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terça-feira, agosto 07, 2012

segunda-feira, agosto 06, 2012

brasileirão

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PROSSEGUIU ESTE FINAL DE SEMANA
O BRASILEIRÃO, COM O VASCO A
EMPATAR COM O CORINTHIANS E
A MANTER O 2º.LUGAR, QUANDO
O LÍDER -ATLETICO MINEIRO
VIU O SEU JOGO COM O FLAMENGO
ADIADO SEM DATA


00/00/0000 () Flamengo x Atlético-MG Engenhão
04/08/2012 18:30 (Saba) Palmeiras 0 x 1 Internacional-RS Arena Barueri
04/08/2012 18:30 (Saba) Atlético-GO 1 x 2 Botafogo-RJ Serra Dourada
04/08/2012 21:00 (Saba) Portuguesa 2 x 0 Figueirense Canindé
05/08/2012 16:00 (Dom) São Paulo 1 x 0 Sport Morumbi
05/08/2012 16:00 (Dom) Coritiba 0 x 2 Fluminense Couto Pereira
05/08/2012 16:00 (Dom) Grêmio 3 x 1 Bahia Olímpico
05/08/2012 16:00 (Dom) Vasco 0 x 0 Corinthians São Januário
05/08/2012 18:30 (Dom) Cruzeiro 1 x 2 Ponte Preta Independência
05/08/2012 18:30 (Dom) Náutico 3 x 0 Santos Aflitos

VASCO, 0 CORINTHIANS,0

sábado, agosto 04, 2012

O BRASIL VENCE AS HONDURAS NOS JOGOS OLIMPICOS E ESTÁ NAS SEMI FINAIS

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O BRASIL VENCEU AS HONDURAS
3-2 ,TENDO ESTADO 2 VEZES
EM DESVANTAGEM



Foi dificil, muito dificil e foi Leandro Damião que ao marcar 2 golos resolveu a situação.

HISTÓRIA DE PORTUGAL - A BATALHA DOS ATOLEIROS

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Batalha de Atoleiros
Crise de 1383-1385
6 de Abril de 1384

Local
Atoleiros



A Batalha dos Atoleiros ocorreu a 6 de Abril de 1384, no actual município português de Fronteira distrito de Portalegre, a cerca de 60Km da fronteira com Castela, entre as forças portuguesas, comandadas por Nuno Álvares Pereira, e uma expedição punitiva castelhana, enviada por João I de Castela, junto da povoação do mesmo nome no Alentejo. D. Nuno Álvares Pereira, chefe militar português que tinha sob o seu comando uma força de 1.200 homens de pé, dos quais 100 besteiros e 300 lanças (cavalaria ligeira e pesada).

As forças castelhanas invasoras, contam com um efectivo com quase 7.000 homens

Por esta altura Nuno Álvares Pereira tinha sido nomeado pelo Mestre de Avis como fronteiro do Alentejo, temendo a entrada em Portugal do exército castelhano por aquela zona. Partindo de Lisboa, D. Nuno aumentou o número dos seus homens pelo caminho e aproximou-se do exército inimigo que intentava cercar Fronteira. Mais numerosos e conscientes que D. Nuno os iria interceptar, os castelhanos enviaram um emissário ao chefe do exército português, tentando dissuadi-lo. Perante a recusa dos portugueses, o exército castelhano dirigiu-se ao seu encontro. O exército português já os aguardava, formando um quadrado, com a maioria das lanças na vanguarda; nas alas e retaguarda estavam os peões misturados com algumas lanças. Os castelhanos atacaram com a cavalaria, que foi contida pelas lanças e virotões, o que gerou grande desordem. A batalha durou pouco, tendo sofrido o exército castelhano pesadas baixas.

As tropas castelhanas, que depois de desorganizadas foram tomadas pelo pânico e começaram a fugir em todas as direcções, sendo perseguidas ao longo de todo o resto do dia pelas forças de D. Nuno Alvares Pereira, que lhes deu caça até à distância de cerca de sete quilómetros do local da batalha.

A batalha dos Atoleiros, constituiu na Península Ibérica a primeira e efectiva utilização das novas técnicas de defesa de forças de infantaria em inferioridade numérica perante uma cavalaria pesada muito superior. A mais conhecida destas será conhecida como a técnica do quadrado.

Uma das mais curiosas notas da batalha, é que embora as forças de Castela tenham sofrido perdas muito elevadas, principalmente com muitos mortos entre a cavalaria pesada (que era a força castelhana mais importante) do lado português não ocorreu uma única morte, nem se registaram feridos.

Este facto só por si, para a realidade da Idade Média era já de si importante, porque para um ambiente extremamente condicionado pela religião, a não existência de mortos ou feridos era vista como um prova de que o lado Português tinha o apoio de Deus.

RAFAEL SILVA mais uma MEDALHA DE BRONZE no JUDO

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O TIME BRASILEIRO DO
JUDO ESTÁ A SER O MAIS
PRODUTIVO EM MEDALHAS
NOS JOGOS DE LONDRES



Rafael Silva chegou ao bronse.

sexta-feira, agosto 03, 2012

O ESCRETE FEMININO DO BRASIL PERDE PARA JAPÃO E É ELIMINADA DOS JOGOS OLIMPICOS

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A CANARINHA NO FEMININO SAI
PELA PORTA PEQIENA NAS QUARTAS
DE FINAL


, Brasil perde do Japão em pior campanha olimpica de sempre e é afastado nas quartas de final.


Em sua pior participação olímpica, a Seleção Brasileira foi eliminada pelo Japão nas quartas de final dos Jogos de Londres. Atuais campeãs do mundo, as asiáticas aproveitaram a atuação pouco inspirada de Marta nesta sexta-feira e venceram por 2 a 0, em Cardiff.

Apesar de manter a posse de bola, a Seleção não foi capaz de criar oportunidades para marcar. O Japão, por sua vez, preferiu não se expor e abriu o placar com Ogimi em um vacilo no primeiro tempo. Armado para jogar no contra-golpe, o time asiático ampliou através de Ohno, já na etapa complementar,

O Brasil entrou bem dominou de inicio mas não criou oportunidades de golo e deixou-se envolver pela equipa do Japão.

Marta esteve apagada e não fez a diferença.

cantores brasileiros - JOÃO PERNAMBUCO

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JOÃO PERNAMBUCO




João Teixeira Guimarães ou João Pernambuco (Jatobá, atual Petrolândia, 2 de novembro de 1883 — Rio de Janeiro, 16 de outubro de 1947) foi um músico compositor e violonista brasileiro.

Filho de índia caeté e de português, com o falecimento do pai em 1891 a mãe casou-se novamente, transferindo-se com a família para o Recife. Começou a tocar viola na infância, por influência dos cantadores e violeiros locais.

Aprendeu a tocar violão com cantadores sertanejos como Bem-te-vi, Mandapolão, Manuel Cabeceira, o cego Sinfrônio, Fabião das Queimadas e Cirino Guajurema.

Em 1902 mudou-se para o Rio de Janeiro, passando a residir com sua irmã e empregando-se numa fundição. Seis anos depois passou a trabalhar como servente na prefeitura do Rio, mudando-se para uma pensão no centro da cidade. No Rio travou contato com violonistas populares, ao mesmo tempo em que trabalhava como ferreiro, em jornadas de até dezesseis horas diárias. Para os seus amigos e admiradores, em número sempre crescente, contava e cantava coisas de sua terra, daí o apelido de João Pernambuco.

Já em 1908 era considerado um dos bambas do Choro, ao lado de nomes como Quincas Laranjeiras, Ernani Figueiredo, Zé Cavaquinho e Satyro Bilhar.

Compunha músicas de inspiração nordestina, baseadas em cantigas folclóricas. É o caso do hino Luar do Sertão, composto em 1911, seu maior sucesso, não creditado pelo parceiro letrista Catulo da Paixão Cearense, que ficou como o único autor. Pixinguinha certificou em sua entrevista no Museu da Imagem e do Som que ele ouviu João Pernambuco tocá-la antes de Catulo colocar a letra. João e Catulo apresentavam-se juntos em reuniões da classe alta carioca.

Paralelamente ao Choro, desenvolvia seu trabalho nas canções regionais através de composições suas e de violeiros e cantadores nordestinos. João Pernambuco também cantava e cantava bem. Nas cordas, além do violão, que manejava com maestria e no qual desenvolveu uma técnica peculiar, era hábil na viola. Compôs mais de cem músicas entre choros, valsas, jongos, maxixes, emboladas, toadas, cocos, prelúdios e estudos.

Em 1916 montou a Troupe Sertaneja, com que se apresentou em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Participou dos Turunas Pernambucanos e dos Oito Batutas, entre 1919 e 1922, ao lado de Pixinguinha, que mais tarde alcançaria fama ao excursionar pela Europa.

Amigos desde 1912, Donga, Pixinguinha (este com quatorze anos) e João moravam numa república na rua do Riachuelo 268. Era de lá que saia nos carnavais o Grupo Caxangá e foi também nesta época que produziram Sabia, Os Três Companheiros e Estou Voltando. Estiveram juntos de 1914 até 1919 no Caxangá e de 1919 até 1922 nos Oito Batutas, que nesta fase era um conjunto predominantemente sertanejo.

De 1928 até 1935 João Pernambuco morou no casarão da Av. Mem de Sá, 81, onde funcionava uma república que abrigava, em sua maioria, músicos e jogadores de futebol. Lá João organizava animadas e concorridas rodas de choro que contavam com a participação de Donga, Pixinguinha, Patrício Teixeira, Rogério Guimarães e, ocasionalmente, Villa-Lobos. Foi também neste lugar que João conheceu, por intermédio de seu amigo Levino, um então jovem e promissor violonista chamado Dilermando Reis.

A santíssima trindade dos precursores do violão brasileiro é constituída por Quincas Laranjeiras, João Pernambuco e Levino Albano da Conceição e a obra violonística de João era de tal densidade e profundidade que a ela assim Villa-Lobos se manifestou:


"…Bach não se envergonharia em assinar os estudos de João Pernambuco como sendo seus…".

O renomado musicólogo Mozart de Araújo não fez por menos:


"João Pernambuco está para o violão assim como Ernesto Nazareth está para o Piano".

O exímio violonista Maurício Carrilho certa vez escreveu o seguinte sobre João Pernambuco e sua música:


"Dificilmente se encontra um violonista brasileiro, seja ele músico erudito ou popular, que não tenha em seu repertório alguma música do João."

Junto com a música de Heitor Villa-Lobos, a obra de João Pernambuco tornou-se "a mais legítima expressão do jeito brasileiro de tocar o violão", acrescentou Maurício.


luiz mazziotti interpreta ESTRADA DO SERTÃO de JOÃO PERNAMBUCO

Principais Sucessos
A canção de seus olhos (com Antônio Maria)
Aperitivo (com Mário Rossi)
Caboca di Caxangá (com Catulo da P. Cearense)
Dengoso
Estou voltando (com Pixinguinha e Donga)
Estrada do sertão (com Hermínio Bello de Carvalho)
Graúna
Interrogando
Luar do sertão (com Catulo da Paixão Cearense)
O amor e a rosa (com Antônio Maria)
Rosa carioca
Sons de carrilhões
Suas mãos (com Antônio Maria)
Valsa em lá

Discografia
Mimoso (1926) Odeon 78
Lágrimas (1926) Odeon 78
Magoado (Com Nelson Alves) (1926) Odeon 78
Sons de carrilhão (Com Nelson Alves) (1926) Odeon 78
Pó de mico/Suspiro apaixonado (1930) Columbia 78
Sonho de magia/Magoado (1930) Columbia 78
Rosa carioca/Rebuliço (1930) Columbia 78
Interrogando/Recordando (1930) Columbia 78
Sentindo/Dengoso (1930) Columbia 78

quinta-feira, agosto 02, 2012

MAYRA AGUIAR GANHA BRONZE PARA O BRASIL

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MAIS UMA MEDALHA DE BRONZE
NO JUDO ,PARA O BRASIL



O judô brasileiro contabiliza a terceira medalha nos Jogos Olímpicos de Londres. Nesta quinta-feira, Mayra Aguiar seguiu os passos de Felipe Kitadai e faturou o bronze, na categoria até 78kg, ao derrotar a holandesa Marhinde Verkerk por ippon.

A conquista é um presente de aniversário antecipado para Mayra Aguiar. Nesta sexta-feira, dia 3, a atleta do Sogipa-RS completa 21 anos.

Mesmo jovem, a brasileira já contabiliza conquistas importantes na carreira. Mayra Aguiar soma duas medalhas em Mundiais, a prata em 2010 e o bronze em 2011. Além disso, também obteve sucesso nos Jogos Pan-americanos de 2007 (prata na categoria até 70kg) e de 2011 (bronze).


Mayra Aguiar seguiu os passos de Felipe Kitadai e faturou o bronze, na categoria até 78kg

Com o resultado, o judô brasileiro amplia a hegemonia na lista dos esportes que mais contribuíram com conquistas ao Brasil na Olimpíada. Foi a 18ª medalha da modalidade. Além dos bronzes de Mayra Aguiar e Felipe Kitadai, o País faturou em Londres o ouro com Sarah Menezes.

O Brasil conquista a quarta medalha nos Jogos Olímpicos de 2012. Além do judô, a natação também contribuiu com a prata de Thiago Pereira, na prova de sábado nos 400m medley.

Na luta contra Marhinde Verkerk, Mayra Aguiar manteve a tática ousada, apesar de alguns ataques da adversária. Com 1min29, a brasileira conquistou o ippon com o golpe Ko-soto-gari.

seguindo o time de futebol masculino do BRASIL, nos JOGOS OLIMPICOS DE LONDRES

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O BRASIL VENCEU POR 3-0
A NOVA ZELANDIA E APU-
ROU-SE PARA AS QUARTAS
ONDE VAIU PEGAR AS
HONDURAS

cantores brasileiros - PAULINHO SCHOFFEN

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quarta-feira, agosto 01, 2012

Escritores de língua portuguesa .- JOSÉ EDUARDO AGUALUSA

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José Eduardo Agualusa - Escritores da Língua Portuguesa - Angola


José Eduardo Agualusa nasceu em 13 de dezembro em 1960 em Huambo, Angola. Estudou Agronomia e Silvicultura em Lisboa, onde morou por um longo período.

Agualusa recebeu, em 2007, o prestigiado Prêmio Independente de Ficção Estrangeira, promovido pelo jornal britânico The Independent, com o livro O Vendedor de Passados (Dom Quixote, 2004). Além de ser o primeiro africano a receber tal distinção, Agualusa participa dos principais festivais literários do Brasil, em que é aclamado como representante do renascimento literário de Angola e escritor por excelência lusófono, já que sua obra transita com desenvoltura entre as culturas africana, lusitana e brasileira.

Considerado um escritor peregrino, com passagens pelo Rio - onde morou um bom tempo , Angola – sua pátria movida a guerra civil – e Portugal, onde reside atualmente, seus textos são o espelho das tradições que permeiam tão distintos ambientes, como ele mesmo ressalta em entrevista concedida ao Cultura Hoje:

[...] os meus livros refletem a minha mais ou menos forçada errância pelo mundo. [...] Sempre houve e continua a haver escritores que partem do regional para alcançar o universal, e que fazem imenso sucesso. Basta pensar no escritor mais lido do nosso tempo, Gabriel García Márquez.

Escritor profissional e colaborador de jornais em Lisboa e Luanda, Agualusa mistura brasileirismos, gíria urbana de Luanda e Portugal de forma enxuta e clara, propiciando um estilo acessível a todo o mundo de fala portuguesa.


BIBLIOGRAFIA


*As Mulheres de Meu Pai
Romance lançado em 2007, mistura ficção e realidade ao contar a história de uma jovem que sai em busca da história de seu falecido pai. O livro relata uma série de histórias fantásticas, vividas por este pai, em países da África, aonde ele se relacionou com diversas mulheres.(wikpédia)

*Manual Prático de Levitação
Lançado em 2005 pela editora Gryphus, é uma coletânea de contos na qual as histórias estão divididas em três partes - Angola, Brasil e outros lugares de errância. A coletânea traz contos que foram publicados em diversas revistas e jornais portugueses e angolanos.

*O Vendedor de Passados
Romance publicado em 2004, conta a história de um especialista em pesquisa genealógica que, reescreve o passado dos outros em troca de dinheiro.O romance é uma sátira feroz a sociedade angolana e uma reflexão sobre a construção da memória e seus equívocos.

*O Ano em que Zumbi Tomou o Rio
Romance de 2003 que retrata a realidade das favelas do Rio de Janeiro. A narrativa trata sobre a guerra travada entre traficantes e policias nos morros cariocas e a possibilidade de esta guerra espalhar-se pela cidades, não mais restringindo-se aos morros.

*Catálogo de Sombras
Livro de contos, lançado em 2003, com histórias fantásticas envolvendo nomes ilústres.Fernando Pessoa exilado no Brasil interessa-se pelo candomblé. Descendentes de um marinheiro de Vasco da Gama, em Malindi, no Quénia, cantam a História para melhor a preservarem. Numa praia de Pernambuco um pescador sonha uma baleia e lança-a ao mar. São sombras à deriva. Homens que caiem em direcção à luz. Contos de um mundo que fala português.

*O Homem que Parecia um Domingo (contos, 2002)
Lançado em 2002 é um conjunto de crônicas e contos publicado em vários periódicos e revistas.

*A Substância do Amor e Outras Crónicas
Coletâneas de crônicas lançada em 2000 pela editora Dom Quixote.

*Estranhões e Bizarrocos
Livro infantil lançado em 2000. O personagem é um inventor de coisas impossíveis: formigas mecânicas, pássaros a vapor, sapatos voadores, aparelhos de produzir espirros...

*Um estranho em Goa
"Uma das obras mais aclamadas e que serviu de redescoberta literária de Goa a milhares de leitores. Nela o autor angolano José Eduardo Agualusa desvenda, de forma misteriosa e singular, a identidade pós-colonial de Goa. Um livro-chave para compreender a Goa de hoje."
Constantino Hermanns Xavier, SuperGoa

*Fronteiras Perdidas, contos para viajar
Coletânea de contos publicada pela editora Dom Quixote, em 1999 - Portugal. Três contos passam-se no Brasil, nove em Angola e os demais em outras partes do mundo.

*Nação Crioula
(romance, 1997,com o personagem de Fradique Mendes)
Escrito em forma epistolar, o romance apresenta troca de cartas entre Eça de Queirós, Ana Olímpia e outros personagens. Ana Olímpia Vaz de Caminha nasceu como escrava e tornou-se uma célebre e rica angolana. Manteve uma misteriosa ligação amorosa com o aventureiro português Carlos Fradique Mendes.O livro mistura factos reais e ficção na luta pela abolição da escravatura em Angola.

*Estação das Chuvas
Biografia romanceada,lançada em 1996, que retrata a vida da poetisa e historiadora angolana Lídia do Carmo Ferreira, que desapareceu em 1992 no início da violenta guerra cívil.

*A Feira dos Assombrados
Novela publicada em 1992, tem como cenário a velha cidade do Dondo, às margens do Rio Quanza, em Angola. Tudo começa com a descoberta de um misterioso cadáver. A partir desta descoberta,A cidade do Dondo mergulha num estranho pesadelo.

*O Coração dos Bosques
Livro de poesias publicado em 1991.

*D. Nicolau Água-Rosada e outras estórias verdadeiras e inverosímeis
Coletânea de contos, lançado em 1990.

*Conjura
Romance publicado no ano de 1989 que conta as histórias dos habitantes da velha cidade de São Paulo da Assunção de Luanda, colónia portuguesa para onde eram enviados condenados ao degredo. Ladrões, assassinos, bandidos de toda a espécie acumulavam-se no bairro pobre de Ingombotas. Conhecemos as várias personagens da cidade e as suas desventuras até ao fatídico dia 16 de Junho de 1911, dia da tentativa falhada de revolta para obter a independência do país.

terça-feira, julho 31, 2012

seguindo a CANARINHA FEMININA nos JOGOS OLIMPICOS DE LONDRES

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ESTA TARDE A CANARINHA NO
FEMININO PEDEU COM A AN-~
FITRIÃ INGLATERRA 1-0
EAGORA JOGARÁ AS QUARTAS
DE FINAL COM O JAPÃO.



O primeiro jogo de futebol feminino da história do Estádio Wembley terminou em vitória do Reino Unido. Com um gol logo no primeiro minuto de jogo, o time da casa bateu o Brasil por 1 a 0 e garantiu a melhor campanha da fase de grupos dos Jogos Olímpicos de Londres.

Com o resultado, as britânicas, que ainda desperdiçaram um pênalti no início do segundo tempo, farão as quartas de final com o Canadá, sexta-feira. O Brasil, por sua vez, enfrentará o Japão, atual campeão mundial, no mesmo dia, às 13 horas (de Brasília). As outras semifinais são entre Estados Unidos e Noza Zelândia, Suécia e França.

segunda-feira, julho 30, 2012

CHICO LOBO no domingo dia 5 na TV CULTURAL

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O NOSSO AMIGO VIOLEIRO CHICO LOBO
VAI ESTAR COM DONA INEZITA BARROSO
NA TV CULTURAL



,,,nO Viola Minha Viola ao lado da querida Dona Inezita Barroso! Vai ao ar no próximo domingo dia 05 de agosto as 9hs da manhã na TV Cultura! (Hora do Brasil)

Viola, Minha Viola

A memória do interior do Brasil.

O Viola, Minha Viola é um dos mais antigos programas no ar pela televisão brasileira. Com 30 anos de transmissão ininterrupta, o programa é apresentado pela cantora e folclorista Inezita Barroso, que fez do palco do Teatro Franco Zampari um altar da tradicional música de raiz.

O cenário é inspirado em festas populares brasileiras. Fitas coloridas lembram as folias de reis e festas santas. Uma cortina com dois mil fuxicos, feita artesanalmente, também enfeita o local.

A plateia que acompanha as gravações é extremamente fiel. Apreciador da música caipira, o público brinda o programa com uma das maiores audiências da emissora

SEXO TÂNTRICO

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BRASILEIRÃO -13º.rodada

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OS 2 PRIMEIROS SÓ EMPATAM
E O ATLTICO MG DE RONALDINHIO
MANTEM A LIDERANÇA COM 2 PON-
TOS DE VANTAGEM SOBRE O VASCO

BRASILEIRÃO - 13ª.RODADA

Data/Horário Jogo Local
28/07/2012 18:30 (Saba) Coritiba 2 x 1 Grêmio Couto Pereira
28/07/2012 18:30 (Saba) Internacional-RS 0 x 0 Vasco Beira Rio
28/07/2012 21:00 (Saba) Botafogo-RJ 1 x 0 Figueirense Engenhão
29/07/2012 16:00 (Dom) Sport 0 x 0 Atlético-GO Ilha do Retiro
29/07/2012 16:00 (Dom) São Paulo 4 x 1 Flamengo Morumbi
29/07/2012 16:00 (Dom) Fluminense 0 x 0 Atlético-MG Engenhão
29/07/2012 16:00 (Dom) Bahia 0 x 0 Corinthians Pituaçu
29/07/2012 18:30 (Dom) Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras Independência
29/07/2012 18:30 (Dom) Portuguesa 3 x 1 Náutico Canindé
29/07/2012 18:30 (Dom) Santos 2 x 1 Ponte Preta Vila Belmiro

INTER PA, 0 VASCO,0



FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 0 X 0 VASCO

Local: Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
Data-Hora: 28/7/2012 - 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP)
Auxiliares: Emerson de Augusto Carvalho (Fifa-SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa/SP)
Cartões amarelos: Fred, Guiñazú (INT); Dedé (VAS)
Cartões vermelhos: Não houve

INTERNACIONAL: Muriel, Elton, Bolívar, Índio e Fabrício; Ygor (Josimar - 34'/2ºT), Fred, Guiñazú e D’Alessandro (Marcos Aurélio - 28'/1ºT); Jajá e Forlán (Maurides - 22'/2ºT). Técnico: Fernandão

VASCO: Fernando Prass, Auremir, Dedé, Douglas (Fabrício - 34'/2ºT) e William Matheus; Wendel, Fellipe Bastos, Felipe e Carlos Alberto; Eder Luis (Wiliam Barbio - 21'/2ºT) e Alecsandro. Técnico: Cristovão Borges



Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/estreia-Forlan-Inter-Vasco-empate_0_745125648.html#ixzz226Os5U1P
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CLASSIFICAÇÃO
...............P--J--V--E--D-GM--GS-DIF
1° Atlético-MG 32 13 10 2 1 25 8 17
2° Vasco 30 13 9 3 1 20 11 9
3° Fluminense 26 13 7 5 1 22 8 14
4° Grêmio 24 13 8 0 5 18 12 6
5° Cruzeiro 23 13 7 2 4 17 14 3
6° Internacional-RS 23 13 6 5 2 18 11 7
7° São Paulo 22 13 7 1 5 21 16 5
8° Botafogo-RJ 20 13 6 2 5 22 17 5
9° Corinthians 16 13 4 4 5 13 13 0
10° Ponte Preta 16 13 4 4 5 16 17 -1
11° Flamengo 16 13 4 4 5 16 21 -5
12° Coritiba 15 13 4 3 6 23 27 -4
13° Sport 14 13 3 5 5 13 19 -6
14° Náutico 13 13 4 1 8 17 27 -10
15° Portuguesa 13 13 3 4 6 10 16 -6
16° Santos 13 13 2 7 4 9 12 -3
17° Bahia 12 13 2 6 5 11 18 -7
18° Palmeiras 10 13 2 4 7 13 16 -3
19° Atlético-GO 9 13 2 3 8 12 25 -13
20° Figueirense 8 13 1 5 7 13 21 -8

domingo, julho 29, 2012

CANTORES PORTUGUESES - DÁRIO MIRA

.
O CANTOR ROMANTICO DO ALENTEJO
DÁRIO MIRA, TEM-SE VINDO A IMPÔR
E A SER CADA VEZ MAIS SOLICITADO.



O nosso blog gostaria de o vêr a actuar no Brasil, onde decerto seria muito apreciado.

sábado, julho 28, 2012

medalhas para o BRASIL nos JOGOS OLIMPICOS DE LONDRES

,
O BRASIL COMEÇOU BEM E
JÁ TEM OURO DO JUDO E
PRATA NA NATAÇÃO


SARA MENEZES OURO


THIAGO POEREIRA - PRATA

sexta-feira, julho 27, 2012

BRASILEIRÃO - 12 ª.JORNADA

.
ATLETICO MG E VASCO
PROSSEGUEM A SUA
CAMINHADA VITORIO-
SA NA LUTA PELO
TÍTULO

12 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
25/07/2012 19:30 (Qua) Ponte Preta 1 x 1 Sport Moisés Lucarelli
25/07/2012 19:30 (Qua) Figueirense 0 x 1 Internacional-RS Orlando Scarpelli
25/07/2012 20:30 (Qua) Náutico 3 x 4 Coritiba Aflitos
25/07/2012 20:30 (Qua) Vasco 1 x 0 Botafogo-RJ Engenhão
25/07/2012 21:50 (Qua) Corinthians 2 x 0 Cruzeiro Pacaembu
25/07/2012 21:50 (Qua) Atlético-GO 4 x 3 São Paulo Serra Dourada
25/07/2012 21:50 (Qua) Grêmio 1 x 0 Fluminense Olímpico
26/07/2012 21:00 (Qui) Palmeiras 0 x 2 Bahia Arena Barueri
26/07/2012 21:00 (Qui) Flamengo 0 x 0 Portuguesa Engenhão
26/07/2012 21:00 (Qui) Atlético-MG 2 x 0 Santos Independência


VASCO-BOTFOGO 1-0


FICHA TÉCNICA
VASCO 1 X 0 BOTAFOGO
Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 25/7/2012, às 20h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Marco Antônio Santos Pessanha (RJ)
Renda e público: R$ 489.125,00 / 17.778 pagantes
Cartões amarelos: Juninho, Nilton (VAS); Lucas Zen (BOT)

Gol: Alecsandro, 43'/2ºT (1-0)

VASCO: Fernando Prass; Auremir, Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho e Carlos Alberto (Felipe, 25'/2ºT); Eder Luis (William Barbio, 30'/2ºT) e Alecsandro. Técnico: Cristovão Borges.

BOTAFOGO: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Lucas Zen (Jadson, intervalo), Renato, Vitor Júnior, Seedorf (Fellype Gabriel, 30'/2ºT) e Andrezinho; Elkeson (Rafael Marques, 40'/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.



Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Gol-Alecsandro-Vasco-vence-Botafogo_0_743325877.html#ixzz21rvZWazG
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ATLTICO MG-SANTOS..2-0


O Atlético-MG entrou em campo da Arena Independência nesta quinta-feira disposto a recuperar a liderança do Brasileirão. E o fez com estilo. Com outra boa atuação e tranquilidade, o Galo fez 2 a 0 no desfalcado Santos - que cedeu Neymar e Ganso para a Seleção - e que agora está na zona do rebaixamento. Poderia até ter sido mais já que os donos da casa tiveram dois gols mal anulados, um em cada tempo, após impedimentos inexistentes.


FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 2 X 0 SANTOS

GOLS: Danilinho, 42'/1ºT (1-0); Réver, 19'/2ºT (2-0)

ATLÉTICO-MG: Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Junior Cesar; Pierre e Serginho (Fillipe Soutto, 40'/2ºT); Danilinho, Ronaldinho Gaúcho e Bernard (Guilherme, 43'/2ºT); Jô (André, 43'/2ºT). Técnico: Cuca.

SANTOS: Aranha, Bruno Peres, Bruno Rodrigo, David Braz e Léo; Adriano, Arouca, Henrique, Felipe Anderson e João Pedro (Victor Andrade, 13'/2ºT); Bill. Técnico: Muricy Ramalho



CLASSIFICAÇÃO

1° Atlético-MG 31 12 10
2° Vasco 29 12 9
3° Fluminense 25 12 7
4° Grêmio 24 12 8
5° Internacional-RS 22 12 6
6° Cruzeiro 20 12 6
7° São Paulo 19 12 6
8° Botafogo-RJ 17 12 5
9° Ponte Preta 16 12 4
10° Flamengo 16 12 4

pintores portugueses - JOSÉ CASCADA

.
O PINTOR PORTUGUÊS, DE LAGOS
JOSÉ CASCADA, UM DOS MAIORES

TALENTOS DO PAÍS, VEM-SE
AFIRMANDO TAMBÉM NO BRASIL.



Para quando uma exposição do pintor no Rio, perguntava-me há dias um leitor carioca.

José Cascada
Local Nascimento - Lagos
1943

José Cascada

Breve Biografia
Iniciou-se na pintura com Jaime Murteira.

Estudou História de Arte na Faculdade de Letras de Lisboa e Pintura com o cenógrafo Andrea Fini, em Florença. Frequentou o curso «Pintura e Desenho do Sec. XX», da Fundação Calouste Gulbenkian.

Especialmente dedicado à paisagem, o abstraccionismo é uma componente importante do seu trabalho.

Está representado em colecções nacionais (nomeadamente no Banco de Portugal) e estrangeiras.

Foi distinguido com menções honrosas na Academia da Marinha e na Exposição Comemorativa dos 50 anos da TAP-Air Portugal.

Para além da pintura, o José Cascada distinguiu-se ainda na prosa, e é autor de textos de grande qualidade e aplauso da crítica, como os "ISABEL DE ARAGÃO A BARONEZA DOS MILAGRES", "O JULGAMENTO DE DEUS" e "O FRANKENSTEIN DAS RESERVAS " que escreveu para a "TRANCA" jornal de que foi co-fundador.

quinta-feira, julho 26, 2012

seguindo o futebol do BRASIL nos JOGOD OLIMPICOS

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O BRASIL VENCEU NA ESTREIA DOS
SEUS ESCRETES FEMININOS E MAS-
CULINOS

Ontem as meninas venceram as Camaronenses por 5-0



Hoje os rapazes, Hulk,Neymar,Oscar venceram o Egito por 3-2 depois de terem estado a vencer ao intervalo por 3-0

quarta-feira, julho 25, 2012

ESTA TARDE ,CHICO LOBO E A SUA VIOLA CAIPIRA, em

.
ESTA TARDE , CHICO LOBO VAI ACTUAR

EM SÃO TIAGO DE MINAS, "PONTEANDO"
SUA VIOLA CAIPIRA, NO FESTIVAL DE
ARTE E CULTURA.



O BLOG LUSO CARIOCA saúda o violeiro amigo e deixa aqui a recomendação para não deixarem de dar uma pulada até São Tiago de Minas.

terça-feira, julho 24, 2012

FILME SOBRE A VIOLA CAMPANIÇA, UMA VIOLA DO ALENTEJO

JÁ AQUI TENHO FALADO DA VIOLA CAMPANIÇA
E DA SUA IMPORTÂNCIA NA HISTORIA DA
CULTURA DO ALENTEJO.UMA CAMPANHA
ESTÁ A SER LANÇADA PARA FINANCIA-
MENTO DUM FILME DO REALIDADOR
TIAGO PEREIRA SOBRE A VIOLA
CAMPANIÇA DO ALENTEJO QUE TERÁ
PEDRO MESTRE NO PROJECTO.



Acerca do projeto
"Cantam as filhas da Rosa" é um projecto de documentário do realizador Tiago Pereira que, incidindo sobre um instrumento tradicional do Alentejo - a Viola Campaniça -, pretende uma consciencialização da opinião pública portuguesa quanto à existência e valor único do seu património imaterial.

Neste trabalho procura-se descobrir, recolher e transmitir a história da Viola Campaniça, bem como dar a conhecer as práticas musicais e os contextos socio-culturais de que foi e é ainda protagonista. Fabricantes, estudiosos e tocadores (velhos, novos e re-inventores da tradição) são chamados a tomar parte na construção de um acervo audiovisual dedicado a este instrumento, que se pretende quanto completo quanto possível.

Propõe-se no subtexto deste documentário contribuir para uma progressiva mudança da forma negativa como a cultura popular de raiz tradicional continua a ser pensada, dando a conhecer um universo muito mais rico e singular nas suas características do que o distante olhar urbano em geral pressupõe ou admite.

Sem apoios institucionais, a opção pelo crowdfunding surge da urgência em registar e compilar as práticas musicais protagonizadas por este instrumento. A campanha de angariação de fundos permitirá envolver a comunidade, dando-lhe um papel activo na salvaguarda do seu património.

A Massivemov foi a plataforma escolhida para realizar a campanha, que pretende angariar €9000 até dia 12 de Outubro, para que o filme possa estrear ainda este ano, tanto em sala como no Canal 180 (canal de televisão open source especializado em cultura e criatividade). Este valor cobrirá as despesas de produção, realização, montagem e mistura. Todos os apoiantes serão mencionados no genérico do filme, estando prevista a possibilidade de assistir à rodagem para os que contribuirem com os montantes mais elevados.

Toda a pesquisa para este documentário está já feita pelo Pedro Mestre que tem desde sempre dinamizado este instrumento. Também algumas gravações já foram realizadas e podem ser vistas no site da música portuguesa a gostar dela própria
Previsão de entrega das recompensas: Até 30 dias após término do projeto

Acerca do empreendedor

Realizador, videasta, mentor e coordenador do site "A música Portuguesa a gostar dela própria" e vencedor do prémio Megafone, Tiago Pereira tem desenvolvido em estilo único a documentar, recolher e misturar imagens em movimento. Os seus filmes transdisciplinares remetem para manifestações de cultura imaterial como a música, rituais e performances, procurando sempre novos usos da tecnologia e novas abordagens à cultura popular e ao tradicional. Na sua já vasta lista de trabalhos destacam-se os premiados 11 burros caem no estômago vazio e Quem canta seus males espanta ou os mais recentes Sinfonia Imaterial, Vamos tocar todos juntos para ouvirmos melhor e Não me importava morrer se houvesse guitarras no céu.

Pedro Mestre, músico alentejano que se tem dedicado à recuperação e divulgação da Viola Campaniça, será responsável pelo trabalho de pesquisa no terreno. Algumas gravações já foram realizadas e podem ser vistas no site da Música Portuguesa a Gostar Dela Própria.

http://www.facebook.com/CantamAsFilhasDaRosa

segunda-feira, julho 23, 2012

pintores brasileiros - ALCY XAVIER

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Alcy Xavier (Paranaguá, 1933) é um artista plástico brasileiro.

Alcy Xavier estudou artes inicialmente com seu pai, Narciso Xavier, e depois com Guido Viaro e Poty Lazzarotto. Foi aluno da Escola de Belas Artes do Paraná e, em 1954, tornou-se membro-fundador do Centro de Gravura do Paraná.



Além de ter quadros expostos em museus de Curitiba e ter participado de muitas exposições, o pintor e gravador Alcy Xavier costuma escrever textos instigantes, talvez para justificar sua forma peculiar de pintar, que parte, segundo ele, dos impulsos abstratos para chegar ao figurativo. Esses textos - em geral escritos para suas mostras e divulgados via internet - evidenciam sua preocupacão em estar atualizado na pesquisa. No texto que chamou de Trascyber, ele aborda o tema Arte e Cibernética[1] e demonstra sua preocupação com vários temas atuais como robótica, interação homem-máquina, situações-limite, e outros temas

domingo, julho 22, 2012

BRASILEIRÃO -11º.rodada

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CONCLUIDA A RODADA COM
O FLUMIMENSE A VENCER
E MANTER O 3º. LUGAR



21/07/2012 18:30 (Saba) Sport 1 x 4 Atlético-MG Ilha do Retiro
21/07/2012 18:30 (Saba) Vasco 2 x 0 Santos São Januário
21/07/2012 21:00 (Saba) Corinthians 1 x 1 Portuguesa Pacaembu
22/07/2012 16:00 (Dom) Figueirense 0 x 2 São Paulo Orlando Scarpelli
22/07/2012 16:00 (Dom) Cruzeiro 1 x 0 Flamengo Independência
22/07/2012 16:00 (Dom) Internacional-RS 4 x 1 Atlético-GO Beira Rio
22/07/2012 16:00 (Dom) Palmeiras 3 x 0 Náutico Arena Barueri
22/07/2012 18:30 (Dom) Botafogo-RJ 0 x 1 Grêmio Engenhão
22/07/2012 18:30 (Dom) Bahia 2 x 2 Coritiba Pituaçu
22/07/2012 18:30 (Dom) Ponte Preta 1 x 2 Fluminense Moisés Lucarelli

terras portuguesas - MONSARAZ

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É linda a vila de Monsaraz, terra alentejana que preserva a sua traça e tradições.

PRELIMINARES

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Adriel, um marido muito ciumento, levou a mulher ao ginecologista.
Lá, ficou angustiado porque o doutor não o deixou entrar para acompanhar os exames.
No carro, voltando para casa, crivou a mulher de perguntas:
-Ele examinou os seus seios?
-Ahan? Apalpou e disse que estão firmes, que não há nódulos.
Puta Merda...mato esse cara!!!
- E suas coxas ?
- Disse que estão bem, sem celulite, sem varizes e sem estrias.
Puta que pariu...mato esse cara!!!
- E a 'perseguida'?
- Disse que está tudo bem, sem corrimento, que o colo do útero está ok.
Cabrão... mato esse cara!!!
- E o bundão?
- O que ele disse do bundão?
- Olha, na verdade ele só falou de mim. De você ele não disse nada não, era pra perguntar?!?!?!

quinta-feira, julho 19, 2012

BRASILEIRÃO

ATLETICO MINEIRO E VASCO
VENCEM E SEGUEM EM 1º.
E 2º.

vasco venceu em Sãp Paulo
http://youtu.be/Rc3slAGRMiQ

10 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
18/07/2012 19:30 (Qua) Santos 0 x 0 Botafogo-RJ Vila Belmiro
18/07/2012 19:30 (Qua) Grêmio 3 x 1 Sport Olímpico
18/07/2012 20:30 (Qua) Portuguesa 0 x 2 Cruzeiro Canindé
18/07/2012 20:30 (Qua) Náutico 3 x 0 Ponte Preta Aflitos
18/07/2012 21:50 (Qua) São Paulo 0 x 1 Vasco Morumbi
18/07/2012 21:50 (Qua) Flamengo 0 x 3 Corinthians Engenhão
18/07/2012 21:50 (Qua) Atlético-MG 3 x 1 Internacional-RS Independência
19/07/2012 21:00 (Qui) Coritiba 1 x 1 Palmeiras Couto Pereira
19/07/2012 21:00 (Qui) Fluminense 4 x 0 Bahia Engenhão
19/07/2012 21:00 (Qui) Atlético-GO 0 x 2 Figueirense Serra Dourada


FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 VASCO



Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 18 de julho de 2012, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Renda: R$ 306.369,00
Público: R$ 10.247 pagantes
Assistentes: Kléber Lúcio Gil (SC) e Rafael da Silva Alves (RS)
Assistentes adicionais: Edmundo Alves do Nascimento e José Acácio da Rocha (ambos de SC)
Cartões amarelos: Rhodolfo (São Paulo)
Cartões vermelhos: Rodrigo Caio (São Paulo)
Gols VASCO: Fagner, aos quatro minutos do segundo tempo.

SÃO PAULO: Denis; Douglas, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Rodrigo Caio, João Felipe Schmidt (João Filipe), Cícero e Jadson; Osvaldo (Rafinha) e Luis Fabiano
Técnico: Ney Franco

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel (Carlos Alberto), Juninho Pernambucano e Diego Souza (Diego)

classificação

1° Atlético-MG 25
2° Vasco 23
3° Fluminense 22
4° Grêmio 18
5° Botafogo-RJ 17
6° Cruzeiro 17
7° São Paulo 16
8° Internacional-RS 16
9° Ponte Preta 15
10° Flamengo 15
11º Nautico 13
12º Sport Recife 12
13º Corinthians 11
14º Santos 10
15º Portuguesa 8
16º Figueirense 8
17º Corotiba 8
18º Bahia 7
19º Palmeiras 6
20º Atlrtico GO 2

domingo, julho 15, 2012

BRASILEIRÃO -9ª.RODADA

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O ATLETICO MINEIRO DE
ROMALDINHO GAUCHO GA-
NHO DE VIRADA AO
FIGUEIRENSE 3-4

9 ª Rodada

14/07/2012 18:30 (Saba) Figueirense 3 x 4 Atlético-MG Orlando Scarpelli
14/07/2012 18:30 (Saba) Corinthians 2 x 1 Náutico Pacaembu
14/07/2012 21:00 (Saba) Ponte Preta 4 x 1 Coritiba Moisés Lucarelli
15/07/2012 16:00 (Dom) Bahia 1 x 2 Flamengo Pituaçu
15/07/2012 16:00 (Dom) Cruzeiro 1 x 3 Grêmio Independência
15/07/2012 16:00 (Dom) Botafogo-RJ 1 x 1 Fluminense Engenhão
15/07/2012 16:00 (Dom) Internacional-RS 0 x 0 Santos Beira Rio
15/07/2012 18:30 (Dom) Palmeiras 1 x 1 São Paulo Arena Barueri
15/07/2012 18:30 (Dom) Vasco 1 x 0 Atlético-GO São Januário
15/07/2012 18:30 (Dom) Sport 2 x 1 Portuguesa Ilha do Retiro

FIGUEIRENSE, 3 ATL,MG,4



CLASSIFICAÇÃO
...
1° Atlético-MG 22 9 7
2° Vasco 20 9 6
3° Fluminense 19 9 5
4° Botafogo-RJ 16 9 5
5° São Paulo 16 9 5
6° Internacional-RS 16 9 4
7° Grêmio 15 9 5
8° Ponte Preta 15 9 4
9° Flamengo 15 9 4
10° Cruzeiro 14 9 4

quinta-feira, julho 12, 2012

"FADO" ,A ULTIMA LOUCURA EM PORTUGAL

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UM FENÓMENO CURIOSO ESTÁ
A TER LUGAR EM PORTUGAL.
O LIVRO "FADO" DO ESCRI-
TOR PORTUGUÊS NAPOLEÃO
MIRA, VIROU MODA E NÃO
HÁ QUEM NÃO O TIVESSE
JÁ LIDO, OU O ESTEJA A
LÊR



É mesmo motivo de conversa de café, e todos querem ter uma opinião, que do livro ,quer da época que ele retrata.

É uma questão na ordem do dia, pois versa sobre a necessidade que os portugueses voltam a ter de emigrar, tal como os personagens do livro, nos anos de Salazar.




O BLOG LUSO CARIOCA recomenda a obra e aos leitores brasileiros, deixa aqui o endereço do blog do autor, onde poderão conhecer a forma como podem adquirir o "FADO".

www.pulanito.blogspot.com

COPA DO BRASIL - PALMEIRAS CAMPEÃO

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O PALMEIRAS DE SCOLLARI VENCEU
A COPA DO BRASIL AO EMPATAR
COM O CORITIBA (1-1), APÓS
TER VENCIDO NA 1ª.MÃO POR 2-0



Pronto , Scollari e a nação Palmeirense pode descançar, já ganhou um título, e poderá agora concentrar-se no Brasileirão, pois tal como o Corinthians, concentrados na Copa e na Libertadores, descuraram o campeonato e estão nos lugares de....despromoção.

O Coritiba bem se bateu e teve fé , mas Betinho.....resolveu!!!


CORITIBA 1 x 1 PALMEIRAS

Gols
CORITIBA:
Ayrton, aos 16min do 2º tempo

PALMEIRAS:
Betinho, aos 20min do 2º tempo

CORITIBA: Vanderlei; Jonas (Ayrton), Emerson, Demerson e Lucas Mendes; Willian e Sérgio Manoel (Lincoln); Rafinha, Éverton Ribeiro e Éverton Costa; Roberto (Anderson Aquino)
Treinador: Marcelo Oliveira

PALMEIRAS: Bruno; Artur, Mauricio Ramos, Thiago Heleno (Leandro Amaro) e Juninho; Henrique, Marcos Assunção, João Vitor (Marcio Araújo) e Daniel Carvalho (Luan); Mazinho e Betinho
Treinador: Luiz Felipe Scolari

quarta-feira, julho 11, 2012

HISTÓRIA de PORTUGAL - D.PEDRO IV (I DO BRASIL) DESEMBARCA NO MINDELO NA GUERRA LIBERAL DE 1932

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D.PEDRO I DO BRASIL E IV DE
PORTUGAL ,DEPOIS DE ABDICAR
DO TRONO DE IMPERADOR DO
BRASIL ,PARTE PARA PORTUGAL
ONDE VAI ..

..vai empreender uma luta contra seu irmão, D. Miguel, a fim de assegurar para a filha Maria a sucessão do trono português. No Brasil, dada a menoridade de Pedro II,seu filho, tem início o conturbado e importante período regencial.




Desembarque do Mindelo é a designação dada ao desembarque das tropas liberais a norte do Porto em 8 de Julho de 1832, durante as Guerras Liberais, nome pela qual ficou conhecida a Guerra Civil Portuguesa (1828-1834).


História

A esquadra organizada por D. Pedro IV, contava com 60 navios, cerca de oito mil e trezentos homens, sob o comando do almirante britânico George Rose Sartorius. Nela se destacavam:
duas fragatas ("Rainha de Portugal" e "D. Maria II");
o brigue "Conde de Vila Flor", com 16 peças de artilharia;
o brigue-escuna "Liberal", com nove peças;
três escunas: "Terceira", "Eugénia" e "Coquette", respectivamente com sete, dez e sete peças de artilharia;
a galera "D. Amélia", onde seguia D. Pedro;
cinco escunas: "Faial", "Graciosa", "Prudência", "Esperança" e "São Bernardo";
a barca "Regência de Portugal"; e
dezenas de embarcações de transporte, lanchões e até um barco a vapor.

Deles desembarcaram cerca de 7.500 homens que viriam a ficar conhecidos pela designação de "Bravos do Mindelo". Entre eles contavam-se muitos mercenários e auxiliares, ingleses, franceses, belgas, polacos, italianos, alemães e espanhóis, excedendo a 6.600 estrangeiros, que representavam mais de 80% do total das tropas.

Os nacionais constituíam três batalhões de Infantaria, um regimento provisório de Infantaria, quatro batalhões de Caçadores, um batalhão de Artilharia, o batalhão de voluntários de D. Maria II, o Batalhão dos Académicos (de que fazia parte Almeida Garrett, Alexandre Herculano e Joaquim António Aguiar), um batalhão só de Oficiais, um corpo de Guias, um corpo de Engenheiros e três embriões de corpos de Cavalaria. À frente destes homens, designados também como "Exército Libertador", encontrava-se o tenente-coronel João Schwalbach e os coronéis Henrique da Silva Fonseca e António Pedro Brito.

Ao anoitecer do dia 7 de julho de 1832 instalou-se o pânico entre as forças militares e as autoridades absolutistas do Porto: a esquadra liberal estava à vista, para grande surpresa dos miguelistas que nunca haviam previsto uma invasão por este ponto do país. No entanto, D. Pedro avançou com a sua armada em direção a Vila do Conde, local onde planeara o desembarque.

Na manhã de 8 de julho foi enviado a terra, para parlamentar com as forças militares aí estacionadas, o major Bernardo de Sá Nogueira - futuro marquês de Sá da Bandeira. As negociações foram, no entanto, completamente estéreis, tendo aquele emissário sido recebido com ameaças de fuzilamento. Frustradas, pois, que foram estas tentativas de desembarque pacífico, foi decidido efetuá-lo em pé-de-guerra.

Este ocorreu ao princípio da tarde desse dia na Praia dos Ladrões, em Arnosa de Pampelido, no limite das freguesias de Lavra e Perafita. Na ocasião, D. Pedro dirigiu às tropas a célebre incitação - "Soldados! Aquelas praias são as do malfadado Portugal" - que se pode ler numa das faces do obelisco da Memória.

A escolha deste local, e não do Mindelo como erroneamente foi designado (e que perpetuou historiograficamente esta operação militar como "Desembarque do Mindelo"), deveu-se ao fato de nele se poder realizar esta operação com facilidade e segurança, uma vez que o mar se apresentava "bastante profundo quase até à areia". Tal indicação terá sido dada, segundo a tradição, por um dos 7.500 "bravos", de seu nome Francisco José da Silva, natural de Paiço, freguesia da Lavra.

O desembarque foi rápido e não encontrou qualquer tipo de resistência, sendo, de imediato, tomados os pontos estratégicos da região. Os batalhões de Caçadores nºs 2 e 3 ocuparam as cristas das elevações que se prolongam até à margem direita do rio Leça. O batalhão da Marinha fixou-se em Perafita. O batalhão de Caçadores nº 5, em Pedras Rubras, onde acampou no Largo da Feira.

As estradas que ligavam o Porto a Vila do Conde encontravam-se igualmente tomadas e os liberais estavam também em condição de observar as movimentações que as forças absolutistas estacionadas em Leça realizariam. Às seis horas da tarde D. Pedro desembarcou em Pampelido e, às nove horas, já todo o "Exército Libertador" se encontrava em terra. Nessa noite D. Pedro pernoitou em casa do proprietário Manuel Andrade. Houve beija-mão real no Largo, findo o qual D. Pedro se dirigiu ao Porto.

O desembarque permitiu às forças liberais tomar a cidade do Porto no dia 9 de julho, apanhando de surpresa o exército miguelista que haveria de as submeter ao prolongado Cerco do Porto.

D. Miguel acabou por capitular em 1834, com a Concessão de Évora Monte, abrindo caminho à implantação definitiva do Liberalismo em Portugal.

Apesar do nome pelo qual ficou conhecido, o desembarque não ocorreu na vila de Mindelo, mas na praia da Arnosa de Pampelido, atual Praia da Memória, na freguesia da Perafita, concelho de Matosinhos.

segunda-feira, julho 09, 2012

HISTÓRIA DO BRASIL- A REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932

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HOJE 9 DE JULHO É UM DIA
DE MEMÓRIAS PARA O ESTADO
DE SÃO PAULO.

Revolução Constitucionalista de 1932
9 de julho de 1932 - 2 de outubro 1932
EM
Todo estado de São Paulo e sul do Mato Grosso (atualmente Mato Grosso do Sul), Minas Gerais e Rio Grande do Sul

Resultado
Vitória militar do Governo Provisório; Constituição brasileira de 1934



A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo, Brasil, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo o derrube do Governo Provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova constituição para o Brasil.

Foi uma resposta paulista à Revolução de 1930, a qual acabou com a autonomia de que os estados gozavam durante a vigência da Constituição de 1891. A Revolução de 1930 impediu a posse do ex-presidente (atualmente denomina-se governador) do estado de São Paulo Júlio Prestes na presidência da República e derrubou do poder o presidente da república Washington Luís colocando fim à República Velha, invalidando a Constituição de 1891 e instaurando o Governo Provisório, chefiado pelo candidato derrotado das eleições de 1930, Getúlio Vargas.

Atualmente, o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história.

A lei 2.430, de 20 de junho de 2011, inscreveu os nomes de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, o MMDC, heróis paulistas da Revolução Constitucionalista de 1932, no Livro dos Heróis da Pátria.

Foi a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e o último grande conflito armado ocorrido no Brasil.

No total, foram 87 dias de combates (de 9 de julho a 4 de outubro de 1932 - sendo o último dois dias depois da rendição paulista), com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas, não oficiais, reportem até 2200 mortos, sendo que numerosas cidades do interior do estado de São Paulo sofreram danos devido aos combates.

São Paulo, depois da revolução de 32, voltou a ser governado por paulistas, e, dois anos depois, uma nova constituição foi promulgada, a Constituição de 1934.


Contexto da revolução de 1930 e seus desdobramentos

Na primeira metade do século XX, o Estado de São Paulo vivenciou um acelerado processo de industrialização e enriquecimento devido aos lucros da lavoura de café e à articulação da política do café-com-leite, criada pelo presidente da república Campos Sales, pela qual se alternavam na presidência da República políticos dos Estados de São Paulo e de Minas Gerais.

No início de 1929, o governo de Washington Luís, ao nomear o paulista Júlio Prestes, apoiado por 17 estados, preteriu a vez de Minas Gerais no jogo da sucessão presidencial, rompendo a "política do café-com-leite", na qual São Paulo e Minas Gerais, os estados mais ricos e populosos da União, alternavam-se no poder, desde o governo de Afonso Pena (1906-1909) que substituiu o paulista Rodrigues Alves na presidência da República.

De acordo com este revezamento Minas Gerais - São Paulo na presidência da república, o candidato oficial, em 1930, deveria ser um mineiro, que poderia ser o presidente de Minas Gerais Antônio Carlos Ribeiro de Andrada ou o vice-presidente da república Fernando de Melo Viana ou ainda o ex-presidente Artur Bernardes, entre outros próceres políticos mineiros. Porém, Washington Luís, depois de consultar os 20 presidentes de estado, em julho de 1929, recebeu o apoio de 17 deles a Júlio Prestes, e o indicou como candidato oficial à presidência da república nas eleições marcadas para 1 de março de 1930. Minas Gerais, então, rompe com São Paulo, une-se à bancada gaúcha no Congresso Nacional e promete apoio a Getúlio Vargas, se este concorresse à presidência.

Em setembro de 1929, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba formaram a "Aliança Liberal" lançando Getúlio Vargas à presidência e João Pessoa, da Paraíba, a vice-presidente. Apoiavam Getúlio também o Partido Democrático de São Paulo, parte das classes médias urbanas e apenas três estados e os tenentes, que defendiam reformas sociais e econômicas para o país. Os outros 17 estados da época apoiaram Júlio Prestes.

Nesse momento, setembro de 1929, já era percebido, em São Paulo, que a Aliança Liberal, e uma eventual revolução visava especificamente São Paulo. Nos debates, na Câmara dos Deputados, e no Senado Federal, em 1929, se dizia abertamente que se a Aliança Liberal não ganhasse a eleição haveria revolução.
Em meio à grave crise econômica, devido à Grande Depressão de 1929 que derrubara os preços do café, Júlio Prestes, que era membro do Partido Republicano Paulista, foi eleito presidente em 1 de março de 1930, vencendo em 17 estados e no Distrito Federal, mas não tomou posse. Apesar da grande votação nos 3 estados aliancistas, Getúlio Vargas foi largamente derrotado. Júlio Prestes, em São Paulo, teve 91% dos votos válidos.

A ala mais radical da Aliança Liberal resolve pegar em armas e usa o assassinato de João Pessoa, em julho de 1930, como o gatilho do movimento. O crime não teve motivos políticos, mas foi usado como tal, cujo impacto emocional deu novo ânimo aos oposicionistas derrotados. Cresce o apoio popular e os preparativos do golpe foram levados adiante e com rapidez pois aproximava-se o momento da posse de Júlio Prestes.

Em 3 de outubro de 1930 rebenta a insurreição. Os rebeldes tomam os três estados que irradiaram a revolução: (Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraíba) e rumam para a capital federal.

Em 24 de outubro de 1930, um golpe militar liderado por comandantes militares no Rio de Janeiro, depõe Washington Luís e entrega, em 3 de novembro de 1930, o poder a Getúlio Vargas.

Vitoriosa a revolução de 1930, Getúlio Vargas foi nomeado chefe do "Governo Provisório" e põe fim à supremacia política de São Paulo e Minas Gerais no governo federal. Entre outras ações, como a amnistia dos rebeldes das revoluções de 1922 e 1924, modificações no sistema eleitoral e a criação do Ministério do Trabalho.

Getúlio tomou posse instalando no Brasil uma ditadura: suspendeu a Constituição e nomeou interventores em todos os estados, com exceção de Minas Gerais - reforçando o conflito com São Paulo; dissolveu o congresso nacional, os congressos estaduais (câmaras e senados estaduais) e as câmaras municipais.

Além de medidas de centralização política, outras se seguiram visando ao controle econômico pelo governo central: os estados foram proibidos de contratar empréstimos externos sem autorização do governo federal; o monopólio de compra e venda de moeda estrangeira pelo Banco do Brasil fá-lo controlar, assim, o comércio exterior. O governo impõe, ainda, medidas para controlar os sindicatos e as relações trabalhistas e cria instituições para intervir no setor agrícola como forma de enfraquecer os estados.

Júlio Prestes e o presidente Washington Luís e vários outros apoiantes de Júlio Prestes foram exilados na Europa e os jornais que apoiavam Júlio Prestes foram destruídos (na época se dizia empastelados), entre eles, os jornais paulistanos Folha de S. Paulo, "A Plateia" e o Correio Paulistano e os jornais cariocas A Noite e O Paiz.

Getúlio nomeou interventores para o governo dos Estados, sendo que para São Paulo foi designado o tenente, promovido a coronel pela Revolução de 1930, João Alberto Lins de Barros, o qual a oligarquia paulista tratava pejorativamente como um "forasteiro e plebeu" ou, ainda, por O pernambucano, nikname também adotado e difundido entre o povo paulista.

O Partido Democrático (1930) que apoiara Getúlio Vargas em São Paulo, conseguindo para Getúlio 10% dos votos paulistas nas eleições de 1 de março, não conseguiu indicar o interventor federal em São Paulo.

Após a derrota de São Paulo em 24 de outubro de 1930, quando triunfou a Revolução de 1930, foi deposto o presidente em exercício de São Paulo Heitor Penteado e o estado passou a ser governado por:
"Gabinete dos 40 dias", tendo o Tenente João Alberto como Delegado Militar da Revolução, formado por próceres do Partido Democrático. O Gabinete dos 40 dias renunciou devido às pressões dos tenentes, rompendo com João Alberto.

A partir da renúncia do Gabinete dos 40 dias, São Paulo foi governado por interventores federais

Antecedentes do movimento
Em 1932 a irritação dos paulistas com Getúlio Vargas não cedeu com a nomeação de um paulista, Pedro Manuel de Toledo, como interventor do Estado, pois tanto este quanto Laudo Ferreira de Camargo (que havia renunciado por causa da interferência dos tenentes no governo), não conseguiam autonomia para governar.

A primeira grande manifestação dos paulistas foi um megacomício - na época se dizia meeting - na Praça da Sé, no dia do aniversário de São Paulo, em 25 de janeiro de 1932, com um público estimado em 200 000 pessoas, e, na época, chamados de "comícios-monstro". Em maio de 1932, ocorreram vários comícios constitucionalistas.

As interferências da ditadura no governo de São Paulo eram constantes, não se deixando os interventores formarem livremente seu secretariado.

Os tenentes do Clube 3 de outubro eram totalmente contrários a que se fizesse uma nova constituição, tendo eles entregado, a Getúlio Vargas, em 3 de março de 1932, em Petrópolis, um documento no qual dão seu total apoio à ditadura e no qual se manifestam contrários a uma nova constituição.

Júlio Prestes acreditava, já em 1931, que a situação da ditadura estava se tornando insustentável e declarou no exílio em Portugal:

"que não compreendo é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado!"

O Partido Republicano Paulista e o Partido Democrático de São Paulo, que antes apoiara a Revolução de 1930, uniram-se, em fevereiro de 1932, na Frente Única para exigir o fim da ditadura do "Governo Provisório" e uma nova Constituição. Assim, São Paulo inteiro estava contra a ditadura.

Os paulistas consideravam que o seu Estado estava sendo tratado pelo Governo Federal, que se dizia um "Governo Provisório", como uma terra conquistada, expressão de autoria de Leven Vanpré, governada por tenentes de outros estados e sentiam, segundo afirmavam, que a Revolução de 1930 fora feita "contra" São Paulo, pois Júlio Prestes havia tido 90% dos votos dos paulistas em 1930.

A explosão da revolta foi a morte de cinco jovens no centro da cidade de São Paulo, assassinados a tiros por partidários da ditadura, pertencentes à "Legião Revolucionária". criada em 23 de maio de 1932.

Pedro de Toledo tentara formar um novo secretariado independente das pressões exercidas pelos tenentes, quando chegou a São Paulo Osvaldo Aranha, representando a ditadura, querendo interferir na formação do novo secretariado. O povo quando ficou sabendo saiu às ruas, houve grandes comícios e passeatas, e no meio do tumulto a multidão tenta invadir a sede da "Legião Revolucionária". Ao subirem as escadarias do edifício, são recebidos a balas.

Pedro de Toledo, com o apoio do povo, conseguiu, porém montar um secretariado de sua livre nomeação (que ficou conhecido como o Secretariado de 23 de maio), neste dia 23 de maio de 1932 e romper definitivamente com o Governo Provisório.

A morte dos jovens deu origem a um movimento de oposição que ficou conhecido como MMDC, atualmente denominado oficialmente de MMDCA:
1.Mário Martins de Almeida (Martins)
2.Euclides Bueno Miragaia (Miragaia)
3.Dráusio Marcondes de Sousa (Dráusio)
4.Antônio Américo Camargo de Andrade (Camargo)
5.Orlando de Oliveira Alvarenga (Alvarenga)

O MMDC foi organizado como sociedade secreta, em 24 de maio de 1932.

O dia 23 de maio é sagrado em São Paulo como o Dia do soldado constitucionalista.

Esse fato levou à união de diversos setores da sociedade paulista em torno do movimento de constitucionalização que se iniciara em janeiro de 1932. Neste movimento, liderado pelo MMDC, se uniram o PRP e o Partido Democrata, chamados pela ditadura de "oligarquia", que pretendiam a volta da supremacia paulista e do PRP ao poder e queriam, também, reparar a injustiça ocorrida em 1930, quando o candidato dos paulistas Júlio Prestes foi eleito a presidência mas não pôde tomar posse impedido pela Revolução de 1930, quanto segmentos que desejavam a implantação de uma verdadeira democracia no Brasil, mais ampla que a democracia da Constituição de 1891.


Começou-se, então, tramar-se um movimento armado visando o derrube da ditadura de Getúlio Vargas, sob a bandeira da proclamação de uma nova Constituição para o Brasil.

Em 9 de julho, Getúlio Vargas já havia estabelecido eleições para uma Assembleia Nacional Constituinte (As eleições foram convocadas em fevereiro de 1932) e já havia nomeado um interventor paulista - as duas grandes exigências de São Paulo. Porém a interferência do governo federal e dos tenentes em São Paulo continuava forte. Os tenentes eram contra a instalação de uma assembleia constituinte, tendo, seus representantes entregado a Getúlio Vargas um manifesto contrário à constituinte em 3 de março de 1932, em Petrópolis, um documento no qual dão seu total apoio à ditadura e no qual se manifestam contrários a uma nova constituição.

Estes atos do Governo Provisório, porém, não evitaram o conflito, já que o que o PRP, agora unido ao seu rival Partido Democrático paulista, almejava voltar a dominar a política nacional, como fazia anteriormente, reparando a injustiça de Júlio Prestes não ter tomado posse como presidente da República em 1930, e dar uma constituição ao Brasil e terminar com as interferências da ditadura no governo de São Paulo.

O movimento armado

Em 9 de julho eclodiu o movimento revolucionário, com os paulistas acreditando possuir o apoio de outros Estados, notadamente Minas Gerais, Rio Grande do Sul e do sul de Mato Grosso, para o derrube de Getúlio Vargas, o que acabou não ocorrendo. Pedro de Toledo, que ganhara forte apoio dos paulistas, foi proclamado governador de São Paulo e foi o comandante civil da revolução constitucionalista. Foi lançado uma proclamação da "Junta Revolucionária" conclamando os paulistas a lutarem contra a ditadura. Formavam a Junta Revolucionária, Francisco Morato do Partido Democrático, Antônio de Pádua Sales do PRP, Generais Bertoldo Klinger e Isidoro Dias Lopes. O general Euclides Figueiredo assumiu a 2º Região Militar.

Alistaram-se 200 000 voluntários, sendo que estima-se que destes, 60 000 combaterem nas fileiras do exército constitucionalista.

No estado de São Paulo, a Revolução de 1932 contou com um grande contingente de voluntários civis e militares e o apoio de políticos de outros Estados, antigos apoiadores da Revolução de 1930.

No atual Mato Grosso do Sul foi formado um estado independente que se chamou Estado de Maracaju, que apoiou São Paulo. Em Minas Gerais, a revolução de 1932 obteve o apoio do ex-presidente Artur Bernardes, que terminou também exilado.

São Paulo esperava a adesão do interventor do Rio Grande do Sul, o estado mais bem armado, mas este na última hora decidiu enviar tropas não para apoiar São Paulo, mas para combater os paulistas.

Quando se inicia o levante, uma multidão sai às ruas em apoio. Tropas paulistas são enviadas para os fronts em todo o Estado. Mas as tropas federais são mais numerosas e bem-equipadas. Aviões são usados para bombardear cidades do interior paulista. Quarenta mil homens de São Paulo enfrentam um contingente de cem mil soldados. Os planos paulistas previam um rápido e fulminante movimento em direção ao Rio de Janeiro pelo Vale do Paraíba, com a retaguarda assegurada pelo apoio que seria dado pelos outros estados.

Porém, com a traição dos outros estados, o plano imaginado por São Paulo não se concretizou: Rio Grande do Sul e Minas Gerais foram compelidos por Getúlio Vargas a se manterem ao seu lado e a publicidade de pretensão separatista do movimento levou São Paulo a se ver sozinho, com o apoio de apenas algumas tropas mato-grossenses, contra o restante do Brasil.

O estado de São Paulo, apesar de contar com mais de quarenta mil soldados, estava em desvantagem. Por falta de apoio e a traição de outros estados, São Paulo encontrava-se num grande cerco militar.

São Paulo criou moeda própria, que foi falsificada pela ditadura e distribuída na capital paulista para desestabilizar a economia do estado. O dinheiro paulista era lastreado pelo ouro arrecadado pela campanha "Ouro para o bem de São Paulo", também chamado de "Ouro para a vitória".

Também foram compradas armas nos EUA, mas o navio que as transportava foi apreendido. Houve muita falta de munição, o que levou os paulistas a inventarem e usarem um aparelho que imitava o som das metralhadoras, chamado de "matraca".

O movimento estendeu-se até 2 de outubro de 1932, quando foi derrotado militarmente.



O fim do conflito

Em meados de setembro, as condições de São Paulo eram precárias. O interior do estado era invadido paulatinamente pelas tropas de Getúlio Vargas e a capital paulista era ameaçada de ocupação. A economia de São Paulo, asfixiada pelo bloqueio do porto de Santos, sobrevivia de contribuições em ouro feitas por seus cidadãos e as tropas paulistas desertavam em números cada vez maiores.

Consequências

Terminado o conflito, a liderança paulista se refugia no exílio, enquanto os paulistas computam oficialmente 634 mortos, embora estimativas extraoficiais falem em mais de mil mortos paulistas. Do lado federal nunca foram liberadas estimativas de mortos e feridos. Foi o maior conflito militar da história brasileira no século XX.

Na versão do governo, a Revolução de 1932 não era necessária pois as eleições já tinham data marcada para ocorrer. Segundo os paulistas, não teria havido redemocratização no Brasil se não fosse o Movimento Constitucionalista de 1932.

Porém, o término da revolução constitucionalista marcou o início do processo de democratização. A derrota militar entretanto se transforma em vitória política. Em 3 de maio de 1933 foram realizadas eleições para a Assembleia Nacional Constituinte quando a mulher votou pela primeira vez no Brasil em eleições nacionais. Ao ver seu governo em risco, Getúlio Vargas dá início ao processo de reconstitucionalização do país, levando à promulgação em 1934 de uma nova constituição. Nesta eleição, graças à criação da Justiça Eleitoral, as fraudes deixaram de ser rotina nas eleições brasileiras.

Getúlio, terminada a revolução de 1932, se reconcilia com São Paulo, e depois de várias negociações políticas, nomeia um civil e paulista para interventor em São Paulo: Armando de Sales Oliveira, participando, mais tarde, em 1938, pessoalmente da inauguração da avenida 9 de julho em São Paulo.

Durante o Estado Novo, os dois interventores federais em São Paulo saíram das hostes do Partido Republicano Paulista: Adhemar Pereira de Barros (1938-1941) e Fernando de Sousa Costa (1941-1945) que havia sido secretário da agricultura do Dr. Júlio Prestes.

Durante a Revolução foram reavivadas as tradições bandeirantes do estado, saindo nas notas do dinheiro paulista, e em muitas publicações, as imagens dos principais bandeirantes paulistas.

Para os paulistas, a Revolução de 1932 transformou-se em símbolo máximo do Estado, a exemplo da Guerra dos Farrapos para os gaúchos. Lembrada por feriado no dia 9 de julho, a revolução é mais fortemente comemorada na cidade de São Paulo do que no interior do estado, onde a destruição e as mortes provocadas pela rebelião são ainda recordadas, e também, a revolução de 1932 é muito relembrada nas regiões de divisa, onde se travaram os combates, especialmente no Vale do Paraíba paulista.

No restante do país, o movimento, assim como a já citada Guerra dos Farrapos, é mais lembrado pela versão dos vitoriosos, a de uma rebelião conservadora, visando a reconduzir as oligarquias paulistas ao poder, colocando esta tentativa de volta ao poder como algo inaceitável, e de uma rebelião de velado caráter separatista, que são as versões predominante nos livros didáticos de história do Brasil.

domingo, julho 08, 2012

brasileirão -8ª.rodada

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O ATLÉTICO MINEIRO DE
RONALDINHO GAUCHO É
O LÍDER, COM CRUZEIRO
E VASCO A PERDEREM TER-
RENO.


‎8 ª Rodada

07/07/2012 18:30 (Saba) Botafogo-RJ 3 x 0 Bahia Engenhão
07/07/2012 18:30 (Saba) Internacional-RS 2 x 1 Cruzeiro Beira Rio
07/07/2012 21:00 (Saba) Atlético-GO 0 x 1 Náutico Serra Dourada
08/07/2012 16:00 (Dom) Fluminense 1 x 0 Flamengo Engenhão
08/07/2012 16:00 (Dom) São Paulo 3 x 1 Coritiba Morumbi
08/07/2012 16:00 (Dom) Santos 4 x 2 Grêmio Vila Belmiro
08/07/2012 16:00 (Dom) Figueirense 1 x 1 Vasco Orlando Scarpelli
08/07/2012 18:30 (Dom) Sport 1 x 1 Corinthians Ilha do Retiro
08/07/2012 18:30 (Dom) Ponte Preta 1 x 0 Palmeiras Moisés Lucarelli
08/07/2012 18:30 (Dom) Atlético-MG 2 x 0 Portuguesa Independência


flu, 1 fla,0


classificação

1.Atlético Mineiro 19
2.Fluminense 18
3.Vasco 18
4,São Paulo 15
5.Inter de Porto Alegre 15
6.Cruzieor 14
7.Botafogo 12
8.Grémio 12
9.Flamengo 12
etc

sábado, julho 07, 2012

história do brasil - CICLO DO CAFÉ

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A HISTÓRIA DO BRASIL VISTA
POR CICLOS ECONÓMICOS ASSI-
NALA DE ACORDO COM A PREPON-
DERÂNCIA DAS MATÉRIAS PRI-
MAS , OS CICLOS DO CAFÉ, DA
BORRACHA, DO OURO.DO AÇUCAR
E DA SOJA.

Hoje vamos focalizar no Ciclo do café.

Ciclo do café (1800-1930)

Uma lavoura de café no início do século XX

O café foi o produto que impulsionou a economia brasileira desde o início do século XX até a década de 1930. Concentrado a princípio no Vale do Paraíba (entre Rio de Janeiro e São Paulo) e depois nas zonas de terra roxa do interior de São Paulo e do Paraná, o grão foi o principal produto de exportação do país durante quase 100 anos. Foi introduzida por Francisco de Melo Palheta ainda no século XVIII, a partir de sementes contrabandeadas da Guiana Francesa.

A economia cafeeira em São Paulo foi o grande motor da economia brasileira desde a segunda metade do século XIX até a década de 1920. Como o Brasil detinha o controle sobre grande parte da oferta mundial desse produto, podia facilmente controlar os preços do café nos mercados internacionais, obtendo assim lucros elevados. Segundo Celso Furtado, o maior problema deste sistema econômico era que, sendo o Brasil um país abundante em terras disponíveis para a agricultura e em mão-de-obra sub empregada, os lucros obtidos incentivavam novas inversões de capitais no setor, elevando gradualmente a oferta de café a ser exportado. Por outro lado, a demanda mundial de café tinha a característica de ser inelástica em relação ao preço e à renda dos consumidores, isto é, o seu crescimento dependia fundamentalmente do crescimento populacional dos países consumidores. Assim, tinha-se uma situação de crescimento da oferta de café muito superior ao crescimento de sua demanda, indicando uma tendência estrutural de baixa de preços no longo prazo.

As políticas governamentais de valorização do café, conforme instituídas do Convênio de Taubaté em 1906, consistiam basicamente na compra, por parte do governo federal, dos stoks excedentes da produção de café, por meio de empréstimos externos financiados por tributos cobrados sobre a própria exportação de café. No curto prazo, tal política ajudou a sustentar os preços internacionais do produto, sustentando os lucros dos exportadores. Porém, a médio e longo prazo, essa política deu uma posição de favorecimento do café sobre os demais produtos brasileiros de exportação, além de inflacionar artificialmente os lucros do setor (pois essa política não tinha nenhum impacto sobre a procura internacional pelo produto), o que estimulava novas inversões de capitais na produção, pressionando ainda mais a oferta nacional de café.

A crise internacional de 1929 exerceu imediatamente um duplo efeito na economia brasileira: ao mesmo tempo em que reduziu a procura internacional pelo café brasileiro, pressionando seus preços para baixo, impossibilitou ao governo brasileiro conseguir empréstimos externos para absorver os stocks excedentes de café, devido ao colapso do mercado financeiro internacional. Todavia, o governo não poderia deixar os produtores de café a sua própria sorte e vulneráveis os efeitos da grande crise; o custo político de uma atitude como essa seria impensável para um governo que ainda estava se consolidando no poder, como era o caso do governo de Getúlio Vargas no início da década de 1930. Por isso, a partir deste período, o Estado brasileiro passou a desempenhar um papel ativo na economia nacional

quinta-feira, julho 05, 2012

VIOLAS DO ATLÂNTICO

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NA LINDISSIMA ILHA DE SÃO MIGUEL
NA LOCALIDADE DE POVOAÇÃO , TEVE
LUGAR O ESPECTÁCULO "VIOLAS DO
ATLÂNTICO"



O mineiro CHICO LOBO e a sua viola caipira esteve nos Açores ,onde se juntou a RAFAEL CARVALHO e à viola da terra, daquelas ilhas do Atlântico.

Violas semelhantes, irmãs na concepção e no som, proporcionaram aos seus exímios executantes um performande de grande qualidade que entusiasmou um público conhecedor.



À beleza indescritível das ilhas do Atlântico, juntou-se a excelência de dois grandes e exímios tocadores.





Brasil e Portugal, Minas Gerais e Açores, que grande festa luso brasileira, que grande momento para Rafael e Chico.

fadistas portuguesas - CUCA ROSETA

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Cuca Roseta faz parte duma nova vaga de fadistas que além de cantarem muito bem ,são lindas de morrer.


Cuca Roseta (Isabel Roseta), é uma fadista portuguesa apelidada de "a nova voz do fado".

Cuca começou a cantar no coro da igreja dos Salesianos, em São João do Estoril, onde foi colega de Tiago Bettencourt.

Chegou a colaborar com os Toranja, de Tiago Bettencourt, onde substituiu Mariana Norton, tendo depois deixado para se dedicar ao fado.

Começou a frequentar Casas de Fado apenas aos 18 anos quando foi com um grupos de amigos que incluía Tiago e Teresa Lopes Alves. Foi convidada por João Braga para participar num programa na RTP e depois recebeu o convite de Mário Pacheco para cantar no seu Clube do Fado. Recusa convites para gravar de uma editora holandesa e de outra americana.

É no Clube de Fado que é convidada por Ivan Dias para participar no filme Fados, de Carlos Saura. Na mesma semana e no mesmo local conhece o músico e produtor argentino Gustavo Santaolalla com quem viria a gravar o seu primeiro disco. O facto de ainda estudar atrasou o processo de gravação do álbum.

A voz de Cuca ficou conhecida pelo anúncio da cadeia de supermercados Pingo Doce mas onde a sua vez estava distorcida .

Lança em 2011 o seu primeiro álbum de originais, produzido por Gustavo Santaolalla e tendo como single de avanço "É Lisboa a Namorar".[3]

Discografia
(2011) - Cuca Roseta
Outros Fados - Rua do Capelão

grupos de cante alentejano - CEIFEIRAS DE PIAS

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CORINTHIAS VENCE A LIBERTADORES

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FINALMENTE O CORINTHIANS
CUMPRIU O SONHO VENCER
A LIBERTADORES


quarta-feira, julho 04, 2012

FAZ HOJE 30 ANOS

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FAZ HOJE 30 ANOS QUE A MELHOR CANARINHA
DE SEMPRE (PARA MIM) FOI ELIMINADA PELA
ITÁLIA NOS QUARTOS DE FINAL DO MUNDIAL
DE 1982.

Nesse dia, chorei de raiva, e levei tempo a acreditar no que tinha acontecido







Depois de ter encantado a Espanha e o mundo com o perfume do seu futebol,na fase de grupos, o Brasil de Sócrates ,Falcão, Zico,Cerezzo, Junior, foi afastado nos quartos de final no Mundial de 82, perante o espanto e o desgosto dos que gostam do bom futebol.

A vanarinha tinha dois pontos fracos, o goleiro -Valdir e o centro avante Serginho, que se fartou de falhar golos feitos.

terça-feira, julho 03, 2012

pintores portugueses - JOSÉ CASCADA

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Iniciou-se na pintura com Jaime Murteira.
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O José Cascada é um dos maiores nomes da pintura portuguesa ,e a sua arte é disputada pelos melhores marchands internacionais.



Estudou História de Arte na Faculdade de Letras de Lisboa e Pintura com o cenógrafo Andrea Fini, em Florença. Frequentou o curso «Pintura e Desenho do Sec. XX», da Fundação Calouste Gulbenkian.

Especialmente dedicado à paisagem, o abstraccionismo é uma componente importante do seu trabalho.

Está representado em colecções nacionais (nomeadamente no Banco de Portugal) e estrangeiras.

Foi distinguido com menções honrosas na Academia da Marinha e na Exposição Comemorativa dos 50 anos da TAP-Air Portugal

PRELIMINARES

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Um monge entra para uma austera ordem onde os irmãos têm o mínimo de comida e de roupa e apenas podem dizer duas palavras por ano.
No final do primeiro ano, o monge é recebido pelo abade.
* Meu filho - diz o abade, - já cá estás há um ano e tens direito a proferir duas palavras. Quais é que vão ser ?
* Tenho frio - respondeu o monge.

Mais um ano passa, e o monge vai ver o abade novamente.
* Já cá estás há dois anos e tens direito a mais duas palavras. Quais são ?
* Tenho fome - respondeu o monge.

No final do terceiro ano, o monge vai ver o abade mais uma vez.
* Há três anos que aqui estás, meu filho. Tens direito a mais duas palavras.
Quais são ?
* Vou-me embora - diz o monge.
* Graças a Deus - diz o abade. - Não fizeste outra coisa senão queixar-te desde que cá chegaste.

domingo, julho 01, 2012

cantores brasileiros- WALDIR AZEVEDO

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Waldir Azevedo


Waldir Azevedo (Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 1923 - São Paulo, 20 de setembro de 1980) foi músico e compositor brasileiro, mestre do cavaquinho e autor do choro "Brasileirinho".

Waldir Azevedo foi um pioneiro que retirou o cavaquinho de seu papel de mero acompanhante no choro e o colocou em destaque como instrumento de solo, explorando de forma inédita as potencialidades do instrumento.

Biografia

Waldir Azevedo nasceu de família pobre em 1923 na cidade do Rio de Janeiro, no bairro da Piedade, e passou a infância e a adolescência no bairro do Engenho Novo. Manifestando interesse em música ainda criança, Waldir conseguiu comprar uma flauta transversal aos sete anos de idade, depois de juntar dinheiro capturando passarinhos e vendendo-os.

No carnaval de 1933, aos 10 anos de idade, apresentou-se em público pela primeira vez, como flautista, tocando "Trem Blindado", de João de Barro, no Jardim do Méier.

Já adolescente, conheceu um grupo de amigos que se reunia aos sábados para tocar e, por influência deles, acabou por trocar a flauta pelo bandolim. Pouco tempo depois trocou o bandolim pelo cavaquinho, instrumento que deixou de lado quando o violão elétrico ganhou projeção no Brasil.

Waldir sonhava ser piloto de aviões, mas problemas cardíacos o impediram de realizar seu sonho, e ele acabou empregando-se na companhia elétrica do Rio de Janeiro, a Light, até que em 1945, aos 22 anos, enquanto passava a lua de mel na cidade de Miguel Pereira, recebeu um telefonema de um amigo avisando de uma vaga no grupo de Dilermando Reis, em um programa da Rádio Clube do Brasil. Tocou no grupo durante dois anos, após o que acabou assumindo sua liderança, com a saída de Dilermando em 1947.

Durante a década de 1950 fez grande sucesso com composições como "Brasileirinho", "Pedacinhos do Céu", "Delicado", "Chiquita" e "Vê Se Gostas", e as composições de Waldir o projetaram internacionalmente. Durante 11 anos viajou com seu conjunto por países da América do Sul e Europa, incluindo duas viagens patrocinadas pelo Itamaraty na Caravana da Música Brasileira. Suas composições tiveram gravações no Japão, Alemanha e Estados Unidos, onde Percy Faith e sua orquestra atingiram a marca de um milhão de cópias vendidas com uma gravação de Delicado. Waldir chegou a participar de um programa na BBC de Londres, transmitido para 52 países.

Em 1964, com a morte de sua filha Miriam aos 18 anos, afastou-se da música. Mudou-se para Brasília em 1971, aos 48 anos, onde sofreu um acidente com um cortador de grama onde quase perdeu seu dedo anular, e foi forçado a ficar sem tocar por um ano e meio. Após cirurgias e fisioterapia, recuperou-se e voltou a gravar.[2][3]

Waldir Azevedo morreu em 1980 na Beneficência Portuguesa de São Paulo em decorrência de um aneurisma da aorta abdominal, poucos dias antes de começar as gravações de um novo álbum — meticuloso, Waldir ainda deixou instruções para os músicos gravadas em fita cassete. Ele tinha 57 anos.[4][5]

[editar] Composições mais famosas

Maresias bela vista
A tuba do vovô
A voz do cavaquinho
Alvoroço
Amigos do samba
Arrasta-pé
Baião do neném (com Paulo Jorge)
Balada oriental
Bo bo bom
Brasileirinho
Brincando com o cavaquinho
Cachopa no frevo
Camundongo (com Risadinha do Pandeiro)
Carioquinha
Cavaquinho seresteiro
Cinco malucos
Chiquita
Chorando escondido
Chorando calado
Choro doido
Choro novo em dó
Colibri
Contando tempo
Contraste (com Hamilton Costa)
Conversa fiada (com Jorge Santos)
Dançando em Brasília
Delicado
Dobrado, embrulhado e amarrado
Dois bicudos não se beijam
Flor do cerrado
Frevo da lira (com Luiz Lira)
Guarânia sertaneja
Já é demais (com Jorge Santos)
Jogadinho
Lamento de um cavaquinho
Lembrando Chopin (com Hamilton Costa)
Longe de você
Luz e sombra
Madrigal
Mágoas de um cavaquinho (com Fernando Ribeiro)
Marcha da espera
Melodia do céu
Mengo (com Edinho)
Meu prelúdio
Minhas mãos, meu Cavaquinho
Minimelodia
Moderado
Mr. Downey
Nosso amor
Para dançar
Paulistinha
Pedacinho do Céu
Piccina mia
Pirilampo
Pois não
Queira-me bem
Quitandinha (com Salvador Miceli)
Riso de criança
Sem pretensões
Sentimento chinês

quinta-feira, junho 28, 2012

PORTUGAL FOI ELIMINADO PELA ESPANHA NO EURO 2012

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E DESTA VEZ O TIME PORTUGUÊS
ANULANDO NA MAIOR PARTE DO
TEMPO O TIKI TAKA DOS CAMPEÕES
DO MUNDO, ESTIVERAM À BEIRA
DE VENCER NO TEMPO REGULAMEN-
TAR




Com o luao-brasileiro PEPE em grande destaque, Portugal jogou muito bem, tapou bem os caminhos para a baliza e atacou com qualidade tendo posto a defesa espanhola em sérios embaraços

Muito bem també Miguel Veloso (aparecia em todo o lado) e João Moutinho.
A falta de um grande ponta de lança evitou que Portugal vencesse nos 90 m.
Ronaldo entrou bem, teve ataque devastadores ,mas em termos de golo não era a noite dele.



Agora a Espanha terá pela frente a Itália que é uma equipa dificil que o diga a Alemanha que perdeu esta noite 1-2 com 2 fantásticos golos de Balotelli.

domingo, junho 24, 2012

brasileirão - 7ª.rodada

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O VASCO PERDEU A INVENCIBILIDADE
AO SER DERROTADO EM SÃO JANUÁRIO
PELO CRUZEIRO E CEDEU-LHE A LI-
DERANÇA.

23/06/2012 18:30 (Saba) Vasco 1 x 3 Cruzeiro São Januário
23/06/2012 18:30 (Saba) Portuguesa 1 x 0 São Paulo Canindé
23/06/2012 21:00 (Saba) Atlético-MG 5 x 1 Náutico Independência
24/06/2012 16:00 (Dom) Corinthians 2 x 1 Palmeiras Pacaembu
24/06/2012 16:00 (Dom) Grêmio 2 x 0 Flamengo Olímpico
24/06/2012 16:00 (Dom) Figueirense 1 x 1 Bahia Orlando Scarpelli
24/06/2012 18:30 (Dom) Sport 0 x 2 Internacional-RS Ilha do Retiro
24/06/2012 18:30 (Dom) Botafogo-RJ 1 x 2 Ponte Preta Engenhão
24/06/2012 18:30 (Dom) Santos 2 x 2 Coritiba Vila Belmiro
24/06/2012 18:30 (Dom) Atlético-GO 1 x 4 Fluminense Serra Dourada

vasco, 1 cruzeiro,3

Estiveram em São Januario as 2 melhores equipas deste brasileirão, ambas invictas antes do inicio do jogo.
O Vasco perdeu 1-3 e também a liderança para o Cruzeiro com 1 ponto de avanço e a ter de dividir a vide liderança com o Atletico Mineiro de Ronaldinho Gauccho.

Mas perdeu também a invencibilidade que mantinha em São Januário desde 29 de Junho de 2011, quando perdeu para este mesmo Cruzeiro ,então por 3-0

Houve merecimento do Cruzeiro que surpreendeu a vencer por 2-0 defendeu bem o resultado, especialmente depois do 2-1, quando o Vasco cresceu e esteve quase a empatar.

VASCO 1 x 3 CRUZEIRO



Gols
VASCO:
Rodolfo aos 20min do 2º Tempo

CRUZEIRO:
Montillo aos 40min do 1º Tempo, Wellington Paulista aos 18min e Anselmo Ramon aos 35min do 2º Tempo.

VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Rodolfo e Felipe; Rômulo, Nilton, Fellipe Bastos (EX-BENFICA) (Thiago Feltri) e Diego Souza (EX-BENFICA) (Willian Barbio); Eder Luis (EX-BENFICA) (Carlos Alberto)(EX-PORTO) e Alecsandro (EX-SPORTING)(
Treinador: Cristóvão Borges

CRUZEIRO: Fábio, Léo, Victorino, Mateus e Everton; Leandro Guerreiro, Charles, Willian Magrão (Tinga)(EX-SPORTING) e Montillo; Fabinho (Souza) e Wellington Paulista (Anselmo Ramón)
Treinador: Celsto Roth

escritoras e poetisas brasileiras - CORA CORALINA

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Cora Coralina




Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira. Considerada uma das principais escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais),[1] quando já tinha quase 76 anos de idade.[2][3]

Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.





Biografia

Filha de Francisco Paula Lins Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de Jacinta Luísa do Couto Brandão, Ana nasceu e foi criada às margens do rio Vermelho, em casa comprada por sua família no século XIX, quando seu avô ainda era uma criança. Estima-se que essa casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras edificações da antiga Vila Boa de Goiás.

Começou a escrever os seus primeiros textos aos 14 anos de idade, publicando-os nos jornais da cidade de Goiás, e nos jornais de outras cidades, como constitui exemplo o semanário "Folha do Sul" da cidade goiana de Bela Vista - desde a sua fundação a 20 de janeiro de 1905 -, e nos periódicos de outros rincões, assim a revista A Informação Goiana do Rio de Janeiro, que começou a ser editada a 15 de julho de 1917, apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras quatro séries, com a Mestra Silvina. Melhor, Mestre-Escola Silvina Ermelinda Xavier de Brito (1835 - 1920). Conforme Assis Brasil, na sua antologia "A Poesia Goiana no Século XX", Rio de Janeiro: IMAGO Editora, 1997, página 66, "a mais recuada indicação que se tem de sua vida literária data de 1907, através do semanário 'A Rosa', dirigido por ela própria e mais Leodegária de Jesus, Rosa Godinho e Alice Santana." Todavia, constam trabalhos seus nos periódicos goianos antes dessa data. É o caso da crônica "A Tua Volta", dedicada 'Ao Luiz do Couto, o querido poeta gentil das mulheres goyanas', estampada no referido semanário "Folha do Sul", da cidade de Bela Vista, ano 2, n. 64, p. 1, 10 de maio de 1906.

Ao tempo em que publica essa crônica, ou um pouco antes, Cora Coralina começa a frequentar as tertúlias do "Clube Literário Goiano", situado em um dos salões do sobrado de dona Virgínia da Luz Vieira. Que lhe inspira o poema evocativo "Velho Sobrado". Quando começa então a redigir para o jornal literário "A Rosa" (1907). Publicou, nessa fase, em 1910, o conto Tragédia na Roça.

Casou em 1910 com o advogado Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas, com quem se mudou, no ano seguinte (quando ele, Cantídio, exercia a Chefatura de Polícia, cargo equivalente ao de Secretário da Segurança, do governo do presidente Urbano Coelho de Gouvêa - 1909 - 1912), para o interior de São Paulo, onde viveu durante 45 anos, inicialmente nos municípios de Avaré e Jaboticabal e depois em São Paulo (1924). Ao chegar à capital, teve de permanecer algumas semanas trancada num hotel em frente à Estação da Luz, uma vez que os revolucionários de 1924 haviam parado a cidade.

Em 1930, presenciou a chegada de Getúlio Vargas à esquina da rua Direita com a Praça do Patriarca. Um de seus filhos participou da Revolução Constitucionalista de 1932.

Com a morte do marido, passou a vender livros. Posteriormente, mudou-se para Penápolis, no interior do estado, onde passou a produzir e vender linguiça caseira e banha de porco. Mudou-se em seguida para Andradina, até que, em 1956, retornou para Goiás.

Ao completar 50 anos de idade, a poetisa relata ter passado por uma profunda transformação interior, a qual definiria mais tarde como "a perda do medo". Nessa fase, deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudônimo que escolhera para si muitos anos atrás. Durante esses anos, Cora não deixou de escrever poemas relacionados com a sua história pessoal, com a cidade em que nascera e com ambiente em que fora criada. Ela chegou ainda a gravar um LP declamando algumas de suas poesias. Lançado pela gravadora Paulinas Comep, o disco ainda pode ser encontrado hoje em formato CD. Cora Coralina faleceu em Goiânia. A sua casa na Cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem à sua história de vida e produção literária.

Primeiros passos literários

Os elementos folclóricos que faziam parte do cotidiano de Ana serviram de inspiração para que aquela frágil mulher se tornasse a dona de uma voz inigualável e sua poesia atingisse um nível de qualidade literária jamais alcançado até aí por nenhum outro poeta do Centro-Oeste brasileiro.

Senhora de poderosas palavras, Ana escrevia com simplicidade e seu desconhecimento acerca das regras da gramática contribuiu para que sua produção artística priorizasse a mensagem ao invés da forma. Preocupada em entender o mundo no qual estava inserida, e ainda compreender o real papel que deveria representar, Ana parte em busca de respostas no seu cotidiano, vivendo cada minuto na complexa atmosfera da Cidade de Goiás, que permitiu a ela a descoberta de como a simplicidade pode ser o melhor caminho para atingir a mais alta riqueza de espírito.
Divulgação nacional

Foi ao ter a segunda edição (1978) de Poemas dos becos de Goiás e estórias mais, composta e impressa pelas Oficinas Gráficas da Universidade Federal de Goiás, com capa (retratando um dos becos da cidade de Goiás) e ilustrações elaboradas pela consagrada artista Maria Guilhermina, orelha de J.B. Martins Ramos, e prefácio de Oswaldino Marques, saudada por Carlos Drummond de Andrade no Jornal do Brasil, a 27 de dezembro de 1980, que Aninha, já conhecida como Cora Coralina, ganhou a atenção e passou a ser admirada por todo o Brasil. "Não estou fazendo comercial de editora, em época de festas. A obra foi publicada pela Universidade Federal de Goiás. Se há livros comovedores, este é um deles." Manifesta-se, ao ensejo, o vate Drummond.

A primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, seu primeiro livro, foi publicado pela Editora José Olympio em 1965, quando a poetisa já contabilizava 75 anos. Reúne os poemas que consagraram o estilo da autora e a transformaram em uma das maiores poetisas de Língua Portuguesa do século XX. Já a segunda edição, repetindo, saiu em 1978 pela imprensa da UFG. E a terceira, em 1980. Desta vez, pela recém implantada editora da UFG, dentro da Coleção Documentos Goianos.

Onze anos depois da primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, compôs, em 1976, Meu Livro de Cordel. Finalmente, em 1983 lançou Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha (Ed. Global).

Cora Coralina recebeu o título de Doutor Honoris Causa da UFG (1983). E, logo depois, no mesmo ano, foi eleita intelectual do ano e contemplada com o Prêmio Juca Pato da União Brasileira dos Escritores. Dois anos mais tarde, veio a falecer. A 31 de janeiro de 1999, a sua principal obra, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais, foi aclamada através de um seleto júri organizado pelo jornal O Popular, de Goiânia, uma das 20 obras mais importantes do século XX. Enfim, Cora torna-se autora canônica.

Livros e outras obras
Estórias da Casa Velha da Ponte (contos)
Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais (poesia)
Meninos Verdes (infantil)
Meu Livro de Cordel
O Tesouro da Casa Velha
A Moeda de Ouro que o Pato Engoliu (infantil)
Vintém de Cobre
As Cocadas (infantil)