.
No primeiro dia, Deus criou a vaca. E Deus disse:
"Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer
debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma
vida de 60 anos."
A vaca disse:
"É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente
20 e eu devolvo-te os outros 40".
E Deus concordou.
No segundo dia, Deus criou o cão. E Deus disse:
"Senta-te todo o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer
pessoa que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida. "
O cão disse:
"Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te
os outros 10".
Deus concordou.
No terceiro dia, Deus criou o macaco. E Deus disse :
"Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu dar-te-ei
20 anos de vida."
O macaco disse:
"Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!? Acho que não. O cão
devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, ok?"
Deus concordou.
No quarto dia, Deus criou o Homem. E Deus disse:
"Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada, simplesmente
diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida".
O Homem disse:
"O quê!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40
anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80.
Pode ser?"
"Ok" - respondeu-lhe Deus. "Negócio fechado."
É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos,
praticamos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada. Os 40 anos seguintes,
sofremos ao sol para sustentar a nossa família, os 10 seguintes fazemos
figura de macaco para entreter os nossos netos, e os últimos 10 anos
sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.
Está explicada a vida!
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
quarta-feira, dezembro 26, 2007
terça-feira, dezembro 25, 2007
A 25 DE DEZEMBRO nasceu o BEIJA FLOR
.
A 25 de DEZENBRO nasceu
Beija-Flor de Nilópolis, ACTUAL CAMPEÃO DO CARNAVAL CARIOCA (2007)

Fundação: 25 de Dezembro de 1948
Escola-madrinha: Portela
cores: Azul-escuro e Branco
símbolo: Beija-flor
Bairro: Centro de Nilópolis
Presidente: Farid Abrahão David
Presidente de honra: Anísio Abraão David
Comissão de carnaval: Laíla, Fran-Sérgio, Ubiratan Silva e Alexandre Louzada.
Intérprete oficial: Neguinho da Beija-Flor
Diretor de carnaval: Laíla
Diretor de harmonia: Laíla
Diretor de bateria: Mestre Paulinho e Plínio
Rainha da bateria: Rayssa de Oliveira
Madrinha da bateria:
Mestre-sala e porta-bandeira: Claudinho e Selmynha Sorrizo
Mestre-sala e porta-bandeira:
(segundo casal)
Coreógrafo: Ghislaine Cavalcanti
Comissão-de-frente:
Enredo de 2008: Macapaba: equinócio solar, viagens fantásticas
Dia e hora do desfile (2008): '
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Beija-Flor é uma escola de samba da Rio de Janeiro, que está sediada no município de Nilópolis.
História
A Beija-Flor foi formada por um bloco carnavalesco, de Nilópolis, Baixada Fluminense. Nasceu no dia 25 de Dezembro de 1948. O nome foi inspirado no rancho Beija-Flor, que existia na cidade de Marquês de Valença. A idéia nasceu de um grupo formado por Milton de Oliveira (Negão da Cuíca), Edson Vieira Rodrigues (Edinho do Ferro Velho), Helles Ferreira da Silva, Mário Silva, Walter da Silva, Hamilton Floriano e José Fernandes da Silva. Mas foi a mãe do Negão da Cuíca, a Dona Eulália, que sugeriu o nome da agremiação o que lhe valeu o direito de ser admitida como fundadora. Somente em 1953, o bloco, que virou um vitorioso no bairro, se transformou no G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis fazendo o seu primeiro desfile oficial em 1954 pelo Segundo Grupo, quando obteve a primeira colocação. A história da agremiação, que tem como símbolo o beija-flor, pode ser dividida em duas partes: antes e depois de Joãosinho Trinta. Joãosinho Trinta assumiu a escola em 1976 com um enredo em homenagem ao jogo do bicho. Os desfiles assinados por ele se tornaram tão antológicos que mesmo quando não vencia deixava sua marca na avenida. Foi o que aconteceu em 1989 quando a escola, conhecida pelo luxo de suas alas e alegorias, surpreendeu o público com o enredo "Ratos e urubus, larguem a minha fantasia" levando para o Sambódromo carros e alas repletos de lixo, além do famoso Cristo Redentor coberto. Naquele ano a Beija-Flor ficou com o segundo lugar, mas Joãosinho foi considerado por alguma pessoas o campeão moral do desfile[carece de fontes?]. Durante os anos 90 a escola se manteve sempre nas primeiras colocações, sendo que no período 2003/05 conquistou seu segundo tri campeonato em 2007, voltou a ganhar, dessa vez com uma diferença considerável em relação à segunda colocada. Para 2008, a comissão de carnaval escolheu o enredo "MACAPABÁ: Equinócio Solar, viagem fantástica ao meio do mundo" e tenta conquistar seu 11º título.
Resultados
Ao todo, a Beija-Flor venceu 10 dos desfiles de carnaval do Rio de Janeiro, nos anos de: 1976, 1977, 1978, 1980, 1983, 1998, 2003, 2004, 2005 e 2007. Foi vice campeã outras 10 vezes, nos anos de : 1979, 1981, 1985, 1986, 1989, 1990, 1999, 2000, 2001 e 2002.com a saída de Joãosinho Trinta, após o carnaval de 1992, a escola tentou Maria Augusta e o jovem Milton Cunha como carnavalescos. Mas somente com a criação de uma comissão de carnaval, em 1998, a escola voltou a faturar um campeonato.atualmente, a comissão de carnaval da Beija-flor é composta por:Laíla, Alexandre Louzada ,Fran Sergio e Ubiratan Silva
A 25 de DEZENBRO nasceu
Beija-Flor de Nilópolis, ACTUAL CAMPEÃO DO CARNAVAL CARIOCA (2007)
Fundação: 25 de Dezembro de 1948
Escola-madrinha: Portela
cores: Azul-escuro e Branco
símbolo: Beija-flor
Bairro: Centro de Nilópolis
Presidente: Farid Abrahão David
Presidente de honra: Anísio Abraão David
Comissão de carnaval: Laíla, Fran-Sérgio, Ubiratan Silva e Alexandre Louzada.
Intérprete oficial: Neguinho da Beija-Flor
Diretor de carnaval: Laíla
Diretor de harmonia: Laíla
Diretor de bateria: Mestre Paulinho e Plínio
Rainha da bateria: Rayssa de Oliveira
Madrinha da bateria:
Mestre-sala e porta-bandeira: Claudinho e Selmynha Sorrizo
Mestre-sala e porta-bandeira:
(segundo casal)
Coreógrafo: Ghislaine Cavalcanti
Comissão-de-frente:
Enredo de 2008: Macapaba: equinócio solar, viagens fantásticas
Dia e hora do desfile (2008): '
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Beija-Flor é uma escola de samba da Rio de Janeiro, que está sediada no município de Nilópolis.
História
A Beija-Flor foi formada por um bloco carnavalesco, de Nilópolis, Baixada Fluminense. Nasceu no dia 25 de Dezembro de 1948. O nome foi inspirado no rancho Beija-Flor, que existia na cidade de Marquês de Valença. A idéia nasceu de um grupo formado por Milton de Oliveira (Negão da Cuíca), Edson Vieira Rodrigues (Edinho do Ferro Velho), Helles Ferreira da Silva, Mário Silva, Walter da Silva, Hamilton Floriano e José Fernandes da Silva. Mas foi a mãe do Negão da Cuíca, a Dona Eulália, que sugeriu o nome da agremiação o que lhe valeu o direito de ser admitida como fundadora. Somente em 1953, o bloco, que virou um vitorioso no bairro, se transformou no G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis fazendo o seu primeiro desfile oficial em 1954 pelo Segundo Grupo, quando obteve a primeira colocação. A história da agremiação, que tem como símbolo o beija-flor, pode ser dividida em duas partes: antes e depois de Joãosinho Trinta. Joãosinho Trinta assumiu a escola em 1976 com um enredo em homenagem ao jogo do bicho. Os desfiles assinados por ele se tornaram tão antológicos que mesmo quando não vencia deixava sua marca na avenida. Foi o que aconteceu em 1989 quando a escola, conhecida pelo luxo de suas alas e alegorias, surpreendeu o público com o enredo "Ratos e urubus, larguem a minha fantasia" levando para o Sambódromo carros e alas repletos de lixo, além do famoso Cristo Redentor coberto. Naquele ano a Beija-Flor ficou com o segundo lugar, mas Joãosinho foi considerado por alguma pessoas o campeão moral do desfile[carece de fontes?]. Durante os anos 90 a escola se manteve sempre nas primeiras colocações, sendo que no período 2003/05 conquistou seu segundo tri campeonato em 2007, voltou a ganhar, dessa vez com uma diferença considerável em relação à segunda colocada. Para 2008, a comissão de carnaval escolheu o enredo "MACAPABÁ: Equinócio Solar, viagem fantástica ao meio do mundo" e tenta conquistar seu 11º título.
Resultados
Ao todo, a Beija-Flor venceu 10 dos desfiles de carnaval do Rio de Janeiro, nos anos de: 1976, 1977, 1978, 1980, 1983, 1998, 2003, 2004, 2005 e 2007. Foi vice campeã outras 10 vezes, nos anos de : 1979, 1981, 1985, 1986, 1989, 1990, 1999, 2000, 2001 e 2002.com a saída de Joãosinho Trinta, após o carnaval de 1992, a escola tentou Maria Augusta e o jovem Milton Cunha como carnavalescos. Mas somente com a criação de uma comissão de carnaval, em 1998, a escola voltou a faturar um campeonato.atualmente, a comissão de carnaval da Beija-flor é composta por:Laíla, Alexandre Louzada ,Fran Sergio e Ubiratan Silva
quinta-feira, dezembro 20, 2007
liga portuguesa
EM JOGO ANTECIPADO
O BENFICA SURROU O
AMADORA 3-0
Benfica vence Estrela da Amadora
O Benfica venceu o Estrela da Amadora por 3-0, na Luz, no jogo de abertura da 14.ª jornada da Liga portuguesa de futebol. Os golos, todos na segunda parte, tiveram assinatura de Cristian Rodriguez, Cardozo (g.p.) e Nuno Gomes.
Depois de uma 1ª.parte miserável o Benfica entrou a todo o gaz e facturou 3-0
O «fantasma» do Restelo (derrota diante do Belenenses, por 1-0, na última jornada) pairou na Luz durante a primeira parte. !
Camacho deixou Rui Costa e Nélson no balneário, ao intervalo, fazendo entrar Di Maria e Nuno Gomes. esta mudança viria a tornar-se decisiva. O Benfica «empurrou» o Estrela para o seu meio campo e o guarda-redes Nélson (em bom plano) passou a ter muito mais trabalho. Depois de Binya ter rematado à barra (47 m), Di Maria (entrou bem no jogo) lançou mais um aviso, até que surge o primeiro golo, por Cristian Rodriguez, de cabeça, após lançamento longo da linha lateral, efectuado por Binya.
Vitória merecida do Benfica, mas bem podia ter evitado o fraco espectáculo da primeira parte e... os assobios dos adeptos. A jogar em casa com dois médios defensivos, (quase) sem extremos e apenas com um homem na frente (Cardozo), foi pálida a imagem dos encarnados nos primeiros 45 minutos. Na segunda, já com Di Maria e Nuno Gomes, tudo foi diferente para melhor.
Estádio da Luz, em Lisboa
BENFICA – Quim; Nélson (Nuno Gomes, 46 m), Luisão, David Luiz e Léo; Katsouranis e Binya; Maxi Pereira, Rui Costa (Di Maria, 46 m) e Cristian Rodriguez (Freddy Adu, 82 m); Cardozo.
ESTRELA DA AMADORA – Nélson; Rui Duarte, Wagnão, Maurício e Hélder Cabral; Fernando e Tiago Gomes; Yoni (Pedro Pereira, 72 m) Mateus e Ndiaye (Anselmo, 69 m); Luís Aguiar (Fábio, 74 m).
Ao intervalo: 0-0
Golos: 1-0, Cristian Rodriguez (51 m); 2-0, Cardozo (70 m, de grande penalidade); 3-0, Nuno Gomes (89 m).
Resultado final: 3-0
O BENFICA SURROU O
AMADORA 3-0
Benfica vence Estrela da Amadora
O Benfica venceu o Estrela da Amadora por 3-0, na Luz, no jogo de abertura da 14.ª jornada da Liga portuguesa de futebol. Os golos, todos na segunda parte, tiveram assinatura de Cristian Rodriguez, Cardozo (g.p.) e Nuno Gomes.
Depois de uma 1ª.parte miserável o Benfica entrou a todo o gaz e facturou 3-0
O «fantasma» do Restelo (derrota diante do Belenenses, por 1-0, na última jornada) pairou na Luz durante a primeira parte. !
Camacho deixou Rui Costa e Nélson no balneário, ao intervalo, fazendo entrar Di Maria e Nuno Gomes. esta mudança viria a tornar-se decisiva. O Benfica «empurrou» o Estrela para o seu meio campo e o guarda-redes Nélson (em bom plano) passou a ter muito mais trabalho. Depois de Binya ter rematado à barra (47 m), Di Maria (entrou bem no jogo) lançou mais um aviso, até que surge o primeiro golo, por Cristian Rodriguez, de cabeça, após lançamento longo da linha lateral, efectuado por Binya.
Vitória merecida do Benfica, mas bem podia ter evitado o fraco espectáculo da primeira parte e... os assobios dos adeptos. A jogar em casa com dois médios defensivos, (quase) sem extremos e apenas com um homem na frente (Cardozo), foi pálida a imagem dos encarnados nos primeiros 45 minutos. Na segunda, já com Di Maria e Nuno Gomes, tudo foi diferente para melhor.
Estádio da Luz, em Lisboa
BENFICA – Quim; Nélson (Nuno Gomes, 46 m), Luisão, David Luiz e Léo; Katsouranis e Binya; Maxi Pereira, Rui Costa (Di Maria, 46 m) e Cristian Rodriguez (Freddy Adu, 82 m); Cardozo.
ESTRELA DA AMADORA – Nélson; Rui Duarte, Wagnão, Maurício e Hélder Cabral; Fernando e Tiago Gomes; Yoni (Pedro Pereira, 72 m) Mateus e Ndiaye (Anselmo, 69 m); Luís Aguiar (Fábio, 74 m).
Ao intervalo: 0-0
Golos: 1-0, Cristian Rodriguez (51 m); 2-0, Cardozo (70 m, de grande penalidade); 3-0, Nuno Gomes (89 m).
Resultado final: 3-0
quarta-feira, dezembro 19, 2007
PRELIMINARES
Num exame de Química Básica:
− Qual a diferença entre dissolução e solução?
Resposta de um aluno brilhante:
− Colocar qualquer um dos políticos num tanque de ácido para que dissolva é uma dissolução. Colocar todos é a solução!
− Qual a diferença entre dissolução e solução?
Resposta de um aluno brilhante:
− Colocar qualquer um dos políticos num tanque de ácido para que dissolva é uma dissolução. Colocar todos é a solução!
terça-feira, dezembro 18, 2007
ESTADUAIS
.
vêm aí os estaduais 2008
LEMBRAMOS OS CAMPEÕES DE 2007
Estaduais: Os campeões de 2007
Brasiliense luta por um pentacampeonato histórico. Santos tenta o primeiro tri sem Pelé
Quando os Estaduais de 2008 começarem, o que acontece ao longo de janeiro, a maior hegemonia que estará sendo colocada em jogo não é em um grande centro do país. Com quatro títulos seguidos, o Brasiliense é o time que vai tentar o seu primeiro pentacampeonato, tentando se igualar ao feito do Gama, entre 1997 e 2001.
Cinco clubes vão brigando pelo tricampeonato. O Santos tentará o seu primeiro tricampeonato paulista sem Pelé e o terceiro da história do clube. O time conquistou esse feito entre 1960 e 1962 e entre 1967 e 1969. No Gauchão, a última vez que o Grêmio conquistou mais que dois títulos seguidos foi no hexacampeonato dos anos 80, entre 1985 e 1990. Além disso, se vencer mais um este ano, o Tricolor gaúcho encosta no número de títulos do arqui-rival Internacional, que tem 37 contra 35 gremistas.
Em Pernambuco, o bicampeão Sport (36 títulos) tenta aumentar a hegemonia sobre Santa Cruz (24) e Náutico (21). Em Alagoas, o Coruripe luta pelo tri e pelo terceira conquista de sua história. Mesma situação da Ulbra, no Rondoniense.
Confira os campeões estaduais de 2007
Região Norte
Acreano Campeão: Rio Branco
Vice: Andirá
Amapaense Campeão: Trem
Vice: Cristal
Amazonense Campeão: Nacional
Vice: Fast
Paraense Campeão: Remo
Vice: Tuna Luso
Rondoniense Bicampeão: Ulbra
Vice: Jaruense
Roraimense Campeão: Atlético
Vice: Baré
Tocantinense Campeão: Palmas
Vice: Araguaína
Região Nordeste
Alagoano Bicampeão: Coruripe
Vice: CRB
Baiano Campeão: Vitória
Vice: Bahia
Cearense Campeão: Fortaleza
Vice: Icasa
Maranhense Final: Maranhão x Imperatriz (em andamento)
Paraibano Campeão: Nacional
Vice: Atlético
Pernambucano Bicampeão: Sport
Vice: Central
Piauiense Campeão: River
Vice: Barras
Potiguar Campeão: ABC
Vice: América
Sergipano Campeão: América
Vice: Confiança
Região Centro-Oeste
Brasiliense Tetracampeão: Brasiliense
Vice: Esportivo
Goiano Campeão: Atlético
Vice: Goiás
Matogrossense Campeão: Cacerense
Vice: Jaciara
Sul-Matogrossense Campeão: Águia Negra
Vice: Cene
Região Sudeste
Capixaba Campeão: Linhares
Vice: Jaguaré
Carioca Campeão: Flamengo
Vice: Botafogo
Mineiro Campeão: Atlético
Vice: Cruzeiro
Paulista Bicampeão: Santos
Vice: São Caetano
Região Sul
Paranense Campeão: Paranavaí
Vice: Paraná
Gaúcho Bicampeão: Grêmio
Vice: Juventude
Catarinense Campeão: Chapecoense
Vice: Criciúma
vêm aí os estaduais 2008
LEMBRAMOS OS CAMPEÕES DE 2007
Estaduais: Os campeões de 2007
Brasiliense luta por um pentacampeonato histórico. Santos tenta o primeiro tri sem Pelé
Quando os Estaduais de 2008 começarem, o que acontece ao longo de janeiro, a maior hegemonia que estará sendo colocada em jogo não é em um grande centro do país. Com quatro títulos seguidos, o Brasiliense é o time que vai tentar o seu primeiro pentacampeonato, tentando se igualar ao feito do Gama, entre 1997 e 2001.
Cinco clubes vão brigando pelo tricampeonato. O Santos tentará o seu primeiro tricampeonato paulista sem Pelé e o terceiro da história do clube. O time conquistou esse feito entre 1960 e 1962 e entre 1967 e 1969. No Gauchão, a última vez que o Grêmio conquistou mais que dois títulos seguidos foi no hexacampeonato dos anos 80, entre 1985 e 1990. Além disso, se vencer mais um este ano, o Tricolor gaúcho encosta no número de títulos do arqui-rival Internacional, que tem 37 contra 35 gremistas.
Em Pernambuco, o bicampeão Sport (36 títulos) tenta aumentar a hegemonia sobre Santa Cruz (24) e Náutico (21). Em Alagoas, o Coruripe luta pelo tri e pelo terceira conquista de sua história. Mesma situação da Ulbra, no Rondoniense.
Confira os campeões estaduais de 2007
Região Norte
Acreano Campeão: Rio Branco
Vice: Andirá
Amapaense Campeão: Trem
Vice: Cristal
Amazonense Campeão: Nacional
Vice: Fast
Paraense Campeão: Remo
Vice: Tuna Luso
Rondoniense Bicampeão: Ulbra
Vice: Jaruense
Roraimense Campeão: Atlético
Vice: Baré
Tocantinense Campeão: Palmas
Vice: Araguaína
Região Nordeste
Alagoano Bicampeão: Coruripe
Vice: CRB
Baiano Campeão: Vitória
Vice: Bahia
Cearense Campeão: Fortaleza
Vice: Icasa
Maranhense Final: Maranhão x Imperatriz (em andamento)
Paraibano Campeão: Nacional
Vice: Atlético
Pernambucano Bicampeão: Sport
Vice: Central
Piauiense Campeão: River
Vice: Barras
Potiguar Campeão: ABC
Vice: América
Sergipano Campeão: América
Vice: Confiança
Região Centro-Oeste
Brasiliense Tetracampeão: Brasiliense
Vice: Esportivo
Goiano Campeão: Atlético
Vice: Goiás
Matogrossense Campeão: Cacerense
Vice: Jaciara
Sul-Matogrossense Campeão: Águia Negra
Vice: Cene
Região Sudeste
Capixaba Campeão: Linhares
Vice: Jaguaré
Carioca Campeão: Flamengo
Vice: Botafogo
Mineiro Campeão: Atlético
Vice: Cruzeiro
Paulista Bicampeão: Santos
Vice: São Caetano
Região Sul
Paranense Campeão: Paranavaí
Vice: Paraná
Gaúcho Bicampeão: Grêmio
Vice: Juventude
Catarinense Campeão: Chapecoense
Vice: Criciúma
domingo, dezembro 16, 2007
liga portuguesa
.
O PORTO AUMENTA PARA 10
PONTOS DE AVANÇO SOBRE
O BENFICA QUE PERDEU
OUTRA VEZ.
O SPORTING VENCE NA
MADEIRA O MARITIMO DE
LAZARONI

BELENEMSES.BENFICA...1-0
PORTO-GUIMARÃES......2-0
P.FERREIRA-BRAGA.....0-2
MARITIMO-SPORTING....1-2
AMADORA-SETUBAL......0-1
Belenenses rouba três pontos ao Benfica
O Benfica perdeu com o Belenenses por 1-0, e marcou passo na perseguição ao líder FC Porto. Weldon foi o autor do único golo da partida (70 min.).
Início de jogo com as equipas a mostrarem dificuldades em assumir a partida e a procurarem encaixar no sistema do adversário. Primeira parte muito disputada a meio-campo, com o Benfica a tentar libertar-se da pressão que a equipa de Jorge Jesus efectuava à entrada do seu terreno de jogo.
Lentamente, o Belenenses foi conseguindo mais posse de bola e mostrou-se mais rematador. As tentativas do Benfica em sair para o ataque eram anuladas pela estrutura defensiva do Belenenses, com Rolando em bom plano, e a equipa do Restelo foi para o intervalo com sinal mais.
No segundo tempo, o Benfica parecia entrar em campo com nova atitude, mas a linha defensiva da equipa da casa voltou a fechar os caminhos para a baliza de Marco Gonçalves. Mediante a escassez de oportunidades de golo, Camacho colocou Nuno Gomes e Dí Maria no lugar de Katsouranis e Maxi Pereira.
O Belenenses chegou ao golo aos 70 minutos, novamente com José Pedro na jogada a desmarcar Weldon na esquerda, que dribla Luisão e entra na área para rematar colocado e a fazer a bola entrar no poste contrário da baliza «encarnada», sem hipóteses para Quim.
Nem a entrada de Freddy Adu trouxe mais dinâmica ao Benfica. O Belenenses não jgou para o empate e acabou por conseguir a vitória frente a um segundo classificado que parecia não precisar dos três pontos.
Estádio do Restelo, Lisboa
Belenenses: Marco Gonçalves, Devic, Rolando, Ruben Amorim (Amaral, 49 min.), Rodrigo Alvim (Areias, 58 min.), Gómez, Hugo Leal, José Pedro, Silas, Roncatto (João Paulo Oliveira, 89 min.) e Weldon.
Suplentes: Costinha, Rafael, Gonçalo Brandão e Fernando.
Benfica: Quim, Luisão, David Luiz, Nélson, Léo, Katsouranis (Dí Maria, 64 min.), Petit, Maxi Pereira (Nuno Gomes, 64 min.), Cristian Rodriguez (Adu, 79 min.), RUI Costa e Cardozo.
Suplentes: Butt, Luís Filipe, Binya e Nuno Assis.
Golos: Weldon (70 min.).
MARITIMO-SPORTING..1-2
Sporting
Vukcevic resolve nos Barreiros
Vukcevic, foi ele quem garantiu difícil vitória ao Sporting nos Barreiros (2-1), construída na recta final do jogo. O Marítimo marcou por Bruno Fogaça (61m), mas o avançado montenegrino, com o contributo precioso de Ediglê no primeiro golo (72m), deu a cambalhota no marcador ao «cair do pano» (88m).
O Sporting volta assim a vencer na Liga após três jornadas a marcar passo (uma derrota e dois empates), recupera o terceiro lugar, agora a dois pontos do Benfica, e confirma a tendência positiva de resultados nos últimos jogos – vitórias contra Louletano e Dínamo de Kiev, para a Taça de Portugal e Liga dos Campeões, respectivamente.
Mas não foi fácil o segundo triunfo leonino fora de portas esta época.
O Marítimo, diga-se, sem fazer muito melhor esteve, ainda assim, uns «furos» acima. A equipa da casa viu Polga evitar o que parecia um golo certo aos 17 minutos, quando o central se substituiu a Rui Patrício para desviar o remate de Fábio Felício. E foi o que de melhor a primeira parte teve para dar.
Marítimo: Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Van der Linden (Fernando, 68m) e Evaldo; Wénio e Bruno; Fábio Felício, Kanu (Gregory, 90m) e Mossoró; Bruno Fogaça (Marcinho, 83m)
Suplentes não utilizados: Marcelo Boeck, Édder Peréz, Briguel e João Luiz
Sporting: Rui Patrício; Abel, Tonel, Polga e Ronny (Pereirinha, 72m); Miguel Veloso, Adrien Silva (Romganoli, 58m), Vukcevic e João Moutinho; Purovic (Gladstone, 89m) e Liedson
Suplentes não utilizados: Tiago, Paulo Renato, Celsinho e Paez
Marcadores: 1-0, Bruno Fogaça (61m); 1-1, Vukcevic (72m); 1-2, Vukcevic (88m),
FICA ASSIM A CLASSIFICAÇÃO
1. FC Porto 35 13
2. Benfica 25 13
3. Sporting 23 13
4. V. Setúbal 22 13
5. V. Guimarães 22 13
6. Sp. Braga 21 13
7. Belenenses 18 13
8. Marítimo 17 13
9. Naval 15 13
10. Leixões 14 13
11. E. Amadora 13 13
12. Nacional 13 13
13. Boavista 12 13
14. Académica 11 13
15. P. Ferreira 9 13
16. U. Leiria 5 13
O PORTO AUMENTA PARA 10
PONTOS DE AVANÇO SOBRE
O BENFICA QUE PERDEU
OUTRA VEZ.
O SPORTING VENCE NA
MADEIRA O MARITIMO DE
LAZARONI
BELENEMSES.BENFICA...1-0
PORTO-GUIMARÃES......2-0
P.FERREIRA-BRAGA.....0-2
MARITIMO-SPORTING....1-2
AMADORA-SETUBAL......0-1
Belenenses rouba três pontos ao Benfica
O Benfica perdeu com o Belenenses por 1-0, e marcou passo na perseguição ao líder FC Porto. Weldon foi o autor do único golo da partida (70 min.).
Início de jogo com as equipas a mostrarem dificuldades em assumir a partida e a procurarem encaixar no sistema do adversário. Primeira parte muito disputada a meio-campo, com o Benfica a tentar libertar-se da pressão que a equipa de Jorge Jesus efectuava à entrada do seu terreno de jogo.
Lentamente, o Belenenses foi conseguindo mais posse de bola e mostrou-se mais rematador. As tentativas do Benfica em sair para o ataque eram anuladas pela estrutura defensiva do Belenenses, com Rolando em bom plano, e a equipa do Restelo foi para o intervalo com sinal mais.
No segundo tempo, o Benfica parecia entrar em campo com nova atitude, mas a linha defensiva da equipa da casa voltou a fechar os caminhos para a baliza de Marco Gonçalves. Mediante a escassez de oportunidades de golo, Camacho colocou Nuno Gomes e Dí Maria no lugar de Katsouranis e Maxi Pereira.
O Belenenses chegou ao golo aos 70 minutos, novamente com José Pedro na jogada a desmarcar Weldon na esquerda, que dribla Luisão e entra na área para rematar colocado e a fazer a bola entrar no poste contrário da baliza «encarnada», sem hipóteses para Quim.
Nem a entrada de Freddy Adu trouxe mais dinâmica ao Benfica. O Belenenses não jgou para o empate e acabou por conseguir a vitória frente a um segundo classificado que parecia não precisar dos três pontos.
Estádio do Restelo, Lisboa
Belenenses: Marco Gonçalves, Devic, Rolando, Ruben Amorim (Amaral, 49 min.), Rodrigo Alvim (Areias, 58 min.), Gómez, Hugo Leal, José Pedro, Silas, Roncatto (João Paulo Oliveira, 89 min.) e Weldon.
Suplentes: Costinha, Rafael, Gonçalo Brandão e Fernando.
Benfica: Quim, Luisão, David Luiz, Nélson, Léo, Katsouranis (Dí Maria, 64 min.), Petit, Maxi Pereira (Nuno Gomes, 64 min.), Cristian Rodriguez (Adu, 79 min.), RUI Costa e Cardozo.
Suplentes: Butt, Luís Filipe, Binya e Nuno Assis.
Golos: Weldon (70 min.).
MARITIMO-SPORTING..1-2
Sporting
Vukcevic resolve nos Barreiros
Vukcevic, foi ele quem garantiu difícil vitória ao Sporting nos Barreiros (2-1), construída na recta final do jogo. O Marítimo marcou por Bruno Fogaça (61m), mas o avançado montenegrino, com o contributo precioso de Ediglê no primeiro golo (72m), deu a cambalhota no marcador ao «cair do pano» (88m).
O Sporting volta assim a vencer na Liga após três jornadas a marcar passo (uma derrota e dois empates), recupera o terceiro lugar, agora a dois pontos do Benfica, e confirma a tendência positiva de resultados nos últimos jogos – vitórias contra Louletano e Dínamo de Kiev, para a Taça de Portugal e Liga dos Campeões, respectivamente.
Mas não foi fácil o segundo triunfo leonino fora de portas esta época.
O Marítimo, diga-se, sem fazer muito melhor esteve, ainda assim, uns «furos» acima. A equipa da casa viu Polga evitar o que parecia um golo certo aos 17 minutos, quando o central se substituiu a Rui Patrício para desviar o remate de Fábio Felício. E foi o que de melhor a primeira parte teve para dar.
Marítimo: Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Van der Linden (Fernando, 68m) e Evaldo; Wénio e Bruno; Fábio Felício, Kanu (Gregory, 90m) e Mossoró; Bruno Fogaça (Marcinho, 83m)
Suplentes não utilizados: Marcelo Boeck, Édder Peréz, Briguel e João Luiz
Sporting: Rui Patrício; Abel, Tonel, Polga e Ronny (Pereirinha, 72m); Miguel Veloso, Adrien Silva (Romganoli, 58m), Vukcevic e João Moutinho; Purovic (Gladstone, 89m) e Liedson
Suplentes não utilizados: Tiago, Paulo Renato, Celsinho e Paez
Marcadores: 1-0, Bruno Fogaça (61m); 1-1, Vukcevic (72m); 1-2, Vukcevic (88m),
FICA ASSIM A CLASSIFICAÇÃO
1. FC Porto 35 13
2. Benfica 25 13
3. Sporting 23 13
4. V. Setúbal 22 13
5. V. Guimarães 22 13
6. Sp. Braga 21 13
7. Belenenses 18 13
8. Marítimo 17 13
9. Naval 15 13
10. Leixões 14 13
11. E. Amadora 13 13
12. Nacional 13 13
13. Boavista 12 13
14. Académica 11 13
15. P. Ferreira 9 13
16. U. Leiria 5 13
sábado, dezembro 15, 2007
100 anos, faz hoje OSCAR NYEMAYER
.
ATINGE HOE 1 SÉCULO DE EISTÊNCIA
O MAIOR ARQUITECTO DE SEMPRE
DO BRASIL
Oscar Niemeyer

Oscar NiemeyerOscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares (Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 1907) é um arquiteto brasileiro considerado um dos nomes mais influentes na Arquitetura Moderna internacional. Foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do concreto armado.
Biografia
Nascido na então capital do Brasil numa rua que mais tarde receberia o nome de seu avô Ribeiro de Almeida, ministro do Supremo Tribunal Federal, passou sua juventude como um jovem carioca típico da época: boêmio, sem a menor preocupação com os rumos de sua vida. Concluiu o ensino secundário aos 21 anos, mesma idade com que casa com Annita Baldo, filha de imigrantes Italianos da província de Pádua, com quem teve somente uma filha, Anna Maria Niemeyer. Niemeyer tem cinco netos, treze bisnetos e quatro trinetos.
Após o casamento sente o peso da responsabilidade que havia assumido para si e decide trabalhar e continuar seus estudos. Começa a trabalhar na oficina tipográfica do pai e entra para a Escola Nacional de Belas Artes, de onde sai formado como engenheiro arquiteto em 1934. Na época passava por dificuldades financeiras, mas mesmo assim decidiu trabalhar sem remuneração no escritório de Lucio Costa e Carlos Leão. Ele se sentia insatisfeito com a arquitetura que via na rua e acreditava poder encontrar respostas a suas dúvidas de estudante com eles.
Em 1945, já um arquiteto com algum nome, filia-se ao PCB. Sempre foi um forte defensor de sua posição como stalinista. Durante alguns anos da ditadura militar do Brasil auto-exilou-se na França. Um ministro da Aeronáutica da época diria que "lugar de arquiteto comunista é em Moscou". Visitou a União Soviética, teve encontros com diversos líderes socialistas e foi amigo pessoal de alguns deles. Fidel Castro teria dito a respeito dele: "Niemeyer e eu somos os últimos comunistas deste planeta".
Primeiros trabalhos
Em 1937, o escritório de Lucio Costa e Carlos Leão onde trabalhava é chamado pelo ministro da Educação e Saúde, Gustavo Capanema (que anulara o concurso público ganho por Archimedes Memoria), para projetar o novo edifício do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro. Este projeto estava inserido no contexto político do Estado Novo, quando Getúlio Vargas, presidente do Brasil, usava a arquitetura e o urbanismo como ferramentas para ilustrar os novos rumos da nação em uma fase intermediária, tentando se transformar de potência agrícola exportadora de café em um país industrializado.
Lucio dividiu a autoria do projeto com outros arquitetos: Affonso Eduardo Reidy, Ernani Vasconcellos, Jorge Moreira, Carlos Leão e também um dos grandes expoentes mundiais do Movimento Moderno, o arquiteto franco-suíço Le Corbusier. O projeto segue os 5-pontos corbusianos, já realizados no Pavilhão Suiço, um prédio de apartamentos em Paris projetado por Le Corbusier em 1930. O edifício, terminado em 1943, eleva-se da rua apoiando-se em pilotis: sistema de pilares de concreto que mantem o prédio "suspenso", permitindo o trânsito livre de pedestres por debaixo do mesmo (um espaço público de passagem). O prédio uniu os maiores nomes do modernismo brasileiro, com azulejos de Portinari, esculturas de Alfredo Ceschiatti e jardins de Roberto Burle Marx.
Em 1939, Niemeyer viaja com Lucio Costa para projetar o Pavilhão Brasileiro na Feira Mundial de Nova Iorque. Associam-se ao escritório de Paul Lester Wiener, responsável pelo detalhamento dos interiores e stands de exposição. No mesmo ano apresenta o Edifício Gustavo Capanema. Em uma época onde a Europa e os Estados Unidos estavam concentrando suas potências industriais na Segunda Guerra Mundial, o Brasil estava investindo em arquitetura, o que lhe colocou na vanguarda da Arquitetura Modernista internacional, onde ainda permaneceu por várias décadas, graças em boa parte ao talento de Oscar Niemeyer.
O projeto da Pampulha
Em 1940, Niemeyer conheceu Juscelino Kubitschek. Este era na época o prefeito de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, e tinha interesse em desenvolver uma área ao norte da cidade, chamada Pampulha. Chamou Niemeyer para projetar uma série de prédios que seriam conhecidos como conjunto da Pampulha. Este seria o primeiro trabalho individual de Niemeyer, com 33 anos de idade.
Prontos em 1943, os prédios renderam muitas críticas e admiração. Conseguiu sua primeira projeção internacional e muitas polêmicas locais. A Igreja católica negou-se a benzer a Igreja de São Francisco de Assis (Belo Horizonte), em parte por sua forma não ortodoxa, em parte pelo mural moderno pintado por Portinari. O mural possuía traços abstratos e reconhecia-se um cachorro, representando um lobo junto à São Francisco de Assis.
No conjunto da Pampulha Niemeyer começa um estilo que irá marcar o seu trabalho quase todo: utiliza-se das propriedades estruturais do concreto armado para dar formas sinuosas aos prédios. Quando Niemeyer desenha um prédio ele o faz com o mínimo de traços possíveis. Ele porém nega que seus prédios tenham uma estética que ofusca o utilitarismo: sempre escreveu enormes justificativas de projetos, onde descreve a função de cada curva do edifício. Ele costuma dizer que se não pode justificar uma idéia em um parágrafo, desiste dela.
Décadas de 40 e 50
No início dos anos 40, Niemeyer foi contratado pelo industrial e intelectual Francisco Inácio Peixoto para elaborar dois projetos em Cataguases: uma casa e um colégio. O projeto arquitetônico da residência de Chico Peixoto foi entregue em 1940. Em 1944, Niemeyer concluiu o projeto do Colégio Cataguases, cujas obras terminariam em 1947. Os projetos contaram com jardins de Burle Marx. Como ornamentos para o prédio do colégio, o arquiteto sugeriu a instação de um painel em mosaicos de Paulo Werneck e de um mural de Cândido Portinari.
Em 1947, seu reconhecimento mundial é atestado: Niemeyer viaja para os Estados Unidos para compor uma equipe de arquitetos renomados que farão o projeto da sede das Nações Unidas em Nova Iorque. No ano anterior havia recebido um convite para lecionar na Universidade de Yale, porém teve seu visto negado devido à sua posição política. Em 1950, o primeiro livro sobre seu trabalho (The Work of Oscar Niemeyer) é publicado nos EUA, por Stamo Papadaki.
No Brasil, projeta em São Paulo o Conjunto do Ibirapuera (um parque com pavilhões de exposições em homenagem ao aniversário de 400 anos da cidade) e o COPAN, em 1951 e no ano seguinte constrói sua própria casa no Rio de Janeiro. Esta, chamada a Casa das Canoas, nome da estrada em que se encontra, tornar-se-á muitos anos mais tarde parte da Fundação Oscar Niemeyer.
Juscelino Kubitschek, eleito presidente do Brasil em 1956, volta a entrar em contato com Niemeyer. Desta vez tem um projeto político mais ambicioso, e o chama para a direção da Novacap, empresa urbanizadora da nova capital, um projeto para mover a capital nacional para uma região despovoada do centro do país..
Brasília
Niemeyer abre um concurso para o projeto urbanístico de Brasília, a nova capital e o vencedor é o projeto de seu antigo patrão e grande amigo, Lucio Costa. Niemeyer ficaria com os projetos dos prédios e Lucio Costa com o plano da cidade.
Em poucos meses, Niemeyer projeta dezenas de edifícios residenciais, comerciais e administrativos. Entre eles a residência do Presidente (Palácio da Alvorada), o Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado Federal), a Catedral de Brasília, os prédios dos ministérios, a sede do governo (Palácio do Planalto) além de prédios residencias e comerciais. A própria forma da cidade, em forma de avião, dá elementos que se repetem em todos os prédios, dando-lhes uma unidade formal. A catedral é especialmente bela, com diversos simbolismos modernos. A sua entrada se dá pelo subsolo, um corredor mal-iluminado que contrasta com um saguão com iluminação natural forte que deixa transparecer o céu único de Brasília.
Por trás da construção de Brasília, uma campanha monumental para construir uma cidade inteira a partir do nada, no centro árido do país, estava a intenção de Kubitschek de alavancar a industria do país, integrar suas áreas distantes, povoar regiões inóspitas e levar o progresso para onde havia somente vaqueiros (diversos historiadores comparam a construção de Brasília com a marcha do oeste norte-americana). Niemeyer e Lucio Costa aproveitaram para pôr em prática os conceitos modernistas de cidade: ruas sem trânsito (Niemeyer diria que é um desrespeito ao ser humano que ele tome mais de 20 minutos no transporte de uma região a outra), prédios erguidos por pilotis (apoiados em colunas e permitindo o espaço em baixo livre), integração com a natureza. Uma ideologia socialista também se ensaiou: em Brasília todos os apartamentos deveriam ser do governo que os cedia para seus funcionários, não havia regiões mais nobres, ministros e operários dividiriam o mesmo prédio. Brasília deveria ser uma cidade contida em si, não se expandir além dos projetos originais, previa-se que assim que ficasse cheia, outras em moldes parecidos seriam construídas em diversas regiões.
Brasília com a catedral em destaqueBrasília é projetada, construída e inaugurada no intervalo de tempo de um mandato presidencial, 4 anos. Após sua construção, Niemeyer é nomeado coordenador da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Brasília. Em 1963 é nomeado membro honorário do Instituto Americano de Arquitetos dos Estados Unidos, no mesmo ano em que ganha um prêmio soviético de paz, o Prêmio Lênin da Paz.
Em 1964 viaja para Israel a trabalho e volta para um Brasil completamente diferente. Em março o presidente João Goulart, (Jango), que assumira após o presidente eleito Jânio Quadros renunciar, havia sido deposto por um golpe dos militares. Os militares assumem o controle do país que se torna uma ditadura.
O projeto urbano de Lucio Costa utiliza alguns preceitos do urbanismo modernista principalmente a hierarquía viária preconizada por Le Corbusier em Sur les Quatre Routes e a disposição dos prédios em blocos afastados, dispostos sobre grandes áreas verdes, de seus projetos da década de 20. O plano também é bastante semelhante aos estudos de Hilberseimer. A escala monumental e alguns elementos compositivos utilizados no projeto de Le Corbusier para Chandigarh também podem ser identificados na capital brasileira.
Esplanada dos Ministérios, Brasília (2006). Conjunto da obra de Niemeyer, incluindo o novo Complexo Cultural da República, ao lado direito da foto.
A construção de Brasília suscitou grandes discussões internacionais desde sua construção. Mesmo antes do projeto, os preceitos do urbanismo modernista já estavam sendo criticados por sua grande dependencia no automóvel (em detrimento do pedestre), sua monumentalidade, e sua falta de uma escala próxima do homem. Hoje, apenas uma pequena parte da população total vive na área planejada. O crescimento da cidade não foi previsto e a instalação da nova população se deu de forma espontânea nas cidades satélítes.
Foi inaugurado no dia 15 de dezembro de 2006 o Complexo Cultural da República João Herculino, o maior centro destinado à cultura no Brasil. O Complexo, de 91,8 mil metros quadrados teve um gasto de R$ 110 milhões do Governo do Distrito Federal, conta com o Museu Nacional Honestino Guimarães e a Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola
Exílio e projetos além mares
O comunismo de Niemeyer lhe custará caro nos anos de uma ditadura militar do Brasil, Módulo tem a sede destruída, seus projetos começam a ser misteriosamente recusados e clientes a desaparecer.
O Casino do FunchalEm 1965, duzentos professores, entre eles Niemeyer, pedem demissão da Universidade de Brasília, em protesto contra a política universitária. No mesmo ano viaja para França, para uma exposição sobre sua obra no Museu do Louvre.
No ano seguinte, impedido de trabalhar no Brasil, muda-se para Paris. Começa aí uma nova fase de sua vida e obra. Abre um escritório nos Champs-Élysées, e tem clientes em diversos países, em especial na Argélia, onde desenha a Universidade de Constantine e, em 1970, a mesquita de Argel. Na França, cria a sede do Partido Comunista Francês, e na Itália a da Editora Mondadori.
Em Portugal tem apenas uma obra, na cidade do Funchal - o Pestana Casino Park, um projecto de 1966 mas concluído em 1976 e que é composto por três edifícios: um Casino, um Centro de Congressos e um hotel de 5 estrelas.
Anos oitenta até a atualidade
A ditadura no Brasil dura 21 anos. Nos anos 80 se distende uma abertura política lenta e gradual. É neste contexto que Niemeyer volta ao seu país. Ele próprio define esta época como o início da última fase de sua vida. Nesta época Niemeyer fez o Memorial JK (1980), o prédio-sede da Rede Manchete de Televisão (1983), os CIEPs(centros integrados de educação pública)e a Sambódromos do Rio de Janeiro (1984) e de São Paulo (1991), o Panteão da Pátria de Brasília (1985) e o Memorial da América Latina (1987), em São Paulo, este último tem uma bela escultura representando uma mão ferida como um Cristo, de cuja chaga na palma sangram a América Latina. Em 1988, foi criada a Fundação Oscar Niemeyer com o objetivo de preservar o seu acervo.
Em 1996, já com 89 anos, criou o que muitos consideram sua obra prima, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, MAC. Um museu em um lugar improvável, com uma forma bela e original, uma escultura que se projeta sobre a pedra, dando uma linda visão da Baía de Guanabara e do Rio de Janeiro. As piores críticas que se fazem do museu é que sua forma é tão bela que ofusca as obras de arte dentro delas.
Em 2003, Niemeyer foi escolhido para projetar um anexo provisório na Serpentine Gallery -uma galeria londrina que constroi a cada ano um pavilhão em seu jardim. Niemeyer permanece envolvido em diversos projetos, entre esculturas e reformas ou readaptações de antigas obras. As obras declaradas pelo patrimônio público pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ou Patrimônio da Humanidade pela Unesco (caso de Brasília), só podem ser alteradas pelo próprio arquiteto.
Museu Oscar Niemeyer, Curitiba.Foi inaugurado no dia 22 de Novembro de 2002 o complexo que abriga o Museu Oscar Niemeyer, na cidade de Curitiba, Paraná. Niemeyer, em novembro de 2006, fez algo inesperado: casou-se com sua secretária, Vera Lúcia Cabreira, de 60 anos.
Em 15 de dezembro de 2006, com quase 50 anos de atraso, foi inaugurado o Museu Nacional Honestino Guimarães e a Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola, que formam, juntas, o maior centro cultural do Brasil, denominado Complexo Cultural da República, na Esplanada dos Ministérios em Brasilia. A inauguração foi programada para coincidir com o aniversario 99 de Oscar Niemeyer.
Museu Nacional, Complexo Cultural da República.Também foi convidado a elaborar o projeto arquitetônico do novo centro administrativo do governo de Minas Gerais. Este centro localiza-se entre a capital mineira e o aeroporto internacional Tancredo Neves (Confins). Mais um projeto ousado que - dentre outras edificações no local - prevê uma laje de quase 150 metros apoiada em apenas dois pilares.
Em abril de 2007, é inaugurado em Niterói o Teatro Popular Oscar Niemeyer, que recebeu da prefeitura o nome do arquiteto, embora se trate de pessoa viva. Como a Constituição do Brasil e a lei federal nº. 6.474/77 proíbam que se dê nome de pessoas ainda vivas a prédios ou outros bens públicos, o jurista Eduardo Banks propôs uma Ação Popular para anular a nomeação do teatro, processando o Município de Niterói e o próprio Oscar Niemeyer, como pessoa física beneficiária da nomeação. O processo tem o nº. 2007.002.015473-5 e pode ser consultado no sítio do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. O valor dado à causa foi o mesmo do dos custos de construção do teatro: R$ 14 milhões.
Fora do Brasil, em 2007, o arquitecto prepara-se para iniciar as obras do seu primeiro projecto em Espanha: um centro cultural com o seu nome, em Avilés, com inauguração prevista para antes de 2010. Este projecto foi oferecido à Fundação Príncipe das Astúrias como agradecimento pela condecoração que Niemeyer recebeu, em 1989 (Prémio Príncipe das Astúrias das Artes). Do projecto constará um edifício dedicado a albergar o Museu Internacional dos Prémios Príncipe das Astúrias, onde se prestará tributo a todos os galardoados.
Tinha também planificando um balneário para Potsdam, na Alemanha, com inauguração marcada para 2007, cujas obras foram canceladas antes do início da edificação devido às suas dimensões faraónicas.
Biblioteca Municipal, Duque de Caxias, RJEm 2007, ano de seu centenário, Oscar Niemeyer aceitou ser presidente de honra do Centro de Educação popular e Pesquisas Econômicas e Sociais CEPPES, centro de estudos fundado por Luís Carlos Prestes.
Mais recentemente, Niemeyer fora convidado para redesenhar o prédio do Detran, de sua autoria, em Sao Paulo, que abrigara o novo MAC da USP.
Niemeyer completou em 2007 o centésimo aniversário e se mantém perfeitamente lúcido e ativo.
Niemeyer já se dispôs a projetar um estádio de futebol no Brasil para a Copa do Mundo em 2014, que será realizada no Brasil
ATINGE HOE 1 SÉCULO DE EISTÊNCIA
O MAIOR ARQUITECTO DE SEMPRE
DO BRASIL
Oscar Niemeyer
Oscar NiemeyerOscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares (Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 1907) é um arquiteto brasileiro considerado um dos nomes mais influentes na Arquitetura Moderna internacional. Foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do concreto armado.
Biografia
Nascido na então capital do Brasil numa rua que mais tarde receberia o nome de seu avô Ribeiro de Almeida, ministro do Supremo Tribunal Federal, passou sua juventude como um jovem carioca típico da época: boêmio, sem a menor preocupação com os rumos de sua vida. Concluiu o ensino secundário aos 21 anos, mesma idade com que casa com Annita Baldo, filha de imigrantes Italianos da província de Pádua, com quem teve somente uma filha, Anna Maria Niemeyer. Niemeyer tem cinco netos, treze bisnetos e quatro trinetos.
Após o casamento sente o peso da responsabilidade que havia assumido para si e decide trabalhar e continuar seus estudos. Começa a trabalhar na oficina tipográfica do pai e entra para a Escola Nacional de Belas Artes, de onde sai formado como engenheiro arquiteto em 1934. Na época passava por dificuldades financeiras, mas mesmo assim decidiu trabalhar sem remuneração no escritório de Lucio Costa e Carlos Leão. Ele se sentia insatisfeito com a arquitetura que via na rua e acreditava poder encontrar respostas a suas dúvidas de estudante com eles.
Em 1945, já um arquiteto com algum nome, filia-se ao PCB. Sempre foi um forte defensor de sua posição como stalinista. Durante alguns anos da ditadura militar do Brasil auto-exilou-se na França. Um ministro da Aeronáutica da época diria que "lugar de arquiteto comunista é em Moscou". Visitou a União Soviética, teve encontros com diversos líderes socialistas e foi amigo pessoal de alguns deles. Fidel Castro teria dito a respeito dele: "Niemeyer e eu somos os últimos comunistas deste planeta".
Primeiros trabalhos
Em 1937, o escritório de Lucio Costa e Carlos Leão onde trabalhava é chamado pelo ministro da Educação e Saúde, Gustavo Capanema (que anulara o concurso público ganho por Archimedes Memoria), para projetar o novo edifício do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro. Este projeto estava inserido no contexto político do Estado Novo, quando Getúlio Vargas, presidente do Brasil, usava a arquitetura e o urbanismo como ferramentas para ilustrar os novos rumos da nação em uma fase intermediária, tentando se transformar de potência agrícola exportadora de café em um país industrializado.
Lucio dividiu a autoria do projeto com outros arquitetos: Affonso Eduardo Reidy, Ernani Vasconcellos, Jorge Moreira, Carlos Leão e também um dos grandes expoentes mundiais do Movimento Moderno, o arquiteto franco-suíço Le Corbusier. O projeto segue os 5-pontos corbusianos, já realizados no Pavilhão Suiço, um prédio de apartamentos em Paris projetado por Le Corbusier em 1930. O edifício, terminado em 1943, eleva-se da rua apoiando-se em pilotis: sistema de pilares de concreto que mantem o prédio "suspenso", permitindo o trânsito livre de pedestres por debaixo do mesmo (um espaço público de passagem). O prédio uniu os maiores nomes do modernismo brasileiro, com azulejos de Portinari, esculturas de Alfredo Ceschiatti e jardins de Roberto Burle Marx.
Em 1939, Niemeyer viaja com Lucio Costa para projetar o Pavilhão Brasileiro na Feira Mundial de Nova Iorque. Associam-se ao escritório de Paul Lester Wiener, responsável pelo detalhamento dos interiores e stands de exposição. No mesmo ano apresenta o Edifício Gustavo Capanema. Em uma época onde a Europa e os Estados Unidos estavam concentrando suas potências industriais na Segunda Guerra Mundial, o Brasil estava investindo em arquitetura, o que lhe colocou na vanguarda da Arquitetura Modernista internacional, onde ainda permaneceu por várias décadas, graças em boa parte ao talento de Oscar Niemeyer.
O projeto da Pampulha
Em 1940, Niemeyer conheceu Juscelino Kubitschek. Este era na época o prefeito de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, e tinha interesse em desenvolver uma área ao norte da cidade, chamada Pampulha. Chamou Niemeyer para projetar uma série de prédios que seriam conhecidos como conjunto da Pampulha. Este seria o primeiro trabalho individual de Niemeyer, com 33 anos de idade.
Prontos em 1943, os prédios renderam muitas críticas e admiração. Conseguiu sua primeira projeção internacional e muitas polêmicas locais. A Igreja católica negou-se a benzer a Igreja de São Francisco de Assis (Belo Horizonte), em parte por sua forma não ortodoxa, em parte pelo mural moderno pintado por Portinari. O mural possuía traços abstratos e reconhecia-se um cachorro, representando um lobo junto à São Francisco de Assis.
No conjunto da Pampulha Niemeyer começa um estilo que irá marcar o seu trabalho quase todo: utiliza-se das propriedades estruturais do concreto armado para dar formas sinuosas aos prédios. Quando Niemeyer desenha um prédio ele o faz com o mínimo de traços possíveis. Ele porém nega que seus prédios tenham uma estética que ofusca o utilitarismo: sempre escreveu enormes justificativas de projetos, onde descreve a função de cada curva do edifício. Ele costuma dizer que se não pode justificar uma idéia em um parágrafo, desiste dela.
Décadas de 40 e 50
No início dos anos 40, Niemeyer foi contratado pelo industrial e intelectual Francisco Inácio Peixoto para elaborar dois projetos em Cataguases: uma casa e um colégio. O projeto arquitetônico da residência de Chico Peixoto foi entregue em 1940. Em 1944, Niemeyer concluiu o projeto do Colégio Cataguases, cujas obras terminariam em 1947. Os projetos contaram com jardins de Burle Marx. Como ornamentos para o prédio do colégio, o arquiteto sugeriu a instação de um painel em mosaicos de Paulo Werneck e de um mural de Cândido Portinari.
Em 1947, seu reconhecimento mundial é atestado: Niemeyer viaja para os Estados Unidos para compor uma equipe de arquitetos renomados que farão o projeto da sede das Nações Unidas em Nova Iorque. No ano anterior havia recebido um convite para lecionar na Universidade de Yale, porém teve seu visto negado devido à sua posição política. Em 1950, o primeiro livro sobre seu trabalho (The Work of Oscar Niemeyer) é publicado nos EUA, por Stamo Papadaki.
No Brasil, projeta em São Paulo o Conjunto do Ibirapuera (um parque com pavilhões de exposições em homenagem ao aniversário de 400 anos da cidade) e o COPAN, em 1951 e no ano seguinte constrói sua própria casa no Rio de Janeiro. Esta, chamada a Casa das Canoas, nome da estrada em que se encontra, tornar-se-á muitos anos mais tarde parte da Fundação Oscar Niemeyer.
Juscelino Kubitschek, eleito presidente do Brasil em 1956, volta a entrar em contato com Niemeyer. Desta vez tem um projeto político mais ambicioso, e o chama para a direção da Novacap, empresa urbanizadora da nova capital, um projeto para mover a capital nacional para uma região despovoada do centro do país..
Brasília
Niemeyer abre um concurso para o projeto urbanístico de Brasília, a nova capital e o vencedor é o projeto de seu antigo patrão e grande amigo, Lucio Costa. Niemeyer ficaria com os projetos dos prédios e Lucio Costa com o plano da cidade.
Em poucos meses, Niemeyer projeta dezenas de edifícios residenciais, comerciais e administrativos. Entre eles a residência do Presidente (Palácio da Alvorada), o Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado Federal), a Catedral de Brasília, os prédios dos ministérios, a sede do governo (Palácio do Planalto) além de prédios residencias e comerciais. A própria forma da cidade, em forma de avião, dá elementos que se repetem em todos os prédios, dando-lhes uma unidade formal. A catedral é especialmente bela, com diversos simbolismos modernos. A sua entrada se dá pelo subsolo, um corredor mal-iluminado que contrasta com um saguão com iluminação natural forte que deixa transparecer o céu único de Brasília.
Por trás da construção de Brasília, uma campanha monumental para construir uma cidade inteira a partir do nada, no centro árido do país, estava a intenção de Kubitschek de alavancar a industria do país, integrar suas áreas distantes, povoar regiões inóspitas e levar o progresso para onde havia somente vaqueiros (diversos historiadores comparam a construção de Brasília com a marcha do oeste norte-americana). Niemeyer e Lucio Costa aproveitaram para pôr em prática os conceitos modernistas de cidade: ruas sem trânsito (Niemeyer diria que é um desrespeito ao ser humano que ele tome mais de 20 minutos no transporte de uma região a outra), prédios erguidos por pilotis (apoiados em colunas e permitindo o espaço em baixo livre), integração com a natureza. Uma ideologia socialista também se ensaiou: em Brasília todos os apartamentos deveriam ser do governo que os cedia para seus funcionários, não havia regiões mais nobres, ministros e operários dividiriam o mesmo prédio. Brasília deveria ser uma cidade contida em si, não se expandir além dos projetos originais, previa-se que assim que ficasse cheia, outras em moldes parecidos seriam construídas em diversas regiões.
Brasília com a catedral em destaqueBrasília é projetada, construída e inaugurada no intervalo de tempo de um mandato presidencial, 4 anos. Após sua construção, Niemeyer é nomeado coordenador da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Brasília. Em 1963 é nomeado membro honorário do Instituto Americano de Arquitetos dos Estados Unidos, no mesmo ano em que ganha um prêmio soviético de paz, o Prêmio Lênin da Paz.
Em 1964 viaja para Israel a trabalho e volta para um Brasil completamente diferente. Em março o presidente João Goulart, (Jango), que assumira após o presidente eleito Jânio Quadros renunciar, havia sido deposto por um golpe dos militares. Os militares assumem o controle do país que se torna uma ditadura.
O projeto urbano de Lucio Costa utiliza alguns preceitos do urbanismo modernista principalmente a hierarquía viária preconizada por Le Corbusier em Sur les Quatre Routes e a disposição dos prédios em blocos afastados, dispostos sobre grandes áreas verdes, de seus projetos da década de 20. O plano também é bastante semelhante aos estudos de Hilberseimer. A escala monumental e alguns elementos compositivos utilizados no projeto de Le Corbusier para Chandigarh também podem ser identificados na capital brasileira.
Esplanada dos Ministérios, Brasília (2006). Conjunto da obra de Niemeyer, incluindo o novo Complexo Cultural da República, ao lado direito da foto.
A construção de Brasília suscitou grandes discussões internacionais desde sua construção. Mesmo antes do projeto, os preceitos do urbanismo modernista já estavam sendo criticados por sua grande dependencia no automóvel (em detrimento do pedestre), sua monumentalidade, e sua falta de uma escala próxima do homem. Hoje, apenas uma pequena parte da população total vive na área planejada. O crescimento da cidade não foi previsto e a instalação da nova população se deu de forma espontânea nas cidades satélítes.
Foi inaugurado no dia 15 de dezembro de 2006 o Complexo Cultural da República João Herculino, o maior centro destinado à cultura no Brasil. O Complexo, de 91,8 mil metros quadrados teve um gasto de R$ 110 milhões do Governo do Distrito Federal, conta com o Museu Nacional Honestino Guimarães e a Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola
Exílio e projetos além mares
O comunismo de Niemeyer lhe custará caro nos anos de uma ditadura militar do Brasil, Módulo tem a sede destruída, seus projetos começam a ser misteriosamente recusados e clientes a desaparecer.
O Casino do FunchalEm 1965, duzentos professores, entre eles Niemeyer, pedem demissão da Universidade de Brasília, em protesto contra a política universitária. No mesmo ano viaja para França, para uma exposição sobre sua obra no Museu do Louvre.
No ano seguinte, impedido de trabalhar no Brasil, muda-se para Paris. Começa aí uma nova fase de sua vida e obra. Abre um escritório nos Champs-Élysées, e tem clientes em diversos países, em especial na Argélia, onde desenha a Universidade de Constantine e, em 1970, a mesquita de Argel. Na França, cria a sede do Partido Comunista Francês, e na Itália a da Editora Mondadori.
Em Portugal tem apenas uma obra, na cidade do Funchal - o Pestana Casino Park, um projecto de 1966 mas concluído em 1976 e que é composto por três edifícios: um Casino, um Centro de Congressos e um hotel de 5 estrelas.
Anos oitenta até a atualidade
A ditadura no Brasil dura 21 anos. Nos anos 80 se distende uma abertura política lenta e gradual. É neste contexto que Niemeyer volta ao seu país. Ele próprio define esta época como o início da última fase de sua vida. Nesta época Niemeyer fez o Memorial JK (1980), o prédio-sede da Rede Manchete de Televisão (1983), os CIEPs(centros integrados de educação pública)e a Sambódromos do Rio de Janeiro (1984) e de São Paulo (1991), o Panteão da Pátria de Brasília (1985) e o Memorial da América Latina (1987), em São Paulo, este último tem uma bela escultura representando uma mão ferida como um Cristo, de cuja chaga na palma sangram a América Latina. Em 1988, foi criada a Fundação Oscar Niemeyer com o objetivo de preservar o seu acervo.
Em 1996, já com 89 anos, criou o que muitos consideram sua obra prima, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, MAC. Um museu em um lugar improvável, com uma forma bela e original, uma escultura que se projeta sobre a pedra, dando uma linda visão da Baía de Guanabara e do Rio de Janeiro. As piores críticas que se fazem do museu é que sua forma é tão bela que ofusca as obras de arte dentro delas.
Em 2003, Niemeyer foi escolhido para projetar um anexo provisório na Serpentine Gallery -uma galeria londrina que constroi a cada ano um pavilhão em seu jardim. Niemeyer permanece envolvido em diversos projetos, entre esculturas e reformas ou readaptações de antigas obras. As obras declaradas pelo patrimônio público pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ou Patrimônio da Humanidade pela Unesco (caso de Brasília), só podem ser alteradas pelo próprio arquiteto.
Museu Oscar Niemeyer, Curitiba.Foi inaugurado no dia 22 de Novembro de 2002 o complexo que abriga o Museu Oscar Niemeyer, na cidade de Curitiba, Paraná. Niemeyer, em novembro de 2006, fez algo inesperado: casou-se com sua secretária, Vera Lúcia Cabreira, de 60 anos.
Em 15 de dezembro de 2006, com quase 50 anos de atraso, foi inaugurado o Museu Nacional Honestino Guimarães e a Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola, que formam, juntas, o maior centro cultural do Brasil, denominado Complexo Cultural da República, na Esplanada dos Ministérios em Brasilia. A inauguração foi programada para coincidir com o aniversario 99 de Oscar Niemeyer.
Museu Nacional, Complexo Cultural da República.Também foi convidado a elaborar o projeto arquitetônico do novo centro administrativo do governo de Minas Gerais. Este centro localiza-se entre a capital mineira e o aeroporto internacional Tancredo Neves (Confins). Mais um projeto ousado que - dentre outras edificações no local - prevê uma laje de quase 150 metros apoiada em apenas dois pilares.
Em abril de 2007, é inaugurado em Niterói o Teatro Popular Oscar Niemeyer, que recebeu da prefeitura o nome do arquiteto, embora se trate de pessoa viva. Como a Constituição do Brasil e a lei federal nº. 6.474/77 proíbam que se dê nome de pessoas ainda vivas a prédios ou outros bens públicos, o jurista Eduardo Banks propôs uma Ação Popular para anular a nomeação do teatro, processando o Município de Niterói e o próprio Oscar Niemeyer, como pessoa física beneficiária da nomeação. O processo tem o nº. 2007.002.015473-5 e pode ser consultado no sítio do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. O valor dado à causa foi o mesmo do dos custos de construção do teatro: R$ 14 milhões.
Fora do Brasil, em 2007, o arquitecto prepara-se para iniciar as obras do seu primeiro projecto em Espanha: um centro cultural com o seu nome, em Avilés, com inauguração prevista para antes de 2010. Este projecto foi oferecido à Fundação Príncipe das Astúrias como agradecimento pela condecoração que Niemeyer recebeu, em 1989 (Prémio Príncipe das Astúrias das Artes). Do projecto constará um edifício dedicado a albergar o Museu Internacional dos Prémios Príncipe das Astúrias, onde se prestará tributo a todos os galardoados.
Tinha também planificando um balneário para Potsdam, na Alemanha, com inauguração marcada para 2007, cujas obras foram canceladas antes do início da edificação devido às suas dimensões faraónicas.
Biblioteca Municipal, Duque de Caxias, RJEm 2007, ano de seu centenário, Oscar Niemeyer aceitou ser presidente de honra do Centro de Educação popular e Pesquisas Econômicas e Sociais CEPPES, centro de estudos fundado por Luís Carlos Prestes.
Mais recentemente, Niemeyer fora convidado para redesenhar o prédio do Detran, de sua autoria, em Sao Paulo, que abrigara o novo MAC da USP.
Niemeyer completou em 2007 o centésimo aniversário e se mantém perfeitamente lúcido e ativo.
Niemeyer já se dispôs a projetar um estádio de futebol no Brasil para a Copa do Mundo em 2014, que será realizada no Brasil
sexta-feira, dezembro 14, 2007
a 14 de Dezembro nasceu BEATRIZ COSTA
.
Beatriz Costa

Beatriz Costa, pseudónimo de Beatriz da Conceição (Mafra, 14 de Dezembro de 1907 — Lisboa, 15 de Abril de 1996) é uma actriz de teatro e cinema portuguesa.
Ícone da cultura popular portuguesa, estreou-se aos quinze anos, como corista, na revista Chá e Torradas (1923) no Éden Teatro, em Lisboa. No ano seguinte, em 1924, estreia-se no Teatro Maria Vitória (Parque Mayer) com a revista Rés Vés. Posteriormente, ingressa na companhia do Teatro Avenida estreando-se, no mesmo ano, no Rio de Janeiro onde é felicitada pela imprensa e pelos espectadores, nomeadamente nas revistas Fado Corrido e Tiro ao Alvo.
De regresso a lisboa (1925) ocupa um lugar de destaque ao lado de Nascimento Fernandes em Ditosa Pátria, no Teatro da Trindade. Em Agosto do mesmo ano a Companhia do Trindade segue para o Porto apresentando-se no Sá da Bandeira e Beatriz faz a sua primeira ida como artista à cidade invicta
Em Outubro de 1925 integra uma Companhia de operetas sediada no Teatro São Luiz. De regresso à revista, passa pelos teatros Éden e Maria Vitória nas revistas Fox Trot, Malmequer, Olarila , Revista de Lisboa e Sete e meio.
Em 1927, traduzindo uma moda cinéfila, aparece pela primeira vez de franja e estreia-se no cinema em papéis episódicos de filmes de Rino Lupo - O Diabo em Lisboa - e, ainda no mesmo ano, havia dançado um tango em Fátima Milagrosa (do mesmo realizador) ao lado de Manoel de Oliveira.
Passou pelo Teatro Apolo, transferindo-se depois com a Companhia de Eva Stachino para o Trindade. Aí se fez Pó de Maio , onde conheceu o maior êxito da popularidade com o celebrado número D. Chica e Sr. Pires ao lado de Álvaro Pereira.
Na sua segunda tournée ao Brasil (1929), com a Companhia de Eva Stachino, ao Rio de Janeiro, foi recebida sobre as mais efusivas manifestações e relembrada a sua revelação como actriz nos grandes órgãos de imprensa da América do Sul.
Após breve incursão aos palcos de S. Paulo, Beatriz é convidada por Procópio Ferreira, comediante de indisputável relevo no teatro brasileiro, para ficar a trabalhar no Rio de Janeiro integrando o elenco da sua Companhia de comédias; mas a proposta seria recusada.
De volta ao continente, e ainda neste ano, Beatriz Costa aparece no documentário Memória de uma Actriz (com base nos artigos que já escrevia para O Século a contar episódios pícaros da sua carreira).
Em 1930 participa no filme Lisboa, Crónica Anedótica, de Leitão de Barros.
Em Dezembro de 1930, durante a visita de Ressano Garcia, gerente da Paramount em Lisboa, recebe um convite de Blumenthal e San Martin para um contrato muito vantajoso para o papel da protagonista de A Minha Noite de Núpcias (da versão original Her Wedding Night de Frank Tuttle e que na versão portuguesa foi dirigida por Alberto Cavalcanti), o terceiro fonofilme em português, a realizar-se em França.
Recebendo sempre provas de apreço desde o pessoal dos estúdios à mais considerada vedeta destaca das suas colegas estrangeiras Olga Tsehekova e Camila Horn.
Deixa a Companhia e é contratada por Corina Freire para participar nos êxitos de revistas como A Bola, Pato Marreco, O Mexilhão ou Pirilau.
Numa ida a Espanha, a convite da Casa da Imprensa de Badajoz para uma festa no Teatro Lopez Ayola, obteve estrondoso êxito ao representar Burrié, sendo homenageada juntamente com os outros artistas portugueses que a acompanhavam (Amarante e Nascimento Fernandes).
Em 1933 a sua imagem imortalizava-se n' A Canção de Lisboa, de Cotinelli Telmo, ao lado de António Silva e Vasco Santana, e em 1936, ao participar na revista Arre Burro.
Em 1937 Beatriz ganha ao lado de Vasco Santana os votos de preferência dos cinéfilos portugueses e são eleitos "príncipes do cinema português", protagonizando em 1939 A Aldeia da Roupa Branca, de Chianca de Garcia, aquele que seria o seu último filme.
Neste mesmo ano de 1939, Beatriz Costa aceitou novo convite para o Brasil (dada a sua enorme popularidade) para uma temporada que se prolongou por 10 anos (de 1939 a 1949), a que chamou "os melhores anos da sua vida". Quase sempre actuou no Casino de Urca, no Rio, desde os tempos da peça Tiro-Liro-Liro, até ao final da década, altura do seu único casamento em 1947, com Edmundo Gregorian (poeta, escritor, escultor), de quem se divorciou dois anos depois.
Em 1949, regressa aos palcos de Lisboa para uma revista no Teatro Avenida, cujo título diz tudo sobre o mito que continuava a ser: Ela aí está!. E, aos 41 anos, repetiu os êxitos de há 20 anos atrás.
Ainda apareceu em Lisboa em revistas de sucesso como Com Jeito Vai, mas em 1960 despediu-se dos palcos em Está Bonita a Brincadeira.
É a partir da década de 60 que começa a viajar por todo o mundo, assistindo a festivais de teatro, de Ocidente a Oriente. Conheceu personalidades como Salvador Dali, Pablo Picasso, Sophia Loren, Greta Garbo, Edith Piaf ou o Rei Hassan II de Marrocos.
Depois da Revolução dos Cravos - quando já vivia no Hotel Tivoli, onde viveu até morrer - começou a publicar livros sobre a sua espantosa vida (já anteriormente a "publicara" em vários capítulos nas Páginas das Minhas Memórias nos anos 30), aconselhada e incentivada por Tomás Ribeiro Colaço. Ela que aprendera a ler aos 13 anos de idade e sozinha, seguindo a sua ambição de saber, começou a sua alfabetização à mesa d' A Brasileira, rodeada por figuras como Almada Negreiros, Gualdino Gomes, Aquilino Ribeiro, Vitorino Nemésio, entre outros.
Após o seu reaparecimento num espectáculo da Casa da Imprensa que decorreu no Coliseu dos Recreios foi sistematicamente solicitada pelos órgãos de comunicação social e espantou-se com as óptimas reacções do público leitor em relação a essa outra faceta da sua vida - escrever.
Em 1977 é editado pela Emi-Valentim de Carvalho um álbum que compila vários dos seus sucessos musicais e que em 1996 seria reeditado com o título Grande Marcha de Lisboa na Colecção Caravela da mesma editora. Apesar das muitas propostas para regressar aos palcos (por Vasco Morgado) preferiu ficar longe deles por considerar o teatro de revista muito diferente do que era, por "estar decadente".
Muitos foram também os convites para programas de televisão (por Joaquim Letria) e, de facto, viria a participar como membro de júri no concurso Prata da Casa (RTP) apresentado por Fialho Gouveia e que visava lançar jovens no mundo do espectáculo.
Um grupo de jovens chegaria mesmo a propôr a sua candidatura simbólica nas eleições presidenciais de 1985 como meio de comemorar O Ano Internacional da Juventude do ano seguinte.
Morreu na manhã de 15 de Abril de 1996, aos 88 anos, num quarto do 6ºandar do Hotel Tivoli Lisboa. Faz este ano, 2007, 100 anos que nasceu esta prestegeada actriz, com o qual o Museu de Mafra festeja com uma exposição.
Filmografia
A Aldeia da Roupa Branca, de Chianca de Garcia (1939);
O Trevo de Quatro Folhas, de Chianca de Garcia (1936);
A Canção de Lisboa, de José Cotinelli Telmo (1933)
Minha Noite de Núpcias, de E. W. Emo (1931)
Lisboa, de J. Leitão de Barros (1930)
Fátima Milagrosa, de Rino Lupo (1928);
O Diabo em Lisboa, de Rino Lupo (1926).
Beatriz Costa
Beatriz Costa, pseudónimo de Beatriz da Conceição (Mafra, 14 de Dezembro de 1907 — Lisboa, 15 de Abril de 1996) é uma actriz de teatro e cinema portuguesa.
Ícone da cultura popular portuguesa, estreou-se aos quinze anos, como corista, na revista Chá e Torradas (1923) no Éden Teatro, em Lisboa. No ano seguinte, em 1924, estreia-se no Teatro Maria Vitória (Parque Mayer) com a revista Rés Vés. Posteriormente, ingressa na companhia do Teatro Avenida estreando-se, no mesmo ano, no Rio de Janeiro onde é felicitada pela imprensa e pelos espectadores, nomeadamente nas revistas Fado Corrido e Tiro ao Alvo.
De regresso a lisboa (1925) ocupa um lugar de destaque ao lado de Nascimento Fernandes em Ditosa Pátria, no Teatro da Trindade. Em Agosto do mesmo ano a Companhia do Trindade segue para o Porto apresentando-se no Sá da Bandeira e Beatriz faz a sua primeira ida como artista à cidade invicta
Em Outubro de 1925 integra uma Companhia de operetas sediada no Teatro São Luiz. De regresso à revista, passa pelos teatros Éden e Maria Vitória nas revistas Fox Trot, Malmequer, Olarila , Revista de Lisboa e Sete e meio.
Em 1927, traduzindo uma moda cinéfila, aparece pela primeira vez de franja e estreia-se no cinema em papéis episódicos de filmes de Rino Lupo - O Diabo em Lisboa - e, ainda no mesmo ano, havia dançado um tango em Fátima Milagrosa (do mesmo realizador) ao lado de Manoel de Oliveira.
Passou pelo Teatro Apolo, transferindo-se depois com a Companhia de Eva Stachino para o Trindade. Aí se fez Pó de Maio , onde conheceu o maior êxito da popularidade com o celebrado número D. Chica e Sr. Pires ao lado de Álvaro Pereira.
Na sua segunda tournée ao Brasil (1929), com a Companhia de Eva Stachino, ao Rio de Janeiro, foi recebida sobre as mais efusivas manifestações e relembrada a sua revelação como actriz nos grandes órgãos de imprensa da América do Sul.
Após breve incursão aos palcos de S. Paulo, Beatriz é convidada por Procópio Ferreira, comediante de indisputável relevo no teatro brasileiro, para ficar a trabalhar no Rio de Janeiro integrando o elenco da sua Companhia de comédias; mas a proposta seria recusada.
De volta ao continente, e ainda neste ano, Beatriz Costa aparece no documentário Memória de uma Actriz (com base nos artigos que já escrevia para O Século a contar episódios pícaros da sua carreira).
Em 1930 participa no filme Lisboa, Crónica Anedótica, de Leitão de Barros.
Em Dezembro de 1930, durante a visita de Ressano Garcia, gerente da Paramount em Lisboa, recebe um convite de Blumenthal e San Martin para um contrato muito vantajoso para o papel da protagonista de A Minha Noite de Núpcias (da versão original Her Wedding Night de Frank Tuttle e que na versão portuguesa foi dirigida por Alberto Cavalcanti), o terceiro fonofilme em português, a realizar-se em França.
Recebendo sempre provas de apreço desde o pessoal dos estúdios à mais considerada vedeta destaca das suas colegas estrangeiras Olga Tsehekova e Camila Horn.
Deixa a Companhia e é contratada por Corina Freire para participar nos êxitos de revistas como A Bola, Pato Marreco, O Mexilhão ou Pirilau.
Numa ida a Espanha, a convite da Casa da Imprensa de Badajoz para uma festa no Teatro Lopez Ayola, obteve estrondoso êxito ao representar Burrié, sendo homenageada juntamente com os outros artistas portugueses que a acompanhavam (Amarante e Nascimento Fernandes).
Em 1933 a sua imagem imortalizava-se n' A Canção de Lisboa, de Cotinelli Telmo, ao lado de António Silva e Vasco Santana, e em 1936, ao participar na revista Arre Burro.
Em 1937 Beatriz ganha ao lado de Vasco Santana os votos de preferência dos cinéfilos portugueses e são eleitos "príncipes do cinema português", protagonizando em 1939 A Aldeia da Roupa Branca, de Chianca de Garcia, aquele que seria o seu último filme.
Neste mesmo ano de 1939, Beatriz Costa aceitou novo convite para o Brasil (dada a sua enorme popularidade) para uma temporada que se prolongou por 10 anos (de 1939 a 1949), a que chamou "os melhores anos da sua vida". Quase sempre actuou no Casino de Urca, no Rio, desde os tempos da peça Tiro-Liro-Liro, até ao final da década, altura do seu único casamento em 1947, com Edmundo Gregorian (poeta, escritor, escultor), de quem se divorciou dois anos depois.
Em 1949, regressa aos palcos de Lisboa para uma revista no Teatro Avenida, cujo título diz tudo sobre o mito que continuava a ser: Ela aí está!. E, aos 41 anos, repetiu os êxitos de há 20 anos atrás.
Ainda apareceu em Lisboa em revistas de sucesso como Com Jeito Vai, mas em 1960 despediu-se dos palcos em Está Bonita a Brincadeira.
É a partir da década de 60 que começa a viajar por todo o mundo, assistindo a festivais de teatro, de Ocidente a Oriente. Conheceu personalidades como Salvador Dali, Pablo Picasso, Sophia Loren, Greta Garbo, Edith Piaf ou o Rei Hassan II de Marrocos.
Depois da Revolução dos Cravos - quando já vivia no Hotel Tivoli, onde viveu até morrer - começou a publicar livros sobre a sua espantosa vida (já anteriormente a "publicara" em vários capítulos nas Páginas das Minhas Memórias nos anos 30), aconselhada e incentivada por Tomás Ribeiro Colaço. Ela que aprendera a ler aos 13 anos de idade e sozinha, seguindo a sua ambição de saber, começou a sua alfabetização à mesa d' A Brasileira, rodeada por figuras como Almada Negreiros, Gualdino Gomes, Aquilino Ribeiro, Vitorino Nemésio, entre outros.
Após o seu reaparecimento num espectáculo da Casa da Imprensa que decorreu no Coliseu dos Recreios foi sistematicamente solicitada pelos órgãos de comunicação social e espantou-se com as óptimas reacções do público leitor em relação a essa outra faceta da sua vida - escrever.
Em 1977 é editado pela Emi-Valentim de Carvalho um álbum que compila vários dos seus sucessos musicais e que em 1996 seria reeditado com o título Grande Marcha de Lisboa na Colecção Caravela da mesma editora. Apesar das muitas propostas para regressar aos palcos (por Vasco Morgado) preferiu ficar longe deles por considerar o teatro de revista muito diferente do que era, por "estar decadente".
Muitos foram também os convites para programas de televisão (por Joaquim Letria) e, de facto, viria a participar como membro de júri no concurso Prata da Casa (RTP) apresentado por Fialho Gouveia e que visava lançar jovens no mundo do espectáculo.
Um grupo de jovens chegaria mesmo a propôr a sua candidatura simbólica nas eleições presidenciais de 1985 como meio de comemorar O Ano Internacional da Juventude do ano seguinte.
Morreu na manhã de 15 de Abril de 1996, aos 88 anos, num quarto do 6ºandar do Hotel Tivoli Lisboa. Faz este ano, 2007, 100 anos que nasceu esta prestegeada actriz, com o qual o Museu de Mafra festeja com uma exposição.
Filmografia
A Aldeia da Roupa Branca, de Chianca de Garcia (1939);
O Trevo de Quatro Folhas, de Chianca de Garcia (1936);
A Canção de Lisboa, de José Cotinelli Telmo (1933)
Minha Noite de Núpcias, de E. W. Emo (1931)
Lisboa, de J. Leitão de Barros (1930)
Fátima Milagrosa, de Rino Lupo (1928);
O Diabo em Lisboa, de Rino Lupo (1926).
quinta-feira, dezembro 13, 2007
CHAMPIONS LEAGUE
.
O PORTO FOI A ÚNICA EQUIPA
PORTUGUESA A PASSAR À FASE
SEGUNTE, VENCENDO MO ULTIMO
JOGO O BESITKAS DA TURQUIA.
BENFICA E SPORTING ,AO FICA-
REM E 3º. NAS SUAS SÉRIES
FORAM APURADOS SÓ PARA A
TAÇA UEFA.
DO BENFICA, JÁ FALÁMOS
A SEMANA PASSADA
EIS A CARREIRA DO PORTO:
Primeira Jornada
Jogo Data
FC Porto 1-1 Liverpool 18-09-2007
Marselha 2-0 Besiktas 18-09-2007
Segunda Jornada
Jogo Data
Besiktas 0-1
FC Porto 03-10-2007
Liverpool 0-1 Marselha 03-10-2007
Terceira Jornada
Jogo Data
Marselha 1-1 FC Porto 24-10-2007
Besiktas 2-1 Liverpool 24-10-2007
Quarta Jornada
Jogo Data
FC Porto 2-1 Marselha 06-11-2007
Liverpool 8-0 Besiktas 06-11-2007
Quinta Jornada
Jogo Data
Liverpool 4-1 FC Porto 28-11-2007
Besiktas 2-1 Marselha 28-11-2007
Sexta Jornada
Jogo Data
FC Porto 2-0 Besiktas 11-12-2007
Marselha 0-4 Liverpool 11-12-2007
O SPORING VENCEU O
DINAMO DE MOSCOVO
NESTA SUA ULTIMA
PRESTAÇÃO CHAMPIONS
DESTE ANO

EIS A CARREIRA DO SPORTING
Primeira Jornada
Jogo Data
Sporting 0-1 Man. United 19-09-2007
Roma 2-0 Dínamo Kiev 19-09-2007
Segunda Jornada
Jogo Data
Dínamo Kiev 1-2 Sporting 02-10-2007
Man. United 1-0 Roma 02-10-2007
Terceira Jornada
Jogo Data
Roma 2-1 Sporting 23-10-2007
Dínamo Kiev 2-4 Man. United 23-10-2007
Quarta Jornada
Jogo Data
Sporting 2-2 Roma 07-11-2007
Man. United 4-0 Dínamo Kiev 07-11-2007
Quinta Jornada
Jogo Data
Man. United 2-1 Sporting 27-11-2007
Dínamo Kiev 1-4 Roma 27-11-2007
Sexta Jornada
Jogo Data
Sporting 3-0 Dínamo Kiev 12-12-2007
Roma 1-1 Man. United 12-12-2007
1.MANCHESTER...
2.Roma
3.SPORTING
4.Dinamo de Kiev
O PORTO FOI A ÚNICA EQUIPA
PORTUGUESA A PASSAR À FASE
SEGUNTE, VENCENDO MO ULTIMO
JOGO O BESITKAS DA TURQUIA.
BENFICA E SPORTING ,AO FICA-
REM E 3º. NAS SUAS SÉRIES
FORAM APURADOS SÓ PARA A
TAÇA UEFA.
DO BENFICA, JÁ FALÁMOS
A SEMANA PASSADA
EIS A CARREIRA DO PORTO:
Primeira Jornada
Jogo Data
FC Porto 1-1 Liverpool 18-09-2007
Marselha 2-0 Besiktas 18-09-2007
Segunda Jornada
Jogo Data
Besiktas 0-1
FC Porto 03-10-2007
Liverpool 0-1 Marselha 03-10-2007
Terceira Jornada
Jogo Data
Marselha 1-1 FC Porto 24-10-2007
Besiktas 2-1 Liverpool 24-10-2007
Quarta Jornada
Jogo Data
FC Porto 2-1 Marselha 06-11-2007
Liverpool 8-0 Besiktas 06-11-2007
Quinta Jornada
Jogo Data
Liverpool 4-1 FC Porto 28-11-2007
Besiktas 2-1 Marselha 28-11-2007
Sexta Jornada
Jogo Data
FC Porto 2-0 Besiktas 11-12-2007
Marselha 0-4 Liverpool 11-12-2007
O SPORING VENCEU O
DINAMO DE MOSCOVO
NESTA SUA ULTIMA
PRESTAÇÃO CHAMPIONS
DESTE ANO
EIS A CARREIRA DO SPORTING
Primeira Jornada
Jogo Data
Sporting 0-1 Man. United 19-09-2007
Roma 2-0 Dínamo Kiev 19-09-2007
Segunda Jornada
Jogo Data
Dínamo Kiev 1-2 Sporting 02-10-2007
Man. United 1-0 Roma 02-10-2007
Terceira Jornada
Jogo Data
Roma 2-1 Sporting 23-10-2007
Dínamo Kiev 2-4 Man. United 23-10-2007
Quarta Jornada
Jogo Data
Sporting 2-2 Roma 07-11-2007
Man. United 4-0 Dínamo Kiev 07-11-2007
Quinta Jornada
Jogo Data
Man. United 2-1 Sporting 27-11-2007
Dínamo Kiev 1-4 Roma 27-11-2007
Sexta Jornada
Jogo Data
Sporting 3-0 Dínamo Kiev 12-12-2007
Roma 1-1 Man. United 12-12-2007
1.MANCHESTER...
2.Roma
3.SPORTING
4.Dinamo de Kiev
hoje, 13 de Dezembro CICERO SANDRONI, assume a presidência da ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
.
QUEM É
CICERO SANDRONI

Cícero Sandroni (São Paulo, 26 de fevereiro de 1935) é um jornalista e escritor brasileiro, imortal da Academia Brasileira de Letras.
Biografia
Nascido em São Paulo, de família mineira, era filho de Ranieri Sandroni e Alzira Ribeiro Sandroni. Fez os primeiros estudos na cidade natal. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se com a família, em 1946 veio a formar-se em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, sendo bolsista na Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas,
Em 1954 estagiou na Tribuna da Imprensa, de Carlos Lacerda, no Correio da Manhã e no Jornal do Brasil.
Transferindo-se para O Globo, em 1958, especializou-se em política, matéria na qual continuou laborando quando assumiu este setor de reportagem no Diário de Notícias. Mudou-se em 1961 para Brasília, a convite do seu então prefeito Paulo de Tarso Santos, sendo o Secretário de Imprensa. Ajudou na elaboração da única mensagem de Jânio Quadros ao Congresso. Atuou, durante a breve experiência parlamentarista, no Governo João Goulart, no gabinete de André Franco Montoro.
Presidiu o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM), sendo afastado pelo golpe militar de 1964.
Retornou ao jornalismo e aventurou-se no campo editorial, fundando com Pedro Penner da Cunha a Edinova – voltada para o lançamento de obras latino-americanas e do nouveau roman.
Em 1965 participou da criação da Interpress Service, sendo seu representante no Brasil. Voltou ao Correio da Manhã, ali permanecendo até quando da intervenção da ditadura no jornal.
Em 1974 ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo. Trabalhou em diversos jornais ao longo da vida, especialmente o Jornal do Brasil e o Jornal do Commercio.
É casado com Laura Constância Austregésilo de Athayde Sandroni, com quem teve cinco filhos. Assumiu a presidência da Academia em 13 de dezembro de 2007.
Bibliografia
Publicou Sandroni os seguintes livros:
O Diabo só Chega ao Meio-dia, contos, Ed. Nova Fronteira, 1985.
O Vidro no Brasil, ensaio histórico, Ed. Objetiva, 1989.
Austregésilo de Athayde, o Século de um Liberal, Ed. Agir, 1998.
Cosme Velho, ensaio literário sobre o bairro do Cosme Velho (Rio de Janeiro), Ed. Relume Dumará, 1999.
50 anos de O Dia, história do jornal, 2002
O peixe de Amarna, romance, Record, 2003
É o sexto ocupante da cadeira 6
QUEM É
CICERO SANDRONI
Cícero Sandroni (São Paulo, 26 de fevereiro de 1935) é um jornalista e escritor brasileiro, imortal da Academia Brasileira de Letras.
Biografia
Nascido em São Paulo, de família mineira, era filho de Ranieri Sandroni e Alzira Ribeiro Sandroni. Fez os primeiros estudos na cidade natal. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se com a família, em 1946 veio a formar-se em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, sendo bolsista na Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas,
Em 1954 estagiou na Tribuna da Imprensa, de Carlos Lacerda, no Correio da Manhã e no Jornal do Brasil.
Transferindo-se para O Globo, em 1958, especializou-se em política, matéria na qual continuou laborando quando assumiu este setor de reportagem no Diário de Notícias. Mudou-se em 1961 para Brasília, a convite do seu então prefeito Paulo de Tarso Santos, sendo o Secretário de Imprensa. Ajudou na elaboração da única mensagem de Jânio Quadros ao Congresso. Atuou, durante a breve experiência parlamentarista, no Governo João Goulart, no gabinete de André Franco Montoro.
Presidiu o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM), sendo afastado pelo golpe militar de 1964.
Retornou ao jornalismo e aventurou-se no campo editorial, fundando com Pedro Penner da Cunha a Edinova – voltada para o lançamento de obras latino-americanas e do nouveau roman.
Em 1965 participou da criação da Interpress Service, sendo seu representante no Brasil. Voltou ao Correio da Manhã, ali permanecendo até quando da intervenção da ditadura no jornal.
Em 1974 ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo. Trabalhou em diversos jornais ao longo da vida, especialmente o Jornal do Brasil e o Jornal do Commercio.
É casado com Laura Constância Austregésilo de Athayde Sandroni, com quem teve cinco filhos. Assumiu a presidência da Academia em 13 de dezembro de 2007.
Bibliografia
Publicou Sandroni os seguintes livros:
O Diabo só Chega ao Meio-dia, contos, Ed. Nova Fronteira, 1985.
O Vidro no Brasil, ensaio histórico, Ed. Objetiva, 1989.
Austregésilo de Athayde, o Século de um Liberal, Ed. Agir, 1998.
Cosme Velho, ensaio literário sobre o bairro do Cosme Velho (Rio de Janeiro), Ed. Relume Dumará, 1999.
50 anos de O Dia, história do jornal, 2002
O peixe de Amarna, romance, Record, 2003
É o sexto ocupante da cadeira 6
preliminares
.
Durante a visita a um hospital psiquiátrico o Ministro da Saúde perguntou ao director:
"Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?"
Respondeu o director:
"Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher , um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não."
"Entendi" disse o governante " uma pessoa normal usaria o balde , que é maior que o copo e a colher ."
"Não" respondeu o diretor, "uma pessoa normal tiraria a "tampa do ralo".
O que o senhor ministro prefere? Quarto particular ou enfermaria ?"
Durante a visita a um hospital psiquiátrico o Ministro da Saúde perguntou ao director:
"Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?"
Respondeu o director:
"Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher , um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não."
"Entendi" disse o governante " uma pessoa normal usaria o balde , que é maior que o copo e a colher ."
"Não" respondeu o diretor, "uma pessoa normal tiraria a "tampa do ralo".
O que o senhor ministro prefere? Quarto particular ou enfermaria ?"
segunda-feira, dezembro 10, 2007
A 10 de Dezembro nasceu - CLARICE LISPECTOR
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Clarice Lispector (Tchetchelnik, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977) foi uma escritora brasileira nascida na Ucrânia.
De família judaica, emigrou com a família para o Brasil quando tinha um pouco mais de um ano de idade. Começou a escrever logo que aprendeu a ler, na cidade do Recife. Clarice falava vários idiomas, entre eles o francês e inglês. Cresceu ouvindo no âmbito domiciliar o idioma materno familiar, o iídiche.
Obra literária
Em 1944 publicou seu primeiro romance, Perto do coração selvagem.
A literatura brasileira era nesta altura dominada por uma tendência essencialmente regionalista, com personagens contando a difícil realidade social do país na época. Clarice Lispector surpreendeu a crítica com seu romance, quer pela problemática de caráter existencial, completamente inovadora, quer pelo estilo solto elíptico, e fragmentário, que críticos reputaram reminiscente de James Joyce e Virginia Woolf, se bem que ainda mais revolucionário.
Em verdade, a obra de Clarice ultrapassou qualquer tentativa de classificação. A escritora e filósofa francesa Hélène Cixous vai ao ponto de dizer que há uma literatura brasileira A.C. (Antes da Clarice) e D.C. (Depois da Clarice).
Seu romance mais famoso talvez seja A hora da estrela, o último publicado antes de sua morte. Este livro narra a vida de Macabéa, uma nordestina criada no estado de Alagoas que migra para o Rio de Janeiro, e vai morar em uma pensão, tendo sua vida descrita por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M.
Faleceu de câncer (cancro) em 9 de dezembro de 1977, um dia antes de seu 57º aniversário. Foi inumada no Cemitério Israelita do Cajú, no Rio de Janeiro.
Curiosidades
Clarice traduziu para o português, em 1976, o livro Entrevista com o Vampiro, da autora estadounidense Anne Rice[1].
A primeira edição de Onde estivestes de noite foi recolhida porque foi colocado, erroneamente, um ponto de interrogação no título.
Em artigo publicado no jornal The New York Times, no dia 11/03/2005, a escritora foi descrita como o equivalente de Kafka na literatura latino-americana. A afirmação foi feita por Gregory Rabassa, tradutor para o inglês de Jorge Amado, Gabriel García Márquez, Mario Vargas Llosa e de Clarice[2].
Clarice Lispector (Tchetchelnik, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977) foi uma escritora brasileira nascida na Ucrânia.
De família judaica, emigrou com a família para o Brasil quando tinha um pouco mais de um ano de idade. Começou a escrever logo que aprendeu a ler, na cidade do Recife. Clarice falava vários idiomas, entre eles o francês e inglês. Cresceu ouvindo no âmbito domiciliar o idioma materno familiar, o iídiche.
Obra literária
Em 1944 publicou seu primeiro romance, Perto do coração selvagem.
A literatura brasileira era nesta altura dominada por uma tendência essencialmente regionalista, com personagens contando a difícil realidade social do país na época. Clarice Lispector surpreendeu a crítica com seu romance, quer pela problemática de caráter existencial, completamente inovadora, quer pelo estilo solto elíptico, e fragmentário, que críticos reputaram reminiscente de James Joyce e Virginia Woolf, se bem que ainda mais revolucionário.
Em verdade, a obra de Clarice ultrapassou qualquer tentativa de classificação. A escritora e filósofa francesa Hélène Cixous vai ao ponto de dizer que há uma literatura brasileira A.C. (Antes da Clarice) e D.C. (Depois da Clarice).
Seu romance mais famoso talvez seja A hora da estrela, o último publicado antes de sua morte. Este livro narra a vida de Macabéa, uma nordestina criada no estado de Alagoas que migra para o Rio de Janeiro, e vai morar em uma pensão, tendo sua vida descrita por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M.
Faleceu de câncer (cancro) em 9 de dezembro de 1977, um dia antes de seu 57º aniversário. Foi inumada no Cemitério Israelita do Cajú, no Rio de Janeiro.
Curiosidades
Clarice traduziu para o português, em 1976, o livro Entrevista com o Vampiro, da autora estadounidense Anne Rice[1].
A primeira edição de Onde estivestes de noite foi recolhida porque foi colocado, erroneamente, um ponto de interrogação no título.
Em artigo publicado no jornal The New York Times, no dia 11/03/2005, a escritora foi descrita como o equivalente de Kafka na literatura latino-americana. A afirmação foi feita por Gregory Rabassa, tradutor para o inglês de Jorge Amado, Gabriel García Márquez, Mario Vargas Llosa e de Clarice[2].
domingo, dezembro 09, 2007
preliminaries
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Em Terezina, Piaui, o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, umavelhinha de idade bem avançada.
Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:- Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem sou eu e o que faço?
- Claro que eu o conheço, Vinícius! Eu o conheci bebezinho chorava, deveria ser pelo pintinho pequeninho que voce tinha.
E, francamente, voce me decepcionou. Voce mente, voce trai sua mulher, voce manipula as pessoas, voce espalha boatos e adora fofocas. Voce acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade voce é apenas um coitado. Nem sabe que a filha está grávida, e pelo que sei, nem ela sabe quem é o pai.
Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!O Promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo.
Ele fica mudo, olhando para o Juiz e para os jurados.
Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:- E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:- O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele, pois sempre que o pai dele saia, a mãe ia pra algum outro compromisso.
E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele.
Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou. Além de ser traído pela mulher com o mecânico!!!...
Neste momento, o Juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruçam na bancada e fala baixinho aos dois - Se algum de vocês perguntar a esta velha filha da puta se ela me conhece, vai sair desta sala preso!
Fui claro?
Em Terezina, Piaui, o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, umavelhinha de idade bem avançada.
Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:- Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem sou eu e o que faço?
- Claro que eu o conheço, Vinícius! Eu o conheci bebezinho chorava, deveria ser pelo pintinho pequeninho que voce tinha.
E, francamente, voce me decepcionou. Voce mente, voce trai sua mulher, voce manipula as pessoas, voce espalha boatos e adora fofocas. Voce acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade voce é apenas um coitado. Nem sabe que a filha está grávida, e pelo que sei, nem ela sabe quem é o pai.
Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!O Promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo.
Ele fica mudo, olhando para o Juiz e para os jurados.
Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:- E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:- O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele, pois sempre que o pai dele saia, a mãe ia pra algum outro compromisso.
E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele.
Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou. Além de ser traído pela mulher com o mecânico!!!...
Neste momento, o Juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruçam na bancada e fala baixinho aos dois - Se algum de vocês perguntar a esta velha filha da puta se ela me conhece, vai sair desta sala preso!
Fui claro?
TAÇA DE PORTUGAL
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ESTE FINAL DE SEMANA REALIZOU-SE
UMA ELIMINATÓRIA DA TAÇA DE
PORTUGAL.
Futebol
Taça de Portugal sem surpresas para os «grandes»
Depois de V. Guimarães e Naval, Sp. Braga, U. Leiria, V. Setúbal e Est. Amadora também evitaram surpresas e carimbaram a passagem à V eliminatória da Taça de Portugal.
Até ao momento, grande sensação protagonizada pelo Sertanense, que levou de vencida o Portimonense por 2-1, após prolongamento, sendo o sobrevivente na prova da III Divisão. Surpresas ainda no Algarve, onde o Lagoa venceu o Santa Clara por 3-2 e eliminou a equipa da Liga de Honra, assim como na Anadia, onde a equipa local também «bateu o pé» ao Freamunde.
Nos Açores, o Operário dificultou a vida ao primodivisionário V. Setúbal, mas um golo de Edinho no prolongamento decidiu tudo a favor dos sadinos. Também em prolongamento esteve o Estrela da Amadora - Fátima, depois de os «tricolores» até terem estado a vencer por dois golos. Na meia hora adicional, porém, também imperou a lei do mais forte.
Resultados:
Desp. Chaves (II)-FC Porto (L), 0-2 (sexta-feira)
Leixões (L)-Torreense (II), 4-0 (sábado)
Sporting (L)-Louletano (II), 4-0 (sábado)
Nacional (L)-Cova Piedade (III), 5-0 (sábado)
Belenenses (L)-P. Ferreira (L), 2-2 (4-5 nas g.p.) (sábado)
Hoje:
Real (II)-Desp. Aves (LH), 0-1
Feirense (LH)-Lusitânia (II) 4-1
U. Oliveirense (II)-Mondinense (III), 4-0
Serzedelo (III)-Naval (L), 0-3
Carregado (II)-Olhanense (LH) 1-2
Lagoa (II)-Santa Clara (LH), 3-2
Atlético (II)-V. Guimarães (L), 0-1
At. Valdevez (II)-Tocha (III), 3-1 (a.p.)
Operário (II)–V.Setúbal (L), 0-1 (a.p.)
Camacha (II)-Sp. Braga (L), 2-3
E. Amadora (L)-Fátima (LH), 4-2 (a.p.)
Penafiel (LH)-Vizela (LH), 2-1
U. Leiria (L)-Nelas (II), 2-0
Infesta (II)-Juventude Évora, (II), 1-2
Abrantes (II)-Monsanto (III), 0-0 (6-5 nas g.p.)
Sertanense (III)-Portimonense (LH), 2-1 (a.p.)
Messinense (II)-Gil Vicente, (LH), 0-2 (a.p.)
Anadia (II)-Freamunde (LH), 1-0
Moreirense (II)-Machico (II), 4-0
Beira Mar (LH)-Moncorvo (III), 0-0 (3-2 nas g.p.)
Rio Ave (LH)-Rebordosa (III), 6-1
Benfica (L)-Académica (L), 20.45 h
ESTE FINAL DE SEMANA REALIZOU-SE
UMA ELIMINATÓRIA DA TAÇA DE
PORTUGAL.
Futebol
Taça de Portugal sem surpresas para os «grandes»
Depois de V. Guimarães e Naval, Sp. Braga, U. Leiria, V. Setúbal e Est. Amadora também evitaram surpresas e carimbaram a passagem à V eliminatória da Taça de Portugal.
Até ao momento, grande sensação protagonizada pelo Sertanense, que levou de vencida o Portimonense por 2-1, após prolongamento, sendo o sobrevivente na prova da III Divisão. Surpresas ainda no Algarve, onde o Lagoa venceu o Santa Clara por 3-2 e eliminou a equipa da Liga de Honra, assim como na Anadia, onde a equipa local também «bateu o pé» ao Freamunde.
Nos Açores, o Operário dificultou a vida ao primodivisionário V. Setúbal, mas um golo de Edinho no prolongamento decidiu tudo a favor dos sadinos. Também em prolongamento esteve o Estrela da Amadora - Fátima, depois de os «tricolores» até terem estado a vencer por dois golos. Na meia hora adicional, porém, também imperou a lei do mais forte.
Resultados:
Desp. Chaves (II)-FC Porto (L), 0-2 (sexta-feira)
Leixões (L)-Torreense (II), 4-0 (sábado)
Sporting (L)-Louletano (II), 4-0 (sábado)
Nacional (L)-Cova Piedade (III), 5-0 (sábado)
Belenenses (L)-P. Ferreira (L), 2-2 (4-5 nas g.p.) (sábado)
Hoje:
Real (II)-Desp. Aves (LH), 0-1
Feirense (LH)-Lusitânia (II) 4-1
U. Oliveirense (II)-Mondinense (III), 4-0
Serzedelo (III)-Naval (L), 0-3
Carregado (II)-Olhanense (LH) 1-2
Lagoa (II)-Santa Clara (LH), 3-2
Atlético (II)-V. Guimarães (L), 0-1
At. Valdevez (II)-Tocha (III), 3-1 (a.p.)
Operário (II)–V.Setúbal (L), 0-1 (a.p.)
Camacha (II)-Sp. Braga (L), 2-3
E. Amadora (L)-Fátima (LH), 4-2 (a.p.)
Penafiel (LH)-Vizela (LH), 2-1
U. Leiria (L)-Nelas (II), 2-0
Infesta (II)-Juventude Évora, (II), 1-2
Abrantes (II)-Monsanto (III), 0-0 (6-5 nas g.p.)
Sertanense (III)-Portimonense (LH), 2-1 (a.p.)
Messinense (II)-Gil Vicente, (LH), 0-2 (a.p.)
Anadia (II)-Freamunde (LH), 1-0
Moreirense (II)-Machico (II), 4-0
Beira Mar (LH)-Moncorvo (III), 0-0 (3-2 nas g.p.)
Rio Ave (LH)-Rebordosa (III), 6-1
Benfica (L)-Académica (L), 20.45 h
sábado, dezembro 08, 2007
AMIEIRA DO TEJO
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Amieira do Tejo

A Amieira do Tejo é uma freguesia portuguesa do concelho de Nisa, com 102,44 km² de área e 309 habitantes (2001). Densidade: 3,0 hab/km².
Foi vila e sede de concelho, formado por uma freguesia, até ao início do século XIX. Tinha, em 1801, 857 habitantes. Denominou-se Amieira até 1957.
Castelo de Amieira
O Castelo de Amieira, no Alentejo, localiza-se na povoação de Amieira do Tejo, Conselho de Nisa, Distrito de Portalegre, em Portugal.
A antiga povoação de Amieira, a meio caminho entre Belver e Nisa, integrava a chamada Linha do Tejo, linha de defesa da fronteira, na margem sul do rio Tejo. Constituía-se numa das onze vilas que a Ordem dos Hospitalários detinha na região.
História
O castelo medieval
No contexto das lutas pela Reconquista cristã da península Ibérica e da formação do reino de Portugal, o rei D. Sancho II (1223-1248) fez uma expressiva doação de terras à Ordem de São João do Hospital de Jerusalém, incluindo as vilas de Amieira, Belver (Gavião) e Crato (1232).
Das três, a última a ser fortificada foi a de Amieira, cerca de um século mais tarde, sob o reinado de D. Afonso IV (1325-1357). A edificação do castelo é atribuída a Álvaro Gonçalves Pereira, filho bastardo do Prior da Ordem do Hospital em Portugal, bispo D. Gonçalo Pereira, e pai do futuro Condestável, D. Nuno Álvares Pereira. Algumas obras devem ter sido orientadas por um outro filho, D. Pedro Pereira, e não se encontravam concluídas em 1359 conforme se depreende de uma carta régia enviada nesse ano a D. Álvaro, tendo sido concluídas em 1362.
Durante a Crise de 1383-1385, o então Prior do Hospital, D. Pedro Pereira, no início de 1384 reconheceu a autoridade de D. Beatriz, filha de D. Fernando, e, como tal, herdeira legítima do trono português. O Castelo da Amieira, juntamente com outros da Ordem, prestou obediência à Rainha, situação modificada poucos meses mais tarde, por influência do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, irmão do Prior, tendo este partido para Castela.
O único episódio militar em que o castelo esteve envolvido ocorreu em 1440. Tendo D. Leonor, princesa de Aragão, se desentendido com o infante D. Pedro, retirou-se, com a cumplicidade do prior, D. Nuno de Góis, para o Crato, tendo invocado em seu auxílio as forças de Castela, que cercaram a Amieira. Diante dessa insubordinação, D. Pedro determinou a ocupação dos castelos do priorado do Hospital nessa região fronteiriça, ordenando a D. Álvaro Vaz de Almada, conde de Abranches, acometer o Castelo da Amieira. Sem oferecer resistência os castelos renderam-se, o prior do Crato e D. Leonor puseram-se em fuga para Castela e a paz foi restabelecida. O Castelo da Amieira passou para as mãos de Pedro Rodrigues de Castro como alcaide ao final do conflito.
Nos séculos seguintes, foram procedidas pequenas obras de modernização sob o reinado de D. João II (1481-1495) e de D. Manuel I (1495-1521), fase em que teria servido como prisão. Data do século XVI a construção de uma capela, sob a invocação de São João Batista (1556).
Do século XVII aos nossos dias
À época da guerra da Restauração da Independência foram erguidas edificações residenciais no interior do recinto do castelo que, abaladas pelo terramoto de 1755, já se encontravam em ruínas em 1747, segundo relato coevo do padre Luís Cardoso. Nessa época tentou-se a recuperação parcial da Torre de Menagem.
Em meados do século XIX, possívelmente em virtude do decreto que proibiu os enterramentos dentro do recinto das igrejas em Portugal (1846), a praça de armas do castelo passou a ser utilizada como cemitério pela população da vila.
Já no século XX, na década de 1920, as dependências do castelo passaram para a responsabilidade do Ministério da Guerra, com quem a Junta de Freguesia celebrou um contrato de arrendamento que lhe permitiu usufruir do monumento. Classificado como Monumento Nacional pelo Decreto n° 8.447, publicado em 10 de Novembro de 1922, na década de 1940 foi objeto de intervenção de consolidação e restauro pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), mantendo-se em boas de condições de conservação até aos nossos dias.
Características
De pequenas dimensões, com planta no no formato retangular, é considerado um modelo de castelo português no estilo gótico.
As muralhas, ameadas, são reforçadas nos ângulos por quatro sólidas torres e pela Torre de Menagem, de maiores proporções, com planta quadrangular, defendendo a porta da barbacã. Esta torre possui janelas, sendo uma geminada e outra com arco pontiagudo e moldura de toros. No interior, abre-se a praça de armas. No exterior, o conjunto é completado por fosso (hoje aterrado) e uma sólida barbacã de planta quadrangular, de muros ameados.
Fora dos muros, mas adossada a uma das torres, ergue-se a Capela de São João Baptista com portão de volta perfeita com aduelas almofadadas. No interior, apresenta abóbada de caixotões decorada com grotescos e uma imagem do padroeiro, além de um retábulo tardo-renascentista
Amieira do Tejo
A Amieira do Tejo é uma freguesia portuguesa do concelho de Nisa, com 102,44 km² de área e 309 habitantes (2001). Densidade: 3,0 hab/km².
Foi vila e sede de concelho, formado por uma freguesia, até ao início do século XIX. Tinha, em 1801, 857 habitantes. Denominou-se Amieira até 1957.
Castelo de Amieira
O Castelo de Amieira, no Alentejo, localiza-se na povoação de Amieira do Tejo, Conselho de Nisa, Distrito de Portalegre, em Portugal.
A antiga povoação de Amieira, a meio caminho entre Belver e Nisa, integrava a chamada Linha do Tejo, linha de defesa da fronteira, na margem sul do rio Tejo. Constituía-se numa das onze vilas que a Ordem dos Hospitalários detinha na região.
História
O castelo medieval
No contexto das lutas pela Reconquista cristã da península Ibérica e da formação do reino de Portugal, o rei D. Sancho II (1223-1248) fez uma expressiva doação de terras à Ordem de São João do Hospital de Jerusalém, incluindo as vilas de Amieira, Belver (Gavião) e Crato (1232).
Das três, a última a ser fortificada foi a de Amieira, cerca de um século mais tarde, sob o reinado de D. Afonso IV (1325-1357). A edificação do castelo é atribuída a Álvaro Gonçalves Pereira, filho bastardo do Prior da Ordem do Hospital em Portugal, bispo D. Gonçalo Pereira, e pai do futuro Condestável, D. Nuno Álvares Pereira. Algumas obras devem ter sido orientadas por um outro filho, D. Pedro Pereira, e não se encontravam concluídas em 1359 conforme se depreende de uma carta régia enviada nesse ano a D. Álvaro, tendo sido concluídas em 1362.
Durante a Crise de 1383-1385, o então Prior do Hospital, D. Pedro Pereira, no início de 1384 reconheceu a autoridade de D. Beatriz, filha de D. Fernando, e, como tal, herdeira legítima do trono português. O Castelo da Amieira, juntamente com outros da Ordem, prestou obediência à Rainha, situação modificada poucos meses mais tarde, por influência do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, irmão do Prior, tendo este partido para Castela.
O único episódio militar em que o castelo esteve envolvido ocorreu em 1440. Tendo D. Leonor, princesa de Aragão, se desentendido com o infante D. Pedro, retirou-se, com a cumplicidade do prior, D. Nuno de Góis, para o Crato, tendo invocado em seu auxílio as forças de Castela, que cercaram a Amieira. Diante dessa insubordinação, D. Pedro determinou a ocupação dos castelos do priorado do Hospital nessa região fronteiriça, ordenando a D. Álvaro Vaz de Almada, conde de Abranches, acometer o Castelo da Amieira. Sem oferecer resistência os castelos renderam-se, o prior do Crato e D. Leonor puseram-se em fuga para Castela e a paz foi restabelecida. O Castelo da Amieira passou para as mãos de Pedro Rodrigues de Castro como alcaide ao final do conflito.
Nos séculos seguintes, foram procedidas pequenas obras de modernização sob o reinado de D. João II (1481-1495) e de D. Manuel I (1495-1521), fase em que teria servido como prisão. Data do século XVI a construção de uma capela, sob a invocação de São João Batista (1556).
Do século XVII aos nossos dias
À época da guerra da Restauração da Independência foram erguidas edificações residenciais no interior do recinto do castelo que, abaladas pelo terramoto de 1755, já se encontravam em ruínas em 1747, segundo relato coevo do padre Luís Cardoso. Nessa época tentou-se a recuperação parcial da Torre de Menagem.
Em meados do século XIX, possívelmente em virtude do decreto que proibiu os enterramentos dentro do recinto das igrejas em Portugal (1846), a praça de armas do castelo passou a ser utilizada como cemitério pela população da vila.
Já no século XX, na década de 1920, as dependências do castelo passaram para a responsabilidade do Ministério da Guerra, com quem a Junta de Freguesia celebrou um contrato de arrendamento que lhe permitiu usufruir do monumento. Classificado como Monumento Nacional pelo Decreto n° 8.447, publicado em 10 de Novembro de 1922, na década de 1940 foi objeto de intervenção de consolidação e restauro pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), mantendo-se em boas de condições de conservação até aos nossos dias.
Características
De pequenas dimensões, com planta no no formato retangular, é considerado um modelo de castelo português no estilo gótico.
As muralhas, ameadas, são reforçadas nos ângulos por quatro sólidas torres e pela Torre de Menagem, de maiores proporções, com planta quadrangular, defendendo a porta da barbacã. Esta torre possui janelas, sendo uma geminada e outra com arco pontiagudo e moldura de toros. No interior, abre-se a praça de armas. No exterior, o conjunto é completado por fosso (hoje aterrado) e uma sólida barbacã de planta quadrangular, de muros ameados.
Fora dos muros, mas adossada a uma das torres, ergue-se a Capela de São João Baptista com portão de volta perfeita com aduelas almofadadas. No interior, apresenta abóbada de caixotões decorada com grotescos e uma imagem do padroeiro, além de um retábulo tardo-renascentista
quarta-feira, dezembro 05, 2007
FASE FINAL DO EURO 2008 -
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PROCEDEU-SE EM LUCERNA
NA SUIÇA AO SORTEIO DOS
GRUPOS
Euro-2008: Portugal com Suíça, Rep. Checa e Turquia
Suíça, República Checa e Turquia. São estes os adversários de Portugal no Grupo A da fase final do próximo Campeonato da Europa, que decorre entre 7 e 29 de Junho de 2008, na Áustria e na Suíça.
Portugal estreia-se a 7 de Junho, em Genebra, face à Turquia, defronta quatro dias depois a República Checa, no mesmo local, e conclui a sua participação na fase de grupos a 15 de Junho, frente à anfitriã Suíça, em Basileia.
Vamos, então, ao histórico da Selecção Nacional com os adversários para a primeira fase do Europeu:
Turquia - Era o adversário teoricamente mais acessível do Pote 4 (incluía ainda Rússia, Polónia e França). Portugal soma por vitórias os quatro jogos oficiais disputados com a formação turca, entre eles os triunfos na fase de grupos do Euro-96, por 1-0, e nos quartos-de-final do Euro-2000, por 2-0. Terminou na segunda posição o Grupo C de apuramento.
Rep. Checa – Os checos trazem más recordações a Portugal. Foram os «carrascos» nos quartos-de-final do Euro-96, batendo a equipa das quinas por 1-0 («chapéu» de Poborsky a Vítor Baía). Foi primeira classificada no Grupo D de apuramento.
Suíça – Portugal leva ligeira vantagem nos confrontos com os helvéticos, organizadores do Euro-2008 com a Áustria. Em nove jogos, contam-se três vitórias, quatro empates e duas derrotas. Conta nas suas fileiras com Diego Benaglio, guarda-redes do Nacional.
Os dois primeiros classificados de cada um dos quatro grupos seguem para os quartos-de-final, que se disputam entre 19 e 22 de Junho em Viena e Basileia.
As meias-finais têm lugar nos dias 25 e 26, nas mesmas cidades, enquanto o jogo decisivo será disputado no dia 29, em Viena.
Eis o sorteio completo:
GRUPO A
Suíça
República Checa
Portugal
Turquia
GRUPO B
Áustria
Croácia
Alemanha
Polónia
GRUPO C
Holanda
Itália
Roménia
França
GRUPO D
Grécia
Suécia
Espanha
Rússia
PROCEDEU-SE EM LUCERNA
NA SUIÇA AO SORTEIO DOS
GRUPOS
Euro-2008: Portugal com Suíça, Rep. Checa e Turquia
Suíça, República Checa e Turquia. São estes os adversários de Portugal no Grupo A da fase final do próximo Campeonato da Europa, que decorre entre 7 e 29 de Junho de 2008, na Áustria e na Suíça.
Portugal estreia-se a 7 de Junho, em Genebra, face à Turquia, defronta quatro dias depois a República Checa, no mesmo local, e conclui a sua participação na fase de grupos a 15 de Junho, frente à anfitriã Suíça, em Basileia.
Vamos, então, ao histórico da Selecção Nacional com os adversários para a primeira fase do Europeu:
Turquia - Era o adversário teoricamente mais acessível do Pote 4 (incluía ainda Rússia, Polónia e França). Portugal soma por vitórias os quatro jogos oficiais disputados com a formação turca, entre eles os triunfos na fase de grupos do Euro-96, por 1-0, e nos quartos-de-final do Euro-2000, por 2-0. Terminou na segunda posição o Grupo C de apuramento.
Rep. Checa – Os checos trazem más recordações a Portugal. Foram os «carrascos» nos quartos-de-final do Euro-96, batendo a equipa das quinas por 1-0 («chapéu» de Poborsky a Vítor Baía). Foi primeira classificada no Grupo D de apuramento.
Suíça – Portugal leva ligeira vantagem nos confrontos com os helvéticos, organizadores do Euro-2008 com a Áustria. Em nove jogos, contam-se três vitórias, quatro empates e duas derrotas. Conta nas suas fileiras com Diego Benaglio, guarda-redes do Nacional.
Os dois primeiros classificados de cada um dos quatro grupos seguem para os quartos-de-final, que se disputam entre 19 e 22 de Junho em Viena e Basileia.
As meias-finais têm lugar nos dias 25 e 26, nas mesmas cidades, enquanto o jogo decisivo será disputado no dia 29, em Viena.
Eis o sorteio completo:
GRUPO A
Suíça
República Checa
Portugal
Turquia
GRUPO B
Áustria
Croácia
Alemanha
Polónia
GRUPO C
Holanda
Itália
Roménia
França
GRUPO D
Grécia
Suécia
Espanha
Rússia
a 5 de DEZEMBRO, nasceu ANGELA RÔRÔ
.
Ângela Rô Rô

Nome completo: Ângela Maria Diniz Gonçalves
Origem(ns): Rio de Janeiro
País de nascimento: Brasil
Data de nascimento: 5 de dezembro de 1949
Ângela Maria Diniz Gonçalves, mais conhecida como Ângela Rô Rô, (Rio de Janeiro, 5 de dezembro de 1949) é uma cantora, compositora e pianista brasileira.
Biografia
O apelido Rô Rô vem da risada grave e rouca; características que fazem também o diferencial da voz; um pronunciado sotaque carioca, caracterizado pela acentuação da vogal "a" muitas vezes encavalada na consoante "r", de maneira rasgada e aberta; a fala rápida e atropelada acentua essas características.
Trajetória artística
Compositora competente, já foi gravada por vários artistas, dentre os quais destacam-se Maria Bethânia e Barão Vermelho. Começou a estudar piano clássico aos cinco anos, sendo influênciada por ícones como Maysa, Jacques Brel e Ella Fitzgerald, a quem elegiria posteriormente como ídolos musicais. Durante a década de 1960, no auge da ditadura militar brasileira, mudou-se para Londres, onde trabalhou em restaurantes e cantou em pubs. Ao voltar para o Rio de Janeiro, apresentou-se em casas noturnas de espetáculos emIpanema até ser contratada pela gravadora Polygram
O primeiro disco, exclusivamente com composições da cantora e intitulado simplesmente Ângela Rô Rô (1979) tornou-se um clássico da música brasileira, ao abrigar numa mesma safra canções como Gota de Sangue, Não Há Cabeça, Agito e Uso e o grande sucesso Amor, Meu Grande Amor (que voltou à tona com a regravação do Barão Vermelho nos anos 90). No disco seguinte, Só Nos Resta Viver, os maiores sucessos foram a faixa-título e a regravação de Bárbara, de Chico Buarque e Ruy Guerra, presente na peça de teatro Calabar. Um ponto alto do álbum também é a sarcástica e autoreferencial Meu Mal é a Birita, na qual a cantora fala sem rodeios sobre sua fama de alcoólatra.
O trabalho seguinte, Escândalo (1981), apresentou uma capa em formato de jornal, com o título como manchete, fazendo alusão à grande exposição de Rô Rô na imprensa por ter sido acusada de agressão pela então namorada, a cantora Zizi Possi. A canção Escândalo, que dá título ao álbum, foi composta por Caetano Veloso.
Duas características aliadas muito fortes da persona pública de Ângela Rô Rô é o temperamento forte e a tendência a escândalos. As entrevistas sempre são bombásticas, e um fato que ilustra bem essa afirmação foi quando a cantora abandonou a apresentadora Cidinha Campos no meio de um programa de tevê. Ro Rô disse que Cidinha estaria abusando ao acusá-la de ser uma pessoa violenta e ao fazer alusões nada lisonjeiras sobre uso de drogas e comportamento errático. A irreverência de Rô Rô, somada à homossexualidade e à boemia, acabaram de fato por torná-la uma artista maldita, relegada ao underground com suas canções de blues e jazz marcadas pelas emoções confusas. A artista representa uma vertente da MPB, de cantoras talentosas, ousadas, que fazem do personalismo uma tônica do trabalho e um ícone da sociedade.
Entre o fim da década de 1980 e todos os anos 1990, Rô Rô gravou apenas dois discos e participou de alguns songbooks produzidos por Almir Chediak. Em 1997, foi indiciada por uma tentativa de incêndio no prédio onde morava, em Copacabana. Pouco tempo depois, Rô Rô decide largar as drogas, a bebida e o cigarro, começar a fazer ginástica (perde cerca de 35 quilos no processo) e lança o disco Acertei no Milênio em 2000. Com este trabalho, Rô Rô recebe o prêmio de Compositora do Ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).
Ângela tornou-se posteriormente apresentadora do talk-show Escândalo, na emissora de TV a cabo Canal Brasil e, em 2006, assinou contrato com a independente Indie Records, pertencente a Líber Gadelha (ex-marido de sua namorada Zizi Possi e pai da cantora teen Luiza Possi), para a gravação do disco Compasso e do primeiro DVD ao vivo, gravado em um espetáculo no Circo Voador, na Lapa (Rio de Janeiro), em 20 de setembro de 2006. A canção de mesmo nome alcançou enorme sucesso, conquistando os hits de parada das rádios.
Discografia
Ângela Rô Rô (1979)
Só nos resta viver (1980)
Escândalo (1981)
Simples carinho (1982)
A vida é mesmo assim (1984)
Eu desatino (1984)
Prova de amor (1988)
Ao vivo (1993)
Acertei no milênio! (2000)
Compasso (álbum) (2006
Ângela Rô Rô
Nome completo: Ângela Maria Diniz Gonçalves
Origem(ns): Rio de Janeiro
País de nascimento: Brasil
Data de nascimento: 5 de dezembro de 1949
Ângela Maria Diniz Gonçalves, mais conhecida como Ângela Rô Rô, (Rio de Janeiro, 5 de dezembro de 1949) é uma cantora, compositora e pianista brasileira.
Biografia
O apelido Rô Rô vem da risada grave e rouca; características que fazem também o diferencial da voz; um pronunciado sotaque carioca, caracterizado pela acentuação da vogal "a" muitas vezes encavalada na consoante "r", de maneira rasgada e aberta; a fala rápida e atropelada acentua essas características.
Trajetória artística
Compositora competente, já foi gravada por vários artistas, dentre os quais destacam-se Maria Bethânia e Barão Vermelho. Começou a estudar piano clássico aos cinco anos, sendo influênciada por ícones como Maysa, Jacques Brel e Ella Fitzgerald, a quem elegiria posteriormente como ídolos musicais. Durante a década de 1960, no auge da ditadura militar brasileira, mudou-se para Londres, onde trabalhou em restaurantes e cantou em pubs. Ao voltar para o Rio de Janeiro, apresentou-se em casas noturnas de espetáculos emIpanema até ser contratada pela gravadora Polygram
O primeiro disco, exclusivamente com composições da cantora e intitulado simplesmente Ângela Rô Rô (1979) tornou-se um clássico da música brasileira, ao abrigar numa mesma safra canções como Gota de Sangue, Não Há Cabeça, Agito e Uso e o grande sucesso Amor, Meu Grande Amor (que voltou à tona com a regravação do Barão Vermelho nos anos 90). No disco seguinte, Só Nos Resta Viver, os maiores sucessos foram a faixa-título e a regravação de Bárbara, de Chico Buarque e Ruy Guerra, presente na peça de teatro Calabar. Um ponto alto do álbum também é a sarcástica e autoreferencial Meu Mal é a Birita, na qual a cantora fala sem rodeios sobre sua fama de alcoólatra.
O trabalho seguinte, Escândalo (1981), apresentou uma capa em formato de jornal, com o título como manchete, fazendo alusão à grande exposição de Rô Rô na imprensa por ter sido acusada de agressão pela então namorada, a cantora Zizi Possi. A canção Escândalo, que dá título ao álbum, foi composta por Caetano Veloso.
Duas características aliadas muito fortes da persona pública de Ângela Rô Rô é o temperamento forte e a tendência a escândalos. As entrevistas sempre são bombásticas, e um fato que ilustra bem essa afirmação foi quando a cantora abandonou a apresentadora Cidinha Campos no meio de um programa de tevê. Ro Rô disse que Cidinha estaria abusando ao acusá-la de ser uma pessoa violenta e ao fazer alusões nada lisonjeiras sobre uso de drogas e comportamento errático. A irreverência de Rô Rô, somada à homossexualidade e à boemia, acabaram de fato por torná-la uma artista maldita, relegada ao underground com suas canções de blues e jazz marcadas pelas emoções confusas. A artista representa uma vertente da MPB, de cantoras talentosas, ousadas, que fazem do personalismo uma tônica do trabalho e um ícone da sociedade.
Entre o fim da década de 1980 e todos os anos 1990, Rô Rô gravou apenas dois discos e participou de alguns songbooks produzidos por Almir Chediak. Em 1997, foi indiciada por uma tentativa de incêndio no prédio onde morava, em Copacabana. Pouco tempo depois, Rô Rô decide largar as drogas, a bebida e o cigarro, começar a fazer ginástica (perde cerca de 35 quilos no processo) e lança o disco Acertei no Milênio em 2000. Com este trabalho, Rô Rô recebe o prêmio de Compositora do Ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).
Ângela tornou-se posteriormente apresentadora do talk-show Escândalo, na emissora de TV a cabo Canal Brasil e, em 2006, assinou contrato com a independente Indie Records, pertencente a Líber Gadelha (ex-marido de sua namorada Zizi Possi e pai da cantora teen Luiza Possi), para a gravação do disco Compasso e do primeiro DVD ao vivo, gravado em um espetáculo no Circo Voador, na Lapa (Rio de Janeiro), em 20 de setembro de 2006. A canção de mesmo nome alcançou enorme sucesso, conquistando os hits de parada das rádios.
Discografia
Ângela Rô Rô (1979)
Só nos resta viver (1980)
Escândalo (1981)
Simples carinho (1982)
A vida é mesmo assim (1984)
Eu desatino (1984)
Prova de amor (1988)
Ao vivo (1993)
Acertei no milênio! (2000)
Compasso (álbum) (2006
segunda-feira, dezembro 03, 2007
liga portuguesa - 12ª.JORNADA
.
NO CLÁSSICO BENFICA-PORTO
O PORTO ARRANCA UMA VITÓRIA
NA LUZ E AUMENTA PARA 7
OS PONTOS DE AVANÇO SOBRE
O BENFICA, E AUMENTA PARA 12
O AVANÇO SOBRE O SPORTING
QUE EMPATOU EM CASA FRENTE
AO U.LEIRIA 1-1.

LIGA – 12 ª JORNADA
E. Amadora 2-0 Leixões
V. Setúbal 1-1 Belenenses
Benfica 0-1 F.C. Porto
V. Guimarães 2-1 Académica
Nacional 2-0 Boavista
Naval 2-1 P. Ferreira
Sp. Braga 2-1 Marítimo
Sporting 1-1 U. Leiria
CLASSIFICAÇÃO
1. FC Porto 32 12
2. Benfica 25 12
3. V. Guimarães 22 12
4. Sporting 20 12
5. V. Setúbal 19 12
6. Sp. Braga 18 12
7. Marítimo 17 12
8. Belenenses 15 12
9. Naval 15 12
10. E. Amadora 13 12
11. Nacional 13 12
12. Leixões 11 12
13. Boavista 9 12
14. P. Ferreira 9 12
15. Académica 8 12
16. U. Leiria 5 12
NO CLÁSSICO BENFICA-PORTO
O PORTO ARRANCA UMA VITÓRIA
NA LUZ E AUMENTA PARA 7
OS PONTOS DE AVANÇO SOBRE
O BENFICA, E AUMENTA PARA 12
O AVANÇO SOBRE O SPORTING
QUE EMPATOU EM CASA FRENTE
AO U.LEIRIA 1-1.
LIGA – 12 ª JORNADA
E. Amadora 2-0 Leixões
V. Setúbal 1-1 Belenenses
Benfica 0-1 F.C. Porto
V. Guimarães 2-1 Académica
Nacional 2-0 Boavista
Naval 2-1 P. Ferreira
Sp. Braga 2-1 Marítimo
Sporting 1-1 U. Leiria
CLASSIFICAÇÃO
1. FC Porto 32 12
2. Benfica 25 12
3. V. Guimarães 22 12
4. Sporting 20 12
5. V. Setúbal 19 12
6. Sp. Braga 18 12
7. Marítimo 17 12
8. Belenenses 15 12
9. Naval 15 12
10. E. Amadora 13 12
11. Nacional 13 12
12. Leixões 11 12
13. Boavista 9 12
14. P. Ferreira 9 12
15. Académica 8 12
16. U. Leiria 5 12
domingo, dezembro 02, 2007
BRASILEIRÃO - CORINTHIANS CAI NA SEGUNDONA
.
HISTÓRICO, O CORINTHIANS
EMPATA COM GRÉMIO E
CAI NA SÉRIE B.
DOIS TIMES PAULISTAS
E DOIS DO RIO NA
LIBERTADORES

O CORINTHIANS, NÃO GANHOU AO GRÉMIO, A 2ª. MAIOR TORCIDA DO BRASIL NA SEGUNDONA
Domingo, 02/12/2007
> Grêmio 1 x 1 Corinthians
> Atlético-PR 2 x 1 São Paulo
> Vasco 3 x 0 Paraná
> Juventude 2 x 1 Sport
> Cruzeiro 2 x 0 América-RN
> Goiás 2 x 1 Internacional
> Santos 2 x 4 Fluminense
> Palmeiras 1 x 3 Atlético-MG
> Náutico 1 x 0 Flamengo
> Botafogo 1 x 1 Figueirense
Classificação FINAL do Campeonato
01 São Paulo 77
02 Santos 62
03 Flamengo 61
04 Fluminense 61
05 Cruzeiro 60
06 Grêmio 58
07 Palmeiras 58
08 Atlético-MG 55
09 Botafogo 55
10 Vasco 54
11 Internacional 54
12 Atlético-PR 54
13 Figueirense 53
14 Sport 51
15 Náutico 49
16 Goiás 45
17 Corinthians 44
18 Juventude 41
19 Paraná 41
20 América-RN 17
HISTÓRICO, O CORINTHIANS
EMPATA COM GRÉMIO E
CAI NA SÉRIE B.
DOIS TIMES PAULISTAS
E DOIS DO RIO NA
LIBERTADORES
O CORINTHIANS, NÃO GANHOU AO GRÉMIO, A 2ª. MAIOR TORCIDA DO BRASIL NA SEGUNDONA
Domingo, 02/12/2007
> Grêmio 1 x 1 Corinthians
> Atlético-PR 2 x 1 São Paulo
> Vasco 3 x 0 Paraná
> Juventude 2 x 1 Sport
> Cruzeiro 2 x 0 América-RN
> Goiás 2 x 1 Internacional
> Santos 2 x 4 Fluminense
> Palmeiras 1 x 3 Atlético-MG
> Náutico 1 x 0 Flamengo
> Botafogo 1 x 1 Figueirense
Classificação FINAL do Campeonato
01 São Paulo 77
02 Santos 62
03 Flamengo 61
04 Fluminense 61
05 Cruzeiro 60
06 Grêmio 58
07 Palmeiras 58
08 Atlético-MG 55
09 Botafogo 55
10 Vasco 54
11 Internacional 54
12 Atlético-PR 54
13 Figueirense 53
14 Sport 51
15 Náutico 49
16 Goiás 45
17 Corinthians 44
18 Juventude 41
19 Paraná 41
20 América-RN 17
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