariga, que o leva
para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior.
Na noite seguinte, ninguém acredita: mais uma vez o velhote aparece, risonho e assanhado, entrega o dinheiro à moça e tornam a ir para o quarto.
Depois da hora que passaram juntos, Natália não resiste e pergunta ao velhinho:
- 'Ninguém usou os meus serviços três noites seguidas porque sou a melhor desta casa e levo muito caro. De onde é o senhor? '
- 'Sou de Cuba, no Alentejo! ', responde o velhinho
- 'Sério? Eu tenho uma irmã que mora em Cuba!'
- 'Eu sei, foi ela que me pediu para lhe entregar os 1500 Euros.'

terça-feira, dezembro 29, 2009

HISTÓRIA DO BRASIL - REVOLTA DE BECKMAN

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Revolta de Beckman
A Revolta de Beckman, também Revolta dos Irmãos Beckman ou Revolta de Bequimão, ocorreu no então Estado do Maranhão, em 1684. É tradicionalmente considerada como um movimento nativista pela historiografia em História do Brasil.

O sobrenome Beckman, de origem germânica, também é grafado em sua forma aportuguesada, Bequimão.

Antecedentes
O Estado do Maranhão foi criado à época da Dinastia Filipina, em 1621, compreendendo os atuais territórios do Maranhão, Ceará, Piauí, Pará e Amazonas. Essa região subordinava-se, desse modo, diretamente à Coroa Portuguesa. Entre as suas atividades econômicas destacavam-se a lavoura de cana e a produção de açúcar, o cultivo de tabaco, a pecuária (para exportação de couros) e a coleta de cacau. A maior parte da população vivia em condições de extrema pobreza, sobrevivendo da coleta, da pesca e praticando uma agricultura de subsistência.

Desde meados do século XVII, o Estado do Maranhão enfrentava séria crise econômica, pois desde a expulsão dos Holandeses da Região Nordeste do Brasil, a empresa açucareira regional não tinha condições de arcar com os altos custos de importação de escravos africanos. Neste contexto, teve importância a ação do padre Antônio Vieira (1608-1697) que, na década de 1650, como Superior das Missões Jesuíticas no Estado do Maranhão, implantou as bases da ação missionária na região: pregação, batismo e educação, nos moldes da cultura portuguesa e das regras estabelecidas pelo Concílio de Trento (1545-1563).

Posteriormente, pela lei de 1º de abril de 1680 a Coroa determinava a abolição da escravidão indígena, sem qualquer exceção, delimitando, mais adiante, as respectivas áreas de atuação das diversas ordens religiosas.

Para contornar a questão de mão-de-obra, os senhores de engenho locais organizaram tropas para invadir os aldeamentos organizados pelos Jesuítas e capturar indígenas

como escravos. Estes indígenas, evangelizados, constituíam a mão-de-obra utilizada pelos religiosos na atividade de coleta das chamadas drogas do sertão. Diante das agressões, a Companhia de Jesus recorreu à Coroa, que interveio e proibiu a escravização do indígena, uma vez que esta não trazia lucros para a Metrópole.

Para solucionar esta questão, a Coroa instituiu a Companhia do Comércio do Maranhão (1682), em moldes semelhantes ao da Companhia Geral do Comércio do Brasil (1649). Pelo Regimento, a nova Companhia deteria o estanco (monopólio) de todo o comércio do Maranhão por um período de vinte anos, com a obrigação de introduzir dez mil escravos africanos (à razão de quinhentos indivíduos por ano), comercializando-os a prazo, a preços tabelados. Além do fornecimento destes escravos, deveria fornecer tecidos manufaturados e outros gêneros europeus necessários à população local, como por exemplo o bacalhau, os vinhos, e a farinha de trigo. Em contrapartida, deveria enviar anualmente a Lisboa pelo menos um navio do Maranhão e outro do Grão-Pará, com produtos locais. O cacau, a baunilha, o pau-cravo e o tabaco, produzidos na região, seriam vendidos exclusivamente à Companhia, por preços tabelados. Para obtenção da farinha de mandioca necessária à alimentação dos africanos escravizados, era permitido à Companhia recorrer à mão-de-obra indígena, remunerando-a de acordo com a legislação em vigor. Graças à intercessão do Governador Francisco de Sá de Meneses, apenas os jesuítas e franciscanos ficaram livres do monopólio exercido pela Companhia.

Sem conseguir cumprir adequadamente os compromissos, a operação da Companhia agravou a crise econômica e fez crescer o descontentamento na região:

os comerciantes locais sentiam-se prejudicados pelo monopólio da Companhia;
os grandes proprietários rurais entendiam que os preços oferecidos pelos seus produtos eram insuficientes;
os apresadores de indígenas, contrariados em seus interesses, reclamavam da aplicação das leis que proibiam a escravidão dos nativos;
a população em geral, protestava contra a irregularidade do abastecimento dos gêneros e os elevados preços dos produtos.
A Companhia passou a ser objeto de acusações de não fornecer anualmente o número de escravos estipulado pelo Regimento, de usar pesos e medidas falsificados, de comercializar gêneros alimentícios deteriorados e de praticar preços exorbitantes. Esses fatos, somados às isenções concedida aos religiosos conduziria a uma revolta.

Eclosão da revolta
Após alguns meses de preparação, Aproveitando a ausência do Governador Francisco de Sá de Meneses, em visita a Belém do Pará, a revolta eclodiu na noite de 24 de fevereiro de 1684, durante as festividades de Nosso Senhor dos Passos.

Sob a liderança dos irmãos Manuel e Tomás Beckman, senhores de engenho na região, e de Jorge de Sampaio de Carvalho, com a adesão de outros proprietários, comerciantes e religiosos insatisfeitos com os privilégios dos Jesuítas, um grupo de sessenta a oitenta homens mobilizou-se para a ação, assaltando os armazéns da Companhia.

Já nas primeiras horas do dia seguinte os sediciosos tomaram o Corpo da Guarda em São Luís, integrado por um oficial e cinco soldados. Partiram dali, com outros moradores arregimentados no trajeto, para a residência do Capitão-mor Baltasar Fernandes, que clamava por socorro, sem sucesso. Registra o historiador maranhense João Francisco Lisboa que "Beckman intimou-lhe a voz de prisão e suspensão do cargo, acrescentando, como que por mofa, que para tornar-lhe aquela mais suave o deixava em casa entregue à guarda da sua própria mulher, com obrigações de fiel carcereira. Baltasar Fernandes gritou que preferia a morte a tal afronta intolerável para um soldado; mas a multidão, sem fazer cabedal dos seus vãos clamores, tomou dali para o Colégio dos Padres, a quem deixaram presos e incomunicáveis com guardas à vista."

Posteriormente à ocupação do Colégio dos Jesuítas, foram expulsos do Maranhão os vinte e sete religiosos ali encontrados.

A Junta Revolucionária
A 25 de fevereiro a revolta estava consolidada, organizando-se na Câmara Municipal, uma Junta Geral de Governo, composta por seis membros, sendo dois representantes de cada segmento social - latifundiários, clero e comerciantes. Para legitimá-la, foi celebrado um Te Deum. As principais deliberações desta Junta foram:

a deposição do Capitão-mor;
a deposição do Governador;
a abolição do estanco;
a extinção da Companhia de Comércio;
a expulsão dos Jesuítas.
A Junta enviou emissários a Belém do Pará, onde se encontrava o Governador deposto do Maranhão, objetivando a adesão dos colonos dali. O Governador recebeu-os, prometendo-lhes abolir a Companhia do Comércio, anistiar a todos os envolvidos, e ainda honras, cargos e verbas (4 mil cruzados) caso os revoltosos depusessem as armas. A proposta foi recusada.

Do mesmo modo, a Junta enviou Tomás Beckman como emissário à Corte em Lisboa, visando convencer as autoridades metropolitanas que o movimento era procedente e justo. Sem sucesso, recebeu voz de prisão no Reino e foi trazido preso de volta ao Maranhão, para ser julgado com os demais revoltosos.

A repressão ao movimento
A Metrópole Portuguesa reagiu, enviando um novo Governador para o Estado do Maranhão, Gomes Freire de Andrade. Ao desembarcar em São Luís, em 15 de maio de 1685, à frente de efetivos militares portugueses, este oficial não encontrou resistência.

Neste ano de revolta, o movimento tivera várias defecções entre seus entusiastas: eram os descontentes, arrependidos, os moderados e os que temiam as mudanças. À chegada de Gomes Freire não se opusera Manuel: tencionava libertar o irmão Tomás. Os emissários do novo governante logo tomaram conhecimento do estado das coisas. Os mais comprometidos com a revolta deliberaram pela fuga, enquanto Beckman permaneceu.

Gomes Freire, então, restabeleceu as autoridades depostas, ordenando a detenção e o julgamento dos envolvidos no movimento, assim como o confisco de suas propriedades. Expediu ordem de prisão contra Manuel Beckman, que fugira, oferecendo por sua captura o cargo de Capitão dos Ordenanças. Lázaro de Melo, afilhado e protegido de Manuel, trai o padrinho e entrega-o preso, obtendo a cobiçada recompensa. Entretanto, empossado, os seus comandados repudiaram-lhe o gesto vil, recusando-se a obedecer-lhe as ordens. Queixando-se disto ao governador, afirma-se que Gomes Freire teria lhe respondido que prometera o cargo, não o respeito dos comandados.

Apontados como líderes, Manuel Beckman e Jorge de Sampaio receberam como sentença a morte pela forca. Os demais envolvidos foram condenados à prisão perpétua. Manuel Beckman e Jorge Sampaio foram enforcados a 2 de novembro de 1685 (10 de novembro, segundo outras fontes). A última declaração de Manuel foi: "Morro feliz pelo povo do Maranhão!". Tendo os seus bens ido a hasta pública, Gomes Freire arrematou-os todos e devolveu-os à viúva e filhas do revoltoso.

Conseqüências
A situação de pobreza da população do Estado do Maranhão perdurou no decorrer das primeiras décadas do século XVIII.

Na segunda metade desse século a administração do Marquês de Pombal (1750-1777) tentou encaminhar soluções para as graves questões da região. A administração pombalina, dentro da política reformista adotada, criou, entre outras medidas, a Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão.

Aproveitando-se oportunamente de situações externas favoráveis - a Revolução Industrial que ocorria na Inglaterra e a Guerra da independência das treze Colônias inglesas na América - a Companhia, em meados do século XVIII, estimulou o plantio do algodão no Maranhão, financiando esta atividade. A exportação do produto cresceu significativamente naquele contexto. Entretanto, quando a Inglaterra reatou relações com a sua antiga Colônia, a produção maranhense entrou em declínio.

Estas situações, entre outras dificuldades, levaram à extinção do Estado do Maranhão em 9 de julho de 1774. As suas antigas capitanias ficaram subordinadas ao Vice-rei do Brasil, com sede no Rio de Janeiro.

Ao mesmo tempo, a expulsão dos Jesuítas, promovida por Pombal, fez desorganizar a atividade da coleta das drogas do sertão na Amazônia.

preliminares

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Certo individuo, erudito e já de provecta idade, ao chegar a sua casa, ouviu um barulho esquisito vindo do quintal. Chegando lá, constatou que havia um ladrão a tentar levar os seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo, surpreendendo-o a tentar pular o muro com os amados patos. Batendo nas costas do tal invasor, disse-lhe:
- Oh bucéfalo,não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmíferes e sim pelo acto vil e sorrateiro de galgares as profanas da minha residência que me acerco. Se fazes isso por necessidade, transijo, mas se é para gozares com a minha alta prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica no alto da tua sinagoga, que te reduzirá à quinquagésima potência, aquilo a que o vulgo denomina nada.
O ladrão, confuso, pergunta:
- Oh senhor, mas afinal eu levo ou deixo os patos?

segunda-feira, dezembro 28, 2009

preliminares

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Um galo descobre que a sua galinha é infiel!
Nas sua fúria começa a partir o galinheiro e todos os ovos!
No meio desta confusão nota que havia um 1 ovo de barro...
O galo, completamente fora de si grita para a galinha:,
Aaaahhhh minha grande p..., nem o galo de Barcelos te escapou!.

artistas portugueses - PEDRO MESTRE

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domingo, dezembro 27, 2009

ROMÁRIO E ZICO FIZERAM AS PAZES

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Dois dos maiores ídolos da história do Flamengo, Romário e Zico ficaram 11 anos em conflito. Contudo, a briga chegou ao fim neste domingo, no "Jogo das Estrelas". Antes da partida beneficente, o atual dirigente do América-RJ comemorou a reaproximação com o ex-camisa 10 da Seleção Brasileira.


A briga entre os dois ex-jogadores começou em 1998. Na época, Romário insinuou que Zico, então auxiliar do técnico Zagallo na Seleção Brasileira, havia sido o responsável por cortá-lo da Copa do Mundo.

ESCRIORES PORTUGUESES - GONÇALO M.TAVARES

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Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares, escritor português nasceu em 1970 em Angola, Luanda. Há seis anos publicou a sua primeira obra.

Recebeu os mais importantes Prémios em Língua portuguesa: o Portugal Telecom 2007; o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004 com o romance - "Jerusalém" (Caminho); o Prémio Branquinho da Fonseca da Fundação Calouste Gulbenkian e do Jornal Expresso, com o livro O Senhor Valéry (Caminho); o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores com Investigações.Novalis (Difel) e o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores "Camilo Castelo Branco" com água, cão, cavalo, cabeça (Caminho).

Os seus livros deram origem a peças de teatro, objectos artísticos, vídeos de arte, ópera, etc. Tem 21 livros a serem traduzidos em mais de dezasseis países.

O romance "Jerusalém" foi incluído na edição europeia de "1001 livros para ler antes de morrer – um guia cronológico dos mais importantes romances de todos os tempos".

José Saramago, no discurso de atribuição do Prémio ao romance "Jerusalém", disse:"'Jerusalém' é um grande livro, que pertence à grande literatura ocidental. Gonçalo M. Tavares não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos: dá vontade de lhe bater!"

Dele disse ainda Vila-Matas, no Magazine Littéraire: "... de narrador de raça a génio de um imenso futuro. É um escritor que não vai continuar muito mais tempo despercebido nessa Europa…"
"Tavares triunfará, isso é algo que se vê já a chegar." in El País, Espanha,
Obras
O Reino
Um homem: Klaus Klump - Caminho 2003
A máquina de Joseph Walser - Caminho 2004
Jerusalém - Caminho 2004 (Prémio José Saramago 2005, Prémio Ler/Millenium-BCP e Prémio Portugal Telecom de Literatura 2007 (Brasil))
Aprender a rezar na Era da Técnica - Caminho 2007
[editar] O Bairro
O Senhor Valéry - Caminho 2002 (Prémio Branquinho da Fonseca da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso)
O Senhor Henri - Caminho 2003
O Senhor Brecht - Caminho 2004
O Senhor Juarroz - Caminho 2004
O Senhor Kraus - Caminho 2005
O Senhor Calvino - Caminho 2005
O Senhor Walser - Caminho 2006
O Senhor Breton - Caminho 2008
O Senhor Swedenborg - Caminho 2009
[editar] Livros Pretos (canções)
água cão cavalo cabeça - 2006 [Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores "Camilo Castelo Branco"]
[editar] Enciclopédia
Breves notas sobre ciência - Relógio d'Água 2006
Breves notas sobre o medo - Relógio d'Água 2007
Breves notas sobre as ligações - Relógio d'Água 2009
[editar] Bloom Books
A perna Esquerda de Paris seguido de Roland Barthes e Robert Musil - Relógio d’ Água 2004

Poesia
1 - Relógio d'Água 2004
[editar] Estórias
Histórias falsas (contos) - Campo das Letras 2005
[editar] Teatro
A Colher de Samuel Beckett, Teatro - Campo das Letras 2003
[editar] Arquivos
Biblioteca - Campo das Letras 2004
[editar] Investigações
Livro da dança - Assírio e Alvim 2001
Investigações. Novalis - Dífel 2002 (Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores)
Investigações geométricas - Teatro do Campo Alegre 2005