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EM PORTUGAL HÁ EXPRESSÕES POPULARES
QUE TÊM ORIGEM EM...
expressões populares
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CALCANHAR DE AQUILES
De acordo com a mitologia grega, Tétis, mãe de Aquiles, a fim de tornar seu filho indestrutível, mergulhou-o num lago mágico, segurando-o pelo calcanhar. Na Guerra de Tróia, Aquiles foi atingido na única parte de seu corpo que não tinha proteção: o calcanhar. Portanto, o ponto fraco de uma pessoa é conhecido como calcanhar de Aquiles.
VOTO DE MINERVA
Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe. No julgamento, houve empate entre os acusados. Coube à deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu.
Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.
CASA DA MÃE JOANA
Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam encontrar-se num prostíbulo do Rio de Janeiro, cuja proprietária se chamava Joana. Como esses homens mandavam e desmandavam no país, a frase casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.
VÁ SE QUEIXAR AO BISPO!
Antigamente, a fertilidade de uma mulher era atributo fundamental para o casamento, afinal, a ordem era povoar as novas terras conquistadas. A Igreja permitia que, antes do casamento, os noivos mantivessem relações sexuais, única maneira de o rapaz descobrir se a moça era fértil. E adivinha o que acontecia na maioria das vezes? O noivo fugia depois da relação para não ter que se casar. A mocinha, desolada, ia se queixar ao bispo, que mandava homens para capturar o tal espertinho.
CONTO DO VIGÁRIO
Duas igrejas do interior receberam uma imagem de santa como presente. Para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários contariam com a ajuda de Deus, ou melhor, de um burro. O negócio era o seguinte: colocaram o burro entre as duas paróquias e o animalzinho teria que caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E foi isso que aconteceu, só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burro. Desse modo, conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.
FICAR A VER NAVIOS
Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca. Era comum as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.
NÃO ENTENDO PATAVINAS
Os portugueses encontravam uma enorme dificuldade de entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova, sendo assim, não entender patavina significa não entender nada.
DOURAR A PÍLULA
Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas em papel dourado, para melhorar os aspecto do remedinho amargo. A expressão dourar a pílula, significa melhorar a aparência de algo.
SEM EIRA NEM BEIRA
Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana.
O CANTO DO CISNE
Dizia-se que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer. A expressão canto do cisne representa as últimas realizações de alguém.
ESTÔMAGO DE AVESTRUZ
Define aquele que come de tudo. O estômago do avestruz é dotado de um suco gástrico capaz de dissolver até metais.
LÁGRIMAS DE CROCODILO
É uma expressão usada para se referir ao choro fingido. O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele chora enquanto devora a vítima.
MEMÓRIA DE ELEFANTE
O elefante lembra de tudo aquilo que aprende, por isso é uma das principais atrações do circo. Diz-se que as pessoas que se recordam de tudo tem memória de elefante.
OLHOS DE LINCE
Ter olhos de lince significa enxergar longe, uma vez que esses bichos têm a visão apuradíssima. Os antigos acreditavam que o lince podia ver através das paredes.
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
quinta-feira, novembro 17, 2011
terça-feira, novembro 15, 2011
PORTUGAL GOLEIA A BOSNIA 6-2 E É APURADO PARA O EURO 2012
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DEPOIS DAS PRESSÕES INACREDITÁVEIS
NA BÓSNIA PORTUGAL PUNIU SEVERA-
MENTE O ADVERSÁRIO POR 6-2

PORTUGAL ESTÁ NO EURO-2012! Depois do nulo em Zenica, nada melhor que uma goleada para celebrar a determinação dos jogadores portugueses, que, com bis de Cristiano Ronaldo e Postiga, e mais dois de Nani e Veloso, selaram o apuramento para o Europeu da Polónia/Ucrânia. E nem os dois sofridos abalaram a convicção dos 50 mil portugueses que fizeram questão de testemunhar mais um feito histórico da Selecção: a quinta fase final europeia consecutiva, sexta no total. Foi na Luz, num estádio talismã, que só não deu sorte na final do Euro-2004, mas que continua a apontar o caminho das conquistas a Portugal.

Ainda não foi desta que a Bósnia conquistou a presença numa fase final, depois de perder dois play-offs seguidos com Portugal, o primeiro a contar para o Mundial da África do Sul.
Cristiano Ronaldo renasceu para a selecção, fez a melhor das suas prestações na equipa de Portugal, já parecida com as que costuma realizar no Real Madrid

Depois de um trajecto imaculado sob o comando de Paulo Bento, e que se seguiu ao empate com o Chipre na ronda inaugural e à derrota com a Noruega, o seleccionador manteve-se firme depois de uma derrota no último jogo de qualificação ter obrigado a discutir o play-off. Paulo Bento garantiu, ainda, que não perderia o sono caso falhasse o apuramento, mas os motivos pelos quais se vai manter bem acordado são bem melhores.
Um final feliz no apuramento, que começou torto, endireitou-se e ameaçou voltar a entortar. Pelo meio caíram um seleccionador e dois jogadores, Ricardo Carvalho e Bosingwa, que se incompatibilizaram com Paulo Bento.
Os últimos 90 minutos desta caminhada deram para tudo: oito golos, uma grande penalidade marcada, duas a favor de Portugal por assinalar, um jogador expulso na Bósnia e uma equipa portuguesa, finalmente, alegre.
Não foi com tranquilidade, muito menos com nervos, mas sim com muita garra, coração e cabeça que Portugal começou por abraçar o decisivo jogo com a Bósnia-Herzegovina. Depois da horta, dos lasers e de outras provocações em Zenica, Portugal entrou no jogo com sede de vingança, mas determinado a não sujar as mãos. Paulo Bento confiou no mesmo onze, Safet Susic fez algumas alterações, ganhou a aposta o português.
O optimismo com que a Bósnia se apresentou no final do nulo da primeira mão e trouxe para Lisboa soava demasiado perigoso para simples bazófia, mas, de facto, chegou a ser confrangedor o receio da Bósnia na primeira parte. Safet Susic tinha apostado num 2-2 na Luz, na segunda mão, chegou ao intervalo mais perto desse número, mas marcar um segundo golo foi sinónimo de sofrer seis.
DEPOIS DAS PRESSÕES INACREDITÁVEIS
NA BÓSNIA PORTUGAL PUNIU SEVERA-
MENTE O ADVERSÁRIO POR 6-2
PORTUGAL ESTÁ NO EURO-2012! Depois do nulo em Zenica, nada melhor que uma goleada para celebrar a determinação dos jogadores portugueses, que, com bis de Cristiano Ronaldo e Postiga, e mais dois de Nani e Veloso, selaram o apuramento para o Europeu da Polónia/Ucrânia. E nem os dois sofridos abalaram a convicção dos 50 mil portugueses que fizeram questão de testemunhar mais um feito histórico da Selecção: a quinta fase final europeia consecutiva, sexta no total. Foi na Luz, num estádio talismã, que só não deu sorte na final do Euro-2004, mas que continua a apontar o caminho das conquistas a Portugal.
Ainda não foi desta que a Bósnia conquistou a presença numa fase final, depois de perder dois play-offs seguidos com Portugal, o primeiro a contar para o Mundial da África do Sul.
Cristiano Ronaldo renasceu para a selecção, fez a melhor das suas prestações na equipa de Portugal, já parecida com as que costuma realizar no Real Madrid
Depois de um trajecto imaculado sob o comando de Paulo Bento, e que se seguiu ao empate com o Chipre na ronda inaugural e à derrota com a Noruega, o seleccionador manteve-se firme depois de uma derrota no último jogo de qualificação ter obrigado a discutir o play-off. Paulo Bento garantiu, ainda, que não perderia o sono caso falhasse o apuramento, mas os motivos pelos quais se vai manter bem acordado são bem melhores.
Um final feliz no apuramento, que começou torto, endireitou-se e ameaçou voltar a entortar. Pelo meio caíram um seleccionador e dois jogadores, Ricardo Carvalho e Bosingwa, que se incompatibilizaram com Paulo Bento.
Os últimos 90 minutos desta caminhada deram para tudo: oito golos, uma grande penalidade marcada, duas a favor de Portugal por assinalar, um jogador expulso na Bósnia e uma equipa portuguesa, finalmente, alegre.
Não foi com tranquilidade, muito menos com nervos, mas sim com muita garra, coração e cabeça que Portugal começou por abraçar o decisivo jogo com a Bósnia-Herzegovina. Depois da horta, dos lasers e de outras provocações em Zenica, Portugal entrou no jogo com sede de vingança, mas determinado a não sujar as mãos. Paulo Bento confiou no mesmo onze, Safet Susic fez algumas alterações, ganhou a aposta o português.
O optimismo com que a Bósnia se apresentou no final do nulo da primeira mão e trouxe para Lisboa soava demasiado perigoso para simples bazófia, mas, de facto, chegou a ser confrangedor o receio da Bósnia na primeira parte. Safet Susic tinha apostado num 2-2 na Luz, na segunda mão, chegou ao intervalo mais perto desse número, mas marcar um segundo golo foi sinónimo de sofrer seis.
segunda-feira, novembro 14, 2011
pintoras brasileiras - WEGA NERY GOMES PINTO
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Wega Nery Gomes Pinto (Corumbá, 10 de março de 1912 — Guarujá, 21 de maio de 2007) foi uma artista plástica brasileira.

Wega Nery é filha de Ottilia e Leôncio Nery e bisneta do Barão de Vila Maria, Joaquim Gomes da Silva. Após passar os primeiros anos de vida em fazendas do Pantanal, a família muda-se para Bauru e Wega é enviada a São Paulo, onde estuda no Colégio Sion. No início da década de 1930, conclui o curso ginasial e estuda psicologia, pedagogia e didática para equiparar-se às normalistas. Após os exames, torna-se professora e depois é nomeada inspetora federal de ensino. Nesse período, retoma o hábito de desenhar e pintar de forma autodidata.

Simultaneamente, escreve e publica poesias na revista carioca O Malho (Parnaso Feminino), com o pseudônimo de Vera Nunes, em 1932. Em 1946, matricula-se na Escola de Belas Artes, em São Paulo, onde estuda com Theodoro Braga e Joaquim da Rocha Ferreira. Começa a freqüentar o meio artístico paulistano e participa de sua primeira exposição, a Coletiva da Associação Paulista de Belas Artes. Contudo, foi a opinião de um consagrado crítico que deu o empurrão definitivo para colocar a arte em primeiro plano. "Resolvi levar um dia alguns desenhos e também minhas poesias para que Sérgio Milliet os visse. Perguntei qual caminho ele achava que eu deveria seguir. Ele respondeu que eu transmitia mais pelos desenhos do que pelas poesias. Daí em diante, abandonei a literatura e fiquei só com a pintura. Não senti falta da poesia porque a pintura, para mim, tem muito de poesia e muito de música", dizia Wega.
Em 1950, ganha a medalha de bronze no Salão Nacional de Belas Artes. A convite da também pintora Alzira Pecorari, entra para o Grupo Guanabara, reunido em torno de Yoshiya Takaoka (1909-1978) e que contava com Arcângelo Ianelli, Ismênia Coaracy e os japoneses Manabu Mabe (1924-1997) e Fukushima, entre outros. Após um período com o Grupo Guanabara, Wega aproxima-se do Atelier Abstração, de Samson Flexor (1907-1971), pintor de origem franco-romena, diplomado em Paris. Em seis décadas entre cavaletes e telas, Wega participou de 12 Bienais de Arte de São Paulo. Com destaque para a edição de 1957 quando, por uma exigência do crítico alemão Ludwig Grote, diretor do Museu de Nuremberg, arrebatou o prêmio de Melhor Desenhista, dividindo-o com o artista plástico Fernando Lemos. Na Bienal de 63, recebeu o prêmio de Aquisição Nacional.
Depois, foi homenageada com seis salas especiais em outras edições da Bienal. A primeira individual ocorreu no Masp em 1955. Seguiram-se inúmeras exposições individuais e coletivas. Além do Brasil, levou sua arte para Argentina, Uruguai, Estados Unidos, México, Alemanha, França e Inglaterra. Tem obras no acervo dos principais museus do Brasil, como o Museu de Arte de São Paulo (Masp), o Museu de Arte Contemporânea (MAC) de SP, o Museu de Niterói (RJ) e também na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington. Possui obras nas embaixadas do Brasil em Washington (EUA) e Berlim (Alemanha), prefeituras e importantes coleções corporativas e particulares. No início da década de 70, ao lado do companheiro Geraldo Ferraz, crítico de arte e escritor, estabelece-se no Guarujá, cidade litorânea de São Paulo, onde constrói uma casa na Praia de Pernambuco. Com arquitetura assinada pelo ucraniano Gregori Warchavchik (1896-1971), a casa é batizada de Ilha Verde, em alusão a um dos livros do escritor francês Victor Hugo (1802-1885). É o local onde Wega produziu boa parte de seus trabalhos e onde, atualmente, funciona o Centro Cultural Wega Nery, incluído em roteiro turístico-cultural da Prefeitura de Guarujá.
Sua arte foi tema de artigos de críticos como Sérgio Milliet (1898-1966), Vilém Flusser (1920-1991), Leo Gilson Ribeiro, Jacob Klintowitz e Radha Abramo, entre outros.
Em 1984, realizou retrospectiva no Museu de Arte de São Paulo a convite de Pietro Maria Bardi. Em 1994, o Centro Cultural São Paulo realizou uma retrospectiva em homenagem aos oitenta anos da artista.
Wega Nery faleceu por falência múltipla dos órgãos, aos 95 anos de idade.
Exposições
[editar] Individuais
1955 - São Paulo - SP - Wega Nery: desenhos - Masp
1957 – Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: desenhos - Petite Galerie
1957 - São Paulo - SP - Wega Nery: desenhos - MAM/SP
1959 - Rio de Janeiro - RJ - Galeria Adorno
1960 - Campinas - SP - Galeria Aremar
1964 - São Paulo - SP - Pinturas de Wega - Galeria Solarium
1964 - Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: pinturas - Galeria Bonino
1965 - Buenos Aires - Argentina - Galeria Lascaux
1965 - Montevidéu - Uruguai - Wega Nery - Óleos y Gouaches - Centro de Artes y Letras
1965 - Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: pinturas e desenhos - MAM/RJ
1966 - São Paulo SP - Galeria Cosme Velho
1966 - Porto Alegre - RS - Galeria Leopoldina
1966 - Santos SP - Clube de Arte
1966 - Porto Alegre - RS - Wega Nery: Óleos e Guaches - Galeria Leopoldina
1966 – São Paulo/Americana – SP – Galeria de Arte do Gin.Voc.Osvaldo Aranha
1966 – Montevidéu – Uruguai – Centro de Artes y Letras de El Pais
1966 – Buenos Aires – Argentina – Galeria Lascaux
1967 - Punta del Este - Uruguai – Paisagens Imaginárias - Hotel Cantegril
1967 – Washington DC - Estados Unidos - Wega Nery of Brazil Oils- Pan American Union Gallery
1967 - Nova York - Estados Unidos - Wega Nery: Imaginary Landscapes - Galerie Foussats
1968 - Paris - França - Paisagens Imaginárias - Galerie Debret
1968 – Cidade do México - México – Guaches
1968 – Montevidéu – Uruguai – Embaixada do Brasil
1968 - Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: pinturas - Galeria Bonino
1969 - Campo Grande - MS -
1969 – Cuiabá - MT – Galeria do Diário da Serra e Palácio Allencastro
1969 – Corumbá - MS – Corumbalense F. Clube
1969 – Guarujá – SP – Salão Colonial do Hotel Jequiti-Mar
1969 – Munique - Alemanha - Wega Nery: brasilien abstrakte gemälde - Galeria Schumacher
1970 - São Paulo - SP - Galeria Cosme Velho
1970 - Santos - SP - Galeria de Arte Centro Cultural Brasil Estados Unidos
1970 - Londres - Inglaterra - Wega Nery: Imaginary Landscapes - Embaixada do Brasil
1970 - Washington - Estados Unidos - Wega Nery: Imaginary Landscapes - Embaixada do Brasil
1971 - Londres - Inglaterra) - Drian Gallery
1971 - Rio de Janeiro - RJ - Galeria Bonino
1971 – Campinas - SP - Paisagens Imaginárias - Galeria Girassol
1971 - Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: pinturas - Galeria Bonino
1971 – Guarujá - SP - Wega Paisagens Imaginárias – Portal Galeria de Arte - Clube Samambaia
1972 - São Paulo - SP - Wega Paisagens Imaginárias - Documenta Galeria de Arte
1973 – Brasília - DF - Wega: 20 paisagens imaginárias - Galeria Mainline Hotel Nacional
1975 - São Paulo - SP - Wega Nery: 30 paisagens imaginárias - Documenta Galeria de Arte
1975 – Campos do Jordão – SP – Centro Cultural A.Z.Flosi
1976 – Brasília - DF - Wega Nery: 30 paisagens imaginárias – Galeria de Arte Oscar Seraphico
1978 - São Paulo - SP - Wega Nery: desenhos e pinturas - Documenta Galeria de Arte
1979 - Brasília - DF - Fundação Cultural do Distrito Federal
1979 – São Paulo – SP – 15ª Bienal Internacional – Sala Especial
1981 – Santos - SP - Galeria do Banco do Brasil
1983 – Santos - SP - Galeria de Arte Centro Cultural Brasil Estados Unidos
1984 – Guarujá – SP – Galeria Centro Municipal de Cultura
1985 - São Paulo - SP - Wega Nery: Passagens e Paisagens - Masp
1986 - São Paulo - SP - Wega Nery: pinturas - Subdistrito Comercial de Arte
1987 – Ribeirão Preto – SP – Galeria Jardim Contemporâneo
1988 – Guarujá – SP – Banco do Brasil
1989 - Campo Grande - MS -
1989 - São Paulo - SP - Wega Nery: pinturas - Galeria de Arte São Paulo
1989 - São Paulo - SP - Wega Nery: pinturas - Escritório de Arte São Paulo
1990 – Santos – SP – Galeria de Arte do Centro Cultural Brasil Estados Unidos
1993 – Brasília - DF - A Ilha Verde de Wega - MAB/DF
1993 - São Paulo - SP - Wega Nery - Pinacoteca do Estado
1994 - São Paulo - SP - 20 Obras do Trajeto Abstrato de Wega Nery - MAC/USP
1994 - São Paulo - SP – A Ilha Verde de Wega – Centro Cultural São Paulo
2006 – Guarujá – SP – Casa Cor
Wega Nery Gomes Pinto (Corumbá, 10 de março de 1912 — Guarujá, 21 de maio de 2007) foi uma artista plástica brasileira.

Wega Nery é filha de Ottilia e Leôncio Nery e bisneta do Barão de Vila Maria, Joaquim Gomes da Silva. Após passar os primeiros anos de vida em fazendas do Pantanal, a família muda-se para Bauru e Wega é enviada a São Paulo, onde estuda no Colégio Sion. No início da década de 1930, conclui o curso ginasial e estuda psicologia, pedagogia e didática para equiparar-se às normalistas. Após os exames, torna-se professora e depois é nomeada inspetora federal de ensino. Nesse período, retoma o hábito de desenhar e pintar de forma autodidata.
Simultaneamente, escreve e publica poesias na revista carioca O Malho (Parnaso Feminino), com o pseudônimo de Vera Nunes, em 1932. Em 1946, matricula-se na Escola de Belas Artes, em São Paulo, onde estuda com Theodoro Braga e Joaquim da Rocha Ferreira. Começa a freqüentar o meio artístico paulistano e participa de sua primeira exposição, a Coletiva da Associação Paulista de Belas Artes. Contudo, foi a opinião de um consagrado crítico que deu o empurrão definitivo para colocar a arte em primeiro plano. "Resolvi levar um dia alguns desenhos e também minhas poesias para que Sérgio Milliet os visse. Perguntei qual caminho ele achava que eu deveria seguir. Ele respondeu que eu transmitia mais pelos desenhos do que pelas poesias. Daí em diante, abandonei a literatura e fiquei só com a pintura. Não senti falta da poesia porque a pintura, para mim, tem muito de poesia e muito de música", dizia Wega.
Em 1950, ganha a medalha de bronze no Salão Nacional de Belas Artes. A convite da também pintora Alzira Pecorari, entra para o Grupo Guanabara, reunido em torno de Yoshiya Takaoka (1909-1978) e que contava com Arcângelo Ianelli, Ismênia Coaracy e os japoneses Manabu Mabe (1924-1997) e Fukushima, entre outros. Após um período com o Grupo Guanabara, Wega aproxima-se do Atelier Abstração, de Samson Flexor (1907-1971), pintor de origem franco-romena, diplomado em Paris. Em seis décadas entre cavaletes e telas, Wega participou de 12 Bienais de Arte de São Paulo. Com destaque para a edição de 1957 quando, por uma exigência do crítico alemão Ludwig Grote, diretor do Museu de Nuremberg, arrebatou o prêmio de Melhor Desenhista, dividindo-o com o artista plástico Fernando Lemos. Na Bienal de 63, recebeu o prêmio de Aquisição Nacional.
Depois, foi homenageada com seis salas especiais em outras edições da Bienal. A primeira individual ocorreu no Masp em 1955. Seguiram-se inúmeras exposições individuais e coletivas. Além do Brasil, levou sua arte para Argentina, Uruguai, Estados Unidos, México, Alemanha, França e Inglaterra. Tem obras no acervo dos principais museus do Brasil, como o Museu de Arte de São Paulo (Masp), o Museu de Arte Contemporânea (MAC) de SP, o Museu de Niterói (RJ) e também na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington. Possui obras nas embaixadas do Brasil em Washington (EUA) e Berlim (Alemanha), prefeituras e importantes coleções corporativas e particulares. No início da década de 70, ao lado do companheiro Geraldo Ferraz, crítico de arte e escritor, estabelece-se no Guarujá, cidade litorânea de São Paulo, onde constrói uma casa na Praia de Pernambuco. Com arquitetura assinada pelo ucraniano Gregori Warchavchik (1896-1971), a casa é batizada de Ilha Verde, em alusão a um dos livros do escritor francês Victor Hugo (1802-1885). É o local onde Wega produziu boa parte de seus trabalhos e onde, atualmente, funciona o Centro Cultural Wega Nery, incluído em roteiro turístico-cultural da Prefeitura de Guarujá.
Sua arte foi tema de artigos de críticos como Sérgio Milliet (1898-1966), Vilém Flusser (1920-1991), Leo Gilson Ribeiro, Jacob Klintowitz e Radha Abramo, entre outros.
Em 1984, realizou retrospectiva no Museu de Arte de São Paulo a convite de Pietro Maria Bardi. Em 1994, o Centro Cultural São Paulo realizou uma retrospectiva em homenagem aos oitenta anos da artista.
Wega Nery faleceu por falência múltipla dos órgãos, aos 95 anos de idade.
Exposições
[editar] Individuais
1955 - São Paulo - SP - Wega Nery: desenhos - Masp
1957 – Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: desenhos - Petite Galerie
1957 - São Paulo - SP - Wega Nery: desenhos - MAM/SP
1959 - Rio de Janeiro - RJ - Galeria Adorno
1960 - Campinas - SP - Galeria Aremar
1964 - São Paulo - SP - Pinturas de Wega - Galeria Solarium
1964 - Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: pinturas - Galeria Bonino
1965 - Buenos Aires - Argentina - Galeria Lascaux
1965 - Montevidéu - Uruguai - Wega Nery - Óleos y Gouaches - Centro de Artes y Letras
1965 - Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: pinturas e desenhos - MAM/RJ
1966 - São Paulo SP - Galeria Cosme Velho
1966 - Porto Alegre - RS - Galeria Leopoldina
1966 - Santos SP - Clube de Arte
1966 - Porto Alegre - RS - Wega Nery: Óleos e Guaches - Galeria Leopoldina
1966 – São Paulo/Americana – SP – Galeria de Arte do Gin.Voc.Osvaldo Aranha
1966 – Montevidéu – Uruguai – Centro de Artes y Letras de El Pais
1966 – Buenos Aires – Argentina – Galeria Lascaux
1967 - Punta del Este - Uruguai – Paisagens Imaginárias - Hotel Cantegril
1967 – Washington DC - Estados Unidos - Wega Nery of Brazil Oils- Pan American Union Gallery
1967 - Nova York - Estados Unidos - Wega Nery: Imaginary Landscapes - Galerie Foussats
1968 - Paris - França - Paisagens Imaginárias - Galerie Debret
1968 – Cidade do México - México – Guaches
1968 – Montevidéu – Uruguai – Embaixada do Brasil
1968 - Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: pinturas - Galeria Bonino
1969 - Campo Grande - MS -
1969 – Cuiabá - MT – Galeria do Diário da Serra e Palácio Allencastro
1969 – Corumbá - MS – Corumbalense F. Clube
1969 – Guarujá – SP – Salão Colonial do Hotel Jequiti-Mar
1969 – Munique - Alemanha - Wega Nery: brasilien abstrakte gemälde - Galeria Schumacher
1970 - São Paulo - SP - Galeria Cosme Velho
1970 - Santos - SP - Galeria de Arte Centro Cultural Brasil Estados Unidos
1970 - Londres - Inglaterra - Wega Nery: Imaginary Landscapes - Embaixada do Brasil
1970 - Washington - Estados Unidos - Wega Nery: Imaginary Landscapes - Embaixada do Brasil
1971 - Londres - Inglaterra) - Drian Gallery
1971 - Rio de Janeiro - RJ - Galeria Bonino
1971 – Campinas - SP - Paisagens Imaginárias - Galeria Girassol
1971 - Rio de Janeiro - RJ - Wega Nery: pinturas - Galeria Bonino
1971 – Guarujá - SP - Wega Paisagens Imaginárias – Portal Galeria de Arte - Clube Samambaia
1972 - São Paulo - SP - Wega Paisagens Imaginárias - Documenta Galeria de Arte
1973 – Brasília - DF - Wega: 20 paisagens imaginárias - Galeria Mainline Hotel Nacional
1975 - São Paulo - SP - Wega Nery: 30 paisagens imaginárias - Documenta Galeria de Arte
1975 – Campos do Jordão – SP – Centro Cultural A.Z.Flosi
1976 – Brasília - DF - Wega Nery: 30 paisagens imaginárias – Galeria de Arte Oscar Seraphico
1978 - São Paulo - SP - Wega Nery: desenhos e pinturas - Documenta Galeria de Arte
1979 - Brasília - DF - Fundação Cultural do Distrito Federal
1979 – São Paulo – SP – 15ª Bienal Internacional – Sala Especial
1981 – Santos - SP - Galeria do Banco do Brasil
1983 – Santos - SP - Galeria de Arte Centro Cultural Brasil Estados Unidos
1984 – Guarujá – SP – Galeria Centro Municipal de Cultura
1985 - São Paulo - SP - Wega Nery: Passagens e Paisagens - Masp
1986 - São Paulo - SP - Wega Nery: pinturas - Subdistrito Comercial de Arte
1987 – Ribeirão Preto – SP – Galeria Jardim Contemporâneo
1988 – Guarujá – SP – Banco do Brasil
1989 - Campo Grande - MS -
1989 - São Paulo - SP - Wega Nery: pinturas - Galeria de Arte São Paulo
1989 - São Paulo - SP - Wega Nery: pinturas - Escritório de Arte São Paulo
1990 – Santos – SP – Galeria de Arte do Centro Cultural Brasil Estados Unidos
1993 – Brasília - DF - A Ilha Verde de Wega - MAB/DF
1993 - São Paulo - SP - Wega Nery - Pinacoteca do Estado
1994 - São Paulo - SP - 20 Obras do Trajeto Abstrato de Wega Nery - MAC/USP
1994 - São Paulo - SP – A Ilha Verde de Wega – Centro Cultural São Paulo
2006 – Guarujá – SP – Casa Cor
domingo, novembro 13, 2011
BRASILEIRÃO
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VASCO E CORINTHIANS VENCERAM
E SEGUEM JUNTOS NA LIDERANÇA
34 ª Rodada
12/11/2011 19:00 (Saba) São Paulo 2 x 0 Avaí Morumbi
12/11/2011 19:00 (Saba) Fluminense 1 x 2 América-MG Engenhão
12/11/2011 19:00 (Saba) Figueirense 2 x 1 Atlético-MG Orlando Scarpelli
13/11/2011 17:00 (Dom) Ceará 2 x 3 Santos Presidente Vargas-CE
13/11/2011 17:00 (Dom) Corinthians 2 x 1 Atlético-PR Pacaembu
13/11/2011 17:00 (Dom) Coritiba 2 x 0 Flamengo Couto Pereira
13/11/2011 17:00 (Dom) Grêmio 2 x 2 Palmeiras Olímpico
13/11/2011 19:00 (Dom) Atlético-GO 0 x 1 Bahia Serra Dourada
13/11/2011 19:00 (Dom) Vasco 2 x 0 Botafogo-RJ Engenhão
13/11/2011 19:00 (Dom) Cruzeiro 1 x 0 Internacional-RS Arena do Jacaré
VASCO,2 BOTAFOGO,0
Com dez e pênalti perdido, Vasco vence Bota e segue na cola do Timão
O Vasco deu uma demonstração de força na noite deste domingo, ao derrotar o Botafogo por 2 a 0 em clássico disputado no Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ), pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Enfrentando um rival direto na luta pelo título, o Cruz-maltino conseguiu se impor e chegou aos mesmos 61 pontos do Corinthians, que lidera por conta dos critérios de desempate.
Fellipe Bastos e Dedé marcaram os gols do jogo e Diego Souza ainda desperdiçou uma cobrança de pênalti. Já pelo lado do Glorioso, que estacionou nos 55 pontos, a taça parece ter ficado mais distante. Além disso, o time de General Severiano, que tinha goleado o rival no primeiro turno por 4 a 0, segue na zona de classificação para a Libertadores, mas perdeu a quarta posição para o Figueirense.
As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira. O Vasco recebe o Palmeiras, às 21h50(de Brasília), no Pacaembu, em São Paulo (SP). Já o Botafogo um pouco mais cedo, às 20h30(de Brasília), visita o América na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG).
CLASSIFICAÇÃO
1° Corinthians 61 34 18
2° Vasco 61 34 17
3° Fluminense 56 34 18
4° Figueirense 56 34 15
5° Botafogo-RJ 55 34 16
6° Flamengo 55 34 14
7° São Paulo 53 34 14
8° Santos 51 34 15
9° Coritiba 51 34 14
10° Internacional-RS 51 34 13
VASCO E CORINTHIANS VENCERAM
E SEGUEM JUNTOS NA LIDERANÇA
34 ª Rodada
12/11/2011 19:00 (Saba) São Paulo 2 x 0 Avaí Morumbi
12/11/2011 19:00 (Saba) Fluminense 1 x 2 América-MG Engenhão
12/11/2011 19:00 (Saba) Figueirense 2 x 1 Atlético-MG Orlando Scarpelli
13/11/2011 17:00 (Dom) Ceará 2 x 3 Santos Presidente Vargas-CE
13/11/2011 17:00 (Dom) Corinthians 2 x 1 Atlético-PR Pacaembu
13/11/2011 17:00 (Dom) Coritiba 2 x 0 Flamengo Couto Pereira
13/11/2011 17:00 (Dom) Grêmio 2 x 2 Palmeiras Olímpico
13/11/2011 19:00 (Dom) Atlético-GO 0 x 1 Bahia Serra Dourada
13/11/2011 19:00 (Dom) Vasco 2 x 0 Botafogo-RJ Engenhão
13/11/2011 19:00 (Dom) Cruzeiro 1 x 0 Internacional-RS Arena do Jacaré
VASCO,2 BOTAFOGO,0
Com dez e pênalti perdido, Vasco vence Bota e segue na cola do Timão
O Vasco deu uma demonstração de força na noite deste domingo, ao derrotar o Botafogo por 2 a 0 em clássico disputado no Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ), pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Enfrentando um rival direto na luta pelo título, o Cruz-maltino conseguiu se impor e chegou aos mesmos 61 pontos do Corinthians, que lidera por conta dos critérios de desempate.
Fellipe Bastos e Dedé marcaram os gols do jogo e Diego Souza ainda desperdiçou uma cobrança de pênalti. Já pelo lado do Glorioso, que estacionou nos 55 pontos, a taça parece ter ficado mais distante. Além disso, o time de General Severiano, que tinha goleado o rival no primeiro turno por 4 a 0, segue na zona de classificação para a Libertadores, mas perdeu a quarta posição para o Figueirense.
As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira. O Vasco recebe o Palmeiras, às 21h50(de Brasília), no Pacaembu, em São Paulo (SP). Já o Botafogo um pouco mais cedo, às 20h30(de Brasília), visita o América na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG).
CLASSIFICAÇÃO
1° Corinthians 61 34 18
2° Vasco 61 34 17
3° Fluminense 56 34 18
4° Figueirense 56 34 15
5° Botafogo-RJ 55 34 16
6° Flamengo 55 34 14
7° São Paulo 53 34 14
8° Santos 51 34 15
9° Coritiba 51 34 14
10° Internacional-RS 51 34 13
sábado, novembro 12, 2011
POETAS BRASILEIROS - BRUNO TOLENTINO
.
Bruno Lúcio de Carvalho Tolentino (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1940 — São Paulo, 27 de junho de 2007) foi um poeta brasileiro.

Nascido em 1940, numa tradicional família carioca, conviveu desde criança com intelectuais e escritores próximos à família, entre eles Cecília Meireles (a quem o poeta sempre se referiu carinhosamente como Tia Cecília), Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto. Primo do crítico literário brasileiro Antonio Candido e da crítica teatral Bárbara Heliodora, seu trisavô, Antônio Nicolau Tolentino, foi conselheiro do Império e fundador da Caixa Econômica Federal. Foi instruído em inglês e francês ao mesmo tempo de sua alfabetização no português.
Publicou em 1963 seu primeiro livro, Anulação e outros reparos. Com o advento do golpe militar de 1964, mudou-se para a Europa a convite do poeta Giuseppe Ungaretti, onde vive trinta anos, tendo residido na Inglaterra, Bélgica, Itália e França. Lecionou nas universidades de Oxford, Essex e Bristol e trabalhou como tradutor-intérprete junto à Comunidade Econômica Européia. Publicou em 1971, em língua francesa, o livro Le vrai le vain e, em 1979, em língua inglesa, About the Hunt, ambos bem recebidos pela crítica literária européia.[carece de fontes] Sucedeu o poeta e amigo W. H. Auden na direção da revista literária Oxford Poetry Now.
Em 1987, sob a acusação de porte de drogas, foi condenado a 11 anos de prisão. Cumpriu apenas 22 meses da pena, em Dartmoor, no Reino Unido. "Adorei a experiência e procurei tirar o máximo de proveito", foi o que Bruno declarou sobre os dias de encarceramento, numa entrevista em agosto de 2006.[1] Aos companheiros de prisão, organizou aulas de alfabetização e de literatura, estas últimas nomeadas de "Seminars of Drama and Literature", que, conforme posteriormente relatado por Bruno, "em cujas sessões avançadas chegaram a comparecer psicanalistas de renome, ao lado de personalidades do mundo das Letras tais como Harold Carpenter, o estudioso e biógrafo de Ezra Pound e Auden, o dramaturgo Harold Pinter, ou Lady Antonia Fraser".[2]
Tolentino retornou ao Brasil em 1993, publicando o livro As horas de Katharina, escrito durante o período de 22 anos (1971-1993), ganhando com ele o Prêmio Jabuti de melhor livro de poesia de 1994. Em 1995 publicou Os Sapos de Ontem, uma coletânea de textos, artigos e poemas originados de uma polêmica intelectual com os irmãos Haroldo de Campos e Augusto de Campos, que nesse livro serão os principais alvos de sua "língua ferina entortada pelo vício da ironia", frase que Bruno usou durante uma entrevista em que lhe foi pedido "um perfil abrangente de si mesmo". [3] Ainda em 1995 publicou Os Deuses de Hoje, e, em 1996, A Balada do Cárcere, livro nascido da experiência de sua prisão pouco menos de dez anos antes. Ainda nesse ano, foi publicada uma polêmica entrevista com Bruno para a revista Veja,[4] onde o poeta critica, entre outras coisas, a então atual situação intelectual do Brasil, o Concretismo, a concepção e aceitação da letra de música enquanto poesia e a elevação de músicos populares à posição do intelectual. Essa postura crítica, que tem como principais arenas publicadas a entrevista à Veja e o livro Os Sapos de Ontem, acompanhou Bruno ao longo dos anos de atividade intelectual no período que foi do seu retorno ao Brasil até sua morte (1993-2007).
Bruno publicou derradeiramente em 2002 e 2006, respectivamente, os livros que considerou como a culminação de sua obra poética: O Mundo Como Ideia, escrito durante quarenta anos (1959-1999), e A Imitação do Amanhecer, escrito durante 25 anos (1979-2004). Ambos lhe renderam o Prêmio Jabuti, já conquistado pelo autor em 1993 com As Horas de Katharina, tornando-o assim o único escritor a ganhar três edições do prêmio, considerado o mais importante da literatura brasileira. Bruno também recebeu, por O Mundo Como Ideia, o Prêmio Senador José Ermírio de Morais, prêmio nunca antes dado a um escritor, em sessão da Academia Brasileira de Letras,[5] com saudação proferida pelo acadêmico, filósofo, poeta e teórico do Direito Miguel Reale, seu amigo.
Doença e morte
Tolentino, que tinha aids e já havia superado um câncer, esteve internado durante um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, onde veio a falecer, aos 66 anos de idade, vitimado por uma falência múltipla de órgãos, em 27 de junho de 2007.
POEMA DE BRUNO TOLENTINO
Noturno
Não sou o que te quer. Sou o que desce
a ti, veia por veia, e se derrama
à cata de si mesmo e do que é chama
e em cinza se reúne e se arrefece.
Anoitece contigo. E me anoitece
o lume do que é findo e me reclama.
Abro as mãos no obscuro. Toco a trama
que lacuna a lacuna amor se tece.
Repousa em ti o espanto que em mim dói,
norturno. E te revolvo. E estás pousada,
pomba de pura sombra que me rói.
E mordo teu silêncio corrosivo,
chupo o que flui, amor, sei que estou vivo
e sou teu salto em mim, suspenso em nada.
Bruno Tolentino
Livros publicados
Anulação e outros reparos (São Paulo: Massao Ohno, 1963)
Le vrai le vain (Paris: Actuels, 1971)
About the hunt (Oxford: OPN, 1979)
As horas de Katharina (São Paulo: Companhia das Letras, 1994)
Os deuses de hoje (Rio de Janeiro: Record, 1995)
Os sapos de ontem (Rio de Janeiro: Diadorim, 1995)
A balada do cárcere (Rio de Janeiro: Topbooks, 1996)
O mundo como Ideia (São Paulo: Globo, 2002)
A imitação do amanhecer (São Paulo: Globo, 2006)
Bruno Lúcio de Carvalho Tolentino (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1940 — São Paulo, 27 de junho de 2007) foi um poeta brasileiro.
Nascido em 1940, numa tradicional família carioca, conviveu desde criança com intelectuais e escritores próximos à família, entre eles Cecília Meireles (a quem o poeta sempre se referiu carinhosamente como Tia Cecília), Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto. Primo do crítico literário brasileiro Antonio Candido e da crítica teatral Bárbara Heliodora, seu trisavô, Antônio Nicolau Tolentino, foi conselheiro do Império e fundador da Caixa Econômica Federal. Foi instruído em inglês e francês ao mesmo tempo de sua alfabetização no português.
Publicou em 1963 seu primeiro livro, Anulação e outros reparos. Com o advento do golpe militar de 1964, mudou-se para a Europa a convite do poeta Giuseppe Ungaretti, onde vive trinta anos, tendo residido na Inglaterra, Bélgica, Itália e França. Lecionou nas universidades de Oxford, Essex e Bristol e trabalhou como tradutor-intérprete junto à Comunidade Econômica Européia. Publicou em 1971, em língua francesa, o livro Le vrai le vain e, em 1979, em língua inglesa, About the Hunt, ambos bem recebidos pela crítica literária européia.[carece de fontes] Sucedeu o poeta e amigo W. H. Auden na direção da revista literária Oxford Poetry Now.
Em 1987, sob a acusação de porte de drogas, foi condenado a 11 anos de prisão. Cumpriu apenas 22 meses da pena, em Dartmoor, no Reino Unido. "Adorei a experiência e procurei tirar o máximo de proveito", foi o que Bruno declarou sobre os dias de encarceramento, numa entrevista em agosto de 2006.[1] Aos companheiros de prisão, organizou aulas de alfabetização e de literatura, estas últimas nomeadas de "Seminars of Drama and Literature", que, conforme posteriormente relatado por Bruno, "em cujas sessões avançadas chegaram a comparecer psicanalistas de renome, ao lado de personalidades do mundo das Letras tais como Harold Carpenter, o estudioso e biógrafo de Ezra Pound e Auden, o dramaturgo Harold Pinter, ou Lady Antonia Fraser".[2]
Tolentino retornou ao Brasil em 1993, publicando o livro As horas de Katharina, escrito durante o período de 22 anos (1971-1993), ganhando com ele o Prêmio Jabuti de melhor livro de poesia de 1994. Em 1995 publicou Os Sapos de Ontem, uma coletânea de textos, artigos e poemas originados de uma polêmica intelectual com os irmãos Haroldo de Campos e Augusto de Campos, que nesse livro serão os principais alvos de sua "língua ferina entortada pelo vício da ironia", frase que Bruno usou durante uma entrevista em que lhe foi pedido "um perfil abrangente de si mesmo". [3] Ainda em 1995 publicou Os Deuses de Hoje, e, em 1996, A Balada do Cárcere, livro nascido da experiência de sua prisão pouco menos de dez anos antes. Ainda nesse ano, foi publicada uma polêmica entrevista com Bruno para a revista Veja,[4] onde o poeta critica, entre outras coisas, a então atual situação intelectual do Brasil, o Concretismo, a concepção e aceitação da letra de música enquanto poesia e a elevação de músicos populares à posição do intelectual. Essa postura crítica, que tem como principais arenas publicadas a entrevista à Veja e o livro Os Sapos de Ontem, acompanhou Bruno ao longo dos anos de atividade intelectual no período que foi do seu retorno ao Brasil até sua morte (1993-2007).
Bruno publicou derradeiramente em 2002 e 2006, respectivamente, os livros que considerou como a culminação de sua obra poética: O Mundo Como Ideia, escrito durante quarenta anos (1959-1999), e A Imitação do Amanhecer, escrito durante 25 anos (1979-2004). Ambos lhe renderam o Prêmio Jabuti, já conquistado pelo autor em 1993 com As Horas de Katharina, tornando-o assim o único escritor a ganhar três edições do prêmio, considerado o mais importante da literatura brasileira. Bruno também recebeu, por O Mundo Como Ideia, o Prêmio Senador José Ermírio de Morais, prêmio nunca antes dado a um escritor, em sessão da Academia Brasileira de Letras,[5] com saudação proferida pelo acadêmico, filósofo, poeta e teórico do Direito Miguel Reale, seu amigo.
Doença e morte
Tolentino, que tinha aids e já havia superado um câncer, esteve internado durante um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, onde veio a falecer, aos 66 anos de idade, vitimado por uma falência múltipla de órgãos, em 27 de junho de 2007.
POEMA DE BRUNO TOLENTINO
Noturno
Não sou o que te quer. Sou o que desce
a ti, veia por veia, e se derrama
à cata de si mesmo e do que é chama
e em cinza se reúne e se arrefece.
Anoitece contigo. E me anoitece
o lume do que é findo e me reclama.
Abro as mãos no obscuro. Toco a trama
que lacuna a lacuna amor se tece.
Repousa em ti o espanto que em mim dói,
norturno. E te revolvo. E estás pousada,
pomba de pura sombra que me rói.
E mordo teu silêncio corrosivo,
chupo o que flui, amor, sei que estou vivo
e sou teu salto em mim, suspenso em nada.
Bruno Tolentino
Livros publicados
Anulação e outros reparos (São Paulo: Massao Ohno, 1963)
Le vrai le vain (Paris: Actuels, 1971)
About the hunt (Oxford: OPN, 1979)
As horas de Katharina (São Paulo: Companhia das Letras, 1994)
Os deuses de hoje (Rio de Janeiro: Record, 1995)
Os sapos de ontem (Rio de Janeiro: Diadorim, 1995)
A balada do cárcere (Rio de Janeiro: Topbooks, 1996)
O mundo como Ideia (São Paulo: Globo, 2002)
A imitação do amanhecer (São Paulo: Globo, 2006)
preliminares
.
Um jovem Angolano, advogado recém-formado (na "Independente"), montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Avenida 4 de Fevereiro em Luanda, e colocou na porta uma placa dourada:
Dr. António Soares - Especialista em Direito Tributário.
No 1º dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor fato, sentou-se atrás de sua escrivaninha, e ficou aguardando o primeiro cliente.
Meia hora depois batem à porta.
Ele pede para a pessoa entrar e sentar-se, rapidamente apanha o telefone do gancho
e começa a simular uma conversa:
- Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Nós vamos ganhar essa causa! O juiz já deu parecer favorável!...
- Sei, sei... Como? Ah, os meus honorários? Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!...
- É claro!... O que é isso, sem problemas!... O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando... Obrigado... Um abraço!
Bate o fone no gancho com força e diz:
- Bom dia, o que o senhor deseja?
- Eu vim instalar o telefone...
Um jovem Angolano, advogado recém-formado (na "Independente"), montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Avenida 4 de Fevereiro em Luanda, e colocou na porta uma placa dourada:
Dr. António Soares - Especialista em Direito Tributário.
No 1º dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor fato, sentou-se atrás de sua escrivaninha, e ficou aguardando o primeiro cliente.
Meia hora depois batem à porta.
Ele pede para a pessoa entrar e sentar-se, rapidamente apanha o telefone do gancho
e começa a simular uma conversa:
- Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Nós vamos ganhar essa causa! O juiz já deu parecer favorável!...
- Sei, sei... Como? Ah, os meus honorários? Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!...
- É claro!... O que é isso, sem problemas!... O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando... Obrigado... Um abraço!
Bate o fone no gancho com força e diz:
- Bom dia, o que o senhor deseja?
- Eu vim instalar o telefone...
HISTÓRIA DO BRASIL - A CANA DE AÇUÇAR COMO ELEMENTO DE INICIO DE COLONIZAÇÃO DO BRASIL
.
Cana-de-açúcar inicia colonização do Brasil

O período compreendido de 1500 a 1530 é denominado período pré-colonial e se caracteriza pelo desinteresse português em realizar a ocupação do território brasileiro.
Isso se explica pelo fato de o comércio com as Índias Orientais ter se mostrado lucrativo e, também, pela constatação, narrada pelo escrivão-mor Pero Vaz de Caminha, da inexistência de ouro e prata, base da economia mercantilista em vigor na época. Não se justificava, portanto, investimento de vultosos recursos em território tão distante de Portugal.
No entanto, em 1530, Portugal passou a ser pressionado por outras nações que questionaram o Tratado de Tordesilhas, acordo entre os países ibéricos que determinou a divisão de territórios reconquistados ou descobertos. Tal questionamento teve por objetivo considerar dono da terra o país que efetivamente a ocupasse.
Para Portugal, portanto, era preciso ocupar a terra para não perdê-la, empregando um meio que fosse economicamente viável. A solução encontrada foi o sistema de Capitanias Hereditárias, que dividia a faixa litorânea em lotes horizontais. Cada capitania era entregue a um donatário, pessoa com recursos para assumir o ônus do empreendimento. Esse donatário assumia os riscos da empresa colonizadora e submetia-se às restrições monopolistas que a metrópole reservava para si.
O pacto colonial que determinou o monopólio político de Portugal sobre o Brasil se desdobrou em monopólio produtivo e comercial. A produção que o donatário passou a ser obrigado a desenvolver denominava-se plantation e baseava-se no latifúndio, monocultura, trabalho escravo e produção para o mercado externo.
O produto que iniciou a colonização foi a cana-de-açúcar, considerada uma especiaria na Europa. Portugal detinha a exclusividade comercial sobre o Brasil, tornando-se em pouco tempo o principal produtor mundial de açúcar de cana.
Apesar das restrições a que os donatários se submetiam, esses representantes da coroa no Brasil tornaram-se a elite econômica, usufruindo de status no universo das relações coloniais. Esse status se traduziu também em poder que retornou para as relações familiares dos latifundiários.
O patriarcalismo foi a base da sociedade colonial, onde o pai exercia poder absoluto sobre os membros da família e todos os seus agregados. Sua mulher era submissa às suas ordens, como filhos e escravos. A educação era um privilégio masculino, e as mulheres tinham educação para o lar. Quando se casavam, saíam do domínio paterno para o marital, reproduzindo, assim, o modelo familiar e social que caracterizou o Brasil por vários séculos.
Cana-de-açúcar inicia colonização do Brasil

O período compreendido de 1500 a 1530 é denominado período pré-colonial e se caracteriza pelo desinteresse português em realizar a ocupação do território brasileiro.
Isso se explica pelo fato de o comércio com as Índias Orientais ter se mostrado lucrativo e, também, pela constatação, narrada pelo escrivão-mor Pero Vaz de Caminha, da inexistência de ouro e prata, base da economia mercantilista em vigor na época. Não se justificava, portanto, investimento de vultosos recursos em território tão distante de Portugal.
No entanto, em 1530, Portugal passou a ser pressionado por outras nações que questionaram o Tratado de Tordesilhas, acordo entre os países ibéricos que determinou a divisão de territórios reconquistados ou descobertos. Tal questionamento teve por objetivo considerar dono da terra o país que efetivamente a ocupasse.
Para Portugal, portanto, era preciso ocupar a terra para não perdê-la, empregando um meio que fosse economicamente viável. A solução encontrada foi o sistema de Capitanias Hereditárias, que dividia a faixa litorânea em lotes horizontais. Cada capitania era entregue a um donatário, pessoa com recursos para assumir o ônus do empreendimento. Esse donatário assumia os riscos da empresa colonizadora e submetia-se às restrições monopolistas que a metrópole reservava para si.
O pacto colonial que determinou o monopólio político de Portugal sobre o Brasil se desdobrou em monopólio produtivo e comercial. A produção que o donatário passou a ser obrigado a desenvolver denominava-se plantation e baseava-se no latifúndio, monocultura, trabalho escravo e produção para o mercado externo.
O produto que iniciou a colonização foi a cana-de-açúcar, considerada uma especiaria na Europa. Portugal detinha a exclusividade comercial sobre o Brasil, tornando-se em pouco tempo o principal produtor mundial de açúcar de cana.
Apesar das restrições a que os donatários se submetiam, esses representantes da coroa no Brasil tornaram-se a elite econômica, usufruindo de status no universo das relações coloniais. Esse status se traduziu também em poder que retornou para as relações familiares dos latifundiários.
O patriarcalismo foi a base da sociedade colonial, onde o pai exercia poder absoluto sobre os membros da família e todos os seus agregados. Sua mulher era submissa às suas ordens, como filhos e escravos. A educação era um privilégio masculino, e as mulheres tinham educação para o lar. Quando se casavam, saíam do domínio paterno para o marital, reproduzindo, assim, o modelo familiar e social que caracterizou o Brasil por vários séculos.
sexta-feira, novembro 11, 2011
PORTUGAL NO PLAYOFF DE QUALIFICAÇÃO PARA EUROPEU 2012
.
PORTUGAL EMPATOU NA BÓSNIA
NUM CAMPO DE BATATAS,IMPOS-
SIVEL PARA JOGAR FUTEBOL E
ADIOU PARA O ESTÁDIO DA LUZ
A QUALIFICAÇÃO

Portugal foi muito mal recebido na Bósnia por um publico grosseiro e provocador que aliado ao péssimo piso criou dificuldades
Apesar de ter criado boas chances de gol, o setor ofensivo da seleção portuguesa falhou diversas vezes na hora de concluir as jogadas, o que foi determinante para o resultado final.

Superior durante todo o primeiro tempo, Portugal conseguiu criar boas chances de gol logo no início de jogo.
A torcida bósnia era ensudercedora e empurrava sua equipe com vigor. No entanto, a equipe da casa não conseguiu corresponder aos gritos dos torcedores, que viram o zagueiro Pepe ter uma atuação impecável durante toda a partida, tgendo sido o melhor em campo, um SUPER PEPE.
Crisitano Ronaldo foi vaiado durante toda a partida e ouviu gritos de "Messi" quando finalizou para fora do gol
PORTUGAL EMPATOU NA BÓSNIA
NUM CAMPO DE BATATAS,IMPOS-
SIVEL PARA JOGAR FUTEBOL E
ADIOU PARA O ESTÁDIO DA LUZ
A QUALIFICAÇÃO
Portugal foi muito mal recebido na Bósnia por um publico grosseiro e provocador que aliado ao péssimo piso criou dificuldades
Apesar de ter criado boas chances de gol, o setor ofensivo da seleção portuguesa falhou diversas vezes na hora de concluir as jogadas, o que foi determinante para o resultado final.
Superior durante todo o primeiro tempo, Portugal conseguiu criar boas chances de gol logo no início de jogo.
A torcida bósnia era ensudercedora e empurrava sua equipe com vigor. No entanto, a equipe da casa não conseguiu corresponder aos gritos dos torcedores, que viram o zagueiro Pepe ter uma atuação impecável durante toda a partida, tgendo sido o melhor em campo, um SUPER PEPE.
Crisitano Ronaldo foi vaiado durante toda a partida e ouviu gritos de "Messi" quando finalizou para fora do gol
quinta-feira, novembro 10, 2011
BRASIL, 2 GABÃO,0 (JOGO PARTICULAR DE PREPARAÇÃO)
.
O BRASIL VENCEU O JOGO
AMISTOSO COM O GABÃO
Brasil enfrenta apagão, campo ruim e vence o Gabão
Teve até futebol no amistoso em Libreville e a Seleção Brasileira derrotou a equipe africana em dia de episódios inusitados
A começar pelo estádio com gramado digno de várzea, piorado pela forte chuva que caía em Libreville, capital gabonense. O estado do campo inclusive merece um capítulo à parte. Havia valas, denotando um terreno desnivelado. Várias falhas em uma das laterais, em pontos inclusive sem grama. Um risco para jogadores que semanalmente atuam nos melhores campos do mundo na Europa.
FICHA TÉCNICA
GABÃO 0 x 2 BRASIL
Gols: Sandro 12'/1ºT (0-1), Hernanes 34'/1ºT (0-2)
GABÃO: Ebang, Moundounga, Ebanega, Manga e Moussono; Palun (Moubamba 33'/2ºT), Biyogho (Mbanagoye 41'/2ºT), Madinda e Moulounghi (Nguema 28'/2ºT); Meyé (Cousin 17'/2ºT) e Aubameyang. Técnico: Gernot Rohr.
BRASIL: Diego Alves, Fábio (Alex Sandro (PORTO), intervalo), David Luiz (EX-BENFICA), Luisão (BENFICA) e Adriano; Elias (SPORTING) (Thiago Silva 41'/2ºT), Sandro (Lucas Leiva 12'/2ºT), Hernanes e Bruno César (BENFICA) (William 26'/2ºT); Jonas (Dudu 31'/2ºT) e Hulk (PORTO) (Kléber (PORTO) 25'/2ºT). Técnico: Mano Menezes
O BRASIL VENCEU O JOGO
AMISTOSO COM O GABÃO
Brasil enfrenta apagão, campo ruim e vence o Gabão
Teve até futebol no amistoso em Libreville e a Seleção Brasileira derrotou a equipe africana em dia de episódios inusitados
A começar pelo estádio com gramado digno de várzea, piorado pela forte chuva que caía em Libreville, capital gabonense. O estado do campo inclusive merece um capítulo à parte. Havia valas, denotando um terreno desnivelado. Várias falhas em uma das laterais, em pontos inclusive sem grama. Um risco para jogadores que semanalmente atuam nos melhores campos do mundo na Europa.
FICHA TÉCNICA
GABÃO 0 x 2 BRASIL
Gols: Sandro 12'/1ºT (0-1), Hernanes 34'/1ºT (0-2)
GABÃO: Ebang, Moundounga, Ebanega, Manga e Moussono; Palun (Moubamba 33'/2ºT), Biyogho (Mbanagoye 41'/2ºT), Madinda e Moulounghi (Nguema 28'/2ºT); Meyé (Cousin 17'/2ºT) e Aubameyang. Técnico: Gernot Rohr.
BRASIL: Diego Alves, Fábio (Alex Sandro (PORTO), intervalo), David Luiz (EX-BENFICA), Luisão (BENFICA) e Adriano; Elias (SPORTING) (Thiago Silva 41'/2ºT), Sandro (Lucas Leiva 12'/2ºT), Hernanes e Bruno César (BENFICA) (William 26'/2ºT); Jonas (Dudu 31'/2ºT) e Hulk (PORTO) (Kléber (PORTO) 25'/2ºT). Técnico: Mano Menezes
EM PORTUGAL,HÁ UM CLUBE DA 1ª,DIVISÃO DISTRITAL, QUE JOGA À BARÇA
.
O CASTRENSE , DA 1ª,DIVISÃO DISTRITAL
DE BEJA, JOGA ASSIM
TAKA, TAKA...
...À BARÇA
O CASTRENSE , DA 1ª,DIVISÃO DISTRITAL
DE BEJA, JOGA ASSIM
TAKA, TAKA...
...À BARÇA
quarta-feira, novembro 09, 2011
escritores portugueses -MANUEL DA FONSECA
.
O ESCRITOR PORTUGUÊS MANUEL DA FONSECA
TEM UMA VASTA CARREIRA NA ÁREA DA
LITERALISTA DO REALISMO.
Manuel da Fonseca (escritor)

Manuel Lopes Fonseca, mais conhecido como Manuel da Fonseca (Santiago do Cacém, 15 de Outubro de 1911 — Lisboa, 11 de Março de 1993) foi um escritor (poeta, contista, romancista e cronista) português.
Após ter terminado o ensino básico, Manuel da Fonseca prosseguiu os seus estudos em Lisboa. Estudou no Colégio Vasco da Gama, Liceu Camões, Escola Lusitânia e Escola de Belas-Artes. Apesar de não ter sobressaído na área das Belas-Artes, deixou alguns registos do seu traço sobretudo nos retratos que fazia de alguns dos seus companheiros de tertúlias lisboetas como é o caso do de José Cardoso Pires. Durante os períodos de interregno escolar, aproveitava para regressar ao seu Alentejo de origem. Daí que o espaço de eleição dos seus primeiros textos seja o Alentejo. Só mais tarde e a partir de Um Anjo no Trapézio é que o espaço das suas obras passa a ser a cidade de Lisboa.
Membro do Partido Comunista Português (PCP), Manuel da Fonseca fez parte do grupo do Novo Cancioneiro e é considerado por muitos como um dos melhores escritores do neo-realismo português. Nas suas obras, carregadas de intervenção social e política, relata como poucos a vida dura do Alentejo e dos alentejanos.
A sua vida profissional foi muito díspar tendo exercido nos mais diferentes sectores: comércio, indústria, revistas, agências publicitárias, entre outras.
Era presidente da Sociedade Portuguesa de Escritores quando esta atribuiu o Grande Prémio da Novelística a José Luandino Vieira pela sua obra Luuanda, o que levou ao encerramento desta instituição.
Em sua homenagem, a escola secundária de Santiago do Cacém, denomina-se Escola Secundária Manuel da Fonseca e a biblioteca municipal de Castro Verde, Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca.
Obras
Poesia
Rosa dos ventos – 1940 - Edição do autor
Planície – 1941
Poemas dispersos – 1958
Poemas completos – 1958
Obra poética
O Largo
Contos
O Retrato - 1953
Aldeia Nova – 1942
O Fogo e as cinzas – 1953 - Edição Três Abelhas
Um anjo no trapézio – 1968
Tempo de solidão – 1973
Tempo de solidão - Edição especial dos Estúdios Cor (edição limitada e oferecida pela editora no Natal de 1973).
Romance
Cerromaior – 1943 Editorial Inquérito
Seara de vento – 1958
Crónicas
Crónicas algarvias – 1986
À lareira, nos fundos da casa onde o Retorta tem o café
O vagabundo na cidade
Pessoas na paisagem
No Sábado passado, na vila alentejana de Castro Verde, aconteceu um espectáculo de comemoração festejando os 100 anos do nascimento do poeta e escritor MANUEL DA FONSECA
Deixo aqui uma imagem do espectáculo
que poderás vêr se acessares o blog;
www.casa-das-primas.blogspot.com
O ESCRITOR PORTUGUÊS MANUEL DA FONSECA
TEM UMA VASTA CARREIRA NA ÁREA DA
LITERALISTA DO REALISMO.
Manuel da Fonseca (escritor)

Manuel Lopes Fonseca, mais conhecido como Manuel da Fonseca (Santiago do Cacém, 15 de Outubro de 1911 — Lisboa, 11 de Março de 1993) foi um escritor (poeta, contista, romancista e cronista) português.
Após ter terminado o ensino básico, Manuel da Fonseca prosseguiu os seus estudos em Lisboa. Estudou no Colégio Vasco da Gama, Liceu Camões, Escola Lusitânia e Escola de Belas-Artes. Apesar de não ter sobressaído na área das Belas-Artes, deixou alguns registos do seu traço sobretudo nos retratos que fazia de alguns dos seus companheiros de tertúlias lisboetas como é o caso do de José Cardoso Pires. Durante os períodos de interregno escolar, aproveitava para regressar ao seu Alentejo de origem. Daí que o espaço de eleição dos seus primeiros textos seja o Alentejo. Só mais tarde e a partir de Um Anjo no Trapézio é que o espaço das suas obras passa a ser a cidade de Lisboa.
Membro do Partido Comunista Português (PCP), Manuel da Fonseca fez parte do grupo do Novo Cancioneiro e é considerado por muitos como um dos melhores escritores do neo-realismo português. Nas suas obras, carregadas de intervenção social e política, relata como poucos a vida dura do Alentejo e dos alentejanos.
A sua vida profissional foi muito díspar tendo exercido nos mais diferentes sectores: comércio, indústria, revistas, agências publicitárias, entre outras.
Era presidente da Sociedade Portuguesa de Escritores quando esta atribuiu o Grande Prémio da Novelística a José Luandino Vieira pela sua obra Luuanda, o que levou ao encerramento desta instituição.
Em sua homenagem, a escola secundária de Santiago do Cacém, denomina-se Escola Secundária Manuel da Fonseca e a biblioteca municipal de Castro Verde, Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca.
Obras
Poesia
Rosa dos ventos – 1940 - Edição do autor
Planície – 1941
Poemas dispersos – 1958
Poemas completos – 1958
Obra poética
O Largo
Contos
O Retrato - 1953
Aldeia Nova – 1942
O Fogo e as cinzas – 1953 - Edição Três Abelhas
Um anjo no trapézio – 1968
Tempo de solidão – 1973
Tempo de solidão - Edição especial dos Estúdios Cor (edição limitada e oferecida pela editora no Natal de 1973).
Romance
Cerromaior – 1943 Editorial Inquérito
Seara de vento – 1958
Crónicas
Crónicas algarvias – 1986
À lareira, nos fundos da casa onde o Retorta tem o café
O vagabundo na cidade
Pessoas na paisagem
No Sábado passado, na vila alentejana de Castro Verde, aconteceu um espectáculo de comemoração festejando os 100 anos do nascimento do poeta e escritor MANUEL DA FONSECA
Deixo aqui uma imagem do espectáculo
que poderás vêr se acessares o blog;
www.casa-das-primas.blogspot.com
HISTÓRIA DO BRASIL - "PLANO CONTRA A PÁTRIA" de RUY BARBOSA
.
RUY BARBOSA , EM 9 DE NOVENBRO
DE 1892 ESCREVE ESTE ARTIGO
DE IMPORTÂNCIA FUNDAMENTAL
PARA A REVOLUÇÃO REPUBLICANA
NO BRASIL.
‘O Plano Contra a Pátria’
Ruy Barbosa

“Seu artigo de hoje, ‘Plano contra a Pátria’, fez a República, e me convenceu da necessidade imediata da revolução”. (Benjamin Constant)
O Artigo de Rui Barbosa, um dos articuladores da Revolução Republicana, é de uma atualidade impressionante e, seria, adaptando-se determinados vocábulos e circunstâncias, perfeitamente adequado ao momento político atual.
“Já ninguém se ilude quanto aos desígnios da empreitada, a cuja execução estamos assistindo. Os atos sucessivos do Ministério da Guerra e do Ministério da Justiça, providencialmente reunidos nas mesmas mãos, em relação ao exército e à guarda nacional não deixam dúvida nenhuma sobre o projeto subterrâneo, que o gabinete acaricia, e cujo desenlace se aproxima rapidamente. A cada canto, no seio de todas as classes, nos círculos de todas as ordens de idéias e interesses, não há quem não reconheça, quem não aponte, quem não discuta a longa trama tortuosa, que se vai desdobrando para um fim evidente; e é mister que a imprensa não abafe o eco do sentimento geral, da apreensão geral, da geral antipatia, com que os espíritos mais diversos nas conveniências, nos princípios, nas aspirações se ajustam na reprovação desse enredo e na previsão, mais ou menos clara, das suas conseqüências funestas.
Uma prevenção malévola incha de maquinações temerárias o ânimo do governo contra o exército e a armada. Quanto mais a população se aproxima dessas classes, quanto mais com elas simpatiza, quanto mais estreita afinidade se estabelece entre a vida civil e a vida militar, quanto mais a força armada se retempera nas fontes vivas da evolução nacional, tanto mais profunda se acentua, nas influências que hoje dominam e absorvem a coroa, a desconfiança contra esse elemento de paz, de segurança, de liberdade. Enquanto, noutros países, a realeza se compraz, se expande e se revê no desenvolvimento dos exércitos de mar e terra, buscando fazer deles um laço de união indissolúvel entre a monarquia e a nacionalidade, aqui, nestes últimos tempos, à medida que a obscuridade eterna vai descendo sobre o espírito do Imperador, uma suspeita maligna envesga contra o soldado brasileiro as disposições da camarilha atarefada em preparar a sucessão do Conde d’Eu. Coube ao Partido Liberal a desgraça de achar-se, num período de gravidade suprema como este, sob a direção de homens, cuja ambição se ufana de assentar o pedestal da sua glória sobre o aviltamento dos seus concidadãos. Entregaram-no, pois, traído, a essa obra nefasta em benefício das más inspirações do terceiro reinado, cujo empreiteiro-mor compreendeu a vantagem de encapar a orientação liberticida dos seus intuitos sob a responsabilidade de um partido ostensivamente consagrado às reformas liberais, persuadindo-se de que a bandeira destas, a sua popularidade, o seu engodo poderiam habilitá-lo a triunfar contra o país, consorciando habilmente a astúcia com a força, mediante a eliminação ob-reptícia do exército brasileiro.
Os documentos dessa conjuração aí avultam na história destes últimos meses, harmonicamente entretecidos numa urdidura, cuja evidência só não se patenteia aos idiotas. Por sobre a armada passa o vagalhão do ministro da Marinha, açoitando-a, estalando-a, enlameando-a, atirando-a ao longe, desagregada, rota, esparsa, na expectativa de anular-se164 lhe o civismo, e arruinar-se-lhe a solidariedade pela dispersão, pela cizânia, pela instabilidade das posições. Com o exército uma política insidiosa e tenaz usa alternativamente a corrupção e a violência, empenhadas no mesmo propósito com a mais óbvia harmonia de colaboração. Um a um vão-se-lhe destacando os batalhões para os pontos mais longínquos do império, enquanto uma contradança incessante transfere os comandantes dos corpos, buscando levar a toda a parte a confusão da incerteza, e desdar sistematicamente os vínculos estabelecidos pela confraternidade militar entre superiores e inferiores, entre soldados e oficiais.
Ao mesmo passo, contra todos os compromissos do Partido Liberal, sem a menor explicação plausível na situação interior e exterior do país, organiza-se rapidamente, na corte, a guarda nacional. Os banqueiros presenteados pelo ministério, co-interessados na política mercantil que o absorve, são chamados a comandar os novos batalhões, atropeladamente recrutados, retribuindo ao governo em atividade na consumação deste seu empenho benesses, com que ele profusamente os mimoseia nas honras heráldicas, nos arranjos bancários, nas empresas industriais. Graças a essa permuta de serviços, o fardamento, o armamento, o municiamento completam-se com uma celeridade inaudita, que não se poderia exceder, se tivéssemos o inimigo devastando-nos a fronteira, e a salvação da nossa integridade territorial pusesse urgentemente em contribuição toda a energia do Governo. Este não põe rebuço nas suas preferências pela instituição rediviva, alvo do ridículo geral no dia da sua reaparição e da antipatia pública no rápido curso de seu desenvolvimento. Um oficial que, a 7 de setembro, levantara a espada, na Rua do Ouvidor, contra as gargalhadas dos espectadores, teve dias depois numa condecoração o prêmio da façanha. Põe-se timbre em dar à nova milícia armas de excelência superior às tropas de linha. Encomenda-se-lhe, ao que se diz, artilheria Krupp, à custa dos argentários, que vieram converter a guarda nacional em um ramo armado dos bancos. Aceleram-se-lhe violentamente os exercícios. Empregam-se os inválidos em brunirlhe e assear-lhe o armamento. E, para que nada falte à pompa do seu triunfo, assegura-se que, à míngua de praças adestradas nas suas fileiras, artilheiros de linha, carnavalescamente fantasiados em guardas nacionais, figurarão solenemente, a 2 de dezembro, na parada das milícias do príncipe consorte.
Entanto, o exército ir-se-á escoando, batalhão a batalhão, até desaparecer da capital do império o último soldado, e ficar o Rio de Janeiro entregue às forças do Conde d’Eu: a polícia, a guarda cívica, a guarda nacional.
Para encobrir as intenções reais da traça inenarravelmente maligna e grávida de perigos, que acabamos de bosquejar, dando-lhe visos de legitimidade, a velhacaria explorada consiste na mais pérfida e caluniosa propaganda contra o bom nome do exército e da esquadra, maculados pelas intrigas oficiais, cuja senha se cifra em descrever as nossas forças militares como um ninho de revolução e indisciplina. A falsidade é digna da causa, a que serve.
Em apoio dessa atoarda, propalada com insistência, com jeito, com uniformidade sistemática pelos atos do governo, pelas insinuações da sua imprensa, pelas confidências aparentes de seus familiares, não há, em toda a nossa história, um fato, uma circunstância, um vislumbre de prova indiciativa. Percorramos a crônica destes últimos três anos, desde a primeira emergência da questão militar, desde que os seus sintomas iniciais, denunciando os passos de ensaio na luta do governo contra o exército e armada, coincidiam com a moléstia do Imperador e a iminência da ascensão de sua filha ao trono. Onde em todo esse largo trato 165 de tempo o menor toque de rebeldia no procedimento dos nossos bravos soldados, dos nossos gloriosos oficiais?
Começou esse período na situação conservadora, sob o ministério Cotegipe, em conseqüência de infrações palpáveis do direito militar, cometidas por ele. Na sua resistência circunspecta, respeitosa, cordata contra o abuso, obedeceu o exército a impulsos condenáveis, desconhecendo a razão, e impondo o capricho? Mas a nação inteira pronunciou-se por ele. Mas o Partido Liberal em peso levantou-se contra o governo, argüindo-o de tirania contra os brios da farda brasileira, exortando-a a não esmorecer no conflito, e fraternizando com ela, nas confabulações particulares, na imprensa, no parlamento. Mas a representação nacional, pelo seu único órgão são e prestigioso, o Senado, reprovou a atitude ministerial. Mas o atual presidente do Conselho, o senador Afonso Celso, foi exatamente quem iniciou, naquela câmara, a moção, onde se convidava o gabinete a recuar de um caminho hostil à legalidade. Mas o gabinete mesmo reconheceu o seu erro, retratando-se dele, penitenciando-se publicamente da culpa, e cedendo sem reservas ao exército o que o exército reclamava.
Teve a questão a sua segunda fase no ministério 10 de março. Mas de onde proveio ela? Do infausto pensamento, já então externado pela família imperial, mediante fatos materiais e escandalosos, de criar uma guarda sua contra a nação, de entrincheirar-se na escória das ruas contra o povo, de semear pelas sarjetas da cidade os primeiros germens da guerra civil. E que fez o exército? Onde sofreu por ele a ordem pública, a segurança da propriedade, a autoridade dos poderes constituídos? Qual foi o dia, em que a imprensa o tachou de ameaçar a nação? Quando é que o jornalismo brasileiro deixou de estar ao seu lado, animando-o, aplaudindo-o, coroando-o?
Com o ministério Ouro Preto sobrevém a terceira crise da questão formidável. Mas por quê? Exatamente porque o inaugurador da situação liberal timbra em pautar o seu governo pelo padrão dos abusos, que a sua parcialidade exprobrava, com toda a eloqüência da sua indignação, aos dois gabinetes conservadores. Metendo no seu seio o Barão de Ladário, esse ministério nasceu com uma bomba no flanco. Esse nome era um programa contra a marinha. Contra o exército o ministério 7 de junho reviveu, desenvolveu, entretém a colisão por uma série de revoltas formais contra a legalidade e a dignidade militar:
· Pela prisão do tenente Carolino;
· Pela denegação caprichosa do conselho de guerra;
· Pela demissão do coronel Mallet a bem do serviço;
· Pela exoneração insidiosa do general Miranda Reis;
· Pela censura à oficialidade da segunda brigada a propósito da legítima expansão dos seus sentimentos em aplauso de um mestre venerando cuja palavra o ministro da Guerra escutara em silêncio aquiescente;
· Pela ordem que remove para as fronteiras do império o tenente Carolino, roubando-lhe as garantias da defesa militar, e entregando a justiça, no exército, ao arbítrio administrativo;
· Pela segunda tenção transparente nessa reconstituição violenta da guarda nacional;
· Pela missão implicitamente confiada a esta no seu armamento em condições superiores ao da força de linha;
· Pela dispersão gradual dos batalhões.
E como tem resistido, até hoje, o exército a esses desmandos, a essas prevaricações, a essas crueldades? Simplesmente requerendo o cumprimento da lei, e deixando aos órgãos da opinião a discussão dos seus direitos. Não obstante, um sistema de suspeita, de prevenção, de espionagem se estabeleceu contra ele, como se fosse uma Internacional armada, uma maçonaria carbonária, uma arregimentação de desordeiros refolhados, de cuja presença fosse necessário varrer as imediações do trono, para o entregar nos braços das hostes pretorianas, a cuja inconsciência César confia a herança de seu genro. Infelizmente para o governo, a população o conhece, discerne claramente os interesses a que ele serve, os projetos que encuba, os instrumentos de que se utiliza. O povo brasileiro sabe a que procedências se vai buscar a nova guarda nacional, evocada com a instantaneidade de um improviso, e não perde, iludido pelo disfarce dos novos figurinos, a fisionomia da desordem, da capangagem, do elemento anárquico, subversivo e irresponsável, meneado, nas eleições, pelos cabecilhas locais. O povo brasileiro não esquece que essa polícia, armada agora à Comblain, para poder medir forças com a tropa de linha, representou sempre o princípio perturbador, a passividade malfazeja, a violência impune nos anais desta cidade, onde, nos dias da questão abolicionista, foi preciso enjaulá-la, certa vez, num quartel, para evitar sanguinosas desforras contra os sentimentos liberais da população fluminense. O povo brasileiro sabe, enfim, que o exército não personifica senão as grandes tradições da pátria, na paz e na guerra, e que os que não confiam nele, é porque têm razões para desconfiar da – nação. Na sua transição para o terceiro reinado a monarquia orleanizada precisa de massas brutas, de forças passivas, para arremessar contra o país, cortando-lhe a evolução natural, e levantando, neste continente, uma potência anti-americana, sob a influência dos preconceitos incuráveis das velhas casas reinantes da Europa, expatriadas pela liberdade vitoriosa e trazidas a estas plagas pela nossa má estrela como agoureiras aves de arribação. Mas o exército, que não se compõe de revolucionários, também não consta de janízaros. Não é áulico, nem político. Não pertence à dinastia, nem às facções. É nacional, e é constitucional. É a guarda das instituições contra a desordem e contra a tirania. É a soberania da lei armada. É o baluarte das nossas liberdades orgânicas contra as conspirações, que as ameaçarem. Forma em torno do direito popular a trincheira impenetrável do heroísmo; e as opiniões, as propagandas, as reivindicações pacíficas expandem-se legalmente à sombra da sua imparcialidade tutelar. Não há de prestar à escravidão política os ombros com que destruiu a escravidão civil. Aqui está por que as prevenções palacianas se voltam hoje contra o exército, ao mesmo tempo que nele se concentram as esperanças liberais. Com o instinto desta missão nacional, com a consciência deste papel patriótico, o exército não pode, e certamente não há de subscrever a sua própria extinção, e muito menos o aniquilamento pela desonra, pela calúnia, pela ilegalidade, pela proscrição, essa espécie de morte moral, a que parece quererem condená-lo, antes de dissolvê-lo. Se o Partido Liberal, pois, não é um rótulo, um disfarce, uma mentira, considere na terrível responsabilidade, em que se vai emaranhando, com a sua submissão implícita às combinações urdidas na política inepta e calamitosa do Visconde de Ouro Preto. Ao próprio gabinete, se ainda lhe restasse ouvido para ouvir o Conselho, ou a súplica dos que não negociam com o bem público, ao ministério mesmo, em nome de todos os deveres que ligam indivíduos e governos à pátria e à humanidade, adjuraríamos a fugir esse despenhadeiro, renunciando ao intento de dispersão do exército e entrega da capital à tríplice guarda do paço. Há quase sempre alguma coisa impalpável e misteriosa no seio dos acontecimentos, que conspira contra as conspirações, mesmo quando essas vêm de cima para baixo; e esse elemento do imprevisto bem poderia voltar-se contra os conspiradores de Sua Majestade”.
Fonte: Diário de Notícias, 9 de novembro de 1889.
RUY BARBOSA , EM 9 DE NOVENBRO
DE 1892 ESCREVE ESTE ARTIGO
DE IMPORTÂNCIA FUNDAMENTAL
PARA A REVOLUÇÃO REPUBLICANA
NO BRASIL.
‘O Plano Contra a Pátria’
Ruy Barbosa

“Seu artigo de hoje, ‘Plano contra a Pátria’, fez a República, e me convenceu da necessidade imediata da revolução”. (Benjamin Constant)
O Artigo de Rui Barbosa, um dos articuladores da Revolução Republicana, é de uma atualidade impressionante e, seria, adaptando-se determinados vocábulos e circunstâncias, perfeitamente adequado ao momento político atual.
“Já ninguém se ilude quanto aos desígnios da empreitada, a cuja execução estamos assistindo. Os atos sucessivos do Ministério da Guerra e do Ministério da Justiça, providencialmente reunidos nas mesmas mãos, em relação ao exército e à guarda nacional não deixam dúvida nenhuma sobre o projeto subterrâneo, que o gabinete acaricia, e cujo desenlace se aproxima rapidamente. A cada canto, no seio de todas as classes, nos círculos de todas as ordens de idéias e interesses, não há quem não reconheça, quem não aponte, quem não discuta a longa trama tortuosa, que se vai desdobrando para um fim evidente; e é mister que a imprensa não abafe o eco do sentimento geral, da apreensão geral, da geral antipatia, com que os espíritos mais diversos nas conveniências, nos princípios, nas aspirações se ajustam na reprovação desse enredo e na previsão, mais ou menos clara, das suas conseqüências funestas.
Uma prevenção malévola incha de maquinações temerárias o ânimo do governo contra o exército e a armada. Quanto mais a população se aproxima dessas classes, quanto mais com elas simpatiza, quanto mais estreita afinidade se estabelece entre a vida civil e a vida militar, quanto mais a força armada se retempera nas fontes vivas da evolução nacional, tanto mais profunda se acentua, nas influências que hoje dominam e absorvem a coroa, a desconfiança contra esse elemento de paz, de segurança, de liberdade. Enquanto, noutros países, a realeza se compraz, se expande e se revê no desenvolvimento dos exércitos de mar e terra, buscando fazer deles um laço de união indissolúvel entre a monarquia e a nacionalidade, aqui, nestes últimos tempos, à medida que a obscuridade eterna vai descendo sobre o espírito do Imperador, uma suspeita maligna envesga contra o soldado brasileiro as disposições da camarilha atarefada em preparar a sucessão do Conde d’Eu. Coube ao Partido Liberal a desgraça de achar-se, num período de gravidade suprema como este, sob a direção de homens, cuja ambição se ufana de assentar o pedestal da sua glória sobre o aviltamento dos seus concidadãos. Entregaram-no, pois, traído, a essa obra nefasta em benefício das más inspirações do terceiro reinado, cujo empreiteiro-mor compreendeu a vantagem de encapar a orientação liberticida dos seus intuitos sob a responsabilidade de um partido ostensivamente consagrado às reformas liberais, persuadindo-se de que a bandeira destas, a sua popularidade, o seu engodo poderiam habilitá-lo a triunfar contra o país, consorciando habilmente a astúcia com a força, mediante a eliminação ob-reptícia do exército brasileiro.
Os documentos dessa conjuração aí avultam na história destes últimos meses, harmonicamente entretecidos numa urdidura, cuja evidência só não se patenteia aos idiotas. Por sobre a armada passa o vagalhão do ministro da Marinha, açoitando-a, estalando-a, enlameando-a, atirando-a ao longe, desagregada, rota, esparsa, na expectativa de anular-se164 lhe o civismo, e arruinar-se-lhe a solidariedade pela dispersão, pela cizânia, pela instabilidade das posições. Com o exército uma política insidiosa e tenaz usa alternativamente a corrupção e a violência, empenhadas no mesmo propósito com a mais óbvia harmonia de colaboração. Um a um vão-se-lhe destacando os batalhões para os pontos mais longínquos do império, enquanto uma contradança incessante transfere os comandantes dos corpos, buscando levar a toda a parte a confusão da incerteza, e desdar sistematicamente os vínculos estabelecidos pela confraternidade militar entre superiores e inferiores, entre soldados e oficiais.
Ao mesmo passo, contra todos os compromissos do Partido Liberal, sem a menor explicação plausível na situação interior e exterior do país, organiza-se rapidamente, na corte, a guarda nacional. Os banqueiros presenteados pelo ministério, co-interessados na política mercantil que o absorve, são chamados a comandar os novos batalhões, atropeladamente recrutados, retribuindo ao governo em atividade na consumação deste seu empenho benesses, com que ele profusamente os mimoseia nas honras heráldicas, nos arranjos bancários, nas empresas industriais. Graças a essa permuta de serviços, o fardamento, o armamento, o municiamento completam-se com uma celeridade inaudita, que não se poderia exceder, se tivéssemos o inimigo devastando-nos a fronteira, e a salvação da nossa integridade territorial pusesse urgentemente em contribuição toda a energia do Governo. Este não põe rebuço nas suas preferências pela instituição rediviva, alvo do ridículo geral no dia da sua reaparição e da antipatia pública no rápido curso de seu desenvolvimento. Um oficial que, a 7 de setembro, levantara a espada, na Rua do Ouvidor, contra as gargalhadas dos espectadores, teve dias depois numa condecoração o prêmio da façanha. Põe-se timbre em dar à nova milícia armas de excelência superior às tropas de linha. Encomenda-se-lhe, ao que se diz, artilheria Krupp, à custa dos argentários, que vieram converter a guarda nacional em um ramo armado dos bancos. Aceleram-se-lhe violentamente os exercícios. Empregam-se os inválidos em brunirlhe e assear-lhe o armamento. E, para que nada falte à pompa do seu triunfo, assegura-se que, à míngua de praças adestradas nas suas fileiras, artilheiros de linha, carnavalescamente fantasiados em guardas nacionais, figurarão solenemente, a 2 de dezembro, na parada das milícias do príncipe consorte.
Entanto, o exército ir-se-á escoando, batalhão a batalhão, até desaparecer da capital do império o último soldado, e ficar o Rio de Janeiro entregue às forças do Conde d’Eu: a polícia, a guarda cívica, a guarda nacional.
Para encobrir as intenções reais da traça inenarravelmente maligna e grávida de perigos, que acabamos de bosquejar, dando-lhe visos de legitimidade, a velhacaria explorada consiste na mais pérfida e caluniosa propaganda contra o bom nome do exército e da esquadra, maculados pelas intrigas oficiais, cuja senha se cifra em descrever as nossas forças militares como um ninho de revolução e indisciplina. A falsidade é digna da causa, a que serve.
Em apoio dessa atoarda, propalada com insistência, com jeito, com uniformidade sistemática pelos atos do governo, pelas insinuações da sua imprensa, pelas confidências aparentes de seus familiares, não há, em toda a nossa história, um fato, uma circunstância, um vislumbre de prova indiciativa. Percorramos a crônica destes últimos três anos, desde a primeira emergência da questão militar, desde que os seus sintomas iniciais, denunciando os passos de ensaio na luta do governo contra o exército e armada, coincidiam com a moléstia do Imperador e a iminência da ascensão de sua filha ao trono. Onde em todo esse largo trato 165 de tempo o menor toque de rebeldia no procedimento dos nossos bravos soldados, dos nossos gloriosos oficiais?
Começou esse período na situação conservadora, sob o ministério Cotegipe, em conseqüência de infrações palpáveis do direito militar, cometidas por ele. Na sua resistência circunspecta, respeitosa, cordata contra o abuso, obedeceu o exército a impulsos condenáveis, desconhecendo a razão, e impondo o capricho? Mas a nação inteira pronunciou-se por ele. Mas o Partido Liberal em peso levantou-se contra o governo, argüindo-o de tirania contra os brios da farda brasileira, exortando-a a não esmorecer no conflito, e fraternizando com ela, nas confabulações particulares, na imprensa, no parlamento. Mas a representação nacional, pelo seu único órgão são e prestigioso, o Senado, reprovou a atitude ministerial. Mas o atual presidente do Conselho, o senador Afonso Celso, foi exatamente quem iniciou, naquela câmara, a moção, onde se convidava o gabinete a recuar de um caminho hostil à legalidade. Mas o gabinete mesmo reconheceu o seu erro, retratando-se dele, penitenciando-se publicamente da culpa, e cedendo sem reservas ao exército o que o exército reclamava.
Teve a questão a sua segunda fase no ministério 10 de março. Mas de onde proveio ela? Do infausto pensamento, já então externado pela família imperial, mediante fatos materiais e escandalosos, de criar uma guarda sua contra a nação, de entrincheirar-se na escória das ruas contra o povo, de semear pelas sarjetas da cidade os primeiros germens da guerra civil. E que fez o exército? Onde sofreu por ele a ordem pública, a segurança da propriedade, a autoridade dos poderes constituídos? Qual foi o dia, em que a imprensa o tachou de ameaçar a nação? Quando é que o jornalismo brasileiro deixou de estar ao seu lado, animando-o, aplaudindo-o, coroando-o?
Com o ministério Ouro Preto sobrevém a terceira crise da questão formidável. Mas por quê? Exatamente porque o inaugurador da situação liberal timbra em pautar o seu governo pelo padrão dos abusos, que a sua parcialidade exprobrava, com toda a eloqüência da sua indignação, aos dois gabinetes conservadores. Metendo no seu seio o Barão de Ladário, esse ministério nasceu com uma bomba no flanco. Esse nome era um programa contra a marinha. Contra o exército o ministério 7 de junho reviveu, desenvolveu, entretém a colisão por uma série de revoltas formais contra a legalidade e a dignidade militar:
· Pela prisão do tenente Carolino;
· Pela denegação caprichosa do conselho de guerra;
· Pela demissão do coronel Mallet a bem do serviço;
· Pela exoneração insidiosa do general Miranda Reis;
· Pela censura à oficialidade da segunda brigada a propósito da legítima expansão dos seus sentimentos em aplauso de um mestre venerando cuja palavra o ministro da Guerra escutara em silêncio aquiescente;
· Pela ordem que remove para as fronteiras do império o tenente Carolino, roubando-lhe as garantias da defesa militar, e entregando a justiça, no exército, ao arbítrio administrativo;
· Pela segunda tenção transparente nessa reconstituição violenta da guarda nacional;
· Pela missão implicitamente confiada a esta no seu armamento em condições superiores ao da força de linha;
· Pela dispersão gradual dos batalhões.
E como tem resistido, até hoje, o exército a esses desmandos, a essas prevaricações, a essas crueldades? Simplesmente requerendo o cumprimento da lei, e deixando aos órgãos da opinião a discussão dos seus direitos. Não obstante, um sistema de suspeita, de prevenção, de espionagem se estabeleceu contra ele, como se fosse uma Internacional armada, uma maçonaria carbonária, uma arregimentação de desordeiros refolhados, de cuja presença fosse necessário varrer as imediações do trono, para o entregar nos braços das hostes pretorianas, a cuja inconsciência César confia a herança de seu genro. Infelizmente para o governo, a população o conhece, discerne claramente os interesses a que ele serve, os projetos que encuba, os instrumentos de que se utiliza. O povo brasileiro sabe a que procedências se vai buscar a nova guarda nacional, evocada com a instantaneidade de um improviso, e não perde, iludido pelo disfarce dos novos figurinos, a fisionomia da desordem, da capangagem, do elemento anárquico, subversivo e irresponsável, meneado, nas eleições, pelos cabecilhas locais. O povo brasileiro não esquece que essa polícia, armada agora à Comblain, para poder medir forças com a tropa de linha, representou sempre o princípio perturbador, a passividade malfazeja, a violência impune nos anais desta cidade, onde, nos dias da questão abolicionista, foi preciso enjaulá-la, certa vez, num quartel, para evitar sanguinosas desforras contra os sentimentos liberais da população fluminense. O povo brasileiro sabe, enfim, que o exército não personifica senão as grandes tradições da pátria, na paz e na guerra, e que os que não confiam nele, é porque têm razões para desconfiar da – nação. Na sua transição para o terceiro reinado a monarquia orleanizada precisa de massas brutas, de forças passivas, para arremessar contra o país, cortando-lhe a evolução natural, e levantando, neste continente, uma potência anti-americana, sob a influência dos preconceitos incuráveis das velhas casas reinantes da Europa, expatriadas pela liberdade vitoriosa e trazidas a estas plagas pela nossa má estrela como agoureiras aves de arribação. Mas o exército, que não se compõe de revolucionários, também não consta de janízaros. Não é áulico, nem político. Não pertence à dinastia, nem às facções. É nacional, e é constitucional. É a guarda das instituições contra a desordem e contra a tirania. É a soberania da lei armada. É o baluarte das nossas liberdades orgânicas contra as conspirações, que as ameaçarem. Forma em torno do direito popular a trincheira impenetrável do heroísmo; e as opiniões, as propagandas, as reivindicações pacíficas expandem-se legalmente à sombra da sua imparcialidade tutelar. Não há de prestar à escravidão política os ombros com que destruiu a escravidão civil. Aqui está por que as prevenções palacianas se voltam hoje contra o exército, ao mesmo tempo que nele se concentram as esperanças liberais. Com o instinto desta missão nacional, com a consciência deste papel patriótico, o exército não pode, e certamente não há de subscrever a sua própria extinção, e muito menos o aniquilamento pela desonra, pela calúnia, pela ilegalidade, pela proscrição, essa espécie de morte moral, a que parece quererem condená-lo, antes de dissolvê-lo. Se o Partido Liberal, pois, não é um rótulo, um disfarce, uma mentira, considere na terrível responsabilidade, em que se vai emaranhando, com a sua submissão implícita às combinações urdidas na política inepta e calamitosa do Visconde de Ouro Preto. Ao próprio gabinete, se ainda lhe restasse ouvido para ouvir o Conselho, ou a súplica dos que não negociam com o bem público, ao ministério mesmo, em nome de todos os deveres que ligam indivíduos e governos à pátria e à humanidade, adjuraríamos a fugir esse despenhadeiro, renunciando ao intento de dispersão do exército e entrega da capital à tríplice guarda do paço. Há quase sempre alguma coisa impalpável e misteriosa no seio dos acontecimentos, que conspira contra as conspirações, mesmo quando essas vêm de cima para baixo; e esse elemento do imprevisto bem poderia voltar-se contra os conspiradores de Sua Majestade”.
Fonte: Diário de Notícias, 9 de novembro de 1889.
segunda-feira, novembro 07, 2011
BRASILEIRÃO
.
O BRASILEIRÃO ESTÁ AO RUBRO
QUEM CHEGA AO TOPO PERDE NA
SEMANA SEGUINTE, E ASSIM O
VASCO E O CORINTHIANS VOL-
TAM A PERDER E VÊEM APRO-
XIMAREM-SE O FLUMINENSE E
O FLAMENGO
33 ª Rodada
05/11/2011 19:00 (Saba) Atlético-MG 2 x 0 Grêmio Arena do Jacaré
05/11/2011 19:00 (Saba) Bahia 4 x 3 São Paulo Pituaçu
05/11/2011 19:00 (Saba) Botafogo-RJ 0 x 1 Figueirense Engenhão
06/11/2011 17:00 (Dom) Santos 2 x 0 Vasco Vila Belmiro
06/11/2011 17:00 (Dom) Flamengo 5 x 1 Cruzeiro Engenhão
06/11/2011 17:00 (Dom) Avaí 1 x 2 Ceará Ressacada
06/11/2011 17:00 (Dom) América-MG 2 x 1 Corinthians Parque do Sabiá
06/11/2011 19:00 (Dom) Atlético-PR 2 x 1 Atlético-GO Arena da Baixada
06/11/2011 19:00 (Dom) Internacional-RS 1 x 2 Fluminense Beira Rio
06/11/2011 19:00 (Dom) Palmeiras 0 x 2 Coritiba Arena Barueri
Quatro cariocas nos 5 primeiros.
SANTOS, 2 VASCO,0
Com Neymar inspirado, Santos bate Vasco.
Sem chances de ganhar o título brasileiro, o Santos só cumpre tabela daqui até o final do campeonato. Mas, apesar disso, o Peixe não "aliviou" e, em uma tarde inspirada do seu principal astro, o atacante Neymar, derrotou o Vasco por 2 a 0, na tarde deste domingo, na Vila Belmiro. A Joia abriu o placar e participou do segundo tento de sua equipe, anotado pelo centroavante Borges.
Com o resultado, os santistas subiram uma posição na tabela, passando agora a ocupar a nona posição no campeonato, com 48 pontos. Já o Gigante da Colina, apesar da derrota, continua no segundo lugar no Brasileirão. Os cariocas têm 58 pontos ganhos, a mesma pontuação do líder Corinthians, que segue como primeiro colocado por tem uma vitória a mais que o seu oponente (17 a 16) - em caso de vitória na Vila, os cruz-maltinos teriam ultrapassado o Timão.
Na 34° rodada, os vascaínos seguem na briga pelo título ao encarar o Botafogo, no próximo domingo, às 19 horas (horário de Brasília), no Engenhão. Já o Alvinegro Praiano visita o Ceará, no mesmo dia, só que às 17 horas, no Presidente Vargas.
CLassificação dos 10 primeiros
1° Corinthians 58 33 17
2° Vasco 58 33 16
3° Fluminense 56 33 18
4° Botafogo-RJ 55 33 16
5° Flamengo 55 33 14
6° Figueirense 53 33 14
7° Internacional-RS 51 33 13
8° São Paulo 50 33 13
9° Santos 48 33 14
10° Coritiba 48 33 13
O BRASILEIRÃO ESTÁ AO RUBRO
QUEM CHEGA AO TOPO PERDE NA
SEMANA SEGUINTE, E ASSIM O
VASCO E O CORINTHIANS VOL-
TAM A PERDER E VÊEM APRO-
XIMAREM-SE O FLUMINENSE E
O FLAMENGO
33 ª Rodada
05/11/2011 19:00 (Saba) Atlético-MG 2 x 0 Grêmio Arena do Jacaré
05/11/2011 19:00 (Saba) Bahia 4 x 3 São Paulo Pituaçu
05/11/2011 19:00 (Saba) Botafogo-RJ 0 x 1 Figueirense Engenhão
06/11/2011 17:00 (Dom) Santos 2 x 0 Vasco Vila Belmiro
06/11/2011 17:00 (Dom) Flamengo 5 x 1 Cruzeiro Engenhão
06/11/2011 17:00 (Dom) Avaí 1 x 2 Ceará Ressacada
06/11/2011 17:00 (Dom) América-MG 2 x 1 Corinthians Parque do Sabiá
06/11/2011 19:00 (Dom) Atlético-PR 2 x 1 Atlético-GO Arena da Baixada
06/11/2011 19:00 (Dom) Internacional-RS 1 x 2 Fluminense Beira Rio
06/11/2011 19:00 (Dom) Palmeiras 0 x 2 Coritiba Arena Barueri
Quatro cariocas nos 5 primeiros.
SANTOS, 2 VASCO,0
Com Neymar inspirado, Santos bate Vasco.
Sem chances de ganhar o título brasileiro, o Santos só cumpre tabela daqui até o final do campeonato. Mas, apesar disso, o Peixe não "aliviou" e, em uma tarde inspirada do seu principal astro, o atacante Neymar, derrotou o Vasco por 2 a 0, na tarde deste domingo, na Vila Belmiro. A Joia abriu o placar e participou do segundo tento de sua equipe, anotado pelo centroavante Borges.
Com o resultado, os santistas subiram uma posição na tabela, passando agora a ocupar a nona posição no campeonato, com 48 pontos. Já o Gigante da Colina, apesar da derrota, continua no segundo lugar no Brasileirão. Os cariocas têm 58 pontos ganhos, a mesma pontuação do líder Corinthians, que segue como primeiro colocado por tem uma vitória a mais que o seu oponente (17 a 16) - em caso de vitória na Vila, os cruz-maltinos teriam ultrapassado o Timão.
Na 34° rodada, os vascaínos seguem na briga pelo título ao encarar o Botafogo, no próximo domingo, às 19 horas (horário de Brasília), no Engenhão. Já o Alvinegro Praiano visita o Ceará, no mesmo dia, só que às 17 horas, no Presidente Vargas.
CLassificação dos 10 primeiros
1° Corinthians 58 33 17
2° Vasco 58 33 16
3° Fluminense 56 33 18
4° Botafogo-RJ 55 33 16
5° Flamengo 55 33 14
6° Figueirense 53 33 14
7° Internacional-RS 51 33 13
8° São Paulo 50 33 13
9° Santos 48 33 14
10° Coritiba 48 33 13
preliminares
.
A D. Beatriz, senhora de 80 anos, solteira, organista numa igreja da Diocese de Beja.
É admirada por todos pela sua simpatia e doçura.
Uma tarde, convidou o novo padre da igreja para ir lanchar a sua casa e ele ficou sentado no sofá, enquanto ela foi preparar um chá.
Olhando para cima do órgão, o jovem padre reparou numa jarra de vidro com água e, lá dentro, boiava um preservativo.
Quando a D. Beatriz voltou com o chá e as torradas, o padre não resistiu e perguntou-lhe o porquê de tal decoração em cima do órgão.
E responde ela apontando para a jarra: "Ah! refere-se a isto?
Maravilhoso, não é? Há uns meses atrás, ia eu a passear pelo parque, quando encontrei um pacotinho no chão. As indicações diziam para colocar no órgão, manter húmido e que, assim,
ficava prevenida contra todas as doenças. E sabe uma coisa senhor Padre? Este Inverno ainda não me constipei".
A D. Beatriz, senhora de 80 anos, solteira, organista numa igreja da Diocese de Beja.
É admirada por todos pela sua simpatia e doçura.
Uma tarde, convidou o novo padre da igreja para ir lanchar a sua casa e ele ficou sentado no sofá, enquanto ela foi preparar um chá.
Olhando para cima do órgão, o jovem padre reparou numa jarra de vidro com água e, lá dentro, boiava um preservativo.
Quando a D. Beatriz voltou com o chá e as torradas, o padre não resistiu e perguntou-lhe o porquê de tal decoração em cima do órgão.
E responde ela apontando para a jarra: "Ah! refere-se a isto?
Maravilhoso, não é? Há uns meses atrás, ia eu a passear pelo parque, quando encontrei um pacotinho no chão. As indicações diziam para colocar no órgão, manter húmido e que, assim,
ficava prevenida contra todas as doenças. E sabe uma coisa senhor Padre? Este Inverno ainda não me constipei".
sábado, novembro 05, 2011
LIGA PORTUGUESA -
.
O PORTO, EM MÁ FASE EMPATA
EM OLHÃO (-0) COM HULK A
FALHAR UM PENALTY, o MESMO
SE PASSOU COM O BENFICA QUE
EMPATOU COM O BRAGA (1-1).
O SPORTING VENCEU O LEIRIA
E ESTÁ SÓ A 1 PONTO DOS
DOIS LÍDERES

Um jogo mau do FC Porto e um jogo certinho do Olhanense acabou por dar empate. E sem golos. A resposta explosiva do dragão, lançada pelo técnico nas palavras, ficou pelo caminho, assim como dois pontos.
Hulk começou o jogo a falhar uma grande penalidade
O início de jogo em Olhão podia ter tido um toque de Dajá Vu para os algarvios. Depois dos 25 segundos da Luz, aos dois minutos já Hulk estava na marca dos onze metros para bater uma grande penalidade cometida por Maurício, com um empurrão pelas costas a Kléber.
Mas o que assumia contornos de felicidade para o FC Porto virou sina de uma equipa que não está, definitivamente, num momento de poderio. Fabiano, do alto do seu metro e noventa e sete, foi mesmo gigante e travou o remate do brasileiro. Falhava o clique da alegria numa equipa triste e sem ideias, à imagem do que tem sido, por muito que Vítor Pereira discorde.
Sem criar perigo, lento e pachorrento, o dragão lá voltou à área do Olhanense à segunda dezena de minutos. Desta vez foi Mexer que quase borrava a pintura, ao jogar a bola com o braço. João Capela decidiu que desta vez não mandaria ninguém para a marca do castigo máximo.
braga,1 benfica,1

Num jogo que teve a primeira parte interrompida por 3 vezes port falta de luz, o Braga aguentou muito bem o Benfica favorito e impôs um empate impedindo os encarnados de Lisbo de ultrapassar o Porto que també havia empatado na vespera.
O Braga fez 1-0 num penalty claro ao cair da 1º,parte.
O Benfica esteve melhor na etrap complementar e empatrou graças a um golo na própria baliza de CXlaudão que desviou um remate do espano-brasileiro Rodrigo.
O PORTO, EM MÁ FASE EMPATA
EM OLHÃO (-0) COM HULK A
FALHAR UM PENALTY, o MESMO
SE PASSOU COM O BENFICA QUE
EMPATOU COM O BRAGA (1-1).
O SPORTING VENCEU O LEIRIA
E ESTÁ SÓ A 1 PONTO DOS
DOIS LÍDERES
Um jogo mau do FC Porto e um jogo certinho do Olhanense acabou por dar empate. E sem golos. A resposta explosiva do dragão, lançada pelo técnico nas palavras, ficou pelo caminho, assim como dois pontos.
Hulk começou o jogo a falhar uma grande penalidade
O início de jogo em Olhão podia ter tido um toque de Dajá Vu para os algarvios. Depois dos 25 segundos da Luz, aos dois minutos já Hulk estava na marca dos onze metros para bater uma grande penalidade cometida por Maurício, com um empurrão pelas costas a Kléber.
Mas o que assumia contornos de felicidade para o FC Porto virou sina de uma equipa que não está, definitivamente, num momento de poderio. Fabiano, do alto do seu metro e noventa e sete, foi mesmo gigante e travou o remate do brasileiro. Falhava o clique da alegria numa equipa triste e sem ideias, à imagem do que tem sido, por muito que Vítor Pereira discorde.
Sem criar perigo, lento e pachorrento, o dragão lá voltou à área do Olhanense à segunda dezena de minutos. Desta vez foi Mexer que quase borrava a pintura, ao jogar a bola com o braço. João Capela decidiu que desta vez não mandaria ninguém para a marca do castigo máximo.
braga,1 benfica,1
Num jogo que teve a primeira parte interrompida por 3 vezes port falta de luz, o Braga aguentou muito bem o Benfica favorito e impôs um empate impedindo os encarnados de Lisbo de ultrapassar o Porto que també havia empatado na vespera.
O Braga fez 1-0 num penalty claro ao cair da 1º,parte.
O Benfica esteve melhor na etrap complementar e empatrou graças a um golo na própria baliza de CXlaudão que desviou um remate do espano-brasileiro Rodrigo.
sexta-feira, novembro 04, 2011
quinta-feira, novembro 03, 2011
LIGA EUROPA - seguindo o BRAGA e o SPORTING
.
O SPORTING FOI BATIDO PELO
VASLUI DA ROMÉNIA (1-0>)
MAS MANTÉM O 1º.LUGAR.
O BRAGA VENCEU COM UMA
GOLEADA 5-1
BRAGA,5 MARIBOR,1

SC Braga vence Maribor (5-1) e reentra na luta do apuramento
Por Redacção
Vitória por 5-1 dissipou dúvidas. Os eslovenos do Maribor mostraram-se adversário frágil para o SC Braga, que reentra de forma firme na luta pelo apuramento para os 16 avos-de-final da Liga Europa.
Foi a primeira vitória dos arsenalistas no seu estádio na presente edição da prova. E que vitória! Cinco golos contra um do adversário esloveno, que na jornada anterior tinha imposto um empate à equipa de Leonardo Jardim.
Desta feita, porém, os guerreiros entraram em muito bom plano, beneficiando de uma autêntica oferta do guarda-redes contrário para inaugurar o marcador logo aos quatro minutos, por Lima. Pouco depois, lance de génio de Alan (que grande noite do brasileiro!) valeu o segundo golo
Sp. Braga 7
Club Brugge 7
Birmingham 7
Maribor 1
VASLUI, 1 SPORTING,0

Dois meses depois o Sporting voltou a perder. A formação leonina foi uma sombra ténue da equipa que somou dez vitórias seguidas e saiu naturalmente derrotada da Roménia, onde o Vaslui fez por merecer os três pontos. Um golo de Zmeu, aos trinta minutos, fez o resultado final de um jogo pobre.
Domingos aproveitou o facto de já ter a qualificação garantida na Liga Europa e lançou seis jogadores novos: Marcelo Boeck, Pereirinha, Rodriguez, Evaldo, Bojinov e Carrillo. Mais tarde juntou-se-lhes André Santos.
A equipa ressentiu-se, naturalmente. Muito lenta e denunciada, sem criatividade ou velocidade, demorou uma eternidade a criar situações de golo. Ao longo de toda a primeira parte, aliás, só nos quinze minutos finais ameaçou num remate de Carrillo e num chapéu mal calculado de Bojinov.
Tudo o resto foi posse de bola inofensiva e improdutiva. O Vaslui, por outro lado, mesmo ser um adversário brilhante, teve vontade e agressividade, foi mais forte a atacar a bola, saiu ainda assim algumas vezes com mais clarividência para o ataque, por isso fez um golo e ameaçou mais dois ou três.
O golo que valeu o triunfo, de resto, nasceu de uma de muitas falhas leoninas em bolas aéreas: Zmeu aproveitou uma bola mal atacada, ganhou o ressalto e rematou contra Pereirinha, traindo Marcelo. O brasileiro foi aliás dos melhores do Sporting, negando um golo certo a Yero Belo na segunda parte.
A segunda parte que começou com Wolfswinkel no lugar de Bojinov e com Capel muito mais em jogo. O Sporting já não vivia apenas dos arranques de Carrillo, ele que não se cansou de esticar o futebol leonino e deixar mais bons pormenores. Apesar das melhorias, ainda faltou muito ao Sporting.
Faltou sobretudo dinâmica no meio-campo para não viver de arranques individuais. O Vaslui, por exemplo, teve-os em mais duas ou três saídas rápidas em contra-ataque, que tornaram mais próximo o segundo golo romeno do que o primeiro português. Só num desvio de Wolfswinkel houve real ameaça.
Por isso somou a primeira derrota na Liga Europa (que não lhe rouba a liderança, para já) e, pior do que isso, perdeu o balão de confiança que tinha ganho com dez vitórias seguidas. Ainda assim não deixa de ter a compensação de ter alinhado com uma equipa muito distante do habitual onze mais forte.
Resta dizer que a derrota até podia ter sido evitada se o árbitro tivesse marcado um penalty sobre Diego Rubio, mesmo no último instante de jogo. O chileno caiu na área e viu o amarelo, por simulação, uma decisão que parece errada. Por isso os jogadores acabaram o jogo em cima do árbitro islandês.
Sporting 9
Vaslui 5
Lazio 5
FC Zurique 2
O SPORTING FOI BATIDO PELO
VASLUI DA ROMÉNIA (1-0>)
MAS MANTÉM O 1º.LUGAR.
O BRAGA VENCEU COM UMA
GOLEADA 5-1
BRAGA,5 MARIBOR,1
SC Braga vence Maribor (5-1) e reentra na luta do apuramento
Por Redacção
Vitória por 5-1 dissipou dúvidas. Os eslovenos do Maribor mostraram-se adversário frágil para o SC Braga, que reentra de forma firme na luta pelo apuramento para os 16 avos-de-final da Liga Europa.
Foi a primeira vitória dos arsenalistas no seu estádio na presente edição da prova. E que vitória! Cinco golos contra um do adversário esloveno, que na jornada anterior tinha imposto um empate à equipa de Leonardo Jardim.
Desta feita, porém, os guerreiros entraram em muito bom plano, beneficiando de uma autêntica oferta do guarda-redes contrário para inaugurar o marcador logo aos quatro minutos, por Lima. Pouco depois, lance de génio de Alan (que grande noite do brasileiro!) valeu o segundo golo
Sp. Braga 7
Club Brugge 7
Birmingham 7
Maribor 1
VASLUI, 1 SPORTING,0
Dois meses depois o Sporting voltou a perder. A formação leonina foi uma sombra ténue da equipa que somou dez vitórias seguidas e saiu naturalmente derrotada da Roménia, onde o Vaslui fez por merecer os três pontos. Um golo de Zmeu, aos trinta minutos, fez o resultado final de um jogo pobre.
Domingos aproveitou o facto de já ter a qualificação garantida na Liga Europa e lançou seis jogadores novos: Marcelo Boeck, Pereirinha, Rodriguez, Evaldo, Bojinov e Carrillo. Mais tarde juntou-se-lhes André Santos.
A equipa ressentiu-se, naturalmente. Muito lenta e denunciada, sem criatividade ou velocidade, demorou uma eternidade a criar situações de golo. Ao longo de toda a primeira parte, aliás, só nos quinze minutos finais ameaçou num remate de Carrillo e num chapéu mal calculado de Bojinov.
Tudo o resto foi posse de bola inofensiva e improdutiva. O Vaslui, por outro lado, mesmo ser um adversário brilhante, teve vontade e agressividade, foi mais forte a atacar a bola, saiu ainda assim algumas vezes com mais clarividência para o ataque, por isso fez um golo e ameaçou mais dois ou três.
O golo que valeu o triunfo, de resto, nasceu de uma de muitas falhas leoninas em bolas aéreas: Zmeu aproveitou uma bola mal atacada, ganhou o ressalto e rematou contra Pereirinha, traindo Marcelo. O brasileiro foi aliás dos melhores do Sporting, negando um golo certo a Yero Belo na segunda parte.
A segunda parte que começou com Wolfswinkel no lugar de Bojinov e com Capel muito mais em jogo. O Sporting já não vivia apenas dos arranques de Carrillo, ele que não se cansou de esticar o futebol leonino e deixar mais bons pormenores. Apesar das melhorias, ainda faltou muito ao Sporting.
Faltou sobretudo dinâmica no meio-campo para não viver de arranques individuais. O Vaslui, por exemplo, teve-os em mais duas ou três saídas rápidas em contra-ataque, que tornaram mais próximo o segundo golo romeno do que o primeiro português. Só num desvio de Wolfswinkel houve real ameaça.
Por isso somou a primeira derrota na Liga Europa (que não lhe rouba a liderança, para já) e, pior do que isso, perdeu o balão de confiança que tinha ganho com dez vitórias seguidas. Ainda assim não deixa de ter a compensação de ter alinhado com uma equipa muito distante do habitual onze mais forte.
Resta dizer que a derrota até podia ter sido evitada se o árbitro tivesse marcado um penalty sobre Diego Rubio, mesmo no último instante de jogo. O chileno caiu na área e viu o amarelo, por simulação, uma decisão que parece errada. Por isso os jogadores acabaram o jogo em cima do árbitro islandês.
Sporting 9
Vaslui 5
Lazio 5
FC Zurique 2
terras do Brasil - NOVA LONDRINA
.
O NOSSO BLOG CONTINUA A DESCOBRIR
TERRAS BRASILEIRAS, QUESTINANDO
IRMÃO BRASILEIROS QUE EM PORTUGAL
RESIDEM E TRABALHAM
Desta vez encontrei na vila de Castro Verde , distrito de Beja, na planicie do Alentejo, um natural de NOVA LONDRINA, PARANÁ, que me deu a conhecer a sua cidade.

História da Cidade
Os primeiros colonizadores oficiais das terras que constituem Nova Londrina, devem ser considerados José Volpato e seus irmãos, proprietários de terras situadas dentro da Gleba Paranapanema, às margens do Rio Paraná, nas proximidades do Porto São José.

Os irmãos Volpato abriram as primeiras picadas na mata virgem, colocando o lugar em contato com os centros civilizados do Norte Paranaense.
A Companhia Imobiliária Nova Londrina, com o fim de lotear e colonizar a Gleba Paranapanema e terras adjacentes, efetivaram, em 1952, o lançamento dos trabalhos preliminares do povoamento, construindo diversas casas e trazendo colonos de todos os pontos do País. Predominava, nesse "rush" histórico, o elemento gaúcho, trazendo usos, costumes e tradições.
O nome Nova Londrina adveio da cidade co-irmã, Londrina.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Nova Londrina, pela lei estadual n.º 253, de 26-11-1954, desmembrado de Peabiru. Sede no atual distrito de Nova Londrina (ex-povoado). Constituído de 2 distritos: Nova Londrina e Marilena, desmembrado do município de Paranavaí. Instalado em 07-01-1956.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 2 distritos: Nova Londrina e Marilena.
Pela lei estadual n.º 3554, de 07-02-1958, é criado o Distrito de Itaúna do Sul (expovoado) e anexado ao município de Nova Londrina.
Pela lei estadual n.º 3715, de 20-06-1958, é criado o distrito de Diamante do Norte, desmembrado do distrito de Itaúna do Sul e anexado ao município de Nova Londrina.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 4 distritos: Nova Londrina, Diamante do Norte, Itaúna do Sul e Marilena.
Pela lei estadual n.º 4338, de 25-01-1961, desmembra do município de Nova Londrina o distrito de Itaúna do Sul. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual n.º 4552, de 10-11-1962, é criado o distrito de Cintra Pimentel e anexado no município de Nova Londrina.
Pela lei estadual n.º 4788, de 29-11-1963, desmembra do município de Nova Londrina o distrito de Diamante do Norte. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 3 distritos: Nova Londrina, Cintra Pimentel e Marilena.
Pela lei estadual n.º 5678, de 19-10-1967, desmembra do município de Nova Londrina o distrito de Marilena. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 2 distritos: Nova Londrina e Cintra Pimentel.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-V-2001.
Gentílico: nova-londrinense
Fonte: Biblioteca IBGE
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TERRAS BRASILEIRAS, QUESTINANDO
IRMÃO BRASILEIROS QUE EM PORTUGAL
RESIDEM E TRABALHAM
Desta vez encontrei na vila de Castro Verde , distrito de Beja, na planicie do Alentejo, um natural de NOVA LONDRINA, PARANÁ, que me deu a conhecer a sua cidade.
História da Cidade
Os primeiros colonizadores oficiais das terras que constituem Nova Londrina, devem ser considerados José Volpato e seus irmãos, proprietários de terras situadas dentro da Gleba Paranapanema, às margens do Rio Paraná, nas proximidades do Porto São José.
Os irmãos Volpato abriram as primeiras picadas na mata virgem, colocando o lugar em contato com os centros civilizados do Norte Paranaense.
A Companhia Imobiliária Nova Londrina, com o fim de lotear e colonizar a Gleba Paranapanema e terras adjacentes, efetivaram, em 1952, o lançamento dos trabalhos preliminares do povoamento, construindo diversas casas e trazendo colonos de todos os pontos do País. Predominava, nesse "rush" histórico, o elemento gaúcho, trazendo usos, costumes e tradições.
O nome Nova Londrina adveio da cidade co-irmã, Londrina.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Nova Londrina, pela lei estadual n.º 253, de 26-11-1954, desmembrado de Peabiru. Sede no atual distrito de Nova Londrina (ex-povoado). Constituído de 2 distritos: Nova Londrina e Marilena, desmembrado do município de Paranavaí. Instalado em 07-01-1956.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 2 distritos: Nova Londrina e Marilena.
Pela lei estadual n.º 3554, de 07-02-1958, é criado o Distrito de Itaúna do Sul (expovoado) e anexado ao município de Nova Londrina.
Pela lei estadual n.º 3715, de 20-06-1958, é criado o distrito de Diamante do Norte, desmembrado do distrito de Itaúna do Sul e anexado ao município de Nova Londrina.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 4 distritos: Nova Londrina, Diamante do Norte, Itaúna do Sul e Marilena.
Pela lei estadual n.º 4338, de 25-01-1961, desmembra do município de Nova Londrina o distrito de Itaúna do Sul. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual n.º 4552, de 10-11-1962, é criado o distrito de Cintra Pimentel e anexado no município de Nova Londrina.
Pela lei estadual n.º 4788, de 29-11-1963, desmembra do município de Nova Londrina o distrito de Diamante do Norte. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 3 distritos: Nova Londrina, Cintra Pimentel e Marilena.
Pela lei estadual n.º 5678, de 19-10-1967, desmembra do município de Nova Londrina o distrito de Marilena. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 2 distritos: Nova Londrina e Cintra Pimentel.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-V-2001.
Gentílico: nova-londrinense
Fonte: Biblioteca IBGE
quarta-feira, novembro 02, 2011
HISTÓRIA DO BRASIL - LUIZ CARLOS PRESTES
.
Comandante de uma extraordinária e revolucionária marcha, a Coluna Prestes, e líder do Partido Comunista Brasileiro (PCB) por mais de 50 anos, Luís Carlos Prestes foi uma das figuras da América Latina mais perseguidas do século XX. Nascido em Porto Alegre (RS), cursou a Escola Militar do Rio de Janeiro. Transferido para o Rio Grande do Sul, liderou no Estado uma revolta tenentista contra o governo de Arthur Bernardes em 1924. Compostos por jovens oficiais do Exército, os "tenentes" pretendiam levantar a população contra o poder da oligarquia governante e, por meio da revolução, exigir reformas políticas e sociais, como a renúncia de Bernardes, a convocação de uma Assembléia Constituinte e o voto secreto. Depois de vários combates, os gaúchos foram ao encontro das tropas paulistas rebeldes comandadas por Isidoro Dias Lopes e por Miguel Costa, em Foz do Iguaçu (PR), formando a Coluna Prestes, com o propósito de percorrer o Brasil para propagar as idéias tenentistas. Os integrantes da Coluna realizaram uma incrível marcha pelo interior do país, percorrendo, a pé e a cavalo, cerca de 25 mil km. A marcha terminou em 1927, quando os revoltosos se exilaram na Bolívia. Nesse país, Prestes conheceu Astrogildo Pereira, um dos fundadores do PCB. Convertido à ideologia marxista, viajou para Moscou (ex-URSS) em 1931. Retornou clandestinamente ao Brasil em 1935, casado com a comunista judia alemã Olga Benário. Depois de comandar o fracassado golpe conhecido como Intentona Comunista (1935), com o intuito de derrubar o então presidente Getúlio Vargas e instalar um governo socialista, foi preso e sua mulher entregue à Gestapo (polícia política nazista) e deportada grávida para a Alemanha, onde morreu em um campo de concentração (1942). Após ser solto com o processo de redemocratização (1945), Prestes elegeu-se senador pelo PCB. Com a cassação do registro do partido (1947), teve a prisão preventiva decretada e foi obrigado a retornar à clandestinidade. Sua prisão preventiva foi revogada em 1958, mas, com o golpe militar de 1964, o líder comunista voltou a ser perseguido. Em 1971, conseguiu sair do país e se exilou na antiga URSS. Com a anistia de 1979, retornou, mas afastou-se do PCB.
Comandante de uma extraordinária e revolucionária marcha, a Coluna Prestes, e líder do Partido Comunista Brasileiro (PCB) por mais de 50 anos, Luís Carlos Prestes foi uma das figuras da América Latina mais perseguidas do século XX. Nascido em Porto Alegre (RS), cursou a Escola Militar do Rio de Janeiro. Transferido para o Rio Grande do Sul, liderou no Estado uma revolta tenentista contra o governo de Arthur Bernardes em 1924. Compostos por jovens oficiais do Exército, os "tenentes" pretendiam levantar a população contra o poder da oligarquia governante e, por meio da revolução, exigir reformas políticas e sociais, como a renúncia de Bernardes, a convocação de uma Assembléia Constituinte e o voto secreto. Depois de vários combates, os gaúchos foram ao encontro das tropas paulistas rebeldes comandadas por Isidoro Dias Lopes e por Miguel Costa, em Foz do Iguaçu (PR), formando a Coluna Prestes, com o propósito de percorrer o Brasil para propagar as idéias tenentistas. Os integrantes da Coluna realizaram uma incrível marcha pelo interior do país, percorrendo, a pé e a cavalo, cerca de 25 mil km. A marcha terminou em 1927, quando os revoltosos se exilaram na Bolívia. Nesse país, Prestes conheceu Astrogildo Pereira, um dos fundadores do PCB. Convertido à ideologia marxista, viajou para Moscou (ex-URSS) em 1931. Retornou clandestinamente ao Brasil em 1935, casado com a comunista judia alemã Olga Benário. Depois de comandar o fracassado golpe conhecido como Intentona Comunista (1935), com o intuito de derrubar o então presidente Getúlio Vargas e instalar um governo socialista, foi preso e sua mulher entregue à Gestapo (polícia política nazista) e deportada grávida para a Alemanha, onde morreu em um campo de concentração (1942). Após ser solto com o processo de redemocratização (1945), Prestes elegeu-se senador pelo PCB. Com a cassação do registro do partido (1947), teve a prisão preventiva decretada e foi obrigado a retornar à clandestinidade. Sua prisão preventiva foi revogada em 1958, mas, com o golpe militar de 1964, o líder comunista voltou a ser perseguido. Em 1971, conseguiu sair do país e se exilou na antiga URSS. Com a anistia de 1979, retornou, mas afastou-se do PCB.
seguindo o BENFICA na CHAMPIONS
.
O BENFICA NÃO CONSEGUIU
CONTRA O QUE SE ESPERAVA
VENCER O BASILEIA E CLAS-
SICAR-SE JÁ PARA A FASE
SEGUINTE

A noite até começou na perfeição, com um golo de Rodrigo logo aos quatro minutos, mas à medida que o relógio avançou o Benfica foi-se perdendo e acabou por permitir o empate ao FC Basel (1x1). Um resultado que adia um possível apuramento dos encarnados, num grupo em que os suíços ainda prometem dar luta até ao último segundo.
A Luz parece ter encontrado um novo «menino de ouro», de seu nome Rodrigo Moreno, um brasilero naturalizado espanhol. Ele que voltou a figurar no onze do Benfica e à semelhança do que tinha acontecido com o Olhanense não precisou de muito tempo para aquecer os motores. Ainda o primeiro minuto de jogo não tinha passado, já Yann Sommer desviava um remate de Rodrigo ao poste.
E à semelhança do encontro de sábado, também esta noite o Benfica foi senhor do jogo até aos 20 minutos. E até podia ter ampliado a vantagem, quando Garay cabeceou com muito perigo ao lado da baliza helvética. Antes, aos 17 minutos, fica uma grande penalidade por assinalar a favor dos encarnados, depois do defesa do FC Basel cortar a bola com o braço na área.
Depois, o Benfica baixou a intensidade de jogo e foi permitindo ao FC Basel trocar a bola com maior assiduidade, mas só aos 32 minutos a equipa suíça criou perigo, por intermédio de Fabian Frei, que cabeceou ao lado. Luís Martins, que teve estreia absoluta no onze encarnado, foi dando conta do recado no lado esquerdo da defesa, apesar de Zoua e Shaquiri nunca lhe terem dado descanso.
FC Basel empata perante um Benfica apático
A segunda parte trouxe muito mais Basel, com o Benfica incapaz de pegar no jogo de forma assumida. A equipa suíça ameaçou aos 52 minutos, depois aos 58', novamente por Frei que rematou por cima, mas com perigo. No lance seguinte, Rodrigo cabeceou à figura de Sommer. Mas adivinhava-se, pela lentidão encarnada, que o abanão estava para breve. Aos 64', Scott Chipperfield cruzou e Benjamin Huggel em zona frontal bateu Artur para o empate.
Com a vitória por 2x0 sobre o Otelul o Man. United colou-se ao Benfica na liderança do Grupo C
A qualificação imediata ficava desta forma sem efeito e a formação encarnada procurou voltar ao jogo. Na resposta ao golo suíço, Witsel isolou Rodrigo que ainda passou por Yann Sommer mas acabou sem ângulo para fazer o segundo.
O BENFICA NÃO CONSEGUIU
CONTRA O QUE SE ESPERAVA
VENCER O BASILEIA E CLAS-
SICAR-SE JÁ PARA A FASE
SEGUINTE
A noite até começou na perfeição, com um golo de Rodrigo logo aos quatro minutos, mas à medida que o relógio avançou o Benfica foi-se perdendo e acabou por permitir o empate ao FC Basel (1x1). Um resultado que adia um possível apuramento dos encarnados, num grupo em que os suíços ainda prometem dar luta até ao último segundo.
A Luz parece ter encontrado um novo «menino de ouro», de seu nome Rodrigo Moreno, um brasilero naturalizado espanhol. Ele que voltou a figurar no onze do Benfica e à semelhança do que tinha acontecido com o Olhanense não precisou de muito tempo para aquecer os motores. Ainda o primeiro minuto de jogo não tinha passado, já Yann Sommer desviava um remate de Rodrigo ao poste.
E à semelhança do encontro de sábado, também esta noite o Benfica foi senhor do jogo até aos 20 minutos. E até podia ter ampliado a vantagem, quando Garay cabeceou com muito perigo ao lado da baliza helvética. Antes, aos 17 minutos, fica uma grande penalidade por assinalar a favor dos encarnados, depois do defesa do FC Basel cortar a bola com o braço na área.
Depois, o Benfica baixou a intensidade de jogo e foi permitindo ao FC Basel trocar a bola com maior assiduidade, mas só aos 32 minutos a equipa suíça criou perigo, por intermédio de Fabian Frei, que cabeceou ao lado. Luís Martins, que teve estreia absoluta no onze encarnado, foi dando conta do recado no lado esquerdo da defesa, apesar de Zoua e Shaquiri nunca lhe terem dado descanso.
FC Basel empata perante um Benfica apático
A segunda parte trouxe muito mais Basel, com o Benfica incapaz de pegar no jogo de forma assumida. A equipa suíça ameaçou aos 52 minutos, depois aos 58', novamente por Frei que rematou por cima, mas com perigo. No lance seguinte, Rodrigo cabeceou à figura de Sommer. Mas adivinhava-se, pela lentidão encarnada, que o abanão estava para breve. Aos 64', Scott Chipperfield cruzou e Benjamin Huggel em zona frontal bateu Artur para o empate.
Com a vitória por 2x0 sobre o Otelul o Man. United colou-se ao Benfica na liderança do Grupo C
A qualificação imediata ficava desta forma sem efeito e a formação encarnada procurou voltar ao jogo. Na resposta ao golo suíço, Witsel isolou Rodrigo que ainda passou por Yann Sommer mas acabou sem ângulo para fazer o segundo.
preliminares
.
Interior de Minas Gerais. Mulher grávida de oito meses na porta da cozinha, olhava o tempo e procurava um jeito de começar uma prosa com o marido, que descansava numa rede:
- Ô bem? Cê cridita im Deus?
- Ora, si criditu... craro!
- Intão, si é da vontadi de Deus, nesse crima seco danado e Ele queresse fazê chuvê dirrepente, chuvia?
- Uai, muié. Si é da vontadi de Deus, chuvia na mema hora...
- Si é da vontadi de Deus, o dia pudia virá noiti num minutim?
- Ora, si é da vontadi de Deus, virava sim... pru que não?
- Si é da vontadi de Deus, seno nóis dois branquelo azedo desse jeito, nosso fio pudia nascê pretim... quasi azurzin... qui nem cumpadi Totoin?
- Uai, sô... Si fosse da vontadi de Deus nosso fio nascê pretim qui nem cumpadi Totoin, nascia... Mai qui ocê ia tomá uma surra de virá os zóio, arriá no chão e inté mijá pelas pernas, cê ia, aaaaaah! si ia!
Interior de Minas Gerais. Mulher grávida de oito meses na porta da cozinha, olhava o tempo e procurava um jeito de começar uma prosa com o marido, que descansava numa rede:
- Ô bem? Cê cridita im Deus?
- Ora, si criditu... craro!
- Intão, si é da vontadi de Deus, nesse crima seco danado e Ele queresse fazê chuvê dirrepente, chuvia?
- Uai, muié. Si é da vontadi de Deus, chuvia na mema hora...
- Si é da vontadi de Deus, o dia pudia virá noiti num minutim?
- Ora, si é da vontadi de Deus, virava sim... pru que não?
- Si é da vontadi de Deus, seno nóis dois branquelo azedo desse jeito, nosso fio pudia nascê pretim... quasi azurzin... qui nem cumpadi Totoin?
- Uai, sô... Si fosse da vontadi de Deus nosso fio nascê pretim qui nem cumpadi Totoin, nascia... Mai qui ocê ia tomá uma surra de virá os zóio, arriá no chão e inté mijá pelas pernas, cê ia, aaaaaah! si ia!
terça-feira, novembro 01, 2011
SEGUINDO O F.C.PORTO na CHAMPIONS
.
O PORTO COMPROMETEU SERIAMANTE
A POSSIBIULIDADE DE SER QUALI-
FICADO PARA A FASE SGUINTE

Mais posse de bola, mais cantos, mais remates. Mais tudo. Menos o que mais interessava: vencer. Ou, pelo menos, não perder. Foi uma lição de como bem defender que os dragões trazem de Chipre, sem nunca abdicar do ataque. E de como o jogo só acaba quando o árbitro apita. Com esta derrota, o FC Porto deixou de depender dele próprio no que diz respeito ao primeiro lugar.
O primeiro golo do APOEL surgiu na marcação de um penalty, cometido por Mangala e convertido por Ailton, aos 41 minutos. Depois, aos 88, Hulk empatou (dando justiça ao marcador, na sequência de uma carga sobre James, ficando a ideia de que não houve contacto), também da marca dos 11 metros, todavia, na jogada seguinte os dragões cometeram o crime capital. Pensaram que estava tudo decisivo e pagaram bem caro: Manduca surgiu isolado no lado esquerdo, num lance ultra-sónico do APOEL e que suscita muitas dúvidas em relação à posição do brasileiro.
O PORTO COMPROMETEU SERIAMANTE
A POSSIBIULIDADE DE SER QUALI-
FICADO PARA A FASE SGUINTE
Mais posse de bola, mais cantos, mais remates. Mais tudo. Menos o que mais interessava: vencer. Ou, pelo menos, não perder. Foi uma lição de como bem defender que os dragões trazem de Chipre, sem nunca abdicar do ataque. E de como o jogo só acaba quando o árbitro apita. Com esta derrota, o FC Porto deixou de depender dele próprio no que diz respeito ao primeiro lugar.
O primeiro golo do APOEL surgiu na marcação de um penalty, cometido por Mangala e convertido por Ailton, aos 41 minutos. Depois, aos 88, Hulk empatou (dando justiça ao marcador, na sequência de uma carga sobre James, ficando a ideia de que não houve contacto), também da marca dos 11 metros, todavia, na jogada seguinte os dragões cometeram o crime capital. Pensaram que estava tudo decisivo e pagaram bem caro: Manduca surgiu isolado no lado esquerdo, num lance ultra-sónico do APOEL e que suscita muitas dúvidas em relação à posição do brasileiro.
preliminares
.
Deus criou o mundo em 7 dias. No sétimo dedicou-se ouvir as reclamações.
A primeira a apresentar protestos foi a girafa:
- Porra, Deus! (a girafa, além de feia, sempre foi desbocada).Que sacanagem é esta? Este meu pescoço enorme é ridículo!
- Calma dona Girafa! Tudo foi muito bem pensado. Com esse pescoço comprido,além de a senhora poder comer as folhas mais tenras, do alto das árvores, vai poder perceber a aproximação do inimigo antes dos outros animais e assim se defender.
A girafa ouviu as explicações e ficou convencida de que Deus, afinal, tivera uma boa idéia. Logo depois entrou o elefante, injuriado:
-Psst oh Senhor! (o elefante também era desbocado). Eu sou enorme de gordo e tenho esta tromba toda na minha cara. Isto é sacanagem!
Deus, pacientemente, explicou:
- Com esse tamanho todo, nem o Leão, que é o rei da selva, terá coragem de te enrentar e, além do mais, graças a essa tromba, você é o único animal que pode tomar banho de chuveirinho...
O elefante ponderou e chegou à conclusão que Deus tinha razão. O terceiro bicho da fila era a galinha, que já entrou metendo o pé na porta:
- Não quero saber de explicações! Ou aumenta o cú, ou diminui o ovo!!!!
Deus criou o mundo em 7 dias. No sétimo dedicou-se ouvir as reclamações.
A primeira a apresentar protestos foi a girafa:
- Porra, Deus! (a girafa, além de feia, sempre foi desbocada).Que sacanagem é esta? Este meu pescoço enorme é ridículo!
- Calma dona Girafa! Tudo foi muito bem pensado. Com esse pescoço comprido,além de a senhora poder comer as folhas mais tenras, do alto das árvores, vai poder perceber a aproximação do inimigo antes dos outros animais e assim se defender.
A girafa ouviu as explicações e ficou convencida de que Deus, afinal, tivera uma boa idéia. Logo depois entrou o elefante, injuriado:
-Psst oh Senhor! (o elefante também era desbocado). Eu sou enorme de gordo e tenho esta tromba toda na minha cara. Isto é sacanagem!
Deus, pacientemente, explicou:
- Com esse tamanho todo, nem o Leão, que é o rei da selva, terá coragem de te enrentar e, além do mais, graças a essa tromba, você é o único animal que pode tomar banho de chuveirinho...
O elefante ponderou e chegou à conclusão que Deus tinha razão. O terceiro bicho da fila era a galinha, que já entrou metendo o pé na porta:
- Não quero saber de explicações! Ou aumenta o cú, ou diminui o ovo!!!!
segunda-feira, outubro 31, 2011
BRASILEIRÃO
.
O VASCO EMPATA COM O SÃO PAULO
E É ALCANÇADO NA LIDERANÇA PELO
CORINTHIANS DE LIEDSON QUE VEN-
CEIU IO AVAÍ.O FLAMENGO PERDEU
NO RFEGRESSO DE RONALDINHO A
PORTO ALEGRE.
SANTOS-ATL.PR......4-1
BOTAFOGO-CRUZEIRO..1-0
CEARÁ-FLUMINENSE...1-2
CORINTHIANS-AVAÍ...2-1
VASCO-SÃO PAULO....0-0
GREMIO-FLAMENGO....4-2
ATL MG-PALPMEIRAS..2-1
ATL GO-INTER PA....0-1
VASCO, 0 SÃO PAULO,0

Em jogo de retranca do São Paulo, Vasco empata com São Paulo
Contando com o apoio da torcida, Cruz-Maltino não conseguiu furar retranca Tricolor, perdendo, assim, a liderança
Empate a 0 a 0, em São Januário, não foi bom para nenhuma das partes. Com o resultado, o Vasco volta a ter apanhado pelo Corinthians.. Os quatro primeiros colocados estão separados por, apenas, quatro pontos.
A vitória de Liedson, e com as vitórias de Botafogo e Fluminense deixaram a guerra pelo título novamente lançada
FICHA TÉCNICA
VASCO 0 X 0 SÃO PAULO
Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
.
VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Renato Silva e Felipe (Douglas 22'/2ºT); Rômulo, Jumar (Bernardo 20'/2ºT), Felipe Bastos (ex-BENFICA) e Juninho (Nilton 15'/2ºT); Eder Luis (ex-benfica) e Elton(ex-braga).
Técnico: Cristovão Borges
SÃO PAULO: Denis, João Filipe, Rhodolfo e Xandão; Piris, Wellington,Carlinhos, Lucas (Henrique 22'/2ºT) e Juan; Marlos e Willian (Rivaldo 23'/2ºT).
Técnico: Emerson Leão.
1 Corinthians 1 58
2 Vasco -1 58
3 Botafogo 0 55
4 Fluminense 1 53
5 Flamengo -1 52
6 Internacional 1 51
7 São Paulo -1 50
8 Figueirense 0 50
9 Grêmio 0 46
10 Santos 0 45
11 Coritiba 0 45
12 Atlético-GO 0 42
13 Palmeiras 0 41
.........
20 América-MG 0 25
O VASCO EMPATA COM O SÃO PAULO
E É ALCANÇADO NA LIDERANÇA PELO
CORINTHIANS DE LIEDSON QUE VEN-
CEIU IO AVAÍ.O FLAMENGO PERDEU
NO RFEGRESSO DE RONALDINHO A
PORTO ALEGRE.
SANTOS-ATL.PR......4-1
BOTAFOGO-CRUZEIRO..1-0
CEARÁ-FLUMINENSE...1-2
CORINTHIANS-AVAÍ...2-1
VASCO-SÃO PAULO....0-0
GREMIO-FLAMENGO....4-2
ATL MG-PALPMEIRAS..2-1
ATL GO-INTER PA....0-1
VASCO, 0 SÃO PAULO,0
Em jogo de retranca do São Paulo, Vasco empata com São Paulo
Contando com o apoio da torcida, Cruz-Maltino não conseguiu furar retranca Tricolor, perdendo, assim, a liderança
Empate a 0 a 0, em São Januário, não foi bom para nenhuma das partes. Com o resultado, o Vasco volta a ter apanhado pelo Corinthians.. Os quatro primeiros colocados estão separados por, apenas, quatro pontos.
A vitória de Liedson, e com as vitórias de Botafogo e Fluminense deixaram a guerra pelo título novamente lançada
FICHA TÉCNICA
VASCO 0 X 0 SÃO PAULO
Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
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VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Renato Silva e Felipe (Douglas 22'/2ºT); Rômulo, Jumar (Bernardo 20'/2ºT), Felipe Bastos (ex-BENFICA) e Juninho (Nilton 15'/2ºT); Eder Luis (ex-benfica) e Elton(ex-braga).
Técnico: Cristovão Borges
SÃO PAULO: Denis, João Filipe, Rhodolfo e Xandão; Piris, Wellington,Carlinhos, Lucas (Henrique 22'/2ºT) e Juan; Marlos e Willian (Rivaldo 23'/2ºT).
Técnico: Emerson Leão.
1 Corinthians 1 58
2 Vasco -1 58
3 Botafogo 0 55
4 Fluminense 1 53
5 Flamengo -1 52
6 Internacional 1 51
7 São Paulo -1 50
8 Figueirense 0 50
9 Grêmio 0 46
10 Santos 0 45
11 Coritiba 0 45
12 Atlético-GO 0 42
13 Palmeiras 0 41
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20 América-MG 0 25
sábado, outubro 29, 2011
ESCRITORES BRASILEIROS JOAQUIM MANUEL MACEDO
.
Joaquim Manuel de Macedo

Joaquim Manuel de Macedo (Itaboraí, 24 de junho de 1820 – Rio de Janeiro, 11 de abril de 1882) foi um médico e escritor brasileiro.
Joaquim Manuel de Macedo, nasceu no Rio de Janeiro em 1820. Em 1844 formou-se em Medicina no Rio de Janeiro, e no mesmo ano estreou na literatura com a publicação daquele que viria a ser seu romance mais conhecido, "A Moreninha", que lhe deu fama e fortuna imediata. Além de médico, Macedo foi jornalista, professor de Geografia e História do Brasil no Colégio Pedro II, e sócio fundador, secretário e orador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, desde 1845. Em 1849 fundou, juntamente com Gonçalves Dias e Manuel de Araújo Porto-alegre, a revista Guanabara, que publicou grande parte do seu poema-romance A nebulosa — considerado por críticos como um dos melhores do Romantismo. Foi membro do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866).
Joaquim Manuel De Macedo Abandonou a medicina e criou uma forte ligação com Dom Pedro II e com a Família Imperial Brasileira, chegando a ser preceptor e professor dos filhos da Princesa Isabel. Era amigo íntimo e confidente de uma celebridade da Corte, Manuel José de Araújo Porto-Alegre, Cônsul do Brasil na Alemanha, de quem recebeu uma longa e histórica correspondência pela qual o remetente se declara um espírita convicto e apaixonado pelo credo que na metade do século XIX fora codificado por Allan Kardec, na França.
Macedo também atuou decisivamente na política, tendo militado no Partido Liberal, servindo-o com lealdade e firmeza de princípios, como o provam seus discursos parlamentares, conforme relatos da época. Durante a sua militância política foi deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-1868 e 1873-1881). Nos últimos anos de vida padeceu de problemas mentais, morrendo pouco antes de completar 62 anos.
Obra
Joaquim Manuel Macedo foi romancista, poeta, cronista literário e dramaturgo. Sua obra é extensa e fez grande sucesso na época. Havia, entre os críticos, o argumento de que ele abusou sentimentalismo muito ao gosto popular, daí seu enorme sucesso de público. Os críticos, entretanto, não negam que Macedo foi cronista aberto e analítico do Rio de Janeiro do final do Império.
Sua grande importância literária está no fato de ser considerado um dos fundadores do romance no Brasil e, certamente, um dos principais responsáveis pela criação do teatro no Brasil. A Moreninha certamente foi considerada a primeira obra da Literatura Brasileira a alcançar êxito de público e é um dos marcos do Romantismo no Brasil.
Lançado em 1844, A Moreninha é tido como o primeiro romance publicado no país, embora tenha sido precedido por O Filho do Pescador, de Teixeira e Sousa, que, entretanto, é tido como uma obra menor, desenvolvida a partir de um enredo pouco articulado e confuso.
A Moreninha constituiu-se numa pequena revolução literária no Brasil imperial, inaugurando o romance brasileiro, e é até hoje é reeditado com relativo sucesso e ainda é lido com prazer. Estudiosos da obra macediana observam que a protagonista do romance, Carolina, é uma clara alusão à personalidade e ao comportamento de Maria Catarina de Abreu Sodré, sua esposa e prima-irmã do poeta Álvares de Azevedo.
Em sua obra, Joaquim Manuel de Macedo descreve com linguagem simples e raro senso de observação os usos e costumes da sociedade carioca de seu tempo, e a vida familiar e privada daquela época, quando o país ainda estava nas primeiras décadas de sua independência: as cenas triviais da rua, os preconceitos sociais, as festas, a economia doméstica, os saraus familiares, as conversas de comadre, as pequenas e grandes intrigas, os ciúmes mesquinhos, os namoros até certo ponto ingênuos de estudantes e donzelas, que quase sempre acabavam em casamento feliz.
Na sua obra teatral, Macedo preocupou-se antes com a pintura realista do ambiente social, cultural, político e econômico da sua época do que com o universo psicológico dos seus personagens. Seus dramas, escritos em verso, são artificiais e afetados, suas comédias, porém, são importantes documentos dos costumes da sociedade carioca da época.
Além de A Moreninha, Macedo escreveu ainda outros dezessete romances, dezesseis peças de teatro e um livro de contos. Entre essas obras destacam-se:
Livros
O Wikisource contém fontes primárias relacionadas com este artigo: Autor:Joaquim Manuel de Macedo
Romances A Moreninha (1844)
O Moço Loiro (1845)
Os Dois Amores (1848)
Rosa (1849)
Vicentina (1853)
O Forasteiro (1855)
Os Romances da Semana (1861)
Rio do Quarto (1869)
A Luneta Mágica (1869)
As Vítimas-Algozes (1869)
As Mulheres de Mantilha (1870-1871)
Sátiras políticas A Carteira do Meu Tio (1855)
Memórias do Sobrinho do Meu Tio (1867-1868)
Crônicas sobre a cidade do Rio de Janeiro Memórias da Rua do Ouvidor
Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro
Labirinto
Teatro
Dramas O Cego (1845)
Cobé (1849)
Lusbela (1863)
Comédias O Fantasma Branco (1856)
O Primo da Califórnia (1858)
Luxo e Vaidade (1860)
A Torre em Concurso (1863)
Cincinato Quebra-Louças (1873)
Cigarro e seu Sucesso (1880)
Poesia A Nebulosa (1857)
Biografias Ano Biográfico Brasileiro (1876)
Mulheres Célebres (1878)
Joaquim Manuel de Macedo
Joaquim Manuel de Macedo (Itaboraí, 24 de junho de 1820 – Rio de Janeiro, 11 de abril de 1882) foi um médico e escritor brasileiro.
Joaquim Manuel de Macedo, nasceu no Rio de Janeiro em 1820. Em 1844 formou-se em Medicina no Rio de Janeiro, e no mesmo ano estreou na literatura com a publicação daquele que viria a ser seu romance mais conhecido, "A Moreninha", que lhe deu fama e fortuna imediata. Além de médico, Macedo foi jornalista, professor de Geografia e História do Brasil no Colégio Pedro II, e sócio fundador, secretário e orador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, desde 1845. Em 1849 fundou, juntamente com Gonçalves Dias e Manuel de Araújo Porto-alegre, a revista Guanabara, que publicou grande parte do seu poema-romance A nebulosa — considerado por críticos como um dos melhores do Romantismo. Foi membro do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866).
Joaquim Manuel De Macedo Abandonou a medicina e criou uma forte ligação com Dom Pedro II e com a Família Imperial Brasileira, chegando a ser preceptor e professor dos filhos da Princesa Isabel. Era amigo íntimo e confidente de uma celebridade da Corte, Manuel José de Araújo Porto-Alegre, Cônsul do Brasil na Alemanha, de quem recebeu uma longa e histórica correspondência pela qual o remetente se declara um espírita convicto e apaixonado pelo credo que na metade do século XIX fora codificado por Allan Kardec, na França.
Macedo também atuou decisivamente na política, tendo militado no Partido Liberal, servindo-o com lealdade e firmeza de princípios, como o provam seus discursos parlamentares, conforme relatos da época. Durante a sua militância política foi deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-1868 e 1873-1881). Nos últimos anos de vida padeceu de problemas mentais, morrendo pouco antes de completar 62 anos.
Obra
Joaquim Manuel Macedo foi romancista, poeta, cronista literário e dramaturgo. Sua obra é extensa e fez grande sucesso na época. Havia, entre os críticos, o argumento de que ele abusou sentimentalismo muito ao gosto popular, daí seu enorme sucesso de público. Os críticos, entretanto, não negam que Macedo foi cronista aberto e analítico do Rio de Janeiro do final do Império.
Sua grande importância literária está no fato de ser considerado um dos fundadores do romance no Brasil e, certamente, um dos principais responsáveis pela criação do teatro no Brasil. A Moreninha certamente foi considerada a primeira obra da Literatura Brasileira a alcançar êxito de público e é um dos marcos do Romantismo no Brasil.
Lançado em 1844, A Moreninha é tido como o primeiro romance publicado no país, embora tenha sido precedido por O Filho do Pescador, de Teixeira e Sousa, que, entretanto, é tido como uma obra menor, desenvolvida a partir de um enredo pouco articulado e confuso.
A Moreninha constituiu-se numa pequena revolução literária no Brasil imperial, inaugurando o romance brasileiro, e é até hoje é reeditado com relativo sucesso e ainda é lido com prazer. Estudiosos da obra macediana observam que a protagonista do romance, Carolina, é uma clara alusão à personalidade e ao comportamento de Maria Catarina de Abreu Sodré, sua esposa e prima-irmã do poeta Álvares de Azevedo.
Em sua obra, Joaquim Manuel de Macedo descreve com linguagem simples e raro senso de observação os usos e costumes da sociedade carioca de seu tempo, e a vida familiar e privada daquela época, quando o país ainda estava nas primeiras décadas de sua independência: as cenas triviais da rua, os preconceitos sociais, as festas, a economia doméstica, os saraus familiares, as conversas de comadre, as pequenas e grandes intrigas, os ciúmes mesquinhos, os namoros até certo ponto ingênuos de estudantes e donzelas, que quase sempre acabavam em casamento feliz.
Na sua obra teatral, Macedo preocupou-se antes com a pintura realista do ambiente social, cultural, político e econômico da sua época do que com o universo psicológico dos seus personagens. Seus dramas, escritos em verso, são artificiais e afetados, suas comédias, porém, são importantes documentos dos costumes da sociedade carioca da época.
Além de A Moreninha, Macedo escreveu ainda outros dezessete romances, dezesseis peças de teatro e um livro de contos. Entre essas obras destacam-se:
Livros
O Wikisource contém fontes primárias relacionadas com este artigo: Autor:Joaquim Manuel de Macedo
Romances A Moreninha (1844)
O Moço Loiro (1845)
Os Dois Amores (1848)
Rosa (1849)
Vicentina (1853)
O Forasteiro (1855)
Os Romances da Semana (1861)
Rio do Quarto (1869)
A Luneta Mágica (1869)
As Vítimas-Algozes (1869)
As Mulheres de Mantilha (1870-1871)
Sátiras políticas A Carteira do Meu Tio (1855)
Memórias do Sobrinho do Meu Tio (1867-1868)
Crônicas sobre a cidade do Rio de Janeiro Memórias da Rua do Ouvidor
Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro
Labirinto
Teatro
Dramas O Cego (1845)
Cobé (1849)
Lusbela (1863)
Comédias O Fantasma Branco (1856)
O Primo da Califórnia (1858)
Luxo e Vaidade (1860)
A Torre em Concurso (1863)
Cincinato Quebra-Louças (1873)
Cigarro e seu Sucesso (1880)
Poesia A Nebulosa (1857)
Biografias Ano Biográfico Brasileiro (1876)
Mulheres Célebres (1878)
liga portuguesa
.
OS LÍDERES PORTO E BENFICA
VENCEM OS SEUS ADVERSÁRIOS
E MANTEM A LIDERANÇA, O
SPORTING VENCE TAMBÉM E
ISOLA-SE NO 3º.LUGAR A
3 PONTOS
FEIRENSE, 0-2 SPORTING
NACIONAL 2-1 BEIRA MAR
U.LEIRIA 2-0 SETUBAL
PORTO 3-0 P.FERREIRA
ACADEMICA 0-0 BRAGA
BENFICA- 2-1 OLHANENSE

Brasileiro naturalizado espanhol mantém Benfica na cola do Porto
Lisboa (Portugal)
Luisão e Bruno César estiveram em campo, mas foi outro brasileiro quem garantiu a vitória do Benfica por 2 a 1 sobre o Olhanense. Naturalizado espanhol, o atacante Rodrigo, de 20 anos, balançou as redes duas vezes para o time da casa. Wilson Eduardo descontou para o adversário.
Rodrigo jamais atuou por um time profissional no Brasil, mas carrega a experiência dos anos em que defendeu o time B do Real Madrid. Diante disso, o jovem não teve dificuldades em encarar a titularidade do Benfica e logo no primeiro minuto de jogo conseguiu abrir o placar.
Em jogada rápida da Águia, Gaitán abriu para Rodrigo na direita, que não desperdiçou, chutando cruzado para o fundo da rede. Empolgado pelo tento, o jogador não demorou para marcar o segundo. Aos 13 minutos, mostrando bom posicionamento, o atacante de 1,80 m aproveitou cruzamento de Maxi Pereira e superou o goleiro Fabiano.
Com a vantagem no placar, o Benfica reduziu o ritmo da partida e viu o adversário crescer. Aos dois minutos da etapa final, João Gonçalves cruzou na cabeça de Wilson Eduardo, que diminuiu.
A vitória manteve a Águia na cola do rival Porto. Após nove rodadas, ambos somam nove pontos, mas o Dragão segue na ponta devido ao saldo de gols. A distância para os adversários aumentou. Isso porque o Braga apenas empatou em 0 a 0 com a Académica e manteve os 17 pontos.
FEIRENSE-SPORTING..0-2

O Sporting prossegue na sua senda de vitórias e mantem os dois líderes sob pressão.
O Sporting garantiu a décima vitória consecutiva, saindo da casa emprestada do Feirense com mais três pontos (0-2). Uma expulsão e um penalty abriram caminho para o triunfo, com golos de Wolfswinkel e Schaars.
A equipa de Domingos Paciência aproveita assim o empate do Sp. Braga para chegar ao terceiro lugar da Liga 2011/12. Os leões estão a três pontos de F.C. Porto e Benfica.
Depois de uma primeira parte sem golos, Henrique viu dois cartões amarelos em dois minutos e deixou o Feirense reduzido a dez. Pouco depois, Schaars caiu na área em lance com Cris, com o juíz do encontro a assinalar castigo máximo.
Van Wolfswinkel não desperdiçou a oportunidade para inaugurar a contagem. Schaars viria a selar o triunfo com um bom remate à entrada da área, numa noite em que os golos do Sporting falaram exclusivamente holandês.
OS LÍDERES PORTO E BENFICA
VENCEM OS SEUS ADVERSÁRIOS
E MANTEM A LIDERANÇA, O
SPORTING VENCE TAMBÉM E
ISOLA-SE NO 3º.LUGAR A
3 PONTOS
FEIRENSE, 0-2 SPORTING
NACIONAL 2-1 BEIRA MAR
U.LEIRIA 2-0 SETUBAL
PORTO 3-0 P.FERREIRA
ACADEMICA 0-0 BRAGA
BENFICA- 2-1 OLHANENSE
Brasileiro naturalizado espanhol mantém Benfica na cola do Porto
Lisboa (Portugal)
Luisão e Bruno César estiveram em campo, mas foi outro brasileiro quem garantiu a vitória do Benfica por 2 a 1 sobre o Olhanense. Naturalizado espanhol, o atacante Rodrigo, de 20 anos, balançou as redes duas vezes para o time da casa. Wilson Eduardo descontou para o adversário.
Rodrigo jamais atuou por um time profissional no Brasil, mas carrega a experiência dos anos em que defendeu o time B do Real Madrid. Diante disso, o jovem não teve dificuldades em encarar a titularidade do Benfica e logo no primeiro minuto de jogo conseguiu abrir o placar.
Em jogada rápida da Águia, Gaitán abriu para Rodrigo na direita, que não desperdiçou, chutando cruzado para o fundo da rede. Empolgado pelo tento, o jogador não demorou para marcar o segundo. Aos 13 minutos, mostrando bom posicionamento, o atacante de 1,80 m aproveitou cruzamento de Maxi Pereira e superou o goleiro Fabiano.
Com a vantagem no placar, o Benfica reduziu o ritmo da partida e viu o adversário crescer. Aos dois minutos da etapa final, João Gonçalves cruzou na cabeça de Wilson Eduardo, que diminuiu.
A vitória manteve a Águia na cola do rival Porto. Após nove rodadas, ambos somam nove pontos, mas o Dragão segue na ponta devido ao saldo de gols. A distância para os adversários aumentou. Isso porque o Braga apenas empatou em 0 a 0 com a Académica e manteve os 17 pontos.
FEIRENSE-SPORTING..0-2
O Sporting prossegue na sua senda de vitórias e mantem os dois líderes sob pressão.
O Sporting garantiu a décima vitória consecutiva, saindo da casa emprestada do Feirense com mais três pontos (0-2). Uma expulsão e um penalty abriram caminho para o triunfo, com golos de Wolfswinkel e Schaars.
A equipa de Domingos Paciência aproveita assim o empate do Sp. Braga para chegar ao terceiro lugar da Liga 2011/12. Os leões estão a três pontos de F.C. Porto e Benfica.
Depois de uma primeira parte sem golos, Henrique viu dois cartões amarelos em dois minutos e deixou o Feirense reduzido a dez. Pouco depois, Schaars caiu na área em lance com Cris, com o juíz do encontro a assinalar castigo máximo.
Van Wolfswinkel não desperdiçou a oportunidade para inaugurar a contagem. Schaars viria a selar o triunfo com um bom remate à entrada da área, numa noite em que os golos do Sporting falaram exclusivamente holandês.
quinta-feira, outubro 27, 2011
PALPITES DO BRASILEIRÃO
.
UM DESAFIO
Que tal enviarem para
julio.casadasprimas@gmail.com
palpites para 4 jogos do próximo final e semana do Brasileirão:

VASCO-SÃO PAULO
CORINTHIANS-AVAÍ
GRÉMIO-FLAMENGO
BOTAFOGO-CRUZEIRO
Será uma experiência para possivel concurso de palpites que o nosso blog realizarã no mês de Novembro , à semelhança do que o blog
www.casa-das-primas.blogspot.com
organiza.
Para dar inicio eis os meus:
VASCO-SÃO PAULO...2-1
CORINTHIANS-AVAÍ..3-1
GRÉMIO-FLAMENGO...1-1
BOTAFOGO-CRUZEIRO.2-0
Vá, espero os vossos palpites
UM DESAFIO
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julio.casadasprimas@gmail.com
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VASCO-SÃO PAULO
CORINTHIANS-AVAÍ
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BOTAFOGO-CRUZEIRO.2-0
Vá, espero os vossos palpites
ESCRITORES BRASILEIROS -GRACILIANO RAMOS
.
Graciliano Ramos

Graciliano Ramos de Oliveira (Quebrangulo, 27 de outubro de 1892 — Rio de Janeiro, 20 de março de 1953) foi um romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista brasileiro do século XX, mais conhecido por seu livro Vidas Secas (1938)
Graciliano Ramos viveu os primeiros anos em diversas cidades do Nordeste brasileiro. Terminando o segundo grau em Maceió, seguiu para o Rio de Janeiro, onde passou um tempo trabalhando como jornalista. Voltou para o Nordeste em setembro de 1915, fixando-se junto ao pai, que era comerciante em Palmeira dos Índios, Alagoas. Neste mesmo ano casou-se com Maria Augusta de Barros, que morreu em 1920, deixando-lhe quatro filhos.
Foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios em 1927, tomando posse no ano seguinte. Ficou no cargo por dois anos, renunciando a 10 de abril de 1930. Segundo uma das auto-descrições, "(...) Quando prefeito de uma cidade do interior, soltava os presos para construírem estradas." Os relatórios da prefeitura que escreveu nesse período chamaram a atenção de Augusto Frederico Schmidt, editor carioca que o animou a publicar Caetés (1933).
Entre 1930 e 1936 viveu em Maceió, trabalhando como diretor da Imprensa Oficial, professor e diretor da Instrução Pública do estado. Em 1934 havia publicado São Bernardo, e quando se preparava para publicar o próximo livro, foi preso em decorrência do pânico insuflado por Getúlio Vargas após a Intentona Comunista de 1935. Com ajuda de amigos, entre os quais José Lins do Rego, consegue publicar Angústia (1936), considerada por muitos críticos como sua melhor obra.
Em 1938 publicou Vidas Secas. Em seguida estabeleceu-se no Rio de Janeiro, como inspetor federal de ensino. Em 1945 ingressou no antigo Partido Comunista do Brasil - PCB (que nos anos sessenta dividiu-se em Partido Comunista Brasileiro - PCB - e Partido Comunista do Brasil - PCdoB), de orientação soviética e sob o comando de Luís Carlos Prestes; nos anos seguintes, realizaria algumas viagens a países europeus com a segunda esposa, Heloísa Medeiros Ramos, retratadas no livro Viagem (1954). Ainda em 1945, publicou Infância, relato autobiográfico.
Adoeceu gravemente em 1952. No começo de 1953 foi internado, mas acabou falecendo em 20 de março de 1953, aos 60 anos, vítima de câncer do pulmão.
O estilo formal de escrita e a caracterização do eu em constante conflito (até mesmo violento) com o mundo, a opressão e a dor seriam marcas de sua literatura. Graciliano foi indicado ao premio Brasil de literatura
[editar] Obras
Caetés (1933) (ganhador do prêmio Brasil de literatura);
São Bernardo (1934);
Angústia (1936);
Vidas Secas (1938);
A Terra dos Meninos Pelados (1939);
Brandão Entre o Mar e o Amor (1942);
Histórias de Alexandre (1944);
Infância (1945);
Histórias Incompletas (1946);
Insônia (1947);
Memórias do Cárcere, póstuma (1953);
Viagem, póstuma (1954);
Linhas Tortas, póstuma (1962);
Viventes das Alagoas, póstuma (1962);
Alexandre e outros Heróis, póstuma (1962);
Cartas, póstuma (1980);
O Estribo de Prata, póstuma (1984);
Cartas à Heloísa, póstuma (1992);
Traduções
Graciliano Ramos também dominava o inglês e o francês. Realizou algumas traduções:
Memórias de um Negro de Booker T. Washington, (1940);
A Peste de Albert Camus, (1951)
Graciliano Ramos
Graciliano Ramos de Oliveira (Quebrangulo, 27 de outubro de 1892 — Rio de Janeiro, 20 de março de 1953) foi um romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista brasileiro do século XX, mais conhecido por seu livro Vidas Secas (1938)
Graciliano Ramos viveu os primeiros anos em diversas cidades do Nordeste brasileiro. Terminando o segundo grau em Maceió, seguiu para o Rio de Janeiro, onde passou um tempo trabalhando como jornalista. Voltou para o Nordeste em setembro de 1915, fixando-se junto ao pai, que era comerciante em Palmeira dos Índios, Alagoas. Neste mesmo ano casou-se com Maria Augusta de Barros, que morreu em 1920, deixando-lhe quatro filhos.
Foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios em 1927, tomando posse no ano seguinte. Ficou no cargo por dois anos, renunciando a 10 de abril de 1930. Segundo uma das auto-descrições, "(...) Quando prefeito de uma cidade do interior, soltava os presos para construírem estradas." Os relatórios da prefeitura que escreveu nesse período chamaram a atenção de Augusto Frederico Schmidt, editor carioca que o animou a publicar Caetés (1933).
Entre 1930 e 1936 viveu em Maceió, trabalhando como diretor da Imprensa Oficial, professor e diretor da Instrução Pública do estado. Em 1934 havia publicado São Bernardo, e quando se preparava para publicar o próximo livro, foi preso em decorrência do pânico insuflado por Getúlio Vargas após a Intentona Comunista de 1935. Com ajuda de amigos, entre os quais José Lins do Rego, consegue publicar Angústia (1936), considerada por muitos críticos como sua melhor obra.
Em 1938 publicou Vidas Secas. Em seguida estabeleceu-se no Rio de Janeiro, como inspetor federal de ensino. Em 1945 ingressou no antigo Partido Comunista do Brasil - PCB (que nos anos sessenta dividiu-se em Partido Comunista Brasileiro - PCB - e Partido Comunista do Brasil - PCdoB), de orientação soviética e sob o comando de Luís Carlos Prestes; nos anos seguintes, realizaria algumas viagens a países europeus com a segunda esposa, Heloísa Medeiros Ramos, retratadas no livro Viagem (1954). Ainda em 1945, publicou Infância, relato autobiográfico.
Adoeceu gravemente em 1952. No começo de 1953 foi internado, mas acabou falecendo em 20 de março de 1953, aos 60 anos, vítima de câncer do pulmão.
O estilo formal de escrita e a caracterização do eu em constante conflito (até mesmo violento) com o mundo, a opressão e a dor seriam marcas de sua literatura. Graciliano foi indicado ao premio Brasil de literatura
[editar] Obras
Caetés (1933) (ganhador do prêmio Brasil de literatura);
São Bernardo (1934);
Angústia (1936);
Vidas Secas (1938);
A Terra dos Meninos Pelados (1939);
Brandão Entre o Mar e o Amor (1942);
Histórias de Alexandre (1944);
Infância (1945);
Histórias Incompletas (1946);
Insônia (1947);
Memórias do Cárcere, póstuma (1953);
Viagem, póstuma (1954);
Linhas Tortas, póstuma (1962);
Viventes das Alagoas, póstuma (1962);
Alexandre e outros Heróis, póstuma (1962);
Cartas, póstuma (1980);
O Estribo de Prata, póstuma (1984);
Cartas à Heloísa, póstuma (1992);
Traduções
Graciliano Ramos também dominava o inglês e o francês. Realizou algumas traduções:
Memórias de um Negro de Booker T. Washington, (1940);
A Peste de Albert Camus, (1951)
terça-feira, outubro 25, 2011
preliminares
.
Maradona encontrou Amy Winehouse no aeroporto, um mês antes dela morrer.
O argentino cumprimentou a cantora, e disse:
- Amy!!! Minha heroína!!!
Ela respondeu:
- Maradona!!! Meu crack!!!
Maradona encontrou Amy Winehouse no aeroporto, um mês antes dela morrer.
O argentino cumprimentou a cantora, e disse:
- Amy!!! Minha heroína!!!
Ela respondeu:
- Maradona!!! Meu crack!!!
segunda-feira, outubro 24, 2011
escritores portugueses - MIGUEL REAL
.
Miguel Real (1953)

MIGUEL REAL, pseudónimo de Luís Martins, nasceu em Lisboa em 1953 e é sintrense por adopção. É licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses pela Universidade Aberta com uma tese sobre “Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa”, estando neste momento a preparar um doutoramento sobre a mesma temática.
Professor de Filosofia no ensino secundário e especialista em Cultura Portuguesa, possui uma vasta obra dividida entre o ensaio, a ficção e o drama (neste último género sempre em colaboração com Filomena Oliveira).
Em 2001, foi bolseiro do programa “Criar Lusofonia” do Centro Nacional de Cultura, tendo, ao abrigo dessa bolsa, percorrido o itinerário do Padre António Vieira pelo Brasil. Dessa viagem trouxe um diário, publicado em 2004, e material para um romance – “O Sal da Terra” — a publicar aquando da comemoração dos 500 anos do nascimento do jesuíta luso-brasileiro, em 2008.
Títulos
Voz da Terra (2006)O Último Guerreiro (2006)O Último Eça (2006)Agostinho da Silva e a Cultura Portuguesa (2007)O Último Minuto na Vida de S. (2007)As memórias Secretas da Rainha D. Amélia (2010)A Guerra dos Mascates (2011)
Miguel Real conquistou, até à data, os seguintes
PRÉMIOS LITERÁRIOS
Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE 1995, para Portugal — Ser e Representação
Prémio LER/Círculo de Leitores 2000 para A Visão de Túndalo por Eça de Queirós
Prémio Fernando Namora da Sociedade Estoril Sol 2005 para A Voz da Terra
A IMPRENSA SOBRE A VOZ DA TERRA
«Atrai-nos os espelhos da nossa identidade, implicando-nos numa espécie de prodigiosa bulimia do verbo, e dos conteúdos por ele servidos, que nos confirma na consciência de que os livros maiores são afinal os que reclamam de nós múltiplas experiências de leitura, realizadas em tempos diversos, constantemente inovadoras, e constantemente empolgantes.»
Mário Cláudio in Público, 7 de Janeiro de 2006.
«Romance de identidade que se opõe ao “prêt-à-porter” internacional», «As personagens têm uma identidade própria não são figuras de papelão.»
Mário Cláudio
«É um autêntico fresco de Setecentos com gente viva, comum, o romance “A Voz da Terra” de Miguel Real. E nisso reside a novidade em relação a outras obras que também se ocupam do tempo imediatamente antes e após o terramoto de 1 de Novembro de 1755 que causou particular devastação em Lisboa... Miguel Real tem o enorme mérito de nos delinear um mosaico rico de matizes... A trama cruzada de gente e acontecimentos é servida por um saboroso e queirosiano domínio da linguagem que traça autênticos frescos em que age a multidão.»
Manuela Barreto in Público, 4 de Março de 2006.
Ensaísta, romancista, dramaturgo, Miguel Real transporta sempre os seus leitores para o coração de ideias, actos, obras e dilemas que determinaram a vida dos homens e das sociedades, e que são, ao fim e ao cabo, os que moldaram de alguma forma a nossa própria sociedade, tal como a conhecemos.»
Bárbara Guimarães, in Páginas Soltas.
«Miguel Real sabe reconstituir ambientes, com o sumo mérito de nunca deixar a sua, evidente, erudição sobrepor-se a uma história que tem de ser daquele indivíduo»
Miguel Real (1953)
MIGUEL REAL, pseudónimo de Luís Martins, nasceu em Lisboa em 1953 e é sintrense por adopção. É licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses pela Universidade Aberta com uma tese sobre “Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa”, estando neste momento a preparar um doutoramento sobre a mesma temática.
Professor de Filosofia no ensino secundário e especialista em Cultura Portuguesa, possui uma vasta obra dividida entre o ensaio, a ficção e o drama (neste último género sempre em colaboração com Filomena Oliveira).
Em 2001, foi bolseiro do programa “Criar Lusofonia” do Centro Nacional de Cultura, tendo, ao abrigo dessa bolsa, percorrido o itinerário do Padre António Vieira pelo Brasil. Dessa viagem trouxe um diário, publicado em 2004, e material para um romance – “O Sal da Terra” — a publicar aquando da comemoração dos 500 anos do nascimento do jesuíta luso-brasileiro, em 2008.
Títulos
Voz da Terra (2006)O Último Guerreiro (2006)O Último Eça (2006)Agostinho da Silva e a Cultura Portuguesa (2007)O Último Minuto na Vida de S. (2007)As memórias Secretas da Rainha D. Amélia (2010)A Guerra dos Mascates (2011)
Miguel Real conquistou, até à data, os seguintes
PRÉMIOS LITERÁRIOS
Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE 1995, para Portugal — Ser e Representação
Prémio LER/Círculo de Leitores 2000 para A Visão de Túndalo por Eça de Queirós
Prémio Fernando Namora da Sociedade Estoril Sol 2005 para A Voz da Terra
A IMPRENSA SOBRE A VOZ DA TERRA
«Atrai-nos os espelhos da nossa identidade, implicando-nos numa espécie de prodigiosa bulimia do verbo, e dos conteúdos por ele servidos, que nos confirma na consciência de que os livros maiores são afinal os que reclamam de nós múltiplas experiências de leitura, realizadas em tempos diversos, constantemente inovadoras, e constantemente empolgantes.»
Mário Cláudio in Público, 7 de Janeiro de 2006.
«Romance de identidade que se opõe ao “prêt-à-porter” internacional», «As personagens têm uma identidade própria não são figuras de papelão.»
Mário Cláudio
«É um autêntico fresco de Setecentos com gente viva, comum, o romance “A Voz da Terra” de Miguel Real. E nisso reside a novidade em relação a outras obras que também se ocupam do tempo imediatamente antes e após o terramoto de 1 de Novembro de 1755 que causou particular devastação em Lisboa... Miguel Real tem o enorme mérito de nos delinear um mosaico rico de matizes... A trama cruzada de gente e acontecimentos é servida por um saboroso e queirosiano domínio da linguagem que traça autênticos frescos em que age a multidão.»
Manuela Barreto in Público, 4 de Março de 2006.
Ensaísta, romancista, dramaturgo, Miguel Real transporta sempre os seus leitores para o coração de ideias, actos, obras e dilemas que determinaram a vida dos homens e das sociedades, e que são, ao fim e ao cabo, os que moldaram de alguma forma a nossa própria sociedade, tal como a conhecemos.»
Bárbara Guimarães, in Páginas Soltas.
«Miguel Real sabe reconstituir ambientes, com o sumo mérito de nunca deixar a sua, evidente, erudição sobrepor-se a uma história que tem de ser daquele indivíduo»
domingo, outubro 23, 2011
BRASILEIRÃO -
.
O VASCO VENCEU O BAHIA E APROVEITA
O EMPATE DO CORINTHIANS COM O INTER,
PARA RETOMAR A LIDERANÇA.
Palmeiras 1x2 Figueirense
Fluminense 0x2 Atlético-MG
Avaí 3x2 Botafogo
América-MG 2x2 Grêmio
São Paulo 0x0 Coritiba
Internacional 1x1 Corinthians
Atlético-PR 1x0 Ceará
Bahia 0x2 Vasco
Flamengo 1x1 Cruzeiro
3x2 Atlético-GO
BAHIA, 0 VASCO,2
Vasco vence Bahia em Salvador e toma liderança do Corinthians

O Vasco conquistou uma importante vitória por 2 a 0 sobre o Bahia, na tarde deste domingo, em Salvador, e contou com o empate do Corinthians contra o Inter para assumir a ponta isolada do Campeonato Brasileiro, com 57 pontos, dois a mais que o Timão.
Felipe, no primeiro tempo, e Diego Souza aos 46 do segundo, fizeram o placar no estádio de Pituaçu, deixando o Bahia em situação mais desconfortável na luta para permanecer na elite do futebol brasileiro.
Na próxima rodada, Vasco e Bahia voltam a campo no domingo. O Vasco defende a liderança diante do São Paulo, em Sao Januário, enquanto o Bahia visita o Figueirense no Orlando Scarpeli, em Florianópolis
FICHA TÉCNICA
BAHIA 0 X 2 VASCO
Gols: Felipe 22'/1ºT (0-1) e Diego Souza 46'/2ºT (0-2)
BAHIA: Marcelo Lomba, Gabriel, Titi, Paulo Miranda e Dodô; Fahel, Fabinho e Hélder (Ávine 32'/2ºT); Jones (Lulinha 14'/2ºT), Reinaldo (Junior 18'/2ºT) e Souza - Técnico: Joel Santana.
VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Douglas e Felipe (Bernardo 18'/2T); Rômulo, Jumar, Eduardo Costa (Nilton 17'/2ºT) e Allan; Diego Souza, Eder Luis e Elton - Técnico: Cristovão Borges.
CLASSIFICAÇÃO
1 Vasco 57
2 Corinthians - 55
3 Botafogo 52
4 Flamengo 52
5 Fluminense 50
6 São Paulo 49
7 Internacional 48
8 Figueirense 47
9 Grêmio 43
10 Santos 42
11 Coritiba 42
12 Atlético-GO - 42
13 Palmeiras 41
14 Bahia 36
15 Cruzeiro 34
16 Atlético-MG 33
17 Ceará - 32
18 Atlético-PR 31
19 Avaí 29
20 América-MG 25
O VASCO VENCEU O BAHIA E APROVEITA
O EMPATE DO CORINTHIANS COM O INTER,
PARA RETOMAR A LIDERANÇA.
Palmeiras 1x2 Figueirense
Fluminense 0x2 Atlético-MG
Avaí 3x2 Botafogo
América-MG 2x2 Grêmio
São Paulo 0x0 Coritiba
Internacional 1x1 Corinthians
Atlético-PR 1x0 Ceará
Bahia 0x2 Vasco
Flamengo 1x1 Cruzeiro
3x2 Atlético-GO
BAHIA, 0 VASCO,2
Vasco vence Bahia em Salvador e toma liderança do Corinthians
O Vasco conquistou uma importante vitória por 2 a 0 sobre o Bahia, na tarde deste domingo, em Salvador, e contou com o empate do Corinthians contra o Inter para assumir a ponta isolada do Campeonato Brasileiro, com 57 pontos, dois a mais que o Timão.
Felipe, no primeiro tempo, e Diego Souza aos 46 do segundo, fizeram o placar no estádio de Pituaçu, deixando o Bahia em situação mais desconfortável na luta para permanecer na elite do futebol brasileiro.
Na próxima rodada, Vasco e Bahia voltam a campo no domingo. O Vasco defende a liderança diante do São Paulo, em Sao Januário, enquanto o Bahia visita o Figueirense no Orlando Scarpeli, em Florianópolis
FICHA TÉCNICA
BAHIA 0 X 2 VASCO
Gols: Felipe 22'/1ºT (0-1) e Diego Souza 46'/2ºT (0-2)
BAHIA: Marcelo Lomba, Gabriel, Titi, Paulo Miranda e Dodô; Fahel, Fabinho e Hélder (Ávine 32'/2ºT); Jones (Lulinha 14'/2ºT), Reinaldo (Junior 18'/2ºT) e Souza - Técnico: Joel Santana.
VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Douglas e Felipe (Bernardo 18'/2T); Rômulo, Jumar, Eduardo Costa (Nilton 17'/2ºT) e Allan; Diego Souza, Eder Luis e Elton - Técnico: Cristovão Borges.
CLASSIFICAÇÃO
1 Vasco 57
2 Corinthians - 55
3 Botafogo 52
4 Flamengo 52
5 Fluminense 50
6 São Paulo 49
7 Internacional 48
8 Figueirense 47
9 Grêmio 43
10 Santos 42
11 Coritiba 42
12 Atlético-GO - 42
13 Palmeiras 41
14 Bahia 36
15 Cruzeiro 34
16 Atlético-MG 33
17 Ceará - 32
18 Atlético-PR 31
19 Avaí 29
20 América-MG 25
preliminares
.
Um padre está a conduzir em direcção à sua paróquia, quando vê na estrada uma freira conhecida sua.
Ele pára e diz:
_ Irmã, suba que eu levo-a até ao convento.
A freira sobe, acomoda-se no banco do passageiro, cruza as pernas e o hábito abre-se, deixando à mostra um par coxas escultural.
O padre quase não se contém, mas continua a conduzir.
Numa troca de mudanças, no entanto, ele acaba por pôr a mão sobre a perna da freira, que lhe diz:
_ Padre, lembre-se do salmo 129.
O padre pede desculpas e continua a guiar. E aquela pernoca ali, ao lado, a deixá-lo louco.
Mais adiante, noutra troca de mudanças, ele coloca a mão novamente sobre a perna da freira, que repete:
_ Padre, lembre-se do salmo 129.
O padre desculpa-se, dizendo:
_ Perdoe-me, irmã, mas sabe que a carne é fraca.
Chegando ao convento, a freira desce.
O padre chega a seguir à sua igreja e corre para a Bíblia para ir ler o salmo 129.
E depara com o que está escrito:
“CONTINUA À PROCURA, QUE LOGO ACIMA ENCONTRARÁS A GLÓRIA”.
MORAL DA HISTÓRIA:
Ou você sabe tudo da sua profissão, ou vai perder as melhores oportunidades.
Um padre está a conduzir em direcção à sua paróquia, quando vê na estrada uma freira conhecida sua.
Ele pára e diz:
_ Irmã, suba que eu levo-a até ao convento.
A freira sobe, acomoda-se no banco do passageiro, cruza as pernas e o hábito abre-se, deixando à mostra um par coxas escultural.
O padre quase não se contém, mas continua a conduzir.
Numa troca de mudanças, no entanto, ele acaba por pôr a mão sobre a perna da freira, que lhe diz:
_ Padre, lembre-se do salmo 129.
O padre pede desculpas e continua a guiar. E aquela pernoca ali, ao lado, a deixá-lo louco.
Mais adiante, noutra troca de mudanças, ele coloca a mão novamente sobre a perna da freira, que repete:
_ Padre, lembre-se do salmo 129.
O padre desculpa-se, dizendo:
_ Perdoe-me, irmã, mas sabe que a carne é fraca.
Chegando ao convento, a freira desce.
O padre chega a seguir à sua igreja e corre para a Bíblia para ir ler o salmo 129.
E depara com o que está escrito:
“CONTINUA À PROCURA, QUE LOGO ACIMA ENCONTRARÁS A GLÓRIA”.
MORAL DA HISTÓRIA:
Ou você sabe tudo da sua profissão, ou vai perder as melhores oportunidades.
sábado, outubro 22, 2011
LIGA PORTUGUESA - 8..RODADA
.
O BENFICA VENCEU O BEIRA MAR
EM AVEIRO POR 1-0, O PORTO
GOLEOU O NACIONAL E O
SPORTING ARRASOU 6-1 O GIL
VICENTE

Sp. Braga 3-0 Feirense
F.C. Porto 5-0 Nacional
Marítimo 1-0 V. Setúbal
Rio Ave 2-0 U. Leiria
Beira Mar 0-1 Benfica
Olhanense 1-0 V. Guimarães
P. Ferreira 2-0 Académica
Sporting 6-1 Gil Vicente


sporting,6 gil vicente,1
Sporting goleia (6-1) Gil Vicente e segura terceiro lugar
O Sporting recebeu e venceu o Gil Vicente por 6-1 e mantém-se na perseguição aos líderes FC Porto e Benfica. Carriço abriu o marcador, Van Wolfswinkel marcou de penalty, Diego Capel e Bojinov bisaram. Roberto marcou para os gilistas.
classificação
1º F.C. Porto 20
2º Benfica 20
3º Sporting 17
4º Sp. Braga 17
5º Marítimo 17
6º Académica 12
7º Olhanense 12
8º V. Setúbal 10
9º Gil Vicente 9
10º Feirense 7
11º Beira Mar 7
12º Nacional 7
13º P. Ferreira 7
14º U. Leiria 6
15º Rio Ave 5
16º V. Guimarães 4
O BENFICA VENCEU O BEIRA MAR
EM AVEIRO POR 1-0, O PORTO
GOLEOU O NACIONAL E O
SPORTING ARRASOU 6-1 O GIL
VICENTE
Sp. Braga 3-0 Feirense
F.C. Porto 5-0 Nacional
Marítimo 1-0 V. Setúbal
Rio Ave 2-0 U. Leiria
Beira Mar 0-1 Benfica
Olhanense 1-0 V. Guimarães
P. Ferreira 2-0 Académica
Sporting 6-1 Gil Vicente
sporting,6 gil vicente,1
Sporting goleia (6-1) Gil Vicente e segura terceiro lugar
O Sporting recebeu e venceu o Gil Vicente por 6-1 e mantém-se na perseguição aos líderes FC Porto e Benfica. Carriço abriu o marcador, Van Wolfswinkel marcou de penalty, Diego Capel e Bojinov bisaram. Roberto marcou para os gilistas.
classificação
1º F.C. Porto 20
2º Benfica 20
3º Sporting 17
4º Sp. Braga 17
5º Marítimo 17
6º Académica 12
7º Olhanense 12
8º V. Setúbal 10
9º Gil Vicente 9
10º Feirense 7
11º Beira Mar 7
12º Nacional 7
13º P. Ferreira 7
14º U. Leiria 6
15º Rio Ave 5
16º V. Guimarães 4
sexta-feira, outubro 21, 2011
quinta-feira, outubro 20, 2011
seguindo SPORTING e BRAGA na LIGA EUROPA
.
o SPORTING AO VENCER O SEU
JOGO COM O VASLUI DA ROMÉNIA
APUROU-SE JÁ PARA A FASE ELI-
MINATÓRIA (16 AVOS DE FINAL)
O BRAGA COMPLICOU AO EMPATAR
COM O FRAQUINHO MARIBOR DA
ESLOVÉNIA FICA EM 3º.LUGAR ....

o SPORTING AO VENCER O SEU
JOGO COM O VASLUI DA ROMÉNIA
APUROU-SE JÁ PARA A FASE ELI-
MINATÓRIA (16 AVOS DE FINAL)
O BRAGA COMPLICOU AO EMPATAR
COM O FRAQUINHO MARIBOR DA
ESLOVÉNIA FICA EM 3º.LUGAR ....
quarta-feira, outubro 19, 2011
O PORTO NA CHAMPIONS
.
O F.C.PORTO CEDEU UM EMPATE
NO ESTÁDIO DO DRAGÃO, QUE
COMPLICA BASTANTE A SUA
QUALIFICAÇÃO

o F.C.DO PORTO, CEDEU UM ESTRANHO EMPATE,e revela fragilidades improváveis face à sua potencialidade.

O F.C. Porto não passou na prova dos nove. A equação que estava a ser desenhada no pós-descalabro de S. Petersburgo exigia prova categórica na rainha das competições.
As vitórias sobre Académica e Pêro Pinheiro foram um sinal de melhoria a pedir confirmação. Não surgiu, num jogo em que o futebol portista esteve estranhamente nervoso e não chegou para bater o Apoel Nicósia (1-1).
Como ataca o Porto? Simples e ineficaz
Dois descuidos deram dois golos e abriram um jogo no qual se previa uma superioridade portista. O primeiro, mais grave, foi de Chiotis, guarda-redes do Apoel, com uma abordagem amadora ao livre de Hulk. Marcador aberto, poderia respirar fundo o F.C. Porto. Por pouco tempo. Se marcou aos 13, sofreu aos 18, em nova falha de concentração, agora de Fernando que deu a Aílton todo o tempo e espaço para fazer brilhar o seu talento. Jogo empatado. Baralha e volta a dar.
Vítor Pereira tinha apostado no onze previsível, fazendo regressar Guarín e Kléber. Pela frente estava um Apoel organizado, com um bom avançado, quatro jogadores de médio plano em Portugal e mais alguns desconhecidos.
Sempre Hulk: leia os destaques
Uma equipa certinha que não devia ser obstáculo a este F.C. Porto, mas vai fazendo pela vida na Champions.
Aliás, depois do empate a melhor ocasião do segundo tempo até foi dos cipriotas, num cabeceamento de Oliveira a rasar o poste.
O Apoel acaba por ser a antítese dos seus barulhentos adeptos: futebol com pezinhos de lã, passando entre as gotas de chuva sem fazer estrondo. Quando se dava por eles, estavam a tentar incomodar Helton que, ainda assim, não fez uma única defesa na primeira parte.
Dois tiros de Hulk e um susto no final
O nervosismo portista passou muito pela fraca capacidade de criar jogo ofensivo, pese a esmagadora posse de bola. Guarín, displicente e muito recuado, foi mais problema que solução. Moutinho está longe daquilo que é capaz e James passou por uma noite menos feliz. Sobrava Hulk. Que é «Incrível», mas nem sempre chega.
Pertenceram, porém, ao brasileiro as principais investidas portistas no segundo tempo. Jogadas típicas, com movimento da direita para o centro e disparo. Falhou a pontaria. Um deles até não foi por muito, mas valeu o mesmo. Obviamente, é pouco.
Quando as melhores ocasiões do F.C. Porto frente a uma equipa como o Apoel Nicósia surgem de dois remates de longe que nem acertaram na baliza, percebe-se o deserto de ideias.
Vítor Pereira poderá, também, ter pensado que a solução chegaria mais tarde ou mais cedo. Só mexeu na equipa a meia hora do fim, talvez com a memória no jogo com o Shakhtar, quando o banco não foi preciso para desbloquear igual resultado.
Desta vez foi tarde e Varela, Belluschi e, depois, Defour não fizeram subir a equipa conforme se pedia. O golo ficaria a centímetros. Aqueles que faltaram a Kléber para empurrar o centro venenoso de Varela, nos descontos.
O F.C. Porto não abdicou do estilo até ao final, mas não encontrou o abre-latas. O Apoel não se desmoronou. Jogou com o relógio, assustou de bola parada e somou mais um pontinho. Tão inesperado como aquele que foi ganho em Donetsk.
E só não foram três porque Helton salvou a equipa em cima do apito final. Quando termina a primeira volta, os cipriotas lideram surpreendentemente.
Para os portistas, complicam-se as contas. Quatro pontos em três jogos não é horrível, mas dá que pensar, até porque só resta um jogo em casa. O F.C. Porto vai ter de vencer em Nicósia. E mostrar muito mais futebol.
O F.C.PORTO CEDEU UM EMPATE
NO ESTÁDIO DO DRAGÃO, QUE
COMPLICA BASTANTE A SUA
QUALIFICAÇÃO
o F.C.DO PORTO, CEDEU UM ESTRANHO EMPATE,e revela fragilidades improváveis face à sua potencialidade.
O F.C. Porto não passou na prova dos nove. A equação que estava a ser desenhada no pós-descalabro de S. Petersburgo exigia prova categórica na rainha das competições.
As vitórias sobre Académica e Pêro Pinheiro foram um sinal de melhoria a pedir confirmação. Não surgiu, num jogo em que o futebol portista esteve estranhamente nervoso e não chegou para bater o Apoel Nicósia (1-1).
Como ataca o Porto? Simples e ineficaz
Dois descuidos deram dois golos e abriram um jogo no qual se previa uma superioridade portista. O primeiro, mais grave, foi de Chiotis, guarda-redes do Apoel, com uma abordagem amadora ao livre de Hulk. Marcador aberto, poderia respirar fundo o F.C. Porto. Por pouco tempo. Se marcou aos 13, sofreu aos 18, em nova falha de concentração, agora de Fernando que deu a Aílton todo o tempo e espaço para fazer brilhar o seu talento. Jogo empatado. Baralha e volta a dar.
Vítor Pereira tinha apostado no onze previsível, fazendo regressar Guarín e Kléber. Pela frente estava um Apoel organizado, com um bom avançado, quatro jogadores de médio plano em Portugal e mais alguns desconhecidos.
Sempre Hulk: leia os destaques
Uma equipa certinha que não devia ser obstáculo a este F.C. Porto, mas vai fazendo pela vida na Champions.
Aliás, depois do empate a melhor ocasião do segundo tempo até foi dos cipriotas, num cabeceamento de Oliveira a rasar o poste.
O Apoel acaba por ser a antítese dos seus barulhentos adeptos: futebol com pezinhos de lã, passando entre as gotas de chuva sem fazer estrondo. Quando se dava por eles, estavam a tentar incomodar Helton que, ainda assim, não fez uma única defesa na primeira parte.
Dois tiros de Hulk e um susto no final
O nervosismo portista passou muito pela fraca capacidade de criar jogo ofensivo, pese a esmagadora posse de bola. Guarín, displicente e muito recuado, foi mais problema que solução. Moutinho está longe daquilo que é capaz e James passou por uma noite menos feliz. Sobrava Hulk. Que é «Incrível», mas nem sempre chega.
Pertenceram, porém, ao brasileiro as principais investidas portistas no segundo tempo. Jogadas típicas, com movimento da direita para o centro e disparo. Falhou a pontaria. Um deles até não foi por muito, mas valeu o mesmo. Obviamente, é pouco.
Quando as melhores ocasiões do F.C. Porto frente a uma equipa como o Apoel Nicósia surgem de dois remates de longe que nem acertaram na baliza, percebe-se o deserto de ideias.
Vítor Pereira poderá, também, ter pensado que a solução chegaria mais tarde ou mais cedo. Só mexeu na equipa a meia hora do fim, talvez com a memória no jogo com o Shakhtar, quando o banco não foi preciso para desbloquear igual resultado.
Desta vez foi tarde e Varela, Belluschi e, depois, Defour não fizeram subir a equipa conforme se pedia. O golo ficaria a centímetros. Aqueles que faltaram a Kléber para empurrar o centro venenoso de Varela, nos descontos.
O F.C. Porto não abdicou do estilo até ao final, mas não encontrou o abre-latas. O Apoel não se desmoronou. Jogou com o relógio, assustou de bola parada e somou mais um pontinho. Tão inesperado como aquele que foi ganho em Donetsk.
E só não foram três porque Helton salvou a equipa em cima do apito final. Quando termina a primeira volta, os cipriotas lideram surpreendentemente.
Para os portistas, complicam-se as contas. Quatro pontos em três jogos não é horrível, mas dá que pensar, até porque só resta um jogo em casa. O F.C. Porto vai ter de vencer em Nicósia. E mostrar muito mais futebol.
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