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segunda-feira, janeiro 30, 2012

SÃO CARLOS , ESTADO DE SÃO PAULO

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São Carlos (São Paulo)



São Carlos (a partir de cima, esquerda): Catedral de São Carlos, UFSCar, P-47D Thunderbolt e Demoiselle 22 (do Museu Asas de um Sonho), Estação Ferroviária de São Carlos, Parque da Chaminé, Escola Álvaro Guião e um panorama da cidade.


Distância até a capital
231 km[2]

São Carlos é um município brasileiro localizado no interior do estado de São Paulo, próximo de seu centro geográfico, e a uma distância rodoviária de 231 quilômetros da capital paulista. Com uma população recenseada em 221.936 habitantes (IBGE/2010), distribuídos em uma área total de 1.141 km², é a 13.ª maior cidade do interior do estado em número de residentes.



A cidade é um importante centro regional industrial , com a economia fundamentada em atividades industriais e na agropecuária (neste setor, destaca-se a produção de cana-de-açúcar, laranja, leite e frango). Servida por vários sistemas rodoviário e ferroviário, São Carlos conta com uma unidade comercial da multinacional Suíça Leica-Geosystems e com unidades de produção de algumas empresas multinacionais, dentre as quais a Volkswagen , Faber-Castell (a subsidiária são-carlense é a maior do grupo em todo o mundo, produzindo 1,5 bilhão de lápis por ano) , Electrolux Tecumseh e Husqvarna . Algumas unidades de produção de empresas nacionais, dentre as quais Toalhas São Carlos , Tapetes São Carlos , Papel São Carlos , Prominas Brasil Opto Eletrônica e Latina .

Atendendo às necessidades locais, e, em certos aspectos, regionais, há uma rede de comércio e serviços distribuída em lojas de rua, postos de conveniência e um shopping center da rede Iguatemi. No campo de pesquisas, além das universidades, estão presentes no município dois centros de desenvolvimento técnico da Embrapa.

Os dois campi da Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e o Instituto Federal de São Paulo (IFSP), além de outras duas instituições de ensino superior particulares, o Centro Universitário Central Paulista (UNICEP) e as Faculdades Integradas de São Carlos (FADISC), tornam intensa a atividade universitária no município, que conta com uma população flutuante de mais de vinte mil graduandos e pós-graduandos , boa parte atraída de outras cidades e estados.


Conde do Pinhal, um dos fundadores de São Carlos.
São Carlos foi fundado na segunda metade da década de 1850, por iniciativas de Antônio Carlos de Arruda Botelho (Conde do Pinhal) e Jesuíno José Soares de Arruda.

A data histórica de fundação é o dia 4 de novembro de 1857, dia de São Carlos Borromeu, padroeiro da cidade.

Em 1865, o povoado tornou-se vila, com o nome de São Carlos do Pinhal, e em 1880 foi elevada a cidade, desmembrando-se de Araraquara.

Sua denominação foi reduzida de São Carlos do Pinhal a São Carlos no ano de 1908 .

A cidade é conhecida pelo nome de "Cidade do Clima", devido ao clima seco e ameno. Hoje é conhecida como a "Capital da Tecnologia" .

Cidadãos Ilustres

Destacam-se: O humorista Ronald Golias (1929-2005), um dos pioneiros da televisão brasileira, o cantor Pardinho (1932-2001), da dupla Tião Carreiro & Pardinho e Diego Pila, conhecido na cidade como "Simprão", o único ainda vivo, mas que deixou a cidade para tentar a vida em grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro.

Grupos étnicos

Mais da metade da população é descendente de italianos, tanto que a cidade era conhecida na Itália como "Piccola Italia" . O restante é composta principalmente por descendentes de espanhóis, sírio-libaneses, portugueses, africanos, alemães, e japoneses, embora muitos tenham origem mista.

Etnias

O município, juntamente com Araraquara e outras 25 cidades, integra a Região Administrativa Central do estado, compreendendo uma população de cerca de um milhão de habitantes.
A cidade possui dois distritos: Santa Eudóxia fundada em 1933, ao nordeste, e Água Vermelha criada em 1948, ao norte do distrito-sede; e os sub-distritos: Ana Prado criado em 1959 e recriado como Bela Vista São-carlense em 1981, ao oeste, e Vila Nery criado em 1981, a leste do distrito-sede; estes dois últimos são conurbados com o distrito-sede. Atualmente o município está próximo de se conurbar com Ibaté.
O município possui uma área total de 1.141 km², sendo 67,25 km² de área urbana.
Limites de coordenadas: 37º Rumo nordeste
47º30´ e 48º30´ Longitude Oeste
21º30´ e 22º30´ Latitude Sul

Limites geográficos: Norte: Rincão 58 km, Luís Antônio 90 km, Santa Lúcia 52 km.
Sul: Ribeirão Bonito 33 km, Brotas 60 km, Itirapina 27 km.
Leste: Descalvado 35 km, Analândia 41 km.
Oeste: Ibaté 15 km, Araraquara 45 km, Américo Brasiliense 52 km

CARIOCÃo - 2ª.rodaDA

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VASCO E FLU SÓ COM
VITÓRIAS


Bonsucesso 3 x 1 Madureira
Macaé 0 x 0 Flamengo>
Friburguense 2 x 1 Bangu
Volta Redonda 0 x 3 Fluminense>
Resende 3 x 2 Olaria
Americano 1 x 1 Boavista
Caxias 1 x 3 Vasco>
Nova Iguaçu 0 x 0 Botafogo>

MACAÉ, 0 FLAMENGO ,0


DUQUE DE CAXIAS, 1 VASCO,3



Ficha técnica

DUQUE DE CAXIAS 1 x 3 VASCO

Gols
DUQUE DE CAXIAS:
Gilcimar, aos 9min do segundo tempo

VASCO:
uninho Pernambucano, aos 27min do primeiro tempo; Alecsandro, aos 13min do segundo tempo; Diego Souza, aos 27min do segundo tempo

DUQUE DE CAXIAS: Fernando; Arilson, Paulão (Carlos Alberto), Daniel Melo e Rodrigues; Fábio Aguiar, Romário, Juninho (Michéel) e Rafael Augusto; Gilcimar e Jefinho (Jorge Fellipe)
Treinador: Mário Marques

VASCO: Fernanrdo Prass; Fagner, Dedé, Rodolfo e Thiago Feltri; Nilton, Fellipe Bastos, Allan (Bernardo) e Juninho Pernambucano (Eduardo Costa); Diego Souza (Willian Barbio) e Alecsandro
Treinador: Cristovão Borges

domingo, janeiro 29, 2012

bandas portugasuesas - OS MACACOS DO CHINÊS

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Membros
Alexandre Talhinhas a.k.a. Alx
André Pinheiro a.k.a. Apache
Miguel Pité a.k.a. Skillaz
Tiago Morna
Biografia



Macacos do Chinês são Alexandre Talhinhas a.k.a. Alx - Guitarra e voz-, André Pinheiro a.k.a. Apache – Programações, baixo, teclas e sopro, Miguel Pité a.k.a. Skillaz – Vocalista/Mc e letras, Tiago Morna composições e guitarra Portuguesa.
São um colectivo dinâmico, que retrata e faz parte da cultura urbana num Portugal moderno, atento às novas tendências e em contacto com o resto do Mundo. Com in...

anadiasborges@gmail.com

quinta-feira, janeiro 26, 2012

preliminares

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A professora divide a turma em dois grupos e decide fazer um jogo com perguntas.

O primeiro grupo a chegar aos 6 ganha um chocolate.
Para que Joãozinho não lhe 'encha' a paciência, ela coloca-o no grupo dos mais inteligentes.

Assim nem tem tempo para dar aquelas respostas idiotas.
Vendo isso, ele diz para o outro grupo:
-Nós vamos arrasar-vos, cambada de idiotas!!!!!!

Começa o jogo...

- Quem descobriu a América?
O grupo de Joãozinho responde de imediato:
- CRISTÓVÃO COLOMBO!
E o Joãozinho grita:
- Eu não disse? Bando de orelhudos, 1 a 0!!!
A Professora repreende-o:
- Está calado Joãozinho!!!

Segunda pergunta:
- Que idioma se fala em Espanha?
O grupo de Joãozinho responde:
- ESPANHOL!!!!
E Joãozinho grita de novo:
- Viram só? Seus atrasados, 2 a 0!
A Professora repreende-o:
- Cala-te Joãozinhooo!!!

Terceira pergunta.
- Como chegou Cristóvão Colombo à América?
O grupo de Joãozinho responde:
- DE CARAVELA.
Joãozinho, cheio de emoção, logo de seguida:
- Eu bem avisei, seus sacos de merda, 3 a 0!!!

A professora, irritada, grita:
- Joãozinho!!! LEVANTA E SAI FORA!!!
Joãozinho responde de imediato:
- O PÉNIS 'stôra'! Que show, 4 a 0 seus bananas!! !

A professora indignada volta a gritar:
- Joãozinho, SAI E NÃO VOLTA MAIS!!!!!
Joãozinho feliz da vida responde ainda mais rápido:
- A MERDA, A MERDA, professora! Hahaha, foderam-se! 5 a 0!!!

A professora, não aguentando mais, grita:
- Joãozinho, SAI E SÓ VOLTA DENTRO DE UM MÊS!!!
Joãozinho, excitadíssimo, responde aos saltos:
- A MENSTRUAÇÃO!!! PUTA QUE OS PARIU, 6 a 0!
GANHAAAAAMOOOOSSS !!!

quarta-feira, janeiro 25, 2012

EUSÉBIO FAZ HOJE 70 ANOS

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O MELHOR JOGADOR DE SEMPRE
DO FUTEBOL PORTUGUÊS FAZ
HOJE 70 ANOS.

A sua impressionante capacidade de decidir jogos com golos e arrancadas impossíveis de travar, e a sua humildade em campo, merecm o nosso aplauso



Eusébio nunca simulou um penalty, sempre pediu desculpa por alguma entrada m,ais dura, nunca reagiu mal às multiplas cargas que sofreu ao longo da sua brilhante carreira.

terça-feira, janeiro 24, 2012

HISTÓRIA DO BRASIL - QUINTINO BOCAIUVA

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Quintino Bocaiuva


Quintino Antônio Ferreira de Sousa Bocaiuva (Itaguaí, 4 de dezembro de 1836 — Rio de Janeiro, 11 de junho de 1912) foi um jornalista e político brasileiro, conhecido por sua atuação no processo da Proclamação da República. Como político, foi o primeiro ministro das relações exteriores da República, de 1889 a 1891, e presidente do estado do Rio de Janeiro, de 1900 a 1903.


Em 1850 mudou-se para a cidade de São Paulo, iniciando a vida profissional como tipógrafo e revisor. Preparando-se para cursar Direito, foi forçado a abandonar os estudos por falta de recursos. Nesta fase, colaborou no jornal Acaiaba (1851), quando adotou o nome Bocaiuva (nome comum a duas espécies nativas de palmeira), para afirmar o nativismo.

Defensor ardoroso das ideias republicanas, de volta à cidade do Rio de Janeiro trabalhou no jornal Diário do Rio de Janeiro (1854) e Correio Mercantil (1860-1864), vindo a ser o redator do Manifesto Republicano, que veio a público em 3 de Dezembro de 1870, na primeira edição do A República, e em cujas páginas escreveu até o encerramento, em 1874, quando fundou o jornal O Globo (1874-1883). Em 1884 fundou O Paiz, que exerceu grande influência na campanha republicana.

Maçom, iniciado na Loja Amizade (São Paulo, 1861), era contrário às ideias positivistas. Polemista de discurso agressivo e lógico, no Congresso Republicano (São Paulo, Maio de 1889) prevaleceu a tese de uma campanha doutrinária pela imprensa para o advento gradual da República.

Papel na proclamação da República

Quintino Bocaiuva.
A aproximação de personalidades civis (chamados de casacas) e militares descontentes com o regime monárquico (especificamente junto a Benjamin Constant Botelho de Magalhães e ao Marechal Deodoro da Fonseca), foi decisiva nos acontecimentos que levaram à deposição do Imperador e à Proclamação da República Brasileira (1889).

Foi o único civil a cavalgar, ao lado de Benjamin Constant e do Marechal Deodoro da Fonseca, com as tropas que se dirigiram ao quartel-general do Exército brasileiro, na manhã de 15 de Novembro, quando da proclamação da República.

Atuação como político

Com esta, participou do Governo Provisório, assumindo a pasta das Relações Exteriores. Nessa qualidade, negociou e assinou o Tratado de Montevidéu (25 de janeiro de 1890) visando solucionar a Questão de Palmas, entre o Brasil e a Argentina. Considerando que o diplomata extrapolou quanto à concessão territorial para a conclusão das negociações, o Congresso Nacional do Brasil rejeitou os termos do Tratado (1891) e Bocaiuva deixou a pasta para continuar como Senador pelo Estado do Rio de Janeiro na Assembleia Nacional Constituinte. Permaneceu no cargo até à votação da Constituição (24 de Fevereiro de 1891), renunciando ao mandato para retornar ao jornalismo, à frente de O Paiz. Pela atuação na imprensa, foi cognominado, pelos contemporâneos como o "príncipe dos jornalistas brasileiros".

Em 1899 foi reeleito Senador, sendo subsequentemente escolhido para o governo do Estado do Rio de Janeiro (1900-1903). De 1901 a 1904, na Maçonaria, ocupou o Grão-Mestrado do Grande Oriente do Brasil, posto mais elevado na hierarquia da Ordem. Em 1909 retornou ao Senado, tendo exercido o cargo de vice-presidente de 1909 a 1912. Nessa função, apoiou a candidatura do Marechal Hermes da Fonseca à presidência da República (1910) e, nesse mesmo ano, ocupou a presidência do Partido Republicano Conservador do caudilho gaúcho José Gomes Pinheiro Machado.

Quintino Bocaiuva faleceu no bairro do Rio de Janeiro onde morava, e que hoje, em homenagem, leva o nome: Quintino Bocaiuva.

segunda-feira, janeiro 23, 2012

"A BUNDA, QUE ENGRAÇADA" de DRUMMOND DE ANDRADE

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A BUNDA É A MANIA NACIONAL
DPS BRASILEIROS E...DOS
PORTUGUESES..

DRUMOND DE ANDRADE entusiasta , pegou numa caneta e papel e escreveu este poema sobre a bunda



A bunda que engraçada
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A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica.
Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.
Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora - murmura a bunda - esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar.
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A bunda são duas luas gêmeas
em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente.
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A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem. Ondas batendo
numa praia infinita.
.
Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar.
Esferas harmoniosas sobre o caos.
.
A bunda é a bunda,
rebunda.

liga portuguesa

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PORTO E BENFICA VENCEM PELO
MESMO SCORE 3-1


PORTO.3GUIMARÃES,1



BENFICA,3 GIL VICENTE,1

preliminares

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dcascasdv

domingo, janeiro 22, 2012

PAULISTÃO

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O CORINTHIANS ENTROU VENCENDO



Ituano 3 x 0 Guaratinguetá
Corinthians 2 x 1 Mirassol
Portuguesa 0 x 2 Paulista
XV de Piracicaba 1 x 1 Santos>
Guarani 2 x 1 Oeste
Comercial-SP 3 x 4 Linense
Bragantino 1 x 2 Palmeiras>
São Paulo 4 x 0 Botafogo-SP>

TOM "CYBER" JOBIM

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a modernidade e
tiom jobim

TOM "CYBER" JOBIM
..
Se Tom Jobim usasse o Windows...

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É pau
É vírus
É o fim do programa
É um erro fatal
O começo do drama.
É o turbo Pascal
Diz que falta um login
Não me mostra onde é
E já trava no fim.
É dois, é três, é um 486
É comando ilegal
Essa m.... bloqueia
É um erro e trava
É um disco mordido
HD estragado
Ai meu Deus tô ......
São as barras de espaço
Exibindo um borrão
É a promessa de vídeo
Escondendo um trojão
É o computador
Me fazendo de otário
Não compila o programa
Salva só o comentário.
É ping, é pong
O meu micro me chuta
O scan não retira
O Windows não entra
E nem volta pro DOS
Não funciona o reset
Me detona a voz
É abort, é retry
Disco mal formatado
PCTools não resolve
Norton trava o teclado
É impressora sem tinta
Engolindo o papel
Meu trabalho de dias
Foi cuspido pro céu!...

sábado, janeiro 21, 2012

CARIOCÃO - 1^ª.RODADA

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COMEÇOU HOJE O CARIOCÃO
COM O FLAMENGO,O VASCO E O
FLUMINENSE A VENCEREM




Olaria 0 x 1 Nova Iguaçu
Madureira 1 x 0 Macaé
Fluminense 3 x 0 Friburguense
Vasco 2-0 Americacano
Flasmengo 4 - 0 Bonsucesso,0



Fla usa reservas e atropela Bonsucesso com dois gols de Jael

21Jael foi o destaque da vitória do Flamengo no Engenhão

Neste sábado, no Engenhão, a equipe B do rubro-negro goleou o Bonsucesso por 4 a 0, com grande atuação de Jael.

O centroavante assumiu o comando do ataque do Flamengo e fez dois gols, ambos no primeiro tempo. Depois do intervalo, os jovens Camacho e Adryan deixaram suas marcas. Além de Jael, o time rubro-negro contou com outros jogadores experientes, como o volante Maldonado e o meia Bottinelli.

O Flamengo faz parte do Grupo A da Taça Guanabara, junto com o rival Botafogo. O time rubro-negro volta a campo pelo Estadual no próximo sábado, às 17h, fora de casa, contra o Macaé.

VASCO, 2 AMERICANO,0



Vasco estreia com vitória por 2 a 0 sobre o Americano

Jogando no Estádio Moacyrzão, em Macaé, o Vasco estreou no Campeonato Carioca de 2012 com o pé direito ao bater por 2 a 0 o Americano de Campos, neste domingo. Alecsandro e Fagner foram os autores dos gols vascaínos.

O Gigante da Colina foi superior em quase toda a partida, mas acabou prejudicado na metade da segunda etapa após expulsão do jovem atacante Jonathan. Mesmo assim, conseguiu começar a competição com um resultado positivo.

Com o resultado, o Vasco lidera o grupo B da Taça Guanabara ao lado de Fluminense e Boavista, todos com três pontos. Já o Americano permanece sem pontuar, assim como Duque de Caxias e Friburguense.

Na segunda rodada, o Vasco jogará novamente na cidade de Macaé, onde irá encarar o Duque de Caxias, no próximo domingo. Já o Americano, que atuará no Godofredo Cruz, terá pela frente o Boavista.


O

PORTUGAL E BRASIL juntos no 4º.ENCONTRO DA EN-RED- REDE INTERNACIONAL DE MUNICIPIOS

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Brasil recebe 4º Encontro enREDE



De 26 e 29 de janeiro realiza-se o IV Encontro da Rede Internacional de Municípios pela Cultura (enRede), com o tema “De Sol a Sol”, nos municípios brasileiros de Itabira e São Gonçalo do Rio Abaixo.

Durante os quatro dias, as cidades de Itabira e São Gonçalo do Rio Abaixo serão o ponto de interseção mundial entre culturas de diversas cidades de diferentes países, recebendo gestores, artistas e produtores culturais para o intercâmbio cultural.

Coincidindo com a iniciativa, a enREDE tem uma nova página web onde pode encontrar informação atualizada dos municípios membros, fotos,vídeos e informação das várias atividades da rede, em www.enrede.org

sexta-feira, janeiro 20, 2012

escritores brasileiros - ADONIAS FILHO

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Otto Lara Resende


Otto de Oliveira Lara Resende (São João del-Rei, 1 de maio de 1922 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1992) foi um jornalista e escritor brasileiro. Otto é pai do economista André Lara Resende. Seu pai, Antônio de Lara Resende, era professor, gramático e memorialista, e foi casado com Maria Julieta de Oliveira, com quem teve 20 filhos, dos quais Otto era o quarto.
Biografia

Começou a lecionar francês aos 14 anos. Aos dezoito anos começou a trabalhar como jornalista no periódico O Diário, de Belo Horizonte. Dai por diante nunca mais deixou de ser jornalista, tendo chegado a editar o suplemento literário do Diário de Minas. No Rio de Janeiro trabalhou no Diário de Notícias, em O Globo, Diário Carioca, Correio da Manhã, Última Hora, revista Manchete, Jornal do Brasil e TV Globo.

Em 1957, a Editora José Olympio publicou seu segundo livro de contos, Boca do Inferno.

Fundou com Rubem Braga e Fernando Sabino, entre outros amigos, a Editora do Autor. Lá publicou O retrato na gaveta (1962) e O braço direito (1963). Em 1964 escreveu A cilada, um conto sobre a avareza, no livro Os sete pecados capitais, publicado pela Editora Civilização Brasileira, e do qual participaram também Guimarães Rosa (soberba), Carlos Heitor Cony (luxúria), Mário Donato (ira), Guilherme Figueiredo (gula), José Condé (inveja) e Lygia Fagundes Telles (preguiça).

Em 1967 estreou seu programa O pequeno mundo de Otto Lara Resende, na TV Globo, uma participação diária de 60 segundos durante a qual falava sobre os acontecimento do dia.

Na época de sua morte, trabalhava como cronista para o jornal Folha de S. Paulo.

Academia Brasileira de Letras

Em 3 de julho de 1979 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, na cadeira 39, vaga com a morte de Elmano Cardim.

Obras
O lado humano (contos, 1952)
Boca do inferno (contos, 1957 e 1998)
O retrato na gaveta (contos, 1962)
O braço direito (romance, 1964)
A cilada (conto, 1965, publicado em "Os sete pecados capitais)
As pompas do mundo (contos, 1975)
O elo partido e outras histórias (contos, 1991)
Bom dia para nascer (Crônicas na Folha de S. Paulo, 1993)
O príncipe e o sabiá e outros perfis (História, 1994)
A testemunha silenciosa (novelas, 1995).

quinta-feira, janeiro 19, 2012

TAGUATINGA - TOCATINS

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Taguatinga (Tocantins)


Arraias-Tocantins, Aurora do Tocantins-Tocantins, Ponte Alta do Bom Jesus-Tocantins e Luíz Eduardo Magalhãs-Bahia


Taguatinga é um município do estado do Tocantins, no Brasil.

Antes da chegada dos europeus ao continente americano, a porção central do Brasil era ocupada por indígenas do tronco linguístico macro-jê, como os acroás, os xacriabás, os xavantes, os caiapós, os javaés etc.[6]

A partir do século XVIII, a região sudeste do atual estado de Tocantins foi colonizada por bandeirantes, aventureiros e missionários religiosos, que ali fundaram diversas cidades, detentoras, atualmente, de importante património histórico. A catequese de índios e a utilização da mão de obra escrava caracterizaram a colonização.

A cidade de Taguatinga, especificamente, teve a sua origem na Fazenda Brejo, no século XVIII. Em 1855, o povoado foi elevado à condição de vila. A comarca de Taguatinga só foi criada em 1918, com sede na Vila de Santa Maria de Taguatinga. Enfim, em 1948, foi criado o município de Taguatinga. O nome é derivado da palavra tabatinga, um barro branco que os antigos moradores usavam para caiar as paredes das casas, muito comum na região. A "terra das palmeiras", como é conhecida Taguatinga, ainda conserva seus casarões do século XIX.

[editar] Geografia

Localiza-se a uma latitude 12º24'14" sul e a uma longitude 46º26'10" oeste, estando a uma altitude de 634 metros, por causa deste fato, a cidade possui um clima mais ameno, relativamente frio para os parâmetros do Tocantins. Sua população é de 14 528 habitantes e possui uma área de 2 446,81 quilômetros quadrados (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2008).

Turismo

As belezas naturais são também marcas de Taguatinga. O município localiza-se em uma região montanhosa, de serras e morros com inúmeros rios de águas cristalinas, com quedas d'água de rara beleza, portal de entrada para o Tocantins dos estados de Goiás e Bahia. Todos os anos, a cidade recebe turistas atraídos pelas belezas naturais do município, como a Cachoeira do Registro, as grutas e as serras.

O caminho que segue para a Cachoeira do Registro exibe um cerrado exuberante, cercado por serras imponentes. Chegando à cachoeira, o turista se depara com uma área preservada. No descer das águas da cachoeira, outro espetáculo é o voar em círculos das andorinhas, que fazem uma espécie de balé. O lugar também é a morada das araras azuis. Na tranqüilidade do cenário, é possível ver várias delas voando ou cantando nos galhos das árvores retorcidas do cerrado.

Na divisa com a cidade de Aurora do Tocantins, a atração é o Rio Azuis. Dois olhos d´água que brotam num barranco e formam um lago com águas azuis-esverdeadas e que forma o menor rio do Brasil. Com apenas 147 metros, o rio Azuis deságua no Rio Sobrado.

Outra marca do município de Taguatinga, é a religiosidade do seu povo. Todos os anos, a cidade se prepara para os festejos de Nossa Senhora D'Abadia. São dez dias de extensa programação religiosa e cultural. Os preparativos são intensos e envolvem cerca de 150 pessoas e gastos que giram em torno de 150 000 reais. As Cavalhadas são o centro dos festejos.

Única cidade do Tocantins que preserva a tradição trazida por portugueses e espanhóis, Taguatinga encena a batalha das cavalhadas desde o início do século passado, apesar de algumas vezes interrompida, a tradição é responsável por atrair de milhares de turistas, vindos de várias cidades da região e também de Palmas, a capital do estado; cidades de Goiás, Bahia, Mato Grosso e também da capital federal

quarta-feira, janeiro 18, 2012

bandas prtuguesas - PEDRO MESTRE & CAMPANIÇA TRIO

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O grupo recem formado em Castro Verde, Baixo Alentejo, liderado por PEDRO MESTRE, tocador e construtor de violas campaniças, da Aldeia da Sete, e por Marcioo Isidro e David Pereira, apresentaram-se em estreia na RTP1, com o êxito que aqui se mostra

terça-feira, janeiro 17, 2012

cantoras brasileiras - MAYSA MATARAZZO

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MAYSA MATARAZZO

Maysa Figueira Monjardim, mais conhecida como Maysa Matarazzo ou simplesmente Maysa (São Paulo) ou Rio de Janeiro, 6 de junho de 1936 — Niterói, 22 de janeiro de 1977), foi uma cantora, compositora e atriz brasileira. Ao longo da sua carreira imortalizou uma discografia com mais de 25 títulos. Cristalizou uma das mais sensíveis obras da Música Popular Brasileira.

Biografia

Segundo algumas fontes, Maysa teria nascido na capital paulista, numa tradicional família do estado do Espírito Santo que logo se mudou para o Rio de Janeiro. Outras fontes, porém, afirmam que seu nascimento foi mesmo no Rio. Da capital paulista ou do Rio, é certo, no entanto, que em 1947 a família transferiu-se para Bauru, no interior paulista. Logo depois, mudaram-se novamente para a capital. Mesmo fixada em São Paulo, a família ainda mudaria de endereço várias vezes.

Maysa era neta do barão de Monjardim, que foi presidente da província do Espírito Santo por cinco vezes. Estudou no tradicional colégio paulistano Assunção e no Sacré-Cœur de Marie, em São Paulo.[9] As férias eram passadas em Vitória, onde reencontrava os tios e primos.

Casou-se aos dezessete anos com o empresário André Matarazzo, dezessete anos mais velho, amigo de seus pais, e membro do ramo ítalo-brasileiro da família Matarazzo, de cuja união nasceu Jayme Monjardim Matarazzo, diretor de cinema e telenovelas.

Desquitou-se do marido em 1957, pois ele se opôs à carreira musical. Maysa teve vários relacionamentos amorosos, entre eles, com o compositor Ronaldo Bôscoli, o empresário espanhol Miguel Azanza, o ator Carlos Alberto, o maestro Julio Medaglia, entre vários outros. Ao assumir o relacionamento com Miguel Azanza em 1963, Maysa estabeleceu residência na Espanha onde morou durante anos com o marido e o filho. Só retornou definitivamente ao Brasil em 1969. Na década de 70, Maysa se aventuraria pelo mundo das telenovelas e do teatro participando de produções como O Cafona, Bel-Ami e o espetáculo Woyzeck de George Büchner. Em 1977, um trágico acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói encerrava a carreira e o brilho da estrela, que foi um dos maiores nomes da música popular brasileira.[10]

Últimos Momentos

Vivendo isolada na casa de praia em Maricá, desde 1972, para onde ia todo o fim de semana, Maysa morreu a caminho da mesma casa de praia em Maricá, enquanto dirigia a “Brasília azul” em alta velocidade, no dia 22 de Janeiro de 1977, por volta das 5 horas da tarde, na Ponte Rio-Niterói. O efeito de anfetaminas somado à ingestão excessiva de álcool e ao cansaço físico e psicológico que a cantora vinha sofrendo teriam provocado o fatídico acidente. Porém, a conclusão dos laudos periciais mostrou que no momento do acidente ela estava completamente sóbria, não havia resquícios de álcool em seu organismo.

Em uma de suas últimas anotações, registrou:

Hoje é novembro de 1976, sou viúva, tenho 40 anos, 20 de carreira e sou uma mulher só. O que dirá o futuro?
Estilo Musical

As composições e as canções foram escolhidas de maneira a formar um repertório sob medida para o seu timbre, que não era o de uma voz vulgar, pelo contrário, possuía um viés melancólico e triste, que se tornou emblemático do gênero fossa ou samba-canção. Ao lado de Maysa, destacam-se Nora Ney, Ângela Maria e Dolores Duran. O gênero, comparado ao bolero, pela exaltação do tema amor-romântico ou pelo sofrimento de um amor não realizado, foi chamado também de dor-de-cotovelo. O samba-canção (surgido na década de 1930) antecedeu o movimento da bossa nova (surgido ao final da década de 1950, em 1958), com o qual Maysa também se identificou. Mas este último representou um refinamento e uma maior leveza nas melodias e interpretações em detrimento do drama e das melodias ressentidas, da dor-de-cotovelo. O legado de Maysa, ainda que aponte para dívidas históricas com a bossa, é o de uma cantora de voz mais arrastada do que as intérpretes da bossa e por isso aproxima-se antes do bolero.

Contemporânea da compositora e cantora Dolores Duran, Maysa compôs 30 canções, numa época em que havia poucas mulheres nessa atividade. Maysa interpretava de maneira muito singular, personalista, com toda a voz, sentimento e expressão, sendo um dos maiores nomes da canção intimista. Um canto gutural, ensejando momentos de solidão e de grande expressão afetiva. Um dos momentos antológicos desta caracterização dramática foi a apresentação, em 1974, de Chão de Estrelas (Sílvio Caldas e Orestes Barbosa), e de Ne Me Quitte Pas (10 de junho de 1976), tendo sido apresentadas em duas edições do programa Fantástico da Rede Globo.

Todo este característico Estilo Maysa, influenciou ao menos meia dúzia de sua geração, e principalmente a geração posterior a sua. Este Estilo Maysa se tornou notável em cantores e compositores, como: Ângela Rô Rô, Leila Pinheiro, Fafá de Belém, Simone e também Cazuza e Renato Russo.

Celebrizaram-se as canções: Ouça, Meu Mundo Caiu, Tarde Triste, Resposta, Adeus, Felicidade Infeliz, Diplomacia e O Que? (todas de sua autoria) e mais: Ne Me Quitte Pas, Chão de Estrelas, Dindi, Por Causa de Você, Se Todos Fossem Iguais a Você, Eu Sei Que Vou Te Amar, Franqueza, Eu Não Existo Sem Você, Suas Mãos, Bouquet de Izabel, Bronzes e Cristais, Bom Dia Tristeza, Noite de Paz, Castigo, Fim de Caso, O Barquinho, Fim de Noite, Meditação, Alguém me Disse, Cantiga de Quem Está Só, A Felicidade, Manhã de Carnaval, Hino ao Amor (L'Hymne a L'Amour), Demais, Preciso Aprender a Ser Só, Canto de Ossanha, Tristeza, As Mesmas Histórias, Dia das Rosas, Se Você Pensa, Pra Quem Não Quiser Ouvir Meu Canto, Light My Fire, Chuvas de Verão, Bonita, As Praias Desertas, Bloco da Solidão, Tema de Simone e Morrer de Amor.

Discografia

Álbuns de estúdio
Convite para ouvir Maysa (1956)
Maysa (1957)
Convite para ouvir Maysa n. 2 (1958)
Convite para ouvir Maysa n. 3 (1958)
Convite para ouvir Maysa n. 4 (1959)
Maysa É Maysa... É Maysa... É Maysa (1959)
Voltei (1960)
Maysa Canta Sucessos (1960)
Maysa Sings Songs Before Dawn (1961)
Maysa, Amor... E Maysa (1961)
Barquinho (1961)
Canção do Amor Mais Triste (1962)
Maysa (1964)
Maysa (1966)
Maysa (1969)
Canecão Apresenta Maysa (1969)
Ando Só Numa Multidão de Amores (1970)
Maysa (1974)


[editar] EP's
Maysa (1959) (1959)
Favela (1962)
Maysa (1963) (1963)
Dia das Rosas (1966)
Reza (1968)
Ave Maria dos Retirantes (1969)

[ Compactos simples
Esse Nosso Olhar (1959)
Ad Ogni Costo (1967)
Et Maintenant (1968)
Pálida Ausência (1968)
San Juanito (1969)
Love Story (1971)
Tema de Simone (1971)
Palavras, Palavras (1972)
Tema de Bravo! (1975)

Participações
Rio - Cidade Maravilhosa (1960)
Irmãos Coragem (1970) Trilha sonora da telenovela da Rede Globo.
Bandeira 2 (1971) Trilha sonora da telenovela da Rede Globo.

Coletâneas
Os Grandes Sucessos de Maysa (1959)
A Música de Maysa (1960)
Ternura... É Maysa (1965)
Canecão Apresenta Maysa (1969)
Dois na Fossa - Maysa & Tito Madi (1975)
Para Sempre Maysa (1977)
Bom É Querer Bem (1978)
Retrospecto vol. 3 (1979)
Convite para ouvir Maysa (1988)
Maysa Por Ela Mesma (1991)
Tom Jobim por Maysa (1993)
Maysa (1996)
Bossa Nova por Maysa (1997)
Simplesmente Maysa (2000)
Quatro em Um - Volume 13 (2001)
Retratos - Maysa (2004)
Novo Millennium (2005)
Maysa - Quando Fala o Coração (2009)

Televisão
O Cafona...Simone (1971)
Bel-Ami...Márica (1971)

segunda-feira, janeiro 16, 2012

cinema brasileiro - AS MÃES DE FRANCISCO XAVIER

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Ruth (Via Negromonte) tem um filho adolescente, que enfrenta problemas com drogas. Elisa (Vanessa Gerbelli) tenta compensar a ausência do marido dando atenção total ao filho, Theo (Gabriel Pontes). Lara (Tainá Muller) é uma professora, que enfrenta o dilema de uma gravidez indesejada. Estas três mulheres se encontram quando, cada um por um motivo particular, resolvem procurar a ajuda do médium Chico Xavier (Nelson Xavier).

FICHA TÉCNICA
Direção: Glauber Filho e Halder Gomes
Roteiro: Glauber Filho e Emmanuel Nogueira, baseado no livro de Marcel Souto Maior
Produtor: Luiz Eduardo Girão
Ano: 2011
Gênero: Drama
Duração: 108’

ELENCO
Nelson Xavier (Chico Xavier)
Caio Blat (Karl)
Gustavo Falcão (Santiago)
Vanessa Gerbelli (Elisa)
Via Negromonte (Ruth)
Tainá Muller (Lara)
Paulo Goulart Filho (Cassiano)
Neuza Borges (Governanta)
Gabriel Pontes (Theo)
Joelson Medeiros (Guilherme)
Daniel Dias (Raul)
Herson Capri (Mário)

domingo, janeiro 15, 2012

liga portuguesa

O BENFICA VENCEU O SETUBAL (4-1)
E É O CAMPEÃO DA 1ª.TURNO.
O PORTO VENCEU O RIO AVE (2-0)



O Benfica com venceu facilmente o Setubal e é campeão de INVERNO

Apesar do susto inicial, uma vez que o V. Setúbal marcou primeiro, num lance infeliz para Luisão, o Benfica cumpriu o objetivo e venceu por 4-1. Golos de Nolito, Cardozo (2) e Matic valeram a reviravolta, que deixa os encarnados como líderes invictos no final da primeira volta do campeonato.

Clique aqui para consultar a ficha de jogo, as incidências da partida, os comentários, as estatísticas individuais e as estatísticas de equipa.

Pode dizer-se que a equipa de Jorge Jesus passou com distinção no primeiro teste pós-liderança isolada, mesmo não podendo contar com Javi García (castigado), Garay e Aimar (ambos lesionados).

Porém, o V. Setúbal ainda assustou, inaugurando o marcador logo aos sete minutos, num lance infeliz de Luisão, desviando para a própria baliza remate à entrada da área desferido por Neca.




FC Porto recebeu e venceu o Rio Ave por 2-0. A vitória permite aos dragões continuar a dois pontos do Benfica.

Num jogo quase todo dominado pela equipa da casa, o FC Porto teve alguma dificuldade em lidar com um adversário muito fechado atrás. O Rio Ave só fez o primeiro remate aos 34 minutos, ainda teve uma boa ocasião por Kelvin mas foi o FC Porto a marcar por James Rodríguez a três minutos do intervalo.

No início da segunda parte o Rio Ave teve a sua melhor oportunidade na partida quando Yazalde surgiu isolado perante Helton e desperdiçou com um remate à figura. A partir daí foi um domínio completo dos dragões que criaram oportunidades suficientes para dilatar a vantagem, o que acabou mesmo por acontecer aos 80 minutos de novo por James Rodríguez.

A vitória do FC Porto nunca esteve em causa e é por isso justa. Os dragões continuam na perseguição ao Benfica. Já o Rio Ave foi ultrapassado pelo Feirense devido ao empate deste com o Gil Vicente.

O SPORTING PERDEU EM BRAGA



a 11 PONTOS do Benfica e 9 do Porto, o Sporting está fór da luta pelo título

sábado, janeiro 14, 2012

escritores brasileiros - ADONIAS FILHO

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Adonias Filho



Adonias Aguiar Filho (Itajuípe, 27 de novembro de 1915 — Ilhéus, 2 de agosto de 1990) foi um integralista, jornalista, crítico literário, ensaísta e romancista brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras.


Era filho de Adonias Aguiar e de Raquel Bastos de Aguiar.

Em 1936, dois anos após ter concluído seu curso secundário em Salvador, mudou-se para o Rio de Janeiro, na época capital do Brasil, onde retomou a carreira jornalística, iniciada em Salvador. Colaborou com o jornal Correio da Manhã e atuou como crítico literário nos Cadernos da "Hora Presente", de São Paulo em 1937, no "A Manhã", nos anos de 1944 e 1945 além do "Jornal de Letras" (1955 a 1960) e do "Diário de Notícias" (1958 a 1960). Em São Paulo, colaborou também com o O Estado de S. Paulo e "Folha da Manhã".

Entre os anos de 1946 e 1950 dirigiu a editora "A Noite". Foi diretor do Serviço Nacional de Teatro em 1954 e diretor da Biblioteca Nacional nos anos de 1961 a 1971. Ainda como diretor, trabalhou na Agência Nacional do Ministério da Justiça.

No ano de 1966 foi eleito vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa e no ano seguinte, membro do Conselho Federal de Cultura sendo reconduzido em 1969, 1971 e 1973. Foi presidente da Associação Brasileira de Imprensa em 1972 e presidente do Conselho Federal de Cultura de 1977 até 1990, ano de sua morte.

Adonias Filho, como escritor, buscou inspiração para as suas obras de ficção na zona cacaueira próxima a Ilhéus, interior da Bahia, local onde nasceu e passou sua infância. Esse ambiente é notado logo no seu romance de estréia, "Os servos da morte", publicado em 1946. No romance, aquela realidade serviu-lhe apenas para recriar um mundo carregado de simbolismo, nos episódios e nos personagens, encarnando um sentido trágico da vida e do mundo. Foi ligado ao grupo Festa.

A utilização de recursos altamente originais e requintados, adaptados à violência interior de seus personagens, faz de Adonias Filho um integrante do grupo de escritores que, a partir de 1945, a terceira fase do Modernismo, se inclinaram para um retorno a certas disciplinas formais, preocupados em realizar a sua obra, por um lado, mediante uma redução à pesquisa formal e de linguagem e, por outro, em ampliar sua significação do regional para o universal. Seus romances e novelas serão sempre destaque na literatura de ficção brasileira contemporânea.

Suas obras foram traduzidas para o inglês, o alemão, o espanhol, o francês e o eslovaco.

Faleceu sua fazenda Aliança, em Inema (sul da Bahia), logo depois de perder sua amada esposa.

Obras
Renascimento do homem - ensaio (1937)
Tasso da Silveira e o tema da poesia eterna - ensaio (1940)
Memórias de Lázaro - romance (1952)
Jornal de um escritor (1954)
Modernos ficcionistas brasileiros - ensaio (1958)
Cornélio Pena - crítica (1960)
Corpo vivo - romance (1962)
História da Bahia - ensaio (1963)
O bloqueio cultural - ensaio (1964)
O forte, romance (1965)
Léguas da promissão - novela (1968)
O romance brasileiro de crítica - crítica (1969)

O romance brasileiro de 30 - crítica (1973)
Uma nota de cem - literatura infantil (1973)
As velhas - romance (1975)
Fora da pista - literatura infantil (1978)
O Largo da Palma - novela (1981)
Auto de Ilhéus - teatro (1981)
Noites sem madrugada - romance (1983)
Os bonecos de Seu Pope - literatura infantil (1989).

Academia Brasileira de Letras

Adonias Filho foi consagrado com o título de imortal pela Academia Brasileira de Letras em 14 de janeiro de 1965. Recebeu em 23 de maio de 1969 a posse da cadeira 21 da Academia Brasileira de Letras pelas mãos do acadêmico Jorge Amado.

É o quinto ocupante da cadeira 21, que tem por patrono Joaquim Serra.

Prêmios


Adonias Filho conquistou os seguintes prêmios:
Prêmio Paula Brito de crítica literária (Guanabara, 1968), com o livro "Léguas da promissão",
Golfinho de Ouro de Literatura (1968),
Prêmio PEN Clube do Brasil,
Prêmio da Fundação de Desenvolvimento Educacional do Paraná (FUNDEPAR)
Prêmio do Instituto Nacional do Livro (1968-1969)
Prêmio Brasília de Literatura (1973), da Fundação Cultural do Distrito Federal.
Prêmio Nacional de Literatura (1975), do Instituto Nacional do Livro, na categoria de obra publicada (1974-1975), com o romance As velhas, e Prêmio Jabuti na categoria romance.
Título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia, em 1983.

HISTÓRIA DO BRASIL - PRESIDENTE JOÃO GOULART

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PEDRO MESTRE & CAMPANIÇAS TRIO

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bandas LUSO-AFRICANAS IRMÃOS VERDADES

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OS IRMÃOS VERDADES ´SÃO UMA
BANDA DE CABOVERDEANOS,ANGO-
LANOS,MOÇAMQUICANOS E PORTU~
GUESES, QUE VÊM ESPALHANDO
A MAGIA DA MÚSICA CANTADA
EM PORTUGUÊS POR ESSE MUN-
DÃO



Irmãos Verdades

Página oficial

www.irmaosverdadesoficial.com

Integrantes
Alexandre Verdades
Gabriel Maria Tavares
Fernando Pires
Luis Verdades


A banda Irmãos Verdades é constituída por Alex, Gaby, Nando e Luís.

Percurso

No início da sua carreira eram bailarinos noutras bandas. Mas passados alguns anos houve uma separação e seguiram carreira na música como banda musical companhando Raul Indypwo (Duo Ouro Negro).Foram criados em Vialonga, local de residência de dois dos membros. Depois gravaram o seu primeiro trabalho que obteve um grande sucesso em Portugal, Angola, Cabo Verde e Moçambique.

Até aos dias de hoje já produziram mais de seis álbuns e algumas compilações. Actuaram com sucesso em França, Luxemburgo, Países Baixos, Reino Unido, Portugal e nos PALOP. Receberam vários Discos de Ouro e Discos de Platina.

Discografia
Saudades de África, 1993
Fusão, 1997
Apaixonados, 1999
Só + 1 Beijo, 2001
Best of, 2003
5, 2005
Verdades 10 Anos, 2007
Cocktail, 2008

quinta-feira, janeiro 12, 2012

HISTÓRIA DE PORTUGAL - todos os primeiros ministros de portugal

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PRIMEIROS MINISTROS DE PORTUGAL
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ATÉ HOJE, PORTUGAL TEVE 157 PRIMEIROS MINISTROS

ATÉ HOJE FORAM PRIMEIROS MINISTROS DE PORTUGAL 72 PERSONALIDADES
EIS OS NOMES E AS DATAS DE NASCIMENTO

72 Pessoas

Inácio da Costa Quintela * 1763
Filipe Ferreira de Araújo e Castro * 1771
Manuel Inácio Martins Pamplona Corte-Real, 1º conde de Subserra * 1760
José Joaquim de Almeida e Araújo Correia de Lacerda *
Francisco Manuel Trigoso de Aragão Morato * 1777
Luis Manuel de Moura Cabral * 1763
D. Francisco Alexandre Lobo, bispo de Viseu * 1763
Manuel Francisco de Barros e Sousa da Mesquita de Macedo Leitão e Carvalhosa, 2º visconde de Santarém * 1791
Carlos Honório de Gouveia Durão * 1766
D. Nuno Caetano Álvares Pereira de Melo, 6º duque de Cadaval * 1799
José António de Oliveira Leite de Barros, 1º conde de Basto * 1749
António José Guião *
Luis da Silva Mouzinho de Albuquerque * 1792
José António Ferreira Brak-Lamy * 1780
José Dionísio da Serra *
D. Pedro de Sousa Holstein, 1º duque de Palmela * 1781
Luis da Silva Mouzinho de Albuquerque * 1792
Cândido José Xavier *
Joaquim António de Aguiar * 1792
Bento Pereira do Carmo * 1778
D. Pedro de Sousa Holstein, 1º duque de Palmela
D. Vitório Maria Francisco de Sousa Coutinho Teixeira de Andrade Barbosa, 2º conde de Linhares * 1790
João de Saldanha Oliveira e Daun, duque de Saldanha
José Jorge Loureiro *
António José de Sousa Manoel de Menezes Severim de Noronha, 1º duque da Terceira * 1792
D. José Manuel da Cunha Faro Menezes Portugal Gama Carneiro e Sousa, 5º conde de Lumiares * 1788
D. José Bernardino de Portugal e Castro, 5º marquês de Valença * 1780
Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, 1º marquês de Sá da Bandeira * 1795
António Dias de Oliveira *
Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, 1º marquês de Sá da Bandeira * 1795
Rodrigo Pinto Pizarro de Almeida Carvalhais, 1º barão de Ribeira de Sabrosa * 1788
José Lúcio Travassos Valdez, 1º conde do Bonfim * 1787
Joaquim António de Aguiar * 1792
D. Pedro de Sousa Holstein, 1º duque de Palmela
D. Pedro de Sousa Holstein, 1º duque de Palmela
João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun, 1º duque de Saldanha * 1790
João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun, 1º duque de Saldanha
António Bernardo da Costa Cabral, 1º marquês de Tomar * 1803
António José de Sousa Manoel de Menezes Severim de Noronha, 1º duque da Terceira * 1792
João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun, 1º duque de Saldanha
Nuno José Severo de Mendoça Rolim de Moura Barreto, 1º duque de Loulé * 1804
António José de Ávila, 1º duque de Ávila * 1806
Anselmo José Braamcamp de Almeida Castelo Branco * 1819
António de Serpa Pimentel * 1825
Ernesto Rudolfo Hintze Ribeiro * 1849
José Luciano de Castro Pereira Côrte-Real * 1834
João Franco Ferreira Pinto de Castelo-Branco * 1855
Francisco Joaquim Ferreira do Amaral * 1843
Artur Alberto de Campos Henriques * 1854

REPUBLICA

TEÓFILO BRAGA, FOI O PRIMEIRO PM DA RÉPUBLICA



Joaquim Teófilo Fernandes Braga * 1843
Bernardino Luis Machado Guimarães * 1851
Joaquim Pereira Pimenta de Castro * 1846
António José de Almeida * 1866
Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais * 1872
José Relvas * 1858
António Óscar Fragoso Carmona * 1869
Artur Ivens Ferraz * 1870
António de Oliveira Salazar * 1889
Marcelo José das Neves Alves Caetano * 1906
Mário Alberto Nobre Lopes Soares * 1924
Alfredo Jorge Nobre da Costa * 1923
Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro * 1934
Francisco José Pereira Pinto Balsemão * 1937
Maria de Lourdes Ruivo da Silva Matos Pintasilgo * 1930
Aníbal António Cavaco Silva * 1939
António Manuel de Oliveira Guterres * 1949
José Manuel Durão Barroso * 1956
Pedro Miguel de Santana Lopes * 1956
José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa * 1957
Pedro Passos Coelho 1967

TAÇA DE PORTUGAL - O SPORTING empata com o NACIONAL

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O SPORTING NÃO CONSEGUIU IR
ALÉM DE UM EMPATE COM O
NACIONAL DA MADEIRA E VÊ
COMPROMETIDO O SONHO DE VEN
CER A TAÇA DE PORTUGAL

Nacional empata em Alvalade

O Sporting esteve muito perto de perder na receção ao Nacional (2-2), tendo Schaars no derradeiro minuto de compensação garantido o empate. Tudo vai ficar decidido na segunda mão, com a equipa insular a revelar que está na luta para marcar presença na final da Taça de Portugal.

Sporting, com Jeffrén e Matías a serem as novidades, entrou em campo lento, sem ideias e agressividade. Essa situação foi bem aproveitada pelo Nacional, visto que resguardou-se no seu meio-campo e tentou aproveitar as falhas do adversário.

quarta-feira, janeiro 11, 2012

bandas portuguesas - CAMPANIÇA TRIO

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EM CASTRO VERDE ,NO BAIXO
ALENTEJO, ACABA DE SE CONS-
TITUIR UM GRUPO DENOMINADO
"CAMPANIÇA TRIO",

UMA BOA NOTICIA NA SENDA
DA PRESERVAÇÃO E DIVULGA-
ÇÃO DE UM DOS MAIORES
LEGADOS CULTURAIS DA
REGIÃO - A TRADIÇÃO DA
VIOLA CAMPANIÇA.


CAMPANIÇA TRIO





O ano de 2012 marca para a Viola Campaniça o inicio de um novo ciclo. Acaba de ser constituído o Campaniça Trio, um grupo que procura manter a tradição e a originalidade da Viola Campaniça.

Constituído por tocadores originários da região está apostado em apresentar ao público o mais genuíno repertório campaniço bem como a mestria do toque desta peculiar viola de arame.



O Campaniça Trio é constituído por Pedro Mestre, natural da Aldeia da Sete em Castro Verde. Pedro iniciou-se no toque da Campaniça aos doze anos, pela mão do mestre Francisco António.

Márcio Isidro é originário da aldeia da Conceição, no concelho de Ourique. Ali a campaniça sempre se tocou o que motivou Márcio a aprender o seu toque, junto a Pedro Mestre.

Também David Pereira, natural da Estação de Ourique, terra de tocadores, seguiu a tradição, ao frequentar aulas de Viola Campaniça na escola secundária de Castro Verde e mais tarde a continuar a sua formação junto a Pedro Mestre.

Esta nova formação projeta a vontade de preservar e divulgar o mais emblemático legado musical da região

A CASA DAS PRIMAS saúda com entusiasmo esta nova formação e projecto, augurando grandes êxitos para o Alçentejo e para o CAMPANIÇA TRIO

PRELIMINARES

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Um sujeito está na fila da caixa no supermercado...
De repente observa que uma louraça lhe faz sinais com a mão e lhe lança um sorriso daqueles de cair o queixo. Ele deixa por momentos o carrinho das compras na fila, dirige-se à louraça e diz-lhe suavemente:
- Desculpe, será que não nos conhecemos?
Ela responde, sempre com aquele sorriso:
- Pode ser que eu esteja enganada, mas penso que o senhor é o pai de uma das minhas crianças...
O tipo põe-se imediatamente a vasculhar na memória e pensa na única vez em que foi infiel à esposa, perguntando de imediato à louraça:
- Não me diga que você é aquela stripper da casa de putas da Zuleika, que depois de um show de sexo total com quatro gajos, eu acabei comendo sobre uma mesa de bilhar, diante de todos os presentes, totalmente bêbado, enquanto uma das tuas amigas me flagelava o tempo todo com uns nabos molhados!?
- Bem, acho que o senhor está equivocado... Eu sou a nova professora do seu filho...

terça-feira, janeiro 10, 2012

NEYMAR venceu o PRÉMIO POUSKAS

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NEYMAR VENCEU MESSI E
ROONEY E ARRECADOU O
O PRÉMIO PUSKAR, PARA
O MELHOR GOLO DE 2011

segunda-feira, janeiro 09, 2012

grupos de cante alentejano - AS ATABUAS DE SÃO MARCOS DA ATABUEIRA

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O GRUPO FEMININO DE CANTE
ALENTEJANO AS ATABUAS DE
SÃO MARCOS DA ATABUEIRA,
É JÁ HOJE UMA CERTEZA
NOPANORAMA DUMA DA MAIS
VALIOSAS TRADIÇÕES DO
ALENTEJO

O grupo formada há apenas 9 anos é uma aposta firme na continuidade da tradição do cante alentejano



sábado, janeiro 07, 2012

LIGA PORTUGUESA

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NO CLÁSSICO SPORTING-PORTO
HOUVE EMPATE 0-0, NUM JOGO
MUITO DISPUTADO,O BENFICA
VENCEU O LEIRIA POR 4-0
E ASSUMIU ISOLADO O COMAN-
DO DA LIGA.

SPORTING-PORTO......0-0
U.LEIRIA-BENFICA....0-4


SPORTING-PORTO 0-0


Sporting e FC Porto anulam-se no clássico (0-0)

O clássico que esta noite opôs o Sporting de Domingos Paciência ao FC Porto de Vítor Pereira terminou sem golos e com cada equipa a levar apenas um ponto no bolso, depois de um jogo sem grandes oportunidades. A rir-se fica o Benfica que se vencer amanhã o União de Leiria se isola no primeiro lugar da Liga.



O Sporting até começou ligeiramente melhor, com mais posse de bola e mais controlo do jogo, enquanto o Porto ficava mais na expectativa, na esperança de aproveitar, em contra-ataques rápidos, os espaços criados nas costas da defesa leonina. A partida, no entanto, tornou-se muito mastigada no meio-campo, onde Domingos Paciência apostou no reforço Renato Neto, que com apenas alguns dias de trabalho no grupo verde-e-branco, foi aposta na equipa inicial

U.LEIRIA-BENFICA..0-4



O Benfica venceu e convenceu e passa a ser o lider isolado.

o Benfica isolou-se no comando da Liga com vitória, por 4-0, diante do UD Leiria, na Marinha Grande.

Depois de falhar o assalto à liderança isolada na 10.ª jornada, tratou o Benfica de não desperdiçar nova oportunidade, e fê-lo de forma categórica.

Quatro golos sem resposta atestam a superioridade encarnada na Marinha Grande, casa emprestada de um UD Leiria que ainda não tinha sofrido qualquer golo na condição de visitado, com Manuel Cajuda ao leme.

Bruno César, na primeira parte, Cardozo e Rodrigo (por duas vezes), na segunda, deram expressão ao domínio das águias, que tiraram partido de três canhotos do plantel para construir triunfo folgado e voar para o topo da classificação, com mais dois pontos que o FC Porto.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

HISTÓRIA DO BRASIL - "A MAÇONARIA NO BRASIL"

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A MAÇONARIA NO BRASIL



Apesar da maçonaria estar presente no Brasil desde a Inconfidência Mineira no final do século XVIII, a primeira loja maçônica brasileira surgiu filiada ao Grande Oriente da França, sendo instalada em 1801 no contexto da Conjuração Baiana. A partir de 1809 foram fundadas várias lojas no Rio de Janeiro e Pernambuco e em 1813 foi criado o primeiro Grande Oriente Brasileiro sob a direção de Antonio Carlos Ribeiro de Andrada e Silva.
A lusofobia tão presente nos movimentos de emancipação, também caracterizava a maçonaria brasileira, que desde seus primórdios não aceitava se submeter ao Grande Oriente de Lisboa.
Como em toda América Latina, no Brasil a maçonaria também se constituiu num importante veículo de divulgação dos ideais de independência, sendo que em maio de 1822 se instalou no Rio de Janeiro o Grande Oriente Brasiliano ou Grande Oriente do Brasil, que nomeou José Bonifácio de Andrada e Silva o primeiro grão-mestre da maçonaria do país.
Com D. Pedro I no poder, o Grande Oriente do Brasil foi fechado, ressurgindo apenas com a abdicação do imperador em 1831, tendo novamente José Bonifácio como grão-mestre. Nesse mesmo ano ocorre a primeira cisão na maçonaria brasileira, quando o senador Vergueiro funda o Grande Oriente Brasileiro do Passeio, nome referente à rua do Passeio, no Rio de Janeiro.
A divisão enfraqueceu a maçonaria, que começou a perder influência no quadro político do Império brasileiro. Essa situação agravou-se em 1864, quando o papa Pio XI, através da bula Syllabus, proibiu qualquer ligação da Igreja com essa sociedade.
No contexto de crise do Império brasileiro, esse quadro tornou-se mais crítico em 1872, quando durante uma festa em comemoração à lei do Ventre-Livre, o padre Almeida Martins negou-se a abandonar a maçonaria, sendo suspenso de sua atividade religiosa pelo bispo do Rio de Janeiro. Essa punição tinha sido antecedida por um discurso feito pelo padre Almeida Martins na loja maçônica Grande Oriente, no qual o religioso exaltou a figura do visconde do Rio Branco, que, além de primeiro-ministro, era grão-mestre da maçonaria.
Neste processo, o bispo de Olinda, D. Vital e o de Belém, D. Macedo determinam o fechamento de todas irmandades que não quiseram excluir seus associados maçons. A reação do governo foi rápida e enérgica, quando em 1874, o primeiro-ministro, visconde do Rio Branco, determinou a prisão dos bispos seguida de condenação a quatro anos de reclusão com trabalhos forçados. Apesar da anistia concedida no ano seguinte pelo novo primeiro-ministro duque de Caxias, a ferida não foi cicatrizada e o Império decadente junto com a maçonaria que o sustentava, perdiam o apoio do clero e da população, constituindo-se num importante fator para queda do obsoleto regime monárquico e para separação do mesmo com a Igreja.

No período republicano a maçonaria conseguiu crescer e diversificar suas atividades pelo país, apesar de ter perdido o poder de influência no Estado brasileiro. Nesse final de século, a maçonaria permanece como uma associação, que apesar de defender os princípios de fraternidade e filantropia, exclui, mesmo que de forma não assumida, a participação das camadas sociais menos abastadas entre seus membros.

quinta-feira, janeiro 05, 2012

XANDÃO veio do SÃO PAULO para o SPORTING

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O CENTRAL XANDÃO DO SÃO PAULO
FOI HOJE APRESENTADO EM LISBOA
COMO REFORÇO DO SPORTING



Xandão assina por época e meia e quer "marcar" a história do clube



O futebolista brasileiro Xandão, novo reforço do Sporting, afirmou hoje que espera deixar marca na história do clube português, na época e meia em que vai representar os "leões" por empréstimo do São Paulo.



"Estou honrado e feliz por me apresentar aqui neste grande clube. Espero marcar o meu nome na história do clube e para isso tenho que conseguir títulos. É esse o meu objetivo", afirmou Xandão na conferência de imprensa da sua apresentação como novo jogador do Sporting.

O defesa central de 23 anos, que mede 1.93 metros, admitiu que está há quase uma mês sem competir, desde o final do campeonato brasileiro, mas espera ficar em forma e adaptar-se ao futebol luso "o mais rápido possível".

quarta-feira, janeiro 04, 2012

CANTE AO MENINO EM GARVÃO-OURIQUE, HOJE 4 DE JANEIRO

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HOJE DIA 4 ,REALIZA-SE EM GARVÃO
NO ALENTEJO, UM SERÃO DE CANTE
AO MENINO

Se estás em Portugal, na região ,não faltes.
Se estás no Brasil ou em outro País onde nos lês, curte este vídeo dos Cardadores da Sete cantando ao Menino no ano passado.



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CANTE AO MENINO EM GARVÃO │ OURIQUE



Hoje, dia 4 de janeiro o serão é de Cante ao Menino em Garvão. Uma participação inserida num ciclo concertos de Cante ao Menino organizado pelo município de Ourique.
O Coral Misto da Associação de Cante Alentejano "Os Cardadores", apresenta-se esta noite na igreja Paroquial de Garvão, pelas 21h para apresentar o cancioneiro tradicional de Cantes ao Menino, Janeiras e Reis, numa evocação das mais genuínas tradições dos cânticos de Natal Alentejanos.


Pedro Mestre - Viola Campaniça Produções Culturais, Unp. Lda
Rua Zeca Afonso, 4, Aldeia da Sete
7780-484 Santa Bárbara dos Padrões - Castro Verde
Telf/Fax: 286935050 ou 286935434
Telm: 969415729 - 919094302
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Facebook - Viola Campaniça Produções Culturais
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www.myspace.com/pedromestre

terça-feira, janeiro 03, 2012

PINTORES BRASILEIROS - RAIMUNDO DE OLIVEIRA

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Oliveira, Raimundo de (1930 - 1966)



Biografia
Raimundo Falcão de Oliveira (Feira de Santana BA 1930 - Salvador BA 1966). Gravador, pintor, desenhista. Inicia-se nas artes por intermédio da mãe, pintora de temática religiosa, que o encaminha para o desenho e a pintura, como também o orienta na religião. Incentivado pela professora de desenho, expõe pela primeira vez no Ginásio Santanópolis, onde retrata os professores da escola. Após a conclusão do curso ginasial, em 1947, segue para Salvador, onde faz cursos regulares de pintura com Maria Célia Amado, na Escola de Belas Artes da Universidade da Bahia, e conhece Mario Cravo Júnior e Jenner Augusto . Realiza a primeira individual no hall da Prefeitura de Feira de Santana, em 1951, momento em que se liga a um grupo de artistas independentes, responsável pelos Cadernos da Bahia. Reside em São Paulo de 1958 a 1964, depois volta a morar na Bahia. Vive no Rio de Janeiro entre 1965 e 1966. No ano de seu suicídio, 1966, é editada a Pequena Bíblia de Raimundo de Oliveira. Xilogravuras, pela Galeria Bonino e Petite Galerie, organizada por Julio Pacello, com prefácio de Jorge Amado. Em 1982, é publicado o segundo álbum do artista, Via Crucis, pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, e é inaugurada a Galeria Raimundo de Oliveira, em Salvador.

segunda-feira, janeiro 02, 2012

historiadores brasileiros - BORIS FAUSTO

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BORIAS FAUSTO É UM
HISTORIADOR BRASILEI-
RO

Boris Fausto


Boris Fausto nasceu em 08 de dezembro de 1930 na cidade de São Paulo. Em 1953 graduou-se em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco da Universidade de São Paulo.

Em 1962 concluiu o curso de Direito na Universidade de São Paulo, em seguida passa a exercer o cargo de Consultor Jurídico da mesma até 1988.

No ano de 1966 entra para a área de História graduando-se pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

Em 1967 faz um estudo pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo intitulado “Os anos vinte na Velha República”

Em 1968 realiza sua pós-graduação em Metodologia da História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, termina seu doutorado em História na mesma instituição com a seguinte proposição: “A Revolução de 1930 – Historiografia e História”.

Em 1970 edita o livro “A Revolução de 1930 – Historiografia e História” pela Editora Brasiliense, até hoje considerado um clássico das Ciências Sociais brasileiras. O livro discorda das versões que saem em defesa de São Paulo no período da Revolução de 1930 e da Revolução Constitucionalista de 1932.

Em 1971 participa do “Comitê de Assessoria para Ciência Sociais” da Ford Founation até o ano de 1980.

Entre 1973 e 1974 realiza um estudo sobre a imigração e a classe operária brasileira, encomendado pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).

Em 1975 torna-se Livre Docente na área de Ciência Política na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP defendendo a proposição “Trabalho urbano e conflito social na República oligárquica”.

Em 1976 lança o livro “Trabalho Urbano e Conflito Social” pela Difusão Européia do Livro; em 1977 ganha uma Bolsa da John Simon Guggenheim Memorial Foudation USA e realiza uma pesquisa intitulada “Society and politics in Brazil”; em 1978 elabora um estudo sobre a criminalidade no Brasil financiado pela Social Science Research Council, USA.

Em 1984 publica o livro “Crime e quotidiano – A criminalidade em São Paulo 1880-1924 pela Editora Brasiliense; em 1994 lança um novo livro intitulado “História do Brasil” editado pela EDUSP; em 1997 edita o livro “Negócios e ócios – Histórias da imigração” lançado pela Companhia das Letras.

Em 1999 é agraciado com o prêmio “Annual América’s Award”, concedido pelo The Cime, Law and Deviance Section of the American Sociological Association” (USA).

Em 2001 edita “História Concisa do Brasil” pela Editora da Universidade de São Paulo (EDUSP).

Boris Fausto é hoje membro da Academia Brasileira de Ciências e desde 1998 é colunista semanal do jornal “Folha de São Paulo”.

Boris Fausto aproveitando as novas tecnologias vem, no Youtube, contando a História do Brasil:



como aqui dou testemunho num capitulo importante como é o do período do Império (1822-1889)

quarta-feira, dezembro 28, 2011

terça-feira, dezembro 27, 2011

bandas portugasuesas - OS IRMÃOS CATITA

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OS IRMÃOS CATITA SÃO
UM GRUPO MUSICAL DE
GRANDE COMICIDADE
REIS DA NOITE DE LISBOA,
VERDADEIROS NON SENSE
DO MUSIC HALL.

os Monthy Phyton viram-nos e ouviram-nos e ficaram fãms



Irmãos Catita

Integrantes

Manuel João Vieira, Francisco Ferro, Gimba, João Leitão, Beto Garcia e Luís San Payo

Ex-integrantes
Luís Desirat


Irmãos Catita é uma banda portuguesa criada em Lisboa em 1991, sendo um dos projectos do cantor, guitarrista e compositor Manuel João Vieira, artista multifacetado (músico, pintor e actor), mais conhecido como cantor da banda Ena Pá 2000. Inicialmente a banda Irmãos Catita surge como um projecto alternativo aos Ena Pá 2000, procurando diversificar o repertório e actuar em espaços mais pequenos, lógica que preside também à criação de Corações de Atum e outros projectos paralelos.

Durante a década de 90 tocaram regularmente no café do Teatro Cinearte, da companhia A Barraca, em Lisboa e por vezes no Ritz Club, também em Lisboa.

Formação

A banda é formada por Manuel João Vieira (voz principal, guitarra e bandolim), Francisco Ferro (voz e percussões), Gimba (voz e baixo eléctrico), João Leitão (guitarra), Luís Desirat (bateria). Em substituição deste, Beto Garcia e Luís San Payo.

Desde 1994 têm colaborado com o guitarrista Filipe Mendes ("Phil Mendrix").

Discografia
Very Sentimental (CD El Tatu 1996)
Mundo Catita (CD Norte-Sul 2001)

Série TV

Um Mundo Catita é uma mini-série televisiva em seis episódios que conta uma pseudo-biografia cómica de Manuel João Vieira com a sua banda. Estreada no Cinema São Jorge em Lisboa, foi depois transmitida pela RTP2 (2008)[2] e editada em DVD (2009).

filmes da História do cinema brasileiro - VIDAS SECAS

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MAIS UM DOS FILMES QUE
MARCAM A HISTÓRIA DO
CINEMA BRASILEIRO

"Vidas Secas" (filme)



Brasil
1963 • p&b • 103 min
Produção

Direção
Nelson Pereira dos Santos

Roteiro
Nelson Pereira dos Santos

Elenco original

Átila Iório
Genivaldo Lima
Gilvan Lima
Maria Ribeiro
Jofre Soares

Género
drama




Vidas secas é um filme brasileiro de 1963, do gênero drama, dirigido por Nelson Pereira dos Santos, baseado no livro homônimo de Graciliano Ramos.

Foi o único filme brasileiro a ser indicado pelo British Film Institute como uma das 360 obras fundamentais em uma cinemateca. Neste filme fica perceptível a influência marcante do neo-realismo italiano na obra do diretor Nelson Pereira dos Santos.

Sinopse

Pressionados pela seca, uma família de retirantes composta por Fabiano, Sinhá Vitória, o menino mais velho, o menino mais novo e a cachorra Baleia, atravessam o sertão em busca de meios para sobreviver.

Elenco

Átila Iório .... Fabiano
Genivaldo Lima
Gilvan Lima
Orlando Macedo .... soldado amarelo
Maria Ribeiro .... Sinha Vitória
Jofre Soares .... fazendeiro
Pedro Santos
Maria Rosa
José Leite
Antônio Soares
Clóvis Ramos
Gilvan Leite
Inácio Costa
Oscar Souza
Vanutério Maia
Arnaldo Chagas
Gileno Sampaio
Manoel Ordônio
Moacir Costa
Walter Mointeiro

Prêmios

Festival de Cannes 1964 (França)
Recebeu o Prêmio do OCIC e o prêmio dos cinemas de arte.
Foi indicado à Palma de Ouro.


Resenha de Cinema de Gênova 1965 (Itália)
Foi considerado o melhor filme daquele ano.

segunda-feira, dezembro 26, 2011

HISTÓRIA DO BRASIL - AS INVASÕES FRANCESAS DO BRASIL

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Invasões francesas do Brasil



As invasões francesas ao Brasil registram-se desde os primeiros tempos da colonização portuguesa, chegando até ao ocaso do século XIX.

Inicialmente dentro da contestação de Francisco I de França ao Tratado de Tordesilhas, ao arguir o paradeiro do testamento de Adão e incentivar a prática do corso para o escambo do pau-brasil (Cæsalpinia echinata), ainda no século XVI evoluiu para o apoio às tentativas de colonização no litoral do Rio de Janeiro (1555) e na costa do Maranhão (1594).

Em 1555, uma expedição com cerca de cem homens, distribuídos em dois navios, comandada por Nicolas Durand de Villegagnon, dirigiu-se à baía de Guanabara, visando a estabelecer um núcleo de colonização. Inicialmente, aportaram à Isle Rattier (atual Forte Tamandaré da Laje), tentando erguer uma bateria defensiva, sendo expulsos pela alta da maré. Dirigiram-se, em seguida, à ilha de Serigipe (atual ilha de Villegagnon), onde se estabeleceram definitivamente, erguendo o Forte Coligny.

A denominada França Antártica abrigava colonos protestantes calvinistas e elementos católicos que procuravam evitar as guerras religiosas que então dividiam a Europa.

Em 1558 Villegagon retornou à França, após incidentes causados pela indisciplina de alguns colonos que procuravam as indígenas locais e pelas rixas entre católicos e protestantes. Condenou à morte e executou vários colonos, expulsando os calvinistas para as margens da baía.

A campanha portuguesa de 1560


Esta tentativa de colonização foi erradicada militarmente pelo terceiro governador-geral do Brasil, Mem de Sá (1560), que, com informações sobre o forte fornecidas pelos dissidentes franceses Jean de Cointa e Jacques Le Balleur, e reforços vindos da Capitania de São Vicente, a 15 de Março abriu fogo das naus contra as defesas da ilha. Em seguida, através de um estratagema, logrou o desembarque de homens e artilharia na ilha, conquistada no dia seguinte, sendo o forte arrasado. No dia 17 foi celebrada missa solene em ação de graças pela vitória.

A campanha de 1565-1567


Os remanescentes franceses que se refugiaram junto às tribos indígenas na região foram posteriormente liquidados por seu sobrinho, Estácio de Sá numa campanha que se estendeu de 1565 a 1567, quando foi fundada a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (1 de Março de 1565), no sopé do morro Cara de Cão.

Após a derrota dos franceses e seus aliados indígenas, nas batalhas da praia da Glória (hoje desaparecida) e da atual Ilha do Governador (1567), a cidade foi transferida para o alto do morro do Descanso, posteriormente denominado como Alto da Sé, Alto de São Sebastião, morro de São Januário e, finalmente, Morro do Castelo, desmontado em 1922.

Os franceses no Cabo Frio

Feitoria Maison de Pierre

Mesmo diante do fracasso da tentativa de estabelecimento na baía de Guanabara, a presença francesa continuou expressiva em outros trechos do litoral, onde mantiveram feitorias como por exemplo a Maison de Pierre no litoral de Cabo Frio e outras.

Da Paraíba ao Ceará


Corte de pau-brasil (André Thevet, 1575).
De acordo com as informações no mapa de Jacques de Vau de Claye ("Le Brésil", 1579), a França acalentou um projeto para a conquista do litoral da região Nordeste do Brasil entre a foz do rio São Domingos (atual rio Paraíba) e o rio Acaraú (atual estado do Ceará). O mapa, onde figuram as armas de Filippo Strozzi, apresenta diversas informações estratégicas, como a do auxílio de cerca de dez mil indígenas, inclusive Tapuias habitantes das ribeiras interioranas do Ceará e Rio Grande.

Com relação ao atual território da Paraíba, indica-se a baía de São Domingos, de onde partia o caminho "por onde os selvagens vão adquirir o pau-do-brasil e há quarenta léguas de caminho depois de São Domingos até a floresta" e a chamada "floresta onde se pega o brasil", correspondente à primitiva formação vegetal que vicejava na bacia hidrográfica do rio Paraíba.

Esse projeto foi abortado com o desastre militar francês na Batalha Naval de Vila Franca em que Strozzi pereceu, ao largo dos Açores, no contexto da crise de sucessão de 1580 em Portugal.

De qualquer modo, a presença gaulesa prosseguiu eventualmente na região, de tal forma que Gabriel Soares de Sousa ("Tratado Descritivo do Brasil", 1587), relaciona os locais do litoral do Rio Grande do Norte à época frequentados pelos franceses:
a enseada de Itapitanga (Pitininga);
o rio Pequeno, ou Baquipé, depois denominado Ceará-mirim, onde penetravam as chalupas francesas, que ali iam resgatar o pau-brasil aos indígenas, "as quais são das naus que se recolhem na enseada de Itapitanga";
o Rio Grande, ou Potengi, onde os franceses iam carregar muitas vezes;
o porto dos Búzios, na foz do rio Pirangi, onde "entram caravelões da costa em um riacho, que neste lugar se vem meter no mar'";
a enseada de Tabatinga, entre o porto dos Búzios e Itacoatiara (ponta da Pipa), "onde também há surgidouro e abrigada para navios em que detrás da ponta costumavam ancorar naus francesas e fazer sua carga de pau-brasil"; e
a enseada de Aratipicaba (baía Formosa), "onde dos arrecifes para dentro entram naus francesas e fazem sua carga".

Com relação ao litoral da atual Paraíba, o cronista refere a baía da Traição ("Nesta baía fazem cada ano os franceses muito pau de tinta e carregam dele muitas naus"), o rio São Domingos (atual rio Paraíba), onde entravam anualmente "a carregar o pau de tinta com que abatia o que ia para o Reino das mais capitanias por conta dos portugueses" e a região entre os rios Ararama (atual rio Gramame) e Abionaviajá (atual rio Abiaí), onde "ancoravam nos tempos passados naus francesas, e daqui entravam para dentro".

Outros relatos coevos confirmam que o principal porto frequentado pelos franceses na Capitania do Rio Grande era o rio Potengi, onde também se detinham navios ingleses. Naquele ancoradouro se procediam aos reparos necessários nas embarcações e obtinham-se provisões frescas ("refrescos"). De acordo com Frei Vicente do Salvador, no Rio Grande os "franceses iam comerciar com os potiguares, e dali saíam também a roubar os navios que iam e vinham de Portugal, tomando-lhes não só as fazendas mas as pessoas, e vendendo-as aos gentios para que as comessem".

O topônimo "Refoles" (outrora "nau de Refoles"), coincidente com o trecho do Potengi onde atualmente se ergue a Base Naval de Natal, recorda a presença na região, do francês Jacques Riffault. No porto dos Búzios existia uma grande concentração de franceses, diversos deles unidos a mulheres Potiguares. No rio Potengi, a cerca de três quilômetros acima da sua barra, ainda existem ruínas de uma antiga edificação de pedra que possívelmente teriam se constituído numa feitoria ou casa-forte francesa.

A presença francesa na região cessou com a presença de tropas sob o comando do capitão-mor da capitania de Pernambuco, Manuel Mascarenhas Homem, que alcançaram a barra do Potengi em 25 de dezembro de 1597, iniciando a construção da Fortaleza dos Reis Magos (Janeiro de 1598), reforçadas pelas do capitão-mor da capitania da Paraíba, Feliciano Coelho de Carvalho a partir de Abril de 1598.

A França Equinocial

Enquanto isso, uma segunda tentativa organizada de colonização francesa registrava-se na ilha de São Luís, no Maranhão, a partir de 1594, tendo perdurado até à sua erradicação por tropas portuguesas e indígenas em 1615.

Os corsários

Até ao século XVIII, era comum piratas e corsários de diversas nacionalidades pilharem povoados e engenhos no litoral brasileiro. A descoberta de ouro no sertão das Minas Gerais reacendeu a cobiça desses elementos, atraindo-os para o litoral da região Sudeste. Entre os assaltos mais famosos, se registram, em agosto de 1710, o do corsário Jean-François Duclerc (1671-1711), e, em setembro de 1711, o de René Duguay-Trouin, ambos à cidade do Rio de Janeiro.

A invasão de Duclerc (1710)

No contexto de hostilidades entre a França e a Inglaterra, o rei Luís XIV de França autorizou o corso aos domínios ultramarinos de Portugal, tradicional aliado dos britânicos. Por essa razão, em meados de Agosto de 1710, Jean-François Duclerc, no comando de seis navios e cerca de 1 200 homens, surgiu na barra da baía de Guanabara hasteando pavilhões ingleses como disfarce. As autoridades no Rio de Janeiro, alertadas pela Metrópole, já aguardavam a vinda do corsário francês, razão pela qual o fogo combinado da Fortaleza de Santa Cruz da Barra e da Fortaleza de São João repeliu a frota que tentava forçar a barra (16 de agosto).

Os franceses navegaram pelo litoral para Sudoeste, rumo à baía da Ilha Grande, saqueando fazendas e engenhos. Lá, aportaram à barra de Guaratiba, onde desembarcaram, marchando por terra para a cidade do Rio de Janeiro. No percurso passaram pelo Camorim, por Jacarepaguá, pelo Engenho Novo e pelo Engenho Velho dos Padres da Companhia de Jesus, descansando neste último. No dia seguinte prosseguiram pela região do Mangue, alcançando a falda do morro de Santa Teresa (depois rua de Mata-Cavalos, atual rua do Riachuelo), até ao morro de Santo Antônio, que contornaram até à Lagoa do Boqueirão. Pela rua da Ajuda (atual Melvin Jones) e de São José, alcançaram o Largo do Carmo (atual Praça XV de Novembro), onde encontraram a resistência dos habitantes em armas, tendo se destacado a ação dos estudantes do Colégio dos Jesuítas, liderados por Bento do Amaral da Silva, que desceram o morro do Castelo. Nesta escaramuça, afirma-se que os franceses perderam 400 homens. Duclerc, que os comandava, foi detido em prisão domiciliar à atual rua da Quitanda, vindo a ser assassinado em condições misteriosas por um grupo de encapuzados, alguns meses mais tarde, a 18 de março de 1711, alguns autores supondo que por questões passionais.

A população da cidade festejou entusiasticamente a vitória durante vários dias. Infelizmente, as autoridades coloniais superestimaram a capacidade do sistema defensivo da barra, difundindo-se a crença generalizada de que, após tamanha derrota, corsário algum voltaria tentar forçá-la, o que se mostrou dramaticamente incorreto.

A invasão de Duguay-Trouin (1711)

Esquadra de Duguay-Trouin.
À iniciativa de Duclerc, seguiu-se outra, maior e mais bem equipada, no ano seguinte.

Em 12 de setembro de 1711, a coberto pela bruma da manhã, aproveitando um vento favorável, uma esquadra de 17 ou 18 navios, artilhada com 740 peças e 10 morteiros, com um efetivo de 5 764 homens, sob o comando do corsário francês René Duguay-Trouin ousadamente entrou em linha pela barra da baía de Guanabara, furtando-se ao fogo das fortalezas, desguarnecidas três dias antes, graças a uma notícia recebida pelo então Governador da Capitania do Rio de Janeiro, Francisco de Castro Morais (1699-1702), que dava como falsa a notícia da chegada desta esquadra francesa.

Duguay-Trouin enfrentou apenas a resistência de três habitantes inconformados com as decisões do governador Francisco de Castro Morais, apelidado de "o Vaca": o normando naturalizado português, Gil du Bocage, Bento do Amaral Coutinho, que lutara contra os paulistas na guerra dos Emboabas, e seu companheiro frei Francisco de Menezes, ao lado dos alunos dos frades beneditinos, filhos de Domingos Leitão, de Rodrigo de Freitas, de Gurgel do Amaral, Teles de Menezes, Martim Clemente e Aires Maldonado.

O sucesso do corsário custou caro à cidade, que necessitou pagar valioso resgate pela liberdade (novembro de 1711): 610.000 cruzados em moeda, 100 caixas de açúcar e 200 cabeças de gado bovino.

domingo, dezembro 25, 2011

CÂNTICOS DE NATAL EM PORTUGAL

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EM PORTUGAL É DA TRADIÇÃO NESTA
ÉPOCA DE NATAL, OS GRUPOS DE
CANTE ALENTEJANOS,E NÃO SÓ,
ENTOAREM CANTIGOS AO MENINO,
JANEIRAS E REIS

O nosso blog mostra hoje dois desses grupos a interpretar lindas peças de Cante de época


O GRUPO CORAL DOS AMIGOS DO ALENTEJO DO FEIJÓ

E O

GRUPO CORAL DOS CARDADORES DA SETE.

quinta-feira, dezembro 22, 2011

TAÇA DE PORTUGAL - O SPORTING ELIMINA O MARITIMO

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O SPORTING DEU UM
GRANDE PASSO AO
ELIMINAR ESTA NOITE
O MARITIMO.

SPORTING,3 MARITIMO.0
OLIVEIRENSE, 2 OLHANENSE,1



O Sporting está nas meias-finais da Taça de Portugal, conservando o estatuto de principal candidato à conquista da prova. O triunfo sobre o Marítimo é algo pesado (3-0), mas justo, com o apuramento a ser garantido na fase inicial do segundo tempo. A equipa madeirense cometeu erros fatais, e o «leão» aproveitou (tudo menos um penalty).



O início de 2012 não vai ser nada fácil para o Sporting, no que à Liga diz respeito, mas em relação à Taça de Portugal o emblema leonino celebra o Natal e Ano Novo com excelentes expectativas de conquistar o troféu, ainda que não existam vencedores antecipados.

terça-feira, dezembro 20, 2011

bandas brasileiras - BANDA RÉGIS

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BANDA REGIS ,UMA BANDA DE
AXÊ E FORRÔ BRASILEIRA
EM PORTUGAL



Com a seleção dos melhores músicos e bailarinos residentes no Porto, desenvolve um trabalho de qualidade em som, luz e animação As musicas mais conhecidas e mais animadas fazem parte de seu repertório

segunda-feira, dezembro 19, 2011

HISTÓRIA DE PORTUGAL - COMO PORTUGAL PERDEU A 2ª.COLÓNIA

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Um certo Portugal começava a ruir há 50 anos. A 22 de Janeiro de 1961, um comando liderado por Henrique Galvão tomava o paquete português Santa Maria.
A 4 de Fevereiro, o MPLA atacava a cadeia de Luanda e ateava o rastilho para a guerra de libertação de Angola – um mês e onze dias depois, a UPA matava e esquartejava mais de 800 pessoas no Norte. Entre Março e Abril, o ministro da Defesa Botelho Moniz tentava e falhava um golpe palaciano para afastar António de Oliveira Salazar do poder.

Em 1961,o colonialismo português sofreriaa sua primeira amputação. A história da queda do Estado Português da Índia tornar-se-ia paradigmática do autismo do regime perante pressões internas e alterações externas. E tornar-se-ia uma história sobre como se conta uma história: como se quiser contar.

Índia pouco portuguesa

Goa, Damão e Diu. Gerações memorizaram estas três palavras como pedaços de um Portugal que ia do Minho a Timor. Capítulo inquestionável da história lusa no Oriente, a portugalidade do Estado da Índia era no entanto dúbia.

Segundo o censo de 1940, dos seus 624.177 habitantes, apenas 1.371 eram descendentes de portugueses. Um terço professava a fé católica, mas apenas 1,1% da população falava português. «Goa não é uma província portuguesa», concluía à data o diplomata espanhol Juan Carlos Jiménez, citado em Xeque-Mate a Goa, o livro da investigadora Maria Manuel Stocker que conta a verdadeira história do fim da presença portuguesa na Índia. «Goa tem todo o aspecto de uma colónia.

Uma minoria portuguesa ocupa os postos fundamentais, secundados por uns poucos goeses. Existe uma pequena classe média comercial, geralmente hindu ou muçulmana, e o resto da população é simplesmente a típica massa amorfa da Índia, apática, faminta, doente, totalmente indiferente e ignorante de problemas que não sejam os de resolver o milagre diário da alimentação», sentenciava.

Vizinha da União Indiana, que conquistara a independência do Reino Unido em 1947, a Índia Portuguesa, pouco industrializada e de parca capacidade agrícola, dependia economicamente do outro lado de uma fronteira porosa. Goa, Damão e Diu, argumenta Stocker, faziam geográfica, social, cultural, linguística e religiosamente parte da vizinha Índia, não tinham valor nem na economia nem na demografia portuguesas e eram sobretudo fonte de encargos.

Mas, na metrópole, a narrativa era outra – a de que Goa era e queria continuar a ser portuguesa. Contava o Século Ilustrado de 29 de Março de 1947 que, contra «vozes vindas da Índia inglesa» que clamavam o fim da presença lusa, «a população em espectaculosas manifestações pediu que Goa permanecesse portuguesa». O ajuntamento era organizado pelo regime.

Fracasso diplomático

Desde a independência que a Nova Deli de Jawaharlal Nehru reclamava a integração da Índia Portuguesa na União Indiana. Era um imperativo ideológico e nacional. Lisboa, por seu turno, queria preservar a integridade da república unitária e evitar um precedente em relação às restantes colónias. Para o efeito, Portugal alterou em 1946 a designação de ‘colónia’ para ‘província ultramarina’, estreando a Índia Portuguesa o novo estatuto.

O conflito era inevitável e o contexto seria favorável à Índia. A Inglaterra, tradicional aliada de Portugal, deixara de ser o fiel da balança internacional. Londres, interessada em manter boas relações com Nova Deli, não mais poderia mediar conflitos num mundo polarizado entre Estados Unidos e União Soviética. Washington e Moscovo eram anticolonialistas e o mesmo carácter tinha a recém-criada Organização das Nações Unidas. Todos cortejavam a Índia.

A contenda foi inicialmente diplomática. Como para romper relações seria necessário estabelecê-las primeiro, portugueses e indianos encetaram laços formais em 1949 – Nova Deli quebrou-os em 1953, perante a ausência de diálogo sobre Goa. A questão internacionaliza-se depois, com intervenções de Nehru na ONU e nas conferências dos países não-alinhados. Salazar mobiliza a diplomacia lusa para uma ofensiva mediática junto dos países aliados. O argumentário centrava-se em três pontos: que a Índia Portuguesa fazia parte da nação há 450 anos, que o regime não discriminava raças ou credos e, por fim, que Goa era um posto avançado na luta contra o comunismo.

Mas os argumentos não colhem. Ignorado por Londres, Washington e a Santa Sé, condenado pela ONU, o regime explorou soluções alternativas para a questão de Goa, alvo de um bloqueio económico e de acções de desobediência civil. Muitas ponderadas à porta fechada, porque questionavam princípios sagrados do Estado Novo. Francisco da Costa Gomes, subsecretário de Estado do Exército, propõe a Salazar em 1960 a realização de um referendo. Questionado sobre um possível veredicto, responde ao Presidente do Conselho: «Se tivermos entre 7 e 10% dos votos a favor podemos considerar que a nossa acção na Índia foi uma soma muito positiva. Porque a Índia não é portuguesa». Exploraram-se contactos secretos com o Paquistão e mesmo com a China comunista, a quem seria oferecida uma base naval.

Batalha ficcionada

Nos anos de 1960 e 1961, a ameaça da guerra em África leva o regime a desinvestir na Índia. Os 12.000 militares que nos anos 50 defendiam o território passam a 3.500. Para Nova Deli, é o momento de agir. Lisboa conhecia os planos de invasão desde o Verão de 1961, mas em vez de um reforço militar optou por nova ofensiva mediática centrada na vitimização de uma pequena nação perante um inimigo pró-soviético. Salazar previa uma «heróica defesa» de portugueses e goeses. Mais do que prever, exigiu-a por telegrama ao governador Manuel António Vassalo e Silva, recomendando um «sacrifício total» e declarando que «pode haver apenas soldados e marinheiros vitoriosos ou mortos». Lisboa transportou para Goa jornalistas portugueses e estrangeiros. Seriam observadores independentes do sacrifício português, mas acabaram por testemunhar algo totalmente diferente.

A guerra estala na manhã de 17 de Dezembro de 1961 com a morte de dois soldados portugueses em Maulinguém. É decretada a mobilização de todos os militares no activo residentes em Goa, mas apenas um tenente miliciano se apresenta às autoridades. Era o prenúncio do desaire. À meia-noite do dia 18, a Marinha e a aviação indianas iniciam o bombardeamento de posições estratégicas e dão cobertura à entrada de 45.000 soldados em território português. A aviação lusa era ali inexistente e as forças navais incapazes de responder ao fogo inimigo. Um pelotão de artilharia anti-aérea português chegara na noite anterior, no último voo para Goa, disfarçado de equipa de futebol, para tomar posições no aeroporto de Dambolim. Encontram armamento do início do século e munições inutilizadas pela humidade.

As forças portuguesas em Goa antevêem o avanço rápido dos indianos e chegam a ponderar um golpe para decretar a rendição do território. Os oficiais acabam por optar por uma resistência mínima com o disparo de «uns tiros simbólicos». Assim sucede, com a excepção de episódios isolados como a batalha do Afonso de Albuquerque, navio que resiste a dois cruzadores, um contra-torpedeiro e cinco fragatas, ou o sacrifício do segundo-tenente Oliveira e Carmo, que em Diu dirige a lancha Vega contra um cruzador indiano e repele vários ataques aéreos. Morreria ao lado de dois outros militares. Ao final da noite de 18 de Dezembro, a bandeira branca esvoaçava em Pangim. A invasão salda-se na morte de 20 portugueses e 21 indianos.

Militares castigados

O sangue derramado não seria suficiente para Salazar escrever a sua narrativa. Recorre à mentira. Em Lisboa, os jornais dão conta da morte de mais de mil portugueses. Os títulos galvanizam a opinião pública em torno do regime mas deixam milhares de famílias de coração nas mãos. Estas só saberiam do destino dos seus filhos meses depois. Os militares portugueses foram aprisionados em campos de concentração indianos. No outro lado do Índico, Portugal retaliava com a detenção de 12.000 indianos em Moçambique. A troca dos reféns acontece a partir de Maio de 1962. O regresso a Lisboa é discreto e inglório. Desembarcam sob a mira das armas da Polícia Militar, são colocados em comboios e encaminhados para as respectivas unidades mobilizadoras. Só depois voltam a casa, cinco meses após a notícia de uma possível morte em terra distante. Dez oficiais do Exército seriam demitidos, cinco reformados compulsivamente e nove suspensos por seis meses.

Goa seria rapidamente esquecida perante o agravamento do conflito em África. Os 463 anos de domínio português na Índia terminariam como uma nota menor da história do Estado Novo, cumpre-se este domingo 50 anos

domingo, dezembro 18, 2011

SANTOS PERDE COM BARCELONA DOUTRA GALÁXIA

.
UM BARCELONA DE OUTRO MUNDO
VENCEU UM SANTOS SEM HIPÓ-
TESES OERANTE O FUTEBOL
FABULOSO

Santos0x4Barcelona

Final
SONHO DO TRI SANTISTA É ESMAGADO PELO 'FUTEBOL EXTRATERRESTRE' DO BARÇA
Time catalão coloca o Santos na roda, vence com facilidade e é campeão mundial de clubes. Bem marcado, Neymar só assiste ao show de Messi

A
Foi bom enquanto durou. Não há time que se iguale ao Barcelona neste mundo. Vai ver é por isso que já se tornou clichê dizer que a equipe de Messi é de outro planeta. O Santos sonhava, mas não foi páreo para o Barça. Mesmo escalando três zagueiros para tentar brecar a equipe catalã, o Peixe foi encurralado. Respeitou demais o Barcelona. Perdeu por 4 a 0, sem ver a cor da bola, e volta ao Brasil sem a terceira estrela.
O time espanhol, enfim, consegue derrotar uma equipe brasileira em final de Mundial. Havia perdido em 1992, para o São Paulo, e em 2006, para o Internacional. Agora, acabou com a escrita e em grande estilo: jogando um futebol exuberante. Resta aos alvinegros aplaudirem e até saírem de campo orgulhosos. Por que não? O Barça está vários degraus acima de todos os outros. Mostra isso há anos na Europa. E mostrou no Japão, diante de um campeão da Libertadores que conta com os jogadores brasileiros mais badalados nos últimos tempos - Neymar e Ganso.
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Havia muita expectativa sobre o duelo entre Neymar e Messi. O argentino desfilou. O brasileiro não conseguia receber um passe. No primeiro tempo, só chamou alguma atenção em uma arrancada do meio do campo, mas acabou parado por Puyol e Piqué. No segundo, teve chance clara, mas chutou em cima de Valdés.
Com seu toque de bola envolvente e marcação adiantada, os catalães isolaram o craque brasileiro à frente. Os armadores santistas apenas defendiam, e a ligação era direta, em chutões da defesa. É o que acostuma acontecer com os adversários do Barcelona. A lição mais básica do futebol: não se joga sem a bola.

Messi toca por cima de Rafael e abre o placar para o Barcelona contra o Santos (Foto: AFP)
Aula de futebol do Barça
O bloqueio santista durou apenas 16 minutos. Foi quando Durval tentou cortar passe de Xavi e furou à frente de Messi. Se o argentino é brilhante mesmo quando é bem marcado, imagina quando o defensor vacila! Ele recebeu livre e, com um leve toque de esquerda, encobriu Rafael. Bruno Rodrigo ainda tentou cortar. Sem sucesso. Grande gol. Gol de melhor do mundo.
A essa altura, o Barça era Barça. Dominava a posse de bola e encurralava o Peixe, como costuma fazer com todos os seus adversários. O técnico Muricy Ramalho, apostando em contra-ataques, resolveu reforçar a defesa com três zagueiros. Danilo, pela direita, e Léo, pela esquerda, tinham a missão de tentar explorar os lados do campo. No entanto, foram empurrados para trás implacavelmente.

Xavi comemora o segundo (Foto: Agência Reuters)
O Peixe corria atrás da bola e nos raros momentos que a tinha esticava para Neymar ou para Borges, que só a viam passar por cima, de longe. Aos 24, mais um. Passe de Daniel Alves para Xavi. Durval e Bruno Rodrigo não cortam. O meia recebe na entrada da área e chuta rasteiro. Rafael não alcança. A essa altura, Muricy Ramalho se senta no banco. Resignado.
Um massacre se desenhava. Enquanto o Barça apresentava 76% de posse de bola, o Santos tinha dado apenas dois chutes a gol, ambos sem ameaçar muito Valdés. Ainda houve bola na trave de Fàbregas. Os santistas nas cadeiras do Estádio Internacional de Yokohama eram torturados, pois os ponteiros do relógio pareciam se arrastar. Aos 30 minutos, Danilo teve de deixar o campo, machucado. Elano, que havia sido preterido antes da partida para a escalação de Léo, entrou. Nada mudou. E o Barça ainda ampliou!
Aos 44, Messi recebeu a bola no meio da zaga e, de calcanhar, deu para Daniel Alves, que cruzou para trás. Rafael espalmou. Thiago tentou de peixinho, o goleiro santista defendeu novamente, mas a bola caiu no pé direito de Fàbregas. Estava encerrada a primeira etapa. O Barça deu uma aula. O Santos tentou jogar, mas foi impossível.
Defesa santista comete erros juvenis
Que o Barcelona é muito melhor não apenas do que o Santos, mas todos os outros times, não é novidade. Era até esperado que a equipe catalã encurralasse o Peixe. O problema é que a defesa santista ia cometendo falhas juvenis. Foi assim nos dois primeiros gols e também logo no primeiro minuto do segundo tempo, quando Edu Dracena perdeu a bola para Messi na entrada da área. O argentino rolou para Fàbregas, que chutou rasteiro e errou por muito pouco. O time catalão joga muito. E com os santistas entregando a bola de graça...

Bem marcado, Neymar pouco fez. Já Messi deu show e fez dois golaços (Foto: Reuters)
O Peixe continuava acuado, brigando com a bola, refém da marcação implacável do Barça. Sim, é preciso que se destaque isso. O time espanhol tem a bola o tempo todo porque, além de possuírem técnica refinada no toque, seus jogadores são extremamente determinados na hora de roubá-la. Mesmo os atacantes. É um sufoco.
Com oito minutos do segundo tempo, o Barça já havia perdido três chances claras. Além de Fàbregas, no primeiro minuto, Messi e Daniel Alves tiveram o gol à frente e não conseguiram marcar. Novamente, os minutos viraram horas para os alvinegros.
O primeiro lampejo santista na partida saiu apenas aos 11 minutos do segundo tempo, quando Ganso ganhou a bola no meio e lançou Neymar. O prodígio santista recebeu, avançou, mas chutou em cima de Valdés. É o tipo de jogada que o camisa 11 já definiu bem inúmeras vezes. Resume bem em que se transformou o jogo para os santistas. Um martírio.
O Barcelona parou de forçar o jogo e o Santos até conseguiu, em alguns momentos, ter a bola na intermediária adversária. No entanto, não conseguiu ameaçar Valdés. O contra-ataque tão esperado pelos santistas jamais aconteceu. Os torcedores alvinegros no estádio tentaram dar uma força. Cantaram o nome do time, mas em vão. O time espanhol, mesmo tirando o pé, ainda acertou a trave de Rafael, num chute de Daniel Alves. E marcou o quarto gol aos 36, com o próprio Daniel Alves aparecendo na esquerda para servir Messi. Com um toque de gênio, o argentino cortou Rafael e tocou para o gol vazio. Parecia videogame.
A partida estava liquidada desde o início, os santistas se conformam. Barcelona: campeão deste e de outros mundos.