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terça-feira, dezembro 14, 2010

pintores brasileiros -DI CAVALCANTI

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DI CAVALCANTI

Nome completo Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo
Nascimento 6 de Setembro de 1897
Rio de Janeiro, RJ
Brasil
Morte 26 de outubro de 1976 (79 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Brasil
Ocupação pintor, ilustrador e caricaturista
Movimento estético Modernismo



Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti (Rio de Janeiro, 6 de setembro de 1897 — Rio de Janeiro, 26 de outubro de 1976) foi um pintor, desenhista, ilustrador e caricaturista brasileiro.


Emiliano Di Cavalcanti nasceu em 6 de setembro de 1897, no Rio de Janeiro, na casa de José do Patrocínio, que era casado com uma tia do futuro pintor.

Quando seu pai morreu em 1914, Di Cavalcanti obriga-se a trabalhar e faz ilustrações para a revista Fon-Fon. Antes que os trepidantes anos 20 se inaugurem, vamos encontrá-lo estudando Direito. Em 1916, transferindo-se para São Paulo, ingressa na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Segue fazendo ilustrações e começa a pintar. O jovem Di Cavalcanti frequenta o atelier do impressionista George Fischer Elpons e torna-se amigo de Mário e Oswald de Andrade.

Em 1921 casa-se com Maria, filha de um primo-irmão de seu pai.

Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 idealiza e organiza a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, criando para essa ocasião as peças promocionais do evento: catálogo e programa.

Faz sua primeira viagem à Europa em 1923, permanecendo em Paris até 1925. Frequenta a Academia Ranson. Expõe em diversas cidades: Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdã e Paris. Conhece Picasso, Léger, Matisse, Eric Satie, Jean Cocteau e outros intelectuais franceses.

Retorna ao Brasil em 1926 e ingressa no Partido Comunista. Segue fazendo ilustrações. Faz nova viagem a Paris e cria os painéis de decoração do Teatro João Caetano no Rio de Janeiro.

Os anos 30 encontram um Di Cavalcanti imerso em dúvidas quanto à sua liberdade como homem, artista e dogmas partidários.

Inicia suas participações em exposições coletivas, salões nacionais e internacionais como a International Art Center em Nova Iorque. Em 1932, funda em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos. Sofre sua primeira prisão em 1932 durante a Revolução Paulista. Casa-se com a pintora Noêmia Mourão. Publica o álbum A Realidade Brasileira, série de doze desenhos satirizando o militarismo da época. Em Paris, em 1938, trabalha na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Viaja ao Recife e Lisboa onde expõe no salão “O Século”; ao retornar é preso novamente no Rio de Janeiro. Em 1936 esconde-se na Ilha de Paquetá e é preso com Noêmia. Libertado por amigos, segue para Paris, lá permanecendo até 1940. Em 1937 recebe medalha de ouro com a decoração do Pavilhão da Companhia Franco-Brasileira, na Exposição de Arte Técnica, em Paris.

Com a iminência da Segunda Guerra deixa Paris e retorna ao Brasil, fixando-se em São Paulo. Um lote de mais de quarenta obras despachadas da Europa não chegam ao destino, extraviando-se. Passa a combater abertamente o abstracionismo através de conferências e artigos. Viaja para o Uruguai e Argentina, expondo em Buenos Aires. Conhece Zuília, que se torna uma de suas modelos preferidas. Em 1946 retorna a Paris em busca dos quadros desaparecidos; nesse mesmo ano expõe no Rio de Janeiro, na Associação Brasileira de Imprensa. Ilustra livros de Vinícius de Morais, Álvares de Azevedo e Jorge Amado. Em 1947 entra em crise com Noêmia Mourão - "uma personalidade que se basta, uma artista, e de temperamento muito complicado…". Participa com Anita Malfatti e Lasar Segall do júri de premiação de pintura do Grupo dos 19. Segue criticando o abstracionismo. Expõe na Cidade do México em 1949.

É convidado e participa da I Bienal de São Paulo, 1951. Faz uma doação generosa ao Museu de Arte Moderna de São Paulo, constituída de mais de quinhentos desenhos. Beryl passa a ser sua companheira. Nega-se a participar da Bienal de Veneza. Recebe a láurea de melhor pintor nacional na II Bienal de São Paulo, prêmio dividido com Alfredo Volpi.

Em 1954 o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realiza exposição retrospectiva de seus trabalhos. Faz novas exposições na Bacia do Prata, retornando a Montevidéu e Buenos Aires. Publica Viagem de minha vida. 1956 é o ano de sua participação na Bienal de Veneza e recebe o I Prêmio da Mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste. Adota Elizabeth, filha de Beryl. Seus trabalhos fazem parte de exposição itinerante por países europeus. Recebe proposta de Oscar Niemeyer para a criação de imagens para tapeçaria a ser instalada no Palácio da Alvorada; também pinta as estações para a Via-sacra da catedral de Brasília.

Década de 60
Ganha Sala Especial na Bienal Interamericana do México, recebendo Medalha de Ouro. Torna-se artista exclusivo da Petite Galerie, Rio de Janeiro. Viaja a Paris e Moscou. Participa da Exposição de Maio, em Paris, com a tela Tempestade. Participa com Sala Especial na VII Bienal de São Paulo. Recebe indicação do presidente João Goulart para ser adido cultural na França, embarca para Paris e não assume por causa do golpe de 1964. Vive em Paris com Ivete Bahia Rocha, apelidada de Divina. Lança novo livro, Reminiscências líricas de um perfeito carioca e desenha jóias para Lucien Joaillier. Em 1966 seus trabalhos desaparecidos no início da década de 40 são localizados nos porões da Embaixada brasileira. Candidata-se a uma vaga na Academia Brasileira de Letras, mas não se elege. Seu cinquentenário artístico é comemorado.

Década de 70
A modelo Marina Montini é a musa da década. Em 1971 o Museu de Arte Moderna de São Paulo organiza retrospectiva de sua obra e recebe prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte. Comemora seus 75 anos no Rio de Janeiro, em seu apartamento do Catete. A Universidade Federal da Bahia outorga-lhe o título de Doutor Honoris Causa. Faz exposição de obras recentes na Bolsa de Arte e sua pintura Cinco Moças de Guaratinguetá é reproduzida em selo.

Falece no Rio de Janeiro em 26 de Outubro de 1976.

Centenário
Em 1997, ano do centenário de seu nascimento, diversas exposições comemorativas e retrospectivas de sua obra foram organizadas, entre as quais:

Cronologica
1908 - Recebe aulas do pintor Gaspar Puga Garcia.
1914 – Publica seu primeiro trabalho como desenhista na Revista Fon-Fon.
1916 – Participa do III Salão dos Coadjuvantes. - Muda-se para São Paulo.
1917 – Primeira exposição individual na redação de A Cigarra, em São Paulo.
1919 – Ilustra o livro Carnaval, de Manuel Bandeira.
1921 – Ilustra Balada do sequestro de Reading, de Oscar Wilde.
1922 – Participa da Semana de Arte Moderna, fazendo a capa do trabalho e expondo 11 obras.
1923 – Vai para Europa, fixa residência em Paris como correspondente do jornal Correio da Manhã.
1925 – Volta ao Brasil, morando na Capital.
1929 – Pinta dois paineis para o Teatro João Caetano, no Rio de janeiro.
1935 – Volta novamente para a Europa.
1937 – Medalha de bronze com a decoração do Pavilhão da Companhia Franco-Brasileira, na Exposição de Arte Específica, em Chicago.
1940 – Volta para o Brasil, fixando-se em São Paulo.
1941 – Ilustra o livro Uma noite na taverna / Macário, de Álvares de Azevedo.
1947 – Expõe na Galeria Domus, no Rio de Janeiro.
1953 – Ganha, com Alfredo Volpi, o prêmio de melhor pintor nacional na IV Bienal de São Paulo.
1954 – Retrospectiva do seu nascimento no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
1955 – Publica Viagem de minha vida, livro de memórias.
1956 – Recebe nono prêmio na Mostra de Arte Sacra, na França.
1960 – Recebe medalha de ouro por sua participação com sala especial na IV Bienal Interamericana, no México.
1963 – Homenageado na VII Bienal de São Paulo.
1964 – Exposição comemorativa dos seus 60 anos de artista, na Galeria Relevo, RJ. - Publica o livro Reminiscências líricas de um perfeito cidadão carioca.
1971 – Retrospectiva da sua vida artística Museu de Arte Moderna de São Paulo.
1976 – Morre em sua cidade natal.

segunda-feira, dezembro 13, 2010

preliminares

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Num acidente de trânsito, com dois carros batendo de frente, um guiado por um homem e o outro por uma mulher, os dois carros ficaram completamente destruidos, mas, surpreendentemente, os motoristas nada sofreram.
Sairam completamente ilesos.
Depois de sairem de seus carros. O homem estava pronto para agredir a mulher verbalmente, quando a mulher rapidamente diz:
- Interessante, você um homem e eu uma mulher, com os carros totalmente destruidos, mas estamos sem nenhum arranhão. Isto deve ser um sinal de Deus.
Nós realmente precisavamos nos encontrar.
Estava em nossos destinos nos conhecermos e ficarmos vivendo em paz, como grandes amigos, até o fim de nossos dias.
Concordo! disse o homem.
- Isto com certeza é um sinal de Deus, continuou ela, olhe outro milagre, meu carro está completamente destruído, mas esta garrafa de vinho não se quebrou.

Está claro que o destino quer que a bebamos para celebrar a nossa vida, que foi salva milagrosamente neste acidente.
Vamos celebrar!
Então a mulher passa a garrafa para o homem. Ele concorda sem titubear e vira o gargalo na boca até beber a metade da garrafa.
Entrega a garrafa pela metade para a mulher. Ela pega a rolha e recoloca no gargalo, imediatamente, sem beber nenhum gole.
Sem entender nada, o homem pergunta:
- Não vai beber a sua metade para comemorar?
A mulher responde:
- Agora não. Vou esperar a polícia chegar primeiro...fazer o teste do bafômetro....depois EU COMEMORO!!!

domingo, dezembro 12, 2010

filmes para a história do cinema brasileiro - O DRAGÃO DA MALDADE CONTRA O SANTO GUERREIRO

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O CINEMA BRASILEIRO TEM UMA
GRANDE DIMENSÃO E UMA HISÓRIA
MUITO RICA


O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro


O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro
Directed by Glauber Rocha
Starring Othon Bastos
Maurício do Valle
Release date(s) 1969



O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (The Dragon of Evil Against the Saint Warrior also known as Antônio das Mortes) is a 1969 Brazilian film directed by Glauber Rocha. This sequel to Black God, White Devil stars Othon Bastos, Odete Lara and Hugo Carvana. .


Cast
Maurício do Valle - Antonio das Mortes
Odete Lara - Laura
Othon Bastos - Teacher
Hugo Carvana - Mattos
Joffre Soares - Colonel Horácio
Lorival Pariz - Coirana
Rosa Maria Penna - Saint Barbara
Emmanuel Cavalcanti - Priest
Vinícius Salvatori - Mata Vaca
Mário Gusmão - Antão
Santi Scaldaferri - Batista
Conceição Senna - Waitress
Paulo Lima

sábado, dezembro 11, 2010

MANUEL DE OLIVEIRA PORTUGUÊS,,REALIZADOR DE CINEMA, FAZ HOJE 102 ANOS

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MANUEL DE OLIVEIRA FAZ HOJE 102 ANOS,
E CONTINHUA A TRABALHAR, A REALIZAR
FILMES E JÁ TEM PLANOS PARA MAIS DOIS...

É espantoso, que energia,

Manoel de Oliveira

Nome completo Manoel Cândido Pinto de Oliveira
Nascimento 11 de Dezembro de 1908 (102 anos)
Porto, Portugal
Nacionalidade Portuguesa
Atividade cineasta )

Manoel de Oliveira , de nome completo Manoel Cândido Pinto de Oliveira, Porto, 11 de Dezembro de 1908),[1], é um cineasta português com uma das mais longas carreiras na cinematografia internacional.


Biografia
Realizador mais velho do mundo em actividade, autor de trinta e duas longas-metragens [2], Manoel de Oliveira provém de uma família da alta burguesia nortenha, tendo antepassados fidalgos.[3] É filho de Francisco José de Oliveira, industrial e primeiro fabricante de lâmpadas em Portugal, e de sua esposa, Cândida Ferreira Pinto.

Ainda jovem foi para A Guarda, na Galiza, onde frequentou um colégio de jesuítas. Admite ter sido sempre mau aluno. Dedicou-se ao atletismo, tendo sido campeão nacional de salto à vara, e atleta do Sport Club do Porto, um clube de elite. Ainda antes dos filmes veio o automobilismo e a vida boémia. Eram habituais as tertúlias no Café Diana, na Póvoa do Varzim, com os amigos José Régio, Agustina Bessa-Luís, e outros.

Aos vinte anos vai para a escola de actores fundada no Porto por Rino Lupo, o cineasta italiano ali radicado, e um dos pioneiros do cinema português de ficção. Berlim: sinfonia de uma cidade, documentário vanguardista de Walther Ruttmann, influência-o profundamente. Tem então a ideia de rodar uma curta-metragem sobre a faina no Rio Douro — Douro, Faina Fluvial (1931) foi o seu primeiro filme, que suscitou a admiração da crítica estrangeira e o desagrado dos críticos nacionais. Seria o primeiro documentário de muitos que abordariam, de um ponto de vista etnográfico, o tema da vida marítima da costa de Portugal, motivo repercutido em Nazaré, Praia de Pescadores de Leitão de Barros, Almadraba Atuneira de António Campos) ou Avieiros de Ricardo Costa).

Adquiriu entretanto alguma formação técnica nos estúdios da Kodak, na Alemanha e, mantendo o gosto pela representação, participou como actor no segundo filme sonoro português, A Canção de Lisboa (1933), de Cottinelli Telmo, vindo a dizer, mais tarde, não se identificar com aquele estilo de cinema popular.

Só mais tarde, em 1942, se aventuraria na ficção como realizador: adaptado do conto Os Meninos Milionários, de Rodrigues de Freitas, filma Aniki-Bobó (1942), um enternecedor retrato da infância no cru ambiente neo-realista da Ribeira do Porto. O filme foi um fracasso comercial, mas com o tempo daria que falar. Oliveira decidiu, talvez por isso, abandonar outros projectos, envolvendo-se nos negócios da família. Só voltaria ao cinema catorze anos depois, com O Pintor e a Cidade, em 1956.

Em 1963, O Acto da Primavera (segunda docuficção portuguesa) marcou uma nova fase do seu percurso. Com este filme, praticamente ao mesmo tempo que António Campos, iniciou Oliveira em Portugal, a prática da antropologia visual no cinema. Prática essa que seria amplamente explorada por cineastas como João César Monteiro, na ficção, como António Reis, Ricardo Costa e Pedro Costa, no documentário. O Acto da Primavera e A Caça são obras marcantes na carreira de Manoel de Oliveira. O primeiro filme é representativo enquanto incursão no documentário, trabalhado com técnicas de encenação, o segundo – que conheceu a supressão de uma cena por parte da censura – como ficção pura em que a encenação não se esquiva ao gosto do documentário.

Por causa de alguns diálogos no filme passou dez dias de cadeia na PIDE[4].

A obra cinematográfica de Manoel de Oliveira, até então interrompida por pausas e projectos não-realizados, só a partir da sua futura longa metragem (O Passado e o Presente, de 1971) prosseguiria sem quebras nem sobressaltos, por uns trinta anos, até ao final do século. A teatralidade imanente de O Acto da Primavera, contaminando esta sua segunda ficção, afirmar-se-ia como estilo pessoal, como forma de expressão que Oliveira achou por bem explorar nos seus filmes seguintes, apoiado por reflexões teóricas de amigos e conhecidos comentadores.

A tetralogia dos amores frustrados seria o palco por excelência de toda essa longa experimentação. O palco seria o plateau, em que o filme falado, em «indizíveis» tiradas teatrais, se tornariam a alma de um cinema puro só por ter o teatro como referência, como origem e fundamento. Eram assim ditos os amores, ditos eram os seus motivos, e ditos ficaram os argumentos de quem nisso viu toda a originalidade do mestre invicto: dito e escrito, com muito peso, sem nenhuma emoção, mas sempre com muito sentimento.

Manoel de Oliveira insiste em dizer que só cria filmes pelo gozo de os fazer, independente da reacção dos críticos. Apesar dos múltiplos condecorações em alguns dos festivais mais prestigiados do mundo, tais como o Festival de Cannes, Festival de Veneza ou o Festival de Montreal, leva uma vida retirada e longe das luzes da ribalta. Durante o Festival de Cannes em 2008, foi congratulado e felicitado pessoalmente pelo actor norte-americano Clint Eastwood.

Os seus actores preferidos, com quem mantém uma colaboração regular são Luís Miguel Cintra, Leonor Silveira, Diogo Dória, Rogério Samora, Miguel Guilherme, Isabel Ruth e, mais recentemente, o seu neto, Ricardo Trepa. Não são também alheias as participações de actores estrangeiros, como Catherine Deneuve, Marcello Mastroianni, John Malkovich, Michel Piccoli, Irene Papas, Chiara Mastroianni, Lima Duarte ou Marisa Paredes.

Em 2008 completou cem anos de vida, tendo, entre outras, comemorações, sido condecorado pelo Presidente da República, e assistido à produção de um sem número de documentários sobre a sua vida e obra. Centenário, dotado de uma resistência e saúde física e mental inigualáveis, é o mais velho realizador do mundo em actividade, e ainda com planos futuros.

Prémios e galardões
É professor honorário da Academia de Cinema de Skopje
Recebeu em 2008 o Prémio Mundial do Humanismo
Em 2008, Manoel de Oliveira recebeu o Doutoramento honoris causa pela Universidade do Algarve
Em 2009 recebeu nos XIV Globos de Ouro transmitido na SIC no 18 de Maio de 2009 um prémio de prestigio e de homenagem pelo seu trabalho que realizou tendo já 100 anos de idade, sendo dos realizadores mais velhos do mundo.
Agraciado com a GCSE pelo Presidente de Portugal.

Filmografia

Longas-metragens
2010 - O Estranho Caso de Angélica
2009 - Singularidades de uma Rapariga Loura
2007 - Cristóvão Colombo – O Enigma
2006 - Belle Toujours
2005 - Espelho Mágico
2004 - O Quinto Império - Ontem Como Hoje
2003 - Um Filme Falado
2002 - O Princípio da Incerteza
2001 - Porto da Minha Infância
2001 - Vou para Casa
2000 - Palavra e Utopia
1999 - A Carta
1998 - Inquietude
1997 - Viagem ao Princípio do Mundo
1996 - Party
1995 - O Convento
1994 - A Caixa
1993 - Vale Abraão
1992 - O Dia do Desespero
1991 - A Divina Comédia
1990 - Non, ou a Vã Glória de Mandar
1988 - Os Canibais
1986 - O Meu Caso
1985 - Le Soulier de Satin
1981 - Francisca
1979 - Amor de Perdição (1979)
1974 - Benilde ou a Virgem Mãe
1971 - O Passado e o Presente
1963 - Acto da Primavera (docuficção)
1942 - Aniki-Bobó


aniki bóbó

Curtas e médias metragens

2010 - Painéis de São Vicente de Fora, Visão Poética
1985 - Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Porto
1983 - Lisboa Cultural
1983 - Nice - À propos de Jean Vigo
1982 - Visita ou Memórias e Confissões
1966 - O Pão (documentário)
1965 - As Pinturas do meu irmão Júlio (documentário)
1964 - A Caça
1956 - O Pintor e a Cidade
1941 - Famalicão (filme)
1938 - Já se Fabricam Automóveis em Portugal
1938 - Miramar, Praia das Rosas
1932 - Estátuas de Lisboa
1931 - Douro, Faina Fluvial

Como actor

1994 - Lisbon Story, de Wim Wenders
1980 - Conversa Acabada, de João Botelho
1933 - A Canção de Lisboa, de Cotinelli Telmo
1928 - Fátima Milagrosa, de Rino Lupo

Como supervisor

1970 - Sever do Vouga… Uma Experiência, de Paulo Rocha
1966 - A Propósito da Inauguração de Uma Estátua - Porto 1100 Anos, de Artur Moura, Albino Baganha e António Lopes Fernandes.

Outros
1937 - Os Últimos Temporais: Cheias do Tejo (documentário)
1958 - O Coração (documentary, 1958)
1964 - Villa Verdinho: Uma Aldeia Transmontana (documentário)
1987 - Mon Cas (1987)
1987 - A Propósito da Bandeira Nacional (1987)
2002 - Momento (2002)
2005 - Do Visível ao Invisível (2005)
2006 - O Improvável não é Impossível (2006)
[editar] Vida pessoal
Oliveira casou com Maria Isabel Brandão de Meneses de Almeida Carvalhais (nascida em 1918), no Porto em 4 de dezembro de 1940. Do casamento resultaram quatro filhos:

Manuel Casimiro Brandão Carvalhais de Oliveira (nascido em 1941).
José Manuel Brandão Carvalhais de Oliveira (nascido em 1944).
Isabel Maria Brandão Carvalhais de Oliveira (nascida em 1947).
Adelaide Maria Brandão Carvalhais de Oliveira (nascida em 1948).
Tem também já vários netos e bisnetos. Um dos netos é o conhecido actor Ricardo Trepa (filho de Adelaide).

TAÇA DE PORTUGAL

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DISPUTARAM-SE HOJE, DOIS
JOGOS D TAÇA DE PORTUGAL
COM O PORTO A ELIMINAR
FÀCILMENTE O JEVENTUDE
DE ÉVORA 4-0, E UMA SUR-
RESA, O SPORTING A SER
ELIMINADO PELO SETUBAL
POR 2-0.



sexta-feira, dezembro 10, 2010

grupos de cante alentejanos - OS RASTOLHICE

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Na BTL de LISBOA 2010. em Janeiro deste ano, o grupo RASTOULHICE, fez furor, e chergou a abafar o ruido dos tambores de uma arruadda de bombos.



O cante, a música e o humor são os ingredientes do grupo “Rastolhice”, que se dedica à recolha, adaptação e divulgação de música tradicional do Alentejo. António Caturra (tracanholas e voz), Pedro Mestre (viola campaniça e voz), Armando Torrão (viola baixo e voz) e João Cataluna (acordeão e voz) são os quatro elementos do projecto. Note-se que estes músicos já integraram projectos como “Adiafa”, “Modas ao Luar” e “Trigo Limpo”, contando pois com um vasto reportório.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

JOGADORES BRASILEIROS NA I LIGA PORTUGUESA -HELTON-BRAGA

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HELTON , do F.C.PORTO ,veio para Portugal do Vasco da Gama do RJ,onde ficou campeão do mundo de clubes, para o União de Leiria ,de onde transitou para o F.C.Porto tendo sido já 3 vezes campeão nacional

cantores portugueses -PEDRO ABRUNHOSA

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PEDRO ABRUNHOSA é um cantor português do norte

Pedro Abrunhosa (20 de Dezembro de 1960, Porto), é um cantor e compositor português.


Biografia
Inicia cedo os estudos musicais. Termina o Curso de Composição do Conservatório de Música do Porto, após o que estuda e trabalha com os professores Álvaro Salazar e Jorge Peixinho. Faz o Curso de Pedagogia Musical com Jos Wuytack.

Aos dezasseis anos já dava aulas na Escola de Música do Porto. Pouco depois ensinava também no ensino oficial, na Escola do Hot Clube, em Lisboa, e na Escola de Música Caiús. Desenvolve os estudos de Contrabaixo. Funda a Escola de Jazz do Porto e a Orquestra da mesma, que dirige e para a qual escreve.

Trabalha nesta área por toda a Europa com Joe Hunt, Wallace Rooney, Gerry Nyewood, Steve Brown, Todd Coolman, Billy Hart, Bill Dobbins, Dave Schnitter, Jack Walrath, Boulou Ferré, Elios Ferré, Ramon Cardo, Frankie Rose, Vicent Penasse e Tommy Halferty.

Em 1994 é editado o álbum “Viagens”, conjuntamente com os “Bandemónio”. Atinge vendas recorde de 243.000 unidades atingindo a marca de tripla platina. Neste álbum conta com a participação do saxofonista de James Brown, Maceo Parker. Faz mais de duzentos espectáculos em apenas dois anos. Apresenta-se ainda nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Macau, França, Suíça, Espanha, Luxemburgo, Itália e outros.

Lança em 1995 o Maxi-single F, juntamente com um livro, alcançando com ambos um inesperado impacto. Fazia parte do álbum a canção "Talvez F--r", que foi a primeira a ser censurada, em Portugal, em mais de 20 anos.

Em 1996 edita “Tempo”, agora com uma nova formação dos Bandemónio. “Tempo” vende acima das 180.000 unidades, ultrapassando a marca de quádrupla platina. Neste álbum trabalha em Minneapolis, Memphis e Nova Iorque com toda a banda de Prince, os New Power Generation e Tom Tucker, seu engenheiro principal. Participam ainda Carlos do Carmo, Opus Ensemble e Rui Veloso. Com a música Se Eu Fosse Um dia o Teu Olhar , extraído deste disco para o filme Adão e Eva, bate todos os recordes de bilheteira. É editado o disco "Tempo - Versões e Reimixes".

Escreve, compõe e produz o musical “Rapaz de Papel”, encomenda do Festival dos Cem Dias. Posteriormente grava todas estas músicas no álbum “Amanhecer”, interpretado por Diana Basto.

É convidado por Caetano Veloso a realizar um espectáculo conjunto na Expo 98. É convidado pelo realizador Manoel de Oliveira para protagonista masculino do filme “A Carta”, rodado em Paris, Itália, Nova Iorque, Lisboa e Londres. Contracena com Chiara Mastroianni. Com esse filme, laureado no Festival de Cinema de Cannes com o Grande Prémio do Júri, tem a oportunidade de fazer a famosa “subida dos 24 degraus”.

Em 1999 edita Silêncio, um disco de viragem extremamente importante para a carreira dos Bandemónio mas que fica aquém das vendas dos dois discos anteiores: ultrapassa as 40.000 unidades, atingindo a marca de platina.

As suas canções são gravadas e interpretadas no Brasil por artistas como Caetano Veloso, Lenine, Zélia Duncan, Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Sandra de Sá, Syang, Rio Soul, Edson Cordeiro, entre outros.

Em 2002 editou Momento, um êxito de vendas e airplay em todas as rádios nacionais, e atingindo novamente a marca de dupla-platina, com vendas superiores a 90.000 unidades. Durante dois anos, a canção “Momento (Uma Espécie de Céu)” foi a mais tocada em Portugal.

Em 2003 edita o álbum triplo, “Palco”, resultado dos emblemáticos concertos ao vivo com os Bandemónio e os HornHeads de Prince. Com o disco palco, dupla platina, atinge vendas de 72.000 unidades. Um discos inclui duetos com Lenine e Zélia Duncan.

Em 2004 encerra o Rock in Rio Lisboa, concerto integrado na sua digressão 2002/2004 com mais de 120 espectáculos realizados.

Entretanto, tem feito palestras, debates e conferências por todo o país, sobretudo em Faculdades, Escolas, Bibliotecas ou afins. Escreveu para a TSF, Magazine Artes, Fórum Estudante e tem trabalhos editados nas mais variadas publicações.

Em 2006 participou numa das músicas do álbum de estreia da banda portuguesa Cindy Kat, música essa - A Saída. Editou ainda o livro Canções, que rapidamente esgota, contendo partituras das suas mais emblemáticas músicas.

Lançou em 3 de Abril de 2007 o single Quem me leva os meus fantasmas, o primeiro single do novo álbum Luz lançado em 25 de Junho de 2007.

O primeiro concerto de Pedro Abrunhosa e Bandemónio após o lançamento do álbum Luz teve lugar no espaço Paradise Garage em Lisboa, na noite de 26 de Junho de 2007. É acompanhado ao vivo e em estúdio por: João André - baixo, Cláudio Souto - Teclas, Edgar Caramelo - Saxofone, Pedro Martins - Bateria e Marco Nunes - Guitarra

Pedro Abrunhosa anunciou um novo álbum já com data de edição que o musico tem vindo a apresentar ao vivo, agora separado dos Bandemónio e com a sua nova banda, os Comité Caviar.[1][2]

A 7 de Fevereiro de 2010 Pedro Abrunhosa foi protagonista de uma queda durante o programa 'Ídolos' da SIC quando se preparava para uma dupla actuação como convidado. Abrunhosa não sofreu ferimentos e até reagiu com humor. O cantor portuense rapidamente se recompôs e interpretou dois temas com os finalistas.

Desde 12 de Abril de 2010 o seu álbum "Longe" encontra-se disponível nos locais habituais, data em que também foi lançado o seu mais recente website - http://www.abrunhosa.com/ . A aparência do site modifica-se conforme a hora do dia em que se visita, acompanhada por efeitos sonoros adaptados à hora e local que as imagens de fundo evocam. Foi um projecto desenvolvido por duas empresas do Porto : Basepoint (Desenvolvimento)[3] - http://www.basepoint.pt - e Campo Visual (Design) - http://www.campovisual.com -.

O álbum "Longe" foi apresentado na Casa da Música, no Porto, a 2 de Maio de 2010, estando nessa altura no 1º lugar no top de vendas.

Em 23 de maio de 2010, apresentou-se, num dueto, ao lado da diva brasileira Ivete Sangalo, durante a Gala de entrega dos Globos de Ouro, promovida pela SIC Portugal. No encontro, os dois cantaram uma canção de autoria do próprio Abrunhosa chamada "Fazer o que ainda Não Foi Feito".

Discografia

Álbuns
1994 - Viagens
1996 - Tempo
1999 - Silêncio
2002 - Momento
2007 - Luz
2010 - Longe[4]

Álbuns Ao Vivo

2003 - Palco (3CD)
[editar] EPs
1995 - F
1997 - Tempo - Remixes e Versões
1998 - Pedro Abrunhosa

DVD

2005 - Intimidade

] Bandas Sonoras
Escreve e executa as bandas sonoras dos filmes: “A Carta” de Manoel de Oliveira (música incidental), “Amour en Latin”, de Serge Abramovic, “Adão e Eva” de Joaquim Leitão e “Novo Mundo” com base em imagens do cartoonista António.

Compõe ainda para as peças de teatro Possessos de Amor, A Teia e O Aniversário de Infanta e 150 anos De Bonfim.

Prémios
2 Globos de Ouro
Prémio Bordallo de Imprensa
4 prémios BLITZ
4 prémios Rádio Nova Era
Prémio prestígio Nova Gente
Prémio de Melhor Banda Sonora, em Espanha ("Novo Mundo")
Prémio Melhor Compositor, pela RCL.
Prémio Telemóvel de Ouro, pelo recorde de downloads das suas músicas
Prémio Arco-Íris 2007 da Associação ILGA Portugal pelo tema "Balada de Gisberta", do álbum Luz

quarta-feira, dezembro 08, 2010

O BRAGA na CHAMPIONS

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TAMBÉM O BRAGA FOI ELIMINADO
NA CHAMPIONS, AO PERDER COM
O SHAKTHIAR 2-0, JUNTANDO-SE
AO BENFICA NA LIGA DA EUROPA



Os "arsenalistas" saíram derrotados do encontro desta quarta-feira no reduto do Shakhtar Donetsk, por 2-0. A equipa portuguesa despede-se assim da Liga "milionária", com nove pontos, ficando na terceira posição do Grupo H. Já o Shakhtar e o Arsenal estão na próxima etapa da competição.

O Sp. Braga partiu para o encontro em Donetsk "obrigado" a vencer por uma diferença de quatro golos para seguir para a próxima fase da Liga dos Campeões.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores:

1-0, Rat, 78 minutos.

2-0, Luiz Adriano, 83.


Equipas:

- Shakhtar Donetsk: Pyatov, Srna, Chygrynskiy, Rakitskiy, Rat, Gai, Stepanenko, Douglas (Alex Teixeira, 62), Jadson (Mkhitaryn, 73), Willian e Luiz Adriano.

(Suplentes: Khudzhamov, Hubschman, Kucher, Kobin, Mkhitaryn, Alex Teixeira e Ischenko).

- Sporting de Braga: Artur, Miguel Garcia, Aníbal Capela, Alberto Rodríguez, Sílvio, Vandinho, Leandro (Hélder Barbosa, 81), Alan (Lima, 69), Luís Aguiar (Hugo Viana, 72), Paulo César e Matheus.

(Suplentes: Felipe, Mossoró, Hélder Barbosa, Léo Fortunato, Lima, Andrés Madrid e Hugo Viana).

preliminares

Uma adolescente de 16 anos diz para a mãe que a menstruação está atrasada mais de 2 meses.
Super preocupada, a mãe vai à farmácia e compra um Kit exame de gravidez para filha e o resultado é positivo !
Assim, começa a gritaria, choros, lamentações...
-Quero saber quem foi o canalha !... E agora, vá já falar pro teu pai, etc..., etc... !
A garota, quando fica sozinha, pega o telefone e faz uma ligação.
Meia hora depois, para na frente da casa uma Ferrari último modelo e sai um tipo maduro, cabelo meio branco, vestido com um terno elegante.
Já na sala, o homem se senta na frente do pai, da mãe, da moça e diz:
- Bom dia... sua filha já me informou do problema.
Atento ao fato de viver conjugalmente com outra mulher, eu não posso me casar com ela, mas cuidarei dos detalhes pertinentes.
- Se a criança nascer menina, posso dar 3 lojas, 2 apartamentos, uma casa na praia e uma conta com 1.500.000 dólares.
Contudo, se for menino, terá 2 indústrias siderúrgicas, uma fazenda com 1.900 cabeças de gado e, é claro, a conta com os 1.500.000 dólares.
Em caso de nascerem gêmeos, ambos terão somados aqueles benefícios, mais uma ajuda de 250.000 dólares por cabeça.
E continua: - Mas no caso de um aborto...
Nesse momento se levanta o pai da moça, que estava calado o tempo todo, põe a mão no ombro do homem e diz:
-No caso de acontecer essa tragédia, voce come ela de novo !!!

terça-feira, dezembro 07, 2010

grupos de cante alentejanos - AS VOZES DE ALMODÔVAR

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O GRUPO CORAL AS VOZES DE ALMODÔVAR são um grupo coral da Vila alentejana de Almodôvar ,Baixo Alentejo.



Estas imagens foram captados aquando duma sua actuação na CASA DO ALENTEJO em Lisboa, para o blogue:
www.casa-das-primas.blogspot.com

BENFICA na CHAMPIONS - BENFICA,1 SHAKLKE, 2

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O BENFICA FOI DERROTADO ESTA
NOITE NA LUS POR 1-2, PELO
HERTHA DE BERLIM ,E SENDO
ELIMINADO DA CHAMPIONS VAI
AGORA DISPUTAR A LIGA EUROPA
COM O SPORTING E PORTO.
QUANTO AO BRAGA SÓ AMANHÃ SE
SABERÁ.



Mais uma derrota do Benfica numa carreira muito negativa nesta Champions, e o Benfica salvo para poder ir à Liga Europa pelo Lyon que empatou 2-2 com o Apoel de Telaviv.

BENFICA - Roberto,Maxi Pereira,Luisão,David Luiz,Fábio Coentrão,Rúben Amorim,Javi García,César Peixoto,Carlos Martins,Saviola,Cardozo.

1.Lyon
2.Shallke
3.Benfica
4.Apoel Telaviv

segunda-feira, dezembro 06, 2010

HISTÓRIA DE PORTUGAL- PRESIDENTE BERNARDINO MACHADO

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BERNARDINO MACHADO MACHADO
FOI O 3º.PRESIDENTE DA
REPUBLICA DE PORTUGAL

Bernardino Machado



Presidente de Portugal
Mandato: 6 de Agosto de 1915 até
5 de Dezembro de 1917 (1º mandato)
11 de Dezembro de 1925 até
31 de Maio de 1926 (2º mandato)
Precedido por: Teófilo Braga (1º mandato)
Manuel Teixeira Gomes (2º mandato)
Sucedido por: Sidónio Pais (1º mandato)
Mendes Cabeçadas (2º mandato)

Nascimento: 28 de Março de 1851
Rio de Janeiro, Brasil
Falecimento: 28 de Abril de 1944
Famalicão, Portugal
Primeira-dama: Elzira Dantas Gonçalves Pereira Machado
Partido: Partido Democrático
Profissão: Professor na Universidade de Coimbra


Bernardino Luís Machado Guimarães (Rio de Janeiro, 28 de março de 1851 — Famalicão, 28 de abril de 1944) foi o terceiro e o oitavo presidente eleito da República Portuguesa.



Estudou Filosofia e Matemática na Universidade de Coimbra. Teve um importante percurso como dirigente da maçonaria (na Loja "Perseverança" do Grande Oriente Lusitano).

Foi presidente da República Portuguesa por duas vezes. Primeiro, de 6 de agosto de 1915 até 5 de dezembro de 1917, quando Sidónio Pais, à frente de uma junta militar, dissolve o Congresso e o destitui, obrigado-o a abandonar o país.

Mais tarde, em 1925, volta à presidência da República para, um ano depois, voltar a ser destituído pela revolução militar de 28 de maio de 1926, que instiuirá a Ditadura Militar e abrirá caminho à instauração do Estado Novo.


Vida pessoal
Bernardino Machado era filho de António Luís Machado Guimarães, primeiro barão de Joane, e de sua segunda mulher, Praxedes de Sousa Guimarães.

Recebeu no baptismo o nome próprio do avô materno, Bernardino de Sousa Guimarães, capitalista estabelecido em terras brasileiras.

Passou a infância no Brasil até aos nove anos, quando a família se estabeleceu em Joane, concelho de Famalicão. Em 1866 inscreveu-se na Universidade de Coimbra, em Matemática, tendo optado depois por Filosofia. Foi um brilhante aluno, tendo-se doutorado em Coimbra, onde foi professor.

Em 1872 atingiu a maioridade e optou pela nacionalidade portuguesa.

Casou no Porto em 1882 com Elisa Dantas Gonçalves Pereira, também nascida no Brasil, filha do conselheiro Miguel Dantas Gonçalves Pereira, de quem teve 18 filhos.

De entre os seus descendentes, destacam-se o escritor e autarca Aquilino Ribeiro Machado, presidente da Câmara Municipal de Lisboa na década de 1980 e, o investigador, professor e médico portuense Júlio Machado Vaz.

Política
Durante a monarquia, Bernardino Machado foi deputado pelo Partido Regenerador (1882), par do Reino (1890), e ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria (1893).

Aderiu ao Partido Republicano em 1903.

Com o advento da República foi ministro dos Negócios Estrangeiros e o primeiro embaixador de Portugal no Brasil (1913).

Primeira eleição presidencial
Em 1915, Bernardino Machado foi eleito pelo Congresso a 6 de Agosto. Na primeira votação votaram 189 congressistas, tendo os votos sido assim distribuídos:

Primeiro escrutínio
Bernardino Luís Machado Guimarães 71 votos
António Xavier Correia Barreto 44 votos
Abílio de Guerra Junqueiro 33 votos
Duarte Leite Pereira da Silva 20 votos
Augusto Alves da Veiga 4 votos
Pedro Martins 1 voto
José Caldas 1 voto
Votos brancos 15

Segundo escrutínio
Bernardino Machado 75 votos
Correia Barreto 45 votos
Guerra Junqueiro 30 votos
Duarte Leite 19 votos
Alves da Veiga 2 votos
Votos brancos 12

Terceiro escrutínio
Bernardino Machado:134 votos
Correia Barreto: 18 votos
Votos brancos e nulos: 27

Segunda eleição presidencial
Primeiro escrutínio
Bernardino Machado 124 votos
Duarte Leite 33 votos
Gomes Teixeira 5 votos
Betencourt Rodrigues 1 voto
Belo de Morais 1 voto
Afonso Costa 1 voto
Jacinto Nunes 1 voto
Votos brancos 4

Segundo escrutínio
Bernardino Machado: 148 votos
Duarte Leite: 5
Betencourt Rodrigues:1
Votos brancos: 6.

domingo, dezembro 05, 2010

LIGA PORTUIGUESA

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O BENFICA VENCEU 2-0 O
OLHANENSE, O SPORTING
3-1 AO PORTIMONENSE.

Faltam 3 jogos, 2 que não se disputaram por impedimento do tempo, e o PORTO-SETUBAL, a disputar amanhã



Com um frango monumental de Moretto um ex-Benfica, que sempre jogou mal na Luz, o

Benfica abriu caminho que estava a ser complicado.

BENFICA - Roberto,David Luiz,Luisão,Javi García,Aimar,Fábio Coentrão,Nico Gaitán,Ruben Amorim,Cardozo,Maxi Pereira,Saviola,

Benfica vence o Olhanense por 2-0 e reduz para cinco pontos a diferença para o FC Porto, que joga segunda-feira com o V. Setúbal, no Dragão.90'

OLHANENSE -Moretto,Jardel,João Gonçalves,Mexer,Carlos Fernande,Ismaily,Cadù,Jorge Gonçalves,Fernando,Adilson,Paulo Sérgio

PORTIMONENSE, 1 SPORTING,3



Sporting vence Portimonense (3-1) e sobe ao 3º lugar

O Sporting foi ao Algarve vencer o Portimonense por 3-1, em jogo a contar para a 13ª jornada da Liga Zon/Sagres. Depois da vitória de hoje, os “leões” somam 22 pontos, contabilizando 6 vitórias, 4 empates e 3 derrotas. Com este triunfo por dois golos de diferença e, aproveitando o deslize do V. Guimarães, a equipa de Alvalade sobe ao 3º lugar, com os mesmos pontos que a equipa de Manuel Machado, mas com vantagem na diferença de golos.

A equipa leonina encurta assim, a distancia para o 2º classificado, o Benfica, estando agora a apenas cinco pontos dos “encarnados”. Paulo Sérgio mantém ambições à conquista do título, não obstante da desvantagem para o 1.º lugar.


Portimonense – Sporting, 1-3.
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Ao intervalo: 1-3.

Marcadores:

0-1, Hélder Postiga, 23 minutos.
1-1, Pires, 38.
1-2, Maniche, 43.
1-3, André Santos, 45+1.


Equipas:

Portimonense: Ventura, Ricardo Pessoa, André Pinto, Di Fabio, Nilson, Jumisse (Pedro Moreira, 70), Pedro Silva, Lito (Calvin Kadi, 59), Soares (Pelembe, 45), Candeias e Pires.

(Suplentes: Ivo, Elias, Pedro Moreira, Calvin Kadi, Ruben Fernandes, Valência e Pelembe).

Sporting: Rui Patrício, João Pereira, Daniel Carriço, Polga, Evaldo, Pedro Mendes, André Santos, Maniche, Vukcevic (Yannick Djaló, 83), Hélder Postiga (Carlos Saleiro, 90+1) e Liedson (Abel, 78).

(Suplentes: Hildebrand, Torsiglieri, Carlos Saleiro, Matias, Yannick Djaló, Zapater, e Abel).

preliminares

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O pai pergunta ao filho de 12 anos se ele sabe como são feitos os bebés e
este, desatando a chorar, responde:
NÃO!!! Não quero saber! Promete que não me contas!!!!!
O pai, espantado, pergunta porque razão o filho não quer saber;
ao que o puto, ainda soluçando, responde:
Quando eu tinha 6 anos contaram-me que não havia coelho da Páscoa, aos 7
descobri que não havia Fada Madrinha e aos 8 contaram-me que o Pai Natal eras
tu!, aos 11 que o Benfica não tem seis milhões, Ouve, se eu venho a descobrir que os adultos não dão quecas..., não tenho mais razões para viver!

BRASILEIRÃO - FLUMINENSE CAMPEÃO

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O FLUMINENSE SAGROU-SE ESTA TARDE
CAMPEÃO DO BRASIL, E O RIO DE JANEIRO
EXPLODIU DE ALEGRIA. DOIS ANOS SEGUI-
DOS COM CAMPEÕES DE BERÇO CARIOCA
FLAMENGO 2009 E FLUMINENSE 2010


O nosso blogue aplaude ,pois tendo nascido carioca, também se sente campeão.
Aqui o vosso escriba como Vascaíno saúda o Flu pelo feito.

São Paulo 4-0 Atlético-MG
Santos 0-0 Flamengo
Vasco 2-0 Ceará
Fluminense 1-0 Guarani
Grêmio Prudente 0-3 Internacional
Cruzeiro 2-1 Palmeiras
Grêmio 3-0 Botafogo
Goiás 1-1 Corinthians
Vitória 0-0 Atlético-GO
Atlético-PR 1-0 Avaí


FLUMINENSE, 1 GUARANI,0

Com sofrimento, Fluminense bate Guarani e é bicampeão brasileiro

Fluminense é bicampeão brasileiro



Foi sofrido, mas deu Fluminense. Neste domingo, o time tricolor teve trabalho para vencer uma remendada equipe do Guarani por 1 a 0, no Engenhão, e comemorou o título do Campeonato Brasileiro depois de 26 anos de jejum. O herói da conquista foi Emerson, que marcou aos 16min do segundo tempo após os donos da casa mostrarem muito nervosismo e dificuldades para criar chances em campo, apesar do apoio da arquibancada lotadas.

Além do atacante, o meia Conca, mais uma vez o cérebro da equipe, é o técnico Muricy Ramalho, que recusou convite da Seleção Brasileira para seguir no comando tricolor, são outros símbolos da conquista do clube carioca, que liderou 23 das 38 rodadas do torneio nacional e termina a campanha com 71 pontos, dois de vantagem para o Cruzeiro, vice após bater o Palmeiras por 2 a 1, e três acima do Corinthians, que só empatou com o Goiás nesta última rodada.

Sob grande festa da torcida, que fez balançar a arquibancada do Engenhão, o Fluminense foi a campo com atraso e com Júlio César na vaga do lesionado Deco, que assistiu ao jogo do camarote VIP (escalação inédita no campeonato), e que, com este título, se sagrou campeão em 4 paises:Portugal,Espanha,Inglaterra e Brasil.
O primeiro momento de alegria dos torcedores veio aos 14min. Não por causa do Fluminense, que seguia errando passes e não conseguia chegar com perigo. Mas sim por causa do Goiás, que abriu o placar contra o Corinthians. O panorama do jogo mudaria a partir da segunda metade do primeiro tempo, curiosamente após o time paulista conseguir o empate no Serra Dourada. A equipe carioca adiantou a marcação e passou a assustar os visitantes. Aos 27min, Fred subiu mais que a defesa e quase marcou de cabeça.

O lance foi o estopim para o nervosismo passar para o Guarani. A ponto de Maycon e Aílson trocarem agressões dentro de campo após discussão (Carlos Eugênio Simon puniu a dupla com cartão amarelo). Já aos 35min, Fred recebeu de Emerson na área e mandou para fora. Mas a pressão parou por aí e a etapa inicial teve novos momentos de apreensão no Engenhão, como aos 39min, quando Ricardo Berna, na pequena área, conseguiu evitar finalização de Reinaldo.

"O Guarani está muito fechado, são três zagueiros e três volantes. Precisamos ter tranquilidade", admitiu Fred na saída para o intervalo. A equipe voltou valorizando a posse de bola, mas continuou sem espaços. Aos 3min, a torcida comemorou o gol do Palmeiras contra o Cruzeiro em Minas. Mesmo sem o triunfo, o Fluminense era campeão neste momento.

Demonstrando muita ansiedade no banco de reservas, Muricy Ramalho fez sua primeira alteração aos 9min. Washington, mesmo com seu longo jejum de gols, foi festejado pelas arquibancadas ao entrar no lugar de Júlio César, que sentiu contusão. Logo em seguida, o Cruzeiro buscou a igualdade e deixou a torcida aflita. Por pouco tempo. Aos 16min, Carlinhos abriu espaços pela esquerda e cruzou. A bola passou por Washington na primeira trave e ficou com Emerson, que não perdoou: 1 a 0.

Os torcedores foram à loucura após o gol (vários deles choravam). O técnico Vagner Mancini trocou Márcio Careca por Geovane e na sequência o zagueiro Guilherme pelo atacante Pablo. Mas o time campineiro não conseguiu mostrar no ataque a vocação que teve para se defender na etapa inicial. O Fluminense, com Fernando Bob no lugar de Fred, seguia no campo de ataque e controlava o jogo.

Bem mais calmo e contra um rival inofensivo, o time tricolor ainda desperdiçou boas chances, como com Washington, após toque de calcanhar de Conca, e Rodriguinho, que sustituiu Emerson, mas o placar mínimo foi o suficiente para o Engenhão ver a sua primeira volta olímpica. O Fluminense é bi brasileiro

FICHA TÉCNICA
Fluminense 1 x 0 Guarani

Golos
Fluminense:
Emerson, aos 16min do segundo tempo

Fluminense
4-4-2
Ricardo Berna; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Júlio César (Washington) e Conca; Emerson (Rodriguinho) e Fred (Fernando Bob); técnico Muricy Ramalho

Guarani
3-6-1
Émerson; Guilherme Mattis (Pablo), Aislan e Aílson; Apodi, Maycon, Paulinho, Ronaldo, Fabiano e Márcio Careca (Geovane); Reinaldo (Douglas); técnico Vagner Mancini

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1 Fluminense 71
2 Cruzeiro 69
3 Corinthians 68
4 Grêmio 63
5 Atlético-PR 60
6 Botafogo 59
7 Internacional 58
8 Santos 56
9 São Paulo 55
10 Palmeiras 50
11 Vasco 49
12 Ceará 47
13 Atlético-MG 45
14 Flamengo 44
15 Avaí 43
16 Atlético-GO 42
17 Vitória 42
18 Guarani 37
19 Goiás 33
20 Grêmio Prudente 28

artistas brasileiros -DJAVAN

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Djavan Caetano Viana (Maceió, 27 de janeiro de 1949) é um cantor, compositor, produtor musical e violonista brasileiro.

Djavan combina tradicionais ritmos sul-americanos com música popular dos Estados Unidos, Europa e África. Entre seus sucessos musicais destacam-se, "Seduzir", "Flor de Lís", "Lilás", "Pétala", "Se…", "Eu te Devoro", "Açaí", "Segredo", "A Ilha", "Faltando um Pedaço", "Oceano", "Esquinas" e "Boa Noite".


Biografia
1949—1973: o início
As músicas de Djavan são conhecidas pelas suas "cores". Ele retrata muito bem em suas composições a riqueza das cores do dia-a-dia e se utiliza de seus elementos em construções metafóricas que nenhum outro compositor consegue nem mesmo ousar. As músicas são amplas, confortáveis chegando ao requinte de um luxo acessível a todos. Até hoje é conhecido mundialmente pela sua tradição e o ritmo da música cantada.

Nascido em Maceió, capital de Alagoas, filho de uma mãe afro-brasileira e de um pai neerlando-brasileiro. Sua mãe, lavadeira, entoava canções de Ângela Maria e Nelson Gonçalves.[1]

Djavan poderia ter sido jogador de futebol. Lá pelos 11, 12 anos, o garoto Djavan Caetano Viana divide seu tempo e sua paixão entre o jogo de bola nas várzeas de Maceió e o equipamento de som quadrifônico da casa de Dr. Ismar Gatto, pai de um amigo de escola.

Da primeira paixão, despontava como meio-campo no time do CSA, onde poderia ter feito até carreira profissional. Mas é na viagem sonora pela coleção de discos do Dr. Ismar, que para o pequeno alagoano parecia conter toda a música do mundo, que desponta um artista: o compositor, cantor, violonista e arranjador Djavan.

Nascido em 27 de janeiro de 1949, em família pobre, aprende violão sozinho, nas deficientes cifras de revistas do jornaleiro. Aos 18, já anima bailes da cidade com o conjunto Luz, Som, Dimensão (LSD). Não demora a ter certeza: precisa compor. Aos dezenove anos deixou definitivamente o futebol e passou a dedicar-se apenas à música.

Aos 23, chega ao Rio de Janeiro para tentar a sorte no mercado musical. É crooner de boates famosas - Number One e 706. Com a ajuda de Edson Mauro, radialista e conterrâneo, conhece João Mello, produtor da Som Livre, que o leva para a TV Globo. Passa a cantar trilhas sonoras de novelas, para as quais grava músicas de compositores consagrados como "Alegre Menina" (Jorge Amado e Dorival Caymmi), da novela "Gabriela"; e "Calmaria e Vendaval" (Toquinho e Vinícius de Moraes), da novela "Fogo sobre Terra".

[editar] 1975—1976: "Fato Consumado", o abre-alas
Em três anos, nas horas vagas do microfone, compõe mais de 60 músicas, de variados gêneros. Com uma delas, "Fato Consumado", tira segundo lugar no Festival Abertura, realizado pela Rede Globo em 1975, e chega ao estúdio da Som Livre . De lá sai com seu primeiro disco, das mãos do mítico (de Carmen Miranda a Tom Jobim) produtor Aloysio de Oliveira. "A voz, o violão, a música de Djavan", de 1976, é um disco de samba sacudido, sincopado e diferente de tudo que se fazia na época. Visto hoje, este trabalho não marca apenas a estreia de Djavan. Torna-o figura incontornável na história da música brasileira.

O seu primeiro álbum trouxe o "carro-chefe": "Flor de Lis" que se torna um grande hit nas rádios. Além dos sucessos: "Flor de Lís" e "Fato Consumado", o álbum mostra outras composições que ganharam reconhecimento entre críticos e fãs: "Maria das Mercedes", "Embola Bola", "Para-Raio", "E Que Deus Ajude", etc.

1977—1979: "Cara de Índio"
Depois de algum tempo fez shows solos por durante três meses para a boate 706, posteriormente sairia da Somlivre integrando-se a Odeon.[2] Djavan grava seu segundo disco, de nome homônimo: Djavan lançado em 1978 , posteriormente recebe o subtítulo de "Cara de índio" (a primeira faixa do álbum).[2][3][4] Além de "Cara de Índio" que retrata a cultura e a visão social dos índios brasileiros, o álbum possui a canção "Álibi" que em mesma época seria gravada por Maria Bethânia, se tornando um enorme sucesso no país, do qual seria faixa-título do álbum de maior sucesso da cantora: Álibi (sendo este o primeiro álbum na história da música brasileira, que por uma interprete feminina ultrapassou 1 milhão de cópias), entre outras canções seriam do mesmo álbum seriam regravadas: "Dupla Traição" por Nana Caymmi e "Samba Dobrado" por Elis Regina no Mountrez Jazz Festival.[1][5] Djavan também grava um videoclipe da canção "Serrado" para o programa Fantástico da Rede Globo mesmo não estando mais na Somlivre a fazendo se tornar mais um sucesso do artista, entre outras canções significantes ao álbum está "Nereci" estando em variadas coletâneas internacionais, sendo classicada na maioria como uma canção dancante.[6][7]

1980: "Meu Bem Querer"
Empolgada com seu novo artista, a EMI-Odeon investe pesado no segundo disco, "Djavan". Com uma orquestra dos melhores músicos da praça de 1978, o álbum, marcado pela descoberta das grandes canções de amor e desamor, consagra-o como um compositor completo. Dois anos depois, em 1980, Djavan lança "Alumbramento" e mostra que, além de completo, dialoga bem com seus pares. O disco inaugura parcerias com Aldir Blanc, Cacasoem "Triste Baía de Guanabara" e Chico Buarque em "A Rosa", agora definitivamente colegas de primeiro time da MPB.

A esta altura, talento reconhecido por crítica e público, Djavan vê algumas de suas músicas ganharem outras vozes: Nana Caymmi grava "Dupla traição", Maria Bethânia, “Álibi, Roberto Carlos, “A ilha”, Gal Costa, “Açaí" e “Faltando um pedaço” e Caetano Veloso, retribuindo a homenagem do verbo caetanear, substitui-o por djavanear em sua versão de "Sina".

A canção "Meu Bem Querer" foi trilha sonora da telenovela Rede Globo: "Coração Alado" como tema da personagem Vívian, interpretada por Vera Fischer. A música se tornou um dos maiores sucessos da carreira do cantor.[8]

1981: "Seduzir"
Em 81 e 82, Djavan leva o prêmio de melhor compositor pela Associação Paulista dos Críticos de Arte. [9] O ciclo vitorioso de lançamentos pela EMI-Odeon encerra-se em 1981, com "Seduzir". Um disco de afirmação, como o próprio Djavan escreveria em seu encarte: "O pouco que aprendi está aqui. Pleno. Dos pés à cabeça".

Depois de uma viagem de Djavan a cidade de Luanda na Angola, surgem as primeiras canções a falar da África e o início das turnês pelo Brasil, guiadas pela produtora Monique Gardenberg e o diretor Paulinho Albuquerque. O álbum "Seduzir" foi avaliado pela allmusic com nota máxima, onde o crítico Alex Henderson compara as composições e estilo musical de Djavan aos do Beatles e Stevie Wonder, além de citar como significantes faixas como "Seduzir", "Morena de Endoidecer", "Jogral" e "Faltando um Pedaço".[10] Heranças de "Seduzir" são a primeira banda própria, Sururu de Capote, composta por Luiz Avellar no piano, Sizão Machado no baixo, Téo Lima como baterista e Zé Nogueira nos sopros.

1982—1983: "Luz" e o reconhecimento internacional
Em 1982, a música "Flor-de-lis", hit instantâneo do disco inaugural, torna-se o primeiro sucesso de Djavan no disputado mercado americano, na voz da diva Carmen McRae, com o título de "Upside Down". Chega o convite da gravadora CBS, futura Sony Music, e Djavan embarca para Los Angeles para gravar, sob a produção de Ronnie Foster, um dos principais da soul music americana, "Luz" (1982), que tem a participação de Stevie Wonder na canção Samurai, além de outros imensos sucessos como Sina, Pétala , Açaí, Capim e Luz. O trabalho resulta em uma mescla da musicalidade brasileira típica de se exportar com a influência jazzy americana.

Em 1984, em Los Angeles, Djavan grava ainda um segundo disco, "Lilás". Seguem-se dois anos de viagens em turnê pelo mundo.

Ainda nesta época, Djavan se dedica a carreira de ator, no filme Para Viver um Grande Amor, filme de Miguel Faria Jr., no qual Djavan interpreta um mendigo apaixonado que se apaixona pela moça rica, interpretada por Patrícia Pillar. Djavan também produziu e compos juntamente com Chico Buarque para a Para Viver um Grande Amor.

Em 1983 participou do maior hit, "Superfantástico", do grupo infantil de grande sucesso "Turma do Balão Mágico".

1984—1990: "Lilás", "Meu Lado","Não É Azul, mas É Mar" e "Oceano"
Djavan lança o álbum Lilás, com a faixa título: Lilás (canção), que foi executada mais de 1.300 vezes nas rádios brasileiras em seu dia de estréia. O álbum ainda produz outro grande sucesso para as rádios: Esquinas. Em 1985, é lançada uma compilação do repertório dos álbuns Luz e Lilás nos EUA.

Em 1986, volta a gravar no Brasil. "Meu lado", além do retorno, é também um recomeço. Uma volta ao samba, já com estilo musical identificado pelo público, mas também um passeio por baiões, canções e baladas. Este é o Djavan em dez anos de carreira: explorador do som das palavras, das imagens inusitadas, da variedade rítmica, das brincadeiras com andamentos, melodias fora dos padrões e riqueza harmônica. Presente em outras canções, a ancestralidade africana está impressa em "Meu lado", com a "Hino da Juventude Negra da África do Sul" e com ainda maior vigor em "Soweto", sua primeira canção efetivamente de protesto, música que abre "Não é azul, mas é mar" (1987), gravado novamente em Los Angeles e lançado como Bird of Paradise, com canções em inglês de Djavan, Stephe's Kingdom (com participação de Stevie Wonder[11]) Bird of Paradise e Miss Sussana.

O disco seguinte, "Djavan" (1989), é lembrado como " aquele de 'Oceano' ", o clássico, uma daquelas raras canções perfeita em forma, conteúdo, música e letra. A faixa título, inclusa na trilha sonora da novela Top Model torna-se um dos maiores sucessos do compositor. O álbum produz ainda outros sucessos como "Cigano", "Avião" e "Mal de Mim", esta inclusa na minissérie da TV Globo "O Sorriso do Lagarto" .

Assim como Bird of Paradise , Oceano também é lançado no exterior em 1990, com o título de Puzzle of Hearts contendo versões em inglês para as faixas "Avião" (Being Cool),"Oceano" (Puzzle of Hearts) e "Curumim" (Amazon Farewell).

Anos 1990: diversificação de estilos em "Coisa de Acender", "Novena", "Malásia" e "Bicho Solto"
Djavan inicia os anos 90 com o aclamado álbum Coisa de Acender. Lançado em 1992,é um dos álbuns mais criativos e diversificados do cantor, onde se pode notar uma grande influência de estilos como jazz, soul, blues e funk norte-americano, aliados ao estilo inconfundível de suas composições. Merecem destaque as faixas "Linha do Equador" (parceria de Djavan e Caetano Veloso), "Se", "Boa Noite", "Alivio" e "Outono".

Em 1992, na fusão de ritmos e harmonias inovadoras de "Coisa de Acender", voltam as parcerias, entre elas, com a filha Flávia Virginia, no vocal em várias faixas. Aos 45 anos de vida e 20 de carreira, em 1994, Djavan lança "Novena", obra que marca sua maturidade. Inteiramente composto, produzido e arranjado por ele, o disco consolida o trabalho com sua banda, composta então por Paulo Calazans no teclado, Marcelo Mariano ou Arthur Maia, baixo, Carlos Bala na bateria e Marcelo Martins, sopros.

Com "Malásia" (1996), a banda se expande e ganha a participação do naipe de metais: Marçalzinho na percussão, Walmir Gil no trompete e François Lima no trombone. O álbum traz, raro, três faixas de outros compositores: “Coração leviano”, de Paulinho da Viola, “Sorri”, versão de Braguinha para “Smile”, de Chaplin e “Correnteza”, de Tom Jobim e Luiz Bonfá. No disco, Djavan está reflexivo e melódico.

"Bicho Solto" (1998), dois anos depois, já traz o artista festivo e dançante, incendiando pistas ao ritmo do funk. Ambos os trabalhos comemoram os 20 de carreira, o primeiro com seu estilo pessoal, o segundo, com o rejuvenescimento do artista. Entre as parcerias, a entrada definitiva do guitarrista Max Viana, seu filho, na banda. A marca de dois milhões de cópias vendidas fica a cargo do duplo "Ao Vivo" (1999). Primeiro gravado fora dos estúdios, o disco traz quase uma antologia de sua obra, com 24 faixas, 22 grandes sucessos. O lançamento leva Djavan a três anos de turnê.

Anos 2000 : "Milagreiro", "Vaidade", "Na Pista Etc"
A canção "Acelerou" foi escolhida a melhor canção brasileira de 2000 no Grammy Latino.[12] No ano 2000, Djavan recebeu os Prêmios Multishow de melhor cantor, melhor show e melhor CD.[13] Seu álbum Matizes foi lançado em 2007 e ele partiu em turnê pelo Brasil para promovê-lo.

"Milagreiro", de 2001, é uma dupla volta para casa. O primeiro gravado integralmente em seu estúdio caseiro, com a ajuda dos filhos Max e João Viana e Flávia Virginia e um retorno à casa original, Alagoas, com a onipresente temática nordestina.

Em 2004, o músico comemora independência total, com a criação de sua própria gravadora, a Luanda Records, que viria a lançar seus dois discos seguintes, "Vaidade" (2004) e "Matizes" (2007), além de um de suas canções remixadas para dançar, "Na pista etc"(2005). É o surgimento do empresário Djavan Caetano Viana.

Anos 2010: "Ária"
Em 2010, "Ária" é o primeiro em que Djavan exerce exclusivamente a arte de interpretar canções de outros compositores. Sempre rigoroso na condução de sua carreira, ele aguardou o auge da maturidade vocal para se debruçar sobre um repertório escolhido entre a sua memória afetiva e suas antenas sempre ligadas para o que é musical e interessante.

Discografia
Álbuns
1976 - Djavan (A voz - o violão - a música de Djavan)
1978 - Djavan
1980 - Alumbramento
1981 - Seduzir
1982 - Luz
1984 - Lilás
1986 - Meu Lado
1987 - Não É Azul, Mas É Mar
1989 - Oceano
1992 - Coisa de Acender
1994 - Novena
1996 - Malásia
1998 - Bicho Solto
1999 - Djavan Ao Vivo
2001 - Milagreiro
2004 - Vaidade
2005 - Na pista etc
2007 - Matizes
2010 - Ária
DVDs
2001 - Milagreiro Ao Vivo - DVD
2002 - Djavan Ao Vivo - DVD (comemoração de 25 anos de carreira)

esta tarde decide-se o brasileirão

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SERÁ QUE O FLUMINENSE
DARÁ O 2º.TÍTULO CON-
SECUTIVO AOS CARIOCAS?

VAMOS ÂS CONTAS

O Campeonato Brasileiro conhecerá neste domingo seu vencedor: Fluminense, Corinthians ou Cruzeiro. Os três times seguem com chances de título, em um torneio que levou também para a última rodada a decisão de uma eventual quarta vaga na Libertadores de América e a definição do último rebaixado para a Série B de 2011.

o JORNAL , Terra apresenta os cálculos que cada torcida fará neste domingo, a partir das 17h (de Brasília),19 de Portugal. nos nove jogos que completam a 38ª rodada. Além da possibilidade de festa para cariocas, paulistas e mineiros, o dia também envolverá a expectativa envolvendo Grêmio, Botafogo, Vitória e Atlético-GO.

Confira o que cada um desses times precisa neste domingo na briga por título, por uma vaga na Libertadores e para escapar do rebaixamento para a Série B:

TÍTULO

Fluminense (1º, 68 pontos)
Recebe o Guarani no Estádio do Engenhão e depende apenas de si para ser campeão. Se empatar, torce para que Corinthians e Cruzeiro não vençam seus jogos. E se perder, o Cruzeiro não pode vencer e o Corinthians deve invariavelmente perder.

Corinthians (2º, 67 pontos)
Mede forças com o já rebaixado Goiás fora de casa, e precisa antes de mais nada torcer para que o Fluminense e Cruzeiro não vençam. Se os cariocas empatarem, o Corinthians é campeão com uma vitória. Se o time de Muricy Ramalho perder, precisa só empatar - os dois times têm o mesmo número de vitórias (19 a 19), e os atuais líderes levam vantagem no saldo de gols (25 a 24); os paulistas vencem nos gols a favor (64 a 61).

Cruzeiro (3º, 66 pontos)
Hospeda o Palmeiras na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG), e precisa vencer. Se fizer sua parte, torce para que Fluminense e Corinthians no máximo empatem - desta forma, empataria com os cariocas em 69 pontos, mas levaria vantagem no número de vitórias (20 a 19).

LIBERTADORES

Grêmio (4º, 60 pontos)
Faz confronto direto com o Botafogo no Estádio Olímpico e se garante em caso de empate - além de, é claro, torcer para que o Independiente leve a melhor sobre o Goiás no segundo jogo das finais da Copa Sul-Americana.

Botafogo (5º, 59 pontos)
Além de também torcer contra o Goiás, precisa vencer o Grêmio no Estádio Olímpico. E fim de papo.

REBAIXAMENTO

Atlético-GO (16º, 41 pontos)
Outro confronto direto: joga fora de casa contra o Vitória e não pode perder para o rival. Empate garante o time de René Simões na Série A de 2011.

Vitória (17º, 41 pontos)
Joga em casa e conta com o apoio da torcida para se salvar. Precisa vencer o Atlético-GO no Barradão para enfrentar o rival Bahia na Série A.

sexta-feira, dezembro 03, 2010

LIGA PORTUIGUESA

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O BENFICA VENCEU HOJE
O OLHANENSE E PRESSIO-
NA O PORTO



Com um frango monumental de Moretto um ex-Benfica, que sempre jogou mal na Luz, o

Benfica abriu caminho que estava a ser complicado.

BENFICA - Roberto,David Luiz,Luisão,Javi García,Aimar,Fábio Coentrão,Nico Gaitán,Ruben Amorim,Cardozo,Maxi Pereira,Saviola,

Benfica vence o Olhanense por 2-0 e reduz para cinco pontos a diferença para o FC Porto, que joga segunda-feira com o V. Setúbal, no Dragão.90'

OLHANENSE -Moretto,Jardel,João Gonçalves,Mexer,Carlos Fernande,Ismaily,Cadù,Jorge Gonçalves,Fernando,Adilson,Paulo Sérgio

quinta-feira, dezembro 02, 2010

HISTÓRIA DO BRASIL- PRESIDENTE CAMPOS SALES

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A PRUDENTE DE MORAIS
SEGUIUUSE CAMPOS SALES



Manuel Ferraz de Campos Sales (Campinas, 15 de fevereiro de 1841 — Santos, 28 de junho de 1913) foi um advogado e político brasileiro, terceiro presidente do estado de São Paulo, de 1896 a 1897 e o quarto presidente da República, entre 1898 e 1902.

Campos Sales recebeu o apelido de Campos Selos, por causa do imposto do selo, sendo vaiado ao deixar a presidência por causa de sua política de ajuste financeiro que fora mal compreendida pela população brasileira.


Formação e carreira política
Bacharel em direito pela Faculdade de Direito de São Paulo da turma de 1863, Campos Sales ingressou, logo após se formar, no Partido Liberal. A seguir, participou da criação do Partido Republicano Paulista (PRP), em 1873, sendo, portanto, um republicano histórico.

Foi deputado provincial de 1867 a 1871, vereador (1872), novamente deputado provincial (1881), deputado geral, (hoje se diz deputado federal), de 1885 a 1888, e deputado provincial (1889), sempre pelo PRP. Foi um dos três únicos republicanos a serem eleitos deputados gerais durante o Império do Brasil.

Com a Proclamação da República, foi nomeado Ministro da Justiça do governo provisório de Deodoro da Fonseca quando promoveu a instituição do casamento civil e iniciou a elaboração de um Código Civil na República. Substituiu o Código Criminal do Império de 1830, pelo Código Penal da República, através do decreto nº 847, de 11 de outubro de 1890.


Campos Sales em 1879.Elegeu-se senador da república em 1891, mas renunciou ao cargo, em 1896, para se tornar presidente do estado de São Paulo, cargo que exerceu até 1897, quando renunciou para poder ser candidato à presidência da república. Na comissão de justiça do Senado Federal, trabalhou, entre outros, no projeto de lei sobre crimes de responsabilidade do presidente da república.

Como governador, na época se dizia presidente, enfrentou um surto de febre amarela em todo o estado, um conflito na colônia italiana na capital, uma onda de violência na cidade de Araraquara, no episódio que ficou conhecido como Linchaquara, e enviou tropas estaduais para combater na Guerra de Canudos.

Na Presidência da República
A estabilidade política do Brasil
Em 1 de março de 1898, foi eleito presidente da república. Teve 420.286 votos contra 38.929 votos do seu principal oponente Lauro Sodré. Seu vice-presidente foi Francisco de Assis Rosa e Silva. Campos Sales sucedeu, em 15 de novembro de 1898, o presidente Prudente de Morais, em uma época que a economia brasileira, baseada na exportação de café e borracha, não ia bem. Campos Sales julgava que todos os problemas do Brasil tinham uma única causa: a desvalorização da moeda.

Fez um governo desligado dos partidos políticos, assim expressando sua visão sobre seu governo:

Entendi dever consagrar o meu governo a uma obra puramente de administração, separando-o dos interesses e paixões partidárias, para só cuidar da solução dos complicados problemas que constituem o legado de um longo passado. Compreendi que não seria através da vivacidade incandescente das lutas políticas, aliás sem objetivo, que eu chegaria a salvar os créditos da nação, comprometidos em uma concordata com os credores externos!


Campos Sales procurou escolher para seu ministérios técnicos não ligados à política partidária, e se inspirou nos conselhos do presidente americano Benjamin Harrison para organizar sua administração. No livro "Da propaganda à presidência", Campos Sales cita o livro de Harrison chamado "Governo e Administração dos Estados Unidos".

Desenvolveu a sua Política dos Estados mais conhecida como política dos governadores, através da qual afastou os militares da política e estabeleceu a República Oligárquica, segunda fase da República Velha. E assim se manifestou a respeito:


Caricatura de Campos Sales e Prudente de Morais na Revista Illustrada. Outros deram à minha política a denominação de "Política dos Governadores". Teriam acertado se dissessem "Política dos Estados". Esta denominação exprimiria melhor o meu pensamento!

E esse seu pensamento foi definido assim por Campos Sales:

Neste regime, disse eu na minha última mensagem, a verdadeira força política, que no apertado unitarismo do Império residia no poder central, deslocou-se para os Estados. A Política dos Estados, isto é, a política que fortifica os vínculos de harmonia entre os Estados e a União é, pois, na sua essência, a política nacional. É lá, na soma destas unidades autônomas, que se encontra a verdadeira soberania da opinião. O que pensam os Estados pensa a União!

Através da Política dos Estados, obteve o apoio do Congresso através de relações de apoio mútuo e favorecimento político entre o governo central, representado pelos presidentes da república e os estados, representados pelos respectivos governadores, e municípios, representados pelos coronéis. Era preservada a autonomia e independência dos governos municipais e estaduais desde que os governos municipais apoiassem a política dos governos estaduais, e que, por sua vez, os governos estaduais apoiassem a política do governo federal. Com esta forma de governar Campos Sales conseguiu a estabilidade política do Brasil.

Esta política fora iniciada e testada, anteriormente, quando Campos Sales, como governador de São Paulo, garantiu o poder local dos coronéis desde que eles se filiassem ao PRP e apoiassem os governadores de São Paulo.

Campos Sales conseguiu também estabelecer um equilíbrio entre o poder dos estados, como o rodízio de mineiros e paulistas na presidência e na vice-presidência da república, chamada política do café-com-leite, que foi explicado assim por Campos Sales, assim se expressando em relação à necessidade de ele próprio conduzir sua sucessão presidencial que se daria em 1 de março de 1902, para a qual Campos Sales indicou o paulista Rodrigues Alves como candidato à presidência, e explica ainda a necessidade de um vice-presidente mineiro:

Se nos achássemos em condições normais de vida política, com partidos políticos bem assinalados entre si, obedecendo cada um à autoridade de seus chefes legítimos…conservar-me-ia em posição neutra para oferecer aos contendores todas as garantias eleitorais, mas bem diversa é a situação da república… e é preciso evitar, com decidido empenho, as agitações sem base no interesse nacional que não serviriam senão para levar à arena política as ambições perturbadoras que tem sido e serão sempre os eternos embaraços a proficuidade da ação administrativa....(e explica a necessidade de um vice-presidente mineiro para Rodrigues Alves)..Tenho motivos para acreditar que Minas só aceitará a combinação que também entrar um mineiro e para evitar embaraços julgo conveniente indicar Silviano Brandão para vice presidente!

Atuação na área econômica
Na economia, a presidência Campos Sales decidiu que a resolução do problema da dívida externa era o primeiro passo a ser tomado. Em Londres, o presidente e os ingleses estabeleceram um acordo, conhecido como "funding loan".

Com esse acordo, suspendeu-se por 3 anos o pagamento dos juros da dívida; suspendeu-se por 13 anos o pagamento da dívida externa existente; o valor dos juros e das prestações não pagas se somariam à dívida já existente; a dívida externa brasileira começaria a ser paga em 1911, pelo prazo de 63 anos e com juros de 5% ao ano; as rendas da alfândega do Rio de Janeiro e Santos ficariam hipotecadas aos banqueiros ingleses, como garantia.

Então, livre do pagamento das prestações, Campos Sales pôde levar adiante a sua política de "saneamento" econômico. Combateu a inflação, não emitindo mais dinheiro e retirando de circulação uma parte do papel-moeda emitido pelos governos anteriores. Depois combateu os déficits orçamentários, reduzindo a despesa e aumentando a receita. Joaquim Murtinho, Ministro da Fazenda, cortou o orçamento do Governo Federal, elevou todos os impostos existentes e criou outros.

Assim, a despesa fixada que era de R$ 372.812:424$169 para o ano de 1898, caiu para R$ 328.623:257$386 para o ano de 1899, R$ 36.973:646$021 em ouro e R$ 263.162:276$044 em papel-moeda para o ano de 1900, e, em 1901, a despesa fixada caiu para R$ 37.509:984$913 em ouro e R$ 244.514:800$507 em papel-moeda.


O quarto presidente do Brasil, Campos Sales, numa nota de 10 mil réis de 1925.Finalmente, dedicou-se à valorização da moeda, elevando o câmbio de uma taxa de 48 mil-réis por libra para 14 mil-réis por libra. Sua política foi acusada de extremamente recessiva, para usarmos um termo atual, e chamada de "estagnação forçada", em linguagem da época.

A visita à Argentina e a sucessão de Campos Sales
Em 1899, o presidente da Argentina Júlio Roca, visitou o Rio de Janeiro, e, em 1900, Campos Sales retribuiu a sua visita, sendo recebido por um grande público, cerca de um quarto da população portenha, em Buenos Aires. Campos Sales foi o primeiro presidente brasileiro a viajar ao exterior.

Campos Sales governou até 15 de novembro de 1902, e conseguiu fazer seu sucessor, elegendo, em 1 de março de 1902, o Conselheiro Rodrigues Alves, paulista, como presidente da república, e como vice-presidente, o mineiro Silviano Brandão, que faleceu, sendo substituído por outro mineiro, o Conselheiro Afonso Pena.

Após a presidência
Após o mandato presidencial, foi senador por São Paulo e diplomata na Argentina onde trabalhou com Júlio Roca que também era diplomata e do qual ficara amigo quando ambos foram presidentes. Durante as articulações (demárches) para a eleição presidencial de 1914, seu nome chegou a ser lembrado para a presidência da república, mas faleceu repentinamente, em 1913, quando passava por dificuldades financeiras.

preliminares

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Um voluntarioso rapaz alista-se na tropa e passado o tempo da recruta
inscreve-se nos paraquedistas.
Após as primeiras lições de como saltar, feitas no solo, eis que o
valente soldado embarca pela 1ª vez num avião juntamente com uma
dezena de colegas para o primeiro salto da sua vida...
No dia seguinte telefonou para casa dos pais e o telefonema foi mais
ou menos assim:
"- Então meu querido filho, saltaste? - perguntava o pai.
- Espere, eu vou contar como foi: Quando chegamos a altura escolhida,
abriu-se a porta e o sargento chamou-nos para o salto. Mais ou menos
assustados, com uma pequena 'ajuda' do sargento, os meus colegas lá
foram saltando todos até chegar a minha vez.
- E tu saltaste?
- Espere . Já lá chegamos. Eu disse ao sargento que não saltava
porque tinha medo. Ele disse que eu saltava nem que tivesse que me dar
um pontapé!
- E tu saltaste?
- Já lá vamos... Eu agarrei-me a tudo o que pude e o sargento chamou
o co-piloto, um tipo com 1.90, 120 kg de peso, e eu ainda me agarrei
com mais força.
- E tu saltaste? - pergunta novamente o pai já impaciente...
- Eu estava amarelo de medo e então o co-piloto baixou o fecho do
fato, mostrou-me uma pila de 30 cm que mais parecia um extintor e
disse-me que ou eu saltava ou me enfiava aquilo pelo cú acima!
- Então tu saltaste...claro!!!
- Bom, ao princípio saltei um bocadinho...

LIGA DA EUROPA -O PORTO venceu o RAPID e está APURADO

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ESTA TARDE EM VIENA DE AUSTRIA
NUM CAMPO DE NEV E O PORTO
VENCEU 3-1O RAPID DE VIENA



COM 3 GOLOS DE FALCAO

Esteve a perde 0-1 ,mas ainda antes do intervalo Falcao ampatou,para no segundo período marcar mais 2 e seguir para a próxima fase.

1Helton,Sapunaru,Otamendi,Rolando,Fucile,Rúben Micael,Fernando,João Moutinho,Hulk,Falcao,Silvestre Varela

preliminares

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Uma menina de 5 anos perguntou á mãe:
- Mãe o que é isto que eu tenho entre as pernas?
Ao que a mãe responde um tanto envergonhada:
Isso é uma Capelinha Sagrada minha filha, onde ninguém pode entrar!...
Quando a menina já tinha 17 anos, começou a namorar e um dia o namorado queria fazer sexo, mas ela lembrando-se do que a mãe lhe tinha dito, disse-lhe:
- Não, não! Isto é um local muito sagrado e não podes entrar.
Mas o namorado continua a insistir e ás tantas lembra-se de lhe dizer:
- Deixa o meu Santinho entrar para rezar na tua Capelinha!!!!
Perante isso ela concorda, começam a fazer sexo e ela já estava a gostar tanto que disse:
- Oh querido, mas esses dois não entram também??
Diz o namorado:
- Não Amor. Esse ficam á porta, são JEOVÁS!!!

quarta-feira, dezembro 01, 2010

LIGA DA EUROPA - SPORTING venceu o LILLE e está APURADO

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O SPORTING VENCEU O LILLE
E FICOU APURADO PARA A
FASE ELIMINATÓRIA DA LIGA
EUROPA..

ANDERSSON POLGA foi o herói da noite ao marcar o golo da vitória e da qualificação.



Rui Patrício,João Pereira,Daniel Carriço,Polga,Evaldo,André Santos,Pedro Mendes,Maniche,Yannick Djaló,Liedson,Hélder Postiga.



Vitória "leonina" pela margem mínima sela apuramento
O Sporting recebeu e venceu o Lille por 1 – 0, no estádio José de Alvalade carimbando a passagem aos oitavos de final da Liga Europa, com um golo "inesperado" de Polga, em jogo a contar para a 5ª jornada do grupo C da competição.

Com esta vitória o emblema de Alvalade selou o apuramento para os oitavos de final da Liga Europa, faltando ainda a deslocação a Sofia para defrontar o Levski. Esta foi a centésima vitória conquistada em jogos europeus.

Resultados
Sporting 1 – 0 Lille
Gent1 – 0 Levski de Sofia

Classificação do grupo C
1. Sporting 12 / 5 ( pontos / jogos )
2. Gent 7 / 5
3. Lille 5 / 5
4. Levski Sofia 4 / 5

Ficha de Jogo
Jogo no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

Sporting -- Lille, 1-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcador:

1-0, Anderson Polga, 28 minutos.

Equipas:

Sporting: Rui Patrício, João Pereira, Daniel Carriço, Anderson Polga, Evaldo, Pedro Mendes, Maniche ( Zapater, 90), André Santos, Yannick Djaló (Jaime Valdés, 62), Hélder Postiga (Simon Vukcevic, 79) e Liedson.

Suplentes: Tiago, Nuno André Coelho, Marco Torsiglieri, Jaime Valdês, Carlos Saleiro, Albert Zapater e Simon Vukcevic).

Lille: Mickael Landreau, Franck Béria, Aurélien Chedjou, David Rozehnal, Emerson, Rio Mavuba, Idrissa Gueye (Pierre-Alain Frau, 62), Florent Balmont (Yohan Cabaye, 77), Eden Hazard (Moussa Sow, 71), Túlio de Melo e Ludivic Obraniak.

Suplentes: Barel Mouko, Stéphane Dumont, Yohan Cabaye, Mathieu Debuchy, Moussa Sow, Adil Rami e Pierre-Alain Frau.

HISTÓRIA DE PORTUGAL- RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA

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A 1 DE DEZEMBRO DE 1640, FAZ
HOJE 370 ANOS, OS PORTUGUESES
ENTÃO SOB DOMINIO CASTELHANO
REVOÇTARAM-SE CONTRA OS OCU-
PANTES E RECUPERARAM A INDE-
PENDÊNCIA.

Restauração da Independência


A Restauração da Independência é a designação dada à revolta iniciada em 1 de Dezembro de 1640 contra a ocupação castelhana do Reino de Portugal por parte da dinastia filipina, e que vem a culminar com a instauração da Dinastia Portuguesa da casa de Bragança. É comemorada anualmente em Portugal por um feriado no dia 1 de Dezembro.

A grande preparação para a revolta
A ideia de recuperar a independência era cada vez mais poderosa e a ela começaram a aderir todos os grupos sociais. Os Burgueses estavam muito desiludidos e empobrecidos com os ataques aos territórios portugueses e aos navios que transportavam os produtos que vinham dessas regiões. A concorrência dos Holandeses, Ingleses e Franceses diminuía-lhes o negócio e os lucros.

Os nobres descontentes viam os seus cargos ocupados pelos Espanhóis, tinham perdido privilégios, eram obrigados a alistar-se no exército espanhol e a suportar todas as despesas. Também eles empobreciam e era quase sempre desvalorizada a sua qualidade ou capacidade! A corte estava em Madrid e mesmo a principal gestão da governação do reino de Portugal, que era obrigatoriamente exigida de ser realizada "in loco", era entregue a nobres castelhanos e não portugueses. Estes últimos viram-se afastados da vida da corte e acabaram por se retirar para a província, onde viviam nos seus palácios ou casas senhoriais, para poderem sobreviver com alguma dignidade imposta pela sua classe social.

Portugal, na prática, era como se fosse uma província espanhola, governada de longe, sem qualquer preocupação com os interesses e necessidades das pessoas que cá viviam... Estas serviam para pagar impostos que ajudavam a custear as despesas do Império Espanhol que também já estava em declínio!

Foi então que um grupo de nobres - cerca de 40 (conjurados)- se começou a reunir, secretamente, procurando analisar a melhor forma de organizar uma revolta contra Filipe IV de Espanha. Uma revolta que pudesse ter êxito.

A revolta do 1º de Dezembro de 1640
Começava a organizar-se uma conspiração para derrubar os representantes do rei em Portugal. Sabiam já que teriam apoio do povo e também do clero.

Apenas um nobre tinha todas as condições para ser reconhecido e aceite como candidato legítimo ao trono de Portugal. Era ele D. João, Duque de Bragança, neto de D. Catarina de Bragança, candidata ao trono, em 1580.

Em Espanha, o rei Filipe IV também enfrentava dificuldades: continuava em guerra com outros países; o descontentamento da população espanhola aumentava; rebentavam revoltas em várias regiões - a mais violenta, a revolta da Catalunha (1640), criou a oportunidade que os portugueses esperavam. O rei de Espanha, preocupado com a força desta, desviou para lá muitas tropas.

Faltava escolher o dia certo. Aproximava-se o Natal do ano 1640 e muita gente partiu para Espanha. Em Lisboa, ficaram a Duquesa de Mântua, espanhola e Vice-rei de Portugal (desde 1634), e o português seu Secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos.

Os nobres revoltosos convenceram D. João de Bragança, que vivia no seu palácio de Vila Viçosa, a aderir à conspiração.

No dia 1 de Dezembro, desse ano, invadiram de surpresa o Palácio real (Paço da Ribeira), que estava no Terreiro do Paço, prenderam a Duquesa, obrigando-a a dar ordens às suas tropas para se renderem - e mataram Miguel de Vasconcelos.

Antecedentes
Crise de sucessão de 1580
D. Sebastião, um rei jovem e aventureiro, habituado a ouvir as façanhas das cruzadas e histórias de conquistas além-mar, quis conquistar o Norte de África em sua luta contra os mouros. Na batalha de Alcácer Quibir no Norte de África, os portugueses foram derrotados e D. Sebastião desapareceu. E os guerreiros diziam cada um a sua história. O desaparecimento de D. Sebastião (1557-1578) na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique (1578-1580), deu origem a uma crise dinástica.

Nas Cortes de Tomar de 1581, Filipe II de Espanha é aclamado rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal partilhou rei com Espanha, sob o que se tem designado por "domínio filipino".

Com o primeiro dos Filipes (I de Portugal, II de Espanha), não foi atingida de forma grave a autonomia política e administrativa do Reino de Portugal. Com Filipe III de Espanha, porém, começam os actos de desrespeito ao juramento de Filipe II em Tomar. Em 1610, surgiu um primeiro sinal de revolta portuguesa contra o centralismo castelhano, na recusa dos regimentos de Lisboa a obedecer ao marquês San-Germano que de Madrid fora enviado para comandar um exército português.

No início do reinado de Filipe III, ao estabelecer-se em Madrid a política centralista do Conde-duque de Olivares, o seu projecto visava a anulação da autonomia portuguesa, absorvendo por completo o reino de Portugal. Na Instrucción sobre el gobierno de España, que o Conde-Duque de Olivares apresentou ao rei Filipe IV, em 1625, tratava-se do planeamento e da execução da fase final da sua absorção, indicando três caminhos:

1º - Realizar uma cuidadosa política de casamentos, para confundir e unificar os vassalos de Portugal e de Espanha;
2º - Ir o rei Filipe IV fazer corte temporária em Lisboa;
3º - Abandonar definitivamente a letra e o espírito dos capítulos das Cortes de Tomar (1581), que colocava na dependência do Governo autónomo de Portugal os portugueses admitidos nos cargos militares e administrativos do Reino e do Ultramar (Oriente, África e Brasil), passando estes a ser Vice-reis, Embaixadores e oficiais palatinos de Espanha.
A política de casamentos seria talvez a mais difícil de concretizar, conseguindo-se ainda assim o casamento de Dona Luísa de Gusmão com o Duque de Bragança, a pensar que dele sairiam frutos de confusão e de unificação entre Portugal e Espanha. O resultado veio a ser bem o contrário.

A reacção à política fiscal de Filipe IV vai tomar a dianteira no processo que conduz à Restauração de 1640. Logo em 1628, surge no Porto o "Motim das Maçarocas", contra o imposto do linho fiado. Mas vão ser as "Alterações de Évora", em Agosto de 1637, a abrir definitivamente o caminho à Revolução.

Nas "Alterações de Évora", o povo da cidade deixava de obedecer aos fidalgos e desrespeitava o arcebispo. A elevação do imposto do real de água e a sua generalização a todo o Reino de Portugal, bem como o aumento das antigas sisas, fez subir a indignação geral, explodindo em protestos e violências. O contágio do seu exemplo atingiu quase de imediato Sousel e Crato; depois, as revoltas propagaram-se a Santarém, Tancos, Abrantes, Vila Viçosa, Porto, Viana do Castelo, a várias vilas do Algarve, a Bragança e à Beira.

Em 7 de Junho de 1640 surgia também a revolta na Catalunha contra o centralismo do Conde-Duque de Olivares. O próprio Filipe IV manda apresentar-se em Madrid o duque de Bragança, para o acompanhar à Catalunha e cooperar no movimento de repressão a que ia proceder. O duque de Bragança recusou-se a obedecer a Filipe IV. Muitos nobres portugueses receberam semelhante convocatória, recusando-se também a obedecer a Madrid.

Sob o poder de Filipe III, o desrespeito pelo juramento de Tomar (1581) tinha-se tornado insuportável: nomeados nobres espanhóis para lugares de chefia militar em Portugal; feito o arrolamento militar para guerra da Catalunha; lançados novos impostos sem a autorização das Cortes. Isto enquanto a população empobrecia; os burgueses estavam afectados nos seus interesses comerciais; e o Império Português era ameaçado por ingleses e holandeses perante a impotência ou desinteresse da coroa filipina.

Portugal achava-se envolvido nas controvérsias europeias que a coroa filipina estava a atravessar, com muitos riscos para a manutenção dos territórios coloniais, com grandes perdas para os ingleses e, principalmente, para os holandeses em África (São Jorge da Mina, 1637), no Oriente (Ormuz, em 1622 e o Japão, em 1639) e fundamentalmente no Brasil (Salvador, Bahia, em 1624; Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe desde 1630).

Em 12 de Outubro de 1640, em casa de D. Antão de Almada, hoje Palácio da Independência, reuniram-se D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo e seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. Decidiu-se então ir chamar o Duque de Bragança a Vila Viçosa para que este assumisse o seu dever de defesa da autonomia portuguesa, assumindo o Ceptro e a Coroa de Portugal.

No dia 1 de Dezembro do mesmo ano de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração no trono de Portugal da Casa de Bragança, dando o poder reinante a D. João IV

terça-feira, novembro 30, 2010

preliminares

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Num tribunal de uma pequena cidade, o advogado de acusação chamou a sua
primeira testemunha, uma avó de idade avançada.
Aproximou-se da testemunha e perguntou:
- D. Ermelinda, a senhora conhece-me?
- Claro. Conheço-te desde pequenino e francamente, desiludiste-me. Mentes
descaradamente a todo o mundo, enganas a tua mulher com a secretária, aindafizestes um filho na tua cunhada, e deste-lhe dinheiro para se livrar da
barriga, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és
uma grande personalidade quando não tens sequer inteligência suficiente para ser varredor. É claro que te conheço. Se conheço...
O advogado ficou branco, sem saber que fazer. Depois de pensar um pouco,
apontou para o outro extremo da sala e perguntou:
- D. Ermelinda, conhece o defensor oficioso?
- Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, não tem
tomates para manter a mulher na linha, ela anda a fornicar com os empregados
da casa, o motorista, o jardineiro e até o carteiro dorme com ela, todo o
mundo sabe, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relação normal
com ninguém e na qualidade de advogado, bem... é um dos piores profissionais
que conheço. Não me esqueço também de referir que engana a mulher com três
mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua própria mulher.
Sim, também o conheço. E muito bem.
O defensor, ficou em estado de choque.
Então, o Juiz pediu a ambos os advogados que se aproximassem do estrado e
com uma voz muito ténue diz-lhes:
-Se algum dos dois perguntar à puta da velha se me conhece, juro-vos que vão
todos presos !

segunda-feira, novembro 29, 2010

28 DE NOVEMBRO - DIA DA REFUNDAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

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Decreto torna dia 28 de novembro como data da refundação do Rio


O prefeito Eduardo Paes anunciou que vai assinar um decreto municipal tornando o dia 28 de novembro como o de refundação da cidade do Rio de Janeiro. Segundo ele, a data é histórica para a capital fluminense, pois marca a tomada do Complexo do Alemão pelas forças do estado, bem como inaugura um novo momento para os cariocas.

Nesta segunda-feira, Paes se reúne com secretários municipais para definir as próximas ações da prefeitura para os Complexos do Alemão e da Penha depois da ocupação policial. A administração municipal prepara um mutirão de serviços e um pacote com projetos de urbanização para as duas comunidades. A finalidade é melhorar a prestação de serviços para os moradores e garantir mais qualidade de vida da população.

"Vai ser uma invasão de serviços municipais", avisa o prefeito.

preliminares

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A filha volta para casa muitos anos depois de ter ido embora.
> O seu pai, furioso, quando a vê descarrega:
> - Onde estiveste durante este tempo todo, sua desgraçada?Porque nem
> sequer escreveste uma carta ou um telefonema a dizer como estavas?
> Vagabunda!
> Não sabes como a tua mãe tem sofrido por tua causa!
> A rapariga, a chorar:
> - Snif. Snif. Tornei-me prostituta... buaaaaaaa.
> - O quê????? Fora daqui, sua desavergonhada, má filha, pecadora!
> - Está bem, papá, como queira. Eu somente voltei para dar este casaco
> de pele de crocodilo e as escrituras da minha mansão para a mãe;uma
> conta poupança de 5 milhões para o meu irmãozinho e para ti, paizinho,
> este Rolex, o BMW que está na porta e 3 meses por ano de férias
> vitalícias
> no Club Med....
> - Filhinha, anda cá, disseste que te tinhas tornado o quê, mesmo?
> - Prostituta. Snif, snif.
> - Ahhh, porra .....que susto! Eu tinha percebido Por-tis-ta.
>

domingo, novembro 28, 2010

BRASILEIRÃO

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OS 3 FAVORITOS VENCERAM E
DEIXAM PARA A ULTIMA JOR-
NADA A DECISÃO SOBRE O
TÍTULO


Corinthians 2-0 Vasco
Palmeiras 1-2 Fluminense
Flamengo 1-2 Cruzeiro
Botafogo 3-1 Grêmio Prudente
Guarani 0-3 Grêmio
Atlético-MG 3-1 Goiás
Internacional 1-1 Vitória
Atlético-GO 1-1 São Paulo
Ceará 1-1 Atlético-PR
Avaí 3-2 Santos

PALMEIRAS, 1 FLUMINENSE,2

Flu vira sobre Palmeiras e fica perto do título



Uma vitória no Engenhão contra o agora já rebaixado Guarani é o que separa o Fluminense do segundo título do Campeonato Brasileiro de sua história. Neste domingo, os tricolores venceram o Palmeiras, de virada, por 2 a 1. Dinei assustou o Flu e os próprios palmeirenses, que clamavam por uma derrota, ao abrir o marcador já com 4min. Com paciência e perdendo muitas oportunidades, o Fluminense remontou graças a Carlinhos e Tartá, que marcaria o gol salvador.

Quase 12 mil torcedores, e boa parte tricolores, foram até Barueri para acompanhar o jogo que poderia dar até o título para o Fluminense. O Palmeiras teve competência defensiva, sobretudo Deola, mas pareceu assustado com a pressão para não vencer que vinha de sua própria arquibancada. Mesmo sem 100% de sua inspiração, o Flu teve força e o protagonismo das ações, aproximando Muricy Ramalho de seu quarto título do Brasileiro.

A uma rodada do fim, o Fluminense é o líder isolado da Série A com 68 pontos. De nada adiantou o Corinthians bater o Vasco e chegar até 67. Nem o Cruzeiro virar diante do Flamengo e ir até 66 pontos. O Flu depende apenas de suas próprias forças para ficar com o título. Derrotado pelos tricolores, o Palmeiras é o décimo com 50 pontos e pegará os cruzeirenses, fora de casa, no próximo domingo.

Palmeiras 1 x 2 Fluminense

Gols
Fluminense: Carlinhos, aos 18min do primeiro tempo, Tartá, aos 13min do segundo tempo
Palmeiras: Dinei, aos 4min do primeiro tempo


Palmeiras
4-4-2
Deola; Márcio Araújo, Leandro Amaro, Maurício Ramos e Gabriel Silva; Tinga, Pierre, Marcos Assunção (Fernando) e Luan (Lenny); Dinei (Vinícius) e Kléber
Treinador: Luiz Felipe Scolari

Fluminense
4-2-2-2
Ricardo Berna; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia e Diguinho; Deco (Tartá) e Conca; Fred e Emerson (Rodriguinho)
Treinador: Muricy Ramalho



CLASSIFICAÇÃO

1 Fluminense 68
2 Corinthians 67
3 Cruzeiro 66

4 Grêmio 60
5 Botafogo 59
6 Atlético-PR 57
7 Santos 55
8 Internacional 55
9 São Paulo 52
10 Palmeiras 50
11 Ceará 47
12 Vasco 46
13 Atlético-MG 45
14 Avaí 43
15 Flamengo 43
16 Atlético-GO 41
17 Vitória 41
18 Guarani 37
19 Goiás 32
20 Grêmio Prudente 28

JORNADA 38 2010-12-05

OS QUE PODEM SER CAMPEÕES

Fluminense 05/12 Guarani
Cruzeiro 05/12 Palmeiras
Goiás 05/12 Corinthians

preliminares

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Uma senhora levou a filha de 17 anos ao médico, queixando-se que a
miúda andava com vómitos... tonturas... que tinha perdido o apetite...
O médico, observada a rapariga, concluiu: - Minha senhora! A sua filha esta
grávida de 3 meses!
- A minha filha???? Ela nunca esteve sozinha com um homem! Não é verdade,
Carla Susana?!?!?
- Eu nem sequer beijei ainda um homem, mãe...!
O médico armou-se de uns binóculos que tirou da gaveta, aproximou-se da
janela e ficou, calado, a perscrutar o infinito...
Passados minutos, a mãe da Carla Susana, admirada e farta de esperar,
perguntou ao médico o que se passava.

- Da última vez que isto sucedeu, nasceu uma estrela no oriente e chegaram
três reis magos. Desta vez não vou perder o espectáculo!!* *

sábado, novembro 27, 2010

LIGA PORTUIGUESA

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NO FINAL DA TARDE O
SPORTING EMPATOU COM
PORTO NUM CLASSICO
EMOCIONANTE.

V. Setúbal 0-1 Académica
Marítimo 2-0 V. Guimarães
Sp. Braga 2-0 Nacional
P. Ferreira 1-0 Olhanense
Naval 0-1 Rio Ave
Beira-Mar 1-3 Benfica
Portimonense 1-2 U. Leiria
Sporting 1-1 FC Porto


SPORTING,1 PORTO,1

Grande 1º.tempo do Sporting que fez a sua melhor exibição da época .

No 2º.tempo embora não tenha conseguido o mesmo ritmo aguentou bem a reacção do líder, e chegou mesmo a poder gangar ,quando por justa expulsão do defesa do Porto Maicon, ficou e maioria e teve oportunidade de vencer.



O Porto continua assim invicto e arrecada um excelente resultado a caminho do título.