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Um sujeito estava a colocar flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês a colocar um prato de arroz na lápide ao lado. Ele vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, e geralmente à mesma hora que o seu vem cheirar as flores...!
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
segunda-feira, março 16, 2009
domingo, março 15, 2009
história de Portugal - A DESCOBERTA DO CAMINHO MARITIMO PARA A INDIA
.
OS PORTUGUESES DESCOBRIRAM
O CAMINHO MARITIMO PARA
A INDIA NO INTUITO DE
TRAZER ESPECIARIAS PELO
MAR, SUBSTITUINDO AS
OENEROSAS RORAS TERRES-
RES.
Descoberta do caminho marítimo para a Índia

Primeira viagem realizada directamente da Europa para a Índia, pelo Atlântico, sob o comando do navegador português Vasco da Gama, no reinado do rei D. Manuel I, em 1497-1499. Uma das mais notáveis viagens da Época dos Descobrimentos, consolidou a presença marítima e o domínio das rotas comerciais pelos portugueses.
Preparação da viagem
O projecto para o caminho marítimo para a Índia foi delineado por D. João II como medida de redução dos custos nas trocas comerciais com a Ásia e tentativa de monopolizar o comércio das especiarias. A juntar à cada vez mais sólida presença marítima portuguesa, D. João almejava o domínio das rotas comerciais e expansão do reino de Portugal que já se transformava em Império. Porém, o empreendimento não seria realizado durante o seu reinado. Seria o seu sucessor, D. Manuel I que iria designar Vasco da Gama para esta expedição, embora mantendo o plano original.
Porém, este empreendimento não era bem visto pelas altas classes. Nas Cortes de Montemor-o-Novo de 1495 era bem patente a opinião contrária quanto à viagem que D. João II tão esforçadamente havia preparado. Contentavam-se com o comércio da Guiné e do Norte de África e temia-se pela manutenção dos eventuais territórios além-mar, pelo custo implicado na expedição e manutenção das rotas marítimas que daí adviessem. Esta posição é personificada na personagem do Velho do Restelo que aparece, n'Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões, a opor-se ao embarque da armada.
El-Rei D. Manuel não era dessa opinião. Mantendo o plano de D. João II, mandou aparelhar as naus e escolheu Vasco da Gama, cavaleiro da sua casa, para capitão desta armada. Curiosamente, segundo o plano original, D. João II teria designado seu pai, Estêvão da Gama, para chefiar a armada; mas a esta altura tinham ambos já falecido.
A 8 de Julho de 1497 iniciava-se a expedição semi-planetária que terminaria dois anos depois com a entrada da nau Bérrio rio Tejo adentro, trazendo a boa-nova que elevaria Portugal, durante décadas, ao imortal prestígio marítimo.
Contexto
As especiarias eram, desde sempre, consideradas o ouro das Índias. A canela, o gengibre e a pimenta eram produtos difíceis de obter, pelos quais se esperavam caravanas e mercadores experientes vindos do Oriente.
Um mercador de Lisboa descreve a rota terrestre da especiaria da seguinte forma:
"Desta terra de Calecute vai a especiaria que se come em Portugal e em todas as províncias do Mundo; vão também desta cidade muitas pedras preciosas de toda a sorte. Aqui carregam as naus de Meca a especiaria e a levam a uma cidade que está em Meca que se chama Judeia. E pagam ao grande sultão o seu direito. E dali a tornam a carregar em outras naus mais pequenas e a levam pelo Mar Ruivo a um lugar que está junto com Santa Catarina do Monte Sinai que se chama Tunis e também aqui pagam outro direito. Aqui carregam os mercadores esta especiaria em camelos alugados a quatro cruzados cada camelo e a levam ao Cairo em dez dias; e aqui pagam outro direito. E neste caminho para o Cairo muitas vezes os salteiam os ladrões que há naquela terra, os quais são alarves e outros.»
«Aqui tornam a carregá-la outra vez em umas naus, que andam num rio que se chama o Nilo, que vem da terra do Preste João, da Índia Baixa; e vão por este rio dois dias, até que chegam a um lugar que se chama Roxete; e aqui pagam outro direito. E tornam outra vez a carregá-la em camelos e a levam, em uma jornada, a uma cidade que se chama Alexandria, a qual é porto de mar. A esta cidade de Alexandria vêm as galés de Veneza e de Génova buscar esta especiaria, da qual se acha que há o grande sultão 600 000 cruzados; dos quais dá, em cada ano, a um rei que se chama Cidadim 100 000 para que faça guerra ao Preste João."
Dos mercados de Veneza e Génova só então eram espalhadas para toda a Europa estas especiarias, acrescidas imensamente no seu custo, e sem chegada garantida. Em 1453, com a tomada da cidade de Constantinopla pelos Otomanos, as trocas comerciais de Veneza e de Génova ficaram muito reduzidas. O proveito dos portugueses em estabelecer uma rota marítima, portanto praticamente isenta de assalto — não obstante, coberta de perigos no mar —, mostrava-se recompensador e esboçava no futuro um grande rendimento à Coroa. Portugal iria ligar directamente as regiões produtoras das especiarias aos seus mercados na Europa.
Antes do empreendimento, D. João II procurou saber informações de um alegado reino do Preste João, um cristão que talvez pudesse colaborar com os portugueses.
Mapa do suposto reino de Preste João como sendo a região da Etiópia.Cerca do ano de 1481, João Afonso de Aveiro, ao fazer exploração do reino de Benim, colhera informações acerca de um quase lendário príncipe Ogané, cujo reino situava-se muito para o Oriente do de Benim. Seria cristão e gozava de grande veneração e poder. Dizia-se em Benim que o reino de Ogané distava vinte luas de andadura, o que, segundo o relato de João de Barros, corresponderia a duzentas e cinquenta léguas.
Animado com tais notícias, D. João II enviou, em 1487, Frei António de Lisboa, e Pedro de Montarroio para colherem no Oriente novas informações que permitissem localizar o Preste João, ao qual parecia corresponder, afinal, a descrição que lhe chegava desse príncipe Ogané. Mas a missão desses enviados não passou de Jerusalém, porque esses dois portugueses desconheciam a língua árabe e por isso temeram continuar, e regressaram a Portugal.
Com muito cuidado e segredo preparou dois novos homens da sua confiança, Afonso de Paiva, de Castelo Branco, e Pêro da Covilhã. Iniciando caminho por Valência, Barcelona, Nápoles, Rodes, Alexandria, Cairo, Adem. Aqui se deveriam separar para destinos diferentes: Afonso de Paiva para a Etiópia e Pêro da Covilhã para a Índia. Nenhum dos homens voltou, mas as informações que D. João necessitava retornaram ao reino e serviriam de base de sustentação à eventual épica aventura marítima que se avizinhava.
O plano de viagem teria então que prever a segurança da rota. Para isso seria necessário instalar feitorias ao longo do caminho, e criar fortalezas. A missão caberia ao capitão da armada que ia munido de muitos presentes e equipamento para desbravar os mares e atestado de diplomacia e perseverança para criar elos com os monarcas desconhecidos que eventualmente encontrasse pelo caminho.
Mas já não seria no reinado de D. João que este empreendimento, com forte oposição da corte, seria iniciado, mas sim no de seu sucessor, D. Manuel I que não partilhava da opinião geral e via nas rotas marítimas uma boa — senão a melhor — forma de dominar o comércio com o Oriente.
A armada
Nau Capitão Piloto Mestre Escrivão
São Gabriel Vasco da Gama Pêro de Alenquer Gonçalo Álvares Diogo Dias
São Rafael Paulo da Gama João de Coimbra — João de Sá
Bérrio Nicolau Coelho Pêro Escobar — Álvaro de Braga
Navio de
mantimentos Gonçalo Nunes
Entre os mareantes, incluiam-se dois intérpretes, Fernão Martins e Martim Afonso de Sousa, e dois frades, João Figueira e Pêro da Covilhã. Ao todo, as tripulações perfaziam 170 homens.
Os marinheiros dispunham de cartas de marear onde estava marcada toda a costa africana conhecida até então, de quadrantes, astrolábios de vários tamanhos, de regimentos e de tábuas com cálculos — como as tábuas astronómicas de Abraão Zacuto —, de agulhas e prumos. Um dos navios transportava exclusivamente mantimentos para três anos: biscoitos, feijão, carnes secas, vinho, farinha, azeite, salmouras e outras coisas de botica. Estava previsto o reabastecimento contínuo ao longo da costa de África. A viagem á Índia foi realizada por 3 naus e um navio de mantimentos. Nessas três naus ia um capitão, um piloto. No navio de mantimentos ia só um capitão. Nas duas naus ia também um escrivão. Na primeira nau ia um mestre
A viagem

Nesta figura também se pode ver, para comparação, o caminho percorrido por Pêro da Covilhã (a laranja) separado de Afonso de Paiva (a azul) depois da longa viagem juntos (a verde).Iniciava-se, assim, a expedição a 8 de Julho de 1497. A linha de navegação de Lisboa a Cabo Verde foi a habitual e no Oceano Índico é descrita por Álvaro Velho: «rota costeira até Melinde e travessia directa deste porto até Calecute». Durante esta expedição foram determinadas latitudes através da observação solar, como refere João de Barros.
Relatam os Diários de Bordo das naus muitas experiências inéditas. Encontrou esta ansiosa tripulação rica fauna e flora. Fizeram contacto perto de Santa Helena com tribos que comiam lobos-marinhos, baleias, carne de gazelas e raízes de ervas; andavam cobertos com peles e as suas armas eram simples lanças de madeira de zambujo e cornos de animais; viram tribos que tocavam flautas rústicas de forma coordenada, o que era surpreendente perante a visão dos negros pelos europeus. Ao mesmo tempo que o escorbuto se instalava na tripulação, cruzavam-se em Moçambique com palmeiras que davam cocos.
Apesar das adversidades de uma viagem desta escala, a tripulação mantinha a curiosidade e o ânimo em conseguir a proeza e conviver com os povos. Para isso reuniam forças até para assaltar navios em busca de pilotos. Com os prisioneiros, podia o capitão-mor fazer trocas, ou colocá-los a trabalhar na faina; ao rei de Mombaça pediu pilotos cristãos que ele tinha detido e assim trocou prisioneiros. Seria com a ajuda destes pilotos que chegariam a Calecute, terra tão desejada, onde o fascínio se perdia agora pela moda, costumes e riqueza dos nativos.
Sabe-se, por Damião de Góis, que durante a viagem foram colocados cinco padrões: São Rafael, no rio dos Bons Sinais; São Jorge, em Moçambique, Santo Espírito, em Melinde; Santa Maria, nos Ilhéus, e São Gabriel, em Calecute. Estes monumentos destinavam-se a afirmar a soberania portuguesa nos locais para que outros exploradores não tomassem as terras como por si descobertas.
A entrada em Calecute sofreu alguma oposição, também devido ao patrocínio dos mercadores árabes que queriam manter os Europeus afastados. A perseverança de Vasco da Gama fez com que se iniciassem, mesmo assim, as negociações entre ele e o samorim, de onde resultava uma carta comprovatória do encontro que dizia:
«Vasco da Gama, fidalgo da vossa casa, veio à minha terra, com o que eu folguei. Em minha terra, há muita canela, e muito cravo e gengibre e pimenta e muitas pedras preciosas. E o que quero da tua é ouro e prata e coral e escarlata».
Regresso a Portugal
Vasco da Gama apresenta a D. Manuel as primícias da Índia (Biblioteca Nacional de Portugal, c.1900)A 12 de Julho de 1499, depois de mais de dois anos do início desta expedição, entra a caravela Bérrio no rio Tejo, comandada por Nicolau Coelho, com a notícia que iria emocionar Lisboa: os portugueses chegaram à Índia pelo mar. Vasco da Gama tinha ficado para trás, na ilha Terceira, preferindo acompanhar o seu irmão, gravemente doente, renunciado assim aos festejos e felicitações pela notícia.
Das naus envolvidas, apenas a São Rafael não regressou, pois teria sido queimada por incapacidade de a manobrar, consequência do reduzido número a que se via a tripulação no regresso, fruto das doenças responsáveis pela morte de cerca de metade da tripulação, como o escorbuto, que se fez sentir mais afincadamente durante a travessia do Oceano Índico.
Vasco da Gama retornava ao país em 29 de Agosto e seria recebido pelo próprio rei D. Manuel I com contentamento que lhe atribuía o título de Dom e grandes recompensas. Fez Nicolau Coelho fidalgo da sua casa, assim como a todos os outros, conforme os serviços que haviam prestado.
D. Manuel I apressa-se a dar a notícia aos reis de Espanha, numa exibição orgulhosa do feito e para avisar, simultaneamente, que as rotas seriam doravante exploradas pela Coroa Portuguesa.
Há notícia de um mercador italiano que espalhou por Florença a boa-nova: «Descobriram 1800 léguas de novas terras além do Cabo da Boa Esperança, cujo cabo foi descoberto no tempo do rei João. O capitão descobriu uma grande cidade muralhada , com muito boas casas de pedra, no estilo mourisco, habitada por mouros da cor dos indianos. O capitão desembarcou aqui e o rei deu-lhe um piloto para cruzar o golfo». O mercador referia-se a Melinde.
OS PORTUGUESES DESCOBRIRAM
O CAMINHO MARITIMO PARA
A INDIA NO INTUITO DE
TRAZER ESPECIARIAS PELO
MAR, SUBSTITUINDO AS
OENEROSAS RORAS TERRES-
RES.
Descoberta do caminho marítimo para a Índia
Primeira viagem realizada directamente da Europa para a Índia, pelo Atlântico, sob o comando do navegador português Vasco da Gama, no reinado do rei D. Manuel I, em 1497-1499. Uma das mais notáveis viagens da Época dos Descobrimentos, consolidou a presença marítima e o domínio das rotas comerciais pelos portugueses.
Preparação da viagem
O projecto para o caminho marítimo para a Índia foi delineado por D. João II como medida de redução dos custos nas trocas comerciais com a Ásia e tentativa de monopolizar o comércio das especiarias. A juntar à cada vez mais sólida presença marítima portuguesa, D. João almejava o domínio das rotas comerciais e expansão do reino de Portugal que já se transformava em Império. Porém, o empreendimento não seria realizado durante o seu reinado. Seria o seu sucessor, D. Manuel I que iria designar Vasco da Gama para esta expedição, embora mantendo o plano original.
Porém, este empreendimento não era bem visto pelas altas classes. Nas Cortes de Montemor-o-Novo de 1495 era bem patente a opinião contrária quanto à viagem que D. João II tão esforçadamente havia preparado. Contentavam-se com o comércio da Guiné e do Norte de África e temia-se pela manutenção dos eventuais territórios além-mar, pelo custo implicado na expedição e manutenção das rotas marítimas que daí adviessem. Esta posição é personificada na personagem do Velho do Restelo que aparece, n'Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões, a opor-se ao embarque da armada.
El-Rei D. Manuel não era dessa opinião. Mantendo o plano de D. João II, mandou aparelhar as naus e escolheu Vasco da Gama, cavaleiro da sua casa, para capitão desta armada. Curiosamente, segundo o plano original, D. João II teria designado seu pai, Estêvão da Gama, para chefiar a armada; mas a esta altura tinham ambos já falecido.
A 8 de Julho de 1497 iniciava-se a expedição semi-planetária que terminaria dois anos depois com a entrada da nau Bérrio rio Tejo adentro, trazendo a boa-nova que elevaria Portugal, durante décadas, ao imortal prestígio marítimo.
Contexto
As especiarias eram, desde sempre, consideradas o ouro das Índias. A canela, o gengibre e a pimenta eram produtos difíceis de obter, pelos quais se esperavam caravanas e mercadores experientes vindos do Oriente.
Um mercador de Lisboa descreve a rota terrestre da especiaria da seguinte forma:
"Desta terra de Calecute vai a especiaria que se come em Portugal e em todas as províncias do Mundo; vão também desta cidade muitas pedras preciosas de toda a sorte. Aqui carregam as naus de Meca a especiaria e a levam a uma cidade que está em Meca que se chama Judeia. E pagam ao grande sultão o seu direito. E dali a tornam a carregar em outras naus mais pequenas e a levam pelo Mar Ruivo a um lugar que está junto com Santa Catarina do Monte Sinai que se chama Tunis e também aqui pagam outro direito. Aqui carregam os mercadores esta especiaria em camelos alugados a quatro cruzados cada camelo e a levam ao Cairo em dez dias; e aqui pagam outro direito. E neste caminho para o Cairo muitas vezes os salteiam os ladrões que há naquela terra, os quais são alarves e outros.»
«Aqui tornam a carregá-la outra vez em umas naus, que andam num rio que se chama o Nilo, que vem da terra do Preste João, da Índia Baixa; e vão por este rio dois dias, até que chegam a um lugar que se chama Roxete; e aqui pagam outro direito. E tornam outra vez a carregá-la em camelos e a levam, em uma jornada, a uma cidade que se chama Alexandria, a qual é porto de mar. A esta cidade de Alexandria vêm as galés de Veneza e de Génova buscar esta especiaria, da qual se acha que há o grande sultão 600 000 cruzados; dos quais dá, em cada ano, a um rei que se chama Cidadim 100 000 para que faça guerra ao Preste João."
Dos mercados de Veneza e Génova só então eram espalhadas para toda a Europa estas especiarias, acrescidas imensamente no seu custo, e sem chegada garantida. Em 1453, com a tomada da cidade de Constantinopla pelos Otomanos, as trocas comerciais de Veneza e de Génova ficaram muito reduzidas. O proveito dos portugueses em estabelecer uma rota marítima, portanto praticamente isenta de assalto — não obstante, coberta de perigos no mar —, mostrava-se recompensador e esboçava no futuro um grande rendimento à Coroa. Portugal iria ligar directamente as regiões produtoras das especiarias aos seus mercados na Europa.
Antes do empreendimento, D. João II procurou saber informações de um alegado reino do Preste João, um cristão que talvez pudesse colaborar com os portugueses.
Mapa do suposto reino de Preste João como sendo a região da Etiópia.Cerca do ano de 1481, João Afonso de Aveiro, ao fazer exploração do reino de Benim, colhera informações acerca de um quase lendário príncipe Ogané, cujo reino situava-se muito para o Oriente do de Benim. Seria cristão e gozava de grande veneração e poder. Dizia-se em Benim que o reino de Ogané distava vinte luas de andadura, o que, segundo o relato de João de Barros, corresponderia a duzentas e cinquenta léguas.
Animado com tais notícias, D. João II enviou, em 1487, Frei António de Lisboa, e Pedro de Montarroio para colherem no Oriente novas informações que permitissem localizar o Preste João, ao qual parecia corresponder, afinal, a descrição que lhe chegava desse príncipe Ogané. Mas a missão desses enviados não passou de Jerusalém, porque esses dois portugueses desconheciam a língua árabe e por isso temeram continuar, e regressaram a Portugal.
Com muito cuidado e segredo preparou dois novos homens da sua confiança, Afonso de Paiva, de Castelo Branco, e Pêro da Covilhã. Iniciando caminho por Valência, Barcelona, Nápoles, Rodes, Alexandria, Cairo, Adem. Aqui se deveriam separar para destinos diferentes: Afonso de Paiva para a Etiópia e Pêro da Covilhã para a Índia. Nenhum dos homens voltou, mas as informações que D. João necessitava retornaram ao reino e serviriam de base de sustentação à eventual épica aventura marítima que se avizinhava.
O plano de viagem teria então que prever a segurança da rota. Para isso seria necessário instalar feitorias ao longo do caminho, e criar fortalezas. A missão caberia ao capitão da armada que ia munido de muitos presentes e equipamento para desbravar os mares e atestado de diplomacia e perseverança para criar elos com os monarcas desconhecidos que eventualmente encontrasse pelo caminho.
Mas já não seria no reinado de D. João que este empreendimento, com forte oposição da corte, seria iniciado, mas sim no de seu sucessor, D. Manuel I que não partilhava da opinião geral e via nas rotas marítimas uma boa — senão a melhor — forma de dominar o comércio com o Oriente.
A armada
Nau Capitão Piloto Mestre Escrivão
São Gabriel Vasco da Gama Pêro de Alenquer Gonçalo Álvares Diogo Dias
São Rafael Paulo da Gama João de Coimbra — João de Sá
Bérrio Nicolau Coelho Pêro Escobar — Álvaro de Braga
Navio de
mantimentos Gonçalo Nunes
Entre os mareantes, incluiam-se dois intérpretes, Fernão Martins e Martim Afonso de Sousa, e dois frades, João Figueira e Pêro da Covilhã. Ao todo, as tripulações perfaziam 170 homens.
Os marinheiros dispunham de cartas de marear onde estava marcada toda a costa africana conhecida até então, de quadrantes, astrolábios de vários tamanhos, de regimentos e de tábuas com cálculos — como as tábuas astronómicas de Abraão Zacuto —, de agulhas e prumos. Um dos navios transportava exclusivamente mantimentos para três anos: biscoitos, feijão, carnes secas, vinho, farinha, azeite, salmouras e outras coisas de botica. Estava previsto o reabastecimento contínuo ao longo da costa de África. A viagem á Índia foi realizada por 3 naus e um navio de mantimentos. Nessas três naus ia um capitão, um piloto. No navio de mantimentos ia só um capitão. Nas duas naus ia também um escrivão. Na primeira nau ia um mestre
A viagem
Nesta figura também se pode ver, para comparação, o caminho percorrido por Pêro da Covilhã (a laranja) separado de Afonso de Paiva (a azul) depois da longa viagem juntos (a verde).Iniciava-se, assim, a expedição a 8 de Julho de 1497. A linha de navegação de Lisboa a Cabo Verde foi a habitual e no Oceano Índico é descrita por Álvaro Velho: «rota costeira até Melinde e travessia directa deste porto até Calecute». Durante esta expedição foram determinadas latitudes através da observação solar, como refere João de Barros.
Relatam os Diários de Bordo das naus muitas experiências inéditas. Encontrou esta ansiosa tripulação rica fauna e flora. Fizeram contacto perto de Santa Helena com tribos que comiam lobos-marinhos, baleias, carne de gazelas e raízes de ervas; andavam cobertos com peles e as suas armas eram simples lanças de madeira de zambujo e cornos de animais; viram tribos que tocavam flautas rústicas de forma coordenada, o que era surpreendente perante a visão dos negros pelos europeus. Ao mesmo tempo que o escorbuto se instalava na tripulação, cruzavam-se em Moçambique com palmeiras que davam cocos.
Apesar das adversidades de uma viagem desta escala, a tripulação mantinha a curiosidade e o ânimo em conseguir a proeza e conviver com os povos. Para isso reuniam forças até para assaltar navios em busca de pilotos. Com os prisioneiros, podia o capitão-mor fazer trocas, ou colocá-los a trabalhar na faina; ao rei de Mombaça pediu pilotos cristãos que ele tinha detido e assim trocou prisioneiros. Seria com a ajuda destes pilotos que chegariam a Calecute, terra tão desejada, onde o fascínio se perdia agora pela moda, costumes e riqueza dos nativos.
Sabe-se, por Damião de Góis, que durante a viagem foram colocados cinco padrões: São Rafael, no rio dos Bons Sinais; São Jorge, em Moçambique, Santo Espírito, em Melinde; Santa Maria, nos Ilhéus, e São Gabriel, em Calecute. Estes monumentos destinavam-se a afirmar a soberania portuguesa nos locais para que outros exploradores não tomassem as terras como por si descobertas.
A entrada em Calecute sofreu alguma oposição, também devido ao patrocínio dos mercadores árabes que queriam manter os Europeus afastados. A perseverança de Vasco da Gama fez com que se iniciassem, mesmo assim, as negociações entre ele e o samorim, de onde resultava uma carta comprovatória do encontro que dizia:
«Vasco da Gama, fidalgo da vossa casa, veio à minha terra, com o que eu folguei. Em minha terra, há muita canela, e muito cravo e gengibre e pimenta e muitas pedras preciosas. E o que quero da tua é ouro e prata e coral e escarlata».
Regresso a Portugal
Vasco da Gama apresenta a D. Manuel as primícias da Índia (Biblioteca Nacional de Portugal, c.1900)A 12 de Julho de 1499, depois de mais de dois anos do início desta expedição, entra a caravela Bérrio no rio Tejo, comandada por Nicolau Coelho, com a notícia que iria emocionar Lisboa: os portugueses chegaram à Índia pelo mar. Vasco da Gama tinha ficado para trás, na ilha Terceira, preferindo acompanhar o seu irmão, gravemente doente, renunciado assim aos festejos e felicitações pela notícia.
Das naus envolvidas, apenas a São Rafael não regressou, pois teria sido queimada por incapacidade de a manobrar, consequência do reduzido número a que se via a tripulação no regresso, fruto das doenças responsáveis pela morte de cerca de metade da tripulação, como o escorbuto, que se fez sentir mais afincadamente durante a travessia do Oceano Índico.
Vasco da Gama retornava ao país em 29 de Agosto e seria recebido pelo próprio rei D. Manuel I com contentamento que lhe atribuía o título de Dom e grandes recompensas. Fez Nicolau Coelho fidalgo da sua casa, assim como a todos os outros, conforme os serviços que haviam prestado.
D. Manuel I apressa-se a dar a notícia aos reis de Espanha, numa exibição orgulhosa do feito e para avisar, simultaneamente, que as rotas seriam doravante exploradas pela Coroa Portuguesa.
Há notícia de um mercador italiano que espalhou por Florença a boa-nova: «Descobriram 1800 léguas de novas terras além do Cabo da Boa Esperança, cujo cabo foi descoberto no tempo do rei João. O capitão descobriu uma grande cidade muralhada , com muito boas casas de pedra, no estilo mourisco, habitada por mouros da cor dos indianos. O capitão desembarcou aqui e o rei deu-lhe um piloto para cruzar o golfo». O mercador referia-se a Melinde.
CARIOCÃO - TAÇA RIO
.
JOGOU-SE ESTE FINAL DE
SEMANA MAIS UMA RODADA
DO CARIOCÃO´.
DOS GRANDES SÓ O FLAMENGO
CEDEU EMPAYE COM OS
TIGRES DO BRASIL
Flamengo 1x1 Tigres Brasil
Duque de Caxias 0x1 Friburguense
Volta Redonda 0x1 Madureira
Mesquita 0x1 Resende
Fluminense 3x1 Macaé
Boavista 0x1 Vasco
Cabofriense 0x4 Botafogo
Americano 1x3 Bangu
BOAVISTA, 0 VASCO,1
JOGOU-SE ESTE FINAL DE
SEMANA MAIS UMA RODADA
DO CARIOCÃO´.
DOS GRANDES SÓ O FLAMENGO
CEDEU EMPAYE COM OS
TIGRES DO BRASIL
Flamengo 1x1 Tigres Brasil
Duque de Caxias 0x1 Friburguense
Volta Redonda 0x1 Madureira
Mesquita 0x1 Resende
Fluminense 3x1 Macaé
Boavista 0x1 Vasco
Cabofriense 0x4 Botafogo
Americano 1x3 Bangu
BOAVISTA, 0 VASCO,1
300 mil! 300 mil!! 300 mil!!
.
O NOSSO BLOG ULTRAPASSOU
A META DOS 300 MIL VISI-
TANTES.
Alô Afonso Henrique, você pensou quando à mesa da lanchonete na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, nós pensámos e criámos este nosso BLOG LUSO CARIOCA , que atingiriamos este êxito?
Somos lidos em 125 países, e estamos com mil acessos diários.
É o triunfo luso brasileiro, é a amizade entre os nossos países, irmão.
Vamos continuar.
O NOSSO BLOG ULTRAPASSOU
A META DOS 300 MIL VISI-
TANTES.
Alô Afonso Henrique, você pensou quando à mesa da lanchonete na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, nós pensámos e criámos este nosso BLOG LUSO CARIOCA , que atingiriamos este êxito?
Somos lidos em 125 países, e estamos com mil acessos diários.
É o triunfo luso brasileiro, é a amizade entre os nossos países, irmão.
Vamos continuar.
LIGA PORTUGUESA
.
DEPOIS DA DERROTA DO BENFICA
E DA VITÓRIA DO SPORTING,
COUBE HOJE AO PORTO VENDER
A NAVAL 2-0, E A FICAR COM
4 PONTOS DE AVANÇO SOBRE O
SPORTING (AGORA 2º.) E 5
SOBRE O BENFICA.
O ARGENTINO GONZALEZ FACTURA O 1º.GOLO DA NOITE PARA O PORTO
Nacional 16/03 Marítimo h2h
Trofense 0-1 V. Setúbal
Sp. Braga 1-1 Académica
Belenenses 2-2 Est. Amadora
Benfica 0-1 V. Guimarães
FC Porto 2-0 Naval
P. Ferreira 4-0 Leixões
Sporting 2-0 Rio Ave
Classificação
1 FC Porto 48
2 Sporting 44
3 Benfica 43
4 Sp. Braga 37
5 Nacional 35 MENOS 1 JOGO
6 Leixões 35
7 Marítimo 33 MENOS 1 JOGO
8 V. Guimarães 30
9 Est. Amadora 27
10 Académica 25
11 Naval 23
12 P. Ferreira 22
13 V. Setúbal 22
14 Trofense 18
15 Belenenses 17
16 Rio Ave 17
PORTO,2 NAVAL,0
O Porto ganhou à vontade e caminha para o titulo.
DEPOIS DA DERROTA DO BENFICA
E DA VITÓRIA DO SPORTING,
COUBE HOJE AO PORTO VENDER
A NAVAL 2-0, E A FICAR COM
4 PONTOS DE AVANÇO SOBRE O
SPORTING (AGORA 2º.) E 5
SOBRE O BENFICA.
O ARGENTINO GONZALEZ FACTURA O 1º.GOLO DA NOITE PARA O PORTO
Nacional 16/03 Marítimo h2h
Trofense 0-1 V. Setúbal
Sp. Braga 1-1 Académica
Belenenses 2-2 Est. Amadora
Benfica 0-1 V. Guimarães
FC Porto 2-0 Naval
P. Ferreira 4-0 Leixões
Sporting 2-0 Rio Ave
Classificação
1 FC Porto 48
2 Sporting 44
3 Benfica 43
4 Sp. Braga 37
5 Nacional 35 MENOS 1 JOGO
6 Leixões 35
7 Marítimo 33 MENOS 1 JOGO
8 V. Guimarães 30
9 Est. Amadora 27
10 Académica 25
11 Naval 23
12 P. Ferreira 22
13 V. Setúbal 22
14 Trofense 18
15 Belenenses 17
16 Rio Ave 17
PORTO,2 NAVAL,0
O Porto ganhou à vontade e caminha para o titulo.
preliminares
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O GNR manda o sujeito parar o carro:
- Os seus documentos, por favor. O senhor circulava a 130 km/h e a
velocidade máxima nesta estrada é 100.
- Não, senhor guarda, eu ia a 100, de certeza.
A sogra, no banco de trás, corrige:
- Ah, João André, que é isso? Tu ias a 130 ou até mais!
O sujeito olha para a sogra com o rosto enrubescido.
- E o seu farol direito não funciona, diz o guarda.
- O farol? Nem sabia disso. Deve ter pifado aqui na estrada.
A sogra insiste:
- Ah, João André, que mentira! Há semanas que andas a dizer que
O sujeito fulo, faz sinal à sogra para ficar calada.
- O senhor está sem o cinto de segurança, diz o guarda
- Mas, senhor guarda, eu estava com ele. Só o tirei para lhe mostrar
os documentos!
- Ah, João André, deixa-te disso! Tu nunca usas o cinto!
O sujeito não se contém e grita para a sogra:
- CALE A BOCA, PORRA!
O guarda inclina-se e pergunta à senhora:
- Ele costuma gritar assim com a senhora?
- Não, senhor guarda; só quando bebe...
O GNR manda o sujeito parar o carro:
- Os seus documentos, por favor. O senhor circulava a 130 km/h e a
velocidade máxima nesta estrada é 100.
- Não, senhor guarda, eu ia a 100, de certeza.
A sogra, no banco de trás, corrige:
- Ah, João André, que é isso? Tu ias a 130 ou até mais!
O sujeito olha para a sogra com o rosto enrubescido.
- E o seu farol direito não funciona, diz o guarda.
- O farol? Nem sabia disso. Deve ter pifado aqui na estrada.
A sogra insiste:
- Ah, João André, que mentira! Há semanas que andas a dizer que
O sujeito fulo, faz sinal à sogra para ficar calada.
- O senhor está sem o cinto de segurança, diz o guarda
- Mas, senhor guarda, eu estava com ele. Só o tirei para lhe mostrar
os documentos!
- Ah, João André, deixa-te disso! Tu nunca usas o cinto!
O sujeito não se contém e grita para a sogra:
- CALE A BOCA, PORRA!
O guarda inclina-se e pergunta à senhora:
- Ele costuma gritar assim com a senhora?
- Não, senhor guarda; só quando bebe...
sábado, março 14, 2009
LIGA PORTUGUESA
.
DISPUTADOS HOJE OS JOGOS
DE DOIS GRANDES.
O BENFICA SOFREU INESPERADA
DERROTA EM CASA FRENTE AO
GUIMARÃES (O-1)

NO FINAL DO JOGO O TREINADOR CAJUDA CONFRSSOU-SE BENFIQUISTA DESDE PEQUENINO...
VOCÊS LEMBRA-SE DO AMIGO DA ONÇA?

O SPORTING ATENUOU O DES-
GOSTO DA DERROTA COM O
BAYERN ,VENCEU 2-0 O
RIO AVE, E ULTRAPASSOU
O BENFICA.
BENFICA, 0 GUIMARÃES, 1
O Benfica, carregado de bons jogares, continua a não ter uma equipa.
Joga mal, adormece no jogo, faz dois jogos bons, embandeira em arco, e logo a seguir perde ou empata e desilude os seus adeptos.
Depois da exiboção de ontem ,que revelou que Quique Flores de facto não é treinador para o Benica, não percebeu que já não está no Getafe, e que empatar com o Paços de Ferreira ou com o Amadora não é um bom resultado para um clube como o Benfica.Ele é de menos para a rica história do clube da Luz.
O BRASILEIRO ROBERTO FACTUROU O GOLO DA VITÓRIA
SPORTING, 2 RIO AVE,0
O SPORTING vinha de uma humilhação pesada na derrota 7-1 com o Bayern, é recebida com apupos e aplausos.
Ganha 2-0, à vontade, mas a qualidade do seu futebol na 2ª.parte não é boa.
O BRASILEIRO ROCHEMBACK FAZ AQUI O 2º.GOLO DO SPORTING
DISPUTADOS HOJE OS JOGOS
DE DOIS GRANDES.
O BENFICA SOFREU INESPERADA
DERROTA EM CASA FRENTE AO
GUIMARÃES (O-1)
NO FINAL DO JOGO O TREINADOR CAJUDA CONFRSSOU-SE BENFIQUISTA DESDE PEQUENINO...
VOCÊS LEMBRA-SE DO AMIGO DA ONÇA?
O SPORTING ATENUOU O DES-
GOSTO DA DERROTA COM O
BAYERN ,VENCEU 2-0 O
RIO AVE, E ULTRAPASSOU
O BENFICA.
BENFICA, 0 GUIMARÃES, 1
O Benfica, carregado de bons jogares, continua a não ter uma equipa.
Joga mal, adormece no jogo, faz dois jogos bons, embandeira em arco, e logo a seguir perde ou empata e desilude os seus adeptos.
Depois da exiboção de ontem ,que revelou que Quique Flores de facto não é treinador para o Benica, não percebeu que já não está no Getafe, e que empatar com o Paços de Ferreira ou com o Amadora não é um bom resultado para um clube como o Benfica.Ele é de menos para a rica história do clube da Luz.
O BRASILEIRO ROBERTO FACTUROU O GOLO DA VITÓRIA
SPORTING, 2 RIO AVE,0
O SPORTING vinha de uma humilhação pesada na derrota 7-1 com o Bayern, é recebida com apupos e aplausos.
Ganha 2-0, à vontade, mas a qualidade do seu futebol na 2ª.parte não é boa.
O BRASILEIRO ROCHEMBACK FAZ AQUI O 2º.GOLO DO SPORTING
preliminares
.
Ramon e Helga passeavam agarradinhos e de mãos dadas pelo parque verdejante.
Os desejos sexuais de Ramon aumentavam quanto mais caminhavam entre as grandes e sombrias árvores.
Quando Ramon já não suporta tanta excitação e se prepara para se declarar, Helga interrompe-o:
- Espero que você não se aborreça amor, mas quero fazer xixi.
Apesar de espantado pelo pedido inusitado, Ramon concorda:
- Tudo bem Helga, vá ali para trás daqueles arbustos.
Helga segue o conselho de Ramon.
Enquanto isso, ele, nervoso e possuído pela luxúria, escuta o som erótico da cuequinha a deslizar pelas coxas suculentas de Helga, e imagina tudo aquilo ali tão próximo e à sua disposição.
Incapaz de se conter e seguindo os seus instintos animais, Ramon introduz o braço através dos arbustos e toca a perna dela.
Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até que, horrorizado, agarra algo grosso e quente, no meio das pernas dela.
Muito assustado, pergunta-lhe:
- Helga! Por amor de Deus! Você mudou de sexo?
- Não - responde ela irritada. - Mudei foi de ideias... tô cagando!!!
Ramon e Helga passeavam agarradinhos e de mãos dadas pelo parque verdejante.
Os desejos sexuais de Ramon aumentavam quanto mais caminhavam entre as grandes e sombrias árvores.
Quando Ramon já não suporta tanta excitação e se prepara para se declarar, Helga interrompe-o:
- Espero que você não se aborreça amor, mas quero fazer xixi.
Apesar de espantado pelo pedido inusitado, Ramon concorda:
- Tudo bem Helga, vá ali para trás daqueles arbustos.
Helga segue o conselho de Ramon.
Enquanto isso, ele, nervoso e possuído pela luxúria, escuta o som erótico da cuequinha a deslizar pelas coxas suculentas de Helga, e imagina tudo aquilo ali tão próximo e à sua disposição.
Incapaz de se conter e seguindo os seus instintos animais, Ramon introduz o braço através dos arbustos e toca a perna dela.
Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até que, horrorizado, agarra algo grosso e quente, no meio das pernas dela.
Muito assustado, pergunta-lhe:
- Helga! Por amor de Deus! Você mudou de sexo?
- Não - responde ela irritada. - Mudei foi de ideias... tô cagando!!!
PAULISTÃO
.
O PALMEIRAS SÓ EMPATA E
VÊ APROXIMAR-SE O
CORINTHIANS QUE VENCEU
10/03 21h45 Ideonor Picardi Semeghini Oeste 1x1 Botafogo
11/03 19h30 Arena Barueri Barueri 2x1 Bragantino
11/03 19h30 Canindé Portuguesa 1x0 Guaratinguetá
11/03 19h30 Alfredo Castilho Noroeste 3x1 Ponte Preta
11/03 19h30 Bento de Abreu Marília 2x1 Guarani
11/03 19h30 Bruno José Daniel Santo André 4x0 Mogi Mirim
11/03 21h50 Pacaembu Corinthians 2x1 São Caetano
11/03 21h50 Novelli Júnior Ituano 1x1 Palmeiras
12/03 21h30 Vila Belmiro Santos 1x1 Paulista
12/03 21h45 Morumbi São Paulo 5x0 Mirassol
CLASSIFICAÇÃO
1º Palmeiras 30
2º Corinthians 29
3º São Paulo 26
4º Santo André 25
5º Santos 24
Portuguesa 24
7º Barueri 22
8º São Caetano 17
9º Ponte Preta 16
Ituano 16
11º Botafogo-SP 15
12º Paulista 14
Guaratinguetá 14
Mirassol 14
15º Marília 13
16º Bragantino 12
Oeste 12
18º Noroeste 10
Guarani 10
20º Mogi Mirim 9
O PALMEIRAS SÓ EMPATA E
VÊ APROXIMAR-SE O
CORINTHIANS QUE VENCEU
10/03 21h45 Ideonor Picardi Semeghini Oeste 1x1 Botafogo
11/03 19h30 Arena Barueri Barueri 2x1 Bragantino
11/03 19h30 Canindé Portuguesa 1x0 Guaratinguetá
11/03 19h30 Alfredo Castilho Noroeste 3x1 Ponte Preta
11/03 19h30 Bento de Abreu Marília 2x1 Guarani
11/03 19h30 Bruno José Daniel Santo André 4x0 Mogi Mirim
11/03 21h50 Pacaembu Corinthians 2x1 São Caetano
11/03 21h50 Novelli Júnior Ituano 1x1 Palmeiras
12/03 21h30 Vila Belmiro Santos 1x1 Paulista
12/03 21h45 Morumbi São Paulo 5x0 Mirassol
CLASSIFICAÇÃO
1º Palmeiras 30
2º Corinthians 29
3º São Paulo 26
4º Santo André 25
5º Santos 24
Portuguesa 24
7º Barueri 22
8º São Caetano 17
9º Ponte Preta 16
Ituano 16
11º Botafogo-SP 15
12º Paulista 14
Guaratinguetá 14
Mirassol 14
15º Marília 13
16º Bragantino 12
Oeste 12
18º Noroeste 10
Guarani 10
20º Mogi Mirim 9
sexta-feira, março 13, 2009
CARIOCÃO
.
TIVÉMOS MAIS UMA
RODADA DO CARIOCÃO
COM O VASCO A VENCER
O CLASSICO CONTRA O
BOTAFOGO

11/03 16h Araruama Macaé 1x2 Madureira
11/03 19h30 Maracanã Fluminense 2x1 Volta Redonda
11/03 20h30 Eduardo Guinle Friburguense 1x1 Tigres Brasil
11/03 21h50 Raulino de Oliveira Duque de Caxias 2x4 Flamengo
12/03 16h Moça Bonita Bangu 1x1 Resende
12/03 19h30 Maracanã Botafogo 1x4 Vasco
12/03 19h30 Godofredo Cruz Americano 5x1 Mesquita
12/03 19h30 Alair Corrêa Cabofriense 0x2 Boavista
TIVÉMOS MAIS UMA
RODADA DO CARIOCÃO
COM O VASCO A VENCER
O CLASSICO CONTRA O
BOTAFOGO
11/03 16h Araruama Macaé 1x2 Madureira
11/03 19h30 Maracanã Fluminense 2x1 Volta Redonda
11/03 20h30 Eduardo Guinle Friburguense 1x1 Tigres Brasil
11/03 21h50 Raulino de Oliveira Duque de Caxias 2x4 Flamengo
12/03 16h Moça Bonita Bangu 1x1 Resende
12/03 19h30 Maracanã Botafogo 1x4 Vasco
12/03 19h30 Godofredo Cruz Americano 5x1 Mesquita
12/03 19h30 Alair Corrêa Cabofriense 0x2 Boavista
atender passageiro no chek-in é fogo
.
.
PARA TODOS OS QUE TÊM DE LIDAR COM CLIENTES IRRITANTES, OU COM PESSOAS QUE SE ACHAM SUPERIORES AOS OUTROS...

Aprendamos com uma funcionária da TAP!!!
'Destruamos' um ignorante, de forma original... É tão simples!... Vale a pena ler...
Uma funcionária da TAP, em Lisboa, deveria ganhar um prémio por ter sido esperta,
divertida e ter atingido o seu objectivo, quando teve que lidar com um passageiro que
o que merecia mesmo, era voar no porão da bagagem!
Um voo sobrelotado da TAP foi cancelado por "bad weather condtions".
Uma única funcionária, atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros.
De repente, um indivíduo irritado passou por toda a fila, atirou o bilhete para cima do balcão e disse:
- Eu tenho que ir neste voo, e tem que ser em Primeira Classe.
A funcionária respondeu:
- O Sr. desculpe, terei todo o prazer em ajudá-lo, mas tenho que atender estas pessoas primeiro,
pois estão pacientemente na fila, há algum tempo. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo.
O passageiro, irredutível, disse bastante alto para que todos na fila ouvissem:
- Você por acaso, faz alguma ideia de quem eu sou?
Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu licença, pegou no microfone e anunciou:
- Atenção, atenção, por favor!!!
A sua voz ecoou por todo o terminal, e ela continuou:
- Encontra-se junto deste balcão, um passageiro que não sabe quem é, devendo estar perdido!
Se alguém for parente, responsável pelo mesmo, ou puder ajudá-lo a descobrir a sua identidade
solicitamos que compareça no balcão da TAP. Muito obrigada!
Com as pessoas atrás dele, rindo desalmadamente, o homem olhou furiosamente
para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando:
- Vou-te f*der!!!
Sem pestanejar, ela sorriu e disse:
- Desculpe, meu caro senhor, mas, mesmo para isso, vai ter que esperar na fila
.
PARA TODOS OS QUE TÊM DE LIDAR COM CLIENTES IRRITANTES, OU COM PESSOAS QUE SE ACHAM SUPERIORES AOS OUTROS...
Aprendamos com uma funcionária da TAP!!!
'Destruamos' um ignorante, de forma original... É tão simples!... Vale a pena ler...
Uma funcionária da TAP, em Lisboa, deveria ganhar um prémio por ter sido esperta,
divertida e ter atingido o seu objectivo, quando teve que lidar com um passageiro que
o que merecia mesmo, era voar no porão da bagagem!
Um voo sobrelotado da TAP foi cancelado por "bad weather condtions".
Uma única funcionária, atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros.
De repente, um indivíduo irritado passou por toda a fila, atirou o bilhete para cima do balcão e disse:
- Eu tenho que ir neste voo, e tem que ser em Primeira Classe.
A funcionária respondeu:
- O Sr. desculpe, terei todo o prazer em ajudá-lo, mas tenho que atender estas pessoas primeiro,
pois estão pacientemente na fila, há algum tempo. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo.
O passageiro, irredutível, disse bastante alto para que todos na fila ouvissem:
- Você por acaso, faz alguma ideia de quem eu sou?
Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu licença, pegou no microfone e anunciou:
- Atenção, atenção, por favor!!!
A sua voz ecoou por todo o terminal, e ela continuou:
- Encontra-se junto deste balcão, um passageiro que não sabe quem é, devendo estar perdido!
Se alguém for parente, responsável pelo mesmo, ou puder ajudá-lo a descobrir a sua identidade
solicitamos que compareça no balcão da TAP. Muito obrigada!
Com as pessoas atrás dele, rindo desalmadamente, o homem olhou furiosamente
para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando:
- Vou-te f*der!!!
Sem pestanejar, ela sorriu e disse:
- Desculpe, meu caro senhor, mas, mesmo para isso, vai ter que esperar na fila
quinta-feira, março 12, 2009
artistas brasileiros - CARTOLA, o mestre poeta
.

Cartola nasceu Angenor de Oliveira, em 1908, no Catete. Aos onze anos, mudou-se com os pais e os seis irmãos para o morro da Mangueira, onde moraria por mais de quarenta anos. Lá ele conheceu o futuro compositor Carlos Cachaça, então rapazola de dezessete anos, que seria seu amigo por toda a vida e o seu parceiro musical mais constante. Aprendeu com o pai a tocar cavaquinho, que depois trocaria pelo violão. Como não queria nada com os bancos escolares, foi posto a gerar renda para a família. Então “Agenor”, como era chamado (ele só iria descobrir que era Angenor, e não Agenor, ao oficializar seu casamento com dona Zica, décadas mais tarde) trabalhou primeiro como tipógrafo, depois como pedreiro – o pó de cimento das obras que caía sobre sua cabeça fê-lo adotar um chapéu-coco que ele chamava de cartola e que lhe valeu o famoso apelido. Mas gostava mesmo era de farra e malandragem, motivo por que acabou por ser expulso de casa pelo pai. Desamparado, Cartola foi peixeiro, sorveteiro, cavalariço, vendedor de queijos, cambone de macumba. Mas sempre namorador, beberrão e, acima de tudo, sambista e poeta.
Sabe de quem foi a idéia de criar uma escola de samba na Mangueira? Dele. Aos dezenove anos. Foi também ele quem, após participar da reunião de fundação, escolheu as cores verde e rosa. E foi ainda ele o primeiro diretor de harmonia da escola, pondo em prática os conhecimentos musicais que adquirira com Villa-Lobos (usava até diapasão), e revelando-se extremamente exigente com as pastoras. Aliás, em matéria de qualidade, Cartola era muito zeloso inclusive consigo próprio: treinou bastante para aprimorar a técnica de violonista e, para melhorar as letras de suas canções, dedicou-se a ler poemas. Castro Alves, Gonçalves Dias, Olavo Bilac, Guerra Junqueiro (seu preferido). A excelência de Cartola resultou da combinação do talento inato com o cultivo consciente.
A morte de sua primeira mulher, a desilusão com a segunda, e mais a bebida e o desinteresse do mercado pela sua obra quase destruíram Cartola. O que o salvou foram os conselhos de Carlos Cachaça e o amor da terceira e definitiva mulher, Zica. Ela batalhou para reatar o contato do marido com o meio musical ou, pelo menos, arranjar-lhe algum emprego, como aquele da garagem em Ipanema. A partir do encontro Cartola - Stanislaw, a campanha de dona Zica conquistou mais adeptos: além de Sérgio Porto, o caricaturista Lan, o escritor Jota Efegê, o empresário Eugênio Agostini. Mas estava difícil. Os tempos bossa-nova não ajudavam. Só em 1963, com a inauguração do Zicartola, a coisa deslanchou.
O Zicartola foi a primeira casa de samba do Rio de Janeiro. Ficava na rua da Carioca e tinha como atrações a comida caseira preparada por dona Zica e as exibições musicais, nas quais brilhavam, entre outros cobras, Zé Kéti, Nélson Cavaquinho, Élton Medeiros, Ismael Silva, Clementina de Jesus, Ciro Monteiro, Elizeth Cardoso, Hermínio Bello de Carvalho, João do Vale e o principiante Paulinho da Viola. Além, claro, do próprio Cartola empunhando seu violão. A casa fez imenso sucesso até 1965, recebendo freqüentadores provenientes da zona sul, que pela primeira vez tinham oportunidade de manter um contato direto e assíduo com os grandes sambistas dos morros e terreiros cariocas. O Zicartola foi também o primeiro ponto de encontro regular entre o samba tradicional e a bossa-nova. Nara Leão, Carlos Lyra, Antônio Carlos Jobim, Sílvia Telles e outros músicos modernos apareciam por lá amiúde. Como é comum acontecer nesse ramo, a casa acabou saindo de moda e fechando as portas.
Alguns sambas de Cartola tornaram-se conhecidos nessa época, especialmente O sol nascerá (“A sorrir / eu pretendo levar / a vida...”), parceria com Élton Medeiros, gravada por vários cantores. E assim Cartola obteve projeção e algum – pouco – dinheiro. Mas disco, que é bom, nada. Até participou de algumas gravações, mas o primeiro LP individual mesmo ele só foi gravar em 1974, aos 65 anos (!), pela Marcus Pereira. Aberto o caminho, vieram mais discos. E foi assim que o Brasil ficou conhecendo clássicos como As rosas não falam, Acontece, O mundo é um moinho, Cordas de aço, Alegria, Quem me vê sorrindo, Alvorada, Disfarça e chora, Tive sim, Corra e olhe o céu, Ensaboa, Autonomia.
Cartola morreu em 1980, enlutando a Mangueira e o país. Na ocasião, a mais bela síntese do sentimento geral foi feita pelo também mangueirense compositor Nélson Sargento: “Cartola não existiu. Foi um sonho que a gente teve...
Cartola nasceu Angenor de Oliveira, em 1908, no Catete. Aos onze anos, mudou-se com os pais e os seis irmãos para o morro da Mangueira, onde moraria por mais de quarenta anos. Lá ele conheceu o futuro compositor Carlos Cachaça, então rapazola de dezessete anos, que seria seu amigo por toda a vida e o seu parceiro musical mais constante. Aprendeu com o pai a tocar cavaquinho, que depois trocaria pelo violão. Como não queria nada com os bancos escolares, foi posto a gerar renda para a família. Então “Agenor”, como era chamado (ele só iria descobrir que era Angenor, e não Agenor, ao oficializar seu casamento com dona Zica, décadas mais tarde) trabalhou primeiro como tipógrafo, depois como pedreiro – o pó de cimento das obras que caía sobre sua cabeça fê-lo adotar um chapéu-coco que ele chamava de cartola e que lhe valeu o famoso apelido. Mas gostava mesmo era de farra e malandragem, motivo por que acabou por ser expulso de casa pelo pai. Desamparado, Cartola foi peixeiro, sorveteiro, cavalariço, vendedor de queijos, cambone de macumba. Mas sempre namorador, beberrão e, acima de tudo, sambista e poeta.
Sabe de quem foi a idéia de criar uma escola de samba na Mangueira? Dele. Aos dezenove anos. Foi também ele quem, após participar da reunião de fundação, escolheu as cores verde e rosa. E foi ainda ele o primeiro diretor de harmonia da escola, pondo em prática os conhecimentos musicais que adquirira com Villa-Lobos (usava até diapasão), e revelando-se extremamente exigente com as pastoras. Aliás, em matéria de qualidade, Cartola era muito zeloso inclusive consigo próprio: treinou bastante para aprimorar a técnica de violonista e, para melhorar as letras de suas canções, dedicou-se a ler poemas. Castro Alves, Gonçalves Dias, Olavo Bilac, Guerra Junqueiro (seu preferido). A excelência de Cartola resultou da combinação do talento inato com o cultivo consciente.
A morte de sua primeira mulher, a desilusão com a segunda, e mais a bebida e o desinteresse do mercado pela sua obra quase destruíram Cartola. O que o salvou foram os conselhos de Carlos Cachaça e o amor da terceira e definitiva mulher, Zica. Ela batalhou para reatar o contato do marido com o meio musical ou, pelo menos, arranjar-lhe algum emprego, como aquele da garagem em Ipanema. A partir do encontro Cartola - Stanislaw, a campanha de dona Zica conquistou mais adeptos: além de Sérgio Porto, o caricaturista Lan, o escritor Jota Efegê, o empresário Eugênio Agostini. Mas estava difícil. Os tempos bossa-nova não ajudavam. Só em 1963, com a inauguração do Zicartola, a coisa deslanchou.
O Zicartola foi a primeira casa de samba do Rio de Janeiro. Ficava na rua da Carioca e tinha como atrações a comida caseira preparada por dona Zica e as exibições musicais, nas quais brilhavam, entre outros cobras, Zé Kéti, Nélson Cavaquinho, Élton Medeiros, Ismael Silva, Clementina de Jesus, Ciro Monteiro, Elizeth Cardoso, Hermínio Bello de Carvalho, João do Vale e o principiante Paulinho da Viola. Além, claro, do próprio Cartola empunhando seu violão. A casa fez imenso sucesso até 1965, recebendo freqüentadores provenientes da zona sul, que pela primeira vez tinham oportunidade de manter um contato direto e assíduo com os grandes sambistas dos morros e terreiros cariocas. O Zicartola foi também o primeiro ponto de encontro regular entre o samba tradicional e a bossa-nova. Nara Leão, Carlos Lyra, Antônio Carlos Jobim, Sílvia Telles e outros músicos modernos apareciam por lá amiúde. Como é comum acontecer nesse ramo, a casa acabou saindo de moda e fechando as portas.
Alguns sambas de Cartola tornaram-se conhecidos nessa época, especialmente O sol nascerá (“A sorrir / eu pretendo levar / a vida...”), parceria com Élton Medeiros, gravada por vários cantores. E assim Cartola obteve projeção e algum – pouco – dinheiro. Mas disco, que é bom, nada. Até participou de algumas gravações, mas o primeiro LP individual mesmo ele só foi gravar em 1974, aos 65 anos (!), pela Marcus Pereira. Aberto o caminho, vieram mais discos. E foi assim que o Brasil ficou conhecendo clássicos como As rosas não falam, Acontece, O mundo é um moinho, Cordas de aço, Alegria, Quem me vê sorrindo, Alvorada, Disfarça e chora, Tive sim, Corra e olhe o céu, Ensaboa, Autonomia.
Cartola morreu em 1980, enlutando a Mangueira e o país. Na ocasião, a mais bela síntese do sentimento geral foi feita pelo também mangueirense compositor Nélson Sargento: “Cartola não existiu. Foi um sonho que a gente teve...
quarta-feira, março 11, 2009
champions
.
DEPOIS DA DERROTA HUMILHANTE
DO SPORTING DE ONTEM, O F.C.
DO PORTO SALVOU A FACE DE
PORTUGAL, EMPATATANDO COM
O ATLETICO DE MADRID E PAS-
SANDO AOS QUARTOS DE FINAL
DA CHAMPIONS.

FC Porto nos quartos de final da «champions»

O FC Porto empatou no Dragão com o Atlético de Madrid a zero golos e apurou-se para os quartos de final da Liga dos Campeões.
A equipa de Jesualdo Ferreira desperdiçou inúmeras ocasiões de golo ao longo do jogo e pode queixar-se da sorte na finalização.
O Atlético de Madrid foi ao Dragão para redimir-se do empate da primeira mão mas não conseguiu inverter o favoritismo dos azuis e brancos.
O PORTO VOLTOU A SER MUITO MELHOR e só por azar e bolas na trav e não ganhou o jogo.
O Atlético de Madrid não conseguiu criar reais oportunidades de golo junto à baliza de Helton em toda a primeira parte.
No segundo tempo o FC Porto foi a equipa com mais posse de bola e com mais oportunidades de golo. Duas bolas à trave e uma ao poste não justificaram o nulo no marcador. O guarda-redes do Atlético de Madrid, Leo Franco, justificou o nulo no marcador com diversas intervenções de alto nível.
O triângulo ofensivo do FC Porto esteve afiado mas não conseguiu cortar a defensiva do Atlético em 90 minutos de futebol. Lisandro , Rodriguez e Hulk tentaram por diversas vezes bater o guarda redes Leo Franco mas a bola teimou em não entrar.
O Atlético só numa situação de canto aos 65 minutos criou perigo na defensiva do FC Porto mas até ao final da partida o marcador manteve-se nulo.
O FC Porto passou aos quartos de final da Liga dos Campeões graças ao empate 2-2 da primeira mão.
Esta é a primeira vez que o FC Porto marca presença nos quartos-de-final da prova desde que foi campeão europeu na temporada de 2003/2004.
Outros resultados nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões:
Barcelona 5-2 Lyon
Manchester United 2-0 Inter (Ronaldo marcou aos 49 minutos)
Roma 1-0 Arsenal; resultado final: 6-7 após grandes penalidades
O FC Porto junta-se, assim ao Barcelona, Arsenal e Manchester United que seguem em frente. Bayern de Munique, Liverpool, Chelsea e Villarreal já tinham conseguido ontem o apuramento
DEPOIS DA DERROTA HUMILHANTE
DO SPORTING DE ONTEM, O F.C.
DO PORTO SALVOU A FACE DE
PORTUGAL, EMPATATANDO COM
O ATLETICO DE MADRID E PAS-
SANDO AOS QUARTOS DE FINAL
DA CHAMPIONS.
FC Porto nos quartos de final da «champions»
O FC Porto empatou no Dragão com o Atlético de Madrid a zero golos e apurou-se para os quartos de final da Liga dos Campeões.
A equipa de Jesualdo Ferreira desperdiçou inúmeras ocasiões de golo ao longo do jogo e pode queixar-se da sorte na finalização.
O Atlético de Madrid foi ao Dragão para redimir-se do empate da primeira mão mas não conseguiu inverter o favoritismo dos azuis e brancos.
O PORTO VOLTOU A SER MUITO MELHOR e só por azar e bolas na trav e não ganhou o jogo.
O Atlético de Madrid não conseguiu criar reais oportunidades de golo junto à baliza de Helton em toda a primeira parte.
No segundo tempo o FC Porto foi a equipa com mais posse de bola e com mais oportunidades de golo. Duas bolas à trave e uma ao poste não justificaram o nulo no marcador. O guarda-redes do Atlético de Madrid, Leo Franco, justificou o nulo no marcador com diversas intervenções de alto nível.
O triângulo ofensivo do FC Porto esteve afiado mas não conseguiu cortar a defensiva do Atlético em 90 minutos de futebol. Lisandro , Rodriguez e Hulk tentaram por diversas vezes bater o guarda redes Leo Franco mas a bola teimou em não entrar.
O Atlético só numa situação de canto aos 65 minutos criou perigo na defensiva do FC Porto mas até ao final da partida o marcador manteve-se nulo.
O FC Porto passou aos quartos de final da Liga dos Campeões graças ao empate 2-2 da primeira mão.
Esta é a primeira vez que o FC Porto marca presença nos quartos-de-final da prova desde que foi campeão europeu na temporada de 2003/2004.
Outros resultados nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões:
Barcelona 5-2 Lyon
Manchester United 2-0 Inter (Ronaldo marcou aos 49 minutos)
Roma 1-0 Arsenal; resultado final: 6-7 após grandes penalidades
O FC Porto junta-se, assim ao Barcelona, Arsenal e Manchester United que seguem em frente. Bayern de Munique, Liverpool, Chelsea e Villarreal já tinham conseguido ontem o apuramento
A 11 DE MARÇO nasceu EMILIA BANDEIRA DE MELO
.
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Emília Bandeira de Melo

Carmen Dolores, pseudônimo de Emília Moncorvo Bandeira de Melo, (Rio de Janeiro, 11 de março de 1852 — 16 de agosto de 1910), foi uma escritora brasileira.
Biografia
É a única representante feminina da estética naturalista da literatura em nosso país. Primeiro abraçou a escrita por prazer, depois pela necessidade financeira. E o fez com tanta propriedade que, ao morrer em 1910, era a colunista mais bem paga do periódico O País.
Foi uma das escritoras pioneiras na luta pela educação da mulher e por seu valor na vida laboral. Não teve receios naquela época em ser a favor do divórcio. Apesar disso, não se mobilizou em relação ao sufrágio feminino.
Sua obra mais famosa é A luta, livro de estética naturalista que foi publicado pela H. Garnier em 1911. Anteriormente fora publicado em folhetim pelo Jornal do Commercio em 1909.
A escritora e crítica literária Lúcia Miguel-Pereira declara que "mais romancista é, sem dúvida, Carmen Dolores. A luta focaliza a instabilidade social e moral das mulheres que nem se resignam à sujeição da existência familiar, nem lhe querem perder os benefícios."
Obras
Gradações (contos)
Um drama na roça (contos)
Almas complexas (contos)
A luta (romance naturalista), H. Garnier, 1911
Crônicas (1905-1910), Rio de Janeiro : Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, 1998
Brazilian Tales (uma tradução que inclui obras de Joaquim Maria Machado de Assis, José Medeiros e Albuquerque, Coelho Netto) por Isaac Goldberg, 1887-1938; Boston - EUA: The Four Seas Company, 1921
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Emília Bandeira de Melo
Carmen Dolores, pseudônimo de Emília Moncorvo Bandeira de Melo, (Rio de Janeiro, 11 de março de 1852 — 16 de agosto de 1910), foi uma escritora brasileira.
Biografia
É a única representante feminina da estética naturalista da literatura em nosso país. Primeiro abraçou a escrita por prazer, depois pela necessidade financeira. E o fez com tanta propriedade que, ao morrer em 1910, era a colunista mais bem paga do periódico O País.
Foi uma das escritoras pioneiras na luta pela educação da mulher e por seu valor na vida laboral. Não teve receios naquela época em ser a favor do divórcio. Apesar disso, não se mobilizou em relação ao sufrágio feminino.
Sua obra mais famosa é A luta, livro de estética naturalista que foi publicado pela H. Garnier em 1911. Anteriormente fora publicado em folhetim pelo Jornal do Commercio em 1909.
A escritora e crítica literária Lúcia Miguel-Pereira declara que "mais romancista é, sem dúvida, Carmen Dolores. A luta focaliza a instabilidade social e moral das mulheres que nem se resignam à sujeição da existência familiar, nem lhe querem perder os benefícios."
Obras
Gradações (contos)
Um drama na roça (contos)
Almas complexas (contos)
A luta (romance naturalista), H. Garnier, 1911
Crônicas (1905-1910), Rio de Janeiro : Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, 1998
Brazilian Tales (uma tradução que inclui obras de Joaquim Maria Machado de Assis, José Medeiros e Albuquerque, Coelho Netto) por Isaac Goldberg, 1887-1938; Boston - EUA: The Four Seas Company, 1921
terça-feira, março 10, 2009
CHAMPIONS

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O SPORTING SURRADO EM MUNIQUE
PELO BAYERN 7-1, POLGA ENTÃO
FOI UM DESASTRE
Sporting humilhado em Munique
A LOCUÇÃO EM RUSSO AMNENIZA UM BOCADO, MAS QUE FOI FEIO, LÁ ISSO FOI...
Um desconcentrado e desorientado Sporting voltou hoje a ser goleado pelo Bayern de Munique (7-1), na segunda mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões de futebol, juntando mais sete golos aos cinco sofridos em Lisboa.
A equipa mostrou uma vez mais este ano que não tem condições pata enfrentar grandes da Europa, como alás o Benfica já tinha mostrado com os 6-1 do Olympiakos e o ultimo lugar na série da fase de grupos.
Amanhã o Porto defronta o Atlético de Madrid, depois de ter empatado na capital espanhola 2-2
segunda-feira, março 09, 2009
preliminares
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Um dia, uma dona de casa buscava gravetos para o fogão à lenha para fazer o almoço para sua família. Cortando o galho de uma árvore tombada, seu machado caiu no rio. A mulher suplicou a Deus que lhe ajudasse. Ele apareceu e perguntou:
- Por que você está chorando?
A mulher respondeu que seu machado havia caído no rio.
E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado de ouro, e perguntou:
- É este seu machado?
A nobre mulher respondeu:
- Não, Deus, não é esse.
Deus entrou novamente no rio e tirou um machado de prata:
- É este o seu?
- Também não, respondeu a dona de casa.
Deus voltou ao rio e tirou um machado de madeira, e perguntou:
- É este teu machado?
- Sim, respondeu a nobilíssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados de presente. Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido estavam passeando no campos quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda. Ele apareceu e perguntou:
- Mulher, por que você está chorando?
A mulher respondeu que seu esposo caíra no rio.
Imediatamente Deus mergulhou e tirou o Rodrigo Santoro, e perguntou:
- É este seu marido?
- Sim, sim, respondeu a mulher.
E Deus se enfureceu.
- Mulher mentirosa!!! - exclamou.
Mas a mulher rapidamente se explicou:
- Deus, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor tiraria o Gianecchini do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria meu marido; e quando eu dissesse que sim, era ele, o Senhor mandaria eu ficar com os três. Mas eu sou uma humilde mulher, e não poderia cometer trigamia... Só por isso eu disse 'Sim' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e a perdoou.
Moral da história:
Mulher mente de um jeito que até Deus acredita.
Um dia, uma dona de casa buscava gravetos para o fogão à lenha para fazer o almoço para sua família. Cortando o galho de uma árvore tombada, seu machado caiu no rio. A mulher suplicou a Deus que lhe ajudasse. Ele apareceu e perguntou:
- Por que você está chorando?
A mulher respondeu que seu machado havia caído no rio.
E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado de ouro, e perguntou:
- É este seu machado?
A nobre mulher respondeu:
- Não, Deus, não é esse.
Deus entrou novamente no rio e tirou um machado de prata:
- É este o seu?
- Também não, respondeu a dona de casa.
Deus voltou ao rio e tirou um machado de madeira, e perguntou:
- É este teu machado?
- Sim, respondeu a nobilíssima mulher.
Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados de presente. Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido estavam passeando no campos quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda. Ele apareceu e perguntou:
- Mulher, por que você está chorando?
A mulher respondeu que seu esposo caíra no rio.
Imediatamente Deus mergulhou e tirou o Rodrigo Santoro, e perguntou:
- É este seu marido?
- Sim, sim, respondeu a mulher.
E Deus se enfureceu.
- Mulher mentirosa!!! - exclamou.
Mas a mulher rapidamente se explicou:
- Deus, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor tiraria o Gianecchini do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria meu marido; e quando eu dissesse que sim, era ele, o Senhor mandaria eu ficar com os três. Mas eu sou uma humilde mulher, e não poderia cometer trigamia... Só por isso eu disse 'Sim' para o primeiro deles.
E Deus achou justo, e a perdoou.
Moral da história:
Mulher mente de um jeito que até Deus acredita.
HISTÓRIA DO BRASIL - OS BANDEIRANTES
.
OS BANDEIRANTES REPRESENTAM PARA
A HISTÓRIA DO BRASIL , A EXPANSÃO
DO TERRITÓRIO, MAS TAMBÉM, A MA-
NUTENÇÃO DO ESCLAVAGISMO.
BANDEIRANTES - AS ENTRADAS E BANDEIRAS

História dos Bandeirantes, as Entradas e Bandeiras na História do Brasil,
os principais bandeirantes que desbravaram nosso território
Os Bandeirantes foram , no princípio da colonização do Brasil, usados pelos portugueses com o objetivo de lutar com indígenas rebeldes e escravos fugitivos.
Estes homens, que saiam de São Paulo e São Vicente, dirigiam-se para o interior do Brasil caminhando através de florestas e também seguindo caminho por rios, o Rio Tietê foi um dos principais meios de acesso para o interior de São Paulo. Estas explorações territoriais eram chamadas de Entradas ou Bandeiras. Enquanto as Entradas eram expedições oficiais organizadas pelo governo, as Bandeiras eram financiadas por particulares (senhores de engenho, donos de minas, comerciantes).
Estas expedições tinham como objetivo predominante capturar os índios e procurar por pedras e metais preciosos. Contudo, estes homens ficaram historicamente conhecidos como os responsáveis pela conquista de grande parte do território brasileiro. Alguns chegaram até fora do território brasileiro, em locais como a Bolívia e o Uruguai.
Do século XVII em diante, o interesse dos portugueses passou a ser a procura por ouro e pedras preciosas. Então os bandeirantes Fernão Dias Pais e seu genro Manuel Borba Gato se concentraram nestas buscas desbravando Minas Gerais. Depois outros bandeirantes foram para além da linha do Tratado de Tordesilhas e descobriram entre muitos metais preciosos, o ouro. Muitos aventureiros os seguiram, e, estes, permaneceram em Goiás e Mato Grosso dando início a formação das primeiras cidades. Nessa ocasião destacaram-se: Antonio Pedroso, Alvarenga e Bartolomeu Bueno da Veiga, o Anhanguera.
Outros bandeirantes que fizeram nome neste período foram: Jerônimo Leitão (primeira bandeira conhecida), Nicolau Barreto (seguiu trajeto pelo Tietê e Paraná e regressou com índios capturados), Antônio Raposo Tavares (atacou missões jesuítas espanholas para capturar índios), Francisco Bueno (missões no Sul até o Uruguai).
Como conclusão, pode-se dizer que os bandeirantes foram responsáveis pela expansão do território brasileiro, desbravando os sertões além do Tratado de Tordesilhas. Por outro lado, agiram de forma violenta na caça de indígenas e de escravos foragidos, contribuindo para a manutenção do sistema escravocrata que vigorava no Brasil Colônia.
Cronologia do bandeirismo de preação
1557 - Os espanhóis edificam Ciudad Real, próximo à foz do Piquiri, no Paraná.
1562 - João Ramalho ataca as tribos do rio Paraíba, enquanto os jesuítas ajudam a dissolver a Confederação dos Tamoios.
1576 - Os espanhóis fundam Vila Rica, na mugem esquerda do rio Ivaí.
1579 - Jerônimo Leitão ataca as aldeias das margens do Anhembi (Tietê).
1594-1599 - Afonso Sardinha e João do Prado investem contra as tribos do Jeticaí.
1595 - Uma carta régia proíbe a escravização dos indígenas.
1597 - Martim Correia de Sá parte do Rio de Janeiro e chega ao rio Sapucaí ou Verde. 1602 - Nicolau Barreto percorre os sertões do Paraná, Paraguai e Bolívia, atingindo as nascentes do rio Pilcomayu.
1606 - Manuel Preto segue rumo ao sul, à frente de uma bandeira.
1607 - Outra expedição, dessa vez chefiada por Belchior Dias Carneiro, dirige-se para o sul do Brasil.
1610 - Jesuítas castelhanos fundam os povoados de Santo Inácio é Loreto, na margem esquerda do Paranapanema.
1619 - Manuel Preto ataca aldeias de Jesus, Maria e Santo Inácio (província do Guairá) 1620 - Os jesuítas iniciam o povoamento do atual Rio Grande do Sul, com duas administrações: a província do Tape, com seis "povos", e a do Uruguai, com dez reduções. 1623-1630 - Onze aldeias compõem a província do Guairá, limitada pelos rios Paranapanema, Itararé, Iguaçu e Paraná (margem esquerda).
1626 - Surge a província do Paraná, com sete reduções, entre os rios Paraná e Uruguai.
1628 - Manuel Preto e Antônio Raposo Tavares destroem as reduções do Guairá, em várias campanhas que terminam em
1631 - Os jesuítas criam a província do Itatim a sudeste do atual Mato Grosso.
1633 - Antonio Raposo Tavares inicia a invasão do atual Rio Grande do Sul.
1639 - A Espanha concede permissão para que os índios se armem.
1640 - Os jesuítas são expulsos de São Paulo.
1648 - Uma expedição chefiada por Raposo Tavares percorre as regiões de Mato Grosso, Bolívia, Peru (chegando ao Pacífico) e Amazônia, retomando a São Paulo em 1652.
1661 - Fernão Dias Pais atravessa os sertões do sul até a serra de Apucarana.
1670 - Bartolomeu Bueno de Siqueira atinge Goiás.
1671-1674 - Estêvão Ribeiro Baião Parente e Brás Rodrigues de Arzão cruzam o sertão nordestino.
1671 - Domingos Jorge Velho chefia uma expedição ao Piauí.
1673 - Manuel Dias da Silva, o "Bixira", atinge Santa Fé, nas missões paraguaias.
Manuel de Campos Bicudo percorre terras entre as bacias platina e amazônica. Em Goiás, encontra-se com Bartolomeu Bueno da Silva.
1675 - Francisco Pedroso Xavier destrói Vila Rica del Espíritu Santo (a sessenta léguas de Assunção).
1689 - Manuel Álvares de Moraes Navarro combate tribos do São Francisco e chega ao Ceará e ao Rio Grande do Norte. - Convocado pelo governo-geral, Matias Cardoso de Almeida enfrenta os "índios bravos" do Ceará e do Rio Grande do Norte em sucessivas campanhas que terminam em 1694
OS BANDEIRANTES REPRESENTAM PARA
A HISTÓRIA DO BRASIL , A EXPANSÃO
DO TERRITÓRIO, MAS TAMBÉM, A MA-
NUTENÇÃO DO ESCLAVAGISMO.
BANDEIRANTES - AS ENTRADAS E BANDEIRAS
História dos Bandeirantes, as Entradas e Bandeiras na História do Brasil,
os principais bandeirantes que desbravaram nosso território
Os Bandeirantes foram , no princípio da colonização do Brasil, usados pelos portugueses com o objetivo de lutar com indígenas rebeldes e escravos fugitivos.
Estes homens, que saiam de São Paulo e São Vicente, dirigiam-se para o interior do Brasil caminhando através de florestas e também seguindo caminho por rios, o Rio Tietê foi um dos principais meios de acesso para o interior de São Paulo. Estas explorações territoriais eram chamadas de Entradas ou Bandeiras. Enquanto as Entradas eram expedições oficiais organizadas pelo governo, as Bandeiras eram financiadas por particulares (senhores de engenho, donos de minas, comerciantes).
Estas expedições tinham como objetivo predominante capturar os índios e procurar por pedras e metais preciosos. Contudo, estes homens ficaram historicamente conhecidos como os responsáveis pela conquista de grande parte do território brasileiro. Alguns chegaram até fora do território brasileiro, em locais como a Bolívia e o Uruguai.
Do século XVII em diante, o interesse dos portugueses passou a ser a procura por ouro e pedras preciosas. Então os bandeirantes Fernão Dias Pais e seu genro Manuel Borba Gato se concentraram nestas buscas desbravando Minas Gerais. Depois outros bandeirantes foram para além da linha do Tratado de Tordesilhas e descobriram entre muitos metais preciosos, o ouro. Muitos aventureiros os seguiram, e, estes, permaneceram em Goiás e Mato Grosso dando início a formação das primeiras cidades. Nessa ocasião destacaram-se: Antonio Pedroso, Alvarenga e Bartolomeu Bueno da Veiga, o Anhanguera.
Outros bandeirantes que fizeram nome neste período foram: Jerônimo Leitão (primeira bandeira conhecida), Nicolau Barreto (seguiu trajeto pelo Tietê e Paraná e regressou com índios capturados), Antônio Raposo Tavares (atacou missões jesuítas espanholas para capturar índios), Francisco Bueno (missões no Sul até o Uruguai).
Como conclusão, pode-se dizer que os bandeirantes foram responsáveis pela expansão do território brasileiro, desbravando os sertões além do Tratado de Tordesilhas. Por outro lado, agiram de forma violenta na caça de indígenas e de escravos foragidos, contribuindo para a manutenção do sistema escravocrata que vigorava no Brasil Colônia.
Cronologia do bandeirismo de preação
1557 - Os espanhóis edificam Ciudad Real, próximo à foz do Piquiri, no Paraná.
1562 - João Ramalho ataca as tribos do rio Paraíba, enquanto os jesuítas ajudam a dissolver a Confederação dos Tamoios.
1576 - Os espanhóis fundam Vila Rica, na mugem esquerda do rio Ivaí.
1579 - Jerônimo Leitão ataca as aldeias das margens do Anhembi (Tietê).
1594-1599 - Afonso Sardinha e João do Prado investem contra as tribos do Jeticaí.
1595 - Uma carta régia proíbe a escravização dos indígenas.
1597 - Martim Correia de Sá parte do Rio de Janeiro e chega ao rio Sapucaí ou Verde. 1602 - Nicolau Barreto percorre os sertões do Paraná, Paraguai e Bolívia, atingindo as nascentes do rio Pilcomayu.
1606 - Manuel Preto segue rumo ao sul, à frente de uma bandeira.
1607 - Outra expedição, dessa vez chefiada por Belchior Dias Carneiro, dirige-se para o sul do Brasil.
1610 - Jesuítas castelhanos fundam os povoados de Santo Inácio é Loreto, na margem esquerda do Paranapanema.
1619 - Manuel Preto ataca aldeias de Jesus, Maria e Santo Inácio (província do Guairá) 1620 - Os jesuítas iniciam o povoamento do atual Rio Grande do Sul, com duas administrações: a província do Tape, com seis "povos", e a do Uruguai, com dez reduções. 1623-1630 - Onze aldeias compõem a província do Guairá, limitada pelos rios Paranapanema, Itararé, Iguaçu e Paraná (margem esquerda).
1626 - Surge a província do Paraná, com sete reduções, entre os rios Paraná e Uruguai.
1628 - Manuel Preto e Antônio Raposo Tavares destroem as reduções do Guairá, em várias campanhas que terminam em
1631 - Os jesuítas criam a província do Itatim a sudeste do atual Mato Grosso.
1633 - Antonio Raposo Tavares inicia a invasão do atual Rio Grande do Sul.
1639 - A Espanha concede permissão para que os índios se armem.
1640 - Os jesuítas são expulsos de São Paulo.
1648 - Uma expedição chefiada por Raposo Tavares percorre as regiões de Mato Grosso, Bolívia, Peru (chegando ao Pacífico) e Amazônia, retomando a São Paulo em 1652.
1661 - Fernão Dias Pais atravessa os sertões do sul até a serra de Apucarana.
1670 - Bartolomeu Bueno de Siqueira atinge Goiás.
1671-1674 - Estêvão Ribeiro Baião Parente e Brás Rodrigues de Arzão cruzam o sertão nordestino.
1671 - Domingos Jorge Velho chefia uma expedição ao Piauí.
1673 - Manuel Dias da Silva, o "Bixira", atinge Santa Fé, nas missões paraguaias.
Manuel de Campos Bicudo percorre terras entre as bacias platina e amazônica. Em Goiás, encontra-se com Bartolomeu Bueno da Silva.
1675 - Francisco Pedroso Xavier destrói Vila Rica del Espíritu Santo (a sessenta léguas de Assunção).
1689 - Manuel Álvares de Moraes Navarro combate tribos do São Francisco e chega ao Ceará e ao Rio Grande do Norte. - Convocado pelo governo-geral, Matias Cardoso de Almeida enfrenta os "índios bravos" do Ceará e do Rio Grande do Norte em sucessivas campanhas que terminam em 1694
CARIOCÃO TAÇA RIO - 1ª.RODADA
.
NA PRIMEIRA RODADA DA
TAÇA RIO OS 4 GRANDES
VENCERAM TODOS.
O Vasco venceu 3-0 e os golos cruzmaltinos foram assim:
Boavista 3x0 Duque de Caxias
Madureira 1x2 Bangu
Flamengo 3x1 Cabofriense
Vasco 3x0 Friburguense
Resende 0x2 Macaé
Volta Redonda 3x0 Americano
Mesquita 0x1 Fluminense
Tigres Brasil 2x3 Botafogo
Grupo C
1º Vasco 3
Fluminense 3
3º Tigres Brasil
Madureira 0
Cabofriense 0
Resende 0
Americano 0
Duque de Caxias 0
Grupo D
1º Volta Redonda 3
Boavista 3
Flamengo 3
Macaé 3
Botafogo 3
Bangu 3
7º Mesquita 0
Friburguense 0
NA PRIMEIRA RODADA DA
TAÇA RIO OS 4 GRANDES
VENCERAM TODOS.
O Vasco venceu 3-0 e os golos cruzmaltinos foram assim:
Boavista 3x0 Duque de Caxias
Madureira 1x2 Bangu
Flamengo 3x1 Cabofriense
Vasco 3x0 Friburguense
Resende 0x2 Macaé
Volta Redonda 3x0 Americano
Mesquita 0x1 Fluminense
Tigres Brasil 2x3 Botafogo
Grupo C
1º Vasco 3
Fluminense 3
3º Tigres Brasil
Madureira 0
Cabofriense 0
Resende 0
Americano 0
Duque de Caxias 0
Grupo D
1º Volta Redonda 3
Boavista 3
Flamengo 3
Macaé 3
Botafogo 3
Bangu 3
7º Mesquita 0
Friburguense 0
domingo, março 08, 2009
PINTORA BRASILEIRA -ZINA AITA
.
ZINA AITA É UMA PINTORA
BRASILEIRA QUE SE DESTACOU
TAMBÉM COMO DESENHISTA


Zina Aita (Belo Horizonte, 1900 — Nápoles, 1967) foi uma pintora e desenhista brasileira.
Biografia
Pertencia a uma família de origem italiana e, bem jovem demonstrou pendores para pintar e desenhar.
Após organizar uma exposição de seus primeiros quadros em Belo Horizonte, viajou à Europa durante o primeiro grande conflito mundial para melhor aprimorar-se nas artes.
Fixou-se em Florença onde estudou com Galileo Chini. Com esse conhecido mestre aprendeu e adquiriu especial pendor para as artes decorativas.
Em seguida, retorna ao Brasil e trava conhecimento e amizade com vários intelectuais e artistas tais como Ronald de Carvalho, Manuel Bandeira, Oswald de Andrade e através deles, com Tarsila do Amaral e Anita Malfatti.
Sob influência desses amigos, em 1922, participa da Semana de Arte Moderna. Essa Semana não traduz o início das manifestações de arte moderna no Brasil. Podemos dividir essas manifestações como anteriores e posteriores à Semana. A principal delas foi a exposição de Anita Malfatti, realizada em São Paulo em 1917. A mostra gerou grande polêmica e opiniões pró e contra principalmente partidas de Monteiro Lobato de um lado, e de Oswald de Andrade de outro.
De qualquer forma, o movimento estava instalado em São Paulo e culminaria na organização de três festivais, a 13, 15 e 17 de fevereiro do ano de 1922, durante os quais realizaram-se conferências, foram lidos poemas e trechos em prosa, foram executadas peças de música clássica e no saguão do Teatro Municipal de São Paulo, onde tiveram lugar esses festivais, foram expostos desenhos, pinturas e obras de arquitetura. A esse movimento deu-se o nome de Semana de Arte Moderna de 1922. Não se tratava de um movimento revolucionário com a intenção de quebrar os padrões então vigentes. A Semana, na realidade, nasceu sob o patrocínio de conhecidos nomes da alta burguesia paulistana e tinha por finalidade a renovação do ambiente artístico e cultural e sacudir a cidade do marasmo em que vivia. Vinda do Rio de Janeiro, dela participou como artista plástica.
ZINA AITA É UMA PINTORA
BRASILEIRA QUE SE DESTACOU
TAMBÉM COMO DESENHISTA

Zina Aita (Belo Horizonte, 1900 — Nápoles, 1967) foi uma pintora e desenhista brasileira.
Biografia
Pertencia a uma família de origem italiana e, bem jovem demonstrou pendores para pintar e desenhar.
Após organizar uma exposição de seus primeiros quadros em Belo Horizonte, viajou à Europa durante o primeiro grande conflito mundial para melhor aprimorar-se nas artes.
Fixou-se em Florença onde estudou com Galileo Chini. Com esse conhecido mestre aprendeu e adquiriu especial pendor para as artes decorativas.
Em seguida, retorna ao Brasil e trava conhecimento e amizade com vários intelectuais e artistas tais como Ronald de Carvalho, Manuel Bandeira, Oswald de Andrade e através deles, com Tarsila do Amaral e Anita Malfatti.
Sob influência desses amigos, em 1922, participa da Semana de Arte Moderna. Essa Semana não traduz o início das manifestações de arte moderna no Brasil. Podemos dividir essas manifestações como anteriores e posteriores à Semana. A principal delas foi a exposição de Anita Malfatti, realizada em São Paulo em 1917. A mostra gerou grande polêmica e opiniões pró e contra principalmente partidas de Monteiro Lobato de um lado, e de Oswald de Andrade de outro.
De qualquer forma, o movimento estava instalado em São Paulo e culminaria na organização de três festivais, a 13, 15 e 17 de fevereiro do ano de 1922, durante os quais realizaram-se conferências, foram lidos poemas e trechos em prosa, foram executadas peças de música clássica e no saguão do Teatro Municipal de São Paulo, onde tiveram lugar esses festivais, foram expostos desenhos, pinturas e obras de arquitetura. A esse movimento deu-se o nome de Semana de Arte Moderna de 1922. Não se tratava de um movimento revolucionário com a intenção de quebrar os padrões então vigentes. A Semana, na realidade, nasceu sob o patrocínio de conhecidos nomes da alta burguesia paulistana e tinha por finalidade a renovação do ambiente artístico e cultural e sacudir a cidade do marasmo em que vivia. Vinda do Rio de Janeiro, dela participou como artista plástica.
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