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O BENFICA APESAR DE TER FEITO UMA
EXIBIÇÃO PRESONALIZADA E PRATICA-
DO UM VISTOSO FUTEBOL, SOÇOBROU
DE NOVO NOS ULTIMOS SEGUNDOS E
PERDEU A FINAL.
Outra vez, Benfica. Tal como no estádio do Dragão, a equipa perdeu o jogo já nos descontos (1x2). O Chelsea é o novo vencedor da Liga Europa.
Amsterdam ArenA encheu para ver a final
O estádio encheu com o vermelho da Luz e o azul londrino. Adeptos de todos os cantos do Mundo,muitos do Brasil, todos, sem exceção, movidos pela sua doutrina da fé clubística,ou pela nacionalidade, ou simplesmente pela curiosidade de assistir a um jogo de tal gabarito.
Na sua nona participação numa final europeia, o Benfica teve pela frente um Chelsea que chegava pela quinta vez na sua história ao último jogo de uma competição da UEFA. Talvez por isso, e por outras coisas mais, os treinadores preferiram não atribuir favoritismo antecipado, pois sabiam que isso não serviria de garantia para a vitória.
O Benfica - equipa consolidada, experiente e constante – fez uma excelente exibição e honrou o futebol português.
Só deu Benfica na primeira parte
Uma final é sempre um jogo que encerra certas particularidades tão concretas que acabam, é certo, por limitar toda e qualquer comparação com outros jogos da temporada ou mesmo de épocas anteriores.
E o Benfica voltou a hipotecar tudo nos detalhes, nos ultimos minutos sofreu aquele que seria o golo mais infeliz de toda a sua carreira europeia.
Gaitán foi dos jogadores mais ativos na equipa do Benfica Na distribuição dos atletas os dois técnicos fugiram ao seu plano tático habitual. Jorge Jesus, que não contava com o castigado Maxi Pereira, puxou André Almeida para o corredor direito e lançou Melgarejo para o esquerdo. Cardozo e Rodrigo foram as referências de ataque na equipa da Luz.
Do outro lado, Rafael Benítez viu-se forçado a uma alteração, com Gary Cahill no lugar do lesionado John Terry, mantendo David Luiz a fazer dupla com Ramires em zonas mais recuadas do meio-campo. O técnico do Chelsea optou ainda por deixar Victor Moses no banco e lançou para a titularidade o brasileiro Oscar.
O Benfica cedo assumiu as despesas de jogo. Numa primeira parte onde o conjunto da Luz praticou um futebol mais intenso, as melhores ocasiões de golo tiveram as cores de "Portugal". Contudo, o Benfica teve muita cerimónia nos vários lances que criou em zona frontal à baliza dos ingleses.
Aos 34 minutos, por exemplo, Nico Gaitán tentou o golo de trivela, aproveitando uma segunda bola, após uma jogada de entendimento do ataque encarnado.
O Chelsea, que raramente conseguiu ligar setores e levar perigo à baliza de Artur, procurou segurar as investidas da equipa de Jorge Jesus. Todavia, os blues até podiam ter ido a vencer para o intervalo. Aos 39 minutos, Frank Lampard, de fora da área, obrigou Artur a uma defesa de recurso, uma vez que a bola fez uma uma trajetória traiçoeira; o guarda-redes do Benfica, em desequilíbrio, ainda conseguiu defender com a mão esquerda, para canto.
Benfica deu mais espaço, Chelsea aproveitou
Torres marcou o 1º.golo do Chelsea.segundo tempo não mudou o teor do encontro
O Benfica voltou a carregar em busca do golo e o Chelsea passava por dificuldades. O conjunto de Jorge Jesus mostrou ser uma equipa sem complexos, ainda que o adversário da noite se tenha chamado Chelsea e fosse o (ainda) campeão europeu em título.
Aos 68', numa altura em que Lima e Ola John já estavam em campo por troca com Melgarejo e Rodrigo, Cardozo empatou a final na marcação de uma grande penalidade. O paraguaio não falhou frente ao guarda-redes checo do Chelsea; o árbitro entendeu que Azpilicueta tocou com a mão dentro da área.
Respondeu o Chelsea por Lampard, aos 89 minutos. O médio inglês rematou mas a bola foi embater nos ferros da baliza de Artur Moraes.
Estavam jogados os 90 minutos. Nenhuma equipa queria arriscar a perder tudo nesta fase. Cheirava a prolongamento. Cheirava mas não aconteceu. A sorte voltou a ser madrasta para o Benfica. Tal como no Dragão, as águias sofreram o golo da derrota já em tempo de descontos, num canto batido na direita por Mata, Ivanovic saltou mais alto que André Almeida e encaixou a bola no canto esquerdo da baliza de Artur.
Já não deu tempo para mais. O Chelsea venceu o Benfica. Lágrimas dos adeptos e jogadores encarnados.
BENFICA
Artur Moraes, Melgarejo,Ezequiel Garay,Luisão,André Almeida, Nemanja Matić ,Nico Gaitán ,Enzo Pérez , Salvio ,Rodrigo ,Óscar Cardozo
CHELSEA
Peter Cech,Ashley Cole,David Luiz,Ivanovic,Azpiculeta,Lampard,Ramires,Oscar,Mata,Fernando Torres
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
quarta-feira, maio 15, 2013
terça-feira, maio 14, 2013
segunda-feira, maio 13, 2013
a 13 de MAIO ,nasceu o MARQUEZ DE POMBAL
.
O MARQUEZ DE POMBAL FOI DOS MAOS
CONTROVERSOS POLITICOS DA HISTÓRIA
DE PORTUGAL

Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro Conde de Oeiras e Marquês de Pombal (Lisboa, 13 de Maio de 1699 – Pombal, 8 de Maio de 17821 ) foi um nobre, diplomata e estadista português. Foi secretário de Estado do Reino durante o reinado de D. José I (1750-1777), sendo considerado, ainda hoje, uma das figuras mais controversas e carismáticas da História Portuguesa.
Representante do despotismo esclarecido em Portugal no século XVIII, viveu num período da história marcado pelo iluminismo, tendo desempenhado um papel fulcral na aproximação de Portugal à realidade económica e social dos países do Norte da Europa, mais dinâmica do que a portuguesa. Iniciou com esse intuito várias reformas administrativas, económicas e sociais. Acabou com a escravatura em Portugal Continental em 1751 e, na prática, com os autos de fé em Portugal e com a discriminação dos cristãos-novos, apesar de não ter extinguido oficialmente a Inquisição portuguesa, em vigor "de jure" até 1821.
Durante o reinado de D. João V foi embaixador nas cortes do Reino da Grã-Bretanha, em Londres, Inglaterra, e do Sacro Império Romano-Germânico, em Viena, Arquiducado da Áustria1 .
A sua administração ficou marcada por duas contrariedades célebres: o primeiro foi o Terramoto de Lisboa de 1755, um desafio que lhe conferiu o papel histórico de renovador arquitectónico da cidade. Pouco depois, o Processo dos Távoras, uma intriga com consequências dramáticas. Foi um dos principais responsáveis pela expulsão dos Jesuítas de Portugal e das suas colónias2 .
Após a sua morte, na noite de 11 de Maio de 1782, o seu cadáver foi conduzido num coche puxado por três parelhas para a igreja do convento de Santo António da vila de Pombal. Contava o marquês de Pombal com 82 anos, quando os seus restos mortais ali foram depositados. Com o advento das invasões francesas a sua sepultura foi profanada pelos soldados do Marechal André Masséna. Em 1856/7, o Marechal Saldanha, seu neto por via materna, trasladou para Lisboa os restos mortais, que foram depositados na ermida das Mercês, onde o Marquês de Pombal fora baptizado e, inclusive, pertencia à irmandade. Em 1923, passaram definitivamente os restos mortais para a Igreja da Memória, Lisboa, onde se encontram até ao presente.
O
O MARQUEZ DE POMBAL FOI DOS MAOS
CONTROVERSOS POLITICOS DA HISTÓRIA
DE PORTUGAL
Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro Conde de Oeiras e Marquês de Pombal (Lisboa, 13 de Maio de 1699 – Pombal, 8 de Maio de 17821 ) foi um nobre, diplomata e estadista português. Foi secretário de Estado do Reino durante o reinado de D. José I (1750-1777), sendo considerado, ainda hoje, uma das figuras mais controversas e carismáticas da História Portuguesa.
Representante do despotismo esclarecido em Portugal no século XVIII, viveu num período da história marcado pelo iluminismo, tendo desempenhado um papel fulcral na aproximação de Portugal à realidade económica e social dos países do Norte da Europa, mais dinâmica do que a portuguesa. Iniciou com esse intuito várias reformas administrativas, económicas e sociais. Acabou com a escravatura em Portugal Continental em 1751 e, na prática, com os autos de fé em Portugal e com a discriminação dos cristãos-novos, apesar de não ter extinguido oficialmente a Inquisição portuguesa, em vigor "de jure" até 1821.
Durante o reinado de D. João V foi embaixador nas cortes do Reino da Grã-Bretanha, em Londres, Inglaterra, e do Sacro Império Romano-Germânico, em Viena, Arquiducado da Áustria1 .
A sua administração ficou marcada por duas contrariedades célebres: o primeiro foi o Terramoto de Lisboa de 1755, um desafio que lhe conferiu o papel histórico de renovador arquitectónico da cidade. Pouco depois, o Processo dos Távoras, uma intriga com consequências dramáticas. Foi um dos principais responsáveis pela expulsão dos Jesuítas de Portugal e das suas colónias2 .
Após a sua morte, na noite de 11 de Maio de 1782, o seu cadáver foi conduzido num coche puxado por três parelhas para a igreja do convento de Santo António da vila de Pombal. Contava o marquês de Pombal com 82 anos, quando os seus restos mortais ali foram depositados. Com o advento das invasões francesas a sua sepultura foi profanada pelos soldados do Marechal André Masséna. Em 1856/7, o Marechal Saldanha, seu neto por via materna, trasladou para Lisboa os restos mortais, que foram depositados na ermida das Mercês, onde o Marquês de Pombal fora baptizado e, inclusive, pertencia à irmandade. Em 1923, passaram definitivamente os restos mortais para a Igreja da Memória, Lisboa, onde se encontram até ao presente.
O
domingo, maio 12, 2013
primeira mão da final do PAULISTÃO
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O CORINTHIAS VENCEU ESTA NOITE
O SANTOS NA 1ª.MÃO DA FINAL
O Corinthians voltou a jogar bem neste domingo justamente quando mais precisava. Contra o Santos, pelo duelo de ida da decisão do Campeonato Paulista, a equipe do Parque São Jorge poderia até ter goleado, mas desperdiçou diversas chances. E, quando conseguiu abrir dois gols, levou um no fim, com Durval, mas venceu por 2 a 1 e conquistou a vantagem para o jogo de volta.
Os rivais voltam a se encarar no próximo domingo, quando o Santos terá a chance de reverter o placar adverso em casa, na Vila Belmiro. Entretanto, o time praiano terá que vencer por dois gols de diferença para conquistar o tão sonhado tetracampeonato. Um triunfo por um tento leva a decisão do campeão para os pênaltis.
O primeiro tempo no Pacaembu foi totalmente corintiano. O Santos, apático, não conseguia sequer passar da linha do meio-campo e apenas observava a equipe de Tite deitar e rolar com a posse de bola. Após chances perdidas com Paulinho e Romarinho, o clube do Parque São Jorge abriu o placar a três minutos do fim do primeiro tempo.
No lance, Romarinho cobrou falta pelo lado direito do ataque nos pés de Danilo, que desperdiçou o domínio, mas deixou para Paulinho, livre de marcação, apenas empurrar às redes e tirar o zero do marcador. O 1 a 0, aliás, estava barato para o clube praiano, que parecia travado com os três volantes em campo.
O mesmo Paulinho quase ampliou no lance seguinte. Em jogada iniciada no meio, o camisa 8 deu um chapéu em Marcos Assunção e, segundos depois, pegou um lindo chute de fora da área. A bola explodiu no travessão, e Guerrero, livre, perdeu o rebote ao chutar para fora.
O Santos melhorou de rendimento na etapa complementar e até poderia ter empatado. Entretanto, André perdeu a chance, Cícero chutou na trave em outra boa oportunidade e o Corinthians cresceu de novo. Com Paulinho, o time da casa quase ampliou, mas só o fez mesmo perto do fim, quando Paulo André aproveitou bate e rebate após escanteio e completou para as redes.
Quando tudo se encaminhava mesmo para a vitória corintiana por dois gols de diferença, o Santos conseguiu diminuir em cabeçada de Durval e agora vai para a Vila Belmiro com esperanças maiores de reverter a vantagem corintiana. Os times voltam a se encontrar no domingo, às 16h, em Santos.
CORINTHIANS 2 x 1 SANTOS
Gols
CORINTHIANS
Paulinho, aos 42min do primeiro tempo, e Paulo André, aos 32min do segundo tempo
SANTOS
Durval, aos 36min do segundo tempo
CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Emerson, Danilo e Romarinho (Edenilson); Guerrero (Pato)
Treinador: Tite
SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Renê Júnior, Marcos Assunção (Felipe Anderson) e Cícero; Miralles (André) e Neymar
Treinador: Muricy Ramalho
O CORINTHIAS VENCEU ESTA NOITE
O SANTOS NA 1ª.MÃO DA FINAL
O Corinthians voltou a jogar bem neste domingo justamente quando mais precisava. Contra o Santos, pelo duelo de ida da decisão do Campeonato Paulista, a equipe do Parque São Jorge poderia até ter goleado, mas desperdiçou diversas chances. E, quando conseguiu abrir dois gols, levou um no fim, com Durval, mas venceu por 2 a 1 e conquistou a vantagem para o jogo de volta.
Os rivais voltam a se encarar no próximo domingo, quando o Santos terá a chance de reverter o placar adverso em casa, na Vila Belmiro. Entretanto, o time praiano terá que vencer por dois gols de diferença para conquistar o tão sonhado tetracampeonato. Um triunfo por um tento leva a decisão do campeão para os pênaltis.
O primeiro tempo no Pacaembu foi totalmente corintiano. O Santos, apático, não conseguia sequer passar da linha do meio-campo e apenas observava a equipe de Tite deitar e rolar com a posse de bola. Após chances perdidas com Paulinho e Romarinho, o clube do Parque São Jorge abriu o placar a três minutos do fim do primeiro tempo.
No lance, Romarinho cobrou falta pelo lado direito do ataque nos pés de Danilo, que desperdiçou o domínio, mas deixou para Paulinho, livre de marcação, apenas empurrar às redes e tirar o zero do marcador. O 1 a 0, aliás, estava barato para o clube praiano, que parecia travado com os três volantes em campo.
O mesmo Paulinho quase ampliou no lance seguinte. Em jogada iniciada no meio, o camisa 8 deu um chapéu em Marcos Assunção e, segundos depois, pegou um lindo chute de fora da área. A bola explodiu no travessão, e Guerrero, livre, perdeu o rebote ao chutar para fora.
O Santos melhorou de rendimento na etapa complementar e até poderia ter empatado. Entretanto, André perdeu a chance, Cícero chutou na trave em outra boa oportunidade e o Corinthians cresceu de novo. Com Paulinho, o time da casa quase ampliou, mas só o fez mesmo perto do fim, quando Paulo André aproveitou bate e rebate após escanteio e completou para as redes.
Quando tudo se encaminhava mesmo para a vitória corintiana por dois gols de diferença, o Santos conseguiu diminuir em cabeçada de Durval e agora vai para a Vila Belmiro com esperanças maiores de reverter a vantagem corintiana. Os times voltam a se encontrar no domingo, às 16h, em Santos.
CORINTHIANS 2 x 1 SANTOS
Gols
CORINTHIANS
Paulinho, aos 42min do primeiro tempo, e Paulo André, aos 32min do segundo tempo
SANTOS
Durval, aos 36min do segundo tempo
CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Emerson, Danilo e Romarinho (Edenilson); Guerrero (Pato)
Treinador: Tite
SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Renê Júnior, Marcos Assunção (Felipe Anderson) e Cícero; Miralles (André) e Neymar
Treinador: Muricy Ramalho
sábado, maio 11, 2013
MUSICAS DOS ANOS 70 E 80 NO BRASIL
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OI GENTEM RECORDEM COM O
BLOG LUSO CARIOCA A MÚSICA
BRASILEIRA DOS ANOS 70 E 80
OI GENTEM RECORDEM COM O
BLOG LUSO CARIOCA A MÚSICA
BRASILEIRA DOS ANOS 70 E 80
LIGA PORTUGUESA- PENULTIMA JORNADA
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O BENFICA SAIU DERROTADO NO JOGO DO DRAGÃO,
POR 2-1, E POR UM GOLO QUASE NO FINALZINHO
DO JOVEM BRASILEIRO KELVIN.

Rio Ave 2-1 Gil Vicente
Marítimo 1-0 V. Guimarães
Sporting 1-0 Olhanense
Estoril Praia 2-1 Beira-Mar
Académica 1-1 P. Ferreira
SC Braga 1-3 Nacional
Moreirense 2-1 V. Setúbal
FC Porto 2-1 Benfica
O Sporting viu-se afastado das competições europeias, o que é inédito, e um grande campeonato do Estoril, que está à beira de o conseguir ,com um orçamento diminuto.
PORTO ,2 BENFICA,1
Reviravolta na Liga por um herói improvável
Kelvin é o nome do ano para o FC Porto. O atacante brasileiro foi o herói improvável deste clássico que pode ter decidido o título a favor dos dragões, com um disparo certeiro, de pé esquerdo, cruzado, a bater Artur Moraes e a ‘fulminar’ Jorge Jesus ao minuto 90+2, lance que permitiu aos azuis e brancos a tão procurada ultrapassagem ao Benfica na reta final do campeonato.
Com um jogo por realizar, bastará ao FC Porto cumprir a sua obrigação e vencer em Paços de Ferreira no fecho das contas. Se assim acontecer, Vítor Pereira consegue nova e inesperada recuperação, tal como aconteceu na época passada, e sagra-se bicampeão nacional, oferecendo o tri ao seu clube.
O Benfica apresentou-se muito recuado, com Matic muito junto à sua defesa, claramente a jogar pelo empate, o que terá sido fatal ao técnico do Benfica.
Numa atmosfera fantástica, com 50 mil pessoas nas bancadas, as 3 melhores equipas a de Pedro Proença ,o arbitro também, disputaram uma partida que decorreu quase sempre com intensidade e equilíbrio. O Benfica adiantou-se no marcador ao minuto 19, na sequência de um lançamento lateral, com Lima a emendar ao segundo poste um remate de Garay, mas sete minutos depois um cruzamento de Varela sofreu um desvio nas pernas de Maxi Pereira e traiu Artur Moraes, restabelecendo a igualdade.
O intervalo chegou com justiça no marcador. Esperava-se uma segunda parte com o FC Porto a apostar tudo na vitória e o Benfica a tentar conservar o empate, embora espreitando a possibilidade de marcar o segundo golo.
Houve algumas ocasiões junto das duas balizas, James ameaçou os encarnados com um remate que ainda bateu no poste, mas a explosão de alegria dos portistas surgiu já numa altura em que poucos acreditavam na vitória: Kelvin arrancou pela esquerda, tabelou com Liedson e rematou com toda a convicção, de pé esquerdo, batendo o guarda-redes do Benfica. Uma aposta em cheio de Vítor Pereira, cujas cartadas nos últimos 10 minutos (entraram Kelvin e Liedson, dois jogadores muito questionados pelos adeptos) acabaram por ser os grandes protagonistas do lance que decidiu o jogo... e o campeonato.
Mais uma vez uma equipa de Jesus se vai abaixo nas ultimas jornadas dos campeonatos, com os jogadores extenuadose sem força para competir.
O BENFICA SAIU DERROTADO NO JOGO DO DRAGÃO,
POR 2-1, E POR UM GOLO QUASE NO FINALZINHO
DO JOVEM BRASILEIRO KELVIN.
Rio Ave 2-1 Gil Vicente
Marítimo 1-0 V. Guimarães
Sporting 1-0 Olhanense
Estoril Praia 2-1 Beira-Mar
Académica 1-1 P. Ferreira
SC Braga 1-3 Nacional
Moreirense 2-1 V. Setúbal
FC Porto 2-1 Benfica
O Sporting viu-se afastado das competições europeias, o que é inédito, e um grande campeonato do Estoril, que está à beira de o conseguir ,com um orçamento diminuto.
PORTO ,2 BENFICA,1
Reviravolta na Liga por um herói improvável
Kelvin é o nome do ano para o FC Porto. O atacante brasileiro foi o herói improvável deste clássico que pode ter decidido o título a favor dos dragões, com um disparo certeiro, de pé esquerdo, cruzado, a bater Artur Moraes e a ‘fulminar’ Jorge Jesus ao minuto 90+2, lance que permitiu aos azuis e brancos a tão procurada ultrapassagem ao Benfica na reta final do campeonato.
Com um jogo por realizar, bastará ao FC Porto cumprir a sua obrigação e vencer em Paços de Ferreira no fecho das contas. Se assim acontecer, Vítor Pereira consegue nova e inesperada recuperação, tal como aconteceu na época passada, e sagra-se bicampeão nacional, oferecendo o tri ao seu clube.
O Benfica apresentou-se muito recuado, com Matic muito junto à sua defesa, claramente a jogar pelo empate, o que terá sido fatal ao técnico do Benfica.
Numa atmosfera fantástica, com 50 mil pessoas nas bancadas, as 3 melhores equipas a de Pedro Proença ,o arbitro também, disputaram uma partida que decorreu quase sempre com intensidade e equilíbrio. O Benfica adiantou-se no marcador ao minuto 19, na sequência de um lançamento lateral, com Lima a emendar ao segundo poste um remate de Garay, mas sete minutos depois um cruzamento de Varela sofreu um desvio nas pernas de Maxi Pereira e traiu Artur Moraes, restabelecendo a igualdade.
O intervalo chegou com justiça no marcador. Esperava-se uma segunda parte com o FC Porto a apostar tudo na vitória e o Benfica a tentar conservar o empate, embora espreitando a possibilidade de marcar o segundo golo.
Houve algumas ocasiões junto das duas balizas, James ameaçou os encarnados com um remate que ainda bateu no poste, mas a explosão de alegria dos portistas surgiu já numa altura em que poucos acreditavam na vitória: Kelvin arrancou pela esquerda, tabelou com Liedson e rematou com toda a convicção, de pé esquerdo, batendo o guarda-redes do Benfica. Uma aposta em cheio de Vítor Pereira, cujas cartadas nos últimos 10 minutos (entraram Kelvin e Liedson, dois jogadores muito questionados pelos adeptos) acabaram por ser os grandes protagonistas do lance que decidiu o jogo... e o campeonato.
Mais uma vez uma equipa de Jesus se vai abaixo nas ultimas jornadas dos campeonatos, com os jogadores extenuadose sem força para competir.
quinta-feira, maio 09, 2013
LIBERTADORES
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NA LIBERTADORES FLUMINENSE E
ALETICO MINEIRO APURADOS
Atlético Mineiro e Fluminense foram os primeiros a carimbar a passagem para os quartos-de-final da Taça Libertadores, batendo o São Paulo e o Emelec, respetivamente.
O São Paulo foi a primeira equipa brasileira a cair nesta edição da prova, ao ser eliminado pelo Atlético Mineiro, claramente superior no conjunto das duas mãos. Depois de ter vencido por 1x2 em São Paulo, a equipa de Ronaldinho Gaúcho atropelou os paulistas em casa por uns expressivos 4x1. Na segunda mão o grande herói da partida foi Jô, ao marcar um hat-trick.
No outro jogo da noite, o Fluminense recebeu e venceu em casa (2x0) os equatorianos do Emelec, e depois de ter perdido fora de casa, garantiu a passagem aos quartos-de-final aos 85 minutos através de um golo do defesa esquerdo Carlinhos.
NA LIBERTADORES FLUMINENSE E
ALETICO MINEIRO APURADOS
Atlético Mineiro e Fluminense foram os primeiros a carimbar a passagem para os quartos-de-final da Taça Libertadores, batendo o São Paulo e o Emelec, respetivamente.
O São Paulo foi a primeira equipa brasileira a cair nesta edição da prova, ao ser eliminado pelo Atlético Mineiro, claramente superior no conjunto das duas mãos. Depois de ter vencido por 1x2 em São Paulo, a equipa de Ronaldinho Gaúcho atropelou os paulistas em casa por uns expressivos 4x1. Na segunda mão o grande herói da partida foi Jô, ao marcar um hat-trick.
No outro jogo da noite, o Fluminense recebeu e venceu em casa (2x0) os equatorianos do Emelec, e depois de ter perdido fora de casa, garantiu a passagem aos quartos-de-final aos 85 minutos através de um golo do defesa esquerdo Carlinhos.
PEDRO MOTTA, JOVEM FOTÓGRAGO BRASILEIRO, VENCEU O BES PHOTO 2013
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O JOVEM FOTÓGRAFO BRASILEIRO
PEDRO MOTTA VENCEU O PRÉMIO
BES PHOTO 2013.
Fotógrafo brasileiro Pedro Motta vence a 9.ª edição do Prémio BES Photo

Pedro Motta, fotógrafo brasileiro, é o vencedor da 9.ª edição do Prémio BES Photo, o maior galardão nacional na área da fotografia, no valor de 40 mil euros, foi hoje anunciado no Museu Coleção Berardo, em Lisboa.

Os finalistas desta edição do prémio eram Albano da Silva Pereira (Portugal), Filipe Branquinho (Moçambique), Pedro Motta e Sofia Borges (Brasil).
Iniciativa do Banco Espírito Santo, o prémio é organizado em parceria com o Museu Coleção Berardo e a Pinacoteca do Estado de São Paulo.
O prémio manteve, nesta edição, o alargamento a artistas de nacionalidade brasileira e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
O júri internacional que elegeu o vencedor foi composto pelo escritor inglês Geoff Dyer, o escritor e crítico de arte belga Luc Sante e a crítica espanhola de arte Rosa Olivares.
O Prémio BES Photo já galardoou Helena Almeida, José Luís Neto, Daniel Blaufuks, Miguel Soares, Edgar Martins, Filipa César, Manuela Marques e Mauro Pinto.
É uma pesquisa sobre a paisagem, sobretudo sobre a geografia afetiva". É assim que o artista brasileiro Pedro Motta, que venceu ontem a 9.ª edição do prémio BES Photo, descreve o seu trabalho, que estará patente no Museu Berardo, no centro Cultural de Belém, em Lisboa, até 2 de junho.
Ainda "assustado", depois da revelação de que era o vencedor da iniciativa promovida pelo BES em parceria com o Museu Berardo e o Instituto Tomie Ohtake, o fotógrafo, de 36 anos, tem agora 40 mil euros para investir no seu trabalho. "Dá-me liberdade de produção. Não sei o que vou fazer em concreto, mas dá-me liberdade para trabalhar durante meses, talvez um ano", diz o artista, natural de Belo Horizonte.
A exposição que está agora no CCB seguirá depois para o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, Brasil, onde estará entre 18 de junho e 28 de julho
O JOVEM FOTÓGRAFO BRASILEIRO
PEDRO MOTTA VENCEU O PRÉMIO
BES PHOTO 2013.
Fotógrafo brasileiro Pedro Motta vence a 9.ª edição do Prémio BES Photo
Pedro Motta, fotógrafo brasileiro, é o vencedor da 9.ª edição do Prémio BES Photo, o maior galardão nacional na área da fotografia, no valor de 40 mil euros, foi hoje anunciado no Museu Coleção Berardo, em Lisboa.
Os finalistas desta edição do prémio eram Albano da Silva Pereira (Portugal), Filipe Branquinho (Moçambique), Pedro Motta e Sofia Borges (Brasil).
Iniciativa do Banco Espírito Santo, o prémio é organizado em parceria com o Museu Coleção Berardo e a Pinacoteca do Estado de São Paulo.
O prémio manteve, nesta edição, o alargamento a artistas de nacionalidade brasileira e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
O júri internacional que elegeu o vencedor foi composto pelo escritor inglês Geoff Dyer, o escritor e crítico de arte belga Luc Sante e a crítica espanhola de arte Rosa Olivares.
O Prémio BES Photo já galardoou Helena Almeida, José Luís Neto, Daniel Blaufuks, Miguel Soares, Edgar Martins, Filipa César, Manuela Marques e Mauro Pinto.
É uma pesquisa sobre a paisagem, sobretudo sobre a geografia afetiva". É assim que o artista brasileiro Pedro Motta, que venceu ontem a 9.ª edição do prémio BES Photo, descreve o seu trabalho, que estará patente no Museu Berardo, no centro Cultural de Belém, em Lisboa, até 2 de junho.
Ainda "assustado", depois da revelação de que era o vencedor da iniciativa promovida pelo BES em parceria com o Museu Berardo e o Instituto Tomie Ohtake, o fotógrafo, de 36 anos, tem agora 40 mil euros para investir no seu trabalho. "Dá-me liberdade de produção. Não sei o que vou fazer em concreto, mas dá-me liberdade para trabalhar durante meses, talvez um ano", diz o artista, natural de Belo Horizonte.
A exposição que está agora no CCB seguirá depois para o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, Brasil, onde estará entre 18 de junho e 28 de julho
quarta-feira, maio 08, 2013
LIGA PORTUGUESA - PENULTIMA RODADA
.
A PENULTIMA RODADA DA LIGA
PORTUGUESA TROUXE FRISSON,
E VIU O BENFICA EMPATAR NA
LUZ E AGORA TER DE VENCER
NO GRAGÃO NO PRÓXIMO SÁBADO
PARA CONSEGUIR SER CAMPEÃO.
Moreirense 2-3 SC Braga
Nacional 1-3 FC Porto
V. Setúbal 0-1 Académica
Beira-Mar 4-2 Marítimo
Olhanense 1-0 Rio Ave
V. Guimarães 3-1 Gil Vicente
P. Ferreira 1-0 Sporting
Benfica 1-1 Estoril Praia
BENFICA-ESTORIL PRAIA 1-1
Foi um grande jogo de futebol, e se o Benfica era favorito, e se todos esperavam a habitual chapa 3, enganaram-se
O Estoril, canarinhos, como os do escrete, deram um show de bola, dominaram e podiam ter saído da Luz com uma vitória.
Esta equipa do Estoril, que está num lugar na classificação que dá direito a entrar na Liga Europa na próxima época, afastando o Sporting, para isso tem de manter o lugar nas 2 próximas rodadas, jogo um futebol surpreendente e de qualidade,
Teve inclusivé queixas da arbitragem ,ao ver um penalty claro, ter-lhe sido negado por uma arbitragem muito caseira.
O Benfica, que tem feito uma grande época apresentou-se muito cansado e desiludiu a galera, nem parecendo a mesma que eliminou os turcos do Fenerbaçe, para estar na Final da Liga Europa, em Amsterdão ,contra o Chelsea.
O BRASILEIRO JEFFERSON , FACTUROU PARA O ESTORIL
............... P J V E D GM GS DG
1 Benfica....... 74 28 23 5 0 73 17 +56 Jogos
2 FC Porto...... 72 28 22 6 0 66 13 +53 Jogos
3 P. Ferreira... 53 28 14 11 3 41 26 +15 Jogos
4 SC Braga...... 49 28 15 4 9 58 41 +17 Jogos
5 V. Guimarães ..40 28 11 7 10 36 45 -9 Jogos
6 Estoril Praia .39 28 11 6 11 42 35 +7 Jogos
7 Rio Ave .......36 28 10 6 12 32 41 -9 Jogos
8 Sporting...... 36 28 9 9 10 31 35 -4 Jogos
9 Marítimo ......34 28 8 10 10 33 45 -12 Jogos
10 Nacional .....34 28 9 7 12 40 49 -9 Jogos
11 Académica.... 27 28 6 9 13 31 42 -11 Jogos
12 V. Setúbal... 26 28 7 5 16 29 52 -23 Jogos
13 Gil Vicente.. 25 28 6 7 15 29 49 -20 Jogos
14 Olhanense ....24 28 5 9 14 26 41 -15 Jogos
15 Beira-Mar.... 23 28 5 8 15 33 49 -16 Jogos
16 Moreirense ...21 28 4 9 15 27 47 -20 Jogos
NO PRÓXIMO SÁBADO A PENULTIMA RODADA.
JORNADA 29 2013-05-11
Rio Ave 11/05 18:15 Gil Vicente h2h
Marítimo 11/05 18:15 V. Guimarães h2h
Sporting 11/05 18:15 Olhanense h2h
Estoril Praia 11/05 18:15 Beira-Mar h2h
Académica 11/05 18:15 P. Ferreira h2h
SC Braga 11/05 18:15 Nacional h2h
Moreirense 11/05 18:15 V. Setúbal h2h
FC Porto 11/05 20:30 Benfica h2h
A PENULTIMA RODADA DA LIGA
PORTUGUESA TROUXE FRISSON,
E VIU O BENFICA EMPATAR NA
LUZ E AGORA TER DE VENCER
NO GRAGÃO NO PRÓXIMO SÁBADO
PARA CONSEGUIR SER CAMPEÃO.
Moreirense 2-3 SC Braga
Nacional 1-3 FC Porto
V. Setúbal 0-1 Académica
Beira-Mar 4-2 Marítimo
Olhanense 1-0 Rio Ave
V. Guimarães 3-1 Gil Vicente
P. Ferreira 1-0 Sporting
Benfica 1-1 Estoril Praia
BENFICA-ESTORIL PRAIA 1-1
Foi um grande jogo de futebol, e se o Benfica era favorito, e se todos esperavam a habitual chapa 3, enganaram-se
O Estoril, canarinhos, como os do escrete, deram um show de bola, dominaram e podiam ter saído da Luz com uma vitória.
Esta equipa do Estoril, que está num lugar na classificação que dá direito a entrar na Liga Europa na próxima época, afastando o Sporting, para isso tem de manter o lugar nas 2 próximas rodadas, jogo um futebol surpreendente e de qualidade,
Teve inclusivé queixas da arbitragem ,ao ver um penalty claro, ter-lhe sido negado por uma arbitragem muito caseira.
O Benfica, que tem feito uma grande época apresentou-se muito cansado e desiludiu a galera, nem parecendo a mesma que eliminou os turcos do Fenerbaçe, para estar na Final da Liga Europa, em Amsterdão ,contra o Chelsea.
O BRASILEIRO JEFFERSON , FACTUROU PARA O ESTORIL
............... P J V E D GM GS DG
1 Benfica....... 74 28 23 5 0 73 17 +56 Jogos
2 FC Porto...... 72 28 22 6 0 66 13 +53 Jogos
3 P. Ferreira... 53 28 14 11 3 41 26 +15 Jogos
4 SC Braga...... 49 28 15 4 9 58 41 +17 Jogos
5 V. Guimarães ..40 28 11 7 10 36 45 -9 Jogos
6 Estoril Praia .39 28 11 6 11 42 35 +7 Jogos
7 Rio Ave .......36 28 10 6 12 32 41 -9 Jogos
8 Sporting...... 36 28 9 9 10 31 35 -4 Jogos
9 Marítimo ......34 28 8 10 10 33 45 -12 Jogos
10 Nacional .....34 28 9 7 12 40 49 -9 Jogos
11 Académica.... 27 28 6 9 13 31 42 -11 Jogos
12 V. Setúbal... 26 28 7 5 16 29 52 -23 Jogos
13 Gil Vicente.. 25 28 6 7 15 29 49 -20 Jogos
14 Olhanense ....24 28 5 9 14 26 41 -15 Jogos
15 Beira-Mar.... 23 28 5 8 15 33 49 -16 Jogos
16 Moreirense ...21 28 4 9 15 27 47 -20 Jogos
NO PRÓXIMO SÁBADO A PENULTIMA RODADA.
JORNADA 29 2013-05-11
Rio Ave 11/05 18:15 Gil Vicente h2h
Marítimo 11/05 18:15 V. Guimarães h2h
Sporting 11/05 18:15 Olhanense h2h
Estoril Praia 11/05 18:15 Beira-Mar h2h
Académica 11/05 18:15 P. Ferreira h2h
SC Braga 11/05 18:15 Nacional h2h
Moreirense 11/05 18:15 V. Setúbal h2h
FC Porto 11/05 20:30 Benfica h2h
terça-feira, maio 07, 2013
Paulistão - semi finais
.
O PAULISTÃO TEVE AS SEMI FINAIS
NESTE ULTIMO FINAL DE SEMANA
Mogi Mirim 1-1 (4-5)g.p. Santos
São Paulo 0-0 (3-4)g.p. Corinthians
Com ests resultados vamos ter nos dias 12 e 19 as finais CORINTHIANS-SANTOS a duas mãos.
MOGI MIRIM-SANTOS 4-5
SÃO PAULO-CORINTHIANS 3-4
Após 90 minutos de poucas emoções e um justo placar de 0x0, São Paulo e Corinthians decidiram a vaga na final do Campeonato Paulista nos pênaltis, quando o Alvinegro levou a melhor e venceu por 4x3. Na expectativa de uma grande partida, as torcidas lotaram o Morumbi neste domingo , mas tiveram que se contentar com um jogo morno, em que os principais jogadores tiveram atuações apagadas, com destaque negativo para Luís Fabiano e Ganso, que também perderam os pênaltis para o Tricolor.
São Paulo melhor no primeiro tempo
A primeira etapa começou complicada para o São Paulo, que perdeu o atacante Osvaldo por lesão logo aos 4 minutos. Após ser desarmado por Gil, o são paulino caiu em cima do próprio braço e teve que ser substituído por Douglas. Apesar da baixa, a equipe tricolor criou a primeira oportunidade. Após dez minutos de pouca movimentação, Ganso aproveitou passe errado de Émerson para servir Luís Fabiano, que chutou em cima do goleiro Cássio.
Depois disso, o nível técnico da partida voltou a cair e os jogadores passaram a dar entradas mais duras. Em uma delas, Wellington derrubou Romarinho, que revidou com um pisão no volante tricolor, recebendo apenas cartão amarelo. O São Paulo ainda tentava se impôr diante do adversário, mas parava nas boas atuações dos zagueiros corintianos, que levavam vantagem na maioria dos lances. A melhor opção do Tricolor era com Carleto pela esquerda, mas o lateral falhava na hora dos cruzamentos e das finalizações.
Quando conseguiam superar os defensores alvinegros, os são paulinos, principalmente Luís Fabiano, eram pegos em impedimento. Na melhor chance da primeira etapa, Ganso lançou para o Fabuloso, que foi travado por Paulo André no momento do chute. O Timão por sua vez tinha ainda mais dificuldade para sair da marcação e, quando não parava nos volantes, era superado pelos zagueiros adversários. Com isso, o Corinthians terminou a primeira etapa sem finalizar ao gol de Rogério Ceni.
Estrelas tricolores se apagam na segunda etapa
O segundo tempo começou mais movimentado, com chances para os dois lados. Para o São Paulo, Carleto continuava criando as melhores jogadas, mas, diferentemente do que aconteceu nos primeiros 45 minutos, Alessandro passou a aproveitar os espaços deixados pelo são paulino para ir ao ataque. Em uma dessas oportunidades, o lateral corintiano tabelou com Romarinho e cruzou para Guerrero mandar para fora, aos 6 minutos, a primeira chance do Timão na partida.
Aos poucos o ritmo da partida foi caindo novamente, só que dessa vez era o Corinthians que levava um pouco mais de perigo à meta adversária. Em contra-ataque, aos 13 minutos, Guerrero serviu Émerson, que chutou cruzado para boa defesa de Rogério Ceni. Tite tentou aproveitar o melhor momento de sua equipe para colocar Pato no lugar de Guerrero, mas, dessa vez, o atacante não entrou bem e o jogo permaneceu com poucas emoções.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 (3) X (4) 0 CORINTHIANS
Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 5/5/2013 - 16h
Árbitro: Antônio Rogério Batista do Prado (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Rogério Pavanelli Lanutto
Renda/Público: R$ 973.500 / 29.475 presentes
Cartões Amarelos: Rafael Toloi; Romarinho, Alessandro e Emerson
Cartões Vermelhos: -
GOLS: -
Pênaltis: Rogério Ceni (1-0); Douglas (1-1); Rafael Toloi (2-1); Romarinho (2-2); Ganso (2-2); Fábio Santos (2-3); Jadson (3-3); Alessandro (3-3); Luis Fabiano (3-3); Pato (3-4)
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Edson Silva, Rafael Toloi e Carleto; Denilson, Wellington, Jadson e Ganso; Osvaldo (Douglas, 12'/1ºT) e Luis Fabiano. Técnico: Ney Franco.
CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Emerson (Douglas, 37'/2ºT), Romarinho e Danilo; Guerrero (Pato, 19'/2ºT). Técnico: Tite.
O PAULISTÃO TEVE AS SEMI FINAIS
NESTE ULTIMO FINAL DE SEMANA
Mogi Mirim 1-1 (4-5)g.p. Santos
São Paulo 0-0 (3-4)g.p. Corinthians
Com ests resultados vamos ter nos dias 12 e 19 as finais CORINTHIANS-SANTOS a duas mãos.
MOGI MIRIM-SANTOS 4-5
SÃO PAULO-CORINTHIANS 3-4
Após 90 minutos de poucas emoções e um justo placar de 0x0, São Paulo e Corinthians decidiram a vaga na final do Campeonato Paulista nos pênaltis, quando o Alvinegro levou a melhor e venceu por 4x3. Na expectativa de uma grande partida, as torcidas lotaram o Morumbi neste domingo , mas tiveram que se contentar com um jogo morno, em que os principais jogadores tiveram atuações apagadas, com destaque negativo para Luís Fabiano e Ganso, que também perderam os pênaltis para o Tricolor.
São Paulo melhor no primeiro tempo
A primeira etapa começou complicada para o São Paulo, que perdeu o atacante Osvaldo por lesão logo aos 4 minutos. Após ser desarmado por Gil, o são paulino caiu em cima do próprio braço e teve que ser substituído por Douglas. Apesar da baixa, a equipe tricolor criou a primeira oportunidade. Após dez minutos de pouca movimentação, Ganso aproveitou passe errado de Émerson para servir Luís Fabiano, que chutou em cima do goleiro Cássio.
Depois disso, o nível técnico da partida voltou a cair e os jogadores passaram a dar entradas mais duras. Em uma delas, Wellington derrubou Romarinho, que revidou com um pisão no volante tricolor, recebendo apenas cartão amarelo. O São Paulo ainda tentava se impôr diante do adversário, mas parava nas boas atuações dos zagueiros corintianos, que levavam vantagem na maioria dos lances. A melhor opção do Tricolor era com Carleto pela esquerda, mas o lateral falhava na hora dos cruzamentos e das finalizações.
Quando conseguiam superar os defensores alvinegros, os são paulinos, principalmente Luís Fabiano, eram pegos em impedimento. Na melhor chance da primeira etapa, Ganso lançou para o Fabuloso, que foi travado por Paulo André no momento do chute. O Timão por sua vez tinha ainda mais dificuldade para sair da marcação e, quando não parava nos volantes, era superado pelos zagueiros adversários. Com isso, o Corinthians terminou a primeira etapa sem finalizar ao gol de Rogério Ceni.
Estrelas tricolores se apagam na segunda etapa
O segundo tempo começou mais movimentado, com chances para os dois lados. Para o São Paulo, Carleto continuava criando as melhores jogadas, mas, diferentemente do que aconteceu nos primeiros 45 minutos, Alessandro passou a aproveitar os espaços deixados pelo são paulino para ir ao ataque. Em uma dessas oportunidades, o lateral corintiano tabelou com Romarinho e cruzou para Guerrero mandar para fora, aos 6 minutos, a primeira chance do Timão na partida.
Aos poucos o ritmo da partida foi caindo novamente, só que dessa vez era o Corinthians que levava um pouco mais de perigo à meta adversária. Em contra-ataque, aos 13 minutos, Guerrero serviu Émerson, que chutou cruzado para boa defesa de Rogério Ceni. Tite tentou aproveitar o melhor momento de sua equipe para colocar Pato no lugar de Guerrero, mas, dessa vez, o atacante não entrou bem e o jogo permaneceu com poucas emoções.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 (3) X (4) 0 CORINTHIANS
Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 5/5/2013 - 16h
Árbitro: Antônio Rogério Batista do Prado (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Rogério Pavanelli Lanutto
Renda/Público: R$ 973.500 / 29.475 presentes
Cartões Amarelos: Rafael Toloi; Romarinho, Alessandro e Emerson
Cartões Vermelhos: -
GOLS: -
Pênaltis: Rogério Ceni (1-0); Douglas (1-1); Rafael Toloi (2-1); Romarinho (2-2); Ganso (2-2); Fábio Santos (2-3); Jadson (3-3); Alessandro (3-3); Luis Fabiano (3-3); Pato (3-4)
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Edson Silva, Rafael Toloi e Carleto; Denilson, Wellington, Jadson e Ganso; Osvaldo (Douglas, 12'/1ºT) e Luis Fabiano. Técnico: Ney Franco.
CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Emerson (Douglas, 37'/2ºT), Romarinho e Danilo; Guerrero (Pato, 19'/2ºT). Técnico: Tite.
terras portuguesas - FARO
.
FARO É A CAPITAL DO
ALGARVE E DO SUL DE
PORTUGAL

Faro é uma cidade portuguesa com 50 000 habitantes1 , capital do Distrito de Faro, da região, sub-região e ainda da antiga província do Algarve que ocupa uma área de 5,412 km² e onde residem 64 560 habitantes (2011) . É sede de um município com 201,59 km² de área e 64 560 habitantes (2011)1 , subdividido em 6 freguesias. O município é limitado a norte e oeste pelo município de São Brás de Alportel, a leste por Olhão, a oeste por Loulé e a sul tem costa no Oceano Atlântico. Através do Aeroporto de Faro, a cidade constitui a segunda maior entrada externa do país (a seguir a Lisboa), o que lhe confere uma valência vincadamente cosmopolita.
Limitado a Norte e Oeste pelo concelho de São Brás de Alportel, a Este por Olhão, a Oeste por Loulé e a Sul pelo Oceano Atlântico, é um concelho composto por seis freguesias: Sé, São Pedro, Santa Bárbara de Nexe, Montenegro, Conceição e Estoi. Este concelho agrega seis freguesias e 63 lugares. São Pedro, Sé e Montenegro são consideradas urbanas, Santa Bárbara de Nexe e Conceição medianamente urbanas e Estoi é a única que se enquadra como predominantemente rural

As origens de Faro
Os primeiros marcos remontam ao século VIII a.C., ao período da colonização fenícia do Mediterrâneo Ocidental. Seu nome de então era Ossonoba, sendo um dos mais importantes centros urbanos da região sul de Portugal e entreposto comercial, integrado num amplo sistema comercial, baseado na troca de produtos agrícolas, peixe e minérios. Entre os séculos III a.C. e VIII d.C., a cidade está sob domínio Romano e Visigodo, sendo conquistada vindo a ser conquistada pelos Mouros no ano de 713 d.C, os quais ergueram ali uma fortificação (reforçada por uma nova muralha erigida a mando do príncipe mouro Bem Bekr, no século IX). Durante a ocupação árabe o nome Ossónoba prevaleceu, desaparecendo apenas no século IX, dando lugar a Santa Maria do Ocidente; era então capital de um efémero principado independente.
No século XI passa a designar-se Santa Maria Ibn Harun e o nome de Ossonoba começa a ser substituído. A cidade é fortificada com uma cintura de muralhas.
Na sequência da independência de Portugal, em 1143, o primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques e os seus sucessores iniciam a expansão do país para sul, reconquistando os territórios ocupados pelos Mouros. Depois da conquista por D. Afonso III, em 1249, os portugueses designaram a cidade por Santa Maria de Faaron ou Santa Maria de Faaram.
Nos séculos seguintes, Faro tornou-se uma cidade próspera devido à sua posição geográfica, ao seu porto seguro e à exploração e comércio de sal e de produtos agrícolas do interior algarvio, trocas comerciais que foram incrementadas com os Descobrimentos Portugueses.
Tem, nesse período, uma importante e activa colónia judaica que no final do século XV imprime localmente o Pentateuco, o primeiro livro português. A comuna de Faro terá sido sempre uma das mais distintas da região algarvia e das mais notáveis do País, em todos os tempos, com muitos artesãos e muita gente endinheirada, sendo frequentes no século XIV as ligações comerciais de judeus e cristãos. A manifesta prosperidade dos judeus farenses no século XV é interrompida pela carta patente de Dezembro de 1496 em que D. Manuel I os expulsa de Portugal, caso não se convertessem ao catolicismo.
Assim, oficialmente, e só neste sentido, deixaram de existir judeus em Portugal, o que também aconteceu em Faro, sendo que, no local onde estava implantada a judiaria, na Vila Adentro, tivesse sido mandado erigir pela terceira esposa de D. Manuel I o Convento de Nossa Senhora da Assunção.
O Rei D. Manuel I promove, em 1499, uma profunda alteração urbanística com a criação de novos equipamentos na cidade - um Hospital, a Igreja do Espírito Santo (Igreja da Misericórdia), a Alfândega e um Açougue - fora das alcaçarias e junto ao litoral. Em 1540, D. João III eleva Faro a cidade e, em 1577, a sede do bispado do Algarve é transferida de Silves para Faro. O saque e o incêndio, em 1596, pelas tropas inglesas de Robert Devereux, 2.º Conde de Essex, danificaram muralhas e igrejas, e provocaram elevados danos patrimoniais e materiais na cidade.
Os séculos XVII e XVIII são um período de expansão para Faro, que foi cercada por uma nova cintura de muralhas durante o período da Guerra da Restauração (1640 - 1668), que abrangia a área edificada e terrenos de cultura, num vasto semicírculo frente à Ria Formosa.
Em 1 de Novembro de 1755, a cidade de Lisboa é arruinada por um grande Sismo que devido à sua intensidade provocou, igualmente, estragos em outras cidades do país, sobretudo no Algarve.
A cidade de Faro sofreu danos generalizados no património eclesiástico, desde igrejas, conventos até o próprio Paço Episcopal. As muralhas, o castelo com as suas torres e baluartes, os quartéis, o corpo da guarda, armazéns, o edifício da alfândega, a cadeia, os conventos de S. Francisco e o de Santa Clara, foram destruídos e arruinados.
Até finais do século XIX, a cidade manteve-se dentro dos limites da Cerca seiscentista de Faro. O seu crescimento gradual sofre um maior ímpeto nas últimas décadas.
Actualidade
A cidade de Faro, capital política e administrativa, detém a maior parte dos serviços administrativos da região e, por conseguinte, uma grande atractividade para a implantação de actividades terciárias e comerciais, subsidiadas pela função habitacional.
Faro assumiu a sua vocação cosmopolita aquando da inauguração do seu aeroporto internacional a 11 de Julho de 1965, ainda durante a ditadura de António de Oliveira Salazar. Hoje em dia, e graças ao aumento de procura turística em todo o Algarve, a cidade possui o segundo mais movimentado aeroporto de Portugal atrás do aeroporto da Portela em Lisboa, com um movimento superior a 5 milhões de passageiros por ano. O Aeroporto é ainda utilizado por parte dos turistas que se dirigem para a Andaluzia devido a certos locais desta região espanhola estarem mais próximos de Faro do que de Sevilha.
FARO É A CAPITAL DO
ALGARVE E DO SUL DE
PORTUGAL
Faro é uma cidade portuguesa com 50 000 habitantes1 , capital do Distrito de Faro, da região, sub-região e ainda da antiga província do Algarve que ocupa uma área de 5,412 km² e onde residem 64 560 habitantes (2011) . É sede de um município com 201,59 km² de área e 64 560 habitantes (2011)1 , subdividido em 6 freguesias. O município é limitado a norte e oeste pelo município de São Brás de Alportel, a leste por Olhão, a oeste por Loulé e a sul tem costa no Oceano Atlântico. Através do Aeroporto de Faro, a cidade constitui a segunda maior entrada externa do país (a seguir a Lisboa), o que lhe confere uma valência vincadamente cosmopolita.
Limitado a Norte e Oeste pelo concelho de São Brás de Alportel, a Este por Olhão, a Oeste por Loulé e a Sul pelo Oceano Atlântico, é um concelho composto por seis freguesias: Sé, São Pedro, Santa Bárbara de Nexe, Montenegro, Conceição e Estoi. Este concelho agrega seis freguesias e 63 lugares. São Pedro, Sé e Montenegro são consideradas urbanas, Santa Bárbara de Nexe e Conceição medianamente urbanas e Estoi é a única que se enquadra como predominantemente rural

As origens de Faro
Os primeiros marcos remontam ao século VIII a.C., ao período da colonização fenícia do Mediterrâneo Ocidental. Seu nome de então era Ossonoba, sendo um dos mais importantes centros urbanos da região sul de Portugal e entreposto comercial, integrado num amplo sistema comercial, baseado na troca de produtos agrícolas, peixe e minérios. Entre os séculos III a.C. e VIII d.C., a cidade está sob domínio Romano e Visigodo, sendo conquistada vindo a ser conquistada pelos Mouros no ano de 713 d.C, os quais ergueram ali uma fortificação (reforçada por uma nova muralha erigida a mando do príncipe mouro Bem Bekr, no século IX). Durante a ocupação árabe o nome Ossónoba prevaleceu, desaparecendo apenas no século IX, dando lugar a Santa Maria do Ocidente; era então capital de um efémero principado independente.
No século XI passa a designar-se Santa Maria Ibn Harun e o nome de Ossonoba começa a ser substituído. A cidade é fortificada com uma cintura de muralhas.
Na sequência da independência de Portugal, em 1143, o primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques e os seus sucessores iniciam a expansão do país para sul, reconquistando os territórios ocupados pelos Mouros. Depois da conquista por D. Afonso III, em 1249, os portugueses designaram a cidade por Santa Maria de Faaron ou Santa Maria de Faaram.
Nos séculos seguintes, Faro tornou-se uma cidade próspera devido à sua posição geográfica, ao seu porto seguro e à exploração e comércio de sal e de produtos agrícolas do interior algarvio, trocas comerciais que foram incrementadas com os Descobrimentos Portugueses.
Tem, nesse período, uma importante e activa colónia judaica que no final do século XV imprime localmente o Pentateuco, o primeiro livro português. A comuna de Faro terá sido sempre uma das mais distintas da região algarvia e das mais notáveis do País, em todos os tempos, com muitos artesãos e muita gente endinheirada, sendo frequentes no século XIV as ligações comerciais de judeus e cristãos. A manifesta prosperidade dos judeus farenses no século XV é interrompida pela carta patente de Dezembro de 1496 em que D. Manuel I os expulsa de Portugal, caso não se convertessem ao catolicismo.
Assim, oficialmente, e só neste sentido, deixaram de existir judeus em Portugal, o que também aconteceu em Faro, sendo que, no local onde estava implantada a judiaria, na Vila Adentro, tivesse sido mandado erigir pela terceira esposa de D. Manuel I o Convento de Nossa Senhora da Assunção.
O Rei D. Manuel I promove, em 1499, uma profunda alteração urbanística com a criação de novos equipamentos na cidade - um Hospital, a Igreja do Espírito Santo (Igreja da Misericórdia), a Alfândega e um Açougue - fora das alcaçarias e junto ao litoral. Em 1540, D. João III eleva Faro a cidade e, em 1577, a sede do bispado do Algarve é transferida de Silves para Faro. O saque e o incêndio, em 1596, pelas tropas inglesas de Robert Devereux, 2.º Conde de Essex, danificaram muralhas e igrejas, e provocaram elevados danos patrimoniais e materiais na cidade.
Os séculos XVII e XVIII são um período de expansão para Faro, que foi cercada por uma nova cintura de muralhas durante o período da Guerra da Restauração (1640 - 1668), que abrangia a área edificada e terrenos de cultura, num vasto semicírculo frente à Ria Formosa.
Em 1 de Novembro de 1755, a cidade de Lisboa é arruinada por um grande Sismo que devido à sua intensidade provocou, igualmente, estragos em outras cidades do país, sobretudo no Algarve.
A cidade de Faro sofreu danos generalizados no património eclesiástico, desde igrejas, conventos até o próprio Paço Episcopal. As muralhas, o castelo com as suas torres e baluartes, os quartéis, o corpo da guarda, armazéns, o edifício da alfândega, a cadeia, os conventos de S. Francisco e o de Santa Clara, foram destruídos e arruinados.
Até finais do século XIX, a cidade manteve-se dentro dos limites da Cerca seiscentista de Faro. O seu crescimento gradual sofre um maior ímpeto nas últimas décadas.
Actualidade
A cidade de Faro, capital política e administrativa, detém a maior parte dos serviços administrativos da região e, por conseguinte, uma grande atractividade para a implantação de actividades terciárias e comerciais, subsidiadas pela função habitacional.
Faro assumiu a sua vocação cosmopolita aquando da inauguração do seu aeroporto internacional a 11 de Julho de 1965, ainda durante a ditadura de António de Oliveira Salazar. Hoje em dia, e graças ao aumento de procura turística em todo o Algarve, a cidade possui o segundo mais movimentado aeroporto de Portugal atrás do aeroporto da Portela em Lisboa, com um movimento superior a 5 milhões de passageiros por ano. O Aeroporto é ainda utilizado por parte dos turistas que se dirigem para a Andaluzia devido a certos locais desta região espanhola estarem mais próximos de Faro do que de Sevilha.
domingo, maio 05, 2013
CARIOCÃO - FINAL
.
O BOTAFOGO VENCEU A FINAL
DO CARIOCÃO AO BATER O
FLUMINENSE POR 1-0
BOTAFOGO-FLUMNINENSE 1-0

O Botafogo confirmou, neste domingo, o status de melhor time do Campeonato Carioca. Depois de conquistar a Taça Guanabara, primeiro turno da competição, o time bateu o Fluminense por 1 a 0 em partida disputada em Volta Redonda para ficar também com a Taça Rio, se sagrando campeão estadual sem a necessidade de disputar as finais.
O time de Oswaldo de Oliveira marcou com Rafael Marques, em partida tensa, para ficar com o título. Desta forma, o time elimina a chance de o Fluminense brigar pelo bicampeonato e volta a se sagrar campeão carioca após três anos – o último título foi conquistado em 2010. É a primeira conquista de Seedorf no futebol brasileiro.
O Fluminense volta a campo na próxima quarta-feira, quando encara o Emelec em casa, em local a ser definido, às 22h (de Brasília). Por ter perdido por 2 a 1 fora de casa, o time se classifica com vitória simples. Já o Botafogo só entra em campo novamente em 15 de maio, pela Copa do Brasil, contra o CRB. No jogo de ida, os times empataram por 0 a 0.
Clique no link para iniciar o vídeo Veja gol de Rafael Marques na final da Taça Rio
A partida em Volta Redonda começou com muita tensão entre os atletas. Leandro Euzébio se desentendeu com Marcelo Mattos, que levou um puxão pelo pescoço dado por Thiago Neves. Depois, Wellington Nem se enroscou com o botafoguense e acertou seu rosto. Tanta tensão, embora não tenha gerado expulsões, deixou o jogo travado, com poucas chances claras de gol.
O Botafogo balançou as redes aos 28min, com passe de Lodeiro para Rafael Marques. Em lance duvidoso, a arbitragem anulou a jogada. Em jogada muito parecida, o gol válido saiu: aos 41min, Lucas pegou rebote e chutou forte; Dória desviou e Rafael Marques ficou cara a cara para tocar na saída de Diego Cavalieri, abrindo o placar.
De volta para o segundo tempo, o time alvinegro fez mais um, com Bolívar, de cabeça, mas novamente a arbitragem marcou impedimento no lance. Sem poder de reação, o Fluminense manteve o confronto truncado, enquanto o Botafogo administrou o placar. A partir dos 30min, a torcida alvinegra já gritava “olé”.
Aos 33min, Digão puxou Bolívar dentro da área. Na sequência do lance, Dória completou para as redes, mas o árbitro anotou pênalti. Seedorf foi para a cobrança, mas mandou a bola no travessão. Para ser campeão, o Fluminense teria de marcar dois gols. As tentativas de reação nos minutos finais foram infrutíferas, enquanto a torcida do Botafogo já comemora o título.
Clique no link para iniciar o vídeo Seedorf perde pênalti na final contra Fluminense; veja
Ficha técnica
BOTAFOGO 1 x 0 FLUMINENSE
Gols
BOTAFOGO:
Rafael Marques, aos 40min do primeiro tempo
BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Bolívar, Dória e Júlio César (Lima); Marcelo Mattos, Gabriel, Fellype Gabriel, Seedorf (Lucas Zen) e Lodeiro; Rafael Marques (Vitinho)
Técnico: Oswaldo de Oliveira
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho (Felipe), Jean, Thiago Neves e Wagner; Wellington Nem (Michael) e Rhayner (Samuel)
Técnico: Abel Braga
O BOTAFOGO VENCEU A FINAL
DO CARIOCÃO AO BATER O
FLUMINENSE POR 1-0
BOTAFOGO-FLUMNINENSE 1-0
O Botafogo confirmou, neste domingo, o status de melhor time do Campeonato Carioca. Depois de conquistar a Taça Guanabara, primeiro turno da competição, o time bateu o Fluminense por 1 a 0 em partida disputada em Volta Redonda para ficar também com a Taça Rio, se sagrando campeão estadual sem a necessidade de disputar as finais.
O time de Oswaldo de Oliveira marcou com Rafael Marques, em partida tensa, para ficar com o título. Desta forma, o time elimina a chance de o Fluminense brigar pelo bicampeonato e volta a se sagrar campeão carioca após três anos – o último título foi conquistado em 2010. É a primeira conquista de Seedorf no futebol brasileiro.
O Fluminense volta a campo na próxima quarta-feira, quando encara o Emelec em casa, em local a ser definido, às 22h (de Brasília). Por ter perdido por 2 a 1 fora de casa, o time se classifica com vitória simples. Já o Botafogo só entra em campo novamente em 15 de maio, pela Copa do Brasil, contra o CRB. No jogo de ida, os times empataram por 0 a 0.
Clique no link para iniciar o vídeo Veja gol de Rafael Marques na final da Taça Rio
A partida em Volta Redonda começou com muita tensão entre os atletas. Leandro Euzébio se desentendeu com Marcelo Mattos, que levou um puxão pelo pescoço dado por Thiago Neves. Depois, Wellington Nem se enroscou com o botafoguense e acertou seu rosto. Tanta tensão, embora não tenha gerado expulsões, deixou o jogo travado, com poucas chances claras de gol.
O Botafogo balançou as redes aos 28min, com passe de Lodeiro para Rafael Marques. Em lance duvidoso, a arbitragem anulou a jogada. Em jogada muito parecida, o gol válido saiu: aos 41min, Lucas pegou rebote e chutou forte; Dória desviou e Rafael Marques ficou cara a cara para tocar na saída de Diego Cavalieri, abrindo o placar.
De volta para o segundo tempo, o time alvinegro fez mais um, com Bolívar, de cabeça, mas novamente a arbitragem marcou impedimento no lance. Sem poder de reação, o Fluminense manteve o confronto truncado, enquanto o Botafogo administrou o placar. A partir dos 30min, a torcida alvinegra já gritava “olé”.
Aos 33min, Digão puxou Bolívar dentro da área. Na sequência do lance, Dória completou para as redes, mas o árbitro anotou pênalti. Seedorf foi para a cobrança, mas mandou a bola no travessão. Para ser campeão, o Fluminense teria de marcar dois gols. As tentativas de reação nos minutos finais foram infrutíferas, enquanto a torcida do Botafogo já comemora o título.
Clique no link para iniciar o vídeo Seedorf perde pênalti na final contra Fluminense; veja
Ficha técnica
BOTAFOGO 1 x 0 FLUMINENSE
Gols
BOTAFOGO:
Rafael Marques, aos 40min do primeiro tempo
BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Bolívar, Dória e Júlio César (Lima); Marcelo Mattos, Gabriel, Fellype Gabriel, Seedorf (Lucas Zen) e Lodeiro; Rafael Marques (Vitinho)
Técnico: Oswaldo de Oliveira
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho (Felipe), Jean, Thiago Neves e Wagner; Wellington Nem (Michael) e Rhayner (Samuel)
Técnico: Abel Braga
sexta-feira, maio 03, 2013
PAULISTÃO - QUARTAS DE FINAL
.
NO ULTIMO FINAL DE SEMANA
DISPATARAM-SE OS JOGOS DAS
QUARTAS FINAL DO PAULISTÃO
PAULISTÃO- QUARTOS DE FINAL
Santos 1-1 (4-2)g.p. Palmeiras 2013-04-27 20:15
Mogi Mirim 6-0 Botafogo-SP
Ponte Preta 0-4 Corinthians
São Paulo 1-0 Penapolense
Ponte Preta 0 x 4 Corinthians, Gols - Paulistão
NO ULTIMO FINAL DE SEMANA
DISPATARAM-SE OS JOGOS DAS
QUARTAS FINAL DO PAULISTÃO
PAULISTÃO- QUARTOS DE FINAL
Santos 1-1 (4-2)g.p. Palmeiras 2013-04-27 20:15
Mogi Mirim 6-0 Botafogo-SP
Ponte Preta 0-4 Corinthians
São Paulo 1-0 Penapolense
Ponte Preta 0 x 4 Corinthians, Gols - Paulistão
O BENFICA ELIMINOU O FENERBAÇE E VAI À FINAL DA LIGA EUROPA
.
O BENFICA VOLTA A UMA FINAL EUROPEIA
DEPOIS DE 23 ANOS AFASTADO DAS GRAN-
DES DECISÕES.

Ontem `à noite no retorno da das semi finais da Liga Europa, o Benfica venceu por 3-1 os turcos do Fenerbaçe, arrancando uma excelente exibição, nos moldes ds grandes noites europeias do Estádio da Luz.
Os turcos não estão à altura do Benfica, e só não perderam por mais por mero desacerto na hora de rematar dos encarnados.
23 anos depois o Benfica está numa final europeia. O voo com destino ao sonho da nação benfiquista foi garantido com uma exibição aguerrida, com suor e muita alma. A equipa da Luz derrotou o Fenerbahçe (3x1) e anulou, desta forma, o 0x1 que trouxe da Turquia. Dia 15 de maio... eles aí vão para Amesterdão.
Muito Benfica, pouco Fenerbahçe, afinal um Fenerbaçe sem o estatuto do Benfica.
Ao contrário de Istambul, em Lisboa tudo era diferente; o tom das cores, os gritos e a coreografia. Casa tão preenchida que só alguma luz solar, e a pedir licença, conseguiu ainda entrar. É que por razões de segurança a UEFA não permite que o estádio fique lotado.
Alguns vieram de bem longe para oferecer cumplicidade, carinho e apoio ao seu clube. Estava tudo lá, tudo mesmo, sem exceção: as bandeiras, os cachecóis, os apelos. Bastavam, claro, os golos, as jogadas, os simples rasgos de génio para o sonho fazer sentido e chegar a Amesterdão.
Gaitán marcou o primeiro golo da noite ©Carlos Alberto CostaA equipa de Jorge Jesus precisava de dois golos e de não sofrer nenhum, ou seja, uma reviravolta. A história, por seu lado, dizia que na época 1975/76 o Fenerbahçe foi eliminado pelas águias na Taça dos Campeões Europeus, depois de uma goleada por 7x0.
Foi com essa crença que os adeptos encarnados procuraram empurrar a sua equipa para uma noite europeia perfeita. Faltava, claro está, os artistas provarem em campo ao que iam.
Numa fase da época em que não é de esperar grandes exibições por parte dos jogadores, o Benfica entrou em campo muito mais preocupado em virar a eliminatória e vencer o jogo do que em ser brilhante. Com uma distância curta entre os jogos, a tão badalada 'nota artística' - em tempos uma bandeira de Jorge Jesus - ficou na gaveta. Valores mais altos se levantavam nesta noite.
Na Luz, o Benfica deixou de olhar para o acessório e centrou-se no essencial. Na verdade, o Benfica procurou cedo o golo mas os turcos souberam gerir bem os espaços. Sem Topal e Raul Meireles, a equipa que viajou de Istambul conseguiu, ainda assim, tirar raio de ação aos rápidos jogadores encarnados.
Dirk Kuyt marcou de grande penalidade para os turcos , empatando a partida.Com André Almeida do lado esquerdo da defesa encarnada, Jorge Jesus procurou explorar também os espaços interiores com Nico Gaitán, que regressou à titularidade, depois da ausência frente ao Marítimo.
Depois de uma entrada a todo o gás, a Luz entrou em euforia com o golo, precisamente, do argentino El Zurdo, aos nove minutos. Lima entrou pela direita, tirou o cruzamento e Gaitán, com categoria, empurrou a bola para o fundo da baliza turca. Festa na Luz, estava anulado o golo sofrido em casa do Fenerbahçe.
O tempo corria e só dava Benfica. A equipa de Jorge Jesus empurrava o adversário, as bancadas empurravam os encarnados; os turcos evidenciaram muitas dificuldades na sua primeira fase de construção.
Seria, porém, com um Benfica balanceado para o ataque que o Fenerbahçe chegou ao golo, aos 23', na transformação de uma grande penalidade. Garay jogou a bola com a mão; chamado a marcar, Dirk Kuyt não falhou frente a Artur Moraes.
A precisar de marcar dois golos para passar para a frente, Jesus pedia aos seus jogadores para irem em busca do golo e ele apareceu. Aos 35 minutos, Óscar Cardozo rematou, à entrada da área, e colocou o Benfica em vantagem no jogo, mas não na eliminatória.
Até final da primeira parte os encarnados ainda tentaram o terceiro golo mas sem sucesso. 2x1 em tempo de intervalo.
Gaitán fabricava golos, À semelhança da primeira parte, os primórdios da segunda mostraram mais Benfica. Os turcos estavam na frente da eliminatória e iam aproveitando para deixar correr o relógio do árbitro.
Entretanto, enquanto as bancadas pediam mais um golo em tons de encarnado, Gökhan Gönül (Fenerbahçe) teve de sair em maca, depois de um lance com Nico Gaitán, que o pontapeou no rosto, com gravidade, tendo o jogador turco que seguir para o Hospital
Por esta altura, o Benfica ia colocando bolas na área turca mas os jogadores do Fenerbahçe limpavam quase tudo. Quase tudo, sim, porque um tal de Óscar Tacuara Cardozo incendiou (outra vez) a «Catedral». Aos 66 minutos, o paraguaio recebeu a bola e rematou de pronto para o terceiro.
No dia 15 de maio, Amesterdão vai receber o Benfica e o Chelsea, que derrotou o FC Basel por 3x1 (5x2 no conjunto da eliminatória).
O BENFICA VOLTA A UMA FINAL EUROPEIA
DEPOIS DE 23 ANOS AFASTADO DAS GRAN-
DES DECISÕES.

Ontem `à noite no retorno da das semi finais da Liga Europa, o Benfica venceu por 3-1 os turcos do Fenerbaçe, arrancando uma excelente exibição, nos moldes ds grandes noites europeias do Estádio da Luz.
Os turcos não estão à altura do Benfica, e só não perderam por mais por mero desacerto na hora de rematar dos encarnados.
23 anos depois o Benfica está numa final europeia. O voo com destino ao sonho da nação benfiquista foi garantido com uma exibição aguerrida, com suor e muita alma. A equipa da Luz derrotou o Fenerbahçe (3x1) e anulou, desta forma, o 0x1 que trouxe da Turquia. Dia 15 de maio... eles aí vão para Amesterdão.
Muito Benfica, pouco Fenerbahçe, afinal um Fenerbaçe sem o estatuto do Benfica.
Ao contrário de Istambul, em Lisboa tudo era diferente; o tom das cores, os gritos e a coreografia. Casa tão preenchida que só alguma luz solar, e a pedir licença, conseguiu ainda entrar. É que por razões de segurança a UEFA não permite que o estádio fique lotado.
Alguns vieram de bem longe para oferecer cumplicidade, carinho e apoio ao seu clube. Estava tudo lá, tudo mesmo, sem exceção: as bandeiras, os cachecóis, os apelos. Bastavam, claro, os golos, as jogadas, os simples rasgos de génio para o sonho fazer sentido e chegar a Amesterdão.
Gaitán marcou o primeiro golo da noite ©Carlos Alberto CostaA equipa de Jorge Jesus precisava de dois golos e de não sofrer nenhum, ou seja, uma reviravolta. A história, por seu lado, dizia que na época 1975/76 o Fenerbahçe foi eliminado pelas águias na Taça dos Campeões Europeus, depois de uma goleada por 7x0.
Foi com essa crença que os adeptos encarnados procuraram empurrar a sua equipa para uma noite europeia perfeita. Faltava, claro está, os artistas provarem em campo ao que iam.
Numa fase da época em que não é de esperar grandes exibições por parte dos jogadores, o Benfica entrou em campo muito mais preocupado em virar a eliminatória e vencer o jogo do que em ser brilhante. Com uma distância curta entre os jogos, a tão badalada 'nota artística' - em tempos uma bandeira de Jorge Jesus - ficou na gaveta. Valores mais altos se levantavam nesta noite.
Na Luz, o Benfica deixou de olhar para o acessório e centrou-se no essencial. Na verdade, o Benfica procurou cedo o golo mas os turcos souberam gerir bem os espaços. Sem Topal e Raul Meireles, a equipa que viajou de Istambul conseguiu, ainda assim, tirar raio de ação aos rápidos jogadores encarnados.
Dirk Kuyt marcou de grande penalidade para os turcos , empatando a partida.Com André Almeida do lado esquerdo da defesa encarnada, Jorge Jesus procurou explorar também os espaços interiores com Nico Gaitán, que regressou à titularidade, depois da ausência frente ao Marítimo.
Depois de uma entrada a todo o gás, a Luz entrou em euforia com o golo, precisamente, do argentino El Zurdo, aos nove minutos. Lima entrou pela direita, tirou o cruzamento e Gaitán, com categoria, empurrou a bola para o fundo da baliza turca. Festa na Luz, estava anulado o golo sofrido em casa do Fenerbahçe.
O tempo corria e só dava Benfica. A equipa de Jorge Jesus empurrava o adversário, as bancadas empurravam os encarnados; os turcos evidenciaram muitas dificuldades na sua primeira fase de construção.
Seria, porém, com um Benfica balanceado para o ataque que o Fenerbahçe chegou ao golo, aos 23', na transformação de uma grande penalidade. Garay jogou a bola com a mão; chamado a marcar, Dirk Kuyt não falhou frente a Artur Moraes.
A precisar de marcar dois golos para passar para a frente, Jesus pedia aos seus jogadores para irem em busca do golo e ele apareceu. Aos 35 minutos, Óscar Cardozo rematou, à entrada da área, e colocou o Benfica em vantagem no jogo, mas não na eliminatória.
Até final da primeira parte os encarnados ainda tentaram o terceiro golo mas sem sucesso. 2x1 em tempo de intervalo.
Gaitán fabricava golos, À semelhança da primeira parte, os primórdios da segunda mostraram mais Benfica. Os turcos estavam na frente da eliminatória e iam aproveitando para deixar correr o relógio do árbitro.
Entretanto, enquanto as bancadas pediam mais um golo em tons de encarnado, Gökhan Gönül (Fenerbahçe) teve de sair em maca, depois de um lance com Nico Gaitán, que o pontapeou no rosto, com gravidade, tendo o jogador turco que seguir para o Hospital
Por esta altura, o Benfica ia colocando bolas na área turca mas os jogadores do Fenerbahçe limpavam quase tudo. Quase tudo, sim, porque um tal de Óscar Tacuara Cardozo incendiou (outra vez) a «Catedral». Aos 66 minutos, o paraguaio recebeu a bola e rematou de pronto para o terceiro.
No dia 15 de maio, Amesterdão vai receber o Benfica e o Chelsea, que derrotou o FC Basel por 3x1 (5x2 no conjunto da eliminatória).
segunda-feira, abril 29, 2013
.
CHICO LOBO O VIOLEIRO DE MINAS GERAIS
COM A SUA VIOLA CAIPIRA. ESTÁ DESDE
HÁ DIAS EM PORTUGAL, EM CASTRO VERDE
NO ALENTEJO A PARTICIPAR NUM ENCONTRO
DE VILAS DE ARAME.
~
Nos dias 27 e 28 de abril, a Secção de Castro Verde do Conservatório Regional do Baixo Alentejo acolhe o IV Encontro de Violas de Arame, integrado na XXIII Primavera no Campo Branco. Símbolos da cultura musical portuguesa e brasileira, as violas Campaniça (Alentejo), Braguesa (Minho), de Arame (Madeira), da Terra (Açores) e Caipira voltam a encontrar-se numa iniciativa que pretende preservar, valorizar e salvaguardar estes instrumentos de tradição, e que este ano conta ainda com as participações especiais da viola Beiroa (Beira Baixa) e da viola Fandangueira (Brasil).
Pedro Mestre, Vítor Sardinha, Rafael Costa Carvalho, José Barros, Chico Lobo, Alísio Saraiva e Aorélio Domingues são os tocadores que marcam presença neste Encontro, que se destina todos os músicos, etnógrafos e curiosos que manifestem interesse pela música tradicional de raiz, e que comporta uma programação rica em torno da temática das violas de arame, como conversas, oficinas, debates ou apresentações.
Promovido pela Associação de Cante “Os Cardadores”, em parceria com a Câmara Municipal de Castro Verde, o IV Encontro de Violas de Arame encerra com um espetáculo na noite de 28 de abril, no Cineteatro Municipal de Castro Verde, pelas 21h30, onde atuarão o Grupo de Violas Campaniças, o Grupo de Violas Campaniças da Escola Secundária de Castro Verde e Violas de Arame Concerto.
entretanto ...
...HOJE E AMANHÃ, PEDRO MESTRE
E CHICO LOBO EM ALMEIRIM E
GERALDOS
Viola Campaniça e Viola Caipira - Almeirim e Geraldos
29/4/2013 - 30/4/2013
Com Chico Lobo e Pedro Mestre
29 ABR. | Centro de Convívio de Almeirim| 21h30
30 ABR. | Centro de Convívio dos Geraldos | 21h30
Organização: CMCV.
Colaboração: ACA "Os Cardadores” e Junta de Freguesia de Castro Verde.
CHICO LOBO O VIOLEIRO DE MINAS GERAIS
COM A SUA VIOLA CAIPIRA. ESTÁ DESDE
HÁ DIAS EM PORTUGAL, EM CASTRO VERDE
NO ALENTEJO A PARTICIPAR NUM ENCONTRO
DE VILAS DE ARAME.
~
Nos dias 27 e 28 de abril, a Secção de Castro Verde do Conservatório Regional do Baixo Alentejo acolhe o IV Encontro de Violas de Arame, integrado na XXIII Primavera no Campo Branco. Símbolos da cultura musical portuguesa e brasileira, as violas Campaniça (Alentejo), Braguesa (Minho), de Arame (Madeira), da Terra (Açores) e Caipira voltam a encontrar-se numa iniciativa que pretende preservar, valorizar e salvaguardar estes instrumentos de tradição, e que este ano conta ainda com as participações especiais da viola Beiroa (Beira Baixa) e da viola Fandangueira (Brasil).
Pedro Mestre, Vítor Sardinha, Rafael Costa Carvalho, José Barros, Chico Lobo, Alísio Saraiva e Aorélio Domingues são os tocadores que marcam presença neste Encontro, que se destina todos os músicos, etnógrafos e curiosos que manifestem interesse pela música tradicional de raiz, e que comporta uma programação rica em torno da temática das violas de arame, como conversas, oficinas, debates ou apresentações.
Promovido pela Associação de Cante “Os Cardadores”, em parceria com a Câmara Municipal de Castro Verde, o IV Encontro de Violas de Arame encerra com um espetáculo na noite de 28 de abril, no Cineteatro Municipal de Castro Verde, pelas 21h30, onde atuarão o Grupo de Violas Campaniças, o Grupo de Violas Campaniças da Escola Secundária de Castro Verde e Violas de Arame Concerto.
entretanto ...
...HOJE E AMANHÃ, PEDRO MESTRE
E CHICO LOBO EM ALMEIRIM E
GERALDOS
Viola Campaniça e Viola Caipira - Almeirim e Geraldos
29/4/2013 - 30/4/2013
Com Chico Lobo e Pedro Mestre
29 ABR. | Centro de Convívio de Almeirim| 21h30
30 ABR. | Centro de Convívio dos Geraldos | 21h30
Organização: CMCV.
Colaboração: ACA "Os Cardadores” e Junta de Freguesia de Castro Verde.
TERRAS DE PORTUGAL - FÃO
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HOJE VOU PRESTIGIAR O AMIGO
MIRO HERDEIRO (TEM O MEU
APELIDO DE FAMÍLIA,E É
VASCAÍNO COMO EU) FALAN-
DO DA SUA TERRA DE ORIGEM
EM PORTUGAL,ELE QUE HOJE
EM DIA VIVE EM TERRAS DO
BRASIL.

Fão é uma freguesia portuguesa do concelho de Esposende, com 6,04 km² de área e 3 103 habitantes (2011). Densidade: 513,7 hab/km².
A 8 de Janeiro Fão foi elevada a Vila. Foi publicada no Diário do Governo de 21 de janeiro de 1976.
Fão é conhecida pela sua praia, a praia de Ofir. Assim como pela discoteca Pacha Ofir.
Fão possui a maior necrópole medieval da Península Ibérica (Cemitério medieval das Barreiras), demonstrando o impacto da Peste Negra. Ainda, durante a época medieval, Fão foi um centro salineiro relevante. O núcleo histórico de Fão data dos séculos XVI e XVII.
Fão é conhecida por duas especialidades em pastelaria: as clarinhas e os folhadinhos.
Sua riqueza natural é exuberante, graças à parceria do mar com o estuário do rio Cávado, criando dunas e arribas, pinhais, charnecas e sapais, que são habitadas por inúmeras espécies animais e vegetais. Grande parte do litoral de Fão encontra-se protegido dentro da área do Parque Natural do Litoral Norte.
As principais actividades económicas são a agricultura, a pesca, o turismo e os serviços.
O santo padroeiro da paróquia é S. Paio (Paio de Córdova).
Heráldica
Escudo de azul, torre de prata lavrada de negro, rematada por uma cesta de ferro, ardendo de labaredas de ouro avivadas de vermelho e movente de uma campanha ondeada de prata e verde; a torre entre dois cavalos-marinhos heráldicos, de prata, realçados de negro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: "FÃO" (Diário da República, III Série de 25 de março de 1997).
[editar] Património
Ponte metálica de Fão
Casa Dr. Fernando Ribeiro da Silva
Cemitério medieval das Barreiras
Capela de Nª Srª da Bonança
Facho da Bonança
Alminhas de S. Paio
Capela de Stº António
Capela de Nª Srª da Boa Morte
Alminhas da Pedreira
Forno de cal
Moinho de vento
Templo do Bom Jesus
Igreja Paroquial
Casa Quinhentista
Alminhas do cais
Casa Quinhentista (na trav. da Moura)
Casa dos Carneiros
Capela de Nª Srª de Fátima
Igreja da Misericórdia de Fão
Museu da Misericórdia de Fão
Museu d'Arte
Casa Lai-Lai
festas e romarias
As Festas em honra do Senhor Bom Jesus de Fão, a 1ª Romaria Minhota do Ano, realizam-se no adro da Igreja do Bom Jesus na segunda–feira de pascoela (data móvel).
Na Capela de Santo António, a 13 de Junho (dia do santo e domingo mais próximo).
Na segunda quinzena de Agosto realiza-se a festa à Nossa Senhora da Bonança.
HOJE VOU PRESTIGIAR O AMIGO
MIRO HERDEIRO (TEM O MEU
APELIDO DE FAMÍLIA,E É
VASCAÍNO COMO EU) FALAN-
DO DA SUA TERRA DE ORIGEM
EM PORTUGAL,ELE QUE HOJE
EM DIA VIVE EM TERRAS DO
BRASIL.
Fão é uma freguesia portuguesa do concelho de Esposende, com 6,04 km² de área e 3 103 habitantes (2011). Densidade: 513,7 hab/km².
A 8 de Janeiro Fão foi elevada a Vila. Foi publicada no Diário do Governo de 21 de janeiro de 1976.
Fão é conhecida pela sua praia, a praia de Ofir. Assim como pela discoteca Pacha Ofir.
Fão possui a maior necrópole medieval da Península Ibérica (Cemitério medieval das Barreiras), demonstrando o impacto da Peste Negra. Ainda, durante a época medieval, Fão foi um centro salineiro relevante. O núcleo histórico de Fão data dos séculos XVI e XVII.
Fão é conhecida por duas especialidades em pastelaria: as clarinhas e os folhadinhos.
Sua riqueza natural é exuberante, graças à parceria do mar com o estuário do rio Cávado, criando dunas e arribas, pinhais, charnecas e sapais, que são habitadas por inúmeras espécies animais e vegetais. Grande parte do litoral de Fão encontra-se protegido dentro da área do Parque Natural do Litoral Norte.
As principais actividades económicas são a agricultura, a pesca, o turismo e os serviços.
O santo padroeiro da paróquia é S. Paio (Paio de Córdova).
Heráldica
Escudo de azul, torre de prata lavrada de negro, rematada por uma cesta de ferro, ardendo de labaredas de ouro avivadas de vermelho e movente de uma campanha ondeada de prata e verde; a torre entre dois cavalos-marinhos heráldicos, de prata, realçados de negro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: "FÃO" (Diário da República, III Série de 25 de março de 1997).
[editar] Património
Ponte metálica de Fão
Casa Dr. Fernando Ribeiro da Silva
Cemitério medieval das Barreiras
Capela de Nª Srª da Bonança
Facho da Bonança
Alminhas de S. Paio
Capela de Stº António
Capela de Nª Srª da Boa Morte
Alminhas da Pedreira
Forno de cal
Moinho de vento
Templo do Bom Jesus
Igreja Paroquial
Casa Quinhentista
Alminhas do cais
Casa Quinhentista (na trav. da Moura)
Casa dos Carneiros
Capela de Nª Srª de Fátima
Igreja da Misericórdia de Fão
Museu da Misericórdia de Fão
Museu d'Arte
Casa Lai-Lai
festas e romarias
As Festas em honra do Senhor Bom Jesus de Fão, a 1ª Romaria Minhota do Ano, realizam-se no adro da Igreja do Bom Jesus na segunda–feira de pascoela (data móvel).
Na Capela de Santo António, a 13 de Junho (dia do santo e domingo mais próximo).
Na segunda quinzena de Agosto realiza-se a festa à Nossa Senhora da Bonança.
PAULISTÃO - QUARTOS DE FINAL
.
O PAULISTÃO TEVE OS
SEUS QUARTOS DE FINAL
COM O PALMEIRAS A FI-
CAR DE FÓRA DERROTADO
NO CLÁSSICO COM SANTOS.
Santos 1-1 (4-2)g.p.Palmeiras
Mogi Mirim 6-0 Botafogo-SP
Ponte Preta 0-4 Corinthians
São Paulo 1-0 Penapolense
PONTE PRETA-CORINTHIANS 0-4
Ponte Preta: Edson Bastos; Artur, Cleber, Diego Sacoman e Uendel; Baraka, Bruno Silva (Rildo, 13'/2ºT), Cicinho (Diego Rosa, 28'/2ºT) e Chiquinho; Everton Santos (Xaves, 18'/2ºT) e William. Técnico: Guto Ferreira
Corinthians : Danilo Fernandes, Alessandro (Edenílson, 24'/2ºT), Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Romarinho (Alexandre Pato, 27'/2ºT); Emerson e Guerrero (Douglas, 36'/2ºT). Técnico: Tite
Placar: Romarinho, 32'1ºT (0-1); Emerson, 38'1ºT (0-2); Guerrero, 10'2ºT (0-3); Pato, 43'2ºT (0-4)
Na tarde deste domingo (28), o Corinthians visitou e derrotou a Ponte Preta por 4 a 0, no Estádio Moisés Lucerelli, em Campinas. Com gols de Romarinho, Emerson Sheik, Guerrero e Alexandre Pato, o Timão eliminou a Macaca e avançou às semifininais do Campeonato Paulista 2013.
Eliminado pelos ponte-pretanos no ano passado, os corintianos entraram em campo com desejo de "vingança". Mesmo tendo um confronto contra o Boca Juniors (ARG) pela Copa Libertadores no meio de semana, o técnico Tite não pensou duas vezes e entrou com força máxima para enfrentar a Macaca. Jogadores que decidiram as finais da Libertadores em 2012, foram os mesmos que briharam no Majestoso: Romarinho e Emerson Sheik. O Timão ainda contou com gol de Guerrero em cobrança de pênalti e uma bela jogada de Alexandre Pato.
O time da Ponte Preta começou a partida embalada pela torcida, dominou os primeiros 30 minutos do primeiro tempo e o Corinthians mal conseguiu finalizar. A Macaca pressionou a saída de bola e anulou Guerrero e Emerson Sheik. Romarinho, mesmo livre pela direita, não criou chances claras de ataque.
Pelo lado campineiro, quem brilhava era o meia Chiquinho e o atacante William Batoré, que criou o primeiro lance de perigo ao gol de Danilo Fernandes. O artilheiro recebeu lançamento de longe e, de dentro da área, soltou uma bomba, forçando uma bela defesa do goleiro do Corinthians. A Ponte ainda teve duas chances de gols, com Chiquinho e Everton Santos, mas ambas foram bem anuladas, por impedimento.
Depois de ser pressionado, o Corinthians se acertou na partida e passou a jogar melhor que os donos da casa. Aos 35 minutos, Guerrero tabelou com Danilo e soltou uma bomba de fora da área. Edson Bastos teve dificuldades para fazer a defesa e Romarinho, na sobra, abriu o placar para o Timão. O gol do Corinthians abateu a zaga da Ponte Preta. Percebendo isso, Fábio Santos arrancou pela esquerda, encontrou Emerson Sheik dentro da área, que contou com falha do arqueiro campineiro e ampliou para o Corinthians. Ainda nos acréscimos a Ponte Preta, teve a oportunidade de diminuir o placar. William recebeu bola alta dentro da área, mas errou a cabeçada, que saiu fraca nas mãos de Danilo Fernandes.
Com a vantagem, Corinthians não teve dificuldade para dobrar o placar
Para a segunda etapa da partida os dois times voltaram sem alterações. A Ponte Preta mais uma vez atacou o adversário, mas teve dificuldades na finalização e chances claras de gols foram desperdiçadas. Aos nove minutos, Emerson Sheik foi derrubado dentro da área e árbitro Raphael Claus marcou pênalti. Na cobrança, Guerrero aumentou a diferença para 3 a 0.
Com os três gols marcados, o Corinthians ficou tranquilo dentro de campo e passou a tocar a bola. Já os jogadores da Ponte Preta perderam a cabeça. Aos 14 minutos, Baraka fez falta em Romarinho, perdeu a cabeça e completou com forte pisão. Levou cartão vermelho e, com 10 jogadores, a Ponte Preta tentava criar jogadas. Minutos depois, Tite trocou Romarinho por Alexandre Pato. Já aos 43 minutos, Pato teve tempo de fazer um golaço e ampliar. Em uma linda jogada na entrada da área, driblou um zagueiro, o goleiro Edson Bastos e de pé esquerdo fechou o placar.
O Corinthians agora volta a se dedicar ao jogo de ida nas oitavas de final da Copa Libertadores, na quarta-feira (1), contra o Boca Juniors, em La Bombonera, na Argentina. Já a Ponte Preta, eliminada do Paulistão, tem a disputa do Troféu Interior, ao lado do Botafogo-SP, que foi eliminado no sábado (27), pelo Mogi Mirim.
Agora no próximo final de semana vamos ter as semi finais
Meias-Finais
Mogi Mirim vs Santos 2013-05-04 22:30
São Paulo vs Corinthians 2013-05-05 20:00
O PAULISTÃO TEVE OS
SEUS QUARTOS DE FINAL
COM O PALMEIRAS A FI-
CAR DE FÓRA DERROTADO
NO CLÁSSICO COM SANTOS.
Santos 1-1 (4-2)g.p.Palmeiras
Mogi Mirim 6-0 Botafogo-SP
Ponte Preta 0-4 Corinthians
São Paulo 1-0 Penapolense
PONTE PRETA-CORINTHIANS 0-4
Ponte Preta: Edson Bastos; Artur, Cleber, Diego Sacoman e Uendel; Baraka, Bruno Silva (Rildo, 13'/2ºT), Cicinho (Diego Rosa, 28'/2ºT) e Chiquinho; Everton Santos (Xaves, 18'/2ºT) e William. Técnico: Guto Ferreira
Corinthians : Danilo Fernandes, Alessandro (Edenílson, 24'/2ºT), Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Romarinho (Alexandre Pato, 27'/2ºT); Emerson e Guerrero (Douglas, 36'/2ºT). Técnico: Tite
Placar: Romarinho, 32'1ºT (0-1); Emerson, 38'1ºT (0-2); Guerrero, 10'2ºT (0-3); Pato, 43'2ºT (0-4)
Na tarde deste domingo (28), o Corinthians visitou e derrotou a Ponte Preta por 4 a 0, no Estádio Moisés Lucerelli, em Campinas. Com gols de Romarinho, Emerson Sheik, Guerrero e Alexandre Pato, o Timão eliminou a Macaca e avançou às semifininais do Campeonato Paulista 2013.
Eliminado pelos ponte-pretanos no ano passado, os corintianos entraram em campo com desejo de "vingança". Mesmo tendo um confronto contra o Boca Juniors (ARG) pela Copa Libertadores no meio de semana, o técnico Tite não pensou duas vezes e entrou com força máxima para enfrentar a Macaca. Jogadores que decidiram as finais da Libertadores em 2012, foram os mesmos que briharam no Majestoso: Romarinho e Emerson Sheik. O Timão ainda contou com gol de Guerrero em cobrança de pênalti e uma bela jogada de Alexandre Pato.
O time da Ponte Preta começou a partida embalada pela torcida, dominou os primeiros 30 minutos do primeiro tempo e o Corinthians mal conseguiu finalizar. A Macaca pressionou a saída de bola e anulou Guerrero e Emerson Sheik. Romarinho, mesmo livre pela direita, não criou chances claras de ataque.
Pelo lado campineiro, quem brilhava era o meia Chiquinho e o atacante William Batoré, que criou o primeiro lance de perigo ao gol de Danilo Fernandes. O artilheiro recebeu lançamento de longe e, de dentro da área, soltou uma bomba, forçando uma bela defesa do goleiro do Corinthians. A Ponte ainda teve duas chances de gols, com Chiquinho e Everton Santos, mas ambas foram bem anuladas, por impedimento.
Depois de ser pressionado, o Corinthians se acertou na partida e passou a jogar melhor que os donos da casa. Aos 35 minutos, Guerrero tabelou com Danilo e soltou uma bomba de fora da área. Edson Bastos teve dificuldades para fazer a defesa e Romarinho, na sobra, abriu o placar para o Timão. O gol do Corinthians abateu a zaga da Ponte Preta. Percebendo isso, Fábio Santos arrancou pela esquerda, encontrou Emerson Sheik dentro da área, que contou com falha do arqueiro campineiro e ampliou para o Corinthians. Ainda nos acréscimos a Ponte Preta, teve a oportunidade de diminuir o placar. William recebeu bola alta dentro da área, mas errou a cabeçada, que saiu fraca nas mãos de Danilo Fernandes.
Com a vantagem, Corinthians não teve dificuldade para dobrar o placar
Para a segunda etapa da partida os dois times voltaram sem alterações. A Ponte Preta mais uma vez atacou o adversário, mas teve dificuldades na finalização e chances claras de gols foram desperdiçadas. Aos nove minutos, Emerson Sheik foi derrubado dentro da área e árbitro Raphael Claus marcou pênalti. Na cobrança, Guerrero aumentou a diferença para 3 a 0.
Com os três gols marcados, o Corinthians ficou tranquilo dentro de campo e passou a tocar a bola. Já os jogadores da Ponte Preta perderam a cabeça. Aos 14 minutos, Baraka fez falta em Romarinho, perdeu a cabeça e completou com forte pisão. Levou cartão vermelho e, com 10 jogadores, a Ponte Preta tentava criar jogadas. Minutos depois, Tite trocou Romarinho por Alexandre Pato. Já aos 43 minutos, Pato teve tempo de fazer um golaço e ampliar. Em uma linda jogada na entrada da área, driblou um zagueiro, o goleiro Edson Bastos e de pé esquerdo fechou o placar.
O Corinthians agora volta a se dedicar ao jogo de ida nas oitavas de final da Copa Libertadores, na quarta-feira (1), contra o Boca Juniors, em La Bombonera, na Argentina. Já a Ponte Preta, eliminada do Paulistão, tem a disputa do Troféu Interior, ao lado do Botafogo-SP, que foi eliminado no sábado (27), pelo Mogi Mirim.
Agora no próximo final de semana vamos ter as semi finais
Meias-Finais
Mogi Mirim vs Santos 2013-05-04 22:30
São Paulo vs Corinthians 2013-05-05 20:00
domingo, abril 28, 2013
escritores portugueses - MANUEL JORGE MARMELO
.
E PORTUGUÊS É ESCRITOR
CHAMA-SE MANUEL JORGE
MARMELO

Manuel Jorge Marmelo (Porto, 1971) é um jornalista e escritor português.
A trabalhar na imprensa desde 1989, recebeu em 1994 o prémio de jornalismo da Lufthansa e, em 1996, a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club.
Estreou-se nas letras em 1996 com o livro O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual, tendo sido convidado, nesse mesmo ano, a participar na colectânea A cidade sonhada, a par de alguns dos mais reputados escritores, poetas e artistas do Porto. O livro de contos O Silêncio de um homem só (2004) valeu-lhe o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco.
Tem participado em várias publicações e antologias, entre as quais se destacam: “Porto.Ficção” (edição Asa), “Putas – Antologia do Novo Conto Português e Brasileiro” (edição Quasi), “Porto, Fragment de Vie” (da editora francesa L’Escampette), “Doze Contos com Livros Dentro” (edição Campo das Letras), “Suplemento Literário de Minas Gerais” e “Bestiário” (ambos do Brasil), “Magazine Artes” e “Imagem Passa Palavra” (edição Cooperativa Gesto). Escreveu ainda os textos dos livros “Vitória: Verso e Reverso” (edição Afrontamento) e “Mário Marques, Para Além do Instante” (edição do Centro Português de Fotografia).
Desde Julho de 2001, o seu nome consta do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados.
Obra
O homem que julgou morrer de amor / O caso virtual – 1996 (novela e teatro)
Portugués, guapo y matador – 1997 (romance)
Nome de tango – 1998 (romance)
As mulheres deviam vir com livro de instruções – 1999 (romance)
O amor é para os parvos – 2000 (romance)
Palácio de cristal, jardim-paraíso – 2000 (álbum)
Sertão dourado – 2001 (romance)
Paixões & embirrações – 2002 (crónicas)
Oito cidades e uma carta de amor – 2003 (contos e fotos)
A menina gigante – 2003 (infantil)
Os fantasmas de Pessoa – 2004 (romance)
O Silêncio de um homem só – 2004 (contos) - Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco
Os Olhos do homem que chorava no rio – 2005 (com Ana Paula Tavares)
Porto: Orgulho e Renascimento – 2006
Aonde o Vento me Levar – 2007 (romance)
E PORTUGUÊS É ESCRITOR
CHAMA-SE MANUEL JORGE
MARMELO
Manuel Jorge Marmelo (Porto, 1971) é um jornalista e escritor português.
A trabalhar na imprensa desde 1989, recebeu em 1994 o prémio de jornalismo da Lufthansa e, em 1996, a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club.
Estreou-se nas letras em 1996 com o livro O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual, tendo sido convidado, nesse mesmo ano, a participar na colectânea A cidade sonhada, a par de alguns dos mais reputados escritores, poetas e artistas do Porto. O livro de contos O Silêncio de um homem só (2004) valeu-lhe o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco.
Tem participado em várias publicações e antologias, entre as quais se destacam: “Porto.Ficção” (edição Asa), “Putas – Antologia do Novo Conto Português e Brasileiro” (edição Quasi), “Porto, Fragment de Vie” (da editora francesa L’Escampette), “Doze Contos com Livros Dentro” (edição Campo das Letras), “Suplemento Literário de Minas Gerais” e “Bestiário” (ambos do Brasil), “Magazine Artes” e “Imagem Passa Palavra” (edição Cooperativa Gesto). Escreveu ainda os textos dos livros “Vitória: Verso e Reverso” (edição Afrontamento) e “Mário Marques, Para Além do Instante” (edição do Centro Português de Fotografia).
Desde Julho de 2001, o seu nome consta do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados.
Obra
O homem que julgou morrer de amor / O caso virtual – 1996 (novela e teatro)
Portugués, guapo y matador – 1997 (romance)
Nome de tango – 1998 (romance)
As mulheres deviam vir com livro de instruções – 1999 (romance)
O amor é para os parvos – 2000 (romance)
Palácio de cristal, jardim-paraíso – 2000 (álbum)
Sertão dourado – 2001 (romance)
Paixões & embirrações – 2002 (crónicas)
Oito cidades e uma carta de amor – 2003 (contos e fotos)
A menina gigante – 2003 (infantil)
Os fantasmas de Pessoa – 2004 (romance)
O Silêncio de um homem só – 2004 (contos) - Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco
Os Olhos do homem que chorava no rio – 2005 (com Ana Paula Tavares)
Porto: Orgulho e Renascimento – 2006
Aonde o Vento me Levar – 2007 (romance)
LIGA PORTUGUESA
.
VITÓRIA DIFICIL DO PORTO E
DO SPORTING, NUMA JORNADA
EM QUE SE DESTACA O ESTORIL
,QUE ESTÁ A APANHAR A VAGA
PARA A LIGA EUROPA.
Estoril Praia 2-1 SC Braga
FC Porto 2-0 V. Setúbal
Gil Vicente 2-0 Olhanense
Rio Ave 2-1 Beira-Mar
V. Guimarães 2-2 P. Ferreira
Sporting 2-1 Nacional
Académica 1-0 Moreirense
Marítimo 29/04 20:00 Benfica h2h
SPORTING-NACIONAL..2-1
O Sporting bateu, este domingo, o Nacional da Madeira, por 2x1, na 27ª jornada da Liga portuguesa, e continua a dois pontos de um lugar europeu, de onde se terá despedido a equipa de Manuel Machado, agora a quatro pontos desse objetivo.
Atuação À Capel abriu a tarde
Diego Capel começou por chamar a si o protagonismo da tarde em Alvalade, ao marcar de calcanhar o primeiro golo que deixa o Sporting no encalço da Europa. O espanhol foi o melhor em campo no duelo com o Nacional da Madeira, que ainda tentou sair da capital com alguma coisa mas acabou por ficar ainda mais longe do sonho europeu.
Jesualdo Ferreira surpreendeu ao entregar a titularidade a Adrien Silva, no dia seguinte à notícia que dava conta de uma separação entre o médio e os leões no final da temporada. O resto foi sem surpresa, com Bruma a repetir a titularidade da Luz e Diego Capel a anotar o melhor lance do jogo logo aos seis minutos.
Capel fez um grande golo ©Carlos Alberto CostaBruma trocou as voltas ao marcador direto na esquerda do ataque verde e branco, escapou-se para a linha de fundo e serviu rasteiro; o extremo espanhol apareceu que nem uma flecha na antecipação ao central e de calcanhar levou Alvalade ao delírio. Depois de uma semana que rodou em torno de João Capela, o Sporting entrava no jogo com um golo À Capel.
Poste tirou o «bis» ao espanhol
Ao golo madrugador dos leões seguiu-se um jogo interessante e com algumas jogadas de perigo, sobretudo quando Diego Capel decidia imprimir velocidade; do lado do Nacional era Candeias que procurava alumiar o caminho madeirense, mas esteve sempre mais perto o 2x0 do que propriamente o empate dos insulares.
Prova disso, a bola no ferro da baliza de Gottardi, aos 24 minutos, claro está, após um tiro de Diego Capel. O espanhol ficou bem perto do «bis», mas teve pontaria a mais. Outro lance de perigo acrescido dos leões aconteceu aos 39 minutos, mas Marcos Rojo – esquecido na área do Nacional – cabeceou por cima.
Por esta altura já Manuel Machado tinha feito uma substituição, com a troca de Diego Barcellos por Nuno Campos, aos 35 minutos; sinal claro da insatisfação do técnico madeirense perante a exibição pobre da sua equipa, que melhorou substancialmente na segunda parte.
Sempre com Candeias na linha da frente, o Nacional entrou mais vigoroso depois do descanso e aos 61 minutos ficou perto do empate, com Rondón a desviar com perigo um cruzamento de Candeias.
Sporting não levou a sério os avisos, mas foi a tempo da emenda
Marcos Rojo fez o golo da vitória ©Carlos Alberto CostaSofreu mais o Sporting por comparação com o sossego do primeiro tempo. Rondón voltou a ameaçar Rui Patrício, aos 66 minutos, mas voltou a não conseguir o remate perante a saída do internacional português. Mas eram ameaças que o leão devia ter levado a sério, sobretudo as que nasciam do pé direito de Candeias, o autor do empate, aos 74 minutos.
É certo que Bruma teve um daqueles disparates de miúdo, ao complicar junto à linha de fundo ao ponto de entregar a bola a um adversário, que cruzou para um remate potente de Candeias a bater Rui Patrício. Sem brilhar, longe disso, o Nacional confirmava a melhoria com o empate perante mais de 30 mil adeptos em Alvalade.
Chocado pelo golo, o Sporting tentou o regresso ao golo. Esteve perto aos 80 minutos, primeiro no remate de Bruma que Gottardi defendeu e logo depois na «bomba» de Rinaudo, que passou perto do poste direito. Voltava a crescer o Sporting, açoitado pelo golpe de Candeias. O leão rugiu, arranhou e mordeu aos 86 minutos; Bruma cruzou para Marcos Rojo que bateu Gottardi com um grande golpe de cabeça.
......... P J V E D GM GS DG
1 Benfica...... 70 26 22 4 0 70 15 +55 Jogos
2 FC Porto..... 69 27 21 6 0 63 12 +51 Jogos
3 P. Ferreira.. 50 27 13 11 3 40 26 +14 Jogos
4 SC Braga..... 46 27 14 4 9 55 39 +16 Jogos
5 Estoril Praia 38 27 11 5 11 41 34 +7 Jogos
6 V. Guimarães. 37 27 10 7 10 33 44 -11 Jogos
7 Rio Ave ......36 27 10 6 11 32 40 -8 Jogos
8 Sporting .....36 27 9 9 9 31 34 -3 Jogos
9 Marítimo .....34 26 8 10 8 30 39 -9 Jogos
10 Nacional.... 34 27 9 7 11 39 46 -7 Jogos
11 V. Setúbal.. 26 27 7 5 15 29 51 -22 Jogos
12 Gil Vicente .25 27 6 7 14 28 46 -18 Jogos
13 Académica ...24 27 5 9 13 30 42 -12 Jogos
14 Moreirense.. 21 27 4 9 14 25 44 -19 Jogos
15 Olhanense... 21 27 4 9 14 25 41 -16 Jogos
16 Beira-Mar... 20 27 4 8 15 29 47 -18 Jogos

VITÓRIA DIFICIL DO PORTO E
DO SPORTING, NUMA JORNADA
EM QUE SE DESTACA O ESTORIL
,QUE ESTÁ A APANHAR A VAGA
PARA A LIGA EUROPA.
Estoril Praia 2-1 SC Braga
FC Porto 2-0 V. Setúbal
Gil Vicente 2-0 Olhanense
Rio Ave 2-1 Beira-Mar
V. Guimarães 2-2 P. Ferreira
Sporting 2-1 Nacional
Académica 1-0 Moreirense
Marítimo 29/04 20:00 Benfica h2h
SPORTING-NACIONAL..2-1
O Sporting bateu, este domingo, o Nacional da Madeira, por 2x1, na 27ª jornada da Liga portuguesa, e continua a dois pontos de um lugar europeu, de onde se terá despedido a equipa de Manuel Machado, agora a quatro pontos desse objetivo.
Atuação À Capel abriu a tarde
Diego Capel começou por chamar a si o protagonismo da tarde em Alvalade, ao marcar de calcanhar o primeiro golo que deixa o Sporting no encalço da Europa. O espanhol foi o melhor em campo no duelo com o Nacional da Madeira, que ainda tentou sair da capital com alguma coisa mas acabou por ficar ainda mais longe do sonho europeu.
Jesualdo Ferreira surpreendeu ao entregar a titularidade a Adrien Silva, no dia seguinte à notícia que dava conta de uma separação entre o médio e os leões no final da temporada. O resto foi sem surpresa, com Bruma a repetir a titularidade da Luz e Diego Capel a anotar o melhor lance do jogo logo aos seis minutos.
Capel fez um grande golo ©Carlos Alberto CostaBruma trocou as voltas ao marcador direto na esquerda do ataque verde e branco, escapou-se para a linha de fundo e serviu rasteiro; o extremo espanhol apareceu que nem uma flecha na antecipação ao central e de calcanhar levou Alvalade ao delírio. Depois de uma semana que rodou em torno de João Capela, o Sporting entrava no jogo com um golo À Capel.
Poste tirou o «bis» ao espanhol
Ao golo madrugador dos leões seguiu-se um jogo interessante e com algumas jogadas de perigo, sobretudo quando Diego Capel decidia imprimir velocidade; do lado do Nacional era Candeias que procurava alumiar o caminho madeirense, mas esteve sempre mais perto o 2x0 do que propriamente o empate dos insulares.
Prova disso, a bola no ferro da baliza de Gottardi, aos 24 minutos, claro está, após um tiro de Diego Capel. O espanhol ficou bem perto do «bis», mas teve pontaria a mais. Outro lance de perigo acrescido dos leões aconteceu aos 39 minutos, mas Marcos Rojo – esquecido na área do Nacional – cabeceou por cima.
Por esta altura já Manuel Machado tinha feito uma substituição, com a troca de Diego Barcellos por Nuno Campos, aos 35 minutos; sinal claro da insatisfação do técnico madeirense perante a exibição pobre da sua equipa, que melhorou substancialmente na segunda parte.
Sempre com Candeias na linha da frente, o Nacional entrou mais vigoroso depois do descanso e aos 61 minutos ficou perto do empate, com Rondón a desviar com perigo um cruzamento de Candeias.
Sporting não levou a sério os avisos, mas foi a tempo da emenda
Marcos Rojo fez o golo da vitória ©Carlos Alberto CostaSofreu mais o Sporting por comparação com o sossego do primeiro tempo. Rondón voltou a ameaçar Rui Patrício, aos 66 minutos, mas voltou a não conseguir o remate perante a saída do internacional português. Mas eram ameaças que o leão devia ter levado a sério, sobretudo as que nasciam do pé direito de Candeias, o autor do empate, aos 74 minutos.
É certo que Bruma teve um daqueles disparates de miúdo, ao complicar junto à linha de fundo ao ponto de entregar a bola a um adversário, que cruzou para um remate potente de Candeias a bater Rui Patrício. Sem brilhar, longe disso, o Nacional confirmava a melhoria com o empate perante mais de 30 mil adeptos em Alvalade.
Chocado pelo golo, o Sporting tentou o regresso ao golo. Esteve perto aos 80 minutos, primeiro no remate de Bruma que Gottardi defendeu e logo depois na «bomba» de Rinaudo, que passou perto do poste direito. Voltava a crescer o Sporting, açoitado pelo golpe de Candeias. O leão rugiu, arranhou e mordeu aos 86 minutos; Bruma cruzou para Marcos Rojo que bateu Gottardi com um grande golpe de cabeça.
......... P J V E D GM GS DG
1 Benfica...... 70 26 22 4 0 70 15 +55 Jogos
2 FC Porto..... 69 27 21 6 0 63 12 +51 Jogos
3 P. Ferreira.. 50 27 13 11 3 40 26 +14 Jogos
4 SC Braga..... 46 27 14 4 9 55 39 +16 Jogos
5 Estoril Praia 38 27 11 5 11 41 34 +7 Jogos
6 V. Guimarães. 37 27 10 7 10 33 44 -11 Jogos
7 Rio Ave ......36 27 10 6 11 32 40 -8 Jogos
8 Sporting .....36 27 9 9 9 31 34 -3 Jogos
9 Marítimo .....34 26 8 10 8 30 39 -9 Jogos
10 Nacional.... 34 27 9 7 11 39 46 -7 Jogos
11 V. Setúbal.. 26 27 7 5 15 29 51 -22 Jogos
12 Gil Vicente .25 27 6 7 14 28 46 -18 Jogos
13 Académica ...24 27 5 9 13 30 42 -12 Jogos
14 Moreirense.. 21 27 4 9 14 25 44 -19 Jogos
15 Olhanense... 21 27 4 9 14 25 41 -16 Jogos
16 Beira-Mar... 20 27 4 8 15 29 47 -18 Jogos
sexta-feira, abril 26, 2013
segunda-feira, abril 22, 2013
PAULISTÃO - CONCLUIDA A 1ª.FASE
,
CONCLUIDA A 1ª.FASE, OS 8 PRIMEIROS
VÃO AGORA ENTRAR NOS QUARTOS DE FINAL
A ELIMINAR
A 19ª.E ULTIMA JONADA FOI ASSIM
21/04/2013 PA1 J19 Oeste 0-4 São Bernardo Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Bragantino 0-0 Ponte Preta Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Mirassol 2-0 Linense Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Guarani 1-3 União Barbarense Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 XV de Piracicaba 4-1 Botafogo-SP Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Mogi Mirim 1-0 São Paulo Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 São Caetano 0-2 Paulista Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Corinthians 2-0 Atlético Sorocaba Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Ituano 2-1 Palmeiras Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Santos 2-1 Penapolense Paulista 2013
CLASSIFICAÇÃO FINAL
MELHOR MARCADOR
1. Neymar Santos 12
2. William Ponte Preta 11
3. Lincom Bragantino 9
........... P J V E D GM GS J V E D GM GS J V E D GM GS
1 São Paulo 41 19 13 2 4 34 18 10 6 2 2 16 8 9 7 0 2 18 10
2 Mogi Mirim 39 19 12 3 4 36 19 10 7 1 2 22 10 9 5 2 2 14 9
3 Santos 39 19 11 6 2 35 21 10 6 3 1 18 11 9 5 3 1 17 10
4 Ponte Preta 38 19 10 8 1 27 13 10 7 2 1 16 6 9 3 6 0 11 7
5 Corinthians 35 19 9 8 2 31 16 10 6 3 1 22 9 9 3 5 1 9 7
6 Palmeiras 34 19 9 7 3 34 24 10 7 2 1 18 6 9 2 5 2 16 18
7 Botafogo-SP 31 19 9 4 6 26 23 9 7 1 1 15 4 10 2 3 5 11 19
8 Penapolense 28 19 8 4 7 26 22 9 6 2 1 17 5 10 2 2 6 9 17
9 Linense 27 19 7 6 6 27 28 9 4 4 1 15 9 10 3 2 5 12 19 Jogos
10 XV de Piracicaba 25 19 6 7 6 31 30 9 3 5 1 19 14 10 3 2 5 12 16 Jogos
11 Bragantino 25 19 6 7 6 25 28 10 4 4 2 17 15 9 2 3 4 8 13 Jogos
12 São Bernardo 20 19 5 5 9 24 30 9 3 2 4 13 13 10 2 3 5 11 17 Jogos
13 Paulista 20 19 5 5 9 19 25 9 2 4 3 9 10 10 3 1 6 10 15 Jogos
14 Ituano 20 19 5 5 9 20 29 9 2 4 3 11 12 10 3 1 6 9 17 Jogos
15 Atlético Sorocaba 19 19 5 4 10 26 30 9 3 1 5 15 15 10 2 3 5 11 15 Jogos
16 Oeste 19 19 5 4 10 21 32 10 4 3 3 16 15 9 1 1 7 5 17 Jogos
17 Mirassol 18 19 5 3 11 30 33 10 4 1 5 20 15 9 1 2 6 10 18 Jogos
18 União Barbarense 16 19 3 7 9 14 28 9 0 6 3 5 11 10 3 1 6 9 17 Jogos
19 São Caetano 13 19 2 7 10 19 35 9 1 2 6 9 16 10 1 5 4 10 19 Jogos
20 Guarani 10 19 2 4 13 20 41 10 1 1 8 8 20 9 1 3 5 12 21 Jogos
agora vamos ter os quartos de final no próximo final de semana
28/04/2013 Santos 28/04 Palmeiras
28/04/2013 Mogi Mirim 28/04 Botafogo-SP
28/04/2013 São Paulo 28/04 Penapolense
28/04/2013 Ponte Preta 28/04 Corinthians
CONCLUIDA A 1ª.FASE, OS 8 PRIMEIROS
VÃO AGORA ENTRAR NOS QUARTOS DE FINAL
A ELIMINAR
A 19ª.E ULTIMA JONADA FOI ASSIM
21/04/2013 PA1 J19 Oeste 0-4 São Bernardo Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Bragantino 0-0 Ponte Preta Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Mirassol 2-0 Linense Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Guarani 1-3 União Barbarense Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 XV de Piracicaba 4-1 Botafogo-SP Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Mogi Mirim 1-0 São Paulo Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 São Caetano 0-2 Paulista Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Corinthians 2-0 Atlético Sorocaba Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Ituano 2-1 Palmeiras Paulista 2013
21/04/2013 PA1 J19 Santos 2-1 Penapolense Paulista 2013
CLASSIFICAÇÃO FINAL
MELHOR MARCADOR
1. Neymar Santos 12
2. William Ponte Preta 11
3. Lincom Bragantino 9
........... P J V E D GM GS J V E D GM GS J V E D GM GS
1 São Paulo 41 19 13 2 4 34 18 10 6 2 2 16 8 9 7 0 2 18 10
2 Mogi Mirim 39 19 12 3 4 36 19 10 7 1 2 22 10 9 5 2 2 14 9
3 Santos 39 19 11 6 2 35 21 10 6 3 1 18 11 9 5 3 1 17 10
4 Ponte Preta 38 19 10 8 1 27 13 10 7 2 1 16 6 9 3 6 0 11 7
5 Corinthians 35 19 9 8 2 31 16 10 6 3 1 22 9 9 3 5 1 9 7
6 Palmeiras 34 19 9 7 3 34 24 10 7 2 1 18 6 9 2 5 2 16 18
7 Botafogo-SP 31 19 9 4 6 26 23 9 7 1 1 15 4 10 2 3 5 11 19
8 Penapolense 28 19 8 4 7 26 22 9 6 2 1 17 5 10 2 2 6 9 17
9 Linense 27 19 7 6 6 27 28 9 4 4 1 15 9 10 3 2 5 12 19 Jogos
10 XV de Piracicaba 25 19 6 7 6 31 30 9 3 5 1 19 14 10 3 2 5 12 16 Jogos
11 Bragantino 25 19 6 7 6 25 28 10 4 4 2 17 15 9 2 3 4 8 13 Jogos
12 São Bernardo 20 19 5 5 9 24 30 9 3 2 4 13 13 10 2 3 5 11 17 Jogos
13 Paulista 20 19 5 5 9 19 25 9 2 4 3 9 10 10 3 1 6 10 15 Jogos
14 Ituano 20 19 5 5 9 20 29 9 2 4 3 11 12 10 3 1 6 9 17 Jogos
15 Atlético Sorocaba 19 19 5 4 10 26 30 9 3 1 5 15 15 10 2 3 5 11 15 Jogos
16 Oeste 19 19 5 4 10 21 32 10 4 3 3 16 15 9 1 1 7 5 17 Jogos
17 Mirassol 18 19 5 3 11 30 33 10 4 1 5 20 15 9 1 2 6 10 18 Jogos
18 União Barbarense 16 19 3 7 9 14 28 9 0 6 3 5 11 10 3 1 6 9 17 Jogos
19 São Caetano 13 19 2 7 10 19 35 9 1 2 6 9 16 10 1 5 4 10 19 Jogos
20 Guarani 10 19 2 4 13 20 41 10 1 1 8 8 20 9 1 3 5 12 21 Jogos
agora vamos ter os quartos de final no próximo final de semana
28/04/2013 Santos 28/04 Palmeiras
28/04/2013 Mogi Mirim 28/04 Botafogo-SP
28/04/2013 São Paulo 28/04 Penapolense
28/04/2013 Ponte Preta 28/04 Corinthians
CARIOCÃO
.
A ULTIMA JORNADA DA TAÇA
RIO, FASE GRUPOS JOGOU-
SE NESTE FINAL DE SEMANA
Vasco e Flamengo já afastados da possibilidade de ir às semi finais.
serie a
Madureira-Vasco 1-0
Olaria-Nova Iguaçu 2-1
Volta Redonda-Botafogo 0-1
Friburguese.Quissamã 4-2
seria B
Macaé 1-3 Flamengo
Duque de Caxias 0-1 Audax Rio
Boavista-RJ 3-2 Resende
Fluminense 2-0 Bangu
Classificados com jogos marcados para o dia 27 e 28
Botafogo vs Resende 2013-04-27 22:30
Fluminense vs Volta Redonda 2013-04-28
A ULTIMA JORNADA DA TAÇA
RIO, FASE GRUPOS JOGOU-
SE NESTE FINAL DE SEMANA
Vasco e Flamengo já afastados da possibilidade de ir às semi finais.
serie a
Madureira-Vasco 1-0
Olaria-Nova Iguaçu 2-1
Volta Redonda-Botafogo 0-1
Friburguese.Quissamã 4-2
seria B
Macaé 1-3 Flamengo
Duque de Caxias 0-1 Audax Rio
Boavista-RJ 3-2 Resende
Fluminense 2-0 Bangu
Classificados com jogos marcados para o dia 27 e 28
Botafogo vs Resende 2013-04-27 22:30
Fluminense vs Volta Redonda 2013-04-28
MARISA MONTE EM PORTUGAL PARA 4 CONCERTOS
. MARISA MONTE É UM CASO
DE QUALIDADE, E EM PORTUGAL
UM FENÓMENO DE POPULARIDADE
Cantora brasileira vem a palcos portugueses apresentar as canções do disco 'O Que Você Quer Saber de Verdade'.
Neste abril a cantora brasileira Marisa Monte regressará a palcos nacionais para dois espetáculos, integrados na digressão Verdade Uma Ilusão, que serve para apresentar as canções do seu mais recente álbum de estúdio, intitulado O Que Você Quer Saber de Verdade, lançado em outubro do ano passado.
A cantora atuará no dia 24 de abril no Coliseu do Porto e três dias depois no Coliseu de Lisboa. Estes concertos têm uma forte componente ligada às artes plásticas, através da projeção de obras de artistas contemporâneos
DE QUALIDADE, E EM PORTUGAL
UM FENÓMENO DE POPULARIDADE
Cantora brasileira vem a palcos portugueses apresentar as canções do disco 'O Que Você Quer Saber de Verdade'.
Neste abril a cantora brasileira Marisa Monte regressará a palcos nacionais para dois espetáculos, integrados na digressão Verdade Uma Ilusão, que serve para apresentar as canções do seu mais recente álbum de estúdio, intitulado O Que Você Quer Saber de Verdade, lançado em outubro do ano passado.
A cantora atuará no dia 24 de abril no Coliseu do Porto e três dias depois no Coliseu de Lisboa. Estes concertos têm uma forte componente ligada às artes plásticas, através da projeção de obras de artistas contemporâneos
LIGA PORTUGUESA
.
NESTE FINAL DE SEMANA O DERBY
BENFICA-SPORTING MARCOU A
JORNADA, E PODERÁ TER DECI-
DIDO O CAMPEÃO DESTA ÉPOCA-
SC Braga 1-0 Académica
P. Ferreira 2-1 Rio Ave
Moreirense 0-3 FC Porto
Beira-Mar 1-0 Gil Vicente
V. Setúbal 1-0 Estoril Praia
Nacional 2-1 Marítimo
Benfica 2-0 Sporting
Olhanense 22/04 20:00 V. Guimarães h2h
BENFICA-SPORTING..2-0
Grande jogo onde o Benfica terá dado um passo decisivo no caminho para o título, ao vencer o velho rival de sempre, um Sporting que ,com uma equipa muito jovem com 6 miúdos oriendos da equipa B, gelou a Luz com uma exibição surpreendente e dominadora nos primeiros 30 minutos.
O clube de Alvalade foi prejudicado por uma arbitragem mediocre, com 3 penalties por marcar, com derrubes claros aos avançados Wolswinkel e Capel.
No entanto a vitória do Benfica acabou por se justificar pela classe dos seus jogadores mais credenciados , nomeadamente Gaitan ,Salvio e Lima. O 2º.golo de Lima foi mesmo uma obra de arte.
............P J V E D GM GS DG
1 Benfica.. ..70 26 22 4 0 70 15 +55 Jogos
2 FC Porto.. .66 26 20 6 0 61 12 +49 Jogos
3 P. Ferreira 49 26 13 10 3 38 24 +14 Jogos
4 SC Braga... 46 26 14 4 8 54 37 +17 Jogos
5 Estoril Praia 35 26 10 5 11 39 33 +6 Jogos
6 Marítimo... 34 26 8 10 8 30 39 -9 Jogos
7 Nacional ...34 26 9 7 10 38 44 -6 Jogos
8 Rio Ave ....33 26 9 6 11 30 39 -9 Jogos
9 V. Guimarães 33 25 9 6 10 29 41 -12 Jogos
10 Sporting.. 33 26 8 9 9 29 33 -4 Jogos
11 V. Setúbal 26 26 7 5 14 29 49 -20 Jogos
12 Gil Vicente 22 26 5 7 14 26 46 -20 Jogos
13 Olhanense 21 25 4 9 12 24 37 -13 Jogos
14 Académica 21 26 4 9 13 29 42 -13 Jogos
15 Moreirense 21 26 4 9 13 25 43 -18 Jogos
16 Beira-Mar 20 26 4 8 14 28 45 -17 Jogos
NESTE FINAL DE SEMANA O DERBY
BENFICA-SPORTING MARCOU A
JORNADA, E PODERÁ TER DECI-
DIDO O CAMPEÃO DESTA ÉPOCA-
SC Braga 1-0 Académica
P. Ferreira 2-1 Rio Ave
Moreirense 0-3 FC Porto
Beira-Mar 1-0 Gil Vicente
V. Setúbal 1-0 Estoril Praia
Nacional 2-1 Marítimo
Benfica 2-0 Sporting
Olhanense 22/04 20:00 V. Guimarães h2h
BENFICA-SPORTING..2-0
Grande jogo onde o Benfica terá dado um passo decisivo no caminho para o título, ao vencer o velho rival de sempre, um Sporting que ,com uma equipa muito jovem com 6 miúdos oriendos da equipa B, gelou a Luz com uma exibição surpreendente e dominadora nos primeiros 30 minutos.
O clube de Alvalade foi prejudicado por uma arbitragem mediocre, com 3 penalties por marcar, com derrubes claros aos avançados Wolswinkel e Capel.
No entanto a vitória do Benfica acabou por se justificar pela classe dos seus jogadores mais credenciados , nomeadamente Gaitan ,Salvio e Lima. O 2º.golo de Lima foi mesmo uma obra de arte.
............P J V E D GM GS DG
1 Benfica.. ..70 26 22 4 0 70 15 +55 Jogos
2 FC Porto.. .66 26 20 6 0 61 12 +49 Jogos
3 P. Ferreira 49 26 13 10 3 38 24 +14 Jogos
4 SC Braga... 46 26 14 4 8 54 37 +17 Jogos
5 Estoril Praia 35 26 10 5 11 39 33 +6 Jogos
6 Marítimo... 34 26 8 10 8 30 39 -9 Jogos
7 Nacional ...34 26 9 7 10 38 44 -6 Jogos
8 Rio Ave ....33 26 9 6 11 30 39 -9 Jogos
9 V. Guimarães 33 25 9 6 10 29 41 -12 Jogos
10 Sporting.. 33 26 8 9 9 29 33 -4 Jogos
11 V. Setúbal 26 26 7 5 14 29 49 -20 Jogos
12 Gil Vicente 22 26 5 7 14 26 46 -20 Jogos
13 Olhanense 21 25 4 9 12 24 37 -13 Jogos
14 Académica 21 26 4 9 13 29 42 -13 Jogos
15 Moreirense 21 26 4 9 13 25 43 -18 Jogos
16 Beira-Mar 20 26 4 8 14 28 45 -17 Jogos
quarta-feira, abril 17, 2013
HISTÓRIA DE PORTUGAL - O CONDADO PORTUCALENTE
.
O TERRITÓRIO QUE HOJE É PORTUGAL
Condado Portucalense
868 – 1139

Houve, no actual território de Portugal, ao longo do processo de reconquista, dois Condados Portucalenses ou Condados de Portucale distintos: um primeiro, fundado por Vímara Peres após a presúria de Portucale (Porto) em 868 e incorporado no Reino da Galiza em 1071, após a morte do conde Nuno Mendes (e que embora gozando de certa autonomia, constituiu sempre uma dependência dos Reinos das Astúrias, de Leão e da Galiza), sendo sensivelmente equivalente ao actual Entre-Douro-e-Minho. Um segundo, constituído c. 1095 em feudo do rei Afonso VI de Leão e Castela e oferecido a Henrique de Borgonha, um burguinhão que veio auxiliá-lo na Reconquista de terras aos mouros, tendo também recebido a mão de sua filha, a infanta D. Teresa de Leão. Este último condado era muito maior em extensão, já que abarcava também os territórios do antigo condado de Coimbra, suprimido em 1091, partes de Trás-os-Montes e ainda do sul da Galiza (mormente da diocese de Tui). De notar que Condado é um termo genérico para designar o Território Portucalense, já que os seus chefes eram alternativamente intitulados Comite (conde), Dux (duque) ou Princeps (príncipe).
Por uma questão de comodidade, aludir-se-á ao longo deste artigo ao primeiro condado portucalense como Condado de Portucale, e ao segundo como Condado Portucalense, dado serem essas as expressões mais consagradas.
História
O nome do condado vem do topónimo Portucale, com o qual desde o século IX se designava uma cidade situada perto da foz do Douro, designada de Portus Cale, "Porto de Cale", que se julga ser um nome híbrido formado por um termo latino (Portus, "porto") e outro grego (καλός, transl. kalós, "belo"), donde qualquer coisa como "Porto Belo"; Outra explicação é de que o nome deriva dos povos de cultura castreja que habitariam a área de Cale nos tempos pré-romanos - os Callaeci. Uma explicação alternativa é a de que o nome deriva da deusa venerada pela tribo e que poderia historicamente relacionar-se com a palavra Cailleach (definida como "deusa ancestral"), na Irlanda, numa invasão celta proveniente da Galécia e que teria nesses primórdios invadido a actual Irlanda. Uma outra teoria afirma que a palavra cale ou cala, seria celta e significava "porto", uma "enseada" ou "abrigo", e implicava a existência de um porto celta mais antigo.[1] Ainda outra teoria propõe que Cale deriva de Caladunum.
No século I a.C. as "Histórias de Salústio" referem uma "Cales civitas" localizada na Gallaecia; Cale teria também sido conquistada por Perpena; no século IV, no "Itinerário de Antonino", fala-se de uma povoação chamada de Cale ou Calem; no século V, Idácio de Chaves escreve sobre um "Portucale castrum".
Portucale
Embora a existência da povoação na foz do Douro durante o período romano se encontre confirmada, o mesmo não acontece para a sua localização exacta; o Paroquial Suévico de São Martinho de Dume, estudado pelo cônego Pierre David após a sua identificação pelo também cônego Avelino de Jesus da Costa, um dos nomes mais importantes da diplomática portuguesa,[4] refere-se, séculos depois, a um povoado que designava como Portucale Castrum Antiquum, na margem esquerda, e outro, o Portucale Castrum Novum, na direita.
Aquando do domínio dos Suevos, Portucale foi palco de vários acontecimentos, contando-se entre eles o aprisionamento de Requiário durante a invasão de Teodorico (457), a revolta do seu governador Agiulfo, que pretendia ser aclamado rei e foi executado, e a última batalha (585) de Andeca, último rei suevo, vencido por Leovigildo.
Quando da invasão muçulmana da península Ibérica, Portucale era já, desde a segunda metade do século VI, a sede da diocese Portucalense, situada na província da Galécia, e tendo por metropolita o bispo de Braga. Após a invasão, a diocese não sobreviveu, tendo sido apenas restaurada após a reconquista do Porto, em 868.
Condado de Portucale
A reocupação e possível reconstrução ou fortificação de Portucale verificou-se após a presúria de Vímara Peres, em 868, vivendo, a partir de então, um próspero período da sua história: daí partiu toda a acção de reorganização, bem sucedida, e nalguns casos de repovoamento, para além dos limites da antiga diocese nela sediada, quer ao norte do rio Ave, quer ao sul do rio Douro. Por esta altura, o território designava-se já de Terra Portugalense.
A reconquista permitiu também a restauração diocesana, tendo os bispos de Portucale sido instalados numa pequena povoação chamada Magneto (a qual os especialistas fazem corresponder com a actual Meinedo, no concelho de Lousada).
Apenas dez anos decorridos sobre a reconquista definitiva de Portucale tivesse sido tomada a cidade de Coimbra e erigida em condado independente às mãos de Hermenegildo Guterres; a sua posição de charneira entre os mundos cristão e muçulmano permitiu uma vivência de maior paz no Entre-Douro-e-Minho. As campanhas do Almançor, em finais do século X, porém, fizeram recuar a linha de fronteira de novo até ao Douro.
Na segunda metade do século XI, reconstituiu-se ao sul o condado de Coimbra (que incluía não só a cidade do Mondego, como ainda as terras de Lamego, Viseu e Feira), sendo entregue ao conde (ou alvazil, segundo outros documentos coevos) Sesnando Davides, um moçárabe valido do rei Fernando I de Leão e Castela, que conquistara definitivamente a cidade em 1064 (este condado viria mais tarde a ser incorporado no Portucalense).
Paulo Merêa refere a existência de documentos comprovadamente encontrados na província de Ourense, na Galiza, nos quais surge a referência expressa a terras situadas em Portugal, ou seja, ao sul do rio Lima, e que então pertenciam, e vieram ainda a pertencer durante algum tempo, no âmbito da organização eclesiástica de Tui, repovoada durante o reinado de Ordonho I.
O repovoamento da Terra Portugalense ocorreria no tempo de Afonso Magno, sob o governo de Vímara Peres e seus descendentes
O TERRITÓRIO QUE HOJE É PORTUGAL
Condado Portucalense
868 – 1139

Houve, no actual território de Portugal, ao longo do processo de reconquista, dois Condados Portucalenses ou Condados de Portucale distintos: um primeiro, fundado por Vímara Peres após a presúria de Portucale (Porto) em 868 e incorporado no Reino da Galiza em 1071, após a morte do conde Nuno Mendes (e que embora gozando de certa autonomia, constituiu sempre uma dependência dos Reinos das Astúrias, de Leão e da Galiza), sendo sensivelmente equivalente ao actual Entre-Douro-e-Minho. Um segundo, constituído c. 1095 em feudo do rei Afonso VI de Leão e Castela e oferecido a Henrique de Borgonha, um burguinhão que veio auxiliá-lo na Reconquista de terras aos mouros, tendo também recebido a mão de sua filha, a infanta D. Teresa de Leão. Este último condado era muito maior em extensão, já que abarcava também os territórios do antigo condado de Coimbra, suprimido em 1091, partes de Trás-os-Montes e ainda do sul da Galiza (mormente da diocese de Tui). De notar que Condado é um termo genérico para designar o Território Portucalense, já que os seus chefes eram alternativamente intitulados Comite (conde), Dux (duque) ou Princeps (príncipe).
Por uma questão de comodidade, aludir-se-á ao longo deste artigo ao primeiro condado portucalense como Condado de Portucale, e ao segundo como Condado Portucalense, dado serem essas as expressões mais consagradas.
História
O nome do condado vem do topónimo Portucale, com o qual desde o século IX se designava uma cidade situada perto da foz do Douro, designada de Portus Cale, "Porto de Cale", que se julga ser um nome híbrido formado por um termo latino (Portus, "porto") e outro grego (καλός, transl. kalós, "belo"), donde qualquer coisa como "Porto Belo"; Outra explicação é de que o nome deriva dos povos de cultura castreja que habitariam a área de Cale nos tempos pré-romanos - os Callaeci. Uma explicação alternativa é a de que o nome deriva da deusa venerada pela tribo e que poderia historicamente relacionar-se com a palavra Cailleach (definida como "deusa ancestral"), na Irlanda, numa invasão celta proveniente da Galécia e que teria nesses primórdios invadido a actual Irlanda. Uma outra teoria afirma que a palavra cale ou cala, seria celta e significava "porto", uma "enseada" ou "abrigo", e implicava a existência de um porto celta mais antigo.[1] Ainda outra teoria propõe que Cale deriva de Caladunum.
No século I a.C. as "Histórias de Salústio" referem uma "Cales civitas" localizada na Gallaecia; Cale teria também sido conquistada por Perpena; no século IV, no "Itinerário de Antonino", fala-se de uma povoação chamada de Cale ou Calem; no século V, Idácio de Chaves escreve sobre um "Portucale castrum".
Portucale
Embora a existência da povoação na foz do Douro durante o período romano se encontre confirmada, o mesmo não acontece para a sua localização exacta; o Paroquial Suévico de São Martinho de Dume, estudado pelo cônego Pierre David após a sua identificação pelo também cônego Avelino de Jesus da Costa, um dos nomes mais importantes da diplomática portuguesa,[4] refere-se, séculos depois, a um povoado que designava como Portucale Castrum Antiquum, na margem esquerda, e outro, o Portucale Castrum Novum, na direita.
Aquando do domínio dos Suevos, Portucale foi palco de vários acontecimentos, contando-se entre eles o aprisionamento de Requiário durante a invasão de Teodorico (457), a revolta do seu governador Agiulfo, que pretendia ser aclamado rei e foi executado, e a última batalha (585) de Andeca, último rei suevo, vencido por Leovigildo.
Quando da invasão muçulmana da península Ibérica, Portucale era já, desde a segunda metade do século VI, a sede da diocese Portucalense, situada na província da Galécia, e tendo por metropolita o bispo de Braga. Após a invasão, a diocese não sobreviveu, tendo sido apenas restaurada após a reconquista do Porto, em 868.
Condado de Portucale
A reocupação e possível reconstrução ou fortificação de Portucale verificou-se após a presúria de Vímara Peres, em 868, vivendo, a partir de então, um próspero período da sua história: daí partiu toda a acção de reorganização, bem sucedida, e nalguns casos de repovoamento, para além dos limites da antiga diocese nela sediada, quer ao norte do rio Ave, quer ao sul do rio Douro. Por esta altura, o território designava-se já de Terra Portugalense.
A reconquista permitiu também a restauração diocesana, tendo os bispos de Portucale sido instalados numa pequena povoação chamada Magneto (a qual os especialistas fazem corresponder com a actual Meinedo, no concelho de Lousada).
Apenas dez anos decorridos sobre a reconquista definitiva de Portucale tivesse sido tomada a cidade de Coimbra e erigida em condado independente às mãos de Hermenegildo Guterres; a sua posição de charneira entre os mundos cristão e muçulmano permitiu uma vivência de maior paz no Entre-Douro-e-Minho. As campanhas do Almançor, em finais do século X, porém, fizeram recuar a linha de fronteira de novo até ao Douro.
Na segunda metade do século XI, reconstituiu-se ao sul o condado de Coimbra (que incluía não só a cidade do Mondego, como ainda as terras de Lamego, Viseu e Feira), sendo entregue ao conde (ou alvazil, segundo outros documentos coevos) Sesnando Davides, um moçárabe valido do rei Fernando I de Leão e Castela, que conquistara definitivamente a cidade em 1064 (este condado viria mais tarde a ser incorporado no Portucalense).
Paulo Merêa refere a existência de documentos comprovadamente encontrados na província de Ourense, na Galiza, nos quais surge a referência expressa a terras situadas em Portugal, ou seja, ao sul do rio Lima, e que então pertenciam, e vieram ainda a pertencer durante algum tempo, no âmbito da organização eclesiástica de Tui, repovoada durante o reinado de Ordonho I.
O repovoamento da Terra Portugalense ocorreria no tempo de Afonso Magno, sob o governo de Vímara Peres e seus descendentes
terça-feira, abril 16, 2013
FESTIN 2013 - FESTIVAL DE CINEMA DE LINGUA PORTUGUESA
EM FORAM OS VEMNCEDORES DOS
PRÉMIOS DO CERTAME
VENCEDORES DOS PRÉMIOS DO FESTIN 2013
Terminou no passado dia 10 de abril a 4ª edição do FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, em Lisboa, no Cinema São Jorge, com a entrega dos prémios. O júri do FESTin elegeu “A Coleção Invisível”, filme de estreia do realizador Bernard Attal, como a Melhor Longa-Metragem em competição. Inspirado num conto de Stefan Zweig, este filme foi também o último trabalho do ator Walmor Chagas, antes do seu falecimento recente. Bernard Attal recebeu o troféu e um prémio monetário no valor de 2.500 euros. Para além do prémio de melhor filme nas longas-metragens, o cinema brasileiro arrecadou também o prémio de melhor curta, que foi atribuído a “Cowboy” do realizador Tarcísio Lara Puiati. Pela primeira vez, foi também atribuído o Prémio CPLP, concedido ao filme “Cartas para Angola”, dos realizadores Coraci Ruiz e Júlio Matos (Brasil), no valor de 1.200 euros. “Colegas”, de Marcelo Galvão, recebeu uma menção honrosa do júri e foi ainda escolhido pelo público como a melhor longa-metragem do festival.
Longa-Metragens
Melhor Filme
A Coleção Invisível, de Bernard Attal (Brasil)
Menção Honrosa
Colegas, de Marcelo Galvão (Brasil)
Prémio CPLP
Cartas para Angola, de Coraci Ruiz e Júlio Matos (Brasil)
Melhor Atriz
Leandra Leal, em Bonitinha, mas Ordinária (Brasil)
Melhor Ator
Lázaro Ramos, em O Grande Kilapy (Angola)
Prémio do Público
Colegas, de Marcelo Galvão (Brasil)
Curtas-Metragens
Melhor Filme
Cowboy, de Tarcísio Lara Puiati (Brasil)
Menção Honrosa
A Dama do Estácio (Brasil)
Nylon da Minha Aldeia (Portugal)
Água Boa, Vida Saudável (São Tomé e Princípe)
Prémio do Público
O Bebé, de Reza Hajipour (Portugal)
PRÉMIOS DO CERTAME
VENCEDORES DOS PRÉMIOS DO FESTIN 2013
Terminou no passado dia 10 de abril a 4ª edição do FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, em Lisboa, no Cinema São Jorge, com a entrega dos prémios. O júri do FESTin elegeu “A Coleção Invisível”, filme de estreia do realizador Bernard Attal, como a Melhor Longa-Metragem em competição. Inspirado num conto de Stefan Zweig, este filme foi também o último trabalho do ator Walmor Chagas, antes do seu falecimento recente. Bernard Attal recebeu o troféu e um prémio monetário no valor de 2.500 euros. Para além do prémio de melhor filme nas longas-metragens, o cinema brasileiro arrecadou também o prémio de melhor curta, que foi atribuído a “Cowboy” do realizador Tarcísio Lara Puiati. Pela primeira vez, foi também atribuído o Prémio CPLP, concedido ao filme “Cartas para Angola”, dos realizadores Coraci Ruiz e Júlio Matos (Brasil), no valor de 1.200 euros. “Colegas”, de Marcelo Galvão, recebeu uma menção honrosa do júri e foi ainda escolhido pelo público como a melhor longa-metragem do festival.
Longa-Metragens
Melhor Filme
A Coleção Invisível, de Bernard Attal (Brasil)
Menção Honrosa
Colegas, de Marcelo Galvão (Brasil)
Prémio CPLP
Cartas para Angola, de Coraci Ruiz e Júlio Matos (Brasil)
Melhor Atriz
Leandra Leal, em Bonitinha, mas Ordinária (Brasil)
Melhor Ator
Lázaro Ramos, em O Grande Kilapy (Angola)
Prémio do Público
Colegas, de Marcelo Galvão (Brasil)
Curtas-Metragens
Melhor Filme
Cowboy, de Tarcísio Lara Puiati (Brasil)
Menção Honrosa
A Dama do Estácio (Brasil)
Nylon da Minha Aldeia (Portugal)
Água Boa, Vida Saudável (São Tomé e Princípe)
Prémio do Público
O Bebé, de Reza Hajipour (Portugal)
segunda-feira, abril 15, 2013
A COMPANHIA BRASILEIRA DA DEBORAH COLKER, VEM A PORTUGAL
.
E APRESENTARÁ EM LISBOA, NO TEATRO
SÃO LUIZ DOS DIAS 19 A 21, O SEU
ESPECTACULO DE DANÇA "TATYANA"
A Companhia de Dança Deborah Colker foi criada em 1994, no Rio de Janeiro e, a partir do ano seguinte, a manutenção das suas atividades de pesquisa, criação e produção de espetáculos passou a ser projeto convidado da Petrobras.
Pela formação múltipla da sua criadora, que inclui desde o balét clássico, até o vôlei e a psicologia, o trabalho da Companhia une diferentes estilos e referências, com integração de elementos como vitalidade, força, destreza e vigor rítmico ao estudo dos movimentos, dos planos verticais e horizontais, do sistema de relações entre a arquitetura e a dança, a profundidade e o volume, o movimento do cotidiano e o espaço.
Com trabalho reconhecido nacional e internacionalmente, a Companhia apresenta-se em mais de trinta cidades brasileiras e em diversos países das Américas, da Europa, agora em Lisboa, da Ásia e da Oceania.
2011
Tatyana: o mais novo trabalho de Deborah Colker é inspirado em um clássico da literatura universal. “Tatyana” leva aos palcos os personagens do romance em versos “Evguêni Oniéguin”, de Alexander Púshkin. Para expressar a força poética e a magia do romance, a Companhia leva ao palco o próprio Púchkin, interagindo com as ações, desejos, pensamentos e modificações dos quatro protagonistas de sua obra-prima.
Espetáculos de repertório
2008 – Cruel: é uma série aberta de elementos narrativos que só se completa com o olhar do espectador. Corpos em movimento que exigem a decifração, um novo jogo entre o Acaso e a Necessidade. Histórias ordinárias, daquelas que se repetem, atam e desatam. Histórias quase sempre cruéis.
2006 – Dínamo: foi concebido para ser exibido durante a realização da Copa do Mundo de 2006 e levava o nome de Maracanã. Integrado ao repertório da companhia, foi adicionada uma parte do primeiro espetáculo da companhia, Velox, que tem a mesma temática, “Esporte”. Em Dínamo, entra em campo o universo do futebol, o jogo, suas táticas, sua ginga e principalmente a paixão.
2005 – Nó: em cena, bailarinos amarrados, corpos que se aprisionam e se libertam, movimentos inspirados em um cavalo, dançarinos entrelaçados, uma mulher presa pelos cabelos. A dança trabalha um tema demasiado humano: o desejo.
2002 - 4 por 4: é uma colaboração entre dança e arte visual. Trabalhos de artistas brasileiros de diferentes épocas e estilos são transformados em dança. O espetáculo traz para a companhia conceitos como restrição, delicadeza, limite, desafio, transparência e, principalmente, clareza.
1999 – Casa: Deborah parte de uma idéia simples, investir nas ações banais para entrar no mundo imaginário e transformá-lo em movimento. Como faz parte do seu processo criativo, o cotidiano é uma fonte de inspiração.
1997 – Rota: são linhas, círculos, mapas. Possibilidades de caminhos, descobrimentos. A exploração de vários planos e níveis, ocupação integral do espaço.
1995 – Mix: reúne os dois primeiros espetáculos da Companhia, Vulcão e Velox. Com o este espetáculo, Deborah Colker foi a primeira brasileira a ser agraciada com o prêmio Laurence Olivier, um dos mais prestigiados das artes cênicas em Londres. Deborah foi a vencedora da categoria “Outstanding Achievement in Dance” (Destaque em Dança), na edição 2001 do prêmio.
E APRESENTARÁ EM LISBOA, NO TEATRO
SÃO LUIZ DOS DIAS 19 A 21, O SEU
ESPECTACULO DE DANÇA "TATYANA"
A Companhia de Dança Deborah Colker foi criada em 1994, no Rio de Janeiro e, a partir do ano seguinte, a manutenção das suas atividades de pesquisa, criação e produção de espetáculos passou a ser projeto convidado da Petrobras.
Pela formação múltipla da sua criadora, que inclui desde o balét clássico, até o vôlei e a psicologia, o trabalho da Companhia une diferentes estilos e referências, com integração de elementos como vitalidade, força, destreza e vigor rítmico ao estudo dos movimentos, dos planos verticais e horizontais, do sistema de relações entre a arquitetura e a dança, a profundidade e o volume, o movimento do cotidiano e o espaço.
Com trabalho reconhecido nacional e internacionalmente, a Companhia apresenta-se em mais de trinta cidades brasileiras e em diversos países das Américas, da Europa, agora em Lisboa, da Ásia e da Oceania.
2011
Tatyana: o mais novo trabalho de Deborah Colker é inspirado em um clássico da literatura universal. “Tatyana” leva aos palcos os personagens do romance em versos “Evguêni Oniéguin”, de Alexander Púshkin. Para expressar a força poética e a magia do romance, a Companhia leva ao palco o próprio Púchkin, interagindo com as ações, desejos, pensamentos e modificações dos quatro protagonistas de sua obra-prima.
Espetáculos de repertório
2008 – Cruel: é uma série aberta de elementos narrativos que só se completa com o olhar do espectador. Corpos em movimento que exigem a decifração, um novo jogo entre o Acaso e a Necessidade. Histórias ordinárias, daquelas que se repetem, atam e desatam. Histórias quase sempre cruéis.
2006 – Dínamo: foi concebido para ser exibido durante a realização da Copa do Mundo de 2006 e levava o nome de Maracanã. Integrado ao repertório da companhia, foi adicionada uma parte do primeiro espetáculo da companhia, Velox, que tem a mesma temática, “Esporte”. Em Dínamo, entra em campo o universo do futebol, o jogo, suas táticas, sua ginga e principalmente a paixão.
2005 – Nó: em cena, bailarinos amarrados, corpos que se aprisionam e se libertam, movimentos inspirados em um cavalo, dançarinos entrelaçados, uma mulher presa pelos cabelos. A dança trabalha um tema demasiado humano: o desejo.
2002 - 4 por 4: é uma colaboração entre dança e arte visual. Trabalhos de artistas brasileiros de diferentes épocas e estilos são transformados em dança. O espetáculo traz para a companhia conceitos como restrição, delicadeza, limite, desafio, transparência e, principalmente, clareza.
1999 – Casa: Deborah parte de uma idéia simples, investir nas ações banais para entrar no mundo imaginário e transformá-lo em movimento. Como faz parte do seu processo criativo, o cotidiano é uma fonte de inspiração.
1997 – Rota: são linhas, círculos, mapas. Possibilidades de caminhos, descobrimentos. A exploração de vários planos e níveis, ocupação integral do espaço.
1995 – Mix: reúne os dois primeiros espetáculos da Companhia, Vulcão e Velox. Com o este espetáculo, Deborah Colker foi a primeira brasileira a ser agraciada com o prêmio Laurence Olivier, um dos mais prestigiados das artes cênicas em Londres. Deborah foi a vencedora da categoria “Outstanding Achievement in Dance” (Destaque em Dança), na edição 2001 do prêmio.
CARIOCÃO
.
O FLA VENCEU O FLU 3-1
NUM CLASSICO ANIMADO

CARIOCÃO - RESULTADOS DO FIM DE SEMANA
Domingo, 14 Abril
Flamengo 3-1 Fluminense
Botafogo 4-1 Nova Iguaçu
Sábado, 13 Abril
Volta Redonda 0-0 Olaria
Vasco 3-1 Quissamã
Friburguense 2-2 Madureira
Boavista-RJ 1-2 Duque de Caxias
Macaé 1-0 Bangu
Resende 2-1 Audax Rio
FLU.FLA 3-1
O FLA VENCEU O FLU 3-1
NUM CLASSICO ANIMADO

CARIOCÃO - RESULTADOS DO FIM DE SEMANA
Domingo, 14 Abril
Flamengo 3-1 Fluminense
Botafogo 4-1 Nova Iguaçu
Sábado, 13 Abril
Volta Redonda 0-0 Olaria
Vasco 3-1 Quissamã
Friburguense 2-2 Madureira
Boavista-RJ 1-2 Duque de Caxias
Macaé 1-0 Bangu
Resende 2-1 Audax Rio
FLU.FLA 3-1
quinta-feira, abril 11, 2013
CINEMA BRASILEIRO - "É PROIBIDO FUMAR"
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É Proibido Fumar é um filme brasileiro, escrito e dirigido por Anna Muylaert de 2009.
Sinopse
O filme conta a história de uma professora de violão fumante que começa a namorar seu vizinho, um músico de churrascaria e por ele larga o cigarro.
Mas a sua crise de abstinência será apimentada pelas saudades que ele sente da ex-mulher,que é modelo de mão.
Elenco
Glória Pires como Baby, a protagonista e Paulo Miklos, como Max - seu par. Participações especiais de Marisa Orth, Paulo Cesar Peréio, Antonio Abujamra, Marcelo Mansfield, André Abujamra, Lourenço Mutarelli e a cantora Pitty.
Dados técnicos
Na equipe, Jacob Solitrenick, direção de fotografia, Ana Mara Abreu, diretora de arte, Marisa Guimarães, figurinista, Sara Silveira e Maria Ionescu na produção. Na trilha sonora vários canções de MPB como "Taj Mahal" de Jorge Ben Jor, "Baby" , de Caetano Veloso e "Filhos de Gandhi" de Gilberto Gil. Produção Africa filmes e Dezenove som imagens.
Prêmios e indicações
Festival de Brasília - 2009
Melhor Filme
Melhor Ator - Paulo Miklos
Melhor Atriz - Glória Pires
Melhor Atriz Coadjuvante - Dani Nefussi
Melhor Roteiro - Anna Muylaert
Melhor Direção de Arte - Mara Abreu
Melhor Trilha Sonora - Márcio Nigro
Melhor Montagem -Paulo Sacramento
É Proibido Fumar é um filme brasileiro, escrito e dirigido por Anna Muylaert de 2009.
Sinopse
O filme conta a história de uma professora de violão fumante que começa a namorar seu vizinho, um músico de churrascaria e por ele larga o cigarro.
Mas a sua crise de abstinência será apimentada pelas saudades que ele sente da ex-mulher,que é modelo de mão.
Elenco
Glória Pires como Baby, a protagonista e Paulo Miklos, como Max - seu par. Participações especiais de Marisa Orth, Paulo Cesar Peréio, Antonio Abujamra, Marcelo Mansfield, André Abujamra, Lourenço Mutarelli e a cantora Pitty.
Dados técnicos
Na equipe, Jacob Solitrenick, direção de fotografia, Ana Mara Abreu, diretora de arte, Marisa Guimarães, figurinista, Sara Silveira e Maria Ionescu na produção. Na trilha sonora vários canções de MPB como "Taj Mahal" de Jorge Ben Jor, "Baby" , de Caetano Veloso e "Filhos de Gandhi" de Gilberto Gil. Produção Africa filmes e Dezenove som imagens.
Prêmios e indicações
Festival de Brasília - 2009
Melhor Filme
Melhor Ator - Paulo Miklos
Melhor Atriz - Glória Pires
Melhor Atriz Coadjuvante - Dani Nefussi
Melhor Roteiro - Anna Muylaert
Melhor Direção de Arte - Mara Abreu
Melhor Trilha Sonora - Márcio Nigro
Melhor Montagem -Paulo Sacramento
PAULISTÃO -
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NO ULTIMO FINAL DE SEMANA O
SÃO PAULO VENCEU O BOTAFOGO-SP
POR 3-1 E CONTINUA LÍDER
XV de Piracicaba 2-0 Bragantino
Ituano 0-0 União Barbarense
Santos 1-1 São Caetano
Penapolense 3-0 Guarani
Linense 3-1 Oeste
Mogi Mirim 2-0 Paulista
Corinthians 2-0 São Bernardo
Ponte Preta 1-2 Palmeiras
Botafogo-SP 1-3 São Paulo
Atlético Sorocaba 3-2 Mirassol
Botafogo-SP 1 x 3 São Paulo
CLASSIFICAÇÃO
1 São Paulo 41 17 13 2 2 34 16 +18 Jogos
2 Ponte Preta 34 17 9 7 1 25 13 +12 Jogos
3 Mogi Mirim 33 17 10 3 4 33 18 +15 Jogos
4 Santos 33 17 9 6 2 29 20 +9 Jogos
5 Corinthians 32 17 8 8 1 28 14 +14 Jogos
6 Palmeiras 31 17 8 7 2 29 21 +8 Jogos
7 Botafogo-SP 28 17 8 4 5 24 19 +5 Jogos
8 Penapolense 27 17 8 3 6 24 19 +5 Jogos
9 Linense 24 17 6 6 5 25 25 0 Jogos
10 Bragantino 24 17 6 6 5 25 27 -2 Jogos
11 Oeste 19 17 5 4 8 21 27 -6 Jogos
12 XV de Piracicaba 19 17 4 7 6 26 29 -3 Jogos
13 Paulista 17 17 4 5 8 15 22 -7 Jogos
14 São Bernardo 17 17 4 5 8 19 28 -9 Jogos
15 Atlético Sorocaba 16 17 4 4 9 25 28 -3 Jogos
16 Mirassol 15 17 4 3 10 28 31 -3 Jogos
17 Ituano 14 17 3 5 9 15 26 -11 Jogos
18 União Barbarense 13 17 2 7 8 11 23 -12 Jogos
19 São Caetano 12 17 2 6 9 18 32 -14 Jogos
20 Guarani 10 17 2 4 11 18 34 -16 Jogos
NO ULTIMO FINAL DE SEMANA O
SÃO PAULO VENCEU O BOTAFOGO-SP
POR 3-1 E CONTINUA LÍDER
XV de Piracicaba 2-0 Bragantino
Ituano 0-0 União Barbarense
Santos 1-1 São Caetano
Penapolense 3-0 Guarani
Linense 3-1 Oeste
Mogi Mirim 2-0 Paulista
Corinthians 2-0 São Bernardo
Ponte Preta 1-2 Palmeiras
Botafogo-SP 1-3 São Paulo
Atlético Sorocaba 3-2 Mirassol
Botafogo-SP 1 x 3 São Paulo
CLASSIFICAÇÃO
1 São Paulo 41 17 13 2 2 34 16 +18 Jogos
2 Ponte Preta 34 17 9 7 1 25 13 +12 Jogos
3 Mogi Mirim 33 17 10 3 4 33 18 +15 Jogos
4 Santos 33 17 9 6 2 29 20 +9 Jogos
5 Corinthians 32 17 8 8 1 28 14 +14 Jogos
6 Palmeiras 31 17 8 7 2 29 21 +8 Jogos
7 Botafogo-SP 28 17 8 4 5 24 19 +5 Jogos
8 Penapolense 27 17 8 3 6 24 19 +5 Jogos
9 Linense 24 17 6 6 5 25 25 0 Jogos
10 Bragantino 24 17 6 6 5 25 27 -2 Jogos
11 Oeste 19 17 5 4 8 21 27 -6 Jogos
12 XV de Piracicaba 19 17 4 7 6 26 29 -3 Jogos
13 Paulista 17 17 4 5 8 15 22 -7 Jogos
14 São Bernardo 17 17 4 5 8 19 28 -9 Jogos
15 Atlético Sorocaba 16 17 4 4 9 25 28 -3 Jogos
16 Mirassol 15 17 4 3 10 28 31 -3 Jogos
17 Ituano 14 17 3 5 9 15 26 -11 Jogos
18 União Barbarense 13 17 2 7 8 11 23 -12 Jogos
19 São Caetano 12 17 2 6 9 18 32 -14 Jogos
20 Guarani 10 17 2 4 11 18 34 -16 Jogos
quarta-feira, abril 10, 2013
HISTÓRIA DO BRASIL - CORONELISMO
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Coronelismo

Coronelismo é um brasileirismo usado para definir a complexa estrutura de poder que tem início no plano municipal, exercido com hipertrofia privada (a figura do coronel) sobre o poder público (o Estado), e tendo como carecteres secundários o mandonismo, o filhotismo (ou apadrinhamento), a fraude eleitoral e a desorganização dos serviços públicos - e abrange todo o sistema político do pais, durante a República Velha. Era representado por lideranças que iam desde o "áspero guerreiro" Horácio de Matos a um letrado Veremundo Soares, possuindo como "linha-mestra" o controle da população. Como forma de poder político consiste na figura de uma liderança local - o Coronel - que define as escolhas dos eleitores em candidatos por ele indicados.
O voto branco e nulo são resquícios desse coronelismo, já que esses votos só facilitavam a entrada dos candidatos no poder. Funcionava assim: em uma cidade com 100mil habitantes e 10 candidatos, por exemplo, para ser eleito era necessário 10mil votos. Se 20mil pessoas votassem branco ou nulo, só eram necessários 8mil votos para se eleger. Dessa forma, menos votos teriam de ser comprados e menos pessoas ameaçadas (Voto de cabresto).
Como período histórico do Brasil compreende o intervalo desde a Proclamação da República (1889) até a prisão dos coroneis baianos, pela Revolução de 1930, tendo seu fim simbólico no assassinato de Horácio de Matos, no ano seguinte, sendo definitivamente sepultado com a derrubada do caudilho gaúcho Flores da Cunha, com a implantação do Estado Novo em 1937. Entretanto, como figura integrante da Guarda Nacional, os oficiais civis tiveram uma existência entre 1831 e 1918 (ou 1924).
Como forma de mandonismo, que tem origem no período colonial - quando era inicialmente absoluto o poder do chefe local, evoluindo em seguida para formas mais elaboradas de controle, passando pelo coronelismo até as modernas formas de clientelismo.[5] Embora o cargo de Coronel da Guarda Nacional tenha sido originado quando da criação da própria Guarda Nacional no Período Regencial quando era Ministro da Justiça o Padre Feijó (1831), não era o mesmo que a patente militar do Exército e, como fenômeno social e político, teve lugar após o advento da República.[9]
O coronel conseguia o voto do eleitor de duas formas: a) por meio de um sacrificio violência: caso o eleitor o traísse, votando em outro candidato, podia perder o emprego ou ser surrado pelos capangas do coronel até a cabeça do barcheta sair do lugar b) pela troca de favores:o coronel oferecia a seus dependentes favores, como uma sacola de alimentos, remédios, segurança, vaga no hospital, dinheiro emprestado, emprego etc.
Diversos autores como Hernam Barcs procuram melhor definir o coronelismo, tendo em vista que, embora tenha sido extinto com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, ainda manteve suas características em várias partes do país e, também, por se confundir com outros conceitos relacionados ao mandonismo, clientelismo e, até, feudalismo, como se verifica em diversos autores brasileiros e estrangeiros.
Oliveira Vianna e Nestor Duarte equiparam o fenômeno ao feudalismo.
Silva e Bastos resumem assim o conceito: "O coronelismo, fenômeno social e político típico da República Velha, embora suas raízes se encontrem no Império, foi decorrente da montagem de modernas insituições - autonomia estadual, voto universal - sobre estruturas arcaicas, baseadas na grande propriedade rural e nos interesses particularistas." /
As raízes
As raízes do Coronelismo provêm da tradição patriarcal brasileira e do arcaísmo da estrutura agropecuária no interior remoto do Brasil.
Quando foi criada a Guarda Nacional em 1831 pelo governo imperial, as milícias e ordenanças foram extintas e substituídas pela nova corporação. A Guarda Nacional passou a defender a integridade do império e a Constituição.
Como os quadros da corporação eram nomeados pelo governo central ou pelos presidentes de província, iniciou-se um longo processo de tráfico de influências e corrupção política. Como o Brasil se baseava estruturalmente em oligarquias, esses líderes, ou seja, os grandes latifundiários e oligarcas, começaram a financiar campanhas políticas de seus afilhados, e ao mesmo tempo ganhar o poder de comandar a Guarda Nacional.
Devido a esta estrutura, a patente de coronel da Guarda Nacional, passou a ser equivalente a um título nobiliárquico, concedida de preferência aos grandes proprietários de terras. Desta forma conseguiram adquirir autoridade para impor a ordem sobre o povo e os escravos.
[editar] A disseminação pelo Brasil e a falta de controle
Devido ao seu território continental, portanto à falta de mecanismos de vigilância direta dos coronéis pelo poder central, e pela população pobre e ignorante, o Brasil passou a ser refém dos coronéis. Estes "personificaram a invasão particular da autoridade pública". O sistema criado pelo coronelismo passou a favorecer os grandes proprietários que iniciaram a invasão, a tomada de terras pela força e a expulsão do pequeno produtor rural, que passou a se transformar numa figura servil em nome dos novos senhores. Portanto, surgiu a figura do coronel sem cargo, qualificado pelo prestígio e pela capacidade de mobilização eleitoral. E este termo coronel vem da Guarda Nacional, para denominar os cargos mais importantes que pertenciam aos chefes locais mais destacados que ocupavam nela os postos superiores, no caso, de coronéis, acompanhados de majores e capitães. Esta foi abolida oficialmente com a ascensão do governo de Getúlio Vargas, contudo persistiu a denominação de “coronel”, que deu origem ao vocábulo coronelismo que perpassou momentos distintos de todo século XX, sendo empregados a pessoas de posses como comerciantes, grandes proprietários rurais, chefes políticos locais entre outros que dispunham de influência sobre as massas e representava para estas autoridades incontestáveis. Nestas condições, serão analisados aqui alguns autores que tratam desta temática, verificando-se onde, período e como foi escrita cada obra que aqui será considerada, averiguando suas semelhanças e diferenças(Silva, Marcondes Alexandre 2009).
O compadrio
Começaram então a surgir as relações de compadrio,[12] onde os elementos considerados inferiores e dependentes submetiam-se ao senhor da terra pela proteção e persuasão. Se por um acaso houvesse alguma resistência de alguma parcela dos apadrinhados, estes eram expulsos da fazenda, perseguidos e assassinados impunemente. Muitas vezes juntamente com toda a sua família para servir de exemplo aos outros afilhados.
Primeira República
Pintura da proclamação da República
Com a Proclamação da República do Brasil até em 1930 quando foi o fim da república velha, o coronelismo se manteve em equilíbrio.
Promulgada a primeira constituição republicana, adotou-se um sistema eleitoral, onde o voto era aberto. Cada chefe político tinha, portanto, pleno controle sobre seus eleitores e, a rigor, a democracia era uma mera ficção[14].
Após o governo Campos Sales houve uma coligação de poderes estaduais que favoreceu o pleno florescimento do coronelismo. O aumento da riqueza agrícola, e portanto do poder dos grandes latifundiários e oligarcas, propiciou sua chegada à esfera do poder central. Os chefes dos estados, passaram a ser os coronéis dos coronéis, os currais eleitorais se multiplicaram no país, a compra e troca de votos dos eleitores por favores e apadrinhamentos passou a ser prática comum nas grandes cidades agora, além da área rural.[15]
A manutenção do poder, e a neutralização da oposição
O interior de Goiás foi palco do coronelismo.
Qualquer coronel chefe de algum município que se opusesse a um coronel do estado, sofreria retaliações em forma de cortes de verbas para o município, que gerariam perda de votos e portanto, o líder caía em desgraça, isto é, opor-se ao governo do estado, implicava sérias privações para o chefe municipal e seus seguidores, principalmente no interior. Nos municípios mais ricos, com o aumento da cultura política da população, começou a haver uma certa oposição ao coronelismo. O problema porém, é que começaram a haver os coronéis de situação e os coronéis de oposição. Embora uma vitória eleitoral de um coronel de oposição, poderia ser considerada um fato raro, pois em caso de vitória deste, a máquina político-administrativa governamental trabalhava contra ele na política, no fisco, na justiça e na administração. O mecanismo era simples e eficiente, uma vez eleito, o opositor precisava de recursos, estes dificilmente viriam sem concessões.
O coronelismo entre as décadas de 1930 a 1960
Entre a década de trinta e a década de sessenta, a população rural iniciou seu lento deslocamento para os centros urbanos. O acesso à educação e aos meios de comunicação fizeram a população aumentar seu nível cultural e portanto sua politização. O eleitor passou a ser mais crítico, e os poderosos então tiveram que mudar suas táticas de obtenção de votos. Começaram a surgir novos líderes, porém no interior o coronelismo continuava com sua força e os currais eleitorais ainda existiam. Ainda hoje, boa parcela da população interiorana é mantida ignorante e sem acesso à informação e à educação, principalmente nas grandes propriedades rurais mais distantes, no interior da Amazônia, onde aumentam as denúncias de escravidão.
A influência dos meios de comunicação
Charge sobre o voto de cabresto.
Com o surgimento de novos líderes e com o crescimento do uso dos meios de comunicação, estes começaram a se dirigir à população de forma cada vez mais concentrada nas grandes cidades que iniciavam seu longo inchaço em direção à favelização diminuindo o poder político dos coronéis. Na área rural porém através da pobreza e da dependência da população, surgiu um novo método de adquirir votos, o chamado voto de cabresto. Este propiciou o crescimento de um método de poder que já existia, porém no Brasil ganhou força juntamente com o coronelismo, era o caudilhismo.
O coronel-caudilho
A diferença básica entre o coronel e o caudilho, é que o primeiro se impõe pela força e pelo medo, enquanto o segundo se impõe pelo carisma e pela liderança no sentido de salvador da pátria. Tanto um quanto outro se manifestaram no Brasil. Ambos eram fenômenos oriundos do meio rural, da ignorância e analfabetismo funcional do eleitor. Ambos eram sistemas onde a palavra de ordem eram ditadura e autoritarismo, muitas vezes através do terror.
O início das liberdades democráticas
Já no final da década de 80, o caudilhismo há muito deixou de ser um método de obtenção e manutenção do poder no Brasil pelos coronéis. Porém o coronelismo perdura nos municípios e regiões mais afastadas no interior, promovendo ainda assassinatos e terrorismo entre a população menos favorecida. Apesar disso, os mecanismos de proteção institucional começaram a se formar com a queda da ditadura militar que havia sido imposta ao País pelo golpe militar de 1964. Em 1988, com a promulgação da Constituição Cidadã, o brasileiro passou a ter reconhecida sua cidadania de forma mais plena. As denúncias de desmandos, corrupção, roubos e crimes de colarinho branco começaram a ser divulgadas pela mídia nacional e internacional. Os detentores do poder econômico, os grandes oligarcas ou coronéis tornaram-se figuras com uma nova roupagem - são os "caciques".
Caciquismo
O caciquismo também é oriundo da época do império, mas o método era utilizado por poucos líderes políticos até ser redescoberto no início da década de noventa.
Uma vez que o fenômeno é bastante semelhante ao coronelismo e ao caudilhismo, o caciquismo difere na agressividade.
O cacique político é o chefe político local de uma determinada comunidade, pode ser um deputado estadual, federal ou um senador. Seu domínio se espalha pelos currais eleitorais que estão a seu dispor. O traço principal do coronel-cacique é a chamada política clientelista, esta se dá através de concessão de favores e cargos públicos, chamados de cargos de confiança, ou cargos comissionados.
O caciquismo, também se utiliza da chamada política de mão-no-ombro. Normalmente o cacique domina seu eleitorado da mesma forma que o caudilho, isto é pela emoção, mas detém o poder de controlar a quantidade de votos de determinada região da mesma forma que o coronelismo, só que desta vez o controle é por zona eleitoral, e não por área rural. Desta forma o cacique age cortando as verbas e trabalhos da máquina estatal para esta zona eleitoral, propiciando um enriquecimento, ou empobrecimento da região conforme sua necessidade de angariar poder. Igual ao coronel, o cacique age também sobre o processo eleitoral local, o que multiplica seu poder e o torna temido.
Coronelismo
Coronelismo é um brasileirismo usado para definir a complexa estrutura de poder que tem início no plano municipal, exercido com hipertrofia privada (a figura do coronel) sobre o poder público (o Estado), e tendo como carecteres secundários o mandonismo, o filhotismo (ou apadrinhamento), a fraude eleitoral e a desorganização dos serviços públicos - e abrange todo o sistema político do pais, durante a República Velha. Era representado por lideranças que iam desde o "áspero guerreiro" Horácio de Matos a um letrado Veremundo Soares, possuindo como "linha-mestra" o controle da população. Como forma de poder político consiste na figura de uma liderança local - o Coronel - que define as escolhas dos eleitores em candidatos por ele indicados.
O voto branco e nulo são resquícios desse coronelismo, já que esses votos só facilitavam a entrada dos candidatos no poder. Funcionava assim: em uma cidade com 100mil habitantes e 10 candidatos, por exemplo, para ser eleito era necessário 10mil votos. Se 20mil pessoas votassem branco ou nulo, só eram necessários 8mil votos para se eleger. Dessa forma, menos votos teriam de ser comprados e menos pessoas ameaçadas (Voto de cabresto).
Como período histórico do Brasil compreende o intervalo desde a Proclamação da República (1889) até a prisão dos coroneis baianos, pela Revolução de 1930, tendo seu fim simbólico no assassinato de Horácio de Matos, no ano seguinte, sendo definitivamente sepultado com a derrubada do caudilho gaúcho Flores da Cunha, com a implantação do Estado Novo em 1937. Entretanto, como figura integrante da Guarda Nacional, os oficiais civis tiveram uma existência entre 1831 e 1918 (ou 1924).
Como forma de mandonismo, que tem origem no período colonial - quando era inicialmente absoluto o poder do chefe local, evoluindo em seguida para formas mais elaboradas de controle, passando pelo coronelismo até as modernas formas de clientelismo.[5] Embora o cargo de Coronel da Guarda Nacional tenha sido originado quando da criação da própria Guarda Nacional no Período Regencial quando era Ministro da Justiça o Padre Feijó (1831), não era o mesmo que a patente militar do Exército e, como fenômeno social e político, teve lugar após o advento da República.[9]
O coronel conseguia o voto do eleitor de duas formas: a) por meio de um sacrificio violência: caso o eleitor o traísse, votando em outro candidato, podia perder o emprego ou ser surrado pelos capangas do coronel até a cabeça do barcheta sair do lugar b) pela troca de favores:o coronel oferecia a seus dependentes favores, como uma sacola de alimentos, remédios, segurança, vaga no hospital, dinheiro emprestado, emprego etc.
Diversos autores como Hernam Barcs procuram melhor definir o coronelismo, tendo em vista que, embora tenha sido extinto com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, ainda manteve suas características em várias partes do país e, também, por se confundir com outros conceitos relacionados ao mandonismo, clientelismo e, até, feudalismo, como se verifica em diversos autores brasileiros e estrangeiros.
Oliveira Vianna e Nestor Duarte equiparam o fenômeno ao feudalismo.
Silva e Bastos resumem assim o conceito: "O coronelismo, fenômeno social e político típico da República Velha, embora suas raízes se encontrem no Império, foi decorrente da montagem de modernas insituições - autonomia estadual, voto universal - sobre estruturas arcaicas, baseadas na grande propriedade rural e nos interesses particularistas." /
As raízes
As raízes do Coronelismo provêm da tradição patriarcal brasileira e do arcaísmo da estrutura agropecuária no interior remoto do Brasil.
Quando foi criada a Guarda Nacional em 1831 pelo governo imperial, as milícias e ordenanças foram extintas e substituídas pela nova corporação. A Guarda Nacional passou a defender a integridade do império e a Constituição.
Como os quadros da corporação eram nomeados pelo governo central ou pelos presidentes de província, iniciou-se um longo processo de tráfico de influências e corrupção política. Como o Brasil se baseava estruturalmente em oligarquias, esses líderes, ou seja, os grandes latifundiários e oligarcas, começaram a financiar campanhas políticas de seus afilhados, e ao mesmo tempo ganhar o poder de comandar a Guarda Nacional.
Devido a esta estrutura, a patente de coronel da Guarda Nacional, passou a ser equivalente a um título nobiliárquico, concedida de preferência aos grandes proprietários de terras. Desta forma conseguiram adquirir autoridade para impor a ordem sobre o povo e os escravos.
[editar] A disseminação pelo Brasil e a falta de controle
Devido ao seu território continental, portanto à falta de mecanismos de vigilância direta dos coronéis pelo poder central, e pela população pobre e ignorante, o Brasil passou a ser refém dos coronéis. Estes "personificaram a invasão particular da autoridade pública". O sistema criado pelo coronelismo passou a favorecer os grandes proprietários que iniciaram a invasão, a tomada de terras pela força e a expulsão do pequeno produtor rural, que passou a se transformar numa figura servil em nome dos novos senhores. Portanto, surgiu a figura do coronel sem cargo, qualificado pelo prestígio e pela capacidade de mobilização eleitoral. E este termo coronel vem da Guarda Nacional, para denominar os cargos mais importantes que pertenciam aos chefes locais mais destacados que ocupavam nela os postos superiores, no caso, de coronéis, acompanhados de majores e capitães. Esta foi abolida oficialmente com a ascensão do governo de Getúlio Vargas, contudo persistiu a denominação de “coronel”, que deu origem ao vocábulo coronelismo que perpassou momentos distintos de todo século XX, sendo empregados a pessoas de posses como comerciantes, grandes proprietários rurais, chefes políticos locais entre outros que dispunham de influência sobre as massas e representava para estas autoridades incontestáveis. Nestas condições, serão analisados aqui alguns autores que tratam desta temática, verificando-se onde, período e como foi escrita cada obra que aqui será considerada, averiguando suas semelhanças e diferenças(Silva, Marcondes Alexandre 2009).
O compadrio
Começaram então a surgir as relações de compadrio,[12] onde os elementos considerados inferiores e dependentes submetiam-se ao senhor da terra pela proteção e persuasão. Se por um acaso houvesse alguma resistência de alguma parcela dos apadrinhados, estes eram expulsos da fazenda, perseguidos e assassinados impunemente. Muitas vezes juntamente com toda a sua família para servir de exemplo aos outros afilhados.
Primeira República
Pintura da proclamação da República
Com a Proclamação da República do Brasil até em 1930 quando foi o fim da república velha, o coronelismo se manteve em equilíbrio.
Promulgada a primeira constituição republicana, adotou-se um sistema eleitoral, onde o voto era aberto. Cada chefe político tinha, portanto, pleno controle sobre seus eleitores e, a rigor, a democracia era uma mera ficção[14].
Após o governo Campos Sales houve uma coligação de poderes estaduais que favoreceu o pleno florescimento do coronelismo. O aumento da riqueza agrícola, e portanto do poder dos grandes latifundiários e oligarcas, propiciou sua chegada à esfera do poder central. Os chefes dos estados, passaram a ser os coronéis dos coronéis, os currais eleitorais se multiplicaram no país, a compra e troca de votos dos eleitores por favores e apadrinhamentos passou a ser prática comum nas grandes cidades agora, além da área rural.[15]
A manutenção do poder, e a neutralização da oposição
O interior de Goiás foi palco do coronelismo.
Qualquer coronel chefe de algum município que se opusesse a um coronel do estado, sofreria retaliações em forma de cortes de verbas para o município, que gerariam perda de votos e portanto, o líder caía em desgraça, isto é, opor-se ao governo do estado, implicava sérias privações para o chefe municipal e seus seguidores, principalmente no interior. Nos municípios mais ricos, com o aumento da cultura política da população, começou a haver uma certa oposição ao coronelismo. O problema porém, é que começaram a haver os coronéis de situação e os coronéis de oposição. Embora uma vitória eleitoral de um coronel de oposição, poderia ser considerada um fato raro, pois em caso de vitória deste, a máquina político-administrativa governamental trabalhava contra ele na política, no fisco, na justiça e na administração. O mecanismo era simples e eficiente, uma vez eleito, o opositor precisava de recursos, estes dificilmente viriam sem concessões.
O coronelismo entre as décadas de 1930 a 1960
Entre a década de trinta e a década de sessenta, a população rural iniciou seu lento deslocamento para os centros urbanos. O acesso à educação e aos meios de comunicação fizeram a população aumentar seu nível cultural e portanto sua politização. O eleitor passou a ser mais crítico, e os poderosos então tiveram que mudar suas táticas de obtenção de votos. Começaram a surgir novos líderes, porém no interior o coronelismo continuava com sua força e os currais eleitorais ainda existiam. Ainda hoje, boa parcela da população interiorana é mantida ignorante e sem acesso à informação e à educação, principalmente nas grandes propriedades rurais mais distantes, no interior da Amazônia, onde aumentam as denúncias de escravidão.
A influência dos meios de comunicação
Charge sobre o voto de cabresto.
Com o surgimento de novos líderes e com o crescimento do uso dos meios de comunicação, estes começaram a se dirigir à população de forma cada vez mais concentrada nas grandes cidades que iniciavam seu longo inchaço em direção à favelização diminuindo o poder político dos coronéis. Na área rural porém através da pobreza e da dependência da população, surgiu um novo método de adquirir votos, o chamado voto de cabresto. Este propiciou o crescimento de um método de poder que já existia, porém no Brasil ganhou força juntamente com o coronelismo, era o caudilhismo.
O coronel-caudilho
A diferença básica entre o coronel e o caudilho, é que o primeiro se impõe pela força e pelo medo, enquanto o segundo se impõe pelo carisma e pela liderança no sentido de salvador da pátria. Tanto um quanto outro se manifestaram no Brasil. Ambos eram fenômenos oriundos do meio rural, da ignorância e analfabetismo funcional do eleitor. Ambos eram sistemas onde a palavra de ordem eram ditadura e autoritarismo, muitas vezes através do terror.
O início das liberdades democráticas
Já no final da década de 80, o caudilhismo há muito deixou de ser um método de obtenção e manutenção do poder no Brasil pelos coronéis. Porém o coronelismo perdura nos municípios e regiões mais afastadas no interior, promovendo ainda assassinatos e terrorismo entre a população menos favorecida. Apesar disso, os mecanismos de proteção institucional começaram a se formar com a queda da ditadura militar que havia sido imposta ao País pelo golpe militar de 1964. Em 1988, com a promulgação da Constituição Cidadã, o brasileiro passou a ter reconhecida sua cidadania de forma mais plena. As denúncias de desmandos, corrupção, roubos e crimes de colarinho branco começaram a ser divulgadas pela mídia nacional e internacional. Os detentores do poder econômico, os grandes oligarcas ou coronéis tornaram-se figuras com uma nova roupagem - são os "caciques".
Caciquismo
O caciquismo também é oriundo da época do império, mas o método era utilizado por poucos líderes políticos até ser redescoberto no início da década de noventa.
Uma vez que o fenômeno é bastante semelhante ao coronelismo e ao caudilhismo, o caciquismo difere na agressividade.
O cacique político é o chefe político local de uma determinada comunidade, pode ser um deputado estadual, federal ou um senador. Seu domínio se espalha pelos currais eleitorais que estão a seu dispor. O traço principal do coronel-cacique é a chamada política clientelista, esta se dá através de concessão de favores e cargos públicos, chamados de cargos de confiança, ou cargos comissionados.
O caciquismo, também se utiliza da chamada política de mão-no-ombro. Normalmente o cacique domina seu eleitorado da mesma forma que o caudilho, isto é pela emoção, mas detém o poder de controlar a quantidade de votos de determinada região da mesma forma que o coronelismo, só que desta vez o controle é por zona eleitoral, e não por área rural. Desta forma o cacique age cortando as verbas e trabalhos da máquina estatal para esta zona eleitoral, propiciando um enriquecimento, ou empobrecimento da região conforme sua necessidade de angariar poder. Igual ao coronel, o cacique age também sobre o processo eleitoral local, o que multiplica seu poder e o torna temido.
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