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sábado, janeiro 05, 2013

HISTÓRIA DE PORTUGAL - A MONARQUIA CONSITUCIONAL

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A HISTÓRIA DE PORTUGAL E A DO BRASIL
APROXIMAM-SE MUITO, SOBRETUDO, NO
QUE RESPEITA A HISTÓRIA DO CONSTI-
TUCIONALISMO NO PORTUGAL MONÁRQUICO,
DEVIDO AO TRINFO DO LIBERALISMO PO-
LÍTICO E À INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.




A Monarquia Constitucional (1820-1910)

A história do parlamentarismo constitucional português começa com a Constituição de 1822, aprovada na sequência da revolução liberal de 1820. Será interessante, no entanto, referir alguns dos seus antecedentes.
A ideia de assembleia parlamentar enquanto órgão de representação nacional – por oposição à concepção de cortes tradicionais, representando as três Ordens do Reino: Clero, Nobreza e Povo – chega a Portugal no início do século XIX, com as invasões francesas. É neste contexto que surge a primeira referência a umas cortes constitucionais na chamada súplica de Constituição de 1808.

O documento foi apresentado pelo tanoeiro José de Abreu Campos, um dos representantes do povo à Junta dos Três Estados (comissão delegada das Cortes do Reino) e tratava-se de um projecto de petição dirigida a Napoleão, onde se pedia a outorga de uma Constituição.

Neste projecto constitucional de um grupo de afrancesados (simpatizantes das ideias da Revolução francesa) estavam já claramente expressos princípios tão caros ao liberalismo como o da igualdade perante a lei, a salvaguarda da liberdade individual de culto, a justiça fiscal "sem excepção alguma de pessoa ou classe", a liberdade de imprensa e a instrução pública.

Preconizava-se o princípio da divisão tripartida dos poderes, em que o poder judicial deveria ser independente e o poder executivo assistido por um Conselho de Estado e que não podia "obrar senão por meio de ministros responsáveis".

Relativamente ao poder legislativo, pedia-se a instituição de um parlamento bicameral, sendo os representantes da nação eleitos pelas câmaras municipais, de acordo com "os nossos antigos usos", legislando as duas câmaras em concorrência com o executivo.

Com a revolução de 1820 procurou-se que alguns destes princípios fossem assumidos como linhas de orientação política, intenção indiciada, desde logo, pela vontade de convocação de cortes constituintes com vista à elaboração de uma constituição escrita, como se pode constatar na proclamação lida a 24 de Agosto por um dos comandantes da tropas que fizeram o pronunciamento militar no Porto.
A Junta Provisional, então constituída, organizou as eleições para as Cortes.

As Cortes gerais, extraordinárias e constituintes de 1821

É nas Côrtes Geraes, Extraordinarias, e Constituintes, também chamadas de Soberano Congresso, cortes que elaboraram a Constituição de 1822, que devemos procurar as raízes históricas da Assembleia da República.

Os representantes da nação foram eleitos através do sistema eleitoral consagrado na Constituição liberal espanhola de Cádis de 1812, apenas com algumas adaptações à realidade portuguesa.

Tratava-se de um sufrágio indirecto em que se deveriam formar juntas eleitorais de freguesia, de comarca e de província. Os cidadãos maiores de 25 anos (nalguns casos os maiores de 21 anos) com emprego, ofício ou ocupação útil, elegiam representantes que, por sua vez, escolhiam os eleitores de comarca. Estes reuniam-se na capital da província e elegiam os deputados às cortes constituintes, os quais não podiam ser menores de 25 anos, à razão de um por cada trinta mil habitantes.

Todo este intrincado processo eleitoral das primeiras eleições portuguesas ficou concluído no dia de Natal de 1820.

Esta assembleia constituinte, embora com a incumbência primeira de elaborar uma constituição, designou desde logo um novo governo, a Regência, substituindo a Junta Provisional do Govêrno Supremo do Reino, que tinha dirigido o país desde o triunfo da revolução. Legislou igualmente de forma soberana sobre os mais variados assuntos de natureza política, económica e social e impôs ao Rei D. João VI o seu regresso do Brasil – onde se havia refugiado com a corte após as invasões francesas - para prestar juramento das Bases da Constituição.

Instituiu-se, assim, o primeiro sistema de governo parlamentar controlado por uma assembleia que viria a aprovar, em 23 de Setembro, a Constituição de 1822.

As Cortes na Constituição de 1822



Na Constituição de 1822 ficaram consagrados os princípios ligados aos ideais liberais da época: princípios democrático, representativo, da separação de poderes e da igualdade jurídica e respeito pelos direitos pessoais.


"A Nação Portuguesa é representada em Cortes" assim começa o primeiro artigo do Título III. "A soberania reside essencialmente em a Nação. Não pode porém ser exercida senão pelos seus representantes legalmente eleitos", ou seja, pelos deputados das Cortes, a quem cabe exclusivamente fazer a Constituição, sem dependência de sanção do Rei.

As Cortes de 1822 eram formadas por uma só câmara, eleita por um período de dois anos, por sufrágio directo, secreto e sem carácter universal, já que não podiam votar, entre outros, os menores de 25 anos (com algumas excepções referentes aos militares ou a cidadãos casados com mais de 20 anos), as mulheres, os "vadios, os regulares e os criados de servir".

Para se ser eleito deputado era necessário poder-se sustentar através de "renda suficiente, procedida de bens de raiz, comércio, indústria ou emprego".

Os três poderes políticos - legislativo, executivo e judicial - são rigorosamente independentes e o poder legislativo é atribuído às Cortes em exclusivo, embora sujeito à "sancção Real", instituto semelhante ao da promulgação das leis.

O Rei, assistido pelos Secretários de Estado, detinha o poder executivo. Dispunha também de veto suspensivo, podendo devolver às Cortes determinado diploma uma só vez. Bastava uma nova aprovação do primitivo texto, pela mesma maioria parlamentar, para haver obrigatoriedade de promulgação, estando previsto um processo de promulgação tácita para os casos de decurso dos prazos ou de recusa de assinatura.

Nas suas relações com o poder legislativo o Rei não tinha o poder de dissolver o parlamento.

A iniciativa de lei pertencia em exclusivo aos deputados, através de projectos de lei, podendo, no entanto, os Secretários de Estado apresentar propostas de lei que, depois de examinadas por uma comissão das Cortes, poderiam ser convertidas em projectos de lei.

A sessão legislativa durava três meses consecutivos, prorrogáveis por apenas mais um, a pedido do Rei ou por deliberação de dois terços dos deputados presentes.


Naturalmente que este primado do parlamentarismo não agradava aos partidários do absolutismo e com a revolta militar conhecida por Vila-Francada, em Maio de 1823, começa a derrocada da primeira experiência liberal em Portugal.

A 2 de Junho de 1823 reúnem-se pela última vez as Cortes do vintismo, aprovando uma Declaração e protesto "contra qualquer alteração ou modificação que se faça na constituição do anno de 1822". Dois dias depois, é assinada pelo Rei uma Carta de lei defendendo a necessidade de reforma da Constituição.

D. João VI chega a convocar os três estados do Reino (clero, nobreza e povo), para se reunirem em cortes nos moldes do antigo regime.

A Constituição de 1822 teria, na sequência da revolução do Setembrismo, em 1836, uma curta e quase simbólica segunda vigência, de 10 de Setembro de 1836 a 4 de Abril de 1838, data do juramento da Constituição de 1838.


As Cortes gerais na Carta Constitucional de 1826

Depois da morte de D. João VI, em Abril de 1826, D. Pedro IV outorga a Carta Constitucional, onde ficam instituídas as Cortes Geraes, compostas pela Câmara dos Pares e pela Câmara dos Deputados; nomeia 72 pares do Reino para constituir a 1ª Câmara e determina a realização de eleições nos termos da Carta, vindo a abdicar, pouco tempo depois, na sua filha, a futura Rainha D. Maria II.

A Carta Constitucional consagra, como representantes da Nação, o Rei e as Cortes Gerais e procura um compromisso entre os ideais liberais expressos na anterior Constituição e as prerrogativas reais.


A Carta estatuiu um sistema bicameralista para as Cortes Gerais, sendo a Câmara dos Pares composta por membros vitalícios e hereditários, nomeados pelo Rei, sem número fixo, a que acresciam Pares por direito próprio, em virtude do nascimento ou do cargo.


A 2ª Câmara, designada por Câmara dos Deputados, passa a ser eleita por sufrágio indirecto e censitário. Nas eleições primárias, em que se elegiam os Eleitores de Província, não se atribuía direito de voto, entre outros, aos menores de 25 anos (idade que poderia baixar para 21 anos, em casos pontuais) e aos "que não tiverem de renda líquida anual cem mil réis", mantendo-se as incapacidades eleitorais activas previstas na Constituição de 1822.

Os Eleitores de Província deviam possuir uma renda mínima de duzentos mil réis.

Para se ser eleito deputado subia-se a exigência de renda mínima para quatrocentos mil réis.

O período da legislatura passa para quatro anos, tendo a sessão legislativa a duração de três meses prorrogáveis pelo Rei.

O poder legislativo continua a pertencer às Cortes mas a Carta Constitucional atribui ao Rei um poder de veto efectivo, sanção real, com efeito absoluto.

Esta alteração, relativamente ao estatuído na Constituição de 1822, é uma das consequências da adopção, pela Carta Constitucional, da teoria dos quatro poderes: o legislativo, o executivo, o moderador e o judicial. O poder moderador, neutro, pertenceria ao rei enquanto "Chefe Supremo da Nação".

A iniciativa legislativa, direito de proposição, pertencia indistintamente às duas Câmaras ou ao poder executivo, ainda que indirectamente.

O Rei, no exercício do seu poder moderador, passa a ter o poder de dissolver a Câmara dos Deputados.

A Carta Constitucional deixou de vigorar em Maio de 1828, data em que D. Miguel convocou os três Estados do Reino que o aclamaram rei absoluto.

Teria mais dois períodos de vigência: de Agosto de 1834 (data da saída de D. Miguel do país) até à revolução de Setembro de 1836 (que, como vimos, restaurou a Constituição de 1822 até à aprovação da Constituição de 1838) e de Janeiro de 1842 até Outubro de 1910.

Durante o último período de vigência da Carta Constitucional, de Janeiro de 1842 (data do golpe de estado de Costa Cabral) até à implantação da República, em 5 de Outubro de 1910, o texto constitucional sofreu alterações através dos Actos Adicionais de 1852, 1885, 1895-1896 e 1907, os quais implicaram importantes mudanças no modelo parlamentar.


O Acto Adicional de 1852, aprovado na sequência do triunfo do movimento Regenerador que afastou Costa Cabral do governo, estabelece a eleição directa dos Deputados por todos os cidadãos com um mínimo de cem mil réis de renda, baixando assim o censo na capacidade eleitoral activa. Para se ser eleito Deputado mantém-se a exigência de quatrocentos mil réis de renda líquida. Aos possuidores de títulos literários, a determinar pela lei eleitoral, para além de se baixar para 21 anos a idade mínima para votar e ser eleito, era dispensada a prova do censo.

Leis ordinárias, entretanto publicadas, vieram alargar, sucessivamente, o âmbito da capacidade eleitoral, designadamente a Lei de 8 de Maio de 1878 que considera como possuidores da renda mínima para votar, todos os chefes de família e os alfabetizados.

Com o Acto Adicional de 1885 - um dos poucos textos constitucionais aprovados sem que tivessem ocorrido previamente movimentos revolucionários ou de ruptura política - a legislatura passou novamente para três anos com o intuito de se "amiudar a consulta ao paiz, dando assim mais auctoridade e prestígio à câmara dos deputados". Limitou-se a 100 o número de pares vitalícios nomeados pelo Rei e estabeleceram-se pares electivos e temporários em número de 50, mantendo-se os pares por direito próprio. Este Acto Adicional regulamentou também o direito do Rei de dissolver a Câmara dos Deputados e a parte electiva da Câmara dos Pares, limitando este poder apenas aos "casos em que o exigir o bem do Estado".


O Acto Adicional de 1895-1896 compõe-se de dois textos legislativos: o Decreto de 25 de Setembro de 1895 que, aprovado pelo governo com as Cortes dissolvidas, alterou a Carta sem respeitar as normas nela prevista para a sua revisão e a Carta de lei de 3 de Abril de 1896 que incorporou, em parte, as alterações daquele Decreto.

Foram suprimidos os pares electivos, passando a Câmara dos Pares a ser composta por um número máximo de 90 membros vitalícios nomeados pelo Rei, para além dos pares por direito próprio ou por direito hereditário.

A Carta de lei não foi, no entanto, tão longe nos poderes do Rei como o Decreto de 1895, o qual lhe dava, enquanto poder moderador, a possibilidade de promulgar Decretos com força legislativa, caso não houvesse acordo entre as duas Câmaras na elaboração de medida legislativa. A solução para estas situações era a possibilidade de qualquer das Câmaras poder pedir a convocação de uma reunião conjunta, em Cortes Gerais, para votar sem qualquer discussão.

O último Acto Adicional, decretado em Dezembro de 1907, voltou a alterar a composição da Câmara dos Pares, suprimindo o número fixo de pares nomeados pelo Rei.


As Cortes gerais, extraordinárias e constituintes de 1837- 1838

A seguir ao triunfo da revolução de Setembro de 1836, é reposta em vigor a Constituição de 1822 e, imediatamente a seguir, são convocadas Cortes constituintes.

Estas Cortes foram eleitas a 22 de Novembro por sufrágio directo dos cidadãos maiores de 25 anos, baixando esta idade para 20 anos no caso dos oficiais militares, dos bacharéis e dos clérigos.

A capacidade eleitoral passiva coincidia com a activa, com algumas excepções que figuravam no decreto de 8 de Outubro de 1836, na linha do consignado nas anteriores constituições.

Embora se trate de uma assembleia eleita para elaborar um texto constitucional, não deixou - à semelhança do que se verificou com as cortes constituintes de 1821 - de legislar sobre outros assuntos da vida nacional. É disso exemplo a supressão das garantias individuais no sul do país, motivada pelo clima de guerra civil em que o país se encontrava mergulhado. A aprovação desta lei foi acompanhada pela exigência de prestação de contas, pelo governo, sobre a forma como os poderes aí consagrados eram aplicados.

Os seus trabalhos duraram de 18 de Janeiro de 1837 a 4 de Abril de 1838, data da sessão solene em que a Rainha D. Maria II jurou a Constituição de 1838.


As Cortes gerais na Constituição de 1838

O terceiro texto constitucional a vigorar em Portugal foi a Constituição de 1838, e marca um verdadeiro compromisso entre as teses liberais da Constituição de 1822 e as teses mais conservadoras expressas na Carta Constitucional.


Elaborado e decretado pela assembleia constituinte, eleita na sequência do Setembrismo, este texto constitucional consagra novamente o princípio democrático: "A Soberania reside essencialmente em a Nação, da qual emanam todos os poderes políticos". Também a independência e a divisão tripartida dos poderes legislativo, executivo e judicial, volta a ser consagrada, deixando de haver referências ao poder moderador.

Manteve-se o sistema bicameralista na composição das Cortes Geraes, mas a Câmara de Senadores passa a ser electiva e temporária, devendo ser renovada, em metade dos seus membros, sempre que houvesse eleições para a Câmara dos Deputados.

Ambas as câmaras são eleitas directamente, sendo a Câmara de Deputados eleita por um período de três anos.

Subsiste o sufrágio censitário, tendo capacidade eleitoral activa os maiores de 25 anos com um mínimo de renda de oitenta mil réis, baixando a idade para 20 no caso dos "officiaes do Exercito e Armada", casados, bacharéis e clérigos de ordens sacras.

A capacidade eleitoral passiva para a Câmara dos Deputados coincide com a capacidade eleitoral activa, com excepção da renda mínima que é elevada para quatrocentos mil réis. Relativamente à Câmara dos Senadores, enumera-se taxativamente os cargos e/ou categorias que os candidatos a Senadores devem possuir para serem eleitos para a 1ª câmara, não sendo elegíveis os menores de 35 anos.

Ao contrário do estatuído na Constituição de 1822, o Rei continua, na linha da Carta Constitucional, a gozar do poder de sanção das leis e de dissolução da Câmara dos Deputados "quando assim o exigir a salvação do Estado".

O poder de iniciativa legislativa volta a ser prerrogativa exclusiva dos membros das duas Câmaras, podendo o executivo apresentar propostas de projectos de lei a uma comissão da Câmara dos Deputados.

A sessão legislativa, sessão ordinária de Cortes, tinha uma duração mínima de três meses por ano e, no caso de dissolução, o prazo voltava a contar-se a partir da nova reunião da 2ª Câmara.

Os partidos políticos no período da Monarquia constitucional

A primeira fase do constitucionalismo monárquico é dominada pela instabilidade político-social resultante da proclamação da independência do Brasil por D. Pedro (filho primogénito de D. João VI) e das lutas que se seguiram entre liberais e absolutistas. Estes propunham um reforço do poder real e a aceitação de D. Miguel (irmão de D. Pedro) como herdeiro legítimo do trono. Esta controvérsia, acompanhada por sucessivos confrontos armados, vem a reflectir-se em modelos constitucionais diferenciados: ora um liberalismo democrático, defensor do alargamento do direito de sufrágio, do parlamentarismo puro e do monocameralismo, ora um liberalismo conservador, defensor de maior intervenção do Rei e de um parlamentarismo mitigado pelo poder real e o bicameralismo.

Neste período constituíram-se apenas dois partidos autónomos significativos: o Partido Progressista Histórico e o Partido Regenerador. São ambos partidos de quadros, com uma orgânica partidária muito centralizada que asseguraram, rotativamente, o poder através de acordos políticos depois confirmados por sufrágio, sobretudo durante o período de relativa acalmia que correspondeu aos reinados de D. Pedro V e de D. Luís.

O sistema bipartidário é alterado substancialmente, a partir da década de 90, pelas crises e cisões nestes dois grandes partidos, na sequência do Ultimatum inglês de 1890 segundo o qual Portugal era obrigado a renunciar a parte do seu território africano.

Da pulverização partidária vem a destacar-se o Partido Republicano Português que defende a alteração revolucionária do regime vigente, conquistando uma militância progressiva a nível local, agregando a contestação à monarquia, acusada de comprometer as instituições da nação. A política de alianças partidárias provocava contínuas crises de governo, dificultando as relações entre o Executivo e as Cortes e a necessidade de recurso a sucessivos actos eleitorais. A instabilidade social e económica fez emergir novas forças sociais, dotadas de alguma capacidade económica e vontade de expressão política efectiva que o sistema político e parlamentar vigente não parecia assegurar.

quarta-feira, janeiro 02, 2013

MULHER BONITA ,É NO POSTO 12 DE LEBLON, NO RIO

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A CIDADE MARAVILHOSA ,NÃO O É,
SÓ POR CAUSA DE BELEZA DA CIDADE.
É TAMBÉM, E SOBRETUDO, PELAS LIN-
DISSIMAS MULHERES QUE PISAM OS
PASSEIOS, AS RUAS E OS CALÇADÕES
DA CIDADE MAIS BELA DO MUNDO.




RIO — O Posto 12, no Leblon, está sendo considerado pelos especialistas (foi citado por três deles em um mês ) como a maior concentração de mulheres bonitas e interessantes da cidade.


esta manhã o Leblon amanheceu assim

Uma das finalistas do concurso “A Carioca”, que vai eleger a que melhor representa o estilo da cidade, Sofie escolheu aquele trecho da praia porque faz esportes e gosta da vista para o Dois Irmãos. Ela diz que adora ir à praia em “cantos”.


Sophie numa foto de Marcos Ramos do jornal o globo


— O 12 me atrai mais que o Arpoador — conta. — Curto especialmente aquele cantinho;

Apresentadora do canal Off, ela vive no Rio há dois anos e mora no Catete. Como tem amigas no Leblon, Sofie passou a frequentar a praia, onde seu atual namorado, o surfista profissional Marcelo Trekinho, aprendeu a pegar onda.

— O Pontão é a melhor onda de uma manobra só. É curta e perfeita — diz ele. — Antigamente o morador do Leblon ia à praia em Ipanema, agora mudou. Tá todo mundo querendo vir pra cá.

sexta-feira, dezembro 28, 2012

ARVORE DE NATAL NO RIO

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Na Lagoa Rodrigo de Freitas, na cidade maravilhosa

LISBOA, BAIXA DA CIDADE, NO NATAL

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PELAS RUAS DA BAIXA DE LISBOA
CHIADO E ROSSIO

E NO CHIADO O NATAL
FOI UMA FESTA

NO cHIADO











E AINDA NO ROSSIO











terça-feira, dezembro 25, 2012

POLIFONIA POPULAR ALENTEJANA - OS SARAMAGOS DE GARVÃO

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OPERADO ÀS HEMORRÓDIAS texto de LUIS FERNANDO VERISSIMO

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GENKIAL TEXTO DO ESCRITOR BRASILEIRO
LUIS FERNANDO VERISSIMO, QUE TRANS-
CREVEMOS COM A DEVIDA VÉNIA

Ptolomeu em 150 d.C. dizia que a Terra era o centro do Universo e que
tudo girava em torno dela. Foram precisos cerca de 1400 anos para esta
teoria ser rebatida por Nicolau Copérnico, provando à Humanidade
que o Sol sim era o centro.
Eu. Simplesmente eu, descobri em apenas três dias, após 56 anos, que
ambos estavam redondamente enganados: o centro do universo é o cu.
Isso mesmo, o cu!
Operei às hemorróidas com carácter de urgência há algumas semanas atrás. No
domingo à noitinha, o que achava que seria um singelo peidinho, quase
me virou do avesso.
"É difícil, mas vamos ver se reverte", falou meu médico.
Reverteu merda nenhuma, era mais fácil o Lula aceitar que sabia do
mensalão do que aquela lazarenta bolinha (?) dar o toque de recolher.
Foram quase 2 horas de cirurgia e confesso não senti nadica de nada,
nem se me enrabaram durante minha letargia! Dois dias de hospital,
passei bem embora tenham tentado me afogar com tanto soro que me
aplicaram, foram litros e litros; recebi alta e fui repousar em casa.
Passados os efeitos anestésicos e analgésicos, vem a "primeira vez".
PUTA QUI PARIU!!! Parece que você está cagando um croquete de figo da
Índia, casca de abacaxi, concha de ostra e arame farpado. É um
auto-flagelo.
Por uns três dias dói tanto que você não imagina uma coisinha tão
pequena e com um nome tão reduzido (cu) possa doer tanto. O tamanho da
dor não é proporcional ao tamanho do nome, neste caso, cu deveria
chamar dobrovosky, tegulcigalpa, nabucodonosor.
Passam pela cabeça soluções mágicas: Usar um ventilador! Só se for
daqueles túneis aerodinâmicos. Gelo! Só se eu escorregar pelado por
uma encosta do Monte Everest. Esguichinho d'água! Tem que ser igual a
da Praça da Matriz, névoa seguida de jatos intercalados.
Descobri também que somos descendentes diretos do babuíno, porque você
fica andando como macaco e com o cu vermelho; qualquer tosse,
movimento inesperado, virada mais brusca o cu dói, e como!
Para melhorar as "idas" à privada, recomenda-se dieta na base de
fibras, foi o que fiz: comi cinco vassouras piaçaba, um tapete de
sisal e sete metros de corda.
Agora sei o sentido daquela frase: "quem tem medo de cagar não come!
"Perdi 4 quilos; 3,5 de gordura e 0,5 de cu. Tudo valeu, agora já
estou bem, cagando como manda o figurino, não preciso pensar para
peidar, o cu ficou afinado em ré menor, uma beleza! A foda é que usei
Modess por 20 dias após a cirurgia e hoje tô sentindo falta dele!










sexta-feira, dezembro 21, 2012

PINTORES PORTUGUESES - JOSÉ TAKLYN

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DO pintor algarvio JOSÉ , um choque de imagem e côr ,quem sabe ,brevemente no Rio.

PINTORA PORTUGUESA VEIRA DA SILVA no MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO

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CIEIA DA SILVA, A PINTORA PORTUGUESA
DE CRAVEIRA INTERNACIOINAL ESTÁ PRE-
SENTE NO RIO, NUMA MOSTRA DAS SUAS
OBRAS INTITULADA


Vieira da Silva, agora no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Pintura
Maria Helena Vieira da Silva


São 51 obras da artista plástica Maria Helena Vieira da Silva que vão estar expostas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro entre 19 de Dezembro e 17 de Fevereiro de 2013. Vieira da Silva - Agora inclui ainda uma mostra fotobiográfica da pintora.

A Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva (FASVS), que gere o museu lisboeta dedicado à obra da artista e do seu marido, vai homenagear a pintora em conjunto com duas entidades do Rio de Janeiro - a Associação Espírito Santo Cultura e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM).

“Vieira da Silva não só é conhecida [no Brasil] como é admiradíssima, o acolhimento [da ideia da exposição] foi imediato, total. No Brasil tem nome, tem um mercado“, disse Marina Bairrão Ruivo, directora da fundação, ao PÚBLICO. As viagens que a pintora fazia à América Latina eram frequentes e a artista e o pintor húngaro Arpad Szenes viveram no Rio de Janeiro entre 1940 e 1947.

Uma exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo em 2009 e uma mostra no Instituto Tomie Ohtake em 2011 retrataram a influência que o casal exerceu nos artistas brasileiros, mas Marina Bairrão queria mostrar “o antes, o durante e o depois” do período brasileiro. “Não quisémos fazer o enfoque sobre o período brasileiro. Isso já foi feito e, no fundo, é muito redutor. Tínhamos de mostrar o alcance que a obra da pintora teve em todos os períodos: a relação com Portugal, França e Brasil”, referiu a directora.

Apesar de a exposição ocorrer no âmbito da programação do Ano de Portugal no Brasil, não são os sete anos que a pintora viveu no Brasil que motivam a exposição. “A grande invenção espacial [no trabalho da pintora] já estava criada quando [Vieira da Silva] para lá foi. Foi potenciada pelos temas da guerra que na altura a absorveram", mas quando regressa a Paris e o Estado francês adquiriu as pinturas da artista portuguesa, Vieira da Silva e Arpad Szenes obtiveram nacionalidade francesa (em 1956). É também em Paris que Vieira da Silva recebe a condecoração de chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres.

As obras que integram a exposição no MAM do Rio de Janeiro provêm maioritariamente de colecções portuguesas institucionais e particulares como a própria FASVS, a Fundação Calouste Gulbenkian ou o Banco Espírito Santo (um dos grandes patrocinadores). Do Brasil, há obras emprestadas pelos palácios do Governo do Estado de São Paulo e da colecção privada de Roberto Marinho, que Marina Barreiro descreve como “notável”.

Vieira da Silva, que não gostava de ser entrevistada nem fotografada, será alvo na exposição de um retrato documental ilustrado que narra a sua vida em imagens de fotógrafos como Willy Maywald e Denise Colomb, mas também por amigos e familiares.

A mostra Vieira da Silva - Agora tem início a 19 de Dezembro e termina a 17 de Fevereiro de 2013.

quinta-feira, dezembro 20, 2012

PRÉMIO PESSOA 2012

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RICHARD ZENITH O ESCRITOR E TRADUTOR
NORTE AMERICANO, ACABA DE GANHAR
A EDIÇÃO 2012 DO PRÉMIO PESSOA.



O escritor norte-americano Richard Zenith é o vencedor do Prémio Pessoa 2012. Zenith é investigador pessoano, tradutor e crítico literário, responsável pela tradução para inglês de autores como Camões, Sophia de Mello Breyner, Drummond e Antero de Quental.

O anúncio foi feito, como habitualmente, no Palácio de Seteais em Sintra por Francisco Pinto Balsemão, que preside ao júri também constituído por Fernando Faria de Oliveira (Vice-Presidente), António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, João Lobo Antunes, José Luís Porfírio, Maria de Sousa, Mário Soares, Miguel Veiga, Rui Magalhães Baião, Rui Vieira Nery e Viriato Soromenho-Marques.

De acordo com o presidente do júri, Pinto Balsemão, a proposta do nome de Richard Zenith foi feita por duas pessoas exteriores ao Prémio Pessoa: Rui Vilar e Nicolau Santos. Balsermão lembrou que Zenith, nascido nos EUA, se tornou“cidadão de Portugal por dedicação e louvor a uma obra, a de Fernando Pessoa, uma literatura, a nossa, e uma língua, a portuguesa”. É um “estudioso e investigador da obra e figura de Fernando Pessoa, Richard Zenith tem posto o conhecimento acumulado ao longo de décadas ao serviço disciplinado e metódico de uma paixão”, acrescentou.

"Esta investigação conduziu a um entendimento mais consistente de domínios relativamente inexplorados de uma aventura pessoana, registados e fixados nos escritos autobiográficos e na fotobiografia de Pessoa. Com lucidez, Richard Zenith é não apenas um editor da obra pessoana, um explicador da heteronímia, mas também o grande tradutor da sua poética para a língua inglesa", diz a acta do júri sobre o premiado que é natural de Washington DC, tendo obtido a licenciatura em Letras na University of Virginia. Viveu na Colombia, no Brasil e em França antes de se radicar em Lisboa, em 1987.

"A dedicação de Richard Zenith à língua e à literatura portuguesas levou-o ainda a traduzir para inglês autores clássicos e contemporâneos como Antero de Quental, Sophia de Mello Breyner, Nuno Júdice e António Lobo Antunes, Richard Zenith conta igualmente com uma produção original de poemas e contos dispersos por publicações várias".


Richard Zenith é não apenas um editor da obra pessoana, um explicador da heteronímia, mas também o grande tradutor da sua poética para a língua inglesa
Júri do Prémio Pessoa
O júri lembrou ainda que Richard Zenith foi um dos curadores da exposição "Fernando Pessoa, Plural como o Universo", que esteve entre Fevereiro e Maio na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. A relação de Zenith com Fernando Pessoa é o centro de uma história que atravessou já fronteiras, sendo uma das mais autorizadas vozes sobre o poeta português.

Para o historiador José Sarmento de Matos, Zenith entende a língua portuguesa "na dimensão mais profunda da sua evolução e dos segredos da sua idiossincrasia, levando a palma à maioria esmagadora dos próprios portugueses". O historiador escrevia, em Março deste ano no PÚBLICO, que o trabalho de Zenith era elegante e peculiar, chamado a atenção "para uma ou outra fraseologia menos apurada nos seus contornos" por força do "seu olhar sempre atento." Esta ideia de viagem por entre os textos surgirá de um modo de pensar a escrita de Pessoa.

Quando guiou o PÚBLICO na exposição Fernando Pessoa Plural que, depois de apresentada no Brasil se mostrou na Gulbenkian, Zenith falava de Pessoa como "um escritor que estava sempre em movimento e defendia que uma pessoa com uma mente activa não se podia fixar numa só opinião.

Mas a obra de Zenith não se esgota em Pessoa. Camoniano por paixão, o autor foi responsável, em 2009, por traduzir a lírica de Camões numa edição acompanhada por ilustrações de João fazenda. Sonetos e Outros Poemas, editado pela Planeta, mostrava que gostar de Camões e Pessoa não era uma contradição. "Estamos a assistir a um renovado movimento em torno do Renascimento português que faz lembrar a actividade de Jorge de Sena nas décadas de 60 e 70", dizia o autor em entrevista publicada no Ípsilon, sobre um livro que reunia 40 sonetos e outros 12 poemas que pretendiam "representar as várias formas poéticas" da lírica. Escolhidos por Zenith, os textos mostravam "o desconcerto do mundo, a inexorável passagem do tempo ou a experiência de exílio". Se a lírica camoniana é considerada "menor" relativamente a Os Lusíadas, lembrava Zenith, contudo, esta é a "coroa de glória tranquila para uma tumultuosa vida interior".

O prémio, de 60 mil euros, uma iniciativa do jornal Expresso (do grupo Impresa de que é presidente executivo Pinto Balsemão) patrocinada pela Caixa Geral dos Depósitos, reconhece a actividade de pessoas portuguesas com papel significativo na vida cultural e científica do país.

Os escritores Herberto Helder, Vasco Graça Moura, a pianista Maria Joao Pires, o bispo D. Manuel Clemente ou a cientista Maria do Carmo Fonseca são alguns dos nomes já premiados com o galardão que vai já na 26ª edição. O filósofo e ensaísta Eduardo Lourenço foi o premiado da edição do ano passado.

terça-feira, dezembro 18, 2012

domingo, dezembro 16, 2012

O CORINTHIANS VENCEU O CHELSEA E É CAMPEÃO DO MUNDO DE CLUBES

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MAIS UM TÍTULO MUNDIAL PARA O
BRASIL, O CORINTHIANS É DESDE
HOJE O NOVO CAMPEÃO MUNDIAL
DE CLUBES

O Corinthians é o novo campeão do mundo após vencer o Chelsea por 1x0, na final do Mundial de clubes.



A equipa brasileira sucede ao Barcelona e terminou com o ciclo de vitórias consecutivas de formações europeias na prova, uma vez que o Internacional de Porto Alegre, em 2006, tinha sido a última turma não pertencente ao velho continente a vencer a prova.

O triunfo dos vencedores da Taça dos Libertadores sobre o atual campeão europeu é justo, uma vez que foi a melhor equipa ao longo da segunda parte, depois de um primeiro tempo em que o Chelsea teve algumas oportunidades mas não conseguiu concretizar.

O peruano Paolo Guerrero, aos 69 minutos, bateu Petr Cech de cabeça e marcou o único golo do encontro, oferendo o título de campeão do mundo de clubes ao Corinthians, para delírio de todos os brasileiros presentes em Yokohama. Até ao final, o Chelsea não conseguiu empatar e ainda viu Gary Cahill ser expulso a um minuto dos 90.

sexta-feira, dezembro 14, 2012

escritores brasileiros - AFRÂNIO PEIXOTO

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Afrânio Peixoto



Júlio Afrânio Peixoto (Lençóis, 17 de dezembro de 1876 — Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 1947) foi um médico, político, professor, crítico literário, ensaísta, romancista e historiador brasileiro.

Ocupou a cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras, onde foi eleito em 7 de maio de 1910, e a cadeira 2 da Academia Brasileira de Filologia, da qual foi fundador.

Educação

Filho de Francisco Afrânio Peixoto e Virgínia de Morais Peixoto. Passou sua infância no interior da Bahia, na cidade de Canavieiras (onde há uma biblioteca e rua com seu nome), vivenciando situações e paisagens que influenciariam muitos dos seus romances. Formou-se em Medicina, em Salvador, no ano de 1897. Sua tese inaugural, "Epilepsia e crime", despertou grande interesse nos meios científicos do país e do exterior.

Médico, professor e político

Em 1902, mudou-se para a capital do país, na época, Rio de Janeiro, onde foi inspetor de Saúde Pública e diretor do Hospital Nacional de Alienados, em 1904. Ministrou aulas de Medicina legal na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1907) e assumiu os cargos de professor extraordinário da Faculdade de Medicina (1911); diretor da Escola Normal do Rio de Janeiro, em 1915 e diretor da Instrução Pública do Distrito Federal no ano seguinte.

Teve uma passagem pela política quando foi eleito deputado federal pela Bahia, ficando no cargo no período de 1924 a 1930. Após isto, voltou à atividade do magistério sendo professor de História da Educação no Instituto de Educação do Rio de Janeiro, em 1932. Foi reitor da Universidade do Distrito Federal em 1935 e, após 40 anos de relevantes serviços, aposentou-se.

Literatura

Iniciou na literatura no ano de 1900 com a publicação do drama Rosa mística. Drama em cinco atos, luxuosamente impresso em Leipzig, com uma cor para cada ato. Entre 1904 e 1906 esteve em vários países da Europa, a fim de adquirir novos conhecimentos.

Ao retornar ao Brasil esqueceu-se da literatura e pensou apenas na medicina. Nesse período foi grande sua produção de obras de cunho médico-legal-científica. O romance foi uma implicação a que o autor foi levado em decorrência de sua eleição para a Academia Brasileira de Letras, em 7 de maio de 1910, para a qual fora eleito à revelia, quando se achava no Egito, em sua segunda viagem ao exterior.

Quase como que por obrigação, começou a escrever o romance A esfinge, o que fez em três meses antes da posse da Cadeira nº 7, em 14 de agosto de 1911, entrega feita pelas mãos do acadêmico Araripe Júnior. O Egito inspirou-lhe o título e a trama novelesca. O romance, publicado no mesmo ano, obteve um sucesso incomum e colocou seu autor em posto de destaque na galeria dos ficcionistas brasileiros.

Dotado de personalidade fascinante, animadora e de um excelente domínio da oratória, prendia a atenção das pessoas e auditórios pela palavra inteligente e encantadora. Afrânio Peixoto obteve, na época, grande aprovação de crítica e prestígio popular.

Na Academia Brasileira de Letras, desempenhou diversas atividades, sendo que um dos seus mais importantes feitos foi obter do embaixador da França, Alexandre Conty, em 1923, a doação pelo governo francês do palácio Petit Trianon, construído para a Exposição da França no Centenário da Independência do Brasil.

Como ensaísta escreveu importantes estudos sobre Camões, Castro Alves e Euclides da Cunha. Como médico, conheceu e estudou as ideias e teorias de Freud, levando-as para muitos de seus romances.

Faleceu no Rio de Janeiro em 12 de janeiro de 1947 com a idade de 70 anos.

Academia Brasileira de Letras

Afrânio Peixoto foi o terceiro ocupante da cadeira 7 na Academia Brasileira de Letras, eleito em 7 de maio de 1910, na sucessão de Euclides da Cunha e recebido em 14 de agosto de 1911 pelo acadêmico Araripe Júnior. Recebeu os acadêmicos Osvaldo Cruz em 26 de junho de 1913, Aloísio de Castro em 15 de abril de 1919 e Alcântara Machado em 4 de outubro de 1933. Foi sucedido por Afonso Pena Júnior.

Obras
Rosa mística - drama (1900)
Lufada sinistra - novela (1900)
A esfinge - romance (1911)
Maria Bonita - romance (1914)
Minha terra e minha gente - história (1915)
Poeira da estrada - crítica (1918)
Trovas brasileiras (1919)
Parábolas (1920)
José Bonifácio, o velho e o moço - biografia (1920)
Fruta do mato - romance (1920)
Castro Alves, o poeta e o poema (1922)
Bugrinha - romance (1922)
Ensinar e ensinar (1923)
Dicionário dos Lusíadas - filologia (1924)
Dinamene (1925)
Arte poética - ensaio (1925)
As razões do coração - romance (1925)
Camões e o Brasil - crítica (1926)
Uma mulher como as outras - romance (1928)
Sinhazinha (1929)
Miçangas (1931)
Viagem Sentimental (1931)
História da literatura brasileira (1931)
Castro Alves - ensaio bibliográfico (1931)
Panorama da literatura brasileira (1940)
Pepitas - ensaio (1942)
Amor sagrado e amor profano (1942)
Despedida (1942)
Obras completas (1942)
Indes (1944)
É (1944)
Breviário da Bahia (1945)
Livro de horas (1947)

PRELIMINARES

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No nosso voo para NYC, a assistente de bordo oferece bebida a um gay, sentado ao lado de uma freira.
O gay (chique, lógico!!!) pede uísque escocês com gelo.
-A senhora aceita o mesmo que ele, irmã? Pergunta a A/B à religiosa.
A freira fica indignada:
-Prefiro ser agarrada selvagemente e estuprada por um negão daqueles de dois metros de altura,
do que botar uma gota desse álcool na boca!
O gay escuta e devolve o uísque à aeromoça dizendo:
-Desculpe! Eu não sabia que tinha essa outra opção. Também quero o negão!!

quarta-feira, dezembro 12, 2012

escritores de ligua portuguesa EDUARDO AGUALUSA (ANGOLA)

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José Eduardo Agualusa


José Eduardo Agualusa Alves da Cunha
13 de Dezembro de 1960 (51 anos)
Huambo, Angola

Nacionalidade
angolano


José Eduardo Agualusa (Huambo, Angola; 13 de Dezembro de 1960) é um escritor angolano.

Estudou agronomia e silvicultura no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa. Colaborou com o jornal português Público desde a sua fundação; na revista de domingo desse diário (Pública) assinava uma crónica quinzenal. Atualmente, escreve crónicas mensalmente para a revista portuguesa LER e semanalmente para o jornal angolano A Capital. Realiza o programa A Hora das Cigarras, sobre música e poesia africana, difundido na RDP África.

É membro da União dos Escritores Angolanos.

Em 2006 lançou, juntamente com Conceição Lopes e Fatima Otero, a editora brasileira Língua Geral, dedicada exclusivamente a autores de língua portuguesa. A sua obra encontra-se traduzida em mais de vinte idiomas.

Numa entrevista, o escritor responde a pergunta, "Quem é o Eduardo Agualusa?": "Quem eu sou não ocupa muitas palavras: angolano em viagem, quase sem raça. Gosto do mar, de um céu em fogo ao fim da tarde. Nasci nas terras altas. Quero morrer em Benguela, como alternativa pode ser Olinda, no Nordeste do Brasil." Perguntado se se diverte escrevendo, Agualusa explica: "Escrever me diverte, e escrevo também, porque quero saber como termina o poema, o conto ou o romance. E ainda porque a escrita transforma o mundo. Ninguém acredita nisto e no entanto é verdade."[1].

1 Obras
2 Traduções das obras
3 Prémios
4 Interpretações críticas
5 Estudos sobre a obra de Agualusa
6 Referências
7 Ligações externas


Obras
A Conjura (romance, 1989)
D. Nicolau Água-Rosada e outras estórias verdadeiras e inverosímeis (contos, 1990)
O coração dos Bosques (poesia, 1991)
A feira dos assombrados (novela, 1992)
Estação das Chuvas (romance, 1996)
Nação Crioula (romance, 1997)
Fronteiras Perdidas, contos para viajar (contos, 1999)
Um Estranho em Goa (romance, 2000)
Estranhões e Bizarrocos (literatura infantil, 2000)
A Substância do Amor e Outras Crónicas (crónicas, 2000)
O Homem que Parecia um Domingo (contos, 2002)
Catálogo de Sombras (contos, 2003)
O Ano em que Zumbi Tomou o Rio (romance, 2003)
O Vendedor de Passados (romance, 2004)
Manual Prático de Levitação (contos, 2005)
A girafa que comia estrelas (novela, 2005)
Passageiros em Trânsito (contos, 2006)
O filho do vento (novela, 2006)
As Mulheres do Meu Pai (romance, 2007)
Na rota das especiarias (guia, 2008)
Barroco Tropical (romance, 2009)

sexta-feira, dezembro 07, 2012

história do brasil - GUERRA DO PARAGUAI

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Com a independência do Paraguai em 1811, assumiu o trono José Gaspar Rodríguez Francia, conhecido como El Supremo. Ele estabeleceu uma República Popular, a chamada Ditadura Perpétua, onde exercia um poder ditatorial para com os ricos oligarcas ainda ligados aos interesses da Espanha, transformou a propriedade privada em propriedade coletiva, promoveu a primeira reforma agrária da América Latina. Nacionalizou a igreja católica, transformando os conventos em quartéis, ele também fez uma grande revolução cultural, eliminando o analfabetismo e respeitando os costumes indígenas.
O Paraguai começou a crescer e se desenvolver com as próprias pernas, sem a interferência dos países dominadores. Francia sabia que para começar uma revolução política, primeiramente tem que fazer uma revolução econômica.
Em 1840, com a morte de Francia, assumiu o governo o primeiro presidente constitucional; Carlos Antônio López, esse recebeu o país, pronto para se iniciar o desenvolvimento, sem analfabetos, sem desempregados e uma economia voltada para os interesses populares; o que impedia eram os elevados impostos, e outro fator que retardava esse desenvolvimento; o Paraguai não tinha saída para o mar, e para exportar seus produtos dependia da boa relação para com os países vizinhos, como o Uruguai e a Argentina (rio da prata).
A soberania do Paraguai deveria ser eliminada para o bem da Inglaterra e das classes platinas dominantes. Na visão do imperialismo inglês, o Paraguai deveria ser igual á seus vizinhos, fornecedor de matéria-prima e consumidor de seus produtos industrializados.
Quando Carlos Antônio López morreu, seu filho Solano López assumiu o governo, dando seguimento á infra-estrutura de desenvolvimento industrial, que havia se iniciado pelos seus antecessores; ou seja, o Paraguai era o país mais progressista da América Latina. Pela posição geográfica, o único país que poderia ajudar o Paraguai era o Uruguai, também pela sua relação amigável, tanto que em 1850, os dois assinaram o acordo de Defesa Mútua.
A Inglaterra sugeriu a troca de governo do Uruguai para desestabilizar o Paraguai, mas quem iria fazê-lo era seu fantoche, Brasil. Com a troca de governos Uruguai, Solano não viu alternativa á não ser cumprir o acordo de 1850, e declarar guerra ao Brasil.
A Inglaterra financiou a guerra, e a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai) na qual eram conhecidos, esperavam uma guerra rápida por ter uma superioridade militar, mas o Paraguai tinha uma população patriota que resiste por 5 anos, ao longo da guerra conforme os soldados foram morrendo, a população se viu na obrigação de lutar, e isso levou á ameaçar até o feto do ventre da mulher.
A guerra só terminou em 1870, com a morte de Solano López, em Cerro Cora. Ao final da guerra; da população do Paraguai morreram 96,5% dos homens, e 75% da população em geral.

segunda-feira, dezembro 03, 2012

artistas brasileiros - MARISA MONTE

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CHICO LOBO E CARLINHOS FERREIRA, SÁBADO DIA 8

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NO PRÓXIMO SÁBADO DIA 8, O NOSSO
AMIGO VIOLEIRO CHICO LOBO VAI
ESTAR NA EXPO MINAS EM BELO
HORIZONTE.


Grande encontro do percussionista Carlinhos Ferreira e do violeiro Chico Lobo!
Feira nacional de artesanato, na Expo Minas BH, sabado dia 08 de dez. as 20hs!(do Brasil e 18 em Portugal. Imperdivel

terça-feira, novembro 27, 2012

filmes da história do cinema brasileiro -

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fadistas portuguesas - MARIA ANA BOBONE

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Maria Ana Bobone é unânimemente reconhecida como uma das melhores fadistas da sua geração. Canta Fado, e canta-o de uma forma distinta: na tradição das grandes vozes.

Maria Ana Bobone estreou-se a cantar Fado os 16 anos, tendo concluído posteriormente os cursos de Piano e de Canto do Conservatório Nacional de Música de Lisboa.

O seu primeiro trabalho discográfico intitulado “Alma Nova”, gravado em parceria com outros dois fadistas, viria a ser o início de uma carreira brilhante. Seguidamente, e já a solo, grava dois discos para a editora americana MA Recordings: Luz Destino e Senhora da Lapa, ambos de um gosto musical exímio e onde acolhe magistralmente novos instrumentos (cravo e saxofone) para além da habitual presença da Guitarra Portuguesa. Grava depois “Nome de Mar”, trabalho que lhe traz o merecido reconhecimento público e onde recolhe excelentes críticas por parte dos mais relevantes “media”. Nele, Maria Ana canta grandes poetas em brilhantes fados originais, cruzando o alinhamento com alguns fados de sempre.

As qualidades e o enorme talento de Maria Ana Bobone levam-na a efectuar diversas participações noutros projectos musicais, envolvendo-se constantemente em parcerias de sucesso. São estas mesmas qualidades que a levam a reunir à sua volta prestigiados guitarristas como Ricardo Rocha e Pedro Caldeira Cabral, cada um deles contribuindo com o empenho, a exclusividade e a beleza das suas composições e que, na voz de Maria Ana Bobone, alcançam a sonoridade desejada. Actua sistematicamente nas principais salas de espectáculos portuguesas (Centro Cultural de Belém, Casa da Música, São Luiz, Culturgest, entre muitas outras) assim como é convidada regular em inúmeros festivais e salas relevantes pelo mundo fora, dignificando o nome do Fado e de Portugal. Do leque destes países destacam-se Inglaterra, EUA, Brasil, Suécia, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Suiça, França, México, Itália, Marrocos, Malta e Holanda.

Lança em Junho de 2012 o seu mais recente trabalho – Fado & Piano. Nele, em parceria com o produtor Rodrigo Serrao, explora e revela a completa dimensão de todo o seu talento: compõe, escreve, canta, faz arranjos e toca todos os temas ao piano que assume como instrumento de eleição no acompanhamento do Fado (tradição que remonta ao final do século XIX), inovando, sustentada num respeito e conhecimento profundo das tradições, acompanhada pela incontornável Guitarra Portuguesa e pelo Contrabaixo. Tudo isto torna Maria Ana Bobone, numa das mais importantes e distintas referências artísticas da actualidade.

sexta-feira, novembro 23, 2012

artistas brasileiros- FAUZER DENNER

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O FAUZER DENNER ESTÁ EM PORTUGAL
HÁ POUCO TEMPO ,NAS CONTINUA A FA-
ZER MÍCA SERTANEJA





domingo, novembro 18, 2012

TEATRO DO BRASIL NA PROGRAMAÇAO DO ANO DO BRASIL EM PORTUGAL

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DIAS 24 E 25 NO TEATRO D.MARIA II
A FARSA DA BOA PERGUIÇA.




Farsa da Boa Preguiça, de Ariano Suassuna, vai a Portugal



Depois do sucesso de público e crítica em várias temporadas no Rio de Janeiro e São Paulo, além de uma turnê por 6 cidades do Brasil a comédia musical Farsa da Boa Preguiça, de Ariano Suassuna, chega a Lisboa para fazer parte da programação do Ano do Brasil em Portugal. Com apresentações nos dias 24 e 25 de novembro no Teatro Nacional Dona Maria II, o espetáculo conta com a direção de João das Neves, um dos fundadores do “Grupo Opinião”. No elenco de protagonistas, Bianca Byington, Alexandre Dantas, Daniela Fontan e Jackson Costa, a quem se juntam os atores Leandro Castilho, Vilma Melo, Fábio Pardal e Francisco Salgado.



A peça, indicada para todas as idades, inclusive jovens e adolescentes, narra a história de Joaquim Simão (Alexandre Dantas ), poeta de cordel, pobre e “preguiçoso”, que só pensa em dormir. Joaquim é casado com Nevinha (Daniela Fontan), mulher religiosa e dedicada ao marido e aos filhos. O casal mais rico da cidade, Aderaldo Catacão (Jackson Costa ) e Clarabela (Bianca Byington), possui um relacionamento aberto. Aderaldo é apaixonado por Nevinha e Clarabela quer conquistar Joaquim Simão. Três demônios fazem de tudo para que o pobre casal se renda a tentação e caia no pecado, enquanto dois santos tentam intervir. Jesus observa e avalia tudo. A partir daí, situações inusitadas e muito divertidas fazem deste texto uma das peças mais divertidas do teatro brasileiro.

Para Ariano Suassuna, a Farsa da Boa Preguiça tem dois temas centrais. Nela, não defendo indiscriminadamente a preguiça — coisa que, aliás, não poderia fazer, pois ela é um dos “sete vícios capitais” do Catecismo. No Teatro antigo, havia uma convenção, segundo a qual, no fim da história, o autor podia dar sua opinião sobre o que acontecera no palco. Era a chamada “licença”, ou “moralidade”. Pois bem. Na “licença” da “Farsa”, numa das estrofes finais do terceiro ato, diz um dos personagens:

“Há uma Preguiça com asas,
outra com chifres e rabo.
Há uma preguiça de Deus
e outra preguiça do Diabo”.



Com um texto rimado, característica muito presente nas obras de Ariano, Alexandre Elias, diretor musical da montagem, musicou vários momentos do espetáculo. Entre eles a música de abertura, composta pelo próprio João das Neves. Segundo Alexandre, são 15 músicas no total. “A sonoridade que estou construindo para o espetáculo é a que encontramos no universo do Ariano, uma mistura de musica nordestina de raiz, música folclórica, e, como não poderia deixar de faltar, música armorial. Essa música armorial é uma mistura da música nordestina de raiz com música medieval e clássica”, explica Elias.

Farsa da Boa Preguiça
24 e 25 de novembro | Teatro Nacional Dona Maria II – Sala Garrett – Lisboa

ANO DO BRASIL EM PORTUGAL

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EM ALCANTARA, LISBOA NASCEU UM
ESPAÇO DESTINADO AO ANO DO BRASIL
EM PORTUGAL. EH NO LX FACTORY
LISBOA




O Esoaço de 1200 metros quadrados - um armazém restaurado por Aby Cohen e com decoração do jovem artista plástico brasileiro Derlon - tem uma sala de espectáculos (com 400 lugares sentados e 900 de pé), uma galeria de arte, um bar chamado Brasileirinho, uma área para gastronomia e ainda um cineclube (de 40 lugares que abrirá mais tarde), e vai ficar para além deste Ano do Brasil em Portugal, que termina a 10 de Junho de 2013. Os brasileiros querem que ele seja um ponto de encontro com a sua cultura e foi inaugurado por Marta Suplicy . Para já, a promessa é que ficará para lá de 2013.

Numa conferência de imprensa ontem, em Lisboa, em que participaram também o embaixador brasileiro Mário Vilalva e o comissário-geral do Ano do Brasil em Portugal, Antonio Grassi, a ministra, que está no cargo há 50 dias, afirmou que os dois países têm "ainda um caminho a percorrer" e que esta celebração é uma possibilidade de "afivelarmos os nossos laços e nos aproximarmos não só na cultura, mas empresarialmente e tecnologicamente".

O Espaço Brasil vai ter uma programação que saia de fora do eixo Rio-São Paulo, que é o Brasil que os portugueses conhecem através das telenovelas. O espaço teve um investimento de 1,6 milhões de euros, patrocinados pela empresa Embratur, um braço do Ministério do Turismo brasileiro. Hoje à noite, será inaugurada a exposição O Brasil na Arte Popular - acervo do Museu Casa do Pontal e haverá também um concerto da fadista Mariza e o espectáculo Baile do Simonal, concebido e produzido por Max de Castro e Wilson Simoninha, filhos do famoso cantor dos anos 1960 Wilson Simonal.

Já há programação até meados de 2013, mas o comissariado vai estudar qual a melhor forma de dar continuidade para que passe a ser um novo espaço para apresentações artísticas em Lisboa, já que tem uma dimensão média, com características diferentes das salas que já existem na capital. "O futuro da utilização do espaço vai depender também da programação que se vai desenvolver", explicou Antonio Grassi. O acordo de ocupação está assinado até ao final do próximo ano, acrescentou o comissário.

escritoras portuguesas - CRISTINA CARVALHO

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Maria Cristina Nunes da Gama Carvalho Meira da Cunha (Lisboa, 10 de Novembro de 1949) é uma escritora portuguesa. Seu primeiro livro, Até Já Não é Adeus, foi publicado em 1989. É filha da escritora Natália Nunes com o professor e poeta Rómulo de Carvalho, conhecodo no mundo da Literatura como Antonio Gedeao.

Publicou o seu primeiro livro, "Até Já Não É Adeus" em 1989. É filha do professor e poeta Rómulo de Carvalho (António Gedeão) e da escritora Natália Nunes. Publicou contos em várias revistas e jornais, nomeadamente no Jornal de Letras e revista Egoísta.

Em Março de 2009 publicou o romance "O Gato de Uppsala", na Sextante Editora, uma história de amor entre dois jovens, Elvis e Agnetta, uma história feliz de iniciação, de descoberta e sonho: a viagem, a pé, desde Uppsala até Estocolmo, movidos pelo desejo de descobrir o mistério do mar e de ver uma das maravilhas do seu tempo – o grande e rico Vasa – navio de guerra mandado construir por Gustavus II Adolphus, rei da Suécia. Quis o destino que, no dia 10 de Agosto de 1628, dia da viagem inaugural, a vida de Elvis e Agnetta fosse salva por um gato.

Mais recentemente, publicou, entre outras obras, "Nocturno", um romance biográfico sobre Chopin,"A Casa das Auroras» e «Lusco-Fusco». Algumas dos seus romances estão integrados no Plano Nacional de Leitura.

Obra publicada

CARVALHO, Cristina, ATÉ JÁ NÃO É ADEUS, Signo (ed), Ponta Delgada, Açores (1989)(esgotado)

CARVALHO, Cristina, MOMENTOS MISERICORDIOSOS, Relógio d'Água (ed) Lisboa 1992 - ISBN 972-708-181-9

CARVALHO, Cristina, ANA DE LONDRES, Relógio d'Água (ed) Lisboa 1996 - ISBN 972-708-302-1

CARVALHO, Cristina ESTRANHOS CASOS DE AMOR, Relógio d'Água (ed) Lisboa 2003 - ISBN 972-708-761-2

CARVALHO, Cristina O GATO DE UPPSALA, Sextante Editora(ed) Lisboa Fevereiro de 2009 -ISBN 978-989-8093-82-0 Plano Nacional de Leitura desde 2010

CARVALHO, Cristina NOCTURNO: O ROMANCE DE CHOPIN, Sextante Editora(ed)Lisboa Novembro de 2009 - ISBN 978-989-676-004-5 Plano Nacional de Leitura

CARVALHO, Cristina TARDE FANTÁSTICA, 7dias6noites (ed) Março de 2011 - ISBN 978-989-686-076-9

CARVALHO, Cristina A CASA DAS AURORAS, Planeta Manuscrito (ed) Abril de 2011 - ISBN 978-989-657-186-3

CARVALHO, Cristina LUSCO-FUSCO, Sextante Editora, Outubro 2011 – ISBN 9 78920 071446

CARVALHO, Cristina RÓMULO DE CARVALHO/ANTÓNIO GEDEÃO Príncipe Perfeito, editorial Estampa, Outubro 2012 - ISBN: 978-972-33-2692-

sábado, novembro 17, 2012

HISTORIS DO BRASIL - O TRATADO DE PETROPOLIS

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Tratado de Petrópolis


O atual estado brasileiro do Acre era, no início do século XX, uma região pertencente à Bolívia, que vinha sendo ocupada por seringueiros, brasileiros em plena época de expansão da economia de extração da borracha. Para resolver a tensão que se agravava, o Barão do Rio Branco dirigiu as negociações que resultaram no Tratado de Petrópolis, firmado em 17 de novembro de 1903 na cidade brasileira Petrópolis, que formalizou a incorporação do Acre ao território brasileiro. Com esse acordo, o Brasil pagou à Bolívia a quantia de 2 milhões de libras esterlinas e indenizou o Bolivian Syndicate em 110 mil libras esterlinas pela rescisão do contrato de arrendamento, firmado em 1901 com o governo boliviano. Em contrapartida, cedia algumas terras no Amazonas e comprometia-se a construir a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para escoar a produção boliviana pelo rio Amazonas.


Antecedentes

A região que corresponde ao atual estado brasileiro do Acre era uma possessão da América espanhola, de acordo com o Tratados Hispano-Portugueses de 1750 (Tratado de Madrid), 1777 (Santo-Ildefonso) e 1801 (Badajoz). Havia naquela região uma busca intensa por látex, que fez gerar conflitos fronteiriços.[3] Os seringueiros do Brasil subiram os rios Purus e Acre e ocuparam os seus afluentes, estimulando assim o povoamento da região.

Com a Comissão Demarcadora de Limites, ocorrida em 1898, e após as independências da América Latina, o Brasil reconheceu aquela zona como boliviana, através do tratado de limites. No entanto, a região é de difícil acesso, e não houve efetiva ocupação boliviana.

O tratado determinava que a fronteira entre Brasil e Bolívia seria definida por uma linha reta entre a foz do rio Abunã no rio Madeira e a nascente do rio Javari, ainda desconhecida. Portanto, a fronteira estava determinada, mas não era definitiva. Algumas missões encarregadas de determinar a nascente do Javari não tiveram sucesso, enquanto a ocupação daquela parte do território boliviano por seringueiros brasileiros (em sua maioria, nordestinos fugindo da seca) era um fato.Era um fato também o jeito que eles trabalham, era incrivelmente brusco.



O tratado estabeleceu definitivamente as fronteiras entre Brasil e Bolívia, compensando a anexação do Acre por meio da cessão de pequenos territórios próximos à foz do rio Abunã (numa região próxima ao Acre) e na bacia do rio Paraguai, do pagamento da quantia de 2 milhões de libras esterlinas, o correspondente a, atualmente, 630 milhões de reais.

Como a Bolívia perdeu, após guerra com o Chile, sua saída para o mar, dois artigos do Tratado de Petrópolis obrigaram o Brasil e a Bolívia a estabelecerem um Tratado de Comércio e Navegação que permitisse à Bolívia usar os rios brasileiros para alcançar o oceano Atlântico. Além disso, a Bolívia poderia estabelecer alfândegas em Belém, Manaus, Corumbá e outros pontos da fronteira entre os dois países, assim como o Brasil poderia estabelecer aduanas na fronteira com a Bolívia.

O Brasil assumiu também a obrigação de construir uma ferrovia "desde o porto de Santo Antônio, no rio Madeira, até Guajará-Mirim, no Mamoré", com um ramal que atingisse o território boliviano. Era a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Por fim, o Brasil se obrigava a demarcar a nova fronteira com o Peru. A licitação para a ferrovia foi realizada em 1905; as obras foram iniciadas em 1907 e concluídas em 1912.

Além da questão territorial, havia um componente econômico em disputa: a fonte de uma das matérias-primas mais valorizadas no mercado internacional, o látex, responsável pelos milhões de dólares movimentados pela indústria mundial da borracha.[2]

segunda-feira, novembro 12, 2012

BRASILEIRAO

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O FLUMINENSE SAGROU-SE CAMPEAO
E TROUXE PARA O RIO O TERCEIRO
TITULO EM 4 ANOS


10/11/2012 19:30 (Saba) Atlético-GO 2 x 1 Santos Bezerrão
10/11/2012 19:30 (Saba) Botafogo-RJ 3 x 0 Portuguesa Engenhão
10/11/2012 21:00 (Saba) Corinthians 5 x 1 Coritiba Pacaembu
11/11/2012 17:00 (Dom) Vasco 1 x 1 Atlético-MG São Januário
11/11/2012 17:00 (Dom) Palmeiras 2 x 3 Fluminense Eduardo José Farah
11/11/2012 17:00 (Dom) Grêmio 2 x 1 São Paulo Olímpico
11/11/2012 19:30 (Dom) Náutico 0 x 1 Flamengo Aflitos
11/11/2012 19:30 (Dom) Cruzeiro 3 x 1 Bahia Independência
11/11/2012 19:30 (Dom) Ponte Preta 1 x 0 Internacional-RS Moisés Lucarelli
11/11/2012 19:30 (Dom) Figueirense 1 x 1 Sport Orlando Scarpelli



Aproveitando o empate do Atletico Mineiro frente ao Vasco, o Fluminense sagrou-se campeao antecipado.




artistas portuguesas - CELINA PIEDADE

.
CELINA PIEDADE UMA ALENTEJANA
COM MUITA MUSICA NA ALMA UM
DIA DESTES ENCONTREI-A NO
CENTRO DE LISBOA, TOCANDO
O SEU ACORDEON



em pleno Largo Luis de Camoes, e cantando



ninguem ficou indiferente



e Lisboa ficou mais rica.

sábado, novembro 10, 2012

livro "A COMICIDADE DA DESILUSAO"

.
O HUMOR NAS TRAGEDIAS CARIOCAS
DE NELSON RODRIGUES

"A COMICIDADADE DA DESILUSAO"



DE FERNANDO MARQUES



Sinopse
"Habilmente, Fernando Marques vai deslindando a vida que se espraia no que ela poderia ter sido e não foi nas duas peças analisadas, “A falecida” e “Toda nudez será castigada”. Aqui e ali, pinça também outras obras do autor, como “Doroteia”, “Bonitinha, mas ordinária” ou “Perdoa-me por me traíres”. E, em todas elas, ‘Nelson antes nos impõe a percepção do avesso, esfrega-o no rosto de seu público’. O cômico e o farsesco estão lá, porém vulneráveis às ressonâncias trágicas. [...] Ao final deste belo livro, o que chama a atenção do leitor é a constatação de que o teatro de Nelson Rodrigues parte de uma premissa civilizatória ao contrário. Em vez de razão civilizatória, induz o espectador ‘a reconciliar-se com a sua natureza dupla, simultaneamente apolínea e demoníaca’ e, ao mesmo tempo, assinala ‘a impossibilidade de acordo entre razão e instintos, entre consciência e inconsciente. O sexo, o desejo, alheio a conveniências e a argumentos convencionais, será freqüentemente o índice, ou a metáfora, das dificuldades de acordo entre os polos’. [...] Esta Comicidade da desilusão nos fala de um movimento pendular, presente em Toda nudez será castigada, que acredito ser muito esclarecedor, inclusive para o que postula acerca das encenações rodriguianas: 'O resultado? Um sistema, por assim dizer, pendular, mas não o caos, em que os elementos aflitivos - o sórdido, o mórbido - enervam o riso e sabotam a distância confortável em que nos situamos ao rir de alguém. Sistemas pendular no qual a tônica ora será cômica, o que nos leva a pensar na suspensão, por parte do público, dos tormentos sofridos pelas personagens; ora mórbida, o que nos leva a sentir com elas, um pouco horrorizados, a falência de suas esperanças'. [...] Nas palavras de Marques: 'As personagens experimentam a derrota de seus projetos e esperanças, a sua desilusão. Esta palavra indicará ainda a desalienação do espectador'." Do prefácio de Antonio Cadengue

sexta-feira, novembro 09, 2012

seguindo o BENFICA, O PORTO e o BRAGA na CHAMPIONS

.
O BENFICA DERROTOU POR
2-0 O SPARTAK DE MOSCOVO



O Benfica ainda pode classificar-se

O PORTO EMPATOU COM O
DINAMO DE KIEV 0-0 E
JA SE APUROU PARA
A FASE DAS ELIMINATO-
RIAS.



O BRAGA PERDEU EM CASA
COM O MANCHESTER UNTD
1-3



...E FICOU EM M´´A SITUAÇ~~AO PARA PODER SEGUIR EM FRENTE

terça-feira, novembro 06, 2012

segunda-feira, novembro 05, 2012

brasileirão - 35ª.rodada

.
O FLUMINENSE EMPATOU COM O SÃO PAULO
E BENEFICIANDO DA DERROTA DO ATLETICO
DE MG, APROXIMA-SE DO TÍTULO.
O VASCO COMTINUA NA SUA AGONIA E PER-
DE EM CASA COM O SPORT DE RECIFE.


03/11/2012 19:30 (Saba) Grêmio 1 x 0 Ponte Preta Olímpico
03/11/2012 19:30 (Saba) Cruzeiro 0 x 4 Santos Independência
03/11/2012 21:00 (Saba) Flamengo 1 x 0 Figueirense Raulino de Oliveira
04/11/2012 17:00 (Dom) São Paulo 1 x 1 Fluminense Morumbi
04/11/2012 17:00 (Dom) Atlético-GO 0 x 2 Corinthians Elmo Serejo Farias
04/11/2012 17:00 (Dom) Vasco 0 x 3 Sport São Januário
04/11/2012 17:00 (Dom) Palmeiras 2 x 2 Botafogo-RJ Fonte Luminosa
04/11/2012 19:30 (Dom) Portuguesa 0 x 1 Bahia Canindé
04/11/2012 19:30 (Dom) Coritiba 1 x 0 Atlético-MG Couto Pereira
04/11/2012 19:30 (Dom) Náutico 3 x 0 Internacional-RS Aflitos


SÃO PAULO , FLU 1-1



FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 1 x 1 FLUMINENSE

Gols:

SÃO PAULO: Luís Fabiano, aos 5min do 2º tempo

FLUMINENSE: Fred, aos 22min do 2º tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Wellington e Denílson; Lucas, Jadson (Willian José) e Osvaldo (Ademílson); Luís Fabiano.
Técnico: Ney Franco.

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho e Jean; Wellington Nem (Diguinho), Thiago Neves (Higor) e Rafael Sóbis (Samuel); Fred.
Técnico: Abel Braga.


CLASSIFICAÇÃO DOS 10 PRIMEIROS

1° Fluminense 73 34 21
2° Atlético-MG 64 34 18
3° Grêmio 63 34 18
4° São Paulo 59 34 18
5° Botafogo-RJ 51 34 14
6° Internacional-RS 51 34 13
7° Vasco 50 34 14
8° Corinthians 50 34 13
9° Santos 46 34 11
10° Coritiba 45 34 13

terça-feira, outubro 30, 2012

história de portugal - AFONSO COSTA

.
AFONSO COSTA FOI UM DOS MAIS
IMPORTANTES POLITICOS PORTU-
GUESES QUE DERRUBOU A MONAR-
QUIA EM 1910 E FOI PRIMEIRO
MINISTRO DE PORTUGAL


BRASILEIRÃO - 33ª.RODADA

FLUMIMENSE VENCEU E CORRE
PARA O TÍTULO, ENQUANTO O
VASCO PERDE COM O CORINTHIANS
E DESCE PARA 7º.



25/10/2012 21:00 (Qui) Ponte Preta 1 x 0 Cruzeiro Moisés Lucarelli
25/10/2012 21:00 (Qui) Santos 0 x 0 Náutico Vila Belmiro
25/10/2012 21:00 (Qui) Fluminense 2 x 1 Coritiba Engenhão
27/10/2012 16:20 (Saba) Internacional-RS 2 x 1 Palmeiras Beira Rio
27/10/2012 16:20 (Saba) Corinthians 1 x 0 Vasco Pacaembu
27/10/2012 18:30 (Saba) Botafogo-RJ 4 x 0 Atlético-GO Engenhão
27/10/2012 18:30 (Saba) Figueirense 0 x 0 Portuguesa Orlando Scarpelli
27/10/2012 18:30 (Saba) Sport 2 x 4 São Paulo Ilha do Retiro
27/10/2012 18:30 (Saba) Bahia 1 x 1 Grêmio Pituaçu

NA QUARTA FEIRA JOGAM
31/10/2012 21:50 (Qua) Atlético-MG 1x1 Flamengo Independência

FLUMINENSE.2 CORITIBA,1



O Fluminense venceu com alguma dificuldade pela ansiedade de ter de ganhar, mas mereceu a vitória e caminha para o título

FLUMINENSE 2 X 1 CORITIBA

Gols
FLUMINENSE: Wellington Nem, aos 15min do primeiro tempo; Thiago Neves, aos 26min do segundo tempo
CORITIBA: Éverton Ribeiro, aos 36min do segundo tempo

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Digão e Carlinhos; Edinho, Jean, Thiago Neves (Rafael Sóbis) e Deco (Wagner, depois Diguinho); Wellington Nem e Fred
Treinador: Abel Braga

CORITIBA: Vanderlei; Victor Ferraz (Ruidiaz), Escudero, Luccas Claro e Dênis Neves (Pereira); Gil (Ânderson Aquino), Willians Farias, Lincoln e Éverton Ribeiro; Rafinha e Deivid


ATLETICO MG,1 FLAMENGO,1

sexta-feira, outubro 26, 2012

preliminares

.....
A família jantava tranquilamente quando, de repente, a filha de 12 anos
comenta:
-Tenho uma má notícia. Já não sou virgem! Sou uma vaca! E começa a chorar
convulsivamente, com as mãos no rosto.
Silêncio sepulcral na mesa! De repente, começam as acusações mútuas:

-Estava-se mesmo a ver! - diz o marido à mulher. É por te vestires como uma
puta barata. Claro que isto tinha que acontecer!
Vai daí o pai aponta também para a outra filha, de 25 anos:
- E tu também, que ficas no sofá a lamber aquele palhaço do teu namorado que
tem é pinta de chulo, na frente da menina?
A mãe não aguenta mais e grita:
- Ai é?!...E quem é o idiota que compra revistas pornográficas?
Desconsolada e com voz trémula, a mãe pega na mão da filha e pergunta-lhe
baixinho:
- E como é que isso aconteceu, minha filha?
Entre soluços, a menina responde:
- A professora tirou-me do Presépio! A Virgem agora é a Luísa. Eu vou ser a
vaca!!!!

quarta-feira, outubro 24, 2012

PINTORES PORTUGUESES - JOSÉ MALHÔA

.
HOJE O NOSSO BLOG APRESENTA UM
PINTOR PORTUGUÊS MUTO ESPECIAL
JOSÉ MALHÔA

seguindo o FC..PORTO NA CHAMPIONS

.
O FC DO PORTO VENCEU ESTA NOITE
O DINAMO DE KIEV POR 3-2 E SEGUE
NA LIDERANÇA COM 3 VITÓRAS EM OU-
TROS TANTOS JOGOS.


FC PORTO,3 DINAMO DE KIEV,2



O Porto venceu bem, e no plano da eficácia ,conseguiu o pleno somando os 9 pontos em disputa, o que lhe dá desde já grandes chances de se classificar para a fase seguinte.



Com 2 golos do fenomenal Jackson Martinez, 1 1 de ,o Porto fez uma 1ª.parte para o fraco, mas a ter sempre o controle do jogo.
No segundo tempo melhorou e sem ser brilhante alcançou uma vitória clara, tendo sido sempre superior ao Dinamo de Kiev.

1.Porto 9
2.PSG 6
3.Dinamo de Kiev 3
4.Dinamo de Zagrev 0

terça-feira, outubro 23, 2012

CHAMPIONS - seguindo BRAGA e BENFICA

.
ESTA TARDE DISPUTOU-SE A 3ª.JORNADA
DA CHAMPIONS TENDO AS 2 EQUIPAS
PORTUGUESAS QUE ESTIVERAM EM JOGO
SIDO DERROTADAS


MANCHESTER UNITED-BRAGA 3-2
SPARTAK DE MOSCOVO-BENFICA 2-1


MANCHESTER UNITED-BRAGA 3-2

O Braga chegou a estar a vencer 2-0, contudo, a maior experiência do Macnhester e a sorte do jogo deram a vitória aos ingleses.



Com 2 golos do brasileiuro Allan o Braga causou escâmdalo no teatro de todos os sonhos como é conhecido o Old Trafford em Manchester.




SPARTAK MOSCOVO-BENFICA 2-1



o BENFICA ao. perder ficou em situação delicada em ultimo lugar da sua serie com a penas 1 ponto. Terá de ganhar os 2 próximos jogos para ainda se classificar.

Sofrendo um golo logo aos 3 minutos, o Benfica ainda conseguiu chegar ao empate ainda empatou , mas não conseguiu já contrarir nova vantagem dos russos.


Com o resultado, os russos somaram os seus primeiros pontos no Grupo G, chegando aos três pontos, ocupando a terceira posição, um ponto atrás do Celtic, que enfrenta o Barcelona no prosseguimento da rodada. Já o Benfica segue com apenas um ponto, ocupando a lanterna do grupo.

A partida no Estádio Luzhniki começou quente para os donos da casa, que abriram o placar aos 3min. Após boa troca de passes do ataque russo, Jurado encontrou o volante Rafael Carioca, que apenas tocou no canto esquerdo do goleiro Artur.

O Spartak seguiu pressionando, e aos 23min Ari se esticou todo após cruzamento de Jano Ananidze e acertou o travessão do goleiro brasileiro do Benfica.

Protagonistas da partida, coube a um brasileiro empatar o jogo. Aos 31min, Salvio cruzou na área e o atacante Lima subiu antes do goleiro Artem Rebrov, e de cabeça igualou o marcador.

Mas antes do intervalo os portugueses voltaram a ficar atrás do placar. Evgeni Makeev cruzou rasteiro da área lusitana em direção do atacante Ari, mas antes o zagueiro Jardel se enrolou e, de carrinho, tocou contra o próprio gol.



sexta-feira, outubro 19, 2012

brasileirão

.
O FLUMOMENSE EMPATOU ,MAS TAMBÉM
O ATLETICO MG E GRÉMIO, E É
FAVORITO PARA SE SAGRAR CAMPEÃO
BRASILEIRO. O VASCO PERDEU COM
O BOTAFOGO E VAI PERDENDO O
4º.LUGAR, ESTANDO JÁ A 5 PONTOS
DO SÃO PAULO.



17/10/2012 19:30 (Qua) Bahia 0 x 1 Palmeiras Pituaçu
17/10/2012 19:30 (Qua) Internacional-RS 2 x 3 Figueirense Beira Rio
17/10/2012 19:30 (Qua) Coritiba 2 x 1 Náutico Couto Pereira
17/10/2012 19:30 (Qua) Fluminense 2 x 2 Grêmio Engenhão
17/10/2012 22:00 (Qua) Cruzeiro 2 x 0 Corinthians Dilzon Melo
17/10/2012 22:00 (Qua) Santos 2 x 2 Atlético-MG Vila Belmiro
17/10/2012 22:00 (Qua) Portuguesa 0 x 0 Flamengo Canindé
18/10/2012 21:00 (Qui) Botafogo-RJ 3 x 2 Vasco Engenhão
18/10/2012 21:00 (Qui) São Paulo 2 x 0 Atlético-GO Morumbi
18/10/2012 21:00 (Qui) Sport 3 x 1 Ponte Preta Ilha do Retiro

fluminense, 2 grémio,2




LOGO À NOITE, EM IPATINGA, CHICO LOBO NO SHOW VIOLAS E CAUSOS

.
CHICO LOBO, DEPOIS DA SUA IDA
A PORTUGAL ,ONDE GRAVOU UM
TRABALHO COM PEDRO MESTRE,VAI
ESTAR HOJE EM IPATINGA.




BELO HORIZONTE (17/10/2012) - A cidade de Ipatinga, na região do Vale do Aço, receberá a próxima edição do Causos e Violas das Gerais, na noite de sexta-feira (19/10). A apresentação acontecerá às 21h e contará com as participações dos artistas Chico Lobo e Bilora. O show abrirá a programação do Fórum Empresarial Fecomércio Minas, que seguirá até o dia 24 de outubro.

Saiba mais sobre os artistas que participarão dessa edição do Causos e Violas das Gerais:

CHICO LOBO

Violeiro, compositor, apresentador de TV e rádio, Chico Lobo é natural de São João Del-Rei. Artista carismático, toca viola caipira desde os 14 anos. A crítica o considera como um dos mais ativos e efetivos violeiros no processo de popularização da tradição musical do cenário brasileiro.

BILORA

Atuou por 10 anos como professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira e por três anos como instrutor de Oficina de Música em cidades do interior de Minas Gerais. No ano de 2005, foi um dos selecionados no Festival de Música da TV Cultura, com a música Sertão Urbano. Tem músicas gravadas por variados grupos, orquestras e artistas do país. Um dos criadores e atual Presidente da ANVB (Associação Nacional dos Violeiros do Brasil). Criador da Rede: www.violeirosdobrasil.ning.com.

quarta-feira, outubro 17, 2012

filmes que fazem a história do cinema brasileiro - SINHÁ MOÇA

.
MAIS UM FILME QUE PREENCEU
O IMAGINARIO DOS CINEFILOS
BRASILEIROS- SINHÁ MOÇA



Sinhá Moça é um filme brasileiro de 1953, produzido pela Vera Cruz e dirigido por Tom Payne, baseado no romance homônimo de Maria Dezonne Pacheco Fernandes. Destaque para a atuação de Ruth de Souza.

A locação da casa sede do filme se deu na Fazenda Morumbi, no bairro do Morumbi, em São Paulo. A cidade de Salto, no interior paulista, onde o filme foi rodado, serviu como cenário no qual ocorre a história.

Elenco

Eliane Lage - Sinhá Moça
Anselmo Duarte - Rodolfo Fontes
Ester Guimarães - Cândida Ferreira
José Policena - coronel Lemos Ferreira
Ruth de Souza - Sabina
Eugênio Kusnet - frei José
Marina Freire - Clara
Lima Neto - dr. Fontes
Virgínia Ferreira - Vírginia
Henricão - Justino
Labiby Madi - dona Osória
Ricardo Campos - Benedito
Amélia Souza - Lucinda
João da Cunha - Fulgêncio
Domingos Terra - Camargo
Artur Herculano - boticário
Abílio Pereira de Almeida - promotor
Renato Consorte - mestre-escola
Maurício Barroso - oficial
Major Bradaschia - comandante Ponte
Abílio F. Guimarães - major reformado
Danilo Oliveira - chefe da estação
Oswaldo Barros - chefe do correio
Valfredo A. Caldas - aposentado
João Ribeiro Rosa - juiz de paz

Enredo

Na pequena cidade de Araruna, no fim do século XIX, as contínuas fugas de escravos alarmavam os grandes fazendeiros, em especial o coronel Ferreira (José Policena). É nessa ocasião que sua filha Sinhá Moça (Eliane Lage) regressa de São Paulo, dominada pelos ideais abolicionistas. Em sua viagem de volta, ela conhece Rodolfo Fontes (Anselmo Duarte), filho de um renomado médico de Araruna e advogado recém-formado. No primeiro instante os dois jovens sentem-se mutuamente atraídos, porém, Rodolfo a decepciona ao se mostrar um defensor dos escravocratas. Um dos escravos, o jovem Fulgêncio, se revolta contra os maus tratos do coronel Ferreira e de seu cruel capataz Benedito e é severamente punido. Esse fato causa uma grande rebelião liderada pelo irmão de Fulgêncio, Justino, que leva ao incêndio da senzala e fuga em massa dos escravos. Justino vai a julgamento por assassinato e, para surpresa de todos, Rodolfo serve-lhe de advogado de defesa. Os abolicionistas, entre eles Sinhá Moça, assistem ao julgamento com grande expectativa. É quando chega um mensageiro dando a notícia de que a escravidão acabara de ser abolida no Brasil.

Prêmios
Festival de Veneza (1954)
Leão de Bronze (Menção Honrosa)[1] Festival de Berlim (1954)[1]
Urso de Prata (Menção Honrosa) Festival de Havana (1954)[1]
Melhor filme do ano pelo tema social Prêmio Governador do Estado de São Paulo[1]
Melhor Coadjuvante Masculino (Eugênio Kusnet, João da Cunha e Ricardo Campos) Melhor Cenografia (João Maria dos Santos) Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos (1953)[1]
Melhor Cenografia (João Maria dos Santos) Prêmio Saci (1953)[1]
Melhor Produtor (Edgar Batista Pereira) Melhor Atriz (Eliane Lage) Melhor Atriz Secundária (Ruth de Souza) Prêmio O Índio (1953) da revista Jornal de Cinema[1]
Melhor Ator Secundário (Henricão) Melhor Atriz Secundária (Ruth de Souza) Melhor Cenografia (João Maria dos Santos) Festival de Punta del Leste (1954)[1]
Prêmio Ofício Católico do Cinema

segunda-feira, outubro 15, 2012

BRASILEIRÃO

.
O FLUMINENSE VOLTA A VENCER E A
CAMINHAR PARA O TÍTULO, COM O
VASCO A SER DERROTADO PELO SANTOS
E A SER DESALOJADO DO G4 PELO
SÃO PAULO

13/10/2012 18:30 (Saba) Atlético-GO 3 x 1 Internacional-RS Serra Dourada
13/10/2012 18:30 (Saba) Flamengo 1 x 1 Cruzeiro Engenhão
13/10/2012 21:00 (Saba) Portuguesa 1 x 1 Corinthians Canindé
14/10/2012 16:00 (Dom) São Paulo 2 x 0 Figueirense Morumbi
14/10/2012 16:00 (Dom) Náutico 1 x 0 Palmeiras Aflitos
14/10/2012 16:00 (Dom) Coritiba 2 x 1 Bahia Couto Pereira
14/10/2012 16:00 (Dom) Santos 2 x 0 Vasco Vila Belmiro
14/10/2012 16:00 (Dom) Atlético-MG 2 x 1 Sport Independência
14/10/2012 18:30 (Dom) Fluminense 2 x 1 Ponte Preta São Januário
14/10/2012 18:30 (Dom) Grêmio 1 x 1 Botafogo-RJ Olímpico


FLUMINENSE, 2 PONTE PRETA, 1



O Fluminense sofreu. Entretanto, manteve a sequência positiva e a confortável vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro. Na noite deste domingo, a equipe comandada por Abel Braga pressionou, pressionou, pressionou e conseguiu mais uma vitória no "sufoco". De virada, com gol do zagueiro Gum aos 42min da etapa complementar, o time carioca venceu a Ponte Preta por 2 a 1, somou o quinto triunfo seguido na Série A e se manteve como o grande candidato ao título da competição.

A vitória de virada mantém a tranquilidade do Fluminense na liderança do Campeonato Brasileiro. A equipe das Laranjeiras soma 68 pontos, nove a mais do que o Atlético-MG, que bateu o Sport por 2 a 1 e se credenciou como o principal concorrente ao título da competição. A Ponte Preta, derrotada de virada neste domingo, permanece estacionada com 36 pontos, na zona intermediária da classificação; longe de entrar na briga contra o rebaixamento à Série B.


O torcedor do Fluminense voltou a responder à campanha do time no Campeonato Brasileiro e lotou as arquibancadas de São Januário para o duelo deste domingo.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 2 x 1 PONTE PRETA

Gols:

FLUMINENSE: Fred, aos 34min do 2º tempo; e Gum, aos 42min do 2º tempo

PONTE PRETA: Luan, a 1min do 1º tempo

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Digão e Carlinhos (Samuel); Edinho (Higor), Jean e Wagner; Rafael Sóbis (Marcos Júnior) e Wellington Nem; Fred
Técnico: Abel Braga.

PONTE PRETA: Édson Bastos; Cicinho, Ferrón, Diego Sacomán e João Paulo; Baraka, Renê Júnior, Wendel e Nikão (Tony); Luan (Uendel) e Roger (Giancarlo).
Técnico: Guto Ferreira.


..............
1 Fluminense 68
2 Atlético-MG 59
3 Grêmio - 57
4 São Paulo 52
5 Vasco 50
6 Internacional 45
7 Corinthians 43
8 Botafogo 41
9 Santos 41
10 Náutico 40
11 Cruzeiro 40
12 Coritiba 38
13 Portuguesa 37
14 Ponte Preta 37
15 Flamengo 36
16 Bahia 35
17 Sport 27
18 Palmeiras 26
19 Figueirense 25
20 Atlético-GO 23



.


sábado, outubro 13, 2012

HISTÓRA DE PORTUGAL -AS INVASÕES FRANCESAS

.
QUANDO AS TROPAS NAPOLEÓNICAS
INVADIRAM PORTUGAL POR 3 VEZES
NÃO TRAZIAM JÁ AS VIRTUDES DA
REVOLUÇÃO QUE TINHAM AFASTADO
O ANTIGO REGIME, MAS JÁ OS
DEFEITOS DO IMPERIALISMO ABSO-
LUTO

quinta-feira, outubro 11, 2012

BRASILEIRÃO

.
SÓ O FLUMINNSE FOI VENCEDOR ENTRE
OS CARIOCAS E CAMINHA PARA O TÍ-
TULO

10/10/2012 19:30 (Qua) Botafogo-RJ 0 x 2 Santos Engenhão
10/10/2012 19:30 (Qua) Ponte Preta 2 x 1 Náutico Moisés Lucarelli
10/10/2012 19:30 (Qua) Figueirense 3 x 1 Atlético-GO Orlando Scarpelli
10/10/2012 19:30 (Qua) Bahia 0 x 2 Fluminense Pituaçu
10/10/2012 19:30 (Qua) Cruzeiro 2 x 0 Portuguesa Dilzon Melo
10/10/2012 22:00 (Qua) Vasco 0 x 2 São Paulo São Januário
10/10/2012 22:00 (Qua) Internacional-RS 3 x 0 Atlético-MG Beira Rio
10/10/2012 22:00 (Qua) Corinthians 3 x 2 Flamengo Pacaembu
11/10/2012 21:00 (Qui) Palmeiras x Coritiba Arena da Fonte
11/10/2012 21:00 (Qui) Sport x Grêmio Ilha do Retiro

CORINTHIAMS,3 FLAMENGO,2

terça-feira, outubro 09, 2012

HISTÓRIA DO BRASIL - OS PRESIDENTES DA REPUBLICA

.
O REGIME REPUBLICANO FOI INSTITUIDO
NO BRASIL ,20 ANTES DA QUEDA DA
MONARQUIA EM PORTUGAL QUWE SÓ ACON-
TECEU EM 5 DE OUTUBRO DE 1910.

Eis os Presidentes da Republica do Brasil

segunda-feira, outubro 08, 2012

brasileirão

.
O LÍDER FLUMINENSE VENCEU O CLÁSSICO
COM O BOTAFOGO E MANTEM A LIDERANÇA.

Data/Horário Jogo Local
04/10/2012 21:00 (Qui) Coritiba 1 x 0 Ponte Preta Couto Pereira
04/10/2012 21:00 (Qui) Flamengo 0 x 0 Bahia Raulino de Oliveira
04/10/2012 21:00 (Qui) Portuguesa 5 x 1 Sport Canindé
06/10/2012 16:00 (Saba) São Paulo 3 x 0 Palmeiras Morumbi
06/10/2012 16:20 (Saba) Atlético-GO 0 x 1 Vasco Serra Dourada
06/10/2012 16:20 (Saba) Santos 1 x 1 Internacional-RS Vila Belmiro
06/10/2012 16:20 (Saba) Náutico 2 x 1 Corinthians Aflitos
06/10/2012 18:30 (Saba) Grêmio 2 x 1 Cruzeiro Olímpico
06/10/2012 18:30 (Saba) Atlético-MG 6 x 0 Figueirense Independência
06/10/2012 18:30 (Saba) Fluminense 1 x 0 Botafogo-RJ Engenhão


FLUMINENSE, 1 BOTAFOGO, 0



Em clássico emocionante realizado na noite deste sábado, no Estádio do Engenhão, o Fluminense penou para conseguir furar a retranca do Botafogo, mas chegou ao gol no fim e manteve uma boa vantagem na liderança isolada do Campeonato Brasileiro. A vitória por 1 a 0 deixou a equipe tricolor ainda mais próxima do título nacional, agora a 10 rodadas do fim.

O resultado deixou o Fluminense ainda com a "gordura extra": uma diferença de seis pontos para o vice-líder Atlético-MG, que neste sábado atropelou o Figueirense por 6 a 0 e também segue firme na briga pelo caneco. Com 62 pontos, o time tricolor depende apenas das próprias forças para conquistar o Campeonato Brasileiro pela quarta vez na história.

O Fluminense, ainda líder disparado, volta a campo na próxima rodada contra o Cruzeiro, na quarta, 10 de outubro, em confronto marcado para o Estádio do Melão, às 19h30 (de Brasília). O rival mineiro ocupa posição intermediária na tabela, com 36 pontos, entre os 10 primeiros.


Ficha técnica

FLUMINENSE 1 x 0 BOTAFOGO

Gols
FLUMINENSE:
Fred, aos 27min do segundo tempo

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Digão e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco (Valencia) e Thiago Neves (Wagner); Wellington Nem (Marcos Junior) e Fred
Treinador: Abel Braga

BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Fábio Ferreira, Dória e Márcio Azevedo; Jadson (Vítor Júnior), Gabriel, Andrezinho, Fellype Gabriel (Lodeiro) e Seedorf; Elkeson (Rafael Marques)
Treinador: Oswaldo de Oliveira

CLASSIFICAÇÃO DOS 10 PRIMEIROS

1° Fluminense 62 28 18
2° Atlético-MG 56 28 16
3° Grêmio 53 28 16
4° Vasco 50 28 14
5° São Paulo 46 28 14
6° Internacional-RS 42 28 10
7° Botafogo-RJ 40 28 11
8° Corinthians 39 28 10
9° Náutico 37 28 11
10° Cruzeiro 36 28 10


sábado, outubro 06, 2012

5 de OUTUBRO DE 1910, CANTADO POR PEDRO MESTRE E ANA VALADA

.
A DATA DE 5 DE OUTUBRO TEM UM SIGNIFICADO
MUITO ESPECIAL PARA PORTUGAL, POIS FOI O
DIA EM QUE FOI IMPLANTADA A REPUBLICA NO
PAÍS.


Numa altura em que a data vai deixar de ser feriado, por decisão muito contestada em todo o País, faz sentido valorizar o 5 de Outubro, e fazê-lo com a convicção de se estar a lutar por uma causa que valeu e vale a pena.

Os cantores portugueses Pedro Mestre e Ana Valadas, encontraram esta forma de o expressar




Deixo aqui imagens de uma produtora inglesa que mostram o ambiente revolucionário nas ruas de Lisboa , naquele dia 5 de Outubro de 1910.

sexta-feira, outubro 05, 2012

HISTÓRIA DO BRASIL - A 5 DE OUTUBRO DE 1988,

.
APÓS O PERÍODO TENEBROSO DA OCUPAÇÃO
DO PODER PELOS MILITARES, PELA PERDA
DOS DIREITOS DE CIDADANIAS DOS CIDA-
DÃOS, O BRASIL EM RECUPEROU A SUA
MAGNA CARTA, A SUA CONSTITUIÇÃO



Há 20 anos, o Brasil conhecia sua nova Constituição . Foram quase 19 meses de trabalho de 559 parlamentares (deputados e senadores), milhares de funcionários e a participação popular, quer na apresentação de sugestões para a elaboração da nova Carta Magna , quer nas lutas diárias por novas conquistas.

O sonho da nova Constituição, de romper as regras estabelecidas no regime militar, teve inicio na campanha de Tancredo Neves para a Presidência da República. Tancredo sonhou com uma nova Constituição e prometeu fazê-la. Mas ele morreu sem ver seu sonho realizado. Coube ao seu sucessor, José Sarney, convocar a Constituinte e ao seu melhor amigo, Ulysses Guimarães, promulgar a nova Constituição brasileira , na tarde de 5 de outubro de 1988, exatamente às 15h54.

Sob o comando do "Senhor Diretas", ou "o Grande Timoneiro" e presidente da Assembléia Nacional Constituinte, deputado Ulysses Guimarães (PMDB/SP), a "Constituição Cidadã", como ele a chamou, foi promulgada, quando ele pronunciou as palavras históricas: "Declaro promulgado o documento da liberdade, da democracia e da justiça social do Brasil".

Para assinar a Carta Magna , que é a lei maior do país, Ulysses fez questão de usar, entre muitas canetas que lhe foram oferecidas, aquela que recebeu dos funcionários da Câmara dos Deputados, num reconhecimento ao apoio que recebeu deles e ao trabalho que realizaram sob a sua liderança.

A nova Constituição nasceu como resposta às reivindicações da sociedade por mudanças estruturais no país, após o encerramento do ciclo de 20 anos de governos militares e a eleição do ex-governador de Minas Gerais, Tancredo Neves para a presidência da República pelo Colégio Eleitoral, sua morte antes da posse e a substituição pelo vice José Sarney.

Num discurso histórico, Ulysses consolidou o processo de retomada do Estado Democrático de Direito, iniciado dez anos antes, no governo do general Ernesto Geisel, com a chamada abertura "lenta, gradual e segura" do regime militar.

"Não é a Constituição perfeita. Se fosse perfeita, seria irreformável. Ela própria, com humildade e realismo, admite ser emendada até por maioria mais acessível, dentro de cinco anos. Não é a Constituição perfeita, mas será útil e pioneira e desbravadora. Será luz, ainda que de lamparina, na noite dos desgraçados. É caminhando que se abrem os caminhos. Ela vai caminhar e abri-los. Será redentor o que penetrar nos bolsões sujos, escuros e ignorados da miséria", afirmou Ulysses Guimarães ao apresentar a Constituição ao povo brasileiro.

Instalada no dia 1º de fevereiro de 1987, a Constituinte começou com uma disputa pela presidência, entre os deputados Ulysses Guimarães e Lysâneas Maciel (PDT/RJ), refletindo a divisão que iria marcar toda a sua trajetória, até a promulgação, entre as correntes de direita, centro-direita e esquerda polarizadas na Assembléia. Os centro-direitistas venceram e elegeram Ulysses, por 425 votos contra 69 e 28 em branco.

Durante os 19 meses de trabalho da Constituinte, foram realizadas 341 seções e 1029 votações. A média de freqüência dos deputados e senadores nas votações foi de 70,68%. Nas seções, a média de freqüência atingiu 77,88%.

Uma das grandes polêmicas no início dos trabalhos da Assembléia foi para decidir se um terço (27) dos 81 senadores que foram eleitos quatro anos antes da Constituinte deveriam ou não participar do processo de elaboração da nova Carta. No fim, eles também se tornaram constituintes, embora não tenham sido eleitos com essa finalidade.

A derrota da campanha pelas "Diretas-Já", que previa eleição pelo voto popular do Presidente da República, em 1984, transferiu as expectativas populares das ruas para o Plenário da Câmara dos Deputados. O próprio Ulysses Guimarães traduziu esses anseios em seu discurso, ao afirmar que o texto constitucional era resultado do esforço dos parlamentares na consolidação de 61.020 emendas , além de 122 emendas de caráter popular, algumas com mais de 1 milhão de assinaturas.

Antes de serem iniciados os trabalhos da Assembléia nas nove comissões temáticas, os constituintes e populares tiveram um prazo para apresentarem sugestões para a elaboração da nova Constituição do Brasil.

O texto promulgado teve um caráter peculiar: os constituintes partiram do zero para formular um modelo próprio de resgate dos direitos do cidadão. Daí a definição dada pelo próprio Ulysses Guimarães ao texto elaborado e aprovado pelos constituintes (deputados e senadores): "Constituição Cidadã".

quinta-feira, outubro 04, 2012

seguindo os CLUBES PORTUGUESES na CHMPIONS

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NA CHAMPIONS BRAGA E PORTO VENCERAM OS SEUS
JOGOS ENQUNTO O BENFICA PERDEU NA LUZ COM
O BARCELONA


PORTO-PSG 1-0



O Porto jogando bem poderia ter ganho por score mais dilatado e segue em 1º.lugar na sua série

1.PORTO 6
2.PSG 3
3,DINAMO VIEV 3
4.D.ZAGREV

BENFICA-BARCELONA 0-2



o Barcelona com 75 por cento de posse de bola ganhou como e qundo quiz, tendo o seu dominio sido total. Nuna se tinha visto no Estádio da Luz uma equipa dominar o Benfoca desta forma.

O Barça é amelhor equipa do mundo ,pelo que era esperada a sua vitória, mas com tanta diferença de dominio não era esperado

1.BARCELOMA 6
2.cELTIC 4
3.bENFICA 1
4.spartak 0

GALATASARAY-BRAGA 0-2



frande exibição, vitória e resultado para o Braga, que na Turquia venceu 2-0 e divide o 2º.lugar com o Cluj

1.MANCHESTER UNITED 6
2.CLUJ E BRAGA 3GALATASARAY 0
4.

quarta-feira, outubro 03, 2012

FILMES PORTUGUESES NO FESTIVAL DE CINEMA DO RIO 2012


DECORRE NO RIO DE JANEIRO O
FESTIVAL DE CINEMA 2012
COM O CINEMA PORTUGUÊS EM
GRANDE DESTAQUE

Amanhã, vai passar nas salas do certame o "FILME DO DESASSOSSEGO do realizador português JOÃO BOTELHO que tanto abanou a comunidade cinefila portuguesa .


...Lisboa, hoje. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. A própria matéria dos sonhos torna-se física, palpável, visível. O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. E, diante dos nossos olhos, essa música sentida nos ouvidos, no cérebro e no coração, espalha-se pela rua onde vive, pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade. O momento solar de criação de Fernando Pessoa. A solidão absoluta e perfeita do EU, sideral e sem remédio. Deus sou eu!, também escreveu Bernardo Soares.


O realizador encontra-se desde ontem no Rio,onde irá apresentar o seu filme ,no que é acompanhado pelo produtor Alexandre Oliveira (Ar de Filmes)






Festival do Rio apresenta mostra de cinema português


Também o filme Tabu, uma produção a preto e branco de Miguel Gomes, estreia no Brasil no âmbito da mostra de cinema luso, que terá um total de 31 filmes portugueses, para ver até 11 de outubro.

Tabu conta a história da jovem Aurora, em Moçambique.

Rio de Janeiro - A diversidade da produção cultural portuguesa será destaque na 14ª edição do Festival do Rio, evento que começou esta quinta-feira no Rio de Janeiro e se prolonga até 11 de outubro. Associado ao Ano de Portugal no Brasil, o Festival traz à cidade a mostra Imagens de Portugal que conta com a exibição de 31 filmes portugueses.

Entre eles está "Tabu", de Miguel Gomes, que estreia no Brasil. O filme, co-produzido por Portugal, Alemanha, Brasil e França, é o vencedor dos prêmios Alfred Bauer, de inovação, e crítica do Festival de Berlim 2012."Tabu" estará em exibição nos dias 3, 5 e 9 de outubro. A estreia, na próxima quarta-feira, 3, será às 19h15 no espaço Odeon Petrobras.

"Tabu" fala da exótica e melancólica história de um amor adúltero, filmado em Moçambique, que reconstrói o início do fim do império de Portugal no continente africano. A preto e branco, o roteiro brinca com referências cinematográficas, especialmente com filmes do mestre do cinema mudo alemão Friedrich Wilhelm Murnau, para contar a história da excêntrica Aurora, interpretada por Ana Moreira, uma bela jovem que herda uma fazenda em Moçambique. Também fazem parte do elenco os atores Teresa Madruga, Laura Soveral e Carloto Cotta.

Vendido para mais de 40 países, repetindo um percurso internacional à semelhança de seu longa-metragem anterior, "Aquele Querido Mês de Agosto", o filme de Miguel Gomes aprofunda temas como a velhice e a juventude, a solidão e a possibilidade do amor. De acordo com o diretor, a crítica implícita à sociedade colonial não exclui a beleza e a evocação de algo destruído.

Considerado o evento de cinema mais importante da América Latina, o Festival do Rio este ano prestará homenagem a um dos maiores cineastas portugueses, Manoel de Oliveira. Com 103 anos, ele é o mais velho do mundo em atividade — 81 anos de cinema. A mostra Imagens de Portugal vai exibir curtas e médias metragens da sua carreira.

Assim como Manoel de Oliveira, John Carpenter e Alberto Cavalcanti, o cineasta João Pedro Rodrigues também será homenageado pelo Festival, com uma retrospectiva de sua obra, que contará com a apresentação de oito filmes.

A última obra de João Pedro Rodrigues, "A última vez que vi Macau", que também está na mostra, foi premiado em Locarno e exibido numa sessão especial em Cannes. Também integram a mostra Imagens de Portugal os filmes Cisne, de Teresa Villaverde, Filme do Desassossego, de João Botelho e Fantasia Lusitana, de João Canijo, entre outros.

"No contexto do Ano de Portugal no Brasil, que se estenderá até junho de 2013, o Festival consolida a imagem do Portugal atual — tecnologicamente avançado, com vasto patrimônio histórico e importante produção cultural contemporânea", nota um comunicado dos promotores do evento.

segunda-feira, outubro 01, 2012

BRASILEIRÃO

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O FLU VENCEU O FLA E COM
O ATLETICO NG A PERDER
PONTOS ,CAMINHA PAERA O
TÍTULO.


29/09/2012 18:30 (Saba) Vasco 3 x 1 Figueirense São Januário
29/09/2012 18:30 (Saba) Náutico 2 x 0 Atlético-GO Aflitos
29/09/2012 18:30 (Saba) Cruzeiro 0 x 0 Internacional-RS Dilzon Melo
29/09/2012 18:30 (Saba) Portuguesa 1 x 1 Atlético-MG Canindé
29/09/2012 21:00 (Saba) Palmeiras 3 x 0 Ponte Preta Pacaembu
30/09/2012 16:00 (Dom) Bahia 2 x 0 Botafogo-RJ Pituaçu
30/09/2012 16:00 (Dom) Corinthians 3 x 0 Sport Pacaembu
30/09/2012 16:00 (Dom) Flamengo 0 x 1 Fluminense Engenhão
30/09/2012 16:00 (Dom) Coritiba 1 x 1 São Paulo Couto Pereira
30/09/2012 18:30 (Dom) Grêmio 1 x 1 Santos Olímpico

FLMENGO, 0 FLUMINENSE, 1



O Fluminense derrotou o Flamengo por 1 a 0, em partida disputada na tarde deste domingo, no Engenhão. Com o resultado, o Tricolor das Laranjeiras chegou aos 59 pontos ganhos e abriu seis, de vantagem, sobre o Atlético-MG que vem na segunda colocação, na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. O Flamengo que vinha de duas vitórias seguidas, caiu para a 11ª posição com 34 pontos ganhos.

O jogo foi emocionante, principalmente no segundo tempo, quando o time rubro-negro dominou completamente e perdeu algumas chances claras de marcar. Além disso, o meia Bottinelli desperdiçou uma cobrança de pênalti, defendida pelo goleiro Diego Cavalieri. O Fluminense teve o mérito de saber suportar a pressão do adversário. Fred, com um voleio, foi o autor do único gol do clássico aos 17 minutos do primeiro tempo.

Na próxima rodada, o Flamengo receberá o Bahia. O Fluminense enfrentará o Botafogo em mais um clássico carioca.




CLASSIFICAÇÃO

............. P J .V. E D GP GC SG
1° Fluminense 59 27 17 8 2 44 18 26
2° Atlético-MG 53 27 15 8 4 41 20 21
3° Grêmio 50 27 15 5 7 38 22 16
4° Vasco 47 27 13 8 6 35 27 8
5° São Paulo 43 27 13 4 10 39 29 10
6° Internacional-RS 41 27 10 11 6 33 23 10
7° Botafogo-RJ 40 27 11 7 9 41 35 6
8° Corinthians 39 27 10 9 8 33 26 7
9° Cruzeiro 36 27 10 6 11 32 36 -4
10° Náutico 34 27 10 4 13 33 42 -9
11° Flamengo 34 27 9 7 11 28 37 -9
12° Bahia 34 27 8 10 9 29 30 -1
13° Santos 34 27 8 10 9 32 36 -4
14° Ponte Preta 34 27 8 10 9 30 35 -5
15° Portuguesa 33 27 8 9 10 29 31 -2
16° Coritiba 29 27 8 5 14 39 47 -8
17° Sport 27 27 6 9 12 23 38 -15
18° Palmeiras 26 27 7 5 15 28 36 -8
19° Figueirense 22 27 5 7 15 30 48 -18
20° Atlético-GO 20 27 4 8 15 27 48 -21