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quarta-feira, novembro 27, 2013

CANTORES BRASILEIROS - CIRINHO DO RIO DOCE

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O CANTOR,PINTOR,POETA DE COLANTINA
CANTA A NATUREZA E A TRADIÇÃO





Um resgate dos valores culturais. É assim que o músico capixaba Cirinho do Rio Doce, natural de Colatina, define o seu trabalho. Com mais de 28 anos de carreira na música, o cantor possui em seu repertório diversas composições com temas que remetem à natureza e à tradições culturais.

“Meu estilo é a música regional”, declara Cirinho, cuja relação com a música começou bem cedo, ainda jovem, quando se apresentava em bares e festivais de música pelo Brasil afora.

Canções de cunho ecológico são sua marca registrada. Em seu disco mais recente – o quinto da carreira –, de título “Cirinho do Rio Doce”, destaca-se “Trein de Minas”. A grafia da palavra trem, propositalmente errada, é uma referência ao sotaque mineiro ao pronunciá-la.

“Essa música retrata uma viagem de trem entre Vitória e Minas Gerais, que fez parte da minha adolescência. O trajeto todo é fantástico. Você encontra pessoas que sobrevivem da venda de doces, de pipoca, de artesanato”, explica o compositor. “Você encontra uma série de coisas de diversas culturas, escritores, poetas, músicos.”

Por gostar tanto da natureza, o tema não poderia deixar de ser a sua inspiração na hora de compor. “Cada música minha é sobre um acontecimento. Já fiz músicas, por exemplo, para catadores de café, para os pescadores de Regência... e o meu trabalho vem sendo reconhecido, apesar do público ainda pequeno”.

Uma das canções, “Liberte o Passarinho”, fala sobre a prisão de pássaros em gaiolas. Já “Turmalina Turmatilde” presta uma homenagem à cidade mineira.

Álbum

Ao todo, o disco possui 14 músicas inéditas, todas de autoria de Cirinho, e está à venda por R$ 9,90 em lojas de Linhares (Brasil Veículos e Serginho Joias), Cachoeiro de Itapemirim (Lysla Boutique) e Aracruz (Casa do Estudante). E o cantor ainda tem o projeto de lançá-lo na internet.

POEMA DE ARLETE ANJOS

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O BLOG LUSO CARIOCA DEIXA AQUI HOJE
UM POEMA DA POETISA ALENTEJANA
ARLETE ANJOS, EM ENCADEAMENTO DE
PALAVRAS E SENTIMENTOS DE GRANDE BE-
LEZA ,SENSIBILIDADE E QUALIDADE



Ao meu alentejo querido

Tens beleza e tradição
Tuas planicies de encanto
Gente de bom coração
Alentejo quero-te tanto.

És de uma beleza sem par
Meu Alentejo tão querido
Em toda a tua extensão.
É impossível não te amar
Em ti tudo faz sentido
Tens beleza e tradição.

Esta saudade que trago
Desde que de lá saí
Faz doer meu peito tanto.
Deixa em mim um gosto amargo
Porque nunca mais eu vi
Tuas planícies de encanto.

Dava gosto trabalhar
Nos campos antigamente
Onde se ganhava o pão
Nas mondas ou a ceifar
Vivia-se alegremente
Gente de bom coração.

Muito nova te deixei
Querida terra onde nasci
Nasceu em mim desencanto
Ainda mais pobre fiquei
Pelas raízes que perdi
Alentejo quero-te tanto.

De Arlete Anjos
3/07/2013



O ALENTEJO COMO DESTINO PREVILIGIADO PARA UMA SALTADA TURISTICA

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O ALENTEJO É UMA REGIÃO DE PORTUGAL
MUITO PROCURADA PELO TURISMO INTER-
NACIONAL E INTERNO, PELA QUALIDADE
DOS EQUIPAMENTOS ,PELA BELEZA DA
PLANICIE E PELO ACOLHIMENTO DAS GEN-
TES DA PLANÍCIE DOURADA E PELO PE-
LAS PRAIAS DO SUDOESTE ALENTEJANO


O Alentejo é um dos 21 destinos mundiais considerados de visita obrigatória em 2014 pela revista de viagens da National Geographic, na publicação de Novembro.

A região é destacada pelo “ritmo lento que é parte da atracção” e onde se aconselha “relaxar, praticar a paciência e não olhar para o relógio”.



O Alentejo figura na lista de ouro da Traveler que, anualmente, aconselha destinos que apenas “reflectem o que é autêntico, culturalmente rico, sustentável e superlativo no actual mundo das viagens”, realça a Turismo do Alentejo.

Entre as muitas atracções do Alentejo, a revista refere a Rota Vicentina, o Alqueva e vários empreendimentos instalados na região.

Para a Turismo do Alentejo, o facto da região figurar na lista de ouro dos 21 destinos de visita obrigatória em 2014 é “um orgulho revelador de que o Alentejo tem sabido estruturar os seus produtos turísticos de forma inovadora, respeitando valores diferenciadores como a autenticidade e a identidade”.

Ceia da Silva, presidente da Entidade Regional de Turismo, considera que se trata de um reconhecimento “fabuloso”.

quarta-feira, novembro 20, 2013

PORTUGAL APURADO PARA O MUNDIAL DO BRASIL

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FOI DIFICIL ,SOFRIDO, MAS UMA GRANDE
ALEGRIA, PORTUGAL VAI ESTAR NO PAÍS
IRMÃO A DISPUTAR O MUNDIAL 2014


Portugal venceu e convenceu a Suécia, ontem em Estocolmo por 3.2, com 3 grandes golos de Cristiano Ronaldo que fez um jogão.


Já tinha vencido em Lisboa por 1-0 ,com golo também de Cristiano, agora com uma 2ª.parte do outro mundo do grande jogador português ,que ainda no 1º.tempo fez 1-o .

Os suecos foram completamente dominados toda a 2ª.parte ,contudo, Ibrahimovic fez 2 golos de virada e colocou a Suécia a vencer 2-1. Era injusto, e a equipa portuguesa sentiu isso, e arrancou furiosamente para um galope a caminho da baliza sueca.
Ronaldo em 2 jogadas do outro mundo, em arrancadas que fizeram lembrar aquelas que o outro Ronaldo, o fenómeno fazia quando jogava no Barcelona, fez 2 grandes golões e levaram Portugal a caminho do Rio, ao Mundial.


PortugaL alinhou com

RUI PATRICIO;JOÃO PEREIRA,PEPE,BRUNO ALVES,FABIO COENTRÃO,JOÃO MOUTINHO,MIGUEL VELOSO,RAUL MEIRELESNANI,HUGO ALMEIDA
jogaram ainda: ANTUNES,WILIAM CARVALHO,RICARDO COSTA

Deixo aqui capas de jornais de hoje para lembrar



HISTÓRIA DO BRASIL - O PARTIDO REPUBLICANO PAULISTA

.
Partido Republicano Paulista (PRP) foi um partido político brasileiro fundado em 18 de abril de 1873, durante a Convenção de Itu, que foi o primeiro movimento republicano moderno no Brasil. Seus adeptos eram chamados de perrepistas. O PRP foi o partido político predominante no estado de São Paulo durante toda a República Velha. O PRP foi extinto em dezembro de 1937.

O PRP foi extinto em dezembro de 1937. Portanto o PRP junto com o Partido Conservador e o Partido Liberal, são os partidos de mais longa duração da História do Brasil.


Origem


O PRP foi um partido republicano com existência legal, mesmo na fase do Império do Brasil, fundado durante a convenção de Itu, em 18 de abril de 1873. Foi o Partido Republicano Paulista (PRP) o resultado da fusão política produzida entre fazendeiros alarmados ante a Lei do Ventre Livre de 1871 e elementos do Clube Republicano ou Radical entre os quais se destacavam Américo Brasiliense, Luís Gama, Américo de Campos e Bernardino de Campos, Prudente de Morais, Campos Sales, Francisco Glicério, Júlio de Mesquita e Jorge Tibiriçá Piratininga, seu primeiro presidente. O fechamento do jornal "A República" em 23/24 de fevereiro de 1873, pela polícia imperial fornecera o elo da união entre abolicionistas e escravocratas, vislumbrando ambos os grupos no regime republicano a concretização dos seus objetivos. Nesta primeira convenção partidária, compareceram 124 delegados de diversas cidades da província paulista.

O PRP, no período imperial, chegou a eleger deputados para a Assembleia Geral do Império (a atual Câmara dos Deputados), Campos Sales e Prudente de Morais, na legislatura 1885-1888. Em 1887, Bernardino de Campos colocou a agremiação em linha definitivamente abolicionista, salvando-a da crise em que caíra pela propensão escravocrata dos proprietários de terras.

Seu órgão oficial era o jornal "Correio Paulistano", o qual, no segundo reinado, pertenceu ao Partido Conservador, e foi empastelado (destruído), em 1930, quando da vitória da Revolução de 1930, porém voltou a circular, e, finalmente encerrou suas atividades na década de 1960. Outros jornais, apoiadores do PRP, também foram empastelados em 1930, entre eles: "A Platéia" e a "Folha da Manhã", a atual Folha de S. Paulo.

Seus quadros compunham-se de profissionais liberais (advogados, médicos, engenheiros etc.), as chamadas classes liberais, e, sobretudo, por importantes proprietários rurais paulistas, cafeicultores, as chamadas classes conservadoras, partidárias da imigração de mão-de-obra européia para as lavouras de café e, também, partidários da abolição dos escravos.

Quase toda a cúpula do PRP, na época se dizia "próceres", eram membros da maçonaria. Eram tradicionais os encontros dos próceres do PRP na redação do Correio Paulistano.

Seu primeiro jornal foi o "A Província de S. Paulo", hoje O Estado de S. Paulo, fundado, em 1875, pelos republicanos históricos, entre eles, Campos Sales.

O objetivo primordial do PRP era implantar no Brasil uma federação republicana, com um alto grau de descentralização administrativa, o que inexistia durante o período imperial (1822-1889).

Outra importante reivindicação dos republicanos era o retorno dos impostos arrecadados pela união à província (depois estados) de origem.

O PRP viveu, na oposição, de sua fundação, em 1873, até a Proclamação da República. Voltou, após a Revolução de 1930, a ser um partido de oposição. Permanecendo, o PRP, na oposição, de 1930, até sua extinção, com o advento do Estado Novo, em 1937.

O PRP e a República Velha


Com a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, iniciou-se um novo ciclo de poder político no Brasil, chamado de República Velha.

A República Velha dividiu-se em dois períodos. Inicialmente instalou-se a denominada República da Espada, com os governos militares de marechal Deodoro da Fonseca e o marechal Floriano Peixoto consolidando o regime republicano no Brasil.

Após a saída dos militares do poder federal teve origem a República do café com leite ou República Oligárquica, quando e o país foi governado por presidentes civis fortemente influenciados pelo setor agrário da economia.

O PRP, através de seu principal líder e ideólogo Campos Sales com a sua "Política dos Estados", que era mais conhecida como Política dos Governadores, foi o partido político que teve importância decisiva no afastamento dos militares da política no início da República.

E assim, Campos Sales se manifestou a respeito:

Cquote1.svg Outros deram à minha política a denominação de "Política dos Governadores". Teriam acertado se dissessem "Política dos Estados". Esta denominação exprimiria melhor o meu pensamento! Cquote2.svg

— Campos Sales

E assim definiu a política do café com leite e a política dos estados:

Cquote1.svg Se nos achássemos em condições normais de vida política, com partidos políticos bem assinalados entre si, obedecendo cada um à autoridade de seus chefes legítimos…conservar-me-ia em posição neutra para oferecer aos contendores todas as garantias eleitorais, mas bem diversa é a situação da república… e é preciso evitar, com decidido empenho, as agitações sem base no interesse nacional que não serviriam senão para levar à arena política as ambições perturbadoras que tem sido e serão sempre os eternos embaraços a proficuidade da ação administrativa....(e explica a necessidade de um vice-presidente mineiro para Rodrigues Alves)..Tenho motivos para acreditar que Minas só aceitará a combinação que também entrar um mineiro e para evitar embaraços julgo conveniente indicar Silviano Brandão para vice presidente! Cquote2.svg

— Campos Sales


Cquote1.svg Neste regime, disse eu na minha última mensagem, a verdadeira força política, que no apertado unitarismo do Império residia no poder central, deslocou-se para os Estados. A Política dos Estados, isto é, a política que fortifica os vínculos de harmonia entre os Estados e a União é, pois, na sua essência, a política nacional. É lá, na soma destas unidades autônomas, que se encontra a verdadeira soberania da opinião. O que pensam os Estados pensa a União! Cquote2.svg

— Campos Sales

O poder político federal, na República do Café com Leite, tinha sua governabilidade garantida pela Política dos Estados. Os deputados e senadores federais não atrapalhavam a política do presidente, o qual não interferia nos governos estaduais. Era garantido, aos estados, ampla autonomia administrativa em seus negócios próprios. o poder federal não interferia na política interna dos estados e os governos estaduais não interferiam na política dos municípios, garantindo-se lhes a autonomia política e a tranqüilidade nacional.

O Presidente da República apoiava os atos dos presidentes estaduais como a escolha dos sucessores desses presidentes de estados, e, em troca, os governadores davam apoio e suporte político ao governo federal, colaborando com a eleição de candidatos, para o Senado Federal e para a Câmara dos Deputados, que dessem total apoio ao Presidente da República. Assim as bancadas dos estados no Senado Federal e na Câmara dos Deputados não ofereciam obstáculos ao presidente da república, o qual conduzia livremente seu governo.

Cada estado da federação brasileira tinha o seu Partido Republicano, mas não tinham ligação entre si e eram autônomos.

Revezavam-se no poder federal, representantes do Partido Republicano Paulista e do Partido Republicano Mineiro (PRM), que controlavam as eleições e gozavam do apoio da elite agrária, na época chamadas de classes conservadoras, de outros estados do Brasil.

Com o novo regime republicano, PRP deixa de ser um partido de classe social e de oposição, como era durante o segundo reinado, quando, de fato, era um veículo das exigências políticas dos grandes cafeicultores abolicionistas utilizadores da mão de obra assalariada européia.

Com a República, o partido torna-se também uma instituição dedicada à burocracia estatal, com a necessidade de que as esferas de governo estadual e municipal obedecessem às determinações da cúpula dirigente do PRP.

O PRP, então, ascendendo ao poder com a república, coloca em prática seu programa político de descentralização administrativa, criação de escolas, defesa do café e modernização do estado e da economia e separação da Igreja Católica do estado brasileiro.

O PRP só tinha existência legal dentro do território paulista e com a extinção dos Partidos Conservador e Liberal após a proclamação da república, passou a ser, praticamente, o único partido político existente no estado de São Paulo. Alguns partidos políticos tiveram existência efêmera no estado de São Paulo no início da República.

O PRP elegia todos os presidentes de São Paulo e todos os senadores e deputados estaduais. O PRP enfrentou uma frágil concorrência do Partido Republicano Federal (PRF) de Francisco Glicério de ideologia municipalista e do Partido Republicano Conservador (PRC).

Coube a Campos Sales, quando presidente do Estado de São Paulo, em 1897 e 1898, enfraquecer o PRF e o municipalismo, pressionando os coronéis do interior do estado a aderirem ao PRP. Em troca do apoio ao PRP e ao presidente do estado, os coronéis teriam seu poder local garantido e respeitado.

Esta atitude de Campos Sales no governo de São Paulo, foi como um embrião do que, depois, ele faria em nível nacional: a Política dos Estados ou Política dos governadores. Um dos líderes do interior de São Paulo que aderiram ao PRP, por causa da política de Campos Sales, e que depois se tornou um importante líder (prócer) do PRP, foi o Dr. Washington Luís.

O PRP foi influenciado muito pelos ideais da maçonaria e pelo positivismo, tendo tido, o PRP, verdadeira obsessão pela imigração européia.

Em nível municipal havia disputas políticas, quando mais de um coronel disputava o poder local. Nestes casos, políticos da capital então se dividiam, apoiando um ou outro coronel para os cargos municipais.

Nas pequenas cidades do interior de São Paulo, o líder local do PRP era o tipo do Coronel, em geral o líder da Loja Maçônica local. Às vezes, dois ou mais coronéis disputavam o controle de PRP local. Os grupos políticos locais recebiam apelidos como os Araras contra os Pica-Paus. Mas sempre havia candidato único à presidência do estado. Os coronéis apoiavam a política dos presidentes dos estados em troca destes respeitarem o poder local do coronel.

Houve 4 dissidências dentro do PRP, comandadas por políticos descontentes com a cúpula do PRP e que foram preteridos na escolha dos candidatos do PRP à presidência do Estado ou outros cargos importantes.

A última dissidência resultou na criação do Partido Democrático em fevereiro de 1926, partido este que apoiou a Revolução de 1930. Essa última dissidência do PRP originou-se em crise ocorrida na maçonaria paulista, tendo o grão-mestre do Grande Oriente de São Paulo, doutor José Adriano Marrey Júnior, fundado o Partido Democrático.

A primeira grande disputa eleitoral entre estes PRP e Partido Democrático se deu, em 1928, pela prefeitura da cidade de São Paulo através do voto direto, quando o PRP saiu largamente vitorioso, reelegendo o prefeito Dr. José Pires do Rio.

O ataque mais sério ao poder de PRP foi a Revolta Paulista de 1924, que fez que o presidente Carlos de Campos se retirasse para o interior do estado, e organizasse batalhões em defesa da legalidade, conseguindo retomar o poder. Muitos membros importantes do PRP vestiram fardas da Força Pública de São Paulo, atual Polícia Militar do Estado de São Paulo, organizaram e comandaram a resistência contra os revoltosos.

O PRP elegeu todos os presidentes do Estado de São Paulo na República Velha e elegeu 6 presidentes da República, embora dois deles não tomaram posse: Rodrigues Alves quando reeleito em 1918 não chegou a tomar posse por ter falecido e Júlio Prestes por causa da Revolução de 1930. O Dr. Washington Luís foi deposto em 1930.

O Dr. Washington Luís foi um modernizador do PRP, instalando uma administração técnica, tanto na Secretaria de Justiça e Segurança Pública, (na chamada Polícia sem política), quanto na Prefeitura de São Paulo e no governo do estado.

O PRP foi derrotado nas eleições presidenciais de 1910 quando o presidente de São Paulo Albuquerque Lins foi candidato a vice-presidente na chapa de Rui Barbosa na chamada Campanha Civilista.

Os próceres políticos do PRP adquiram fama de bons administradores e homens probos, sendo que vários foram considerados estadistas.

Em geral, o PRP, na República Velha, era comandado pelo presidente do estado do momento. Os líderes que mais por tempo tiveram força na diretoria executiva do PRP foram o presidente Jorge Tibiriçá Piratininga, falecido em 1928, o Coronel Fernando Prestes de Albuquerque e o Dr. Altino Arantes Marques, ambos falecidos após o término da República Velha.

O PRP e a Revolução de 1930

Em 1 de março de 1930, o candidato a presidente da República Júlio Prestes do PRP teve 90% dos votos válidos no Estado de São Paulo. Foi outra grande vitória que o PRP obteve contra o Partido Democrático que apoiara o candidato de oposição Getúlio Vargas. Júlio Prestes, porém, não tomou posse, atropelado que foi, pela Revolução de 1930.

Com a revolução de 1930, vários próceres políticos do PRP, inclusive o presidente eleito Júlio Prestes, que se licenciara do governo de São Paulo e o presidente da república Washington Luís foram exilados. O vice-presidente de São Paulo, em exercício do cargo de presidente do estado, Doutor Heitor Penteado, foi deposto em 24 de outubro de 1930, preso e exilado. O PRP não mais voltaria a governar São Paulo.

Com a Revolução de 1930 e a ascensão de Getúlio Vargas ao poder romperam com este ciclo, todos os partidos foram extintos, só voltando a existir nas eleições de 1933. Também foi extinto o domínio da política do café-com-leite (representada pelo PRP e pelo PRM).

A partir de 1930, salvo poucas exceções, gaúchos e mineiros se revezariam na presidência da república, até a década de 1980. Nos 50 anos seguintes a 1930, gaúchos e mineiros estariam no poder federal por 41 anos. Júlio Prestes foi o último paulista eleito presidente da república.

Na versão dos revolucionários de 1930, o Brasil exigia modernidade, através de manifestações políticas e culturais, com prenúncios do que aconteceria, em 1930, dados pela Semana de Arte Moderna de 1922, (a qual, porém, foi apoiada pelo presidente de São Paulo na época, Washington Luís, e pelo Correio Paulistano e da qual participaram dois membros do PRP: Plínio Salgado e Menotti Del Picchia), e pelo Movimento tenentista de 1922 e pela Revolta Paulista de 1924 que visou a deposição do governo perrepista de Carlos de Campos.

A Revolução de 1930, com todas as suas dificuldades, içou, no ponto de vista dos revolucionários, na visão dos revolucionários de 1930, o país ao mundo contemporâneo.

Entretanto, no ponto de vista do líder perrepista, Júlio Prestes, eleito presidente em 1930, a ditadura implantada em 1930, desonrava o Brasil:

Cquote1.svg O que não se compreende é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado! Cquote2.svg

— Júlio Prestes

Na Revolução Constitucionalista de 1932, o PRP e o Partido Democrático se uniram no combate à ditadura do "Governo Provisório", e, em 1933, o PRP participou das eleições para a Assembléia Nacional Constituinte através da "Frente Única por São Paulo Unido", que foi a última vez, na história de São Paulo, que as forças políticas paulistas marcharam unidas.

Praticamente todos os membros do PRP tiveram suas carreiras políticas abortadas pela Revolução de 1930, e, apenas alguns, retornaram à política após a redemocratização do Brasil em 1945.

Nos seus derradeiros anos de vida, o PRP lançou na política, como deputado estadual constituinte, sua última estrela: o doutor Adhemar Pereira de Barros. Nessa época o PRP fez oposição ao governador Armando de Sales Oliveira não aceitando apoiá-lo quando se lançou candidato a presidente da república nas eleições marcadas para janeiro de 1938.

O PRP foi definitivamente extinto, logo após a instalação do Estado Novo, pelo decreto-lei nº 37, de 2 de dezembro de 1937.

Principais representantes[editar]
Antônio da Silva Prado - prefeito de São Paulo (1899-1910)
Prudente de Morais - membro do partido de 1873 a 1893 e presidente da República (1894-1898)
Campos Sales - presidente da República (1898-1902).
Rodrigues Alves - presidente da República (1902-1906) e reeleito de 1918, não tomando posse.
Washington Luís - presidente da República (1926-1930)
Júlio Prestes - presidente da República (mandato 1930-1934; não tomou posse), presidente de São Paulo (1927-1930)
Francisco Rangel Pestana
José Alves de Cerqueira César
Bernardino de Campos - presidente de São Paulo (1892-1896)
Jorge Tibiriçá - presidente de São Paulo (1904-1908)
Albuquerque Lins - presidente de São Paulo (1908-1912)
Altino Arantes - presidente de São Paulo (1916-1920)
Carlos de Campos - presidente de São Paulo (1924-1927)
Fernando Prestes de Albuquerque - presidente de São Paulo (1898-1900)
Mário Tavares - senador estadual paulista
José de Freitas Valle - senador estadual paulista
Augusto César de Miranda Azevedo - médico, presidente da Câmara do Congresso Legislativo do Estado de São Paulo de 1891 a 1892 e deputado estadual por três legislaturas (1891 a 1892, 1895 a 1897 e 1898 a 1900)
Adhemar Pereira de Barros
Fernando Costa
Martinho Prado Júnior
Cândido Nogueira da Mota
Cincinato Braga
Jorge Americano
Elói Chaves
Plínio Salgado
Cândido Rodrigues
Francisco Glicério
Manuel Pedro Vilaboim
José Alvares de Rubião Júnior
Adolfo Antônio da Silva Gordo
Américo Brasiliense
Ataliba Leonel
Álvaro Augusto da Costa Carvalho
Olavo Egídio de Sousa Aranha
Cesário Bastos
Carlos José Botelho
Oscar Rodrigues Alves
Virgílio Rodrigues Alves
Antônio Cândido Rodrigues
Antônio Dino da Costa Bueno
Carlos José de Arruda Botelho
Américo de Campos
José Adriano Marrey Júnior
Alfredo Ellis
Menotti del Picchia
Deodato Wertheimer

sábado, novembro 16, 2013

BRASILEIRÃO - CRUZEIRO É CAMPEÃO

.
O CRUZEIRO É JÁ CAMPEÃO DO BRASIL
A 4 JORNADAS DO FINAL, O QUE ACON-
TECE NO CLUBE, PELA 3ª.VEZ NA SUA
HISTÓRIA. PARABENS AO CRUZEIRO E
AO ESTADO DE MINAS GERAIS.


VITÓRIA DA BAHIA - CRUZEIRO 1-3



13/11/2013 19:30 (Qua) Goiás 2 x 0 Ponte Preta Serra Dourada
13/11/2013 19:30 (Qua) Grêmio 1 x 0 Vasco Arena do Grêmio
13/11/2013 21:00 (Qua) Botafogo-RJ 0 x 0 Portuguesa Maracanã
13/11/2013 21:00 (Qua) Criciúma 2 x 1 Atlético-PR Heriberto Hulse
13/11/2013 21:50 (Qua) Coritiba 0 x 1 Corinthians Couto Pereira
13/11/2013 21:50 (Qua) Vitória-BA 1 x 3 Cruzeiro Barradão
13/11/2013 21:50 (Qua) São Paulo 2 x 0 Flamengo Novelli Júnior
14/11/2013 19:30 (Qui) Santos 3 x 0 Bahia Pacaembu
14/11/2013 21:00 (Qui) Fluminense 2 x 0 Náutico Maracanã
14/11/2013 21:00 (Qui) Atlético-MG 2 x 1 Internacional-RS Independência


CLASSIFICAÇÃO GERAL
-
1° Cruzeiro 74 34 23 5 6 72 30 42
2° Atlético-PR 58 34 16 10 8 53 41 12
3° Grêmio 57 34 16 9 9 38 33 5
4° Goiás 56 34 15 11 8 44 35 9
5° Botafogo-RJ 54 34 15 9 10 46 38 8
6° Atlético-MG 52 34 14 10 10 41 31 10
7° Vitória-BA 51 34 14 9 11 50 48 2
8° São Paulo 49 34 14 7 13 37 35 2
9° Santos 48 34 12 12 10 45 35 10
10° Corinthians 48 34 11 15 8 27 20 7
11° Internacional-RS 45 34 11 12 11 50 49 1
12° Flamengo 45 34 11 12 11 38 39 -1
13° Portuguesa 41 34 10 11 13 46 45 1
14° Coritiba 41 34 10 11 13 38 42 -4
15° Criciúma 39 34 11 6 17 45 58 -13
16° Fluminense 39 34 10 9 15 37 42 -5
17° Bahia 39 34 9 12 13 32 42 -10
18° Vasco 37 34 9 10 15 45 55 -10
19° Ponte Preta 34 34 9 7 18 34 50 -16
20° Náutico 17 34 4 5 25 20 70 -50

sexta-feira, novembro 15, 2013

HISTÓRIA DE PORTUGAL - A NOITE SANGRENTA

.
A HISTÓRIA DE PORTUGAL NO PERIODO DA
1ª.REPUBLICA ,DE 1910 A 1926, TEVE UM
DOS EPISÓDIOS MAIS TENEBROSOS QUE MAN-
CHAM AQUELE PERÍODO E SÃO ORIGEM REMO-
TA DA QUEDA DO REGIME E INICIO DO
SALAZARISMO.




O 19 de Outubro de 1921 foi o fim da 1ª República. Formalmente ela continuou até 28 de Maio de 1926. Pelo meio, alguns episódios grotescos de um regime em degenerescência: as governações de António Maria da Silva, o carbonário tornado o chefe todo poderoso do PRP e dos respectivos caciques, directas ou por interpostos testas de ferro.

Entre o assassinato de Sidónio Pais, um proto-fascista e os massacres de 19 de Outubro de 1921, Portugal, teoricamente um regime parlamentar, viveu sob uma ditadura tutelada pelos arruaceiros e rufias dos cafés e tabernas de Lisboa e pela Guarda Nacional Republicana, uma Guarda Pretoriana do regime, bem municiada de artilharia e armamento pesado, concentrada na zona de Lisboa e cujos efectivos passaram de 4575 homens em 1919 para 14 341 em 1921, chefiados por oficiais «de confiança», com vencimentos superiores aos do exército. A queda do governo de Liberato Pinto, o principal cacique e mentor da GNR, em Fevereiro de 1921, colocou as instituições democráticas na mira dos arruaceiros e pretorianos do regime . O governo de António Granjo, formado a 30 de Agosto, era o alvo.

O nó górdio foi o caso Liberato Pinto, entretanto julgado e condenado em Conselho de Guerra por causa das suas actividades conspirativas. Juntamente com o Mundo, a Imprensa da Manhã, jornal sob a tutela de Liberato Pinto, atacavam diariamente o governo, tentando provar, através de documentos falsos, que o Governo projectava o cerco de Lisboa por forças do Exército, para desarmar a Guarda Nacional Republicana. No Diário de Lisboa apareceram, entretanto, algumas notas relativas ao futuro movimento. Em 18 de Agosto, um informador anónimo dizia da futura revolta: «Mot d’ordre: a revolução é a última. Depois, liquidar-se-ão várias pessoas».

O coronel Manuel Maria Coelho era o chefe da conjura. Acompanhavam-no, na Junta, Camilo de Oliveira e Cortês dos Santos, oficiais da G. N. R., e o capitão-de-fragata Procópio de Freitas. O republicanismo histórico do primeiro aliava-se às forças armadas, que seriam o pilar da revolução. Depois de uma primeira tentativa falhada, em que alguns dos seus chefes foram presos e libertos logo a seguir, o movimento de 19 de Outubro de 1921 desenrolou-se num dia apenas, entre a manhã e a noite. Três tiros de canhão disparados da Rotunda pela artilharia pesada da GNR tiveram a sua resposta no Vasco da Gama. Passavam à acção as duas grandes forças da revolta. A Guarda concentrou os seus elementos na Rotunda; o Arsenal foi ocupado pelos marinheiros sublevados, que não encontraram qualquer resistência; núcleos de civis armados percorreram a cidade em serviço de vigilância e propaganda. Os edifícios públicos, os centros de comunicações, os postos de comando oficiais caíram rapidamente em poder dos sublevados. Às 9, uma multidão de soldados, marinheiros e civis subiu a Avenida para saudar a Junta vitoriosa. Instalado num anexo do hospital militar de Campolide, o seu chefe, o coronel Manuel Maria Coelho, presidia àquela vitória sem luta.Em face da incapacidade de resistir, às dez da manhã, António Granjo escreveu ao Presidente da República: «Nestes termos, o governo encontra-se sem meios de resistência e defesa em Lisboa. Deponho, por isso, nas mãos de V. Ex.a a sorte do Governo...» António José de Almeida respondeu-lhe, aceitando a demissão: «Julgo cumprir honradamente o meu dever de português e de republicano, declarando a V. Ex.a que, desde este momento, considero finda a missão do seu governo...» Recebida a resposta, António Granjo retirou-se para sua casa. Eram duas da tarde.O PR recusou-se a ceder aos sublevados. Afiançou que preferiria demitir-se a indigitar um governo imposto pelas armas. Às onze da noite, ainda sem haver solução institucional, Agatão Lança avisou António José de Almeida que algo de grave se estava a passar. Perante tal, conforme descreveu depois o PR, «Corri ao telefone e investi o cidadão Manuel Maria Coelho na Presidência do Ministério, concedendo-lhe os poderes mais amplos e discricionários para que, sob a minha inteira responsabilidade, a ordem fosse, a todo o transe, mantida». Passando a palavra a Raul Brandão (Vale de Josafat, págs. 106-107), «Depois veio a noite infame. Veio depois a noite e eu tenho a impressão nítida de que a mesma figura de ódio, o mesmo fantasma para o qual todos concorremos, passou nas ruas e apagou todos os candeeiros. Os seres medíocres desapareceram na treva, os bonifrates desapareceram, só ficaram bonecos monstruosos, com aspectos imprevistos de loucura e sonho...».Sentindo as ameaças que se abatiam sobre ele, António Granjo buscou refúgio na casa de Cunha Leal. Cunha Leal tinha simpatias entre os revoltosos (tinha aliás sido sondado para ser um dos chefes do movimento, mas recusara) e Granjo considerou-se a salvo. Todavia, a denúncia de uma porteira guiou os seus perseguidores que tentaram entrar na casa de Cunha Leal para deter António Granjo. Cunha Leal impediu-os, mas a partir desse momento ficaram sem possibilidades de fuga porque, pouco a pouco, o cerco apertara-se e grupos armados vigiavam a casa. Apelos telefónicos junto de figuras próximas dos chefes da sublevação, que pudessem dar-lhes auxílio, não surtiram efeito.

Perto das nove da noite compareceu um oficial da marinha, conhecido de ambos, que afirmou que levaria Granjo para bordo do Vasco da Gama, um lugar seguro. Cunha Leal vacilou. Granjo mostrou-se disposto a partir. Cunha Leal acompanhou-o, exigindo ao oficial da marinha que desse a palavra de honra de que não seriam separados. Meteram-se na camioneta que afinal não os levaria ao refúgio do Vasco de Gama, mas ao centro da sublevação.A camioneta chegou ao Terreiro do Paço onde os marinheiros e os soldados da Guarda apuparam e tentaram matar António Granjo. Cunha Leal conseguiu então salvá-lo. A camioneta entrou, por fim, no Arsenal e os dois políticos passaram ao pavilhão dos oficiais. Um grupo rodeou Cunha Leal e separou-o de Granjo, apesar dos seus protestos. Os seus brados levaram a que um dos sublevados disparasse sobre ele, atingindo-o três vezes, um dos tiros, gravemente, no pescoço. Foi conduzido ao posto médico do Arsenal.

Entretanto, vencida a débil resistência de alguns oficiais, marinheiros e soldados da GNR invadiram o quarto onde estava António Granjo e descarregaram as suas armas sobre ele. Caiu crivado. Um corneteiro da Guarda Nacional Republicana cravou-lhe um sabre no ventre. Depois, apoiando o pé no peito do assassinado, puxou a lâmina e gritou: «Venham ver de que cor é o sangue do porco!»A camioneta continuou a sua marcha sangrenta, agora em busca de Carlos da Maia, o herói republicano do 5 de Outubro e ministro de Sidónio Pais. Carlos da Maia inicialmente não percebeu as intenções do grupo de marinheiros armados. Tinha de ir ao Arsenal por ordem da Junta Revolucionária. Na discussão que se seguiu só conseguiu o tempo necessário para se vestir. Então, o cabo Abel Olímpio, o Dente de Ouro, agarrou-o pelo braço e arrastou-o para a camioneta que se dirigiu ao Arsenal. Carlos da Maia apeou-se. Um gesto instintivo de defesa valeu-lhe uma coronhada brutal. Atordoado pelo golpe, vacilou, e um tiro na nuca acabou com a sua vida.


A camioneta, com o Dente de Ouro por chefe, prosseguiu na sua missão macabra. Era seguida por uma moto com sidecar, com repórteres do jornal Imprensa da Manhã. Bem informados como sempre, foram os próprios repórteres que denunciaram: «Rapazes, vocês por aí vão enganados… Se querem prender Machado Santos venham por aqui…». Acometido pela soldadesca, Machado Santos procurou impor a sua autoridade: «Esqueceis que sou vosso superior, que sou Almirante!». Dente de Ouro foi seco: «Acabemos com isto. Vamos». Machado Santos sentou-se junto do motorista, com Abel Olímpio, o Dente de Ouro, a seu lado. Na Avenida Almirante Reis, a camioneta imobiliza-se devido a avaria no motor. Dente de Ouro e os camaradas não perdem tempo. Abatem ali mesmo Machado Santos, o herói da Rotunda.

Não encontraram Pais Gomes, ministro da Marinha. Prenderam o seu secretário, o comandante Freitas da Silva, que caiu, crivado de balas, à porta do Arsenal. O velho coronel Botelho de Vasconcelos, um apoiante de Sidónio, foi igualmente fuzilado. Outros, como Barros Queirós, Cândido Sotomayor, Alfredo da Silva, Fausto Figueiredo, Tamagnini Barbosa, Pinto Bessa, etc., salvaram a vida por acaso.Os assassinos foram marinheiros e soldados da Guarda. Estavam tão orgulhosos dos seus actos que pensaram publicar os seus nomes na Imprensa da Manhã, como executores de Machado Santos. Não o chegaram a fazer devido ao rápido movimento de horror que percorreu toda a sociedade portuguesa face àquele massacre monstruoso. Mas quem os mandou matar?

O horror daqueles dias deu lugar a uma explicação imediata, simples e porventura correcta: os assassínios de 19 de Outubro tinham sido a explosão das paixões criadas e acumuladas pelo regime. Determinados homens mataram; a propaganda revolucionária impeliu-os e a explosão da revolução permitiu-lhes matar. No enterro de António Granjo, Cunha Leal proclamou essa verdade: «O sangue correu pela inconsciência da turba - a fera que todos nós, e eu, açulámos, que anda solta, matando porque é preciso matar. Todos nós temos a culpa! É esta maldita política que nos envergonha e me salpica de lama». No mesmo acto, afirmaria Jaime Cortesão: «Sim, diga-se a verdade toda. Os crimes, que se praticaram, não eram possíveis sem a dissolução moral a que chegou a sociedade portuguesa».

Com o tempo, os republicanos procuraram outras explicações. Não podiam aceitar a explicação simples que teria sido a sua acção, o radicalismo da sua política, a imundície que haviam lançado desde 1890 sobre toda a classe política, a sua retórica de panegírico aos atentados bombistas (desde que favoráveis), aos regicidas, a desencadear tanta monstruosidade. Significava acusarem-se a si próprios. Outras explicações foram aparecendo, sempre mais tortuosas, acerca dos eventuais culpados: conspiração monárquica; Cunha Leal (apesar de ter sido quase morto); Alfredo da Silva (apesar de, nessa noite, ter escapado à justa e tido que se refugiar em Espanha) uma conspiração monárquica e ibérica; a Maçonaria (a acção da Maçonaria sobre a Guarda, impelindo-a para a revolução, era constante, mas isso não significa que desse ordens para aqueles crimes).

Os assassinados na Noite Sangrenta não seriam, entre os republicanos, aqueles que mais hostilidade mereceriam dos monárquicos. Eram republicanos moderados. O furor dos assassinos liquidara homens tidos, na sua maior parte, como simpatizantes do sidonismo. Não se tratava de vingar Outubro de 1910, mas sim Dezembro de 1917. Carlos da Maia e Machado Santos foram ministros de Sidónio Pais. Botelho de Vasconcelos, coronel na Rotunda, às ordens de Sidónio Pais. Se as matanças de 19 de Outubro de 1921 foram uma vingança terão de ser referenciadas à República Nova e não ao 5 de Outubro. Aliás, num gesto significativo, os revolucionários libertaram o assassino de Sidónio Pais.

Há na Noite Sangrenta factos que se impõem de maneira evidente. A 20 de Outubro, a Imprensa da Manhã reivindicou para si a glória de ter preparado o movimento, mas repudiou as suas trágicas consequências, especialmente a morte de Granjo. Ora anteriormente, dia após dia, aquele diário havia acusado e ameaçado Granjo, injuriando-o sistematicamente. Como podia agora lavar as mãos da sua morte? Aliás, a atitude dos assassinos foi concludente: depois de matarem Machado Santos, dirigiram-se na camioneta da morte à Imprensa da Manhã para lhe agradecerem o apoio e para aquela publicar os nomes dos que tinham fuzilado o Almirante. Um deles confessou mais tarde que Machado Santos havia sido localizado por informações de jornalistas da Imprensa da Manhã. Os assassinos procuravam a satisfação e a glória de uma obra realizada, no diário matutino onde se proclamara a necessidade dessa realização.Os assassinos nunca esperaram ser castigados. Mesmo durante o julgamento sempre esperaram a absolvição. Quando foram condenados, entre gritos de vingança e de apoio à «República radical», alguns acusaram altos oficiais de não terem autoridade moral para os condenarem, pois estavam por detrás da carnificina. Os assassinos tinham, de certo modo, razão: eles tinham agido dentro da lógica que o republicanismo tinha instilado neles. Em todos os regimes que nascem e se sustentam no crime e no terror (por muito justa que a causa possa ser), há sempre o momento (ou os momentos) em que a revolução devora os próprios filhos.

Para terminar devo referir que nem Manuel Maria Coelho, nem nenhum dos «outubristas», conseguiu formar um governo estável. O horror fez todos os nomes sonantes recusarem fazer parte de um governo de assassinos. Menos de dois meses depois da revolução, António José de Almeida, em 16 de Dezembro de 1921, entregou a chefia do ministério a Cunha Leal.A GNR foi pouco a pouco desmantelada e reduzida a uma força de policiamento rural.A república ficara ferida de morte.

seguindo PORTUGAL , na QUALIFICAÇÃO PARA O MUNDIAL 2014

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ESTA NOITE PORTUGAL VENCEU A
SUÉCIA POR 1-0 NA 1ª.MÃO DO
PLAYOFF PARA A QUALIFICAÇÃO
DO MUNDIAL 2014 NO BRASIL.



A seleção de Portugal procura com alguma ansiedade um lugar no Mundial no país do seu irmão brasileiro.
Seria penoso não conseguir estar no Brasil a celebrar a beleza do futebol no país do futebol

Hoje o time português entrou ansioso no jogo e quase marcava por João Moutinho, contudo ,a ansiedade foi matando um pouco a serenidade do conjunto e a 1ª.parte foi muito dividida com os suecos a causar também alguns problemas, num deles, a proporcionar uma grande defesa ao goleiro Rui Patricio,

Na etapa complementar tudo foi diferente com Portugal a assumir por inteiro o comando da partida, criando inúmeras oportunidades até chegar ao golo,aliás , um grane golo de Cristiano Ronaldo.



Ronaldo que esteve um pouco aquém do que é capaz ,mas mesmo assim a marcar indelevelmente a partida com este golo e um grande tiro à trave.

nas outras partidas de playoff,

Ucrânia-frança 2-0
Grécia-Romenia 3-1
Islândia-Croácia 0-0

segunda-feira, novembro 11, 2013

BRASILEIRÃO.

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O CRUZEIRO CONTINUA A SUA CAMINHADA
TRIUNFAL PARA O TÍTULO AO VENCER O
GRÉMIO POR 3-0. O VASCO CONSEGUE EM-
PATAR A MINUTOS DO FIM E TROCA COM
O FLUMINENSE NA ZONA DE REBAIXAMENTO.



09/11/2013 19:30 (Saba) Portuguesa 0 x 0 Coritiba Caldeirão
09/11/2013 19:30 (Saba) Bahia 0 x 0 Atlético-MG Arena Fonte Nova
09/11/2013 21:00 (Saba) Flamengo 1 x 1 Goiás Maracanã
10/11/2013 17:00 (Dom) Cruzeiro 3 x 0 Grêmio Mineirão
10/11/2013 17:00 (Dom) Atlético-PR 3 x 0 São Paulo Durival Britto
10/11/2013 17:00 (Dom) Internacional-RS 2 x 1 Botafogo-RJ Centenário
10/11/2013 17:00 (Dom) Ponte Preta 0 x 3 Vitória-BA Moisés Lucarelli
10/11/2013 19:30 (Dom) Vasco 2 x 2 Santos Maracanã
10/11/2013 19:30 (Dom) Náutico 0 x 1 Criciúma Arena Pernambuco
10/11/2013 19:30 (Dom) Corinthians 1 x 0 Fluminense Fonte Luminosa




CLASSIFICAÇÃO


1° Cruzeiro 71 33 22 5 6 69 29 40
2° Atlético-PR 58 33 16 10 7 52 39 13
3° Grêmio 54 33 15 9 9 37 33 4
4° Botafogo-RJ 53 33 15 8 10 46 38 8
5° Goiás 53 33 14 11 8 42 35 7
6° Vitória-BA 51 33 14 9 10 49 45 4
7° Atlético-MG 49 33 13 10 10 39 30 9
8° São Paulo 46 33 13 7 13 35 35 0
9° Santos 45 33 11 12 10 42 35 7
10° Internacional-RS 45 33 11 12 10 49 47 2
11° Flamengo 45 33 11 12 10 38 37 1
12° Corinthians 45 33 10 15 8 26 20 6
13° Coritiba 41 33 10 11 12 38 41 -3
14° Portuguesa 40 33 10 10 13 46 45 1
15° Bahia 39 33 9 12 12 32 39 -7
16° Vasco 37 33 9 10 14 45 54 -9
17° Criciúma 36 33 10 6 17 43 57 -14
18° Fluminense 36 33 9 9 15 35 42 -7
19° Ponte Preta 34 33 9 7 17 34 48 -14
20° Náutico 17 33 4 5 24 20 68 -48


sexta-feira, novembro 08, 2013

cantoras portuguesas - RITA GUERRA

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SEGUINDO o PORTO NA CHAMPIONS

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O F.C.PORTO NÃO ONSEGUIU VENCER
O ZENIT, EM SANPETERSBOURGO .
EMPATANDO 1-1.

HULK ,EX- JOGADOR DO PORTO marcou o golo do Zenit que poderá ter afastado os Dragões da próxima fase da champions. Agora em 3º.lugar , o Porto já não depende sói de si para ir em frente.




Zenit e FC Porto empataram nesta quarta-feira (1-1), num duelo relativo à quarta jornada do Grupo G da Liga dos Campeões. Os russos somam cinco pontos, os portugueses quatro e a tarefa portista continua complicada.

Desde cedo se viu qual seria a equipa mais ofensiva na primeira parte: o FC Porto tinha a bola durante mais tempo, nos primeiros minutos arranjou espaços e construiu várias situações para rematar, com tentativas de Mangala, Josué, Varela ou Danilo. Começava a faltar um golo para o campeão português, que surgiu aos 22 minutos pela cabeça de Lucho, em cruzamento de Danilo. Castigo para o Zenit, que praticamente só defendia mas que igualou no primeiro remate à baliza, em falha defensiva portista - bola no meio, Mangala ficou a olhar, Alex Sandro e sobretudo Helton hesitaram um pouco e quem aproveitou foi Hulk, que marcou sem festejar. A turma portuguesa continuou a atacar mais, um livre com desvio em Jackson quase terminava em novo golo mas a igualdade permaneceu até ao intervalo.

Terminado o descanso foi a vez do Zenit se mostrar mais no ataque na segunda parte. O FC Porto, mais pressionado e menos consistente, não exibiu o nível do primeiro tempo e falhava vários passes, com Otamendi a ser "patrão" nesse aspecto. Foi precisamente numa falha dupla de Otamendi - primeiro, passe errado e, depois, braço na bola - que Hulk teve direito a uma grande penalidade mas o remate foi fraco e Helton defendeu. A meio do segundo tempo aconteceu um momento estranho: Varela apareceu isolado do lado esquerdo mas parou, sem que tivesse sido assinalado fora-de-jogo; o português terá ouvido um apito proveniente da bancada, desistiu da jogada e assim se perdeu uma situação de golo clara. Depois as oportunidades começaram a aparecer: foi já numa fase adiantada que Jackson protagonizou o primeiro remate perigoso do FC Porto, para grande defesa de Lodygin; Arshavin surgiu isolado e Helton fez igualmente uma grande defesa; mais tarde foi Ansaldi, com a bola a sair perto do poste; já a fechar Varela obrigou Lodygin a nova bela defesa.

Assistiu-se assim a um encontro repartido, que terminou mesmo com um empate que se pode considerar adequado às duas metades distintas que se jogaram em São Petersburgo. Quem depende de si para chegar aos oitavos-de-final é o Zenit, que tem mais um ponto do que o FC Porto quando faltam duas jornadas.

Equipas iniciais

Zenit:
Lodygin
Lombaerts, Hubočan, Ansaldi, Criscito
Fayzulin, Shirokov (Arshavin), Witsel (Zyryanov)
Hulk, Danny (Kerzhakov), Shato

FC Porto:
Helton
Danilo, Otamendi, Mangala, Alex Sandro
Fernando, Lucho (Ghilas), Defour
Josué (Licá), Jackson, Varela

Golos: Hulk (27'); Lucho (22')

HISTÓRIA DO BRASIL - A REVOLUÇÃO PAULISTA DE 1924

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Revolta Paulista de 1924


A Revolta Paulista de 1924, também chamada de 'Revolução Esquecida', "Revolução do Isidoro", "Revolução de 1924" e de "Segundo 5 de julho", foi a segunda revolta tenentista; foi o maior conflito bélico já ocorrido na cidade de São Paulo.

Comandada pelo general reformado Isidoro Dias Lopes, contou com a participação de vários tenentes, dentre os quais Joaquim do Nascimento Fernandes Távora (que faleceu na revolta), Juarez Távora, Miguel Costa, Eduardo Gomes, Índio do Brasil e João Cabanas.

Deflagrada na capital paulista em 5 de julho de 1924 (2º aniversário da Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, primeira revolta tenentista), a revolta ocupou a cidade por 23 dias, forçando o presidente do estado, Carlos de Campos, a fugir para o interior de São Paulo, depois de ter sido bombardeado o Palácio dos Campos Elísios, sede do governo paulista na época.

No interior do estado de São Paulo aconteceram rebeliões em várias cidades, com tomada de prefeituras.

Os revoltosos entraram em contato com o vice-presidente do estado coronel Fernando Prestes de Albuquerque em Itapetininga convidando-o para assumir o governo revolucionário em São Paulo. O coronel Prestes que já organizara um batalhão em defesa da legalidade, na região da Estrada de Ferro Sorocabana, respondeu aos revoltosos:

Cquote1.svg Só aceitaria o governo das mãos do Dr. Carlos de Campos, livre, espontaneamente, legalmente! Cquote2.svg

— Coronel Fernando Prestes

A cidade de São Paulo foi bombardeada por aviões do Governo Federal. O exército legalista (leal ao presidente Artur Bernardes) utilizou-se do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários, como a Mooca e o Brás, e de classe média, como Perdizes.

Sem poderio militar equivalente (artilharia nem aviação) para enfrentar as tropas legalistas, os rebeldes retiraram-se para Bauru, onde Isidoro Dias Lopes ouviu notícia de que o exército legalista se concentrava na cidade de Três Lagoas, no atual Mato Grosso do Sul.

Isidoro Dias Lopes e Juarez Távora planejaram, então, um ataque àquela cidade. A derrota em Três Lagoas, no entanto, foi a maior derrota de toda esta revolta. Um terço das tropas revoltosas morreu, feriram-se gravemente, ou foram capturadas.

Vencidos, os revoltosos marcharam, então, rumo ao sul do Brasil, onde, na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, uniram-se aos oficiais gaúchos comandados por Luís Carlos Prestes, no que veio a ser o maior feito guerrilheiro no Brasil até então: a Coluna Prestes.

Os revoltosos foram finalmente derrotados nos primeiros dias de agosto de 1924, retornando o Presidente Carlos de Campos à capital paulista.

Um inquérito feito pelo Governo do Estado de São Paulo, logo após o fracasso do movimento subversivo de julho de 1924, detectou inúmeros casos de vandalismo e estupros no interior do estado de São Paulo, especialmente sob os olhos do Tenente João Cabanas, que comandava um grupo de revoltosos que foi denominado como a Coluna da Morte.

O inquérito também apurou que muitos coronéis do interior que faziam oposição ao Dr. Carlos de Campos apoiaram o movimento subversivo de julho.

O general de divisão Abílio Noronha, comandante da 2ª Região Militar, que abrangia São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, acusou políticos de estarem por trás da revolta, incitando os militares a aderirem à revolução.

O general Noronha criticou também a retirada precipitada, da capital paulista, do presidente do estado e das tropas leais a ele, alegando que o governo paulista tinha condições de ter resistido e vencido os revoltosos, logo no início da revolta, e dentro da cidade de São Paulo.

Os tenentes e demais militares que participaram desta revolta e das demais revoltas da década de 1920 receberam anistia dada por Getúlio Vargas logo após a vitória da Revolução de 1930.

No bairro de Perdizes, a revolução de 1924 ainda é comemorada anualmente.

terça-feira, novembro 05, 2013

IV ENCONTRO DE ESCRITORES DE LINGUA PORTUGUESA NO NATAL

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VAI SER NA CIDADE DE NATAL NO
RIO GRANDE DO NORTE QUE OS
ESCRITORES DE LINGUA PORTU.
GUESA SE VÃO REUNIR

AFONSO CRUZ É UM DOS NOVOS ESCRITORES PORTUGUESES QUE VAI ESTAR PRESENTE NO ENCONTRO

Natal - A UCCLA - União das Cidades Capitais da Língua Portuguesa vai promover, nos dias 7 e 8 de novembro, o IV Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, um evento que se realiza em Natal, no Brasil, em torno da língua portuguesa. O encontro contará com a presença do secretário-geral da UCCLA, Vítor Ramalho.

A edição deste ano do Encontro de Escritores integra-se no Festival Literário de Natal (organizado pela Prefeitura de Natal), que decorre de 6 a 9 de novembro – contribuindo, deste modo, para o diálogo e enriquecimento recíproco entre escritores do Rio Grande do Norte com os do resto do Brasil e com as diferentes literaturas de expressão em língua portuguesa.

O evento tem como tema geral "Os prazeres da vida", no qual serão analisados os três subtemas centrais: "A literatura e o humor", "A literatura e a gastronomia" e "A literatura e o erotismo".

O evento decorrerá na Tenda dos Escritores (no largo junto do Teatro Alberto Maranhão), na capital do Rio Grande do Norte, e voltará a reunir nomes reconhecidos nacional e internacionalmente nas áreas da literatura e da linguística, em torno do intercâmbio entre os escritores de língua portuguesa dos diferentes continentes.

Entre as diversas iniciativas associadas ao festival haverá, ainda, cinema, encontros da comunidade escolar e universitária de Natal com os escritores presentes no festival, uma feira do livro, uma feira gastronómica e outras realizações de índole cultural.

No que respeita aos escritores, a UCCLA já tem como confirmados Germano de Almeida (Cabo Verde), Luís Carlos Patraquim (Moçambique), Alice Goretti Pina (São Tomé e Príncipe), Celina Oliveira (Macau), António Fonseca e Jorge Marques Bela (John Bela) (Angola), Afonso Cruz, João de Melo, José Carlos de Vasconcelos, Mário Zambujal, Nuno Camarneiro e Ricardo Araújo Pereira (Portugal).

Este Encontro de Escritores é precedido, esta terça-feira, 5 de novembro, pela reunião da Comissão Executiva da UCCLA de 2013.

A Comissão Executiva é o órgão que gere as atividades da UCCLA, cumprindo e fazendo cumprir as disposições dos estatutos, dos regulamentos internos e as deliberações da Assembleia-Geral, bem como administrar os bens e fundos que lhe foram confiados.

A Comissão Executiva é constituída por cinco elementos e é atualmente liderada pelo presidente da Câmara Municipal da Praia, Ulisses Correia e Silva. A composição da Comissão tem como vice-presidentes Salvador (Brasil), Macau (China), Coimbra (Portugal) e Entreposto (Conselho Consultivo Empresarial / Portugal).

SEGUINDO BENFICA NA CHAMPIONS

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O BENFICA PERDEU COM O
OLYMPIAKOS POR 1-0


Numa noite em que o Benfica dominou intensamente sob todos os aspectos o seu adversário, o Olympiakps acabou vencendo graças a uma exibição magistral do seu
goleiro ROBERTO, que defendeu pelo menos 6 remates de golo feito, ao contrário do que dele se lembram os adeptos do Benfica, qaqundo da sua passagem pela baliza do clube da Luz e foi resposável por muitas das suas derrotas sofrendo frangos inenarráveis. Hoje tornou a causar a derrota do Benfica, mas....estando do lado oposto.
O Olympiakos apenas rematou 1 vez À baliza, e foi golo, e ganhou




o Benfica voltou a ficar em má situação para se apurar para as eliminatórias seguintes, faltam 2 joigos e

1.PSG 10
2.OLYMPIAKOPS 7
3.BENFICA 4
4.ANDERLECHT 1



segunda-feira, novembro 04, 2013

brasileirão - 32ª.rodada

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CRUZEIRO CADA VEZ MAIS LÍDER
OI VASCO ALIVIA AO VENCER O
CORITIBA EMBORA AINDA NA ZO-
NA DE DESPROMOÇÃO. NO CLAS-
SICO FLA VENCEU FLU QUE FICA
PERTO DA DESPROMOÇÃOI


02/11/2013 19:30 (Saba) São Paulo 2 x 1 Portuguesa Morumbi
02/11/2013 19:30 (Saba) Vasco 2 x 1 Coritiba Moacyrzão
02/11/2013 21:00 (Saba) Atlético-MG 5 x 0 Náutico Independência
03/11/2013 17:00 (Dom) Grêmio 0 x 0 Bahia Arena do Grêmio
03/11/2013 17:00 (Dom) Goiás 1 x 0 Botafogo-RJ Serra Dourada
03/11/2013 17:00 (Dom) Santos 0 x 1 Cruzeiro Vila Belmiro
03/11/2013 17:00 (Dom) Vitória-BA 1 x 1 Corinthians Barradão
03/11/2013 19:30 (Dom) Atlético-PR 1 x 0 Internacional-RS Durival Britto
03/11/2013 19:30 (Dom) Flamengo 1 x 0 Fluminense Maracanã
03/11/2013 19:30 (Dom) Criciúma 1 x 1 Ponte Preta Heriberto Hulse



CLASSIFICAÇÃO
1° Cruzeiro 68 32 21 5 6 66 29 37
2° Atlético-PR 55 32 15 10 7 49 39 10
3° Grêmio 54 32 15 9 8 37 30 7
4° Botafogo-RJ 53 32 15 8 9 45 36 9
5° Goiás 52 32 14 10 8 41 34 7
6° Atlético-MG 48 32 13 9 10 39 30 9
7° Vitória-BA 48 32 13 9 10 46 45 1
8° São Paulo 46 32 13 7 12 35 32 3
9° Santos 44 32 11 11 10 40 33 7
10° Flamengo 44 32 11 11 10 37 36 1
11° Internacional-RS 42 32 10 12 10 47 46 1
12° Corinthians 42 32 9 15 8 25 20 5
13° Coritiba 40 32 10 10 12 38 41 -3
14° Portuguesa 39 32 10 9 13 46 45 1
15° Bahia 38 32 9 11 12 32 39 -7
16° Fluminense 36 32 9 9 14 35 41 -6
17° Vasco 36 32 9 9 14 43 52 -9
18° Ponte Preta 34 32 9 7 16 34 45 -11
19° Criciúma 33 32 9 6 17 42 57 -15
20° Náutico 17 32 4 5 23 20 67 -47

quinta-feira, outubro 31, 2013

filmes brasileiros "RAÇA"

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Raça

Direção: Joel Zito Araújo, Megan Mylan

A história de três pessoas na linha de frente da batalha contemporânea pela igualdade em um país que se orgulha de ser exemplo de democracia racial. Um famoso cantor negro lança uma emissora de TV. O único senador negro luta pelo Estatuto da Igualdade Racial. E uma neta de africanos escravizados defende os direitos de sua terra ancestral

segunda-feira, outubro 28, 2013

BRASILEIRÃO

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O CRUZEIRO VOLTA A GANHAR E
ISOLA-SE MAIS AINDA.O VASCO
AO PERDER COM A PONTE PRETA
COMPROMETE A SUA MANUTENÇÃO
NA SERIE A.



Cruzeiro 5-3 Criciúma
Botafogo 1-0 Atlético Mineiro
Bahia 1-1 Atlético Paranaense
Corinthians 1-1 Santos
Internacional 2-3 São Paulo
Ponte Preta 2-1 Vasco
Portuguesa 0-0 Flamengo
Coritiba 4-0 Grêmio
Fluminense 2-3 Vitória
Náutico 0-2 Goiás C

CRUZEIRO-CRICIUMA 5-3





CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRÃO 2013 SÉRIE A

1° Cruzeiro 65 31 20 5 6 65 29 36
2° Botafogo-RJ 53 31 15 8 8 45 35 10
3° Grêmio 53 31 15 8 8 37 30 7
4° Atlético-PR 52 31 14 10 7 48 39 9
5° Goiás 49 31 13 10 8 40 34 6
6° Vitória-BA 47 31 13 8 10 45 44 1
7° Atlético-MG 45 31 12 9 10 34 30 4
8° Santos 44 31 11 11 9 40 32 8
9° São Paulo 43 31 12 7 12 33 31 2
10° Internacional-RS 42 31 10 12 9 47 45 2
11° Flamengo 41 31 10 11 10 36 36 0
12° Corinthians 41 31 9 14 8 24 19 5
13° Coritiba 40 31 10 10 11 37 39 -2
14° Portuguesa 39 31 10 9 12 45 43 2
15° Bahia 37 31 9 10 12 32 39 -7
16° Fluminense 36 31 9 9 13 35 40 -5
17° Ponte Preta 33 31 9 6 16 33 44 -11
18° Vasco 33 31 8 9 14 41 51 -10
19° Criciúma 32 31 9 5 17 41 56 -15
20° Náutico 17 31 4 5 22 20 62 -42

sexta-feira, outubro 25, 2013

ALUNOS DA ESCOLA DE VIOLAS CAMPANIÇAS DE CASTRO VERDE

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JÁ AQUI TENHO FALADO NAS VIOLAS CAMPANIÇAS.
MÃE-IRMÃ DA VIOLA CAIPIRA DE MINAS GERAIS.
E DE GRANDE IMPORTÂNCIA NA TRADIÇÃO DA
CULTURA DO ALENTEJO.

Sendo um instrumento de grande importância cultural para o Baixo Alentejo, era, é, importante garantir o futuro desta tradição e é isso que está a ser feiro em Castro Verde,


Viola campaniça “renasce”
nas escolas de Castro Verde




A tradicional viola campaniça vive actualmente um momento de grande vitalidade, muito à custa do trabalho desenvolvido em Castro Verde pela Escola de Toque e Construção.
Tudo começou há quatro anos, quando o professor José Abreu começou a “introduzir” a construção de violas campaniças nas aulas de Educação Visual e Tecnológica.
“Depressa percebi que os jovens tinham muito interesse, não só a tocar mas também a construir a viola campaniça”, lembra o docente, garantindo que a escola é hoje um verdadeiro “ninho” para o instrumento, onde este pode “nascer e crescer”.
A ideia evoluiu e actualmente o ensino do toque e construção de violas campaniças congrega o esforço do Agrupamento de Escolas de Castro Verde em parceria com a Cortiçol – Cooperativa de Informação e Cultura e a Câmara Municipal.
Dinamizada como uma espécie de “clube”, a escola conta actualmente 13 “aprendizes” de tocador, que às quartas-feiras à tarde aprende-se a tocar e cantar e às quintas (ou noutras tardes livres) trabalha-se na construção.
David Pereira foi um dos primeiros alunos da Escola de Toque e Construção de Violas Campaniças e hoje é ele o responsável pelo ensino da arte de dedilhar as cordas de arame daquele instrumento.
“Tem sido uma boa experiência e nota-se evolução nos alunos”, conta ao “CA”. “Os alunos trabalham muito em casa. E nos intervalos das aulas juntam-se a tocar, o que é bom”, acrescenta.

HISTÓRIA DE PORTUGAL - A LENDA DA PADEIRA DE ALJUBARROTA

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A BATALHA DE ALJUBARROTA TEVE UMA IMPORTÂNCIA
FNDAMENTAL PARA A INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL,
E RESA A HISTÓRIA QUE BRITES DE ALMEIDA A
CHAMADA PADEIRA DE ALJUBARROTA TEVE IMPORTÂN-
CIA DECISIVA NA VITÓRIA LUSITANA.


Padeira de Aljubarrota

Brites de Almeida, a Padeira de Aljubarrota, foi uma figura lendária e heroína portuguesa, cujo nome anda associado à vitória dos portugueses, contra as forças castelhanas, na batalha de Aljubarrota (1385). Com a sua pá de padeira, teria morto sete castelhanos que encontrara escondidos num forno.

A lenda

Brites de Almeida teria nascido em Faro, em 1350,1 de pais pobres e de condição humilde, donos de uma pequena taberna. A lenda conta que desde pequena, Brites se revelou uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos. Estaria então talhada para ser uma mulher destemida, valente e, de certo modo, desordeira.

Teria 6 dedos nas mãos,1 o que teria alegrado os pais, pois julgaram ter em casa uma futura mulher muito trabalhadora. Contudo, isso não teria sucedido, sendo que Brites teria amargurado a vida dos seus progenitores, que faleceriam precocemente. Aos 26 anos ela estaria já órfã, facto que se diz não a ter afligido muito.
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Vendeu os parcos haveres que possuía, resolvendo levar uma vida errante, negociando de feira em feira. Muitas são as aventuras que supostamente viveu, da morte de um pretendente no fio da sua própria espada, até à fuga para Espanha a bordo de um batel assaltado por piratas argelinos que a venderam como escrava a um senhor poderoso da Mauritânia.

Acabaria, entre uma lendária vida pouco virtuosa e confusa, por se fixar em Aljubarrota, onde se tornaria dona de uma padaria e tomaria um rumo mais honesto de vida, casando com um lavrador da zona. Encontrar-se-ia nesta vila quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos. Derrotados os castelhanos, sete deles fugiram do campo da batalha para se albergarem nas redondezas. Encontraram abrigo na casa de Brites, que estava vazia porque Brites teria saido para ajudar nas escaramuças que ocorriam.

Quando Brites voltou, tendo encontrado a porta fechada, logo desconfiou da presença de inimigos e entrou alvoroçada à procura de castelhanos. Teria encontrado os sete homens dentro do seu forno, escondidos. Intimando-os a sair e a renderem-se, e vendo que eles não respondiam pois fingiam dormir ou não entender, bateu-lhes com a sua pá, matando-os. Diz-se também que, depois do sucedido, Brites teria reunido um grupo de mulheres e constituido uma espécie de milícia que perseguia os inimigos, matando-os sem dó nem piedade.

Os historiadores possuem em linha de conta que Brites de Almeida se trata de uma lenda mas, assim mesmo, é inegável que a história desta padeira se tornou célebre e Brites foi transformada numa personagem lendária portuguesa, uma heroína celebrada pelo povo nas suas canções e histórias tradicionais.

domingo, outubro 20, 2013

BRASILEIRÃO -

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O LÍDER CRUZEIRO PERDEU EM
CORITIBA, MAS MANTEM A LI-
DERANÇA COM 9 PONTOS DE
AVANÇO.O VASCO EMPATA COM
O BOTAFOGO NO DERBY DO RIO.



19/10/2013 16:00 (Saba) Fluminense 1 x 1 Ponte Preta
19/10/2013 18:30 (Saba) Náutico 1 x 5 Santos
19/10/2013 21:00 (Saba) Corinthians 1 x 0 Criciúma
20/10/2013 16:00 (Dom) Internacional-RS 2 x 2 Grêmio
20/10/2013 16:00 (Dom) Goiás 3 x 0 Atlético-PR
20/10/2013 16:00 (Dom) Atlético-MG 1 x 0 Flamengo
20/10/2013 16:00 (Dom) Bahia 0 x 1 São Paulo
20/10/2013 18:30 (Dom) Botafogo-RJ 2 x 2 Vasco
20/10/2013 18:30 (Dom) Coritiba 2 x 1 Cruzeiro
20/10/2013 18:30 (Dom) Portuguesa 1 x 1 Vitória-BA





CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRÃO 2013 SÉRIE A


1° Cruzeiro 62 30 19 5 6 60 26 34
2° Grêmio 53 30 15 8 7 37 26 11
3° Atlético-PR 51 30 14 9 7 47 38 9
4° Botafogo-RJ 50 30 14 8 8 44 35 9
5° Goiás 46 30 12 10 8 38 34 4
6° Atlético-MG 45 30 12 9 9 34 29 5
7° Vitória-BA 44 30 12 8 10 42 42 0
8° Santos 43 30 11 10 9 39 31 8
9° Internacional-RS 42 30 10 12 8 45 42 3
10° São Paulo 40 30 11 7 12 30 29 1
11° Flamengo 40 30 10 10 10 36 36 0
12° Corinthians 40 30 9 13 8 23 18 5
13° Portuguesa 38 30 10 8 12 45 43 2
14° Coritiba 37 30 9 10 11 33 39 -6
15° Fluminense 36 30 9 9 12 33 37 -4
16° Bahia 36 30 9 9 12 31 38 -7
17° Vasco 33 30 8 9 13 40 49 -9
18° Criciúma 32 30 9 5 16 38 51 -13
19° Ponte Preta 30 30 8 6 16 31 43 -12
20° Náutico 17 30 4 5 21 20 60 -40

terça-feira, outubro 15, 2013

MARCELO BONFÁ ACTUOU EM LISBOA

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Marcelo Bonfá (Legião Urbana) ao vivo em Lisboa com dois ´Pestes`



Marcelo Bonfá (antigo baterista dos Legião Urbana) e San Payo e João Alves (ambos dos Peste & Sida, no baixo e guitarra, respectivamente) a acompanhá-lo, para recordarem ao vivo os temas da banda brasileira e alguns dos trabalhos do baterista a solo...
,actuaram em Lisboa e levaram ao rubro uma sala cheia

Marcelo Augusto Bonfá formou a Legião Urbana no inicio dos anos 80. Em sua carreira solo já vendeu mais cem mil cópias de seus três álbuns. Produz a Cachaça Perfeição" em sua Fazenda Vistalinda em Minas Gerais. Passou a infância no interior paulista (Itapira) quando foi morar em Brasília.

Formou bandas em Brasília que marcaram a cena local e nacional,como Blitz 64 e Dado e o Reino Animal antes de formar a Legião Urbana junto com Renato Russo em 1981.



No ano de 2000 Marcelo Bonfá lançou seu primeiro trabalho solo, O Barco Além do Sol, pela gravadora Trama, tendo vendagem superior a 30 mil cópias.

Em 2004 lançou o seu segundo trabalho solo intitulado Bonfá + Videotracks distribuído pela EMI. O último álbum solo se chama Mobile e foi lançado em 2007 no formato digital. Em todos seus discos solo, Bonfá contou com a parceria do letrista Gian Fabra.

Tem dois filhos, Tiago Bonfá (nascido em 1991) fruto de relacionamento com Simone Bonfá e João Pedro Bonfá (nascido em 1988), também músico, fruto de seu relacionamento com a atriz Isabela Garcia. Sua primeira neta, Luisa, filha de João Pedro e Ana Glória, nasceu em outubro de 2011.

Marcelo Bonfá, juntamente com o parceiro Dado Villa-Lobos, (ambos ex-Legião Urbana), tem feito participações em shows da banda Jota Quest, com os clássicos da sua antiga banda.

Discografia

Discografia solo
2000 O Barco Além do Sol
2004 Bonfá + Videotracks
2007 Mobile (Marcelo Bonfá)
2012 Bonfá e os Corações Perfeitos

Discografia com a Legião Urbana
1985 Legião Urbana
1986 Dois
1987 Que País é Este
1989 As Quatro Estações
1991 V
1992 Música Para Acampamentos
1993 O Descobrimento do Brasil
1996 A Tempestade ou O Livro dos Dias
1997 Uma Outra Estação
1998 Mais do Mesmo
1999 Acústico MTV
2001 Como é Que Se Diz Eu Te Amo
2004 As Quatro Estações Ao Vivo

Discografia com o Dinho Ouro Preto[
1994 Vertigo
1995 Dinho Ouro Preto

segunda-feira, outubro 14, 2013

BRASILEIRÃO 28ª.RODADA

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O CRUZEIRO PERDE NO DERBY
COM O ATLETICO MINEIRO E VÊ
BOTAFOGO ENCURTAR DISTÂNCIA,
POIS VENCEU O FLAMENGO 2-1.




12/10/2013 18:30 (Saba) Vitória-BA 2 x 1 Coritiba
12/10/2013 18:30 (Saba) Fluminense 1 x 1 Grêmio
12/10/2013 21:00 (Saba) Santos 2 x 1 Ponte Preta
13/10/2013 16:00 (Dom) Criciúma 3 x 2 Vasco
13/10/2013 16:00 (Dom) São Paulo 0 x 0 Corinthians
13/10/2013 16:00 (Dom) Atlético-MG 1 x 0 Cruzeiro
13/10/2013 18:30 (Dom) Goiás 3 x 1 Bahia
13/10/2013 18:30 (Dom) Atlético-PR 1 x 0 Portuguesa
13/10/2013 18:30 (Dom) Botafogo-RJ 2 x 1 Flamengo
13/10/2013 18:30 (Dom) Internacional-RS 4 x 1 Náutico




CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRÃO 2013 SÉRIE A

1° Cruzeiro 59 28 18 5 5 58 24 34
2° Botafogo-RJ 49 28 14 7 7 42 32 10
3° Grêmio 49 28 14 7 7 34 24 10
4° Atlético-PR 48 28 13 9 6 46 35 11
5° Atlético-MG 42 28 11 9 8 33 28 5
6° Vitória-BA 40 28 11 7 10 40 41 -1
7° Internacional-RS 40 28 10 10 8 43 40 3
8° Goiás 40 28 10 10 8 33 34 -1
9° Santos 39 28 10 9 9 34 30 4
10° Flamengo 37 28 9 10 9 34 34 0
11° Corinthians 37 28 8 13 7 22 17 5
12° Bahia 36 28 9 9 10 30 35 -5
13° Fluminense 35 28 9 8 11 32 35 -3
14° Portuguesa 34 28 9 7 12 41 41 0
15° São Paulo 34 28 9 7 12 26 29 -3
16° Coritiba 34 28 8 10 10 31 37 -6
17° Criciúma 32 28 9 5 14 37 47 -10
18° Vasco 32 28 8 8 12 38 45 -7
19° Ponte Preta 26 28 7 5 16 29 42 -13
20° Náutico 17 28 4 5 19 19 52 -33

sexta-feira, outubro 11, 2013

brasileirão- 27ª.RODADA

.
DERRAPAGEM DO LÍDER CRUZEIRO
FRENTE AO SÃO PAULO.QUE MAN-
TÊM AVANÇO POIS O GRÉMIO TAM-
BEM PERDEU EM CASA COM O
CRICIUMA (1-2)



09/10/2013 19:30 (Qua) Grêmio 1 x 2 Criciúma Arena do Grêmio
09/10/2013 19:30 (Qua) Coritiba 1 x 0 Santos Couto Pereira
09/10/2013 21:00 (Qua) Bahia 2 x 0 Vitória-BA Arena Fonte Nova
09/10/2013 21:00 (Qua) Ponte Preta 2 x 0 Atlético-MG Moisés Lucarelli
09/10/2013 21:50 (Qua) Náutico 1 x 3 Botafogo-RJ Arena Pernambuco
09/10/2013 21:50 (Qua) Vasco 1 x 0 Fluminense Ressacada
09/10/2013 21:50 (Qua) Corinthians 0 x 0 Atlético-PR Romildo Vitor G.Ferreira
09/10/2013 21:50 (Qua) Cruzeiro 0 x 2 São Paulo Mineirão
10/10/2013 19:30 (Qui) Portuguesa 1 x 2 Goiás Canindé
10/10/2013 21:00 (Qui) Flamengo 2 x 1 Internacional-RS Maracanã

NO CLÁSSICO CARIOCA O VASCO VENCEU O FLUMINENSE 1-0

O Vasco venceu bem o clássico com boas prestações de Cris e marlone. Continua na zona de descida ,mas estes 3 pontos no clássico trazem esperança.

VASCO 1X0 FLUMINENSE

Local: Ressacada, em Florianópolis, Santa Catarina (SC)
Data-Hora: 9/10/2013 – 21h50 (de Brasília)
8.245 presentes/R$ 269.470,00


Gols: Cris - 10'/1°T (1-0)

VASCO: Diogo Silva, Fagner, Jomar, Cris e Henrique; Fillipe Soutto, Pedro Ken, Jhon Cley e Francismar (Willie/9' 2ºT) Marlone (Sandro Silva/25' 2ºT) e André - Técnico: Dorival Junior

FLUMINENSE: Kléver, Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Igor Julião (Diguinho/Intervalo); Edinho, Jean e Wágner; Rhayner (Felipe/Intervalo), Biro Biro (Samuel/Intervalo) e Rafael Sobis - Técnico: Vanderlei. Luxemburgo


CLASSIFICAÇÃO

.
1 Cruzeiro 59 27 18 5 4 58 23 35 72
2 Grêmio 48 27 14 6 7 33 23 10 59
3 Botafogo 46 27 13 7 7 40 31 9 56
4 Atlético-PR 45 27 12 9 6 45 35 10 55
5 Atlético-MG 39 27 10 9 8 32 28 4 48
6 Vitória 37 27 10 7 10 38 40 -2 45
7 Flamengo 37 27 9 10 8 33 32 1 45
8 Inter pa 37 27 9 10 8 39 39 0 45
9 Goiás 37 27 9 10 8 30 33 -3 45
10 Santos 36 27 9 9 9 32 29 3 44
11 Bahia 36 27 9 9 9 29 32 -3 44
12 Corinthians 36 27 8 12 7 22 17 5 44
13 Portuguesa 34 27 9 7 11 41 40 1 41
14 Fluminense 34 27 9 7 11 31 34 -3 41
15 Coritiba 34 27 8 10 9 30 35 -5 41
16 São Paulo 33 27 9 6 12 26 29 -3 40
17 Vasco 32 27 8 8 11 36 42 -6 39
18 Criciúma 29 27 8 5 14 34 45 -11 35
19 Ponte Preta 26 27 7 5 15 28 40 -12 32
20 Náutico 17 27 4 5 18 18 48 -30 20

quarta-feira, outubro 09, 2013

LUIS RUFFATO ,UM ESCRITOR BRASILEIRO NA FEIRA DO LIVRO DE FRANKFURT

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O ESCRITOR FOI SENSAÇÃO
NA FEIRA DO LIVRO DE
FRANKFURT



O escritor mineiro Luiz Ruffato foi o herói da cerimónia oficial da abertura da Feira do Livro de Frankfurt, que começa nesta quarta-feira e em que o Brasil é o país convidado. Arriscou, pôs o dedo na ferida e foi aplaudido de pé.
O Brasil é o país convidado da Feira do Livro de Frankfurt Ralph Orlowski/Reuters .

Mais
Brasil, um país de muitas vozes na Feira do Livro de Frankfurt


Para o brasileiro Luiz Ruffato “escrever é um compromisso”. O autor de “Estive em Lisboa e lembrei-me de ti” (que é editado em Portugal pela Quetzal e Tinta da China) quer “afectar o leitor”, modificá-lo, para transformar o mundo. “Trata-se de uma utopia, eu sei, mas me alimento de utopias”, disse nesta terça-feira, na cerimónia oficial de abertura da Feira do Livro de Frankfurt, que este ano tem o Brasil como país convidado.

O escritor de Minas Gerais foi escolhido para ser o orador literário da cerimónia de boas vindas ao país convidado ao lado da presidente da Academia Brasileira de Letras, Ana Maria Machado, naquela que é a mais importante feira mundial do sector e que nesta quarta-feira abre portas. Fez um discurso que não deixou ninguém indiferente, mostrando como o Brasil é um “país paradoxal”: “Ora o Brasil surge como uma região exótica, de praias paradisíacas, florestas edénicas, carnaval, capoeira e futebol; ora como um lugar execrável, de violência urbana, exploração da prostituição infantil, desrespeito aos direitos humanos e desdém pela natureza.”

Falou do genocídio histórico dos índios, que em 1500 eram quatro milhões e hoje são 900 mil, das desigualdades sociais, da violência, do racismo, afirmando que a história do Brasil se tem alicerçado “quase que exclusivamente na negação explícita do outro, por meio da violência e da indiferença”. No final havia gente a aplaudir de pé.

Emocionou, por exemplo, a mais importante agente literária brasileira, Lucia Riff, uma das veteranas de Frankfurt, e foi ao encontro do que pensa o escritor brasileiro Paulo Lins, autor de Cidade de Deus e de Desde que o Samba é Samba (ed. Caminho), que se sentiu muito bem representado e para quem o discurso do colega mostrou “o Brasil como ele é”. “A gente fica passando essa visão debaixo do pano, ele falou somente a verdade”, disse ao PÚBLICO, surpreendido com a opinião daqueles que consideraram não ser a Feira do Livro de Frankfurt o lugar para se fazer um discurso daquele tipo argumentando que só iria aumentar o estereótipo. “Não seria o lugar?! Mas qual seria o lugar, no congresso nacional brasileiro? Ainda mais tendo os escritores um compromisso com a verdade.” Também o escritor Cristovão Tezza, autor do premiadíssimo O Filho Eterno (ed. Gradiva) disse ao PÚBLICO ter sentido o discurso de Luiz Ruffato como “muito autêntico e verdadeiro”, alegando que não reforçava o cliché.

Luiz Ruffato começou com uma interrogação pertinente: "O que significa ser escritor num país situado na periferia do mundo, um lugar onde o termo capitalismo selvagem definitivamente não é uma metáfora? Para mim, escrever é compromisso.” Lembrou o “mito corrente” da chamada “democracia racial brasileira”, de que não houve “dizimação, mas assimilação dos autóctones”. “Esse eufemismo, no entanto, serve apenas para acobertar um facto indiscutível: se nossa população é mestiça, deve-se ao cruzamento de homens europeus com mulheres indígenas ou africanas – ou seja, a assimilação se deu através do estupro das nativas e negras pelos colonizadores brancos.” Silêncio na sala.


quem é luiz ruffato?



Luiz Ruffato.
Nascimento 04 de Fevereiro de 1961
Cataguases Minas Gerais
Residência São Paulo, SP
Nacionalidade Brasileiro Brasil
Ocupação Escritor


Principais trabalhos eles eram muitos cavalos; Estive em Lisboa e Lembrei de Você; série Inferno Provisório;
Prémios Casa de las Américas

Troféu APCA

Prêmio Machado de Assis

Luiz Ruffato é um escritor brasileiro. Seu Romance Eles eram muitos cavalos, de 2001, ganhou o Troféu APCA oferecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional. Esse livro o tornou um escritor reconhecido no país. Em 2011 concluiu o projeto Inferno Provisório, composto por cinco livros sobre o operariado brasileiro, com a publicação do romance Domingos Sem Deus.


Nascido em Cataguases, Minas Gerais em 1961, é filho de um pipoqueiro e de uma lavadeira de roupas. Formou-se em tornearia-mecânica pelo Senai e trabalhou como operário da indústria têxtil, pipoqueiro e atendente de armarinho durante a juventude1 . Graduou-se em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora e trabalhou em diversos jornais mineiros até se mudar para São Paulo1990. Na capital paulista trabalhou no Jornal da Tarde2 . Em 2003 abandonou a carreira de jornalista para se tornar escritor em tempo integral.

Obras

Primeiras Obras[

O seu primeiro livro publicado foi Histórias de Remorsos e Rancores (1998), uma coletânea de contos. Nesse livro, os sete contos giram em torno dos mesmos personagens moradores do beco “Zé Pinto” situado em Cataguases, cidade natal do escritor. Os contos não são inter-relacionados, nem possuem ordem cronológica. O fio condutor das historias é o fato de tratarem de pessoas de mesma classe social, pobres, subempregados, ex-prostitutas. Em sua resenha do livro, o jornalista Ivan Ângelo afirma que o autor demonstra “originalidade, ousadia formal, domínio da narrativa e do assunto, criação de uma linguagem que define o lugar e as pessoas”.4

Em 2000 publicou (os sobreviventes), também uma coletânea de contos. O livro recebeu menção especial do Prêmio Casa de las Américas de 2001. O livro é composto por seis contos - “A solução”, “O segredo”, “Carta a uma jovem senhora”, “A expiação”, “Um outro mundo” e “Aquário” - cujos personagens são representantes das classes baixas e médias, pessoas “comuns” do operariado. O cenário dos contos também é Cataguases, são narrativas de pessoas sofridas e sem esperança. A linguagem tenta reconstruir o modo de falar oral, por meio de vocabulário coloquial e de expressões populares.5 .

Eles eram muitos cavalos

O primeiro romance de Luiz Ruffato, eles eram muitos cavalos foi publicado em 2001. Foi vencedor dos prêmios Troféu APCA e Prêmio Machado de Assis de Melhor Romance de 2001. Com uma estrutura não linear é composto por 70 fragmentos. O único elo entre eles é o fato de todas as narrativas ocorrerem em um só dia, o dia 9 de Maio de 2000 na cidade de São Paulo. O título do romance faz uma alusão ao poema de Cecília Meirelles, “Dos Cavalos da Inconfidência”.

O romance veio da ideia de Ruffato de escrever uma espécie de tributo sobre São Paulo, a cidade que o acolheu como a tantos outros brasileiros. A estrutura do livro surgiu da incapacidade de se apreender esta metrópole, devido a sua extrema dinamicidade e multiplicidade. Assim, o autor buscou outras maneiras de expor essa pluralidade no livro, valendo se de registros literários e não-literários como o estilo da publicidade, do teatro, do cinema, da música, da descrição, da narração, da poesia, etc. Ruffato afirma que o livro não é no seu ponto de vista um “romance” tradicional, mas uma espécie de “instalação literária”.6

Inferno Provisório[editar]

Em 2005 iniciou com a obra Mamma, Son Tanto Felice a série Inferno Provisório, com cinco volumes. A série teve sequencia com O Mundo Inimigo, publicada no mesmo ano. Depois vieram Vista Parcial da Noite (2006), O Livro das Impossibilidades (2008) e, finalmente, Domingos sem Deus (2011).

O projeto de Ruffato era o de ficcionalizar a história da classe operária brasileira desde meados do século XX até o início do século XXI. Cada volume trata de um período histórico específico dessa história. Segundo Ruffato em entrevista de 2008:
Mamma, son tanto Felice trata da questão do êxodo rural nas décadas de 50 e 60; O Mundo Inimigo discute a fixação do primeiro proletariado numa pequena cidade industrial (década de 60 e começo da de 70); Vista Parcial da Noite descreve o embate entre os imaginários rural e urbano, nas décadas de 70 e 80. O quarto volume, a ser publicado este ano [2008], O Livro das Impossibilidades, registra as mudanças comportamentais das décadas de 80 e 90. E, finalmente, o quinto e último volume [Domingos Sem Deus] chega até os nossos tempos, começo do séc. XXI.6
O projeto foi concebido, segundo o autor, antes mesmo de publicar os seus dois primeiros livros. O núcleo da série estava nas narrativas de (os sobreviventes) e de Historias de Remorsos e Rancores. As narrativas desses dois livros foram, inclusive, reescritas e reaproveitadas para os três primeiros volumes do projeto6 . Porém, a série só tomaria a forma final após a publicação de Eles eram muitos cavalos. Assim, desde a sua concepção a série levou cerca de 20 anos para ser concluída.7

Outras

Em 2007 foi selecionado para participar do Projeto “Amores Expressos”. O projeto consistiu em apoiar viagens a diferentes cidades do mundo para escritores brasileiros com o objetivo de que estes produzissem romances com a temática do “Amor”8 . Ruffato viajou à Lisboa, Portugal. Em 2009, Ruffato publicou o romance Estive em Lisboa e lembrei de você, resultado da sua participação no projeto. O livro conta a historia de Sérgio, morador de Cataguases que, devido a uma série de infortunios da vida, vê na emigração para Portugal a solução para os seus problemas. Em Lisboa se vê enredado na difícil vida de emigrante.

Ruffato também escreveu livros de poesia com As máscaras singulares (2002) e Paráguas verdes (2011). Também escreveu um ensaio sobre o modernismo em Cataguases (2002). Participou de antologias de contos como o livro Geração 90: Manuscritos de Computador, organizado por Nelson de Oliveira. É também organizador de diversas antologias de contos, como 25 mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira (2005) e os contos de Luiz Fernando Emediato (2004).

Lista de Obras

Primeiras Edições no Brasil Historias de Remorsos e Rancores - São Paulo: Boitempo, 1998.
(os sobreviventes) - São Paulo: Boitempo, 2000.
RomanceEles eram muitos cavalos - São Paulo: Boitempo, 2001.
Mamma, son tanto felice (Inferno Provisório: Volume I). Rio de Janeiro: Record, 2005.
O mundo inimigo (Inferno Provisório: Volume II). Rio de Janeiro: Record, 2005.
Vista parcial da noite (Inferno Provisório: Volume III). Rio de Janeiro: Record, 2006.
De mim já nem se lembra. São Paulo: Moderna, 2007.
O livro das impossibilidades (Inferno Provisório: Volume IV). Rio de Janeiro: Record, 2008.
Estive em Lisboa e lembrei de você. São Paulo: Cia das Letras, 2009.
Domingos sem Deus (Inferno Provisório: Volume V). Rio de Janeiro: Record, 2011.
PoesiaAs máscaras singulares - São Paulo: Boitempo, 2002 (poemas)
Paráguas verdes - São Paulo: Ateliê Acaia, 2011.
EnsaioOs ases de Cataguases (uma história dos primórdios do Modernismo) - Cataguases: Fundação Francisca de Souza Peixoto, 2002.
Organização de ColetâneaLeituras de Escritor. Coleção Comboio de Corda - São Paulo: Edições SM, 2008.
Sabe com quem está falando? contos sobre corrupção e poder - Rio de Janeiro: Língua Geral, 2012.
Questão de Pele - Rio de Janeiro: Língua Geral (2009)
RUFFATO, Luiz & RUFFATO, Simone (orgs.). Fora da ordem e do progresso - São Paulo: Geração Editorial, 2004.
Emediato, Luiz Fernando. Trevas no paraíso: histórias de amor e guerra nos anos de chumbo - São Paulo: Geração Editorial, 2004.
25 mulheres que estão fazendo a nova Literatura Brasileira - Rio de Janeiro: Record, 2005.
Mais 30 mulheres que estão fazendo a nova Literatura Brasileira - Rio de Janeiro: Record, 2005.
Tarja preta - Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.
Quando fui outro - Rio de Janeiro: Objetiva, 2006.
Francisco Inácio Peixoto em Prosa e Poesia - Cataguases, Instituto Francisca de Souza Peixoto, 2008.
Contos antológicos de Roniwalter Jatobá - São Paulo: Nova Alexandria, 2009.
Mário de Andrade: seus contos preferidos - Rio de Janeiro: Tinta Negra, 2011.
A alegria é a prova dos nove - São Paulo: Globo, 2011.
Participações em AntologiasOlívia. In: Marginais do Pomba - Cataguases, Fundação Cultural Francisco Inácio Peixoto, 1985, p. 69-73.
O profundo silêncio das manhãs de domingo. In: Novos contistas mineiros - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1988, p. 83-85.
Lembranças. In: 21 contos pelo telefone - São Paulo, DBA, 2001, p. 73-75.
O ataque. In: OLIVEIRA, Nelson de (org.). Geração 90: manuscritos de computador - São Paulo: Boitempo Editorial, 2001, p. 223-238.
Depoimento. In: MARGATO, Isabel e GOMES, Renato Cordeiro (org.). Espécies de espaço: territorialidades, literatura, mídia - Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
O prefeito não gosta que lhe olhem nos olhos. In: PENTEADO, Rodrigo (org.). Corrupção – 18 contos. Transparência Brasil/Ateliê, 2002, p. 71-73.
André (a.C.). In: DENSER, Márcia (org.). Os apóstolos – doze revelações - São Paulo: Nova Alexandria, 2002, p. 24-35.
Vertigem. In: GARCIA-ROZA, Lívia (org.). Ficções fraternas - Rio de Janeiro: Record, 2003, p. 71-87.
Paisagem sem história. In: FREIRE, Marcelino; OLIVEIRA, Nelson de (orgs.). PS: SP - São Paulo, Ateliê, 2003, p. 58-63.
Assim. In: FREIRE, Marcelino (org.). Os cem menores contos brasileiros do século - São Paulo, Ateliê, 2004, p. 52.
Paisagem sem história. In: Geração Linguagem - São Paulo, Sesc-SP/Lazuli, 2004, p.67-74.
Kate (Irinéia). Inspiração - São Paulo, F.S Editor, 2004, p. 111-113.
O profundo silêncio das manhãs de domingo. In: RESENDE, Beatriz (org.). A literatura latino-americana do século XXI - Rio de Janeiro, Aeroplano, 2005, p. 56-66.
Sem remédio. In: Tarja preta - Rio de Janeiro, Objetiva, 2005, p. 65-77.
Cicatrizes (uma história de futebol). In: COELHO, Eduardo (org.). Donos da bola - Rio de Janeiro, Língua Geral, 2006, p. 86-96.
Mirim. In: LAJOLO, Marisa (org.). Histórias de quadros e leitores - São Paulo, Moderna, 2006, p. 75-81.
Trens. In: MORAES, Angélica (org.). O trem – crônicas e contos em torno da obra de Thomaz Ianelli - São Paulo, Metalivros, 2006, p. 57-63.
O repositor. In: GONÇALVES, Magaly Trindade; AQUINO, Zélia Thomas; BELLODI, Zina C. (orgs.). Antologia comentada de literatura brasileira – poesia e prosa - Petrópolis, Vozes, 2007, p. 533-534.
Ciranda. In: OLIVEIRA, Nelson de (org.). Cenas da favela – as melhores histórias da periferia brasileira - Rio de Janeiro, Geração Editorial, 2007, p. 118-130.
Paisagem sem história. In: MOREIRA, Moacyr Godoy (org.). Contos de agora – audiobook - São Paulo: Livro Falante, 2007.
COELHO, Eduardo e DEBELLIAN, Marcio (orgs.). Liberdade até agora - São Paulo: Móbile, 2011.