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terça-feira, junho 04, 2013

HISTÓRIA DO BRASIL - FREI CANECA

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Frei Caneca



Joaquim da Silva Rabelo, depois Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo, mas popularmente conhecido apenas como Frei Caneca (Recife, 20 de agosto de 1779 — Recife, 13 de janeiro de 1825), foi um religioso e político brasileiro. Esteve implicado na Revolução Pernambucana (1817) e na Confederação do Equador (1824). Como jornalista, esteve à frente do Typhis Pernambucano.

A seu respeito, refere Evaldo Cabral de Melo: "O homem que, na história do Brasil, encarnará por excelência o sentimento nativista era curiosamente um lusitano 'jus sanguinis'."



Biografia

Filho primogênito de um tanoeiro português, Domingos da Silva Rabelo, e de sua esposa, Francisca Maria Alexandrina de Siqueira, a família residia em Fora-de-Portas,Portugal bairro edificado ao tempo dos Neerlandeses para o serviço do porto, de vocação artesanal e marcadamente portuguesa. A sua mãe tinha um primo carmelita, o que pode explicar que tenha-se tornado noviço do Carmo, e tomado o hábito em 1796, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, onde professou no ano seguinte (1797).

Ordenou-se em 1801, com a necessária dispensa apostólica de idade pois tinha 22 anos, e passou a ser conhecido como Joaquim do Amor Divino Caneca, sendo este último nome uma homenagem ao seu pai, que fabricava vasilhames. Criando o Seminário de Olinda, obteve autorização para cursar ali as disciplinas que a Ordem não lhe havia oferecido. Frequentava a biblioteca do Seminário e a dos Oratorianos, em Recife, formando a sua notável erudição. Em 1803 foi nomeado professor de Retórica e Geometria de seu convento, onde lecionou posteriormente Filosofia racional e moral. A partir de certo momento, o "seu interesse extrapolou os muros do claustro, como indica seu provimento na cadeira pública de geometria da comarca de Alagoas". Ali permaneceu pouco tempo, dada a perspectiva de nomeação para idêntica cadeira no Recife, a qual não se concretizou pela Revolução de 1817.

De ideias liberais, partilhava ideias republicanas e frequentou a Academia do Paraíso, um dos centros de reunião daqueles que, influenciados pela Revolução Francesa e pela independência dos EUA, conspiravam contra o jugo português.

Movimento em Pernambuco e prisão na Bahia

Participou ativamente da chamada Revolução Pernambucana (1817), que proclamou uma República e organizou o primeiro governo independente na região. Não há referência a participação sua, diz Cabral de Mello, "nos acontecimentos inaugurais da sedição de 6 de março, como a formação do governo provisório. Assim é que da relação dos eleitores que o escolheram, não consta seu nome. Sua presença só se detecta nas últimas semanas de existência do regime, ao acompanhar o exército republicano que marchava para o sul da província a enfrentar as tropas do conde dos Arcos, ocasião em que, segundo a acusação, teria exercido de capitão de guerrilhas." Era conselheiro do exército republicano do sul, comandado pelo coronel Suassuna. Com a derrota do movimento, foi preso e enviado para Salvador, na Bahia. Ali passou quatro anos detido, dedicando-se à redação de uma gramática da língua portuguesa.

Retorno a Pernambuco

Libertado em 1821, no contexto do movimento constitucionalista em Portugal, Frei Caneca voltou a Pernambuco e retomou as atividades políticas. Durante a sua viagem, chegou a ser detido ainda na antiga cadeia de Campina Grande.

Em 1821 esteve implicado no chamado movimento de Goiana, uma segunda sedição emancipacionista que, com apoio dos principais proprietários da mata norte e algodoeira da província, proclamou adesão às Cortes de Lisboa. Um exército de milícias rurais e da tropa de primeira linha marchou contra o Recife, sem ocupar a cidade. Os goianistas tampouco conseguiram adesão substancial na mata sul. A "Convenção do Beberibe" consagrou em setembro o "status quo", prevendo que as juntas de Recife e de Goiana continuariam a atuar nas áreas sob seu controle, à espera de decisão das Cortes. Estas determinaram a eleição de uma Junta Provisória e foi instalado o primeiro governo autônomo da província em outubro de 1821.

A Junta Governativa de Gervásio

Frei Caneca apoiou a formação da primeira Junta Governativa de Pernambuco, presidida por um comerciante, Gervásio Pires Ferreira, que o nomeou para a cadeira pública de geometria da vila do Recife. Foi uma Junta muito recifense, em que o poder veio ao clero, às camadas urbanas, ao comércio, às Forças Armadas, às profissões liberais - as forças derrotadas em 1817. Gervásio foi a figura dominante de um governo que atuou para buscar o consenso, líder de um setor do comércio português já nacionalizado pela residência, pelo nascimento, por laços de família com a terra. E tinha pertencido ao governo do movimento de 1817, companheiro de Frei Caneca nas prisões da Bahia.

Em 1822 Frei Caneca, que apoiou com entusiasmo a Junta, redigiu a "Dissertação sobre o que se deve entender por pátria do cidadão e deveres deste para com a mesma pátria". Queria dar formulação teórica a um dos principais objetivos de Gervásio, conciliar o comércio português da província com a nova ordem de coisas. Sua principal tese é a de que os portugueses domiciliados na terra e a ela ligados por vínculos de família e dos interesses deviam ser considerados tão pernambucanos quanto os naturais da terra.

O dilema era entretanto grande. Diz Evaldo Cabral de Mello, página 25 da obra citada: «As Cortes de Lisboa, por um lado, e a regência de d. Pedro, por outro, encarnavam, em termos das aspirações de 1817, opções igualmente legítimas, se bem que incompletas e contraditórias. Por um lado, o Soberano Congresso oferecia um regime liberal, sob uma monarquia constitucional, muito embora, a partir de fevereiro de 1822, ficasse claro no Brasil que elas cobrariam o preço da não restauração pura e simples do monopólio comercial, que era impossível ressuscitar, mas de um sistema preferencial para o comércio e a navegação portugueses. Por sua vez, a regência do Rio prometia a liberdade de comércio e a Independência mas com a fatura previsível da construção de um regime autoritário baseado no centro-sul.»

O governo de Gervásio tentou ganhar tempo, à espera de uma conjuntura que lhe permitisse salvar ambas opções, sem descartar inteiramente a separação tanto de Lisboa quanto do Rio. (A Junta será anatemizada de Varnhagen a José Honório Rodrigues, acusada de carecer de sentimento nacional; sua defesa será feita por Barbosa Lima Sobrinho).

Sob a pressão de um motim castrense, a junta de Gervásio Pires Ferreira foi coagida a aderir à causa do Rio de Janeiro e terminou deposta por uma quartelada, formando-se um governo denominado «governo dos matutos», em outubro de 1822.

A Junta dos Matutos

Em 23 de setembro de 1822 foi eleita a chamada «Junta dos Matutos», que substituiu a Junta gervasiana. Seu governo se estenderia até dezembro de 1823. Era dominado por representantes da grande propriedade territorial. Membros eleitos da Junta foram, como presidente, Afonso de Albuquerque Maranhão, como secretário José Mariano de Albuquerque, e como membros Francisco Pais Barreto, o morgado do Cabo; Francisco de Paula Gomes dos Santos, Manuel Inácio Bezerra de Melo, Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque e João Nepomuceno Carneiro da Cunha.

É ao tempo do governo dos Matutos que verdadeiramente frei Caneca ingressou na liça ideológica. Datam de então, diz Cabral de Mello, sua polêmica com José Fernandes Gama e seu sobrinho, o Desembargador Bernardo José da Gama, cabeças da conspiração que derrubara Gervásio, e as «Cartas de Pítia a Damão». Tendo ficado comprometidos na ´Pedrosada´, tentativa frustrada de derrubar a Junta dos Matutos, os Gamas tentaram recuperar-se na corte e delataram o que chamavam facção republicana da província, elaborando uma lista de pessoas na qual figurava o frade.

Segundo a mesma obra, página 15: «Frei Caneca passou à oposição, sem combatê-la, porém, frontalmente, preferindo empenhar-se contra o grupo que, no Rio de Janeiro, pretendia ditar a sorte da província. Frei Caneca pronunciou mesmo a oração gratulatória por ocasião da cerimônia de ação de graças, na igreja do Corpo Santo, pela aclamação de Pedro I como imperador. Só a partir da constituição do governo de Manuel de Carvalho Pais de Andrade que, sete meses depois da posse proclamará a Confederação do Equador, há sinais de colaboração estreita do frade com o poder, mas ainda sob a forma de atividade jornalística e, esporadicamente, dando seu parecer sobre algumas das grandes decisões que deveria tomar o governo.»

A primeira de suas Cartas saiu a 17 de março de 1823, logo após a ´Pedrosada´. Eram publicadas no Correio do Rio de Janeiro, periódico de propriedade de João Soares Lisboa, que participaria da Confederação do Equador, morrendo em 30 de setembro de 1824, ferido em combate durante sua fuga pelo interior de Pernambuco ao lado de frei Caneca e seus demais companheiros.

Este Pedrosa, ou Pedro da Silva Pedroso, era o governador das armas da província que refez contra Pais Barreto a aliança que derrubara Gervásio, sem que se pudesse destitui-lo, pelo apoio recebido dos Gama, na corte.

Frei Caneca nunca combateu a Junta dos Matutos, composta de representantes da mata norte e sul da província, cujos interesses eram divergentes. Preferiu centrar fogo contra a facção pernambucana da Corte que endossava a política pessoal do imperador, seja sob José Bonifácio, seja sob seus sucessores.

Quanto à Pedrosada, a devassa instaurada pronunciou Pedrosa e Paula Gomes, membro do governo, e José Fernandes Gama, mas a proteção imperial fez com que nenhum fosse punido. Dividida e desmoralizada, a Junta dos Matutos arrastou uma triste resistência até dezembro de 1823 quando renunciou. Enfrentava de um lado a oposição dos antigos gervasistas reunidos ao redor do intendente da Marinha Manuel de Carvalho Pais de Andrade e de Cipriano Barata, que regressara das Cortes de Lisboa; do outro, as pressões do Rio de Janeiro, que exigia de Pernambuco as quantias mensais do tempo do rei e ainda mais dois milhões, equivalentes às remessas feitas para Portugal após a partida do rei.

A Confederação do Equador

É indispensável conhecer-se o contexto político e provincial das obras políticas de Frei Caneca, a situação em que viviam Pernambuco e as demais províncias, para entender o movimento que representou a Confederação do Equador - abafado sob ´o peso da tradição saquarema na historiografia brasileira da Independência´, ou seja, o que Evaldo Cabral de Mello chama ´a historiografia da corte fluminense e dos seus epígonos na República´ que reivindicam para as três grandes províncias do Sudeste o papel de construtores da nacionalidade. O ciclo revolucionário pernambucano não pode, é claro, ser considerado separatista - mas a presunção de separatismo foi consequência do hiato ocorrido entre o processo de emancipação no Sudeste e no Nordeste. No Rio, diz Cabral de Mello, ´a Independência começou como uma disputa entre absolutistas e liberais em torno da organização do Reino Unido e mesmo depois não se cogitou de separação de Portugal mas tão-somente de preservação dos status adquirido pelo Brasil no interior do Império lusitano. A situação era muito diferente no Nordeste, onde a Independência já começou com uma disputa entre colônia e metrópole, com a diferença de que esta última já não estava em Lisboa mas no Rio de Janeiro...

Em 1823 durante o movimento conhecido como ´Pedrosada´, Frei Caneca redigiu «O Caçador» e as «Cartas de Pítia a Damão». Diz Cabral de Mello, página 29 da obra citada: «Na euforia que se seguiu à revolução liberal do Reino, as expectativas do comércio e da lavoura no tocante à redução da carga fiscal não eram menores do que no resto do Brasil. Eram talvez maiores, de vez que com a instalação da corte em 1808 ela fora sobrecarregada de novos tributos destinados inclusive à iluminação pública do Rio, prontamente revogados pela junta de Gervásio. (...) O estado de falência a que ficara reduzido o Banco do Brasil com o regresso de d. João VI e a criação das juntas provinciais haviam limitado seriamente a ação da Corte, que só dispunha dos recursos da alfândega e da província do Rio, de vez que as demais províncias também negaceavam. Destarte, a adesão do Norte ao imperador era sobretudo uma questão de premente caráter financeiro, o café não proporcionando até os meados dos anos 30 a principal rubrica da receita fiscal, a qual devia provir, por conseguinte, do açúcar e do algodão, produtos predominantemente nortistas.»

Evaldo Cabral de Mello considera que seria mais apropriado, em vez de republicanismo pernambucano, considerar seu autonomismo. ´O projeto da revolução era antigo em Pernambuco´, comentaria posteriormente o desembargador da Alçada que julgou o movimento. Havia «uma releitura da história provincial à luz da modernidade revolucionária representada pela filosofia política do século das luzes e da Revolução Francesa». Para Frei Caneca e o Partido Autonomista, escarmentados pelo fracasso republicano em 1817, «a autonomia provincial tinha prioridade sobre a forma de governo». Estariam prontos a entrarem num compromisso com o Rio, o qual, em troca da aceitação do regime monárquico, daria amplas franquias às províncias. Não haveria porque rejeitar a monarquia, desde que autenticamente constitucional e desde que preservasse as franquias. A leitura do jornal de Cipriano Barata, «A Sentinela da Liberdade», desmente as acusações de republicanismo.

Em 1824 Frei Caneca se tornou um dos conselheiros de Manuel de Carvalho Pais de Andrade, opinando contra o reconhecimento de Francisco Pais Barreto, o morgado do Cabo, como presidente de Pernambuco. Opinou pela invasão de Alagoas, com vistas a debelar as forças contra-revolucionárias do morgado do Cabo; e contra o juramento da Constituição outorgada por D. Pedro I. Diz Evaldo Cabral de Mello que «frei Caneca subestimava os meios à disposição da Corte do Rio, superestimando, por outro lado, a vontade local de resistência ao despotismo fluminense (...)».

Tomou parte, com Cipriano Barata, como um dos líderes na Confederação do Equador, movimento republicano e separatista. Seus argumentos não se dirigiam contra o imperador mas contra o que considerava a derrapagem autoritária de José Bonifácio. Após o 7 de Setembro, «o acirramento da luta entre José Bonifácio e os liberais da Corte havia levado à censura da imprensa, com o fechamento de jornais e o atentado contra o diretor da Malagueta, e à prisão de mais de 300 indivíduos, os mesmos que se haviam batido pela Independência desde a partida de D. João VI». Havia outras razões de insatisfação: as exigências do erário fluminense, o projeto de Constituição divulgado pelo Correio Braziliense em setembro de 1822, a criação do batalhão de suíços, a fundação do Apostolado, a instituição da Imperial Ordem do Cruzeiro, vista como «o clube dos aristocratas servis».

O Typhis Pernambucano

Em 25 de dezembro de 1823 circulou o primeiro número do "Typhis Pernambucano", jornal que seria a trincheira de frei Caneca até à liquidação da Confederação. De sua leitura depreende-se que ainda considerava culpados da situação o partido português do Rio e o ministério que sucedera ao de José Bonifácio. A dissolução da Assembleia tomara Pernambuco de surpresa mas «de 2 de julho em diante a história da Confederação se tornou a narrativa de uma derrota». D. Pedro I suspendeu as garantias constitucionais na província, punindo-a territorialmente pois amputou a comarca do São Francisco que constituía a margem esquerda do rio São Francisco, hoje incorporada ao território da Bahia. O Recife foi submetido a bloqueio naval, desta vez pelo almirante Cochrane, que canhoneou a cidade. Pernambuco foi invadido pelo sul pelas tropas do brigadeiro Lima e Silva - a mata sul canavieira permaneceu indiferente - e a 12 de setembro de 1824 seus soldados ocuparam Recife.

Outra vez derrotado, refugiou-se com parte das tropas no interior, indo para o norte, rumo ao Ceará. Esteve no distrito, hoje município, de Abreu e Lima, de onde, pouco depois, fugiu para o Ceará. Nessa ocasião, escreveu o «Itinerário».

Prisão e fuzilamento

Foi detido no exercício de suas funções de Secretário das tropas sublevadas, das quais era também orientador espiritual, pelas tropas imperiais a 29 de novembro, sendo conduzido para o Recife.

Em 18 de Dezembro de 1824 ali foi instalada uma comissão militar sob a presidência do coronel Francisco de Lima e Silva (pai do futuro Duque de Caxias) para proceder ao seu julgamento sob a acusação do crime de sedição e rebelião contra as imperiais ordens de sua Majestade Imperial. Com plenos poderes para julgar e condenar sumariamente, o acusado foi condenado à morte por enforcamento. O próprio condenado descreveu o seu julgamento:
"No dia 20 fui eu conduzido perante o assassino tribunal da comissão de que eram membros o general Francisco de Lima e Silva, presidente; juiz relator, Tomás Xavier Garcia de Almeida; e vogais, o coronel de engenharia Salvador José Maciel, o tenente-coronel de caçadores Francisco Vicente Souto; o coronel de caçadores Manuel Antônio Leitão Bandeira; o conde de Escragnolle, que foi o meu interrogante." ("Itinerário", in: Frei Joaquim do Amor Divino Caneca. Coleção Formadores do Brasil, 1994. p. 6041
Nos autos do processo Frei Caneca é indiciado como um dos chefes da rebelião, "escritor de papéis incendiários", sendo os dois outros chefes, Agostinho Bezerra Cavalcanti, capitão de granadeiros e comandante do 4º Batalhão de Artilheiros Henriques, e Francisco de Souza Rangel, por ser do corpo de guerrilha e achado com os dois primeiros.

Ao todo foram executados onze confederados, dos quais três no Rio de Janeiro. O primeiro deles foi frei Caneca.

A 13 de janeiro de 1825, foi armado o espetáculo do enforcamento diante dos muros do Forte das Cinco Pontas. Despojado do hábito religioso, ou seja, «desautorado das ordens» na igreja do Terço, na forma dos sagrados cânones», ainda assim tendo três carrascos que se recusaram a enforcá-lo. A Comissão Militar ordenou seu arcabuzamento, («visto não poder ser enforcado pela desobediência dos carrascos»), atado a uma das hastes da forca, por um pelotão sob o comando do mesmo oficial. Seu corpo foi colocado junto a uma das portas do templo carmelita, no centro do Recife, sendo recolhido pelos religiosos e enterrado em local até hoje não identificado.

Quanto aos demais protagonistas, conta Evaldo Cabral de Mello que Manuel de Carvalho se refugiou a bordo de fragata inglesa, indo viver em Londres, de onde só retornará após a abdicação para reiniciar uma carreira política que o levará à presidência de Pernambuco e ao Senado do Império. O poeta Natividade Saldanha, secretário da Junta, se asilou na Venezuela e depois em Bogotá onde exerceu a advocacia e morreu em 1830

segunda-feira, junho 03, 2013

LISBOA DESFILOU CONTRA A AUSTERIDADE

..
EM LISBOA, E EM MAIS 18 CIDADES
EUROPEIAS, AS PESSOAS REUNIRAM-SE
EM PROTESTO CONTRA O EXCESSO DE
AUSTERIDADE, QUE TEM VINDO A
MASSACRAR AS FAMILIAS.



É já adquirido que as pessoas perceberam qual a estratégia dos detentores do Poder económico Mundial.
Face à invasão dos mercados ocidentais pelos produtos orientais ,especialnete da China, India, onde os trabalhadores trabalham com salários baixissimos , por um número de horas que pode ir até 14, sem descanso semanal, sem férias e sem Leis do Trabalho, os pensadores neoliberais forjaram um plano politico-económico complexo ,mas que se resume em termos simples em reduzir salários a níveis asiáticos, liquidando as organizações sindicais,desregulando o factor trabalho , liquidando o Estado Social.

Em Portugal, o Governo tem posto esta doutrina em execução, e a austridade tem vindo a matar a economia e a enviar para a miséria largas franjas de portugueses.

É contra estas iniquidades que se moveram as Manifestações do fim de semana.
A TRANCA esteve lá





Desde a Rotunda de







com passagem obrigatória pela Estátua de António José de Almeida.





e já na Alameda, soliudariedade com a luta na Turquia


BRASILEIRÃO - 3ª.RODADA

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O VASCO VOLTA A PERDER, DESTA
VEZ PARA O VITÓRIA DA BAHIA
QUE É AGORA LÍDER COM O FOGÃO



Atlético Paranaense 2-2 Flamengo
Santos 1-1 Grêmio
Botafogo 2-1 Cruzeiro
Goiás 1-1 Coritiba
Vitória 2-0 Vasco
Corinthians 1-0 Ponte Preta
Náutico 2-2 Portuguesa
Atlético Mineiro 0-0 São Paulo
Fluminense 3-0 Criciúma
Internacional 1-2 Bahia

VITÓRIA-VASCO 2-0



O Vasco, que se apresenta no Brasileirão sem grande parte dos craks da época passada, e impedido de novas contratações até Julho, apresentou uma formação muito jovem e inexperiente perante um Vitória aguerrido e com um ponta de lança em dia de brilhar, falo de Dinei que bisou e levou a equipa À vitória.

Curioso que os 2 times tem treinador que já passou por Portugal, e curiosamente ambos treinaram o Vitória de Guimarães. Caio Junior e Paulo Autuori.


VITÓRIA 2 x 0 VASCO


Golos
VITÓRIA:
Dinei, aos 31min do 1º tempo e aos 32min do 2º



VITÓRIA: Wilson; Nino Paraíba (Dimas), Victor Ramos, Gabriel Paulista e Danilo Tarracha; Neto Coruja, Cáceres, Renato Cajá (Vander) e Escudero; Maxi Biancucchi (Marquinhos) e Dinei
Treinador: Caio Júnior



VASCO: Michel Alves; Elsinho, Luan, Renato Silva e Yotún; Fellipe Bastos (Fillipe Soutto), Sandro Silva, Pedro Ken e Dakson; Edmilson e Carlos Tenorio
Treinador: Paulo Autuori

classificação


.................... P J V E D GM GS DG
1 São Paulo.......... 7 3 2 1 0 7 1 +6 Jogos
2 Vitória............ 7 3 2 1 0 7 2 +5 Jogos
3 Botafogo........... 7 3 2 1 0 5 3 +2 Jogos
4 Fluminense......... 6 2 2 0 0 5 1 +4 Jogos
5 Coritiba........... 5 3 1 2 0 3 2 +1 Jogos
6 Corinthians........ 5 3 1 2 0 3 2 +1 Jogos
7 Cruzeiro ...........4 3 1 1 1 8 4 +4 Jogos
8 Grêmio .............4 2 1 1 0 3 1 +2 Jogos
9 Internacional ......4 3 1 1 1 5 4 +1 Jogos
10 Bahia............. 4 3 1 1 1 3 4 -1 Jogos
11 Ponte Preta....... 3 3 1 0 2 2 3 -1 Jogos
12 Criciúma ..........3 3 1 0 2 3 6 -3 Jogos
13 Vasco............. 3 3 1 0 2 2 7 -5 Jogos
14 Atlético Paranaense 2 3 0 2 1 5 6 -1 Jogos
15 Santos............ 2 3 0 2 1 2 3 -1 Jogos
16 Flamengo ..........2 3 0 2 1 2 4 -2 Jogos
17 Goiás .............2 3 0 2 1 2 7 -5 Jogos
18 Portuguesa........ 1 2 0 1 1 2 3 -1 Jogos
19 Atlético Mineiro.. 1 2 0 1 1 1 2 -1 Jogos
20 Náutico........... 1 3 0 1 2 2 7 -5 Jogos









A CANARINHA EMPATA COM INGLATERRA

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A CANARINHA REVELOU DEBILIDADES
QUE SCOLLARI PRECISA DEBELAR
PARA VOLTAR A SER A NÚMERO 1 DO
MUNDO




Brasil sai na frente, leva virada, mas sai com empate no novo Maracanã

Inglaterra vem ao Rio e coloca água no chope na festa pelo novo estádio. Seleção não vence um clássico mundial desde novembro de 2009, quando bateu o próprio English Team




Paulinho fez o golo de empate da Seleção

A reabertura oficial do Maracanã não teve o resultado esperado dos cariocas, tampouco acabou com o jejum de não vencer um campeão mundial há quase quatro anos. Mas valeu por um jogo movimentado e com a rede balançando quatro vezes na segunda etapa. Neste domingo, na Cidade Maravilhosa, a Seleção Brasileira ficou no empate de 2 a 2 com a Inglaterra, no penúltimo amistoso antes da Copa das Confederações.

Se a vitória não veio, ao menos, o lado tricolor do Maraca vibrou com Fred, artilheiro da era-Felipão, e o novo estádio presenciou um golaço de Paulinho. O torcedor carioca deixou o estádio após ver um bom jogo, e com o sentimento de ter o velho e bom Maracanã de volta. O Brasil volta a campo no próximo domingo, em amistoso contra a França, na Arena Grêmio, em Porto Alegre.




Felipão pôde ficar tranquilo porque os volantes não avançaram muito e a defesa quase não foi exigida. A Inglaterra deu a impressão de que estava maravilhada com o novo Maracanã. Só no final do primeiro arriscou uma chegada mais perigosa defendida por Julio Cesar.

O Brasil voltou mais ofensivo para a segunda etapa: Luiz Gustavo - uma das surpresas da escalação inicial, ao lado de Filipe Luis e Hulk - cedeu lugar a Hernanes. A entrada do meia da Lazio surtiu efeito. Na primeira bola que recebeu, ele mandou no travessão e Fred, com muito estilo, apanhou o rebote, colocando lá dentro. Primeiro gol oficial do novo Maracanã.

A boa exibição da Seleção parou com o conformismo pela vitória. É o velho vício de recuar quando um gol é feito. A Inglaterra, até então adormecida pela atmosfera do estádio, despertou, se movimentou mais e não demorou para empatar a partida com grande finalização de Chamberlain, no canto de Julio Cesar.







Fred fez o primeiro gol oficial do novo Maracanã (FOTO: Yasuyoshi Chiba/AFP)




Bastou o English Team entrar no jogo para a Seleção voltar a mostrar a velha apatia. Desarumado, o time verde-amarelo chamou os visitantes e o gol da virada veio com Rooney. O camisa 10 chutou forte e marcou um golaço, acertando o ângulo de Julio Cesar. A torcida, que chegou a chamar Felipão de "burro" após tirar Oscar e pôr Lucas (quando queriam que sacasse Hulk), ficou ainda mais na bronca.

Mas três minutos depois, o Brasil conseguiu empatar e deixar o Maracanã sem derrota. Paulinho recebeu cruzamento da direita e encheu o pé, com um bonito voleio de direita. A Seleção de Felipão tentou virar a partida, mas não teve fôlego nem competência para furar a defesa inglesa. E o empate serviu como um bom teste para a Copa das Confederações, competição na qual o Brasil estreia dia 15, contra o Japão, em Brasília.



FICHA TÉCNICA
BRASIL 2 X 2 INGLATERRA

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
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Gols: Fred 11'/2ºT (1-0), Oxlade-Chamberlain 21'/2ºT (1-1), Rooney 33'/2ºT (1-2) e Paulinho 36'/2ºT (2-2)

BRASIL: Julio Cesar, Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e Filipe Luis (Marcelo - Intervalo); Luiz Gustavo (Hernanes - Intervalo), Paulinho (Bernard 37'/2ºT) e Oscar (Lucas 11'/2ºT); Hulk (Fernando 27'/2ºT), Neymar e Fred (Leandro Damião 34'/2ºT) - Técnico: Luiz Felipe Scolari.

INGLATERRA: Hart; Johnson (Oxlade-Chamberlain 16'/2ºT), Jagielka, Cahill e Baines (Ashley Cole 31'/1ºT); Carrick, Jones, Lampard, Milner e Walcott (Rodwell 37'/2ºT); Rooney - Técnico: Roy Hodgson.

domingo, junho 02, 2013

terras de Portugal - ALDEIA DO XISTO - FIGUEIRA

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A ALDEIA DE FIGUEIRA, DO CONCELHO
DE PROENÇA-A-NOVA, FAZ PARTE DE
UMA REDE DE ALDEIAS CHAMADAS
ALDEIAS DO XISTO




Figueira é uma aldeia da freguesia de Sobreira Formosa, concelho de Proença-a-Nova, e distrito de Castelo Branco.




Aldeias do Xisto

Desde 2007 a aldeia integra uma rede de aldeias designadas Aldeias do Xisto. Este projecto visa melhorar a qualidade de vida da população das aldeias, bem como uma valorização do património arquitectónico, promovendo desta forma o potencial turístico de cada aldeia.

Património

Percorrendo a estreita rua principal da Aldeia, inicialmente calcetada em pedra irregular, por entre ruas intrincadas com um inegável charme rural, pode ser observado um conjunto de casas de xisto com bastante interesse, algumas das quais ainda bem conservadas e cuja unidade faz perceber o modo de vida comunitário outrora partilhado. Exemplo deste modo de vida é o forno comunitário, a eira, o moinho, e as “portas” da aldeia que se fechavam de modo a proteger os animais domésticos dos lobos que, pela noite, rondavam a aldeia em busca de alimento.

História

A Aldeia possui uma história curiosa da qual o lobo é o protagonista. Consta que a disposição urbanística teve como objectivo a protecção, com ruas definidas (uma longitudinal e várias transversais) formando um conjunto de entradas. À noite as ruas eram fechadas com portas, de modo a que toda a aldeia ficasse protegida do ataque dos lobos aos animais domésticos. Ainda hoje existem vestígios de algumas dessas portas.

sábado, junho 01, 2013

DESDE HOJE, DIA 1 DE JUNHO ,NO RIO DE JANEIRO - MOSTRA, ESCOLHA PORTUGAL"

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Desde hoje, 1 de Junho e até ao dia 10, Dia de Portugl, terá lugar uma A Mostra denominada ESCOLHA PORTUGAL, no Palácio de São Clemente no Rio de Janeiro, e constitui um convite à escolha de Portugal para visitar, investir e comprar produtos e serviços do nosso país.



A Mostra “Escolha Portugal” pretende apresentar a uma opinião qualificada um país inovador, moderno, dinâmico e contemporâneo. Atributos que se expressam através de várias dimensões da atividade nacional como o Turismo, Exportações e Investimento que constituirão as principais áreas temáticas desta Mostra onde os brasileiros poderão confirmar, através de conteúdos multimédia, conteúdos estáticos e ações ao vivo, uma nova realidade portuguesa.

Este evento de projeção da imagem de Portugal tem também uma componente cultural. Os brasileiros serão convidados a reviver grandes nomes clássicos e contemporâneos da literatura portuguesa e a assistir a um momento musical com um dueto entre Luís Represas e Simone numa evocação da Língua Portuguesa como principal património dos dois países.




cantores brasileiros - ZÉ GERALDO

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ZÉ GERALDO, CANTAUTOR





José Geraldo Juste, conhecido como Zé Geraldo, (Rodeiro, 9 de dezembro de 1944) é um cantor e compositor brasileiro, e pai da cantora/compositora Nô Stopa.

Nascido em Rodeiro, uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, foi criado em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, também em Minas, de onde saiu, aos dezoito anos, para estudar e trabalhar em São Paulo.

Em março de 1966, sofreu um acidente automobilístico, voltando de Governador Valadares, com destino a São Paulo. O carro número 90 da Viação Transcolin colide com uma carreta na rodovia BR-393 ("Rio-Bahia"), o que acabou com seu sonho de jogar futebol profissionalmente. Ficou internado durante um ano num hospital em Carangola, onde aprendeu os primeiros acordes com o amigo Paulo Cotta, e desenvolveu o lado compositor. Mudou-se para Santos, onde fez fisioterapia durante dois anos. Nessa mesma época, através do primo Zé Ferreira, conhece uma banda que tocava em bailes, chamada The Black Cats - posteriormente Blow Up - da qual passa a fazer parte, cantando em inglês.

Por volta de 1970, gravou três compactos e um LP pela gravadora Rozenblit. Conheceu o trio "The Snacks" (formado por Edson Trindade, Altair e Fernando), com os quais passou a morar. Nesta época, o cantor Tim Maia também residia com os quatro.

Na década seguinte forma-se em Administração. Durante 8 anos, tocou em bailes, principalmente na Banda Thoró. Tendo adquirido alguma experiência de palco, decide participar de festivais de música, sem deixar o emprego de executivo. No ano de 1978, participa do Primeiro Festival de Música da Ericsson no Brasil, e alcança a vitória. Neste ano, no Festival de Ilha Solteira, conhece o compositor Lúcio Barbosa, que lhe mostra a música "Cidadão", e permite que ele a grave.

É então contratado pela gravadora CBS, abandonando a carreira de executivo e abraçando a carreira artística.

Em seu álbum Terceiro Mundo, de 1979, foi o primeiro a gravar a música “Cidadão”, regravada, entre outros intérpretes, pelo paraibano Zé Ramalho e pelo cantor Sílvio Brito. Até hoje, esta música segue sendo sua marca registrada. Através dela foi reconhecido nacionalmente.

Suas canções "Rio Doce" e "Milho aos Pombos" tornaram-se conhecidas após concorrerem nos festivais de música realizadas pela Rede Globo no início dos anos oitenta. Nesta década, devido ao fato de ser fiel ao seu estilo musical, abandona as grandes gravadoras e torna-se artista independente. O álbum "Poeira e Canto - Ao Vivo" foi seu primeiro trabalho longe de grandes gravadoras.

Pelo fato de ter sido criado na cidade de Governador Valadares, e portanto ter laços com a cidade, no dia 3 de julho de 2007, recebe o título de "Cidadão Valadarense". Também em decorrência disso, sua canção "Rio Doce" tornou-se o hino da cidade.

Pouco depois, lançou CD/DVD intitulado Um Pé no Mato, um Pé no Rock, no qual faz referência a suas principais influências musicais, Tião Carreiro e Bob Dylan.

Em maio de 2008, foi lançado Catadô de Bromélias, o qual inclui uma versão em português da música "Mr. Tambourine Man", de Bob Dylan, e uma nova parceria, com o cantor e compositor Zeca Baleiro, "Na barra do seu vestido".

Em setembro de 2010, seu espetáculo "Cidadão 30 e Poucos Anos", foi registrado ao vivo, no auditório do Ibirapuera, em São Paulo, e transformado em CD/ DVD. Contou com participações especiais de Nõ Stopa, Xangai, Geraldo Azevedo, Chico Teixeira e Landau.

Discografia
Cidadão 30 e Poucos Anos (Ao Vivo) - Sol do Meio Dia - 2011 (também em DVD)
Catadô de Bromélias - Sol do Meio Dia - 2008
Um Pé no Mato, um Pé no Rock (Ao Vivo)- Sol do Meio Dia - 2006 (também em DVD)
Tô Zerado – Sony - 2002
O Novo Amanhece (com Renato Teixeira) (Ao Vivo)– Kuarup - 2000
No Meio da Área – Paradoxx - 1998
Acústico (Ao Vivo) – Paradoxx - 1996
Aprendendo a Viver – Eldorado -1994
Ninho de Sonhos – Eldorado - 1991
Viagens & Versos – Eldorado - 1990
Poeira e Canto (Ao Vivo) - Vaqueiros Urbanos/Eldorado - 1988
No Arco da Porta de Um Dia – Arca - 1986
Sol Girassol – Copacabana - 1984
Caminhos de Minas – Copacabana - 1983
Zé Geraldo – CBS - 1981
Estradas – CBS - 1980
Terceiro Mundo – CBS - 1979
Zegê e The Silver Jets – Rosenblitz - 1970

sexta-feira, maio 31, 2013

CHICO LOBO VAI ACTUAR EM ITAPINA, ESPIRITO SANTO

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O NOSSO AMIGO, VIOLEIRO MINEIRO
VAI COM A SUA VIOLA CAIPIRA A
CAMINHO DE ITAPINA ONDE VAI
ACTUAR






Itapina é um distrito do município de Colatina, no Espírito Santo 1 . Colonizada por italianos, alemães, sírios, turcos e libaneses, o distrito de Itapina viu florescer uma rica sociedade, cujo testemunho são residências e repartições comerciais que resistiram ao declínio da cidade devido ao êxodo rural. Possui atualmente cerca de 3.000 moradores, sendo que desses, apenas 30% moram no perímetro urbano da bucólica vila.



Fica localizada às margens do Rio Doce, junto à foz do rio Laje, entre as cidades de Colatina e Baixo Guandu. São oito quilômetros de estrada de terra a partir da BR asfaltada.


História

Itapina foi fundada em meados do século XIX por imigrantes europeus, às margens do Rio Doce. Em 1907 foi inaugurada a Estação Ferroviária de Itapina, da Estrada de Ferro Vitória-Minas. A partir da década de 1910, Itapina viu a cidade florescer e se tornar um dos polos comerciais de café mais ricos do Espírito Santo. Lojas de carros e artigos importados, comerciantes de seda, café e outros artigos finos, faziam o comércio de Itapina mais movimentado que o da sede do município, Colatina. O vilarejo contava com fábricas, posto de gasolina, cinema, escola particular, posto de saúde e outras benfeitorias que poucas cidades do estado contavam na época. Foi uma das primeiras cidades capixabas a ter energia elétrica, fornecida por uma hidrelétrica particular que atendia à vila e era mantida por contribuições de seus moradores.

Itapina é um povoado bucólico e já foi um dos povoados mais ricos de Colatina no início do século XX, devido à comercialização do café. A 5 quilômetros do Vale do Santa Joana e a cerca de 25 quilômetros da sede do município, o povoamento da parte sul do rio Doce considerado mais novo que outros do distrito, entrou de jusante para montante e sua população é descendente de alemães, italianos e de portugueses.

No governo de Juscelino Kubitschek, dentro do Plano de Metas estava incluído um projeto de uma ponte que passaria sobre o Rio Doce e ligaria Itapina à, então em construção, BR-101 e encurtaria o caminho até Colatina em até 30 minutos. Devido a falta de interesses políticos e a burocracia, a ponte foi abandonada e atualmente virou um ponto turístico da cidade. Mesmo com a erradicação do café que teve inicio na década de 1960, Itapina ainda resistiu à decadência, principalmente por seu forte comércio, sustentado pelos donos de propriedades rurais.

Decadência do vilarejo

Desde a década de 1970 devido a um conjunto de fatores como o declínio da produção de café, o não término da ponte e o êxodo rural o vilarejo começou entrar em declínio, tendo grande parte de seus moradores se mudado para cidades maiores como Vitória e Colatina em busca de melhores perspectivas de vida. Gradativamente os bares, clubes, meios de entretenimento, fábricas e até a escola particular foram fechados por inviabilidade econômica. Atualmente a economia do vilarejo se reduz à bares, uma única farmácia e um posto de correio, e fora do perímetro urbano, de atividades agropecuárias. Logo na entrada do distrito, uma fábrica de cerâmica artesanal, desativada há mais de 30 anos, lembra a decadência econômica e o longo período de vacas magras vivido pelos itapinenses. Embora não seja tombado como patrimônio histórico, a preservação das construções é um testemunho dos tempos áureos do local que ainda permanecem na mente dos moradores mais antigos. Hoje o distrito ainda conta com duas Escolas situadas no mesmo prédio. Uma de ensino fundamental e outra de ensino médio, mantida pela Prefeitura Municipal de Colatina. A EMEF "Maria Ortiz" e o EEEM "Antõnio Eugênio Rosa", que recebe alunos de várias regiões próximas a Itapina.

Atrações turísticas


FeNaViola (Festival Nacional de Viola), criado em 2007 com o intuito de melhorar a repercussão do lugar, teve sua segunda edição em 2008, na qual atraiu milhares de pessoas de todo o estado e até de Minas Gerais e outros estados.O Festival já contou com conhecidos nomes da MPB, como Zé Geraldo e Jair Rodrigues. A Festa se realiza, anualmente, durante o feriado de Corpus Christi.

é este o espirito das festividades da fénaviola


As construções preservadas, lembranças da riqueza da primeira metade do século XX;
Passeio de trem até Colatina, Vitória ou Belo Horizonte pela Ferrovia Vitória-Minas;
Travessia do Rio Doce, por balsa, gratuitamente;
Cachoeiras totalmente conservadas e limpas;
Rio Doce, que atrai pescadores de todo o estado;
Reserva Ecológica De Itapina;
A ponte inacabada com uma vista maravilhosa do por-do-sol no Rio Doce entre vales e montanhas.


quinta-feira, maio 30, 2013

BRASILEIRÃO - 2ª.RODADA

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O VASCO SOPGREU PESADA DERROTA COM
O SÃO PAULO 5-1





BRASILEIRÃO - 2ª.RODADA
Atlético Paranaense 2-2 Cruzeiro
Botafogo 2-1 Santos
São Paulo 5-1 Vasco
Flamengo 0-2 Ponte Preta
Bahia 0-0 Coritiba
Náutico 0-3 Vitória
Goiás 1-1 Corinthians

Internacional 30/05 23:30 Criciúma
Atlético Mineiro 09/06 22:30 Grêmio
Portuguesa 12/06 23:30 Fluminense

SÃO PAULO, - VASCO 5-1


CLASSIFICAÇÃO

......................P J V E D GM GS
1 São Paulo.......... 6 2 2 0 0 7 1
2 Cruzeiro ...........4 2 1 1 0 7 2
3 Vitória............ 4 2 1 1 0 5 2
4 Botafogo........... 4 2 1 1 0 3 2
5 Coritiba........... 4 2 1 1 0 2 1
6 Criciúma ...........3 1 1 0 0 3 1
7 Grêmio............. 3 1 1 0 0 2 0
8 Fluminense......... 3 1 1 0 0 2 1
9 Ponte Preta........ 3 2 1 0 1 2 2
10 Vasco............. 3 2 1 0 1 2 5
11 Corinthians....... 2 2 0 2 0 2 2
12 Internacional..... 1 1 0 1 0 2 2
13 Atlético Paranaense1 2 0 1 1 3 4
14 Santos ............1 2 0 1 1 1 2
15 Bahia .............1 2 0 1 1 1 3
16 Flamengo ..........1 2 0 1 1 0 2
17 Goiás .............1 2 0 1 1 1 6
18 Atlético Mineiro ..0 1 0 0 1 1 2
19 Portuguesa ........0 1 0 0 1 0 1
20 Náutico........... 0 2 0 0 2 0 5

terça-feira, maio 28, 2013

REALIZADOR PORTUGUÊS VENCEU PRÉMIO NA QUINZENA DOS REALIZADORES EM CANNES

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PARELALAMENTE AO FESTIVAL DE CANNES
REALIZA-SE A QUINZENA DOS REALIZADORES
E O REALIZADOR PORTUGUÊS JOÃO NICOLAU
GANHOU O PRÉMIO PARA A MELHOR CURTA
METRAGEM COM "GAMBOZINOS"




«Gambozinos», de João Nicolau, ganha melhor curta-metragem na Quinzena de Realizadores
O filme «Gambozinos», do realizador português João Nicolau, ganhou na sexta-feira o prémio de melhor curta-metragem na Quinzena dos Realizadores, do evento paralelo ao Festival de Cannes.


«Gambozinos» é uma das nove curtas programadas na Quinzena dos Realizadores, entre as quais se encontra também «Pouco mais de um Mês», do brasileiro André Novais Oliveira, distinguida no certame com uma menção especial.

A participação na Quinzena dos Realizadores significa um regresso para o cineasta português João Nicolau, que já tinha apresentado no certame as curtas-metragens «Rapace» (2006) e «Canção de Amor e Saúde» (2009).

A comédia francesa «Les Garçons et Guillaumen, à Table», do francês Guillaume Gallienne, foi a longa-metragem vencedora, distinguida com o Art Cinema Award na Quinzena dos Realizadores em Cannes.

«Les Garçons et Guillaumen, à Table» foi igualmente distinguida com o Prix SACD, que recompensa uma longa-metragem francesa entre os filmes selecionados.

«The Selfish Giant», do britânico Clio Barnard, venceu o Label Europa Cinemas.

Criada pela Sociedade dos Realizadores de Filmes, a Quinzena dos Realizadores visa descobrir os filmes de jovens autores e saudar as obras de realizadores conhecidos.

MIA COUTO venceu o PRÉMIO LUIS DE CAMÕES

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MIA COUTO VENCEU O PRÉMIO
LUIS DE CAMÕES.


O Prémio Camões foi atribuído a Mia Couto, disse à Lusa a Secretaria de Estado da Cultura.



Mia Couto é o vencedor da 25.ª edição do prémio, que distingue um autor da literatura portuguesa.

O anúncio do vencedor foi feito hoje, no Rio de Janeiro, onde o júri se reuniu.

O júri integrou os escritores José Eduardo Agualusa e João Paulo Borges Coelho, o jornalista José Carlos Vasconcelos, a catedrática Clara Crabbé Rocha, o crítico Alcir Pécora e o embaixador e membro da Academia Brasileira de Letras Alberto da Costa e Silva.

A reunião decorreu no Palácio Gustavo Capanema, sede do Centro Internacional do Livro, Fundação Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.

Prémio criado em 1988


O Prémio Camões foi criado em 1988 por Portugal e pelo Brasil para distinguir um autor de língua portuguesa que, "pelo valor intrínseco da sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum".

Em 2012 foi atribuído ao escritor brasileiro Dalton Trevisan e no ano anterior ao escritor português Manuel António Pina.

Ferreira Gullar (2010), Arménio Vieira (2009), António Lobo Antunes (2007), Sophia de Mello Breyner Andresen (1999), Pepetela (1997), José Saramago (1995) e Jorge Amado (1994) também já foram distinguidos com o Prémio Camões que, na primeira edição, reconheceu a obra de Miguel Torga.

Em 2006, o escritor angolano José Luandino Vieira recusou o prémio

segunda-feira, maio 27, 2013

1ª.rodada do BRASILEIRÃO

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NO CLASSICO DE ESTREIA DO BRASILEIRÃO
O SANTOS EMPATOU COM O FLAMENGO.


Vitória 2-2 Internacional
Vasco 1-0 Portuguesa
Corinthians 1-1 Botafogo
Grêmio 2-0 Náutico
Ponte Preta 0-2 São Paulo
Criciúma 3-1 Bahia
Santos 0-0 Flamengo
Coritiba 2-1 Atlético Mineiro
Cruzeiro 5-0 Goiás
Fluminense 2-1 Atlético Paranaense


4
NEUMAR CHOROU NA DESPEDIDA DO SANTOS

CLASSIFICAÇÃO

..............P J V E D GM GS DG
1 Cruzeiro ........3 1 1 0 0 5
2 Criciúma ........3 1 1 0 0 3
3 Grêmio.......... 3 1 1 0 0 2 0
4 São Paulo....... 3 1 1 0 0 2 0
5 Coritiba ........3 1 1 0 0 2 1
6 Fluminense...... 3 1 1 0 0 2 1
7 Vasco........... 3 1 1 0 0 1 0
8 Vitória......... 1 1 0 1 0 2 2
9 Internaciona.....l 1 1 0 1 0 2
10 Botafogo....... 1 1 0 1 0 1 1
11 Corinthians.... 1 1 0 1 0 1 1
12 Santos......... 1 1 0 1 0 0 0
13 Flamengo....... 1 1 0 1 0 0 0
14 Atl. Paranaense 0 1 0 0 1 1 2
15 Atl. Mineiro ...0 1 0 0 1 1 2 -
16 Portuguesa .....0 1 0 0 1 0 1
17 Bahia ..........0 1 0 0 1 1 3
18 Ponte Preta.... 0 1 0 0 1 0 2
19 Náutico ........0 1 0 0 1 0 2
20 Goiás.......... 0 1 0 0 1 0 5

história do Brasil - AUGUSTO TASSO FRAGOSO

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AUGUSTO TASSO FRAGOSO, FOI MEMBRO
DA JUNTA GOVERNATIVA , COM O GEN.
MENA BARRETO E ALFREDO MALAN D'
AMBROGNE.





Augusto Tasso Fragoso




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(1869 - 1945)
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Historiador e militar nascido em São Luís, Estado do Maranhão, chefe da Junta Governativa Provisória (1930), cuja atuação foi decisiva na deposição de Washington Luís. Diplomado em artilharia pela Escola Militar (1885-1889), depois cursou a Escola Superior de Guerra, onde foi discípulo de Benjamin Constant. Ainda jovem travou conhecimento, no Rio de Janeiro, com as idéias positivistas divulgadas por Constant e participou como alferes-aluno da operação militar pela proclamação da República (1889). Escolhido, contra a sua vontade, deputado à Assembléia Nacional Constituinte (1890) pelo Maranhão, renunciou ao mandado sem tomar parte de qualquer sessão parlamentar. Recusou o convite do presidente Floriano Peixoto para assumir a Prefeitura do Distrito Federal, no entanto aceitou a intendência do Departamento de Obras e Viação Geral daquela prefeitura, exercendo o cargo até o mês de abril do ano seguinte. Durante a revolta da armada que pretendia derrubar o governo de Floriano Peixoto, foi gravemente ferido no combate da ponta de Armação, em Niterói, Estado do Rio de Janeiro (1894), mas recuperou-se. Viajou (1908) à Europa como membro do estado-maior do ministro da Guerra, Hermes da Fonseca, a fim de comprar armamentos para o Exército. Foi nomeado chefe da Casa Militar (1914) pelo presidente Venceslau Brás, permanecendo nessa função nos três anos seguintes. Nesse período, desempenhou papel importante na implantação do serviço militar obrigatório e na remodelação do Exército. Alcançou o generalato (1918) e exerceu o cargo de chefe do Estado-Maior do Exército (1922-1929), onde destacou-se no processo de remodelação do Exército orientada por uma missão militar francesa e saiu por discordar de pontos de vista do governo sobre a reestruturação do ensino militar no país. Na chamada Revolução de 30, integrou, a comissão que se dirigiu à residência de Washington Luís para forçar seu afastamento do poder central. Depois que Washington Luís foi deposto em 24 de outubro (1930), assumiu o governo do Brasil com os generais João de Deus Mena Barreto e Alfredo Malan d'Angrogne. O golpe de estado liderado por ele, foi desenvolvido para impedir que o presidente eleito Júlio Prestes assumisse a presidência da república. Garantindo o chamado movimento getulista, dez dias depois a presidência foi entregue a Getúlio Vargas, que contava com o apoio popular e de movimentos militares de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Com Vargas no poder voltou novamente à chefia do Estado-Maior do Exército e, depois, tornou-se ministro do Supremo Tribunal Militar (1933) onde ficou até se aposentar compulsoriamente por limite de idade (1939). Casado com dona Josefa Graça Aranha, morreu no Rio de Janeiro, aos 76 anos. Destacado historiador militar, escreveu História da guerra entre a Tríplice Aliança e o Paraguai (1934) e A revolução farroupilha (1938).

domingo, maio 26, 2013

TAÇA DE PORTUGAL

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O VITÓRIA DE GUIMARÃES VENCEU
O BENFICA NO FINAL DA TAÇA
DE PORTUGAL.



O Benfica de José Jesus perdeu tudo em apenas 4 semanas , a Liga Portuguesa, a Liga Europa e agora a Taça de Portugal.


Depois de ter perdido o campeonato e falhado a conquista da Liga Europa, o Benfica permitiu a cambalhota ao Vitória de Guimarães em dois minutos e perdeu a possibilidade de conquistar a Taça de Portugal. A equipa vitoriana ganha o troféu pela primeira vez na sua história.

Benfica e Vitória de Guimarães entraram em campo sem surpresas nos titulares. Jorge Jesus apostou em André Almeida para a lateral-esquerda, deixando Melgarejo no banco, Garay e Cardozo, que chegaram a estar em dúvida para a final, jogaram de início. Rui Vitória jogou com o que tinha, à semelhança do que fez durante toda a época, sublinhe-se, de forma muito meritória.



O Benfica entrou em campo tal como nos habituou ao longo da época, mostrando, de facto, que nove anos é muito tempo para estar afastado do palco da prova rainha do futebol português. Cavalgadas e técnica, com alguma precipitação à mistura e que resultava em passes falhados, as águias foram iguais a si mesmas nos primeiros minutos. Do outro lado, contrariando o cognome de Conquistadores, os vimaranenses pareciam baratas-tontas, atarantados, perdendo quase sempre o duelo num meio-campo muito povoado e sempre muito distante de Amidó Baldé, o homem mais adiantado dos vimaranenses mas incapaz de se safar sozinho das manobras defensivas do Benfica.

Tão fácil era que Maxi atrevia-se como há muito não se via, sempre muito participativo no esquema ofensivo das águias, como se provou no golo que inaugurou o marcador.

Tiago Rodrigues, reforço do FC Porto para a próxima temporada, correu meio-campo com a bola colada à ponta da bota, soltou para Ricardo que, atrapalhado pela oposição de Artur Moraes, que fez bem a mancha, atirou à malha lateral da baliza encarnada. Argh, ouviu-se no topo da bancada vitoriana, que ainda gritou golo, tal o desejo e a ilusão de ótica.

Ainda os vimaranenses não acreditavam na oportunidade de golo desperdiçada, já o Benfica voltava à baliza contrária. Sem piedade, Maxi Pereira fez tudo bem na direita mas o cruzamento não saiu em condições, ficando à mercê de Kanu. Contudo, como um mal nunca vem só, o alívio saiu contra Nico Gaitán que, sem qualquer intenção de remate, acaba por fazer o golo encarnado. Foi pouco ortodoxo mas contou. Douglas fica caído na área incrédulo, olhando o céu.


Em cima do intervalo Addy ainda teve nos pés uma boa possibilidade de empatar a partida mas, falta de jeito ou nervosismo, mais a pressão de Maxi, acabou por chutar a relva e não a bola, caindo na área e ficando, inconsolável.

Vitória atrevido, Benfica com dois minutos fatais

Rui Vitória deve ter puxado as orelhas aos seus jogadores ao intervalo, porque os vitorianos entraram melhor no segundo tempo. Mais ofensivos, mais seguros na defesa, a mostrar que os segundos 45 minutos seriam diferentes dos primeiros.

Tiago Rodrigues pegou na batuta, chegou-se à frente com perigo, para irritação de Jorge Jesus, que não queria uma equipa em serviços mínimos, a dormir à sombra da vantagem.

Mas o Benfica é fortíssimo no que diz respeito à zona ofensiva e apesar de apresentar alguma tremideira lá atrás e conceder alguns espaços no meio-campo, ameaçou o golo aos 13´, por Lima. Valeu El Adoua, providencial, a tirar a bola dos pés do avançado, chutando para canto.

A melhoria do Vitória resultou em perda de qualidade do Benfica, que diminuiu, e de que maneira, a posse de bola. Talvez por isso Jorge Jesus tenha decidido abdicar de um ponta de lança, lançando Urreta para o lugar de Cardozo.


Quando os adeptos benfiquistas já faziam a festa nas bancadas, assumindo a banda sonora dos fãs do San Lorenzo, Artur Moraes meteu água, fez asneira, da grossa, falhou um alívio e colocou a bola nos pés de Soudani, que empatou o jogo aos 79´.

Festejava-se o primeiro dos vitorianos e surgia o segundo. Ninguém queria acreditar e só se ouvia «Outra vez!» nas bancadas. Ricardo, que na próxima época vai jogar no FC Porto, rematou, a bola desviou em Luisão e entrou na baliza encarnada com Artur a não ficar, novamente, muito bem na fotografia.

Cumpriu-se a tradição das equipas treinadas por Jorge de Jesus, jogam bem e boinito atá Março e arrebentam e perdem tudo em Abril e Maio. Pum


O Vitória de Guimarães junta-se ao restrito grupo de clubes com uma Taça de Portugal conquistada: Estrela da Amadora, Beira-Mar, Leixões e SC Braga.

terras portuguesas - VILA ROMANA DE CUCUFATE

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O AMIGO MIRO AO FALAR DE VESTIGIOS
ROMANOS EM PORTUGAL FEZ-ME RECORDAR
A VILA ROMANA DE CUCUFATE, NO BAIXO
ALENTEJO, NA VIDIGUEIRA

Vamos então recordar este reaquicio da Civilização romana, que ocupou Portiugal e toda a Penissula Ibérica






Villa romana de São Cucufate



A Villa romana de São Cucufate é um conjunto de ruínas romanas de Villa romana Áulica do século I d.C. em Vila de Frades, Portugal. Este sítio arqueológico reúne vestígios de termas, jardim e um templo, posteriormente adaptado ao culto cristão: o convento dedicado a São Cucufate, um mártir executado em 304 na actual Catalunha. Supõe-se que foi uma importante casa agrícola, testemunhando a antiguidade e importância desta actividade no Alentejo.

A origem do sítio arqueológico de São Cucufate remonta à ocupação romana, no século I d.C., com registo de várias alterações ao longo do tempo. No século II é feita uma segunda edificação e a casa terá sido refeita no século IV para dar origem a uma villa palaciana, cujas ruínas monumentais permanecem hoje, supondo-se que terá sido uma próspera casa agrícola.

Próximo do local original de entrada na villa, na sua frente, surge um templo dedicado a divindades não identificadas, com características semelhantes às do templo das ruínas romanas de Milreu, em Estói, perto de Faro. No século V o edifício foi convertido ao culto cristão.

Subsistem vestígios de um jardim com um tanque de pedra que poderá ter sido utilizado como piscina, um hábito comum numa região quente. Da villa permanecem dois corpos laterais com contrafortes, unidos por arcadas, sustentando um andar superior (hoje desaparecido) que terá albergado a zona residencial. A entrada dos fazia-se por três escadarias que davam acesso a uma zona elevada descoberta, e que se prolongava por uma área coberta por uma abóbada de que se vislumbram alguns vestígios.

No interior da construção surgem salas abobadadas que teriam servido para armazenar talhas destinadas de vinho e ao azeite, produtos agrícolas da região, valorizados pelos romanos.

Ao piso superior - a zona nobre - acedia-se por uma escada íngreme que contrasta com a grandiosidade do edifício, que faria acesso a uma varanda, correndo ao longo da fachada. Nas traseiras, vislumbra-se outro tanque. Da segunda construção (século II) foram conservados o triclínio, uma sala de refeições romana, com três leitos em volta de uma mesa, com um pavimento róseo.

Das termas subsiste a sua arquitectura com as canalizações em pedra que levavam a água as zonas do frigidarium, bem como os arcos nas zonas das fornalhas que aqueciam o tepidarium e o caldarium. A norte desta zona termal são visíveis os muros que delimitavam a área de trabalho da propriedade, com os aposentos para criados ou escravos que se ocupavam da agricultura e um lagar

terça-feira, maio 21, 2013

LIGA PORTUGUESA - O PORTO É CAMPEÃO

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O F.C.DO PORTO SAGROU-SE TRICAMPEÃO
PORTUGUÊS, VENCENDO NA ULTIMA JORNA-
DA O 3~.CLASSIFICADO ,O SENSACIONAL
PAÇOS DE FERREIRA, QUE ACOMPANHARÁ
PORTO E BENFICA NA CHAMPIONS DA PRÓ-
XIMA ÉPOCA.

V. Guimarães 0-1Rio Ave
Beira Mar 1-4 Sporting
P,Ferreira 0 - 2 Porto
Olhanense 0 - 0 Maritimo
Gil Vicente 1 - 3 Estoril
Benfica 3 -1 Moreirense
Nacional 2 - 1 Academnica
Setubal 0 - 1 Braga




Foi um título muito disputado entre o Porto e o Benfica, tendo sido outra equipa sensação neste campeonato, o Estoril, que ao empatar na antepenultima jornada com o Benfica no Estádio da Luz, ofereceu ao Porto, a hipótese de , vencendo o Benfica no Dragão, poder ser campeão. E foi o que sucedeu.

Muito se falou que o Benfica terá sido a equipa que melhor futebol praticou.
Acho que sim , mas o sistema de jogo engendrado pelo técnico Jorge Jesus exige ,ao longo da época ,um descomunal esforço, e uma gestão do plantelk muito rigoroso, e as equipas treinados por ele, em regra, rebentam nos 2 ultimos meses do campaeonato.

Foi assim quando treinou o Rio Ave, o Belenenses, o Braga e agora há 3 anos seguidos, que o Benfica chega a Janeiro com 4 a 5 pontos de vantagem, que depois perde nas ultimas jornadas, terminando a éoca de rastos fisicamente.

O sistema serve para praticar futebol espectáculo, não tem eficácia para ganhar campeonatos.

classificação final

.............. P J V E D GM GS J V E D GM GS J V E D GM GS
1 FC Porto .....78 30 24 6 0 70 14 15 14 1 0 38 5 15 10 5 0 32 9 Jogos
2 Benfica ......77 30 24 5 1 77 20 15 12 3 0 42 9 15 12 2 1 35 11 Jogos
3 P. Ferreira ..54 30 14 12 4 42 29 15 8 5 2 20 13 15 6 7 2 22 16 Jogos
4 SC Braga .....52 30 16 4 10 60 44 15 9 1 5 34 23 15 7 3 5 26 21 Jogos
5 Estoril Praia 45 30 13 6 11 47 37 15 9 2 4 31 18 15 4 4 7 16 19 Jogos
6 Rio Ave...... 42 30 12 6 12 35 42 15 5 4 6 14 17 15 7 2 6 21 25 Jogos
7 Sporting .....42 30 11 9 10 36 36 15 7 4 4 16 14 15 4 5 6 20 22 Jogos
8 Nacional..... 40 30 11 7 12 45 51 15 6 5 4 26 25 15 5 2 8 19 26 Jogos
9 V. Guimarães. 40 30 11 7 12 36 47 15 6 4 5 18 22 15 5 3 7 18 25 Jogos
10 Marítimo.... 38 30 9 11 10 34 45 15 4 8 3 14 14 15 5 3 7 20 31 Jogos
11 Académica... 28 30 6 10 14 33 45 15 4 5 6 22 27 15 2 5 8 11 18 Jogos
12 V. Setúbal.. 26 30 7 5 18 30 55 15 6 1 8 18 25 15 1 4 10 12 30 Jogos
13 Gil Vicente .25 30 6 7 17 31 54 15 4 3 8 18 24 15 2 4 9 13 30 Jogos
14 Olhanense ...25 30 5 10 15 26 42 15 3 4 8 13 20 15 2 6 7 13 22 Jogos
15 Moreirense ..24 30 5 9 16 30 51 15 3 5 7 16 24 15 2 4 9 14 27 Jogos
16 Beira-Mar... 23 30 5 8 17 35 55 15 3 6 6 21 26 15 2 2 11 14 29 Jogos






preliminares

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Em São Paulo, um homem sentiu-se mal no meio da rua, caiu e foi levado paraa urgência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, administrado totalmente por Freiras.
Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado ao coração, o que foi feito com total êxito.
Quando acordou, a seu lado estava a Freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:
- Caro Senhor, sua operação foi bem sucedida e o Senhor está salvo.
Entretanto, há um assunto que precisa de sua urgente atenção:
Como o senhor pretende pagar a conta do hospital ?
E a cobrança começou...
-O Senhor tem seguro-saúde?
- Não, Irmã.
-Tem cartão de crédito?
- Não, Irmã.
-Pode pagar em dinheiro?
- Não tenho dinheiro, Irmã.
E a freira começou a suar frio, antevendo a tragédia de perder o recebimento da conta hospitalar ! Continuou com o interrogatório;
-Em cheque então, o senhor pode pagar ?
- Também não, Irmã.
Nessa altura, a freira já estava a beira de um ataque.
E continuou...
-Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
- Ah.... Irmã, eu tenho sómente uma irmã solteirona, que é freira, masnão tem um tostão.
A Freira, corrigindo-o:
-Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse.
Elas são casadas com Deus !!!
- Magnífico!
Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!

sábado, maio 18, 2013

taça libertadores

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COM A ELIMINAÇÃO DO CORINTHIAS PELO
BOCA JUNIORES E SÃO PAULO PELO
ATLETICO MINEIRO, FICAM NS´2 TIMES
BRASILEIROS, O ATLETICO MINEIRO E
O FLUMINENSE.

Oitavos-de-Final
1ª Mão 2ª Mão
Newell’s Old Boys (2-2) Vélez Sarsfield 0-1 2-1
Real Garcilaso (1-1)
(4-1)g.p. Nacional 1-0 0-1
(1-4) g.p.
Tigre (2-3) Olimpia 2-1 0-2
Club Tijuana (2-1) Palmeiras 0-0 2-1
Grêmio (2-2) Santa Fe 2-1 0-1
Boca Juniors (2-1) Corinthians 1-0 1-1
São Paulo (2-6) Atlético Mineiro 1-2 1-4
Emelec (2-3) Fluminense 2-1 0-2



Quartos-de-Final
1ª Mão 2ª Mão
Real Garcilaso Santa Fe 22/05 23:45 h2h 29/05 h2h
Fluminense Olimpia 23/05 02:00 h2h 29/05 h2h
Club Tijuana Atlético Mineiro 24/05 01:30 h2h 29/05 h2h
Boca Juniors Newell’s Old Boys 24/05 01:30 h2h 29/05 h2h

ALBERNOA, ALENTEJO , PORTUGAL

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ENTRE BEJA E CASTRO VERDE, E ALI MESMO
AO LADO DE ALBERNOA, O ALENTEJO TEM
UMA SURPRESA PARA TI






Numa paisagem de cortar a respiração.






Podes conviver com a fauna de uma Herdade





Ter uma refeição bem alentejana no Restaurante da Herdade



como esta sopa de cação.


e mergulhar na piscina refrescante no meio da planicie do Alentejo profundo.



Descansar ou lêr num novo espaço cercado de campo verde


quarta-feira, maio 15, 2013

O BENFICA PERDEU A FINAL DA LIGA EUROPA COM O CHELSEA

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O BENFICA APESAR DE TER FEITO UMA
EXIBIÇÃO PRESONALIZADA E PRATICA-
DO UM VISTOSO FUTEBOL, SOÇOBROU
DE NOVO NOS ULTIMOS SEGUNDOS E
PERDEU A FINAL.




Outra vez, Benfica. Tal como no estádio do Dragão, a equipa perdeu o jogo já nos descontos (1x2). O Chelsea é o novo vencedor da Liga Europa.

Amsterdam ArenA encheu para ver a final

O estádio encheu com o vermelho da Luz e o azul londrino. Adeptos de todos os cantos do Mundo,muitos do Brasil, todos, sem exceção, movidos pela sua doutrina da fé clubística,ou pela nacionalidade, ou simplesmente pela curiosidade de assistir a um jogo de tal gabarito.


Na sua nona participação numa final europeia, o Benfica teve pela frente um Chelsea que chegava pela quinta vez na sua história ao último jogo de uma competição da UEFA. Talvez por isso, e por outras coisas mais, os treinadores preferiram não atribuir favoritismo antecipado, pois sabiam que isso não serviria de garantia para a vitória.


O Benfica - equipa consolidada, experiente e constante – fez uma excelente exibição e honrou o futebol português.
Só deu Benfica na primeira parte

Uma final é sempre um jogo que encerra certas particularidades tão concretas que acabam, é certo, por limitar toda e qualquer comparação com outros jogos da temporada ou mesmo de épocas anteriores.

E o Benfica voltou a hipotecar tudo nos detalhes, nos ultimos minutos sofreu aquele que seria o golo mais infeliz de toda a sua carreira europeia.


Gaitán foi dos jogadores mais ativos na equipa do Benfica Na distribuição dos atletas os dois técnicos fugiram ao seu plano tático habitual. Jorge Jesus, que não contava com o castigado Maxi Pereira, puxou André Almeida para o corredor direito e lançou Melgarejo para o esquerdo. Cardozo e Rodrigo foram as referências de ataque na equipa da Luz.

Do outro lado, Rafael Benítez viu-se forçado a uma alteração, com Gary Cahill no lugar do lesionado John Terry, mantendo David Luiz a fazer dupla com Ramires em zonas mais recuadas do meio-campo. O técnico do Chelsea optou ainda por deixar Victor Moses no banco e lançou para a titularidade o brasileiro Oscar.

O Benfica cedo assumiu as despesas de jogo. Numa primeira parte onde o conjunto da Luz praticou um futebol mais intenso, as melhores ocasiões de golo tiveram as cores de "Portugal". Contudo, o Benfica teve muita cerimónia nos vários lances que criou em zona frontal à baliza dos ingleses.

Aos 34 minutos, por exemplo, Nico Gaitán tentou o golo de trivela, aproveitando uma segunda bola, após uma jogada de entendimento do ataque encarnado.

O Chelsea, que raramente conseguiu ligar setores e levar perigo à baliza de Artur, procurou segurar as investidas da equipa de Jorge Jesus. Todavia, os blues até podiam ter ido a vencer para o intervalo. Aos 39 minutos, Frank Lampard, de fora da área, obrigou Artur a uma defesa de recurso, uma vez que a bola fez uma uma trajetória traiçoeira; o guarda-redes do Benfica, em desequilíbrio, ainda conseguiu defender com a mão esquerda, para canto.

Benfica deu mais espaço, Chelsea aproveitou


Torres marcou o 1º.golo do Chelsea.segundo tempo não mudou o teor do encontro
O Benfica voltou a carregar em busca do golo e o Chelsea passava por dificuldades. O conjunto de Jorge Jesus mostrou ser uma equipa sem complexos, ainda que o adversário da noite se tenha chamado Chelsea e fosse o (ainda) campeão europeu em título.


Aos 68', numa altura em que Lima e Ola John já estavam em campo por troca com Melgarejo e Rodrigo, Cardozo empatou a final na marcação de uma grande penalidade. O paraguaio não falhou frente ao guarda-redes checo do Chelsea; o árbitro entendeu que Azpilicueta tocou com a mão dentro da área.

Respondeu o Chelsea por Lampard, aos 89 minutos. O médio inglês rematou mas a bola foi embater nos ferros da baliza de Artur Moraes.

Estavam jogados os 90 minutos. Nenhuma equipa queria arriscar a perder tudo nesta fase. Cheirava a prolongamento. Cheirava mas não aconteceu. A sorte voltou a ser madrasta para o Benfica. Tal como no Dragão, as águias sofreram o golo da derrota já em tempo de descontos, num canto batido na direita por Mata, Ivanovic saltou mais alto que André Almeida e encaixou a bola no canto esquerdo da baliza de Artur.

Já não deu tempo para mais. O Chelsea venceu o Benfica. Lágrimas dos adeptos e jogadores encarnados.


BENFICA
Artur Moraes, Melgarejo,Ezequiel Garay,Luisão,André Almeida, Nemanja Matić ,Nico Gaitán ,Enzo Pérez , Salvio ,Rodrigo ,Óscar Cardozo
CHELSEA
Peter Cech,Ashley Cole,David Luiz,Ivanovic,Azpiculeta,Lampard,Ramires,Oscar,Mata,Fernando Torres



segunda-feira, maio 13, 2013

a 13 de MAIO ,nasceu o MARQUEZ DE POMBAL

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O MARQUEZ DE POMBAL FOI DOS MAOS
CONTROVERSOS POLITICOS DA HISTÓRIA
DE PORTUGAL



Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro Conde de Oeiras e Marquês de Pombal (Lisboa, 13 de Maio de 1699 – Pombal, 8 de Maio de 17821 ) foi um nobre, diplomata e estadista português. Foi secretário de Estado do Reino durante o reinado de D. José I (1750-1777), sendo considerado, ainda hoje, uma das figuras mais controversas e carismáticas da História Portuguesa.

Representante do despotismo esclarecido em Portugal no século XVIII, viveu num período da história marcado pelo iluminismo, tendo desempenhado um papel fulcral na aproximação de Portugal à realidade económica e social dos países do Norte da Europa, mais dinâmica do que a portuguesa. Iniciou com esse intuito várias reformas administrativas, económicas e sociais. Acabou com a escravatura em Portugal Continental em 1751 e, na prática, com os autos de fé em Portugal e com a discriminação dos cristãos-novos, apesar de não ter extinguido oficialmente a Inquisição portuguesa, em vigor "de jure" até 1821.

Durante o reinado de D. João V foi embaixador nas cortes do Reino da Grã-Bretanha, em Londres, Inglaterra, e do Sacro Império Romano-Germânico, em Viena, Arquiducado da Áustria1 .

A sua administração ficou marcada por duas contrariedades célebres: o primeiro foi o Terramoto de Lisboa de 1755, um desafio que lhe conferiu o papel histórico de renovador arquitectónico da cidade. Pouco depois, o Processo dos Távoras, uma intriga com consequências dramáticas. Foi um dos principais responsáveis pela expulsão dos Jesuítas de Portugal e das suas colónias2 .

Após a sua morte, na noite de 11 de Maio de 1782, o seu cadáver foi conduzido num coche puxado por três parelhas para a igreja do convento de Santo António da vila de Pombal. Contava o marquês de Pombal com 82 anos, quando os seus restos mortais ali foram depositados. Com o advento das invasões francesas a sua sepultura foi profanada pelos soldados do Marechal André Masséna. Em 1856/7, o Marechal Saldanha, seu neto por via materna, trasladou para Lisboa os restos mortais, que foram depositados na ermida das Mercês, onde o Marquês de Pombal fora baptizado e, inclusive, pertencia à irmandade. Em 1923, passaram definitivamente os restos mortais para a Igreja da Memória, Lisboa, onde se encontram até ao presente.

O

domingo, maio 12, 2013

primeira mão da final do PAULISTÃO

,
O CORINTHIAS VENCEU ESTA NOITE
O SANTOS NA 1ª.MÃO DA FINAL


O Corinthians voltou a jogar bem neste domingo justamente quando mais precisava. Contra o Santos, pelo duelo de ida da decisão do Campeonato Paulista, a equipe do Parque São Jorge poderia até ter goleado, mas desperdiçou diversas chances. E, quando conseguiu abrir dois gols, levou um no fim, com Durval, mas venceu por 2 a 1 e conquistou a vantagem para o jogo de volta.

Os rivais voltam a se encarar no próximo domingo, quando o Santos terá a chance de reverter o placar adverso em casa, na Vila Belmiro. Entretanto, o time praiano terá que vencer por dois gols de diferença para conquistar o tão sonhado tetracampeonato. Um triunfo por um tento leva a decisão do campeão para os pênaltis.

O primeiro tempo no Pacaembu foi totalmente corintiano. O Santos, apático, não conseguia sequer passar da linha do meio-campo e apenas observava a equipe de Tite deitar e rolar com a posse de bola. Após chances perdidas com Paulinho e Romarinho, o clube do Parque São Jorge abriu o placar a três minutos do fim do primeiro tempo.

No lance, Romarinho cobrou falta pelo lado direito do ataque nos pés de Danilo, que desperdiçou o domínio, mas deixou para Paulinho, livre de marcação, apenas empurrar às redes e tirar o zero do marcador. O 1 a 0, aliás, estava barato para o clube praiano, que parecia travado com os três volantes em campo.

O mesmo Paulinho quase ampliou no lance seguinte. Em jogada iniciada no meio, o camisa 8 deu um chapéu em Marcos Assunção e, segundos depois, pegou um lindo chute de fora da área. A bola explodiu no travessão, e Guerrero, livre, perdeu o rebote ao chutar para fora.

O Santos melhorou de rendimento na etapa complementar e até poderia ter empatado. Entretanto, André perdeu a chance, Cícero chutou na trave em outra boa oportunidade e o Corinthians cresceu de novo. Com Paulinho, o time da casa quase ampliou, mas só o fez mesmo perto do fim, quando Paulo André aproveitou bate e rebate após escanteio e completou para as redes.

Quando tudo se encaminhava mesmo para a vitória corintiana por dois gols de diferença, o Santos conseguiu diminuir em cabeçada de Durval e agora vai para a Vila Belmiro com esperanças maiores de reverter a vantagem corintiana. Os times voltam a se encontrar no domingo, às 16h, em Santos.


CORINTHIANS 2 x 1 SANTOS



Gols
CORINTHIANS
Paulinho, aos 42min do primeiro tempo, e Paulo André, aos 32min do segundo tempo

SANTOS
Durval, aos 36min do segundo tempo

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Emerson, Danilo e Romarinho (Edenilson); Guerrero (Pato)
Treinador: Tite

SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Renê Júnior, Marcos Assunção (Felipe Anderson) e Cícero; Miralles (André) e Neymar
Treinador: Muricy Ramalho

sábado, maio 11, 2013

MUSICAS DOS ANOS 70 E 80 NO BRASIL

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OI GENTEM RECORDEM COM O
BLOG LUSO CARIOCA A MÚSICA
BRASILEIRA DOS ANOS 70 E 80

LIGA PORTUGUESA- PENULTIMA JORNADA

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O BENFICA SAIU DERROTADO NO JOGO DO DRAGÃO,
POR 2-1, E POR UM GOLO QUASE NO FINALZINHO
DO JOVEM BRASILEIRO KELVIN.




Rio Ave 2-1 Gil Vicente
Marítimo 1-0 V. Guimarães
Sporting 1-0 Olhanense
Estoril Praia 2-1 Beira-Mar
Académica 1-1 P. Ferreira
SC Braga 1-3 Nacional
Moreirense 2-1 V. Setúbal
FC Porto 2-1 Benfica

O Sporting viu-se afastado das competições europeias, o que é inédito, e um grande campeonato do Estoril, que está à beira de o conseguir ,com um orçamento diminuto.

PORTO ,2 BENFICA,1

Reviravolta na Liga por um herói improvável


Kelvin é o nome do ano para o FC Porto. O atacante brasileiro foi o herói improvável deste clássico que pode ter decidido o título a favor dos dragões, com um disparo certeiro, de pé esquerdo, cruzado, a bater Artur Moraes e a ‘fulminar’ Jorge Jesus ao minuto 90+2, lance que permitiu aos azuis e brancos a tão procurada ultrapassagem ao Benfica na reta final do campeonato.

Com um jogo por realizar, bastará ao FC Porto cumprir a sua obrigação e vencer em Paços de Ferreira no fecho das contas. Se assim acontecer, Vítor Pereira consegue nova e inesperada recuperação, tal como aconteceu na época passada, e sagra-se bicampeão nacional, oferecendo o tri ao seu clube.

O Benfica apresentou-se muito recuado, com Matic muito junto à sua defesa, claramente a jogar pelo empate, o que terá sido fatal ao técnico do Benfica.

Numa atmosfera fantástica, com 50 mil pessoas nas bancadas, as 3 melhores equipas a de Pedro Proença ,o arbitro também, disputaram uma partida que decorreu quase sempre com intensidade e equilíbrio. O Benfica adiantou-se no marcador ao minuto 19, na sequência de um lançamento lateral, com Lima a emendar ao segundo poste um remate de Garay, mas sete minutos depois um cruzamento de Varela sofreu um desvio nas pernas de Maxi Pereira e traiu Artur Moraes, restabelecendo a igualdade.

O intervalo chegou com justiça no marcador. Esperava-se uma segunda parte com o FC Porto a apostar tudo na vitória e o Benfica a tentar conservar o empate, embora espreitando a possibilidade de marcar o segundo golo.

Houve algumas ocasiões junto das duas balizas, James ameaçou os encarnados com um remate que ainda bateu no poste, mas a explosão de alegria dos portistas surgiu já numa altura em que poucos acreditavam na vitória: Kelvin arrancou pela esquerda, tabelou com Liedson e rematou com toda a convicção, de pé esquerdo, batendo o guarda-redes do Benfica. Uma aposta em cheio de Vítor Pereira, cujas cartadas nos últimos 10 minutos (entraram Kelvin e Liedson, dois jogadores muito questionados pelos adeptos) acabaram por ser os grandes protagonistas do lance que decidiu o jogo... e o campeonato.

Mais uma vez uma equipa de Jesus se vai abaixo nas ultimas jornadas dos campeonatos, com os jogadores extenuadose sem força para competir.

quinta-feira, maio 09, 2013

LIBERTADORES

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NA LIBERTADORES FLUMINENSE E
ALETICO MINEIRO APURADOS

Atlético Mineiro e Fluminense foram os primeiros a carimbar a passagem para os quartos-de-final da Taça Libertadores, batendo o São Paulo e o Emelec, respetivamente.

O São Paulo foi a primeira equipa brasileira a cair nesta edição da prova, ao ser eliminado pelo Atlético Mineiro, claramente superior no conjunto das duas mãos. Depois de ter vencido por 1x2 em São Paulo, a equipa de Ronaldinho Gaúcho atropelou os paulistas em casa por uns expressivos 4x1. Na segunda mão o grande herói da partida foi Jô, ao marcar um hat-trick.


No outro jogo da noite, o Fluminense recebeu e venceu em casa (2x0) os equatorianos do Emelec, e depois de ter perdido fora de casa, garantiu a passagem aos quartos-de-final aos 85 minutos através de um golo do defesa esquerdo Carlinhos.

PEDRO MOTTA, JOVEM FOTÓGRAGO BRASILEIRO, VENCEU O BES PHOTO 2013

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O JOVEM FOTÓGRAFO BRASILEIRO
PEDRO MOTTA VENCEU O PRÉMIO
BES PHOTO 2013.


Fotógrafo brasileiro Pedro Motta vence a 9.ª edição do Prémio BES Photo


Pedro Motta, fotógrafo brasileiro, é o vencedor da 9.ª edição do Prémio BES Photo, o maior galardão nacional na área da fotografia, no valor de 40 mil euros, foi hoje anunciado no Museu Coleção Berardo, em Lisboa.




Os finalistas desta edição do prémio eram Albano da Silva Pereira (Portugal), Filipe Branquinho (Moçambique), Pedro Motta e Sofia Borges (Brasil).
Iniciativa do Banco Espírito Santo, o prémio é organizado em parceria com o Museu Coleção Berardo e a Pinacoteca do Estado de São Paulo.
O prémio manteve, nesta edição, o alargamento a artistas de nacionalidade brasileira e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
O júri internacional que elegeu o vencedor foi composto pelo escritor inglês Geoff Dyer, o escritor e crítico de arte belga Luc Sante e a crítica espanhola de arte Rosa Olivares.
O Prémio BES Photo já galardoou Helena Almeida, José Luís Neto, Daniel Blaufuks, Miguel Soares, Edgar Martins, Filipa César, Manuela Marques e Mauro Pinto.

É uma pesquisa sobre a paisagem, sobretudo sobre a geografia afetiva". É assim que o artista brasileiro Pedro Motta, que venceu ontem a 9.ª edição do prémio BES Photo, descreve o seu trabalho, que estará patente no Museu Berardo, no centro Cultural de Belém, em Lisboa, até 2 de junho.

Ainda "assustado", depois da revelação de que era o vencedor da iniciativa promovida pelo BES em parceria com o Museu Berardo e o Instituto Tomie Ohtake, o fotógrafo, de 36 anos, tem agora 40 mil euros para investir no seu trabalho. "Dá-me liberdade de produção. Não sei o que vou fazer em concreto, mas dá-me liberdade para trabalhar durante meses, talvez um ano", diz o artista, natural de Belo Horizonte.

A exposição que está agora no CCB seguirá depois para o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, Brasil, onde estará entre 18 de junho e 28 de julho


quarta-feira, maio 08, 2013

LIGA PORTUGUESA - PENULTIMA RODADA

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A PENULTIMA RODADA DA LIGA
PORTUGUESA TROUXE FRISSON,
E VIU O BENFICA EMPATAR NA
LUZ E AGORA TER DE VENCER
NO GRAGÃO NO PRÓXIMO SÁBADO
PARA CONSEGUIR SER CAMPEÃO.


Moreirense 2-3 SC Braga
Nacional 1-3 FC Porto
V. Setúbal 0-1 Académica
Beira-Mar 4-2 Marítimo
Olhanense 1-0 Rio Ave
V. Guimarães 3-1 Gil Vicente
P. Ferreira 1-0 Sporting
Benfica 1-1 Estoril Praia

BENFICA-ESTORIL PRAIA 1-1

Foi um grande jogo de futebol, e se o Benfica era favorito, e se todos esperavam a habitual chapa 3, enganaram-se
O Estoril, canarinhos, como os do escrete, deram um show de bola, dominaram e podiam ter saído da Luz com uma vitória.

Esta equipa do Estoril, que está num lugar na classificação que dá direito a entrar na Liga Europa na próxima época, afastando o Sporting, para isso tem de manter o lugar nas 2 próximas rodadas, jogo um futebol surpreendente e de qualidade,

Teve inclusivé queixas da arbitragem ,ao ver um penalty claro, ter-lhe sido negado por uma arbitragem muito caseira.

O Benfica, que tem feito uma grande época apresentou-se muito cansado e desiludiu a galera, nem parecendo a mesma que eliminou os turcos do Fenerbaçe, para estar na Final da Liga Europa, em Amsterdão ,contra o Chelsea.


O BRASILEIRO JEFFERSON , FACTUROU PARA O ESTORIL



............... P J V E D GM GS DG
1 Benfica....... 74 28 23 5 0 73 17 +56 Jogos
2 FC Porto...... 72 28 22 6 0 66 13 +53 Jogos
3 P. Ferreira... 53 28 14 11 3 41 26 +15 Jogos
4 SC Braga...... 49 28 15 4 9 58 41 +17 Jogos
5 V. Guimarães ..40 28 11 7 10 36 45 -9 Jogos
6 Estoril Praia .39 28 11 6 11 42 35 +7 Jogos
7 Rio Ave .......36 28 10 6 12 32 41 -9 Jogos
8 Sporting...... 36 28 9 9 10 31 35 -4 Jogos
9 Marítimo ......34 28 8 10 10 33 45 -12 Jogos
10 Nacional .....34 28 9 7 12 40 49 -9 Jogos
11 Académica.... 27 28 6 9 13 31 42 -11 Jogos
12 V. Setúbal... 26 28 7 5 16 29 52 -23 Jogos
13 Gil Vicente.. 25 28 6 7 15 29 49 -20 Jogos
14 Olhanense ....24 28 5 9 14 26 41 -15 Jogos
15 Beira-Mar.... 23 28 5 8 15 33 49 -16 Jogos
16 Moreirense ...21 28 4 9 15 27 47 -20 Jogos




NO PRÓXIMO SÁBADO A PENULTIMA RODADA.

JORNADA 29 2013-05-11

Rio Ave 11/05 18:15 Gil Vicente h2h
Marítimo 11/05 18:15 V. Guimarães h2h
Sporting 11/05 18:15 Olhanense h2h
Estoril Praia 11/05 18:15 Beira-Mar h2h
Académica 11/05 18:15 P. Ferreira h2h
SC Braga 11/05 18:15 Nacional h2h
Moreirense 11/05 18:15 V. Setúbal h2h
FC Porto 11/05 20:30 Benfica h2h

terça-feira, maio 07, 2013

Paulistão - semi finais

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O PAULISTÃO TEVE AS SEMI FINAIS
NESTE ULTIMO FINAL DE SEMANA



Mogi Mirim 1-1 (4-5)g.p. Santos
São Paulo 0-0 (3-4)g.p. Corinthians

Com ests resultados vamos ter nos dias 12 e 19 as finais CORINTHIANS-SANTOS a duas mãos.


MOGI MIRIM-SANTOS 4-5



SÃO PAULO-CORINTHIANS 3-4


Após 90 minutos de poucas emoções e um justo placar de 0x0, São Paulo e Corinthians decidiram a vaga na final do Campeonato Paulista nos pênaltis, quando o Alvinegro levou a melhor e venceu por 4x3. Na expectativa de uma grande partida, as torcidas lotaram o Morumbi neste domingo , mas tiveram que se contentar com um jogo morno, em que os principais jogadores tiveram atuações apagadas, com destaque negativo para Luís Fabiano e Ganso, que também perderam os pênaltis para o Tricolor.

São Paulo melhor no primeiro tempo

A primeira etapa começou complicada para o São Paulo, que perdeu o atacante Osvaldo por lesão logo aos 4 minutos. Após ser desarmado por Gil, o são paulino caiu em cima do próprio braço e teve que ser substituído por Douglas. Apesar da baixa, a equipe tricolor criou a primeira oportunidade. Após dez minutos de pouca movimentação, Ganso aproveitou passe errado de Émerson para servir Luís Fabiano, que chutou em cima do goleiro Cássio.

Depois disso, o nível técnico da partida voltou a cair e os jogadores passaram a dar entradas mais duras. Em uma delas, Wellington derrubou Romarinho, que revidou com um pisão no volante tricolor, recebendo apenas cartão amarelo. O São Paulo ainda tentava se impôr diante do adversário, mas parava nas boas atuações dos zagueiros corintianos, que levavam vantagem na maioria dos lances. A melhor opção do Tricolor era com Carleto pela esquerda, mas o lateral falhava na hora dos cruzamentos e das finalizações.

Quando conseguiam superar os defensores alvinegros, os são paulinos, principalmente Luís Fabiano, eram pegos em impedimento. Na melhor chance da primeira etapa, Ganso lançou para o Fabuloso, que foi travado por Paulo André no momento do chute. O Timão por sua vez tinha ainda mais dificuldade para sair da marcação e, quando não parava nos volantes, era superado pelos zagueiros adversários. Com isso, o Corinthians terminou a primeira etapa sem finalizar ao gol de Rogério Ceni.

Estrelas tricolores se apagam na segunda etapa

O segundo tempo começou mais movimentado, com chances para os dois lados. Para o São Paulo, Carleto continuava criando as melhores jogadas, mas, diferentemente do que aconteceu nos primeiros 45 minutos, Alessandro passou a aproveitar os espaços deixados pelo são paulino para ir ao ataque. Em uma dessas oportunidades, o lateral corintiano tabelou com Romarinho e cruzou para Guerrero mandar para fora, aos 6 minutos, a primeira chance do Timão na partida.

Aos poucos o ritmo da partida foi caindo novamente, só que dessa vez era o Corinthians que levava um pouco mais de perigo à meta adversária. Em contra-ataque, aos 13 minutos, Guerrero serviu Émerson, que chutou cruzado para boa defesa de Rogério Ceni. Tite tentou aproveitar o melhor momento de sua equipe para colocar Pato no lugar de Guerrero, mas, dessa vez, o atacante não entrou bem e o jogo permaneceu com poucas emoções.

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 0 (3) X (4) 0 CORINTHIANS

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)

Data/Hora: 5/5/2013 - 16h

Árbitro: Antônio Rogério Batista do Prado (SP)

Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Rogério Pavanelli Lanutto

Renda/Público: R$ 973.500 / 29.475 presentes

Cartões Amarelos: Rafael Toloi; Romarinho, Alessandro e Emerson

Cartões Vermelhos: -

GOLS: -

Pênaltis: Rogério Ceni (1-0); Douglas (1-1); Rafael Toloi (2-1); Romarinho (2-2); Ganso (2-2); Fábio Santos (2-3); Jadson (3-3); Alessandro (3-3); Luis Fabiano (3-3); Pato (3-4)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Edson Silva, Rafael Toloi e Carleto; Denilson, Wellington, Jadson e Ganso; Osvaldo (Douglas, 12'/1ºT) e Luis Fabiano. Técnico: Ney Franco.

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Emerson (Douglas, 37'/2ºT), Romarinho e Danilo; Guerrero (Pato, 19'/2ºT). Técnico: Tite.

terras portuguesas - FARO

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FARO É A CAPITAL DO
ALGARVE E DO SUL DE
PORTUGAL



Faro é uma cidade portuguesa com 50 000 habitantes1 , capital do Distrito de Faro, da região, sub-região e ainda da antiga província do Algarve que ocupa uma área de 5,412 km² e onde residem 64 560 habitantes (2011) . É sede de um município com 201,59 km² de área e 64 560 habitantes (2011)1 , subdividido em 6 freguesias. O município é limitado a norte e oeste pelo município de São Brás de Alportel, a leste por Olhão, a oeste por Loulé e a sul tem costa no Oceano Atlântico. Através do Aeroporto de Faro, a cidade constitui a segunda maior entrada externa do país (a seguir a Lisboa), o que lhe confere uma valência vincadamente cosmopolita.


Limitado a Norte e Oeste pelo concelho de São Brás de Alportel, a Este por Olhão, a Oeste por Loulé e a Sul pelo Oceano Atlântico, é um concelho composto por seis freguesias: Sé, São Pedro, Santa Bárbara de Nexe, Montenegro, Conceição e Estoi. Este concelho agrega seis freguesias e 63 lugares. São Pedro, Sé e Montenegro são consideradas urbanas, Santa Bárbara de Nexe e Conceição medianamente urbanas e Estoi é a única que se enquadra como predominantemente rural



As origens de Faro

Os primeiros marcos remontam ao século VIII a.C., ao período da colonização fenícia do Mediterrâneo Ocidental. Seu nome de então era Ossonoba, sendo um dos mais importantes centros urbanos da região sul de Portugal e entreposto comercial, integrado num amplo sistema comercial, baseado na troca de produtos agrícolas, peixe e minérios. Entre os séculos III a.C. e VIII d.C., a cidade está sob domínio Romano e Visigodo, sendo conquistada vindo a ser conquistada pelos Mouros no ano de 713 d.C, os quais ergueram ali uma fortificação (reforçada por uma nova muralha erigida a mando do príncipe mouro Bem Bekr, no século IX). Durante a ocupação árabe o nome Ossónoba prevaleceu, desaparecendo apenas no século IX, dando lugar a Santa Maria do Ocidente; era então capital de um efémero principado independente.

No século XI passa a designar-se Santa Maria Ibn Harun e o nome de Ossonoba começa a ser substituído. A cidade é fortificada com uma cintura de muralhas.

Na sequência da independência de Portugal, em 1143, o primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques e os seus sucessores iniciam a expansão do país para sul, reconquistando os territórios ocupados pelos Mouros. Depois da conquista por D. Afonso III, em 1249, os portugueses designaram a cidade por Santa Maria de Faaron ou Santa Maria de Faaram.

Nos séculos seguintes, Faro tornou-se uma cidade próspera devido à sua posição geográfica, ao seu porto seguro e à exploração e comércio de sal e de produtos agrícolas do interior algarvio, trocas comerciais que foram incrementadas com os Descobrimentos Portugueses.

Tem, nesse período, uma importante e activa colónia judaica que no final do século XV imprime localmente o Pentateuco, o primeiro livro português. A comuna de Faro terá sido sempre uma das mais distintas da região algarvia e das mais notáveis do País, em todos os tempos, com muitos artesãos e muita gente endinheirada, sendo frequentes no século XIV as ligações comerciais de judeus e cristãos. A manifesta prosperidade dos judeus farenses no século XV é interrompida pela carta patente de Dezembro de 1496 em que D. Manuel I os expulsa de Portugal, caso não se convertessem ao catolicismo.

Assim, oficialmente, e só neste sentido, deixaram de existir judeus em Portugal, o que também aconteceu em Faro, sendo que, no local onde estava implantada a judiaria, na Vila Adentro, tivesse sido mandado erigir pela terceira esposa de D. Manuel I o Convento de Nossa Senhora da Assunção.

O Rei D. Manuel I promove, em 1499, uma profunda alteração urbanística com a criação de novos equipamentos na cidade - um Hospital, a Igreja do Espírito Santo (Igreja da Misericórdia), a Alfândega e um Açougue - fora das alcaçarias e junto ao litoral. Em 1540, D. João III eleva Faro a cidade e, em 1577, a sede do bispado do Algarve é transferida de Silves para Faro. O saque e o incêndio, em 1596, pelas tropas inglesas de Robert Devereux, 2.º Conde de Essex, danificaram muralhas e igrejas, e provocaram elevados danos patrimoniais e materiais na cidade.

Os séculos XVII e XVIII são um período de expansão para Faro, que foi cercada por uma nova cintura de muralhas durante o período da Guerra da Restauração (1640 - 1668), que abrangia a área edificada e terrenos de cultura, num vasto semicírculo frente à Ria Formosa.

Em 1 de Novembro de 1755, a cidade de Lisboa é arruinada por um grande Sismo que devido à sua intensidade provocou, igualmente, estragos em outras cidades do país, sobretudo no Algarve.

A cidade de Faro sofreu danos generalizados no património eclesiástico, desde igrejas, conventos até o próprio Paço Episcopal. As muralhas, o castelo com as suas torres e baluartes, os quartéis, o corpo da guarda, armazéns, o edifício da alfândega, a cadeia, os conventos de S. Francisco e o de Santa Clara, foram destruídos e arruinados.

Até finais do século XIX, a cidade manteve-se dentro dos limites da Cerca seiscentista de Faro. O seu crescimento gradual sofre um maior ímpeto nas últimas décadas.

Actualidade

A cidade de Faro, capital política e administrativa, detém a maior parte dos serviços administrativos da região e, por conseguinte, uma grande atractividade para a implantação de actividades terciárias e comerciais, subsidiadas pela função habitacional.

Faro assumiu a sua vocação cosmopolita aquando da inauguração do seu aeroporto internacional a 11 de Julho de 1965, ainda durante a ditadura de António de Oliveira Salazar. Hoje em dia, e graças ao aumento de procura turística em todo o Algarve, a cidade possui o segundo mais movimentado aeroporto de Portugal atrás do aeroporto da Portela em Lisboa, com um movimento superior a 5 milhões de passageiros por ano. O Aeroporto é ainda utilizado por parte dos turistas que se dirigem para a Andaluzia devido a certos locais desta região espanhola estarem mais próximos de Faro do que de Sevilha.

domingo, maio 05, 2013

CARIOCÃO - FINAL

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O BOTAFOGO VENCEU A FINAL
DO CARIOCÃO AO BATER O
FLUMINENSE POR 1-0


BOTAFOGO-FLUMNINENSE 1-0



O Botafogo confirmou, neste domingo, o status de melhor time do Campeonato Carioca. Depois de conquistar a Taça Guanabara, primeiro turno da competição, o time bateu o Fluminense por 1 a 0 em partida disputada em Volta Redonda para ficar também com a Taça Rio, se sagrando campeão estadual sem a necessidade de disputar as finais.

O time de Oswaldo de Oliveira marcou com Rafael Marques, em partida tensa, para ficar com o título. Desta forma, o time elimina a chance de o Fluminense brigar pelo bicampeonato e volta a se sagrar campeão carioca após três anos – o último título foi conquistado em 2010. É a primeira conquista de Seedorf no futebol brasileiro.

O Fluminense volta a campo na próxima quarta-feira, quando encara o Emelec em casa, em local a ser definido, às 22h (de Brasília). Por ter perdido por 2 a 1 fora de casa, o time se classifica com vitória simples. Já o Botafogo só entra em campo novamente em 15 de maio, pela Copa do Brasil, contra o CRB. No jogo de ida, os times empataram por 0 a 0.


Clique no link para iniciar o vídeo Veja gol de Rafael Marques na final da Taça Rio
A partida em Volta Redonda começou com muita tensão entre os atletas. Leandro Euzébio se desentendeu com Marcelo Mattos, que levou um puxão pelo pescoço dado por Thiago Neves. Depois, Wellington Nem se enroscou com o botafoguense e acertou seu rosto. Tanta tensão, embora não tenha gerado expulsões, deixou o jogo travado, com poucas chances claras de gol.

O Botafogo balançou as redes aos 28min, com passe de Lodeiro para Rafael Marques. Em lance duvidoso, a arbitragem anulou a jogada. Em jogada muito parecida, o gol válido saiu: aos 41min, Lucas pegou rebote e chutou forte; Dória desviou e Rafael Marques ficou cara a cara para tocar na saída de Diego Cavalieri, abrindo o placar.

De volta para o segundo tempo, o time alvinegro fez mais um, com Bolívar, de cabeça, mas novamente a arbitragem marcou impedimento no lance. Sem poder de reação, o Fluminense manteve o confronto truncado, enquanto o Botafogo administrou o placar. A partir dos 30min, a torcida alvinegra já gritava “olé”.

Aos 33min, Digão puxou Bolívar dentro da área. Na sequência do lance, Dória completou para as redes, mas o árbitro anotou pênalti. Seedorf foi para a cobrança, mas mandou a bola no travessão. Para ser campeão, o Fluminense teria de marcar dois gols. As tentativas de reação nos minutos finais foram infrutíferas, enquanto a torcida do Botafogo já comemora o título.​
Clique no link para iniciar o vídeo Seedorf perde pênalti na final contra Fluminense; veja


Ficha técnica

BOTAFOGO 1 x 0 FLUMINENSE

Gols
BOTAFOGO:
Rafael Marques, aos 40min do primeiro tempo

BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Bolívar, Dória e Júlio César (Lima); Marcelo Mattos, Gabriel, Fellype Gabriel, Seedorf (Lucas Zen) e Lodeiro; Rafael Marques (Vitinho)
Técnico: Oswaldo de Oliveira

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho (Felipe), Jean, Thiago Neves e Wagner; Wellington Nem (Michael) e Rhayner (Samuel)
Técnico: Abel Braga

sexta-feira, maio 03, 2013

PAULISTÃO - QUARTAS DE FINAL

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NO ULTIMO FINAL DE SEMANA
DISPATARAM-SE OS JOGOS DAS
QUARTAS FINAL DO PAULISTÃO

PAULISTÃO- QUARTOS DE FINAL

Santos 1-1 (4-2)g.p. Palmeiras 2013-04-27 20:15
Mogi Mirim 6-0 Botafogo-SP
Ponte Preta 0-4 Corinthians
São Paulo 1-0 Penapolense




Ponte Preta 0 x 4 Corinthians, Gols - Paulistão



O BENFICA ELIMINOU O FENERBAÇE E VAI À FINAL DA LIGA EUROPA

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O BENFICA VOLTA A UMA FINAL EUROPEIA
DEPOIS DE 23 ANOS AFASTADO DAS GRAN-
DES DECISÕES.




Ontem `à noite no retorno da das semi finais da Liga Europa, o Benfica venceu por 3-1 os turcos do Fenerbaçe, arrancando uma excelente exibição, nos moldes ds grandes noites europeias do Estádio da Luz.

Os turcos não estão à altura do Benfica, e só não perderam por mais por mero desacerto na hora de rematar dos encarnados.




23 anos depois o Benfica está numa final europeia. O voo com destino ao sonho da nação benfiquista foi garantido com uma exibição aguerrida, com suor e muita alma. A equipa da Luz derrotou o Fenerbahçe (3x1) e anulou, desta forma, o 0x1 que trouxe da Turquia. Dia 15 de maio... eles aí vão para Amesterdão.

Muito Benfica, pouco Fenerbahçe, afinal um Fenerbaçe sem o estatuto do Benfica.


Ao contrário de Istambul, em Lisboa tudo era diferente; o tom das cores, os gritos e a coreografia. Casa tão preenchida que só alguma luz solar, e a pedir licença, conseguiu ainda entrar. É que por razões de segurança a UEFA não permite que o estádio fique lotado.


Alguns vieram de bem longe para oferecer cumplicidade, carinho e apoio ao seu clube. Estava tudo lá, tudo mesmo, sem exceção: as bandeiras, os cachecóis, os apelos. Bastavam, claro, os golos, as jogadas, os simples rasgos de génio para o sonho fazer sentido e chegar a Amesterdão.


Gaitán marcou o primeiro golo da noite ©Carlos Alberto CostaA equipa de Jorge Jesus precisava de dois golos e de não sofrer nenhum, ou seja, uma reviravolta. A história, por seu lado, dizia que na época 1975/76 o Fenerbahçe foi eliminado pelas águias na Taça dos Campeões Europeus, depois de uma goleada por 7x0.


Foi com essa crença que os adeptos encarnados procuraram empurrar a sua equipa para uma noite europeia perfeita. Faltava, claro está, os artistas provarem em campo ao que iam.

Numa fase da época em que não é de esperar grandes exibições por parte dos jogadores, o Benfica entrou em campo muito mais preocupado em virar a eliminatória e vencer o jogo do que em ser brilhante. Com uma distância curta entre os jogos, a tão badalada 'nota artística' - em tempos uma bandeira de Jorge Jesus - ficou na gaveta. Valores mais altos se levantavam nesta noite.

Na Luz, o Benfica deixou de olhar para o acessório e centrou-se no essencial. Na verdade, o Benfica procurou cedo o golo mas os turcos souberam gerir bem os espaços. Sem Topal e Raul Meireles, a equipa que viajou de Istambul conseguiu, ainda assim, tirar raio de ação aos rápidos jogadores encarnados.


Dirk Kuyt marcou de grande penalidade para os turcos , empatando a partida.Com André Almeida do lado esquerdo da defesa encarnada, Jorge Jesus procurou explorar também os espaços interiores com Nico Gaitán, que regressou à titularidade, depois da ausência frente ao Marítimo.

Depois de uma entrada a todo o gás, a Luz entrou em euforia com o golo, precisamente, do argentino El Zurdo, aos nove minutos. Lima entrou pela direita, tirou o cruzamento e Gaitán, com categoria, empurrou a bola para o fundo da baliza turca. Festa na Luz, estava anulado o golo sofrido em casa do Fenerbahçe.

O tempo corria e só dava Benfica. A equipa de Jorge Jesus empurrava o adversário, as bancadas empurravam os encarnados; os turcos evidenciaram muitas dificuldades na sua primeira fase de construção.

Seria, porém, com um Benfica balanceado para o ataque que o Fenerbahçe chegou ao golo, aos 23', na transformação de uma grande penalidade. Garay jogou a bola com a mão; chamado a marcar, Dirk Kuyt não falhou frente a Artur Moraes.

A precisar de marcar dois golos para passar para a frente, Jesus pedia aos seus jogadores para irem em busca do golo e ele apareceu. Aos 35 minutos, Óscar Cardozo rematou, à entrada da área, e colocou o Benfica em vantagem no jogo, mas não na eliminatória.

Até final da primeira parte os encarnados ainda tentaram o terceiro golo mas sem sucesso. 2x1 em tempo de intervalo.


Gaitán fabricava golos, À semelhança da primeira parte, os primórdios da segunda mostraram mais Benfica. Os turcos estavam na frente da eliminatória e iam aproveitando para deixar correr o relógio do árbitro.

Entretanto, enquanto as bancadas pediam mais um golo em tons de encarnado, Gökhan Gönül (Fenerbahçe) teve de sair em maca, depois de um lance com Nico Gaitán, que o pontapeou no rosto, com gravidade, tendo o jogador turco que seguir para o Hospital

Por esta altura, o Benfica ia colocando bolas na área turca mas os jogadores do Fenerbahçe limpavam quase tudo. Quase tudo, sim, porque um tal de Óscar Tacuara Cardozo incendiou (outra vez) a «Catedral». Aos 66 minutos, o paraguaio recebeu a bola e rematou de pronto para o terceiro.


No dia 15 de maio, Amesterdão vai receber o Benfica e o Chelsea, que derrotou o FC Basel por 3x1 (5x2 no conjunto da eliminatória).