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domingo, fevereiro 07, 2010

cantares em português - AS CAMPONESAS DE CASTRO VERDE

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O NOSSO BLOGUE CONTINUA A DIVULGAR
A CULTURA DOS DOIS LADOS DO ATLÂN-
TICO DE EXPRESSÃO PORTUGUESA

Hoje vamos falar de um grupo de cante alentejano que muita importância teve e tem para a tradição musical do Alentejo.
Foi o primeiro grupo feminino a ser criado, numa área - o cante - onde só os homens tinham lugar.

AS CAMPONESAS DE CASTRO VERDE, DESFILANDO A CANTAR, NA SUA LINDA VILA.

Fundado em Março de 1984 através da "Castra Castrorum" - Associação de Defesa do Património Natural e Cultural do Concelho de Castro Verde e hoje integrado na Cooperativa "CORTIÇOL", o grupo respondeu a um desafio que lhe foi proposto por um conterrâneo de Castro Verde, o José Francisco Colaço Guerreiro, grande impulsionador, não só deste grupo ,mas também por toda a cultura tradicional da sua terra em particular e do Alentejo em geral.



Foi da sua carolice e profunda alentejanidade que têm surgido ao longo dos anos, instituições culturais, como a Castra Castrorum, a Cortiçol,um programa semanal de rádio denominado "Património", através do qual estabelece
com as pessoas do Alentejo profundo uma relação de grande cumplicidade levando-as a cantar, vercejar, contar "estórias", adivinhas, revelar enfim circunstâncias da tradição alentejana que se perderiam nos refegos do tempo, e last but not the least, grupos corais ,como as Camponesas de Castro Verde, Os ganhões de Castro Verde ,e um grupo de jovens muito jovens os Carapinhas.

Mas voltemos ao Grupo Coral "As camponesas de Castro Verde


AQUI VEMOS AS CAMPONESAS CANTANDO E JUNTO A ELAS ,JOSÉ FRANCISCO COLAÇO GUERREIRO.

Traje:Mondadeira, ceifeira, apanha da azeitona, mulher que faz a meia, mulher que vai levar o almoço ao marido, aguadeira, amassadeira e padeira.



História e Características
O cante alentejano, cujas origens se confundem e mergulham no canto gregoriano segundo uns ou nas profundezas do espírito árabe no entender de outros, é o traço cultural mais vincado do Povo que entre o Tejo e a serra algarvia vive na largueza dos horizontes.

Canto polifónico, de letra singela, deixa à melodia quanto se pretende transmitir. O sentimento que sobressai nas vaias prolongadas, impõe-se como queixumes contidos disfarçando mesmo alguma alegria que os dizeres possam sugerir.



Cantava-se à ida para o trabalho, no trabalho e depois do trabalho sempre colectivamente. Começa um ponto, um alto levanta a moda, canta depois o coro, em uníssono como junta as fraquezas para fazer a força que lhes concede o prazer do brado que se ouve mais longe.



Quando há meio século o cante passou a ser ensaiado e gerado em Grupos Corais, já sem carácter expontâneo, já com propósitos distintos do cantar porque apetece, assistiu-se à marginalização das vozes femininas.

As mulheres ficaram de fora, as mulheres calaram-se porque o seu estatuto, a sua condição e o seu papel não permitiam que andassem em Grupos a cantar em público por aqui e por ali.

E isto aconteceu durante décadas em que o silêncio das vozes delas constituía uma afrontra e uma perda que não se podia prolongar sob pena de a nossa Cultura passar a ser meia verdade.

Assim, em Março de 1984, sob a égide da "Castra Castrorum" - Associação de Defesa do Património Natural e Cultural do Concelho de Castro Verde, um grupo de mulheres quebrou o medo e a mudez, formando um Grupo Coral Feminino que logo em Junho desse mesmo ano obteve o primeiro lugar no concurso do traje que se realizou em Beja.

Desde então, têm-se multiplicado as actuações do Norte ao Sul do País, levando, qual embaixada, o testemunho fiel da nossa Cultura genuína.

As modas que cantam resultam de aturadas pesquisas em que se montam, peça a peça, sílaba a sílaba, versos esquecidos, estilos perdidos e costumes abandonados na pressa imposta pela corrida atrás do "progresso".

Entretanto, contra a corrente, enfrentando os ventos adversos como todos os que ousam, em Castro Verde um grupo de mulheres afirma-se elevando-se individualmente e arroga-se colectivamente o direito de defender a sua Cultura cantando de novo as modas que há muitos anos atrás cantavam na ida para o trabalho, no trabalho e depois do trabalho.

Para concluir, o nosso blogue sugere, já o havia feito antes, o acesso aos blogues
www.patrimómio89.blogspot.com
www.casa-das-primas.blogspot.com
onde poderão ter mais informação sobre o Alntejo e as suas gentes.

sábado, fevereiro 06, 2010

HISTORIA DO BRASIL - A GUERRA DO CONSTESTADO

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Guerra do Contestado

Milícia a serviço dos "coronéis" do Contestado.
Data 12 de outubro de 1912 - Agosto de 1916
Local Região do contestado, sul do Brasil

Resultado Acordo de limites entre os governos de Paraná e Santa Catarina

Forças
10.000 soldados do Exército Encantado de São Sebastião 7.000 soldados do Exército Brasileiro e 1.000 civis contratados
Baixas
5.000-8.000 entre mortos, feridos e desaparecidos 800-1.000 entre mortos, feridos ou desertores

A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.

Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa.

A região fronteiriça entre os estados do Paraná e Santa Catarina recebeu o nome de Contestado devido ao facto de que os agricultores contestaram a doação que o governo brasileiro fez aos madeireiros e à Southern Brazil Lumber & Colonization Company. Como foi uma região de muitos conflitos, ficou conhecida como Contestado, justamente por ser uma região de disputas limítrofes entre os dois estados brasileiros.

Antecedentes
Ação judicial de Santa Catarina contra o Paraná em 1900, por limites
Decisões judiciais do STF pró-Santa Catarina em 1904, 1909 e 1910
Revolta do ex-maragato Demétrio Ramos na zona do Timbó, em 1905 e 1906
Construção da Estrada de Ferro São Paulo–Rio Grande, de 1908 a 1910
Criação dos municípios de Canoinhas, Itaiópolis e Três Barras em Santa Catarina, e de Timbó no Paraná.
Instalação da Southern Brazil Lumber & Colonization em Calmon (1908) e em Três Barras (1912)
Construção do Ramal de São Francisco, a partir de 1911
1911: Revolta do ex-maragato Aleixo Gonçalves de Lima em Canoinhas
1910-1912: Questão de terras da fazenda Irani e da Cia. Frigorífica e Pastoril
Combate no Banhado Grande, em Irani, em outubro de 1912
1911: Escrituração de glebas de terras devolutas do Contestado para a EFSPRG
Disputas pela exploração dos ervais - concessões de Estados e Municípios
Vendas suspeitas de terras no Contestado, do Estado para especuladores – bendegós
Disputas eleitorais entre os coronéis da região pelos domínios políticos nos municípios
Espírito guerreiro do Caboclo Pardo (Revolução Farroupilha e Revolução Federalista)
Religiosidade: messianismo, misticismo e fanatismo da população cabocla
Ideologia nacionalista – civilismo na República – construção do exército

o poder dos monges
Para entender-se bem a guerra sertaneja , é preciso voltar um pouco no tempo e resgatar o valor da figura de três monges da região. O primeiro monge que galgou fama foi João Maria, um homem de origem italiana, que peregrinou pregando e atendendo doentes de 1844 a 1870. Fazia questão de viver uma vida extremamente humilde, e sua ética e forma de viver arrebanhou milhares de crentes, reforçando o messianismo coletivo. Sublinhe-se, porém, que não exerceu influência direta nos acontecimentos da Guerra do Contestado que ocorreria posteriormente. João Maria morreu em 1870, em Sorocaba, Estado de São Paulo.

O segundo monge adotou alcunha de João Maria, mas seu verdadeiro nome era Atanás Marcaf, provavelmente de origem síria. Aparece publicamente com a Revolução Federalista de 1893, mostrando uma postura firme e uma posição messiânica. Sobre sua situação política, dizia ele "estou do lado dos que sofrem". Chegou, inclusive, a fazer previsões sobre os fatos políticos da sua época. Atuava na região entre os rios Iguaçu e Uruguai. É de destacar a sua influência inquestionável sobre os crentes, a ponto de estes esperarem a sua volta através da ressurreição, após seu desaparecimento em 1908.

As entrelinhas do que estava por vir estavam se amarrando entre si. A espera dos fiéis acaba em 1912, quando apareceu publicamente a figura do terceiro monge. Este era conhecido inicialmente como um curandeiro de ervas, tendo se apresentado com o nome de José Maria de Santo Agostinho, ainda que, de acordo com um laudo da polícia da Vila de Palmas, Estado do Paraná, ele fosse, na verdade, um soldado desertor condenado por estupro, de nome Miguel Lucena de Boaventura.

Como ninguém conhecia ao certo a sua origem, como aparentava uma vida reta e honesta, não lhe foi difícil granjear em pouco tempo a admiração e a confiança do povo. Um dos fatos que lhe granjearam fama foi a presunção de ter ressuscitado uma jovem (provavelmente apenas vítima de catalepsia patológica). Supostamente também recobrou a saúde da esposa do coronel Francisco de Almeida, acometida de uma doença incurável. Com este episódio, o monge ganha ainda mais fama e credibilidade ao rejeitar terras e uma grande quantidade de ouro que o coronel, agradecido, lhe queria oferecer.

A partir daí, José Maria passa a ser considerado santo: um homem que veio à terra apenas para curar e tratar os doentes e necessitados. Metódico e organizado, estava muito longe do perfil dos curandeiros vulgares. Sabia ler e escrever e anotava em seus cadernos as propriedades medicinais das plantas encontradas na região. Com o consentimento do coronel Almeida, montou no rancho de um dos capatazes o que chamou de farmácia do povo, onde fazia o depósito de ervas medicinais que utilizava no atendimento diário, até horas tardias da noite, a quem quer que o visitasse.

Os confrontos se iniciam

Madeira, uma das riquezas exploradas nas margens da ferrovia do ContestadoApós a conclusão das obras do trecho catarinense da estrada de ferro São Paulo-Rio Grande, a companhia Brazil Railway Company, que recebeu do governo 15 km de cada lado da ferrovia,[2] iniciou a desapropriação de 6.696 km² de terras (equivalentes a 276.694 alqueires) [2] ocupadas já há muito tempo por posseiros que viviam na região entre o Paraná e Santa Catarina. O governo brasileiro, ao firmar o contrato com a Brazil Railway Company, declarou a área como devoluta, ou seja, como se ninguém ocupasse aquelas terras.[3] "A área total assim obtida deveria ser escolhida e demarcada, sem levar em conta sesmarias nem posses, dentro de uma zona de trinta quilômetros, ou seja, quinze para cada lado"..[4] Isso, e até mesmo a própria outorga da concessão feita à Brazil Railway Company, contrariava a chamada Lei de Terras de 1850.[4] Não obstante, o governo do Paraná reconheceu os direitos da ferrovia; atuou na questão, como advogado da Brazil Railway, Affonso Camargo, então vice-presidente do Estado.[5]

Esses camponeses que viram o direito às terras que ocupavam ser usurpado,[5] e os trabalhadores que foram demitidos pela companhia (1910), decidiram então ouvir a voz do monge José Maria, sob o comando do qual organizaram uma comunidade. Resultando infrutíferas quaisquer tentativas de retomada das terras - que foram declaradas "terras devolutas" pelo governo brasileiro no contrato firmado com a ferrovia [3] - cada vez mais passou-se a contestar a legalidade da desapropriação. Uniram-se ao grupo diversos fazendeiros que, por conta da concessão, estavam perdendo terras para o grupo de Farquhar, bem como para os coronéis manda-chuvas da região.

A união destas pessoas em torno de um ideal, levou à organização do grupo armado, com funções distribuídas entre si. O messianismo adquiria corpo. A vida era comunitária, com locais de culto e procissões, denominados redutos. Tudo pertencia a todos. O comércio convencional foi abolido, sendo apenas permitidas trocas. Segundo as pregações do líder, o mundo não duraria mais 1000 anos e o paraíso estava próximo. Ninguém deveria ter medo de morrer porque ressuscitaria após o combate final. É de destacar a importância atribuída às mulheres nesta sociedade. A virgindade era particularmente valorizada.


Bandeira da "Monarquia Celestial". Branca com uma cruz verde, evoca os estandartes das antigas ordens monástico militares como as dos templários, por exemplo.O "santo monge" José Maria rebelou-se, então, contra a recém formada república brasileira e decidiu dar status de governo independente à comunidade que comandava. Para ele, a República era a "lei do diabo". Nomeou "Imperador do Brasil" um fazendeiro analfabeto, nomeou a comunidade de "Quadro Santo" e criou uma guarda de honra constituída por 24 cavaleiros que intitulou de "Doze Pares de França", numa alusão à cavalaria de Carlos Magno na Idade Média.

Os camponeses uniram-se a este, fundando alguns povoados, cada qual com seu santo. Cada povoado seria como uma "Monarquia Celeste", com ordem própria, à semelhança do que Antônio Conselheiro fizera em Canudos.

Convidado a participar da festa do Senhor do Bom Jesus, na localidade de Taquaruçu (município de Curitibanos), o monge vai acompanhado de cerca de 300 fiéis, e lá permanece por várias semanas, atendendo aos doentes e prescrevendo remédios.

Desconfiado com o que acontecia, e com medo de perder o mando da situação local em Curitibanos, o coronel Francisco de Albuquerque, rival do coronel Almeida, enviou um telegrama para a capital do Estado pedindo auxílio contra "rebeldes que proclamaram a monarquia em Taquaruçu"'.

Primeiras mortes

Placa no Museu do Contestado, em Caçador -SC- Brasil.O governo brasileiro, então comandado pelo Marechal Hermes da Fonseca, responsável pela "Política das Salvações", caracterizada por intervenções político-militares que em diversos Estados do país pretendiam eliminar seus adversários políticos, sentiu indícios de insurreição neste movimento e decidiu reprimi-lo, enviando tropas para "acalmar" os ânimos.

Antevendo o que estava por vir, José Maria parte imediatamente para a localidade de Irani com todo o seu carente séquito. A localidade nesta época pertencia a Palmas, cidade que estava na jurisdição do Paraná, e que tinha com Santa Catarina questões jurídicas não resolvidas por conta de divisas territoriais, e acabou vendo nessa grande movimentação uma estratégia de ocupação daquelas terras.

A guerra do Contestado inicia-se neste ponto: em defesa de suas terras, várias tropas do Regimento de Segurança do Paraná são enviadas para o local, a fim de obrigar os invasores a voltar para Santa Catarina. Estamos em outubro de 1912.

Mas as coisas ocorrem bem diferente do planejado. Tem início um confronto sangrento entre tropas do governo e fiéis do Contestado no lugar chamado "Banhado Grande". Ao término da luta, estão sem vida dezenas de pessoas, de ambos os lados. Morreram no confronto o coronel João Gualberto, que comandava as tropas, e também o monge José Maria, mas os partidários do contestado tinham conseguido a sua primeira vitória.

José Maria é enterrado com tábuas pelos seus fiéis, a fim de facilitar a sua ressurreição, já que os caboclos acreditavam que este ressuscitaria acompanhado de um Exército Encantado, vulgarmente chamado de Exército de São Sebastião, que os ajudaria a fortalecer a Monarquia Celeste e a derrubar a República, que cada vez mais acreditava-se ser um instrumento do diabo, dominado pelas figuras dos coronéis.

] Mais confrontos, ataques e contra-ataques
Em 8 de fevereiro de 1914, numa ação conjunta de Santa Catarina, Paraná e governo federal, foi enviado a Taquaruçu um efetivo de 700 soldados, apoiados por peças de artilharia e metralhadoras. Estes logram êxito na empreitada, incendeiam completamente o acampamento dos jagunços, mas sem muitas perdas humanas, já que os caboclos e fiéis da causa do Contestado se refugiaram em Caraguatá, local de difícil acesso e onde já viviam cerca de 20.000 pessoas.

Os fiéis que mudaram para Caraguatá, interior do atual município de Lebon Régis, eram chefiadas por Maria Rosa, uma jovem com 15 anos de idade, considerada pelos historiadores como uma Joana D'Arc do sertão, já que "combatia montada em um cavalo branco com arreios forrados de veludo, vestida de branco, com flores nos cabelos e no fuzil". Após a morte de José Maria, Maria Rosa afirmava receber, espiritualmente, ordens do mesmo, o que a fez assumir a liderança espiritual e militar de todos os revoltosos, então cerca de 6.000 homens.

De março a maio outras expedições foram realizadas, porém todas sem sucesso. Em 9 de março de 1914, embaladas pela vitória de Taquaruçu, que tinham destruído completamente, as tropas cercam e atacam Caraguatá, mas aí o desastre é total. Fogem em pânico perseguidos pelos revoltosos. Esta nova vitória enche os contestadores de ânimo. O fato repercute em todo o interior, trazendo para o reduto ainda mais pessoas com interesses afins, mas também atinge em cheio ao governo e aos órgãos legalmente constituídos.

Como cada vez mais pessoas engajavam-se abertamente ao movimento, piquetes foram formados pelos fiéis para o arrebanhamento de animais da região a fim de suprir as necessidades alimentícias do núcleo de Caraguatá. São então fundados os redutos de Bom Sossego e São Sebastião. Só neste último se aglomeravam cerca de 2.000 pessoas.

Além de colocar em prática técnicas de guerrilha para a defesa dos ataques do governo, os fanáticos passaram ao contra-ataque. Em 2 de setembro, lançaram um documento que intitulou-se "Manifesto Monarquista", deflagrando-se, a partir de então, o que chamavam de a Guerra Santa, caracterizada por saques e invasões de propriedades de coronéis e por um discurso que exigia pobreza e cobrava exploração ao máximo da República.

Invadiam as fazendas dos coronéis tomando para si tudo o que precisavam para suprir as necessidades do reduto. Além disso, amparados nas vitórias que tiveram, atacaram várias cidades, como foi o caso de Curitibanos, onde os alvos eram invariavelmente os cartórios, locais onde se encontravam os registros das terras que antes a eles pertenciam. Não bastasse isso, num outro ataque na localidade de Calmon, destruíram completamente a segunda serraria da Lumber, uma das empresas que vieram de fora para explorar a madeira da faixa de terra de 30 quilômetros (15 quilômetros de cada lado) às margens da ferrovia.

O controle começa a mudar de lado

Placa no local onde, em janeiro de 1914, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador.Com a ordem social cada vez mais caótica na região, o governo central designa o general Carlos Frederico de Mesquita, veterano de Canudos, para comandar uma ação contra os rebeldes. Inicialmente tenta, sem êxito, um acordo para dispensar os revoltosos; a seguir ataca duramente Santo Antônio, obrigando os rebeldes a fugir. O reduto de Caraguatá, que antes vira as tropas do governo fugirem perseguidas por revoltosos, tem agora de ser abandonada às pressas pelos mesmos revoltosos devido a uma grande epidemia de tifo. Considerando, equivocadamente, dispersos os revoltosos, o general Mesquita dá a luta por encerrada.

Mas a calmaria terminaria logo. Os revoltosos rapidamente se reagrupam e se organizam na localidade de Santa Maria, interior norte do município de Lebon Régis, intensificando os ataques: tomam e incendeiam a estação de Calmon; dizimam a vila de São João (Matos Costa), atacam Curitibanos e ameaçam Porto União da Vitória, cuja população abandona a cidade em desespero.

Os boatos chegam até Ponta Grossa e dizem que os revoltosos e seu exército pretendem marchar até o Rio de Janeiro para depor o Presidente. Os rebeldes já dominam, nesta altura dos acontecimentos, cerca de 250 km² da região do Contestado.

O governo federal joga uma outra, e ainda mais dura, cartada: nomeia o general Fernando Setembrino de Carvalho para o comando das operações contra os Contestadores. Este chega a Curitiba em setembro de 1914, chefiando cerca de 7.000 homens, com ordens de sufocar a rebelião e pacificar a região a qualquer custo. Sua primeira providência foi restabelecer as ligações ferroviárias e guarnecer as mesmas de novos ataques.

Nas proximidades da ferrovia, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador, onde hoje existe o município homônimo. Como apoio de operações de guerra, pela primeira vez na história da América Latina foram usados dois aviões para fins de reconhecimento. Em um acidente durante as operações, morreu o Capitão Ricardo Kirk, primeiro aviador militar do Brasil.

Astutamente, Setembrino enviou um manifesto aos revoltosos no qual garantia a devolução de terras para quem se entregasse pacificamente. Garantia também, por outro lado, um tratamento hostil e severo para quem resolvesse continuar em luta contra o governo.

Mudança de estratégia

Marcos históricos da Guerra do Contestado. (Museu do Contestado)Com o passar do tempo, general Fernando Setembrino de Carvalho adotou uma nova postura de guerra, evitando o combate direto, que era o que os revoltosos esperavam e para o que estavam se preparando, optando, pelo contrário, por cercar o reduto dos fanáticos com tropas por todos os lados, evitando que entrassem ou saíssem da região onde estavam. Para isto, o general dividiu seu efetivo em quatro alas com nomes dos quatro pontos cardeais e, gradativamente, foi avançando e destruindo qualquer resistência que encontrasse pelo caminho.

Com esta nova estratégia, rapidamente começou a faltar comida nos acampamentos dos revoltosos. Isto teve como conseqüência imediata a rendição de dezenas de caboclos. Contudo, a maioria dos que se entregavam eram velhos, mulheres e crianças - talvez uma contra-estratégia dos fiéis para que sobrasse mais comida aos combatentes que ficaram para trás e que ainda defenderiam a causa.

Neste ponto da guerra do Contestado, começa a se destacar a figura de Deodato Manuel Ramos, vulgo "Adeodato", considerado pelos historiadores como o último líder dos Contestadores. Adeodato transfere o núcleo dos revoltosos para o vale de Santa Maria, que contava ainda com cerca de 50.000 homens. Só que aí, à medida que ia faltando o alimento, Adeodato passa a revelar-se cada vez mais autoritário, não aceitando a rendição. Aos que se entregavam, aplicava sem dó a Pena de morte.

Cerco fechado, sem pressa e deixando os revoltosos nervosos lutarem contra si mesmos, em 8 de Fevereiro de 1915 a ala Sul, comandada pelo tenente-coronel Estillac, chega a Santa Maria. De um lado as forças do governo, bem armadas, bem alimentadas, de outro, rebeldes também armados, é verdade, mas famintos e sem ânimo para resistir muito tempo. A luta inicial é intensa e, à noite, o tenente-coronel ordena a retirada, afinal, já contabilizara só no seu lado 30 mortos e 40 feridos. Novos ataques e recuos ocorreram nos dias seguintes.

Em 28 de março de 1915,o capitão Tertuliano Potyguara parte da vila de Reinchardt com 1.085 homens em direção a Santa Maria, perdendo só em emboscadas durante o trajeto, 24 homens. Depois de vários confrontos, num deles Maria Rosa, a líder espiritual dos rebeldes, morre às margens do rio Caçador. Em 3 de abril, as tropas de Estillac e Potyguara avançam juntas e ordenadas para o assalto final a Santa Maria, onde restavam apenas alguns combatentes já quase mortos pela fome.

Em 5 de Abril, depois do grande assalto a Santa Maria, o general Estillac registra que "tudo foi destruído, subindo o número de habitações destruídas a 5.000 (…) as mulheres que se bateram como homens foram mortas em combate (…) o número de jagunços mortos eleva-se a 600. Os redutos de Caçador e de Santa Maria estão extintos. Não posso garantir que todos os bandidos que infestam o Contestado tenham desaparecido, mas a missão confiada ao exercito está cumprida". Os rebeldes sobreviventes se dispersaram em muitas cidades.

Em dezembro de 1915 o último dos redutos dos revoltosos foi devastado pelas tropas de Setembrino. Adeodato fugiu, vagando com tropas no seu encalço. Conseguiu, no entanto, escapar de seus perseguidores e, como foragido, ficou ainda 8 meses escondendo-se pelas matas da região. Mas a fome e o cansaço, além de uma perseguição sem trégua, fizeram com que Adeodato se rendesse. Encerrava-se então, em agosto de 1916, com a prisão de Adeodato, a Guerra do Contestado.

Adeodato foi capturado e condenado a 30 anos de prisão. Entretanto, em 1923, 7 anos após ter sido preso, Adeodato é morto pelo próprio diretor da cadeia numa tentativa de fuga.

Conseqüências imediatas
20 de outubro de 1916: Assinatura do Acordo de Limites Paraná-Santa Catarina, no Rio de Janeiro;
7 de novembro de 1916: Manifestações nos municípios do Contestado-Paranaense contra o acordo;
De maio a agosto de 1917: Sublevação popular no Contestado-Paranaense, pró Estado das Missões;
Maio e junho de 1917: Ascensão e assassinato do monge Jesus Nazareno;
3 de Agosto de 1917: Homologação final do Acordo de Limites;
Setembro de 1917: Instalação dos municípios de Mafra, Cruzeiro, Chapecó e de Porto União;
1918: Reinício da colonização no Centro-Oeste Catarinense, por empresas particulares;
Janeiro e maio de 1920: Revolta política em Erval e Cruzeiro;
Março de 1921: Revolta de caboclos contra medição de terras, entre Catanduvas e Capinzal

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

CARIOCÃO - 6ª.RODADA

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DEU ZEBRA COM O FLA A
EMPATAR (3-3) COM O
OLARIA.

(Rodada 6):

Grp.A 04/02 Fluminense 3-0 Boavista-RJ
Grp.B 04/02 Madureira 1-4 Botafogo
Grp.B 04/02 Resende 0-1 Vasco
Grp.B 04/02 Friburguense 1-2 America-RJ
Grp.A 03/02 Flamengo 3-3 Olaria
Grp.B 03/02 Tigres do Brasil 1-2 Macaé
Grp.A 03/02 Bangu 2-0 Americano-RJ
Grp.A 03/02 Duque de Caxias 1-1 Volta Redonda

Flamengo arranca empate do Olaria no Maracanã



Os comandados de Andrade empataram com o Olaria por 3 a 3, no Maracanã, e garantiram uma vaga na semifinal da Taça Guanabara (primeiro turno da competição estadual).

Com o resultado, o Flamengo chega aos 16 pontos e garante ao menos uma das vagas do Grupo 1 na semifinal. O Olaria, com 11 pontos, ainda está na luta. Fluminense, com 12 pontos, e Boavista, com 10, se enfrentam nesta quinta-feira e também brigam para avançar na competição.

O Flamengo volta a campo no domingo, às 19h30 (de Brasília), para enfrentar o Boavista, fora de casa. No mesmo dia e horário, o Olaria faz um duelo direto contra o Fluminense no Engenhão.

Vindo de cinco vitórias nos cinco jogos que fez no Campeonato Carioca, o Flamengo acabou sendo surpreendido pelo Olaria. Flamengo 3 x 3 Olaria

Flamengo
4-4-2
Bruno; Leonardo Moura (Everton Silva), David, Ronaldo Angelim e Juan (Michael); Toró, Kléberson, Fernando (Fierro) e Vinicius Pacheco; Adriano e Vagner Love

Olaria
4-4-2
Ângelo; Ivan, Diego, Thiago e Amarildo; David, Romário, Araruama e Waldir (William); Aleílson e Cacá (Rafael)

PAULISTÃO - 6ª.RODADA

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O CORINTHIANS NÃO PASSOU NA
PONTE PRETA, ´E PERDE A LI-
DERANÇA PARA O SANTOS.

Quarta-feira, 3/02/2010

Monte Azul 2 x 2 Ituano
Sertãozinho 1 x 1 Rio Claro
Barueri 0 x 4 Botafogo
Oeste 2 x 2 Paulista
Ponte Preta 2 x 1 Corinthians
São Paulo 3 x 0 São Caetano
Palmeiras 1 x 1 Portuguesa
Bragantino 4 x 3 Rio Branco
Santo André 1 x 2 Santos
Mirassol 1 x 0 Mogi Mirim

PONTE PRETA, 2 CORINTHIANS,1

Finazzi ex-Corinthgiano, vinga-se e msrca na derrota do seu ex-clube.

Ponte Preta
4-4-2
Eduardo Martini; Edílson, Jean, Léo Oliveira e Vicente; Deda (Danilo Portugal), Guilherme, Manteiga, Tinga (Finazzi) e Fabiano Gadelha; Leandrinho (Galiardo); técnico: Sérgio Guedes

Corinthians
4-4-2
Felipe; Alessandro, Chicão, William e Escudero (Tcheco); Jucilei, Edu (Tcheco), Boquita e Danilo (Morais); Dentinho e Iarley (Edno); técnico: Mano Menezes




CLASSIFICAÇÃO

1Corinthians 14
2Santos 13
3Botafogo-SP 13
4São Paulo 11
5Ponte Preta 11
6Palmeiras 9
7Santo André 9
8Ituano 9
9Mirassol 9
10Barueri 9
11Bragantino 8
12Portuguesa 8
13São Caetano 8
14Mogi Mirim 8
15Oeste 6
16Rio Branco-SP 5
17Rio Claro 4
18Paulista 4
19Monte Azul 4
20Sertãozinho 4

preliminares

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Um casal de idosos vai ao médico.
Ao terminar o exame, o médico pergunta ao velhinho:
'Sua saúde parece boa. O senhor tem alguma pergunta, ou existe alguma coisa que o preocupa?'
- 'Na verdade, existe', diz o velhinho. 'Depois de fazer sexo com minha esposa, em geral sinto muito calor depois da primeira, e, depois da segunda, sinto muito frio senhor doutor!'
O médico diz que nunca ouviu falar disso e vai pesquisar.
Em seguida, o médico examina a velhinha, e diz: 'Tudo está muito bem com a senhora. Existe alguma coisa que a preocupa?'
A senhora diz que não tem nenhuma pergunta ou preocupação. O médico Então diz a ela: 'Seu marido diz ter um problema um pouco estranho. Ele disse que sente muito calor depois de fazer sexo a primeira vez, e que sente muito frio depois da segunda. A Sra. tem ideia do porquê?'
'Oh, aquele velho maluco!' responde ela. 'É porque a primeira é em Julho, e a segunda, em Dezembro

terça-feira, fevereiro 02, 2010

a 2 de FEVEREIRO de 1849, os REVOLTOSOS da REVOLTAS PRAIEIRA FORAM RECHAÇADOS

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Revolta Praieira

A Revolta Praieira, também denominada como Insurreição Praieira, Revolução Praieira ou simplesmente Praieira, foi um movimento de caráter liberal e separatista que eclodiu na Província de Pernambuco, no Brasil, entre 1848 e 1850, e de certo modo, reflexo das revoluções liberais europeias, iniviadas na França em 1848.

Contexto
A Última das revoltas provinciais, está ligada às lutas político-partidárias que marcaram o Período Regencial e o início do Segundo Reinado. Sua derrota representou uma demonstração de força do governo de D. Pedro II (1840-1889).

De forma global, inscreveu-se no contexto das revoluções socialistas e nacionalistas que varreram a Europa neste período do século XIX, incluindo a Revolução de 1848 na França que promoveu a extinção do Absolutismo no país.

A nível local foi influenciada pelas idéias liberais dos que se queixavam da falta de autonomia provincial, sendo marcada pelo repúdio à monarquia, com manifestações a favor da independência política, da república e por um reformismo radical.

Com fundo social, econômico e político, contou com a participação das camadas menos favorecidas da Província de Pernambuco, oprimidas pela grande concentração fundiária nas mãos de poucos proprietários. Como exemplo, uma quadra popular à época, refere à poderosa família Cavalcanti:

"Quem viver em Pernambuco
não há de estar enganado:
Que, ou há de ser Cavalcanti,
ou há de ser cavalgado." (Quadra popular)
Ainda como fundo sócio-econômico, registra-se a histórica rivalidade com os portugueses, que dominavam o comércio na Província.

A luta
A revolta teve como causa imediata a destituição, por D. Pedro II, do Presidente da Província Antônio Pinto Chichorro da Gama (1845-1848), representante dos liberais. Durante quatro anos à frente do poder, Chichorro da Gama combatera o poder local dos gabirus, grupos mais poderosos da aristocracia latifundiária e mercantil, ligados ao Partido Conservador.

A substituição deste liberal pelo ex-regente Araújo Lima, extremamente conservador, foi o rastilho para o ínicio da revolução, que já acumulava insatisfação com a política imperial e dificuldades devido ao declínio da economia açucareira.

Os rebeldes queriam formar uma nova Constituinte para alterar a Constituição brasileira de 1824, visando a efetiva liberdade de imprensa (uma vez que esta estava limitada, extinguindo artigos que ferissem a família real ou a moral e os bons costumes), a extinção do poder moderador e do cargo vitalício de senador, além da nacionalização do comércio varejista, entre outras propostas.

Em abril de 1848, os sectores radicais do Partido Liberal pernambucano – reunidos em torno do jornal Diário Novo, na Rua da Praia, no Recife, e conhecidos como praieiros – condenaram a destituição de Chichorro da Gama, interpretando esse gesto como mais uma arbitrariedade imperial.



A revolta contra o novo governo da Província eclodiu em Olinda, a 7 de novembro de 1848, sob a liderança do general José Inácio de Abreu e Lima, do Capitão de Artilharia Pedro Ivo Veloso da Silveira, do deputado liberal Joaquim Nunes Machado e do militante da ala radical do Partido Liberal, Antônio Borges da Fonseca. O Presidente nomeado da Província, Herculano Ferreira Pena, foi afastado e o movimento espalhou-se rapidamente por toda a Zona da Mata de Pernambuco.

A sua primeira batalha foi travada no povoado de Maricota (atual cidade de Abreu e Lima).

Em 1 de Janeiro de 1849, os revoltosos lançaram o seu programa, um documento que denominaram Manifesto ao Mundo, de conteúdo socialista utópico, supostamente escrito por Borges da Fonseca, um jornalista. O manifesto ao defendia:

o voto livre e universal do povo brasileiro;
a plena e absoluta liberdade de comunicar os pensamentos por meio da imprensa (liberdade de imprensa);
o trabalho, como garantia da vida para o cidadão brasileiro;
o comércio a retalho só para os cidadãos brasileiros;
a inteira e efetiva independência dos poderes constituídos;
a extinção do Poder Moderador e do direito de agraciar;
o elemento federal na nova organização
a completa reforma do Poder Judiciário, de forma a assegurar as garantias dos direitos individuais dos cidadãos;
a extinção da lei do juro convencional;
a extinção do sistema de recrutamento militar então vigente.
Apesar do caráter liberal da revolução, os revoltosos não cogitavam a abolição da escravidão.

Depois de receber a adesão da população urbana que vivia em extrema pobreza, pequenos arrendatários, boiadeiros, mascates e negros libertos, os praieiros marcharam sobre o Recife em fevereiro de 1849 com quase 2.500 combatentes, mas foram rechaçados no dian 2 do mesmo mês de Fevereiro.

A repressão
A Província foi pacificada por Manuel Vieira Tosta, indicado como novo presidente, auxiliado pelo Brigadeiro José Joaquim Coelho, novo Comandante das Armas. As forças rebeldes foram derrotadas nos combates de Água Preta e de Iguaraçu.

Os líderes do movimento pertencentes à classe dominante, foram detidos e julgados apenas em 28 de novembro de 1851, quando os ânimos na província já tinham serenado, ocasião em que o governo imperial pôde lhes conceder anistia. Voltaram, assim, a ocupar os seus cargos públicos e a comandar os seus engenhos.

Por outro lado, os rebeldes das camadas sociais menos privilegiadas - rendeiros, trabalhadores e outros - não tiveram direito a julgamento e, ou sofreram recrutamento forçado ou foram anistiados por intervenção de seus superiores para retornarem ao trabalho, exceto aqueles que foram sumariamente fuzilados durante e logo após os combates.

Conseqüências
Com o fim da Praieira no início de 1850, iniciou-se a segunda fase do Segundo Reinado, um período de tranqüilidade política, fruto do Parlamentarismo e da Política de Conciliação implantados por D. Pedro II, e da prosperidade trazida pelo café.

É importante lembrar que, apesar de a revolução ter sido liderada por liberais, ela ainda não tinha caráter essencialmente republicano: apenas alguns de seus participantes apoiavam a proclamação da República.

Muitos dos revoltosos foram presos por que outros desses, traíram o movimento.

preliminares

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Um tipo está a jogar ténis e leva uma bolada forte no pénis, causando
um 'trauma muscular peniano'.
Em agonia, dirige-se ao médico:
- Doutor, veja o que é que pode fazer por mim... Vou casar no final da
semana; a minha noiva é virgem e não posso decepcioná-la.
- Não se preocupe, vou tratar de si de maneira que esteja tudo em
ordem para o dia do seu casamento.
Então, pega 4 pauzinhos, que habitualmente são usados para examinar a
garganta dos pacientes e, com fita adesiva, consegue prendê-los ao
redor do pénis, de forma a recuperar a rigidez do mesmo.
O tipo não conta nada à noiva, casam-se, e na noite de núpcias, já na
privacidade do quarto, a noiva fogosa arranca os botões da blusa e
mostra-lhe os peitos, exclamando:
- És o primeiro! Nunca nenhum homem tocou estes seios!
Para não ficar atrás, o noivo abre a braguilha, baixa as calças e exclama:
- Olha, estás a ver? Ainda está encaixotado!!!

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

PAULISTÃO- 5ªRODADA

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NO CLÁSSICO DA RODADA O
CORINTHIANS BATEU O
PALMEIRAS E O SÃO PAULO
EMPATOU COM O SERTÃOZI-
NHO.A PORTUGUESA PERDEU
COM O BOTAFOGO SP.

Barueri 3-2 Rio Claro
Santos 2-0 Oeste
São Caetano 2-2 Monte Azul
Mogi Mirim 1-1 Bragantino
Corinthians 1-0 Palmeiras
Portuguesa 1-2 Botafogo-SP
Rio Branco-SP 1-2 Ponte Preta
Sertãozinho 2-2 São Paulo
Paulista 0-2 Mirassol
Ituano 1-2 Santo André

corinthians,1 palmeiras,0


Apesar de ver ser expulso Roberto Carlos o Corinthias venceu o clássico com o Palmeiras.

Corinthians
4-4-2
Felipe; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Tcheco (Jucilei) e Danilo; Jorge Henrique (Dentinho) e Iarley (Edu); técnico: Mano Menezes

Palmeiras
4-4-2
Marcos; Figueroa, Gualberto (Daniel), Danilo e Armero (Wendel); Pierre, Edinho, Márcio Araújo e Cleiton Xavier; João Arthur (William) e Robert; técnico: Muricy Ramalho


CLASSIFICAÇÃO
1 Corinthians 11
2 Botafogo-SP 10
3 Santos 10
4 Santo André 9
5 São Caetano 8
6 Ituano 8
7 Palmeiras 8
8 São Paulo 8
9 Ponte Preta 8
10 Mogi Mirim 8
11 Portuguesa 7
12 Barueri 6
13 Mirassol 6
14 Rio Branco-SP 5
15 Bragantino 5
16 Rio Claro 3
17 Paulista 3
18 Monte Azul 3
19 Sertãozinho 3
20 Oeste 2

preliminares

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Dois rapazes gaúchos pedalavam suas bicicletas pelo parque. Um deles pergunta:
- Onde conseguistes essa tua magnífica bicicleta?
O segundo respondeu:
- Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando encontrei uma miúda de classe com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e disse-me:
- 'Vem, e pega o que quiseres'.
O outro:
- Bah, escolhestes bem. Provavelmente a roupa não te serviria...

domingo, janeiro 31, 2010

CARIOCÃO - 5ª.RODADA

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NESTE SÁBADO O BOTAFOGO
VENCEU O AMÉRICA POR 2-1



Resende 4 x 2 Tigres
Botafogo 2 x 1 América
Americano 1 x 3 Volta Redonda

Domingo, 31/01/2010

Bangu 3 x 0 Duque de Caxias
Boavista 3 x 0 Olaria
Friburguense 0 x 3 Vasco
Macaé 1 x 2 Madureira
Fluminense 3 x 5 Flamengo

friburguense, 0 vasco,3



Com 3 golos de DÔDÔ, VASCO SEGUE SÓ COM VITÓRIAS.

Friburguense
4-4-2
Marcos; Sérgio Gomes, Cadão, Wallace e Flavinho; Bidu, Cassiano, Carlos Alberto (Cássio) e Alex; Paulo Roberto (Flávio Santos) e Miguel (Kalu). Técnico: Cleimar

Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Thiago Martinelli (Elder Granja), Gustavo, Titi e Marcio Careca; Nilton, Rafael Carioca, Souza (Fumagalli) e Magno (Robinho); Philippe Coutinho e Dodô. Técnico: Vagner Mancini

flu, 3 fla,



Que dupla - love-adriano


No primeiro duelo entre Flamengo e Fluminense na temporada de 2010, brilhou outra vez as estrelas do técnico Andrade e da mais nova e badalada dupla ofensiva rubro-negra. Depois de ir para o vestiário ao final do primeiro tempo com desvantagem de 3 a 1 no placar, o time da Gávea mostrou reação espetacular nos últimos 45 minutos e conseguiu a virada por 5 a 3, com direito a três gols de Adriano e um de Vagner Love, que garantem os 100% de aproveitamento em cinco rodadas disputadas no Campeonato Carioca.

HISTÓRIA DE PORTUGAL - A REVOLTA REPUBLICANA DE 31 DE JANEIRO NO PORTO

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Revolta de 31 de janeiro de 1891

A Revolta de 31 de Janeiro de 1891 foi o primeiro movimento revolucionário que teve por objectivo a implantação do regime republicano em Portugal. A revolta teve lugar na cidade do Porto.

História
As causas
No dia 31 de Janeiro de 1891, na cidade do Porto, registou-se um levantamento militar contra as cedências do Governo (e da Coroa) ao ultimato britânico de 1890 por causa do Mapa Cor-de-Rosa, que pretendia ligar, por terra, Angola a Moçambique.

A 1 de Janeiro de 1891 reuniu-se o Partido Republicano em congresso, de onde saiu um directório eleito constituido por: Teófilo Braga, Manuel de Arriaga, Homem Cristo, Jacinto Nunes, Azevedo e Silva, Bernardino Pinheiro e Magalhães Lima. Estes homens apresentaram um plano de acção política a longo prazo, que não incluia a revolta que veio a acontecer, no entanto, a sua supremacia não era reconhecida por todos os republicanos, principalmente por aqueles que defendiam uma acção imediata. Estes, além de revoltados pelo desfecho do episódio do Ultimato, entusiasmaram-se com a recente proclamação da República no Brasil , a 15 de Novembro de 1889.

As figuras cimeiras da "Revolta do Porto", que sendo um movimento de descontentes grassando sobretudo entre sargentos e praças careceu do apoio de qualquer oficial de alta patente, foram o capitão António Amaral Leitão, o alferes Rodolfo Malheiro, o tenente Coelho, além dos civis, o dr. Alves da Veiga, o actor Verdial e Santos Cardoso, além de vultos eminentes da cultura como João Chagas, Aurélio da Paz dos Reis, Sampaio Bruno, Basílio Teles, entre outros.

O acontecimento
A revolta tem início na madrugada do dia 31 de Janeiro, quando o Batalhão de Caçadores nº9, liderados por sargentos, se dirigem para o Campo de Santo Ovídio, hoje Praça da República, onde se encontra o Regimento de Infantaria 18 (R.I.18). Aínda antes de chegarem, junta-se ao grupo, o alferes Malheiro, perto da Cadeia da Relação; o Regimento de Infantaria 10, liderado pelo tenente Coelho; e uma companhia da Guarda Fiscal. Embora revoltado, o R.I.18, fica retido pelo coronel Meneses de Lencastre, que assim, quis demontrar a sua neutralidade no movimento revolucionário.

Os revoltosos descem a Rua do Almada, até à Praça de D. Pedro, (hoje Praça da Liberdade), onde, em frente ao antigo edifício da Câmara Municipal do Porto, ouviram Alves da Veiga proclamar da varanda a Implantação da República. Acompanhavam-no Felizardo Lima, o advogado António Claro, o Dr. Pais Pinto, Abade de S. Nicolau, o Actor Verdial, o chapeleiro Santos Silva, e outras figuras. Verdial leu a lista de nomes que comporiam o governo provisório da República e que incluiam: Rodrigues de Freitas, professor; Joaquim Bernardo Soares, desembargador; José Maria Correia da Silva, general de divisão; Joaquim d'Azevedo e Albuquerque, lente da Academia; Morais e Caldas, professor; Pinto Leite, banqueiro; e José Ventura Santos Reis, médico.

Foi hasteada uma bandeira vermelha e verde, pertencente a um Centro Democrático Federal.[1]. Com fanfarra, foguetes e vivas à República, a multidão decide subir a Rua de Santo António, em direcção à Praça da Batalha, com o objectivo de tomar a estação de Correios e Telégrafos.[

No entanto, o festivo cortejo foi barrado por um forte destacamento da Guarda Municipal, posicionada na escadaria da igreja de Santo Ildefonso, no topo da rua. O capitão Leitão, que acompanhava os revoltosos e esperava convencer a guarda a juntar-se-lhes, viu-se ultrapassado pelos acontecimentos. Em resposta a dois tiros que se crê terem partido da multidão, a Guarda solta uma cerrada descarga de fuzilaria vitimando indistintamente militares revoltosos e simpatizantes civis. A multidão civil entrou em debandada, e com ela alguns soldados.

Os mais bravos tentaram ainda resistir. Cerca de trezentos barricaram-se na Câmara Municipal, mas por fim, a Guarda, ajudada por artilharia da serra do Pilar, por Cavalaria e pelo Regimento de Infantaria 18, força-os á rendição, ás dez da manhã. Terão sido mortos 12 revoltosos e feridos 40.

O desfecho

Alguns dos implicados conseguiram fugir para o estrangeiro: Alves da Veiga iludiu a vigilância e foi viver para Paris: o jornalista Sampaio Bruno e o Advogado António Claro alcançaram a Espanha, assim como o Alferes Augusto Malheiro, que daí emigrou para o Brasil.

Os nomeados para o "Governo Provisório" trataram de esclarecer não terem dado autorização para o uso dos seus nomes. Dizia o prestigiado professor Rodrigues de Freitas, enquanto admitia ser democrata-republicano: "mas não autorizei ninguém a incluir o meu nome na lista do governo provisório, lida nos Paços do Concelho, no dia 31 de Janeiro, e deploro que um errado modo de encarar os negócios da nossa infeliz pátria levasse tantas pessoas a tal movimento revolucionário."[3]

A reacção oficial seria como de esperar, implacável, tendo os revoltosos sido julgados por Conselhos de Guerra, a bordo de navios, ao largo de Leixões: o paquete Moçambique, o transporte Índia e a corveta Bartolomeu Dias . Para além de civis, foram julgados 505 militares. Seriam condenados a penas entre 18 meses e 15 anos de degredo em África cerca de duzentas e cinquenta pessoas. Em 1893 alguns seriam libertados em virtude da amnistia decretada para os então criminosos políticos da classe civil.

Em memória desta revolta, logo que a República foi implantada em Portugal, a então designada Rua de Santo António foi rebaptizada para Rua de 31 de Janeiro, passando a data a ser celebrada.

sexta-feira, janeiro 29, 2010

PAULISTÃO - 4ª.RODADA

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ITUANO A SURPRESA VAI
NA FRENTE COM SÃO PAULO
E CORINTHIANS.


Quarta-feira, 27/01/2010

Rio Claro 3 x 1 São CaetaNO
Portuguesa 0 x 1 Mogi Mirim
Santo André 2 x 2 Oeste
Santos 5 x 0 Barueri
Corinthians 1 x 1 Mirassol
Monte Azul 0 x 1 Palmeiras
São Paulo 3 x 0 Paulista
Sertãozinho 0 x 0 Rio Branco
Botafogo 1 x 0 Ponte Preta
Bragantino 3 x 4 Ituano

1Ituano 8
2Palmeiras 8
3Corinthians 8
4Santos 7
5São Caetano 7
6São Paulo 7
7Portuguesa 7
8Botafogo-SP 7
9Mogi Mirim 7
10Santo André 6
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20Sertãozinho 2

preliminares

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Se para a igreja a pílula do dia seguinte já é aborto, então,
surgem-nos algumas dúvidas:
- A masturbação é homicídio prematuro ou premeditado?
- E o sexo oral? Será canibalismo?
- Poderemos considerar o coito interrompido como abandono de menor?
- E o que dizer do preservativo? Por acaso será homicídio por
sufocamento?...
Já tinham pensado nisto?...

quinta-feira, janeiro 28, 2010

CARIOCÃO - ^4ª.RODADA

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O VASCO VOLTA A GOLEAR, DESTA
VEZ O MACAÉ POR 4-0.
O FLA VENCE COM DIFICULDADE
POR 3-2 O AMERICANO


5ª rodada
Olaria 2 x 0 Bangu
Madureira 2 x 1 Friburguense
América 2 x 2 Resende
Flamengo 3 x 2 Americano
Volta Redonda 3 x 0 Boavista
Tigres 1 x 2 Botafogo
Duque de Caxias 0 x 4 Fluminense
Vasco 4 x 0 Macaé

VASCO, 4 MACAÉ,0


RAFAEL COELHO MARCA

Após os 6 a 0 aplicado no Botafogo no último domingo, o Vasco voltou a golear pelo Campeonato Carioca nesta quinta-feira. Em São Januário, o time da casa passou pelo Macaé por 4 a 0 e manteve os 100% de aproveitamento na competição estadual.


REPAREM NA ASSISTÊNCIA DE PHILIPE COUTINHO (17 ANOS) PARA O 1º.GOLO

As quatro vitórias somadas até o momento deixam o Vasco na primeira colocação do Grupo 2 com 12 pontos. Na mesma chave, o Macaé aparece na lanterna com apenas um ponto.

Embalado na competição, o Vasco enfrenta o Friburguense, fora de casa, no próximo domingo, às 17h (de Brasília). No mesmo dia e horário, o Macaé recebe o Madureira.

Ainda empolgado com a goleada sobre o Botafogo, o Vasco entrou em campo e foi logo ao ataque. Philippe Coutinho, um dos destaques da vitória do último domingo, foi o primeiro a tentar, mas parou nas mãos do goleiro Lugão.

VASCO
Fernando Prass, Thiago Martinelli, Fernando (Gustavo), Titi e Márcio Careca; Nilton, Léo Gago (Rafael Carioca), Souza e Magno (Geovane Maranhão); Philippe Coutinho e Rafael Coelho.

FLAMENGO, 3 AMERICANO,2



O Fla venceu tendo estado sempre na frente.
A dupla Imperador-Vagner Love entende-se e marca muito.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

a 27 de Janeiro de 1923, nasceu WALDIR AZEVEDO

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Waldir Azevedo

Waldir Azevedo (Rio de janeiro, 27 de janeiro de 1923 a 21 de setembro de 1980) foi músico e compositor brasileiro, mestre do cavaquinho e autor do choro "Brasileirinho".


Waldir Azevedo foi um pioneiro que retirou o cavaquinho de seu papel de mero acompanhante no choro e o colocou em destaque como instrumento de solo, explorando de forma inédita as potencialidades do instrumento.

Composições
maresias bela vista
A tuba do vovô
A voz do cavaquinho
Alvoroço
Amigos do samba
Arrasta-pé
Baião do neném (com Paulo Jorge)
Balada oriental
Bo bo bom
Brasileirinho
Brincando com o cavaquinho
Cachopa no frevo
Camundongo (com Risadinha do Pandeiro)
Carioquinha
Cavaquinho seresteiro
Cinco malucos
Chiquita
Chorando escondido
Chorando calado
Choro doido
Choro novo em dó
Colibri
Contando tempo
Contraste (com Hamilton Costa)
Conversa fiada (com Jorge Santos)
Dançando em Brasília
Delicado
Dobrado, embrulhado e amarrado
Dois bicudos não se beijam
Flor do cerrado
Frevo da lira (com Luiz Lira)
Guarânia sertaneja
Já é demais (com Jorge Santos)
Jogadinho
Lamento de um cavaquinho
Lembrando Chopin (com Hamilton Costa)
Longe de você
Luz e sombra
Madrigal
Mágoas de um cavaquinho (com Fernando Ribeiro)
Marcha da espera
Melodia do céu
Mengo (com Edinho)
Meu prelúdio
Minhas mãos, meu Cavaquinho
Minimelodia
Moderado
Mr. Downey
Nosso amor
Para dançar
Paulistinha
Pedacinho do Céu
Piccina mia
Pirilampo
Pois não
Queira-me bem
Quitandinha (com Salvador Miceli)
Riso de criança
Sem pretensões
Sentimento chinês
Só nostalgia
Só para dois
Sonho de criança
Tema nº 1
Tempo de criança
Tic-tac
Tio Sam
Turinha
Uma saudade
Vê se gostas
Veraneando
Você
Você, carinho e amor
Vôo do marimbondo
Waldirizando
[editar] Discografia
Carioquinha/Brasileirinho (1949) Continental 78
Cinco malucos/O que é que há (1950) Continental 78
Quitandinha/Vai por mim (1950) Continental 78
Delicado/Vê se gostas (1950) Continental 78
Pisa mansinho/Pedacinho do céu (1951) Continental 78
Jalousie/Camundongo (1951) Continental 78
Paulistinha/Cachopa no frevo (1951) Continental 78
Mágoas de um cavaquinho/Chiquita (1952) Continental 78
Vai levando/Mengo (1952) Continental 78
Colibri/Luz e sombra (1952) Continental 78
Brincando com o cavaquinho/Dezoito quilates (1953) Continental 78
Vôo do marimbondo/Ava Maria com prelúdio (1953) Continental 78
Pergunte pra mamãe/Piccina mia (1953) Continental 78
Tic-tac/Queira-me bem (1953) Continental 78
Já é demais/Amigo do rei (1954) Continental 78
Dobrado, embrulhado e amarrado (c/sua banda)/Você (c/seu conjunto) (1954) Continental 78
Pretenda/Quando eu danço com você (1954) Continental 78
Tio Sam/Madrigal (1954) Todamérica 78
Na baixa do sapateiro/Amigos do samba (1955) Continental 78
Meu sonho/Conversa fiada (1955) Continental 78
Pirilampo/Baião do neném (1955) Continental 78
Para dançar/Nosso amor (1956) Continental 78
Serra da boa esperança-Rancho fundo-Favela/Veraneando (1957) Continental 78
Evocação/Vai com jeito (1957) Continental 78
Cavaquinho maravilhoso (1957) Continental LP
Luar de Paquetá/Sentimento chinês (1958) Continental 78
Sonho de criança/Tempo de criança (1958) Continental 78
O apito no samba/Mr. Downey (1958) Todamérica 78
Um cavaquinho me disse (1958) Continental LP
Se você soubesse/Dançando em Brasília (1959) Continental 78
Um cavaquinho na society (1959) Continental LP
Contando tempo/Catete (1960) Continental 78
Souvenir do carnaval (1960) Continental LP
Jogadinho/Você, carinho e amor (1961) Continental 78
Balada de Bat Masterson/Greenfields (1961) Continental 78
Yellow bird/Bo bo bom (1961) Continental 78
Moendo café/A tuba do vovô (1961) Continental 78
Waldirizando (1961) Continental LP
Dois abraços/Pepito (1962) Continental 78
Rancho das flores/Saudade da serra (1962) Continental 78
Tico-tico no fubá/A nega se vingou (1962) Continental 78
Suave é a noite/Café a la italiana (1962) Continental 78
Dois bicudos não se beijam. Poly e Waldir Azevedo (1962) Continental LP
Esperanza/Na cadência do samba (1963) Continental 78
Telstar/O passo do elefantinho (1963) Continental 78
Pois não/Meu prelúdio (1963) Continental 78
Longe de você (1963) Continental LP
Delicado (1967) London/Odeon LP
Melodia do céu (1975) Replay/Continental LP
Minhas mãos, meu cavaquinho (1976) Musicolor/Continental LP
Waldir Azevedo (1977) Continental LP
Lamento de um cavaquinho (1978) Continental LP
Waldir Azevedo ao vivo (1979) Continental LP
Delicado (1995) EMI CD
Dois bicudos não se beijam (1995) Continental CD
Meus momentos (1996) EMI CD

terça-feira, janeiro 26, 2010

bandas portuguesas e brasileiras - RODA DE CHORO DE LISBOA

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O GRUPO "RODA DE CHORO DE LISBOA
RECRIA A FORMA COMO A MÚSICA EU-
ROPEIA FOI ADAPTADA POR MÚSICOS
E OUVIDOS BRASILEIROS DO INICIO
DO SECULO XX

Há valsas, polcas, baiões e sambas-choro, em temas de autores como Hermeto Pascoal, João Bosco, Chico Buarque e Pixinguinha.


Roda de choro anima Lisboa

Lágrimas, nem vê-las: na Roda de Choro de Lisboa, a alegria parece mesmo ser a palavra chave. Todas as terças-feiras, são mais de 200 as pessoas que rumam ao Lusitano Clube, em Alfama, para a noite de bailarico gingão. Há música, há suor e muita, muita dança.

preliminares

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Numa dessas escolas pluri-étnicas, a professora mandou os alunos
escreverem uma redacção que terminasse com a frase 'Mãe... só há uma'.
No dia seguinte ela chama os alunos um a um para lerem as suas redacções.
O primeiro, Martim, filho de boas famílias lê o seu texto :
'No outro dia eu estava doente, espirrando, tossindo, febril, não
conseguia comer nada, não podia brincar, nem vir à escola. Aí, de
noite, a minha mãe esfregou Vick Vaporub no meu peito, deu-me um leite
bem quentinho com um comprimido, tapou-me com o meu edredon, eu dormi
e no dia seguinte acordei bom.'
'Mãe... só há uma.'
A classe toda aplaudiu, a professora elogiou, e deu-lhe um muito bom.
O segundo, Guilherme, típico representante da classe média, foi o
aluno seguinte:
'No dia em que tivemos o último teste eu não sabia nada, não conseguia
decorar nada, e comecei a chorar, a pensar que ia ter negativa.
Aí a mãe sentou-se ao meu lado com o livro, explicou-me a matéria
fez-me perguntas e já consegui dormir descansado.
Quando acordei senti que sabia tudo! Vim à escola, fiz a prova e tirei
Muito Bom.'
'Mãe...... só há uma'.
A classe, emocionada, aplaudiu o Gui. A professora deu-lhe também um Muito Bom.
Chegou a vez do aluno representante das minorias étnicas, Makongo Ngombo:
'Ontem quando chiguei nos meus barraco, minha mãe estava nos cama com
um homem qui nem conheço, diferrente do da semana passada. Quando me
ouviu, gritou para mim lá dos quarto:
'Makongo, seu preto filho di PUTA vai lá nos
geladeira e traz duas cerveja.'
Aí eu abri a geladeira, olhei lá dentro e gritei pra ela:
'Mãe...... só há uma!'

segunda-feira, janeiro 25, 2010

PAULISTÃO - 3ª.RODADA

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PORTUGUESA EMPATA MAS CONTINUA
LÍDER CO SÃO CAETANO E CORINTHIANS

Sábado e Domingo,24,25

Ponte Preta 2 x 1 Monte Azul
São Paulo 3 x 0 Rio Claro
Bragantino 1 x 1 Portuguesa
Santo André 4 x 2 Paulista
Oeste 1 x 2 Corinthians
Palmeiras 3 x 3 Ituano
São Caetano 5 x 1 Sertãozinho
Mogi Mirim 2 x 1 Santos
Mirassol 2 x 2 Barueri
Rio Branco 1 x 0 Botafogo

oeste, 1 corinthians,2



O Corinthians a jogar com o tine reswrva joga bem ,vende e é líder também

Oeste
4-4-2
Mauro; Dionísio, Adriano, Rogério e Fernandinho; Cléber, Alê (André Luis), Rivaldo e Bruninho (Mazinho); Ricardinho (Guto) e Ricardo Bueno. Técnico: Paulo Comelli

Corinthians
4-4-2
Felipe; Balbuena (Jucilei), Chicão, Paulo André e Roberto Carlos; Ralf, Edu (Tcheco), Boquita e Defederico; Bill (Morais) e Souza. Técnico: Mano Menezes



1São Caetano 7
2Portuguesa 7
3Corinthians 7
4Palmeiras 5
5Ituano 5
6Santo André 5
7Ponte Preta 5
8Bragantino 4
9Santos 4
10São Paulo 4
11Botafogo 4
12Mogi Mirim 4
13Rio Branco 4
14Paulista 3
15Barueri 3
16Monte Azul 2
17Mirassol 2
18Oeste 1
19Sertãozinho 1
20Rio Claro 0

PINTORES BRASILEIROS - CANDIDO PORTINARI

.

CARIOCÃO 3ª.RODADA

.
6-0
3 GOLOS DE DÔDÔ
O VASCO GANHA DE GOLEADA
O CLÁSSICO COM O BOTAFOGO
FLA GANHA DO BANGÚ E O
AMÉRICA DE BEBETO TEM A
PRIMEIRA VITÓRIA

Sábado, 23/01/201 0

Resende 1 x 2 Madureira
Bangu 1 x 2 Flamengo
Macaé 2 x 3 América
Boavista 0 x 0 Duque de Caxias
Friburguense 3 x 1 Tigres
Fluminense 1 x 0 Volta Redonda
Americano 1 x 5 Olaria
Botafogo 0 x 6 Vasco

O Vasco arrasou,marcando 6 golos sem resposta ao Fogão.
3 deles foram de Dôdô.

DÔDÔ MARCA 1 DOS SEUS 3 GOLOS

Botafogo
4-4-2
Jefferson; Alessandro, Antônio Carlos, Wellington e Marcelo Cordeiro; Leandro Guerreiro, Fahel, Eduardo e Lucio Flavio (Renato); Herrera e Loco Abreu (Somália). Técnico : Estevam Soares

Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Fagner (Thiago Martinelli), Fernando, Titi e Márcio Careca; Nilton, Souza (Rafael Coelho), Léo Gago e Carlos Alberto (Magno); Phillippe Coutinho e Dodô. Técnico: Vagner Mancini

preliminares

.
Depois de ter criado o Universo em sete dias andava Deus, ostentando um ar de "shift-supervisor", a inspecionar o trabalhinho e à procura de pontas soltas.
Ao dobrar uma esquina do Paraíso encontrou o Adâo de taxa arreganhada e a olhar para a cremalheira com o cenho carregado.
De cima da sua nuvem , perguntou Deus: -Então jovem, está tudo nos conformes? Já mandaste os PAI's? Ao que Adão mal humorado respondeu: - Enton (era do Paraíso do Norte o moçoilo) isto tem alguma piada? Tantos dentes para quê? Aqui não há vife, só papinhas, maçãs e binho berde! Raisparta a bidinha!
Conciliatóriamente Deus questiona:- Bem, o que é que sugeres? Olha- diz Adão- o o que daba geito era, em bez dos trinta dois dentes e uma pila, ter trinta e duas pilas e só um dente. Diz Deus: Concedido! E depois entrega a troca na secretaria senão o apontador não te processa o subsídio!
Adão com um grande sorriso, exibindo a Dentola Única, sai pela direita alta, balançando os novos apêndices.
De repente, troveja Deus: -Olha lá oh rapazinho!
-Que é caragos! resmunda o Adão.
-Tens que levar os caixotes oh morcão!
-Quais caixotes?
-Os que têm os sessenta e quatro tomates, desgraçado!

domingo, janeiro 24, 2010

CAN 2010 seguindo ANGOLA

.
ACABOU O SONHO, MAS COM
MUITA DIGNIDADE.
ANOLA PERDEU ESTA TARDE
COM O GANA 1-0 E FOI
AFASTADA DO SEU CAN.



Angola eliminada


Selecção nacional de Angola

Luanda - Angola ficou hoje eliminada nos quartos-de-final do CAN2010, ao perder hoje por 0-1 diante do Ghana , no estádio 11 de Novembro em Luanda.
O tento da vitória foi apontado por Gyan aos 16 minutos.
Nesta edição, os Palancas Negras terminaram em primeiro no seu grupo (A), com cinco pontos de um empate a quatro golos com o Mali, uma vitória sobre o Malawi (2-0) e fechou a série com um nulo diante da Argélia.
O Ghana vai disputar as meias-finais com o vencedor do jogo Zâmbia-Nigéria, marcado para segunda-feira no Lubango às 20h30.
Ainda hoje será disputado o Côte DIvoire-Argélia em Cabinda às 20h30.
O destaque desta fase recai para o Egipto-Camarões (segunda-feira, às 17h00).

Estádio Nacional 11 de Novembro, Luanda.
Resultado final
0-1

Marcador:

Gyan, 0-1(16 minutos).

As equipas alinharam:

Angola: Carlos, Kali, Chara, Zuela (Enouque 76’), Gilberto (Zé Kalanga 72’),
Djalma, Mabiná, Rui Marques, Stélvio (Job 56 minutos), Manucho e Flávio.

Suplentes: Lamá, Enoque, Dias Caires, David, Job,
MantorrasA, Johnson, Love, Dedé, Wilson, Jamuana e Zé
Kalanga.

Técnico: Manuel José (Português).

Ghana: Kingson; Draman (Addo 78’); Badu; Vorsah; Ayew(Ibrahim
tempo extra) A; Addy; Asamoah; Opoku; Inkoom, Gyan (Amoah 61’); e
Sarpei.

Suplentes: McCarthy; Osei, Mensah, Annan, Narry, Amoah, Agyei,
Ibrahim Ayew, Addo, Adiyiah, e Afful.
Treinador: Mildvan Rajev (Servia).

sexta-feira, janeiro 22, 2010

CARIOCÃO 2ª.RODADA

.
A MEIO DESTA SEMANA
TIVÉMOS A 2ª.RODADA
DO CARIOCÃO

2ª rodada


O VASCO VENCE O AMERICA COM GOLO DE CARLOS ALBERTO


Fluminense 3x0 Bangu 16:00 Resende 3x3 Macaé Boavista-RJ 2x0 Americano 17Tigres-RJ 2x1 Madureira - Volta Redonda 1x3 Flamengo - América 1x2 Vasco Qui, 21/01/2010

16:00 Duque de Caxias 1x2 Olaria 18:30 Botafogo 2x0 Friburguense

SUBITAMENTE, NO AEROPORTO DO RIO DE JANEIRO

.


A TAP, pôs todo o mundo a dançar

quinta-feira, janeiro 21, 2010

preliminares

.
O Cliente

Um homem entra no salão e pergunta:
- Quanto tempo até chegar a minha vez?
O barbeiro olha em volta do salão e responde:
- Mais ou menos 2 horas.
O homem vira as costas e se retira sem dizer uma palavra.
Passam alguns dias, e o mesmo homem volta e pergunta:
- Quanto tempo até chegar a minha vez?
O barbeiro olha em volta do salão e responde:
- Mais ou menos 3 horas.
O homem se vai sem dizer nada.
Passada uma semana, o mesmo homem entra e pergunta de novo:
- Quanto tempo até chegar a minha vez?
O barbeiro olha em sua volta e responde:
- Mais ou menos 1 hora e meia.
Novamente o homem sai calado.
O barbeiro vira-se para o seu amigo e diz:
Oh! Zeca , faz-me só um favor. Segue aquele homem e vê para onde ele vai. O cara, sempre que entra,
pergunta quanto tempo até chegar a sua vez e nunca volta.
Minutos depois, o Zeca regressa ao salão morrendo de rir.
O barbeiro, curioso, pergunta:
- Então, onde é que ele vai depois daqui?
O Zeca para de rir, enxuga as lágrimas e responde:
- Daqui ele vai direitinho para tua casa

quarta-feira, janeiro 20, 2010

O BRASIL NA BTL -BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

.
A BTL. BOLSA DE TURISMO DE LISBOA
É UM EVENTO ANUAL ONDE OS PAÍSES
PARTICIPANTES APRESENTAM O QUE DE
MELHOR TEM PARA MOSTAR, PARA
ATRAIR AGENTES DE VIAGENS E TURIS-
TAS DE TODO O MUNDO

É um evento consagrado e que tem, ao longo dos anos,vindo a crescer e a ganhar importância.

O Brasil tem participado desde a 1ª.Edição do certame, e tem sido das delegaões ed maior dimensão e de maior oferta , ou não fosse um país lindo de morrer.

O Rio e suas praias, e seu cosmopolitismo, o Nordeste tão apetecido pelos portugueses, Rio Grfande do Norte, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, o Pantanal,o Amazonas, enfim têm trazido e voltaram este ano a trazer um mundo de promessas e sonhos aos visitantes da BTL.

O nosso blog esteve lá e ao passar pelos stands do Brasil recolheu estas imagens que falam por si, de como decoreu o dia a dia ca zona-Brasil da Feira:



A música brasileira provoca nas pessoas este efeito



Esta senhora esqueceu a idade, e sambou, dançou o mambo, o frevo ,rejuvesnesceu muitos anos, e é portuguesissima.
-"Não resisto ao som da música brasileira"



É Brasil, é música, beleza pura mermão!!!

PAULISTÃO -2ª.RODADA

.
O PAULISTÃO TEVE A
SUA 2ª.RODADA COM
A PORTUGUESA A FICAR
LÍDER

Botafogo 0 x 0 Ituano
Portuguesa 2 x 0 Sertãozinho
Oeste 2 x 2 Monte Azul
Paulista 2 x 1 Rio Claro
Santos 1 x 1 Ponte Preta
Corinthians 2 x 1 Bragantino
Mirassol 1 x 1 São Paulo
Mogi Mirim 2 x 2 Rio Branco
Barueri 2 x 2 Palmeiras
Santo André 2 x 2 São Caetano


1Portuguesa 6
2Palmeiras 4
3Santos 4
4Ituano 4
5São Caetano 4
6Botafogo 4
7Corinthians 4
8Bragantino 3
9Paulista 3
10Barueri 2
11Monte Azul 2
12Santo André 2
13Ponte Preta 2
14São Paulo 1
15Sertãozinho 1
16Mogi Mirim 1
17Oeste 1
18Rio Branco 1
19Mirassol 1
20Rio Claro 0

CAN 2010 - seguindo MOÇAMBIQUE

.
MOÇAMBIQUE PERDEU ESTA TARDE
COM A NIGÉRIA POR 3-0 SENDO
AFASTADO DA CAN.
MOÇAMBIQUE JOGOU BEM E BATEU
O PÉ COM FIRMEZA, MAS A MAIOR
EXPERIÊNCIA DOS GIGERIANOS FEZ-
SE SENTIR.


O SONHO DE MOÇAMBIQUE FOI INTERROMPIDO.

A selecção da Nigéria apurou-se para os quartos-de-final do CAN2010, mercê da vitória, hoje no Lubango, sobre a selecção de Moçambique, por 3-0, em jogo da terceira e última jornada do grupo C.

Estádio Nacional da Tundavala, Lubango, capacidade para 21 mil e 70 espectadores, 17ºc.

Resultado final: 3-0

Marcadores:

1-0, Odemwingie, 45 minutos
2-0, Odemwingie, 47 min
3-0, Martins, 85 min

As equipas alinharam:

Nigéria: Vicent Enyema, Shittu Olusola, Obasi Ogbuke, Ayegbeni Yakubu (Akinwunmi Martins 67 min), Obi Mikel, Peter Odemwingie (Obina Nsofor 83 min), Kaita Sani, Mohamed Yusuf, Etuhu Paul (Yussuf Ayila 71 min), Echiejile Elderson e Onyekachi Apan.

(Suplentes: Taye Taiwo, Nwankwo Kanu, Obinna Nwaneri, Akinwunmi Martins, Ejide Amamchukwu, Yussuf Ayila, Olofinjana George, Uche Kalu, Odiah Chidi, Obina Nsofor e Aiynugba Dele).
Treinador: Shuaibu Amodu

Moçambique: Bila Eugénio (Machaisse Josemar 67 min), Júnior Simão, Mucuana Martinho ”Paito”, Pelembe Elias Domingues, Tico Tico, Monteiro Dário (Parruque Carlos 82 min), Rafael João, Massingue Fanuel, Khan Dário, Lobo Miro (Hagi Momed 74 min) e Chapanga Samuel.

(Suplentes: Cossa Albino, Hagi Momed, Carimo Amade, Fumo Goçalves, Pelembe Hélder, Parruque Carlos, Massinga Francisco, Vaz de Sousa, Chavango Zainadine, Machaisse Josemar, Lama Otshudie e Sitoe Edson).

Treinador: Mart Nooij

terça-feira, janeiro 19, 2010

PINTO DA COSTA - GUARDA REDES DO SPORTING...



Afinal PINTO DA COSTA, o Presidente do F.C.do PORTO, já jogou pelo emblema do seu rival (sewrá tão rival?) Sporting.

preliminares

.



Uma velhinha morre e ao chegar ao Céu pergunta ao guardião dos portões:
- Porque é que existem 2 portas, uma azul e outra vermelha
São Pedro então responde:
- A azul leva ao Céu, a vermelha desce ao Inferno, pode escolher!
Nisto, ouve-se uma gritaria e o barulho de berbequim atrás da porta azul.
- Mas o que é isto? - Pergunta a velhinha.
Nada, é uma alma que acabou de chegar e estão a furar-lhe as costas
para pôr as asas. A velhinha fica indecisa quando de repente ouve-se
nova gritaria atrás da porta azul.
- E esta gritaria o que é?
- Nada, é que estão a furar a cabeça da alma para pôr a auréola
- Que horror! Eu não quero ir para o Céu, vou para o Inferno!
- Mas lá o Diabo costuma violar todas as mulheres!
- Quero lá saber... pelo menos os buracos já estão feitos!

segunda-feira, janeiro 18, 2010

CAN 2010 - seguindo ANGOLA

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ANGOLA EMPATA COM A ARGELIA
(O-0) E PASSA À FASE SEGUUINTE
ASSIM COMO A ARGELIA.


O ANGOLANO DJALMA É UMA BOA SURPRESA

A selecção angolana treinada pelo português Manuel José, classifica-se pela segunda vez para esta fase da CAN, pois j+a o tinha conseguido no Ghana 2008.

Estádio 11 de Novembro, Luanda.

Resultado final:
0-0

As equipas alinharam:

Angola: Carlos, Zuela (Dias caíres 52’), Kali, Rui Marques; Gilberto, Chara, Mabiná, Jamuana; Zé Kalanga (Job 64’), Manucho (Johnson 91’) e Djalma.

Suplentes: LAMÁ, ENOQUE, DIAS CAIRES, DAVID, JOB, MANTORRAS, JOHNSON, FLAVIO, LOVE, DEDE, WILSON.

TECNICO: MANUEL JOSÉ

Argélia: Chaouchi, Bougherra, Belhadj, Halliche, Mansouri,
Ghezzal, Matmour (Abdoun 88’), Laifa oui(38m), Ziani, Bouazza (Meghni
67’) e Yebda.

Suplentes: OUSERIR, YAHIA, RAHO, BAABOUCHE, ZAOUI, MEGHNI, ZIYA, ABDOUN, ZEMMAMOUCHE

TECNICO: SAADANE RABAH

País-sede da Copa Africana de Nações, Angola garantiu a sua classificação às quartas de final da competição ao empatar por 0 a 0 com a Argélia e terminar em primeiro lugar no Grupo A. O resultado também beneficiou o rival desta segunda-feira que no critério de desempate ficou à frente de Mali e seguiu vivo na classificação.

O Mali, que venceu Malawi por 3 a 1 e chegou aos mesmos quatro pontos que a Argélia, deixou a competição mais cedo por ter perdido no critério de desempate

Amanhã saberemos quem vai ser o adversário de Angola nos quartos - BRUKINA FASO ou GANA?

De acordo com os regulamentos da prova, o primeiro da série A (Angola) defronta o segundo da B (pode ser Ghana, C. Ivoire ou Ghana). Os grupos C e D cruzam entre si.

Estão já apurados Egipto (D), Costa do Marfim(B), Angola e Argélia (do A).

Força Angola ,deseja o nosso blogue

cantores brasileiros -ALCEU VALENÇA

.
Alceu Valença

Alceu Paiva Valença (São Bento do Una, 1 de julho de 1946) é um cantor e compositor brasileiro. Seu disco de estréia foi gravado em parceria com Geraldo Azevedo.

Nasceu no interior de Pernambuco, nos limites do sertão com o agreste. É considerado um artista que atingiu maior equilíbrio estético entre as bases musicais nordestinas com o universo dos sons elétricos da música pop. Influenciado pelos negros maracatus, cocos e repentes de viola, Alceu conseguiu utilizar a guitarra, - que chegou a galope montada nas costas do rock and roll de Elvis - com baixo elétrico e, mais tarde, com o sintetizador eletrônico nas suas canções.

Por conta disso, conseguiu dar nova vida a uma gama de ritmos regionais, como o baião, coco, toada, maracatu, frevo, caboclinhos e embolada e repentes cantados com bases rock'n'roll e blues. Sua música e seu universo temático são universais, mas a sua base estética está fincada na nordestinidade.

Biografia
O envolvimento de Alceu com a música começa na infância, através dos cantadores de feira da sua cidade natal. Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Marinês, três dos principais irradiadores da cultura musical nordestina, foram captados por ele pelos nostálgicos serviços de alto-falante da cidade. Em casa, a formação ficou por conta do avô, Paulo Alves Valença, que era poeta e violeiro. Aos 10 anos vai para Recife, onde mantém contato com a cultura urbana, e ouve a música de Orlando Silva e Dalva de Oliveira, alternando com o emergente e rebelde ritmo de Little Richard, Ray Charles e outros ícones da chamada primeira geração do rock'n'roll.

Recém-formado em Direito no Recife, em 1969, desiste das carreiras de advogado e jornalista - trabalhou como correspondente do Jornal do Brasil - e resolve apostar no talento e na sensibilidade artística.

Em Recife, a profusão de folguedos vindos de todas as regiões do estado, notadamente no carnaval, onde até hoje os grupos se confraternizam, seria decisiva na solidificação de uma das mais febris personalidades da música brasileira. Inerente a sua obra, o sentido cosmopolita de fazer arte, de forma direta e que refletisse a sua vivência e bagagem cultural de homem nordestino, sua história, seu povo e as novidades da música. A partir daí, o mago de Pernambuco amadurece a idéia de colocar a guitarra e o teclado nessas vertentes da música da sua região. A atitude em si não é novidade visto que os tropicalistas já tinham fundido o baião de Luiz Gonzaga com as guitarras. Alceu, entretanto foi mais fundo: pesquisou duplas de emboladores como Beija Flor e Treme Terra, Geraldo Mouzinho e Caximbinho, embolou-se com os maracatus de Pernambuco, bebeu na fonte dos aboios mouriscos, dos pífanos, rabecas e pandeiros, cozinhou tudo na panela do rock, e o resultado é uma obra atemporal, de qualidade.

Em 1971, vai para o Rio de Janeiro com o amigo e incentivador Geraldo Azevedo. Começa a participar de festivais universitários, como o da TV Tupi com a faixa Planetário. Nada acontece. Nenhuma classificação, pois a orquestra do evento não conseguiu tocar o arranjo da canção.

Em 1980, Lança o LP “Coração Bobo” (Ariola), cuja música de mesmo nome estoura nas rádios de todo o país, revelando o nome de Alceu Valença para o grande público. Apresenta-se em vários estados brasileiros.

Em 1996, Ao lado de Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Elba Ramalho participa da série de shows “O Grande Encontro”, que percorreu diversas cidades brasileiras e registrada pela gravadora BMG no CD de mesmo nome.

Em julho de 2000, participa da noite “Pernambuco em canto: carnaval de Olinda”, no Festival de Montreux (Suíça), ao lado de Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos e Moraes Moreira.

Em maio de 2003, grava novo projeto ao vivo no Rio de Janeiro (Indie Records), reunindo vários sucessos em CD e, pela primeira vez, em DVD. Em julho, é agraciado com o Prêmio Tim de Música Brasileira na categoria "Melhor cantor regional", pelo CD "De Janeiro a Janeiro", em cerimônia realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Ainda nesse mês chega às lojas o CD "Ao vivo em todos os sentidos". Em agosto o DVD do mesmo projeto é lançado.

Em 2009, vem trabalhando no seu filme Cordel Virtual (a Luneta do Tempo) que é um musical que não segue a linha de nenhum musical tradicional. No fundo, é um mergulho que faz em sua infância, no seu passado e este passado tem a trilha sonora das ruas do Nordeste, dos cantadores anônimos, coquistas, violeiros, emboladores, cegos arautos de feira, da música de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, do samba-canção dos anos 50, da música contemporânea brasileira. Um documento para se pensar a cultura do Brasil e do Nordeste.


ALCEU ACTUANDO NO ROCK IN RIO

Discografia
Alceu Valença & Geraldo Azevedo (aliás Quadrafônico) (Copacabana - 1972) - Vinil / CD
Molhado de Suor (Som Livre - 1974) - Vinil / CD
Vivo! (Som Livre - 1976) - Vinil
Espelho Cristalino (Som Livre - 1977) - Vinil / CD
Coração Bobo (Ariola - 1980) - Vinil / CD
Cinco Sentidos (Ariola - 1981) - Vinil
Cavalo de Pau (Ariola - 1982) - Vinil / CD
Anjo Avesso (Ariola - 1983) - Vinil
Mágico (Barclay/Polygram - 1984) - Vinil
Estação da Luz (RCA Victor - 1985) - Vinil / CD
Ao Vivo (Barclay/Polygram - 1986) - Vinil / CD
Rubi (RCA Victor - 1986) - Vinil / CD
Lequeca Moleque (BMG Ariola - 1987) - Vinil / CD
Oropa, França e Bahia (BMG Ariola - 1988) - ao vivo no Scala 1, Rio de Janeiro - Vinil / CD
Andar Andar (EMI/Odeon - 1990) - Vinil / CD
7 Desejos (EMI/Odeon - 1992) - Vinil / CD
Maracatus, Batuques e Ladeiras (BMG Ariola - 1994) - Vinil / CD
O Grande Encontro (BMG Ariola - 1996) - ao vivo em conjunto com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho - CD
Sol e Chuva (Som Livre - 1997) - CD
Forró de Todos os Tempos (Sony Music - 1998) - CD
Todos os Cantos (Abril Music - 1999) - ao vivo em Olinda, Recife e no Montreux Jazz Festival
Forró Lunar (Columbia - 2001) - CD
De Janeiro a Janeiro (Tropicana Produções - 2002) - CD
Ao Vivo em Todos os Sentidos (Indie Records - 2003) - CD / DVD
Na Embolada do Tempo (Indie Records - 2005) - CD
Marco Zero - Ao Vivo (Indie Records - 2006) - CD / DVD
Ciranda Mourisca (Biscoito Fino - 2009) - CD

PAULISTÃO - 1.RODADA

.
COMEÇOU O PAULISTÃO COM
A PORTUGUESA A VENCER NO
MORUMBI O SÃO PAULO, E
O CORINTHIANS A EMPATAR



1 ª Rodada

16/01/2010 16:00 (Sáb) Rio Claro 1 x 3 Botafogo-SP
16/01/2010 16:00 (Sáb) Bragantino 4 x 0 Oeste
16/01/2010 17:00 (Sáb) Palmeiras 5 x 1 Mogi Mirim
16/01/2010 19:30 (Sáb) Ituano 4 x 0 Mirassol
16/01/2010 19:30 (Sáb) Ponte Preta 1 x 1 SantoS
17/01/2010 11:00 (Dom) Sertãozinho 1 x 1 Barueri
17/01/2010 17:00 (Dom) São Paulo 1 x 3 Portuguesa
17/01/2010 17:00 (Dom) Atlético Monte Azul 1 x 1 Corinthians
17/01/2010 19:30 (Dom) São Caetano 2 x 0 Paulista
17/01/2010 19:30 (Dom) Rio Branco-SP 0 x 4 Santos

A CLASSIFICAÇÃO FICOU ASSIM

1° Palmeiras 3
2° Bragantino 3
3° Ituano 3
4° Santos 3
5° Botafogo-SP 3
6° Portuguesa 3
7° São Caetano 3
8° Atlético Monte Azul 1
9° Barueri 1
10° Corinthians 1
11° Ponte Preta 1
12° Santo André 1
13° Sertãozinho 1
14° Rio Claro 0
15° São Paulo 0
16° Paulista 0
17° Mogi Mirim 0
18° Mirassol 0
19° Oeste 0
20° Rio Branco-SP 0





Sáb, 16/01/2010

16:00 Bragantino 4x0 Oeste 16:00 Rio Claro 1x3 Botafogo-SP 17:00 Palmeiras 5x1 Mogi Mirim 19:30 Ituano 4x0 Mirassol 19:30 Ponte Preta 1x1 Santo André Dom, 17/01/2010

11:00 Sertãozinho 1x1 Barueri 17:00 São Paulo 1x3 Portuguesa 17:00 Monte Azul 1x1 Corinthians 19:30 Rio Branco-SP 0x4 Santos 19:30 São Caetano 2x0 Paulista

"BARRIGA É BARRIGA" texto de ARNALDO JABOR

.NÃO RESISTO A
TRANSCREVER ESTE
DELICIOSO TEXTO

BARRIGA É BARRIGA
Arnaldo Jabour


"Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais. Confesso que tive agradável surpresa ao ver Chico Anísio no programa do Jô, dizendo que o exercício físico é o primeiro passo para a morte. Chamou a atenção para o fato de que raramente se conhece um atleta que tenha chegado aos 80 anos. Ao citar personalidades longevas que nunca fizeram ginástica ou exercício - entre elas o jurista e jornalista Barbosa Lima Sobrinho, que chegaram à idade centenária, o humorista arrematou com um exemplo da fauna:

A tartaruga com toda aquela lerdeza, vive 300 anos. Você conhece algum coelho que tenha vivido 15 anos?
Gostaria de contribuir com outro exemplo, o de Dorival Caymmi. O letrista compositor e intérprete baiano era conhecido como pai da preguiça. Passava 4/5 do dia deitado numa rede, bebendo, fumando e mastigando. Autêntico marcha-lenta, levava 10 segundos para percorrer um espaço de três metros. Pois mesmo assim e sem jamais ter feito exercício físico viveu 90 anos.
Conclusão: Esteira, caminhada, aeróbica, musculação, academia? Sai dessa enquanto você ainda tem saúde...
Viva o sedentarismo ocioso!!! Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo. Você terá toda a eternidade para ser só osso!!!
NÃO FAÇA MAIS DIETA!! Afinal ....
A baleia bebe só água, só come peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDAAAAAAAAAAA!!!
O elefante só come verduras e é GORDOOOOOOO!!!
VIVA O HAMBURGUER, O BACON, A BATATA FRITA E CLARO, O CHOPP!!!
Você, mulher bonita, tem pneus??? Lógico, todo avião tem!!! Não se preocupem...
"

preliminares

.
Um tipo está numa entrevista para emprego. O psicólogo dirige-se ao candidato e diz:
- Vou fazer-lhe o teste final para a sua admissão.
- Perfeito! – diz o candidato.
O psicólogo pergunta:
- Você está numa estrada escura e vê ao longe dois faróis emparelhados a virem na sua direcção. O que acha que é?
- Um carro. – diz o candidato.
- Um carro é muito vago. Que tipo de carro? Um BMW, um Audi, um Volkswagen?
- Não dá para saber, não é?
- Hum... – diz o psicólogo, que continua – Vou fazer-lhe outra pergunta:
Você está na mesma estrada escura e vê só um farol a vir na sua direcção. O que é?
- Uma mota – diz o candidato.
- Sim, mas que tipo de mota? Uma Yamaha, uma Honda, uma Suzuki?
- Sei lá, numa estrada escura, não dá para saber… (já meio nervoso)
- Hum..., diz o psicólogo. Aqui vai a última pergunta:
- Na mesma estrada escura você vê novamente um só farol, menor que o
anterior, e você apercebe-se que vem mais lento. O que é?
- Uma bicicleta.
- Sim, mas que tipo de bicicleta? BTT, estrada, passeio…?
- Não sei.
- Lamento, mas reprovou no teste! – diz o psicólogo.
Então o candidato dirige-se ao psicólogo e diz:
- Interessante esse teste. Posso fazer-lhe uma pergunta também?
- Claro que pode. Pergunte.
- Você está à noite numa rua iluminada. Vê uma mulher com maquilhagem carregada, vestidinho vermelho bem curto, a girar uma bolsinha… o que é?
- Ah! - diz o psicólogo - é uma puta.
- Sim, mas que puta? A sua irmã? A sua mulher? Ou a puta que o pariu?

domingo, janeiro 17, 2010

LIGA PORTUGUESA

.
O BRAGA NÃO DESARMA E VENCEU A
DIFICIL ACADEMICA EM COIMBRA
OOR 2-0.
O BNFICA ESMAGOU O MARITIMO
POR 5-0, MAS SÓ QUANDO O TIME
DA MADEIRA FICOU REDUZIDO A
9 POR 2 EXPULSÕES.

O PORTO EMPATOU COM O PAÇOS DE
FERREIRA 1-1 E SE INCRENCOU MAIS.



Académica 0-2 Sp. Braga
V. Guimarães 2-2 V. Setúbal
Marítimo 0-5 Benfica
Rio Ave 0-2 U. Leiria
Belenenses 1-3 Leixões
Olhanense 1-0 Naval
Sporting 3-2 Nacional
FC Porto 1-1 P. Ferreira

CLASIFICAÇÃO

1 Sp. Braga 39
2 Benfica 39
3 FC Porto 33
4 Sporting 27
5 Nacional 24
6 U. Leiria 23
7 V. Guimarães 23
8 Rio Ave 19
9 Marítimo 19
10 P. Ferreira 16
11 Académica 16
12 Naval 15
13 Olhanense 14
14 Leixões 14
15 V. Setúbal 13
16 Belenenses 11

DICIONÁRIO

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AFINAL É FÁCIL
FALAR LINGUAS

RUSSO*

Conjunto de árvores
Boshke

Insecto
Moshka

Político
Caganopovo

Defunto
Sefoy Prakova

Sogra
Storvo

ALEMÃO

Abrir a porta
Destranken

Não me interessa
Queselich

Bombardeio
Bombascaen

Chuva
Gotascaen

Sogra
Ajjj

sábado, janeiro 16, 2010

CARIOCÃO

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O VASCO ESTREOU VENCENDO
OS TIGRES POR MAGRO 1-0


1ª rodada
Sáb, 16/01/2010

Sábado,

Bangu 0 x 3 Boavista
Olaria 2 x 2 Volta Redonda
Madureira 2 x 1 América
Vasco 1 x 0 Tigres
Macaé 2 x 3 Botafogo

Domingo,

Flamengo 3 x 2 Duque de Caxias
Friburguense 0 x 0 Resende
Americano 0 x 3 Fluminense
Quarta-feira, 20/01/2010 16h | São Januário

VASCO 1 x 0 TIGRES


VASCO - Fernando Prass, Fágner, Fernando, Gian e Márcio Careca; Nilton, Jumar (Souza), Léo Gago e Carlos Alberto (Philippe Coutinho); Dodô (Caíque) e Rodrigo Pimpão TIGRES - Marcos Paulo, Oziel, Zé Carlos, Gustavo e Celico; Leão, Denis (Daniel Martins), Leandro Chaves e Vander (Claiton); Gilcimar e Danilo Santos (Gilberto)



No regresso de Dôdô o Vasco venceu com alguma dificuldade, com um golo de Fagner

CAN 2010 - seguindo MOÇAMBIQUE

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ESTA TARDE MOÇAMBIQUE PERDEU
COM O EGIPTO POR 2-0

Com esta derrota Moçambique terá de vencer a Nigéria no ultimo jogo do grupo ou estará afastado do CAN.
o Egipto garantiu a presença nos quartos-de-final



A selecção moçambicana, com a presença de Mexer (Sporting) e Paíto (ex-Sporting), perdeu este sábado por 2-0 contra o Egipto, num jogo da Taça das Nações Africanas (CAN), na segunda jornada do Grupo C da fase de grupos.
Assim, a selecção egípcia ganha acesso aos quartos-de-final, sendo um dos candidatos à final.

No jogo contra Moçambique, o Egipto ganhou vantagem aos 46 minutos com um auto-golo do jogador Dário Kahn depois de um cruzamento da direita. Quando nove minutos faltavam para o final do jogo, o Egipto voltou a marcar, apontado por Mohamed Naugi.

Marcadores:

Dario (Auto golo), 46 minutos

Gedo, 80 minutos

Constituição das Equipas:

Egipto: El Haday, M.Fathalla, H. Said (El Mohamady aos 47’), A. Fathi, Hosni, Zidan (A. Eid aos 57’), Meteeb, S. Moawad, A. Hassan, Shikabala (Gedo aos ….), Gomaa.

Suplentes: El Mohamady, Moatasem S., A. Eid, H.Ghaly, A.Tawfik, Gedo, Wahid, M.Abdelshafi, A.Raouf, S.Hamady, M.A bolseoud


Treinador: Michel Dessuner

Moçambique: Bila, Simão, Mucuana, Pelembe, Fumo (Josimar aos 51’), Bucuane Tico Tico (Hagi aos 86’), Rafael, Lobo (Josemar aos 86), Khan, Chapanga, Sitoe.

Suplentes: Cossa, Hagi, Carimo, Monteiro, Hélder, Fanuel, Parruque, Massinga, L. Sousa, Zainadine, Josemar, Lama.

Treinador: Mart Nooij

No outro jogo do grupo a Nogéria bateu o Benin por 2-0

classificação actual
Egipto 6
Nigéria 3
Benin 1
Moçambique 1

CARIOCÃO

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COMEÇOU HOJE O CARIOCÃO
E O AMÉRICA DE BEBETO
PERDEU PARA O MADUREIRA
POR 2 A 1


BEBETO, CAMPEÃO DO MUNDO PELA CANARINHA, ESTREOU PERDENDO E TENDO PROBLEMAS COM A GALERA...(JÁ?)

sexta-feira, janeiro 15, 2010

VAGNER LOVE, NO FLAMENGO

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VAGNER CHOROU DE EMOÇÃO POR VESTIR O "MANTO SAGRADO", SEGINDO ELE, SONHO DE CRIANÇA.

HISTÓRIA DE PORTUGAL -AS GUERRAS LIBERAIS,

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GUERRAS LIBERAIS PORTUGUESAS(1828-1834)
A Guerra Civil Portuguesa, também chamada de Guerras Liberais, teve lugar em Portugal entre 1831 e 1834, opondo o partido constitucionalista liderado pela Rainha Maria II de Portugal e o seu pai, o Imperador Pedro I do Brasil, ao partido tradicionalista de Miguel I de Portugal. Em causa estava o respeito pelas regras de sucessão ao trono português e a decisão tomada pelas Cortes de 1828, aclamando D. Miguel I como rei de Portugal.

D.MIGUEL

A sucessão de D. João VI
A morte de João VI de Portugal levantou um problema de sucessão. O rei tinha dois filhos adultos mas as relações com ambos eram complicadas. Pedro, o seu primogénito e herdeiro tinha sido deserdado na sequência dos eventos de 7 de Setembro de 1822 que levaram à independência do Brasil. Com Miguel, a relação não era mais fácil, visto que o príncipe já se tinha revoltado contra o pai pelo menos duas vezes e estava exilado.

Após o assassínio de D. João VI, com a ideia de reunificar as coroas de Portugal e Brasil, a regência da Infanta Isabel nomeou D. Pedro, Imperador do Brasil, como seu sucessor. Em 1826, Pedro torna-se Rei de Portugal como Pedro IV, mas, como a constituição brasileira de 1824 impedia que governasse ambos os países, abdicou um mês depois para a filha menor, Maria da Glória (D. Maria II). O seu irmão Miguel foi nomeado regente de Portugal e foi contratado o seu casamento com a sobrinha. D. Miguel voltou do exílio e assumiu a regência em nome da sobrinha. Em 23 de Junho de 1828, as Cortes aclamaram porém D. Miguel como rei de Portugal, considerando-o legitimo herdeiro do trono e ilegítimos todos os actos praticados por D. Pedro em relação a Portugal após a declaração da independência do Brasil. A base para esta decisão foram as Leis Fundamentais do Reino, que à data ainda se encontravam em vigor, e à luz das quais D. Pedro e os seus descendentes tinham perdido o direito à Coroa a partir do momento em que, por um lado, aquele príncipe se tornara soberano de um estado estrangeiro (Brasil) e, por outro, levantara armas contra Portugal.

A Guerra Civil
De início o partido miguelista levou a melhor e a causa pedrista parecia perdida. Miguel I procurou obter reconhecimento internacional, mas foi apenas reconhecido como rei pelos Estados Unidos da América e pelo Vaticano. As restantes monarquias europeias mantiveram-se em silêncio. Em 1831, o Imperador Pedro I foi forçado a abdicar da coroa do Brasil para o filho Pedro II e viajou para Portugal para defender o alegado direito ao trono português por parte de sua filha. Em 1831, Pedro desembarca as suas tropas nos Açores e toma diversas ilhas, estabelecendo o arquipélago como base de operações.

Conquistada a fortíssima posição militar e naval de Angra, nos Açores, por essa armada, D. Pedro partirá depois daí, mais tarde, para invadir o continente português, o que ocorrerá a norte do Porto, na Praia dos Ladrões, depois rebaptizada de praia do Mindelo, que ficou conhecido como Desembarque do Mindelo, onde actualmente se encontra o grande monumento aos mortos da Guerra Civil, em forma de obelisco colocado junto ao mar, nas rochas do desembarque.

Seguidamente, as forças pedristas desembarcadas entrincheiraram-se dentro dos muros da Cidade Invicta, dando os miguelistas início ao duro e prolongado Cerco do Porto. Finalmente, conseguindo furar o bloqueio naval da barra do Douro, uma frota liberal fez-se ao mar e seguiu até ao Algarve, onde desembarcou uma divisão do seu Exército, que avançou para Lisboa rapidamente, protegido pela esquadra inglesa. Lisboa foi entregue ao comandante-chefe liberal, marechal Duque da Terceira, sem combate nem resistência, pelo Duque de Cadaval, antigo primeiro-ministro do rei D. Miguel, em 24 de Julho de 1833.

Levantado o Cerco do Porto graças à queda da capital nas mãos dos pedristas, a guerra continuou no entanto a marchas forçadas e dolorosas, em Coimbra, Leiria e pelo Ribatejo fora. D. Miguel I estabelece então a sua corte em Santarém, onde entretanto morre de peste a infanta D. Maria da Assunção de Portugal, irmã dos dois príncipes inimigos.

Em 24 de Abril de 1834, pelo Tratado de Londres, a Quádrupla Aliança decide-se pela intervenção militar contra as forças do rei D. Miguel I. Enquanto o almirante Charles Napier desembarcou tropas na Figueira da Foz, avançando por Leiria, Ourém e Torres Novas, o general espanhol José Ramón Rodil y Campillo entrou em Portugal através da Beira e Alto Alentejo com uma expedição de 15 mil homens em apoio do partido de D. Pedro e de sua filha D. Maria da Glória. Vai dar-se a definitiva batalha da Asseiceira, ganha pelos pedristas, finda a qual o que restava do exército miguelista se retirou para o Alentejo. A paz assinada na Convenção de Évoramonte determinou o regresso de Maria II à coroa e o exílio de Miguel para a Alemanha.

Protesto e Declaração de Génova

Ao desembarcar em Génova, em 20 de Junho, D. Miguel protestou formalmente à face da Europa contra a violência da Quádrupla Aliança, num documento que ficou conhecido como o "Protesto e Declaração de Génova", ponto de partida para a luta legitimista que virá a durar até 1932. Nesse documento, D. Miguel declarava "como nula e de nenhum valor" a capitulação a que, sob coacção, fora forçado em Évora-Monte. Apesar de vencido militarmente, D. Miguel não abdicava da sua legitimidade como rei de Portugal Muitos miguelistas não depuseram as armas, tendo alguns passado a Espanha, em auxílio dos Carlistas, enquanto outros se dedicavam a actos de guerrilha contra o Governo em território nacional (destacando-se, neste contexto, a figura do Remexido, no Algarve).

D. Maria da Glória, a princesa do Grão-Pará, que entretanto se encontrava ao abrigo da corte de Londres, junto a sua prima, a rainha Vitória, pode finalmente chegar a Portugal, nesse ano de 1834, e, estando o vencedor da guerra, D. Pedro, tuberculoso e com pouca esperança de vida, houve que emancipar rapidamente a jovem princesa, de 15 anos de idade, jurando finalmente a Carta Constitucional, e subindo enfim ao trono de Portugal, pela declaração da sua maioridade em Cortes, e cessação da regência que em seu nome o pai exercia.

Batalhas
Cerco do Porto (Julho 1832 - Agosto 1833)
Batalha do Cabo de São Vicente (5 de Julho de 1833)
Batalha da Praia da Vitória
Batalha da Ponte Ferreira, freguesia de Campo, concelho de Valongo (23 de Julho de 1832)
Batalha de Alcácer do Sal (2 de Novembro de 1833)
Batalha de Pernes (30 de Janeiro de 1834)
Batalha de Almoster (18 de Fevereiro de 1834)
Batalha de Sant’Ana (24 de Abril de 1834)
Batalha de Asseiceira (16 de Maio de 1834)

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quinta-feira, janeiro 14, 2010

DÔDÔ , no VASCO, aos 35 anos

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O VASCO VAI APRESENTAR NO
CARIOCÃO O ARTILHEIRO
DÔDÔ, QUE AOS 35 ANOS
VOLTA AOS GRAMADOS DE-
POIS DE ANO E MEIO DE
PARAGEM



O Cariocão começa neste final de semana