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quarta-feira, agosto 07, 2013

HISTÓRIA DO BRASIL - PRESIDENTE JOÃO GOULART

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JOÃO GOULART FOI PRESIDENTE DO
BRASIL NUM PERÍODO MUITO CONTUR-
BADO DA HISTÓRIA DO BRASIL.




João Belchior Marques Goulart (São Borja, 1º de março de 1919 — Mercedes, 6 de dezembro de 1976), conhecido popularmente como "Jango", foi um político brasileiro e o 24° presidente do Brasil, de 1961 a 1964. Antes disso, também foi vice-presidente, de 1956 a 1961, tendo sido eleito com mais votos que o próprio presidente, Juscelino Kubitschek.

A família de Goulart era de ascendência açoriana, sendo ele filho de Vicente Goulart, estancieiro do Rio Grande do Sul que tinha grande influência na região, ajudando em sua entrada na vida política. Formou-se em Direito na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1939. Foi deposto pelo Golpe Militar de 1964, liderado pelo alto escalão do Exército.


Infância e adolescência

João Goulart nasceu na Estância de Yguariaçá, no distrito (hoje município) de Itacurubi, em São Borja, no Rio Grande do Sul, em 1º de março de 1919. Seus pais eram Vicente Rodrigues Goulart, um estancieiro e coronel da Guarda Nacional que havia lutado a favor de Borges de Medeiros na Revolução de 1923, e Vicentina Marques Goulart, uma dona-de-casa.

Seu avô materno, Belchior Rodrigues Goulart, descendia de imigrantes açorianos que chegaram no Rio Grande do Sul na segunda metade do século XVIII. No grupo dos primeiros açorianos a se estabelecerem em solo gaúcho, mais especificamente em Rio Grande, no ano de 1749, e no Porto de Viamão, em 1752, havia pelo menos três imigrantes que usavam o sobrenome de origem flamenga "Govaert", que pode ter sido depois modificado para Goulart. Mas tanto os nomes Govaert ou Gouvaert, como Goulars, Goulard ou Goulart têm registro entre as famílias da Valônia e de Bruxelas, mas como duas famílias diferentes.1

Quando Jango nasceu, a Estância de Yguariaçá era um ponto isolado no interior do município de São Borja.

Jango era o mais velho de oito irmãos. Teve cinco irmãs – Eufrides, Maria, Yolanda, Cila e Neuza – e dois irmãos, ambos falecidos prematuramente; Rivadávia (n. 1920) morreu seis meses após nascer, e Ivan (n. 1925), a quem era profundamente ligado, morreu de leucemia aos 33 anos de idade, em 1958, quando Jango já era Vice-Presidente da República.

Após passar a infância em Yguariaçá, Jango partiu para o município vizinho de Itaqui para estudar, como resultado da decisão de seu pai de formar uma parceria com Protásio Vargas, irmão de Getúlio, após arrendarem um pequeno frigorífico naquele município de um empresário inglês. Enquanto Vicente permaneceu à frente do negócio nos dois anos seguintes, Foi em Itaqui que Jango apaixonou-se pelo futebol e desenvolveu gosto pela natação em um açude localizado no terreno do frigorífico.

Após retornar ao município de São Borja, com o fim de sua experiência como parceiro no frigorífico, Vicente decidiu matricular Jango no Ginásio Santana, escola pertencente a Irmãos Maristas em Uruguaiana. Jango cursou as quatro primeiras séries no internato Santana, mas, ao final de 1931, foi reprovado. Irritado com o fraco desempenho do filho naquela escola, Vicente decidiu mandá-lo estudar no Colégio Anchieta, em Porto Alegre.

Conhecedores das habilidades excepcionais de Jango nos jogos de futebol da escola, onde atuava na posição de lateral-direito,seus amigos Almir e Abadé o convenceram a fazer um teste para o time infanto-juvenil do Sport Club Internacional. Jango conseguiu ser selecionado e passou a dividir os períodos de aula no Colégio Anchieta com os treinos e jogos do Internacional. Em 1932 foi campeão estadual na categoria infanto-juvenil. O centroavante da equipe juvenil, Salvador Arísio, relatou que Jango era "um guri excepcional, meio fechado e muito, muito bom".

Ainda em 1932, Jango completou a terceira série do então curso ginasial no Colégio Anchieta, com uma atuação um tanto irregular, o que se repetiria durante os estudos na Faculdade de Direito. De volta a Uruguaiana, Jango concluiu o ensino médio no Ginásio Santana.

Carreira política

Mandado para Porto Alegre após concluir o ensino médio, Jango cursou a Faculdade de Direito, a fim de satisfazer as necessidades do pai, que desejava ver seu primogênito com um diploma de ensino superior. Lá, ele restabeleceu contato com os amigos de infância Abadé Ayub e Salvador Arísio, ao mesmo tempo em que consolidou novas amizades através de incursões na vida noturna da capital do estado.

Logo em seguida, Jango voltou para São Borja. Entretanto, seu abatimento em razão do problema na perna era visível. Ele se afastou do resto da cidade e passou a viver recluso no interior do município, na Estância de Yguariaçá. Arrumou novos amigos entre os peões da estância. Mas o abatimento em razão dum problema com seu joelho não durou muito. Jango logo voltou a frequentar a cidade, tendo assumido publicamente o problema na perna ao desfilar na Ala dos Rengos do bloco carnavalesco Comigo Ninguém Pode.

Começo no PTB

Vicente morreu em 1943, deixando ao filho mais velho a responsabilidade de cuidar de suas propriedades rurais. Jango logo se tornou um dos estancieiros mais influentes da região. Após a renúncia de Getúlio Vargas e seu retorno a São Borja em outubro de 1945, Jango já era um homem rico antes dos 30 anos de idade. Ele não precisava da política para subir na vida, mas os frequentes encontros com Vargas, amigo íntimo de seu pai, influenciaram-no a escolher a carreira política.

O primeiro convite que Jango recebeu para entrar em um partido político foi o de Protásio Vargas, responsável por organizar o Partido Social Democrático (PSD) em São Borja. Protásio percebeu que Jango poderia ter sucesso na carreira política, mas ele recusou o convite por intervenção de Getúlio. Alguns meses depois, entretanto, Jango aceitou o convite de Getúlio para entrar no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Ele foi o primeiro presidente do PTB local e se tornaria, mais tarde, presidente do PTB estadual e nacional.

Em 1947, Getúlio convenceu Jango a concorrer a um assento na Assembleia Legislativa. Ele foi eleito com 4.150 votos, tornando-se o quinto candidato mais votado, a frente de seu cunhado Leonel Brizola (casado com sua irmã Neusa até a morte dela em 1993), outra estrela em ascensão do PTB. Jango não era um membro ativo da Assembleia, mas lutou em defesa de um subsídio ao mais pobres na compra de comida. Ele logo virou um confidente e protegido político de Vargas, se tornando um dos membros do partido que mais insistiram para que ele concorresse nas eleições de 1950. Em 19 de abril de 1949, Jango lançou a candidatura presidencial de Getúlio numa festa que deu em comemoração ao aniversário do ex-presidente na Granja São Vicente, de propriedade de Jango.

Em 1950, Jango foi eleito para a Câmara dos Deputados com quase 40 mil votos, se tornando o segundo candidato mais votado do PTB no Rio Grande do Sul. Jango assumiu o cargo de deputado federal em fevereiro de 1951, mas logo em seguida licenciou-se do mandato para exercer o cargo de Secretário de Estado de Interior e Justiça na gestão de Ernesto Dorneles, primo de Getúlio, no Rio Grande do Sul. Durante o período em que foi secretário, que durou até 24 de março de 1952, Jango se comprometeu com a reestruturação do sistema carcerário, com a intenção de melhorar as condições de vida dos presos. Mais tarde ele renunciou ao cargo a pedido de Vargas, a fim de ajudar o presidente com um impasse político no Ministério do Trabalho, usando sua influência no movimento sindical.

Ministro do Trabalho

Em 1953, com o agravamento do impasse, Vargas nomeia Jango o novo Ministro do Trabalho. A gestão Vargas estava numa profunda crise; os trabalhadores, insatisfeitos com os salários baixos, promoviam greves, e juntamente com a classe média e a União Democrática Nacional (UDN) faziam forte oposição ao governo. Assim que assumiu, Jango teve que responder às acusações de vários jornais, incluindo o New York Times, que o acusou de manipular o movimento sindical aos moldes do peronismo. Como Ministro do Trabalho, ele convocou o 1º Congresso Brasileiro de Previdência Social. Ele assinou uma série de decretos em favor da previdência, tais como o financiamento de casas, a regulação de empréstimos pelo Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB) e o reconhecimento dos funcionários do Conselho Fiscal do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários.

Em janeiro de 1954, Jango começou a estudar um aumento no salário mínimo, enfrentando dois tipos de pressão: a mobilização dos trabalhadores nas grandes cidades a favor de um reajuste de 100% e a rejeição dos empresários à revisão do salário desde o governo de Eurico Gaspar Dutra, que contribuiria para o empobrecimento de vários segmentos da sociedade brasileira. As entidades empresariais concordavam com um aumento de 42% no mínimo, uma medida que, segundo elas, igualaria os custos de vida aos de 1951. No Dia do Trabalhador, Vargas assinou o decreto do novo salário mínimo, aumentado em 100%, como exigia a classe trabalhadora.

Jango foi forçado a renunciar ao cargo em 23 de fevereiro de 1954, após conceder o aumento do mínimo, que causou forte reação entre empresários e imprensa. Presidente nacional do PTB, tornou-se o principal nome trabalhista do país, após o suicídio de Getúlio.


Vice-presidente[editar]

Em 1955 foi eleito vice-presidente do Brasil, na chapa PTB/PSD. Na ocasião, obteve mais votos que o presidente eleito, Juscelino Kubitschek. Naquela época, as votações para presidente e vice eram separadas. No ano seguinte, casou-se com a jovem Maria Teresa Goulart, com quem veio a ter dois filhos: Denise e João Vicente.

Na eleição de 1960, foi novamente eleito vice-presidente, concorrendo pela chapa de oposição ao candidato Jânio Quadros, do Partido Democrata Cristão (PDC) e apoiado pela União Democrática Nacional (UDN), que venceu o pleito.

Em 25 de agosto de 1961, enquanto João Goulart realizava uma missão diplomática na República Popular da China, Jânio Quadros renunciou ao cargo de presidente. Os ministros militares Odílio Denys (Exército), Gabriel Grün Moss (Aeronáutica) e Sílvio Heck (Marinha) tentaram impedir a posse de Jango, e o presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli, foi empossado presidente.

Presidente da República



A renúncia de Jânio criou uma grave situação de instabilidade política. Jango estava na China e a Constituição era clara: o vice-presidente deveria assumir o governo. Porém, os ministros militares se opuseram à sua posse, pois viam nele uma ameaça ao país, por seus vínculos com políticos do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Apesar disso, não havia unanimidade nas altas esferas militares sobre o veto a Jango.

Liderada por Leonel Brizola, cunhado de Jango e governador do Rio Grande do Sul, teve início o que ficou conhecido como campanha da legalidade. Brizola e o general Machado Lopes, comandante do III Exército, baseado no Rio Grande do Sul, mobilizaram o estado em defesa da posse de Jango. Usando uma cadeia de mais de cem emissoras de rádio, o governador gaúcho conclamava a população a sair às ruas e defender a legalidade. A campanha da legalidade logo recebeu o apoio dos governadores Mauro Borges, de Goiás, e Nei Braga, do Paraná.

No Congresso Nacional, os parlamentares também se opuseram ao impedimento da posse de Jango. Na volta da China, Goulart aguardou em Montevidéu, capital do Uruguai, a solução da crise político-militar desencadeada após da renúncia de Jânio. Como os militares não retrocediam, o Congresso fez uma proposta conciliatória: a adoção do parlamentarismo. O presidente tomaria posse, preservando a ordem constitucional, mas parte de seu poder seria deslocada para um primeiro-ministro, que chefiaria o governo.

No dia 2 de setembro de 1961, o sistema parlamentarista foi aprovado pelo Congresso Nacional. No dia 8, Jango assumiu a presidência. Tancredo Neves, do PSD de Minas Gerais, ministro do governo Vargas, tornou-se primeiro-ministro.

Neves demitiu-se do cargo em julho de 1962 para concorrer às eleições de outubro do mesmo ano, que iriam renovar o Congresso e eleger os governadores. Goulart articulou a retomada do regime presidencialista. Após a saída de Tancredo, tornou-se primeiro-ministro o gaúcho Brochado da Rocha, também do PSD, que deixou o cargo em setembro do mesmo ano, sendo sucedido por Hermes Lima.


Em 1962 o governo divulgou o Plano Trienal, elaborado pelo economista Celso Furtado, para combater a inflação e promover o desenvolvimento econômico. O Plano Trienal falhou, após enfrentar forte oposição, e o governo brasileiro se viu obrigado a negociar empréstimos com o Fundo Monetário Internacional, o que exigiu cortes significativos nos investimentos.

Nesse período foi convocado um plebiscito sobre a manutenção do parlamentarismo ou o retorno ao presidencialismo, para janeiro de 1963. O parlamentarismo foi amplamente rejeitado, graças, em parte, a uma forte campanha publicitária promovida pelo governo.

Um governo reformista

A economia continuava com uma taxa inflacionária elevada e, com San Tiago Dantas como ministro da Fazenda e Celso Furtado no Planejamento, lançou-se o Plano Trienal, um programa que incluía uma série de reformas institucionais visando atuar sobre os problemas estruturais do país. Entre as medidas, previa-se o controle do déficit público e, ao mesmo tempo, a manutenção da política desenvolvimentista com captação de recursos externos para a realização das chamadas reformas de base, que eram medidas econômicas e sociais de caráter nacionalista que previam uma maior intervenção do Estado na economia

Nessa ampla denominação de reformas de base, incluíam-se as reformas bancária, fiscal, urbana, eleitoral, agrária e educacional. Defendia-se também o direito de voto para os analfabetos e para os militares de patentes subalternas. Além disso, eram propostas medidas de corte nacionalista, com maior intervenção do Estado na vida econômica e maior controle dos investimentos estrangeiros no país, mediante a regulamentação das remessas de lucros para o exterior.4 No que se refere a essas reformas, destacaram-se no governo João Goulart as seguintes medidas:
Reforma agrária - Consistia em promover a democratização da terra, paralelamente à promulgação do Estatuto do Trabalhador Rural, estendendo ao campo os principais direitos dos trabalhadores urbanos. Nessa área, havia um decreto que previa a desapropriação das áreas rurais inexploradas ou exploradas contrariamente à função social da propriedade, situadas às margens dos eixos rodoviários e ferroviários federais e as terras beneficiadas ou recuperadas por investimentos da União em obras de irrigação, drenagem e açudagem.5 6 7 No entanto, a implementação da reforma agrária exigia mudança constitucional, já que o governo pretendia que as indenizações aos proprietários fossem pagas com títulos da dívida pública, enquanto que a Constituição previa indenização paga previamente e em dinheiro.
Reforma educacional: visava a valorização do magistério e do ensino público em todos os níveis, o combate o analfabetismo com a multiplicação nacional das pioneiras experiências do Método Paulo Freire. O governo também se propunha a realizar uma reforma universitária, com abolição da cátedra vitalícia.
Reforma fiscal - Tinha como objetivo promover a justiça fiscal e aumentar a capacidade de arrecadação do Estado. Além disso, pretendia-se limitar a remessa de lucros para o exterior, sobretudo por parte das empresas multinacionais, o que foi feito através do decreto nº 53451/64.8
Reforma eleitoral: consistia basicamente na extensão do direito de voto aos analfabetos e aos militares de baixa patente. Previa-se também a legalização do Partido Comunista Brasileiro.
Reforma urbana, entendida como conjunto de medidas do Estado, "visando à justa utilização do solo urbano, à ordenação e ao equipamento das aglomerações urbanas e ao fornecimento de habitação condigna a todas as famílias". O projeto foi elaborado principalmente por urbanistas ligados ao IAB.9 10
Reforma bancária: com o objetivo de ampliar o acesso ao crédito pelos produtores.

As reformas também incluíam a nacionalização de vários setores industriais - energia elétrica, refino de petróleo, químico-farmacêutico. Os congressistas não aprovaram a proposta, o que impediu que o Plano Trienal obtivesse sucesso.

Jango e os militares

Ao longo do ano de 1963, cresceu a politização entre os setores da baixa hierarquia das Forças Armadas (sargentos, cabos, soldados e marinheiros). Em 12 de setembro de 1963 irrompeu em Brasília uma rebelião de sargentos da Aeronáutica e da Marinha, inconformados com a decisão do Supremo Tribunal Federal, baseada na Constituição vigente, de não reconhecer a elegibilidade dos sargentos para o Legislativo. O movimento foi facilmente debelado, mas a posição de neutralidade adotada por Jango diante do movimento desagradou grande parte da oficialidade militar, preocupada com a quebra dos princípios de hierarquia e disciplina das Forças Armadas. Intensificaram-se suspeitas de que estivesse em preparação um golpe de Estado, de orientação esquerdista, apoiado por cabos e sargentos. Ao mesmo tempo, fortalecia-se a posição dos oficiais generais que, em 1961, haviam sido contra a posse de João Goulart como presidente. Mesmo os chamados legalistas estavam inquietos: ainda em setembro, o general Peri Bevilaqua, comandante do II Exército, que fora um dos apoiadores da Campanha da Legalidade, divulgou ordem-do-dia contra a rebelião dos sargentos, denunciando a infiltração esquerdista e a atuação política do Comando Geral dos Trabalhadores nos quartéis. Na seqüência, o general foi exonerado do comando.11

Em outubro, uma entrevista concedida pelo governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, ao jornal Los Angeles Times tem forte repercussão. Na entrevista, Lacerda atacava violentamente o presidente da República e criticava também os chefes militares. A situação política do país é tensa. Os ministros militares solicitam ao presidente a decretação de estado de sítio. O pedido, encaminhado ao Congresso Nacional, não encontra receptividade diante da maioria dos parlamentares, sendo então retirado. Diante disso, oficiais até então neutros passam a apoiar a conspiração golpista.11

Em 20 de março de 1964, o general Humberto Castelo Branco, chefe do Estado-Maior do Exército, envia uma circular reservada aos oficiais do Exército, advertindo contra os perigos do comunismo. No dia 28 de março, irrompe a revolta dos marinheiros e fuzileiros navais no Rio. Goulart recusou-se a punir os insubmissos, concentrados na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, o que provocou a indignação dos oficiais da Marinha. No dia 30 de março, Jango compareceu, como convidado de honra, a uma festa promovida pela Associação dos Sargentos e Suboficiais da Polícia Militar, na sede do Automóvel Clube do Brasil. Na ocasião, pronuncia um discurso no qual denuncia a existência de uma poderosa campanha contra o governo.12 De fato, o golpe já estava em curso. Na madrugada de 31 de março, em Minas Gerais, o general Olímpio Mourão Filho inicia a movimentação de tropas. No final da tarde, o general Peri Bevilacqua alerta o presidente para a necessidade de ele optar imediatamente entre as forças armadas e os sindicatos. No mesmo dia, o governo é derrubado.13

O Golpe de 1964

Desgastado com a crise econômica e com a oposição de militares, o presidente procurou fortalecer-se, participando de manifestações e comícios que defendiam suas propostas. O comício mais importante ocorreu no dia 13 de março de 1964, em frente ao Edifício Central do Brasil, sede da Estrada de Ferro Central do Brasil. O Comício da Central, como ficou conhecido, reuniu cerca de 150 mil pessoas, incluindo sindicatos, associações de servidores públicos e estudantes. Os discursos pregavam o fim da política conciliadora do presidente com apoio de setores conservadores que, naquele momento, bloqueavam as reformas no Congresso. O presidente, em seu discurso, anunciou uma série de medidas, que estavam no embrião das reformas de base. Defendeu a reforma da Constituição para ampliar o direito de voto a analfabetos e militares de baixa patente e criticou seus opositores que, segundo ele, sob a máscara de democratas, estariam a serviço de grandes companhias internacionais e contra o povo e as reformas de base. Goulart anunciou que tinha assinado um decreto encampando as refinarias de petróleo privadas e outro desapropriando terras às margens de ferrovias e rodovias federais.14

A oposição acusava o presidente de desrespeito à ordem constitucional, pois o Congresso não havia aprovado a proposta do governo de alteração na forma de pagamento das indenizações aos proprietários. Carlos Lacerda, então governador da Guanabara, disse que o presidente era um "subversivo".

O decreto da Superintendência de Política Agrária (SUPRA) assinado no comício da Central do Brasil, em 13 de março de 1964, provocou forte reação nos setores mais conservadores e contribuiu para a derrubada de João Goulart. O decreto nº 53.700, de 13 de março de 1964 (revogado por Ranieri Mazzilli, em 9 de abril de 1964), dizia:

"Declara de interesse social para fins de desapropriação as áreas rurais que ladeiam os eixos rodoviários federais, os leitos das ferrovias nacionais, e as terras beneficiadas ou recuperadas por investimentos exclusivos da União em obras de irrigação, drenagem e açudagem, atualmente inexploradas ou exploradas contrariamente à função social da propriedade, e dá outras providências."5

Em 19 de março, em São Paulo, foi organizada a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, cujo objetivo era mobilizar a opinião pública contra o governo de Jango e a política que, segundo eles, culminaria com a implantação de um regime totalitário comunista no Brasil.

Após a revolta dos marinheiros - que, para os militares, representou uma quebra da hierarquia - e o forte discurso no Automóvel Clube do Brasil, na reunião da Associação dos Sargentos e Suboficiais da Polícia Militar,15 o general Olímpio Mourão Filho iniciou, em 31 de março de 1964, a movimentação de tropas de Juiz de Fora, em direção ao Rio de Janeiro. Este foi o início da Revolução Redentora, um dos nomes dados pelos militares ao golpe de estado, que derrubou o governo de João Goulart .

No dia 1º de abril de 1964, Jango retornou a Brasília e, de lá, para o Rio Grande do Sul. Brizola sugeriu um novo movimento de resistência, mas Goulart não acatou, para evitar "derramamento de sangue" (uma guerra civil). Jango exilou-se no Uruguai e mais tarde na Argentina, onde veio a falecer em 1976. No dia 2 de abril, o Congresso Nacional declarou a vacância de João Goulart no cargo de presidente, entregando o cargo de chefe da nação novamente ao presidente da Câmara dos Deputados Ranieri Mazzilli.

No dia 10 de abril, João Goulart teve seus direitos políticos cassados por 10 anos, após a publicação do Ato Institucional Número Um (AI-1).

Documentos recentemente "desclassificados" fornecem indicações sobre o papel do governo dos Estados Unidos no golpe contra Jango. Em arquivo sonoro de cinco minutos, obtido na Biblioteca Lyndon Baines Johnson, há uma conversa entre o Subsecretário de Estado, George Ball, o Secretário Assistente para a América Latina, Thomas Mann, e o presidente Lyndon Johnson em que este mostra claramente seu apoio à derrubada de Jango: "Penso que devemos tomar todas as medidas que pudermos e estar preparados para fazer tudo o que for preciso". Entre os documentos altamente secretos há telegramas enviados pelo embaixador americano no Brasil, Lincoln Gordon, que pressionavam Washington a se envolver diretamente no apoio na conspiração em curso. O embaixador envia telegramas a altos funcionários do governo americano, incluindo o diretor da CIA John McCone e aos Secretários de Defesa e de Estado, Robert McNamara e Dean Rusk. Gordon informa que Jango está trabalhando com o Partido Comunista Brasileiro para instaurar uma ditadura e pede apoio dos Estados Unidos para o então General Castello Branco. Gordon recomenda "uma remessa clandestina de armas", bem como gasolina e petróleo para os apoiadores de Castello Branco, e sugere que esse apoio seja suplementado por operações secretas da CIA, sugerindo que o governo americano se prepare rapidamente para a possibilidade de intervenção aberta, em um segundo estágio.16

Quem se beneficiou com o golpe

Estudos e pesquisas apontam entre os que apoiariam o golpe militar, havia muitos especuladores de capital, banqueiros internos e externos, grandes latifundiários, setores da indústria mecânica, construção civil, cúpulas de algumas igrejas católicas e protestantes e principalmente políticos oportunistas que trocavam de partido independente da sua orientação ideológica.17

Os maiores financiadores do golpe foram notadamente as grandes oligarquias do Brasil, além das multinacionais e do próprio governo estadunidense.18

O IPES, principal órgão de suporte ideológico do golpe, tinha como maiores financiadores seis empresas: Refinaria União, Construtora Rabelo, Light, Cia Docas de Santos, Icomi, Listas Telefônicas Brasileiras, além de trezentas empresas norte-americanas de menor porte.19

Morte

João Goulart morreu, oficialmente, vítima de um ataque cardíaco, no município argentino de Mercedes, Corrientes em 6 de dezembro de 1976.

Existem, contudo, suspeitas por parte de familiares, colegas de política20 e outras personalidades21 de que João Goulart tenha sido assassinado por agentes da Operação Condor.Por decisão da família, não foi realizada autópsia alguma em seu corpo antes de seu sepultamento.23

No dia 27 de janeiro de 2008, o jornal Folha de S. Paulo,24 publicou uma matéria com o depoimento do ex-agente do serviço de inteligência uruguaio Mario Neira Barreiro, que declarou que João Goulart foi envenenado por ordem de Sérgio Fleury, delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS). A autorização teria vindo do presidente da época, Ernesto Geisel (1907-1996).

Em julho do mesmo ano, uma comissão especial da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul divulgou um relatório afirmando que "são fortes os indícios de que Jango foi assassinado de forma premeditada, com o conhecimento do governo Geisel". 25

Em março de 2009, a revista CartaCapital publicou documentos inéditos do Serviço Nacional de Informações (SNI) produzidos por um agente infiltrado nas propriedades de Jango no Uruguai que reforçam a tese de envenenamento. A família Goulart ainda não conseguiu identificar quem seria o "agente B", como é denominado nos documentos. O agente era tão próximo de Jango que descreveu que durante a festa de 56 anos do ex-presidente, este teve uma discussão com o filho por causa de uma briga entre os funcionários Manoel dos Santos e Tito. De acordo com o agente, Manoel sacou uma faca contra Tito, um "invertido sexual", por não ter sido "atendido" por ele.26 Após a publicação da reportagem, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados decidiu investigar a suspeita de envenenamento de Jango.27 Posteriormente, na mesma revista, Maria Teresa mostra documentos do governo uruguaio que reforçam suas denúncias do monitoramento a Jango. Os militares uruguaios seguiam os passos de Jango, seus negócios, etc. Nessas fichas de 1965 (um ano após do golpe no Brasil), em que há dados sobre Jango e a sua vida no Uruguai, consta que ele poderia ser vítima de atentado. Em documento requisitado ao Uruguai pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos e pelo Instituto João Goulart, o Ministério do Interior uruguaio informou que “fontes sérias e responsáveis brasileiras” falavam de um “presumível complô contra o ex-presidente brasileiro”.28

Em maio de 2010, após investigar por dois anos as circunstâncias da morte de Jango, o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo que a teoria do envenenamento não condiz com a verdade, acusando a família Goulart de endossar a suspeita na tentativa de obter indenizações do governo. A tese sobre o suposto assassinato do ex-presidente é analisada num apêndice inédito a seu livro O Governo João Goulart. Segundo o historiador, companheiro do ex-presidente no exílio, as denúncias carecem de provas, e a autópsia do corpo não foi feita não por veto da ditadura, mas por decisão da família. Ele afirma ainda não ter dúvidas de que Goulart morreu de infarto, dado seu histórico de problemas cardíacos e falta de cuidados com a própria saúde.23

Mesmo Miro Teixeira (PDT - RJ), aliado de Brizola reconhece: “Não há como afirmar, peremptoriamente, que João Goulart foi assassinado.”

No dia 6 de dezembro de 2011, 35 anos após o ocorrido, a Justiça Argentina abriu inquérito para elucidar lacunas que ainda persistem no inquérito civil que tramita na Procuradoria da República no Rio Grande do Sul. O procurador, Ivan Cláudio Marx, entrou com o pedido porque o inquérito criminal que tramitava no Brasil foi arquivado por decisão da Justiça, que acolheu a argumentação da procuradora responsável, que alegava que o fato já havia prescrito e que a lei de anistia sepultava qualquer investigação sobre as mortes ocorridas durante a ditadura militar brasileira (1964-1985). Segundo o procurador, a Argentina tem atribuição para investigar o caso, pois a morte ocorreu lá, acrescentando que a Suprema Corte Argentina declarou serem imprescritíveis os crimes cometidos durantes as ditaduras no Cone Sul.

a 7 de AGOSTO, NASCEU CAETANO VELOSO

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UM DOS MONSTROS DO MPB E
POR QUEM NÃO PASSAM OS
ANOS



Caetano Emanuel Viana Teles Veloso (Santo Amaro, Bahia, 7 de agosto de 1942), mais conhecido como Caetano Veloso, é um músico, produtor, arranjador e escritor brasileiro. Com uma carreira que já ultrapassa quatro décadas, Caetano construiu uma obra musical marcada pela releitura e renovação1 e considerada amplamente como possuidora de grande valor intelectual e poético.2 3 Embora desde cedo já tivesse aprendido a tocar violão em Salvador, escrito entre os anos de 1960 e 1962 críticas de cinema para o Diário de Notícias e conhecido o trabalho dos cantores de rádios e dos músicos de bossa nova (notavelmente João Gilberto, seu "mestre supremo"4 e com quem dividiria o palco anos mais tarde), Caetano iniciou seu trabalho profissionalmente apenas em 1965, com o compacto "Cavaleiro/Samba em Paz", enquanto acompanhava a irmã mais nova Maria Bethânia por suas apresentações nacionais do espetáculo Opinião, no Rio de Janeiro.

Nessa década, conheceu Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé, participou dos festivais de música popular da Rede Record e compôs trilhas de filmes. Em 1967, saiu seu primeiro LP, Domingo, com Gal Costa, e, no ano seguinte, liderou o movimento chamado Tropicalismo, que renovou o cenário musical brasileiro e os modos de se apresentar e criar música no Brasil, através do disco Tropicalia ou Panis et Circencis, ao lado de vários músicos. Em 1968, face ao endurecimento do regime militar no Brasil, compôs o hino "É Proibido Proibir", que foi desclassificado e amplamente vaiado durante o III Festival Internacional da Canção. Em 1969, foi preso pelo regime militar e partiu para exílio político em Londres, onde lançou o disco Caetano Veloso (1971), disco com temática melancólica e com canções compostas em inglês e endereçadas aos que ficaram no Brasil. O disco Transa (1972) representou seu retorno ao país e seu experimento com compassos de reggae. Em 1976, uniu-se a Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia para formar os Doces Bárbaros, grupo influenciado pela temática hippie dos anos 1970, lançando um disco, Doces Bárbaros, e saindo em turnê. Na década de 1980, mais sóbrio, apadrinhou e se inspirou nos grupos de rock nacionais, aventurou-se na produções dos discos Outras Palavras, Cores, Nomes, Uns e Velô, e, em 1986, participou de um programa de televisão com Chico Buarque. Na década de 1990, escreveu o livro Verdade Tropical (1997), e o disco Livro (1998) ganhou o Prêmio Grammy em 2000, na categoria World Music. Com o disco A Foreign Sound, cantou clássicos norte-americanos. Em 2006, lançou o álbum Cê, fruto de sua experimentação com o rock e o underground. Unindo estes gêneros ao samba, Zii e Zie, de 2009, fechou a parceria com a Banda Cê.

Caetano Veloso é considerado um dos artistas brasileiros mais influentes desde a década de 1960, tendo já sido chamado de "aedo pós-moderno".5 Em 2004, foi considerado um dos mais respeitados e produtivos músicos latino-americanos do mundo, tendo mais de cinquenta discos lançados e canções em trilhas sonoras de filmes como Hable con Ella, de Pedro Almodovar e Frida, de Julie Taymor. Ao longo de sua carreira, também se converteu numa das personalidades mais polêmicas e com maior força de opinião no Brasil. É uma das figuras mais importantes da música popular brasileira e considerado internacionalmente um dos melhores compositores do século XX,6 sendo comparado a nomes como Bob Dylan, Bob Marley, John Lennon e Paul McCartney.7

Foi eleito pela revista Rolling Stone, o 4º maior artista da música brasileira de todos os tempos pelo conjunto da obra8 , e pela mesma revista, o 8º maior cantor brasileiro de todos os tempos.

terça-feira, agosto 06, 2013

I FESTIVAL DE FADO NO BRASIL

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O BRASIL VAI TER A CANÇÃO NACIONAL
PORTUGUESA, O FADO, NO 1º.FESTIVAL
DE FADO NO BRASIL



Pela primeira vez, o Brasil vai receber um Festival de Fado. Entre os dias 13 e 18, a música portuguesa estará presente em São Paulo e no Rio de Janeiro.




A primeira edição do Festival de Fado contará com concertos de Mariza, António Zambujo e Ana Moura, dias 15 e 16 de Agosto em São Paulo e dias 17 e 18 de Agosto no Rio de Janeiro.



Dias 13 e 14 de Agosto, o Tom Jazz em São Paulo será transformado numa Casa de Fado, com

actuações de Cuca Roseta e um jantar tipicamente lusitano, especialmente criado para a ocasião pelo chef Vítor Sobral.

No foyer principal do HSBC Brasil e na Granda Sala da Cidade das Artes, será ainda instalada uma exposição com peças históricas e originais, relacionadas com o tema. As peças pertencem ao Museu do Fado e é a primeira vez que esta exposição sai da Europa

artistras brasileiros - ZECA BALEIRO

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Zeca Baleiro




Nome completo José Ribamar Coelho Santos
Nascimento 11 de abril de 1966 (47 anos)
Origem Arari, Maranhão
País Brasil
Gênero(s) Samba, mpb, pop, pop rock, rock
Instrumento(s) Voz, violão, guitarra


Página oficial zecabaleiro.uol.com.br

José Ribamar Coelho Santos (Arari, 11 de abril de 1966), mais conhecido como Zeca Baleiro, é um cantor, compositor, cronista, e músico brasileiro de MPB. Transferiu-se para São Paulo onde lançou sua carreira. Zeca canta, toca violão e já teve suas composições interpretadas por Simone, Gal Costa, Elba Ramalho, Vange Milliet, Adriana Maciel, Luíza Possi, Rita Ribeiro, Renato Braz e Claudia Leitte. Em 2011, lançou um livro de crônicas intitulado Bala na agulha1 Atualmente, além da carreira de músico, é colunista mensal da revista Isto É.2

Biografia

O nome José de Ribamar é uma homenagem a São José de Ribamar, santo dos maranhenses.3 O apelido - Baleiro - vem do fato de gostar muito de doces. Tanto que, quando cursava faculdade costumava ter sempre balas para consumir entre as aulas.4 É o que pode ser percebido nas próprias palavras do Zeca: "Sempre fui um grande consumidor de doces, balas e toda sorte de guloseimas. Quando ingressei na universidade, entre uma aula e outra, saboreava minhas balas. Quando alguém desejava comer uma, vinha até mim. Daí para começarem a me chamar de baleiro foi um passo. Confesso que a princípio aquilo não soava bem aos meus ouvidos."5 Antes de dedicar-se exclusivamente à música, chegou, inclusive, a abrir uma loja de balas, tortas e doces caseiros.

Carreira Musical

Zeca começou sua carreira compondo melodias e músicas para peças infantis de teatro, onde se destacou pela qualidade de suas letras. Foi morar em São Paulo, onde dividia um apartamento com seu parceiro musical Chico César. Apesar de sua carreira musical já existir 12 anos antes de gravar seu primeiro disco em 1997, seu salto para a fama foi em sua participação no Acústico MTV de Gal Costa com a canção "A Flor da Pele", que lhe valeu projeção nacional. Nos anos seguintes gravou mais cinco discos com participação de outros cantores do Brasil, muitos dos quais são seus parceiros em composições como: Chico César, Rita Ribeiro, Lobão, O Teatro Mágico, Arnaldo Antunes, Zé Geraldo, Paulinho Moska, Lenine, Fagner, Zeca Pagodinho, Genival Lacerda e Zé Ramalho. Sua música deriva de muitos ritmos tradicionais brasileiros: samba, pagode, baião com elementos do rock, pop e música eletrônica com um modo muito particular de tocar violão. Em 2012, o Charlie Brown Jr. convidou o Zeca Baleiro, e ambos gravaram juntos a versão ao vivo da canção Proibida pra Mim (Grazon) no CD/DVD Música Popular Caiçara (Ao Vivo), lançado em Maio de 2012.

Discografia

Estúdio
Por Onde Andará Stephen Fry? (1997) (Gold.png ouro - ABPD6 )
Vô Imbolá (1999) - (Gold.png ouro - ABPD6 )
Líricas (2000) - (Gold.png ouro - ABPD6 )
Pet Shop Mundo Cão (2002)
Raimundo Fagner & Zeca Baleiro (2003)
Baladas do Asfalto e Outros Blues (2005)
Lado Z (2007)
O Coração do Homem Bomba - Vol. 1 (2008)
O Coração do Homem Bomba - Vol. 2 (2008)
O Disco do Ano (2012)
Lado Z Volume 2 (2012)

Ao Vivo
Pet Shop Mundo Cão - A Ópera Infame (DVD) (2004)
Raimundo Fagner & Zeca Baleiro - O Show (DVD) (2004) (Gold.png ouro - ABPD6 )
Líricas (Ao Vivo) (DVD) (2005)
Vô Imbolá (Ao Vivo) (DVD) (2006)
Baladas do Asfalto & Outros Blues (Ao Vivo) (CD)/(DVD) (2006)
O Coração do Homem Bomba - Ao Vivo (Ao Vivo Mesmo) (DVD) (2009)
Concerto (CD) (2010)

Coletâneas Musicais
Perfil - Zeca Baleiro (2003) (Gold.png ouro - ABPD6 )
Vip Collection: Zeca Baleiro (2008)

Trilhas
Ode descontínua e remota para flauta e oboé - De Ariana para Dionísio - 2005
Cubo - Trilha Sonora Original de Zeca Baleiro - 2008 (trilha sonora composta para o espetáculo do grupo Núcleo Lúdico de Dança)
Trilha Sonora do Espetáculo Geraldas e Avencas - 2008
Trilhas - Música para Cinema e Dança - 2010
Trilha Sonora Telenovelas
Zeca Baleiro teve muitas de suas canções incluídas em trilhas sonoras de telenovelas da Rede Globo, Rede Bandeirantes e Rede Record, algumas delas são:
Bandeira - novela Por Amor
A Flor da Pele - novela Serras Azuis
Heavy Metal do Senhor - novela Era uma vez...
Quase Nada - novela Estrela-Guia
Samba do Approach - novela Da Cor do Pecado
Palavras e Silêncio - Prova de Amor
Balada do Céu Negro - Bang Bang
Proibida Pra Mim - Alta Estação
Você é Má - novela Ribeirão do tempo
Homem com H - novela Insensato Coração
TV - novela Passione
Vai de Madureira - novela Aquele Beijo
Disritmia - novela Cheias de Charme
Trilha Sonora FilmesBicho de Sete Cabeças
Celeste e Estrela

segunda-feira, agosto 05, 2013

11ªrodada do BRASILEIRÃO

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O BOTAFOGO VENCEU O VASCO 3-2, NUM
CLASSICO JOGADO AO MAIS ALTO NÍVEL,
O FOGÃO MANTEM A LIDERANÇA .

São Paulo 1-2 Bahia
Cruzeiro 1-0 Coritiba
Flamengo 3-0 Atlético Mineiro
Grêmio 1-1 Internacional
Atlético Paranaense 2-0 Goiás
Santos ADI Náutico
Ponte Preta 1-1 Fluminense
Criciúma 0-2 Corinthians
Vitória 2-1 Portuguesa
Vasco 2-3 Botafogo


VASCO 2 X 3 BOTAFOGO


vejam bem ao minito 2,14 doi vídeo a sensacional jogada do JUNINHO PERNANBUCANO no 1º.golo do VASCO

Foi um grande classico, jogado a ritmo europeu, e com os 2 times a serem conduzidos por 2 grandes líderes, o Vasco por JUNINHO PERNAMBUCANO (38 ANOS) e o Botafogo pelo holandez SEEDORF (37 anos), agora mais carioca que nunca,até no falar ...

O Botafogo em grande forma e a praticar um grande futebol foi justo vencedor, mas o Vasco nunca saiu do jogo lutando taco a taco , recuperando de 0-2 para 2-2 e dando muita qualidade ao espectáculo

Muito bem també VITINHO (Fogão) e o goleiro do Vasco DIOGO SILVA,

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

GOLS: Rafael Marques, 22'/1ºT (0-1); Seedorf, 30'/1ºT (0-2), André, 44'/1ºT (1-2), André, 2'/2ºT (2-2) e Rafael Marques, 4'/2ºT (2-3)

VASCO: Diogo Silva, Nei, Renato Silva, Rafael Vaz e Yotún; Sandro Silva (Fagner, 21'/2ºT), Guiñazú (Wendel, 31'/1ºT), Pedro Ken e Juninho; Eder Luis (EX-BENFICA) (Robinho, 9'/2ºT) e André. Técnico: Dorival Júnior

BOTAFOGO: Jefferson, Gilberto, Bolívar, Dória e Julio Cesar (Lima, 34'/2ºT); Marcelo Mattos e Gabriel, Lodeiro (André Bahia, 46/2ºT), Seedorf e Vitinho (Elias, 25'/2ºT); Rafael Marques. Técnico: Oswaldo de Oliveira



FLAMENGO-ATLETICO MINEIRO 3-0



Flamengo tem boa atuação e goleia Atlético-MG em Brasília

Com golos de Richard Nixon, Elias e Paulinho, equipe de Mano Menezes vence e sai da zona de rebaixamento.
O campeão da Libertadores estava sem Ronaldinho, Bernard e Jô, mas mesmo que eles atuassem neste domingo, no Mané Garrincha,provavelmente, não seriam capazes de segurar o Flamengo. A vitória por 3 a 0 bastou para tirar os cariocas da zona de rebaixamento e empurrar os mineiros para a zona de rebaixamento.

O atual time do Atlético-MG em nada tem a ver com aquele que conquistou a América há três semanas.
Os times brasileiros têm o péssimo costume de se concentrarem apenas numa prova, e o Atletico para vencer a Libertadores ,mandou às malvas o Brasileirão.

E olha que o Flamengo perdeu o atacante Marcelo Moreno logo no início. Na jogada que originou o primeiro gol, o camisa 19 sentiu a coxa direita ao tocar para Nixon empurrar para a rede. E já sem Moreno em campo, o Flamengo aumentou logo depois, em bonito chute do ex-Sporting Elias (que fez um jogão) da entrada da área.

Nessa gangorra do futebol, o time que foi massacrado pelo Bahia no meio da semana conseguiu dar a volta por cima diante justamente da equipe que dominou continente este ano. Ascensão e queda, definitivamente, circulam na velocidade da luz no futebol.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 3 X 0 ATLÉTICO-MG

Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Data/Hora: 4/8/2013 - 16h
31.548 pagantes.

GOLS: Nikon, 7'/1ºT (1-0); Elias, 13'/1ºT (2-0) e Paulinho, 30'/2ºT (3-0)

FLAMENGO: Felipe (EX-BRAGA), Léo Moura, Wallace, González e João Paulo; Cáceres, Luiz Antonio, Elias (EX-SPORTING) e Gabriel (Paulinho, 26'/2ºT);Richard Nixon (Samir, 38'/2ºT) e Marcelo Moreno (Rafinha, 11'/1ºT). Técnico: Mano Menezes

ATLÉTICO-MG: Victor, Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Richarlyson; Pierre e Josué, Rosinei (Elder, 21/2ºT), Luan (Neto Berola, 13'/2ºT), Diego Tardelli e Alecsandro (EX-SPORTING). Técnico: Cuca

CLASSIFICAÇÃO

................P..J..V..E..D..GM..GS
1° Botafogo-RJ 23 11 7 2 2 18 10 8
2° Cruzeiro 21 11 6 3 2 23 9 14
3° Coritiba 20 11 5 5 1 17 12 5
4° Internacional-RS 19 11 5 4 2 19 16 3
5° Bahia 19 11 5 4 2 13 10 3
6° Vitória-BA 18 11 5 3 3 16 12 4
7° Corinthians 17 11 4 5 2 10 5 5
8° Atlético-PR 16 11 4 4 3 20 18 2
9° Grêmio 16 11 4 4 3 12 11 1
10° Vasco 14 11 4 2 5 17 21 -4
11° Fluminense 13 11 4 1 6 14 16 -2
12° Flamengo 13 11 3 4 4 12 12 0
13° Goiás 13 11 3 4 4 9 15 -6
14° Santos 12 9 3 3 3 12 10 2
15° Ponte Preta 11 10 3 2 5 13 16 -3
16° Criciúma 11 11 3 2 6 13 20 -7
17° Atlético-MG 10 10 3 1 6 9 16 -7
18° São Paulo 9 11 2 3 6 11 14 -3
19° Portuguesa 8 11 1 5 5 12 18 -6
20° Náutico 7 9 2 1 6 7 16 -9

AS RUAS FLORIDAS DE REDONDO

,
REDONDO, NO ALENTEJO, DE 2 EM 2 ANOS,
ENCHE AS SUAS RUAS DE FLORES O QUE
ATRAI MULTIDÕES DE VISITANTES ENCAN-
TADAS COM TANTA CÔR E BELEZA.


O Blog Luso Carioca aconselha vivamente uma visita ao Redondo


domingo, agosto 04, 2013

PROGRAMA "SEMPRE ALENTEJO"

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AOS DOMINGOS AO FIM DA TARDE
EM PORTUGAL E PELAS 15,30 EM
HORAS DO BRASIL ,PODES ESCUTAR
COM O SOM A CHEGAR DE LONDRES
UM PROGRAMA SOBRE O ALENTEJO.




Basta digitar www.solaremlondres.com

e terás as vozes de Manel Venâncio e Armando Ferreira, com o tradicional acento alentejano , a falar do seu Alentejo, a enviar-nos boa música da grande planície, e porque cada alentejano é um poeta em potência, belas quadras, décimas e sonetos.

sábado, agosto 03, 2013

CHICO LOBO E A SUA "VIOLA BRASIL"

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HOJE É DIA DO PROGRAMA
"VIOLA BRASIL" DO AMIGO
CHICO LOBO.



"O VIOLA BRASIL idealizado e apresentado pelo violeiro Chico Lobo - um dos mais ativos e respeitados do cenário nacional e internacional -, leva a cultura da viola caipira, suas raízes, tradições, causos e as crenças do universo dos violeiros pela TV Horizonte para toda Minas Gerais e demais estados que o retransmitem através de TVs como Rede Nazaré (para todo norte e parte do nordeste do pais); TV Campos de Minas (para todo o Vale das Vertentes). Semanalmente artistas populares - reconhecidos nacionalmente (ou não), que tenham em comum a valorização da beleza e encantamento genuíno da viola caipira (nossa viola de 10 cordas), com seus folguedos e ritmos -, são enfocados. E assim se abre espaço para o desfile de ritmos e manifestações típicas da viola caipira, como: catiras, folias, batuques de viola, modas, fandangos, reisados, poesias populares, cateretês, cirandas, toadas, orquestras de violas, causos matutos, apresentação de grupos folclóricos e o que há de mais típico, vivo e pulsante presente no "embornal" da viola brasileira! Tudo com a excelência e a confiabilidade de quem sabe o que apresenta e é mestre do que defende com paixão: nossa identidade nacional frente e em constante diálogo com o universo globalizado."

CHICO LOBO vai muitas vezes a Portugal, especialmente ao Alentejo, onde faz uma bela dupla com PEDRO MESTRE ,o violeiro alentejano, com quem gravou "encontro de violas" juntando a sua viola caipira com a viola campaniça ,sua irmã mais velha do outro lado do Atlântico



RECORDA A ACTUAÇÃO DOS 2, NUMA FESTA DE VERÃO EM SANTA BARBARA DE PADRÕES.

SÁBADO:
12h30 (hora do Brasil , 16,30 hora de Portugal

FULNIÔS

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POPULAÇÕES INDIGENAS
DO BRASIL - OS FULNIÔS

Quando se observa o mapa da distribuição das populações indígenas no território brasileiro de hoje, podem-se ver claramente os reflexos do movimento de expansão político-econômica ocorrido historicamente.

Os povos que habitavam a costa leste, na maioria falantes de línguas do Tronco Tupi, foram dizimados, dominados ou refugiaram-se nas terras interioranas para evitar o contato.

Hoje, somente os Fulniô (de Pernambuco), os Maxakali (de Minas Gerais) e os Xokleng (de Santa Catarina) conservam suas línguas. Curiosamente, suas línguas não são Tupi, mas pertencentes a três famílias diferentes ligadas ao Tronco Macro-Jê.



Os Guarani, que vivem em diversos estados do Sul e Sudeste brasileiro e que também conservam a sua língua, migraram do Oeste em direção ao litoral em anos relativamente recentes.

As demais sociedades indígenas que vivem no Nordeste e Sudeste do País perderam suas línguas e só falam o português, mantendo apenas, em alguns casos, palavras esparsas, utilizadas em rituais e outras expressões culturais.

A maior parte das sociedades indígenas que conseguiram preservar suas línguas vive, atualmente, no Norte, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Nas outras regiões, elas foram sendo expulsas à medida em que a urbanização avançava.



Fulniôs



Regiões com população significativa
Águas Belas, em Pernambuco, no Brasil
Línguas
Língua iatê

Os fulni-ô, também conhecidos como carnijó e formió1 , são um grupo indígena que habita próximo ao rio Ipanema, no município de Águas Belas, no estado de Pernambuco, no Brasil. Da etnia, descende um dos maiores ídolos da história do futebol brasileiro: Mané Garrincha .

MANÉ GARRINCHA, DESCENDENTE DE FULNIÔ

História

O grupo surgiu a partir de um reagrupamento de diversos povos indígenas que habitavam a região. Documentos indicam que, desde a década de 1700, os indígenas daquela região enfrentam problemas com a ocupação não indígena da região. A distribuição de terras no Brasil, a partir das capitanias hereditárias, serviu como um mecanismo de dispersão de populações nativas, como ocorreu, por exemplo, nas terras interioranas de Pernambuco. Os indígenas fulniôs resistiram à ocupação não índia, mantendo, até hoje, por exemplo, o ritual do ouricuri.

Ritual do ouricuri

O ouricuri é uma região que integra as terras fulni-ô em Águas Belas, e onde os índios fulniôs praticam reclusão coletiva durante três meses. Neste local, os não fulniôs só podem adentrar com autorização do pajé, e nunca durante a prática do ritual. Os fulni-ô mantêm o conjunto de elementos que compõe a religião em segredo, pois acreditam que o segredo protege suas especificidades culturais.

No interior do ouricuri, existe a separação de ambientes para homens e para as mulheres. Também é lá que habita o juazeiro sagrado, árvore que simboliza, para os indígenas, a maior imagem da natureza sagrada. Todos os índios devem participar da reclusão coletiva, pois isto é regra obrigatória para torna-se fulni-ô. Quem não frequenta o ouricuri não é considerado um fulni-ô legítimo.


Os preparativos para a mudança para a aldeia do Ouricuri se iniciam nas últimas semanas do mês de agosto. Todos os Fulniô que trabalham fora de Águas Belas, como funcionários, professores, policiais, durante a primeira semana do ritual pedem licença para se ausentarem do trabalho e se concentrarem na aldeia do Ouricuri; os que podem aí permanecem sem sair durante todo o ritual.
Todos os Fulniô têm como norma a proibição de falar do ritual. Os anciãos asseguram que aqueles que infringiram esta norma tiveram morte estranha. Sem dúvida esta é uma advertência para evitar a quebra do sigilo.
Uma parte do que acontece na aldeia do Ouricuri é de domínio público. Sabemos assim que existem áreas onde as mulheres não podem entrar, embora elas tenham conhecimento das atividades que se realizam nesses lugares. Durante a noite os homens dormem separados das mulheres, estas nas casas e aqueles nos galpões. Durante os meses do ritual está proibido manter relações sexuais dentro da aldeia do Ouricuri. Embora não se pratique uma abstinência sexual absoluta, respeita-se o lugar sagrado do ritual, mantendo este tipo de relações fora da aldeia. Está proibido também tomar bebidas alcoólicas, escutar música, e inclusive assobiar. Quando um Fulniô na cidade ou na aldeia do Posto Indígena toma alguma bebida alcoólica, não pode ir à aldeia do Ouricuri. Por esse motivo nesta época evitam tomar qualquer bebida embriagante. No dizer de alguns anciãos no ritual rezam e oram pelo bem de todos, pois asseguram que sua religião é bastante parecida com a religião católica.
No ritual do Ouricuri, o Ia-tê desempenha um papel fundamental, já que é a língua preferencialmente falada durante as suas quatorze semanas de duração. É aí que se socializam os membros mais jovens pelo ensino de um código simbólico diferente daquele utilizado pela sociedade envolvente.
Um dos eventos de maior importância no ritual é a eleição de suas autoridades, ou seja o Pajé, o Cacique e a Liderança. No ritual do Ouricuri, tanto o Cacique como o Pajé são figuras centrais. Não sabemos quais são suas atribuições nem tampouco os limites de sua autoridade. Quando perguntamos qual dos dois tinha mais autoridade fora do ritual, obtivemos respostas que se contradiziam. Assim, enquanto uns diziam que era o Cacique, outros diziam que era o Pajé. Mas parece haver um consenso de que, ao se abordar qualquer assunto que incumba ao grupo como um todo, os dois devem atuar de comum acordo.
Antigamente a aldeia ritual se erigia com casas de palma de ouricuri. Cada ano, ao aproximar-se a abertura do ritual, os índios levantavam suas respectivas casas, a quais desmontavam ao fim do mesmo. Atualmente as casas são permanentes, embora construídas com materiais de qualidade inferior ao daquelas existentes na aldeia do Posto Indígena. As condições sanitárias são também mais precárias do que nesta última. Até 1981, os Fulniô se abasteciam, durante os meses do ritual, da água depositada durante o período das chuvas em dois grandes poços; geralmente a água se esgotava antes da conclusão do ritual; então tinham que buscá-la na cidade, ou nos rios da serra distantes seis ou sete quilômetros, transportando-a em carroças puxadas por mulas. Com a falta de água, as condições sanitárias pioravam ainda mais, e o número de mortes causadas por infecções intestinais era alarmante. Afortunadamente, em 1982, conseguiram que a empresa que provê de água a cidade de Águas Belas fizesse uma extensão de suas instalações até a aldeia do Ouricuri; em troca os indígenas permitiriam que esta empresa (COMPESA) explorasse um dos rios que existem em suas terras para abastecer a cidade de Águas Belas.

O PAPA FRANCISCO E OS 7 MILAGRES NO BRASIL

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O PAPA FFRANCISCO FEZ NESTA SUA VIAGEM
AO BRASIL, NADA MENOS QUE 7 MILAGRES



A passagem do Papa pelo Brasil já provocou fenômenos suficientes para serem estudados por décadas.


sete , que ninguém consegue explicar, verdadeiros milagres de Francisco.



1) Andou de carro no Rio de Janeiro de janela aberta e não foi assaltado.
2) Fez o povo brasileiro aplaudir um argentino.
3) Andou no meio da polícia do Rio e não apanhou.
4) Encontrou Renan Calheiros e não foi acusado de nada.
5) Encontrou o governador e não gritou: “Cadê Amarildo?”"
6) Ficou engarrafado no Rio e não apareceu nenhum vendedor de Biscoito Globo.
7) Usou saia em Copacabana e não levou cantada.


Mas... o PAPA se preveniu de qualquer imprevisto que poderia ter...
ao descer uma das primeiras frases dita por ele foi...


"Não trago ouro nem prata..."!


Aí ele já desanimou os políticos e os assaltantes!!!

sexta-feira, agosto 02, 2013

BRASILEIRÃO - 10ª.RODADA

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O BOTAFOGO VENCE NO MARACA
E COM A DERROTA DO CRUZEIRO
ASSUME A PONTA, O VASCO
DEIXA-SE EMPATAR NO FINAL-
ZINHO, O FLA VOLTA A PERDER


Fluminense 1-0 Cruzeiro
Portuguesa 1-1 Criciúma
Atlético Mineiro 1-2 Atlético Paranaense
Coritiba 5-3 Ponte Preta
Corinthians 2-0 Grêmio
Bahia 3-0 Flamengo
Internacional SantoS ADIADO
Náutico São Paulo ADIADO
Botafogo 2-0 Vitória
Goiás 1-1 Vasco

BOTAFOGO-VITÓRIA BA 2-0




GOIÁS-VASC O 1-2




CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRÃO 2013 SÉRIE A


..............P..J..V..E..D..GM..GS..DIF
1° Botafogo-RJ 20 10 6 2 2 15 8 7
2° Coritiba 20 10 5 5 0 17 11 6
3° Bahia 19 11 5 4 2 13 10 3
4° Cruzeiro 18 10 5 3 2 22 9 13
5° Inter PA-RS 18 10 5 3 2 18 15 3
6° Vitória-BA 15 10 4 3 3 14 11 3
7° Grêmio 15 10 4 3 3 11 10 1
8° Vasco 14 10 4 2 4 15 18 -3
9° Corinthians 14 10 3 5 2 8 5 3
10° Atlético-PR 13 10 3 4 3 18 18 0
11° Goiás 13 10 3 4 3 9 13 -4
12° Fluminense 12 10 4 0 6 13 15 -2
13° Santos 12 9 3 3 3 12 10 2
14° Criciúma 11 10 3 2 5 13 18 -5
15° Ponte Preta 10 9 3 1 5 12 15 -3
16° Atlético-MG 10 9 3 1 5 9 13 -4
17° Flamengo 10 10 2 4 4 9 12 -3
18° São Paulo 9 11 2 3 6 11 14 -3
19° Portuguesa 8 10 1 5 4 11 16 -5
20° Náutico 7 9 2 1 6 7 16 -9

domingo, julho 28, 2013

9ª.rodada do brasileirão

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UM SENSACIONAL CRUZEIRO QUE
VENCEU O ACABADO DE VENCER
A LIBERTADORES, O ATLETICO
MINEIRO POR UM ROTUNDO 4-1
É AGORA LÍDER A PAR DO INTER
DE PA.



O Brasileirão é provavelmente o campeonato nacional mais aberto do mundo. nunca ninguém sabe que irá ser o campeão .

Nesta rodada vimos uma vez mais os favoritos caírem , perderem pontos.


Portuguesa 2-3 Atlético Paranaense
Vasco 3-2 Criciúma
Ponte Preta 1-0 Santos
Grêmio 2-0 Fluminense
Corinthians 0-0 São Paulo
Náutico 3-0 Internacional
Cruzeiro 4-1 Atlético Mineiro
Coritiba 1-1 Vitória
Bahia 2-1 Goiás
Flamengo 1-1 Botafogo

VASCO-CRICIUMA 3-2




Com cinco gols oriundos de bola parada, o Vasco venceu por 3 a 2 o Criciúma, neste sábado, em São Januário, e emplacou a segunda vitória seguida no Campeonato Brasileiro. Com o resultados, os cruzmaltinos chegaram a 13 pontos e ficaram mais próximos dos líderes da Série A. Já os catarinenses permanecem com dez, no meio da tabela.

Os cariocas começaram bem a partida e abriram o placar com Juninho Pernambucano, de falta, com a colaboração do goleiro Bruno. Na etapa final, os donos da casa ampliaram o marcador, em nova cobrança de falta, desta vez de Rafael Vaz. Da mesma forma, o Criciúma diminuiu com Ivo. O empate dos visitantes aconteceu após cobrança de lateral na área, que Wellington Paulista aproveitou falha do goleiro Diogo Silva. O gol da vitória do Vasco veio em falta cobrada na área, que Edmílson cabeceou para a rede e deu números finais a partida.

Na próxima rodada, o Vasco vai até o Serra Dourada para encarar o Goiás, na quinta-feira. Já o Criciúma volta a campo no dia anterior, contra a Portuguesa, no Canindé.



CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRÃO 2013 SÉRIE A


..............p.j.v.e.d.gm.gs.dif
1° Cruzeiro 18 9 5 3 1 22 8 14
2° Internacional-RS 18 10 5 3 2 18 15 3
3° Botafogo-RJ 17 9 5 2 2 13 8 5
4° Coritiba 17 9 4 5 0 12 8 4
5° Bahia 16 10 4 4 2 10 10 0
6° Vitória-BA 15 9 4 3 2 14 9 5
7° Grêmio 15 9 4 3 2 11 8 3
8° Vasco 13 9 4 1 4 14 17 -3
9° Santos 12 9 3 3 3 12 10 2
10° Goiás 12 9 3 3 3 8 12 -4
11° Corinthians 11 9 2 5 2 6 5 1
12° Ponte Preta 10 8 3 1 4 9 10 -1
13° Atlético-MG 10 8 3 1 4 8 11 -3
14° Criciúma 10 9 3 1 5 12 17 -5
15° Flamengo 10 9 2 4 3 9 9 0
16° Atlético-PR 10 9 2 4 3 16 17 -1
17° Fluminense 9 9 3 0 6 12 15 -3
18° São Paulo 9 11 2 3 6 11 14 -3
19° Náutico 7 9 2 1 6 7 16 -9
20° Portuguesa 7 9 1 4 4 10 15 -5

quinta-feira, julho 25, 2013

TAÇA LIBERTADORES DA AMÉRICA - O ATLÉTICO MINEIRO É O CAMPEÃO

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TAÇA LIBERTADORES DA AMÉRICA - O ATLÉTICO MINEIRO É O CAMPEÃO
Primeira conquista para o Atlético Mineiro

O Atlético Mineiro conquistou esta madrugada a primeira Taça dos Libertadores da história, ao vencer, em casa, os paraguaios do Olímpia na decisão pela marcação das grandes penalidades.

Depois da derrota por 0-2 no Paraguai, no jogo da primeira “mão”, o Atlético Mineiro reduziu a desvantagem na eliminatória por Jô (foi o melhor marcador da prova), no início da segunda parte, e igualou a final aos 86 minutos graças ao golo de Leonardo Silva, que já tinha atirado ao poste, numa altura em que a equipa brasileira já jogava em vantagem numérica após a expulsão de Manzur (84 min.).

Apesar de jogar com mais um homem em campo, os mineiros, com Ronaldinho Gaúcho, Bernard (apontado ao FC Porto) e Alecsandro (ex-Sporting) em campo, não conseguiram decidir a final no prolongamento e o título decidiu-se nos penalties. Ai, o Atlético Mineiro foi mais feliz e venceu por 4-3, com o guarda-redes Victor a defender duas grandes penalidades.

Foi o primeiro título para a formação equipa de Minas Gerais, o 17.º para equipas brasileiras, juntando-se a São Paulo (três), Santos (três), Internacional (dois), Grémio (dois), Cruzeiro (dois), Vasco da Gama (um), Flamengo (um), Palmeiras (um) e Corinthians (um).





segunda-feira, julho 22, 2013

escritores portugueses - AFONSO CRUZ

AFONSO CRUZ É UM ESCRITOR QUE
TAMBÉM É REALIZADOR DE FILMES
DE ANIMAÇÃO, TAMBÉM ILUSTRADOR
E MUSICO



É um escritor recente, que invadiu com estrondo a escrita, e em poucos anos (7) já ganhou vários prémios.

Afonso Cruz

Afonso Cruz (Figueira da Foz, 1971) é um escritor, realizador de filmes de animação, ilustrador e músico português. Estudou na Escola Secundária Artística António Arroio, nas Belas Artes de Lisboa e no Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira. Vive num monte alentejano perto de Casa Branca, no concelho de Sousel.

Enquanto Realizador

Trabalhou em cinema de animação, em vários filmes e séries tanto de publicidade como de autor, de entre os quais se destaca a curta-metragem Dois Diários e um Azulejo, baseado na obra do poeta português Mário de Sá Carneiro e realizado em conjunto com Luís Alvoeiro e Jorge Margarido em 2002, que ganhou duas menções honrosas (Cinanima e Famafest) e um prémio do público, e «O Desalmado», um episódio da série Histórias de Molero (2003), uma adaptação de O que diz Molero de Dinis Machado.

Enquanto Ilustrador

Publicou várias ilustrações na imprensa periódica, nomeadamente para a revista Rua Sésamo, em manuais escolares, storyboards e publicidade. Ilustrou cerca de três dezenas de livros para crianças com textos de José Jorge Letria, António Manuel Couto Viana e Alice Vieira, entre outros.

Enquanto Escritor

Afonso Cruz publicou, até à data, dez livros de ficção: A Carne de Deus, em 2008, um thriller satírico e psicadélico; Enciclopédia da Estória Universal, em 2009, um engenhoso e divertido exercício borgesiano com o qual venceu o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco e Os Livros que Devo­ra­ram o Meu Pai, em 2010, livro infanto-juvenil vencedor do Prémio Literário Maria Rosa Colaço de 2009. A este seguiram-se, também em 2010, A Boneca de Kokoschka - Prémio da União Europeia para a Literatura - e A Contradição Humana, vencedor do Prémio Autores 2011 SPA/RTP, escolhido para a exposição White Ravens 2011, menção especial do Prémio Nacional de Ilustração, Lista de Honra do IBBY (International Board on Books for Young People) e Prémio Ler/Booktailors na categoria Melhor Ilustração Original. Em 2011 publicou o livro O Pintor Debaixo do Lava-Loiças e em 2012 "Enciclopédia da Estória Universal - Recolha de Alexandria" e "Jesus Cristo Bebia Cerveja" Prémio Time Out - Melhor Livro do Ano. Em 2013 saíram os livros "Enciclopédia da Estória Universal - Arquivos de Dresner" e "O Livro do Ano". Para além disso, colaborou, na edição portuguesa do Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas com o ficcional "Síndroma da Culpa Absoluta"; no livro Prazer da Leitura com o conto O Cavaleiro Ainda Persegue/A Mesma Donzela; na novela policial O Caso do Cadáver Esquisito; n' Antologia de Ficção Científica Fantasporto; na antologia de contos de literatura fantástica Volluspa; no livro Histórias Daninhas; no Isto Não É um Conto e "21 Cartas de Amor". Assina uma crónica mensal no Jornal de Letras, Artes e Ideias sob o título Paralaxe.

Enquanto Músico

Faz parte da banda de blues/roots The Soaked Lamb, com a qual gravou os álbuns Homemade Blues, em 2007, em 2010, Hats and Chairs, e em 2012 "Evergreens", para os quais compôs vários originais, escreveu letras, cantou e tocou guitarra, banjo, harmónica e ukulele.

Obras Publicadas
A Carne de Deus, Bertrand Editora (2008)
Enci­clo­pé­dia da Estó­ria Uni­ver­sal, Livros Quet­zal (2009)
Os Livros que Devo­ra­ram o Meu Pai, Editorial Cami­nho (2010)
A Boneca de Kokoschka, Livros Quet­zal (2010)
A Contradição Humana, Editorial Cami­nho (2010)
O Pintor Debaixo do Lava-Loiças, Editorial Cami­nho (2011)
Enci­clo­pé­dia da Estó­ria Uni­ver­sal - Recolha de Alexandria, Alfaguara (2012)
Jesus Cristo Bebia Cerveja, Alfaguara (2012)
O Livro do Ano, Alfaguara (2013)
Enciclopédia da Estória Universal - Arquivos de Dresner, Alfaguara (2013)

Colaborações
Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas, Saída de Emergência (2010)
Prazer da Leitura, FNAC/Teodolito (2011).
O Caso do Cadáver Esquisito, Prado (2011).
Vollüspa - Antologia de Contos de Literatura Fantástica, HMEditora (2012).
"Isto Não É um Conto", Associação Link (2012).
"21 Cartas de Amor", Abraço (2013).


Ilustrações
O Dia Em Que Mataram o Rei, Texto (2007)
Livro Com Cheiro a Baunilha, Texto (2007)
Férias na Casa do Vento, Verbo (2007)
Elvis, O Rei do Rock, Texto (2007)
O Livro do Natal, Oficina do Livro (2008)
A Menina Pássaro e outros contos, Verbo (2008)
Os Cromos da Bola, Oficina do Livro (2008)
Bichos Diversos em Versos, Texto (2008) - seleccionado pela Biblioteca Internacional de Juventude/White Ravens 2010
Histórias de Reis e Princesas, Asa (2008)
Era Uma Vez Um Rei Conquistador, Oficina do Livro (2009)
Alfabeto dos Países, Oficina do Livro (2009)
A Minha Primeira República, D. Quixote (2009)
Dom Mínimo, o Anão Enorme e Outras Histórias, Texto (2009)
O Dia em Que o Meu Bairro Ficou de Pantanas, Texto (2009)
Chamem-lhes Nomes!, Texto (2009)
Rimas Perfeitas, Imperfeitas e Mais-que-perfeitas, Texto (2009)
O Flautista de Hamelin, Zero a Oito (2009)
Henriqueta, a Tartaruga de Darwin, Texto (2009)
Galileu – À Luz de Uma Estrela, Texto (2009) - Prémio Ler/Booktailors 2011 (Melhor Ilustração Original)
Machado Santos – O Herói da Rotunda, Texto (2009)
O Alfabeto do Corpo Humano, Oficina do Livro (2009)
Tratamento – O Que Acontece a Seguir?, Associação Acreditar (2010)
O Domínio do Dominó e Outras Histórias, Texto (2010)
As Consultas do Dr. Serafim e a Bronquite da Senhora Adriana, Texto (2010)
Esdrúxulas, Graves e Agudas, Magrinhas e Barrigudas, Texto (2010)
Max e Achebiche – Uma História Muito Fixe, Texto (2010)
Infante D. Henrique – O Navegador dos Sonhos, Texto (2010)
A Contradição Humana, Caminho (2010) - Prémio Autores 2011 SPA/RTP; selecção White Ravens 2011; Menção especial do Prémio Nacional de Ilustração; Lista de Honra do IBBY (International Board on Books for Young People); Prémio Ler/Booktailors 2012 (Melhor Ilustração Original)
Era uma Vez um Rei Que Abraçou o Mar, Oficina do Livro (2011)
Colectivos de Animais e Outros Mais, Texto (2011)

domingo, julho 21, 2013

BRASILEIRÃO - 8ª.RODADA

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BOTAFOGO E CORITIBA NA PONTA
O VASCO VENCEU O FLUMINENSE
POR 3-1 NO CLASSICO DO RIO
E SOBE PARA 11º.O SÃO PAULO
PERDEU FEIO EM CASA POR 0-3
COM O CRUZEIRO.





Botafogo 2-0 Náutico
São Paulo 0-3 Cruzeiro
Criciúma 2-1 Grêmio
Vitória 0-0 Bahia
Internacional 1-0 Flamengo
Atlético Paranaense 1-1 Corinthians
Santos 2-2 Coritiba
Fluminense 1-3 Vasco
Goiás 2-1 Portuguesa
Atlético Mineiro - Ponte Preta adiado


VASCO-FLUMINENSE 3-1


No regresso ao Maracanã dos 2 times, e de Junhinho Pernambucano o Vasco venceu o classico.

Um retorno triunfal. Assim pode ser considerada não apenas a volta dos clubes ao Maracanã após três anos, mas sim a reestreia de Juninho Pernambucano com a camisa cruz-maltina. O jogador de 38 anos foi com sobras o melhor em campo na vitória do Gigante da Colina por 3 a 1, neste domingo, em jogo válido pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Vasco saiu da zona de rebaixamento e pulou para 11ª colocação, enquanto o Tricolor caiu para o 14º lugar.

A partida começou animada, com o Fluminense buscando mais o gol,. O Vasco, conseguiu abrir o placar. Edinho atrapalhou-se com a bola e Pedro Ken foi mais esperto e a roubou. Em seguida, o meia rolou para trás, achando Juninho Pernambucano, que colocou a bola no alto do canto direito de Diego Cavalieiri. 1 a 0 Vasco.

Fred, aos 25 minutos, que já vinha se estranhando com o zagueiro Jomar, deu uma cotovelada no defensor e foi expulso diretamente. A partir daí, o clássico ficou à feição do Vasco,

O segundo tempo mal tinha começado, quando aos 37 segundos Juninho voltou a dar o ar da graça. O camisa 8 deu ótimo passe para André, que fez um chapeu a Diego Cavalieiri, marcando outro belo gol. O técnico Abel Braga, que no intervalo tirou Deco e pôs Rhayner, tinha falado que, mesmo com menos um, seu time não se entregaria. E foi isso que aconteceu. Aos 11, Carlinhos aproveitou cobrança de escanteio e subiu sozinho para diminuir. 2 a 1 Vasco.

Depois o zagueiro Digão foi expulso com segundo amarelo. Com menos dois, o Fluminense não tinha muito o que fazer.

Tenório, aos 37 minutos subiu mais alto que a defesa rival e cabeceou no canto esquerdo de Cavalieiri, selando a vitória vascaína. 3 a 1.


FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 1 x 3 VASCO




Gols: Juninho 16'/1T (1-0); André 1'/2T (2-0); Carlinhos 11'/2T (2-1); Tenório 37'/2T (3-1)


FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Digão e Carlinhos; Edinho (Marcos Junior), Jean, Wágner e Deco (Rhayner); Rafael Sobis e Fred Técnico: Abel Braga


VASCO: Diogo Silva; Nei, Jomar, Rafael Vaz e Henrique (Filipe Soutto); Sandro Silva, Wendel, Pedro Ken e Juninho Pernambucano (Fábio Lima); Eder Luis (Tenório) e André. Técnico: Dorival Júnior


CLASSIFICAÇÃO

1 Subiu 2 posições Botafogo 16 8 5 1 2 12 7 +5 Jogos
2 Desceu 1 posições Coritiba 16 8 4 4 0 11 7 +4 Jogos
3 Subiu 1 posições Cruzeiro 15 8 4 3 1 18 7 +11 Jogos
4 Subiu 1 posições Internacional 15 8 4 3 1 17 12 +5 Jogos
5 Desceu 3 posições Vitória 14 8 4 2 2 13 8 +5 Jogos
6 Subiu 6 posições Bahia 13 9 3 4 2 8 9 -1 Jogos
7 Santos 12 8 3 3 2 12 9 +3 Jogos
8 Desceu 2 posições Grêmio 12 8 3 3 2 9 8 +1 Jogos
9 Subiu 4 posições Goiás 12 8 3 3 2 7 10 -3 Jogos
10 Desceu 2 posições Atlético Mineiro 10 7 3 1 3 7 7 0 Jogos
11 Subiu 6 posições Vasco 10 8 3 1 4 11 15 -4 Jogos
12 Subiu 4 posições Criciúma 10 8 3 1 4 10 14 -4 Jogos
13 Desceu 2 posições Corinthians 10 8 2 4 2 6 5 +1 Jogos
14 Desceu 5 posições Fluminense 9 8 3 0 5 12 13 -1 Jogos
15 Desceu 5 posições Flamengo 9 8 2 3 3 8 8 0 Jogos
16 Desceu 2 posições São Paulo 8 9 2 2 5 11 13 -2 Jogos
17 Desceu 2 posições Ponte Preta 7 7 2 1 4 8 10 -2 Jogos
18 Subiu 1 posições Atlético Paranaense 7 8 1 4 3 13 15 -2 Jogos
19 Desceu 1 posições Portuguesa 7 8 1 4 3 8 12 -4 Jogos
20 Náutico 4 8 1 1 6 4 16 -12 Jogos


PROGRAMA "SEMPRE ALENTEJO"

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A CHEGAR DE LONDRES

HOJE PELAS 3 DA TARDE HORA DO BRASIL
O ALENTEJO
CHEGA-NOS DE LONDRES COM MANUEL
VENÂNCIO NA RÁDIO SOLAR EM LONDRES




"SEMPRE ALENTEJO", com MANUEL VENÂNCIO e ARMANDO FERREIRA, e sempre dando o seu apoio, em Geneve, o nosso amigo Isaurindo Sempão, Para participar ligar directo 0044 20 36 45 62 09, para acessar via net ,dogitar www.solaremlondres.com

hoje vai haver de novo poesia e anedotas apimentadas.

sábado, julho 20, 2013

O CICLISTA PORTUGUÊS RUI COSTA

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RUI COSTA ,CICLISTA PORTUGUÊS
NESTES ULTIMOS 2 ANOS TÊM-SE
REVELADO UM ATLETA DE GRANDE
PRODUÇÃO, VENCENDOI 2 VOLTAS
À SUIÇA, A DO ANO PASSADO E
A DESTE ANO, E NA VOLTA À
FRANÇA QUE ESTÁ A DECORRER
JÁ VENCEU 2 ETAPAS.





Rui Costa (nascido Rui Alberto Faria da Costa, Póvoa de Varzim, 5 de Outubro de 1986) é um ciclista profissional português.



Biografia

Com 11 anos entra para o atletismo onde permaneceu dois anos. Aos 13 anos muda-se para o ciclismo entrando para a equipa "Guilhabreu", de Vila do Conde. Seguiram-se o "Santa Maria da Feira". Em 2007 assina o seu primeiro contrato profissional com o Benfica mudando-se em 2009 para a Caisse D'Epargne. Em 2011, com a mudança de patrocinador, Rui Costa assina novo contrato com a Movistar.

Em 2011 ganha na Volta à Comunidade de Madrid, após conseguir terminar por duas vezes em 2º na 1ª e 3ª etapas, vence a classificação geral com uma diferença de 5 segundos para o 2º classificado. Em 2011 ganha também a Clássica de Montreal, prova do World Tour. Neste mesmo ano ganha a 8ª etapa no Tour de France onde participava pela terceira vez.

Em 2012 termina em 3º lugar da classificação geral na Volta à Romandia e vence a Volta à Suiça, prova na qual veste a camisola amarela após vencer isolado a 2ª etapa.1 Na Volta à França de 2012 tem como principal missão ajudar o seu chefe de fila Alejandro Valverde. No entanto devido a alguns incidentes, incluindo quedas, este viria a terminar apenas em 20º da geral enquanto Rui Costa terminaria no 18º lugar. No mesmo ano termina em 2º do GP Ouest-France, 3º no Grand Prix Ciclística de Québec e 8º no Grand Prix Ciclística de Montréal (prova que tinha ganho no ano anterior. Terminou a temporada com um 9º lugar na Volta a Pequim.

/

Biografia completa em: http://www.rui-costa.com/wp_pt/biografia-2/

Histórico de equipas
Benfica
Caisse D'Epargne
Movistar

Palmarés
2013 .1º classificado da 19º etapa Volta a França 20131º classificado da 16º etapa Volta a França 2013MaillotPortugal.PNG Campeão Nacional de Contra-RelógioJersey yellow.svg 1º classificado à geral, Volta à Suiça 1º classificado da 7ª etapa e 9ª etapa (CRI)1º classificado Klasika Primavera3º classificado Geral Volta à Romandia4º classificado Trofeo Serra de Tramuntana (Vuelta a Mallorca)5º Geral Volta ao Algarve9º classificado Liège-Bastogne-Liège2012Jersey yellow.svg 1º classificado à geral, Volta à Suiça 1º classificado da 2ª etapa18º classificado na geral, Tour de France 201222º classificado do GP Ouest-France3º classificado na geral no Grand Prix Ciclística de Québec8º classificado na geral Grand Prix Ciclística de Montréal9º classificado na geral na Volta a Pequim.20111º classificado na geral, XXI Vuelta Ciclista Internacional a la Comunidad de Madrid1º classificado da 8º etapa Volta a França 20111º classificado no GP Montreal.20101º, Trofeo Deià1º classificado da 8º etapa, Volta à Suiça2º classificado na geral, Four Days of Dunkirk 1º classificado do Melhor jovem Jersey white.svg6º classificado na geral, Volta ao Algarve20091º Jersey pink.svg lugar geral, Four Days of Dunkirk 1º classificado do Melhor jovem Jersey white.svg3º classificado na geral, Vuelta Chihuahua Internacional 1º classificado da 3º etapa2º classificado no Campeonato Nacional de Estrada20082º classificado na Geral, Giro delle Regioni 1º classificado da 4º etapa2º classificado na geral, Coupe des Nations 1º classificado da 4º etapa (ITT)2º classificado na geral, Tour de l'Avenir5º classificado do Campeonato do Mundo de Estrada Sub-23 (Varese)8º classificado do Campeonato do Mundo de Contra-relógio (estrada) Sub-23 (Varese)20071º classificado na Geral, Giro delle Regione

sexta-feira, julho 19, 2013

CHICO LOBO em ARAÇUAÍ

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Amanhã, Chico Lobo estará com CAUSOS E VIOLAS das Gerais, em Araçuaí.

Araçuaí é um município brasileiro do interior do estado de Minas Gerais. A cidade faz parte da Mesorregião do Jequitinhonha e a Microrregião de Araçuaí. Tem uma população de 36.041 e uma área de 2.235,696 km², a distância à capital Belo Horizonte é de 678 km



História
Fundação: 21 de setembro de 1871

Geografia

De acordo com o censo realizado pelo IBGE em 2010, sua população é de 36.041 habitantes.

Clima

Seu clima vai do semi-árido ao Húmido, com total pluviométrico anual compreendidos entre 600mm e 1600mm, distribuídos irregularmente ao longo do ano. As chuvas concentram-se no período de outubro a março, sendo o trimestre dezembro/fevereiro responsável por mais de 50% da chuva total.[carece de fontes]

Com pouca variação, a temperatura média anual fica ao redor de 21°C a 35°C. O mês mais quente é fevereiro e o mais frio junho. A umidade relativa do ar varia de 60% e 80%.[carece de fontes]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura mínima registrada em Araçuaí foi de 6,5 °C, ocorrida nos dias 23 e 30 de julho de 1962. Já a máxima foi de 42,7 ºC, observada em 31 de outubro de 2012, superando os 42,5 °C do dia 6 de novembro de 2008. O maior acumulado de chuva registrado na cidade em 24 horas foi de 166,5 mm, em 1º de janeiro de 2007.7

quinta-feira, julho 18, 2013

FINAL DA LIBERTADORES . 1ª.MÃO

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O ATLETICO MINEIRO PERDEU NO PARAGUAI
E VAI TER DE CORRER ATRÁS DP PREJUÍZO




Ontem,, o Olímpia venceu o Atlético-MG por 2 a 0 no estádio Defensores del Chaco, em Assunção-PAR pela partida de ida da final da Libertadores. Alejandro Silva e Pittoni fizeram os gols do jogo.

A situação ficou complicada para o Galo, pois terá que vencer por dois gols para levar decisão à prorrogação ou três para ser campeão. Já o El Decano pode perder por até um gol de diferença que conquista o tetra.

FICHA TÉCNICA
OLIMPIA 2 X 0 ATLÉTICO-MG

Local: Estádio Defensores del Chaco, em Assunção (PAR)
Data: 17 de julho de 2013, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Arbitro: Néstor Pitana (ARG)
Assistentes: Hernan Maidana e Juan P. Belati (ambos da Argentina)
Cartões amarelos: Giménez, Miranda, Alejandro Silva (Olimpia) Josué, Richarlyson, Marcos Rocha (Atlético-MG)
Cartão vermelho: Richarlyson (Atlético-MG)
Gols: Olimpia: Alejandro Silva, aos 22 minutos do primeiro tempo e Pittoni, aos 48 minutos do segundo tempo

OLIMPIA: Martín Silva; Manzur, Miranda e Candia; Alejandro Silva, Giménez (Ferreyra), Aranda, Pittoni e Benítez; Salgueiro (Paredes) e Bareiro (Prono)
Técnico: Ever Hugo Almeida

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Richarlyson; Pierre, Josué, Tardelli e Ronaldinho (Guilherme); Luan (Rosinei) e Jô (Alecsandro)
Técnico: Cuca


As duas equipes decidem a competição sul-americana na próxima quarta-feira no estádio do Mineirão.

quarta-feira, julho 17, 2013

LEÓNIDAS

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LEÓNIDAS FOI DOS MAIORES ARTILHEIROS
BRASILEROS, O QUE SERIA SE TIVESSE
NASCIDO NOS TEMPOS DE HOJE?


Quando eu era pequeno, ouvia encantado as estórias que meu tio José António Herdeiro, nascido em Manaus,e padrinho do nosso blog,, me contava dos grandes craks do futebol brasileiro de então.

O meu tio viveu e trabalhou no Rio de Janeiro, e sendo vascaíno ,não perdia um jogo do Vascão, e falava-me muto dos jogadores ,especialmente dos do Vasco, com pormenores de jogadas, de golos .

Contava-me vezes sem fim as jogadas do Leonidas m que em 1934, jogou pelo Vasco, marcando 27 golos em 29 jogos que fez de cruz de malte ao peito, e do desgosto que teve quando no ano seguinte ele saíu para o Botafogo.




Deixem-me que vos recorde aqui quem foi LEONIDAS

Leônidas da Silva, o Diamante Negro, (Rio de Janeiro, 6 de setembro de 1913 — Cotia, 24 de janeiro de 2004) foi um futebolista brasileiro, considerado um dos mais importantes da primeira metade do século XX. Tetracampeão carioca pelo Botafogo, em 1935, primeiro campeonato oficial, no regime profissional, e pentacampeão paulista pelo São Paulo. Leônidas recebeu o crédito por ter inventado o célebre gol de bicicleta. Ele mesmo se autoproclamava o inventor da plástica jogada.



Biografia

Nascido em São Cristóvão, era filho de Dona Maria e do Sr. Manoel Nunes da Silva e na infância era torcedor do Fluminense.

Conhecido também como "Homem-Borracha", Leônidas da Silva começou sua carreira em 1923 no infantil do São Cristóvão. Em 1929 passou a jogar pelo Sirio Libanês F.C.

Em 1931 passou a atuar pelo Bonsucesso onde ficou até o final de 1932, tendo sido convocado diversas vezes para a Seleção Carioca, onde conquistou o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais em 1931. No Bonsucesso, Leônidas também jogou basquete, tendo conquistado campeonato desta modalidade esportiva.

Em 1933 foi jogar no Peñarol, do Uruguai, onde ajudou o clube a conquistar o vice-campeonato. No ano seguinte retornou ao Brasil para jogar pelo Vasco da Gama, o qual ajudou a ganhar o campeonato carioca de 1934.

A sua primeira competição importante com a camisa da seleção foi a Copa do Mundo, em 1934, na Itália. O Brasil fez uma péssima campanha, perdendo logo na estréia e sendo eliminado, mas Leônidas marcou o único gol do Brasil na competição.

Em 1935 mudou novamente de clube, indo atuar no Botafogo, onde conquistou o bicampeonato carioca, e em 1939, pelo Flamengo chegou ao tri-campeonato estadual, por 3 equipes diferentes. No Flamengo, foi um dos primeiros jogadores negros a jogar pelo clube.

Em 1938, foi artilheiro da Copa do Mundo com oito gols, incluindo três marcados contra a Polônia. O Brasil conseguiu a sua melhor participação em mundiais até então, ficando com a terceira colocação. Posteriormente, Lêonidas foi escolhido o melhor jogador do mundial.



Em 1942 transferiu-se para a capital paulista e atuou no São Paulo. Foi cinco vezes Campeão Paulista, tornando-se um dos maiores ídolos da história do Tricolor, sendo homenageado no museu do clube com uma réplica de uma bicicleta que ele executou.

Durante a década de 1940, devido a Segunda Guerra Mundial, os mundiais que seriam realizados em 1942 e 1946 foram cancelados, prejudicando enormemente jogadores como Leônidas, que não tiveram a oportunidade de se tornar conhecidos e reconhecidos mundialmente.

Após a carreira de futebolista

Depois de abandonar os gramados, em 1951, ainda continuou ligado ao esporte. Foi dirigente do São Paulo, logo depois virou comentarista esportivo, sendo considerado por muitos um comentarista direto, duro e polêmico. Chegou a ganhar sete Troféus Roquette Pinto. Sua carreira de radialista teve que ser interrompida em 1974 devido ao Mal de Alzheimer. Durante trinta anos ele viveu em uma casa para tratamento de idosos em São Paulo até falecer, em 24 de janeiro de 2004, por causa de complicações relacionadas à doença. A sua esposa e fiel companheira, Albertina Santos, foi quem cuidou dele até seus últimos dias. Todos os dias ela visitava o marido e passava o tempo com ele, cuidando do ex-craque. O tratamento foi mantido pelo São Paulo, último clube que Leônidas defendeu como jogador. Foi enterrado no Cemitério da Paz, em São Paulo.

Graças ao trabalho de pessoas esforçadas o legado do "Diamante Negro" jamais será esquecido, mesmo o Brasil sendo considerado, por alguns, uma país que não dá a merecida atenção aos ídolos do passado. Foi lançada uma biografia do atleta e sua vida vai ser transformada em filme. Tudo para que os amantes do futebol não esqueçam desse que foi um dos maiores jogadores de todos os tempos. Alguns acham que isso ainda é pouco, já que Leônidas foi um dos maiores ídolos do Brasil, até o aparecimento de Garrincha e Pelé, respectivamente no início e no final dos anos 50. Alguns consideram Leônidas melhor que Pelé, porém é algo que ficará incerto, visto que os jogos ainda não eram televisionados na época em que Leônidas atuava como jogador.

A "bicicleta"

Leônidas recebeu o crédito por ter inventado a "bicicleta". Ele mesmo se autoproclamava o inventor da plástica jogada. Alguns afirmam ter sido criada por um outro jogador brasileiro, Petronilho de Brito, e que Leônidas apenas a teria aperfeiçoado.

A primeira vez que Leônidas executou essa jogada foi em 24 de abril de 1932, em uma partida entre Bonsucesso e Carioca, com vitória do Bonsucesso por 5 a 2. Já pelo Flamengo, realizou a jogada somente uma vez, em 1939 contra o Independiente, da Argentina, que ficou muito famosa na época.

Pelo São Paulo ele realizou a jogada em duas oportunidades, a primeira em 14 de junho de 1942, contra o Palestra Itália, na derrota por 2 a 1. E a mais famosa de todas, em 13 de novembro de 1948, contra o Juventus, na goleada por 8 a 0. A jogada ficou imortalizada pela mais famosa foto do jogador.

Na Copa do Mundo de 1938 ele também realizou a jogada, para espanto dos torcedores, e o gol foi anulado pelo juiz que desconhecia a técnica.[carece de fontes]

Diamante Negro




O apelido de "Diamante Negro" foi dado pelo jornalista francês Raymond Thourmagem, da revista Paris Match, maravilhado pela habilidade do brasileiro. Já o apelido de "Homem-Borracha", dado pelo mesmo jornalista, foi devido a sua elasticidade.

Anos mais tarde a empresa Lacta homenageou-o, criando o chocolate "Diamante Negro", vendido até hoje. A empresa só pagou dois contos de réis à época (o equivalente a R$ 112 mil, aproximadamente), sendo que Leônidas nunca mais cobrou nada pelo uso da marca.


Em 1942, em sua chegada a São Paulo, o atleta carioca foi recebido por aproximadamente 10 mil pessoas na Estação da Luz.

Títulos

Vasco da Gama, Rio de Janeiro, Campeonato Carioca: 1934
Botafogo, Rio de Janeiro, Campeonato Carioca: 1935
FlamengoRio de Janeiro Campeonato Carioca: 1939
Paraná Taça João Vianna Seilir: 1936
Rio de Janeiro Torneio Aberto do Rio de Janeiro: 1936
Rio de Janeiro Taça da Paz: 1937
São PauloSão Paulo Campeonato Paulista: 1943, 1945, 1946, 1948 e 1949
São CristóvãoRio de Janeiro Campeonato Carioca de Terceiros Quadros: 1929
Seleção BrasileiraWorldcup.gif Copa Rio Branco: (1932)
Worldcup.gif Copa Roca: (1945)


terça-feira, julho 16, 2013

HUMORISTAS BRASILEIROS - COSTINHA

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RASPADINHA do COSTINHA



O comediante Costinha sempre gravava de primeira,
sem ensaio, e saía ótimo.

Em 1992, ele gravou um comercial para a loteria Raspadinha,

da Loteria, com direção do Cacá Diegues.

Quando o diretor ordenou que repetisse a gravação,

ele não gostou.



Veja o que ele aprontou! AGORA COM SOM



MAS ESCUTE ATÉ AO FIM

segunda-feira, julho 15, 2013

BRASILEIRÃO - 7ª-RODADA

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NA CLASSICO DO RIO O FLAMENGO
VENCEU O VASCO 1-0. COM A DER-
ROTA DO BOTAFOGO COM O GRÉMIO
(2-1) O CORITIBA VOLTA A SER
LÍDER.



Fluminense 2-3 Internacional
Santos 4-1 Portuguesa
Ponte Preta 0-0 Bahia
Corinthians 0-1 Atlético Mineiro
Vitória 3-2 São Paulo
Grêmio 2-1 Botafogo
Coritiba 1-0 Atlético Paranaense
Criciúma 0-0 Goiás
Vasco 0-1 Flamengo
Cruzeiro 3-0 Náutico


VASCO-FLAMENGO 0-1



O clássico foi disputado no Mané Garrincha em Brasilia, o que ,como é evidente prejudicou desportivamente, o Vasco que tinha mando de campo, e sofreu a pressão da claque do Fla ,em maioria, como se jogasse em casa.

O Vasco ainda não consegue ser consequente na criação de oportunidades de golo, o que complica em termos de resultado, além de que a indefinição do plantel começa a ser incomodativo.

VASCO 0 X 1 FLAMENGO

Estádio: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Data/hora: 14/7/2013 - 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Grazianni Maciel (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia e Jakson Massarra dos Santos
Público pagante/renda: 61.767 pagantes / R$ 4.071.170,00
Cartões Amarelos: Sandro Silva, Wendel, Nei, Rafael Vaz (VAS); Cáceres (FLA)
Cartões Vermelhos: -

GOLS: Paulinho, aos 29' do 1ºT (0-1);

Vasco: Diogo Silva, Nei, Renato Silva, Rafael Vaz e Wendel; Sandro Silva, Fellipe Bastos (EX.BENFICA) (Edmilson, no intervalo), Pedro Ken e Alisson (Dakson, no intervalo); Eder Luis (EX-BENFICA) e André (Tenório, aos 15'/2°T). Técnico: Dorival Júnior.

Flamengo: Felipe (EX-BRAGA), Léo Moura, Wallace, González e João Paulo; Cáceres, Elias (ex-SPORTING), Paulinho (Rafinha, aos 43'/2°T) e Gabriel (Val, aos 26'/2°T); Carlos Eduardo (Nixon, aos 19'/2°T) e Marcelo Moreno. Técnico: Mano Menezes.

O ex-sporting ELIAS esteve no golo do Fla, e mostrouque ainda é um grande meneur na criação.

CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRÃO 2013 SÉRIE A

.....................P.j.v.e.d.gm.gs.DGS
1° Coritiba ........15 7 4 3 0 9 5 4
2° Vitória-BA ......13 7 4 1 2 13 8 5
3° Botafogo-RJ..... 13 7 4 1 2 10 7 3
4° Cruzeiro ........12 7 3 3 1 15 7 8
5° Internacional-RS 12 7 3 3 1 16 12 4
6° Grêmio ..........12 7 3 3 1 8 6 2
7° Bahia........... 12 8 3 3 2 8 9 -1
8° Santos.......... 11 7 3 2 2 10 7 3
9° Atlético-MG..... 10 7 3 1 3 7 7 0
10° Fluminense...... 9 7 3 0 4 11 10 1
11° Flamengo ........9 7 2 3 2 8 7 1
12° Corinthians..... 9 7 2 3 2 5 4 1
13° Goiás........... 9 7 2 3 2 5 9 -4
14° São Paulo....... 8 8 2 2 4 11 10 1
15° Ponte Preta..... 7 7 2 1 4 8 10 -2
16° Criciúma ........7 7 2 1 4 8 13 -5
17° Vasco........... 7 7 2 1 4 8 14 -6
18° Portuguesa...... 7 7 1 4 2 7 10 -3
19° Atlético-PR .....6 7 1 3 3 12 14 -2
20° Náutico......... 4 7 1 1 5 4 14 -10