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terça-feira, junho 03, 2014

terras brasileiras - XANXERÊ

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Xanxerê


Unidade federativa
Santa Catarina

Municípios limítrofes
Bom Jesus, Ipuaçu, Lajeado Grande, Xaxim, Xavantina, Faxinal dos Guedes

Distância até a capital
500 km

Características geográficas

Área
377,553 km² 2

População
44 128 hab. Censo IBGE/2010

Xanxerê é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. A cultura predominante italiana e alemã foi trazida pelos imigrantes no início do século XX, através da migração dos gaúchos.

Hoje, a cidade é muito mais do que a "Capital do Milho", cuja produtividade é destaque nacional. O município também apresenta um crescimento em todos os segmentos industriais, comerciais e de prestação de serviços, servindo como referência para todo o oeste catarinense pela pujança que apresenta.

É bem localizada, favorecendo o comércio via Mercosul e gerando o interesse de vários investidores na região.

Xanxerê é o município-sede da Associação dos Municípios do Alto Irani (AMAI), composta por 17 municípios.Segundo o IBGE, É uma das cidades Pólo de SC, por isso atrai investimentos de todos os ramos, e esta sob constante crescimento, sendo uma das cidades que mais cresce no estado e a 22ª economia do estado.

Na língua indígena Kaingang, Xanxerê significa "Campina da Cascavel", através da junção dos termos xãxã ("cascavel") e rê ("campo, campina"


História

Xanxerê era habitada por índios guaranis e kaingangs até o início do Século XX, quando alguns fazendeiros estabeleceram-se na região, iniciando o ciclo da madeira e a criação de gado. Tempos depois, o deslocamento de imigrantes do Rio Grande do Sul trouxe descendentes de italianos e de alemães para a cidade, que pertenceu a uma área disputada por Brasil e Argentina.

Pelo decreto nº 2.502 de 16 de novembro de 1859, foram criadas duas colônias militares, a de Chapecó(Xapecó) e a de Chopim. Porém, a instalação destas colônias só ocorreu bem mais tarde. Foi designado o Capitão José Bernardino Bormann para tal tarefa, fundando a Colônia Militar de Chapecó em 1880 e efetivando sua instalação em 14 de março de 1882. José Bernardino Bormann foi diretor da Colônia Militar de Chapecó(também chamada colônia de Xanxerê) por dezessete anos, vindo a falecer mais tarde no Rio de Janeiro, já ocupando o posto de Marechal.

A colônia militar de Xanxerê foi extinta em 1890, tornando-se distrito do município de Palmas(Atualmente pertencente ao PR, mas na época também pertencente a SC), com a denominação de Distrito de Generozópolis.

Em 1916, houve a intervenção do presidente da república Dr. Wenceslau Brás, resolvendo a questão dos limites entre Santa Catarina e Paraná, juntamente com o General Felipe Schmidt, governador de Santa Catarina e o Coronel Cavalcanti, governador do Paraná.

Através da Lei Estadual nº 1.147, de 24 de agosto de 1917, Santa Catarina é dividida em novos municípios, entre os quais o de Chapecó. Foi nomeado o coronel Manoel dos Santos Marinho para exercer provisoriamente o cargo de superintendente municipal (o que hoje equivaleria ao cargo de prefeito).

Foram realizadas eleições em Passo Bormann, Xanxerê, São Domingos, Campo Erê e Barracão, todas pertencentes ao município de Chapecó, tendo sido eleito o próprio coronel Manoel dos Santos Marinho, que por sua vez nomeou através da Resolução nº 05 de 1 de Setembro de 1917 o Sr. José Julio Farrapo para atuar como intendente em Xanxerê.

Em 5 de novembro de 1919, pela Lei nº 1.260, o governador Hercílio Luz transfere a sede do município para o distrito de Xanxerê, e em 5 de dezembro de 1923 novamente efetua a mudança da sede municipal para a localidade de Passo Bormann. Em virtude de tal mudança, o distrito de Xanxerê passou a ser denominado Rui Barbosa, pertencendo à Comarca de Chapecó até fins de dezembro de 1929, quando teve novamente reestabelecida sua denominação para Xanxerê, e através da Lei Estadual nº 1.645 de 3 de outubro de 1929, Xanxerê voltou a ser elevada à condição de sede do município de Chapecó.

Com a revolução de 1930, foi investido na função de governador do estado o General Ptolomeu de Assis Brasil, que por sua vez, designou para prefeito de Chapecó o cidadão Nicácio Portela Diniz, que novamente instaurou a sede do município na localidade de Passo Bormann. Com o falecimento do prefeito em fevereiro de 1931, assumiu o cargo João Candido Marinho, capitão da Força Pública do Estado, que sugeriu ao governador a transferência da sede para o povoado de Passo dos Indios, o que acabou acontecendo em maio de 1931.

Através do Decreto Lei nº 86 de 31 de março de 1938 a sede do município deixou de ser denominada de Passo dos Indios e passou a chamar-se Chapecó. No ano de 1943 foram criados diversos territórios no país, entre eles o território do Iguaçú, do qual Chapecó passou a fazer parte integrante. O território do Iguaçú atingia boa parte do sudoeste do Paraná e a maior parte do oeste catarinense. Em 1946 uma emenda constitucional reverteu aos estados de origem, as áreas que integravam aquele território e desta forma Xanxerê e os demais integrantes do município de Chapecó voltavam a fazer parte do território catarinense.

Para estas terras começaram a migrar famílias vindas dos mais diversos lugares, em sua grande maioria do estado do Rio Grande do Sul, atraídos principalmente pelas riquezas naturais aqui existentes, pelos vastos pinhais e pelas matas cobertas de madeiras nobres.

Segundo Censo realizado no ano de 1950, a área urbana da vila de Xanxerê contava com 1.311 habitantes (sendo 643 homens e 668 mulheres), Abelardo Luz tinha 118 habitantes (57 homens e 61 mulheres) e Faxinal dos Guedes 452 habitantes (263 homens e 279 mulheres), o que perfazia um total de 2.381 habitantes.

Ainda segundo os dados levantados pelo mesmo Censo, Xanxerê contava à época com uma das maiores populações rurais do estado, tendo 86,7% de sua população vivendo na área rural.

Conforme relatos, Xanxerê serviu também como local de "esconderijo" de jagunços, bandoleiros e mercenários que se abrigavam nas frondosas matas por aqui existentes, na intenção de se esgueirarem das mãos da justiça.

Com o passar do tempo, os cidadãos de bem deste pequeno povoado, começaram a vislumbrar a possibilidade de fazer desta terra, um lugar onde se pudesse fazer imperar a lei e a ordem, e principalmente que garantisse àqueles bravos pioneiros, um futuro melhor para suas famílias e para todos os que aqui chegassem.

Este propósito se complementava com a idéia de fazer da vila de Xanxerê um município independente, e com o firme propósito de concretizar este sonho, no dia 29 de março de 1952, reuniram-se na residência do Sr. Arduino Antoniolli, um grande número de pessoas ligadas às mais diversas correntes políticas e econômicas de Xanxerê, para dar os primeiros passos rumo à independência.

Foi justamente a partir deste movimento que começou a nascer o município de Xanxerê. No ano de 1953, deslocou-se até a capital do estado, uma comissão formada pelos senhores Jorge Moraes, Rovilho Bortoluzzi, Aparício Julio Farrapo, João Winckler, José Zoccoli, Ardoino Amiquerle Antoniolli, Dr. Jacyr Ribas Melzer, Antonio Vitório Giordani, João Luiz Scopel, Adilio Fortes e Romeu Scirea (cujo registro ficou imortalizado na história deste município, com a fotografia dos componentes da comissão junto à Figueira, localizada na Praça XV de Novembro).

Na Assembléia Legislativa a comissão foi brilhantemente representada pelo Dr. Jacyr Ribas Melzer, vereador em Chapecó, (representante do distrito de Xanxerê naquela Câmara), que através de suas enriquecedoras e efusivas explanações, conseguiu junto aos deputados estaduais, o apoio necessário para elevar Xanxerê à condição de município.

Em 17 de dezembro de 1953 a Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina aprovou em sessão plenária, a criação do município de Xanxerê.

A notícia da emancipação político-administrativa de Xanxerê se espalhou rapidamente, mobilizando uma grande parte da população que se deslocou para a região central da vila, onde houve comemoração por aquela importante conquista. Afinal, exatamente um ano e nove meses após a primeira reunião da comissão pró-emancipação, através da Lei nº 133 de 30 de dezembro de 1953, a pequena população de Xanxerê, viu seu sonho se tornar realidade. Criava-se então, o município de Xanxerê.

Em 27 de fevereiro de 1954 foi instalado oficialmente o município, tendo sido designado pelo governador do estado Sr. Irineu Bornhausen, para assumir o cargo de prefeito provisório de Xanxerê, o Inspetor Geral de Ensino do Estado, Professor Teodósio Mauricio Wanderley.

Com a instalação do município, os líderes políticos da época, começaram as articulações para as eleições que viriam a ser realizadas em 3 de outubro de 1954, porém sem deixar para trás os ideais emancipacionistas que eram de defender os interesses de toda a coletividade xanxerense. Concorreram no primeiro pleito eleitoral de Xanxerê, ao cargo de prefeito municipal, os senhores Adilio Fortes, pelo PSD - Partido Social Democrata; Romeu Scirea pelo PDC - Partido Democrata Cristão; Carlos Antoniolli pelo PTB - Partido Trabalhista Brasileiro e Remigio Giordani pela UDN - União Democrática Nacional. Realizada a eleição, o resultado das urnas consagrou o candidato Adilio Fortes (PSD), que se tornou o primeiro prefeito eleito do município. Naquele mesmo pleito também foram eleitos os sete vereadores que iriam compor a primeira legislatura da Câmara Municipal: Alberto Michelin, Arduino Antoniolli, Domingos Maciel, Julio Olimpio Tortatto, Mauricio Rodrigues da Costa, Severino Zavascki e Ventura Migliorini.7

BRASILEIRÃO

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O CRUZEIRO VENCEU DE GOLEADA
UM FRACO FLAMENGO E MANTEM
A LIDERANÇA, COM O EMPATE
DO FLUMEINENSE.


31/05/2014 18:30 (Saba) Coritiba 3 x 0 Goiás
31/05/2014 18:30 (Saba) São Paulo 2 x 1 Atlético-MG
31/05/2014 21:00 (Saba) Vitória-BA 0 x 1 Sport
01/06/2014 16:00 (Dom) Chapecoense 2 x 1 Bahia
01/06/2014 16:00 (Dom) Grêmio 0 x 0 Palmeiras
01/06/2014 16:00 (Dom) Cruzeiro 3 x 0 Flamengo
01/06/2014 18:30 (Dom) Fluminense 1 x 1 Internacional-RS
01/06/2014 18:30 (Dom) Figueirense 1 x 3 Atlético-PR
01/06/2014 18:30 (Dom) Santos 2 x 0 Criciúma
12/10/2014 16:00 (Dom) Botafogo-RJ x Corinthians




CLASSIFICAÇÃO GERAL

1° Cruzeiro 19 9 6 1 2 18 10 8
2° Fluminense 16 9 5 1 3 14 8 6
3° Corinthians 16 9 4 4 1 11 5 6
4° São Paulo 16 9 4 4 1 16 12 4
5° Internacional-RS 16 9 4 4 1 12 9 3
6° Grêmio 15 9 4 3 2 7 5 2
7° Goiás 15 9 4 3 2 7 7 0
8° Atlético-MG 14 9 4 2 3 11 9 2
9° Santos 14 9 3 5 1 10 5 5
10° Palmeiras 13 9 4 1 4 8 10 -2
11° Atlético-PR 13 9 3 4 2 15 12 3
12° Sport 11 8 3 2 3 7 10 -3
13° Criciúma 11 9 3 2 4 4 11 -7
14° Botafogo-RJ 9 9 2 3 4 13 12 1
15° Bahia 8 8 2 2 4 7 9 -2
16° Chapecoense 8 9 2 2 5 7 10 -3
17° Coritiba 7 9 1 4 4 8 10 -2
18° Vitória-BA 7 9 1 4 4 8 11 -3
19° Flamengo 7 9 1 4 4 6 13 -7
20° Figueirense 4 9 1 1 7 3 14 -11

terça-feira, maio 27, 2014

MERCADO MEDIEVAL EM ALMODÔVAR

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HÁ JÁ ALGUNS ANOS QUE TENHO VINDO
A VISITAR O MERCADO MEDIEVAL DE
ALMODÔVAR, E ESTE ANO VOLTEI A
VIVENCIAR A VILA COMO SE ESTI-
VERA NA IDADE MÉDIA.

Em Almodôvar ,uma vila do Baisxo Alentejo ,no sul de Portugal.


O desenho do centro da Vila de Almodôvar, adequa-se na perfeição à instalação de cenários medievais.
Daí que me tem sido muito prazeiroso voltar todos os anos e tornar a curtir o ambiente colorido dos mercado daqueles tempos.

Estive em Almodôvar no arranque da edição deste ano, e assisti à saída do Cortejo Real, do Convento a caminho da Praça (nestes dias chamada Praça Real)



pelo caminho bordejado de tendas coloridas





com artigos de epóca medieva




à medida que o Rei e sua Corte avançavam em pose real



Já na Praça (Real), e com o Rei e a Côrte instalados no Palanque Real, o Preboste Mór, fazendo uso das suas nobres competências, anuncia o inicio dos Festejos, convocando os alabardeiros para o disparo real.



Então o Rei, tomou a Real palavra e deu inicio aos Festejos


Depois, foi a vez do Clero




Então , por ordem real, as donzelas da Corte, dançaram para deleite do soberano e do Povo de ALMODÔVAR




l

Não faltou a dança do ventre


E como numa festa medieval não pode faltar luta, tivemos

o duelo de espadas





Almodôvar continuou medieval por mais 2 dias, a Vila com as suas ruas do centro cheias de peças da época



Outras imagens poderão ser vistas na nossa página no faceboog CASA DAS PRIMAS, blogue do Alentejo.

segunda-feira, maio 26, 2014

CANTORES BRASILEIROS - DJAVAN

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brasileirão - 7ªrodada

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O CAMPEÃO, CRUZEIRO, VENCE COM
AUTORIDADE EM PORTO ALEGRE E
ASSUME A LIDERANÇA.

7ª.RODADA
24/05/2014 18:30 (Saba) Bahia 0 x 1 Fluminense
24/05/2014 21:00 (Saba) São Paulo 1 x 0 Grêmio
25/05/2014 16:00 (Dom) .
O CAMPEÃO, CRUZEIRO, VENCE COM
AUTORIDADE EM PORTO ALEGRE E
ASSUME A LIDERANÇA.

7ª.RODADA
24/05/2014 18:30 (Saba) Bahia 0 x 1 Fluminense
24/05/2014 21:00 (Saba) São Paulo 1 x 0 Grêmio
25/05/2014 16:00 (Dom) Sport 1 x 4 Corinthians
25/05/2014 16:00 (Dom) Figueirense 0 x 1 Goiás
25/05/2014 16:00 (Dom) Santos 0 x 0 Flamengo
25/05/2014 16:00 (Dom) Atlético-PR 2 x 0 Coritiba
25/05/2014 18:30 (Dom) Botafogo-RJ 1 x 1 Vitória-BA
25/05/2014 18:30 (Dom) Chapecoense 2 x 0 Palmeiras
25/05/2014 18:30 (Dom) Atlético-MG 0 x 0 Criciúma
25/05/2014 18:30 (Dom) Internacional-RS 1 x 3 Cruzeiro



CLASSIFICAÇÃO GERAL

1° Cruzeiro 16 7 5 1 1 15 9 6
2° Fluminense 15 7 5 0 2 13 5 8
3° Goiás 14 7 4 2 1 7 4 3
4° Grêmio 13 7 4 1 2 7 5 2
5° Palmeiras 12 7 4 0 3 8 8 0
6° Corinthians 12 7 3 3 1 9 4 5
7° São Paulo 12 7 3 3 1 12 9 3
8° Internacional-RS 12 7 3 3 1 9 8 1
9° Atlético-MG 11 7 3 2 2 8 7 1
10° Atlético-PR 9 7 2 3 2 10 9 1
11° Bahia 8 6 2 2 2 6 5 1
12° Criciúma 8 7 2 2 3 3 9 -6
13° Santos 8 7 1 5 1 6 5 1
14° Sport 7 6 2 1 3 6 10 -4
15° Vitória-BA 6 7 1 3 3 8 10 -2
16° Flamengo 6 7 1 3 3 5 9 -4
17° Botafogo-RJ 5 7 1 2 4 10 11 -1
18° Chapecoense 5 7 1 2 4 5 7 -2
19° Coritiba 4 7 0 4 3 5 9 -4
20° Figueirense 3 7 1 0 6 1 10 -9




quinta-feira, maio 22, 2014

BRASILEIRÃO - 4ª.E 5ª.RODADAS

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INTER DE PORTO ALEGRE É
O COMANDANTE


4 ª Rodada


10/05/2014 18:30 (Saba) Internacional-RS 2 x 1 Atlético-PR Beira Rio
10/05/2014 18:30 (Saba) Palmeiras 2 x 0 Goiás Pacaembu
10/05/2014 21:00 (Saba) Botafogo-RJ 6 x 0 Criciúma Maracanã
11/05/2014 16:00 (Dom) Fluminense 2 x 0 Flamengo Maracanã
11/05/2014 16:00 (Dom) Atlético-MG 2 x 1 Cruzeiro Independência
11/05/2014 16:00 (Dom) São Paulo 1 x 1 Corinthians Arena Barueri
11/05/2014 16:00 (Dom) Chapecoense 1 x 2 Grêmio Arena Condá
11/05/2014 18:30 (Dom) Coritiba 0 x 1 Sport Couto Pereira
11/05/2014 18:30 (Dom) Bahia 1 x 1 Vitória-BA Arena Fonte Nova
11/05/2014 18:30 (Dom) Figueirense 0 x 2 Santos Estádio do Café
5 ª Rodada

14/05/2014 22:00 (Qua) Goiás 2 x 0 Botafogo-RJ Mário Helênio
17/05/2014 18:30 (Saba) Cruzeiro 3 x 2 Coritiba Mineirão
18/05/2014 16:00 (Dom) Corinthians 0 x 1 Figueirense Arena Corinthians
18/05/2014 16:00 (Dom) Grêmio 1 x 0 Fluminense Arena do Grêmio
18/05/2014 16:00 (Dom) Flamengo 0 x 2 São Paulo Maracanã
18/05/2014 16:00 (Dom) Atlético-PR 1 x 1 Chapecoense Willie Davids
18/05/2014 18:30 (Dom) Criciúma 0 x 0 Internacional-RS Heriberto Hulse
18/05/2014 18:30 (Dom) Vitória-BA 0 x 1 Palmeiras Pituaçu
18/05/2014 18:30 (Dom) Santos 1 x 2 Atlético-MG Arena Pantanal
04/06/2014 21:00 (Qua) Sport x Bahia Ilha do Retiro

O BENFICA VENCEU TAMBÉM A TAÇA DE PORTUGAL

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E PERFEZ A TRIPLETE, CAMPEONATO,
TAÇA DA LIGA E TAÇA DE PORTUGAL.




Benfica – Rio Ave, 1-0: Taça de Portugal completa “Triplete”

Uma vez mais a festa da Taça de Portugal invadiu o Jamor e foi “princesa” na Prova Rainha. Os adeptos do Sport Lisboa e Benfica e do Rio Ave cedo foram ocupando o espaço verde que circunda o palco da Taça de Portugal com os habituais pic-nic´s. 37.156 espectadores lotaram o Jamor e deram um colorido interessante à Final 2013/14. O saudável convívio deve, também, ser enaltecido. É caso para dizer: isto é Futebol!

Momentos antes à entrada das equipas, fogo de artifício e uma coreografia embelezaram o evento e arrancaram o primeiro júbilo das bancadas repletas. Perfiladas, equipas e público, em uníssono, cantaram a Portuguesa, Hino de Portugal.

Estava, portanto, tudo pronto para o apito inicial de mais uma edição da Taça de Portugal. Como seria de esperar, “empurrado” pelo público, o Benfica entrou mais pressionante, com mais bola e com várias situações perto da área de Ederson. O Rio Ave, por seu lado, sentia dificuldades em sair a jogar, ora em ataque organizado, ora em contra-ataque.

Com o passar dos minutos, a pressão acentuava-se e o golo parecia estar iminente. O minuto 20 foi de felicidade para os lados da Luz. Enzo Perez tentou furar entre a defensiva, o esférico sobrou para Gaitán que, com o seu pior pé – o direito – atirou sem hipóteses para Ederson. Era a primeira explosão de alegria entre os benfiquistas.

O “Tango” quase voltou a tocar no Jamor aos 25’. Livre de Gaitán e cabeça de Garay para defesa por instinto de Ederson. Após primeira meia-hora jogada a um ritmo alto, com o aproximar do intervalo, a contenda entrou num ritmo morno, em que a bola andou mais longe das balizas, mas sempre com o Benfica tomar conta das operações e a tentar arranjar espaços no sector mais recuado dos vila-condenses. O 1-0 no descanso era mais do que justo para os Campeões Nacionais.

Futebol positivo e calafrios nas balizas

Na etapa complementar, os comandados por Nuno Espírito Santo entraram melhor e deixaram o Benfica surpreendido com tamanha audácia, nomeadamente nos primeiros dez minutos do segundo tempo. O Benfica sacudiu a pressão e aos 61 minutos, após cruzamento de Gaitán, o disparo de Lima levava selo de golo não desviasse num emaranhado de pernas de jogadores do Rio Ave.

Os vila-condenses responderam ao susto no minuto seguinte com o remate ao poste de Pedro Santos. Muito perigo para o Benfica! No regresso dos balneários, o jogo parecia mais vivo do que nos minutos finais da primeira parte e aos 69’, Oblak fez uma estrondosa defesa a remate de Ukra.



Bola cá, bola lá e aos 74 minutos foi o Benfica a estar perto do 2-0 com o remate de Markovic a ser parado por Ederson. Uma vez mais, Gaitán na jogada. Nos descontos, Oblak segurou a vantagem e a festa foi vermelha no relvado, nas bancadas e, por certo, será nas ruas por Portugal fora.

Sport Lisboa e Benfica soma a 28.ª Taça de Portugal do palmarés (três com a designação de Campeonato de Portugal).



O Sport Lisboa e Benfica alinhou com o seguinte onze inicial: Oblak; Maxi Pereira, Luisão, Garay, André Almeida; Ruben Amorim (André Gomes, 56’), Enzo Perez, Salvio, Gaitán (Cardozo, 87’); Lima e Rodrigo (Markovic, 66’).

HOMENAGEM A VINICIUS DE MORAIS EM LISBOA

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AMANHÃ, NA CULTURGEST ,EM
LISBOA

Homenagem a
Vinicius de Moraes

Mônica Salmaso, Teco Cardoso e Nelson Ayres


SEX 23 DE MAIO

Grande Auditório
21h30 · Duração: 1h20


Valsinha
Insensatez
Sem Mais Adeus


Voz Mônica Salmaso Piano Nelson Ayres Sopros Teco Cardoso
Produção executiva Carla Assis


Em 2011 e 2012 Mônica Salmaso desenvolveu com Teco Cardoso e Nelson Ayres, com quem trabalha desde há anos, o projeto Alma Lírica Brasileira, sobre a identidade do lirismo na canção popular brasileira de várias épocas e estilos. Foi com esse belíssimo projeto que esteve na Culturgest em setembro de 2012, para regalo das pessoas que encheram o Grande Auditório e que lhe pediram para voltar.

Mônica tinha vindo à Culturgest em outubro de 2001, novinha e já premiada.

Por razões que nada têm a ver com o seu enorme talento, continua a ser desconhecida da grande maioria das pessoas que gosta de música brasileira. Não nos lembramos de encontrar nas cada vez mais raras lojas de discos, um CD de Salmaso. Não compõe, nem escreve letras, mas é uma autora enquanto intérprete. E está em palco com uma simplicidade e simpatia encantadoras.

Em 2013, por conta das celebrações do centenário de Vinicius de Moraes, "poeta e diplomata", foi convidada a fazer um espetáculo sobre a sua obra musical. Procurando cantar os diversos encontros entre o poeta e compositor e os seus vários parceiros, o espetáculo traz canções de Vinicius com Tom Jobim, Chico Buarque, Carlos Lyra, Francis Hime, Ary Barroso e Ernesto Nazareth, além de canções com letra e música de Vinicius.

Na primeira apresentação no Brasil encheu o teatro de Belo Horizonte, com mais de 1300 lugares.

Achámos o projeto tão bonito, gostamos tanto de ouvir Mônica e os seus músicos, que entendemos ser chegada a altura de a convidar de novo, satisfazendo as pessoas que lhe pediram para voltar e as muitas que não a conhecem, mas vão passar a conhecê-la.

sábado, maio 17, 2014

PINDORAMA , DE LIA RODRIGUES, em PORTUGAL

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O ESPECTÁCULO DE LIA RODRIGUES
"PINDORAMA" VAI ESTAR EM PORTUGAL,
NO AUDITÓRIO DA CULTURGET, A 28,29
E 30 DE MAIO




Como abordar, ainda uma vez, as possíveis relações do estar junto? Misturando-se até a diluição? Afirmando limites e singularidades? Quais rituais, sacrifícios e acordos seriam necessários para a constituição de um coletivo, ainda que temporário? Que paisagens criar para Pindorama - nome indígena dado às terras brasileiras antes da chegada dos europeus? Ciclos de morte, transformação, vida.

“Pindorama” estreou, em novembro de 2013 no Festival d’Automne de Paris, com um convite especial para fazer uma turnê dentro da cidade de Paris, sendo apresentado em 4 teatros diferentes dentro da programação desse que é o mais prestigiado festival da França. Com todas as apresentações lotadas , “Pindorama” recebeu excelente crítica no jornal Le Monde : “Um pedaço de plástico transparente, água, corpos nus, silêncio… Depois de Pororoca (2009), que designa uma onda imensa nascida do encontro do oceano com um rio, de Piracema (2010) , que designa uma contra-corrente, sempre na língua tupi, Pindorama completa uma trilogia sobre a água com uma precisão incisiva … Estamos no teatro, mas mergulhamos em um mar arrebatador…Uma loucura de situações fugazes e belas…”
pindorama imagem
®sammi landweer

Criação e direção: Lia Rodrigues

Assistente da direção: Amália Lima

Dançado e criado em estreita colaboração com: Amália Lima, Leonardo Nunes, Gabriele Nascimento, Francisco Thiago Cavalcanti, Clara Castro, Clara Cavalcante, Dora Selva, Felipe Vian, Glaciel Farias, Luana Bezerra, Thiago de Souza, com a participação na criação de Gabriela Cordovez

Dramaturgia: Silvia Soter

Colaboração artística: Guillaume Bernardi

Criação de Luz: Nicolas Boudier

Fotografia: Sammi Landweer

Professores convidados: Amália Lima, Marcela Levi, Cristina Moura e Sylvia Barretto

Secretaria/Contabilidade: Gloria Laureano

Assessoria de Imprensa: Claudia Oliveira e Mariana Bezerra

Produção/Consultoria de projetos :Claudia Oliveira

Produção-difusão internacional: Thérèse Barbanel/“Les Artscéniques”. Assistente: Colette de Turville

Residência de criação no Théâtre Jean-Vilar de Vitry, projeto de ' compagnonnage', com o apoio do Conseil Régional d’Ile-de-France.

Coprodução: Festival d’Automne à Paris, Théâtre national de Chaillot, Théâtre Jean Vilar de Vitry-sur-Seine, La Briqueterie/CDC du Val-de-Marne, King's Fountain, Kunstenfestivaldesarts em corealização com o Kaaïtheater (Bruxelas) e HELLERAU-European Center for the Arts (Dresden, Alemanha).

Em parceria com a Redes da Maré e o Centro de Artes da Maré
Apoio do Grupo Conexão G

Correalização do Festival d'Automne à Paris / Théâtre national de Chaillot / Théâtre de la Cité internationale.

Realização: Rodrigues & Assumpção Produções Artísticas

A Lia Rodrigues Companhia de Danças recebe patrocínio da Petrobras e do Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet - Lei Federal de Incentivo à Cultura - dinheiro público, originário de renúncia fiscal,dentro do programa Petrobras Cultural 2010 de “Manutenção - por 2 anos - de Grupos e Companhias de Teatro e Dança

O BENFICA PERDEU A SUA 8ª.FINAL

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DEU ZEBRA EM TURIM, O BENFICA
CAMPEÃO PORTUGUÊS PERDEU COM
O 5º DE ESPANHA, APESAR DE TER
TIDO MAIS OCASIÕES PARA VENCER.




Sevilla é campeão da Liga Europa e impede Benfica de quebrar maldição

Após 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, time espanhol vence nos pênaltis. Portugueses perdem oitava final europeia, acumulam mais de 50 anos sem títulos em torneios continentais e mantêm "maldição de Béla Guttmann".


A maldição de Béla Guttmann continua a assombrar os torcedores do Benfica. Depois de um emocionante 0 a 0 em 120 minutos de jogo, o Sevilla venceu os portugueses nas cobranças de pênaltis, por 4 a 2, na final da Liga Europa, realizada nesta quarta-feira (14/05), em Turim, na Itália.

Esta é a oitava final europeia que o Benfica perde desde que o técnico húngaro Béla Guttmann foi bicampeão da Taça dos Clubes Campeões Europeus (atual Liga dos Campeões), em 1962. Depois daquela conquista, o treinador viu o seu pedido de aumento salarial ser rejeitado pela diretoria do clube, pediu demissão e proferiu a célebre frase: "Nem em 100 anos o Benfica vai conquistar outra taça europeia sem mim." Nascia ali a maldição.

O Benfica perdeu as finais da Taça dos Clubes Campeões Europeus em 1963, 1965, 1968, 1988 e 1990, a final da Copa da Uefa em 1983, e a dramática final da Liga Europa de 2013. Naquele ano, o gol decisivo do Chelsea foi marcado pelo zagueiro Branislav Ivanovic já nos acréscimos da partida. Em 2014, os portugueses viram a taça fugir nas penalidades.


Neste ano, o Benfica resolveu contra-atacar a maldição homenageando o treinador húngaro nas comemorações do 110º aniversário do clube, em fevereiro: colocou uma estátua de Guttmann segurando as duas taças europeias, junto ao portão 18, no Estádio da Luz. A ideia foi do embaixador da Hungria em Portugal, Norbert Konkoly: "Percebi que a chave nessa maldição podia ser as palavras ‘sem mim' e por isso sugeri erguer uma estátua para trazer Béla Guttmann de volta ao Estádio da Luz e, assim, quebrar a maldição." De nada adiantou.

Muitas chances, mas nenhum golO

A final teve oito jogadores em campo que estão entre convocados e pré-convocados para a Copa do Mundo. Do lado do Benfica, o lateral-direito uruguaio Maxi Pereira, o defensor argentino Ezequiel Garay e os meias lusos Rúben Amorim e André Gomes. Pelo Sevilla, o goleiro português Beto, o lateral-esquerdo espanhol Alberto Moreno, o meia croata Ivan Rakitić e o atacante colombiano Carlos Bacca. Além disso, o português Ivan Cavaleiro entrou no final da partida.

A partida começou truncada, com três cartões amarelos nos primeiros 30 minutos, mas no final do primeiro tempo, o Benfica teve duas boas oportunidades para abrir o marcador. Maxi Pereira apareceu livre na frente do gol do Sevilla, mas falhou na tentativa em encobrir o goleiro. No lance seguinte, numa entrada por trás de Federico Fazio, dentro da área em cima de Nicolás Gaitán, os portugueses pediram a marcação do pênalti. O árbitro alemão Felix Brych nada marcou.

Tudo o que faltou de emoção na primeira etapa sobrou na segunda. O jogo ficou elétrico, com chances claras para ambos os lados. Aos 3 minutos, Lima, na cara do gol, finalizou bem, mas um zagueiro espanhol tirou em cima da linha. Aos 10, outra reclamação de penalidade máxima por parte do time lisboeta. Novamente Moreno deu um carrinho perigoso e ousado dentro da grande área. O árbitro, de novo, mandou o jogo seguir, mas as imagens na televisão eram contundentes.

No primeiro tempo, a partida foi bastante disputada, no segundo, com inúmeras chances de gol

As defesas das duas equipes pareciam não existir, assim como a capacidade de finalização dos atacantes. Os goleiros Beto e Oblak faziam uma defesa atrás de outra, e os zagueiros se jogavam nas bolas, protegendo as próprias metas. Apesar das inúmeras chances, o zero permaneceu no placar e a partida foi para a prorrogação.

Lima forçou o goleiro Beto a grande defesa em cobrança de falta aos 9 minutos. Carlos Bacca respondeu com outra chance desperdiçada, cara a cara com o goleiro adversário, aos 11 minutos. Mas o placar não foi aberto, e a final foi decidida nas cobranças de pênalti.

Foi o momento para um português virar herói, mas não do Benfica. O goleiro Beto defendeu duas penalidades – de Óscar Cardozo e Rodrigo – e garantiu a terceira taça europeia ao Sevilla. Depois do bicampeonato de 2006 e 2007, o Sevilla agora acumula três títulos.

Com o título do Sevilla, um feito será repetido: uma única vez na história, as duas competições europeias de futebol foram conquistadas por equipes do mesmo país. Em 2006, o Sevilla foi campeão da Copa da Uefa e o Barcelona, da Liga dos Campeões. Neste ano, a final da Liga dos Campeões é espanhola, entre Real Madrid e o Atlético de Madrid. E justamente no estádio do Benfica, em Lisboa.

Ficha técnica

Sevilla 0(4) x 0(2) Benfica

Local: Juventus Stadium – Turim

Pênaltis:
Benfica: Lima (√), Óscar Cardozo (x), Rodrigo (x), Luisão (√)
Sevilla: Carlos Bacca (√), Stephane Mbia (√), Coke (√), Kevin Gameiro (√)

Cartões amarelos: Federico Fazio (11'/1T), Alberto Moreno (13'/1T), Guilherme Siqueira (30'/1T), Coke (8'/1P), André Almeida (10'/1P)

Arbitragem: Felix Brych (Alemanha), auxiliado pelos compatriotas Mark Borsch e Stefan Lupp.

Sevilla: Beto; Coke, Nicolas Pareja, Federico Fazio e Alberto Moreno; Stephane Mbia e Daniel Carriço; José Antonio Reyes (Marko Marin 33'/2T - Kevin Gameiro 14'/1P), Ivan Rakitić e Vitolo (Diogo Figueiras 5'/2P); Carlos Bacca. Técnico: Unai Emery.

Benfica: Jan Oblak; Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay e Guilherme Siqueira (Óscar Cardozo 9'/1P); Rúben Amorim, André Gomes e Nicolás Gaitán (Ivan Cavaleiro 14'/2P); Miralem Sulejmani (André Almeida 25'/1T), Rodrigo e Lima. Técnico: Jorge Jesus.

terça-feira, maio 13, 2014

cantoras brasileiras - ANGELA MARIA

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Ângela Maria, nome artístico de Abelim Maria da Cunha (Conceição de Macabu, 13 de maio de 1929)1 é uma cantora e atriz brasileira.



De família humilde, sua mãe era dona-de-casa e seu pai, pastor de igreja evangélica. Por causa disso, desde criança cantava no coral de uma Igreja Batista próxima a sua casa. Com isso, foi aprendendo a amar a música e o universo das melodias. Durante sua infância e adolescência, morou nas cidades de Niterói, São Gonçalo e São João de Meriti. Durante sua juventude trabalhou numa fábrica de lâmpadas e foi operária tecelã em uma indústria de tecidos, mas sempre quis ser cantora, sonhava ir para as rádios e fazer sucesso, mas seu pai era contra, por ser muito religioso, querendo que a filha fosse para a igreja e casasse cedo, mas ela não tinha desejo de viver assim, e foi atrás do seu grande sonho, que era cantar.2

Carreira Em 1947, aos 19 anos, trabalhava de dia, e a noite, tentava de todos os meios conseguir vaga em algum programa de música, indo de rádio em rádio fazer inscrições para sorteios, até que conseguiu ser premiada e se apresentou aos jurados em uma rádio, e passou no teste. Com isso, começou a se apresentar como cantora no "Pescando Estrelas", um programa de calouros. Adotou o nome de Ângela Maria para não ser identificada pela família, que se soubesse, não a deixaria nem mais sair de casa. Sua interpretação era considerada belíssima, sempre tirava nota máxima e ganhava todos os concursos. Todos a queriam para cantora e assim, foi cantar no famoso Dancing Avenida e depois na rádio Mayrink Veiga. Em 1951, com a família já sabendo de tudo e mesmo a contra gosto, aceitando a vontade da filha, Ângela gravou o primeiro disco. Veio assim o sucesso que sempre a acompanhou.3

Com grande sucesso no Brasil, passou a viajar o mundo com canções belíssimas em sua voz considerada muito harmônica. Além de cantora, fez cursos de teatro, e atuou em cinema, no longa-metragem Portugal, Minha Saudade em 1973.4

Ângela Maria consagrou-se como uma das grandes intérpretes do gênero samba-canção (surgido na década de 1930), ao lado de Maysa, Nora Ney e Dolores Duran.5

Gravou dezenas de sucessos como Não Tenho Você, Babalu, Cinderela, Moça Bonita, Vá, mas Volte, Garota Solitária, Falhaste coração, Canto paraguaio, A noite e a despedida, Gente humilde, Lábios de mel, etc.

Em 1994 foi Homenageada pela Escola de Samba Paulistana Rosas de Ouro, que com o Enredo "Sapoti", foi consagrada Campeã do Carnaval de São Paulo nesse ano.

Em 1996, foi contratada pela gravadora Sony Music e lançou o CD Amigos, com a participação de vários artistas como Roberto Carlos, Gal Costa, Caetano Veloso, Alcione, Fafá de Belém entre outros. O trabalho foi um sucesso, celebrado num espetáculo no Metropolitan, atual Claro Hall (Rio de Janeiro), e um especial na Rede Globo. O disco vendeu mais de 500 mil cópias.

Foi uma fase muito feliz da carreira da cantora que, no ano seguinte, apresentou o álbum Pela Saudade que Me Invade, com sucessos de Dalva de Oliveira, e um ano depois gravou, com Agnaldo Timóteo, o CD Só Sucessos, também na lista dos cem álbuns nacionais mais vendidos. Após a saída da Sony, Ângela voltou a gravar em 2003, desta vez pela Lua Discos, o Disco de Ouro, com um viés eclético, abrangendo compositores que vão de Djavan a Dolores Duran.

Em 2011, após 45 anos do surgimento da série Depoimentos para a Posteridade do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, foi convidada em 23 de agosto para deixar registrada sua história. Na entrevista contou passagens importantes de sua carreira artística, afirmando ter gravado 114 discos e vendido cerca de 60 milhões de exemplares.

Nas eleições municipais de 2012, candidatou-se a vereadora da cidade de São Paulo pelo PTB, porém não se elegeu.6

Vida Pessoal

Ângela sempre contou em entrevistas ter sofrido na vida pessoal. Por não conseguir ter filhos, por problemas uterinos que ela descobriu ter ainda na adolescência, era constantemente alvo da mídia, que sempre tocava nesse assunto ou inventava boatos, a deixando magoada, triste e com raiva, pois ela sempre quis ser mãe. A cantora foi casada com mais de quatro maridos e teve outros namorados, e revela que sempre sofreu na mão de todos eles, sofrendo humilhações e até agressões físicas, contando que isso interferiu na sua carreira. A cantora revela que já tentou o suicídio. Conta que quase perdeu tudo, já que seu patrimônio era administrado por seus assessores, que mesmo ela dando o dinheiro a eles, os empresários não pagavam suas contas e a roubavam constantemente. Em 1967, desesperada com sua vida, fugiu do Rio para São Paulo, e aí que passou a ser cada vez mais roubada, porém deu a volta por cima anos depois, porém ficou muito tempo vivendo em grande pobreza. Ângela Maria revela que seu melhor amigo sempre foi Cauby Peixoto e que tem uma grande admiração por Dalva de Oliveira.7

Em 1979, com 51 anos e vivendo sozinha, conheceu um homem que mudaria sua vida: um rapaz de 18 anos mexeu com seu coração. Ele era noivo de uma moça da faixa etária dele, porém o garoto, chamado Daniel, gostou de Ângela, abandonou a noiva e os dois passaram a ter um envolvimento amoroso intenso, o que chocou a todos, e o casal sofreu muito com preconceitos, e Ângela ficava muito triste com a imprensa. Daniel a ajudou quando ela quase perdeu tudo, dando forças a ela e arranjando trabalhos como cantora. Eles namoraram por 33 anos, até que em 13 de maio de 2012, no dia do seu aniversário de 84 anos, ela pediu ao namorado, com 51, em casamento, e nessa data os dois se casaram oficialmente em uma festa com familiares e amigos. Ângela se diz muito feliz e que ele foi o único homem que lhe fez verdadeiramente feliz.8

Filmografia[editar código-fonte]
1954 - Rua Sem Sol .... ator convidado 9
1955 - O Rei do Movimento
1956 - Fuzileiro do Amor
1956 - Com Água na Boca
1956 - Fugitivos da Vida
1956 - O Feijão é Nosso
1956 - Tira a mão daí!
1957 - Rio Zona Norte
1957 - Feitiço do Amazonas
1957 - Metido a Bacana
1957 - O Negócio Foi Assim
1957 - O Samba na Vila
1957 - Rio Fantasia
1959 - Quem Roubou Meu Samba?
1959 - Dorinha no Society
1961 - América de Noite
1961 - Caminho da Esperança
1966 - 007 1/2 no Carnaval
1967 - Carnaval Barra Limpa 10
1973 - Portugal...Minha Saudade
1975 - A Extorsão.

quarta-feira, maio 07, 2014

artistas portugueses - PAULO COLAÇO

.
PAULO COLAÇO É UM JOVEM CANTOR
E TOCADOR DE VIOLA CAMPANIÇA,
DO BAIXO ALENTEJO.


Começou a sua carreira num grupo de teve um grande êxito , o ADIAFA,


que teve neste tema - AS MENINAS DA RIBEIRA DO SADO

UM VERDADEIRO FENÓMENO DE POPULARIDADE.

Depois dedicou-se ao ensino da viola campaniça,uma viola originária do Alentejo, semelhante à viola caipira de Minas Gerais

e também a ensaiar grupos de cante alentejano, ,forma de cantar em grupo ,uso também no Alentejo.



Ultimamente enveredou por uma nova fase da sua carreira, cantando a solo


Ao Paulo, o BLOG LUSO CARIOCA deseja muitos êxitos nesta nova fase da sua carreira

segunda-feira, maio 05, 2014

3ª,RODADA DO BRASILEIRÃO

.
O SÃO PAULO ESCORREGA, FLUMINENSE
PERDEU


03/05/2014 18:30 (Saba) São Paulo 2 x 2 Coritiba Pacaembu
03/05/2014 18:30 (Saba) Santos 0 x 0 Grêmio Vila Belmiro
03/05/2014 18:30 (Saba) Atlético-PR 2 x 3 Cruzeiro Mané Garrincha
03/05/2014 21:00 (Saba) Fluminense 1 x 2 Vitória-BA Maracanã
04/05/2014 16:00 (Dom) Criciúma 1 x 0 Figueirense Heriberto Hulse
04/05/2014 16:00 (Dom) Flamengo 4 x 2 Palmeiras Maracanã
04/05/2014 16:00 (Dom) Internacional-RS 2 x 1 Sport Beira Rio
04/05/2014 16:00 (Dom) Bahia 1 x 0 Botafogo-RJ Arena Fonte Nova
04/05/2014 18:30 (Dom) Atlético-MG 0 x 1 Goiás Independência
04/05/2014 18:30 (Dom) Chapecoense 0 x 1 Corinthians Arena Condá



CLASSIFICAÇÃO GERAL
1° Corinthians 7 3 2 1 0 3 0 3
2° Cruzeiro 7 3 2 1 0 6 4 2
3° Internacional-RS 7 3 2 1 0 5 3 2
4° Goiás 7 3 2 1 0 2 0 2
5° Fluminense 6 3 2 0 1 5 2 3
6° Bahia 6 3 2 0 1 4 2 2
7° São Paulo 5 3 1 2 0 6 3 3
8° Atlético-PR 4 3 1 1 1 5 5 0
9° Flamengo 4 3 1 1 1 4 4 0
10° Sport 4 3 1 1 1 4 4 0
11° Vitória-BA 4 3 1 1 1 4 4 0
12° Grêmio 4 3 1 1 1 2 2 0
13° Criciúma 3 3 1 0 2 2 3 -1
14° Palmeiras 3 3 1 0 2 4 6 -2
15° Coritiba 3 3 0 3 0 2 2 0
16° Santos 3 3 0 3 0 1 1 0
17° Atlético-MG 1 3 0 1 2 1 3 -2
18° Chapecoense 1 3 0 1 2 1 3 -2
19° Botafogo-RJ 1 3 0 1 2 2 6 -4
20° Figueirense 0 3 0 0 3 0 6 -6

LISBOA É LINDA

.
LISBOA, CHEIA DE SOL NESTA
PRIMAVERA QUE TARDAVA

O CASTELO DE SÃO JORGE VISTO DA PRAÇA DA FIGUEIRA

A CAMINHO DO ROSSIO


segunda-feira, abril 28, 2014

CAETANO VELOSO CANTA HOJE NO COLISEU DE LISBOA

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O músico brasileiro Caetano Veloso atua hoje no Coliseu de Lisboa, num regresso a esta sala, mas com as canções do álbum “Abraçaço”, editado no final de 2012.


Depois de uma longa série de concertos no Brasil, Caetano Veloso está na Europa para uma digressão que passará também por Itália, França, Suécia, Reino Unido, França ou Espanha e que terminará novamente em Portugal.

A 02 e 03 de junho estará no Teatro Micaelense, em São Miguel, Açores, e, a 05 de junho, no festival Optimus Primavera Sound, no Porto.

Em palco estarão Pedro Sá (guitarra), Ricardo Dias Gomes (baixo e teclado) e Marcelo Callado (bateria).

“Abraçaço” saiu em 2012, ano em que o músico baiano completou 70 anos, e depois disso, já este ano, o espetáculo já deu origem a um álbum ao vivo e respetivo DVD, tal como Caetano Veloso tem feito com os últimos discos de originais.

Gravado com a Banda Cê, com os mesmos músicos que imprimiram uma marca mais rock e elétrica nos registos “Cê” (2006) e “Zii & Zie” (2009), “Abraçaço” abre com o tema “A bossa nova é foda”, na qual faz referência a João Gilberto, Carlos Lyra, Machado de Assis ou Vinicius de Moraes.

Do alinhamento fazem ainda parte “Estou triste”, “O império da lei”, feita a pensar em Dorothy Stang, missionária assassinada em 2005, no Pará, e “Um comunista”, sobre o político e guerrilheiro Carlos Marighella.

“Abraçaço”, palavra que remete para a forma como Caetano Veloso se despede em correspondência com amigos, valeu-lhe ainda um Grammy Latino em 2013.

BRASILEIRÃO - 2ª.RODADA

.
O FLUMINENSE É O ÚNICO SÓ COM
VITÓRIAS


26/04/2014 18:30 (Saba) Coritiba 0 x 0 Santos Couto Pereira
26/04/2014 21:00 (Saba) Palmeiras 0 x 1 Fluminense Pacaembu
27/04/2014 16:00 (Dom) Vitória-BA 2 x 2 Atlético-PR Pituaçu
27/04/2014 16:00 (Dom) Cruzeiro 1 x 1 São Paulo João Havelange
27/04/2014 16:00 (Dom) Botafogo-RJ 2 x 2 Internacional-RS Maracanã
27/04/2014 16:00 (Dom) Corinthians 2 x 0 Flamengo Pacaembu
27/04/2014 18:30 (Dom) Figueirense 0 x 2 Bahia Arena Barueri
27/04/2014 18:30 (Dom) Goiás 1 x 0 Criciúma Juscelino Kubitschek
27/04/2014 18:30 (Dom) Grêmio 2 x 1 Atlético-MG Arena do Grêmio
27/04/2014 18:30 (Dom) Sport 2 x 1 Chapecoense Ilha do Retiro


PALMEIRAS-FLUMINENSE 0-1




CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRÃO 2014 SÉRIE A


1° Fluminense 6 2 2 0 0 4 0 4
2° São Paulo 4 2 1 1 0 4 1 3
3° Corinthians 4 2 1 1 0 2 0 2
4° Atlético-PR 4 2 1 1 0 3 2 1
5° Cruzeiro 4 2 1 1 0 3 2 1
6° Internacional-RS 4 2 1 1 0 3 2 1
7° Sport 4 2 1 1 0 3 2 1
8° Goiás 4 2 1 1 0 1 0 1
9° Bahia 3 2 1 0 1 3 2 1
10° Grêmio 3 2 1 0 1 2 2 0
11° Palmeiras 3 2 1 0 1 2 2 0
12° Santos 2 2 0 2 0 1 1 0
13° Coritiba 2 2 0 2 0 0 0 0
14° Vitória-BA 1 2 0 1 1 2 3 -1
15° Atlético-MG 1 2 0 1 1 1 2 -1
16° Chapecoense 1 2 0 1 1 1 2 -1
17° Flamengo 1 2 0 1 1 0 2 -2
18° Botafogo-RJ 1 2 0 1 1 2 5 -3
19° Criciúma 0 2 0 0 2 1 3 -2
20° Figueirense 0 2 0 0 2 0 5 -5

quinta-feira, abril 24, 2014

O BENFICA SAGROU-SE CAMPEÃO DE PORTUGAL PELA 33ª.VEZ


.
COM UM PLANTEL MUITO VALIOSO, COM 2 JOGADORES
DE IGUAL DIMENSÃO PARA CADA LUGAR ,O BENFICA
SAGOU-SE CAMPEÃO PORTUGUÊS NO ULTIMO DOMINGO


Benfica sagrou-se este domingo campeão nacional pela 33ª vez, ao vencer o Olhanense na Luz, por 2-0. Os golos apareceram na segunda parte. O brasileiro Lima, aos 57 e 60 minutos, marcou os tentos do conjunto comandado por Jorge Jesus, que passou a contar 73 pontos, mais sete do que o Sporting, quando há apenas seis por disputar. A formação "encarnada", que não ganhava a prova desde 2009/2010, tem agora mais seis títulos do que o FC Porto, que tinha triunfado nos últimos três campeonatos, e 15 em relação aos "leões", o último em 2001/2002.

cantautores portugueses - JOÃO PESTANA

.
O JOÃO PESTANA É UM CANTAUTOR
PORTUGUÊS, ALENTEJANO DE SERPA
RADICADO ES VASTRO VERDE.

terça-feira, abril 22, 2014

1ª.jornada do BRASILEIRÃO

.
FLUMINENSE E SÃO PAULO COM UM
BOM COMEÇO NO BRASILEIRÃO



TABELA BRASILEIRÃO 2014 SÉRIE A


19/04/2014 18:30 (Saba) Fluminense 3 x 0 Figueirense Maracanã
19/04/2014 18:30 (Saba) Internacional-RS 1 x 0 Vitória-BA Beira Rio
19/04/2014 21:00 (Saba) Chapecoense 0 x 0 Coritiba Arena Condá
20/04/2014 16:00 (Dom) São Paulo 3 x 0 Botafogo-RJ Morumbi
20/04/2014 16:00 (Dom) Bahia 1 x 2 Cruzeiro Arena Fonte Nova
20/04/2014 16:00 (Dom) Atlético-PR 1 x 0 Grêmio Orlando Scarpelli
20/04/2014 16:00 (Dom) Atlético-MG 0 x 0 Corinthians Parque do Sabiá
20/04/2014 18:30 (Dom) Flamengo 0 x 0 Goiás Mané Garrincha
20/04/2014 18:30 (Dom) Santos 1 x 1 Sport Vila Belmiro
20/04/2014 18:30 (Dom) Criciúma 1 x 2 Palmeiras Heriberto Hulse




CLASSIFICAÇÃO GERAL

1° Fluminense 3 1 1 0 0 3 0 3
2° São Paulo 3 1 1 0 0 3 0 3
3° Cruzeiro 3 1 1 0 0 2 1 1
4° Palmeiras 3 1 1 0 0 2 1 1
5° Atlético-PR 3 1 1 0 0 1 0 1
6° Internacional-RS 3 1 1 0 0 1 0 1
7° Santos 1 1 0 1 0 1 1 0
8° Sport 1 1 0 1 0 1 1 0
9° Atlético-MG 1 1 0 1 0 0 0 0
10° Chapecoense 1 1 0 1 0 0 0 0
11° Corinthians 1 1 0 1 0 0 0 0
12° Coritiba 1 1 0 1 0 0 0 0
13° Flamengo 1 1 0 1 0 0 0 0
14° Goiás 1 1 0 1 0 0 0 0
15° Bahia 0 1 0 0 1 1 2 -1
16° Criciúma 0 1 0 0 1 1 2 -1
17° Grêmio 0 1 0 0 1 0 1 -1
18° Vitória-BA 0 1 0 0 1 0 1 -1
19° Botafogo-RJ 0 1 0 0 1 0 3 -3
20° Figueirense 0 1 0 0 1 0 3 -3


terça-feira, abril 15, 2014

no proximo final de semana começa o BRASILEIRÃO

,
VEM AÍ O BRASILEIRÃO, ESTE ANO SEM
O VASCO E A PORTUGUESA , DESPROMO-
VIDOS À SEGUNDONA QUE TAMBÉM SE
INICIA NO FINAL DE SEMANA


JOGOS DA SERIE A

19/04/2014 18:30 (Saba) Fluminense x Figueirense Maracanã
19/04/2014 18:30 (Saba) Internacional-RS x Vitória-BA Beira Rio
19/04/2014 21:00 (Saba) Chapecoense x Coritiba Arena Condá
20/04/2014 16:00 (Dom) São Paulo x Botafogo-RJ Morumbi
20/04/2014 16:00 (Dom) Bahia x Cruzeiro Arena Fonte Nova
20/04/2014 16:00 (Dom) Atlético-PR x Grêmio A definir
20/04/2014 16:00 (Dom) Atlético-MG x Corinthians A definir
20/04/2014 18:30 (Dom) Flamengo x Goiás Maracanã
20/04/2014 18:30 (Dom) Criciúma x Palmeiras Heriberto Hulse
20/04/2014 18:30 (Dom) Santos x Sport Vila Belmiro


E OS JOGOS DA SÉRIE B



18/04/2014 19:30 (Sex) Sampaio Corrêa x Paraná Castelão
18/04/2014 19:30 (Sex) Vila Nova-GO x Luverdense Serra Dourada
18/04/2014 19:30 (Sex) Joinville x Portuguesa Arena Joinville
18/04/2014 21:50 (Sex) Ponte Preta x Icasa Moisés Lucarelli
19/04/2014 16:20 (Saba) Bragantino x Náutico Nabi Abi Chedid
19/04/2014 16:20 (Saba) Boa-MG x Atlético-GO Dilzon Melo
19/04/2014 16:20 (Saba) Vasco x América-MG A definir
19/04/2014 16:20 (Saba) Santa Cruz-PE x ABC-RN Arruda
19/04/2014 21:00 (Saba) Ceará x Oeste Castelão
19/04/2014 21:00 (Saba) América-RN x Avaí A definir

quem foram os campeões brasileiros

Atlético Mineiro
1959 Bahia
1960 São Paulo
1961 São Paulo
1962 São Paulo
1963 São Paulo
1964 São Paulo
1965 São Paulo
1966 Minas Gerais
1967 Palmeiras
1968 Rio de Janeiro Botafogo(2) / São Paulo Santos(3)
1969 São Paulo Palmeiras Paraná Grêmio Maringá
1970 Fluminense
1971 Atlético Mineiro
1972 Palmeiras
1973 Palmeiras
1974 Vasco da Gama
1975 Internacional PA
1976 Internacional PA
1977 São Paulo
1978 Guarani
1979 Internacional PA
1980 Flamengo
1981 Grêmio
1982 Flamengo
1983 Flamengo
1984 Fluminense
1985 Coritiba
1986 São Paulo
1987 Sport Refife
1988 Bahia
1989 Vasco da Gama
1990 Corinthians
1991 São Paulo
1992 Flamengo
1993 Palmeiras
1994 Palmeiras
1995 Botafogo
1996 Grêmio
1997 Vasco da Gama
1998 Corinthians
1999 Corinthians
2000 Vasco da Gama
2001 Atlético Paranaense
2002 Santos
2003 Cruzeiro
2004 Santos
2005 Corinthians
2006 São Paulo
2007 São Paulo
2008 São Paulo
2009 Flamengo
2010 Fluminense
2011 Corinthians
2012 Fluminense
2013 Cruzeiro

HISTÓRIA DO BRASIL - DUQUE DE CAXIAS

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Luís Alves de Lima e Silva

Luís Alves de Lima e Silva, o duque de Caxias GCNSC (Porto da Estrela, 25 de agosto de 1803 — Desengano, 7 de maio de 1880), alcunhado O Pacificador, foi um dos mais importantes militares e estadistas da história do Império do Brasil.1

Filho do brigadeiro e regente do Império brasileiro, Francisco de Lima e Silva, e de Mariana Cândida de Oliveira Belo, Luís Alves de Lima - como assinou seu nome por muitos anos - foi descrito por alguns dos seus biógrafos como um predestinado à carreira das armas que aos cinco anos de idade assentou praça no exército do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1808). O que os biógrafos não explicitam é que essa trajetória "apoteótica" é devida às especificidades da carreira militar nessa época. Ter sido cadete aos cinco anos não era um sinal de seu caráter especial: a honraria era concedida aos filhos de nobres ou militares e muitos alcançaram o mesmo privilégio, até mesmo com menor idade.2

Pertencia a uma tradicional família de militares. De um lado, a família paterna, constituída de oficiais superiores e generais do exército português, e, posteriormente, quando da independência do Brasil, em 1822, do exército brasileiro. Do lado materno, a família era de oficiais de milícia. Foi com o pai e com os tios que Luís Alves de Lima e Silva aprendeu a ser militar.



Biografia

Luís Alves de Lima e Silva desde cedo ingressou na vida militar. Teve intensa carreira profissional no Exército, ascendendo ao posto de marechal-de-campo aos trinta e nove anos de idade.

Cadete desde os cinco anos de idade, ingressou aos 15 anos na Academia Militar, de onde saiu como tenente para ingressar numa unidade de elite do Exército do Rei. Em 1822, organizou a Guarda Imperial de D. Pedro I. O batismo de fogo teve lugar no ano seguinte, ao entrar em campanha para combater os revoltosos na Bahia, no movimento contra a independência comandado pelo general Madeira de Melo1 . Em 1825, o então capitão Luiz Alves deslocou-se para a campanha da Cisplatina, nos pampas gaúchos. Participou do esforço pela manutenção da ordem pública na capital do Império após a abdicação de Pedro I, em 1831.

Voluntariamente se junta as forças do Corpo de Guardas Municipais Permanentes que marcham contra a rebelião de Miguel de Frias (3 de abril de 1832), que tentava derrubar a Regência.3

Em 20 de outubro de 1832, após ser promovido a tenente-coronel, assume o seu primeiro comando militar: o Corpo de Guardas Municipais Permanentes - A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro4 . A frente dela, implanta várias inovações na Corporação, como as rondas de Cavalaria e o Serviço Médico, além dos postos de major e tenente-coronel (a oficialidade da corporação só ia até capitão).

Em 1833, casou-se com Ana Luisa do Loreto Carneiro Viana, na época com dezesseis anos de idade, membro da aristocrática família Carneiro Leão, sendo neta da Baronesa de São Salvador de Campos1 . Com ela teve duas filhas: Luísa do Loreto, casada com o Barão de Santa Mônica, e Ana do Loreto, casada com o Visconde de Ururaí. Também tiveram um varão, Luís Alves de Lima Filho, falecido na adolescência. Suas filhas deixaram conhecida descendência, em sua maioria, estabelecida em Macaé (RJ).

Em 1839, segue para o Rio Grande do Sul com uma força de 200 permanentes, para lutar na Revolução Farroupilha. Em dezembro de 1839 passa o comando dos permanentes, por ter sido nomeado presidente da Província do Maranhão.

Caxias tomou parte nas ações militares da Balaiada, na Província do Maranhão, em 1839. Foi nomeado para Presidente (governador) da Província do Maranhão e Comandante Geral das Forças Militares em operação, num esforço de união civil e militar. O papel que desempenhou, na resolução do conflito, valeu-lhe seu primeiro título de nobreza, o de Barão de Caxias, outorgado em 1841. O título faz referência à cidade maranhense de Caxias, palco de batalhas decisivas para a vitória das forças imperiais. Neste mesmo ano, foi eleito deputado à Assembléia Legislativa pela Província do Maranhão.

Dominou os movimentos revoltosos dos liberais em Minas Gerais e São Paulo (1842). Em 1845, quando decorria a Guerra dos Farrapos, recebeu o título de marechal de campo. Passou a ocupar o cargo de Presidente (governador) do Rio Grande do Sul. A sua ação militar e diplomática levou à assinatura da Paz de Ponche Verde em 1845, que pôs fim ao conflito. Sua atuação aliou ação militar com habilidade política, respeitando os vencidos. Contribuiu, assim, para a consolidação da unidade nacional brasileira e para o fortalecimento do poder central. Foi feito Conde de Caxias.1

No plano externo, participou de todas as campanhas platinas do Brasil independente, como a campanha da Cisplatina (1825-1828), contra as Províncias Unidas do Rio da Prata. Comandante-chefe do Exército do Sul (1851), dirigiu as campanhas vitoriosas contra Oribe, no Uruguai, e Juan Manuel de Rosas, na Argentina (1851 - 1852). Comandante-geral das forças brasileiras (1866) e, pouco depois, comandante-geral dos exércitos da Tríplice Aliança (1867), na Guerra do Paraguai (1864-1870), Caxias, que já havia atuado como conselheiro no começo da guerra, assumiu o treinamento e a reorganização das tropas. Instituiu o avanço de flancos gerais, o contorno de trincheiras e o uso de balões cativos para espionagem. Finalmente, depois da célebre batalha de Itororó seguiu-se a campanha final, a Dezembrada, uma fase de vitórias, como as batalhas do Avaí e Lomas Valentinas, em dezembro de 1868, conduzindo à ocupação da cidade de Assunção.

Após a ocupação da capital paraguaia, ainda antes do término do conflito, por motivos de saúde retornou a Corte, o comando das tropas foi mais tarde passado ao Conde D'Eu. 5 Seu retorno a Corte, foi polêmico, seus opositores, partidários do Conde D'Eu, o acusavam de ter abandonado uma guerra ainda em curso, por outro lado, seus partidários defendiam que a tomada de Assunção encerrava a guerra, com o Paraguai sem recursos e Solano Lopez isolado e liderando um bando de maltrapilhos.

Na vida política do Império seu papel foi, também, significativo, como um dos líderes do Partido Conservador. Tornando-se senador vitalício desde 1845, foi presidente (governador) das províncias do Maranhão e Rio Grande do Sul, por ocasião dos movimentos revolucionários que venceu, e vice-presidente da província de São Paulo. Ministro da Guerra e presidente do Conselho por três vezes na segunda metade do século XIX (1855-1857, 1861-1862 e 1875-1878), procurou modernizar os regulamentos militares, substituindo as normas de origem colonial.1

Na terceira vez em que ocupou a presidência do Conselho apaziguou os conservadores, divididos no que dizia respeito à questão da escravatura, encerrou o conflito entre o Estado e os bispos ("questão religiosa") e iniciou o aperfeiçoamento do sistema eleitoral. Em reconhecimento aos seus serviços, o Imperador Pedro II agraciou-o, sucessivamente, com os títulos de Barão, Conde, Marquês e Duque de Caxias.

Retirou-se, por motivos de saúde, para a fazenda de Santa Mônica, em Desengano (hoje Juparanã, Rio de Janeiro) em 1878, onde morreu dois anos depois, em 7 de maio. Foi enterrado no jazigo de sua esposa, no Cemitério do Catumbi, onde repousou até 1949, quando seus restos foram exumados e trasladados para o Panteão Duque de Caxias.

Para culto de sua memória, o governo federal proclamou-o, em 1962, "Patrono do Exército Brasileiro". O dia do seu nascimento, 25 de agosto, é considerado o Dia do Soldado. Seu nome está inscrito no "Livro dos Heróis da Pátria".

Os cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras prestam o seguinte juramento durante a cerimônia de graduação:

"Recebo o sabre de Caxias como o próprio símbolo da Honra Militar

FLAMENGO CAMPEÃO CARIOCA 2014

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VOLTANDO A EMPATAR NA 2ª.MÃO
DA FINAL DO CARIOCÃO ,COM O
VASCO (1-1), O FLAMENGO SA-
GROU-SE CAMPEÃO CARIOCA.



A história repete-se , o Flamengo volta a ser campeão , desta vez empata 2 vezes com o Vasco e....é campeão.

Este regulamento é deveras esquisito, e inaplicável na Europa, mas é que que se aplica aqui.

FLAMENGO 1 X 1 VASCO

FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Wallace, Chicão e André Santos (Nixon), Amaral (Gabriel), Márcio Araújo, Luiz Antonio e Everton (Erazo); Paulinho e Alecsandro. Técnico: Jayme de Almeida.

VASCO: Martín Silva, André Rocha, Luan, Rodrigo e Diego Renan; Guiñazu, Pedro Ken, Fellipe Bastos (Bernardo) e Douglas; William Barbio (Reginaldo) e Thalles (Aranda). Técnico: Adilson Batista.

Local: Maracanã (Rio de Janeiro/BRA)
Data/Horário: 13/04/2014, às 16h (Horário de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (FIFA/BRA)
Gols: Douglas (75') e Márcio Araújo (90')

quarta-feira, abril 09, 2014

PARA A HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO

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Cabra Marcado para Morrer


Brasil
1984 • p&b / cor • 119 min

Direção Eduardo Coutinho
Roteiro Eduardo Coutinho
Elenco Eduardo Coutinho
Ferreira Gullar
Tite de Lemos
Género documentário



Cabra marcado para morrer é um filme documentário brasileiro de 1984, dirigido por Eduardo Coutinho.



Sinopse

O filme é uma narrativa semidocumental da vida de João Pedro Teixeira, um líder camponês da Paraíba, assassinado em 1962.

Em razão do golpe militar, as filmagens foram interrompidas em 1964. O engenho da Galileia foi cercado por forças policiais. Parte da equipe foi presa sob a alegação de "comunismo", e o restante se dispersou.

O trabalho foi retomado 17 anos depois, recolhendo-se depoimentos dos camponeses que trabalharam nas primeiras filmagens e também da viúva de João Pedro, Elisabeth Teixeira, que desde dezembro de 1964 vivera na clandestinidade, separada dos filhos. Reconstruiu-se assim a história de João Pedro e das Ligas camponesas de Galiléia e de Sapé.

Elenco
Eduardo Coutinho .... ele mesmo
Ferreira Gullar .... narração
Tite de Lemos .... narrador

Principais prêmios e indicações[editar código-fonte]

XXXV Festival de Berlim 1985 (Berlim/Alemanha)
Recebeu os prêmios FIPRESCI e Interfilm do Fórum de Cinema Jovem.

FesTróia - Festival Internacional de Cinema de Tróia 1985 (Setúbal/Portugal)
Recebeu o Golfinho de Ouro.

VI Festival do Novo Cinema Latino-americano 1984 (Havana/Cuba)
Recebeu o Prêmio Coral na categoria de Melhor Documentário.

I FestRio 1984 (Rio de Janeiro/RJ)
Recebeu o Tucano de Ouro na categoria de Melhor Filme, o Prêmio da Crítica, o Prêmio OCIC (Ofício Católico Internacional de Cinema) e o Prêmio D. Quixote da FICC (Festival Internacional de Cinema).

13º Festival do Cinema Brasileiro de Gramado 1985 (Gramado/RS)
Recebeu o prêmio Hours Concours.

Festival de Cine Realidade 1985 (Paris/França)
Recebeu o Grande Prêmio.









ALENTEJO

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O Alentejo, com a sua beleza tranquila, com os seus vinhos e qualidade, com a sua gastronomia e canatres muito próprios

O REALIZADOR DE CINEMA PORTUGUÊS MANOEL OLIVEIRA INICIA RODAGEM DE FILME AOS...105 ANOS

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É UM CASO UNICO DE LONGEVIDADE
MANOEL DE OLIVEIRA INICIA AOS
105 ANOS A RODAGEM DE MAIS UM
DOS SEUS FILMES

Manoel de Oliveira inicia rodagem de filme aos 105 anos

O realizador português estava há vários meses a aguardar financiamento para avançar com o filme "O velho do Restelo".


Aos 105 anos, o realizador português Manoel de Oliveira inicia na quarta-feira, no Porto, a rodagem do filme "O velho do Restelo", afirmou a produtora 'O Som e a Fúria'. A rodagem decorrerá de 09 a 13 de abril e contará com a participação dos atores Luís Miguel Cintra, Ricardo Trepa, Diogo Dória e Mário Barroso, a partir de um argumento assinado por Manoel de Oliveira.

O realizador português estava há vários meses a aguardar financiamento para avançar com este filme, só possível agora, segundo a produtora, com o "patrocínio do secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, que reconheceu o mérito cultural deste projeto", e com apoio da ministra da Cultura e Comunicação de França, Aurélie Filippetti.

A produção contará ainda com apoio da autarquia portuense, através da Porto Film Commission, e da Universidade Católica do Porto.

Manoel de Oliveira, nascido no Porto em 1908, completou 105 anos no dia 11 de dezembro

terça-feira, abril 08, 2014

PINTORES PORTUGUESES - JOSÉ TAKLYN

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O JOSÉ TAKLYN É UM DOS MAIORES
VULTOS DA PINTURA POERUGUESA
E UMA REVOLUÇÃO NA TÉCNICA
DE PREENCHER UMA TELA.


José Taklyn nasceu em Lagos, em 1943.

Estudou História de Arte na Faculdade de Letras de Lisboa e Pintura em Florença.

Frequentou o curso "Pintura e Desenho do sec. XX" na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Desde finais dos anos oitenta participou em mais de uma vintena de exposições de nomeada, sempre acolhido em espaços prestigiados.



Meditação sobre um quadro - 2001-70x70


O Arrivista 2000-50x61 cm


José Taklyn



BREVE INVENTÁRIO

Na pintura de José Taklyn há duas vertentes dominantes. Uma mais figurativa, outra assimilável a um sistema expressivo de forças.

Na vertente figurativa podemos ainda notar uma cisão entre um lado ameno e outro mais agreste em que as formas ainda reconhecidas configuram uma disposição ora dramática ora irónica.

Na outra vertente a abstracção não se inscreve em qualquer estratégica estética nem decorre de qualquer discurso teórico. A sua razão de ser assenta na necessidade de se ultrapassar de forma exigente e talvez purificadora.

Em cada caso porém o seu modo chega a ser brutal mesmo quando amenizado por uma expressividade poética mais serena.

Tendo renunciado à noção de modelo clássico objectivo e exterior ao artista, José Taklyn opta pelo modelo romântico que é interior e coincidente com a vontade criativa do artista.

A conquista do espaço lírico começa numa necessidade intuitiva... Depois a obra orienta-se para a sua via solitária, libertando-se de tudo, salvo das suas leis intrínsecas.

O pintor destrói e altera os referentes figurativos e, explorando o valor do irracional, do humor e do acaso, inicia uma pesquisa formal, tendente a reduzir a SINAIS o que quer que reste de naturalidade e identidade desses elementos. Sempre segundo uma linha de força: meditação e espontaneidade.

O quadro é um lugar de experiências e de soluções transitórias. A arte viva é antes de tudo aberta, móvel, desconfiada das suas próprias qualidades e atractivos.

Através desta espécie de transfiguração surgem outras formas e outros sentidos que se tornam modelos de si mesmos. Recriar o desconhecido e revelá-lo é afinal o objectivo do pintor.

O quadro constrói-se assim como um objecto enigmático, resultado intencional de uma investigação introspectiva e solitária.

A obra realiza-se numa tensão construção/destruição de que resulta o seu dramatismo. Tudo ameaça ruir mas tudo ressurge com a energia do que sobrevive, numa interrogação constitutiva de uma realidade estável e ambígua desocultando um mundo em que o humano apenas deixa as suas marcas; vestígios que revelam a condição precária do Homem, a sua consciência dividida e a busca de unidade que lhe subjaz.

Um rumor atravessa estas pinturas, o sopro de uma frase não dita, um apelo inarticulado&ldots; É como uma poesia na sua totalidade fascinante e paradoxal que a pintura de José Taklyn deve ser entendida e interpretada.

APAGÃO

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O NOSSO BLOG SOFREU UM APAGÃO
POR MOTIVOS ALHEIOS ^`A NOSSA
VONTADE, POR QUASE 1 MÊS

Renasce hoje , com o cyber transtorno ultrapassado.

Nos aguardem


HISTÓRIA DO BRASIL . A REVOLTA DA VACINA

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sexta-feira, março 28, 2014

terras brasileiras - SÃO JOSÉ DE CAMPOS

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SÃO JOSÉ DOS CAMPOS DO
ESTADO DE SÃO PAULO



São José dos Campos (pronúncia em português: [sɐ̃w̃ ʒuˈzɛ dus ˈkɐ̃pus]) é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo. Pertence à Mesorregião do Vale do Paraíba Paulista e Microrregião de São José dos Campos. É sede da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, localizando-se a leste da capital do estado, distando desta cerca de 94 km. Ocupa uma área de 1 099,6 km², sendo que 353,9 km² estão em perímetro urbano e os 745,7 km² restantes constituem a zona rural.7 Em 2013 sua população foi estimada pelo IBGE em 673 255 habitantes,4 sendo que em 2010 era o sétimo mais populoso de São Paulo e o 28º de todo o país.


A sede tem uma temperatura média anual de 21,3 °C e na vegetação original do município predomina a mata atlântica. Com 98% de seus habitantes vivendo na zona urbana, o município contava em 2009 com 289 estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,849, considerando-se assim como elevado em relação ao país, sendo o 11º maior do estado.8 São José dos Campos faz parte do chamado Complexo Metropolitano Expandido que ultrapassa os 29 milhões de habitantes, aproximadamente 75% da população do estado inteiro. As regiões metropolitanas de Campinas, São Paulo e do Vale do Paraíba e Litoral Norte já formam a primeira macrometrópole do hemisfério sul, sendo que o município é sede da última citada.9

São José dos Campos foi elevada à categoria de vila em 1767. No decorrer do século XIX a agricultura desenvolveu-se no município, com destaque para o café, principalmente a partir da década de 1880. Porém na segunda metade do século XX a indústria ganhou força, sendo este o momento que a cidade descobre sua vocação para a área da tecnologia. Hoje estão instaladas importantes empresas, como: Panasonic, Johnson & Johnson, General Motors (GM), Petrobras, Embraer (sede), entre outras. Possui importantes centros de ensino e pesquisas, tais como: o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Instituto de Estudos Avançados (IEAv), o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), a Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP), o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto de Pesquisa & Desenvolvimento (IP&D), sendo um importante tecnopolo10 11 de material bélico, metalúrgico e sede do maior complexo aeroespacial da América Latina.12

Além da importância econômica ainda é um importante centro cultural do Vale do Paraíba. A Reserva Ecológica Augusto Ruschi, o distrito de São Francisco Xavier e o Banhado configuram-se como grandes áreas de preservação ambiental, enquanto que o Parque Santos Dumont, o Parque da Cidade e o Parque Vicentina Aranha são relevantes pontos de visitação localizados na zona urbana, além dos projetos e eventos culturais realizados pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), órgão responsável por projetar a vida cultural joseense.


História

Séculos XVII e XVIII — Povoamento

Quando o rei Felipe II de Portugal assinou a lei de 10 de setembro de 1611, que reconhecia a liberdade dos índios (mas admitindo-lhes o cativeiro em caso de guerras ou de antropofagia), e que regulamentava os aldeamentos indígenas nos pontos que melhor conviessem aos interesses do Reino de Portugal, muitos indígenas do Planalto de Piratininga, onde se localizava a Vila de São Paulo de Piratininga, deslocaram-se para o interior da Capitania de São Vicente, para os sertões.

Entre os 11 antigos aldeamentos dos padres da Companhia de Jesus, os jesuítas, ao redor da Vila de São Paulo do Piratininga e por eles administrados, figurava, no vale do rio Paraíba do Sul, a leste da Vila de São Paulo, a Aldeia de São José localizado próximo ao Rio Comprido, a dez quilômetros de onde hoje se situa o centro da atual cidade de São José dos Campos.13

Os padres jesuítas, trazendo mais alguns silvícolas, conseguiram entrar em entendimentos com os índios guaianases, e, dar certa vida ao aldeamento, mas, devido às desvantagens da localização deste, resolveram buscar um ponto melhor. Em 1643, a Aldeia de São José foi transferida para onde é, hoje, a Praça do Padre João Guimarães no centro da cidade. De 1643 a 1660, os religiosos e vários povoadores obtiveram para os índios diversas léguas de terras, em sesmarias concedidas, em 1650, pelo Capitão-Mor da Capitania de São Vicente Dionísio da Costa.

Essas terras situavam-se em magnífica planície, onde hoje se acha atualmente o centro de São José dos Campos. A aldeia de São José, a partir de 1653, passa a pertencer à Vila de Jacareí, criada naquele ano e desmembrada da vila de Mogi das Cruzes, e pertencente à Capitania de São Vicente. A Aldeia de São José estava, portanto, situada nos limites da Capitania de São Vicente com a Capitania de Itanhaém, a qual compreendia o restante do Vale do Paraíba paulista e seguia até Angra dos Reis e compreendia, também, parte do litoral sul paulista.14

Sabe-se ainda que a organização urbana no plano teórico e prático da aldeia é obra atribuída ao padre jesuíta Manuel de Leão, cuja principal ocupação era a de ser administrador, estando em São Paulo desde o ano de 1663, encontrava-se à frente das fazendas mais remotas. Entre estas, figurava-se o aldeamento em solo joseense. Toda a região do Vale do Paraíba sofreu um esvaziamento populacional com as descobertas do ouro nas Minas Gerais dos Goitacases a partir de 1692.14

Em 1710, a Capitania de Itanhaém e a Capitania de São Vicente (que, a partir de 1683, passou a se chamar Capitania de São Paulo, com a transferência da capital da capitania para São Paulo), passaram a integrar a nova Capitania de São Paulo e Minas do Ouro. A Aldeia de São José progredia mais e mais, passando a ser denominada Vila Nova de São José, quando se tornou vila em 1767.14

Em 1759, os jesuítas foram expulsos do reino de Portugal e das suas colônias pelo Marquês de Pombal; com isso, alguns brancos agregaram-se aos índios sob a direção de José de Araújo Coimbra, Capitão-Mor da Vila de Jacareí e deram impulso à povoação.14 O governador-geral da recém recriada Capitania de São Paulo (que havia sido extinta em 1748 e anexada a do Rio de Janeiro), D. Luís António de Sousa Botelho Mourão, o Morgado de Mateus, criou várias vilas para dar impulso à Capitania. Havia décadas que não se criavam vilas ao sul do Rio de Janeiro. Assim, em 27 de julho de 1767, pelo Ouvidor e Corregedor Salvador Pereira da Silva, foi criada a nova vila com o nome de Vila Nova de São José, depois Vila de São José do Sul, e, mais tarde, Vila de São José do Paraíba.14 No mesmo dia 27 de julho, foram eleitos os três primeiros vereadores da nova vila, os quais eram índios, dando início à sua autonomia administrativa. Os primeiros oficiais da Câmara da nova vila foram: Juízes Ordinários: Fernando de Sousa Pousado e Gabriel Furtado; vereadores: Vicente de Carvalho, Veríssimo Correia e Luís Batista; Procurador: Domingos Cordeiro. A nova vila foi desmembrada do termo da Vila de Jacareí — sem ter sido antes freguesia. A freguesia só foi criada pela Ordem de 3 de novembro de 1768 e instalada em 1769.14

Século XIX — Crescimento econômico


A principal dificuldade de São José, naquela época, era o fato de a "Estrada Real", que ligava São Paulo ao Rio de Janeiro, passar fora de seus domínios. O algodão teve uma rápida evolução na região quando São José dos Campos conseguiu algum destaque econômico, e, cuja produção atinge seu apogeu em 1864.

Em 22 de abril de 1864, pela lei provincial nº 27, a Vila de São José foi elevada à categoria de cidade. A Lei provincial nº 47, de 4 de abril de 1871, mudou-lhe a denominação: de "São José do Paraíba" para São José dos Campos. Pela Lei provincial n° 46, de 6 de abril de 1872, foi criada a Comarca de São José dos Campos.16

A partir de 1871, o município passou por duas fases distintas: o desenvolvimento agrícola — com forte preponderância da cultura do café — e a criação da estância climática, consequência natural de seus bons ares. Nesta época, há o desenvolvimento da cultura cafeeira no Vale do Paraíba Paulista que começa a ter alguma expressão a partir de 1870, já contando, inclusive com a participação de São José. No entanto, foi no ano de 1886, já contando com o apoio de uma estrada de ferro ligando São Paulo ao Rio de Janeiro, que mais tarde foi chamada de Estrada de Ferro Central do Brasil, inaugurada em 1877, que a produção cafeeira joseense teve seu auge, mesmo num momento em que já acontecia a decadência dessa cultura na região, conseguindo ainda algum destaque até por volta de 1930. A antiga estação de trem ficava na confluência da Rua Euclides Miragaia com a Avenida João Guilhermino, sendo transferida, na década de 1920, para a sua localização atual.16

Em 15 de dezembro de 1909, a cidade parou para receber e saudar, na antiga estação de trem, próximo da atual Avenida João Guilhermino com a Rua Euclides Miragaia, o candidato a presidente da república Rui Barbosa apoiado pelos paulistas, na campanha civilista. No livro Excursão Eleitoral pelo Estado de São Paulo, é dito que foi saudado pelo Dr. Francisco Rafael de Araújo e Silva e que a banda "Euterpe Santanense" executou o Hino Nacional, e, é assim, descrito, o entusiasmo do povo:16

Cquote1.svg As 5:30 silvou na subida do Lavapés (próximo ao atual Paço Municipal) a máquina comboiando o (trem) especial que conduzia a São Paulo, o conselheiro Rui Barbosa. Um frêmito de contentamento e agradável emoção agitou a multidão que prorrompeu em vibrantes e entusiásticos vivas ao eminente brasileiro. Sua Excia. foi coberto de flores por um grande número de meninas trajadas de branco, postadas em alas na plataforma. Durante os cinco minutos de demora do especial na estação desta cidade, a aclamação ao candidato civilista não se interromperam por um instante sequer..até que o trem partiu conduzindo o ilustre itinerante saudados por vivas patrióticos levantados à sua personalidade emérita por milhares de vozes que se agitavam num burburinho indescritível de satisfação e contentamento vitoriando sempre e mais o peclaro compatrício. Cquote2.svg

— do livro Excursão Eleitoral ao Estado de São Paulo16


Século XX — Desenvolvimento estrutural e populacional

Na década de 1910, surge a primeira ponte sobre o rio Paraíba, uma ponte metálica de 80 metros de comprimento, ligando o centro da cidade e o Bairro de Santana à zona norte do município e a Minas Gerais. Esta ponte foi elogiada como moderna, em 1917, no "Primeiro Congresso Paulista de Estradas de Rodagem", que teve suas atas publicadas em livro homônimo.16 A inauguração da primeira rodovia que atravessava o Vale do Paraíba deu novo impulso à região. A Estrada São Paulo-Rio, que ligou São Paulo a Bananal, em 1924, construída pelo presidente do estado de São Paulo Dr. Washington Luís, que, em 1928, já como presidente da república, concluiu a rodovia até a cidade do Rio de Janeiro. Essa estrada ainda existe, no trecho paulista, com diversas denominações como SP-62, SP-64, SP-66 e SP-68 e é conhecida como "Estrada Velha".16 Na sua mensagem ao Congresso do Estado de São Paulo, em 1922, o Dr. Washington Luís mostra como melhorou os transportes no Vale do Paraíba devido à sua prioridade "Governar é Abrir Estradas". As primeiras obras rodoviárias de seu governo, (1920-1924), foram no Vale do Paraíba:17

Já começou também a estabelecer ligações terrestres do litoral norte com o Vale do Paraíba. Já fez o caminho, por cavaleiros, tropas e pedestres entre Ubatuba e São Luís do Paraitinga, de onde se vai a Taubaté, por automóveis em duas horas, sendo que na subida da serra, em 9 quilômetros, encontrou-o todo revestido de lageões, serviço de há mais de 50 anos cuja restauração foi fácil. Fez também a ligação de caminho idêntico entre São Sebastião e Caraguatatuba e vai atacar, nas mesmas condições, o que desta cidade vai a Paraibuna, cidade que já se comunica por automóveis em duas horas com São José dos Campos e Jacareí!

— Washington Luís


Na década de 1920, surgem as primeiras unidades industriais: os Laticínios Vigor, a Fábrica de Louças Santo Eugênio, a Cerâmica Paulo Becker, a Tecelagem Parahyba e a Cerâmica Weiss. A procura do município de São José dos Campos para o tratamento de tuberculose pulmonar, teria se tornado perceptível no início deste século, devido às condições climáticas supostamente favoráveis.

Entretanto, somente em 1935, quando o município foi transformado em Estância Climática e depois Estância Hidromineral, que São José passou a receber recursos oficiais que puderam ser aplicados na área sanatorial, por outro lado, São José passou a ter prefeitos nomeados, chamados de "prefeitos sanitaristas". Através de lei estadual de 1977, São José pode voltar a eleger seus prefeitos, sendo que a primeira eleição para prefeito, se deu, então, em 15 de novembro de 1978.17

Foram sete os principais sanatórios: O Vicentina Aranha, pertencente à Santa Casa de São Paulo, inaugurado em 1924, pelo presidente de São Paulo Dr. Washington Luís 18 , o Vila Samaritana, pertencente à comunidade evangélica, o Ezra, pertencente à comunidade judaica, o Maria Imaculada e o Sanatório Antoninho da Rocha Marmo, pertencentes à Igreja Católica, o Ruy Dória, criado e pertencente ao médico Dr. Ruy Rodrigues Dória, e o Sanatório Ademar de Barros, criado pelo governador Dr. Adhemar Pereira de Barros e dirigido e mantido pela "Liga de Assistência Social". Existiu também na Rua Paraibuna, o Sanatório São José, do doutor Jorge Zarur. Os sanatórios foram assim, esforço coletivo de todas as comunhões religiosas, de particulares e estadistas idealistas. Além do Dr. Ruy Dória, se destacaram como médicos sanitaristas: Jorge Zarur, Orlando Campos, João Batista de Souza Soares, Ivan de Souza Lopes, Décio Lemes Campos, Amaury Louzada Velozo e Nelson Silveira D´Avila.17 Muitos doentes que não conseguiam vagas nos sanatórios, ficavam nas pensões, principalmente aquelas da Rua Vilaça

segunda-feira, março 24, 2014

HISTÓRIA DO BRASIL - ERA JK

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CARIOCÃO

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ULTIMA JORNADA DA FASE
DE GRUPO, E ENCONTRA-
DOS OS 4 SEMI FINALIS-
TAS



Botafogo 1-1 Nova Iguaçu
Madureira 0-1 Resende
Flamengo 5-3 Cabofriense
Vasco 4-0 Duque de Caxias
Fluminense 3-1 Volta Redonda
Friburguense 2-1 Bonsucesso
Audax Rio 0-1 Macaé
Boavista-RJ 1-0 Bangu


classificação
1 Flamengo 38 15 12 2 1 36 16
2 Fluminense 31 15 9 4 2 31 16
3 Vasco 29 15 8 5 2 31 11
4 Cabofriense 25 15 7 4 4 21 20

5 Boavista-RJ 25 15 7 4 4 20 21 -
6 Friburguense 22 15 6 4 5 18 24
7 Subiu 3 posições Macaé 19 15 5 4 6 22 20
8 Desceu 1 posições Nova Iguaçu 19 15 4 7 4 20 19
9 Subiu 2 posições Botafogo 17 15 4 5 6 16 17
10 Desceu 1 posições Bangu 17 15 4 5 6 15 19
11 Desceu 3 posições Volta Redonda 17 15 4 5 6 15 19
12 Madureira 15 15 4 3 8 19 24
13 Bonsucesso 15 15 3 6 6 15 18
14 Resende 15 15 3 6 6 20 24
15 Audax Rio 11 15 2 5 8 13 27
16 Duque de Caxias 9 15 2 3 10 14 31

quarta-feira, março 19, 2014

14ª.rodada do CARIOCÃO

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3 GRANDES DO RIO EMPATARAM E
O BOTAFOGO FOI DERROTADO
O FLAMENGO MANTEVE A LIDERAN-
ÇA

15/03/2014 16:00 (Saba) Boavista 2 x 1 Botafogo-RJ Moacyrzão
15/03/2014 16:00 (Saba) Madureira 1 x 2 Bonsucesso Conselheiro Galvão
15/03/2014 16:00 (Saba) Friburguense 1 x 0 Resende Eduardo Guinle
15/03/2014 18:30 (Saba) Volta Redonda 3 x 1 Nova Iguaçu Cidadania
16/03/2014 16:00 (Dom) Audax Rio 2 x 0 Cabofriense Moça Bonita
16/03/2014 16:00 (Dom) Macaé 4 x 1 Duque de Caxias Moacyrzão
16/03/2014 16:00 (Dom) Flamengo 2 x 2 Bangu Cidadania
16/03/2014 18:30 (Dom) Fluminense 1 x 1 Vasco Maracanã



CLASSIFICAÇÃO GERAL


1° Flamengo 35 14 11 2 1 31 13 18
2° Fluminense 28 14 8 4 2 28 15 13
3° Vasco 26 14 7 5 2 27 11 16
4° Cabofriense 25 14 7 4 3 18 15 3
5° Boavista 22 14 6 4 4 19 21 -2
6° Friburguense 19 14 5 4 5 16 23 -7
7° Nova Iguaçu 18 14 4 6 4 19 18 1
8° Volta Redonda 17 14 4 5 5 14 16 -2
9° Bangu 17 14 4 5 5 15 18 -3
10° Macaé 16 14 4 4 6 21 20 1
11° Botafogo-RJ 16 14 4 4 6 15 16 -1
12° Madureira 15 14 4 3 7 19 23 -4
13° Bonsucesso 15 14 3 6 5 14 16 -2
14° Resende 12 14 2 6 6 19 24 -5
15° Audax Rio 11 14 2 5 7 13 26 -13
16° Duque de Caxias 9 14 2 3 9 14 27 -13