..
Desta vez directamente do Rio
.
A cidade continua linda e prazeirosa. Que bom foi desfrutar na manhã de ontem (domingo) duma bela caminhada no Calçadão, que aos domingos fica para a peonada, tomar um suco de mamão, comer uma coxinha e sentir o cheiro bem caracteristico da orla maritima.
A decisão da Prefeitura da cidade , de devolver os 4 km da orla aos cariocas é muito bem aproveitada por estes, que desde cedo calcorrearam a calçada portuguesa, desde o Forte de Copacabana até à Praia do Leme, fazendo Cooper, passeando; vendendo tudo o que se possa imaginar, numa procura incessante da óptima forma física (mania nacional) e, ou, acrescentando alguns trocados aos magrìssimos salários dos que tem a ventura de o terem.
O custo de vida, em geal, encareceu em relação ao ano passado (ainda que continue barata para nós). Para o pessoal da terra está peor, e engrossa o número dos que dormem na rua.
O Real está a valer pouco mais de 70 escudos portugueses (2,79 euros) e os Apartamentos da Av;Atlântica, custam agora 99 reais . O "frescão" cobra 5 reais do Aeroporto à cidade, se fôr de taxi são 30, ainda que sujeitos a barganha...A goiabada está 0.19 o kilo, a cangica 2.19 500 gramas, o suco a 3 reais e o mais depois direi.
A cidade ontem vibrou com a vitória da selecção de volley na Liga Mundial, vencendo a Servia na final. Assisti na esplanada, e o empregado sabendo que eu era português, lembrou a derrota da canarinha contra Portugal em Almada 3-0 e dise :
-É cara, vocês lá em Portugal jogaram para caramba...
Uma diferença que noto em relação ao ano passado , é que há agora muito comercio aberto ao Domingo, além de que os ambulantes (camelôs) proliferam por tudo que é sítio.
Assisti ao vivo , no Estádio de São Januário, à derrota do meu Vasco, por 2-4 frente Inter de Porto Alegre. Foi uma tristeza de equipe. Jogou o Dominguez (ex-Benfica e Sporting), acho que benzinho, e o Tinga (ex-Sporting muito bem.
Vou voltar para o Calçadão. Até
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
sábado, julho 16, 2005
Previsão final do Brasileirâo - 2005
.
PESQUISA REALIZADA PELO
RECÉM LICENCIADO JORNA-
LISTA AFONSO HENRIQUE
ALFAYA, PREVENDO O
RESULTADO FINAL DO
BRASILEIRÃO
.

.
Classificação final, após 46 rodadas( previsâo)
1- Internacional (RS) - 81
2- Ponte Preta (SP) - 76
3- Góias ( Go) - 74
4- Santos (SP) - 74
5- Cruzeiro (MG) - 71
6- Palmeiras (SP) - 62
7- Paraná (PR) - 60
8- Fluminense (RJ) - 59
9- Atlético - (MG) - 58
10- Juventude (RS) - 57
11- Coritiba (PR) - 57
12- Corinthians (SP) - 54
13- Sâo Paulo (SP) - 54
14- Atlético (PR) - 54
15- Botafogo (RJ) - 52
16- Sâo Caetano (SP) - 51
17- Fortaleza (CE) - 49
18- Brasiliense (DF) - 49
Zona de Rebaixamento
19- Figueirense (SC) - 49
20- Paysundu (PA) - 47
21- Flamengo (RJ) - 45
22- Vasco (RJ) - 39
PESQUISA REALIZADA PELO
RECÉM LICENCIADO JORNA-
LISTA AFONSO HENRIQUE
ALFAYA, PREVENDO O
RESULTADO FINAL DO
BRASILEIRÃO
.
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Classificação final, após 46 rodadas( previsâo)
1- Internacional (RS) - 81
2- Ponte Preta (SP) - 76
3- Góias ( Go) - 74
4- Santos (SP) - 74
5- Cruzeiro (MG) - 71
6- Palmeiras (SP) - 62
7- Paraná (PR) - 60
8- Fluminense (RJ) - 59
9- Atlético - (MG) - 58
10- Juventude (RS) - 57
11- Coritiba (PR) - 57
12- Corinthians (SP) - 54
13- Sâo Paulo (SP) - 54
14- Atlético (PR) - 54
15- Botafogo (RJ) - 52
16- Sâo Caetano (SP) - 51
17- Fortaleza (CE) - 49
18- Brasiliense (DF) - 49
Zona de Rebaixamento
19- Figueirense (SC) - 49
20- Paysundu (PA) - 47
21- Flamengo (RJ) - 45
22- Vasco (RJ) - 39
quarta-feira, julho 13, 2005
ROMÁRIO,"TÉCNICO E DONO" DO VASCO
.

Surgiram hoje na imprensa desportiva noticias de que ROMÁRIO, que se tem negado a jogar,apareceu hoje no treino como novo comandante do time, proferindo a preleção e relegando o técnico Dário Lourenço para mero coadjuvante e apitador do treino.
A partir de agora ROMÄRIO não oficialmente comandará a nau vascaína, que a cada dia vem se afundando.
Surgiram hoje na imprensa desportiva noticias de que ROMÁRIO, que se tem negado a jogar,apareceu hoje no treino como novo comandante do time, proferindo a preleção e relegando o técnico Dário Lourenço para mero coadjuvante e apitador do treino.
A partir de agora ROMÄRIO não oficialmente comandará a nau vascaína, que a cada dia vem se afundando.
Brasileirão - 11.rodada
.
.
A TRANCA ACOMPANHOU O BRASILEIRÃO
DESTA VEZ NO LOCAL:
.

.
O VASCO SE ATOLA . 11ª rodada
Vasco 2 X 4 Internacional
Atlético-PR 1 X 0 Coritiba
Cruzeiro 2 X 1 Atlético-MG
Corinthians 3 X 1 Palmeiras
Goiás 3 X 4 Santos
Botafogo-RJ 1 x 2 Fluminense
São Paulo, 2 Flamengo,0
1º Ponte Preta 23
2º Fluminense 23
3º Internacional 22
4º Santos 21
5º Corinthians 19
6º Juventude 19
7º Botafogo 18
8º Paraná 18
9º Goiás 17
10º São Caetano 17
11º Cruzeiro 17
12º Coritiba 16
13º São Paulo 15
14º Fortaleza 15
15º Palmeiras 13
16º Brasiliense 12
17º Paysandu 11
18º Figueirense 10
19º Flamengo 9
20º Vasco 9
21º Atlético-MG 8
22º Atlético-PR 6
.
A TRANCA ACOMPANHOU O BRASILEIRÃO
DESTA VEZ NO LOCAL:
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O VASCO SE ATOLA . 11ª rodada
Vasco 2 X 4 Internacional
Atlético-PR 1 X 0 Coritiba
Cruzeiro 2 X 1 Atlético-MG
Corinthians 3 X 1 Palmeiras
Goiás 3 X 4 Santos
Botafogo-RJ 1 x 2 Fluminense
São Paulo, 2 Flamengo,0
1º Ponte Preta 23
2º Fluminense 23
3º Internacional 22
4º Santos 21
5º Corinthians 19
6º Juventude 19
7º Botafogo 18
8º Paraná 18
9º Goiás 17
10º São Caetano 17
11º Cruzeiro 17
12º Coritiba 16
13º São Paulo 15
14º Fortaleza 15
15º Palmeiras 13
16º Brasiliense 12
17º Paysandu 11
18º Figueirense 10
19º Flamengo 9
20º Vasco 9
21º Atlético-MG 8
22º Atlético-PR 6
terça-feira, julho 05, 2005
preliminares
..
Um homem foi ao consultório do médico buscar os resultados dos exames da mulher.
Quando diz o nome dela, diz-lhe a recepcionista:
- Sinto muito Sr. Silva, mas cometemos um lamentável erro e por isso temos um grave problema. Quando remetemos as amostras da sua esposa para o laboratório de análises, foram enviadas junto com as amostras de outra Sra. Silva, de tal forma que agora não estamos certos de quais são os resultados da sua mulher. Estamos muito constrangidos....
- Mas..., o que é que a Sra. está a tentar dizer-me?
- Uma Sra. Silva deu positivo no teste de Alzheimer e a outra Sra. Silva deu positivo no teste de SIDA, mas não sabemos qual delas é o da sua esposa.
- Mas isso é terrível! E agora, o que devo fazer?
- Abandone a sua mulher no meio da cidade, se ela conseguir chegar a casa... Não faça sexo com ela!
Um homem foi ao consultório do médico buscar os resultados dos exames da mulher.
Quando diz o nome dela, diz-lhe a recepcionista:
- Sinto muito Sr. Silva, mas cometemos um lamentável erro e por isso temos um grave problema. Quando remetemos as amostras da sua esposa para o laboratório de análises, foram enviadas junto com as amostras de outra Sra. Silva, de tal forma que agora não estamos certos de quais são os resultados da sua mulher. Estamos muito constrangidos....
- Mas..., o que é que a Sra. está a tentar dizer-me?
- Uma Sra. Silva deu positivo no teste de Alzheimer e a outra Sra. Silva deu positivo no teste de SIDA, mas não sabemos qual delas é o da sua esposa.
- Mas isso é terrível! E agora, o que devo fazer?
- Abandone a sua mulher no meio da cidade, se ela conseguir chegar a casa... Não faça sexo com ela!
poeminha
..

.
Vou lhes contá como é triste,
vê a velhice chegá,
vê os cabelo caíno,
vê as vista encurtá.
Vê as perna trambicano,
com priguiça de andá.
Vê "aquilo" esmoreceno,
sem força prá levantá
As carnes vão se sumino,
vai parecêno as vêia.
As vista diminuíno
e crescendo a sombrancêia.
As oiça vão encurtano,
vão aumentano as orêia.
Os ovos dipindurano
e diminuíno a pêia.
A velhice é uma doença
que dá em todo cristão:
dói os braço, dói as pernas,
dói os dedo, dói a mão.
Dói o figo e a barriga,
dói o rim, dói o pulmão.
Dói o fim do espinhaço,
dói a corda do cunhão.
Quando a gente fica véio,
tudo no mundo acontece:
vai passano pelas rua
e as menina se oferece.
A gente óia aquilo tudo,
benza Deus e agradece,
correno ligeiro prá casa,
procurano o INSS.
No tempo que eu era moço,
todo o sol prá mim brilhava
Eu tinha mil namorada,
tudo de bom me sobrava.
As menina mais bonita,
da cidade eu bolinava.
Eu fazia todo dia,
chega o bichim desbotava.
Mas tudo isso passô,
faz tempo ficô prá trás
as coisa que eu fazia,
hoje me sinto incapaz.
O tempo me roubô tudo,
de uma maneira sagaz
Prá falá mesmo a verdade,
nem trepá eu trepo mais.
Quando se chega aos setenta,
tudo no mundo embaraça.
Pega a mulhé, vai pra cama,
apalpa, beija e abraça,
porém só faz duas coisa:
solta peido e acha graça ...
.
Vou lhes contá como é triste,
vê a velhice chegá,
vê os cabelo caíno,
vê as vista encurtá.
Vê as perna trambicano,
com priguiça de andá.
Vê "aquilo" esmoreceno,
sem força prá levantá
As carnes vão se sumino,
vai parecêno as vêia.
As vista diminuíno
e crescendo a sombrancêia.
As oiça vão encurtano,
vão aumentano as orêia.
Os ovos dipindurano
e diminuíno a pêia.
A velhice é uma doença
que dá em todo cristão:
dói os braço, dói as pernas,
dói os dedo, dói a mão.
Dói o figo e a barriga,
dói o rim, dói o pulmão.
Dói o fim do espinhaço,
dói a corda do cunhão.
Quando a gente fica véio,
tudo no mundo acontece:
vai passano pelas rua
e as menina se oferece.
A gente óia aquilo tudo,
benza Deus e agradece,
correno ligeiro prá casa,
procurano o INSS.
No tempo que eu era moço,
todo o sol prá mim brilhava
Eu tinha mil namorada,
tudo de bom me sobrava.
As menina mais bonita,
da cidade eu bolinava.
Eu fazia todo dia,
chega o bichim desbotava.
Mas tudo isso passô,
faz tempo ficô prá trás
as coisa que eu fazia,
hoje me sinto incapaz.
O tempo me roubô tudo,
de uma maneira sagaz
Prá falá mesmo a verdade,
nem trepá eu trepo mais.
Quando se chega aos setenta,
tudo no mundo embaraça.
Pega a mulhé, vai pra cama,
apalpa, beija e abraça,
porém só faz duas coisa:
solta peido e acha graça ...
segunda-feira, julho 04, 2005
brasileirão - 10ª.rodada
..
..
VASCO E FLAMENGO ANTIGAMENTE
GRANDES CAMPEÕES E A PAR DOS
CLUBES DE SÃO PAULO, VÁRIAS
VEZS VENCEDORES DOS DIVERSOS
CAMPEONATOS ESTÃO NA ZONA DE
DESPROMOÇÃO..

Ponte Preta lidera. Palmeiras é único paulista a vencer no domingo.
Não poderia ter sido melhor o sábado para a Ponte Preta. A rodada começou com uma surpreendente derrota do Fluminense - que dividia a ponta da tabela até esta jornada - e a Macaca fez sua parte para assumir a liderança isolada do Campeonato Brasileiro. A equipe recebeu o São Paulo no estádio Moisés Lucarelli, venceu por 1 a 0 e assegurou o primeiro posto até a 11ª rodada.
Preocupado com a decisão da Copa Libertadores, contra o Atlético Paranaense, o Tricolor não levou sua formação titular a Campinas, mas ofereceu resistência .O triunfo da Ponte teve ainda doses de dramaticidade, pois o São Paulo teve pênalti para bater aos 36 da etapa final. Como o dia definitivamente não era de Rogério, o goleiro desperdiçou a cobrança e a chance de dar um ponto ao clube do Morumbi. Lauro pulou no canto esquerdo, espalmou e deixou o gramado como herói da importante vitória da Ponte Preta.
Antes da partida de Campinas, às 16 horas, o Fluminense entrou em campo, em Volta Redonda, com o mesmo objetivo da Ponte: vencer o Paraná Clube e alcançar a liderança isolada do Brasileiro. A equipe comandada por Abel Braga, no entanto, falhou, perdeu por 1 a 0 e deve cair na classificação com o complemento da rodada.
Apostando em uma formação ofensiva, o Fluminense tomou a iniciativa ao longo de toda a partida, criou várias oportunidades para marcar, mas esbarrou na má pontaria de seus atacantes. O Paraná sempre assustava nos contra-ataques e chegou à vitória em uma cabeçada de Renaldo, aos 16 minutos do segundo tempo. Com a derrota, o Tricolor carioca parou nos 20 pontos e pode terminar a rodada em quarto lugar.
O Cruzeiro de ARGEL, empatou com o
o Corinthians foi a Fortaleza e, de virada, tomou 2 a 1 do Fortaleza.
O único grande de São Paulo a vencer na rodada deste fim de semana foi o Palmeiras. No Parque Antártica, no sufoco, o Verdão conseguiu virar o placar e golear o Botafogo por 4 a 1 no jogo que marcou a estréia do técnico Paulo Bonamigo no comando do time carioca.
Quando o zagueiro Emerson, do alvinegro do Rio, abriu o placar, de cabeça, no primeiro tempo, a impressão era de que a equipe dirigida por Paulo Bonamigo seria mais um dos grandes paulistas a fracassar na rodada. Mas um golaço de falta de Pedrinho e três de Marcinho (dois de pênalti), todos no segundo tempo, livraram o Verdão daquela que seria a segunda derrota seguida do Alviverde no Brasileirão. No final, Almir, do Botafogo, ainda chutou um pênalti na trave.
Além de "livrar a honra" dos grandes times do futebol paulista, a goleada do Palmeiras deu novo fôlego a Bonamigo. O treinador, que havia admitido deixar o clube se o Verdão não vencesse neste domingo, ganha uma sobrevida no cargo, mesmo com o nome de Emerson Leão sendo muito comentado nos bastidores. A equipe do Parque Antártica chegou aos 13 pontos na classificação, enquanto o Fogão se manteve com 18.
Outro grande clube paulista que deixou a desejar na rodada deste fim de semana foi o atual campeão brasileiro, o Santos. Atuando em casa, ainda sem sua principal estrela, Robinho, o Santos não conseguiu furar o bloqueio do Juventude e ficou no 0 a 0. O resultado levou a equipe comandada pelo técnico Gallo aos 18 pontos na classificação.
O destaque da rodada deste domingo ficou por conta do Internacional. que não deu chances ao São Caetano no Beira-Rio e venceu por 2 a 1, golos de Iarley e Tinga, para o Inter, e Dimba, para o Azulão. É a segunda vitória seguida da equipe de Porto Alegre - havia vencido o São Paulo por 3 a 1 no último fim de semana -, o que leva o Inter aos 19 pontos e à quarta colocação.

ARGEL (ex-BENFICA) AGORA NO CRUZEIRO, EM ACÇÃO CONTRA O FIGUEIRENSE
10ª rodada
sábado, 2 de julho de 2005
Coritiba/PR 3 x 1 Paysandu/PA
Fluminense/RJ 0 x 1 Paraná/PR
Ponte Preta/SP 1 x 0 São Paulo/SP
Vasco/RJ 1 x 2 Goiás/GO São Januário
domingo, 3 de julho de 2005
Figueirense/SC 0 x 0 Cruzeiro/MG
Fortaleza/CE 2 x 1 Corinthians/SP
Brasiliense/DF 2 x 1 Atlético/PR
Atlético/MG 3 x 1 Flamengo/RJ
Inter/RS 2 x 1 São Caetano/SP
Santos/SP 0 x 0 Juventude/RS
Palmeiras/SP 4 * Botafogo , 1 .
.
. CLASSIFICAÇÃO .
. 1 Ponte Preta/SP 23
2 Fluminense/RJ 20
3 Internacional/RS 19
4 Botafogo/RJ 18
5 Santos/SP 18
6 Goiás/GO 17
7 Coritiba/PR 16
8 Corinthians/SP 16
9 Juventude/RS 16
10 Paraná/PR 15
11 São Caetano/SP 14
12 Cruzeiro/MG 14
13 Palmeiras/SP 13
14 Brasiliense/DF 12
15 São Paulo/SP 12
16 Fortaleza/CE 12
17 Paysandu/PA 11
18 Figueirense/SC 10
19 Flamengo/RJ 9
20 Vasco/RJ 9
21 Atlético/MG 8
22 Atlético/PR 3
.
CLASSIFICAÇÃO
Artilheiros
8 Marcinho (Palmeiras/1 gol pelo São Caetano)
7 Róbson (Paysandu)
6 Kahê (Ponte Preta)
Roger (São Paulo/5 gols pela Ponte Preta))
Alex Dias (Vasco)
5 Alex Alves (Botafogo)
Fred (Cruzeiro)
Borges (Paraná)
Deivid (Santos)
4 Euller (Atlético/MG)
Tiago (Coritiba)
Obina (Flamengo)
Gabriel e Tuta (Fluminense)
Rodrigo Tabata (Goiás)
Zé Carlos (Juventude)
Dimba (São Caetano)
Romário (Vasco)
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VASCO E FLAMENGO ANTIGAMENTE
GRANDES CAMPEÕES E A PAR DOS
CLUBES DE SÃO PAULO, VÁRIAS
VEZS VENCEDORES DOS DIVERSOS
CAMPEONATOS ESTÃO NA ZONA DE
DESPROMOÇÃO..
Ponte Preta lidera. Palmeiras é único paulista a vencer no domingo.
Não poderia ter sido melhor o sábado para a Ponte Preta. A rodada começou com uma surpreendente derrota do Fluminense - que dividia a ponta da tabela até esta jornada - e a Macaca fez sua parte para assumir a liderança isolada do Campeonato Brasileiro. A equipe recebeu o São Paulo no estádio Moisés Lucarelli, venceu por 1 a 0 e assegurou o primeiro posto até a 11ª rodada.
Preocupado com a decisão da Copa Libertadores, contra o Atlético Paranaense, o Tricolor não levou sua formação titular a Campinas, mas ofereceu resistência .O triunfo da Ponte teve ainda doses de dramaticidade, pois o São Paulo teve pênalti para bater aos 36 da etapa final. Como o dia definitivamente não era de Rogério, o goleiro desperdiçou a cobrança e a chance de dar um ponto ao clube do Morumbi. Lauro pulou no canto esquerdo, espalmou e deixou o gramado como herói da importante vitória da Ponte Preta.
Antes da partida de Campinas, às 16 horas, o Fluminense entrou em campo, em Volta Redonda, com o mesmo objetivo da Ponte: vencer o Paraná Clube e alcançar a liderança isolada do Brasileiro. A equipe comandada por Abel Braga, no entanto, falhou, perdeu por 1 a 0 e deve cair na classificação com o complemento da rodada.
Apostando em uma formação ofensiva, o Fluminense tomou a iniciativa ao longo de toda a partida, criou várias oportunidades para marcar, mas esbarrou na má pontaria de seus atacantes. O Paraná sempre assustava nos contra-ataques e chegou à vitória em uma cabeçada de Renaldo, aos 16 minutos do segundo tempo. Com a derrota, o Tricolor carioca parou nos 20 pontos e pode terminar a rodada em quarto lugar.
O Cruzeiro de ARGEL, empatou com o
o Corinthians foi a Fortaleza e, de virada, tomou 2 a 1 do Fortaleza.
O único grande de São Paulo a vencer na rodada deste fim de semana foi o Palmeiras. No Parque Antártica, no sufoco, o Verdão conseguiu virar o placar e golear o Botafogo por 4 a 1 no jogo que marcou a estréia do técnico Paulo Bonamigo no comando do time carioca.
Quando o zagueiro Emerson, do alvinegro do Rio, abriu o placar, de cabeça, no primeiro tempo, a impressão era de que a equipe dirigida por Paulo Bonamigo seria mais um dos grandes paulistas a fracassar na rodada. Mas um golaço de falta de Pedrinho e três de Marcinho (dois de pênalti), todos no segundo tempo, livraram o Verdão daquela que seria a segunda derrota seguida do Alviverde no Brasileirão. No final, Almir, do Botafogo, ainda chutou um pênalti na trave.
Além de "livrar a honra" dos grandes times do futebol paulista, a goleada do Palmeiras deu novo fôlego a Bonamigo. O treinador, que havia admitido deixar o clube se o Verdão não vencesse neste domingo, ganha uma sobrevida no cargo, mesmo com o nome de Emerson Leão sendo muito comentado nos bastidores. A equipe do Parque Antártica chegou aos 13 pontos na classificação, enquanto o Fogão se manteve com 18.
Outro grande clube paulista que deixou a desejar na rodada deste fim de semana foi o atual campeão brasileiro, o Santos. Atuando em casa, ainda sem sua principal estrela, Robinho, o Santos não conseguiu furar o bloqueio do Juventude e ficou no 0 a 0. O resultado levou a equipe comandada pelo técnico Gallo aos 18 pontos na classificação.
O destaque da rodada deste domingo ficou por conta do Internacional. que não deu chances ao São Caetano no Beira-Rio e venceu por 2 a 1, golos de Iarley e Tinga, para o Inter, e Dimba, para o Azulão. É a segunda vitória seguida da equipe de Porto Alegre - havia vencido o São Paulo por 3 a 1 no último fim de semana -, o que leva o Inter aos 19 pontos e à quarta colocação.
ARGEL (ex-BENFICA) AGORA NO CRUZEIRO, EM ACÇÃO CONTRA O FIGUEIRENSE
10ª rodada
sábado, 2 de julho de 2005
Coritiba/PR 3 x 1 Paysandu/PA
Fluminense/RJ 0 x 1 Paraná/PR
Ponte Preta/SP 1 x 0 São Paulo/SP
Vasco/RJ 1 x 2 Goiás/GO São Januário
domingo, 3 de julho de 2005
Figueirense/SC 0 x 0 Cruzeiro/MG
Fortaleza/CE 2 x 1 Corinthians/SP
Brasiliense/DF 2 x 1 Atlético/PR
Atlético/MG 3 x 1 Flamengo/RJ
Inter/RS 2 x 1 São Caetano/SP
Santos/SP 0 x 0 Juventude/RS
Palmeiras/SP 4 * Botafogo , 1 .
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. CLASSIFICAÇÃO .
. 1 Ponte Preta/SP 23
2 Fluminense/RJ 20
3 Internacional/RS 19
4 Botafogo/RJ 18
5 Santos/SP 18
6 Goiás/GO 17
7 Coritiba/PR 16
8 Corinthians/SP 16
9 Juventude/RS 16
10 Paraná/PR 15
11 São Caetano/SP 14
12 Cruzeiro/MG 14
13 Palmeiras/SP 13
14 Brasiliense/DF 12
15 São Paulo/SP 12
16 Fortaleza/CE 12
17 Paysandu/PA 11
18 Figueirense/SC 10
19 Flamengo/RJ 9
20 Vasco/RJ 9
21 Atlético/MG 8
22 Atlético/PR 3
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CLASSIFICAÇÃO
Artilheiros
8 Marcinho (Palmeiras/1 gol pelo São Caetano)
7 Róbson (Paysandu)
6 Kahê (Ponte Preta)
Roger (São Paulo/5 gols pela Ponte Preta))
Alex Dias (Vasco)
5 Alex Alves (Botafogo)
Fred (Cruzeiro)
Borges (Paraná)
Deivid (Santos)
4 Euller (Atlético/MG)
Tiago (Coritiba)
Obina (Flamengo)
Gabriel e Tuta (Fluminense)
Rodrigo Tabata (Goiás)
Zé Carlos (Juventude)
Dimba (São Caetano)
Romário (Vasco)
sexta-feira, julho 01, 2005
Nos Sub-20 é que o BRASIL perdeu nas meias finais
..
Sub-20 do Brasil é eliminado pela Argentina nos acréscimos
28 de Junho de 2005 - 15:35:00
Brasil 100% Marketing Brasil 100% Brasil Marketing Marketing Esportivo Roque Junior Roque Junior Roque Junior
Um gol sofrido nos acréscimos do segundo tempo, nesta terça-feira, na semifinal contra a Argentina, tirou o Brasil da decisão do Mundial sub-20. Com o resultado de 2-1, os rivais sul-americanos farão a final do torneio no próximo sábado, contra o vencedor da outra semifinal, entre Nigéria e Marrocos. O Brasil tomou as rédeas do jogo após o apito do árbitro, mas foi a Argentina que saiu na frente, logo aos sete minutos. O habilidoso atacante Messi acertou um chute de longa distância no ângulo do goleiro Renan. Assim como fizeram contra a Espanha, os argentinos passaram a jogar nos erros do adversário, cedendo espaço e marcando a saída de bola brasileira. E a estratégia deu resultado. Aos 21 minutos, em um rápido contra-ataque, a Argentina voltou a marcar. No entanto, o gol foi corretamente anulado pelo árbitro, que assinalou impedimento. O Brasil continuou insistindo até o final do primeiro tempo, mas a marcação rival interceptava passes e dificultava as ações dos atacantes Bobô e Rafael Sóbis. No segundo tempo, a Argentina se propôs a esfriar a partida e recuou. O jogo perdeu intensidade e os brasileiros facilitaram o trabalho do adversário prendendo a bola no meio-campo. Esse ritmo foi mantido até os 15 minutos finais. Com os espectadores quase adormecidos, um cruzamento na área argentina encontrou Renato, que de cabeça empatou o jogo. O goleiro Messi, que demonstrava segurança até então, desapareceu, junto com sua equipe, que passou a transmitir apatia.Mas o Brasil não soube aproveitar o momento e esperou o término do jogo, esperando pela prorrogação. Aí, veio o castigo. Nos acréscimos, a Argentina voltou a ficar na frente do placar, com Pablo Zabaleta. FICHA TÉCNICA 1 - Brasil: Renan, Rafinha, Edcarlos, Leonardo, Fábio Santos, Roberto (Thiago Quirino, m.56), Renato, Arouca, Evandro, Rafael Sóbis e Bobô (Fellype Gabriel, m.66). 2 - Argentina: Oscar Ustari, Julio Barroso, Gustavo Cabral, Gabriel Paletta, Lautaro Fórmica, Pablo Zabaleta, Juan Manuel Torres, Fernando Gago (Lucas Biglia, m.93), Neri Cardozo, Lionel Messi e Gustavo Oberman (Sergio Agüero, m.80). Gols: 0-1, m.7: Messi. 1-1, m.75: Renato. 1-2, m.92: Zabaleta. Árbitro: Massimo Busacca (SUI). Cartões amarelos: Roberto e Rafael Sóbis (Brasil); Oberman, Zabaleta, Cardozo e Cabral (Argentina).
Sub-20 do Brasil é eliminado pela Argentina nos acréscimos
28 de Junho de 2005 - 15:35:00
Brasil 100% Marketing Brasil 100% Brasil Marketing Marketing Esportivo Roque Junior Roque Junior Roque Junior
Um gol sofrido nos acréscimos do segundo tempo, nesta terça-feira, na semifinal contra a Argentina, tirou o Brasil da decisão do Mundial sub-20. Com o resultado de 2-1, os rivais sul-americanos farão a final do torneio no próximo sábado, contra o vencedor da outra semifinal, entre Nigéria e Marrocos. O Brasil tomou as rédeas do jogo após o apito do árbitro, mas foi a Argentina que saiu na frente, logo aos sete minutos. O habilidoso atacante Messi acertou um chute de longa distância no ângulo do goleiro Renan. Assim como fizeram contra a Espanha, os argentinos passaram a jogar nos erros do adversário, cedendo espaço e marcando a saída de bola brasileira. E a estratégia deu resultado. Aos 21 minutos, em um rápido contra-ataque, a Argentina voltou a marcar. No entanto, o gol foi corretamente anulado pelo árbitro, que assinalou impedimento. O Brasil continuou insistindo até o final do primeiro tempo, mas a marcação rival interceptava passes e dificultava as ações dos atacantes Bobô e Rafael Sóbis. No segundo tempo, a Argentina se propôs a esfriar a partida e recuou. O jogo perdeu intensidade e os brasileiros facilitaram o trabalho do adversário prendendo a bola no meio-campo. Esse ritmo foi mantido até os 15 minutos finais. Com os espectadores quase adormecidos, um cruzamento na área argentina encontrou Renato, que de cabeça empatou o jogo. O goleiro Messi, que demonstrava segurança até então, desapareceu, junto com sua equipe, que passou a transmitir apatia.Mas o Brasil não soube aproveitar o momento e esperou o término do jogo, esperando pela prorrogação. Aí, veio o castigo. Nos acréscimos, a Argentina voltou a ficar na frente do placar, com Pablo Zabaleta. FICHA TÉCNICA 1 - Brasil: Renan, Rafinha, Edcarlos, Leonardo, Fábio Santos, Roberto (Thiago Quirino, m.56), Renato, Arouca, Evandro, Rafael Sóbis e Bobô (Fellype Gabriel, m.66). 2 - Argentina: Oscar Ustari, Julio Barroso, Gustavo Cabral, Gabriel Paletta, Lautaro Fórmica, Pablo Zabaleta, Juan Manuel Torres, Fernando Gago (Lucas Biglia, m.93), Neri Cardozo, Lionel Messi e Gustavo Oberman (Sergio Agüero, m.80). Gols: 0-1, m.7: Messi. 1-1, m.75: Renato. 1-2, m.92: Zabaleta. Árbitro: Massimo Busacca (SUI). Cartões amarelos: Roberto e Rafael Sóbis (Brasil); Oberman, Zabaleta, Cardozo e Cabral (Argentina).
PRELIMINARES
..
Um milionário, de passagem por S.Paulo, entra no luxuosíssimo
restaurante e senta no piano bar. Chama o Chef , pede uma dose de
whisky Royal Salut e a reserva de uma mesa para jantar.
Após a quarta dose, indica ao Chef que irá para a mesa, sendo atendido prontamente.
Sentado, consultando o Menu sem preços, se surpreende quando o Chef , em pé ao seu lado diz:
- Doutor, é política da casa informar aos clientes o valor das contas separadas da mesa, no seu caso,
a do piano bar: sua despesa lá foi de 0,60 centavos.
-Acho que houve um engano. Eu tomei quatro doses de Royal Salut.Não pode ser tão barato!
- Com todo o respeito, nós nunca nos enganamos: quatro doses a
0,15 centavos cada dá exatamente 0,60 centavos
- Tudo bem, não quero discutir, vamos à comida, anote por favor:
como entrada eu quero caviar da Ucrânia com lentilhas finlandesas; depois
Salmão da Escandinávia com recheio de gengibre sul-africano e batatas douradas.
Para beber um Rotchilld safra 1891.
- Ótima escolha Doutor, mas cabe a mim, como chef, alertá-lo que isso ficará um pouco caro.
- Olha amigo, primeiro eu não perguntei o preço e, segundo, estou
achando que isso aqui é uma casa de malucos mas, já que você quer, fale.
-Pois não Doutor, o seu pedido vai ficar em 18,00 reais.
- Porra, você está querendo me sacanear? Peço tudo isso e você só cobra R$18,00? Cadê o dono dessa merda?
- Está lá em cima com a minha mulher.
- E o que é que ele está fazendo lá em cima com a sua mulher?
- O mesmo que eu estou fazendo aqui em baixo com o restaurante dele.
Um milionário, de passagem por S.Paulo, entra no luxuosíssimo
restaurante e senta no piano bar. Chama o Chef , pede uma dose de
whisky Royal Salut e a reserva de uma mesa para jantar.
Após a quarta dose, indica ao Chef que irá para a mesa, sendo atendido prontamente.
Sentado, consultando o Menu sem preços, se surpreende quando o Chef , em pé ao seu lado diz:
- Doutor, é política da casa informar aos clientes o valor das contas separadas da mesa, no seu caso,
a do piano bar: sua despesa lá foi de 0,60 centavos.
-Acho que houve um engano. Eu tomei quatro doses de Royal Salut.Não pode ser tão barato!
- Com todo o respeito, nós nunca nos enganamos: quatro doses a
0,15 centavos cada dá exatamente 0,60 centavos
- Tudo bem, não quero discutir, vamos à comida, anote por favor:
como entrada eu quero caviar da Ucrânia com lentilhas finlandesas; depois
Salmão da Escandinávia com recheio de gengibre sul-africano e batatas douradas.
Para beber um Rotchilld safra 1891.
- Ótima escolha Doutor, mas cabe a mim, como chef, alertá-lo que isso ficará um pouco caro.
- Olha amigo, primeiro eu não perguntei o preço e, segundo, estou
achando que isso aqui é uma casa de malucos mas, já que você quer, fale.
-Pois não Doutor, o seu pedido vai ficar em 18,00 reais.
- Porra, você está querendo me sacanear? Peço tudo isso e você só cobra R$18,00? Cadê o dono dessa merda?
- Está lá em cima com a minha mulher.
- E o que é que ele está fazendo lá em cima com a sua mulher?
- O mesmo que eu estou fazendo aqui em baixo com o restaurante dele.
BRASIL CAMPEÃO DAS CONFEDERAÇÕES
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Brasil derrota Argentina na revanche e fica com o título
Vinte e um dias depois da derrota por 3 a 1 no estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, contra os donos da casa, pelas Eliminatórias da Copa Mundo, a seleção brasileira desfilou um belo futebol pelo gramado do Waldstadion, em Frankfurt, na Alemanha, ganhou na revanche por 4 a 1 e garantiu o bicampeonato da Copa das Confederações 2005 em cima da Argentina. O primeiro título verde-amarelo havia sido conquistado em 1997.
Desta forma, o Brasil conquista o segundo triunfo consecutivo sobre os argentinos em jogos decisivos - já que foi campeão da Copa América em 2004 diante dos arqui-rivais, nos pênaltis. Além disso, recupera a hegemonia na história do confronto: 34 vitórias contra 33 da Argentina.
"Quando você perde de 4 a 1, não há muito o que dizer", resumiu o lateral-esquerdo da seleção argentina, Juan Pablo Sorín, logo após a derrota. Não havia mesmo. Os comandados de Carlos Alberto Parreira foram superiores durante a maior parte do confronto. O time de José Pekerman sofreu dois gols logo na etapa inicial e nada pôde fazer para equilibrar a situação nos minutos restantes.
O Brasil saiu na frente logo aos 10 minutos. Cicinho apareceu pela direita e rolou para Adriano, que tirou a marcação e avançou até a entrada da área antes de disparar uma bomba indefensável. Kaká aumentou a vantagem seis minutos depois. Livre pela esquerda, Robinho recebeu virada de jogo e tocou para o meio-campista, que dominou tirando da marcação e chutou no alto do gol argentino para ampliar.
No segundo tempo, o Brasil continuou mandando no jogo e fez o terceiro logo aos dois minutos. Cicinho recebeu de Kaká, levou até o fundo e cruzou na medida para conclusão certeira de Ronaldinho Gaúcho. Aos 18 minutos, o Brasil marcou o quarto numa jogada que sintetiza o futebol pentacampeão. Depois de trocar passes enquanto os argentinos assistiam durante mais de um minuto, Cicinho recebeu pela direita e cruzou para cabeçada certeira de Adriano, artilheiro da Copa das Confederações com cinco gols.
O adversário ainda diminuiu em uma de suas únicas chegadas consistentes ao campo de ataque. Aos 20 minutos da etapa complementar, Delgado cruzou da direita e Pablo Aimar cabeceou com firmeza. Mas a Argentina não conseguiu nada mais do que isso.
O Brasil não começou bem no torneio. Teve problemas de entrosamento no ataque e falhas primárias na defesa. No entanto, a declaração de Parreira, já com a taça nas mãos, sintetiza o que foi a Copa das Confederações para a equipe: "A competição foi muito importante para nós, atingimos todos os objetivos traçados. Fizemos observações, promovemos uma espécie de laboratório e conseguimos manter a equipe nos dois últimos jogos. O time cresceu ao longo da competição e fez seu melhor jogo contra a Argentina, na final".
Brasil derrota Argentina na revanche e fica com o título
Vinte e um dias depois da derrota por 3 a 1 no estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, contra os donos da casa, pelas Eliminatórias da Copa Mundo, a seleção brasileira desfilou um belo futebol pelo gramado do Waldstadion, em Frankfurt, na Alemanha, ganhou na revanche por 4 a 1 e garantiu o bicampeonato da Copa das Confederações 2005 em cima da Argentina. O primeiro título verde-amarelo havia sido conquistado em 1997.
Desta forma, o Brasil conquista o segundo triunfo consecutivo sobre os argentinos em jogos decisivos - já que foi campeão da Copa América em 2004 diante dos arqui-rivais, nos pênaltis. Além disso, recupera a hegemonia na história do confronto: 34 vitórias contra 33 da Argentina.
"Quando você perde de 4 a 1, não há muito o que dizer", resumiu o lateral-esquerdo da seleção argentina, Juan Pablo Sorín, logo após a derrota. Não havia mesmo. Os comandados de Carlos Alberto Parreira foram superiores durante a maior parte do confronto. O time de José Pekerman sofreu dois gols logo na etapa inicial e nada pôde fazer para equilibrar a situação nos minutos restantes.
O Brasil saiu na frente logo aos 10 minutos. Cicinho apareceu pela direita e rolou para Adriano, que tirou a marcação e avançou até a entrada da área antes de disparar uma bomba indefensável. Kaká aumentou a vantagem seis minutos depois. Livre pela esquerda, Robinho recebeu virada de jogo e tocou para o meio-campista, que dominou tirando da marcação e chutou no alto do gol argentino para ampliar.
No segundo tempo, o Brasil continuou mandando no jogo e fez o terceiro logo aos dois minutos. Cicinho recebeu de Kaká, levou até o fundo e cruzou na medida para conclusão certeira de Ronaldinho Gaúcho. Aos 18 minutos, o Brasil marcou o quarto numa jogada que sintetiza o futebol pentacampeão. Depois de trocar passes enquanto os argentinos assistiam durante mais de um minuto, Cicinho recebeu pela direita e cruzou para cabeçada certeira de Adriano, artilheiro da Copa das Confederações com cinco gols.
O adversário ainda diminuiu em uma de suas únicas chegadas consistentes ao campo de ataque. Aos 20 minutos da etapa complementar, Delgado cruzou da direita e Pablo Aimar cabeceou com firmeza. Mas a Argentina não conseguiu nada mais do que isso.
O Brasil não começou bem no torneio. Teve problemas de entrosamento no ataque e falhas primárias na defesa. No entanto, a declaração de Parreira, já com a taça nas mãos, sintetiza o que foi a Copa das Confederações para a equipe: "A competição foi muito importante para nós, atingimos todos os objetivos traçados. Fizemos observações, promovemos uma espécie de laboratório e conseguimos manter a equipe nos dois últimos jogos. O time cresceu ao longo da competição e fez seu melhor jogo contra a Argentina, na final".
a nossa galeria
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"O DESASTRE" da pintora portuguesa VIEIRA DA SILVA
.
Nascida em Lisboa, em 1908, Maria Helena Vieira da Silva adoptou a nacionalidade francesa em 1956. A biblioteca do avô materno, as constantes viagens e a música são os marcos fundamentais da sua infância.
Duas cidades influem na sua vida e percurso artístico: Lisboa e Paris.
O estilo inconfundível de Vieira da Silva é uma das referências determinantes na arte abstracta, muito embora ela se identifique preferencialmente com o abstraccionismo lírico. A Escola de Paris é influenciada pelas pinturas abstractas iniciadas após 1935. A pintura, veículo para a apreensão do eu e como meio de conhecimento, surge, posteriormente à guerra que tudo modifica, como processo pelo qual a pintora transparece a percepção que tem do mundo.
Em cada quadro, ela coloca um pouco de si própria, retrata o que a rodeia, partindo do seu mundo interior e mediante a perspectiva sobre a qual expõem a sua visão particular. Em vitrais, azulejos, pequenas telas ou grandes planos, apresenta as suas construções do espaço pictural de acordo com as suas concepções. Nas suas exposições era necessária uma ordenação equilibrada do espaço, onde os seus quadros seriam expostos.
Para compreender melhor a sua evolução na pintura é necessário referirmos as suas primeiras experiências e obras.
Em 1930 casou-se com Arpad Szenes, pintor de origem húngara, com quem partilhou uma cumplicidade profunda e intensa no amor pela pintura.
Quanto partiu a 6 de Março de 1992, deixou um irreparável vazio na pintura deste século. Sepultada junto a Arpad e a sua mãe, num cemitério próximo de Loire, na França, deixa para a posteridade os seus quadros, alguns dos quais estão expostos na Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva.
"O DESASTRE" da pintora portuguesa VIEIRA DA SILVA
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Nascida em Lisboa, em 1908, Maria Helena Vieira da Silva adoptou a nacionalidade francesa em 1956. A biblioteca do avô materno, as constantes viagens e a música são os marcos fundamentais da sua infância.
Duas cidades influem na sua vida e percurso artístico: Lisboa e Paris.
O estilo inconfundível de Vieira da Silva é uma das referências determinantes na arte abstracta, muito embora ela se identifique preferencialmente com o abstraccionismo lírico. A Escola de Paris é influenciada pelas pinturas abstractas iniciadas após 1935. A pintura, veículo para a apreensão do eu e como meio de conhecimento, surge, posteriormente à guerra que tudo modifica, como processo pelo qual a pintora transparece a percepção que tem do mundo.
Em cada quadro, ela coloca um pouco de si própria, retrata o que a rodeia, partindo do seu mundo interior e mediante a perspectiva sobre a qual expõem a sua visão particular. Em vitrais, azulejos, pequenas telas ou grandes planos, apresenta as suas construções do espaço pictural de acordo com as suas concepções. Nas suas exposições era necessária uma ordenação equilibrada do espaço, onde os seus quadros seriam expostos.
Para compreender melhor a sua evolução na pintura é necessário referirmos as suas primeiras experiências e obras.
Em 1930 casou-se com Arpad Szenes, pintor de origem húngara, com quem partilhou uma cumplicidade profunda e intensa no amor pela pintura.
Quanto partiu a 6 de Março de 1992, deixou um irreparável vazio na pintura deste século. Sepultada junto a Arpad e a sua mãe, num cemitério próximo de Loire, na França, deixa para a posteridade os seus quadros, alguns dos quais estão expostos na Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva.
segunda-feira, junho 27, 2005
BRASIL na final da TAÇA DAS CONFEDERAÇÕES com a ARGENTINA
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COPA ROCA de novo
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Brasil supera Alemanha e faz revanche contra Argentina na decisão

O camisa 9, Adriano, foi o grande destaque na vitória sobre a Alemanha
O Brasil está classificado para a decisão da Copa das Confederações. O time canarinho manteve a escrita diante da Alemanha e venceu os donos da casa com uma grande atuação do centroavante Adriano. Na final, reencontra a algoz da última partida pelas Eliminatórias, a Argenina, que bateu o México nos pênaltis.
O atacante da Internazionale de Milão teve participação direta nos três gols que mantiveram o Brasil vivo no torneio. Ele mesmo inaurugou o marcador em jogada de bola parada. O centroavante bateu forte, a bola desviou na barreira e enganou o goleiro Lehmann.
A Alemanha não sentiu o golpe e foi buscar o empate após cobrança de escanteio do lado direito. Podolski subiu sozinho no meio da área e deixou tudo igual. O Brasil retomou a vantagem em cobrança de pênalti sofrido por Adriano e convertido por Ronaldinho Gaúcho.
Ainda na etapa inicial, a Alemanha conquistou o empate novamente. O juiz chileno Carlos Chandía resolveu perceber um pênalti de Roque Júnior antes de um levantamento dentro da área e Ballack bateu com força, sem chances de defesa. O gol da vitória brasileira saiu apenas na etapa complementar. Adriano apanhou a sobra, invadiu a área e chutou cruzado para o fundo das redes.
Argentina: O adversário do Brasil na decisão da Copa das Confederações só foi definido nos pênaltis, neste domingo. Depois de um jogo violento e sem grandes emoções no tempo normal, Argentina e México empataram por 1 a 1 na prorrogação, gols de Salcido e Figueroa. No desempate, Lux defendeu a cobrança de Osório e os argentinos venceram por 6 a 5.
Agora, o Brasil revive uma situação que já passou nas semifinais. Enfrenta a Argentina tanto na Copa das Confederações, quarta-feira, quanto no Mundial Sub-20, terça-feira. Contra a Alemanha, o time canarinho passou nos dois torneios. O jogo do time principal ainda vale como revanche pela derrota por 3 a 1, pelas Eliminatórias. Saviola, que foi expulso contra o México, não joga.
Aos 13 minutos da prorrogação, o México, enfim, conseguiu tirar o zero do placar. Salcido foi carregando pela esquerda, passando pela marcação na vontade, invadiu a área e chutou mascado. A bola encobriu Lux e estufou as redes. Aos 19, Figueroa emparou chorado. Ele arrematou sem jeito, e deu um toque sutil em direção ao gol. A bola passou entre as pernas de Sanchez e, devagarzinho, passou a linha: 1 a 1.
Na primeira cobrança da série alternada nos pênaltis, depois de todos terem convertido, Osório telegrafou, Lux pulou para a direita e fez a defesa que colocaria a Argentina na decisão. A vaga, entretanto, ainda dependia dos pés de Cambiasso. Ele bateu com força e não desperdiçou: 6 a 5. A final da Copa das Confederações e a revanche entre Brasil e Argentina acontece na quarta-feira, às 15h45, em Frankfurt.
Semifinais
Horario Semi Sábado, 25 de junho 2005 Estádio
Alemanha 2 x 3 Brasil
México (5)(1)0 x 0(1)(6) Argentina
COPA ROCA de novo
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Brasil supera Alemanha e faz revanche contra Argentina na decisão
O camisa 9, Adriano, foi o grande destaque na vitória sobre a Alemanha
O Brasil está classificado para a decisão da Copa das Confederações. O time canarinho manteve a escrita diante da Alemanha e venceu os donos da casa com uma grande atuação do centroavante Adriano. Na final, reencontra a algoz da última partida pelas Eliminatórias, a Argenina, que bateu o México nos pênaltis.
O atacante da Internazionale de Milão teve participação direta nos três gols que mantiveram o Brasil vivo no torneio. Ele mesmo inaurugou o marcador em jogada de bola parada. O centroavante bateu forte, a bola desviou na barreira e enganou o goleiro Lehmann.
A Alemanha não sentiu o golpe e foi buscar o empate após cobrança de escanteio do lado direito. Podolski subiu sozinho no meio da área e deixou tudo igual. O Brasil retomou a vantagem em cobrança de pênalti sofrido por Adriano e convertido por Ronaldinho Gaúcho.
Ainda na etapa inicial, a Alemanha conquistou o empate novamente. O juiz chileno Carlos Chandía resolveu perceber um pênalti de Roque Júnior antes de um levantamento dentro da área e Ballack bateu com força, sem chances de defesa. O gol da vitória brasileira saiu apenas na etapa complementar. Adriano apanhou a sobra, invadiu a área e chutou cruzado para o fundo das redes.
Argentina: O adversário do Brasil na decisão da Copa das Confederações só foi definido nos pênaltis, neste domingo. Depois de um jogo violento e sem grandes emoções no tempo normal, Argentina e México empataram por 1 a 1 na prorrogação, gols de Salcido e Figueroa. No desempate, Lux defendeu a cobrança de Osório e os argentinos venceram por 6 a 5.
Agora, o Brasil revive uma situação que já passou nas semifinais. Enfrenta a Argentina tanto na Copa das Confederações, quarta-feira, quanto no Mundial Sub-20, terça-feira. Contra a Alemanha, o time canarinho passou nos dois torneios. O jogo do time principal ainda vale como revanche pela derrota por 3 a 1, pelas Eliminatórias. Saviola, que foi expulso contra o México, não joga.
Aos 13 minutos da prorrogação, o México, enfim, conseguiu tirar o zero do placar. Salcido foi carregando pela esquerda, passando pela marcação na vontade, invadiu a área e chutou mascado. A bola encobriu Lux e estufou as redes. Aos 19, Figueroa emparou chorado. Ele arrematou sem jeito, e deu um toque sutil em direção ao gol. A bola passou entre as pernas de Sanchez e, devagarzinho, passou a linha: 1 a 1.
Na primeira cobrança da série alternada nos pênaltis, depois de todos terem convertido, Osório telegrafou, Lux pulou para a direita e fez a defesa que colocaria a Argentina na decisão. A vaga, entretanto, ainda dependia dos pés de Cambiasso. Ele bateu com força e não desperdiçou: 6 a 5. A final da Copa das Confederações e a revanche entre Brasil e Argentina acontece na quarta-feira, às 15h45, em Frankfurt.
Semifinais
Horario Semi Sábado, 25 de junho 2005 Estádio
Alemanha 2 x 3 Brasil
México (5)(1)0 x 0(1)(6) Argentina
RENATA FRONZI ,vedeta dos palcos do Brasil, ídolo em Portugal
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RENATA FRONZI , A ACRIZ BRASILEIRA QUE
NOS ANOS 50 INCENDIOU OS PALCOS DE
PORTUGAL,
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Estreou em Lisboa no velho Teatro Monumental, contratada pelo ousado empresário português Vasco Morgado, e foi a par de Odyr Odilon, Juca Chaves, um idolo brasileiro dos público português dessa época
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BIOGRAFIA DE RENATA FRONZI, EXTRAIDA DE SEU DEPOIMENTO DADO AO MUSEU DA TELEVISÃO BRASILEIRA, EM 27 DE MAIO DE 1999.

Filha, neta e bisneta de italianos, o nome de Renata Fronzi é Renata Mirra Ana Maria Fronzi Ladeira. Os avós e os pais eram artistas de teatro e Renata nasceu em uma excursão, quando os pais estavam na província de Santa Fé, Argentina. Era o ano de 1925, 1° de agosto. Começou sua vida artística estudando balé no Teatro Municipal de São Paulo. Estudou no famoso colégio italiano Dante Alighieri. Mas logo a família se mudou para Santos e para lá foi a menina. Era uma garota forte, atlética, mais do que bonita. Em Santos se encantou com a natação. Em teatro participava, às vezes, das montagens do pai em clubes "doppo lavoro" . Foi aí que conheceu Heitor de Andrade, que era de Rádio e depois da Televisão Tupi. Era teatro amador o que fazia. Estava com 15 anos. Estreou profissionalmente na Companhia de Eva Todor, na peça "Sol de Primavera". De personalidade muito alegre e risonha, ainda que tremesse de medo de entrar em cena, Renata divertia a todos. Os pais se transferiram para o Rio de Janeiro a convite do famoso Walter Pinto. Renata veio junto. Aí ela cantava, fazia esquete, dançava e se saia muito bem. Ficou estrela da Companhia de Revista. Depois excursionou para Buenos Aires, mas voltou, pois o pai falecera. No Rio de Janeiro, de volta, conheceu o grande amor de sua vida, Cesar Ladeira, grande nome do cenário artístico nacional. Renata então entrou definitivamente para a televisão. Fez: "Teatrinho Trol, de Fábio Sabag. Sua carreira prosseguiu e ela entrou para o seriado "Família Trapo", na TV Record de São Paulo, sucesso absoluto, na época. Era como se fosse um teatro, com público, televisionado. E era comédia. Renata estava no seu ambiente, fazendo o que gostava de fazer. Depois, já na Globo fez: "Faça humor, não faça guerra", "Chico City", programa de Chico Anysio. E fez também novelas, como: "Minha doce namorada", "O rei dos ciganos". Aí veio "O Bronco", outro seriado de humor, em São Paulo, ao lado de Ronald Golias. Não deixou, porém, de participar de coisas sérias, como a novela "O Semi Deus", por exemplo, "Chega mais", "Dulcineia vai a guerra". Isso não só na Globo, como na TV Bandeirantes de São Paulo. Intercalou seu trabalho na televisão, com participações no cinema, e fazia também teatro. Voltou às novelas, foi dirigida por Henrique Martins, na novela "Jogo da Vida", "Pão pão, beijo beijo" , "Transas e Caretas", "Corpo a corpo", e tantas outras. Renata Fronzi achou tempo de fazer mais de 30 filmes. Desses os que se lembra com mais ternura foram: "Treze cadeiras", com Oscarito, "Carnaval em lá maior", "Guerra no Samba", "De pernas pro ar", "Hoje o galo sou eu", "Vai que é mole", "Quero essa mulher assim mesmo", "Ässim era a Atlântica", etc... Fez também trabalhos no exterior e não parou nunca. Mas, recentemente, teve um problema de saúde e fez operação nas duas pernas. Está se recuperando para "voltar a fazer meu teatrinho", sua grande paixão. Hoje viuva, sua outra paixão é a família, composta de filhos, netos e bisnetos. Alegre, risonha, amiga, sua casa vive cheia. E ali Renata recebe a todos com o doce carinho que aprendeu com sua família italiana. Essa é a eternamente jovem, Renata Fronzi.
RENATA FRONZI , A ACRIZ BRASILEIRA QUE
NOS ANOS 50 INCENDIOU OS PALCOS DE
PORTUGAL,
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Estreou em Lisboa no velho Teatro Monumental, contratada pelo ousado empresário português Vasco Morgado, e foi a par de Odyr Odilon, Juca Chaves, um idolo brasileiro dos público português dessa época
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BIOGRAFIA DE RENATA FRONZI, EXTRAIDA DE SEU DEPOIMENTO DADO AO MUSEU DA TELEVISÃO BRASILEIRA, EM 27 DE MAIO DE 1999.
Filha, neta e bisneta de italianos, o nome de Renata Fronzi é Renata Mirra Ana Maria Fronzi Ladeira. Os avós e os pais eram artistas de teatro e Renata nasceu em uma excursão, quando os pais estavam na província de Santa Fé, Argentina. Era o ano de 1925, 1° de agosto. Começou sua vida artística estudando balé no Teatro Municipal de São Paulo. Estudou no famoso colégio italiano Dante Alighieri. Mas logo a família se mudou para Santos e para lá foi a menina. Era uma garota forte, atlética, mais do que bonita. Em Santos se encantou com a natação. Em teatro participava, às vezes, das montagens do pai em clubes "doppo lavoro" . Foi aí que conheceu Heitor de Andrade, que era de Rádio e depois da Televisão Tupi. Era teatro amador o que fazia. Estava com 15 anos. Estreou profissionalmente na Companhia de Eva Todor, na peça "Sol de Primavera". De personalidade muito alegre e risonha, ainda que tremesse de medo de entrar em cena, Renata divertia a todos. Os pais se transferiram para o Rio de Janeiro a convite do famoso Walter Pinto. Renata veio junto. Aí ela cantava, fazia esquete, dançava e se saia muito bem. Ficou estrela da Companhia de Revista. Depois excursionou para Buenos Aires, mas voltou, pois o pai falecera. No Rio de Janeiro, de volta, conheceu o grande amor de sua vida, Cesar Ladeira, grande nome do cenário artístico nacional. Renata então entrou definitivamente para a televisão. Fez: "Teatrinho Trol, de Fábio Sabag. Sua carreira prosseguiu e ela entrou para o seriado "Família Trapo", na TV Record de São Paulo, sucesso absoluto, na época. Era como se fosse um teatro, com público, televisionado. E era comédia. Renata estava no seu ambiente, fazendo o que gostava de fazer. Depois, já na Globo fez: "Faça humor, não faça guerra", "Chico City", programa de Chico Anysio. E fez também novelas, como: "Minha doce namorada", "O rei dos ciganos". Aí veio "O Bronco", outro seriado de humor, em São Paulo, ao lado de Ronald Golias. Não deixou, porém, de participar de coisas sérias, como a novela "O Semi Deus", por exemplo, "Chega mais", "Dulcineia vai a guerra". Isso não só na Globo, como na TV Bandeirantes de São Paulo. Intercalou seu trabalho na televisão, com participações no cinema, e fazia também teatro. Voltou às novelas, foi dirigida por Henrique Martins, na novela "Jogo da Vida", "Pão pão, beijo beijo" , "Transas e Caretas", "Corpo a corpo", e tantas outras. Renata Fronzi achou tempo de fazer mais de 30 filmes. Desses os que se lembra com mais ternura foram: "Treze cadeiras", com Oscarito, "Carnaval em lá maior", "Guerra no Samba", "De pernas pro ar", "Hoje o galo sou eu", "Vai que é mole", "Quero essa mulher assim mesmo", "Ässim era a Atlântica", etc... Fez também trabalhos no exterior e não parou nunca. Mas, recentemente, teve um problema de saúde e fez operação nas duas pernas. Está se recuperando para "voltar a fazer meu teatrinho", sua grande paixão. Hoje viuva, sua outra paixão é a família, composta de filhos, netos e bisnetos. Alegre, risonha, amiga, sua casa vive cheia. E ali Renata recebe a todos com o doce carinho que aprendeu com sua família italiana. Essa é a eternamente jovem, Renata Fronzi.
brasileirão 9ª.rodada
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AÍ ESTÁ A 9ª.RODADA
DO BRASILEIRÃO.

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Botafogo vacila. Ponte lidera com Flu e paulistanos tropeçam.

A liderança do Campeonato Brasileiro trocou de mãos depois de três rodadas. O Botafogo vacilou diante do Figueirense e caiu duas posições. Ponte Preta e Fluminense aproveitaram o tropeço alvinegro, venceram seus jogos e assumiram a ponta. A rodada foi decepcionante para os times grandes de São Paulo. O Santos salvou a honra do estado e venceu o Azulão.
O destaque da nona jornada foi a Ponte Preta. Mesmo longe de casa, a Macaca venceu o Juventude com uma atuação decisiva de Kahê e subiu ao topo da tabela de classificação. Invicto há cinco jogos, o time de Campinas vem de quatro vitórias consecutivas. Com os dois gols em Caxias, Kahê chegou aos seis no torneio. Ele tem um gol a menos que Róbson, artilheiro da competição.
O torcedor tricolor voltou a sorrir após o fracasso na Copa do Brasil diante do pequeno Paulista. O Fluminense enfrentou o Corinthians no estádio Wilson de Barros vazio e conquistou a vitória pelo placar mínimo. Logo depois e perder o zagueiro Antônio Carlos expulso, o time carioca viu Carlos Alberto também receber o vermelho. Em igualdade numérica, Leandro deixou Gabriel na cara do go e o lateral decidiu.
O Botafogo sofreu sua segunda derrota consecutiva no Brasileiro. Depois de perder para o time misto do São Paulo, a equipe de General Severiano foi superada pelo Figueirense mesmo jogando dentro de casa. O Alvinegro teve azar e perdeu César Prates e Jonílson por contusão ainda no primeiro tempo. O gol da vitória foi marcado por Marquinhos Paraná após assistência de Edmundo.
Com o pensamento voltado exclusivamente na Libertadores da América, o São Paulo entrou em campo com apenas três titulares e acabou vendo a festa do Internacional em pleno Morumbi. Rogério Ceni, Alex e Renan não foram suficientes para evitar a vitória colorada. A ordem no time paulista agora é pensar apenas no River Plate e na partida desta quarta-feira.
Para completar a série de fracassos dos times grandes de São Paulo, o Palmeiras perdeu mais uma. O Verdão saiu em vantagem no primeiro tempo e cedeu a virada nos minutos finais. O placar mantém a equipe do Parque Antártica na parte debaixo da tabela e deixa o técnico Paulo Bonamigo em perigo. Balão foi fundamental no triunfo bicolor. Além de marcar o primeiro, ele cruzou para o gol da vitória paraense.
O Santos foi o único dos grandes paulistas a vencer. Mesmo jogando dentro do Anacleto Campanella, o Peixe passou pelo São Caetano. A partida marcou o primeiro gol de Giovanni desde sua volta ao time praiano e acabou com a série de cinco jogos sem vitórias. O revés também termina com a série de duas vitórias do Azulão.
A nona rodada também foi de tristeza para os torcedores do Atlético-MG. O Galo foi até o Paraná e caiu diante do time da casa. O resultado deixa a equipe mineira atolada na zona de rebaixamento e aperta a corda no pescoço do técnico Tite. Até agora, são dois empates, seis derrotas e apenas uma vitória sob o comando do treinador gaúcho
O Flamengo perdeu em casa para o Brasiliense e também decepcionou. Na estréia do técnico Joel Santana, o time do Distrito Federal quebrou a série de derrotas em noite inspirada de Oséas, autor de dois gols. Já o Flamengo amargou sua quarta derrota no Brasileirão e caiu para a 16ª posição. Obina, com dois gols, foi o destaque do lado rubro-negro.
9ª rodada
sábado, 25 de junho de 2005
16h00 Juventude/RS 1 x 3 Ponte Preta/SP Alfr. Jaconi
16h00 Paraná/PR 1 x 0 Atlético/MG Pinheirão
18h10 São Paulo/SP 1 x 3 Inter/RS Morumbi
18h10 Flamengo/RJ 3 x 4 Brasiliense/DF Arena Petrobas
domingo, 26 de junho de 2005
16h00 São Caetano/SP 1 x 3 Santos/SP A. Campanella
16h00 Corinthians/SP 0 x 1 Fluminense/RJ W. de Barros
16h00 Botafogo/RJ 0 x 1 Figueirense/SC Arena Petrobas
16h00 Goiás/GO 2 x 1 Coritiba/PR Serra Dourada
18h10 Atlético/PR 0 x 0 Fortaleza/CE Arena Baixada
18h10 Paysandu/PA 2 x 1 Palmeiras/SP Mangueirão
18h10 Cruzeiro/MG 3 x 3 Vasco/RJ Mineirão
GOLS NOMES
7 Róbson (Paysandu)
6 Kahê (Ponte Preta)
Roger (São Paulo/5 gols pela Ponte Preta))
5 Alex Alves (Botafogo)
Fred (Cruzeiro)
Marcinho (Palmeiras/1 gol pelo São Caetano)
Borges (Paraná)
Deivid (Santos)
Alex Dias (Vasco)
4 Euller (Atlético/MG)
Gabriel e Tuta (Fluminense)
Rodrigo Tabata (Goiás)
Zé Carlos (Juventude)
Romário (Vasco)
O meu VASCO e o CRUZEIRO do meu amigo Nelson empataram 3-3, tendo o Vasco recuperado atraso de 3-1.
Empate afunda ainda mais o Vasco

Não foi o resultado que o torcedor queria, mas aconteceram evoluções. Depois de estar perdendo por 3 a 1, o Vasco arrancou um empate por 3 a 3, ontem, no Mineirão. Mesmo sem perder, o resultado o empurrou ainda mais na zona de rebaixamento, na 20ª colocação, prejudicado pelas vitórias de Figueirense e Paysandu. O Vasco chegou aos nove pontos e segue sem vencer fora de casa. Por equanto, o técnico Dário Lourenço está mantido no cargo e ganha mais tempo na busca pela melhor formação da equipe, que na próxima rodada receberá o Goiás, em São Januário. No primeiro tempo, o esquema de três zagueiros e dois volantes não funcionou. O lado esquerdo de defesa foi o mapa da mina do Cruzeiro. Ontem, ficou definitivamente provado que o sistema defensivo do Vasco é analfabeto em futebol. Logo aos seis minutos, o primeiro de muitos sustos. Em jogada ensaiada pela esquerda, Marcelo Batatais perdeu um gol feito. Aos 11, em cobrança curta de escanteio, Maurinho recebeu, cruzou e Lopes dividiu pelo alto com Éde. A bola sobrou limpa para ele, que só teve o trabalho de chutar para fazer 1 a 0. A superioridade ofensiva do Cruzeiro era imensa. Fred e Adriano Louzada fizeram grande jogada e Erivélton evitou o gol do artilheiro. O Vasco ameaçou duas vezes por intermédio de Jorginho Paulista e com Alex Dias, que soltou uma bomba para a boa defesa de Fábio. Na sequência, Morais foi levemente empurrado, mas o árbitro ignorou o pênalti. Os defensores vascaínos com ar aparvalhado, só faltando aplaudir, assistiram como se fossem de uma equipe de pelada, a bela jogada ensaiada do Cruzeiro. Aos 35 minutos Maldonado cobrou falta rasteira para o meio da área e Patrick colocou no ângulo de Erivélton. Aos 44, Maldonado fez pênalti em Alex, que cobrou e diminuiu, marcando seu quinto gol na competição. Na segunda etapa os cariocas acordaram. Antes dos cinco minutos, Alex Dias perdeu duas chances de empatar. No entanto, quem balançou a rede foi o Cruzeiro. Depois de um escanteio pela direita, Marcelo Batatais, mesmo marcado, fez 3 a 1. Dário colocou Dominguez no lugar do inoperante Willian. O português entrou bem e fez bela jogada para Morais diminuir. Quando a derrota parecia inevitável, o volante Gomes não desperdiçou o bom passe de Ciro e, com categoria, colocou no canto direito de Fábio. Estava sacramentado o empate.
Técnica
Cruzeiro 3 x 3 Vasco
Equipes
Fábio
Maurinho
Argel (ex-BENFICA)
Marcelo Batatais
Patrick
Maldonado
(Marcos Aurélio)
Marabá
Lopes
Kelly
Adriano Louzada
(Wagner)
Fred
Técnico:
Levir Culpi
Erivelton
Alemão
Éder
Ciro
Wagner Diniz
(Claudecir)
Gomes
Ives
Morais
Jorginho Paulista
(Maciel)
Alex Dias
William
(Dominguez)
Técnico:
Dário Lourenço
Gols
9min - 1 º tempo
Lopes
37min - 1 º tempo
Patrick
9min - 2 º tempo
Marcelo Batatais
45min - 1 º tempo
Alex Dias
23min - 2 º tempo
Moraes
40min - 2 º tempo
Gomes
..
AÍ ESTÁ A 9ª.RODADA
DO BRASILEIRÃO.
.
Botafogo vacila. Ponte lidera com Flu e paulistanos tropeçam.
A liderança do Campeonato Brasileiro trocou de mãos depois de três rodadas. O Botafogo vacilou diante do Figueirense e caiu duas posições. Ponte Preta e Fluminense aproveitaram o tropeço alvinegro, venceram seus jogos e assumiram a ponta. A rodada foi decepcionante para os times grandes de São Paulo. O Santos salvou a honra do estado e venceu o Azulão.
O destaque da nona jornada foi a Ponte Preta. Mesmo longe de casa, a Macaca venceu o Juventude com uma atuação decisiva de Kahê e subiu ao topo da tabela de classificação. Invicto há cinco jogos, o time de Campinas vem de quatro vitórias consecutivas. Com os dois gols em Caxias, Kahê chegou aos seis no torneio. Ele tem um gol a menos que Róbson, artilheiro da competição.
O torcedor tricolor voltou a sorrir após o fracasso na Copa do Brasil diante do pequeno Paulista. O Fluminense enfrentou o Corinthians no estádio Wilson de Barros vazio e conquistou a vitória pelo placar mínimo. Logo depois e perder o zagueiro Antônio Carlos expulso, o time carioca viu Carlos Alberto também receber o vermelho. Em igualdade numérica, Leandro deixou Gabriel na cara do go e o lateral decidiu.
O Botafogo sofreu sua segunda derrota consecutiva no Brasileiro. Depois de perder para o time misto do São Paulo, a equipe de General Severiano foi superada pelo Figueirense mesmo jogando dentro de casa. O Alvinegro teve azar e perdeu César Prates e Jonílson por contusão ainda no primeiro tempo. O gol da vitória foi marcado por Marquinhos Paraná após assistência de Edmundo.
Com o pensamento voltado exclusivamente na Libertadores da América, o São Paulo entrou em campo com apenas três titulares e acabou vendo a festa do Internacional em pleno Morumbi. Rogério Ceni, Alex e Renan não foram suficientes para evitar a vitória colorada. A ordem no time paulista agora é pensar apenas no River Plate e na partida desta quarta-feira.
Para completar a série de fracassos dos times grandes de São Paulo, o Palmeiras perdeu mais uma. O Verdão saiu em vantagem no primeiro tempo e cedeu a virada nos minutos finais. O placar mantém a equipe do Parque Antártica na parte debaixo da tabela e deixa o técnico Paulo Bonamigo em perigo. Balão foi fundamental no triunfo bicolor. Além de marcar o primeiro, ele cruzou para o gol da vitória paraense.
O Santos foi o único dos grandes paulistas a vencer. Mesmo jogando dentro do Anacleto Campanella, o Peixe passou pelo São Caetano. A partida marcou o primeiro gol de Giovanni desde sua volta ao time praiano e acabou com a série de cinco jogos sem vitórias. O revés também termina com a série de duas vitórias do Azulão.
A nona rodada também foi de tristeza para os torcedores do Atlético-MG. O Galo foi até o Paraná e caiu diante do time da casa. O resultado deixa a equipe mineira atolada na zona de rebaixamento e aperta a corda no pescoço do técnico Tite. Até agora, são dois empates, seis derrotas e apenas uma vitória sob o comando do treinador gaúcho
O Flamengo perdeu em casa para o Brasiliense e também decepcionou. Na estréia do técnico Joel Santana, o time do Distrito Federal quebrou a série de derrotas em noite inspirada de Oséas, autor de dois gols. Já o Flamengo amargou sua quarta derrota no Brasileirão e caiu para a 16ª posição. Obina, com dois gols, foi o destaque do lado rubro-negro.
9ª rodada
sábado, 25 de junho de 2005
16h00 Juventude/RS 1 x 3 Ponte Preta/SP Alfr. Jaconi
16h00 Paraná/PR 1 x 0 Atlético/MG Pinheirão
18h10 São Paulo/SP 1 x 3 Inter/RS Morumbi
18h10 Flamengo/RJ 3 x 4 Brasiliense/DF Arena Petrobas
domingo, 26 de junho de 2005
16h00 São Caetano/SP 1 x 3 Santos/SP A. Campanella
16h00 Corinthians/SP 0 x 1 Fluminense/RJ W. de Barros
16h00 Botafogo/RJ 0 x 1 Figueirense/SC Arena Petrobas
16h00 Goiás/GO 2 x 1 Coritiba/PR Serra Dourada
18h10 Atlético/PR 0 x 0 Fortaleza/CE Arena Baixada
18h10 Paysandu/PA 2 x 1 Palmeiras/SP Mangueirão
18h10 Cruzeiro/MG 3 x 3 Vasco/RJ Mineirão
GOLS NOMES
7 Róbson (Paysandu)
6 Kahê (Ponte Preta)
Roger (São Paulo/5 gols pela Ponte Preta))
5 Alex Alves (Botafogo)
Fred (Cruzeiro)
Marcinho (Palmeiras/1 gol pelo São Caetano)
Borges (Paraná)
Deivid (Santos)
Alex Dias (Vasco)
4 Euller (Atlético/MG)
Gabriel e Tuta (Fluminense)
Rodrigo Tabata (Goiás)
Zé Carlos (Juventude)
Romário (Vasco)
O meu VASCO e o CRUZEIRO do meu amigo Nelson empataram 3-3, tendo o Vasco recuperado atraso de 3-1.
Empate afunda ainda mais o Vasco
Não foi o resultado que o torcedor queria, mas aconteceram evoluções. Depois de estar perdendo por 3 a 1, o Vasco arrancou um empate por 3 a 3, ontem, no Mineirão. Mesmo sem perder, o resultado o empurrou ainda mais na zona de rebaixamento, na 20ª colocação, prejudicado pelas vitórias de Figueirense e Paysandu. O Vasco chegou aos nove pontos e segue sem vencer fora de casa. Por equanto, o técnico Dário Lourenço está mantido no cargo e ganha mais tempo na busca pela melhor formação da equipe, que na próxima rodada receberá o Goiás, em São Januário. No primeiro tempo, o esquema de três zagueiros e dois volantes não funcionou. O lado esquerdo de defesa foi o mapa da mina do Cruzeiro. Ontem, ficou definitivamente provado que o sistema defensivo do Vasco é analfabeto em futebol. Logo aos seis minutos, o primeiro de muitos sustos. Em jogada ensaiada pela esquerda, Marcelo Batatais perdeu um gol feito. Aos 11, em cobrança curta de escanteio, Maurinho recebeu, cruzou e Lopes dividiu pelo alto com Éde. A bola sobrou limpa para ele, que só teve o trabalho de chutar para fazer 1 a 0. A superioridade ofensiva do Cruzeiro era imensa. Fred e Adriano Louzada fizeram grande jogada e Erivélton evitou o gol do artilheiro. O Vasco ameaçou duas vezes por intermédio de Jorginho Paulista e com Alex Dias, que soltou uma bomba para a boa defesa de Fábio. Na sequência, Morais foi levemente empurrado, mas o árbitro ignorou o pênalti. Os defensores vascaínos com ar aparvalhado, só faltando aplaudir, assistiram como se fossem de uma equipe de pelada, a bela jogada ensaiada do Cruzeiro. Aos 35 minutos Maldonado cobrou falta rasteira para o meio da área e Patrick colocou no ângulo de Erivélton. Aos 44, Maldonado fez pênalti em Alex, que cobrou e diminuiu, marcando seu quinto gol na competição. Na segunda etapa os cariocas acordaram. Antes dos cinco minutos, Alex Dias perdeu duas chances de empatar. No entanto, quem balançou a rede foi o Cruzeiro. Depois de um escanteio pela direita, Marcelo Batatais, mesmo marcado, fez 3 a 1. Dário colocou Dominguez no lugar do inoperante Willian. O português entrou bem e fez bela jogada para Morais diminuir. Quando a derrota parecia inevitável, o volante Gomes não desperdiçou o bom passe de Ciro e, com categoria, colocou no canto direito de Fábio. Estava sacramentado o empate.
Técnica
Cruzeiro 3 x 3 Vasco
Equipes
Fábio
Maurinho
Argel (ex-BENFICA)
Marcelo Batatais
Patrick
Maldonado
(Marcos Aurélio)
Marabá
Lopes
Kelly
Adriano Louzada
(Wagner)
Fred
Técnico:
Levir Culpi
Erivelton
Alemão
Éder
Ciro
Wagner Diniz
(Claudecir)
Gomes
Ives
Morais
Jorginho Paulista
(Maciel)
Alex Dias
William
(Dominguez)
Técnico:
Dário Lourenço
Gols
9min - 1 º tempo
Lopes
37min - 1 º tempo
Patrick
9min - 2 º tempo
Marcelo Batatais
45min - 1 º tempo
Alex Dias
23min - 2 º tempo
Moraes
40min - 2 º tempo
Gomes
sábado, junho 25, 2005
ANTONIO CONSELHEIRO e a GUERRA DE CANUDOS
..
Qual 0 significado da Guerra de Canudos ocorrida exactamente há cem anos no
interior da Bahia?
ANTÓNIO CONSELHEIRO

A história do movimento liderado por Antonio Conselheiro, no final do século passado nos sertões baianos já foi contada em prosa e verso. Até mesmo em literatura de cordel já foram difundidas múltiplas versões da tragédia de Canudos. A causa do movimento deve-se a muitas razões, entre elas o facto de haver mobilizado grande contingente militar para sua repressão, transformando um conflito local e regional na maior guerra civil ocorrida no Brasil naquele final de século.
Muito antes de VARGAS LLOSA, escrever o seu livro, sob o tema, já EUCLIDES DA CUNHA ,o havia feito em (1893-1897),na sua obra "SERTÕES" , que assumiu ao longo do tempo importância de paradigma, simbolizando a descoberta de um mundo desconhecido: os sertões.
A história de Canudos começou em 1893, quando foi fundado o Arraial de Canudos numa antiga fazenda de gado às margens do rio Vaza-Barris, nos sertões da Bahia. Sob a liderança do beato Antonio ConseIheiro, a população do Arraial chegou a atingir 8.000 sertanejos, integrados sob a forma de congregação religiosa. Viver no Arraial representava estratégia de sobrevivência para uma população camponesa sem terras e sem recursos,habitando uma região inóspita, com muitos períodos de seca e sol causticante. Além disso, sentiam-se amparados pelo beato Antonio Conselheiro, homem com alguma instrução, que os orientava e amparava moral e religiosamente, inclusive ministrando sacramentos. 0 beato pregava contra as leis do regime republicano, recém-instituído que considerava uma ofensa às leis de Deus.
Antonio Conselheiro batia-se principalmente contra a separação da Igreja e do Estado e contra o casamento civil. Via nessas novas leis uma heresia,pois considerava que Os poderes religiosos deveriam ter supremacia sobre os civis. Desse modo, orientava seus seguidores a não aceitarem as leis do governo republicano.
Em uma ocasião, chegaram a arrancar e queimar editais do governo que autorizava Os rnunicípios a cobrarem impostos da população.
A Igreja não via corn bons olhos o crescimento do Arraial, tendo chegado a designar alguns padres para elaborar relatórios sobre o movirnento de Conselheiro. Fazendeiros da região também sentiarn-se ameaçados com o crescimento do grupo, solicitando a ntervenção de autoridades locais.

Pequenos conflitos começararn a ocorrer. No transcorrer do ano de 1896, um conflito mais sério teve lugar. Necessitando de madeira e cal para a construção de uma igreja, os devotos do "Bom Jesus" partiram em direção a Juazeiro para adquirir o material. Contudo, os ânimos já estavarn acirrados.
Boatos de que um assalto da "gente de Canudos" estava por vir fez com que autoridades de Juazeiro entrassem em contato com autoridades do governo da Bahia, solicitando reforço policial e militar. Uma expedição militar seguiu para Juazeiro, dando origem à Guerra de Canudos. Ameaçados, os fiéis do "Bom Jesus" atacaram de surpresa a expedição, que bateu em retirada.
Uma nova expedição militar foi formada para vingar a primeira e acabou sendo também derrotada. Outras expedições seguiram em direção a Canudos, sofrendo sucessivas derrotas. Canudos tornou-se questão nacional,envolvendo o próprio presidente da República, Prudente de Morais, e altas patentes do Exército, até que no dia 5 de outubro de 1897 foram mortos os últimos defensores do Arraial.

Na época, o movimento de Antonio Conseiheiro era visto como fonte do mal e da anarquia. 0 beato era considerado por cientistas de renome, entre os quais o médico Nina Rodrigues, um desajustado mental. Respeitados intelectuais, como o escritor Machado de Assis, acreditavam ser necessário extirpar o mal de Canudos e pôr fim à "seita do Conseiheiro". 0 lançamento de "Os Sertões" de Euclides da Cunha, trouxe novas questões para o debate, abrindo caminho para novas interpretações sobre o movimento e a Guerra de
Canudos. Euclides, que assistiu ao final da guerra como repórter do jornal 0 Estado de São Paulo, concluiu que a Guerra de Canudos tinha sido um erro histórico. Segundo o escritor, em vez de soldados, o governo republicano deveria ter enviado "mestres de escola" para educar a população de Canudos no caminho do progresso e da civilização, ou seja, as autoridades militares e civis erraram e abusaram do poder ao reprimir pela força uma população que deveria, pelo contrário, ser integrada ao Estado-nação. Euclides da Cunha chamou a atenção para o desconhecimento total em que viviam as elites com
relação às populações dispersas pelo território. Os sertões eram mundos desconhecidos que precisavam ser desvendados. Euclides da Cunha fornecia uma interpretação que potencializava o aspecto positivo dos habitantes dos sertões do Norte, que ele chamava "nossos rudes patrícios". 0 principal argumento do escritor era de que essa popu-lação que vivia à margem da nação constituía o cerne da nacionalidade. Os "Sertanejos" de Canudos, mártires dos desvios e dos abusos do poder do governo republicano, passaram a representar, metaforicamente, o povo brasileiro. Resgatá-los, nem que fosse proceden -do a uma revisão histórica dos erros de Canudos, significava resgatar o projeto da nação brasileira.

Cem anos depois, preservar a memória da Guerra de Canudos significa, sobretudo, ficar atento para que novas injustiças não sejam cometidas e que o Pais possa dar um passo adiante, congregando suas forças, em vez de dizimá-las.
Qual 0 significado da Guerra de Canudos ocorrida exactamente há cem anos no
interior da Bahia?
ANTÓNIO CONSELHEIRO
A história do movimento liderado por Antonio Conselheiro, no final do século passado nos sertões baianos já foi contada em prosa e verso. Até mesmo em literatura de cordel já foram difundidas múltiplas versões da tragédia de Canudos. A causa do movimento deve-se a muitas razões, entre elas o facto de haver mobilizado grande contingente militar para sua repressão, transformando um conflito local e regional na maior guerra civil ocorrida no Brasil naquele final de século.
Muito antes de VARGAS LLOSA, escrever o seu livro, sob o tema, já EUCLIDES DA CUNHA ,o havia feito em (1893-1897),na sua obra "SERTÕES" , que assumiu ao longo do tempo importância de paradigma, simbolizando a descoberta de um mundo desconhecido: os sertões.
A história de Canudos começou em 1893, quando foi fundado o Arraial de Canudos numa antiga fazenda de gado às margens do rio Vaza-Barris, nos sertões da Bahia. Sob a liderança do beato Antonio ConseIheiro, a população do Arraial chegou a atingir 8.000 sertanejos, integrados sob a forma de congregação religiosa. Viver no Arraial representava estratégia de sobrevivência para uma população camponesa sem terras e sem recursos,habitando uma região inóspita, com muitos períodos de seca e sol causticante. Além disso, sentiam-se amparados pelo beato Antonio Conselheiro, homem com alguma instrução, que os orientava e amparava moral e religiosamente, inclusive ministrando sacramentos. 0 beato pregava contra as leis do regime republicano, recém-instituído que considerava uma ofensa às leis de Deus.
Antonio Conselheiro batia-se principalmente contra a separação da Igreja e do Estado e contra o casamento civil. Via nessas novas leis uma heresia,pois considerava que Os poderes religiosos deveriam ter supremacia sobre os civis. Desse modo, orientava seus seguidores a não aceitarem as leis do governo republicano.
Em uma ocasião, chegaram a arrancar e queimar editais do governo que autorizava Os rnunicípios a cobrarem impostos da população.
A Igreja não via corn bons olhos o crescimento do Arraial, tendo chegado a designar alguns padres para elaborar relatórios sobre o movirnento de Conselheiro. Fazendeiros da região também sentiarn-se ameaçados com o crescimento do grupo, solicitando a ntervenção de autoridades locais.
Pequenos conflitos começararn a ocorrer. No transcorrer do ano de 1896, um conflito mais sério teve lugar. Necessitando de madeira e cal para a construção de uma igreja, os devotos do "Bom Jesus" partiram em direção a Juazeiro para adquirir o material. Contudo, os ânimos já estavarn acirrados.
Boatos de que um assalto da "gente de Canudos" estava por vir fez com que autoridades de Juazeiro entrassem em contato com autoridades do governo da Bahia, solicitando reforço policial e militar. Uma expedição militar seguiu para Juazeiro, dando origem à Guerra de Canudos. Ameaçados, os fiéis do "Bom Jesus" atacaram de surpresa a expedição, que bateu em retirada.
Uma nova expedição militar foi formada para vingar a primeira e acabou sendo também derrotada. Outras expedições seguiram em direção a Canudos, sofrendo sucessivas derrotas. Canudos tornou-se questão nacional,envolvendo o próprio presidente da República, Prudente de Morais, e altas patentes do Exército, até que no dia 5 de outubro de 1897 foram mortos os últimos defensores do Arraial.
Na época, o movimento de Antonio Conseiheiro era visto como fonte do mal e da anarquia. 0 beato era considerado por cientistas de renome, entre os quais o médico Nina Rodrigues, um desajustado mental. Respeitados intelectuais, como o escritor Machado de Assis, acreditavam ser necessário extirpar o mal de Canudos e pôr fim à "seita do Conseiheiro". 0 lançamento de "Os Sertões" de Euclides da Cunha, trouxe novas questões para o debate, abrindo caminho para novas interpretações sobre o movimento e a Guerra de
Canudos. Euclides, que assistiu ao final da guerra como repórter do jornal 0 Estado de São Paulo, concluiu que a Guerra de Canudos tinha sido um erro histórico. Segundo o escritor, em vez de soldados, o governo republicano deveria ter enviado "mestres de escola" para educar a população de Canudos no caminho do progresso e da civilização, ou seja, as autoridades militares e civis erraram e abusaram do poder ao reprimir pela força uma população que deveria, pelo contrário, ser integrada ao Estado-nação. Euclides da Cunha chamou a atenção para o desconhecimento total em que viviam as elites com
relação às populações dispersas pelo território. Os sertões eram mundos desconhecidos que precisavam ser desvendados. Euclides da Cunha fornecia uma interpretação que potencializava o aspecto positivo dos habitantes dos sertões do Norte, que ele chamava "nossos rudes patrícios". 0 principal argumento do escritor era de que essa popu-lação que vivia à margem da nação constituía o cerne da nacionalidade. Os "Sertanejos" de Canudos, mártires dos desvios e dos abusos do poder do governo republicano, passaram a representar, metaforicamente, o povo brasileiro. Resgatá-los, nem que fosse proceden -do a uma revisão histórica dos erros de Canudos, significava resgatar o projeto da nação brasileira.
Cem anos depois, preservar a memória da Guerra de Canudos significa, sobretudo, ficar atento para que novas injustiças não sejam cometidas e que o Pais possa dar um passo adiante, congregando suas forças, em vez de dizimá-las.
quarta-feira, junho 22, 2005
campeonato do mundo de sub-20
..
O BRASIL VENCEU A SIRIA 1-0,
E CLASSIFICOU-SE PARA OS
QUARTOS DE FINAL DO CAM-
PEONATO DO MUNDO DA
CATEGORIA.
.
Brasil sofre, mas bate Síria e enfrenta Alemanha nas quartas
Tilburg (Holanda) - O Brasil está classificado para as quartas-de-final do Mundial sub-20 da Holanda. Nesta terça-feira, a seleção comandada por Rene Weber bateu a Síria por 1 a 0 num jogo mais difícil do que esperado e segue na briga pelo título da competição.
No primeiro tempo, os brasileiros foram melhores e pressionaram bastante em busca da vitória. A maior disposição ofensiva do Brasil foi recompensada aos 42 minutos, quando Rafinha converteu pênalti sofrido por ele próprio.
No entanto, o Brasil diminuiu o ritmo na segunda etapa e permitiu que a Síria pressionasse em busca do empate. Acuada, a seleção brasileira contou com a falta de pontaria dos sírios e com a sorte, já que aos 32 minutos Al Hamwi, de fora da área, acertou o travessão.
Na próxima sexta-feira, os brasileiros tentam uma vaga nas semifinais contra a Alemanha, às 15h30, em Tilburg. Também nesta terça-feira, os alemães bateram a China por 3 a 2 com um gol marcado aos 44 minutos do segundo tempo.
Em outra partida disputada às 15h30, Marrocos bateu o Japão por 1 a 0 e enfrentará a Itália nas quartas-de-final. Iajour, aos 20 minutos do segundo tempo, fez o gol que garantiu a vitória aos marroquinos.
O jogo: Favorito, o Brasil entrou em campo pressionando a Síria. Logo aos nove minutos, Arouca fez bom passe na área para Ernane, que demorou a concluir e perdeu a primeira grande chance de gol da partida.
Aos 16 minutos, Rafael Sobis perdeu outra oportunidade para abrir o placar. O atacante do Internacional limpou a jogada, mas chuto em cima do goleiro, que segurou firme. Cinco minutos mais tarde, Ernane ajeitou para Rafinha, que apesar do chute forte teve o azar da bola explodir na zaga.
A seleção síria não oferecia resistência e o Brasil seguia desperdiçando chances. Aos 36 minutos, depois de uma cobrança de falta de Fábio Santos que desviou na barreira, Edcarlos, livre na pequena área, tentou de letra, mas o goleiro defendeu.
Depois de muita pressão, finalmente a seleção brasileira abriu o placar aos 42 minutos. Rafinha invadiu a área e foi derrubado por Al Aitoni. Na cobrança do pênalti, o próprio lateral converteu: 1 a 0.
No entanto, o que parecia uma vitória fácil para o Brasil, transformou-se em sofrimento a segunda etapa. Mesmo sem contar com jogadores com muita qualidade no sistema ofensivo, a Síria esboçou uma reação e teve duas oportunidades de empatar.
Aos 32 minutos. Al Hamwi conduziu a bola pelo meio e chutou forte da intermediária. A bola explodiu no travessão com Renan já batido no lance.
No último minuto de jogo, foi a vez do goleiro brasileiro se consagrar. Alhousain bateu de longe e Renan espalmou para escanteio para o desespero dos sírios, que deixaram o campo aos
O BRASIL VENCEU A SIRIA 1-0,
E CLASSIFICOU-SE PARA OS
QUARTOS DE FINAL DO CAM-
PEONATO DO MUNDO DA
CATEGORIA.
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Brasil sofre, mas bate Síria e enfrenta Alemanha nas quartas
Tilburg (Holanda) - O Brasil está classificado para as quartas-de-final do Mundial sub-20 da Holanda. Nesta terça-feira, a seleção comandada por Rene Weber bateu a Síria por 1 a 0 num jogo mais difícil do que esperado e segue na briga pelo título da competição.
No primeiro tempo, os brasileiros foram melhores e pressionaram bastante em busca da vitória. A maior disposição ofensiva do Brasil foi recompensada aos 42 minutos, quando Rafinha converteu pênalti sofrido por ele próprio.
No entanto, o Brasil diminuiu o ritmo na segunda etapa e permitiu que a Síria pressionasse em busca do empate. Acuada, a seleção brasileira contou com a falta de pontaria dos sírios e com a sorte, já que aos 32 minutos Al Hamwi, de fora da área, acertou o travessão.
Na próxima sexta-feira, os brasileiros tentam uma vaga nas semifinais contra a Alemanha, às 15h30, em Tilburg. Também nesta terça-feira, os alemães bateram a China por 3 a 2 com um gol marcado aos 44 minutos do segundo tempo.
Em outra partida disputada às 15h30, Marrocos bateu o Japão por 1 a 0 e enfrentará a Itália nas quartas-de-final. Iajour, aos 20 minutos do segundo tempo, fez o gol que garantiu a vitória aos marroquinos.
O jogo: Favorito, o Brasil entrou em campo pressionando a Síria. Logo aos nove minutos, Arouca fez bom passe na área para Ernane, que demorou a concluir e perdeu a primeira grande chance de gol da partida.
Aos 16 minutos, Rafael Sobis perdeu outra oportunidade para abrir o placar. O atacante do Internacional limpou a jogada, mas chuto em cima do goleiro, que segurou firme. Cinco minutos mais tarde, Ernane ajeitou para Rafinha, que apesar do chute forte teve o azar da bola explodir na zaga.
A seleção síria não oferecia resistência e o Brasil seguia desperdiçando chances. Aos 36 minutos, depois de uma cobrança de falta de Fábio Santos que desviou na barreira, Edcarlos, livre na pequena área, tentou de letra, mas o goleiro defendeu.
Depois de muita pressão, finalmente a seleção brasileira abriu o placar aos 42 minutos. Rafinha invadiu a área e foi derrubado por Al Aitoni. Na cobrança do pênalti, o próprio lateral converteu: 1 a 0.
No entanto, o que parecia uma vitória fácil para o Brasil, transformou-se em sofrimento a segunda etapa. Mesmo sem contar com jogadores com muita qualidade no sistema ofensivo, a Síria esboçou uma reação e teve duas oportunidades de empatar.
Aos 32 minutos. Al Hamwi conduziu a bola pelo meio e chutou forte da intermediária. A bola explodiu no travessão com Renan já batido no lance.
No último minuto de jogo, foi a vez do goleiro brasileiro se consagrar. Alhousain bateu de longe e Renan espalmou para escanteio para o desespero dos sírios, que deixaram o campo aos
Poesia
..
poema de
FERNANDO PESSOA
.
Uns Versos Quaisquer
.
Vive um momento com saudade dele
Já ao vivê-lo . . .
Barcas vazias, sempre nos impele
Como a um solto cabelo
Um vento para longe, e não sabemos,
Ao viver, que sentimos ou queremos . . .
Demo-nos pois a consciência disto
Como de um lago
Posto em paisagens de torpor mortiço
Sob um céu ermo e vago,
E que nossa consciência de nós seja
Uma cousa que nada já deseja . . .
Assim idênticos à hora toda
Em seu pleno sabor,
Nossa vida será nossa anteboda:
Não nós, mas uma cor,
Um perfume, um meneio de arvoredo,
E a morte não virá nem tarde ou cedo . . .
Porque o que importa é que já nada importe . . .
Nada nos vale
Que se debruce sobre nós a Sorte,
Ou, tênue e longe, cale
Seus gestos . . . Tudo é o mesmo . . . Eis o momento . . .
Sejamo-lo . . . Pra quê o pensamento? . . .
11.10.1914
poema de
FERNANDO PESSOA
.
Uns Versos Quaisquer
.
Vive um momento com saudade dele
Já ao vivê-lo . . .
Barcas vazias, sempre nos impele
Como a um solto cabelo
Um vento para longe, e não sabemos,
Ao viver, que sentimos ou queremos . . .
Demo-nos pois a consciência disto
Como de um lago
Posto em paisagens de torpor mortiço
Sob um céu ermo e vago,
E que nossa consciência de nós seja
Uma cousa que nada já deseja . . .
Assim idênticos à hora toda
Em seu pleno sabor,
Nossa vida será nossa anteboda:
Não nós, mas uma cor,
Um perfume, um meneio de arvoredo,
E a morte não virá nem tarde ou cedo . . .
Porque o que importa é que já nada importe . . .
Nada nos vale
Que se debruce sobre nós a Sorte,
Ou, tênue e longe, cale
Seus gestos . . . Tudo é o mesmo . . . Eis o momento . . .
Sejamo-lo . . . Pra quê o pensamento? . . .
11.10.1914
terça-feira, junho 21, 2005
21 de Junho de 1970 - BRASIL TRICAMPEÃO
..
Os 35 anos do tri
MÉXICO 70-O aniversário de uma conquista histórica

Invejada, admirada, às vezes criticada, mas jamais contestada em sua posição de líder de qualquer ranking que se faça, a Seleção Brasileira, cinco vezes campeã mundial, a única que esteve presente a todas as 17 Copas do Mundo disputadas, tem um motivo muito especial para comemorar a data de hoje, 21 de junho: os 35 anos da conquista do tricampeonato no monumental Estádio Azteca, na Cidade do México. Conquista simbolizada pelo gesto do capitão Carlos Alberto Torres ao erguer a Taça Jules Rimet, repetindo Bellini, na Suécia (1958), e Mauro, no Chile (1962), e que consagrou de vez o jogador brasileiro aos olhos do mundo.
Uma prova definitiva de que o bicampeonato não era produto apenas das façanhas dos dois maiores gênios da história do futebol, Garrincha e Pelé, mas sim da qualidade de seguidas gerações de craques, como o futebol de nenhum outro país produziu. Para só citar alguns, nomes como Didi, Nílton Santos (58/62), Jairzinho, Gérson, Tostão, Rivellino (70). História que poderia ter começado antes, nos tempos de Zizinho e Ademir, marcados pela derrota para o Uruguai no Maracanã, em 1950.
1958
O país atravessava provavelmente o mais rico momento de sua história.O otimismo geral chegou ao futebol, com o aparecimento, principalmente, de dois ferômenos: Garrincha, O Anjo das Pernas Tortas, no Botafogo, e Pelé, o menino do Santos, então com 17 anos e que viria a se tornar o Atleta do Século e Rei do Futebol.
Saíram daqui como reservas e voltaram consagrados. Uma história que foi prevista por Nelson Rodrigues no Jornal dos Sports: "Ou muito me engano ou este Campeonato do Mundo vai dar aos brasileiros a impressão de que não é tão inepto, tão incapaz, tão inferior como ele mesmo se julga."
A campanha, que teve ainda o empate sem gols com a Inglaterra, vitória sofrida (1 a 0) sobre o País de Gales, goleada mágica contra a França (5 a 2), ficou marcada, porém, pela vitória por 2 a 0 sobre a União Soviética, a grande favorita dos europeus, no jogo de estréia dos até então reservas Garrincha e Pelé.
A atuação de Garrincha mereceu o seguinte comentário de Mario Filho, presidente do JS: "Se não tínhamos o Sputnik, tínhamos Garrincha, que nem toma conhecimento dessas coisas." Já Nelson Rodrigues resumiu o baile no lateral Kotsktsou, o primeiro João internacional: "Foi pior do que xingar a mãe."
1962
A vitória na Suécia havia quebrado um tabu: a Seleção Brasileira foi a primeira a ganhar uma Copa fora de seu continente, feito que seria repetido três vezes depois (América do Norte, duas, e Ásia, uma vez). No Chile, a Seleção tinha apenas duas mudanças: os zagueiros Mauro no lugar de Bellini e Zózimo no de Orlando. Aymoré Moreira substituíra Feola, adoentado.
Havia o temor de que o time sentisse a média de idade avançada, sobretudo dos laterais Djalma Santos e Nílton Santos. Temor que foi agravado pelo inesperado estiramento muscular de Pelé, logo no segundo jogo, e que o tirou definitivamente do restante da Copa. Seu substituto foi Amarildo, do Botafogo.
Mas se não havia Pelé, havia Mané. E Garrincha mais uma vez entortou os joões que apareceram e no dia 17 de junho, no Estádio Nacional de Santiago. Lá estava a Seleção Brasileira para a final contra a Tchecoslováquia, depois de passar por México, a mesma Tchecoslováquia, Espanha, Inglaterra e Chile.
Depois de um jogo de alto nível técnico, vitória insosfimável do Brasil por 3 a 1 e o bicampeonato conquistado e comemorado na volta da Seleção para o Rio com um monumental carnaval fora de época, depois de ser recebida com toda a pompa pelo presidente João Goulart.
1970

O Brasil vivia a era do Milagre Econômico, o regime era a ditadura militar, imposta em1964. Governava o general Médici. Depois de uma brilhante campanha nas Eliminatórias, sob o comando de João Saldanha, a Seleção entrou em crise antes de partir para o México.
João Saldanha foi substituído pelo ponta titular de 58 e 62 Zagallo, técnico do Botafogo. Zagallo fez uma mudança tática no time para encontrar um lugar para Rivellino, tirando Edu. Deslocou Wilson Piazza para a posição de quarto-zagueiro, ao lado de Brito, e formou o ataque com Jairzinho, Pelé, que seria eleito o craque da Copa, e Tostão. No meio-campo entregou a batuta ao maestro Gérson. A seu lado, Clodoaldo. Nas laterais, Carlos Alberto Torres e Everaldo. No gol, Félix. No banco, contava ainda com outro trunfo: Paulo César Lima, que usaria em momentos fundamentais da campanha.
O grupo do Brasil na primeira fase, em Guadalajara, era o mais forte. Havia um misto de desconfiança para a estréia, aliado a uma otimista euforia, graças à campanha do governo, sob os acordes de uma célebre marchinha de autoria de Miguel Gustavo intitulada "Prá frente Brasil".
A Copa marcou ainda a introdução de duas novidades: o cartão amarelo para a primeira advertência e o vermelho para a segunda e também para a expulsão do jogador faltoso e as substituições durante os jogos.
Finalmente, após um mês de preparação na altitude do México, no dia 3 de junho a Seleção entrava em campo para a esperada estréia contra a Tchecoslováquia. Depois do susto inicial — o gol de Petras — o show começou: da bomba de Rivellino aos passes de Gérson para os gols de Pelé e Jairzinho (dois) até a imortal jogada do Rei tentando encobrir o goleiro Viktor do meio do campo. Virou festa.
Festa que não iria parar mais, até o último jogo. No dia 7, foi a vez da Inglaterra, a então campeã mundial. Uma partida antológica, decidida por uma das mais célebres jogadas da história do futebol, desde o primeiro toque de Paulo César para Tostão, a virada genial para Pelé, já na área e o passe milimétrico do Rei para Jairzinho na direita entrar e fuzilar Banks.
Depois caíram Romênia, Peru, Uruguai e finalmente a Itália, dia 21, no Azteca, palco da final, que hoje completa 35 anos
Os 35 anos do tri
MÉXICO 70-O aniversário de uma conquista histórica
Invejada, admirada, às vezes criticada, mas jamais contestada em sua posição de líder de qualquer ranking que se faça, a Seleção Brasileira, cinco vezes campeã mundial, a única que esteve presente a todas as 17 Copas do Mundo disputadas, tem um motivo muito especial para comemorar a data de hoje, 21 de junho: os 35 anos da conquista do tricampeonato no monumental Estádio Azteca, na Cidade do México. Conquista simbolizada pelo gesto do capitão Carlos Alberto Torres ao erguer a Taça Jules Rimet, repetindo Bellini, na Suécia (1958), e Mauro, no Chile (1962), e que consagrou de vez o jogador brasileiro aos olhos do mundo.
Uma prova definitiva de que o bicampeonato não era produto apenas das façanhas dos dois maiores gênios da história do futebol, Garrincha e Pelé, mas sim da qualidade de seguidas gerações de craques, como o futebol de nenhum outro país produziu. Para só citar alguns, nomes como Didi, Nílton Santos (58/62), Jairzinho, Gérson, Tostão, Rivellino (70). História que poderia ter começado antes, nos tempos de Zizinho e Ademir, marcados pela derrota para o Uruguai no Maracanã, em 1950.
1958
O país atravessava provavelmente o mais rico momento de sua história.O otimismo geral chegou ao futebol, com o aparecimento, principalmente, de dois ferômenos: Garrincha, O Anjo das Pernas Tortas, no Botafogo, e Pelé, o menino do Santos, então com 17 anos e que viria a se tornar o Atleta do Século e Rei do Futebol.
Saíram daqui como reservas e voltaram consagrados. Uma história que foi prevista por Nelson Rodrigues no Jornal dos Sports: "Ou muito me engano ou este Campeonato do Mundo vai dar aos brasileiros a impressão de que não é tão inepto, tão incapaz, tão inferior como ele mesmo se julga."
A campanha, que teve ainda o empate sem gols com a Inglaterra, vitória sofrida (1 a 0) sobre o País de Gales, goleada mágica contra a França (5 a 2), ficou marcada, porém, pela vitória por 2 a 0 sobre a União Soviética, a grande favorita dos europeus, no jogo de estréia dos até então reservas Garrincha e Pelé.
A atuação de Garrincha mereceu o seguinte comentário de Mario Filho, presidente do JS: "Se não tínhamos o Sputnik, tínhamos Garrincha, que nem toma conhecimento dessas coisas." Já Nelson Rodrigues resumiu o baile no lateral Kotsktsou, o primeiro João internacional: "Foi pior do que xingar a mãe."
1962
A vitória na Suécia havia quebrado um tabu: a Seleção Brasileira foi a primeira a ganhar uma Copa fora de seu continente, feito que seria repetido três vezes depois (América do Norte, duas, e Ásia, uma vez). No Chile, a Seleção tinha apenas duas mudanças: os zagueiros Mauro no lugar de Bellini e Zózimo no de Orlando. Aymoré Moreira substituíra Feola, adoentado.
Havia o temor de que o time sentisse a média de idade avançada, sobretudo dos laterais Djalma Santos e Nílton Santos. Temor que foi agravado pelo inesperado estiramento muscular de Pelé, logo no segundo jogo, e que o tirou definitivamente do restante da Copa. Seu substituto foi Amarildo, do Botafogo.
Mas se não havia Pelé, havia Mané. E Garrincha mais uma vez entortou os joões que apareceram e no dia 17 de junho, no Estádio Nacional de Santiago. Lá estava a Seleção Brasileira para a final contra a Tchecoslováquia, depois de passar por México, a mesma Tchecoslováquia, Espanha, Inglaterra e Chile.
Depois de um jogo de alto nível técnico, vitória insosfimável do Brasil por 3 a 1 e o bicampeonato conquistado e comemorado na volta da Seleção para o Rio com um monumental carnaval fora de época, depois de ser recebida com toda a pompa pelo presidente João Goulart.
1970
O Brasil vivia a era do Milagre Econômico, o regime era a ditadura militar, imposta em1964. Governava o general Médici. Depois de uma brilhante campanha nas Eliminatórias, sob o comando de João Saldanha, a Seleção entrou em crise antes de partir para o México.
João Saldanha foi substituído pelo ponta titular de 58 e 62 Zagallo, técnico do Botafogo. Zagallo fez uma mudança tática no time para encontrar um lugar para Rivellino, tirando Edu. Deslocou Wilson Piazza para a posição de quarto-zagueiro, ao lado de Brito, e formou o ataque com Jairzinho, Pelé, que seria eleito o craque da Copa, e Tostão. No meio-campo entregou a batuta ao maestro Gérson. A seu lado, Clodoaldo. Nas laterais, Carlos Alberto Torres e Everaldo. No gol, Félix. No banco, contava ainda com outro trunfo: Paulo César Lima, que usaria em momentos fundamentais da campanha.
O grupo do Brasil na primeira fase, em Guadalajara, era o mais forte. Havia um misto de desconfiança para a estréia, aliado a uma otimista euforia, graças à campanha do governo, sob os acordes de uma célebre marchinha de autoria de Miguel Gustavo intitulada "Prá frente Brasil".
A Copa marcou ainda a introdução de duas novidades: o cartão amarelo para a primeira advertência e o vermelho para a segunda e também para a expulsão do jogador faltoso e as substituições durante os jogos.
Finalmente, após um mês de preparação na altitude do México, no dia 3 de junho a Seleção entrava em campo para a esperada estréia contra a Tchecoslováquia. Depois do susto inicial — o gol de Petras — o show começou: da bomba de Rivellino aos passes de Gérson para os gols de Pelé e Jairzinho (dois) até a imortal jogada do Rei tentando encobrir o goleiro Viktor do meio do campo. Virou festa.
Festa que não iria parar mais, até o último jogo. No dia 7, foi a vez da Inglaterra, a então campeã mundial. Uma partida antológica, decidida por uma das mais célebres jogadas da história do futebol, desde o primeiro toque de Paulo César para Tostão, a virada genial para Pelé, já na área e o passe milimétrico do Rei para Jairzinho na direita entrar e fuzilar Banks.
Depois caíram Romênia, Peru, Uruguai e finalmente a Itália, dia 21, no Azteca, palco da final, que hoje completa 35 anos
poesia poliglota
...
POESIA POLIGLOTA
..
POESIA POLIGLOTA
.
É verdade matemática
Que ninguém podi negá
Que essa história de gramática
Só serve pra atrapaiá
Inda vem língua estrangera
Ajudá a compricá
Meió nóis cabá cum isso
Pra todos podê falá
Na Ingraterra ouví dizê
Que um pé de sapato é xu
Desde logo já se vê
Dois pé de sapato é xuxu
Xuxu pra nois é legume
É verdade e não boato
O ingrês que lá se arrume
Mas nóis num come sapato
Ná Itália ouví dizê
Eu não sei porque razão
Que manteiga lá é burro
Lá se passa burro no pão
Desse jeito pra mim chega
Sarve o povo do sertão
Onde manteiga é manteiga
Nóis num come burro não
Na Argentina aprendi
Que lá saco é paletó
Lá se o gringo toma chuva
Tem que pô o saco no só
E se acaso o dito encóie
E a muié diz o pió :
Teu saco é muito pequeno
Vê se arranja um saco maió
Na América corpo é bódi
Veja que bódi vai dá
Conhecí uma americana
Doida pro bódi entregá
Fiquei meio atrapaiado
E disse pra me escapá
Oia moça eu não sou cabra
Chega seu bódi pra lá
No Chile cueca é dança
Pra se dançá e bailá
Lá se dança e baila cueca
Até a noite acabá
Mas se um dia um chileno
Vié pro Basil dançá
Tente mostrá a cueca
Pra vê onde vai pará
Uma gravata esquisita
Um certo francês me deu
Perguntei onde se bota
Acho que num entendeu
Me danei com a resposta
Isso é coisa eu que não faço
Seu francês mal educado
Mete a gravata no seu.
POESIA POLIGLOTA
..
POESIA POLIGLOTA
.
É verdade matemática
Que ninguém podi negá
Que essa história de gramática
Só serve pra atrapaiá
Inda vem língua estrangera
Ajudá a compricá
Meió nóis cabá cum isso
Pra todos podê falá
Na Ingraterra ouví dizê
Que um pé de sapato é xu
Desde logo já se vê
Dois pé de sapato é xuxu
Xuxu pra nois é legume
É verdade e não boato
O ingrês que lá se arrume
Mas nóis num come sapato
Ná Itália ouví dizê
Eu não sei porque razão
Que manteiga lá é burro
Lá se passa burro no pão
Desse jeito pra mim chega
Sarve o povo do sertão
Onde manteiga é manteiga
Nóis num come burro não
Na Argentina aprendi
Que lá saco é paletó
Lá se o gringo toma chuva
Tem que pô o saco no só
E se acaso o dito encóie
E a muié diz o pió :
Teu saco é muito pequeno
Vê se arranja um saco maió
Na América corpo é bódi
Veja que bódi vai dá
Conhecí uma americana
Doida pro bódi entregá
Fiquei meio atrapaiado
E disse pra me escapá
Oia moça eu não sou cabra
Chega seu bódi pra lá
No Chile cueca é dança
Pra se dançá e bailá
Lá se dança e baila cueca
Até a noite acabá
Mas se um dia um chileno
Vié pro Basil dançá
Tente mostrá a cueca
Pra vê onde vai pará
Uma gravata esquisita
Um certo francês me deu
Perguntei onde se bota
Acho que num entendeu
Me danei com a resposta
Isso é coisa eu que não faço
Seu francês mal educado
Mete a gravata no seu.
segunda-feira, junho 20, 2005
BRASILEIRÃO 8ª.rodada
..
..
PROSSEGUIU O CAMPEONATO
BRASILEIRO, COM O BOTAFOGO
A SOFRER A PRIMEIRA DERROTA
E O JOSÉ DOMUNGUEZ A ESTREAR-
-SE PELO VASCO E A PERDER 2-5 COM
O PALMEIRAS.

O líder Botafogo cai diante dum São Paulo desfalcado e vê rivais encostarem agora a 1 ponto apenas
O Palmeiras sofreu na etapa inicial, mas conseguiu a virada e deu sobrevida a Paulo Bonamigo no comando da equipe,ao vencer o VASCO por 5-2.
O técnico Paulo Autuori poupou boa parte dos titulares do São Paulo, mas a formação levada a campo pelo treinador tricolor foi suficiente para bater o Botafogo e tirar pontos importantes do líder do Campeonato Brasileiro. Mesmo atuando diante de um adversário mais preocupado com a Copa Libertadores, o Alvinegro carioca sucumbiu no Morumbi: 1 a 0, gol de Paulo Matos.
Com o resultado, o Fogão parou nos 18 pontos e viu Ponte Preta, Fluminense e Corinthians, vencedores na oitava rodada, encostarem e ameaçarem seu posto. Se quiser permanecer sem ninguém à sua frente, o Botafogo, comandado pelo técnico Paulo César Gusmão não pode pensar em qualquer resultado diferente da vitória no próximo sábado, contra o Figueirense, .
A partida disputada no Morumbi não foi das mais bonitas e dava toda a pinta de que terminaria em 0 a 0. Aos 30 minutos do segundo tempo, quando a inauguração do placar parecia algo inimaginável, Souza fez linda jogada pela esquerda e bateu cruzado. O jovem Paulo Matos, que entrou no andamento da partida, apareceu no segundo pau para vencer Jefferson e definir a vitória são-paulina.

O resultado foi comemorado pelo Fluminense, que não teve grandes dificuldades para fazer 3 a 0 ao Internacional de Porto Alegre, , e alcançar os 17 pontos, um a menos que o Botafogo. Assim como o São Paulo, o Tricolor carioca adotou uma formação mista, já que joga a final da Copa do Brasil na próxima quarta-feira, mas atropelou os gaúchos, com gols de Toró, Antônio Carlos e Preto Casagrande.
Já o Santos deu mostras de que não assimilou o baque da eliminação na Copa Libertadores e não passou de um 0 a 0 com o Fortaleza,. Quem viu a partida sabe que o resultado não foi dos piores para a equipe da Vila Belmiro, uma vez que os donos da casa tiveram diversas oportunidades para balançar as redes defendidas pelo goleiro Mauro.
Palmeiras e Corinthians goleiam - Os resultados foram parecidos, mas Corinthians e Palmeiras traçaram de maneiras diferentes suas goleadas sobre Brasiliense e Vasco, respectivamente, na tarde deste sábado.
Vindo de quatro vitórias consecutivas, o Timão goleou o Brasiliense por 4 a 2 em mais uma boa atuação
Já no Palestra Itália, o Palmeiras sofreu bastante na etapa inicial, mas graças à volta de Pedrinho e ao excepcional desempenho de Marcinho no segundo tempo, o Verdão conseguiu virar o placar e golear o Vasco por 5 a 2. Romário, aos 18 minutos da etapa inicial, abriu o placar para o Vasco acertando um centro do português DOMINGUEZ. .
Porém, em 45 minutos, a história mudou. Com a entrada de Pedrinho em lugar de Cristian (já jogou no Amadora) no intervalo, o Palmeiras ganhou nova vida na etapa complementar e conseguiu reverter a situação. Pedrinho deixou o seu, aos 14, enquanto que Marcinho deu show, anotando três gols, aos 18, 35 e 37 minutos. O Baixinho Romário conseguiu ainda marcar o seu segundo gol no jogo, aos 44 minutos, mas dois minutos depois o volante Correa, improvisado na lateral, acertou um belo chute de dentro da área, dando números finais à partida e jogando a crise para o lado de São Januário.

DOMINGUEZ (à esquerda) ESTREOU-SE PELO VASCO E DEU A MARCAR O 1º.GOLO A ROMÁRIO
Em Florianópolis, Figueirense e Paysandu empataram por 3 a 3, na estréia do atacante Edmundo em jogos do time catarinense . O Animal não decepcionou, marcando dois gols, mas foi um pouco ofuscado por Robgol, que também marcou duas vezes e que assumiu, desta forma, a artilharia do Campeonato Brasileiro, com sete gols anotados até aqui.
Ponte Preta manteve-se na vice-liderança do Campeonato Brasileiro ao derrotar o Goiás por 2 a 0, em Campinas, na partida que marcou a despedida do meia Harison - o jogador está praticamente negociado com o União de Leiria, de Portugal. No estádio Luso-brasileiro, na Ilha do Governador, o Atlético Paranaense arrancou um empate por 1 a 1 com o Flamengo, enquanto que no Mineirão, em Belo Horizonte, nem a reestréia de Marques impediu a derrota do Atlético Mineiro para o São Caetano por 3 a 2.
O Cruzeiro (do meu amigo Nelson) não passou dum empate com o Juventude de Caxias
Sob chuva, Cruzeiro e Juventude não saem do zero
Time de Levir erra muitos passes e equipe gaúcha segue entre os primeiros no Brasileiro
Juventude e Cruzeiro empataram em 0 a 0 na noite deste domingo, em Caxias do Sul, no estádio Alfredo Jaconiem um festival de erros e oportunidades perdidas.
No primeiro tempo, o Cruzeiro teve apenas uma oportunidade de abrir o placar. Aos 43 minutos, Kelly dominou bola na entrada da área e chutou rápido. No lance, Doni fechou o gol do time da casa. Antes desse lance, Fábio já havia falhado por duas vezes em saídas do gol e Zé Carlos, aos seis minutos, e William, ao nove, quase marcaram.
Com a defesa celeste meio atrapalhada, sobrou para Maurinho defender a oportunidade mais clara de gol do time de Caxias do Sul. Depois de ver Zé Carlos cabecear na trave celeste, o lateral-direito do Cruzeiro, aos 35 minutos, tirou de cabeça, em cima da linha do gol, o chute de Joel.
Melhor depois do intervalo, Cruzeiro e Juventude tiveram várias oportunidades de marcar no segundo tempo. Patrick, logo aos 17 minutos, cruzou para Adriano, que cabeceiou no chão e lamentou Doni ter atrapalhado mais uma vez o gol do Cruzeiro. Como devolução ao lance de perigo celeste, William recebeu bola na área da Raposa e cabeceiou. Fábio, com belíssima defesa, também manteve o empate sem gols, em Caxias.
Se no começo da partidas, a quantidade de erros atrapalhou as jogadas, no final do jogo foi a neblina e a chuva que esfriaram o ritmo do jogo. E, com o clima, nem o árbitro se livrou dos erros. Aos 30 minutos, bola bateu no braço de Argel, mas Sálvio Spinola não marcou pênalti, ouvindo da torcida vários xingamentos. Fred, aos 46 minutos, resumiu o que foi toda a partida: com passe de Lopes, o atacante, livre, perdeu o tempo da bola e deixou para Doni o fim da jogada.
Com o resultado, Juventude e Cruzeiro agora têm que esperar até o dia 17 de agosto, na estréia da Copa Sul-Americana, para ter mais uma vez novas chances de gols. Com o empate, o time de Caxias, soma 15 pontos e o clube mineiro, 12 pontos.
FICHA TÉCNICA
JUVENTUDE-RS 0 x 0 CRUZEIRO-MG
Estádio: Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Data-Hora: 19/06/05 - 18h10min (de Brasília)
Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho (Fifa-SP)
Auxiliares: Valter José Dos Reis (Fifa-SP) e Nilson De Souza Monção(SP)
Cartões amarelos: Joel (JUV), Adriano (CRU), Camazzola (JUV), Lopes(CRU), Antônio Carlos(JUV)
JUVENTUDE: Dôni, Daniel(intervalo, Thiago Sala), Antônio Carlos e Joel; Magal, Camazzola, Lauro, Juliano e Jaílson; William e Zé Carlos. Técnico: Ivo Wortmann.
CRUZEIRO: Fábio, Maurinho, Argel, Marcelo Batatais e Patrick; Maldonado, Marabá, Adriano (21'/2ºT Lopes) e Kelly; Adriano Louzada(21'/2ºT Weldon) e Fred. Técnico: Levir Culpi
8ª rodada
sábado, 18 de junho de 2005
16h00 Figueirense/SC 3 x 3 Paysandu/SC O. Scarpelli
16h00 Palmeiras/SP 5 x 2 Vasco/RJ P. Antártica
16h00 Brasiliense/DF 2 x 4 Corinthians/SP Serejão
18h10 Ponte Preta/SP 2 x 0 Goiás/GO M. Lucarelli
18h10 Atlético/MG 2 x 3 São Caetano/SP Mineirão
18h10 Flamengo/RJ 1 x 1 Atlético/PR Arena Petrobrás
domingo, 19 de junho de 2005
18h10 São Paulo/SP 1 x 0 Botafogo/RJ Morumbi
18h10 Fluminense/RJ 3 x 0 Internacional/RS R. de Oliveira
18h10 Coritiba/PR 2 x 1 Paraná/PR Couto Pereira
18h10 Juventude/RS 0 x 0 Cruzeiro/MG A. Jaconi
18h10 Fortaleza/CE 0 x 0 Santos/SP Castelão
CLASSIFICAÇÃO:
1º Botafogo 18
2º Ponte Preta 17
3º Fluminense 17 8
4º Corinthians 16
5º Juventude 15
6º Santos 14
7º São Caetano 14
8º Coritiba 13
9º Internacional 13
10º São Paulo 12
11º Cruzeiro 12
12º Goiás 11
13º Palmeiras 10
14º Paraná 9
15º Flamengo 9
16º Fortaleza 8
17º Paysandu 8
18º Vasco 8
19º Brasiliense 6
20º Figueirense 6
21º Atlético-MG 5
22º Atlético-PR 2
E quanto aos goleadores?
7 Róbson (Paysandu)
6 Roger (São Paulo)
5 Alex Alves (Botafogo)
Fred (Cruzeiro)
Borges (Paraná)
4 Euller (Atlético/MG)
Tuta (Fluminense)
Marcinho (Palmeiras)
Kahê (Ponte Preta)
Deivid (Santos)
Alex Dias e Romário (Vasco)
3 Tevez (Corinthians)
Tiago (Coritiba)
Weldon(Cruzeiro)
César Prates (Botafogo)
Gabriel (Fluminense)
Gustavo e Jorge Wagner (Internacional)
Zé Carlos (Juventude)
Rogério Ceni (São Paulo)
Robinho (Santos)
Dimba (São Caetano)
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PROSSEGUIU O CAMPEONATO
BRASILEIRO, COM O BOTAFOGO
A SOFRER A PRIMEIRA DERROTA
E O JOSÉ DOMUNGUEZ A ESTREAR-
-SE PELO VASCO E A PERDER 2-5 COM
O PALMEIRAS.
O líder Botafogo cai diante dum São Paulo desfalcado e vê rivais encostarem agora a 1 ponto apenas
O Palmeiras sofreu na etapa inicial, mas conseguiu a virada e deu sobrevida a Paulo Bonamigo no comando da equipe,ao vencer o VASCO por 5-2.
O técnico Paulo Autuori poupou boa parte dos titulares do São Paulo, mas a formação levada a campo pelo treinador tricolor foi suficiente para bater o Botafogo e tirar pontos importantes do líder do Campeonato Brasileiro. Mesmo atuando diante de um adversário mais preocupado com a Copa Libertadores, o Alvinegro carioca sucumbiu no Morumbi: 1 a 0, gol de Paulo Matos.
Com o resultado, o Fogão parou nos 18 pontos e viu Ponte Preta, Fluminense e Corinthians, vencedores na oitava rodada, encostarem e ameaçarem seu posto. Se quiser permanecer sem ninguém à sua frente, o Botafogo, comandado pelo técnico Paulo César Gusmão não pode pensar em qualquer resultado diferente da vitória no próximo sábado, contra o Figueirense, .
A partida disputada no Morumbi não foi das mais bonitas e dava toda a pinta de que terminaria em 0 a 0. Aos 30 minutos do segundo tempo, quando a inauguração do placar parecia algo inimaginável, Souza fez linda jogada pela esquerda e bateu cruzado. O jovem Paulo Matos, que entrou no andamento da partida, apareceu no segundo pau para vencer Jefferson e definir a vitória são-paulina.
O resultado foi comemorado pelo Fluminense, que não teve grandes dificuldades para fazer 3 a 0 ao Internacional de Porto Alegre, , e alcançar os 17 pontos, um a menos que o Botafogo. Assim como o São Paulo, o Tricolor carioca adotou uma formação mista, já que joga a final da Copa do Brasil na próxima quarta-feira, mas atropelou os gaúchos, com gols de Toró, Antônio Carlos e Preto Casagrande.
Já o Santos deu mostras de que não assimilou o baque da eliminação na Copa Libertadores e não passou de um 0 a 0 com o Fortaleza,. Quem viu a partida sabe que o resultado não foi dos piores para a equipe da Vila Belmiro, uma vez que os donos da casa tiveram diversas oportunidades para balançar as redes defendidas pelo goleiro Mauro.
Palmeiras e Corinthians goleiam - Os resultados foram parecidos, mas Corinthians e Palmeiras traçaram de maneiras diferentes suas goleadas sobre Brasiliense e Vasco, respectivamente, na tarde deste sábado.
Vindo de quatro vitórias consecutivas, o Timão goleou o Brasiliense por 4 a 2 em mais uma boa atuação
Já no Palestra Itália, o Palmeiras sofreu bastante na etapa inicial, mas graças à volta de Pedrinho e ao excepcional desempenho de Marcinho no segundo tempo, o Verdão conseguiu virar o placar e golear o Vasco por 5 a 2. Romário, aos 18 minutos da etapa inicial, abriu o placar para o Vasco acertando um centro do português DOMINGUEZ. .
Porém, em 45 minutos, a história mudou. Com a entrada de Pedrinho em lugar de Cristian (já jogou no Amadora) no intervalo, o Palmeiras ganhou nova vida na etapa complementar e conseguiu reverter a situação. Pedrinho deixou o seu, aos 14, enquanto que Marcinho deu show, anotando três gols, aos 18, 35 e 37 minutos. O Baixinho Romário conseguiu ainda marcar o seu segundo gol no jogo, aos 44 minutos, mas dois minutos depois o volante Correa, improvisado na lateral, acertou um belo chute de dentro da área, dando números finais à partida e jogando a crise para o lado de São Januário.
DOMINGUEZ (à esquerda) ESTREOU-SE PELO VASCO E DEU A MARCAR O 1º.GOLO A ROMÁRIO
Em Florianópolis, Figueirense e Paysandu empataram por 3 a 3, na estréia do atacante Edmundo em jogos do time catarinense . O Animal não decepcionou, marcando dois gols, mas foi um pouco ofuscado por Robgol, que também marcou duas vezes e que assumiu, desta forma, a artilharia do Campeonato Brasileiro, com sete gols anotados até aqui.
Ponte Preta manteve-se na vice-liderança do Campeonato Brasileiro ao derrotar o Goiás por 2 a 0, em Campinas, na partida que marcou a despedida do meia Harison - o jogador está praticamente negociado com o União de Leiria, de Portugal. No estádio Luso-brasileiro, na Ilha do Governador, o Atlético Paranaense arrancou um empate por 1 a 1 com o Flamengo, enquanto que no Mineirão, em Belo Horizonte, nem a reestréia de Marques impediu a derrota do Atlético Mineiro para o São Caetano por 3 a 2.
O Cruzeiro (do meu amigo Nelson) não passou dum empate com o Juventude de Caxias
Sob chuva, Cruzeiro e Juventude não saem do zero
Time de Levir erra muitos passes e equipe gaúcha segue entre os primeiros no Brasileiro
Juventude e Cruzeiro empataram em 0 a 0 na noite deste domingo, em Caxias do Sul, no estádio Alfredo Jaconiem um festival de erros e oportunidades perdidas.
No primeiro tempo, o Cruzeiro teve apenas uma oportunidade de abrir o placar. Aos 43 minutos, Kelly dominou bola na entrada da área e chutou rápido. No lance, Doni fechou o gol do time da casa. Antes desse lance, Fábio já havia falhado por duas vezes em saídas do gol e Zé Carlos, aos seis minutos, e William, ao nove, quase marcaram.
Com a defesa celeste meio atrapalhada, sobrou para Maurinho defender a oportunidade mais clara de gol do time de Caxias do Sul. Depois de ver Zé Carlos cabecear na trave celeste, o lateral-direito do Cruzeiro, aos 35 minutos, tirou de cabeça, em cima da linha do gol, o chute de Joel.
Melhor depois do intervalo, Cruzeiro e Juventude tiveram várias oportunidades de marcar no segundo tempo. Patrick, logo aos 17 minutos, cruzou para Adriano, que cabeceiou no chão e lamentou Doni ter atrapalhado mais uma vez o gol do Cruzeiro. Como devolução ao lance de perigo celeste, William recebeu bola na área da Raposa e cabeceiou. Fábio, com belíssima defesa, também manteve o empate sem gols, em Caxias.
Se no começo da partidas, a quantidade de erros atrapalhou as jogadas, no final do jogo foi a neblina e a chuva que esfriaram o ritmo do jogo. E, com o clima, nem o árbitro se livrou dos erros. Aos 30 minutos, bola bateu no braço de Argel, mas Sálvio Spinola não marcou pênalti, ouvindo da torcida vários xingamentos. Fred, aos 46 minutos, resumiu o que foi toda a partida: com passe de Lopes, o atacante, livre, perdeu o tempo da bola e deixou para Doni o fim da jogada.
Com o resultado, Juventude e Cruzeiro agora têm que esperar até o dia 17 de agosto, na estréia da Copa Sul-Americana, para ter mais uma vez novas chances de gols. Com o empate, o time de Caxias, soma 15 pontos e o clube mineiro, 12 pontos.
FICHA TÉCNICA
JUVENTUDE-RS 0 x 0 CRUZEIRO-MG
Estádio: Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Data-Hora: 19/06/05 - 18h10min (de Brasília)
Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho (Fifa-SP)
Auxiliares: Valter José Dos Reis (Fifa-SP) e Nilson De Souza Monção(SP)
Cartões amarelos: Joel (JUV), Adriano (CRU), Camazzola (JUV), Lopes(CRU), Antônio Carlos(JUV)
JUVENTUDE: Dôni, Daniel(intervalo, Thiago Sala), Antônio Carlos e Joel; Magal, Camazzola, Lauro, Juliano e Jaílson; William e Zé Carlos. Técnico: Ivo Wortmann.
CRUZEIRO: Fábio, Maurinho, Argel, Marcelo Batatais e Patrick; Maldonado, Marabá, Adriano (21'/2ºT Lopes) e Kelly; Adriano Louzada(21'/2ºT Weldon) e Fred. Técnico: Levir Culpi
8ª rodada
sábado, 18 de junho de 2005
16h00 Figueirense/SC 3 x 3 Paysandu/SC O. Scarpelli
16h00 Palmeiras/SP 5 x 2 Vasco/RJ P. Antártica
16h00 Brasiliense/DF 2 x 4 Corinthians/SP Serejão
18h10 Ponte Preta/SP 2 x 0 Goiás/GO M. Lucarelli
18h10 Atlético/MG 2 x 3 São Caetano/SP Mineirão
18h10 Flamengo/RJ 1 x 1 Atlético/PR Arena Petrobrás
domingo, 19 de junho de 2005
18h10 São Paulo/SP 1 x 0 Botafogo/RJ Morumbi
18h10 Fluminense/RJ 3 x 0 Internacional/RS R. de Oliveira
18h10 Coritiba/PR 2 x 1 Paraná/PR Couto Pereira
18h10 Juventude/RS 0 x 0 Cruzeiro/MG A. Jaconi
18h10 Fortaleza/CE 0 x 0 Santos/SP Castelão
CLASSIFICAÇÃO:
1º Botafogo 18
2º Ponte Preta 17
3º Fluminense 17 8
4º Corinthians 16
5º Juventude 15
6º Santos 14
7º São Caetano 14
8º Coritiba 13
9º Internacional 13
10º São Paulo 12
11º Cruzeiro 12
12º Goiás 11
13º Palmeiras 10
14º Paraná 9
15º Flamengo 9
16º Fortaleza 8
17º Paysandu 8
18º Vasco 8
19º Brasiliense 6
20º Figueirense 6
21º Atlético-MG 5
22º Atlético-PR 2
E quanto aos goleadores?
7 Róbson (Paysandu)
6 Roger (São Paulo)
5 Alex Alves (Botafogo)
Fred (Cruzeiro)
Borges (Paraná)
4 Euller (Atlético/MG)
Tuta (Fluminense)
Marcinho (Palmeiras)
Kahê (Ponte Preta)
Deivid (Santos)
Alex Dias e Romário (Vasco)
3 Tevez (Corinthians)
Tiago (Coritiba)
Weldon(Cruzeiro)
César Prates (Botafogo)
Gabriel (Fluminense)
Gustavo e Jorge Wagner (Internacional)
Zé Carlos (Juventude)
Rogério Ceni (São Paulo)
Robinho (Santos)
Dimba (São Caetano)
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