.
poema original
Original é o poeta
que se origina a si mesmo
que numa sílaba é seta
noutra pasmo ou cataclismo
o que se atira ao poema
como se fosse o abismo
e faz um filho ás palavras
na cama do romantismo.
Original é o poeta
capaz de escrever em sismo.
Original é o poeta
de origem clara e comum
que sendo de toda a parte
não é de lugar nenhum.
O que gera a própria arte
na força de ser só um
por todos a quem a sorte
faz devorar em jejum.
Original é o Poeta
que de todos for só um.
Original é o poeta
epulso do paraíso
por saber compreender
o que é o choro e o riso;
aquele que desce á rua
bebe
copos quebra nozes
e ferra emquem tem juízo
versos brancos e ferozes.
Original é o poeta
que é gato de sete vozes.
Original é o poeta
que chegar ao despudor
de escrever todos os dias
como se fizesse amor.
Esse que despe a poesia
como se fosse mulher
e nela emprenha a alegria
de ser um homem qualquer.
JOSÉ CARLOS AY DOS SANTOS
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
quarta-feira, outubro 10, 2007
terça-feira, outubro 09, 2007
TAÇA UEFA - SORTEIO DA FASE DE GRUPOS
.
DOS 4 CLUBES PORTUGUESES
JÁ SÓ RESTA O BRAGA
HOJE REALIZOU-SE O SORTEIO
DA FASE DE GRUPIS
Ao Braga saiu:

O sorteio, realizado hoje em Nyon, na Suíça, ditou que o Sporting de Braga - único clube português ainda em prova - ficasse inserido no grupo F, juntamente com o Bayern Munique (Alemanha), Bolton Wanderers (Inglaterra), Estrela Vermelha (Sérvia) e Aris Salónica (Grécia).
Em conferência de imprensa, realizada no Estádio Municipal de Braga após a realização do sorteio, Jorge Costa reconheceu ser "um grupo complicado e muito forte", mas "o calendário nem por isso".
O Sporting de Braga, que deixou pelo caminho os suecos do Hammarby (com 5-2 nas duas mãos), joga em Inglaterra e na Grécia, recebendo o Bayern de Munique e o Estrela Vermelha.
DOS 4 CLUBES PORTUGUESES
JÁ SÓ RESTA O BRAGA
HOJE REALIZOU-SE O SORTEIO
DA FASE DE GRUPIS
Ao Braga saiu:

O sorteio, realizado hoje em Nyon, na Suíça, ditou que o Sporting de Braga - único clube português ainda em prova - ficasse inserido no grupo F, juntamente com o Bayern Munique (Alemanha), Bolton Wanderers (Inglaterra), Estrela Vermelha (Sérvia) e Aris Salónica (Grécia).
Em conferência de imprensa, realizada no Estádio Municipal de Braga após a realização do sorteio, Jorge Costa reconheceu ser "um grupo complicado e muito forte", mas "o calendário nem por isso".
O Sporting de Braga, que deixou pelo caminho os suecos do Hammarby (com 5-2 nas duas mãos), joga em Inglaterra e na Grécia, recebendo o Bayern de Munique e o Estrela Vermelha.
APRESENTADORAS PORTUGUESAS - ANA GALVÃO
.
A ANA GALVÃO É UMA APRESENTADORA
PORTUGUESA DA RÁDIO E TELEVISÃO

O nosso blog continua a divulgar artistas de todas as artes (pintores,escritores,poetas, desportistas, apresentadores de Rádio e Televisão , cantores, humoristas, etc) portugueses e brasileiros.
Hoje tenho o privilégio de divulgar o nome e o rosto da ANA GALVÃO, que há muito ouço e vejo na Estação portuguesa ANTENA 3 e na RTP.
Com uma voz incrivel, fresca, desembaraçada, contagiantemente alegre e vibrante, é uma profissional muito competente, daquelas que prende à emissora de onde transmite, os radiouvintes tornando-os "adicted", ao programa e hora de emissão
Já tive a ventura de a conhecer pessoalmente uma vez que, ao atravesar a Ponte 25 de Abril a caminho de Lisboa, ouvi-a anunciar que estava na Livraria Bulhões no lançamento do livro do humorista Bubu "Bolas com creme" , que aqui já divulguei.
Businei, ziguezaguiei, e foi com a adrenalina em alto que juntei a voz que conhecia ,à pessoa ao vivo que se me deparou. Ultrapassei as expectativas...o sorriso é lindissimo a simpatia imensa.
Ana Galvão fez e faz parte daquela incrivel equipa que tem rodado na Antena 3, e que faz "MANHÃS DA 3" ,ao lado de Carlos Malato, Diogo Beja, Ana Lamy, Bubu, Nuno Markl, José Marîno, Jorge Botas,Raquel Bulha e agora Claudia Semedo . Na RTP, empresta a sua alegria de viver às reportagens que apresenta, dando-lhes o perfume da sua sensibilidade, e o talento do seu profissionalismo vibrante.
Nascida em Espanha, veio para Portugal durante a sua adolescência, e vá-se lá saber porque... nunca mais de cá saiu, para gáudio dos ouvintes e telespectadores.
Que pena a ANTENA 3 não ser ouvida no Brasil...
A ANA GALVÃO É UMA APRESENTADORA
PORTUGUESA DA RÁDIO E TELEVISÃO
O nosso blog continua a divulgar artistas de todas as artes (pintores,escritores,poetas, desportistas, apresentadores de Rádio e Televisão , cantores, humoristas, etc) portugueses e brasileiros.
Hoje tenho o privilégio de divulgar o nome e o rosto da ANA GALVÃO, que há muito ouço e vejo na Estação portuguesa ANTENA 3 e na RTP.
Com uma voz incrivel, fresca, desembaraçada, contagiantemente alegre e vibrante, é uma profissional muito competente, daquelas que prende à emissora de onde transmite, os radiouvintes tornando-os "adicted", ao programa e hora de emissão
Já tive a ventura de a conhecer pessoalmente uma vez que, ao atravesar a Ponte 25 de Abril a caminho de Lisboa, ouvi-a anunciar que estava na Livraria Bulhões no lançamento do livro do humorista Bubu "Bolas com creme" , que aqui já divulguei.
Businei, ziguezaguiei, e foi com a adrenalina em alto que juntei a voz que conhecia ,à pessoa ao vivo que se me deparou. Ultrapassei as expectativas...o sorriso é lindissimo a simpatia imensa.
Ana Galvão fez e faz parte daquela incrivel equipa que tem rodado na Antena 3, e que faz "MANHÃS DA 3" ,ao lado de Carlos Malato, Diogo Beja, Ana Lamy, Bubu, Nuno Markl, José Marîno, Jorge Botas,Raquel Bulha e agora Claudia Semedo . Na RTP, empresta a sua alegria de viver às reportagens que apresenta, dando-lhes o perfume da sua sensibilidade, e o talento do seu profissionalismo vibrante.
Nascida em Espanha, veio para Portugal durante a sua adolescência, e vá-se lá saber porque... nunca mais de cá saiu, para gáudio dos ouvintes e telespectadores.
Que pena a ANTENA 3 não ser ouvida no Brasil...
LIGA PORTUGUESA
.
COMPLETOU-SE A JORNADA
COM OS 4 JOGOS QUE FAL-
TAVAM.
DESTAQUE PARA A VITÓRIA
DO BELENENSES NO BESSA
FACE AO BOAVISTA(2-4)
QUE PROVOCOU A DEMISSÃO
DO PRESIDENTE JOÃO LOUREIRO
LIGA – 7 ª JORNADA
Académica 0-1 F.C. Porto
Boavista 2-4 Belenenses
P. Ferreira 2-1 E. Amadora
Marítimo 0-0 V. Setúbal
U. Leiria 1-2 Benfica
Sporting 3-0 V. Guimarães
Sp. Braga 1-0 Nacional
Leixões 0-1 Naval
CLASSIFICAÇÃO
...............Pts J
1. FC Porto 21 7
2. Sporting 14 7
3. Marítimo 14 7
4. Benfica 13 7
5. V. Guimarães 12 7
6. V. Setúbal 11 7
7. Sp. Braga 10 7
8. Belenenses 10 7
9. Leixões 6 7
10. Nacional 6 7
11. E. Amadora 6 7
12. Académica 6 7
13. P. Ferreira 5 7
14. Naval 5 7
15. Boavista 4 7
16. U. Leiria 3 7
COMPLETOU-SE A JORNADA
COM OS 4 JOGOS QUE FAL-
TAVAM.
DESTAQUE PARA A VITÓRIA
DO BELENENSES NO BESSA
FACE AO BOAVISTA(2-4)
QUE PROVOCOU A DEMISSÃO
DO PRESIDENTE JOÃO LOUREIRO
LIGA – 7 ª JORNADA
Académica 0-1 F.C. Porto
Boavista 2-4 Belenenses
P. Ferreira 2-1 E. Amadora
Marítimo 0-0 V. Setúbal
U. Leiria 1-2 Benfica
Sporting 3-0 V. Guimarães
Sp. Braga 1-0 Nacional
Leixões 0-1 Naval
CLASSIFICAÇÃO
...............Pts J
1. FC Porto 21 7
2. Sporting 14 7
3. Marítimo 14 7
4. Benfica 13 7
5. V. Guimarães 12 7
6. V. Setúbal 11 7
7. Sp. Braga 10 7
8. Belenenses 10 7
9. Leixões 6 7
10. Nacional 6 7
11. E. Amadora 6 7
12. Académica 6 7
13. P. Ferreira 5 7
14. Naval 5 7
15. Boavista 4 7
16. U. Leiria 3 7
A 9 DE OUTUBRO, nasceu JOSÉ DO PATROCÍNIO
,
FOI UM DOS HERÓIS
DA LUTA ABOLICIONISTA

José do Patrocínio.José Carlos do Patrocínio (Campos dos Goytacazes, RJ, 8 de outubro de 1854 — Rio de Janeiro, 30 de janeiro de 1905) era farmacêutico, jornalista, escritor, orador e activista político brasileiro.
Mulato, constitui-se em uma das mais destacadas figuras do movimento abolicionista e republicano no Rio de Janeiro.
Biografia
Filho natural do cônego João Carlos Monteiro, vigário da paróquia de Campos dos Goytacazes e orador sacro de reputação na Capela Imperial, com Justina do Espírito Santo, uma jovem escrava Mina de quinze anos, cedida ao serviço do cônego por D. Emerenciana Ribeiro do Espírito Santo, proprietária da região.
Embora sem reconhecer a paternidade, o religioso encaminhou o menino para a sua fazenda na Lagoa de Cima, onde José do Patrocínio passou a infância como liberto, porém convivendo com os escravos e com os rígidos castigos que lhes eram impostos.
Aos catorze anos de idade, tendo completado a sua educação primária, pediu, e obteve ao pai, autorização para vir para o Rio de Janeiro. Encontrou trabalho como servente de pedreiro na Santa Casa de Misericórdia (1868), empregando-se posteriormente na Casa de Saúde do Dr. Batista Santos. Aqui, atraído pelo combate à doença, retomou, às próprias expensas, os estudos no Externato de João Pedro de Aquino, prestando os exames preparatórios para o curso de Farmácia.
Aprovado, ingressou na Faculdade de Medicina como aluno de Farmácia, concluindo o curso em 1874. Neste momento, desfazendo-se a "república" de estudantes com que convivia, Patrocínio viu-se na iminência de precisar alugar moradia, sem dispor de recursos para tal. Um amigo, antigo colega do externato de Aquino, João Rodrigues Pacheco Vilanova, convidou-o a morar no tradicional bairro de São Cristóvão, na casa da mãe, então casada em segundas núpcias com o capitão Emiliano Rosa Sena, abastado proprietário de terras e imóveis. Para que Patrocínio pudesse aceitar sem constrangimento a hospedagem que lhe era oferecida, o capitão Sena propôs-lhe que, como pagamento, lecionaria aos seus filhos. Patrocínio aceitou a proposta e, desde então, passou também a freqüentar o "Clube Republicano" que funcionava na residência, do qual faziam parte Quintino Bocaiúva, Lopes Trovão, Pardal Mallet e outros. Não tardou que Patrocínio se apaixonasse por Maria Henriqueta, uma das filhas do militar, sendo também por ela correspondido. Quando informado do romance de ambos, o capitão Sena sentiu-se ofendido a princípio, porém vindo, após o matrimônio (1879), a auxiliar Patrocínio em diversas ocasiões.
Nessa época, Patrocínio iniciou a carreira de jornalista em parceria com Dermeval da Fonseca, publicando o quinzenário satírico Os Ferrões, que circulou de 1 de junho a 15 de outubro de 1875, no total de dez números. Os dois colaboradores se assinavam com os pseudônimos Notus Ferrão (Patrocínio) e Eurus Ferrão (Fonseca).
Dois anos depois (1877), admitido na Gazeta de Notícias como redator, foi encarregado da coluna Semana Parlamentar, que assinava com o pseudônimo de Prudhome. Foi neste espaço que, em 1879, iniciou a campanha pela Abolição da escravatura no Brasil. Em torno de si formou-se um grupo de jornalistas e de oradores, entre os quais Ferreira de Meneses (proprietário da Gazeta da Tarde), Joaquim Nabuco, Lopes Trovão, Ubaldino do Amaral, Teodoro Fernandes Sampaio, Paula Nei, todos da Associação Central Emancipadora. Por sua vez, Patrocínio começou a tomar parte nos trabalhos da associação.
Fundou, em 1880, juntamente com Joaquim Nabuco, a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão. Com o falecimento de Ferreira de Meneses (1881), com recursos obtidos junto ao sogro, adquiriu a Gazeta da Tarde, assumindo-lhe a direção. Em Maio de 1883 articula a Confederação Abolicionista, congregando todos os clubes abolicionistas do país, cujo manifesto redige e assina, juntamente com André Rebouças e Aristides Lobo. Nesta fase, Patrocínio não se limita a escrever: também prepara e auxilia a fuga de escravos e coordena campanhas de angariação de fundos para adquirir alforrias, com a promoção de espetáculo ao vivo, comícios em teatros, manifestações em praça pública etc.
Em 1882, a convite de Paula Nei, Patrocínio visitou a província do Ceará, onde foi recebido em triunfo. Essa província seria pioneira no Brasil ao decretar a abolição já em 1884.
Em 1885, visitou sua cidade natal, Campos dos Goytacazes, sendo também recebido em triunfo. De volta ao Rio de Janeiro, trouxe a velha mãe doente, que virá a falecer no final desse mesmo ano. O sepultamento transformou-se em um ato político em favor da Abolição, tendo comparecido personalidades como as do Ministro Rodolfo Dantas, o jurista Rui Barbosa e os futuros presidentes Campos Sales e Prudente de Morais.
No ano seguinte (1886), iniciou-se na política, sendo eleito vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com votação maciça.
Em Setembro de 1887, tendo abandonado a Gazeta da Tarde para fundar e dirigir um novo periódico: o A Cidade do Rio. À frente deste periódico intensifica a sua atuação política. Aqui fizeram escola alguns dos melhores nomes do jornalismo brasileiro da época, reunidos e incentivados pelo próprio Patrocínio. Foi nele que Patrocínio saudou, após uma década de intensa militância, a 13 de Maio de 1888, o advento da Abolição.
Obtida a vitória na campanha abolicionista, as atenções da opinião pública se voltaram para a campanha republicana. Por ironia do destino, o "A Cidade do Rio" e a própria figura de Patrocínio passam a ser identificados pela opinião pública como defensores da monarquia em crise. Nesta fase, Patrocínio rotulado como um "isabelista", foi apontado como um dos mentores da chamada "Guarda Negra", um grupo de ex-escravos que agia com violência contra os comícios republicanos.
Após a proclamação da República (1889), entrou em conflito em 1892 com o governo do Marechal Floriano Peixoto, pelo que foi detido e deportado para Cucuí, no alto rio Negro (Amazonas).
Retornou discretamente ao Rio de Janeiro em 1893, mas com o Estado de Sítio ainda em vigor, a publicação do "A Cidade do Rio" continuou suspensa. Sem sua fonte de renda, Patrocínio foi residir no subúrbio de Inhaúma.
Nos anos seguintes, a sua participação política foi inexpressiva, concentrando-se a sua atenção no moderno invento da aviação. Iniciou a construção de um dirigível de quarenta e cinco metros, o "Santa Cruz", com o sonho de voar, jamais concluído. Numa homenagem a Santos Dumont, realizada no Teatro Lírico, quando discursava saudando o inventor, foi acometido de uma hemoptise, sintoma da tuberculose que o vitimou. Faleceu pouco depois, aos cinqüenta e um anos de idade, aquele que é considerado por seus biógrafos o maior de todos os jornalistas da Abolição.
[editar] Cronologia
1853: Em 9 de outubro José Carlos do Patrocínio nasceu em Campos (na então província do Rio de Janeiro), filho natural do padre João Carlos Monteiro e de Justina, escrava africana, vendedora de frutas.
1868: Patrocínio começou a trabalhar na Santa Casa de Misericórdia, no Rio de Janeiro.
1871: Por iniciativa do visconde do Rio Branco foi promulgada a Lei do Ventre Livre, reconhecendo como livres as crianças nascidas de mães escravas.
1874: Na Faculdade de Medicina, Patrocínio concluiu o curso de Farmácia.
1875: Com Demerval Ferreira publicou o primeiro número do quinzenário satírico Os Ferrões.
1877: Entrou na Gazeta de Notícias, respondendo pela coluna A Semana Parlamentar.
1879: Casou-se com Maria Henriqueta Sena, a “Bibi”. Iniciou a campanha pela Abolição da escravatura.
1881: Ingressou na Gazeta da Tarde, vindo a se tornar proprietário do periódico.
1882: A convite de Paula Nei viajou ao Ceará em campanha pró-Abolição; como fruto, dois anos mais tarde o Ceará foi a primeira Província brasileira a dar a emancipação aos escravos.
1883: Patrocínio redigiu o Manifesto da Confederação Abolicionista.
1884: Publicou o romance Pedro Espanhol.
1885: Promulgada a Lei dos Sexagenários, que concedeu a liberdade aos escravos com idade igual ou superior a 65 anos. José do Patrocínio visitou Campos, onde foi saudado como um triunfador. No Rio de Janeiro o funeral de “tia” Justina, mãe de José do Patrocínio, transformou-se num grandioso comício de repúdio à escravidão.
1886: Foi eleito vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
1887: Deixou a Gazeta da Tarde, fundou e passou a dirigir o A Cidade do Rio. Publicou o romance Mota Coqueiro ou A pena de morte.
1888: A 13 de Maio a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, extinguindo a escravidão no Brasil; José do Patrocínio beijou as mãos da Princesa.
1889: Patrocínio publicou o romance Os Retirantes, inspirado na inclemência da seca sobre os habitantes do nordeste do Brasil. Foi acusado de fomentar a violenta ação da Guarda Negra em defesa do isabelismo. A 15 de Novembro a República foi proclamada no Brasil.
1892: José do Patrocínio importou da França o primeiro automóvel que circulou no Brasil. Movido a vapor, o seu barulho espantava os transeuntes. Por ter publicado, no seu jornal, um manifesto de um dos chefes da Revolta da Armada, o marechal Floriano Peixoto, desterrou Patrocínio para Cucuí, no alto rio Negro (Amazonas).
1893: Proibida a publicação do periódico A Cidade do Rio, Patrocínio estava reduzido à miséria.
1905: Numa homenagem a Santos Dumont, ao discursar, José do Patrocínio sofreu uma hemoptise; faleceu a 30 de Janeiro.
Obras
1875: Os Ferrões, quinzenário satírico, 10 números, em colaboração com Dermeval Fonseca;
1887: Mota Coqueiro ou A pena de morte, romance;
1879: Os retirantes, romance;
1883: Manifesto da Confederação Abolicionista;
1884: Pedro Espanhol, romance;
1885, 17 de Maio: Conferência pública, no Teatro Politeama, em sessão da Confederação Abolicionista;
Associação Central Emancipadora, 8 boletins.
FOI UM DOS HERÓIS
DA LUTA ABOLICIONISTA
José do Patrocínio.José Carlos do Patrocínio (Campos dos Goytacazes, RJ, 8 de outubro de 1854 — Rio de Janeiro, 30 de janeiro de 1905) era farmacêutico, jornalista, escritor, orador e activista político brasileiro.
Mulato, constitui-se em uma das mais destacadas figuras do movimento abolicionista e republicano no Rio de Janeiro.
Biografia
Filho natural do cônego João Carlos Monteiro, vigário da paróquia de Campos dos Goytacazes e orador sacro de reputação na Capela Imperial, com Justina do Espírito Santo, uma jovem escrava Mina de quinze anos, cedida ao serviço do cônego por D. Emerenciana Ribeiro do Espírito Santo, proprietária da região.
Embora sem reconhecer a paternidade, o religioso encaminhou o menino para a sua fazenda na Lagoa de Cima, onde José do Patrocínio passou a infância como liberto, porém convivendo com os escravos e com os rígidos castigos que lhes eram impostos.
Aos catorze anos de idade, tendo completado a sua educação primária, pediu, e obteve ao pai, autorização para vir para o Rio de Janeiro. Encontrou trabalho como servente de pedreiro na Santa Casa de Misericórdia (1868), empregando-se posteriormente na Casa de Saúde do Dr. Batista Santos. Aqui, atraído pelo combate à doença, retomou, às próprias expensas, os estudos no Externato de João Pedro de Aquino, prestando os exames preparatórios para o curso de Farmácia.
Aprovado, ingressou na Faculdade de Medicina como aluno de Farmácia, concluindo o curso em 1874. Neste momento, desfazendo-se a "república" de estudantes com que convivia, Patrocínio viu-se na iminência de precisar alugar moradia, sem dispor de recursos para tal. Um amigo, antigo colega do externato de Aquino, João Rodrigues Pacheco Vilanova, convidou-o a morar no tradicional bairro de São Cristóvão, na casa da mãe, então casada em segundas núpcias com o capitão Emiliano Rosa Sena, abastado proprietário de terras e imóveis. Para que Patrocínio pudesse aceitar sem constrangimento a hospedagem que lhe era oferecida, o capitão Sena propôs-lhe que, como pagamento, lecionaria aos seus filhos. Patrocínio aceitou a proposta e, desde então, passou também a freqüentar o "Clube Republicano" que funcionava na residência, do qual faziam parte Quintino Bocaiúva, Lopes Trovão, Pardal Mallet e outros. Não tardou que Patrocínio se apaixonasse por Maria Henriqueta, uma das filhas do militar, sendo também por ela correspondido. Quando informado do romance de ambos, o capitão Sena sentiu-se ofendido a princípio, porém vindo, após o matrimônio (1879), a auxiliar Patrocínio em diversas ocasiões.
Nessa época, Patrocínio iniciou a carreira de jornalista em parceria com Dermeval da Fonseca, publicando o quinzenário satírico Os Ferrões, que circulou de 1 de junho a 15 de outubro de 1875, no total de dez números. Os dois colaboradores se assinavam com os pseudônimos Notus Ferrão (Patrocínio) e Eurus Ferrão (Fonseca).
Dois anos depois (1877), admitido na Gazeta de Notícias como redator, foi encarregado da coluna Semana Parlamentar, que assinava com o pseudônimo de Prudhome. Foi neste espaço que, em 1879, iniciou a campanha pela Abolição da escravatura no Brasil. Em torno de si formou-se um grupo de jornalistas e de oradores, entre os quais Ferreira de Meneses (proprietário da Gazeta da Tarde), Joaquim Nabuco, Lopes Trovão, Ubaldino do Amaral, Teodoro Fernandes Sampaio, Paula Nei, todos da Associação Central Emancipadora. Por sua vez, Patrocínio começou a tomar parte nos trabalhos da associação.
Fundou, em 1880, juntamente com Joaquim Nabuco, a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão. Com o falecimento de Ferreira de Meneses (1881), com recursos obtidos junto ao sogro, adquiriu a Gazeta da Tarde, assumindo-lhe a direção. Em Maio de 1883 articula a Confederação Abolicionista, congregando todos os clubes abolicionistas do país, cujo manifesto redige e assina, juntamente com André Rebouças e Aristides Lobo. Nesta fase, Patrocínio não se limita a escrever: também prepara e auxilia a fuga de escravos e coordena campanhas de angariação de fundos para adquirir alforrias, com a promoção de espetáculo ao vivo, comícios em teatros, manifestações em praça pública etc.
Em 1882, a convite de Paula Nei, Patrocínio visitou a província do Ceará, onde foi recebido em triunfo. Essa província seria pioneira no Brasil ao decretar a abolição já em 1884.
Em 1885, visitou sua cidade natal, Campos dos Goytacazes, sendo também recebido em triunfo. De volta ao Rio de Janeiro, trouxe a velha mãe doente, que virá a falecer no final desse mesmo ano. O sepultamento transformou-se em um ato político em favor da Abolição, tendo comparecido personalidades como as do Ministro Rodolfo Dantas, o jurista Rui Barbosa e os futuros presidentes Campos Sales e Prudente de Morais.
No ano seguinte (1886), iniciou-se na política, sendo eleito vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com votação maciça.
Em Setembro de 1887, tendo abandonado a Gazeta da Tarde para fundar e dirigir um novo periódico: o A Cidade do Rio. À frente deste periódico intensifica a sua atuação política. Aqui fizeram escola alguns dos melhores nomes do jornalismo brasileiro da época, reunidos e incentivados pelo próprio Patrocínio. Foi nele que Patrocínio saudou, após uma década de intensa militância, a 13 de Maio de 1888, o advento da Abolição.
Obtida a vitória na campanha abolicionista, as atenções da opinião pública se voltaram para a campanha republicana. Por ironia do destino, o "A Cidade do Rio" e a própria figura de Patrocínio passam a ser identificados pela opinião pública como defensores da monarquia em crise. Nesta fase, Patrocínio rotulado como um "isabelista", foi apontado como um dos mentores da chamada "Guarda Negra", um grupo de ex-escravos que agia com violência contra os comícios republicanos.
Após a proclamação da República (1889), entrou em conflito em 1892 com o governo do Marechal Floriano Peixoto, pelo que foi detido e deportado para Cucuí, no alto rio Negro (Amazonas).
Retornou discretamente ao Rio de Janeiro em 1893, mas com o Estado de Sítio ainda em vigor, a publicação do "A Cidade do Rio" continuou suspensa. Sem sua fonte de renda, Patrocínio foi residir no subúrbio de Inhaúma.
Nos anos seguintes, a sua participação política foi inexpressiva, concentrando-se a sua atenção no moderno invento da aviação. Iniciou a construção de um dirigível de quarenta e cinco metros, o "Santa Cruz", com o sonho de voar, jamais concluído. Numa homenagem a Santos Dumont, realizada no Teatro Lírico, quando discursava saudando o inventor, foi acometido de uma hemoptise, sintoma da tuberculose que o vitimou. Faleceu pouco depois, aos cinqüenta e um anos de idade, aquele que é considerado por seus biógrafos o maior de todos os jornalistas da Abolição.
[editar] Cronologia
1853: Em 9 de outubro José Carlos do Patrocínio nasceu em Campos (na então província do Rio de Janeiro), filho natural do padre João Carlos Monteiro e de Justina, escrava africana, vendedora de frutas.
1868: Patrocínio começou a trabalhar na Santa Casa de Misericórdia, no Rio de Janeiro.
1871: Por iniciativa do visconde do Rio Branco foi promulgada a Lei do Ventre Livre, reconhecendo como livres as crianças nascidas de mães escravas.
1874: Na Faculdade de Medicina, Patrocínio concluiu o curso de Farmácia.
1875: Com Demerval Ferreira publicou o primeiro número do quinzenário satírico Os Ferrões.
1877: Entrou na Gazeta de Notícias, respondendo pela coluna A Semana Parlamentar.
1879: Casou-se com Maria Henriqueta Sena, a “Bibi”. Iniciou a campanha pela Abolição da escravatura.
1881: Ingressou na Gazeta da Tarde, vindo a se tornar proprietário do periódico.
1882: A convite de Paula Nei viajou ao Ceará em campanha pró-Abolição; como fruto, dois anos mais tarde o Ceará foi a primeira Província brasileira a dar a emancipação aos escravos.
1883: Patrocínio redigiu o Manifesto da Confederação Abolicionista.
1884: Publicou o romance Pedro Espanhol.
1885: Promulgada a Lei dos Sexagenários, que concedeu a liberdade aos escravos com idade igual ou superior a 65 anos. José do Patrocínio visitou Campos, onde foi saudado como um triunfador. No Rio de Janeiro o funeral de “tia” Justina, mãe de José do Patrocínio, transformou-se num grandioso comício de repúdio à escravidão.
1886: Foi eleito vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
1887: Deixou a Gazeta da Tarde, fundou e passou a dirigir o A Cidade do Rio. Publicou o romance Mota Coqueiro ou A pena de morte.
1888: A 13 de Maio a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, extinguindo a escravidão no Brasil; José do Patrocínio beijou as mãos da Princesa.
1889: Patrocínio publicou o romance Os Retirantes, inspirado na inclemência da seca sobre os habitantes do nordeste do Brasil. Foi acusado de fomentar a violenta ação da Guarda Negra em defesa do isabelismo. A 15 de Novembro a República foi proclamada no Brasil.
1892: José do Patrocínio importou da França o primeiro automóvel que circulou no Brasil. Movido a vapor, o seu barulho espantava os transeuntes. Por ter publicado, no seu jornal, um manifesto de um dos chefes da Revolta da Armada, o marechal Floriano Peixoto, desterrou Patrocínio para Cucuí, no alto rio Negro (Amazonas).
1893: Proibida a publicação do periódico A Cidade do Rio, Patrocínio estava reduzido à miséria.
1905: Numa homenagem a Santos Dumont, ao discursar, José do Patrocínio sofreu uma hemoptise; faleceu a 30 de Janeiro.
Obras
1875: Os Ferrões, quinzenário satírico, 10 números, em colaboração com Dermeval Fonseca;
1887: Mota Coqueiro ou A pena de morte, romance;
1879: Os retirantes, romance;
1883: Manifesto da Confederação Abolicionista;
1884: Pedro Espanhol, romance;
1885, 17 de Maio: Conferência pública, no Teatro Politeama, em sessão da Confederação Abolicionista;
Associação Central Emancipadora, 8 boletins.
segunda-feira, outubro 08, 2007
AFONSO ALVES - 7 golos num só jogo
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AFONSO ALVES JOGA NA
HOLANDA PELO HEERENVEEN

Afonso Alves Martins Junior (Belo Horizonte, 30 de Janeiro, 1981), mais conhecido como Afonso Alves é um futebolista brasileiro que atua como atacante.
Afonso foi artilheiro do Campeonato Holandês, com 34 gols (temporada 2006-2007), jogando pelo SC Heerenveen. Ainda em 2007 foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira para alguns amistosos, após isso foi convocado para a Copa América de 2007.
. - O brasileiro Afonso Alves estabeleceu um recorde na primeira divisão do futebol holandês ao marcar sete golos para o Heerenveen no massacre de 9 x 0 sobre o Heracles Almelo neste domingo.
VIDEO DOS 7 GOLOS DE AFONSO ALVES
Afonso, que quer mudar de clube, espera que seus golos tenham chamado a atenção de algum clube de elite da Europa.
"Eu precisava marcar para encontrar minha melhor forma de novo, portanto agora posso me concentrar no futuro com confiança", disse ele.
Alves marcou três gols entre os 10 e os 18 minutos do primeiro tempo, aturdindo seus adversários. Gerald Sibon fez o quarto no segundo tempo, seguido de mais quatro gols de Alves em nove minutos. Sibon acrescentou seu segundo para completar a surra.
Foi a primeira vez na primeira divisão (Eredivisie) do futebol holandês que um jogador marcou sete gols em uma partida.
Na Eredivisie, que começou em 1956, quatro jogadores registraram seis gols: Dick Lammers e Pierre Kerkhofs no final dos anos 1950, Johan Cruyff em 1970 e Marco van Basten, atual treinador da Holanda, em 1985.
AFONSO ALVES JOGA NA
HOLANDA PELO HEERENVEEN
Afonso Alves Martins Junior (Belo Horizonte, 30 de Janeiro, 1981), mais conhecido como Afonso Alves é um futebolista brasileiro que atua como atacante.
Afonso foi artilheiro do Campeonato Holandês, com 34 gols (temporada 2006-2007), jogando pelo SC Heerenveen. Ainda em 2007 foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira para alguns amistosos, após isso foi convocado para a Copa América de 2007.
. - O brasileiro Afonso Alves estabeleceu um recorde na primeira divisão do futebol holandês ao marcar sete golos para o Heerenveen no massacre de 9 x 0 sobre o Heracles Almelo neste domingo.
VIDEO DOS 7 GOLOS DE AFONSO ALVES
Afonso, que quer mudar de clube, espera que seus golos tenham chamado a atenção de algum clube de elite da Europa.
"Eu precisava marcar para encontrar minha melhor forma de novo, portanto agora posso me concentrar no futuro com confiança", disse ele.
Alves marcou três gols entre os 10 e os 18 minutos do primeiro tempo, aturdindo seus adversários. Gerald Sibon fez o quarto no segundo tempo, seguido de mais quatro gols de Alves em nove minutos. Sibon acrescentou seu segundo para completar a surra.
Foi a primeira vez na primeira divisão (Eredivisie) do futebol holandês que um jogador marcou sete gols em uma partida.
Na Eredivisie, que começou em 1956, quatro jogadores registraram seis gols: Dick Lammers e Pierre Kerkhofs no final dos anos 1950, Johan Cruyff em 1970 e Marco van Basten, atual treinador da Holanda, em 1985.
preliminares
.
Um cara entra num bar com um macaquinho no ombro, senta em frente ao
balcão e pede uma cerveja.
Nisso, o macaco salta do ombro dele e começa a rodar pelas mesas, pegando
amendoim, batata frita, salgadinhos e mandando para dentro. O dono do
macaco , vendo que o cara do bar está meio irritado, diz que tudo que o
macaco comer ou estragar é só por na conta que ele paga.
Nisso, o macaco vai para a mesa de sinuca, olha a bola sete, cheira e
engole!
O dono do bar impressionado fala para o dono do bicho:
- Você viu o que o seu macaco fez?
- Não, o que foi?
- Ele comeu a bola de sinuca!
- Ele é assim mesmo, come tudo que vê pela frente. Bota na minha conta!
...O cara pagou e foi embora.
Dois dias depois, o cara volta com o macaco e o bicho começa tudo de novo.
Mexe em tudo e acha um prato de azeitonas. Pega uma, olha, cheira e enfia
no cú! Tira de lá e come!
O dono do bar, impressionado, fala pró cara:
- Rapaz, o seu macaco enfiou a azeitona no cú, depois tirou e comeu!!!!
E o cara:
- Ele ficou assim depois que engoliu a bola de sinuca! Não come nada sem
medir antes.
Um cara entra num bar com um macaquinho no ombro, senta em frente ao
balcão e pede uma cerveja.
Nisso, o macaco salta do ombro dele e começa a rodar pelas mesas, pegando
amendoim, batata frita, salgadinhos e mandando para dentro. O dono do
macaco , vendo que o cara do bar está meio irritado, diz que tudo que o
macaco comer ou estragar é só por na conta que ele paga.
Nisso, o macaco vai para a mesa de sinuca, olha a bola sete, cheira e
engole!
O dono do bar impressionado fala para o dono do bicho:
- Você viu o que o seu macaco fez?
- Não, o que foi?
- Ele comeu a bola de sinuca!
- Ele é assim mesmo, come tudo que vê pela frente. Bota na minha conta!
...O cara pagou e foi embora.
Dois dias depois, o cara volta com o macaco e o bicho começa tudo de novo.
Mexe em tudo e acha um prato de azeitonas. Pega uma, olha, cheira e enfia
no cú! Tira de lá e come!
O dono do bar, impressionado, fala pró cara:
- Rapaz, o seu macaco enfiou a azeitona no cú, depois tirou e comeu!!!!
E o cara:
- Ele ficou assim depois que engoliu a bola de sinuca! Não come nada sem
medir antes.
a 8 de Outubro, nasceu CATULO DA PAIXÃO CEARENSE
.
UMA FIGURA IMPAR
DO "CHORINHO"
Catulo da Paixão Cearense

Catulo da Paixão Cearense (São Luís do Maranhão, 8 de outubro de 1863 — Rio de Janeiro, 10 de maio de 1946) foi um teatrólogo, poeta, músico, compositor e cantor brasileiro.
Mudou-se para o Rio em 1880, aos 12 anos, com a família. Trabalhou como relojoeiro. Conheceu vários chorões da época, como Anacleto de Medeiros e Viriato Figueira da Silva, quando se iniciou na música. Integrado nos meios boêmicos da cidade, associou-se ao livreiro Pedro da Silva Quaresma, proprietário da Livraria do Povo, que passou a editar em folhetos de cordel o repertório de modinhas da época.
Catulo da Paixão Cearense passou a organizar coletâneas, entre elas O cantor fluminense e O cancioneiro popular, além de obras próprias. Vivia despreocupado, pois era boêmio, e morreu na pobreza.
Suas mais famosas composições são Luar do Sertão, de 1908, que na opinião de Pedro Lessa é o hino nacional do sertanejo brasileiro, e Flor amorosa (sem data). Também o responsável pela reabilitação do violão nos salões da alta sociedade carioca e pela reforma da ´modinha´.
MARISA MONTE CANTA "LUAR DO SERTÃO" TRABALHO DE CATULO PAIXÃO CEARENSE
Música de Catulo da Paixão Cearense na voz de Marisa Monte, de fundo as fotos das cidades históricas mineiras: Mariana, Tiradentes, Congonhas, Ouro Preto e São João Del Rey
Ontem Ao Luar
Marisa Monte
Composição: Catulo da Paixão Cearense/Pedro de Alcantara.
Ontem ao luar
Nos dois em plena solidão
Tu me perguntaste
O que era dor de uma paixão
Nada respondi
Calmo assim fiquei
Mas fitando azul do azul do céu
A lua azul e te mostrei
Mostrando a ti dos olhos meus correr senti
Uma nívea lágrima e assim te respondi
Fiquei a sorrir por ter o prazer de ver a lágrima nos olhos a sofrer
A dor da paixão não tem explicação
Como definir o que só sei sentir
É mistér sofrer para se saber
O que no peito o coração não quer dizer
Pergunto ao luar travesso e tão taful
De noite a chorar na onda toda azul
pergunto ao luar do mar a canção
Qual o mistério que há na dor de uma paixão
Se tu desejas saber o que é o amor
Sentir o seu calor
O amaríssimo travor do seu dulçor
Sobe o monte a beira mar ao luar
Ouve a onda sobre a areia lacrimar
Ouve o silêncio a falar da solidão
De um calado coração
A penar a derramar os prantos seus
Ouve o choro perenal a dor silente universal
E a dor maior que a dor de Deus
Se tu queres mais
Saber a fonte dos meus ais
Põe o ouvido na rósea flor do coração
Ouve a inquietação da melancória pulsação
Busca saber qual a razão
Porque ele vive assim tão triste a supirar
A palpitar em desesperação
Na queima de amar de um insensível coração
Que a ninguém dirá no peito ingrato em que ele está
Mas que ao sepulcro fatalmente
UMA FIGURA IMPAR
DO "CHORINHO"
Catulo da Paixão Cearense
Catulo da Paixão Cearense (São Luís do Maranhão, 8 de outubro de 1863 — Rio de Janeiro, 10 de maio de 1946) foi um teatrólogo, poeta, músico, compositor e cantor brasileiro.
Mudou-se para o Rio em 1880, aos 12 anos, com a família. Trabalhou como relojoeiro. Conheceu vários chorões da época, como Anacleto de Medeiros e Viriato Figueira da Silva, quando se iniciou na música. Integrado nos meios boêmicos da cidade, associou-se ao livreiro Pedro da Silva Quaresma, proprietário da Livraria do Povo, que passou a editar em folhetos de cordel o repertório de modinhas da época.
Catulo da Paixão Cearense passou a organizar coletâneas, entre elas O cantor fluminense e O cancioneiro popular, além de obras próprias. Vivia despreocupado, pois era boêmio, e morreu na pobreza.
Suas mais famosas composições são Luar do Sertão, de 1908, que na opinião de Pedro Lessa é o hino nacional do sertanejo brasileiro, e Flor amorosa (sem data). Também o responsável pela reabilitação do violão nos salões da alta sociedade carioca e pela reforma da ´modinha´.
MARISA MONTE CANTA "LUAR DO SERTÃO" TRABALHO DE CATULO PAIXÃO CEARENSE
Música de Catulo da Paixão Cearense na voz de Marisa Monte, de fundo as fotos das cidades históricas mineiras: Mariana, Tiradentes, Congonhas, Ouro Preto e São João Del Rey
Ontem Ao Luar
Marisa Monte
Composição: Catulo da Paixão Cearense/Pedro de Alcantara.
Ontem ao luar
Nos dois em plena solidão
Tu me perguntaste
O que era dor de uma paixão
Nada respondi
Calmo assim fiquei
Mas fitando azul do azul do céu
A lua azul e te mostrei
Mostrando a ti dos olhos meus correr senti
Uma nívea lágrima e assim te respondi
Fiquei a sorrir por ter o prazer de ver a lágrima nos olhos a sofrer
A dor da paixão não tem explicação
Como definir o que só sei sentir
É mistér sofrer para se saber
O que no peito o coração não quer dizer
Pergunto ao luar travesso e tão taful
De noite a chorar na onda toda azul
pergunto ao luar do mar a canção
Qual o mistério que há na dor de uma paixão
Se tu desejas saber o que é o amor
Sentir o seu calor
O amaríssimo travor do seu dulçor
Sobe o monte a beira mar ao luar
Ouve a onda sobre a areia lacrimar
Ouve o silêncio a falar da solidão
De um calado coração
A penar a derramar os prantos seus
Ouve o choro perenal a dor silente universal
E a dor maior que a dor de Deus
Se tu queres mais
Saber a fonte dos meus ais
Põe o ouvido na rósea flor do coração
Ouve a inquietação da melancória pulsação
Busca saber qual a razão
Porque ele vive assim tão triste a supirar
A palpitar em desesperação
Na queima de amar de um insensível coração
Que a ninguém dirá no peito ingrato em que ele está
Mas que ao sepulcro fatalmente
LIGA PORTUGUESA
.

prosseguiu o campeonato
português com a vitória
dos 3 grandes.
o benfica venceu fóra
quebrado uma série de
5 jogos sem ganhar.
LIGA – 7 ª JORNADA
Académica 0-1 F.C. Porto
Boavista - Belenenses *
P. Ferreira - E. Amadora *
Marítimo 0-0 V. Setúbal
U. Leiria 1-2 Benfica
Sporting 3-0 V. Guimarães
Sp. Braga - Nacional *
Leixões 0-1 Naval *
*Faltam ainda 4 jogos a disputar hoje
Com dois de Nuno Gomes, Benfica vira pra cima do União Leiria
Mal na Liga dos Campeões, com duas derrotas em dois jogos, o Benfica
reabilitou-se no Campeonato Português ao vencer de virada, por 2 a 1, o União Leiria fora de casa. O destaque do jogo foi o atacante Nuno Gomes que marcou os dois gols para o clube de Lisboa.
Com o triunfo na cidade de Leiria, o time dos brasileiros Luisão, Edcarlos e Léo foi a 13 pontos, na quarta colocação. Já o União Leiria segue na zona do rebaixamento com apenas três pontos ganhos em sete rodadas.
Os donos da casa abriram o placar com o brasileiro Cadu Silva, logo aos 2min de partida. O Benfica empatou 13 minutos depois, quando Nuno Gomes completou de cabeça um cruzamento do uruguaio Cristian Rodriguez.
No segundo tempo, Nuno Gomes apareceu na área e, com uma assistência do grego Katsouranis, assegurou a virada do Benfica, que não ganhava pelo Português havia duas rodadas
Ficha do jogo:
7 brasileiros em jogo
Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria
U. Leiria – Fernando; Laranjeiro, Hugo Costa, Éder Gaúcho e Patrick; Cadu, Tiago e Toñito (Paulo César, 74 m); Sougou (Ngal, 73 m), João Paulo e Maciel.
Suplentes: Rafael Fava, Lukasiewicz, Ngal, Faria, Marco Soares, Paulo César e Dani.
Benfica – Quim; Maxi Pereira, Luisão, Edcarlos e Léo (Luís Filipe, 66 m); Katsouranis, Binya, Rui Costa (Di Maria, 73 m) e Rodriguez (Nuno Assis, 85 m); Nuno Gomes e Cardozo.
Suplentes: Butt, Zoro, Nuno Assis, Adu, Fábio Coentrão e Di Maria.
Disciplina: cartão amarelo a Tiago (17 m), Sougou (60 m), Binya (69 m), Nuno Assis (88 m) e Paulo César (88 m).
Marcador: 1-0 por Cadu da Silva (2 m); 1-1 por Nuno Gomes (15 m); 1-2 por Nuno Gomes (64 m).
prosseguiu o campeonato
português com a vitória
dos 3 grandes.
o benfica venceu fóra
quebrado uma série de
5 jogos sem ganhar.
LIGA – 7 ª JORNADA
Académica 0-1 F.C. Porto
Boavista - Belenenses *
P. Ferreira - E. Amadora *
Marítimo 0-0 V. Setúbal
U. Leiria 1-2 Benfica
Sporting 3-0 V. Guimarães
Sp. Braga - Nacional *
Leixões 0-1 Naval *
*Faltam ainda 4 jogos a disputar hoje
Com dois de Nuno Gomes, Benfica vira pra cima do União Leiria
Mal na Liga dos Campeões, com duas derrotas em dois jogos, o Benfica
reabilitou-se no Campeonato Português ao vencer de virada, por 2 a 1, o União Leiria fora de casa. O destaque do jogo foi o atacante Nuno Gomes que marcou os dois gols para o clube de Lisboa.
Com o triunfo na cidade de Leiria, o time dos brasileiros Luisão, Edcarlos e Léo foi a 13 pontos, na quarta colocação. Já o União Leiria segue na zona do rebaixamento com apenas três pontos ganhos em sete rodadas.
Os donos da casa abriram o placar com o brasileiro Cadu Silva, logo aos 2min de partida. O Benfica empatou 13 minutos depois, quando Nuno Gomes completou de cabeça um cruzamento do uruguaio Cristian Rodriguez.
No segundo tempo, Nuno Gomes apareceu na área e, com uma assistência do grego Katsouranis, assegurou a virada do Benfica, que não ganhava pelo Português havia duas rodadas
Ficha do jogo:
7 brasileiros em jogo
Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria
U. Leiria – Fernando; Laranjeiro, Hugo Costa, Éder Gaúcho e Patrick; Cadu, Tiago e Toñito (Paulo César, 74 m); Sougou (Ngal, 73 m), João Paulo e Maciel.
Suplentes: Rafael Fava, Lukasiewicz, Ngal, Faria, Marco Soares, Paulo César e Dani.
Benfica – Quim; Maxi Pereira, Luisão, Edcarlos e Léo (Luís Filipe, 66 m); Katsouranis, Binya, Rui Costa (Di Maria, 73 m) e Rodriguez (Nuno Assis, 85 m); Nuno Gomes e Cardozo.
Suplentes: Butt, Zoro, Nuno Assis, Adu, Fábio Coentrão e Di Maria.
Disciplina: cartão amarelo a Tiago (17 m), Sougou (60 m), Binya (69 m), Nuno Assis (88 m) e Paulo César (88 m).
Marcador: 1-0 por Cadu da Silva (2 m); 1-1 por Nuno Gomes (15 m); 1-2 por Nuno Gomes (64 m).
domingo, outubro 07, 2007
ultima hora - FLU vence FLA 2-0 no MARACANÃ
.
FLA VENCE O CLÁSSICO COM
O FLU 2-0. VASCO PERDE
DE NOVO.
SÃO PAULO PERDE PARA P
CORINTHIANS 1-0
Domingo, 07/10/2007
> Goiás 0 x 0 Cruzeiro
> Figueirense 4 x 0 Paraná
> Flamengo 0 x 2 Fluminense
> Internacional 2 x 0 América-RN
> Atlético-PR 1 x 0 Vasco
> São Paulo 0 x 1 Corinthians
> Atlético-MG 3 x 1 Sport
Sábado, 06/10/2007
> Palmeiras 2 x 0 Grêmio
> Botafogo 1 x 2 Santos
> Náutico 4 x 1 Juventude

2-0 PARA O FLUZÃO- A vitória contou com um golO relâmpago do atacante Somália, marcado com apenas dois minutos de bola rolando, e um da estrela tricolor. O jogo deste domingo ainda quebrou o recorde de público no Campeonato Brasileiro, uma vez que mais de 61 mil pessoas acompanharam o duelo - a marca anterior, 59.098 pagantes, havia sido estipulada na vitória rubro-negra sobre o líder São Paulo, na última quinta-feira.
Apesar de já ter garantido a sua vaga na Libertadores da América de 2008 ao sagrar-se campeão da Copa do Brasil, o Fluminense ficou mais perto da zona de classificação ao torneio continental ao seguir na sexta colocação, com 47 pontos, três atrás do Palmeiras, último a figurar no seleto grupo. Já o Flamengo, que vinha de dois triunfos seguidos, voltou a ficar em alerta pela ameaça de figurar na zona de rebaixamento - soma 40 pontos, três à frente da zona de descenso.
FLAMENGO: Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo (Hugo Colace), Jaílton (Léo Medeiros), Cristian e Ibson; Toró (Kaike) e Souza. Técnico: Joel Santana.
FLUMINENSE: Fernando Henrique; Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Júnior César; Fabinho, Romeu, Arouca (Cícero) e Thiago Neves (Maurício); Alex Dias e Somália (Soares). Técnico: Renato Gaúcho.
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Público: 61.042 pagantes
Gol: Somália (Fluminense), aos 2 minutos do primeiro tempo; Thiago Neves (Fluminense), aos 3 minutos do segundo tempo.
CLASIFICAÇÃO
1 São Paulo 63
2 Cruzeiro 52
3 Santos 51
4 Palmeiras 50
5 Grêmio 48
6 Fluminense 47
7 Sport 42
8 Botafogo 42
9 Figueirense 41
10 Atlético-PR 41
11 Vasco 40
12 Internacional 40
13 Flamengo 40
14 Náutico-PE 39
15 Goiás 38
16 Atlético-MG 37
17 Corinthians 37
18 Paraná Clube 34
19 Juventude 30
20 América-RN 16
FLA VENCE O CLÁSSICO COM
O FLU 2-0. VASCO PERDE
DE NOVO.
SÃO PAULO PERDE PARA P
CORINTHIANS 1-0
Domingo, 07/10/2007
> Goiás 0 x 0 Cruzeiro
> Figueirense 4 x 0 Paraná
> Flamengo 0 x 2 Fluminense
> Internacional 2 x 0 América-RN
> Atlético-PR 1 x 0 Vasco
> São Paulo 0 x 1 Corinthians
> Atlético-MG 3 x 1 Sport
Sábado, 06/10/2007
> Palmeiras 2 x 0 Grêmio
> Botafogo 1 x 2 Santos
> Náutico 4 x 1 Juventude
2-0 PARA O FLUZÃO- A vitória contou com um golO relâmpago do atacante Somália, marcado com apenas dois minutos de bola rolando, e um da estrela tricolor. O jogo deste domingo ainda quebrou o recorde de público no Campeonato Brasileiro, uma vez que mais de 61 mil pessoas acompanharam o duelo - a marca anterior, 59.098 pagantes, havia sido estipulada na vitória rubro-negra sobre o líder São Paulo, na última quinta-feira.
Apesar de já ter garantido a sua vaga na Libertadores da América de 2008 ao sagrar-se campeão da Copa do Brasil, o Fluminense ficou mais perto da zona de classificação ao torneio continental ao seguir na sexta colocação, com 47 pontos, três atrás do Palmeiras, último a figurar no seleto grupo. Já o Flamengo, que vinha de dois triunfos seguidos, voltou a ficar em alerta pela ameaça de figurar na zona de rebaixamento - soma 40 pontos, três à frente da zona de descenso.
FLAMENGO: Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo (Hugo Colace), Jaílton (Léo Medeiros), Cristian e Ibson; Toró (Kaike) e Souza. Técnico: Joel Santana.
FLUMINENSE: Fernando Henrique; Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Júnior César; Fabinho, Romeu, Arouca (Cícero) e Thiago Neves (Maurício); Alex Dias e Somália (Soares). Técnico: Renato Gaúcho.
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Público: 61.042 pagantes
Gol: Somália (Fluminense), aos 2 minutos do primeiro tempo; Thiago Neves (Fluminense), aos 3 minutos do segundo tempo.
CLASIFICAÇÃO
1 São Paulo 63
2 Cruzeiro 52
3 Santos 51
4 Palmeiras 50
5 Grêmio 48
6 Fluminense 47
7 Sport 42
8 Botafogo 42
9 Figueirense 41
10 Atlético-PR 41
11 Vasco 40
12 Internacional 40
13 Flamengo 40
14 Náutico-PE 39
15 Goiás 38
16 Atlético-MG 37
17 Corinthians 37
18 Paraná Clube 34
19 Juventude 30
20 América-RN 16
artistas portugueses - CORAL PUBLIA HORTÊNCIA
.
o NOSSO BLOG TEM VINDO A DIVULGAR
ARTISTAS PORTUGUESES E BRASILEIROS
NOS VÁRIOS RAMOS DAS ARTES
Hoje chamamos a atenção para um excelente grupo coral que tem apresentado trabalhos de grande qualidade.
A sua ultima criação "ENSALADAS" tem vindo a ser apresentada pelo país fóra, com grande êxito.

Assisti a algumas das apresentações, nomeadamente no Barreiro, Sintra, Figueira da Foz e há poucos dias , em Palmela, e cada vez encontro maior beleza e qualidade no espectáculo.
Do espectáculo de Palmela, recolhi a partir do 1º.balcão, esta deliciosa cena:
O Coral Públia Hortênsia é constituído por 26 elementos e dirigido por Paulo Brandão, e o espectáculo "Ensaladas", constitui uma jornada cénico-musical lúdica, inspirado em três ensaladas de Mateu Fletxa, que conjuga o canto e as suas histórias com a riqueza visual do Teatro de Marionetas e cenas do "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, aproximando ao nosso tempo música e textos remotos. Associadas ao religioso e à espiritualidade, as Ensaladas são marcadas por uma grande vivacidade, fluidez de ritmo e linguagem simples, raiando por vezes o vernáculo. A Ensalada constituiu-se como um género literário na transição do século XV para XVI, tendo em Gil Vicente um dos seus percussores e uma das primeiras referências na escrita do género. A música renascentista do compositor catalão Mateu Fletxa e o teatro de Gil Vicente, temperados pela energia e movimento de marionetas, transportam-nos para narrativas ingénuas, irónicas e humorísticas em que diabos, anjos, o Bem e o Mal, naufrágios, redenções e salvamentos, cavaleiros e frades, se cruzam no palco para uma viagem de sons, luz e movimento.
O nosso blog deixa aqui um pequeno exerto do espectáculo, extraído dum vídeo editado por Ana Lúcia Herdeiro e Mpresa Portátil.
Quem sabe um dia, os nossos leitores terão o privilégio de os vêr e ouvir no Brasil.
Seria uma mais valia no seu conhecimento e um prazer enorme para os sentidos
o NOSSO BLOG TEM VINDO A DIVULGAR
ARTISTAS PORTUGUESES E BRASILEIROS
NOS VÁRIOS RAMOS DAS ARTES
Hoje chamamos a atenção para um excelente grupo coral que tem apresentado trabalhos de grande qualidade.
A sua ultima criação "ENSALADAS" tem vindo a ser apresentada pelo país fóra, com grande êxito.

Assisti a algumas das apresentações, nomeadamente no Barreiro, Sintra, Figueira da Foz e há poucos dias , em Palmela, e cada vez encontro maior beleza e qualidade no espectáculo.
Do espectáculo de Palmela, recolhi a partir do 1º.balcão, esta deliciosa cena:
O Coral Públia Hortênsia é constituído por 26 elementos e dirigido por Paulo Brandão, e o espectáculo "Ensaladas", constitui uma jornada cénico-musical lúdica, inspirado em três ensaladas de Mateu Fletxa, que conjuga o canto e as suas histórias com a riqueza visual do Teatro de Marionetas e cenas do "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, aproximando ao nosso tempo música e textos remotos. Associadas ao religioso e à espiritualidade, as Ensaladas são marcadas por uma grande vivacidade, fluidez de ritmo e linguagem simples, raiando por vezes o vernáculo. A Ensalada constituiu-se como um género literário na transição do século XV para XVI, tendo em Gil Vicente um dos seus percussores e uma das primeiras referências na escrita do género. A música renascentista do compositor catalão Mateu Fletxa e o teatro de Gil Vicente, temperados pela energia e movimento de marionetas, transportam-nos para narrativas ingénuas, irónicas e humorísticas em que diabos, anjos, o Bem e o Mal, naufrágios, redenções e salvamentos, cavaleiros e frades, se cruzam no palco para uma viagem de sons, luz e movimento.
O nosso blog deixa aqui um pequeno exerto do espectáculo, extraído dum vídeo editado por Ana Lúcia Herdeiro e Mpresa Portátil.
Quem sabe um dia, os nossos leitores terão o privilégio de os vêr e ouvir no Brasil.
Seria uma mais valia no seu conhecimento e um prazer enorme para os sentidos
sábado, outubro 06, 2007
LIGA PORTUGUESA
.
O SPORTING VENCEU
O VITÓRIA DE GUIMARÃES
NO JOGO HIJE DISPUTADO
PARA A LIGA PORTUGUESA
Sporting vence e assume vice-liderança no Português

No jogo de abertura da sétima rodada do Campeonato Português, o Sporting venceu o Vitória de Guimarães por 3 a 0, neste sábado, em Lisboa, e alcançou a vice-liderança da competição.
Com 8 brasileiros em jogo e 2 suplentes não utilizados

LIEDSON NÃO MARCOU MAS JOGOU MUITO BEM UMA VEZ MAIS
O time de Lisboa "dorme" no segundo lugar, com 14 pontos, e espera o complemento da rodada, no domingo e na segunda-feira. Já o Vitória perde a oportunidade de encostar no líder Porto e fica na 4ª posição, com 12 pontos.
O russo Izmailov anotou dois golOs e Tonel fez o terceiro, todos marcados somente no segundo tempo. Depois de uma primeira etapa complicada, a equipe do brasileiro Liedson conseguiu se livrar da marcação adversária para conquistar a vitória.
O primeiro golo saiu de jogada no meio-de-campo, aos 15 minutos da segunda etapa. Purovic se enrolou com o volante Fávio Meireles e tocou para Izmailov, que dominou e tocou por cima de Nilson.
Izmailov ampliou oito minutos depois, em chute forte de fora da área. O meio-campo russo soltou a bomba, de pé direito, da entrada da área, a bola quicou e enganou o goleiro do Vitória. Para fechar o resultado, o argentino Romagnoli cruzou para Tonel, que cabeceou para o fundo do gol da equipe de Guimarães.
Estádio José Alvalade, em Lisboa
Árbitro: Jorge Sousa (Porto)
SPORTING: Stojkovic; Abel, Tonel, Polga (Had, 76m) e Ronny (Izmailov, aos 46m); Miguel Veloso, João Moutinho, Romagnoli e Vukcevic; Yannick (Purovic, aos 46m) e Liedson
Suplentes não utilizados: Tiago, Paredes, Farnerud e Celsinho
V. GUIMARÃES: Nilson; Andrezinho, Sereno, Geromel e Luciano Amaral; João Alves e Flávio Meireles (Rabiola, 70m); Carlitos (Mrdakovic, 64m), Ghilas, Desmerets e Alan
Suplentes não utilizados: Serginho, Radanovic, Mohma, Moreno e Tiago Ronaldo
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: 1-0, Izmailov (60m); 2-0, Izmailov (68m); 3-0, Tonel (86m),
Resultado final: 3-0.
O SPORTING VENCEU
O VITÓRIA DE GUIMARÃES
NO JOGO HIJE DISPUTADO
PARA A LIGA PORTUGUESA
Sporting vence e assume vice-liderança no Português
No jogo de abertura da sétima rodada do Campeonato Português, o Sporting venceu o Vitória de Guimarães por 3 a 0, neste sábado, em Lisboa, e alcançou a vice-liderança da competição.
Com 8 brasileiros em jogo e 2 suplentes não utilizados
LIEDSON NÃO MARCOU MAS JOGOU MUITO BEM UMA VEZ MAIS
O time de Lisboa "dorme" no segundo lugar, com 14 pontos, e espera o complemento da rodada, no domingo e na segunda-feira. Já o Vitória perde a oportunidade de encostar no líder Porto e fica na 4ª posição, com 12 pontos.
O russo Izmailov anotou dois golOs e Tonel fez o terceiro, todos marcados somente no segundo tempo. Depois de uma primeira etapa complicada, a equipe do brasileiro Liedson conseguiu se livrar da marcação adversária para conquistar a vitória.
O primeiro golo saiu de jogada no meio-de-campo, aos 15 minutos da segunda etapa. Purovic se enrolou com o volante Fávio Meireles e tocou para Izmailov, que dominou e tocou por cima de Nilson.
Izmailov ampliou oito minutos depois, em chute forte de fora da área. O meio-campo russo soltou a bomba, de pé direito, da entrada da área, a bola quicou e enganou o goleiro do Vitória. Para fechar o resultado, o argentino Romagnoli cruzou para Tonel, que cabeceou para o fundo do gol da equipe de Guimarães.
Estádio José Alvalade, em Lisboa
Árbitro: Jorge Sousa (Porto)
SPORTING: Stojkovic; Abel, Tonel, Polga (Had, 76m) e Ronny (Izmailov, aos 46m); Miguel Veloso, João Moutinho, Romagnoli e Vukcevic; Yannick (Purovic, aos 46m) e Liedson
Suplentes não utilizados: Tiago, Paredes, Farnerud e Celsinho
V. GUIMARÃES: Nilson; Andrezinho, Sereno, Geromel e Luciano Amaral; João Alves e Flávio Meireles (Rabiola, 70m); Carlitos (Mrdakovic, 64m), Ghilas, Desmerets e Alan
Suplentes não utilizados: Serginho, Radanovic, Mohma, Moreno e Tiago Ronaldo
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: 1-0, Izmailov (60m); 2-0, Izmailov (68m); 3-0, Tonel (86m),
Resultado final: 3-0.
preliminares
.
Dois bandidos assaltaram um banco, fugiram de carro e, quando se
julgaram a salvo, pararam numa estrada secundária a descansar.
Diz um: Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?·
Responde o outro que era mineiro: Não vale a pena essa trabalhêira, logo na Televisão dizem quanto é!
Dois bandidos assaltaram um banco, fugiram de carro e, quando se
julgaram a salvo, pararam numa estrada secundária a descansar.
Diz um: Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?·
Responde o outro que era mineiro: Não vale a pena essa trabalhêira, logo na Televisão dizem quanto é!
BRASILEIRÃO
.
PROSSEGUE O CALVÁRIO DO
BOTAFOGO QUE VOLTA A
PERDERO, DESTA VEZ PARA
O SANTOS QUE JÁ É 3º.
Sábado, 06/10/2007
> Palmeiras 2 x 0 Grêmio
> Botafogo 1 x 2 Santos
> Náutico 4 x 1 Juventude
Santos bate Botafogo e mantém boa fase contra rivais directos

O Santos confirmou sua boa fase contra adversários directos por uma vaga na Copa Libertadores, neste sábado. Pela segunda vez consecutiva, o time conseguiu uma vitória no fim e derrotou o Botafogo por 2 a 1, no estádio João Havelange.
Esta foi a terceira vitória santista seguida contra rivais que disputam uma vaga no G-4. Primeiro, a equipe venceu o Vasco, depois o Cruzeiro e agora o Botafogo. Com isso, o time manteve o terceiro lugar, com 51 pontos.
O Botafogo, por outro lado, perdeu sua quarta partida consecutiva no Campeonato Brasileiro, a terceira sob o comando do técnico Mário Sérgio, que ainda não venceu com o time.
Dois tempos opostos
A primeira etapa não teve muitas emoções e nem muito trabalho para os goleiros Julio Cesar e Fabio Costa. O Santos foi um pouco superior que o muito defensivo Botafogo, mas não o suficiente para tornar a partida interessante.
O segundo tempo foi completamente diferente. Muita disposição, lances de perigo dos dois lados, bola na trave, grandes defesas. A emoção foi do início ao fim da etapa. Aos 6min, Rodrigo Tabata abriu o placar, Dodô empatou aos 21min e, aos 44min, Renatinho decidiu o jogo para o Santos.
BOTAFOGO
Julio César; Renato Silva (Reinaldo), Juninho e Alex; Alessandro (Adriano Felício), Leandro Guerreiro, Coutinho, Lúcio Flávio e Luciano Almeida (Moreno); Zé Roberto e Dodô
Técnico: Mário Sérgio
SANTOS
Fábio Costa; Alessandro, Adaílton, Marcelo e Dionísio (Petkovic); Maldonado, Rodrigo Souto, Kléber e Rodrigo Tabata (Vitor Junior); Marcos Aurélio (Renatinho) e Moraes
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Local: estádio olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa)
Golos: Rodrigo Tabata, aos 6min, Dodô, aos 21min, e Renatinho, aos 44min do segundo tempo
PROSSEGUE O CALVÁRIO DO
BOTAFOGO QUE VOLTA A
PERDERO, DESTA VEZ PARA
O SANTOS QUE JÁ É 3º.
Sábado, 06/10/2007
> Palmeiras 2 x 0 Grêmio
> Botafogo 1 x 2 Santos
> Náutico 4 x 1 Juventude
Santos bate Botafogo e mantém boa fase contra rivais directos
O Santos confirmou sua boa fase contra adversários directos por uma vaga na Copa Libertadores, neste sábado. Pela segunda vez consecutiva, o time conseguiu uma vitória no fim e derrotou o Botafogo por 2 a 1, no estádio João Havelange.
Esta foi a terceira vitória santista seguida contra rivais que disputam uma vaga no G-4. Primeiro, a equipe venceu o Vasco, depois o Cruzeiro e agora o Botafogo. Com isso, o time manteve o terceiro lugar, com 51 pontos.
O Botafogo, por outro lado, perdeu sua quarta partida consecutiva no Campeonato Brasileiro, a terceira sob o comando do técnico Mário Sérgio, que ainda não venceu com o time.
Dois tempos opostos
A primeira etapa não teve muitas emoções e nem muito trabalho para os goleiros Julio Cesar e Fabio Costa. O Santos foi um pouco superior que o muito defensivo Botafogo, mas não o suficiente para tornar a partida interessante.
O segundo tempo foi completamente diferente. Muita disposição, lances de perigo dos dois lados, bola na trave, grandes defesas. A emoção foi do início ao fim da etapa. Aos 6min, Rodrigo Tabata abriu o placar, Dodô empatou aos 21min e, aos 44min, Renatinho decidiu o jogo para o Santos.
BOTAFOGO
Julio César; Renato Silva (Reinaldo), Juninho e Alex; Alessandro (Adriano Felício), Leandro Guerreiro, Coutinho, Lúcio Flávio e Luciano Almeida (Moreno); Zé Roberto e Dodô
Técnico: Mário Sérgio
SANTOS
Fábio Costa; Alessandro, Adaílton, Marcelo e Dionísio (Petkovic); Maldonado, Rodrigo Souto, Kléber e Rodrigo Tabata (Vitor Junior); Marcos Aurélio (Renatinho) e Moraes
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Local: estádio olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa)
Golos: Rodrigo Tabata, aos 6min, Dodô, aos 21min, e Renatinho, aos 44min do segundo tempo
preliminares
.
Era domingo, o convento estava quase vazio e pouco faltava para a missa das 9,00 horas.
Dois padres vão tomar banho.
Já estão nus quando dão pela falta do sabonete que a pressa fez esquecer.
Diz um deles:
-Vou num instante ao meu quarto que fica aqui mesmo ao fim do corredor e trago dois sabonetes.
E juntando a fala à acção, corre para o quarto, todo despido e quando estava de volta, com um sabonete em cada uma das mãos, deu de caras com três freiras, já a caminho da missa.
A primeira coisa que se lembra foi fingir-se de estátua.
As freiras olham espantadas para estátua desconhecida e comentam:
- Que figura tão linda e tão perfeita ...
Uma delas, de olhar fixo na "pindureza" do padre, resolve dar-lhe um puxão.
A reacção do padre foi tão grande que a dor provocada originou a queda de um sabonete.
A freira apanha-o e conclui para as outras:
- Afinal, não é estátua nenhuma. Mas uma máquina de sabonetes!
A freira mais próxima também quer experimentar.
Dá outro puxão, nova dor e o segundo sabonete no chão!
- Que coisa gira!!!
- Exclamam, felizes!!!
A terceira freira, não querendo ficar atrás, também deu o seu puxão e nada!!!
Puxa de novo e nada; outra vez e nada; e puxa e nada; e puxa e puxa e puxa e puxa, puxa, puxa, puxa, puxa, puxa, puxa...
E conclui maravilhada:
- Deus seja louva do ... também dá gel de banho !!!
Era domingo, o convento estava quase vazio e pouco faltava para a missa das 9,00 horas.
Dois padres vão tomar banho.
Já estão nus quando dão pela falta do sabonete que a pressa fez esquecer.
Diz um deles:
-Vou num instante ao meu quarto que fica aqui mesmo ao fim do corredor e trago dois sabonetes.
E juntando a fala à acção, corre para o quarto, todo despido e quando estava de volta, com um sabonete em cada uma das mãos, deu de caras com três freiras, já a caminho da missa.
A primeira coisa que se lembra foi fingir-se de estátua.
As freiras olham espantadas para estátua desconhecida e comentam:
- Que figura tão linda e tão perfeita ...
Uma delas, de olhar fixo na "pindureza" do padre, resolve dar-lhe um puxão.
A reacção do padre foi tão grande que a dor provocada originou a queda de um sabonete.
A freira apanha-o e conclui para as outras:
- Afinal, não é estátua nenhuma. Mas uma máquina de sabonetes!
A freira mais próxima também quer experimentar.
Dá outro puxão, nova dor e o segundo sabonete no chão!
- Que coisa gira!!!
- Exclamam, felizes!!!
A terceira freira, não querendo ficar atrás, também deu o seu puxão e nada!!!
Puxa de novo e nada; outra vez e nada; e puxa e nada; e puxa e puxa e puxa e puxa, puxa, puxa, puxa, puxa, puxa, puxa...
E conclui maravilhada:
- Deus seja louva do ... também dá gel de banho !!!
a 6 de Outubro nasceu ULISSES GUIMARÃES
.
ULISSES GUIMARÃES FOI
UM GRANDE LUTADOR PELA
DEMOCRACIA CONTRA O
REGIME DITATORIAL DOS
MILITARES.

ULISSES GUIMARÃES MOSTRANDO A CONSTITUIÇÃO PÓS DITADURA MILITAR, POR QUE TANTO LUTOU
Ulysses Silveira Guimarães (Rio Claro, 6 de outubro de 1916 — Angra dos Reis, 12 de outubro de 1992) foi um político brasileiro.
Teve uma vida acadêmica activa, participando do Centro Acadêmico XI de Agosto e exercendo a vice-presidência da União Nacional de Estudantes (UNE). Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).
Foi professor durante vários anos na Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie, onde veio a se tornar professor titular de Direito Internacional Público. Lecionou ainda Direito Constitucional na Faculdade de Direito de Bauru.
Exerceu profissionalmente a advocacia, especializando-se em Direito Tributário.
No Santos Futebol Clube, Ulysses Guimarães se associou em 10 de janeiro de 1941. Em 1942, foi nomeado diretor-presidente da subsede em São Paulo do clube, cargo que voltou a ocupar em 1945.
Em 1944, foi eleito vice-presidente do clube na gestão do doutor Antônio Ezequiel Feliciano da Silva. Por anos defendeu os interesses do clube na Câmara dos Deputados e em Brasília ao lado de outros santistas ilustres como Mário Covas, Aloizio Mercadante e Geraldo Alckmin.
Foi eleito deputado estadual, por São Paulo, à Constituinte de 1947, na legenda do Partido Social Democrático (PSD). A partir deste momento, não deixaria mais a política, elegendo-se deputado federal por seu estado, por onze mandatos consecutivos, de 1951 a 1995 (não tendo terminado o último mandato).
Assumiu a pasta do Ministério da Indústria e Comércio no gabinete Tancredo Neves, durante a curta experiência parlamentarista brasileira (1961-1962).
Apoiou, inicialmente, o movimento militar que, em 1964, depôs o presidente João Goulart, mas logo passou à oposição. Com a instauração do bipartidarismo (1965), filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), do qual seria vice-presidente e, depois, presidente.
Foi presidente do Parlamento Latino-Americano, de 1967 a 1970.
Em 1973, lançou sua anticandidatura simbólica à Presidência da República como forma de repúdio ao regime militar, tendo como vice o jornalista e ex-governador de Pernambuco, Barbosa Lima Sobrinho.
À frente do seu partido, participou de todas as campanhas pelo retorno do país à democracia, inclusive a luta pela anistia ampla, geral e irrestrita. Com o fim do bipartidarismo (1979), o MDB converteu-se em Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), do qual seria presidente nacional.
Ulysses liderou novas campanhas pela redemocratização, como a das eleições diretas.
Exerceu a presidência da Câmara dos Deputados em três períodos (1956-1957, 1985-1986 e 1987-1988); presidindo a Assembléia Nacional Constituinte, em 1987-1988. A nova Constituição, na qual Ulysses teve papel fundamental, foi promulgada em 5 de Outubro de 1988, tendo sido por ele chamada de Constituição Cidadã, pelos avanços sociais que incorporou em seu texto.
Em 1989, candidatou-se à Presidência da República, na sigla do PMDB, sem sucesso.
Faleceu em acidente aéreo de helicóptero, ao largo de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, em 12 de outubro de 1992, junto à esposa D. Mora, o senador Severo Gomes, a esposa e o piloto. Os restos mortais nunca foram encontrados.
Publicou vários livros. Entre eles destacam-se: "Vida Exemplar de Prudente de Morais" (1940); "Navegar é preciso, Viver não é preciso" (1973); "Socialização do Direito" (1978); "Esperança e Mudança" (1982); "Tentativa" (1983); "Diretas Já" (1984); "PT Saudações" (1988); "Da Fé fiz Companheira" (1989); "Ou Mudamos ou seremos Mudados" (1991); "Parlamentarismo – Além de ser mais forte, substitui um regime fraco" (fev.1992).
ULISSES GUIMARÃES FOI
UM GRANDE LUTADOR PELA
DEMOCRACIA CONTRA O
REGIME DITATORIAL DOS
MILITARES.
ULISSES GUIMARÃES MOSTRANDO A CONSTITUIÇÃO PÓS DITADURA MILITAR, POR QUE TANTO LUTOU
Ulysses Silveira Guimarães (Rio Claro, 6 de outubro de 1916 — Angra dos Reis, 12 de outubro de 1992) foi um político brasileiro.
Teve uma vida acadêmica activa, participando do Centro Acadêmico XI de Agosto e exercendo a vice-presidência da União Nacional de Estudantes (UNE). Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).
Foi professor durante vários anos na Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie, onde veio a se tornar professor titular de Direito Internacional Público. Lecionou ainda Direito Constitucional na Faculdade de Direito de Bauru.
Exerceu profissionalmente a advocacia, especializando-se em Direito Tributário.
No Santos Futebol Clube, Ulysses Guimarães se associou em 10 de janeiro de 1941. Em 1942, foi nomeado diretor-presidente da subsede em São Paulo do clube, cargo que voltou a ocupar em 1945.
Em 1944, foi eleito vice-presidente do clube na gestão do doutor Antônio Ezequiel Feliciano da Silva. Por anos defendeu os interesses do clube na Câmara dos Deputados e em Brasília ao lado de outros santistas ilustres como Mário Covas, Aloizio Mercadante e Geraldo Alckmin.
Foi eleito deputado estadual, por São Paulo, à Constituinte de 1947, na legenda do Partido Social Democrático (PSD). A partir deste momento, não deixaria mais a política, elegendo-se deputado federal por seu estado, por onze mandatos consecutivos, de 1951 a 1995 (não tendo terminado o último mandato).
Assumiu a pasta do Ministério da Indústria e Comércio no gabinete Tancredo Neves, durante a curta experiência parlamentarista brasileira (1961-1962).
Apoiou, inicialmente, o movimento militar que, em 1964, depôs o presidente João Goulart, mas logo passou à oposição. Com a instauração do bipartidarismo (1965), filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), do qual seria vice-presidente e, depois, presidente.
Foi presidente do Parlamento Latino-Americano, de 1967 a 1970.
Em 1973, lançou sua anticandidatura simbólica à Presidência da República como forma de repúdio ao regime militar, tendo como vice o jornalista e ex-governador de Pernambuco, Barbosa Lima Sobrinho.
À frente do seu partido, participou de todas as campanhas pelo retorno do país à democracia, inclusive a luta pela anistia ampla, geral e irrestrita. Com o fim do bipartidarismo (1979), o MDB converteu-se em Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), do qual seria presidente nacional.
Ulysses liderou novas campanhas pela redemocratização, como a das eleições diretas.
Exerceu a presidência da Câmara dos Deputados em três períodos (1956-1957, 1985-1986 e 1987-1988); presidindo a Assembléia Nacional Constituinte, em 1987-1988. A nova Constituição, na qual Ulysses teve papel fundamental, foi promulgada em 5 de Outubro de 1988, tendo sido por ele chamada de Constituição Cidadã, pelos avanços sociais que incorporou em seu texto.
Em 1989, candidatou-se à Presidência da República, na sigla do PMDB, sem sucesso.
Faleceu em acidente aéreo de helicóptero, ao largo de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, em 12 de outubro de 1992, junto à esposa D. Mora, o senador Severo Gomes, a esposa e o piloto. Os restos mortais nunca foram encontrados.
Publicou vários livros. Entre eles destacam-se: "Vida Exemplar de Prudente de Morais" (1940); "Navegar é preciso, Viver não é preciso" (1973); "Socialização do Direito" (1978); "Esperança e Mudança" (1982); "Tentativa" (1983); "Diretas Já" (1984); "PT Saudações" (1988); "Da Fé fiz Companheira" (1989); "Ou Mudamos ou seremos Mudados" (1991); "Parlamentarismo – Além de ser mais forte, substitui um regime fraco" (fev.1992).
sexta-feira, outubro 05, 2007
5 de Outubro de 1910, cai a Monarquia em Portugal, viva a Republica
.
EM PORTUGAL HOJE 5 DE OUTUBRO
COMEMORA-SE A REVOLUÇÃO REPUBLICANA
DE 1910.
Nos dias 4 e 5 de Outubro de 1910, iniciou-se um movimento revolucionário, para depôr a Monarquia apodrecida e corrupta por militares da Marinha e do Exército a revolta começou nas guarnições de Lisboa Juntamente com os militares estiveram a Carbonária e o as estruturas do PRP (Partido Republicano Português). Na tarde desse dia, José Relvas, em nome do
Directório do PRP, proclamou a República à varanda da Câmara Municipal de Lisboa. No dia 6 o novo regime foi proclamado no Porto e, nos dias seguintes, no resto do país. Em Braga foi-o no dia 7, tendo tomado posse da Câmara o Dr Manuel Monteiro.
A queda da Monarquia já era de esperar. Dois anos antes D. Carlos e D. Luíz Filipe haviam sido assassinados por activistas republicanos. O reinado de D. Manuel II tentou apaziguar a vida do país sem sucesso. Foi um reinado fraco e inexperiente, cheio de escândalos e actos de corrupção e repressão. Apesar de o 5 de Outubro não ter sido uma verdadeira revolução popular, mas sobretudo um golpe de estado centrado em Lisboa, a nova situação foi aclamada em todo o país e poucos acreditaram na possibilidade de num regresso à Monarquia.
Seguiu-se um período de democracia republicana, caracterizado por forte instabilidade política, conflitos com a Igreja, mas também grandes progressos na educação pública. A chamada I República Portuguesa terminou em 1926, com o golpe de 28 de Maio, a que se seguiram muitos anos de ditadura fascizante de Salazar.
Após o 5 de Outubro foi substituída a bandeira portuguesa. As cores verde e vermelho significam, respectivamente, a esperança e o sangue dos heróis. A esfera armilar simboliza os Descobrimentos, os sete castelos representam os primeiros castelos conquistados por D. Afonso Henriques, as cinco quinas significam os cinco reis mouros vencidos por este Rei e, finalmente, os cinco pontos em cada uma as cinco chagas de Cristo. O hino A Portuguesa , composto por Alfredo Keil tornou-se o hino nacional.
A Republica como sistema chegou 20 anos de pois deste tipo de regime ter sido implantado no Brasil, em 1890.
EM PORTUGAL HOJE 5 DE OUTUBRO
COMEMORA-SE A REVOLUÇÃO REPUBLICANA
DE 1910.
Nos dias 4 e 5 de Outubro de 1910, iniciou-se um movimento revolucionário, para depôr a Monarquia apodrecida e corrupta por militares da Marinha e do Exército a revolta começou nas guarnições de Lisboa Juntamente com os militares estiveram a Carbonária e o as estruturas do PRP (Partido Republicano Português). Na tarde desse dia, José Relvas, em nome do
A queda da Monarquia já era de esperar. Dois anos antes D. Carlos e D. Luíz Filipe haviam sido assassinados por activistas republicanos. O reinado de D. Manuel II tentou apaziguar a vida do país sem sucesso. Foi um reinado fraco e inexperiente, cheio de escândalos e actos de corrupção e repressão. Apesar de o 5 de Outubro não ter sido uma verdadeira revolução popular, mas sobretudo um golpe de estado centrado em Lisboa, a nova situação foi aclamada em todo o país e poucos acreditaram na possibilidade de num regresso à Monarquia.
Seguiu-se um período de democracia republicana, caracterizado por forte instabilidade política, conflitos com a Igreja, mas também grandes progressos na educação pública. A chamada I República Portuguesa terminou em 1926, com o golpe de 28 de Maio, a que se seguiram muitos anos de ditadura fascizante de Salazar.
Após o 5 de Outubro foi substituída a bandeira portuguesa. As cores verde e vermelho significam, respectivamente, a esperança e o sangue dos heróis. A esfera armilar simboliza os Descobrimentos, os sete castelos representam os primeiros castelos conquistados por D. Afonso Henriques, as cinco quinas significam os cinco reis mouros vencidos por este Rei e, finalmente, os cinco pontos em cada uma as cinco chagas de Cristo. O hino A Portuguesa , composto por Alfredo Keil tornou-se o hino nacional.
A Republica como sistema chegou 20 anos de pois deste tipo de regime ter sido implantado no Brasil, em 1890.
brasileirão
.
FLAMENGO VENCE O LÍDER
SÃO PAULO, E É O ÚNICO
CARIOCA A VENCER.

TORCIDA DO FLA COMEMOROU COMO SE TIVESSE VENCIDO O BRASILEIRÃO
Quinta, 04/10/2007
> América-RN 3 x 2 Paraná
> Flamengo 1 x 0 São Paulo
> Figueirense 0 x 0 Internacional
Quarta, 03/10/2007
> Atlético-PR 2 x 0 Botafogo
> Cruzeiro 0 x 1 Santos
> Fluminense 1 x 1 Corinthians
> Grêmio 2 x 2 Atlético-MG
> Vasco 0 x 1 Juventude
> Sport 4 x 0 Goiás
> Palmeiras 2 x 1 Náutico
Diante do maior público do atual Campeonato Brasileiro (59.098 pagantes), o Flamengo foi o responsável por impor uma derrota ao líder São Paulo depois de 16 rodadas de invencibilidade. Na noite desta quinta-feira, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, os cariocas venceram os paulistas por 1 a 0, gol de Ibson.

FLA DERRUBA SÉRIE DO SÃO PAULO
A última derrota do clube do Morumbi havia sido também para um time carioca: o Fluminense. No dia 18 de julho, na capital paulista, o São Paulo perdeu de 1 a 0, gol de pênalti do atacante Somália.
Com esse triunfo, a equipe do técnico Joel Santana mantém bom retrospecto actuando no Maracanã e se afasta ainda mais da zona de rebaixamento. Agora dono de 40 pontos, o Flamengo aparece na décima colocação.
Já o São Paulo segue disparado na liderança, com 63 pontos, 12 a mais que o vice-líder Cruzeiro. Embora a distância já seja mais do que confortável, a equipe do técnico Muricy Ramalho perdeu a chance de aumentar para 15 essa diferença. Isso porque os mineiros perderam do Santos na última quarta-feira.
FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Jaílton, Cristian e Ibson (ex-PORTO)(Léo Medeiros); Maxi (Roger (EX-BENFICA) e Souza
Técnico: Joel Santana
SÃO PAULO
Rogério Ceni; Alex Silva, Breno, André Dias e Jadílson (Diego Tardelli); Zé Luis (Fernando), Richarlyson, Jorge Wagner e Leandro; Dagoberto (Aloísio) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Público: 59.098 pagantes
Gol: Ibson, aos 4min do segundo tempo
clssificação
1 São Paulo 63
2 Cruzeiro 51
3 Santos 48
4 Grêmio 48
5 Palmeiras 47
6 Fluminense 44
7 Sport 42
8 Botafogo 42
9 Vasco 40
10 Flamengo 40
11 Atlético-PR 38
12 Figueirense 38
13 Goiás 37
14 Internacional 37
15 Náutico-PE 36
16 Atlético-MG 34
17 Paraná Clube 34
18 Corinthians 34
19 Juventude 30
20 América-RN 16
FLAMENGO VENCE O LÍDER
SÃO PAULO, E É O ÚNICO
CARIOCA A VENCER.
TORCIDA DO FLA COMEMOROU COMO SE TIVESSE VENCIDO O BRASILEIRÃO
Quinta, 04/10/2007
> América-RN 3 x 2 Paraná
> Flamengo 1 x 0 São Paulo
> Figueirense 0 x 0 Internacional
Quarta, 03/10/2007
> Atlético-PR 2 x 0 Botafogo
> Cruzeiro 0 x 1 Santos
> Fluminense 1 x 1 Corinthians
> Grêmio 2 x 2 Atlético-MG
> Vasco 0 x 1 Juventude
> Sport 4 x 0 Goiás
> Palmeiras 2 x 1 Náutico
Diante do maior público do atual Campeonato Brasileiro (59.098 pagantes), o Flamengo foi o responsável por impor uma derrota ao líder São Paulo depois de 16 rodadas de invencibilidade. Na noite desta quinta-feira, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, os cariocas venceram os paulistas por 1 a 0, gol de Ibson.
FLA DERRUBA SÉRIE DO SÃO PAULO
A última derrota do clube do Morumbi havia sido também para um time carioca: o Fluminense. No dia 18 de julho, na capital paulista, o São Paulo perdeu de 1 a 0, gol de pênalti do atacante Somália.
Com esse triunfo, a equipe do técnico Joel Santana mantém bom retrospecto actuando no Maracanã e se afasta ainda mais da zona de rebaixamento. Agora dono de 40 pontos, o Flamengo aparece na décima colocação.
Já o São Paulo segue disparado na liderança, com 63 pontos, 12 a mais que o vice-líder Cruzeiro. Embora a distância já seja mais do que confortável, a equipe do técnico Muricy Ramalho perdeu a chance de aumentar para 15 essa diferença. Isso porque os mineiros perderam do Santos na última quarta-feira.
FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Jaílton, Cristian e Ibson (ex-PORTO)(Léo Medeiros); Maxi (Roger (EX-BENFICA) e Souza
Técnico: Joel Santana
SÃO PAULO
Rogério Ceni; Alex Silva, Breno, André Dias e Jadílson (Diego Tardelli); Zé Luis (Fernando), Richarlyson, Jorge Wagner e Leandro; Dagoberto (Aloísio) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Público: 59.098 pagantes
Gol: Ibson, aos 4min do segundo tempo
clssificação
1 São Paulo 63
2 Cruzeiro 51
3 Santos 48
4 Grêmio 48
5 Palmeiras 47
6 Fluminense 44
7 Sport 42
8 Botafogo 42
9 Vasco 40
10 Flamengo 40
11 Atlético-PR 38
12 Figueirense 38
13 Goiás 37
14 Internacional 37
15 Náutico-PE 36
16 Atlético-MG 34
17 Paraná Clube 34
18 Corinthians 34
19 Juventude 30
20 América-RN 16
quinta-feira, outubro 04, 2007
artistas brasileiros - CLAUDIO SANTORO
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O NOSSO BLOG LEMBRA HOJE
UM GRANDE DA MÚSICA
O COMPOSITOR E MAESTRO
BRASILEIRO, DE MANAUS,
CIDADE ONDE NASCEU MEU
PAI E MEU TIO PADRINHO
DESTE BLOG LUSO-CARIOCA.
Refiro-me a CLAUDIO SANTORO

Claudio Santoro
Claudio Franco de Sá Santoro (Manaus, 23 de novembro de 1919 – Brasília, 27 de março de 1989) foi um compositor e maestro brasileiro.
Nascido em Manaus, ainda menino começou a estudar violino e piano, e seu empenho fez com que o Governo do Amazonas o mandasse estudar no Rio de Janeiro. Aos 18 anos, já era professor adjunto da cátedra de violino do Conservatório de Música do Rio de Janeiro. Foi aluno de Hans-Joachim Koellreutter, compositor de escola vanguardista (dodecafonismo) que influenciou o estilo de Santoro. Já bastante conhecido, recebeu um prêmio da Fundação Lili Boulanger, em Boston. Entre os avaliadores estavam os compositores Igor Stravinski e Aaron Copland.
Claudio Santoro foi professor fundador do Deptº de Música da UnB (Universidade de Brasília). Faleceu em 1989, época em que exercia o posto de Regente Titular da Orquestra do Teatro Nacional de Brasília, atualmente a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro.
O NOSSO BLOG LEMBRA HOJE
UM GRANDE DA MÚSICA
O COMPOSITOR E MAESTRO
BRASILEIRO, DE MANAUS,
CIDADE ONDE NASCEU MEU
PAI E MEU TIO PADRINHO
DESTE BLOG LUSO-CARIOCA.
Refiro-me a CLAUDIO SANTORO
Claudio Santoro
Claudio Franco de Sá Santoro (Manaus, 23 de novembro de 1919 – Brasília, 27 de março de 1989) foi um compositor e maestro brasileiro.
Nascido em Manaus, ainda menino começou a estudar violino e piano, e seu empenho fez com que o Governo do Amazonas o mandasse estudar no Rio de Janeiro. Aos 18 anos, já era professor adjunto da cátedra de violino do Conservatório de Música do Rio de Janeiro. Foi aluno de Hans-Joachim Koellreutter, compositor de escola vanguardista (dodecafonismo) que influenciou o estilo de Santoro. Já bastante conhecido, recebeu um prêmio da Fundação Lili Boulanger, em Boston. Entre os avaliadores estavam os compositores Igor Stravinski e Aaron Copland.
Claudio Santoro foi professor fundador do Deptº de Música da UnB (Universidade de Brasília). Faleceu em 1989, época em que exercia o posto de Regente Titular da Orquestra do Teatro Nacional de Brasília, atualmente a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro.
BRASILEIRÃO
.
MAIS UMA JORNADA NEGRA
PARA O VASCO QUE PERDEU
PARA O JUVENTUDE
Quarta, 03/10/2007
> Atlético-PR 2 x 0 Botafogo
> Fluminense 1 x 1 Corinthians
> Cruzeiro 0 x 1 Santos
> Grêmio 2 x 2 Atlético-MG
> Vasco 0 x 1 Juventude
> Sport 4 x 0 Goiás
> Palmeiras 2 x 1 Náutico
Vasco perde para o Juventude

Após ter passado o último mês de setembro inteiro sem vencer nenhuma partida pelo Campeonato Brasileiro, o Vasco não começou outubro da maneira que desejava. A equipe cruzmaltina perdeu muitos golos e foi derrotada por 1 a 0 pelo Juventude nesta quarta-feira, em São Januário. Foi o sétimo jogo sem vitória do time de Celso Roth na competição, que esbarrou nesta noite na boa atuação do goleiro Michel Alves.
Principal nome do jogo, o camisa 1 do clube gaúcho foi um dos grandes responsáveis pelo resultado ao realizar excelentes defesas. Além dele, o meio-campista Fábio Baiano, que entrou no decorrer do segundo tempo, foi o herói do Juventude ao marcar o gol da vitória do time visitante.
Com o triunfo, o Juventude chegou aos 30 pontos na classificação do Nacional, mas segue na penúltima colocação e ainda não conseguiu deixar a zona de rebaixamento. Já o Vasco permanece com 40 pontos, na nona posição e cada vez mais distante da tão sonhada vaga na Copa Libertadores.
VASCO
Silvio Luiz; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Julio Santos e Rubens Júnior (Guilherme); Amaral, Perdigão, Andrade (Marcelinho) e Conca; Enílton e Abuda (Alan Kardec)
Técnico: Celso Roth
JUVENTUDE
Michel Alves; Barão, Nunes, Juliano e Cazumba; Vanzini (Renato), Marcão, Bruno e Marcelo Costa; Alex Alves (Fábio Baiano) e Tadeu (Willian)
Técnico: Beto Almeida
Local: estádio de São Januário, no Rio de Janeiro
GolO: Fábio Baiano, aos 31min do segundo tempo
hoje- FLAMENGO-SÃO PAULO
MAIS UMA JORNADA NEGRA
PARA O VASCO QUE PERDEU
PARA O JUVENTUDE
Quarta, 03/10/2007
> Atlético-PR 2 x 0 Botafogo
> Fluminense 1 x 1 Corinthians
> Cruzeiro 0 x 1 Santos
> Grêmio 2 x 2 Atlético-MG
> Vasco 0 x 1 Juventude
> Sport 4 x 0 Goiás
> Palmeiras 2 x 1 Náutico
Vasco perde para o Juventude
Após ter passado o último mês de setembro inteiro sem vencer nenhuma partida pelo Campeonato Brasileiro, o Vasco não começou outubro da maneira que desejava. A equipe cruzmaltina perdeu muitos golos e foi derrotada por 1 a 0 pelo Juventude nesta quarta-feira, em São Januário. Foi o sétimo jogo sem vitória do time de Celso Roth na competição, que esbarrou nesta noite na boa atuação do goleiro Michel Alves.
Principal nome do jogo, o camisa 1 do clube gaúcho foi um dos grandes responsáveis pelo resultado ao realizar excelentes defesas. Além dele, o meio-campista Fábio Baiano, que entrou no decorrer do segundo tempo, foi o herói do Juventude ao marcar o gol da vitória do time visitante.
Com o triunfo, o Juventude chegou aos 30 pontos na classificação do Nacional, mas segue na penúltima colocação e ainda não conseguiu deixar a zona de rebaixamento. Já o Vasco permanece com 40 pontos, na nona posição e cada vez mais distante da tão sonhada vaga na Copa Libertadores.
VASCO
Silvio Luiz; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Julio Santos e Rubens Júnior (Guilherme); Amaral, Perdigão, Andrade (Marcelinho) e Conca; Enílton e Abuda (Alan Kardec)
Técnico: Celso Roth
JUVENTUDE
Michel Alves; Barão, Nunes, Juliano e Cazumba; Vanzini (Renato), Marcão, Bruno e Marcelo Costa; Alex Alves (Fábio Baiano) e Tadeu (Willian)
Técnico: Beto Almeida
Local: estádio de São Januário, no Rio de Janeiro
GolO: Fábio Baiano, aos 31min do segundo tempo
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