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quarta-feira, abril 10, 2013

pintores brasileiros - IBERÊ CAMARGO

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Iberê Camargo


Biografia

Carreira artística

Iberê Camargo iniciou seus estudos ainda no Rio Grande do Sul, na Escola de Artes e Ofícios de Santa Maria, com Parlagreco e Frederico Lobe. Já em Porto Alegre estudou pintura com João Fahrion. Em 1942 ele chegou ao Rio de Janeiro, onde cursou a Escola Nacional de Belas Artes. Mas, insatisfeito com a metodologia ali adotada, juntou-se a outros artistas, também insatisfeitos, e com seu professor de gravura, Alberto da Veiga Guignard, para fundar o "Grupo Guignard". Em 1953 tornou-se professor de gravura no Instituto de Belas Artes do Rio de Janeiro, lecionando mais tarde essa técnica em seu próprio ateliê ou em permanências mais ou menos longas em Porto Alegre e em outras cidades, inclusive do exterior. Em Porto Alegre, foi um dos grandes incentivadores do Atelier Livre.

Embora Camargo tenha estudado com figuras marcantes representativas de variadas correntes estéticas e formas de vista, não se pode afirmar que tenha se filiado a alguma. Suas obras estiveram presentes, e sempre reapresentadas, em grandes exposições pelo mundo inteiro, como na Bienal de São Paulo e na Bienal de Veneza.

Prisão

No dia 5 de dezembro de 1980 ocorreu uma tragédia na vida de Iberê Camargo. O pintor matou a tiros o engenheiro Sérgio Alexandre Esteves Areal, 32. Uma versão diz que o homem discutia com uma mulher quando Camargo se intrometeu. Após uma luta, o pintor teria atirado no engenheiro. Segundo a Fundação Iberê Camargo, ele passou um mês preso e foi absolvido por legítima defesa.

Vida pessoal

Iberê Camargo não gostava de cachorros nem de crianças e teve apenas uma filha, Gerci, fruto de um romance passageiro na década de 1944. Gerci Camargo deu-lhe dois netos, Carlos Iberê e Doralice, e três bisnetos, Roberta, Fernando e Maissa. Iberê renovou as amizades, mas encontrou o verdadeiro companheirismo em 1983, no gato Martim, o seu "cucuruco", como o chamava. O pintor colocava o bichano no bolso do macacão enquanto preparava seus quadros e fazia questão de que sua esposa, Maria Coussirat Camargo, pusesse um prato de comida para o gato na mesa de jantar. "O animal é melhor do que o homem, que hoje come na tua mesa e amanhã te faz velhacaria", comparava.

Fundação

Fundação e Museu Iberê Camargo
Em 1995, no ano seguinte à sua morte, foi criada a Fundação Iberê Camargo, com sede na antiga moradia do artista, no bairro Nonoai, para conservar, catalogar e promover obra de Iberê. Mais tarde, a sede mudou-se para o bairro Cristal, em um prédio projetado pelo renomado arquiteto português Álvaro Siza.



1.↑ entrevista com León Ferrari

[editar] Cronologia
1928 Estudou pintura na Escola de Artes e Ofícios de Santa Maria, Rio Grande do Sul.

1939 Frequentou o curso técnico de Arquitetura do Instituto de Belas Artes de Porto Alegre.
Casou-se com Maria Coussirat.

1942 Exposição individual no palácio do governo do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Transferiu-se para o Rio de Janeiro como bolsista do governo do Estado do Rio Grande do Sul.

1943 Criou, com outros artistas, o Grupo Guinard, Rio de Janeiro.

1944 Exposição individual na Casa das Molduras, Porto Alegre.
Salão Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Exposição Auto-Retrato no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.

1945 Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Mostra 20 Artistas Brasileiros, Buenos Aires, Argentina.

1946 Salão Nacional do Rio de Janeiro.
Exposição individual no Ministério de Educação e Saúde, Rio de Janeiro.

1947 Prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Exposição individual na Casa das Molduras, Porto Alegre.
Exposição Pintura Contemporânea Brasileira, Montevidéu, Uruguai.

1948 Exposição Pintura Contemporânea Brasileira, Johanesburgo, África do Sul.
Exposição Pintura Contemporânea, na Biblioteca Pública de Salvador.
Exposição Pintura Brasileira, Chile.

1948/49 Estudou com De Chirico, Petrucci, Achille e Rosa, Roma, Itália.

1949/50 Frequentou a Academia André Lhote, Paris França.

1951 Membro do júri do Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
I Bienal de São Paulo
Exposição individual no Museu de Arte de Resende, Rio de Janeiro.
Bienal de Arte Hispano-Americana, Madri, Espanha.

1952 Integrou, até 1955, a comissão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
Expôs, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, gravuras para a ilustração do livro O Rebelde, de Inglêz de Souza, destinado aos sócios do grupo Os Cem Bibliófilos do Brasil.
Exposição na Universidade do Chile.
Exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Exposição no Museu de Arte de Florianópolis.
Coletivo no Instituto Brasil - Estados Unidos, Rio de Janeiro.

1953 Como professor concursado, fundou o curso de gravura em metal no então Instituto Municipal de Belas Artes, hoje Escola de Artes Visuais, Rio de Janeiro.
Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Exposição Gravuras Brasileiras, Berlim, Alemanha.

1955 Administrou curso de gravura em metal, Porto Alegre.
Exposição individual no Clube da Gravura, Porto Alegre.
Bienal de Madri, Espanha.
Novo Salão Carioca, Rio de Janeiro.
Idealizou o Salão Miniatura como protesto pela insignificante redução das taxas de importação das tintas para artistas plásticos, na Associação Brasileira de Imprensa, Rio de Janeiro.

1956 Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Mostra coletiva no Museu Guggenheim, Nova York, Estados Unidos.
III Bienal Hispano-Americana, Barcelona, Espanha.
Exposição 50 Anos Paisagem Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

1957 Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Exposição organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em Buenos Aires, Argentina.
Exposição de gravura brasileira, Montevidéu, Uruguai.

1958 Exposição de gravura brasileira no Museu de Quito, Equador.
Bienal da Cidade do México.
Salão Pan-Americano do Instituto de Belas Artes, Porto Alegre.
Exposição individual na Galeria GEA, Rio de Janeiro.
Membro do júri do Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

1959 Exposição na União Pan-Americana, Washington, Estados Unidos.
V Bienal de São Paulo.
Exposição 30 Anos de Arte Brasileira na Galeria Macunaíma, Rio de Janeiro.
Exposição em homenagem aos críticos de arte, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Participou da exposição itinerante de gravadores brasileiros organizada pela Comissão de Cultura em colaboração com o Smithsoniam Institute of Washington, Estados Unidos.
Coletiva no Museu de Arte Moderna de Chapultepec, Cidade do México.

1960 International Bienal Exhibition of Prints in Tokio, National Museum of Modern Art Yomiuri Shimbun, Tóquio, Japão.
Mostra Latin American Painters and Painting, organizada pelo Museu Guggenheim, Nova York, Estados Unidos.
Exposição individual no centro de Artes e Letras de Montevidéu, Uruguai.
Bienal da Cidade do México.
Curso de pintura na Prefeitura de Porto Alegre, origem do Ateliê Livre da cidade.
Exposição inaugural do Museu de Arte Moderna de Buenos Aires, Argentina.
Administrou curso de gravura em metal, Montevidéu, Uruguai.
Exposição individual no Museu de Arte do Rio Grande do Sul.
Mostra inaugural da Galeria Bonino, Rio de Janeiro.

1961 Bienal do Japão.
Prêmio Melhor Pintor Nacional, na VI Bienal de São Paulo.
Coletivas: O Perfil e a Obra e A Natureza Morta na Pintura no Instituto Brasil-Estados Unidos, Rio de Janeiro.
Exposições de gravura: Estados Unidos e Japão.

1962 Bienal de Veneza, Itália.
Retrospectiva no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Pintou painéis para a Companhia de Navegação Costeira e os expôs no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Coletiva na Galeria Relevo, Rio de Janeiro.
Exposição na Walter Art Center of Minneapolis, Estados Unidos.
Participou da exposição na Embaixada dos Estados Unidos, Rio de Janeiro.
Exposição de gravura, Japão.

1963 Sala Especial na VII Bienal de São Paulo.
Exposição individual na Petite Galerie, Rio de Janeiro.
Exposição de gravura, Lima, Peru.
Exposição Resumo do Jornal do Brasil, Rio de Janeiro.
Exposição no Museu Lagos, Nigéria.
Exposição A Paisagem como Tema, no Instituto Brasil-Estados Unidos, Rio de Janeiro.

1964 Exposição individual na Galeria Bonino, Rio de Janeiro.
Publicou nos Cadernos Brasileiros o seu Tratado sobre Gravura em Metal, Rio de Janeiro.

1965 Exposição individual na Galeria Bonino, Rio de Janeiro.
Exposição Ocho Grabadores Brasileños, na Galeria Rene Mentres, Barcelona, Espanha.
Transferiu-se do curso de gravura em metal para o de pintura do Instituto Municipal de Belas Artes do Rio de Janeiro, atual Escola de Artes Visuais, Rio de Janeiro.
Ministrou curso de pintura promovido pelo Museu de Arte do rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Exposições no Royal College of Art Galleries, Londres, Inglaterra; Galerie Subel, Paris, França; Museu de Arte Moderna de Madri, Espanha, e de Toronto, Canadá; Fundação Calouste Gulbekian, Lisboa, Portugal; Museu Guggenheim, Nova York, Estados Unidos.

1966 Executou painel de 49 metros quadrados oferecido pelo Brasil à Organização Mundial da Saúde, Genebra, Suíça.
Exposição Brasillianisch Kunst Heunst, Bonn, Alemanha.
Exposição no Museu de Arte Moderna do México.
Exposição individual na Galeria Bonino, Rio de Janeiro.

1967 Exposição Resumo do Jornal do Brasil, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

1968 Bienal Internacional de Tóquio, Japão.
Integrou o júri do Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

1969 Individuais: Galeria Yázigi, Porto Alegre; Biblioteca Pública Municipal de Santa Maria, Rio Grande do Sul.Ministrou os cursos: pintura, para detentos da Penitenciária de Porto Alegre; gravura em metal, na Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul.
Coletivas nos Estados Unidos: Gallery Confianza, Barnegat Light, Nova Jersey; Art Gallery Center for Inter-American Relations, Nova York.

1970 Aulas de pintura na Penitenciária de Porto Alegre e de gravura em metal na Escola de Belas Artes da Universidade de Porto Alegre.
Exposição individual na Galeria Barcinski, Rio de Janeiro.

1971 Sala Especial na XI Bienal de São Paulo.
Exposição Resumo do Jornal do Brasil, Rio de Janeiro.

1972 Expôs na inauguração de seu ateliê, Rio de Janeiro.

1973 Exposição individual na O'Hana Gallery, Londres, Inglaterra.
Exposição individual na Galeria do Ineli, Porto Alegre.
Exposição individual na Maison de France, Rio de Janeiro.
Exposição Internacional de Gravura, Ljubljana, Iugoslávia.
Exposição Gravura brasileira no Século XX, no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Exposição no Museu de Arte Contemporânea, São Paulo.

1974 Exposição individual na galeria da Aliança Francesa, Rio de Janeiro.
Exposição de gravuras no Centro Cultural Alemão do Rio Grande do Sul.
Inauguração da Galeria Iberê Camargo no Diretório Acadêmico da Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul.

1975 Exposição individual na Galeria de Arte Luiz Buarque de Holanda e Paulo Bittencourt, Rio de Janeiro.
2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, São Paulo, Rio de Janeiro e Japão.
Participou de exposição de tapeçaria na Galeria Contorno, Rio de Janeiro.
Integrou a exposição do Acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

1976 Exposição individual na Galeria Bonino, Rio de Janeiro.

1977 Exposição individual na Galeria Oficina de Arte, Porto Alegre.
Exposição individual na galeria Iberê Camargo de Santa Maria, Rio Grande do Sul.
3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, São Paulo, Rio de Janeiro e Japão.
X Quadrienal Nacional de Arte, Roma, Itália.
Exposição Arte Global, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro.

1978 Exposição individual na Galeria Cristina Faria de Paula, São Paulo.
1º Encontro Íbero-Americano de Críticos de Arte e Artistas Plásticos no Museu de Belas Artes Los Caoobos, Caracas, Venezuela.

1979 Exposição individual na Galeria Debret, Paris, França.
Exposição individual na Galeria Ipanema, Rio de Janeiro.
XV Bienal internacional de São Paulo.
Retrospectiva de desenhos no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

1980 Retrospectiva de desenhos no Museu Guido Viaro, Curitiba.
Exposição Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici, Rio de Janeiro.
Exposição individual na Galeria do Centro Comercial de Porto Alegre.

1981 Exposição individual na Galeria Acervo, Rio de Janeiro.
Exposição individual na Galeria do Centro Comercial de Porto Alegre.
Exposição Arte Contemporânea Brasil-Japão, no Museu Nacional de Osaka, Japão.

1982 Mostra Homenagem a Iberê Camargo no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Exposição individual no Studio de Arte Cláudio Gil, Rio de Janeiro.
Mostra Entre a Mancha e a Figura no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

1983 Exposição individual na Galeria Tina Presser, Porto Alegre. Projeção do curta-metragem sobre sua obra, por Mário Carneiro e Embrafilme, Rio de Janeiro.
Exposição 3.4 Grandes Formatos no Centro empresarial Rio, Rio de Janeiro.
Outdoor para a Rede Brasil Sul, que foi exposto nas ruas de Porto Alegre.
Exposição Autos-Retratos na Galeria do Banerj, Rio de Janeiro.

1984 Exposição individual comemorativa à passagem de seu 70º aniversário, na Universidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul.
Exposição iconográfica Iberê Camargo, Aquele Abraço!, comemorativa à passagem de seu 70º aniversário, no Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre.
Dois painéis para a Funarte.
Exposição retrospectiva comemorativa à passagem de seu 70º aniversário no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Exposições individuais: Galeria Tina Presser, Porto Alegre; Galeria Luisa Strina, São Paulo; Studio de Arte Cláudio Gil, Rio de Janeiro; Galeria Thomaz Cohn, Rio de Janeiro; Petite Galerie, Viva a Pintura, homenagem a Iberê, Rio de Janeiro.

1985 Mostra retrospectiva Trajetória e Encontros no Museu de Arte do rio Grande do Sul. Lançamento de livro sobre sua vida e obra, editado pelo Museu de Arte do Rio Grande do Sul, pela Fundação Nacional de Arte e pelo Ministério da Cultura.
Prêmio Golfinho de Ouro pela sua atuação como artista plástico durante o ano de 1984, concedido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Medalha Mérito Cultural, concedida pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

1986 Exposição Trajetória e Encontros: Museu de Arte de São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Teatro Nacional de Brasília.
Exposição individual de desenhos (série agrotóxicos) e de óleos na galeria Tina Presser, Porto Alegre.
Exposição individual de desenhos As Criadas, de Genet, na Galeria Usina, Vitória.
Exposição individual de óleos e desenhos e lançamento da suíte de serigrafias (manequins) na Mas Stolz Galerie, Curitiba.
Título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul.

1987 Exposições: Galeria Montesanti, São Paulo; Galeria Espaço Capital, Brasília; Galeria Art-Con, Campo Grande, Mato Grosso do Sul; Galeria Soluzzione, Caxias do Sul, Rio Grande do Sul; Galeria Espaço de Arte, Florianópolis; M.D. Galeria de Arte, Uberaba, Minas Gerais; Galeria Luisa Strina, São Paulo; Galeria Paulo Klabin, São Paulo; Galeria Paulo Klabin, Rio de Janeiro; Centro de Exposiciones do Departamento de Cultura, Montevidéu, Uruguai; Centro de Cultura de Cruz Alta, Rio Grande do Sul; Galeria Van Gogh, Pelotas, Rio Grande do Sul; Galeria Matiz, Santa Maria, Rio Grande do Sul; Galeria Tina Presser, Porto Alegre.

1988 Exposição Modernidade Brasileira do Século XX, no Museu de Arte Moderna de Paris, França.
Livro de contos No Andar do Tempo com as seguintes individuais: Galeria Tina Zappoli, Porto Alegre; Galeria Documenta, São Paulo; Galeria Montesanti, Rio de Janeiro; Galeria Van Gogh, Pelotas, Rio Grande do Sul.
Individual na Galeria Multiarte, Fortaleza.
Individual de gravuras na Galeria Álvaro Santos, Aracaju.
Coletiva na Galeria Tina Zappoli, Porto Alegre.
Coletiva Os Ritmos e as Formas da Arte Contemporânea Brasileira, na Galeria SESC Pompéia, São Paulo.
Coletiva Os Ritmos e as Formas da Arte Contemporânea Brasileira, Dinamarca e países escandinavos.

1989 Exposições coletivas: Forma e Estrutura, na Galeria Raquel Arnaud, São Paulo. Panorama da Pintura no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Galeria Saramenha, Rio de Janeiro.
Galeria Tina Zappoli, sala especial comemorando os 75 anos de Iberê Camargo, Porto Alegre.
Galeria Tina Zappoli, Porto Alegre.
Exposição individual na Galeria Santana do Livramento, Rio Grande do Sul.
Arti, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul.

1990 Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea.
Exposição individual na Galeria Van Gogh, Pelotas, Rio Grande do Sul.
Retrospectiva de gravura na Galeria do Banco Francês e Brasileiro, Porto Alegre.
Retrospectiva de gravura no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.

1991 Exposição coletiva Sobre a Árvore na Galeria Montesanti, São Paulo.
Retrospectiva de gravura no Museu de Arte de São Paulo.
Exposição coletiva Guaches na Galeria Goethe, Porto Alegre.
Exposição individual, Passo Fundo, Rio Grande do Sul.
Exposição individual, Bahia.

1992 Exposição Históricos, obra sobre papel, no Museu de Arte do rio Grande do Sul.
Lançamento do livro técnico A Gravura, Editora Sagra, Porto Alegre.
Exposição Debret a Iberê, que marcou a reabertura do Museu da Cidade, Rio de Janeiro.
Museu da Chácara do Céu da Fundação Castro Maya recriou a Sociedade Amigos da Gravura, comercializando entre os sócios uma gravura de Iberê.
Exposição individual na Multi Arte Galeria, Fortaleza.

1993 Exposições individuais: Galeria Camargo Vilaça, São Paulo; Museu de Arte de Santa Catarina; Escritório de Arte da Bahia, Salvador; guaches Retratos de Amigos, Porto Alegre; gravuras em metal, Ribeirão Preto.
Inauguração da Galeria Iberê Camargo, em Porto Alegre, com guaches do artista.

1994 Participa do núcleo Abstrações na Bienal Brasil Século XX e da XXII Bienal Internacional de São Paulo.
Exposição Homenagem a Iberê Camargo, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Retrospectiva no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
Última individual de desenhos e gravuras no Espaço Cultural FIAT, São Paulo.

domingo, abril 07, 2013

CARIOCÃO - TAÇA RIO

.
O FLAMENGO EMPATOU E ESTÁ FÓRA
DA LUTA PELA CONQUISTA DA TAÇA
RIO.O VASCO VOLTOU A PERDER
FEIO E É O ULTIMO DA SERIR A.

SÁBADO, 6 DE ABRIL
Resende 0-2 Fluminense
Quissamã 0-1 Madureira
Flamengo 1-1 Duque de Caxias
Nova Iguaçu 1-0 Volta Redonda

Quarta, 3 Abril

Vasco 0-3 Botafogo




FLAMENGO 1 X 1 DUQUE DE CAXIAS

GOLS: Charles Chad, 30'/1ºT (0-1); Cleber Santana, 46'/2ºT (1-1)

Flamengo: Felipe, Elias, Renato Santos, Walace e João Paulo (Ibson, 28'/2ºT); Amaral, Renato, Gabriel e Rodolfo (Carlos Eduardo, intervalo) (Cleber Santana, 11'/2ºT); Rafinha e Hernane - Técnico: Jorginho

Duque de Caxias: Fernando, Iago, Paulão e Sérgio Raphael; Dudu (Sagaz, 31'/2ºT), Lucas, Renan Silva, André Gomes, Leandro Cruz (Rafinha, 40'/2ºT) e Antonio Carlos; Charles Chad (Digão, 40'/2ºT) - Técnico: Mário Marques


sábado, abril 06, 2013

FESTIN- CINEMA EM LINGUA PORTUGUESA

-
ESTÁ A DECORRER EM LISBOA O
FESTIN 2103, COM EXCELENTES
FILMES NA NOSSA LINGUA.


Quais os objectivos do FESTIN?

Objetivos

Fomentar a interculturalidade, a inclusão social e o intercâmbio cultural nos países de língua portuguesa,
através da realização de um Festival de Cinema comprometido com a divulgação de diferentes culturas e
práticas de respeito à diversidade presente nos povos de Língua Portuguesa.

Objetivos Específicos

- Promover as práticas de inclusão cultural e social nos países de língua portuguesa.
- Valorizar as habilidades e competências das populações, em particular daquelas em
situação de risco, através do contacto com a arte e o cinema.
- Divulgar a criação de expressões das artes fílmicas dos países de língua portuguesa.
- Apoiar nos territórios da língua portuguesa a promoção de novos cineastas.
- Fomentar a divulgação das iniciativas dos cineastas vocacionados à criação de inovações
técnicas e conceituais.
- Realizar debates sobre obras e criadores participantes do Festival


programa
Grelha 2013

Programação FESTin 2013*

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3 ABRIL | Quarta-feira

21h30 | Sala Manoel de Oliveira | Abertura [Competição Longas-Metragens]
O Grande Kilapy Angola/ Portugal/Brasil, 2012, 100 minutos, Ficção | Zezé Gamboa

[COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]


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4 DE ABRIL | Quinta-feira

11h00 | Sala 3 | Duração total – 55 minutos [Mostra Infantil e Juvenil]
A vida deve ser assim – BR, 2012, 14 min, fic | Roberto Burd
Maria Clara – BR, 2012, 15 min, fic | Leonardo Peixoto
A Rebelião das águas – BR, 2012, 3 min, anim | Agê
Pety pode tudo – BR, 2012, 18 min, fic | Anahí Borges
MPF; A Ficha; Acessibilidade; Tráfico de Animais – BR, 4 min, anim | Ministério Público Federal
Os Sustentáveis – BR, 2012, 1’15 min, anim | Lisandro Santos

18h00 | Sala 2 – I Encontro Internacional de Jornalistas de Cinema


18h00 | Sala 3 | Duração: 108 minutos [Competição Curtas-Metragens 1 ]
O rapaz que ouvia pássaros – PT, 2012, 10 min., fic | Inês Rueff e João Seguro [COM A PRESENÇA DOS REALIZADORES]
As Mortes de Lucana – BR, 2012, 20 min, fic | Alceu Bett [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]
A Linha – PT, 2012, 13 min., fic | Adriana Martins da Silva, Pedro Martins e Sofia Nunes [COM A PRESENÇA DOS REALIZADORES]
L – BR, 2011, 21 min, fic | Thais Fujinaga
Abelardo – BR, 2012, 16 min., doc | Ane Siderman
Nylon da minha aldeia – PT, 2012, 29 min., fic | Possidónio Cachapa [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]

18h30 | Sala Manoel de Oliveira [Competição Longas-Metragens / Homenagem a Angola]
A Crença Angola, 2011, 95 minutos, Ficção | Dorivaldo Fernandes

20h00 | Sala 3 | Duração total – 95 minutos [Mostra de Cinema Brasileiro | curtas-metragens]
O guitarrista no telhado – BR, 2012, 12 min, anim | Guto Bozzetti
Flash – BR, 2011, 17 min, fic | Alison Zago
Feijoada completa – BR, 2012, 20 min, fic | Angelo Defanti
A inevitável história de Letícia Diniz – BR, 2012, 19 min, fic | Marcelo Pedreira
Qual queijo você quer – BR, 2011, 11 min, fic | Cíntia Domit Bittar
Kino – BR/IT – 2012, 13 min, fic | Natália Warth [COM A PRESENÇA DA REALIZADORA]
Teatro pra quem – BR, 2012, 5 min, fic | Alethea Miranda e Michel Dubret

21h30 | Sala Manoel de Oliveira [Competição Longas-Metragens]
Essa maldita vontade de ser pássaro Brasil, 2012, 85minutos, Ficção | Paula Fabiana

22h00 | Sala 3 [Homenagem a Angola]
Nos Trilhos Culturais da Angola Contemporânea Angola, 2010, 58 minutos, documentário | Dias Júnior


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5 DE ABRIL | Sexta-feira

18h00 | Sala 3 | Duração: 95 minutos [Competição Curtas-Metragens 2 ]
Sexo, Amor e SIDA – GB, 2011, 13 min., fic | Alexandre Dias e Carlos Vaz
A Dama do Estácio – BR, 2012, 22 min. fic | Eduardo Ades
A cidade e o sol – PT, 2012, 16 min., fic | Leonor Noivo [COM A PRESENÇA DA REALIZADORA]
Filme para poeta cego – BR/CUBA, 2012, 25 min. fic | Gustavo Vinagre
Solitária – Portugal, 2012, 7 minutos, fic | José António Mendes [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]
Encontro com o criador – ANG/PT, 2012, 12 min., fic | Ciomara Morais [COM A PRESENÇA DA REALIZADORA]

20h00 | Sala 3 [Homenagem a Angola]
Culturas Vivas Angola, 2012, 45 minutos, documentário | Chico Júnior

21h30 | Sala Manoel de Oliveira [Competição Longas-Metragens]
Bonitinha, mas ordinária Brasil, 2012, 91 minutos, Ficção | Moacyr Góes

22h00 | Sala 3 [Homenagem ao Festival de Gramado]
Em Teu Nome… Brasil, 2009, 100 minutos, Ficção | Paulo Nascimento


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6 DE ABRIL | Sábado

16h00 | Sala 3 | Duração total – 55 minutos

[Mostra Infantil e Juvenil] Ver programa no dia 4 de abril

18h00 | Sala 3 | Duração: 95 minutos [Competição Curtas-Metragens 3]
Menino do Cinco - BR, 2012, 20 min., fic | Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira
Água Boa, Vida Saudável – STP, 2011, 14 min., doc | Kalú Mendes
Cowboy – BR, 2011, 11 min., fic | Tarcísio Lara Puiati
Do not stop – PT, 2011, 1’30 min, fic | Bruno Carnide
Manifesto das Imagens em Movimento – MZ, 2012, 5 min., doc | Diana Manhiça
Prescrição – PT, 2011, 14 min, fic | Marco Miranda
O Bebé – PT, 2011, 11 min, fic | Reza Hajipour [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]
A melhor idade – BR, 2011, 15 min., fic. | Angelo Defanti

18h30 | Sala Manoel de Oliveira [Competição Longas-Metragens]


Outro Olhar - Brasil, 2012, 90 minutos, Ficção | Cristiano Requião [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]


20h00 | Sala 3 [Mostra do Festival de Gramado | curtas-metragens]
Elefante na sala – Brasil, 2012, 10 min, fic | Guilherme Petry
Garry – Brasil, 2012, 15 min., fic/doc | Richard Tavares e Bruno Carboni
Fez a Barba e o Choro – Brasil, 2011, 20 min., doc. | Tatiana Naquete
24 horas com Carolina – BR, 2012, 12 min., fic | Eduardo Wannmacher
Ilha das Flores – BR, 1989, 13 min., doc | Jorge Furtado
Lobos – BR, 2012, 12 minutos, Ficção| Abel Roland e Emiliano Cunha

21h30 | Sala Manoel de Oliveira
[Competição Longas-Metragens | Homenagem ao Festival de Gramado]
Colegas Brasil, 2012, 100 minutos, Ficção | Marcelo Galvão [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR E DO ATOR RUI UNAS]


22h00 | Sala 3 [Mostra do Cinema Brasileiro]

A casa elétrica Brasil, 2011, 109 minutos, Ficção | Gustavo Fogaça


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7 DE ABRIL | Domingo

16h00 | Sala 3 | Duração total – 55 minutos
[Mostra Infantil e Juvenil] Ver programa no dia 4 de abril

18h00 | Sala 3 | duração total: 90 min [Mostra de Inclusão Social]
Aquém das nuvens - BR, 2012, 17 min., fic | Renata Martins
Atlético Clube Seridó – BR, 2012, 11 min., doc | Fritz Delangelo [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]
De mim – PT, 2012, 5 minutos | Carlos Melim [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]
Gigantes da Alegria – BR, 2012, 12 min., doc. | Ricardo Rodrigues e Vitor Gracciano
Auguste – PT, 2012, 6 min, fic | Amadeu Pena da Silva e Pedro Santasmarinas
Linear – BR, 2012, 6 min, anim | Amir Admoni
Ó pai, o que é a crise? – PT, 2012, 3 min, doc | José Vieira Mendes [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]
Daqui p’ra lá… de cá p’ra lá. Histórias de Reintegração no Brasil – PT, 2012, 30 min, doc | Organização Internacional para as Migrações (OIM) e Projectos Globais de Media (PGM) [COM A PRESENÇA DOS REALIZADORES]


18h30 | Sala Manoel de Oliveira [Competição Longas-Metragens]
Vidas Vazias e as Horas Mortas Brasil, 2012, 87 minutos, Ficção | Pedro Lacerda [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]


20h | Sala 3 [Competição Longas-Metragens]
A Coleção Invisível Brasil, 2012, 89 minutos, Ficção

21h30 | Sala Manoel de Oliveira [Competição Longas-Metragens]
Cine Holliúdy Brasil, 2012, 91 minutos, Ficção | Halder Gomes [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]


22h00 | Sala 3 [Mostra do Cinema Brasileiro]
A primeira vez do cinema brasileiro Brasil, 2012, 83 minutos, Documentário | Hugo Moura, Denise Godinho e Bruno Graziano [COM A PRESENÇA DOS REALIZADORES]



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8 DE ABRIL | Segunda-feira

15h30 | Sala 3 [Maratona de Documentários]
Bafatá Filme Clube PT/GB, 2011, 77 minutos, Documentário | Silas Tiny [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]


17h00 | Sala 3 [Maratona de Documentários]
O Candidato - Cabo Verde, 2012, 66 minutos, documentário | Paulo Cabral

18h15 | Sala 3 [Maratona de Documentários]
Sem anos de solidão – PT, 2012, 36 min, doc. | Maria João Coutinho e Simion Doru Cristea

18h30 | Sala Manoel de Oliveira [Competição Longas-Metragens]
Cartas para Angola Brasil, 2012, 75 minutos, documentário | Coraci Ruiz e Júlio Matos

19h | Sala 3 [Maratona de Documentários]
Lusofonia de 9 cabeças – Lisboa – PT, 2012, 23 min., doc | Cristina Branco [COM A PRESENÇA DA REALIZADORA]


19h30 | Sala 3 [Maratona de Documentários]
Macau 2012 – 1. Identidade – PT, 2012, 30 min., doc | Rui Filipe Torres [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]


20h10 | Sala 3 [Maratona de Documentários]
Coração do Brasil Brasil, 2012, 86 minutos, documentário | Daniel Solá Santiago

21h30 | Sala Manoel de Oliveira [Competição Longas-Metragens]
Onde está a felicidade? Brasil, 2011, 110 minutos, Ficção | Carlos Alberto Riccelli

21h50 | Sala 3 [Maratona de Documentários]
Dona Tututa Portugal, 2012, 54 minutos, documentário | João Alves da Veiga

22h50 | Sala 3 [Maratona de Documentários]
Mazzaropi Brasil, 2012, 102 minutos, Documentário | Celso Sabadin


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9 DE ABRIL | Terça-feira

11h00 | Sala 3 | Duração total – 55 minutos
[Mostra Infantil e Juvenil] Ver programa no dia 4 de abril

18h00 | Sala 2 [Mesa-redonda]
A importância das parcerias entre os festivais de cinema. Moderação: Zeca Brito

20h00 | Sala 3 [Homenagem a Angola]
Angola passado e futuro Portugal, 1973, 12 minutos, documentário | António Escudeiro
Independência de Angola – Os Acordos do Alvor, 1977, 17 minutos, documentário | António Escudeiro [COM A PRESENÇA DO REALIZADOR]


21h30 | Sala Manoel de Oliveira [Mostra do Cinema Brasileiro]
E a vida continua Brasil, 2011, 97 minutos, Ficção | Paulo Figueiredo [COM A PRESENÇA DO PRODUTOR]



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10 DE ABRIL | Quarta-feira

21h30 | Sala Manoel de Oliveira | Encerramento [Homenagem ao Festival de Gramado]
Bróder… Brasil, 2010, 93 minutos, Ficção | Jeferson De

quinta-feira, abril 04, 2013

ZALICO E ZALINHO VÃO SER OS CONVIDADOS DO VIOLA BRASIL

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CHICO LOBO VAI RECEBER
OS SERTANEJOS ZALICO
E ZALINHO NO VIOLA
BRASIL



"O VIOLA BRASIL idealizado e apresentado pelo violeiro Chico Lobo - um dos mais ativos e respeitados do cenário nacional e internacional -, leva a cultura da viola caipira, suas raízes, tradições, causos e as crenças do universo dos violeiros pela TV Horizonte para toda Minas Gerais e demais estados que o retransmitem através de TVs como Rede Nazaré (para todo norte e parte do nordeste do pais); TV Campos de Minas (para todo o Vale das Vertentes). Semanalmente artistas populares - reconhecidos nacionalmente (ou não), que tenham em comum a valorização da beleza e encantamento genuíno da viola caipira (nossa viola de 10 cordas), com seus folguedos e ritmos -, são enfocados. E assim se abre espaço para o desfile de ritmos e manifestações típicas da viola caipira, como: catiras, folias, batuques de viola, modas, fandangos, reisados, poesias populares, cateretês, cirandas, toadas, orquestras de violas, causos matutos, apresentação de grupos folclóricos e o que há de mais típico, vivo e pulsante presente no "embornal" da viola brasileira! Tudo com a excelência e a confiabilidade de quem sabe o que apresenta e é mestre do que defende com paixão: nossa identidade nacional frente e em constante diálogo com o universo globalizado."

a DUPLA SERTANEJA "ZALICO E ZALINHO vão ser os próximos convidados, não deixem de ver e escutar



O BLOG LUSO CARIOCA está feliz de saber que o amigo CHICO LOBO , vai estar em Portugal neste mês de Abril, no Alentejo, em Viana do Alentejo e em Castro

IV ENCONTRO DE VIOLAS DE ARAME | 27 E 28 DE ABRIL 2013 CASTRO VERDE

IV ENCONTRO DE VIOLAS DE ARAME / III ENCONTRO DE TOCADORES DE VIOLA CAMPANIÇA
– Conversas, Oficinas, Concerto
(27 e 28 de Abril de 2013, Conservatório Regional do Baixo Alentejo - Secção de Castro Verde)
Com o objetivo de valorizar e preservar a Viola Portuguesa, a ACA – Associação de Cante Alentejano Os Cardadores irá realizar a 4ª edição do Encontro de Violas de Arame, a ter lugar nos dias 27 e 28 de abril de 2013, na secção de Castro Verde do Conservatório Regional do Baixo Alentejo. Esta iniciativa conta com a parceria da Câmara Municipal de Castro Verde no âmbito da XXIII Quinzena Cultural – Primavera do Campo Branco. E conta igualmente com a colaboração do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Á semelhança dos anos anteriores este “encontro” será marcado por: colóquios, oficinas e um concerto. E conta com participação da viola campaniça (Alentejo) viola braguesa (Minho), viola de arame (Ilha da Madeira) viola da Terra (Açores) e viola Caipira (Minas Gerais/Brasil), dedilhadas por José Barros, Vítor Sardinha, Rafael Carvalho e Chico Lobo respetivamente. Este ano o “encontro” irá ainda contar com a participação especial de Alísio Saraiva, tocador de viola Beiroa (Beira Baixa) e Aorélio Domingues tocador de Rabeca e Viola Fandangueira (Curitiba/Brasil).
A espontaneidade como estas violas “dialogam” permite perceber, simultaneamente, a sua origem popular comum e as diferenças que lhe foram sendo introduzidas pelas comunidades que as utilizam. Dos bailes de roda às festas religiosas, passando pelos despiques, as violas de cordas de arame são o instrumento popular tradicionalmente de eleição. A presença destes tocadores – todos excelentes intérpretes – é uma oportunidade não só para apreciar a sonoridade mas também a história das suas violas.
A iniciativa irá decorrer em paralelo com o III Encontro de Tocadores de Viola Campaniça, que conta já com duas edições (2009 e 2011), reunindo perto de quatro dezenas de tocadores, número surpreendente tendo em conta que a viola campaniça chegou as ser considerada extinta em meados dos anos Oitenta.
O Encontro de Violas de Arame/ Encontro de Tocadores de Viola Campaniça é, igualmente, uma acção importante de resgate e dignificação da cultura regional, que se insere no vasto movimento universal de resistência à imposição global de uma cultura única. E destina-se a todos os músicos, etnógrafos e curiosos que manifestem interesse pela música tradicional.
As inscrições para as oficinas podem ser feitas, atempadamente através do seguinte endereço de correio electrónico: violasdearame@gmail.com. Os órgãos de informação são convidados a assistirem a todas as iniciativas do evento, cuja programação detalhada será divulgada oportunamente


Deixo aqui o roteiro próximo de Chico >lobo, para que não percam

abril 06 Cambuquira, 20 Carmo do Rio Claro, 25 Viana do Alentejo – Portugal, 27 e 28 Castro Verde – Portugal


quarta-feira, abril 03, 2013

realizador de cinema português MIGUEL GOMES

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REALIZADOR PORTUGUÊS MIGUEL GOMES
PRESIDIRÁ AO JURI DO GRANDE PRÉMIO
DA 52ª.SEMANA DA CRITICA EM CANNES.




Miguel Gomes irá presidir ao júri que atribuirá o grande prémio da 52ª Semana da Crítica, evento criado em 1962 pelos críticos franceses, para dar a conhecer primeiras obras e novos realizadores.

"Com uma carreira na indústria [cinematográfica] feita em nome próprio apenas com três longas-metragens, Miguel Gomes representa a essência da Semana [da Crítica]: descobrir novos autores através dos seus primeiro e segundos filmes, e apresentá-los no plano internacional", sublinha a organização.

A Semana da Crítica decorrerá de 16 a 24 de maio, praticamente em paralelo com o Festival de Cinema de Cannes, marcado de 15 a 26 de maio.

Ao longo dos 50 anos, a Semana da Crítica deu a conhecer a obra de realizadores hoje consagrados e premiados, como Bernardo Bertolucci, Ken Loach, Wong Kar Wai e Jacques Audiard.

Miguel Gomes é autor das longas-metragens "A cara que mereces" (2004), "Aquele querido mês de agosto" (2008) e "Tabu" (2012), esta última distinguida em 2012 com os prémios da crítica e da inovação do Festival de Berlim.



No ano passado, o júri das curtas-metragens da Semana da Crítica foi presidido pelo realizador João Pedro Rodrigues.

terça-feira, abril 02, 2013

ARTISTAS PORTUGUESES - RAFAEL CARVALHO

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RAFAEL CARVALHO É UM AÇOREANO
VIRTUOSO NA VIOLA DA TERRA,
NOME PORQUE É CONHECIDA A
VIOLA QUE EM MINAS GERAIS
SE CHAMA VIOLA CAIPIRA ,
NO ALENTEJO VIOLA CAMPANIÇA,
NA MADEIRA VIOLA DE ARAME.






Rafael Carvalho, É natural da Ribeira Quente, Concelho da Povoação,Ilha de São Miguel nos Açores, .

O trabalho conta com 10 temas instrumentais: 5 dos quais originais e 5 variações de temas tradicionais da Viola da Terra.

Rafael Carvalho aprendeu a tocar Viola da Terra com Carlos Quental. Depois passou a dar formação na Escola de Viola da Terra da Ribeira Quente.

Foi membro fundador do Grupo de Violas/Foliões da Ribeira Quente em 1996 e do grupo Musica Nostra em 2005.

Foi igualmente membro do Grupo Folclórico São Paulo de 1993 a 2005 e tem colaborado com os Grupos Folclóricos das Camélias (Furnas), São Pedro (Lomba do Cavaleiro), Água Retorta, Fajã de Baixo e da Associação Académica da Universidade dos Açores.

Na última década teve o prazer de acompanhar ao Desafio, Desgarrada e Velhas, cantadores como Jorge Rita, João Luis Mariano, Lupércio Albergaria, António Silva, António de Sousa, José Eliseu, João Angelo, Mota, João Leonel, José Fernandes, Vasco e Manuel Antão.

Já atuou em 8 das 9 Ilhas dos Açores, em Bruxelas, no Teatro da Trindade e nas Lojas Fnac do Colombo e Alfragide e em Castro Verde Baixo Alentejo.

Foi Formador de Viola da Terra na Academia de Música da Povoação de 2007 a 2010. Participou no I Encontro de Violas de Arame em 2009, em Castro Verde, representando os Açores e organizou em 2010, no Conservatório Regional de Ponta Delgada, o II Encontro de Violas de Arame.

Organizou com a Associação de Juventude Viola da Terra o I Encontro de Violas Açorianas, um evento que a Viola aguardou cerca de 5 séculos nos Açores para que se concretizasse.

Tem organizado desde 2009 o “DIA DA VIOLA DA TERRA” no Conservatório Regional de Ponta Delgada.

Concluiu o Curso Básico de Viola da Terra no Conservatório Regional de Ponta Delgada, tendo sido o primeiro músico Micaelense a submeter-se a exame de V Grau de Viola da Terra.

Atualmente é responsável pela Escola de Viola da Terra e Violão da Ribeira Quente que já formou, nos últimos 14 anos, dezenas de músicos que têm assegurado a continuidade dos grupos e tradições que existem na Freguesia.

Tem desenvolvido um conjunto de aulas de Viola da Terra online para pessoas que não têm acesso a um professor de Viola da Terra.

É formador da Escola de Viola da Terra do Grupo Folclórico da Fajã de Baixo. Exerce funções docentes de Viola da Terra no Conservatório Regional de Ponta Delgada.

É o responsável e Diretor Musical da Orquestra de Violas da Terra e está a desenvolver o primeiro Programa Mínimo de Viola da Terra Micaelense para o Conservatório Regional de Ponta Delgada, da Iniciação ao V Grau.

LIGA PORTUGUESA

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BENFICA E PORTO GOLEARAM E O
SPORTING ACORDOU E OFERECEU
AO SEU NOVO PRESIDENTE UMA
VITÓRIA EM BRAGA.




P. Ferreira 3-2 Gil Vicente
Beira-Mar 0-1 Olhanense
Moreirense 1-1 Estoril Praia
V. Setúbal 2-4 Marítimo
Académica 0-3 FC Porto
Benfica 6-1 Rio Ave
Nacional 2-1 V. Guimarães
SC Braga 2-3 Sporting


BRAGA-SPORTING 2-3



Os leões deixam Braga com os três pontos no bolso e o lobo holandês com a barriga cheia. A alegria de uns é a miséria de outros e se o Sporting volta a Lisboa com enorme injeção de moral nas veias, José Peseiro bem se pode lamentar do seu triste e perpétuo triste fado – a poucos minutos do fim empatava frente a um grande, tirou um central para meter um avançado e acabou de mãos a abanar.

O Sporting entrou melhor, mais pressionante e determinado e aos oito minutos já Wolfswinkel fazia a primeira de muitas tropelias a Quim: de cabeça, mortífero, abriu o marcador. O SC Braga não se deixou ficar, no entanto, e rapidamente voltou à mó de cima. Aos 25 minutos Elderson tabelou com Carlão e fez todo o estádio levantar-se, com um golão de fora da área, ainda que fique a sensação de que Rui Patrício pudesse ter feito melhor.

Ainda antes da meia hora, Wolfswinkel, este avançado do Norwich que veste de verde-e-branco e na noite de hoje poucas semelhanças teve com o homem que tem vagueado pelo ataque leonino, voltou a colocar os leões na frente (para gáudio de Bruno de Carvalho, que celebrava no banco como o mais fervoroso dos adeptos). Praticamente sem ângulo, o nove dos leões fuzila Quim, de pé esquerdo.

Numa primeira parte de loucos havia, no entanto, mais história para ser escrita: bola de Baiano, na direita, e Carlão bate Patrício de cabeça, com o guardião luso a ficar, mais uma vez, mal na fotografia.

No segundo tempo também não faltaram momentos «frisson», com alguns pedidos de penalty e a expulsão de Joãozinho (precisamente depois de cair na área – se a falta podia ser discutível, o amarelo por simulação parece escusado) mas em termos de golos acabou por ser mais calmo, com o jogo a ser mais mastigado a meio campo. Isto é, até Peseiro, um dos treinadores mais azarados (pelas vezes que está à beira da glória e a deixa fugir) do nosso futebol decidir mexer na equipa. A poucos minutos do final tirou um central (Baiano) e colocou José Luís na frente e se o ponto que nessa altura lhe parecia pouco, pior ficou quando Wolfswinkel, já para lá da hora, o deixou sem nenhum.



......... P J V E D GM GS DG
1 Benfica 64 24 20 4 0 66 15 +51 Jogos
2 FC Porto 60 24 18 6 0 55 11 +44 Jogos
3 P. Ferreira 45 24 12 9 3 35 22 +13 Jogos
4 SC Braga 43 24 13 4 7 52 34 +18 Jogos
5 Marítimo 33 24 8 9 7 28 36 -8 Jogos
6 Estoril Praia 32 24 9 5 10 35 32 +3 Jogos
7 Nacional 31 24 8 7 9 36 39 -3 Jogos
8 Rio Ave 30 24 8 6 10 27 36 -9 Jogos
9 V. Guimarães 30 24 8 6 10 27 40 -13 Jogos
10 Sporting 30 24 7 9 8 26 29 -3 Jogos
11 V. Setúbal 23 24 6 5 13 27 47 -20 Jogos
12 Olhanense 21 24 4 9 11 24 35 -11 Jogos
13 Académica 21 24 4 9 11 28 39 -11 Jogos
14 Moreirense 21 24 4 9 11 23 37 -14 Jogos
15 Gil Vicente 19 24 4 7 13 24 44 -20 Jogos
16 Beira-Mar 17 24 3 8 13 26 43 -17 Jogos


ESCRITORAS BRASILEIRAS - CLARISSE LISPECTOR

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Clarice Lispector


Clarice Lispector, nascida Haia Pinkhasovna Lispector (Tchetchelnik, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977) foi uma escritora e jornalista, nasceu na Ucrânia e foi naturalizada brasileira.

Biografia

De origem judaica, Clarice foi a terceira filha de Pinkouss e de Mania Lispector. Nasceu na cidade de Tchetchelnik enquanto seus pais percorriam várias aldeias da Ucrânia fugindo à perseguição aos judeus durante a Guerra Civil Russa de 1918-1921. Chegou ao Brasil quando tinha 1 ano e dois meses de idade[1], e sempre que questionada de sua nacionalidade, Clarice afirmava não ter nenhuma ligação com a Ucrânia - "Naquela terra eu literalmente nunca pisei: fui carregada de colo" - e que sua verdadeira pátria era o Brasil.[

A família chega a Maceió em março de 1922, sendo recebida por Zaina, irmã de Mania, e seu marido e primo José Rabin. Por iniciativa de seu pai todos mudaram de nome, exceto Tânia, sua irmã. O pai passou a se chamar Pedro; Mania, Marieta; Leia, sua irmã, Elisa; e Haia, por fim, Clarice. Pedro passou a trabalhar com Rabin, já um próspero comerciante.[1] Com dificuldades de relacionamento com Rabin e sua família, Pedro decide mudar-se para Recife, então a cidade mais importante do Nordeste.

Clarice Lispector começou a escrever logo que aprendeu a ler, na cidade de Recife, onde passou parte da infância no bairro de Boa Vista. Estudou no Ginásio Pernambucano de 1932 a 1934. Falava vários idiomas, entre eles o francês e o inglês. Cresceu ouvindo no âmbito domiciliar o idioma materno, o iídiche.

Sua mãe morreu em 21 de setembro de 1930 (Clarice tinha apenas 9 anos), após vários anos sofrendo com as consequências da Sífilis, supostamente contraída por conta de um estupro sofrido durante a Guerra Civil Russa, enquanto a família ainda estava na Ucrânia. Clarice sofreu com a morte da mãe, e muitos de seus textos refletem a culpa que a autora sentia e figuras de milagres que salvariam sua mãe.[2]

Quando tinha 15 anos seu pai decidiu se mudar para o Rio de Janeiro. Sua irmã Elisa conseguiu um emprego no ministério, por intervenção do então ministro Agamenon Magalhães, enquanto seu pai teve dificuldades em achar uma oportunidade na capital. Clarice estudou em uma escola primária na Tijuca, até ir para o curso preparatório para a Faculdade de Direito. Foi aceita para a Escola de Direito na então Universidade do Brasil em 1939. Se viu frustrada com muitas das teorias ensinadas no curso, e descobriu um escape: a literatura. Em 25 de maio de 1940, com apenas 19 anos, publicou seu primeiro conto "Triunfo" na Revista Pan.

Três anos depois, após uma cirurgia simples para a retirada de sua vesícula biliar, seu pai Pedro morre de complicações do procedimento. As filhas ficam arrasadas com as circunstâncias da morte tão inesperada, e como consequência Clarice se afasta da religião judaica. No mesmo ano, Clarice chama a atenção (provavelmente com o conto "Eu e Jimmy") de Lourival Fontes, então chefe do Departamento de Imprensa e Propaganda (órgão responsável pela censura no Estado Novo de Getúlio Vargas), e é alocada para trabalhar na Agência Nacional, responsável por distribuir notícias aos jornais e emissoras de rádio da época. Lá conheceu o escritor Lúcio Cardoso, por quem se apaixonou (não correspondido, já que Lúcio era homossexual) e de quem se tornou amiga íntima .

Em 1943, no mesmo ano de sua formatura, casou-se com o colega de turma Maury Gurgel Valente, futuro pai de seus dois filhos. Maury foi aprovado no concurso de admissão na carreira diplomática, e passou a fazer parte do quadro do Ministério das Relações Exteriores. Em sua primeira viagem como esposa de diplomata, Clarice morou na Itália onde serviu durante a Segunda Guerra Mundial como assistente voluntária junto ao corpo de enfermagem da Força Expedicionária Brasileira. Também morou em países como Inglaterra, Estados Unidos e Suíça, países para onde Maury foi escalado. Apesar disso, sempre falou em suas cartas a amigos e irmãs como sentia falta do Brasil.

Em 10 de agosto de 1948, nasce em Berna, Suíça o seu primeiro filho, Pedro.[3]. Quando criança Pedro se destacava por sua facilidade de aprendizado, porém na adolescência sua falta de atenção e agitação foram diagnosticados como esquizofrenia. Clarice se sentia de certa forma culpada pela doença do filho, e teve dificuldades para lidar com a situação.[

Em 10 de fevereiro de 1953, nasce Paulo, o segundo filho de Clarice e Maury, em Washington, D.C., nos Estados Unidos.

Em 1959 se separou do marido que ficou na Europa e voltou permanentemente ao Rio de Janeiro com seus filhos, morando no Leme.[2] No mesmo ano assina a coluna "Correio feminino - Feira de Utilidades", no jornal carioca Correio da Manhã, sob o pseudônimo de Helen Palmer. No ano seguinte, assume a coluna "Só para mulheres", do Diário da Noite, como ghost-writer da atriz Ilka Soares.

Provoca um incêndio ao dormir com um cigarro acesso em 14 de setembro de 1966, seu quarto fica destruído e a escritora é hospitalizada entre a vida e a morte por três dias. Sua mão direita é quase amputada devido aos ferimentos, e depois de passado o risco de morte, ainda fica hospitalizada por dois meses.

Em 1975 foi convidada a participar do Primeiro Congresso Mundial de Bruxaria, em Cali na Colômbia. Fez uma pequena apresentação na conferência, e falou do seu conto "O ovo e a Galinha", que depois de traduzido para o espanhol fez sucesso entre os participantes. Ao voltar ao Brasil, a viagem de Clarice ganhou ares mitológico, com jornalistas descrevendo (falsas) aparições da autora vestida de preto e coberta de amuletos. Porém, a imagem se formou, dando a Clarice o título de "a grande bruxa da literatura brasileira". Seu próprio amigo Otto Lara Resende disse sobre a obra de Lispector: "não se trata de literatura, mas de bruxaria."

Foi hospitalizada pouco tempo depois da publicação do romance A Hora da Estrela com câncer inoperável no ovário, diagnóstico desconhecido por ela. Faleceu no dia 9 de dezembro de 1977, um dia antes de seu 57° aniversário. Foi enterrada no Cemitério Israelita do Caju, no Rio de Janeiro, em 11 de dezembro. Até a manhã de seu falecimento, mesmo sob sedativos, Clarice ainda ditava frases para sua amiga Olga Borelli.[2]

Durante toda sua vida Clarice teve diversos amigos de destaque como Fernando Sabino, Lúcio Cardoso, Rubem Braga, San Tiago Dantas e Samuel Wainer, entre diversos outros literários e personalidades.

[editar] Obra

Ver artigo principal: Laços de Família, Perto do Coração Selvagem, A Paixão segundo G.H., A Hora da Estrela, Legião Estrangeira

Ver página anexa: Lista de obras de Clarice Lispector





Capa da edição original de Paixão Segundo G.H.
Em dezembro de 1943, publicou seu primeiro romance, Perto do Coração Selvagem. Escrito quando tinha 19 anos, o livro apresenta Joana como protagonista, a qual narra sua história em dois planos: a infância e o início da vida adulta. A literatura brasileira era nesta altura dominada por uma tendência essencialmente regionalista, com personagens contando as dificuldades da realidade social do país na época. Clarice Lispector surpreendeu a crítica com seu romance, seja pela problemática de caráter existencial, completamente inovadora, seja pelo estilo solto, elíptico e fragmentário. Este estilo de escrita se tornou marca característica da autora, como pode ser observado em seus trabalhos subsequentes.

Na época da publicação, muitos associaram o seu estilo literário introspectivo a Virginia Woolf ou James Joyce, embora ela afirme não ter lido nenhum destes autores antes de ter escrito seu romance inaugural.[4] A epígrafe de Joyce e o título, inspirado em citação do livro de Joyce Retrato do Artista quando Jovem, foram sugeridos por Lúcio Cardoso após o livro ter sido escrito. Perto do coração selvagem ganhou o prêmio da Fundação Graça Aranha de melhor romance de estreia, em outubro de 1944.

Em 1946, em uma viagem ao Rio de Janeiro, lança seu segundo livro O Lustre.

Em 1949, lança o livro "A Cidade Sitiada", o seu terceiro romance.

Em 1961, "A Maçã no Escuro".

Em 1964 Clarice lança dois livros: A Legião Estrangeira, uma coletânea de contos, e o romance A Paixão segundo G.H.. Ambos os livros foram publicados pela Editora do Autor, liderada pelos amigos Fernando Sabino e Rubem Braga.

Em 1969 "Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres".

Em 1970, começa a escrever um novo livro com o título de Atrás do Pensamento: Monólogo com a Vida. Mais tarde é renomeado de Objeto Gritante. Finalmente é lançado em 1973 com o título definitivo de Água Viva. O livro foi sucesso de crítica e público, ao ponto de o cantor Cazuza o ter lido 111 vezes [2][3].

Durante a década de 1970, após ser demitida do Jornal do Brasil (todos os judeus que trabalhavam na publicação foram demitidos neste período), a autora começa a traduzir obras do francês e do inglês para a Editora Artenova. Entre as obras estão contos de Edgar Allan Poe, O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde, dois romances de Agatha Christie e Entrevista com o Vampiro de Anne Rice.[2]

Em 1974, publicou mais dois livros de contos, novamente pela Artenova: A Via Crucis do Corpo e Onde Estivestes de Noite. A primeira edição deste último foi retirada de circulação porque foi colocado um ponto de interrogação no título, erroneamente.. Já A Via Crucis levantou polêmica com seu alto caráter sexual, e por não ter sido considerado à altura dos outros trabalho de Clarice, a revista Veja e o Jornal do Brasil chegaram a chamar a obra de "lixo".

A obra de Clarice ultrapassa qualquer tentativa de classificação. A escritora e filósofa francesa Hélène Cixous vai ao ponto de dizer que há uma literatura brasileira A.C. (Antes da Clarice) e D.C. (Depois da Clarice).

Além de escritora, Clarice foi colunista do Jornal do Brasil, do Correio da Manhã e Diário da Noite. As colunas, que foram publicadas entre as décadas de 60 e 70, eram destinadas ao público feminino, e abordavam assuntos como dicas de beleza, moda e comportamento. Em meados de 1970, Lispector começou a trabalhar no livro Um sopro de vida: pulsações, publicado postumamente. Este livro consiste de uma série de diálogos entre o "autor" e sua criação, Angela Pralini, personagem cujo nome foi emprestado de outro personagem de um conto publicado em Onde estivestes de noite. Esta abordagem fragmentada foi novamente utilizada no seu penúltimo e, talvez, mais famoso romance, A Hora da Estrela. No romance, Clarice conta a história de Macabéa, uma datilógrafa criada no Estado de Alagoas que migra para o Rio de Janeiro e vai morar em uma pensão, tendo sua rotina narrada por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M. O livro descreve a pobreza e a marginalização no Brasil a partir de um ângulo único que, fugindo dos clichês de um sofrimento simplesmente causado pela pobreza, e do estereótipo das questões existenciais como burguesas, encontra sua principal personagem no lugar exato e singular de sua (in)existência. A história de Macabéa foi publicada poucos meses antes da morte de Clarice.

Em artigo publicado no jornal The New York Times, no dia 11 de março de 2005, a escritora foi descrita como o equivalente de Kafka na literatura latino-americana. A afirmação foi feita por Gregory Rabassa, tradutor para o inglês de Jorge Amado, Gabriel García Márquez, Mario Vargas Llosa e de Clarice.

sábado, março 30, 2013

PAULISTÃO

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A RODADA DE MEIO DA SEMANA DEU
AO SÃO PAULO E À PONTE PRETA
MAIS AVANÇO SOBRE O SANTOIS
QUE EMPATOU


Mirassol 6-2 Palmeiras
São Caetano 2-2 XV de Piracicaba
Ponte Preta 1-0 Botafogo-SP
Bragantino 1-0 Ituano
Linense 2-3 União Barbarense
Corinthians 1-1 Penapolense
Paulista 0-2 São Paulo
Santos 2-2 Mogi Mirim
São Bernardo 2-2 Atlético Sorocaba
Oeste 2-2 Guarani

PAULISTA-SÃO PAULO 0-2




............ P J V E D GM GS DG
1 São Paulo 35 14 11 2 1 28 12 +16 Jogos
2 Ponte Preta 33 15 9 6 0 22 9 +13 Jogos
3 Santos 29 15 8 5 2 26 18 +8 Jogos
4 Mogi Mirim 27 15 8 3 4 29 18 +11 Jogos
5 Corinthians 26 15 6 8 1 24 13 +11 Jogos
6 Botafogo-SP 25 15 7 4 4 21 15 +6 Jogos
7 Palmeiras 25 15 6 7 2 25 19 +6 Jogos
8 Penapolense 21 15 6 3 6 20 19 +1 Jogos
9 Bragantino 21 15 5 6 4 23 24 -1 Jogos
10 Linense 21 15 5 6 4 21 22 -1 Jogos
11 Oeste 19 15 5 4 6 19 22 -3 Jogos
12 Paulista 17 15 4 5 6 14 18 -4 Jogos
13 São Bernardo 16 15 4 4 7 19 26 -7 Jogos
14 Mirassol 15 15 4 3 8 26 27 -1 Jogos
15 XV de Piracicaba 15 15 3 6 6 22 27 -5 Jogos
16 Ituano 13 15 3 4 8 14 24 -10 Jogos
17 União Barbarense 11 14 2 5 7 10 21 -11 Jogos
18 São Caetano 11 15 2 5 8 17 29 -12 Jogos
19 Atlético Sorocaba 10 15 2 4 9 19 26 -7 Jogos
20 Guarani 10 15 2 4 9 18 28 -10 Jogos


NA JORNADA DESTE FINAL DE SEMANA


JORNADA 16 2013-03-31
Bragantino 30/03 19:00 Paulista h2h
XV de Piracicaba 30/03 19:00 Ponte Preta h2h
Palmeiras 30/03 21:30 Linense h2h
Mirassol 30/03 21:30 Penapolense h2h
Ituano 30/03 21:30 Botafogo-SP h2h
São Paulo 31/03 20:00 Corinthians h2h
Guarani 31/03 20:00 Atlético Sorocaba h2h
Oeste 31/03 22:30 Santos h2h
São Caetano 31/03 22:30 Mogi Mirim h2h
União Barbarense 31/03 22:30 São Caetano h2h

quinta-feira, março 28, 2013

terça-feira, março 26, 2013

PINTORES BRASILEIROS - DI CAVALCANTI

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seguindo PORTUGAL na qualificação para o MUNDIAL 2014 - AZERBAIJÃO, 0 PORTUGAL 2

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ESTA TARDE A SELEÇÃO DE PORTUGAL
VENCEU 2-0 O AZEBAIJÃO.

IRLANDA DO NORTE-ISRAEL 0-2
AZERBAIJÃO, 0 PORTUGAL, 2




Paulo Bento o técnico de Portugal, não mudou o sistema, não alterou a defesa, tão pouco o meio-campo, mas houve mexidas no tridente ofensivo. Cristiano Ronaldo estava castigado suspirava-se para perceber quem seria o sucessor de sua alteza, CR7. A cerca de uma hora do início da partida, soube-se que Vieirinha era o escolhido. Surpreendente? Não, até porque, mesmo saltando do banco, o extremo tinha sido dos melhores na partida com Israel. A ele juntou-se Danny, novas asas, tanta velocidade e, acima de tudo, vontade em mostrarem que as escolhas tinham sido acertadas. E, sim, foram eles quem mais agitaram o ataque da Seleção.

Portugal mandou sempre no jogo. O ritmo não foi rápido, longe disso, mas o domínio era visível, sempre com mais bola, construindo a partir de zonas mais recuadas, aproveitando a subida de todas as linhas. Era um sinal de que a Seleção queria mesmo ganhar esta partida. E, acredite, ao intervalo o desafio podia estar decidido, não fosse o desacerto de Postiga na finalização. Foram várias as situações de golo construídas, nunca houve acerto da formação lusa. E ao intervalo pairava no ar mais um resultado negativo.

Do intervalo veio uma Seleção um pouco mais lenta, sempre à procura da velocidade de Vieirinha e Danny, sempre a explorar a largura do campo e alguma lentidão do setor mais recuado dos azeris. Mas golos... nem vê-los.

Porém, aos 55 minutos, Aliyev, que insistia em utilizar os cotovelos, viu o segundo cartão amarelo por falta sobre Pepe. E o Azerbaijão passou a jogar com dez unidades. De imediato (lesto no raciocínio), Paulo Bento tirou Meireles e lançou Hugo Almeida, abrindo ainda mais a frente de ataque e, a partir daí, jogou-se sempre (não é exagero) no meio-campo azeri. E não estranhou, por isso, que Bruno Alves, logo a seguir, subisse ao segundo andar para dar o melhor seguimento a um canto apontado por Moutinho.

Estava encontrado o caminho para a vitória, selado por mais um golo, desta feita apontado por Hugo Almeida (precisou de duas oportunidades para marcar). E não foram três porque João Pereira, já nos descontos, tivesse feito o mais difícil que foi falhar a baliza.

Houve arte? Não, longe disso. Beleza? Quem nos dera! Mas sejamos pragmáticos: importante era ganhar, somar três pontos e manter em aberto as aspirações no apuramento para o Mundial. Já agora, quando defrontar a Rússia, Portugal terá de fazer bem mais, caso contrário...

classificação

........ J V E D GM GS P
1 Rússia 4 4 0 0 8 0 12
2 Israel 6 3 2 1 15 8 11
3 Portugal 6 3 2 1 11 6 11
4 Irlanda do Norte 5 0 3 2 3 7 3
5 Azerbaijão 6 0 3 3 2 8 3
6 Luxemburgo 5 0 2 3 2 12 2


sábado, março 23, 2013

HISTÓRIA DO BRASIL - O CANÇAÇO

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O CANGAÇO


Banditismo social – Ao lado de Canudos e do Contestado, outro fenômeno característico da época foi o banditismo social. Em sua for­ma característica, ele surgiu no nordeste brasileiro e ficou conhecido como cangaço. Suas primeiras manifestações ocorreram por volta de 1870 e perduraram até 1940.

O banditismo social não foi um fenômeno exclusivamente brasileiro. Ele apareceu em muitas regiões do mundo que tinham características semelhantes às do nordeste brasileiro, como na Sicília (Itália), Ucrânia e na América espanhola. Em grande parte, o banditismo social foi, como Canudos e o Contestado, uma reação do tradicionalismo rural ao avanço do capitalismo.

O bandido social diferia do bandido comum por sua origem. Em geral, tornava-se um "fora­-da-lei" como resposta às injustiças e perseguições que sofria. Por isso, era objeto de admiração pela comunidade, que, não raro, engrandecia seus feitos de coragem e valentia. Apesar disso, diferentemente do revolucionário, o bandido social não era necessariamente contra os dominantes, nem era portador de projetos de transformação social. O seu prestígio vinha do fato de apresentar-se como porta-voz da resistência de um mundo em dissolução.



Origem do cangaço – Desde o século XVIII, com o deslocamento do centro dinâmico da economia para o sul do Brasil, as desigualdades sociais do nordeste se agravaram. Entretanto, no sertão, onde predominava a pecuária, consolidou-se uma forma peculiar de relação entre os grandes proprietários e seus vaqueiros. Entre eles, estabeleceram-se laços de compadrio (tornavam-se compadres), cuja base era a relação de fidelidade do vaqueiro ao fazendeiro, com este dando proteção em troca da disponibilidade daquele em defender, de armas na mão, os interesses do seu patrão.



Os conflitos eram constantes, devido à imprecisão dos limites geográficos entre as fazendas e às rivalidades políticas, transformadas em verdadeiras guerras entre poderosas famílias. Cada uma destas fazia-se cercar de jagunços (capangas do senhor) e de cabras (trabalhadores que ajudavam na defesa), formando verdadeiros exércitos particulares.

Nos últimos anos do Império, depois da grande seca de 1877-1879, com o agravamento da miséria e da violência, começaram a surgir os primeiros bandos armados independentes do controle dos grandes fazendeiros. Essa é a origem do cangaço. Por essa época ficaram famosos os bandos de Inocêncio Vermelho e de João Calangro.



Lampião, o rei do cangaço – Contudo, somente na República o cangaço ganhou a forma conhecida, com Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, que aterrorizou o nordeste de 1920 a 1938. Havia uma razão para esse fato. Com a proclamação da República em 1889, implanta­se no Brasil o regime federalista, que concedeu uma ampla autonomia às províncias, fortalecendo as oligarquias regionais. O poder dessas oligarquias regionais de coronéis se fortaleceu ainda mais com a política dos governadores iniciada por Campos Sales (1899-1902). O poder de cada coronel era medido pelo número de aliados que tinha e pelo tamanho de seu exército particular de jagunços.

Esse fenômeno era comum a todo o Brasil, mas nos estados mais pobres, como Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, os coronéis não eram suficientemente ricos e poderosos para impedir a formação de bandos armados independentes. Foi nesse ambiente que nasceu e prosperou o bando de Lampião, por vol­ta de 1920, coincidindo o seu surgimento com a crise da República Velha. Depois da morte de Lampião, em 1938, nenhum outro bando veio ocupar o seu lugar. Com o fim da República Velha em 1930, encerrava-se também a era do cangaço.

sexta-feira, março 22, 2013

MAESTRO GUSTAVO DUDAMEL

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O MAESTRO BRASILEIRO GUSTAVO
DUDAMEL


seguindo PORTUGAL na QUALIFICAÇÃO PARA O MUNDIAL 2014

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A SELEÇÃO DE PORTUGAL EMPATOU
ESTA TARDE COM ISRAEL E PRATI-
CAMENTE ESTÁ AFASTADO DO 1º-
LUGAR E DE SER QUALIFICADO
PARA O MUNDIAL DE FORMA AU-
TOMÁTICA.



Bem que Paulo Bento afirmou que não existiam jogos de vida ou de morte. Não há morte neste resultado dos lusos na Terra Prometida, mas há um afastamento quase surreal do futebol que deslumbrou no ano passado, no Euro 2012, e que deu para atingir as meias-finais. Portugal empata a três golos com Israel, sem saber muito bem como, e desperdiça a oportunidade de se isolar no segundo lugar do grupo F.

Moutinho a titular, depois de ter estado em dúvida durante a semana, apito inicial e golo. Tudo parecia correr bem em Israel e o Muro das Lamentações era apenas um marco turístico a pouco mais de 60 km de Tel Aviv, num lotado estádio Ramat Gan, onde a equipa das quinas jogava.

Bruno Alves, fazendo jus ao seu bom jogo aéreo, cabeceia para golo após um canto batido na direita por Miguel Veloso. Dois minutos de jogo, está tudo bem encaminhado.




Alarme
Com este resultado aumenta para cinco a série de jogos em que Portugal não consegue a vitória. O último triunfo foi frente ao Azerbaijão, em setembro, por 3x0 no Estádio AXA, em Braga.


Agora a única hipotese é conseguir o 2º.lugar da sua série, para poder ainda disputar a poule de respecagem.

Portugal entrou muito nem no jogo, obteve o seu 1º.golo logo no primeiro minuto, e deois...arrefeceu ,perdeu o meio campo, jogou macio e permitiu À fraca seleção de Israel recuperar de viarada até estar a vencer 3-1.
Portugal acordou, sobretudo depois da entrada de Carlos Martins e conseguiu o milagre de chegar ao empate 3-3

É um mau resultado, ficou a 4 pontos da Russia ,tendo esta menos 1 jogo, se o ganhar aumentará para 7, o que se torna impossivel recuperar.
Que pena, ainda por cima num MNDIAL NO bRASIL.

quinta-feira, março 21, 2013

O BRASIL EMPATOU 2-2 COM A ITALIA ESTA NOITE

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NA SUIÇA , O BRASIL DEFRONTOU A
ITÁLIA EM JOGO DE PREPARAÇÃO
PARA O MUNDIAL DE 2014



ainda não foi desta que SCOLLARI venceu



Brasil e Itália encontraram-se na Suiça para um encontro de caráter particular, que terminou empatado a dois golos.

Em Genève, a seleção orientada por Luiz Felipe Scolari chegou ao intervalo a vencer por 2x0, com golos de Fred e Oscar, aos 33 e 42 minutos, respetivamente.

No entanto, na segunda parte, a Itália precisou de pouco tempo para restabelecer o empate, tendo-o conseguido em apenas três minutos. Ao minuto 54, De Rossi bateu Júlio César e, três minutos depois, Mario Balotelli fez o 2x2.

Até ao final, as duas seleções não conseguiram desfazer o empate no marcador e o 2x2 acabou por ser o resultado de um jogo bem disputado e com dois golos dignos de serem revistos, nomeadamente o de Oscar e de Balotelli.

BRASIL 2 x 2 ITÁLIA

Gols
BRASIL:
Fred, aos 31min, e Oscar, aos 41min do 1º tempo
ITÁLIA:
De Rossi, aos 8min do 2º tempo, e Balotelli, aos 11min

BRASIL: Júlio César; Daniel Alves, Dante, David Luiz e Filipe Luís (Marcelo); Fernando, Hernanes (Luiz Gustavo) e Oscar (Kaká); Hulk (Jean), Fred (Diego Costa) e Neymar
Treinador: Luiz Felipe Scolari

ITÁLIA: Buffon; Maggio, Barzagli, De Sciglio (Antonelli) e Bonucci; De Rossi (Diamanti) e Pirlo (Cerci); Gianccherini (Poli), Montolivo e Osvaldo (El Shaarawy); Balotelli (Gilardino)
Treinador: Cesare Prandelli



Local
Estádio de Genebra, em Genebra (SUI)

terça-feira, março 19, 2013

história de Portugal - DESCOBRIMENTOS - ROTA DO CABO

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OS PORTUGUESES DO SEC.XV E XVI
DESCOBRIRAM O CAMINHO MARITIMO
PARA A INDIA, PROCURANDO UMA
ROTA PELO MAR PARA TRAZER DO
ORIENTE AS ESPECIARIAS PARA A
EUROPA.


Rota do Cabo

As importantes rotas comerciais da seda e das especiarias bloqueadas pelo Império otomano em 1453 foi o que motivou a procura de um caminho alternativo da Europa para o Oriente.

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A Rota do Cabo é a via marítima entre o Ocidente e o Oriente que passa ao largo do Cabo da Boa Esperança, no extremo meridional do continente africano. O estabelecimento da Rota do Cabo resultou da experiência e ciência náutica dos portugueses no Oceano Atlântico. Quem a percorreu pela primeira vez foi Vasco da Gama, que mostrou ser possível atingir a Índia pelo mar, chegando a Calecute em 1498. Era a realização de um sonho antigo: o contacto entre o Ocidente e o Oriente deixava de depender da Rota da Seda e prometia um grande rendimento à Coroa.

Desde a sua descoberta, a rota do Cabo foi dominada pelos portugueses, tendo-se efectuado, de 1498 a 1635, 917 partidas de armadas do Tejo. Durante mais de oitenta anos, as Armadas da Índia e as naus de especiarias puderam circular pela Rota do Cabo, fazendo a chamada carreira da Índia, sem sentirem qualquer ameaça; apenas no regresso, ao entrarem em águas açorianas, fase final da rota, eram atacados por piratas ou corsários franceses e ingleses.

A importância comercial e política da Rota do Cabo foi enorme, ligando directamente as regiões produtoras do Oceano Índico aos seus mercados na Europa, com o comércio de especiarias a ser um importante motor da economia mundial desde o fim da Idade Média até aos tempos modernos.[1] As tentativas francesas, como a de Jean Parmentier, que viajou até Sumatra em 1529, não ameaçaram de forma alguma o monopólio português, o que só começou a acontecer no século XVII, quando os holandeses e os ingleses passaram, de facto, a inspirar receios.

Em 1605 mercadores da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais (VOC) capturaram o forte português nas ilhas Molucas. Os Holandeses viriam mais tarde a dominar, conquistando território aos portugueses, fazendo a navegação directa desde o Cabo da Boa Esperança até ao estreito de Sunda, na Indonésia. A 6 de Abril de 1652 o mercador da VOC Jan van Riebeeck estabeleceu um posto de reabastecimento próximo do Cabo da Boa Esperança, que evoluiu para se tornar a Cidade do Cabo, permitindo aos holandeses dominar a rota do Cabo.

Até à abertura do Canal de Suez em 1869, que liga o egípcio Porto Said no Mar Mediterrâneo, a Suez, no Mar Vermelho - permitindo que embarcações naveguem da Europa à Ásia sem ter de contornar a África pelo cabo da Boa Esperança - a Rota do Cabo ocupou um lugar de primeiro plano na economia mundial. Mais recentemente, voltou ao centro das atenções, como rota vital para o fornecimento de petróleo ao Ocidente, abalado com o encerramento à navegação daquele canal de 1967 até 1975.

artistas portugueses - FRANCISCO NAIA

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FRANCISCO NAIA É UM CANTOR
PORTUGUÊS DUMA REGIÃO MUI-
TO CARACTERISCA COMO É O
ALENTEJO




Francisco Naia, filho de um ferroviário, desde muito novo que entra em contacto com a música, que era executada pelo pai e pelos seus irmãos. Mais tarde estuda solfejo e canto e, em 1956, em Aljustrel, onde o pai é chefe de estação, tem um professor diferente, que falava em dignidade, liberdade, na luta dos mineiros, e que o levou a cantar fados e baladas de Coimbra.

Esse homem chamava-se José Afonso. Começa então e escrever e a fazer músicas.

Caloiro durante a crise de 62, cumpre no final desse ano o serviço militar. Durante cerca de quatro anos, em várias regiões de Angola, assiste de perto ao papel que a música vai ter na sensibilização dos militares. Canta, toca, desenvolve grupos corais, tem contactos com músicos e poetas angolanos – do grupo do «Imbondeiro», e nomeadamente Alexandre Daskalos, de quem vem a musicar poemas.

Após o regresso a Portugal, trabalha no escritório das oficinas dos Caminhos de Ferro do Barreiro onde tem um contacto directo com o mundo operário, ao mesmo tempo que na Faculdade de Letras, participa na crise académica de 69.

Entretanto gravara já o seu primeiro disco, o single Barco Novo – que fala dos barcos que trazem os soldados regressados da guerra.


Francisco Naia nasceu em Estação de Ourique, em Ourique, a 27 de Dezembro de 1940 .

PAULISTÃO - 12 ª,RODADA

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SÃO PAULO SOMA E
SEGUE NA LIDEFRANÇA

Ituano 2-1 XV de Piracicaba
Mogi Mirim 2-3 Linense
Santos 2-1 Guarani
Mirassol 3-4 São Bernardo
Bragantino 3-2 Penapolense
Corinthians 3-0 União Barbarense
São Caetano 1-1 Palmeiras
São Paulo 3-2 Oeste
Ponte Preta 2-1 Atlético Sorocaba
Paulista 1-1 Botafogo-SP


SÃO PAULO-OESTE 3-2



o São Paulo fez um duelo morno neste domingo, contra o Oeste, no Estádio do Morumbi, mas jogou o suficiente para derrotar a equipe do interior por 3 a 2, somar mais três pontos no Campeonato Paulista e reassumir a liderança isolada da competição.

O primeiro tempo foi todo dominado pelo São Paulo, e com destaque para as atuações do setor defensivo. O time tricolor manteve a posse de bola e aproveitou bem os erros do adversário para chegar aos 2 a 0 com gols dos zagueiros Édson Silva e Rafael Tolói. No final da etapa, o Oeste conseguiu diminuir através de Ligger.

No lance do primeiro gol, a defesa do Oeste afastou mal mais uma vez da área. Ademílson aproveitou e bateu cruzado. Livre, Édson Silva apareceu e tocou para o fundo das redes, aos 18min. Pouco depois, Jadson bateu falta na primeira trave, Rafael Tolói desviou de cabeça e aumentou o placar.

O Oeste ainda conseguiu diminuir no fim, em bola cruzada na segunda trave. Ligger entrou de cabeça e jogou no cantinho de Rogério Ceni, colocando fogo no jogo. Mas Luis Fabiano tratou de decidir a fatura aos 24min da etapa complementar, estufando as redes do adversário interiorano. Wanderson ainda descontou no fim e deu números finais ao duelo.

Agora com 26 pontos, o São Paulo manteve os dois de vantagem para o Santos e retomou a liderança isolada do Campeonato Paulista. O próximo compromisso da equipe tricolor é na quarta-feira, quando terá pela frente o São Bernardo, no Estádio 1º de Maio.





FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 3 X 2 OESTE

Golos

SÃO PAULO

Edson Silva, aos 17, e Rafael Toloi, aos 30 minutos do primeiro tempo; Luis Fabiano, aos 24 minutos do segundo tempo

OESTE

Ligger, aos 45 minutos do primeiro tempo; Wanderson, aos 31 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Rodrigo Caio, Rafael Toloi, Edson Silva e Thiago Carleto; Wellington (Douglas), Denilson e Jadson (Cañete); Wallyson (Aloísio), Luis Fabiano e Ademilson
Técnico: Ney Franco

OESTE: Jaílson; Dedê, Antônio Carlos, Dezinho (Marcinho Beija-Flor) e Fernandes; Leandro Teixeira, Ligger, Wanderson, Hudson (Vitinho) e Serginho; Lelê (Gilmar)
Técnico: Roberto Cavalo



............ P J V E D GM GS DG
1 São Paulo 26 11 8 2 1 22 11 +11 Jogos
2 Ponte Preta 26 12 7 5 0 19 8 +11 Jogos
3 Santos 24 12 7 3 2 22 15 +7 Jogos
4 Botafogo-SP 22 12 6 4 2 18 12 +6 Jogos
5 Corinthians 21 12 5 6 1 21 11 +10 Jogos
6 Palmeiras 21 12 5 6 1 21 13 +8 Jogos
7 Mogi Mirim 20 12 6 2 4 21 14 +7 Jogos
8 Linense 20 12 5 5 2 18 15 +3 Jogos
9 Bragantino 17 12 4 5 3 20 20 0 Jogos
10 Penapolense 16 12 5 1 6 15 17 -2 Jogos
11 São Bernardo 15 12 4 3 5 16 19 -3 Jogos
12 Oeste 14 12 4 2 6 13 17 -4 Jogos
13 Paulista 14 12 3 5 4 12 14 -2 Jogos
14 Ituano 13 12 3 4 5 13 18 -5 Jogos
15 Mirassol 12 12 3 3 6 18 20 -2 Jogos
16 XV de Piracicaba 10 12 2 4 6 18 24 -6 Jogos
17 Atlético Sorocaba 9 12 2 3 7 16 20 -4 Jogos
18 Guarani 9 12 2 3 7 15 23 -8 Jogos
19 União Barbarense 6 11 1 3 7 6 18 -12 Jogos
20 São Caetano 6 12 1 3 8 12 27 -15 Jogos


preliminares

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- Boa tarde. Faça o favor de se sentar, minha senhora
- Boa tarde, doutor. Com licença...
-Então de que se queixa a D. Maria da Luz?
- Ai doutor... tenho um problema mas.... não fico muito à vontade e nem sei como começar...
- Não tem nada que se envergonhar, seja o que for. Os médicos não julgam ninguém.
- Doutor, eu levanto-me e sinto logo umas coisas, uns calores, uma vontade muito grande...sabe? Só me passa fazendo amor, mas como o meu marido sai cedo de casa, eu vou à janela e chamo o primeiro que passar. Fazemos amor, e fico quase bem... mas para ficar completamente calma tenho que chamar outro. À tarde é a mesma coisa: faço amor com três ou quatro e lá me aguento até à noite. Ando com um bocado de vergonha e muito inquieta por não saber o que é isto... O doutor sabe o que eu tenho ?... É alguma coisa má???...
- Bom, pelos sintomas trata-se de um distúrbio do comportamento sexual que se denomina "ninfomania".
- Ninfoquê?!
- Ninfomania, nin-fo-ma-nia.
- O doutor não se importa de escrever o nome aí num papel, pra eu mostrar lá no bairro aos que me têm chamado puta...?

segunda-feira, março 18, 2013

CARIOCÃO - TAÇA RIO 1ª.RODADA

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COMEÇOU A TAÇA RIO COM
VASCO E FLAMENGO A PER-
DEREM OS SEUS JOGOS





Domingo, 17 Março

Fluminense 1-0 Audax Rio
Vasco 0-1 Volta Redonda

Sábado, 16 Março

Botafogo 4-0 Quissamã
Friburguense 2-0 Nova Iguaçu
Olaria 1-0 Madureira
Bangu 2-2 Duque de Caxias
Macaé 3-2 Boavista-RJ

Quinta, 14 Março
Flamengo 2-3 Resende

domingo, março 17, 2013

PINTOR PORTUGUÊS - JOSÉ MALHOA

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José Malhoa nasceu nas Caldas da Rainha em 1855. Foi estudar para Lisboa aos 8 anos e aos 12 entrou na Real Academia de Belas Artes de Lisboa, onde foi discípulo de Miguel Ângelo Lupi e Tomás da Anunciação. Conclui o curso em 1875 e concorreu a pensionista do estado no estrangeiro por duas vezes, mas ambos os concursos foram anulados. Desiludido, partiu “pincéis e paleta”e empregou-se como caixeiro na loja de confecções do irmão. Ao fim de seis meses, porém, começou a pintar A Seara Invadida, que apresentou numa exposição em Madrid, obtendo grande sucesso. Decidiu abandonar a loja, para se dedicar definitiva e exclusivamente à pintura. Foi um dos fundadores do Grupo de Leão, criado em 1880. Os quadros de ar livre dos anos 80, mais luminosos e de colorido mais intenso, demonstram que se abria à estética de Barbizon – introduzida em Portugal por Silva Porto – apesar de nunca lá ter estado. Dentro desse espírito naturalista começava o longo percurso de exaltação da cor e da luz de Portugal, que iria marcar a sua obra no resto da sua vida. Ainda nos anos 80 instalou em Figueiró dos Vinhos a sua segunda residência – “O Casulo” – onde realizou grande parte das cenas rurais que o celebrizaram. Malhoa foi pintor de paisagens, cenas de género ou de costumes, retratos e nus. Raramente pintou a paisagem pela paisagem. Recebeu encomendas de composições históricas para diversos locais entre outros, para o Supremo Tribunal de Lisboa, a Câmara Municipal de Lisboa, o Palacete Lambertini, o Palácio Burnay e o Museu de Artilharia de Lisboa. Além dos retratos das gentes do povo que figuram nos quadros de género, pintou inúmeros retratos da aristocracia. O Retrato de Laura Sauvinet (Museu de José Malhoa), uma sua aluna, realizado em 1888, foi por ele considerado a sua obra-prima. Expôs em Portugal desde 1880 e participou regularmente em exposições no estrangeiro. Foi presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes desde 1918 e foi condecorado inúmeras vezes. Realizou-se uma exposição retrospectiva da sua obra em Lisboa, em 1928, tendo-lhe então sido erigido um busto numa homenagem prestada nas Caldas da Rainha. Viu em vida avançar o projecto de um museu com o seu nome, que seria inaugurado seis meses após a sua morte. Morreu em Figueiró dos Vinhos a 26 de Outubro de 1933.
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Texto baseado no da Matriznet (IMC - Instituto dos Museus e da Conservação).
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José Malhoa was a Portuguese painter, that was, like Columbano Bordalo Pinheiro, one of the leading name in Portuguese naturalist painting, in the second half of the 19th century. He painted often popular scenes and subjects, like his two most famous paintings, The Drunks (1907) and Fado (1910). He always remained faithful to the naturalist style, but in some of is works there are impressionist influences, like in his Autumn (1918), that can be considered as an "impressionist exercise".
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Based on the article of Wikipedia.
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Sobre este artista recomenda-se a obra de Nuno Saldanha, José Malhoa- Tradição e Modernidade, editado pela Scribe (9789898410047).

LIGA PORTUGUESA

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O SPORTING FINALMENTE VENCEU
APÓS 3 JORNADAS SEM O CON-
SEGUIR, O PORTO EMPATOU,
E O BENFICA VENCEU, AUMEN-
TANDO O AVANÇO PARA OS
DRAGÕES PARA 4 PONTOS.



SPORTING, 2 V.SETUBAL,1



os leões regressaram aos triunfos frente ao Vitória de Setúbal, vencendo por 2x1.

A equipa orientada por Jesualdo Ferreira não vencia em Alvalade há quase dois meses, mas conseguiu voltar a conquistar os três pontos (algo que não acontecia desde que tinha derrotado o Gil Vicente em Barcelos) frente a um Vitória de Setúbal que esteve longe de ser um adversário fácil e que tentou aproveitar as fragilidades mais do que evidentes na defesa leonina.

Os primeiros 20 minutos de grande nível, período no qual o Sporting marcou por intermédio de Amoreirinha, na própria baliza, e Labyad, através da marcação de uma grande penalidade, valeram os três pontos aos leões, que tiveram sempre que lidar com o cenário do resultado em aberto por causa de um Vitória de Setúbal que conseguiu reduzir por intermédio de Makukula, ainda no primeiro tempo. Depois dos golos, a formação de Jesualdo Ferreira enviou três bolas ao poste e a de José Mota fez o o mesmo por uma ocasião.

20 minutos a um nível que Alvalade já não está habituado

Há muito tempo que o Sporting não tinha 20 minutos tão bem jogados como na primeira parte do encontro com o Vitória de Setúbal. Nesse período de tempo, a equipa orientada por Jesualdo Ferreira já vencia por dois golos de diferença e o resultado era inteiramente justo.



Dier sofreu o penálti que resultou no golo de Labyad ©Carlos Alberto CostaOs golos apontados por Amoreirinha, na própria baliza, e por Labyad, através da marcação de uma grande penalidade, aos 16 e 20 minutos, respetivamente, justificavam-se pela dinâmica e pelo jogo ofensivo dos leões que deixaram a defesa sadina em apuros.

Contudo, a equipa de Alvalade pareceu relaxar à sombra do resultado que conseguiu cedo no encontro e o Vitória de Setúbal aproveitou para subir mais no terreno e rondar a área adversária. Pedro Santos começou por avisar Rui Patrício, através de um remate de fora da área, e depois foi Jorginho, sem marcação, a cabecear ao lado. À terceira, todavia, foi de vez e Makukula, na estreia como titular nos sadinos, voltou a aproveitar uma falha de marcação da defesa do Sporting para reduzir a diferença no marcador.

Os comandados de José Mota justificavam o golo pela forma como reagiram à desvantagem, mas também é verdade que entre o tento de Makukula, apontado ao minuto 34, e o intervalo foi o Sporting que esteve perto de marcar. Labyad, através de uma excelente jogada individual em que tirou vários adversários do caminho, viu Kieszek, com a ajuda do poste, a negar-lhe o golo e depois foi Diego Capel, completamente à vontade na área, a ter pontaria a mais e a cabecear ao poste da baliza do guarda-redes do Vitória de Setúbal.

Resultado sem mexidas apesar das bolas ao poste

O Sporting foi mais ofensivo que o Vitória de Setúbal na segunda parte, mas o resultado manteve-se em aberto até ao final do encontro, pois os leões não conseguiram ampliar a vantagem e os sadinos nunca desistiram de chegar ao empate e criaram oportunidades para tal.

Wolfswinkel teve duas boas situações para marcar na segunda parte ©Carlos Alberto CostaAs primeiras situações de perigo na etapa complementar foram da autoria de Ricky van Wolfswinkel, com o avançado holandês, aos 54 minutos, a rematar em arco e a centímetros da baliza adversária e, aos 57 minutos, a cabecear ao poste.

Os leões não aproveitaram as oportunidades do holandês e podiam ter ficado com um amargo de boca, pois a defesa esteve mal nas marcações ao longo de quase todo o jogo e numa dessas situações, ao minuto 59, permitiu que Jorginho, de calcanhar, rematasse ao poste da baliza de Rui Patrício sem qualquer oposição.

Desde aí, o melhor que o Sporting conseguiu foi um remate de Capel, já com o ângulo apertado, para defesa de Kieszek, e foram os sadinos que criaram as melhores ocasiões para marcar, ficando mais perto de empatar a partida do que em sofrer o terceiro golo.

Cristiano, ao minuto 73, apareceu nas costas da defesa leonina e rematou ao lado, enquanto Jorge Luiz, na sequência da marcação de um canto, cabeceou com todo o à vontade na pequena área, valendo aos leões o facto de a bola ter passado por cima da baliza para conseguirem somar a segunda vitória em Alvalade desde que Jesualdo Ferreira assumiu o comando técnico.

GUIMARÃES-BENFICA..0-4





quinta-feira, março 14, 2013

seguindo o BENFICA, na LIGA EUROPA

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O BENFICA VENDEU ESTA NOITE
O BORDEUS 3-2 E APUROU-SE
PARA OS QUARTOS DE FINAL
DA LIGA EUROPA.





O Benfica cumpriu a sua missão na segunda mão dos oitavos de final da Liga Europa e venceu, por 3-2, o Bordéus, depois de ter ganho vantagem na Luz (1-0), e segue para os quartos de final, cujo sorteio se realiza amanhã de manhã, em Nyon, na Suíça.

Os encarnados apresentaram-se com uma dupla de centrais que não é habitual: Jardel e Roderick substituíram os lesionados Luisão e Garay. Matic regressou após castigo e Gaitán jogou atrás de Rodrigo, com as alas a serem ocupadas por Ola John e Salvio.

Desde cedo que o Benfica tomou conta do jogo e o golo de Jardel, aos 30 minutos, serviu para que as águias pudessem controlar a eliminatória. Ainda assim, antes disso, os franceses tiveram várias ocasiões de perigo junto da baliza dos encarnados, mas Artur esteve em excelente plano: primeiro (13 minutos) defendeu um remate cruzado de pé esquerdo de Maurice-Belay para canto, e na sequência deste lance, Artur voltou a intervir, negando o golo a Saivet.

À passagem da meia hora, na sequência de um pontapé de canto marcado por Ola John o guarda-redes Carrasso ficou mal na fotografia ao atrasar-se na saída à bola e, depois, ao saltar com Jardel, não teve qualquer hipótese.

Na segunda parte o Bordéus surgiu mais afoito, ainda chegou a empatar, por duas vezes com um golo de Diabaté (74 minutos) e um autogolo de Jardel (90 minutos), mas a igualdade só durou um minuto: sempre um minuto depois dos golos do Bordéus, Cardozo garantiu a vitória.

O avançado paraguaio acabou mesmo por ser a figura do jogo, não só por ter assinado dois golos, mas por mostrar toda a sua classe na hora H. Cardozo levou ao rubro os cerca de 10 mil adeptos benfiquistas que estavam nas bancadas do Chaban-Delmas.

quarta-feira, março 13, 2013

FAVELA

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Origem do nome favela

A origem do nome favela vem da Guerra de Canudos. O povoado de Canudos, que desafiou o governo federal, foi construído perto de um morro chamado Favela, que era o nome de uma planta da região.




Após a guerra em 1897, alguns que voltaram à cidade do Rio de Janeiro deixaram de receber o soldo. Sem condições financeiras, eles se instalaram no Morro da Providência em barracos provisórios. Esse local recebeu então o nome Morro da Favela. A partir da década de 20, as habitações de barracos que se erguiam sobre os morros do Rio de Janeiro passarem a ser designadas favelas.

SEGUINDO O PORTO, na CHAMPIONS

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O PORTO FOI ELMINADO ESTA
NOITE DA CHAMPIONS ,PERDEN-
DO COM O MÁLAGA 2-0



Adeus à Champions. O FC Porto despediu-se esta noite da mais importante prova de clubes da Europa, depois de sofrer dois golos sem resposta, num jogo em que a expulsão de Defour (bem expulso) condicionou toda a estratégia dos dragões que foram para o intervalo já em desvantagem.


O campeão português entrou bem no jogo, com uma dinâmica muito forte, impulsionados pela magia de Moutinho que agitava toda a equipa, com muita posse de bola, quase sempre no meio-campo do adversário, numa prova de que o FC Porto estava em Espanha para, não só passar a eliminatória, como vencer a partida.

Depois de 25 minutos muito fortes, o FC Porto baixou o bloco (fisicamente não havia outra solução), dando mais posse ao Málaga que, aos poucos, foi chegando à área portista, ganhando ascendente no último terço do primeiro tempo. Primeiro foi Antunes a rematar forte para grandiosa defesa de Helton, depois foi Saviola que viu um golo ser anulado por pretensa falta de Baptista sobre Helton, mas à terceira foi mesmo de vez: Isco (que grande jogador), teve liberdade à entrada da área e desferiu um remate que Helton foi incapaz de travar. 1-0 para o Málaga em cima do intervalo e preocupação entre as hostes portistas.

No segundo tempo, Vítor Pereira lançou James para o lugar de Moutinho, fez recuar Defour para o meio-campo, mas o médio, já com cartão amarelo, fez uma falta perigosa e foi expulso. Caia por água a estratégia do técnico portista, à procura de dar maior fulgor e fantasia ao ataque azul e branco.

Com a expulsão do médio, Maicon entrou na equipa, foi para central, Mangala descaiu para a esquerda, Alex Sandro subiu no terreno, mas percebia-se que, com menos uma unidade, o FC Porto pouco poderia fazer para impedir o ascendente do Málaga que virou a eliminatória com uma entrada fulgurante de Santa Cruz que, de cabeça, após canto de Isco, fez o segundo golo e matou o jogo, a eliminatória e o sonho do campeão português em seguir em frente na Champions.

HISTÓRIA DO BRASIL . A REVOLTA DA VACINA

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História do Brasil


Revolta da Vacina: Oswaldo Cruz e Pereira Passos tentam sanear Rio




Durante o mês de novembro de 1904, o Rio de Janeiro, então capital federal, foi palco de uma das maiores revoltas urbanas ocorridas no país: a Revolta da Vacina. Milhares de habitantes tomaram as ruas da cidade em violentos conflitos com a polícia. O motivo era uma polêmica medida adotada pelo governo de então: a vacinação obrigatória.

Contando com uma população de mais de 800 mil habitantes, a cidade era constantemente vitimada por surtos de febre amarela, varíola, peste bubônica, malária, tifo e tuberculose. Na tentativa de pôr fim a esse triste quadro epidemiológico, o presidente Rodrigues Alves convocou o médico sanitarista Oswaldo Cruz, que, de imediato, pôs em marcha um ambicioso plano de saneamento e higienização da cidade. Seu projeto, porém, envolvia controvertidas medidas de controle da população e de seus hábitos de higiene.


Exército de mata-mosquitos
Por ter um caráter autoritário e invasivo, adentrando lares e desrespeitando privacidades, sobretudo da população mais pobre, a nova política sanitária foi alvo da mais hostil reação popular. Para o combate da febre amarela, organizou-se uma grande equipe de "mata-mosquitos", incumbida de perseguir os insetos nos lugares mais recônditos do Rio de Janeiro. Os funcionários tinham o poder de invadir as casas e quebrar a inviolabilidade dos lares cariocas.

Com a meta de controlar a peste bubônica, a prefeitura promoveu uma declarada guerra aos ratos na cidade. E chegou a comprar os animais mortos de quem se dispusesse a caçá-los. Aproveitadores e oportunistas não demoraram a entrar em ação. Há relatos de que moradores partiam de Niterói para vender roedores do outro lado da Baía de Guanabara. Além deles, havia os habituais esquadrões municipais, sempre truculentos, que invadiam cortiços, sobrados e casas de cômodos com a finalidade de exterminar aquela praga urbana.


A vacina e o "bota-abaixo"
No entanto, a medida sanitária mais polêmica foi tornar obrigatória a vacinação contra varíola, o que descontentou grande parte da população. A obrigatoriedade da vacina era garantida por uma rede de compulsão social. A apresentação dos comprovantes de vacinação passaria a ser condição para matrículas em escolas, admissões em empresas e oficinas, casamentos e outras tantas atividades, de maneira que a vida social daquele que se recusasse a ser vacinado tornar-se-ia impossível.

Em paralelo, a tônica modernizadora da gestão do prefeito Pereira Passos já se fazia sentir desde 1903, quando da inauguração da avenida Passos. Em março de 1904, com a demolição de dezenas de casarões e sobrados, tiveram início as obras da avenida Central. Os objetivos de enquadrar a cidade nos preceitos recomendados pela higiene custaram a remoção de centenas de famílias pobres, transfigurando por completo a paisagem do centro. Essa política ficou popularmente conhecida como "bota abaixo". A vacinação obrigatória era, portanto, uma entre várias medidas que visavam disciplinar a população mais pobre, erradicando-a das áreas centrais.


Praças de guerra
Tão logo a nova lei foi anunciada, a insatisfação popular tomou forma de protesto. Os confrontos - que se iniciaram a partir da prisão de um estudante, numa manifestação no Largo de São Francisco - em pouco tempo se generalizaram, opondo os populares e as forças policiais. As cargas de cavalaria tentavam a todo custo conter a insatisfação dos amotinados, enquanto a massa popular não parava de crescer.

Em poucos dias, os conflitos atingiam diversos bairros pela cidade. As áreas compreendidas entre o Largo de São Francisco e a Praça Tiradentes converteram-se em verdadeiros campos de batalha. Barricadas eram erguidas na tentativa de conter as investidas da polícia. Muitas ruas tiveram seus calçamentos transformados em munição pelos populares que, escondidos por detrás dos bondes, alvejavam como podiam as forças policiais.


Lima Barreto
Em meio ao caos gerado pelos conflitos, as autoridades passaram a efetuar prisões de forma generalizada. Testemunha ocular das agitações que marcavam as ruas cariocas naquele tempo, o escritor Lima Barreto registrou em seu "Diário Íntimo" as inúmeras violências e arbitrariedades de que foram vítimas os populares revoltosos: "A polícia arrepanhava a torto e a direito pessoas que encontrava na rua. Recolhia-as às delegacias, depois juntavam na Polícia Central. Aí, violentamente, humilhantemente, arrebentava-lhes os cós das calças e as empurrava num grande pátio. Juntadas que fossem algumas dezenas, remetia-as à Ilha das Cobras, onde eram surradas desapiedadamente".

Em 16 de novembro de 1904 a revolta foi sufocada pela polícia. O saldo da agitação que sacudiu as ruas do Rio de Janeiro foi trágico. Cerca de 110 feridos e 30 pessoas mortas. A ação policial resultou na prisão de 945 pessoas, das quais 461 foram deportadas para o Acre.


Truculência do poder público
Num regime republicano recém instaurado, onde a participação política da maior parte da população era nula, o levante representou uma reação legítima frente ao tratamento autoritário que o governo dispensava ao povo. Mais que um levante dos cariocas contra as medidas sanitárias do Estado, a Revolta da Vacina simboliza a resistência popular frente à truculência que historicamente permeia o contato do poder público com o povo. Anos mais tarde, o político paulista Washington Luís diria que no Brasil "a questão social é questão de polícia", reforçando a idéia de que a força e a arbitrariedade são os mecanismos corretos para conter os anseios populares.

A vacinação, em suma, foi mais uma medida para disciplinar a população pobre, vista sempre como obstáculo ao progresso e ao desenvolvimento. Sua revolta representou o protesto ampliado contra o projeto de modernização excludente que estava em marcha naquele momento.

terça-feira, março 12, 2013

PAULISTÃO - 11ª.JORNADA

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O SÃO PAULO EMPATA CLASSICO COM
O PALMEIRAS E É APANHADO NA
PONTA ,PELO PONTE PRETA.





União Barbarense 0-0 Bragantino
Oeste 3-0 XV de Piracicaba
Corinthians 3-2 Ituano
Penapolense 2-0 Paulista
Botafogo-SP 2-0 Mogi Mirim
São Paulo 0-0 Palmeiras
São Bernardo 2-0 Linense
Atlético Sorocaba 1-2 Santos
Ponte Preta 3-1 São Caetano
Mirassol 1-1 Guarani


............ P J V E D GM GS DG
1 São Paulo 23 10 7 2 1 19 9 +10 Jogos
2 Ponte Preta 23 11 6 5 0 17 7 +10 Jogos
3 Santos 21 11 6 3 2 20 14 +6 Jogos
4 Botafogo-SP 21 11 6 3 2 17 11 +6 Jogos
5 Mogi Mirim 20 11 6 2 3 19 11 +8 Jogos
6 Corinthians 18 11 4 6 1 18 11 +7 Jogos
7 Palmeiras 17 10 4 5 1 18 11 +7 Jogos
8 Linense 17 11 4 5 2 15 13 +2 Jogos
9 Penapolense 16 11 5 1 5 13 14 -1 Jogos
10 Oeste 14 11 4 2 5 11 14 -3 Jogos
11 Bragantino 14 11 3 5 3 17 18 -1 Jogos
12 Paulista 13 10 3 4 3 10 11 -1 Jogos
13 Mirassol 12 11 3 3 5 15 16 -1 Jogos
14 São Bernardo 12 11 3 3 5 12 16 -4 Jogos
15 XV de Piracicaba 10 11 2 4 5 17 22 -5 Jogos
16 Ituano 10 11 2 4 5 11 17 -6 Jogos
17 Atlético Sorocaba 9 11 2 3 6 15 18 -3 Jogos
18 Guarani 9 11 2 3 6 14 21 -7 Jogos
19 União Barbarense 6 10 1 3 6 6 15 -9 Jogos
20 São Caetano 5 11 1 2 8 11 26 -15 Jogos


O BOTAFOGO É CAMPEÃO DA TAÇA GUANABARA

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NESTE FINAL DE SEMANA O BOTAFOGO
VENCEU O VASCO 1-0 E É CAMPEÃO
DA TAÇA GUANABARA.




VASCO 0 x 1 BOTAFOGO

O Botafogo foi premiado pela insistência ofensiva neste domingo e, com um gol aos 34min do segundo tempo, venceu o Vasco da Gama por 1 a 0 e conquistou o título da Taça Guanabara. Diante de um adversário que atuou recuado durante boa parte do confronto, defendendo a vantagem do empate, o time de General Severiano viu o lateral direito Lucas fazer um belo gol para confirmar

Gol
BOTAFOGO:
Lucas, aos 34min do 2º tempo


VASCO: Alessandro; Nei, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri (Fellipe Bastos); Abuda, Wendel (Dakson), Pedro Ken, Bernardo (Romário) e Carlos Alberto; Éder Luís
Treinador: Gaúcho

BOTAFOGO: Jefferson; Lucas, Bolívar, Dória e Julio Cesar; Marcelo Mattos (Vitinho), Gabriel, Fellype Gabriel, Seedorf e Lodeiro (André Bahia); Rafael Marques (Bruno Mendes)
Treinador: Oswaldo Oliveira



Cartões amarelos
VASCO: Dedé, Thiago Feltri, Abuda, Wendel, Carlos Alberto, Éder Luís
BOTAFOGO: Marcelo Mattos, Seedorf