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domingo, dezembro 18, 2011

HISTÓRIA DE PORTUGAL - "-O MAPA CÔR DE ROSA"

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O EPISÓDIO DO MAPA CÔR DE ROSA


Mapa cor-de-rosa foi o nome dado ao mapa representativo da pretensão de Portugal a exercer soberania sobre os territórios entre Angola e Moçambique, nos quais hoje se situam a Zâmbia, o Zimbábue e o Malawi, numa vasta faixa de território que ligava o Oceano Atlântico ao Índico. Terá sido desenhado em 1886, e tornado público um ano depois. Embora a sua génese tenha sido atribuida ao então Ministro dos Negócios Estrangeiros Henrique de Barros Gomes, que se empenhou na promoção de expedições que pudessem comprovar a efectiva ocupação dos territórios pretendidos por Portugal em África, este sempre negou a paternidade do mapa. Em colisão com o objectivo britânico de criar uma faixa de território que ligasse o Cairo à Cidade do Cabo, desencadeou a disputa com a Grã-Bretanha que culminou no ultimato britânico de 1890, a que Portugal cedeu, causando sérios danos à imagem do governo monárquico português.

Enquadramento histórico


Face ao crescente interesse das potências europeias pela África, ao final do século XIX, tornou-se claro que Portugal deveria também definir uma nova política africana já que a crescente presença inglesa, francesa e alemã naquele continente ameaçava a tradicional hegemonia portuguesa nas zonas costeiras de Angola e Moçambique.

Com base no chamado direito histórico, alicerçado na primazia da ocupação europeia, Portugal reclamava vastas áreas do continente africano, embora, de facto, apenas dominasse feitorias costeiras e pequeníssimos territórios ao redor dessas. Contudo, a partir da década de 1870 ficou claro que apenas o direito histórico não seria suficiente e que a presença portuguesa dependia do alargamento para o interior das possessões reclamadas. Para tal começaram a ser organizados planos destinados a promover a exploração do interior da África. Em 1877 foi lançado, por João de Andrade Corvo, um conjunto de iniciativas de exploração destinadas a conhecer a zona que separava as colónias de Angola e Moçambique, que levaram às famosas expedições de Hermenegildo Capelo, Roberto Ivens e Serpa Pinto, integradas numa nova, e então pouco aceite, estratégia portuguesa para o continente africano que privilegiava a ocupação efectiva através da exploração e colonização em detrimento dos simples direitos históricos.


A génese do mapa cor-de-rosa

Predominando em Portugal a visão colonial que assentava ainda nos direitos históricos, o governo português começou por reclamar áreas cada vez maiores do continente africano, entrando em colisão com as restantes potências europeias, o que levou a um agudizar de tensões, enquanto eram desenvolvidos esforços para uma ocupação efectiva do território.

Nesse contexto, a Sociedade de Geografia de Lisboa, defendendo a necessidade de formar uma barreira às intenções expansionistas britânicas que pretendiam a soberania sobre um território que, do Sudão, se prolongasse até ao Cabo pelo interior da África, organizou uma subscrição permanente para manter estações civilizadoras na zona de influência portuguesa do interior do continente, definida num mapa como uma ampla faixa da costa à contra-costa, ligando Angola a Moçambique. Nascia assim, ainda sem sanção oficial, o chamado "Mapa Cor-de-Rosa".

Em 1884 a aceitação unilateral pela Grã-Bretanha das reivindicações portuguesas ao controlo da foz do rio Congo levou ao acirramento dos conflitos com as potências europeias rivais. Convocada uma conferência internacional, a Conferência de Berlim (1884–1885), para dirimir os múltiplos conflitos existentes e fixar as zonas de influência de cada potência em África, assistiu-se a um entendimento entre a França e Alemanha, face a uma atitude conciliatória da Grã-Bretanha, que abandonou totalmente o seu anterior entendimento com Portugal. O resultado foi a partilha do continente entre as potências europeias e o estabelecimento de novas regras para a corrida à África.

Portugal foi o grande derrotado da Conferência de Berlim pois, para além de assistir à recusa do direito histórico como critério de ocupação de território, foi ainda obrigado a aceitar o princípio da livre navegação dos rios internacionais (aplicando-se ao Congo, ao Zambeze e ao Rovuma em território tradicionalmente português), e perdeu o controlo da foz do Congo, ficando só com o pequeno enclave de Cabinda.

Após o choque da Conferência de Berlim, em Portugal percebeu-se a urgência de delimitar as possessões em África. Logo em 1885, começaram negociações com a França e a Alemanha para delimitar as fronteiras dos territórios portugueses.

O tratado com a França foi assinado em 1886. Nele foi incluído, como anexo, a primeira versão oficial do "mapa cor-de-rosa", apesar de a França não ter interesses naquele território. No tratado com a Alemanha, concluído em 1887, o mapa "mapa cor-de-rosa" foi novamente apenso, sendo apresentado às Cortes como a versão oficial das pretensões territoriais portuguesas. Contudo, no tratado assinado, a Alemanha apenas garantiu que não tinha pretensões directas na zona.

Informada desta pretensão portuguesa, a Grã-Bretanha reagiu de imediato informando a Portugal ser nulo o pretenso reconhecimento francês e alemão do "mapa cor-de-rosa", pois aquelas potências nunca tiveram interesses na zona.

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As pretensões portuguesas entravam em conflito com o mega projecto inglês de criar uma ferrovia que atravessaria o todo o continente africano de norte a sul, ligando o Cairo à Cidade do Cabo (Este acabaria por nunca se realizar, pois além das enormes dificuldades de um projecto desta dimensão, dos obstáculos postos pelo clima e geografia, à oposição portuguesa com o mapa cor-de-rosa seguiu-se o Incidente de Fachoda entre 1898 e 1899, que colocou a França e Inglaterra à beira de uma guerra).

O governo português, que necessitava do acordo britânico (a Grã-Bretanha era a super-potência do tempo) para a delimitação de fronteiras, resolveu atrasar a negociação, fazendo saber que as suas pretensões eram efectivamente as do "mapa cor-de-rosa", que entretanto se tinha transformado num documento com ampla divulgação pública e objecto de arraigadas paixões patrióticas (a designação de "mapa cor-de-rosa" nasceu nesta altura dado o mapa enviado ao parlamento apresentar os territórios em disputa aguados com esta cor).

Barros Gomes, o responsável pela política colonial da época, aparentemente apostou no atraso inglês no controlo efectivo das áreas disputadas e organizou expedições portuguesas que percorreram as zonas em disputa e assinaram dezenas de tratados de vassalagem com os povos autóctones. O plano era secreto mas a espionagem britânica estava a par dele desde o primeiro momento, graças a um informador que tinha no próprio gabinete de Barros Gomes.

Após o desfecho do ultimato britânico de 1890 foi afirmado que o governo português em 1888 não assumia por completo as pretensões do "mapa cor-de-rosa", tendo-o utilizado apenas como base para negociações com Londres. Estaria então disposto a ceder à Grã-Bretanha o norte do Transvaal (o país dos Matabeles), retendo apenas o sul do lago Niassa e o planalto de Manica, por temer que a cedência daqueles territórios, para além de impedir a ligação costa a costa, conduzisse à livre navegação no rio Zambeze, podendo retalhar Moçambique.

Procurando o apoio do Transvaal e da Alemanha, o governo português procurou convencer o chanceler Bismarck que era do interesse bóer e alemão entregar a zona central de África a um terceiro poder de modo criar uma comunidade de interesses que obrigasse a Inglaterra a cedências.

Prosseguindo uma política de aproximação aos interesses bóer, o governo português retirou à Inglaterra o controlo do caminho-de-ferro de Lourenço Marques expropriando em meados de 1889 a companhia inglesa que o controlava. O Transvaal, em contrapartida, assinou pouco depois um acordo de tarifas aduaneiras e acedeu na fixação do traçado definitivo da fronteira com Moçambique.

Considerando injusta e injustificável a expropriação do caminho-de-ferro, a Grã-Bretanha reclamou de imediato, com o apoio dos Estados Unidos da América, pedindo uma arbitragem internacional, que Portugal recusou. Iniciou-se uma grande campanha de imprensa contra Portugal, que criou as condições políticas para a ruptura.

O resultado foi o ultimato britânico de 11 de Janeiro de 1890 sendo exigido a Portugal a retirada de toda a zona disputada sob pena de serem cortadas as relações diplomáticas. Isolado, Portugal protestou mas seguiu-se a inevitável cedência e recuo. E assim acabou o "mapa cor-de-rosa", mas não sem que antes tivesse deixado um legado de humilhação nacional e frustração (bem patente no Finis Patriae de Guerra Junqueiro) que haveria de marcar Portugal durante muitas décadas. Na sequência deste episódio, Alfredo Keil compôs a portuguesa.

sábado, dezembro 17, 2011

LIGA PORTUGUESA -

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VITÓRIA DE GOLEADA 5-Q DO
BENFICA FRENTE AO MARITIMO
ASSEGURA O NATAL NA LIDE-
RANÇA.PORTO TAM´BÉM VENCEU
O MARITIMO E SPORTING EM-
PATA E PERDE MAIS 2 PONTOS.




BENFICA, 5 RIO AVE,1
GUIMARÃES, 1 GIL VICENTE,1
PORTO, 2 MARITIMO.0
ACADEMICA, 1 SPORTING,1


BENFICA,5 RIO AVE,1

Benfica atropela Rio Ave (5-1)

Até ao 1º.golo do Benfica, e quando o Rio Ave ganhava 1-0, o Benfica não estava a acertar.

Depois, o Benfica atropelou (5-1) o Rio Ave, em casa, num jogo em que Nolito bisou e Aimar brilhou com um passe de calcanhar. Com este triunfo, os encarnados esperam o jogo do Porto e asseguram passar o Natal no 1º.lugar ,com o Porto ou isolado

O arranque autoritário dos encarnados e a superior posse de bola deixaram Saviola e Cardozo muito perto do golo, por isso ninguém esperava que os vilacondenses se colocassem em vantagem, na primeira aproximação à baliza de Artur Moraes.

O ganês Christian Atsu, emprestado ao Rio Ave pelo FC Porto, abriu o marcador de trivela (24'), em resposta a uma passe de Tarantini.

O Benfica reagiu bem, atacou em velocidade e acabou por beneficiar de uma grande penalidade, por falta de Éder sobre Óscar Cardozo. O paraguaio não perdoou, disparando para o fundo da baliza.

Nolito marcou em esforço na fase de maior fulgor das ‘águias’, auxiliado pelo médio Witsel, e Saviola justificou a titularidade com o terceiro golo do Benfica, após uma assistência de calcanhar de Aimar, o jogador que mais se destacou na primeira parte.

Os encarnados não precisaram de forçar muito para ampliar a vantagem no marcador e vulgarizar um Rio Ave com muitas fragilidades no meio-campo e no sector recuado. Foi o resultado mais dilatado da temporada para o Benfica. Mérito do central Garay, que se antecipou a um defesa vilacondense e enganou de cabeça o guarda-redes Huanderson (47’), e do espanhol Nolito, que voltou a facturar (71’), desta feita após um canto.

PORTO, 2 MARITIMO,0



O FC Porto derrotou hoje em casa o Marítimo, por 2-0, em jogo da 13.ª jornada da Liga portuguesa de futebol, e conservou a liderança do campeonato, em igualdade com o Benfica, ambos com 33 pontos.

No estádio do Dragão, o FC Porto ficou em superioridade numérica após a expulsão de Roberge, aos 40 minutos, mas esperou outro tanto para chegar ao primeiro golo, marcado pelo uruguaio Cristian Rodriguez (80), pouco antes de Briguel fazer um autogolo que deu o 2-0 ao campeão nacional (83).

Invicto há 52 jogos no campeonato, o FC Porto não deixou fugir o Benfica, que na véspera goleou o Rio Ave, por 5-1, e ambos levam sete pontos e avanço sobre o Sporting, que visita a Académica no domingo. O Marítimo mantém o quinto posto, com 22 pontos.

ACADEMICA,1 SPORTING,1

Sporting chumba teste de Coimbra



O Sporting empatou em Coimbra com a Académica (1-1) e viu cavado o fosso para os líderes FC Porto e Benfica. Os leões estão agora a 6 pontos da frente do campeonato.

Festival de golos falhados dos leões, faltou sorte e eficácia ao Sporting que teve oportunidades, mas as não conseguiu concretizar.

HISTÓRIA DO BRASIL - A REPUBLICA VELHA

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A REPUBLICA VELHA

O período que vai de 1889 a 1930 é conhecido como a República Velha. Este período da História do Brasil é marcado pelo domínio político das elites agrárias mineiras, paulistas e cariocas. O Brasil firmou-se como um país exportador de café, e a indústria deu um significativo salto. Na área social, várias revoltas e problemas sociais aconteceram nos quatro cantos do território brasileiro.



A República da Espada (1889 a 1894)

Proclamação da República (Praça da Aclimação, atual Praça da República, Rio de Janeiro, 15/11/1889)

Em 15 de novembro de 1889, aconteceu a Proclamação da República, liderada pelo Marechal Deodoro da Fonseca. Nos cinco anos iniciais, o Brasil foi governado por militares. Deodoro da Fonseca, tornou-se Chefe do Governo Provisório. Em 1891, renunciou e quem assumiu foi o vice-presidente Floriano Peixoto.

O militar Floriano, em seu governo, intensificou a repressão aos que ainda davam apoio à monarquia.

A Constituição de 1891 ( Primeira Constituição Republicana)
Após o início da República havia a necessidade da elaboração de uma nova Constituição, pois a antiga ainda seguia os ideais da monarquia. A constituição de 1891, garantiu alguns avanços políticos, embora apresentasse algumas limitações, pois representava os interesses das elites agrárias do pais. A nova constituição implantou o voto universal para os cidadãos ( mulheres, analfabetos, militares de baixa patente ficavam de fora ). A constituição instituiu o presidencialismo e o voto aberto.

República das Oligarquias
O período que vai de 1894 a 1930 foi marcado pelo governo de presidentes civis, ligados ao setor agrário. Estes políticos saiam dos seguintes partidos: Partido Republicano Paulista (PRP) e Partido Republicano Mineiro (PRM). Estes dois partidos controlavam as eleições, mantendo-se no poder de maneira alternada. Contavam com o apoio da elite agrária do país.
Dominando o poder, estes presidentes implementaram políticas que beneficiaram o setor agrário do país, principalmente, os fazendeiros de café do oeste paulista.
Surgiu neste período o tenentismo, que foi um movimento de caráter político-militar, liderado por tenentes, que faziam oposição ao governo oligárquico. Defendiam a moralidade política e mudanças no sistema eleitoral (implantação do voto secreto) e transformações no ensino público do país. A Coluna Prestes e a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana foram dois exemplos do movimento tenentista.

Política do Café-com-Leite
A maioria dos presidentes desta época eram políticos de Minas Gerais e São Paulo. Estes dois estados eram os mais ricos da nação e, por isso, dominavam o cenário político da república. Saídos das elites mineiras e paulistas, os presidentes acabavam favorecendo sempre o setor agrícola, principalmente do café (paulista) e do leite (mineiro). A política do café-com-leite sofreu duras críticas de empresários ligados à indústria, que estava em expansão neste período.

Se por um lado a política do café-com-leite privilegiou e favoreceu o crescimento da agricultura e da pecuária na região Sudeste, por outro, acabou provocando um abandono das outras regiões do país. As regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste ganharam pouca atenção destes políticos e tiveram seus problemas sociais agravados.

Política dos Governadores
Montada no governo do presidente paulista Campos Salles, esta política visava manter no poder as oligarquias. Em suma, era uma troca de favores políticos entre governadores e presidente. O presidente apoiava os candidatos dos partidos governistas nos estados, enquanto estes políticos davam suporte a candidatura presidencial e também durante a época do governo.

O coronelismo
A figura do "coronel" era muito comum durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões do interior do Brasil. O coronel era um grande fazendeiro que utilizava seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apoiava. Era usado o voto de cabresto, em que o coronel (fazendeiro) obrigava e usava até mesmo a violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados por ele. Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que votasse nos candidatos indicados. O coronel também utilizava outros "recursos" para conseguir seus objetivos políticos, tais como: compra de votos, votos fantasmas, troca de favores, fraudes eleitorais e violência.

O Convênio de Taubaté
Essa foi uma fórmula encontrada pelo governo republicano para beneficiar os cafeicultores em momentos de crise. Quando o preço do café abaixava muito, o governo federal comprava o excedente de café e estocava. Esperava-se a alta do preço do café e então os estoques eram liberados. Esta política mantinha o preço do café, principal produto de exportação, sempre em alta e garantia os lucros dos fazendeiros de café.

A crise da República Velha e o Golpe de 1930
Em 1930 ocorreriam eleições para presidência e, de acordo com a política do café-com-leite, era a vez de assumir um político mineiro do PRM. Porém, o Partido Republicano Paulista do presidente Washington Luís indicou um político paulista, Julio Prestes, a sucessão, rompendo com o café-com-leite. Descontente, o PRM junta-se com políticos da Paraíba e do Rio Grande do Sul (forma-se a Aliança Liberal ) para lançar a presidência o gaúcho Getúlio Vargas.
Júlio Prestes sai vencedor nas eleições de abril de 1930, deixando descontes os políticos da Aliança Liberal, que alegam fraudes eleitorais. Liderados por Getúlio Vargas, políticos da Aliança Liberal e militares descontentes, provocam a Revolução de 1930. É o fim da República Velha e início da Era Vargas.

Galeria dos Presidentes da República Velha: Marechal Deodoro da Fonseca (15/11/1889 a 23/11/1891), Marechal Floriano Peixoto (23/11/1891 a 15/11/1894), Prudente Moraes (15/11/1894 a 15/11/1898), Campos Salles (15/11/1898 a 15/11/1902) , Rodrigues Alves (15/11/1902 a 15/11/1906), Affonso Penna (15/11/1906 a 14/06/1909), Nilo Peçanha (14/06/1909 a 15/11/1910), Marechal Hermes da Fonseca (15/11/1910 a 15/11/1914), Wenceslau Bráz (15/11/1914 a 15/11/1918), Delfim Moreira da Costa Ribeiro (15/11/1918 a 27/07/1919), Epitácio Pessoa (28/07/1919 a 15/11/1922),
Artur Bernardes (15/11/1922 a 15/11/1926), Washington Luiz (15/11/1926 a 24/10/1930).

CESÁRIA ÉVORA deixou-nos

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"SODADE" É O SENTIMENTO DE TODA
A NAÇÃO CABOVERDEANA, MAS TAM-
BÉM DA COMUMIDADE DE LÍNGUA
PORTUGUESA AMANTE DE MUSICA.



Cesária Évora deixou-nos mas a sua voz ,o seu espirito esses, permanecerão para sempre .

Cesária Évora (Mindelo, 27 de agosto de 1941 — Mindelo, 17 de Dezembro de 2011), também conhecida como «a diva dos pés descalços», foi a cantora de maior reconhecimento internacional de toda história da música popular cabo-verdiana. Apesar de ser sucedida em diversos outros géneros musicais, Cesária Évora foi maioritariamente relacionada com a morna, por isso também foi por vezes apelido "rainha da morna"[1].

História


Cesária Évora (1941 - 2011) na cidade de Mindelo, em Cabo Verde. Tinha mais quatro irmãos. O seu pai Justino da Cruz tocava cavaquinho, violão e violino. Quando jovem foi viver com sua avó, que havia sido educada por freiras, e assim acabou passando por uma experiência que a ensinou a desprezar a moralidade excessivamente severa.

Entre os seus amigos estava B. Leza, o compositor favorito dos cabo-verdianos, que faleceu quando ela tinha apenas sete anos de idade. Desde cedo, Cise, como era conhecida pelos amigos, começou a cantar e a fazer actuações aos domingos na praça principal da sua cidade, acompanhada pelo seu irmão Lela, no saxofone. Mas a sua vida está intrinsecamente ligada ao bairro do Lombo, nas imediações do quartel do exército português, onde cantou com compositores como Gregório Gonçalves. Aos 16 anos, Cesária começou a cantar em bares e hotéis e, com a ajuda de alguns músicos locais, ganhou maior notoriedade em Cabo Verde, sendo proclamada a "Rainha da Morna" pelos seus fãs.

Aos vinte anos foi convidada a trabalhar como cantora para o Congelo - companhia de pesca criada por capital local e português -, recebendo conforme as actuações que fazia. Em 1975, ano em que Cabo Verde adquiriu a independência, Cesária, frustrada por questões pessoais e financeiras, aliados à dificuldade económica e política do jovem país, deixou de cantar para sustentar sua família. Durante este período, que se prolongou por dez anos, Cesária teve de lutar contra o alcoolismo. Igualmente, Cesária chamou a esse período de tempo, os seus Dark Years.

A casa de Cesária Évora
Encorajada por Bana (cantor e empresário cabo-verdiano radicado em Portugal), Cesária Évora voltou a cantar, actuando em Portugal. Em Cabo Verde um francês chamado José da Silva persuadiu-a a ir para Paris e lá acabou por gravar um novo álbum em 1988 "La diva aux pied nus" (a diva dos pés descalços) - que é como se apresenta nos palcos. Este álbum foi aclamado pela crítica, levando-a a iniciar a gravação do álbum "Miss Perfumado" em 1992. Desde então fixou residência na capital francesa. Cesária tornou-se uma estrela internacional aos 47 anos de idade.

Em 2004 conquistou um prémio Grammy de melhor álbum de world music contemporânea. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, distinguiu-a, em 2009, com a medalha da Legião de Honra entregue pela ministra da Cultura francesa Christine Albanel.[2]

Em Setembro de 2011, depois de cancelar um conjunto de concertos por se encontrar muito debilitada, a sua editora, Lusafrica, anunciou que a cantora pôs um ponto final na sua longa carreira.

Veio a falecer nhoje,HO 17 de Dezembro de 2011, com 70 anos, por "insuficiência cardiorrespiratória aguda e tensão cardíaca elevada".

Discografia
1.1965 - Mornas de Cabo-Verde & Oriondino (vinil simple, 45 RPM, C. Évora & Conjunto)
2.1987 - Cesária
3.1988 - Cesária Évora, La Diva aux pieds nus
4.1990 - Distino di Belita
5.1991 - Mar Azul
6.1992 - Miss Perfumado
7.1994 - Sodade - Les plus belles mornas de Cesaria (Best of)
8.1995 - Cesária
9.1995 - Cesária Évora à L'Olympia
10.1997 - Cabo Verde
11.1998 - Best of Cesária Évora
12.1998 - Nova Sintra
13.1999 - Le monde de Cesária Évora
14.1999 - Café Atlântico
15.2001 - Cesária Évora : L'essentiel
16.2001 - São Vicente di Longe
17.2002 - Anthology
18.2002 - Anthologie: Mornas & Coladeras (LP duplo)
19.2002 - The Very Best of Cesária Évora
20.2003 - Voz d'Amor
21.2004 - Les essentiels
22.2006 - Rogamar
23.2008 - Rádio Mindelo
24.2009 - Nha sentimento
DVD 1.2002 - Live in Paris
Duos 1.1999 - É doce morrer no mar (por Dorival Caymmi) cantado com Marisa Monte.
2.2009 - Capo Verde terra d'amore, vol. 1 (LP, cantado com Teofilo Chantre em italiano)

quarta-feira, dezembro 14, 2011

VÊM AÍ OS ESTADUAIS

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EM JANEIORO COMO É HABITUAL
COMEÇAM OS ESTADUAIS E O
NOSSO BLOG COMO TAMBÉM TEM
ACONTECIDO ,VAI MOSTRAR
SEMANA A SEMANA O QUE VAI
ACONMTECENDO NO CARIOCÃO
E NO PAULISTÃO.

O CARIOCÃO inicia-se com a TAÇA GUANABARA


Como é costume os clubes serão divididos em 2 chaves

As chaves do Campeonato Carioca:

Grupo A: Flamengo, Botafogo, Olaria, Resende, Macaé, Nova Iguaçu, Madureira e Bonsucesso.

Grupo B: Fluminense, Vasco, Boavista, Americano, Volta Redonda, Duque de Caxias, Bangu e Friburguense.


Primeira rodada da Taça GB vai jogar-se a 21 e 22 de Janeiro e ter estes jogos:

Botafogo x Resende
Flamengo x Bonsuceso
Olaria x Nova Iguaçu
Madureira x Macaé

Boavista x Duque de Caxias
Fluminense x Friburguense
Vasco x Americano
Bangu x Volta Redonda

O PAULISTÃO



Ao contrário do Cariocão, no Paulistão não há divisão em grupos.Os 20 clubes jogarão a pontos, todos entre si.

A Federação Paulista de Futebol divulgou a tabela da primeira rodada do Estadual do ano que vem. A competição se inicia no dia 21 de janeiro, o que dará aos clubes uma semana a mais de pré-temporada do que a edição de 2011, que começou no dia 15.

Apesar do prazo extra, o torneio segue inchado. O formato de disputa segue o mesmo, com 20 clubes se enfrentando em turno único para oito se classificarem para as quartas de final. Daí até a decisão serão jogos eliminatórios [as quartas e semifinais serão decididas em jogo único. Só a final terá duelos de ida e volta]. O campeonato termina no dia 13 de maio.

Dos grandes clubes, Corinthians e São Paulo estreiam em casa contra Mirassol e Botafogo, respectivamente. Já Santos e Palmeiras viajam na primeira rodada. O alvinegro, atual campeão, encara o XV de Piracicaba enquanto a equipe de Felipão pega o Bragantino. A Portuguesa também terá a oportunidade de fazer o primeiro jogo em casa contra o Paulista.



São estes os primeiros jogos divulgados pela FPF:

XV de Piracicaba x Santos
Bragantino x Palmeiras
Corinthians x Mirassol
São Paulo x Botafogo
São Caetano x Ponte Preta
Portuguesa x Paulista
Guarani x Oeste
Catanduvense x Mogi Mirim
Comercial x Linense
Ituano x Americana

pintores brasileiros - ERNESTO DE FIORI

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ERNESTO DE FIORE FOI UM GRANDE
PINTOR ITALO-BRASILEIRO



De Fiori, Ernesto (1884 - 1945)
Nascido em Roma em1884 - Roma (Itália) - 12 de dezembro, veio a falecer naturalizado brasileiro em São OPaulo em 24 de Abril de 1945




Formação

1904 - Munique (Alemanha) - Estuda na Königliche Akademie der Bildenden Künste [Real Academia de Belas Artes] na classe de desenho de Gabriel von Hackl (1843 - 1926).

1905/1906 - Roma (Itália) - Provavelmente recebe informações artísticas do pintor e litógrafo alemão Otto Greiner (1869 - 1916)


Vive em Roma entre 1884/1904, e em Munich de nos dois a nos seguintes, começando a pintar em 1906 de novo em Roma

1909 - Londres (Inglaterra) - Documentos indicam que De Fiori apresenta suas pinturas para o casal Karl e Thea Sternheim, colecionadores que passam a incentivar o artista

1910/1911 -Vive em Munique (Alemanha) onde começa a modelar, possivelmente com auxílio do artista suíço Hermann Haller (1880 - 1950)seguindo para Paris onde freqüenta o Café du Dôme, local onde se reúnem artistas, colecionadores e intelectuais

1914 - Paris (França) - É detido como espião pelas autoridades francesas
Volta então a viver na Alemanha, fixando residencia na cidade de Berlim

1915 - Berlim (Alemanha) - Alista-se no exército alemão, onde atua como correspondente de um periódico italiano e, posteriormente, como soldado

1918/1919 - Zurique (Suíça) - Publica o artigo Von 'Neuen Kunst', no qual propõe um conceito de arte que entra em choque com o dos dadaístas. Inicia-se aí uma polêmica encabeçada por De Fiori e pelo dadaísta Jollos, e que se desenrola por meio da imprensa; o pintor Max Ernst (1891 - 1976) inclui em um álbum uma litogravura que ironiza De Fiori. Em 1920, o romance Nein und Ja, de Otto Flake (1880 - 1963), retrata o artista como um escultor contrário às inovações da arte moderna

1919 - Zurique (Suíça) - Publica o artigo Wie eine Statue entsteht, no qual explica seu processo de criação

1920/1936 -Regressa a Berlim

1923 - Düsseldorf (Alemanha) - O colecionador e marchand Alfred Flechtheim publica na revista Der Querschnitt, de sua galeria, uma carta de De Fiori na qual este declara seu credo no civilismo

1925 - Berlim (Alemanha) - Publica diversos artigos em periódicos e dá uma entrevista no jornal Berliner-Börsen-Courier publicada sob o título Ernesto de Fiori sobre as virtudes: uma conversa

1926 - Alemanha - É um dos escultores retratados na segunda parte do filme Schaffende Hände, de Hans Cürlis

1930 - Berlim (Alemanha) - A cidade de Berlim adquire sua escultura Jüngling, instalando-a no Rudolf-Wilde-Park, atual Volkspark Schöneberg. Por volta de 1940 a escultura é derretida pelo regime nazi

1931 - Berlim (Alemanha) - Modela dois bustos da atriz Marlene Dietrich

1931 - Berlim (Alemanha) - O prefeito de Berlin-Schöneberg escreve ao redator do jornal Berliner Lokalanzeiger e comenta o pouco destaque que a imprensa vinha dando a De Fiori, ressaltando sua importância como escultor

1933 - Berlim (Alemanha) - Com a ascensão de Hitler ao cargo de chanceler, a Gestapo fecha a Kunstgewerbeschule, onde De Fiori mantinha ateliê. Depois desse episódio, o artista publica o artigo Wie können wir Künstler der Regierung helfen?, no qual critica esse tipo de interferência do Estado

1934 - Integra a Comissão de Trabalhos da Berliner Secession, responsável pela exposição Zusammenschluss, aberta no ano seguinte

1936/1945 - Parte para o Brasil e passa a viver em São Paulo
1936 - São Paulo SP - Regista sua viagem de navio ao Brasil no artigo Die lange Fahrt, publicado no jornal Deutsche Allgemeine Zeitung. Escreve, como colaborador, artigos para jornais das colônias italianas e alemãs de São Paulo

1936/1945 - São Paulo SP - Iatista, premiado na Europa e no Brasil, veleja com freqüência na represa de Santo Amaro

1937 - Alemanha - Obras suas são apreendidas de diversos museus alemães, sendo algumas devolvidas ainda durante o III Reich

1938 - Rio de Janeiro RJ - Participa do Programa de Integração das Artes promovido pelo Ministério da Educação e Saúde, para o qual modela esculturas que não atendem às exigências oficiais; alguns são levados pelo artista, e outros deixados nos galpões do MES

1938 - São Paulo SP - Escreve o artigo Von guter und schlechter Kunst, no qual explica sua concepção de pintura e processo de criação. O artigo é publicado no ano seguinte na revista alemã Die Kunst für Alle e, dois anos depois, em O Estado de S. Paulo, desta vez com o título Do bom e do mau gosto

1941 - São Paulo SP - Publica o artigo Entrevista comigo mesmo em O Estado de S. Paulo, no qual comenta sua exposição individual na galeria Casa e Jardim e retifica declarações

ca.1942 - São Paulo SP - Sugere a criação de uma "liga" de "resistência espiritual contra o hitlerismo", além de desenhar armas antitorpedos. Seus esboços são todos escritos em inglês, o que possivelmente leva Walter Zanini (1925) a inferir que o artista oferece seus projetos ao governo norte-americano

1943 - São Paulo SP - Realiza relevo para a Capela Funerária da família Matarazzo

1945 - Morre

LIGA EUROPA seguindo o BRAGA e o SPORTING

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OS DOIS CLUBES PORTUGUESES AINDA
EM COPMPETIÇÃO ESTÃO JÁ APURADOS
PARA A FASE SEGUINTE E JOGARAM
JÁ DESCONTRAÍDOS

O Sporting apresentou uma equipe recheada de jovens juniores ,lançados por Domingos Paciência, em mais uma fornada da Academia leonina que tantos craks tem dado ao futebol de alta competição.



O Sporting, com uma equipa de recurso, perdeu com a Lazio e contribuiu para a qualificação dos italianos que beneficiaram ainda da derrota do Vaslui em Zurique (0-2). Com um onze com apenas dois habituais titulares ¿ Onyewu e Schaars ¿ os leões resistiram bem até ao primeiro golo, mas depois nunca colocaram o apuramento dos romanos em risco.

Domingos Paciência apostou num onze alternativo, muito jovem, com Tiago Ilori e Diego Rubio, ambos com dezoito anos, entre os mais novos, e Evaldo e Onyewu, com 29, entre os mais velhos. Um onze que de início revelou algumas dificuldades de articulação entre linhas, com um meio-campo demasiado recuado, a ceder muito espaço aos italianos que, obrigados a vencer, imprimiram um ritmo forte nos minutos iniciais.

Os leões tinham dificuldade em sair a jogar e a estabelecer a ligação com os homens da frente, mas, por outro lado, fechavam bem os caminhos para a equipa de Marcelo. A equipa de Domingos conseguiu, assim, suster, as primeiras investidas dos italianos, que exploravam bem os flancos com Cissé e Sculi bem abertos nas alas, mas não encontravam espaços na zona central, com Kozác desamparado.

A Lazio marcou aos 42 minutos da primeira parte .No 2º.tempo os leõs acertaram melhor as marcações e as transições e mostraram um melhor futebol, contudo claudicaram `ante a maior experiência dos itlaianos que precisavam vencer para prosseguirem na prova.

1.SPORTING 12
2.LÁZIO 9
3.Vaslui 6
4.Zurich 1

Como nota final, um pequeno grupo de adeptos do Sporting que se desclocou a Roma, gritou e cantou o jogo todo, abafando na maior parte do tempo o ruído dos locais

terça-feira, dezembro 13, 2011

preliminares

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Um milionário, de passagem por São Paulo, entra no luxuosíssimo restaurante
e senta-se no piano bar.
Chama o Chef, pede uma dose de uísque Royal Salute e reserva uma mesa para
jantar.
Após a quarta dose indica ao Chef que irá para a mesa, sendo atendido
prontamente.
Sentado, consultando o Menu sem preços, se surpreende quando o Chef, em pé
ao seu lado diz:
- Doutor, é política da casa informar os clientes do valor das
contasseparadas da mesa, no seu caso a do piano bar: sua despesa foi de 0,60
cêntimos.
- Acho que houve um engano. Eu tomei quatro doses de Royal Salute.
- Com todo o respeito, nós nunca nos enganamos: quatro doses a 0,15 cêntimos
cada dá exactamente 0,60 cêntimos.
- Tudo bem, não quero discutir, vamos à comida, anote, por favor:
- Faz favor?
- De entrada eu quero caviar da Ucrânia com lentilhas finlandesas; depois
Salmão da Escandinávia com recheio de gengibre sul-africano e batatas
inglesas douradas em queijo de cabras francesas. Ah! E para beber, um
Rotchilld safra 1891.
- Óptima escolha Doutor, mas cabe-me a mim como chef, alertá-lo que isso
ficará um pouco caro.
- Olhe amigo primeiro eu não perguntei o preço e segundo, estou achando que
isso aqui é uma casa de malucos, mas já que você quer, fale.
- Pois não Doutor, o seu pedido vai ficar em 18,00 Euros.
- Você está querendo me sacanear? Onde está o dono desta merda?
- Está lá em cima com a minha mulher.
- E o que é que ele está fazendo lá em cima com a sua mulher?
- O mesmo que eu estou fazendo aqui em baixo com o restaurante dele...

sábado, dezembro 10, 2011

LIGA PORTUGUESA

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PORTO E SPORTING VENCERAM
OS SEUS JOGOS PELA DIFE-
RENÇA MÍNIMA.


BEIRA MAR, 1 PORTO,2

O Porto venceu de virada




SPORTING, 1 NACIONAL,0

O Sporting depois de uma 1ª.parte muito boa, teve de sofrer no segundo período, e mantem a chama e a luta pelo título

sexta-feira, dezembro 09, 2011

pintores brasileiros - BERNARDO CID

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O NOSSO BLOG CONTINUA A
DIVULGAR PINTORES DO
BRASIL E DE PORTUGAÇ

Hoje lembramos BERNARDO CID



Cid, Bernardo (1925 - 1982)

Bernardo Cid (São Paulo SP 1925 - 1982). Pintor, escultor, desenhista e gravador. Autodidata. Expõe individualmente pela primeira vez em 1952, na galeria Ambiente, em São Paulo. Ganha concurso de escultura da Câmara Brasileira do Livro (CBL), sendo responsável pela concepção da estatueta do prêmio Jabuti, em 1959. Nos anos 1960, participa do grupo Realismo Mágico, com Wesley Duke Lee (1931 - 2010), e do grupo Austral, desdobramento do movimento Phases de Paris, em São Paulo. Em 1965, expõe na mostra Propostas 65, na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo. Participa da 5ª e 8ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1959 e 1965, respectivamente. É premiado, em 1968, no 17º Salão Paulista de Arte Moderna. Em 1976, figura como artista convidado na Bienal Nacional 76, na Fundação Bienal, em São Paulo. Em 1997, seu trabalho integra a exposição Phases: Surrealismo e Contemporaneidade, Grupo Austral e Cone Sul, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP).

quarta-feira, dezembro 07, 2011

cantoras portuguesas - RITA REDSHOES

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RITA REDSHOES ,APESAR DO NOME
É UMA CANTORA PORTUGUESA




Rita Redshoes


Rita Redshoes, nome artístico de Rita Pereira (Loures, 10 de Julho de 1981), é uma cantora e compositora portuguesa, ex-vocalista dos Atomic Bees e ex-teclista de David Fonseca. Ficou neste último trabalho especialmente conhecida por dar a voz na canção "Hold Still". Em 2008 lançou o seu primeiro álbum a solo como Rita Redshoes, de nome "Golden Era". É porta-voz da Associação Fonográfica Portuguesa no combate à pirataria na Internet. [
Carreira

A história da portuguesa Rita Redshoes no universo musical começa a desenhar-se em 1996. Na altura a cantora era conhecida como Rita Pereira e desempenhava o papel de baterista no grupo de musicos que fazia parte do grupo teatro "Ita Vero", da Escola Secundária de José Afonso, Loures.

Um ano depois assumiu os comandos vocais e teclas dos Atomic Bees, que editaram o álbum "Love.noises.and.kisses" no ano 2000, realizaram uma extensa digressão e lançaram uma versão de 'Perfect', o tema popularizado pelos Fairground Attraction, incluída na colectânea "Optimus 2000 - Novos Talentos".

Mais tarde tocou baixo no grupo Rebel Red Dog, e tocou piano e cantou no projecto Photographs. Este último, funcionou como uma espécie de embrião do que a cantora apresenta, actualmente, enquanto Rita Redshoes.

A partir de 2003 tornou-se a teclista de serviço na banda de suporte de David Fonseca, com quem interpretou o tema 'Hold Still', do álbum "Our Hearts Will Beat As One", o segundo na carreira do antigo vocalista dos Silence 4.

Em 2007, o imaginário do filme "O Feiticeiro de Oz" e o clássico 'Let's Dance ', de David Bowie, inspiraram-na a adoptar o nome de Rita Redshoes. Na mesma altura começa a alinhavar o seu primeiro álbum em nome próprio e dá a conhecer o single 'Dream On Girl', incluído na colectânea "Novos Talentos - FNAC 2007" e considerado, por alguns órgãos de comunicação, um dos melhores desse ano. Mais tarde, esse tema havia de ser interpretado com o subtítulo de "classical version", acrescentando à versão original uma secção de cordas.

Golden Era

Rita RedShoes no Coliseu de Lisboa, 12 de Abril 2008.
O álbum lançado em 2008, apresenta 12 músicas cantadas em inglês, uma dúzia de exemplos de pop melódica que remete para os universos de Fiona Apple, Cat Power, dos primeiros tempos dos Goldfrapp ou ainda de David Fonseca.

"As canções são fragmentos de mim, de coisas que eu penso sobre o amor, são influenciadas pelo que eu vejo, não tanto pela música, mas por imagens, por filmes. Tenho muitas imagens gravadas na minha cabeça e tudo isso me influencia", explicou a cantora à Lusa.

De "Golden Era" são já conhecidos os temas "Dream On Girl", "Hey Tom", e "The Beginning Song" que têm estado a servir de cartão de visita da música de Rita. "Estes dois primeiros temas revelam dois universos onde o álbum de facto se encaixa, entre o `uptempo´ e músicas mais intimistas", disse.

O álbum é co-produzido pela autora e por Nelson Carvalho e nele participam Filipe C. Monteiro (guitarra eléctrica e teclados), Nuno Simões (baixo), Sérgio Nascimento (bateria) e ainda uma secção de cordas.

Durante os primeiros meses de divulgação do seu álbum fez-se acompanhar pelos mesmos músicos que gravaram com ela, actualmente conta com a participação de Filipe C. Monteiro na guitarra eléctrica e teclados, Cebola (dR. estranhoamor) no baixo, Rui Freire (dR. estranhoamor) na bateria, Borges (dR. estranhoamor) no teclado e Ana Rita Inácio nas back vocals.

Lights & Darks

Lights & Darks, composto na íntegra por Rita Redshoes, revela-nos uma artista mais matura, desprendida e directa nas suas canções, e que confirmam em definitivo Rita Redshoes como uma cantautora de excepção.

De acordo com a artista, “Lights & Darks” foi “inspirado em sítios por onde passei nos últimos 10 meses e em livros que fui lendo ao longo deste mesmo período”. Parte dessas inspirações foram retiradas das mais variadas áreas: na pintura, de ambientes e texturas do Renascimento; na literatura, de escritores como D. H. Lawrence, Albert Camus ou Florbela Espanca; e na música, de alguns compositores como Les Baxter, Henry Mancini ou Arthur Lyman[.

Discografia

Rita RedShoes no Coliseu de Lisboa, 12 de Abril 2008.
Álbuns
2008 - Golden Era
2010 - Lights & Darks

Singles
2007 - Dream On Girl
2008 - Hey Tom
2008 - The Beginning Song
2009 - Choose Love
2010 - Captain Of My Soul
2010 - You Should Go

Colaborações
2004 - You Make Me Sound (do álbum "Pictures From Our Thoughts" de Norton (banda)).
2006 - Hold Still (do álbum "Our Hearts Will Beat As One" de David Fonseca).
2009 - Lonesome Town e Hey, Sister Ray (do álbum "Femina" de Paulo Furtado.

terça-feira, dezembro 06, 2011

CHAMPIONS - seguindo o PORTO, e o BENFICA

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O PORTO APESAR DE DOMINIO
INTENSO NÃO CONSEGUIU MARCAR
E FOI AFASTADO DA CHAMPIONS-
ENQUANTO O BENFICA VENCEU O
OTELUL DA ROMENIA 1-0 E ESTÁ
APURADO E EM 1º.LIGAR DO GRU-
PO, ONDE O MANCHESTER FOI
ELIMINADO.



O Porto atacou,atacou, mas despediçou golos atrás de golos e consentindo o empate foi afastado pelo Zenit e sai da Champions para a Liga Europa.

Se a qualificação do FC Porto dependesse exclusivamente da atitude e da exibição dos azuis e brancos frente ao Zenit, o apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões era mais que justo.

Desde o primeiro minuto que os campeões nacionais foram superiores aos russos, que passaram grande parte do tempo dentro do seu meio-campo apenas a defender o 0x0, que lhes garantia, pela primeira vez na história, o apuramento para a fase a eliminar da Liga milionária.

À equipa de Vítor Pereira apenas faltou o golo, o tal golo que garantia a qualificação para os oitavos-de-final e, para mais, no primeiro lugar do grupo, pois no Chipre o Apoel foi derrotado pelo Shakhtar Donetsk.

No entanto, o FC Porto, que noutros jogos não mostrou a vontade de querer ganhar que mostrou esta noite, apenas se pode queixar da ineficácia dos seus atacantes. Oportunidades flagrantes não foram muitas, mas foram as suficientes para justificar uma vantagem sobre o Zenit, que acabou por não aparecer no Estádio do Dragão.

BENFICA, 1 OTELUL,0



Vitória sobre o campeão romeno garante primeiro lugar no Grupo C; encarnados evitam alguns dos principais candidatos na Liga dos Campeões

Um Benfica em «slow motion» garantiu o único objectivo da noite, frente ao Otelul e, por paradoxal que seja, bateu recordes com mais de uma década de existência. Quem assistiu ao encontro não diria que tal fosse possível, mas o 1-0 de Cardozo lançou a equipa de Jorge Jesus para marcas históricas e, mais do que isso, fintou algumas das principais equipas que vão estar no sorteio dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

Os destaques do Benfica-Otelul Galati

Desde 1994/95 que os encarnados não venciam o grupo na Champions e isso é sempre de realçar. Mas fica também a exibição encarnada. O golo do Tacuara resolveu as contas, fez de Jorge Jesus o treinador com mais vitórias (21) europeias pelo clube. Quando se consultarem os livros, será esse o registo indicado, mas do desempenho desta noite poucos se recordarão. Um Benfica de serviços mínimos chegou para derrotar o campeão romeno.

Para já, o Benfica conquista tudo o que tinha como objectivo na Liga dos Campeões, até agora. Mas também sabe que no resto da temporada, na Europa ou em Portugal, um novo desempenho como o desta noite poderá não ter tão bom resultado como frente ao Otelul, uma equipa, um nome, que deu excesso de confiança aos encarnados.

Agora ,por ser primeiro classificado no Grupo, safa-se do Real Madrid,Barcelona,Bayern,Inter e outros grandes da Europa.

HISTÓRIA DO BRASIL - "o manifesto dos mineiros"

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O NOSSO BLOG CONTINUA A
FALAR DA HISTÓRIA DO BRASIL

Manifesto dos Mineiros

O Manifesto dos Mineiros foi uma carta aberta publicada em 24 de outubro de 1943, no aniversário da vitória da Revolução de 1930, por importantes nomes da intelectualidade liberal (advogados e juristas) do estado de Minas Gerais em defesa da redemocratização e do fim do Estado Novo (regime ditatorial comandado por Getúlio Vargas).



A data do manifesto é sintomática pois Minas Gerais havia feito junto com o Rio Grande do Sul e a Paraíba, a Revolução de 1930.

À época, o Brasil vivia uma contradição entre sua vida política interna e sua postura internacional: se, internamente, uma ditadura, a de Getúlio Vargas, dominava o país desde 1930, na Europa tropas brasileiras integravam-se aos Aliados para enfrentar as ditaduras nazi-fascistas de Mussolini e Hitler.

Cerrada censura impedia a pregação democrática, inexistia a liberdade de expressão, intelectuais liberais e socialistas eram encarcerados ou banidos. Foi quando um grupo de personalidades de Minas Gerais decidiu furar o bloqueio totalitário, redigindo e fazendo circular pelo país, de forma clandestina, o documento que ficou conhecido como "Manifesto dos Mineiros".

Moderado nas críticas ao governo, fundamentava-se na tradição histórica mineira e defendia uma democracia de cunho social e não apenas político. O regime ainda estava forte e não foi efetivamente abalado pelo manifesto, mas ele se constituiu numa referência do processo de redemocratização desencadeado, em janeiro de 1945, com a exigência feita no Primeiro Congresso Brasileiro de Escritores de um governo eleito por "sufrágio universal, direto e secreto", e a divulgação da entrevista de José Américo de Almeida e de Carlos Lacerda, pedidndo eleições presidenciais e discordando de uma possível candidatura de Getúlio Vargas..

Finalmente publicado em jornal, resultou em prisões, demissões de cargos públicos e todo tipo de perseguição contra seus signatários. Foi, contudo, o primeiro gesto libertário, que deu início à reação nacional, culminando com a derrubada do regime ditatorial no Brasil, em 1945, após o término da Segunda Guerra Mundial.

Entre os seus 92 signatários, estavam incluídos: Adauto Lúcio Cardoso, Adolfo Bergamini, Afonso Arinos de Melo Franco, Afonso Pena Júnior, Alaor Prata, Alberto Deodato, Álvaro Mendes Pimentel, Antônio Neder, Artur Bernardes, Caio Mário da Silva Pereira, Carlos Horta Pereira, Daniel de Carvalho, Dario de Almeida Magalhães, Edgar da Matta Machado, Francisco Mendes Pimentel, João Franzen de Lima, José de Magalhães Pinto, Mário Brant, Miguel Mauricio da Rocha, Milton Campos, Odilon Duarte Braga, Olavo Bilac Pinto, Paulo Pinheiro Chagas, Pedro Aleixo, Pedro Nava, Tristão da Cunha e Virgílio Alvim de Melo Franco.

segunda-feira, dezembro 05, 2011

preliminares

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Um peregrino, a caminho de Fátima, pernoita na casa duma viúva.
A meio da noite ela chama-o e mostra-se toda nua!
O peregrino, com medo de pecar, foge rapidamente de casa.
Logo que a igreja abre vai confessar-se.
O padre diz-lhe então:
- Vai para casa meu filho e para penitência come 5 kg de favas.
- Sr. Padre, mas eu não sou nenhum cavalo.
- Mas és burro!
Primeiro comias a viúva e depois é que te vinhas confessar !!!!!!

domingo, dezembro 04, 2011

BRASILEIRÃO - O CORINTHIANS É CAMPEÃO

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TERMINOU O BRASILEIRÃO E
O CORINTHIANS DE LIEDSON
É O CAMPEÃO.

O MEU VASCO MORREU NA
PRAIA, MAS LUTANDO SEMPRE

E no final a torcida festejou como se tivesse vencido, fantástico.

04/12/2011 (Dom) Botafogo-RJ 1 x 1 Fluminense Raulino de Oliveira
04/12/2011 (Dom) Avaí 1 x 1 Figueirense Ressacada
04/12/2011 (Dom) Corinthians 0 x 0 Palmeiras Pacaembu
04/12/2011 (Dom) São Paulo 4 x 1 Santos Romildo Vitor G.Ferreira
04/12/2011 (Dom) Internacional-RS 1 x 0 Grêmio Beira Rio
04/12/2011 (Dom) Cruzeiro 6 x 1 Atlético-MG Arena do Jacaré
04/12/2011 (Dom) Atlético-GO 5 x 1 América-MG Serra Dourada
04/12/2011 (Dom) Atlético-PR 1 x 0 Coritiba Arena da Baixada
04/12/2011 (Dom) Bahia 2 x 1 Ceará Pituaçu
04/12/2011 17:00 (Dom) Vasco 1 x 1 Flamengo Engenhão

VASCO,1 FLAMENGO,1

Fla acaba com esperança do Vasco e vai à Libertadores
Rubro-Negro carimba vaga na competição sul-americana e Cruz-Maltino fica com o vice-campeonato brasileiro no Engenhão



O Vasco sonhava com o título brasileiro e o Flamengo queria atrapalhar o rival e se garantir vaga na Libertadores. No clássico deste domingo, no Engenhão, quem conseguiu atingir seu objetivo foi o Rubro-Negro, que arrancou um empate em 1 a 1 no segundo tempo. O Vasco, sem a vitória e com o empate do Corinthians no Pacaembu, ficou com o vice-campeonato brasileiro.

O Flamengo terminou a competição em quarto lugar, com 61 pontos, e o Vasco com 69, dois a menos que o pentacampeão Corinthians.

O JOGO

Em busca do pentacampeonato, o Vasco começou o jogo tomando a iniciativa. Logo aos cinco minutos, o maestro Felipe deu ótimo passe para Fagner, que pelo lado direito chegou batendo de trivela. A bola passou raspando a trave do goleiro Felipe. A equipe cruz-maltina impunha seu ritmo de jogo e facilmente dominava a partida.

FICHA TÉCNICA:
VASCO 1 X 1 FLAMENGO


Gols: Diego Souza, 29'/1°T (VAS); Renato, 10'/2°T (FLA)
Cartões amarelos: Jumar, Bernardo, Fernando Prass, Eduardo Costa (VAS); Alex Silva, Negueba, Renato (FLA)
Cartões vermelhos: Jumar (VAS) Felipe (VAS); Renato (FLA)

VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Renato Silva e Jumar; Rômulo, Nilton, Fellipe Bastos (Eduardo Costa, 21'/2°T) e Felipe (Bernardo 21'/2°T); Diego Souza (Elton, 39/2°T) e Alecsandro. Técnico: Cristovão.

FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Alex Silva, Welinton e Junior Cesar (Rodrigo Alvim, 33'/2°T); Willians, Fierro (Muralha - Intervalo), Renato e Thiago Neves; Negueba (Deivid - Intervalo) e Ronaldinho. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

PALMEIRAS,0 CORINTHIANS,0

É penta! Timão segura o empate com o Verdão e confirma título brasileiro
Em clássico tenso, disputado, Corinthians segura empate sem gols na raça e confirma o título brasileiro. Até o Fla ajudou!
Nação corintiana, pode comemorar! O grito engasgado na garganta desde o último fim de semana, o grito que não era ouvido pelas ruas de São Paulo desde 2005, agora ecoa no país inteiro: o Corinthians é campeão brasileiro! Ou melhor, pentacampeão (1990, 1998, 1999, 2005 e 2011)! Se a esperada vitória sobre o arquirrival não veio para coroar o título, não fez diferença no final... Um empate sem gols deste domingo, no Pacaembu, foi o bastante para o Corinthians dar a volta olímpica em cima do Palmeiras.

Timão é pentacampeão brasileiro!
As homenagens e o minuto de silêncio a Sócrates, eterno ídolo corintiano morto neste domingo, de braços levatandos, embalaram os 11 guerreiros que subiram ao gramado do Pacaembu sem atraso, cientes de que a glória dependia só de si. Se o momento político do clube já não se assemelha em nada à Democracia do início dos anos 1980, em campo - o futebol regular mostrado durante a competição e a conquista - fariam o Doutor dizer que está à altura da história que ele ajudou a construir.

Os olhos estavam vidrados no gramado do Pacaembu, mas os ouvidos grudados no rádio de pilha traziam boas e más notícias do Engenhão. O Palmeiras dominou o primeiro tempo e a tensão tomou conta. Nada que pudesse atrapalhar a festa. Um empate era o bastante, e o Timão jogou pelo empate...

O empate que garantiu o emprego de Tite, quase demitido diversas vezes e agora na seleta lista de técnicos campeões. O empate que garantiu o título - pela primeira vez em 101 anos de história, o Corinthians tem mais títulos brasileiros que o arquirrival (nos nacionais, Verdão leva vantagem com oito). Um empate que, no Engenhão, deu o título ao Timão antes do apito final - com 71 pontos. E que "vingou" o título palmeirense em 1994, em cima do mesmo Palmeiras, no mesmo Estádio.

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 0 X 0 PALMEIRAS

Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 4/12/2011 - 17h (de Brasília)


CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro, Paulo André, Leandro Castán e Fábio Santos; Wallace, Paulinho, Alex, Jorge Henrique (Moradei, 48'/2ºT), Willian (Chicão, 30'/2ºT) e Liedson (Edenílson, 40'/2ºT). Técnico: Tite.

PALMEIRAS: Deola; Cicinho (Maikon Leite, 25'/2ºT), Leandro Amaro, Henrique e Gerley; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Valdivia, Patrik (João Vitor, 8'/2ºT), Luan e Ricardo Bueno (Fernandão, 12'/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.


classificação

.............. P J V E D GP GC. SG
1° Corinthians 71 38 21 8 9 53 36 17
2° Vasco 69 38 19 12 7 57 40 17
3° Fluminense 63 38 20 3 15 60 51 9
4° Flamengo 61 38 15 16 7 59 47 12
5° Internacional-RS 60 38 16 12 10 57 43 14
6° São Paulo 59 38 16 11 11 57 46 11
7° Figueirense 58 38 15 13 10 46 45 1
8° Coritiba 57 38 16 9 13 57 41 16
9° Botafogo-RJ 56 38 16 8 14 52 49 3
10° Santos 53 38 15 8 15 55 55 0
11° Palmeiras 50 38 11 17 10 43 39 4
12° Grêmio 48 38 13 9 16 49 57 -8
13° Atlético-GO 48 38 12 12 14 50 45 5
14° Bahia 46 38 11 13 14 43 49 -6
15° Atlético-MG 45 38 13 6 19 50 60 -10
16° Cruzeiro 43 38 11 10 17 48 51 -3
17° Atlético-PR 41 38 10 11 17 38 55 -17
18° Ceará 39 38 10 9 19 47 64 -17
19° América-MG 37 38 8 13 17 51 69 -18
20° Avaí 31 38 7 10 21 45 75 -30

sábado, dezembro 03, 2011

BANDAS BRASILEIRAS - FORRÓ PÉ DE SERRA

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Forró pé-de-serra

Foi proposta a fusão deste artigo ou se(c)ção com Forró (pode-se discutir o procedimento aqui).

Dizem os estudiosos, que foi Manuel Queirós e Xerém os autores do primeiro forró que se tem conhecimento na música brasileira. Foi em 1937, com a gravação fonográfica de "Forró na roça".


Origem do termo "Forró"

Na etimologia popular é freqüente associar a origem da palavra forró à expressão da língua inglesa for all ("para todos"). Para essa versão, foi construída, no início do século XX, a ferrovia Great Western. Os engenheiros britânicos, instalados em Pernambuco, promoviam bailes abertos ao público, ou seja for all. Assim, for all passaria a ser, no vocabulário brasileiro, forró .Outra versão da mesma história substitui os ingleses pelos estadunidenses e Pernambuco do início do século XX pela Natal do período da Segunda Guerra Mundial, quando uma base militar dos Estados Unidos foi instalada na cidade.

Verdade ou não, o certo é que o termo forró passou a caracterizar uma das maiores manifestações musicais do Nordeste brasileiro. Um ritmo que aglutina diversos outros ritmos, como o baião, o coco, o rojão, a quadrilha, o xaxado e o xote.

Há estudos linguísticos que comprovam, entretanto, que o termo forró deriva de forrobodó. Essa é a expressão original mais aceita, ficando a influência do inglês 'for all' questionada. Na época da construção das ferrovias usava-se o termo samba para designar festa, no Interior do Ceará. A denominação forró como ritmo musical e estilo de dança surge mais tarde.

Outros estilos de forró

Forro Dos Cumpadre É bom não esquecer que forró pode ser pé-de-serra (xote, baião, arrasta-pé e universitário) para diferenciar do ritmo atual com introdução de instrumentos eletrônicos por grandes bandas. Isso é se realmente a pessoa tem garra e coragem!

A TAP ELEITA A MELHOR COMPANHIA AÉREA EUROPEIA

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TAP eleita a melhor companhia aérea da Europa
Companhia sublinha que estes são os «óscares das viagens»

A TAP foi eleita a melhor companhia área da Europa, entre outras 30 companhias de renome internacional, pela revista norte-americana de turismo Global Traveler, divulgou a empresa em comunicado citado pela Lusa.

O prémio foi atribuído em Beverly Hills, nos Estados Unidos, na oitava gala anual da Global Traveler, e resulta da sondagem designada «GT Tested Reader Survey», realizada a mais de 36.000 passageiros frequentes e passageiros executivos, que fazem em média 16 viagens internacionais e 16 viagens domésticas por ano.

No comunicado, a TAP lembra que esta sondagem é considerada no sector como os «óscares de viagens» e explica que os passageiros frequentes e executivos são convidados a nomear «os Melhores» em várias categorias na área de viagens e turismo.

Estes passageiros têm um rendimento médio anual de 340 mil dólares e passam uma média de 80 noites em viagens ao estrangeiro e 40 noites em viagens domésticas, sendo que 78 por cento viajam em primeira classe ou classe executiva.

«O concurso está desde logo vedado à participação dos trabalhadores da Global Traveler ou dos membros da indústria de viagens e turismo, que por conseguinte não podem concorrer ao mesmo», sublinha a transportadora aérea portuguesa.

O inquérito foi feito aos leitores da revista, entre 1 de Janeiro e 31 de Agosto de 2011.

A TAP recebeu ainda na mesma noite o prémio de «Melhor vinho tinto servido em Classe Executiva Internacional» pela mesma revista no âmbito do concurso «2011 GT Wines on the Wing».

sexta-feira, dezembro 02, 2011

TAÇA DE PORTUGAL

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O BENFICA FOI ELIMINADO
PELO MARITIMO DA MADEIRA



Jorge Jesus fez seis alterações no seu onze. E saiu-se mal. O Benfica até chegou à vantagem com um penalti inexistente, mas uma segunda parte notável levou o Marítimo para os quartos-de-final da Taça de Portugal, com muito mérito. Pedro Martins disse que a sua equipa iria ser a sensação na I Liga, mas também já o é na taça. Dez anos depois, os verde-rubros voltam a afastar os encarnados do Jamor. Já são catorze jogos sem perder.

quinta-feira, dezembro 01, 2011

ELIS REGINA em PORTUGAL , nos ANOS 60

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ELIS REGINA foi um tsunami que passou por Lisboa nos anos 60 e que pela qualidade da sua voz e pela postura ao vivo conquistou os portugueses de paixão.
Ainda hoje me emociono ao ouvir a sua voz.
O filme não está já em bom estado mas, assim mesmo provoca um delicioso arrepio que nos percorre e deixa um gostinho.

quarta-feira, novembro 30, 2011

LIGA EUROPA seguindo o BRAGA e o SPORTING

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O BRAGA VENCEU O BIRMINGHAM
POR 1-0, E FICA QUALIDICADO
PRA A FASE SEGUINTE, E O
SPORTING VENCEU O ZURICH
E ASSEGUROU O 1º.LUGAR



Com um golode Hugo Viana, a equipa minhota já está classificada para a fase eliminatória di Liga.

Grande exibição de QUIM (ex-Benfica) que até defendeui um penalty.

SPORTING,2 ZURICH,0



O Sporting dominou sempre um fraco Zurich e venceu sem sobressaltos.

O Sporting já sabe que fica em primeiro lugar do grupo D da Liga Europa, depois de ter vencido o Zurique por 1-0 e quando ainda tem uma deslocação ao Olímpico de Roma para defrontar a Lazio.

Na recepção desta quinta-feira ao Zurique, o Sporting foi sempre uma equipa que controlou os acontecimentos. Na primeira parte balanceou-se desde cedo no ataque e marcou por Wolfswinkel à passagem do primeiro quarto de hora, mas um minuto antes já podia ter inaugurado o marcador através de uma perdida incrível de Bojinov na pequena área.

Após o golo do ponta-de-lança holandês, proporcionado por uma excelente visão de jogo de Schaars, o Sporting continuou com a sua cadência ofensiva e, não fosse Bojinov estar desinspirado na finalização, podia ter feito mais golos. O búlgaro movimentou-se quase sempre bem, quer em jogadas de futebol corrido, quer em pontapés de canto mas no momento de pôr a bola na baliza não foi um jogador esclarecido. Do lado do Zurique foi uma primeira parte demasiado apagada para quem tinha de vencer o jogo para ter hipótese de se apurar para a fase seguinte.

Na segunda parte o Sporting continuou sem permitir que o adversário subisse no terreno e foi precisamente Bojinov a dar a tranquilidade completa aos leões, aos 58 minutos, com uma cabeçada indefensável que fez jus ao bom cruzamento de Capel.

terça-feira, novembro 29, 2011

bandas brasileiras - FORRÓ DO MUÍDO

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Forró do Muído


Forró do Muído é uma banda de forró eletrônico, idealizada pela A3 Entretenimento em 2007 e formada pelas irmãs "Simone" e "Simaria",respectivamente (ex-vocais de Frank Aguiar) e Naldinho[1]. A banda ficou bastante popular no Nordeste nos últimos anos, especialmente nos estados do Ceará e do Rio Grande do Norte.[2]. Essa banda tem como fã nº. 1 a ilustre centenária Elizabeth Albuquerque, que se apaixonou pelo trio através do sucesso 'Mente Tão Bem'.

Em 2009, o grupo se tornou conhecido dentro e fora do Nordeste pelo sucesso "Não Sabo".

A banda tem vários sucessos como 'Menininha', 'São Amores', 'cuidado', 'Eu Choro', 'Você Vacilou', 'Mente Tão Bem' e 'Flashback' (Feita por Simaria Mendes, vocalista) dentre outros sucessos. 'Grudada em Você' ,'Sorte', 'Dá um tempo vai' , 'Infiel' são as novas músicas que prometem fazer sucesso pelas coleguinhas em 2010. Já em 2011 temos a 'Eu te Puxo e Você me Lambe', 'Miojo', 'Ela Chuta o Cara', entre outras.

segunda-feira, novembro 28, 2011

preliminares

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Numa reunião internacional de mulheres pela emancipação ouviu-se:
Bom dia, o meu nome é Karen, sou alemã e disse ao meu marido:
Franz, faz o jantar, quero um bife!
No primeiro dia, não vi nada, no segundo não vi nada, mas no terceiro, o Franz preparou-me um delicioso roast-beef.
Aplausos e grande ovação na sala!
BRAAAAAVOOOO!!!'

Bom dia, chamo-me Carla e sou italiana. Um dia disse ao meu marido:
Luigi, a partir de amanhã, limpas a casa. No primeiro dia não vi nada, no segundo dia não vi nada, mas no fim do terceiro dia, Luigi tinha aspirado toda a casa.
Aplausos e ovação da sala.
BRAAAAAVOOOO!!!'

Bom dia, chamo-me Michelle e sou francesa. Um dia disse ao meu marido:
François, a partir de hoje lavas a roupa da casa. No primeiro dia não vi nada, no segundo dia não vi nada, mas no fim do terceiro dia, François tinha feito 4 máquinas de lavar.
Aplausos e ovação da sala.
BRAAAAAVOOOO!!!'

Bom dia, sou a Vanessa e sou brasileira. No mês passado, disse ao meu marido:
Oh Nilton, a partir de amanhã, lavas a louça todos os dias!
No primeiro dia não vi nada, no segundo dia não vi nada, mas no terceiro já comecei a ver alguma coisa do olho esquerdo...!

domingo, novembro 27, 2011

LIGA PORTUGUESA -


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NUMA RODADA ONDE SE DISPUTOU
O GRANDE CLÁSSICO NACIONAL
BENFICA-SPORTING COM A VITÓ-
RIA DOS VERMELHOS DA LUZ,
O PORTO TAMBÉM VENCEU E

ACOMPANHA AS ÁGIAS NO CO-
MANDO



O Sporting jogou bem e o empate não seria um escândala face às situações de golo criadas, e à taxa de posse de bola.

O FADO, NOMEADO PATRIMÓNIOO MUNDIAL

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O FADO, É A PARTIE DE HOJE
PATRIMÓNIO IMATERIAL DA
HUMANIDADE


O fado já é património mundial



A notícia chegou via SMS: “O Fado já é património imaterial da humanidade”. Sara Pereira, directora do Museu do Fado, estava sentada na sala onde o comité intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) esteve a votar as candidaturas a património cultural imaterial da humanidade, em Bali, na Indonésia, quando o resultado da votação foi anunciado e enviou a mensagem.

Foram precisos pouco mais de cinco minutos para que a decisão fosse tomada por unanimidade (os 23 delegados presentes – faltou apenas um – votaram a favor), com grandes aplausos, conta ao PÚBLICO pelo telefone o musicólogo Rui Vieira Nery, presidente da comissão científica da candidatura. “Foi uma grande alegria que pôs fim a uma grande ansiedade”, admite Nery, referindo-se ao ritmo lento dos trabalhos na reunião de Bali. “Já não acreditávamos que fosse aprovada hoje.”

O fado foi a última candidatura avaliada na sessão deste domingo, que terminou às 20h30 (12h30, hora de Lisboa), depois de terem passado à votação mais de 30 propostas. E, mesmo assim, foi recebido com grande entusiasmo, diz o musicólogo. Para esse clima de festa contribuiu, “e muito”, o breve discurso de António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, entidade que formalizou a candidatura junto da UNESCO: “O Dr. António Costa decidiu terminar as suas palavras, já a fechar a intervenção de Portugal, chegando o seu iPhone ao microfone e deixando que a sala ouvisse Amália cantar ‘Estranha forma de vida’. Foi uma emoção acabar com a voz de Amália num fado de [Alfredo] Marceneiro. A sala levantou-se num enorme aplauso.”

A partir de agora, o fado não é apenas a canção de Portugal, a canção de Severa, Marceneiro, Amália, Carlos do Carmo, Camané, Ana Moura e Carminho - é um tesouro do mundo. Um tesouro que fala de Portugal, da sua cultura, da sua língua, dos seus poetas, mas que também tem muito de universal nos sentimentos que evoca: a dor, o ciúme, a solidão, o amor.

Foi em 2005 que Portugal começou a preparar mais seriamente esta candidatura que o Museu do Fado, em nome da Câmara Municipal de Lisboa, formalizou em Junho do ano passado (tinham passado apenas dois anos sobre a aprovação da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial).

Em 2010, o fado apresentou-se à UNESCO como “símbolo da identidade nacional” e “a mais popular das canções urbanas” portuguesas, tendo por embaixadores dois intérpretes que, por motivos bem diferentes, fazem parte da sua história de forma incontestada: Carlos do Carmo e Mariza.

A canção que deve a Amália os primeiros grandes esforços de internacionalização é uma das 49 candidaturas a património imaterial da humanidade que já foram votadas nesta reunião que só termina na próxima terça-feira, dia 29.

A lista do património imaterial - uma designação que abrange tradições, conhecimentos, práticas e representações que fazem a matriz cultural de um país e que, juntas, formam uma espécie de tesouro intangível do mundo - tinha até à reunião de Bali 213 bens de 68 Estados, como o tango ou o flamenco, só para falar em dois exemplos de universos semelhantes. O fado é o primeiro bem português, mas, se tudo correr bem, já não faltará muito para que o cante alentejano lhe faça companhia.

BRASILEIRÃO

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MAS QUE GRANDE BRASILEIRÃO,
O CORINTHIANS E O VASCO
A VENCEREM E A DEIXAR PA-
RA A ULTIMA RODADA A DE-
CISÃO DO TÍTULO.


Quando o jogo do Corinthians terminou, o Vasco estava empatado ,o que fazia do time do Liedson ,campeão, mas....logo,logo, veio o golo de Bernardo e tudo ficou para o próximo final de semana:



27/11/2011 17:00 (Dom) Flamengo 1 x 0 Internacional-RS Claudio Moacyr de Azevedo
27/11/2011 17:00 (Dom) Atlético-MG 4 x 0 Botafogo-RJ Arena do Jacaré
27/11/2011 17:00 (Dom) Coritiba 1 x 0 Avaí Couto Pereira
27/11/2011 17:00 (Dom) Santos 1 x 1 Bahia Vila Belmiro
27/11/2011 17:00 (Dom) Grêmio 2 x 2 Atlético-GO Olímpico
27/11/2011 17:00 (Dom) Palmeiras 1 x 0 São Paulo Pacaembu
27/11/2011 17:00 (Dom) América-MG 2 x 1 Atlético-PR Parque do Sabiá
27/11/2011 17:00 (Dom) Fluminense 1 x 2 Vasco Engenhão
27/11/2011 17:00 (Dom) Ceará 2 x 2 Cruzeiro Presidente Vargas-CE
27/11/2011 17:00 (Dom) Figueirense 0 x 1 Corinthians Orlando Scarpelli



1° Corinthians 70 37 21
2° Vasco 68 37 19
3° Fluminense 62 37 20
4° Flamengo 60 37 15
5° Coritiba 57 37 16
6° Internacional-RS 57 37 15
7° Figueirense 57 37 15
8° São Paulo 56 37 15
9° Botafogo-RJ 55 37 16
10° Santos 53 37 15

sexta-feira, novembro 25, 2011

a 25 de Novembro nasceu EÇA DE QUEIROZ

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José Maria de Eça de Queirós[1] (Póvoa de Varzim, 25 de novembro de 1845 — Paris, 16 de agosto de 1900) é um dos mais importantes escritores lusos.[2] Foi autor, entre outros romances de reconhecida importância, de Os Maias e O crime do Padre Amaro; este último é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.


Biografia

Celebração de 1906 na Póvoa de Varzim com a colocação de uma placa comemorando o nascimento de Eça naquela casa da Praça do Almada.
José Maria de Eça de Queirós nasceu em novembro de 1845, numa casa da Praça do Almada na Póvoa de Varzim, no centro da cidade; foi baptizado na Igreja Matriz de Vila do Conde. Filho de José Maria Teixeira de Queirós, nascido no Rio de Janeiro em 1820, e de Carolina Augusta Pereira d'Eça, nascida em Monção em 1826. O pai de Eça de Queirós, magistrado e par do reino, convivia regularmente com Camilo Castelo Branco, quando este vinha à Póvoa para se divertir no Largo do Café Chinês[3].

Eça de Queirós foi batizado como «filho natural de José Maria d'Almeida de Teixeira de Queirós e de Mãe incógnita» fórmula comum que traduzia a solução usada em casos similares nos registos de baptismo quando a mãe pertencia a estratos sociais elevados.

Uma das teses para tentar justificar o facto dos pais do escritor não se terem casado antes do nascimento deste sustenta que Carolina Augusta Pereira de Eça não teria obtido o necessário consentimento da parte de sua mãe, já viúva do coronel José Pereira de Eça. De facto, seis dias após a morte da avó que a isso se oporia, casaram-se os pais de Eça de Queirós, quando o menino tinha quase quatro anos.

Por via dessas contingências foi entregue a uma ama, aos cuidados de quem ficou até passar para a casa de Verdemilho em Aradas, Aveiro, a casa da sua avó paterna que em 1900 morreu. Nessa altura, foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, de onde saiu em 1861, com dezasseis anos, para a Universidade de Coimbra onde estudou direito. Além do escritor, os pais teriam mais seis filhos.

O pai era magistrado, formado em Direito por Coimbra. Foi juiz instrutor do célebre processo de Camilo Castelo Branco, juiz da Relação e do Supremo Tribunal de Lisboa, presidente do Tribunal do Comércio, deputado por Aveiro, fidalgo cavaleiro da Casa Real, par do Reino e do Conselho de Sua Majestade. Foi ainda escritor e poeta.

Em Coimbra, Eça foi amigo de Antero de Quental. Os seus primeiros trabalhos, publicados avulso na revista "Gazeta de Portugal", foram depois coligidos em livro, publicado postumamente com o título Prosas Bárbaras.

Em 1866, Eça de Queirós terminou a Licenciatura em Direito na Universidade de Coimbra e passou a viver em Lisboa, exercendo a advocacia e o jornalismo. Foi director do periódico O Distrito de Évora. Porém continuaria a colaborar esporadicamente em jornais e revistas ocasionalmente durante toda a vida. Mais tarde fundaria a Revista de Portugal

Em 1869 e 1870, Eça de Queirós fez uma viagem de seis semanas ao Oriente (de 23 de outubro de 1869 a 3 de janeiro de 1870), em companhia de D. Luís de Castro, 5.º Conde de Resende, irmão da sua futura mulher, D. Emília de Castro, tendo assistido no Egipto à inauguração do canal do Suez: os jornais do Cairo referem «Le Comte de Rezende, grand amiral de Portugal et chevalier de Queirós». Visitaram, igualmente, a Palestina. Aproveitou as notas de viagem para alguns dos seus trabalhos, o mais notável dos quais o O mistério da estrada de Sintra, em 1870, e A relíquia, publicado em 1887. Em 1871, foi um dos participantes das chamadas Conferências do Casino.

Em 1870 ingressou na Administração Pública, sendo nomeado administrador do Concelho de Leiria. Foi enquanto permaneceu nesta cidade, que Eça de Queirós escreveu a sua primeira novela realista, O Crime do Padre Amaro, publicada em 1875.

Tendo ingressado na carreira diplomática, em 1873 foi nomeado cônsul de Portugal em Havana. Os anos mais produtivos de sua carreira literária foram passados em Inglaterra, entre 1874 e 1878, durante os quais exerceu o cargo em Newcastle e Bristol. Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, como A Capital, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Manteve a sua actividade jornalística, publicando esporadicamente no Diário de Notícias, em Lisboa, a rubrica «Cartas de Inglaterra». Mais tarde, em 1888 seria nomeado cõnsul em Paris.

Seu último livro foi A Ilustre Casa de Ramires, sobre um fidalgo do século XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara que se passa no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada A Torre de D. Ramires, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz.

Aos 40 anos casou com Emília de Resende, com quem teve 4 filhos: Alberto, António, José Maria e Maria[4].

Morreu em 16 de Agosto de 1900 na sua casa de Neuilly, perto de Paris. Teve funeral de Estado[5]. Está sepultado em Santa Cruz do Douro.

Foi também o autor da Correspondência de Fradique Mendes e A Capital, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925. Fradique Mendes, aventureiro fictício imaginado por Eça e Ramalho Ortigão, aparece também no Mistério da Estrada de Sintra. Seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente vinte línguas.


Obras
O mistério da estrada de Sintra (1870) (eBook)
O Crime do Padre Amaro (1875) (eBook)
A Tragédia da Rua das Flores (1877-78)
O Primo Basílio (1878)
O Mandarim (1880) (eBook)
As Minas de Salomão (1885) (tradução) (eBook)
A Relíquia (1887) (eBook)
Os Maias (1888)
Uma Campanha Alegre (1890-91)
O Tesouro (1893)
A Aia (1894)
Adão e Eva no paraíso (1897)
Correspondência de Fradique Mendes (1900)
A Ilustre Casa de Ramires (1900)
A Cidade e as Serras (1901, póstumo) (eBook)
Contos (1902, póstumo) (eBook)
Prosas bárbaras (1903, póstumo)
Cartas de Inglaterra (1905, póstumo) (eBook)
Ecos de Paris (1905, póstumo)
Cartas familiares e bilhetes de Paris (1907, póstumo)
Notas contemporâneas (1909, póstumo)
Últimas páginas (1912, póstumo)
A Capital (1925, póstumo)
O conde de Abranhos (1925, póstumo)
Alves & Companhia (1925, póstumo)
Correspondência (1925, póstumo)
O Egipto (1926, póstumo)
Cartas inéditas de Fradique Mendes (1929, póstumo)
Eça de Queirós entre os seus - Cartas íntimas (1949, póstumo).

terça-feira, novembro 22, 2011

CHAMPIONS . seguindo o BENFICA e o PORTO

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O0 BENFICA EMPATOU ESTA
NOITE (2-2) COM OS INGLE-
SES DO MANCHESTER UNITED
E CLASSIFICAM-SE PARA A
FASE SGUINTE DA CHAMPIONS.
O PORTO VENCEU NA UCRÂNIA
O SHAKTHAR 2-0 E AINDA
PODE CLASSIFICAR-SE




Foi um grande Benfica que esteve esta noite em Old Traford.



Com alguma sorte nos momentos essenciais do jogo, e muito mérito repartido por 90 minutos, o Benfica carimbou um apuramento histórico em Old Trafford. O empate (2-2) com o Man. United deixa os encarnados nos oitavos-de-final, e a uma vitória caseira, sobre o Otelul, de terminar o grupo C em primeiro lugar.



Um começo de sonho embalou a equipa de Jorge Jesus para o apuramento: da primeira vez que passou o meio-campo com a bola dominada, Witsel libertou Maxi na direita e este deu a Gaitán o espaço para um cruzamento-remate. A bola desviou no pé de Jones e traiu De Gea, gelando os adeptos dos «red devils» e levando ao delírio os cerca de 3 mil torcedores encarnados que fizeram a viagem até Inglaterra.

O Man. United, privado de Rooney, demorou 20 minutos a encontrar-se, com o Benfica a mostrar o melhor futebol nesse período. Só as arrancadas de Nani, claramente o mais inspirado da equipa de Alex Ferguson, aqueceram as bancadas de Old Trafford. O crescimento do United já era patente à passagem da meia hora, quando chegou o golo do empate. De novo um cruzamento de Nani, na esquerda do ataque inglês, mas com Berbatov a beneficiar de uma posição de fora-de-jogo para bater Artur, cabeceando nas costas de Luisão.

O Benfica acusou o golpe e não voltou a ser perigoso até ao intervalo, mas conseguiu gerir a pressão inglesa sem demasiado sofrimento. Adivinhava-se um filme diferente para a segunda parte, e isso confirmou-se com o crescimento do Man. United, alimentado pela energia de Nani e pela mobilidade de Young. Aos 55 minutos, o Benfica sofreu um duro golpe, com uma lesão muscular de Luisão, a tirá-lo do jogo e, quase de certeza, também do «derby».

O Man. United sentiu a fragilidade e carregou, mesmo antes de Jorge Jesus ter tempo para lançar Miguel Vítor em campo. Artur, sempre impecável nas saídas, ia adiando o que começava a parecer inevitável. Já com onze encarnados em campos, surgiu o segundo golpe no moral do Benfica, com Fletcher a aproveitar um cruzamento de Evra para bater Artur, à segunda tentativa.

Temia-se o pior, mas o Benfica teve a sorte do seu lado: dois minutos após o golo, De Gea ofereceu uma bola a Bruno César, que procurou servir Rodrigo. Aimar estava no sítio certo para aproveitar o corte de Ferdinand e fazer um 2-2 que, pelos critérios no confronto directo, já deixava o Benfica na segunda fase. Faltava gerir a meia hora final, algo que os encarnados fizeram de forma competente.

Aimar, lúcido a alimentar os contra-ataques, e Witsel, incansável e extremamente dinâmico na recuperação, foram os símbolos de uma equipa que, bem equilibrada, suportou o assalto final do Man. United. As entradas de Matic e Rúben Amorim ajudaram a estabilizar, e o Benfica pôde festejar, de forma merecida, uma qualificação que, por ser obtida num palco até aqui maldito, vale como um atestado de maioridade.

SHAKHTAR ,0 PORTO,2



O FC Porto foi ganhar (2-0) a Donetsk em jogo da 5.ª e penúltima jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões e deixa a questão do apuramento para o último jogo em casa frente ao Zenit.

Foi uma primeira parte aberta e jogada com velocidade, com oportunidades de golo de parte a parte. O Shakhtar acabou por ser a equipa mais perigosa, com mais remates que levavam a intenção de golo, incluindo o remate de Luiz Adriano ao poste, a grande oportunidade do primeiro tempo.

No entanto, o FC Porto também teve as suas situações perigosas, com destaque para Hulk, que apareceu em frente ao guarda-redes contrário mas viu o seu remate ser interceptado por um defesa ucraniano quando a bola ia no caminho do fundo das redes. Hulk, de resto, foi o melhor elemento portista na primeira parte, um dos únicos a remar contra a maré de futebol atacante dos ucranianos.

Na segunda metade viu-se um FC Porto melhor, mais pressionante, com mais bola e maior domínio do jogo. Por sua vez o Shakhtar baixou o ritmo da primeira parte, pareceu uma equipa cansada e só conseguia incomodar o FC Porto através de rápidos contra-ataques, na maior parte das vezes sem consequências para a defensiva portista.

As oportunidades de golo é que desapareceram quase totalmente nos primeiros 25 minutos da segunda parte. No entanto aos 70 grande oportunidade de golo para o Shakhtar, com nova bola ao poste, desta feita por Fernandinho. Helton quase era surpreendido pelo desvio da bola nas costas de Rolando.

Depois do susto, a bonança. O FC Porto marcou aos 79 minutos por Hulk, de pé direito em frente ao guarda-redes depois de um grande passe de João Moutinho. Estava feito o mais difícil, através de um jogador que foi sempre, ao longo do jogo, o jogador mais perigoso e mais inconformado. Já na compensação o FC Porto acabou com possíveis dúvidas, através de um auto-golo de Rat, pressionado por Varela.

Uma vitória que foi o melhor que podia ter acontecido aos dragões que assim só têm que vencer o Zenit no Dragão para seguir em frente. Uma vitória, nem que seja por 1-0 é suficiente para o FC Porto se juntar ao Benfica nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

1.APOEL 9
2.ZENIT 8
3.PORTO 7
4.SHAKTHAR 2

NA PRÓXIMA E ULTIMA JORNADA

PORTO-ZENIT
APOEL-SNAKTHAR

a 22 de NOVEMBRO, nasceu LEON HIRSZMAN

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Leon Hirszman

Leon Hirszman (Rio de Janeiro, 22 de novembro de 1937 — Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1987), foi um cineasta brasileiro, um dos expoentes do Cinema Novo.


Ainda estudante de Engenharia iniciou suas atividades em cineclubes e ligou-se a Augusto Boal, Gianfrancesco Guarnieri e Oduvaldo Viana Filho. Começou suas atividades cinematográficas junto com sua vigorosa e consistente militância política, no movimento estudantil no Rio de Janeiro, tendo sido um dos fundadores do CPC – Centro Popular de Cultura, da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Foi no CPC que ele realizou sua primeira produção, o curta "Pedreira de São Diogo", um dos cinco episódios do filme "Cinco vezes favela", lançado em 1962. Seu primeiro longa de ficção foi uma adaptação de Nelson Rodrigues, A Falecida, estrelada por Fernanda Montenegro e Ivan Cândido e que já versava sobre um dos temas caros a Leon: a alienação das classes populares.

Documentarista e autor de ficção, em sua obra figuram os documentários Nelson Cavaquinho", "Megalópolis", "Ecologia" e Sexta-feira da Paixão, Sábado de aleluia". Em 1971, ele realiza o longa-metragem "São Bernardo", baseado na história homônima de Graciliano Ramos, que apesar do enorme sucesso de crítica, não conseguiu se transformar em sucesso de público.

Ainda na década de 1970 filmou os importantes documentários "Cantos do trabalho no campo" em 1976, o longa-metragem "Que país é esse? em 1977, "Rio, carnaval da vida em 1978 e realizou o longa "ABC da greve", sobre o movimento operário da região do ABC paulista.

Em 1981, recebeu a consagração de público e crítica e o Leão de Ouro do Festival de Veneza com o filme "Eles não usam black-tie", adaptação da peça teatral de Gianfrancesco Guarnieri, que escreveu com Leon o roteiro e os diálogos do filme. Gianfrancesco Guarnieri também trabalhou como ator no filme fazendo o papel de Otávio, o pai, militante e corajoso, que entra em conflito com o filho Tião (Carlos Alberto Riccelli), dividido entre suas aspirações por uma vida pequeno-burguesa ao lado da noiva Maria (Beth Mendes) e as exigências do movimento grevista. Guarnieri compôs com Fernanda Montenegro (genial no papel de Romana, mulher de Otávio), um dos momentos de maior expressividade do cinema: a cena em que ambos, desolados por causa da ruptura com o filho e pela morte do amigo Bráulio (Milton Gonçalves) se põem a catar feijão.

"Eles não usam black-tie" recebeu outros importantes prêmios como: Grande Prêmio Coral Negro no 3º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano, em 1981; Grande Prêmio do Festival dos Três Continentes e Espiga de Ouro do Festival Internacional de Vallodolid, também em 1981, alem do Prêmio Air France de 1982.

Leon Hirszman teve um papel extremamente importante na afirmação do cinema brasileiro e deixou vários textos onde se pode ler agudas reflexões sobre as condições da produção cinematográfica no Brasil, o mercado nacional e sua respectiva legislação de proteção, a Embrafilme, as correntes de criação cinematográfica e o cinema político.

Leon morreu vítima de AIDS que ele contraiu durante uma transfusão de plasma sanguíneo, depois de quase um ano de tratamento, deixando três filhos: Irma, Maria e João Pedro, uma corajosa companheira, Cláudia Fares Menhem e uma imensa e incurável saudade entre seus muitos amigos, acostumados a receber dele montanhas de afeto e sabedoria.

Filmografia



Bahia de Todos os Sambas (interrompido em 1984) – codireção (com Paulo Cesar Saraceni)
Imagens do Inconsciente (1983-86) – roteiro, baseado em texto de Nise da Silveira, e direção.
Eles não Usam Black-tie (1981) – roteiro (com Gianfrancesco Guarnieri) e direção
ABC da Greve (1979-1990|90) – roteiro e direção
Que País É Este? (1977) – roteiro (com Zuenir Ventura) e direção
Rio, Carnaval da Vida (1977) – roteiro (com Sérgio Cabral) e direção
Partido Alto (1982) – roteiro e direção
Cantos do Trabalho: Cacau (1976) – direção
Cantos do Trabalho: Cana-de-açúcar (1976) – direção
Cantos do Trabalho: Mutirão (1975) – direção
Cinema Brasileiro: Mercado Ocupado (1975-1995|95) – roteiro e direção
Megalópolis (1972) – direção
Ecologia (1972) – direção
São Bernardo (1972) – roteiro e direção
A Vingança dos 12 (1970) – produção executiva
Garota de Ipanema (1967) – roteiro (com Eduardo Coutinho) e direção
A Falecida (1965) – roteiro (com Eduardo Coutinho) e direção
Sexta-feira da Paixão, Sábado de Aleluia (1964) – direção
Nelson Cavaquinho (1964) – direção
Maioria Absoluta (1964) – roteiro e direção
Pedreira de São Diogo (1962) – roteiro e direção
A Mais-Valia Vai Acabar, Seu Edgar (1959-1960|60) – colagem de filmes usada na peça de Oduvaldo Vianna Filho.

segunda-feira, novembro 21, 2011

artistas portugueses - RODRIGO LEÃO

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Rodrigo Leão é um músico português e compositor. Nasceu em Lisboa, em 1964. Tornou-se conhecido nas bandas Sétima Legião e Madredeus.


Foi em 1982 co-fundador dos Sétima Legião e, em 1985, em conjunto com Pedro Ayres Magalhães e Gabriel Gomes, cria os Madredeus.

Suspende temporariamente os Sétima Legião entre 1993 e 1996 devido ao sucesso crescente do seu primeiro álbum a solo e às múltiplas solicitações do seu tempo. Em 1994 abandona definitivamente os Madredeus para se poder dedicar inteiramente à sua carreira a solo e às obras Mysterium (1995, EP) e Theatrum (1996).

A solo começa a explorar a combinação das suas composições clássicas-modernas com formas de canção e instrumentação mais tradicional, com a presença de Lula Pena ou Adriana Calcanhotto, no CD Alma Mater e correspondente digressão. Entre os seus convidados constam-se ainda Sónia Tavares e Nuno Gonçalves dos The Gift, e Rui Reininho dos GNR, que participou na gravação do seu álbum ao vivo intitulado Pasión. Quer o disco Alma Mater quer o próprio músico receberam dois importantes títulos de reconhecimento público, o de Disco do Ano (Prémios DN+) e o de Artista do Ano (Prémios Blitz).

Em 2004 editou Cinema, considerado pelo editor da revista americana Billboard um dos melhores discos editados nesse ano. Neste trabalho participaram Beth Gibbons e Ryuichi Sakamoto, entre outros.

Em 2006 lança um olhar retrospectivo sobre a sua carreira com O Mundo [1993-2006], acrescentando seis canções inéditas.

Em 2007 compõe a banda sonora original da série documental Portugal, Um Retrato Social, dirigida por António Barreto para a RTP.[1] Baseada nos 18 temas do disco, surge a digressão nacional Os Portugueses.

Divide com Sérgio Godinho a responsabilidade da banda sonora da série de televisão Equador,[2] que contém temas originais e temas pertencentes a trabalhos anteriores (Alma Mater, O Mundo [1993-2006], Portugal, Um Retrato Social) ou a sair nesse ano (A Mãe).

Em 2010 dirige um concerto no Museu do Oriente. É lançada uma nova edição de Ave Mundi Luminar, contendo o EP extra In Memoriam.

Discografia
Ave Mundi Luminar (1993) — com Vox Ensemble In Memoriam (2010) — CD extra da edição de 2010 de Ave Mundi Luminar (EP)

Mysterium (1995) — idem (EP)
Theatrum (1996) — idem
Alma Mater (2000)
Pasión (2001) — ao vivo
Cinema (2004)
O Mundo [1993-2006] (2006) — compilação
Portugal, Um Retrato Social (2007) — banda sonora original
A Mãe (2009) — com Cinema Ensemble

Participações
Entre nós e as palavras (1997) — projecto "Os Poetas": música para poesia de Al Berto, Mário Cesariny, António Franco Alexandre, Herberto Helder e Luiza Nero Jorge (restantes compositores: Margarida Araújo, Gabriel Gomes e Francisco Ribeiro)
Equador (2010) — banda sonora original: 9 dos 16 temas (os restantes são de Sérgio Godinho)
Compilações Noites Longas (Sony, 1998) - Promisse (remix de Gabriel Gomes)
Frágil 21 (Sony, 2003) - Mogan
Movimentos Perpétuos (Universal, 2003) - A Janela
Lisboa (Lisboa Records, 2007)- Poema (com Rogério Samora e Gabriel Gomes)

sábado, novembro 19, 2011

TAÇA DE PORTUGAL

.
O BENFICA ELIMINA O NAVAL
1-0, E O PORTO É ELIMINA-
DO PELA ACADEMICA, E
O SPORTING ELIMINA O
BRAGA.





NAVAL-BENFICA....0-1
ACADEMIOA-PORTO..3-0
SPORTING-BRAGA...2-0

quinta-feira, novembro 17, 2011

BRASILEIRÃO - O CORINTHIANS DÁ UM GRANDE PASSO PARA O TÍTULO

.
O VASCO CEDEU UM EMPATE
CONTRA O PALMEIRAS 1-1
ENQUNATO O CORINTHIANS
VENCEU O CEARÁ 1-0.
FLA E FIGUEIRENSE EM
PATAM



35 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
16/11/2011 20:30 (Qua) Internacional-RS 1 x 0 Bahia Beira Rio
16/11/2011 20:30 (Qua) América-MG 2 x 1 Botafogo-RJ Arena do Jacaré
16/11/2011 20:30 (Qua) Atlético-PR 1 x 0 São Paulo Arena da Baixada
16/11/2011 20:30 (Qua) Fluminense 5 x 4 Grêmio Engenhão
16/11/2011 21:50 (Qua) Avaí 0 x 0 Cruzeiro Ressacada
16/11/2011 21:50 (Qua) Ceará 0 x 1 Corinthians Presidente Vargas-CE
16/11/2011 21:50 (Qua) Palmeiras 1 x 1 Vasco Pacaembu

17/11/2011 20:30 (Qui) Flamengo 0 x 0 Figueirense Engenhão
17/11/2011 20:30 (Qui) Atlético-MG 2x1 Coritiba Arena do Jacaré
17/11/2011 20:30 (Qui) Santos 1x1 Atlético-GO Pacaembu


PALMEIRAS, 1 VASCO,1

O Plmeiras trabalhou para o grande rival, o Corinthians, e pode ter-lhe oferecido o título.

. No Pacaembu, a equipe comandada por Luiz Felipe Scolari saiu atrás no marcador, mas buscou o empate por 1 a 1 com o Vasco da Gama e deixou o clube carioca na segunda posição na tabela, dois pontos atrás dos alvinegros do Parque São Jorge.

Os vascaínos, já classificados para a Copa Libertadores da América de 2012 e interessados apenas na conquista nacional, abriram a contagem no Pacaembu aos 4min, com o zagueiro Dedé. Luan deixou tudo igual para os palmeirenses, aproveitando confusão na área depois de escanteio cobrado por Marcos Assunção, aos 19min da etapa final.

O gol de Luan fez com que o Vasco somasse somente um ponto e chegasse aos 62, enquanto o Corinthians, que venceu o Ceará por 1 a 0, pulou para 64 e se tornou líder isolado do Brasileiro. O Palmeiras, que agora não vence há dez partidas, subiu provisoriamente para a 12ª posição, com 43 pontos, mas está a somente seis pontos da zona de rebaixamento.

Ainda ameaçado pela queda à Série B do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras tem compromisso fora de casa no final de semana: os comandados de Felipão enfrentam o Bahia, às 19h (de Brasília) de domingo, em Pituaçu. Um dia antes, mas também às 19h, o Vasco recebe o Avaí, em São Januário.

Ficha técnica

PALMEIRAS 1 x 1 VASCO



Golos
PALMEIRAS:
Luan, aos 19min do 2º tempo
VASCO:
Dedé, aos 4min do 1º tempo

PALMEIRAS: Deola; Cicinho, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Gerley; Marcos Assunção, Márcio Araújo, João Vitor (Chico) e Patrik (Petro Carmona); Ricardo Bueno (Dinei) e Luan
Treinador: Luiz Felipe Scolari

VASCO: Fernando Prass; Fágner, Dedé, Renato Silva e Felipe; Jumar, Felipe Bastos (EX-BENFICA), Nilton, Allan (Diego Rosa) e Diego Souza(EX-BENFICA) (Elton EX-BRAGA)); Éder Luís(EX-BENFICA) (Bernardo)
Treinador: Cristóvão Borges

CEARÁ, 0 CORINTHIANS,1



Peruano salva, Corinthians se isola na ponta e deixa Ceará na degola


O Corinthians deu um passo importante na briga pelo título do Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, o clube do Parque São Jorge derrotou o Ceará por 1 a 0, no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, e se segurou na primeira posição ao fim da 35ª rodada da competição. O herói do encontro e autor do gol solitário foi o meio-campista Cachito Ramírez, que costumeiramente não figurava entre as opções de Tite.

O resultado positivo conquistado no Nordeste faz o Corinthians alcançar os 64 pontos e se isolar na liderança da Série A. O clube comandado por Tite acabou beneficiado pelo empate por 1 a 1 entre o segundo colocado Vasco e o rival Palmeiras. De quebra, por abrir nove pontos em relação ao Botafogo e Flamengo, quinto e sexto classificados, e pela diferença de vitórias, o time paulista praticamente assegurou uma vaga à próxima edição da Copa Libertadores da América. Caso o Flamengo seja derrotado pelo Figueirense nesta quinta, a vaga será concretizada ainda nesta 35ª rodada.

FICHA TÉCNICA

CEARÁ 0 x 1 CORINTHIANS

Gols:

CORINTHIANS: Cachito Ramírez, aos 35min do 2º tempo

CEARÁ: Fernando Henrique; Heleno (Boiadeiro), Fabrício, Daniel Marques e Eusébio; João Marcos, Juca, Michel (Washington) e Thiago Humberto (Leandro Chaves); Felipe Azevedo e Osvaldo.
Técnico: Dimas Filgueiras

CORINTHIANS: Júlio César; Alessandro, Paulo André, Leandro Castán e Fábio Santos; Edenílson, Ralf e Danilo (Ramírez); Willian (Wallace), Emerson e Liedson (Morais).
Técnico: Tite

Cartões Amarelos



CLASSIFICAÇÃO

1° Corinthians 64 35 19
2° Vasco 62 35 17
3° Fluminense 59 35 19
4° Figueirense 57 34 15
5° Flamengo 56 34 14
6° Botafogo-RJ 55 35 16
7° Internacional-RS 54 35 14
8° São Paulo 53 35 14
9° Santos 52 35 16
10° Coritiba 51 34 14