.
No inicio da sua carreira
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
sexta-feira, agosto 19, 2011
quarta-feira, agosto 17, 2011
seguindo PORTUGAL E BRASIL NO MUNDIAL DE SUB 20
.
ESTA MADRUGADA O NOSSO
BLOG ATINGIU UM OBJECRTIVO
QUE VINHA PERSEGUINDO DES-
DE A SUA CRIAÇÃO, EM 2004.
PORTUGAL E BRASIL ELIMINA-
RAM OS SEUS ADVERSARIOS
DAS SEMI FINAIS E VÃO DIS-
PUTAR A FINAL
A selecção portuguesa chega à final sem ter sofrido um único golo e sem ter

estrelas no time.

A equipa vale pelo conjunto.
e O BRASIL venceu o México
e estará na final com Portugal
O NOSSO BLOGUE JÁ GANHOU, QUALQUER UM QUE GANHE É A NOSSA SELECÇÃO
HISTÓRIA DO MUNDIAL ATÉ À FINAL
MUNDIAL SUB 20
FINAL
20/08 Brasil - Portugal
TERCER PUESTO
20/08 México - Francia
SEMIFINALES
17/8 (Pereira) Brasil 2 0 México
17/8 (Medellín) Francia 0 - Portugal 2
CUARTOS DE FINAL
13/8 México 3 – Colombia 1
13/8 Portugal 0 (5) – Argentina 0 (4)
14/8 España 2 (2) – Brasil 2 (4)
14/8 Francia 3 - Nigeria 2
OCTAVOS DE FINAL
9/8, Argentina 2 -Egipto 1
9/8, Portugal 1 -Guatemala 0
9/8 Camerún 1 (0) -México 1 (3)
9/8 Colombia 3 - Costa Rica 2
10/8 España 0 (7) -Corea 0 (6)
10/8 Inglaterra 0 - Nigeria 1
10/8 Brasil 3 -Arabia Saudita 0
18/8 Francia 1 -Ecuador 0
Así fue la primera fase:
Grupo B
Equipos PJ PG PE PP GF GC Pts
Portugal 3 2 1 0 2 0 7
Camerún 3 1 1 1 2 2 4
Nueva Zelanda 3 0 2 1 2 2 2
Uruguay 3 0 2 1 1 2 2
30/07 Camerún 1 - Nueva Zelanda 1
30/07 Portugal 0 - Uruguay 0
02/08 Uruguay 1 - Nueva Zelanda 1
02/08 Portugal 1 - Camerún 0
05/08 Portugal -1 Nueva Zelanda 0
05/08 Uruguay 0 - Camerún 1
Grupo E
Equipos PJ PG PE PP GF GC Pts
Brasil 3 2 1 0 8 1 7
Egipto 3 2 1 0 6 1 7
Panamá 3 0 1 2 0 5 1
Austria 3 0 1 2 0 8 1
29/07 Austria 0 - Panamá 0
29/07 Brasil 1 - Egipto 1
01/08 Egipto 1 - Panamá 0
01/08 Brasil 3 - Austria 0
04/08 Brasil 4 - Panamá 0
04/08 Egipto 4 - Austria 0
ESTA MADRUGADA O NOSSO
BLOG ATINGIU UM OBJECRTIVO
QUE VINHA PERSEGUINDO DES-
DE A SUA CRIAÇÃO, EM 2004.
PORTUGAL E BRASIL ELIMINA-
RAM OS SEUS ADVERSARIOS
DAS SEMI FINAIS E VÃO DIS-
PUTAR A FINAL
A selecção portuguesa chega à final sem ter sofrido um único golo e sem ter
estrelas no time.
A equipa vale pelo conjunto.
e O BRASIL venceu o México
e estará na final com Portugal
O NOSSO BLOGUE JÁ GANHOU, QUALQUER UM QUE GANHE É A NOSSA SELECÇÃO
HISTÓRIA DO MUNDIAL ATÉ À FINAL
MUNDIAL SUB 20
FINAL
20/08 Brasil - Portugal
TERCER PUESTO
20/08 México - Francia
SEMIFINALES
17/8 (Pereira) Brasil 2 0 México
17/8 (Medellín) Francia 0 - Portugal 2
CUARTOS DE FINAL
13/8 México 3 – Colombia 1
13/8 Portugal 0 (5) – Argentina 0 (4)
14/8 España 2 (2) – Brasil 2 (4)
14/8 Francia 3 - Nigeria 2
OCTAVOS DE FINAL
9/8, Argentina 2 -Egipto 1
9/8, Portugal 1 -Guatemala 0
9/8 Camerún 1 (0) -México 1 (3)
9/8 Colombia 3 - Costa Rica 2
10/8 España 0 (7) -Corea 0 (6)
10/8 Inglaterra 0 - Nigeria 1
10/8 Brasil 3 -Arabia Saudita 0
18/8 Francia 1 -Ecuador 0
Así fue la primera fase:
Grupo B
Equipos PJ PG PE PP GF GC Pts
Portugal 3 2 1 0 2 0 7
Camerún 3 1 1 1 2 2 4
Nueva Zelanda 3 0 2 1 2 2 2
Uruguay 3 0 2 1 1 2 2
30/07 Camerún 1 - Nueva Zelanda 1
30/07 Portugal 0 - Uruguay 0
02/08 Uruguay 1 - Nueva Zelanda 1
02/08 Portugal 1 - Camerún 0
05/08 Portugal -1 Nueva Zelanda 0
05/08 Uruguay 0 - Camerún 1
Grupo E
Equipos PJ PG PE PP GF GC Pts
Brasil 3 2 1 0 8 1 7
Egipto 3 2 1 0 6 1 7
Panamá 3 0 1 2 0 5 1
Austria 3 0 1 2 0 8 1
29/07 Austria 0 - Panamá 0
29/07 Brasil 1 - Egipto 1
01/08 Egipto 1 - Panamá 0
01/08 Brasil 3 - Austria 0
04/08 Brasil 4 - Panamá 0
04/08 Egipto 4 - Austria 0
terça-feira, agosto 16, 2011
SEGUINDO O BRASIL E PORTUGAL NO CAMPEONATO DO MUNDO DE SUB-20
.
PORTUGAL E BRASIL SUPERARAM
OS QUARTOS DE FINAL E CHEGAM
ÀS SEMI FINAIS APÓS DERROTA-
REM A ARGENTINA E A ESPANHA.
Chave A
Brasil (4) 2 x 2 (2) Espanha
México 3 x 1 Colômbia
Chave B
França 3 x 2 Nigéria
Portugal (5) 0 x 0 (4) Argentina
BRASIL, 6 ESPANHA,4

PORTUGAL, 5 ARGENTINA,4
Brasil sub-20 ignora 'maldição' dos pênaltis e vai à semi
Com bela atuação do goleiro Gabriel, Seleção vence Espanha por 4 a 2 nas cobranças após empate de 2 a 2; rival nas quartas do Mundial será o México
A "maldição" dos pênaltis nas quartas de final não assombrou a Seleção Brasileira sub-20. Em um jogaço contra a Espanha, a garotada treinada por Ney Franco bateu a Espanha nas cobranças por 4 a 2, após empate de 2 a 2 em Pereira, e avançou para a semifinal do Mundial na Colômbia. Destaque para o goleiro Gabriel, do Cruzeiro, que pegou dois chutes da Fúria na decisão por penais. O técnico Mano Menezes acompanhou de perto, em uma área vip do Estádio Hernán Ramírez Villegas.
Agora, o Brasil vai pegar o México na próxima quarta-feira, também em Pereira, às 22h (de Brasília), . No último Mundial feminino, as brasileiras caíram nas quartas, nos pênaltis, para os Estados Unidos. A "maldição" se repetiu na Copa América: a Seleção de Mano perdeu para o Paraguai nas cobranças, também nas quartas.
O primeiro gol foi do são-paulino Willian, aos 35 do primeiro tempo. O atacante Rodrigo (brasileiro naturalizado espanhol, filho do ex-lateral-esquerdo do Flamengo Adalberto) empatou aos 11 do segundo. Na prorrogação, o cruzeirense Dudu colocou o Brasil na frente, mas Vazquez, artilheiro do Mundial, deixou tudo igual de novo. Na disputa de pênaltis, Gabriel defendeu as cobranças de Amart e Vazquez e garantiu a Seleção na semifinal (o outro confronto será entre Portugal e França, também na quarta).
BRASIL 2 (4) X (2) 2 ESPANHA
BRASIL - Gabriel, Danilo, Bruno Uvini, Juan e Gabriel Silva; Fernando, Casemiro, Oscar (Allan) e Philippe Coutinho (Dudu); Henrique e Willian (Negueba).
ESPANHA - Pacheco, Mallo, Batra, Planas e Amat; Romeu, Koke e Canales (Pacheco); Isco, Tello (Roberto) e Rodrigo (Vázquez).
Gols: Willian, aos 35 do primeiro tempo; Rodrigo, aos 11 do segundo tempo; Dudu, aos nove do primeiro tempo da prorrogação; Vázquez, aos 11 do primeiro tempo da prorrogação
PORTUGAL NA MEIA-FINAL DO MUNDIAL SUB-20
Vitória épica sobre a Argentina nos penalties
Portugal apurou-se para a meia-final do Mundial sub-20, ao vencer a Argentina nos quartos-de-final, nas grandes penalidades. Um final épico.
O jogo terminou sem golos nos 90 minutos, também não os teve no prolongamento e nos penalties Portugal levou a melhor, por 5-4, depois de ter chegado a falhar a marcação de duas penalidades! A festa ficou completa quando Mika defendeu o remate de Tagliafico, à sétima ronda.
Os penalties tiveram emoção suficiente para compensar uma partida jogada em baixo ritmo. Portugal reforçou as características que tem mostrado ao longo da competição. Boa organização, concentração, mas não muita criatividade nem capacidade de transportar a bola em contínuo. Do lado da Argentina também não havia grandes rasgos.
Seguiram-se os penalties. Portugal começou, Nuno Reis marcou o primeiro mas no segundo e no terceiro Danilo e Roderick permitiram remates a Andrada. Pelo meio, Iturbe não falhou. Parecia tudo perdido para Portugal, mas a sorte começou a virar quando Pirez mandou à trave. Mika defendeu depois o remate de Ruiz e por fim o de Tagliafico. Depois de parecer ter tudo perdido, afinal a noite era portuguesa.
Portugal vai agora defrontar o vencedor do confronto entre França e Nigéria.
Portugal-Argentina, 0-0 (5-4 g.p.)
Portugal: Mika, Cedric, Nuno Reis, Roderick, Luis Martins (Tiago Ferreira, 120), Danilo, Pele, Julio Alves (Sana, 69), Sergio Oliveira, Caetano (Rafael Lopes, 94) e Nelson Oliveira.
Argentina: Andrada, Nervo, Gonzalez Pirez, Galeano, Tagliafico, Roberto Pereyra (Vuletich, 98), Battaglia, Laba e Luque (Ruiz, 81), Lamela e Facundo Ferreyra (Iturbe, 60).
SEMI FINAIS:
Dia Hora Local Jogos
Chave A
17/08 22h Pereira Brasil x México
17/08 19h Medellin França x Portugal
PORTUGAL E BRASIL SUPERARAM
OS QUARTOS DE FINAL E CHEGAM
ÀS SEMI FINAIS APÓS DERROTA-
REM A ARGENTINA E A ESPANHA.
Chave A
Brasil (4) 2 x 2 (2) Espanha
México 3 x 1 Colômbia
Chave B
França 3 x 2 Nigéria
Portugal (5) 0 x 0 (4) Argentina
BRASIL, 6 ESPANHA,4
PORTUGAL, 5 ARGENTINA,4
Brasil sub-20 ignora 'maldição' dos pênaltis e vai à semi
Com bela atuação do goleiro Gabriel, Seleção vence Espanha por 4 a 2 nas cobranças após empate de 2 a 2; rival nas quartas do Mundial será o México
A "maldição" dos pênaltis nas quartas de final não assombrou a Seleção Brasileira sub-20. Em um jogaço contra a Espanha, a garotada treinada por Ney Franco bateu a Espanha nas cobranças por 4 a 2, após empate de 2 a 2 em Pereira, e avançou para a semifinal do Mundial na Colômbia. Destaque para o goleiro Gabriel, do Cruzeiro, que pegou dois chutes da Fúria na decisão por penais. O técnico Mano Menezes acompanhou de perto, em uma área vip do Estádio Hernán Ramírez Villegas.
Agora, o Brasil vai pegar o México na próxima quarta-feira, também em Pereira, às 22h (de Brasília), . No último Mundial feminino, as brasileiras caíram nas quartas, nos pênaltis, para os Estados Unidos. A "maldição" se repetiu na Copa América: a Seleção de Mano perdeu para o Paraguai nas cobranças, também nas quartas.
O primeiro gol foi do são-paulino Willian, aos 35 do primeiro tempo. O atacante Rodrigo (brasileiro naturalizado espanhol, filho do ex-lateral-esquerdo do Flamengo Adalberto) empatou aos 11 do segundo. Na prorrogação, o cruzeirense Dudu colocou o Brasil na frente, mas Vazquez, artilheiro do Mundial, deixou tudo igual de novo. Na disputa de pênaltis, Gabriel defendeu as cobranças de Amart e Vazquez e garantiu a Seleção na semifinal (o outro confronto será entre Portugal e França, também na quarta).
BRASIL 2 (4) X (2) 2 ESPANHA
BRASIL - Gabriel, Danilo, Bruno Uvini, Juan e Gabriel Silva; Fernando, Casemiro, Oscar (Allan) e Philippe Coutinho (Dudu); Henrique e Willian (Negueba).
ESPANHA - Pacheco, Mallo, Batra, Planas e Amat; Romeu, Koke e Canales (Pacheco); Isco, Tello (Roberto) e Rodrigo (Vázquez).
Gols: Willian, aos 35 do primeiro tempo; Rodrigo, aos 11 do segundo tempo; Dudu, aos nove do primeiro tempo da prorrogação; Vázquez, aos 11 do primeiro tempo da prorrogação
PORTUGAL NA MEIA-FINAL DO MUNDIAL SUB-20
Vitória épica sobre a Argentina nos penalties
Portugal apurou-se para a meia-final do Mundial sub-20, ao vencer a Argentina nos quartos-de-final, nas grandes penalidades. Um final épico.
O jogo terminou sem golos nos 90 minutos, também não os teve no prolongamento e nos penalties Portugal levou a melhor, por 5-4, depois de ter chegado a falhar a marcação de duas penalidades! A festa ficou completa quando Mika defendeu o remate de Tagliafico, à sétima ronda.
Os penalties tiveram emoção suficiente para compensar uma partida jogada em baixo ritmo. Portugal reforçou as características que tem mostrado ao longo da competição. Boa organização, concentração, mas não muita criatividade nem capacidade de transportar a bola em contínuo. Do lado da Argentina também não havia grandes rasgos.
Seguiram-se os penalties. Portugal começou, Nuno Reis marcou o primeiro mas no segundo e no terceiro Danilo e Roderick permitiram remates a Andrada. Pelo meio, Iturbe não falhou. Parecia tudo perdido para Portugal, mas a sorte começou a virar quando Pirez mandou à trave. Mika defendeu depois o remate de Ruiz e por fim o de Tagliafico. Depois de parecer ter tudo perdido, afinal a noite era portuguesa.
Portugal vai agora defrontar o vencedor do confronto entre França e Nigéria.
Portugal-Argentina, 0-0 (5-4 g.p.)
Portugal: Mika, Cedric, Nuno Reis, Roderick, Luis Martins (Tiago Ferreira, 120), Danilo, Pele, Julio Alves (Sana, 69), Sergio Oliveira, Caetano (Rafael Lopes, 94) e Nelson Oliveira.
Argentina: Andrada, Nervo, Gonzalez Pirez, Galeano, Tagliafico, Roberto Pereyra (Vuletich, 98), Battaglia, Laba e Luque (Ruiz, 81), Lamela e Facundo Ferreyra (Iturbe, 60).
SEMI FINAIS:
Dia Hora Local Jogos
Chave A
17/08 22h Pereira Brasil x México
17/08 19h Medellin França x Portugal
escritores brasileiros - QORPO SANTO
.
Qorpo Santo

José Joaquim de Campos Leão, conhecido como Qorpo Santo (Triunfo, 19 de abril 1829 — Porto Alegre, 1 de maio de 1883) foi um dramaturgo brasileiro.
Biografia
José Joaquim Leão, natural da vila do Triunfo, interior do Rio Grande do Sul, vai para Porto Alegre em 1840, já órfão de pai, para estudar gramática e conseguir emprego na capital, habilitando-se ao exercício do magistério público, que passou a exercer a partir de 1851.
Casa-se em 1855 e, em 1857, muda-se com a família para Alegrete, cidade na qual funda um colégio, adquirindo respeitabilidade como figura pública, escrevendo para jornais locais e ocupando ainda cargos públicos de delegado de polícia e vereador.
Em 1861, de volta a Porto Alegre, segue a carreira de professor e começa a escrever sua Ensiqlopédia ou seis mezes de huma enfermidade. Parecem manifestar-se, neste momento, os primeiros sinais de seus transtornos psíquicos, rotulados então sob o diagnóstico de “monomania”, sendo afastado do ensino e interditado judicialmente a pedido da própria família. QS não aceita pacificamente este seu enquadramento psiquiátrico, recorrendo ao Rio de Janeiro, sendo examinado então por médicos daquela capital, que diferem do diagnóstico inicial e não endossam sua interdição judicial.
Todavia, o estigma estava posto, e o autor se vê cada vez mais isolado. Este isolamento social parece incitá-lo a escrever febrilmente, e o leva ademais a constituir sua própria gráfica, na qual viabiliza e edita sua produção textual.

Obras
Ensiqlopèdia ou seis meses de uma enfermidade
Certa identidade em busca de outra
Eu sou a vida eu não sou a morte
Um credor da Fazenda Nacional
As relações naturais
Hoje sou um; e amanhã sou outro
Um assovio
Um parto
Hóspede atrevido ou O brilhante escondido
A impossibilidade da santificação ou A santificação transformada
Dois irmãos
A separação de dois esposos
La
Lanterna de fogo
Marinheiro escritor
Marido extremoso
Mateus e Mateusa
Elias e sua loucura bíblica
[editar] Sobre a Obra
Foram necessários quase cem anos, a partir da publicação original dos textos de autor gaúcho do século XIX, José Joaquim de Campos Leão, nome ao qual o próprio autor acrescentou a alcunha de Qorpo-Santo (QS), para que sua obra conquistasse reconhecimento devido aos esforços de muitos intelectuais que assim o quiseram e para tal trabalharam, na década de 1960.
Alguns críticos datando desta republicação, destacando-se o editor de seu teatro completo, Guilhermino César, buscaram situá-lo como precursor de modernas tendências da arte teatral, a princípio o teatro do absurdo -na época, pretendendo atribuir-lhe a paternidade desta moderna corrente teatral- e mais tarde querendo situá-lo como antecessor movimento surrealista.
Flávio Aguiar descreve a época do relançamento das obras, muito bem recebido, com análise profunda, ao seu Os homens precários -ainda na década de 1970, bem como a tendência dos intelectuais de glorificá-lo como um criador do tão famoso e moderno teatro do absurdo. Enquanto Eudinyr Fraga, em trabalho datado aos anos 80, defende que QS seja enquadrado como autor surrealista, por fazer uso constante em seu texto do chamado "automatismo psíquico", que caracterizaria aquela corrente estética: "Suas personagens são sempre projeção dele próprio, e com ele muitas vezes se confundem, como observamos pelo conhecimento de sua biografia. Inclusive, deixam a categoria de personagens e assumem um tom discursivo, lamentando as infelicidades e as injustiças sofridas pelo criador. Por outro lado, não tem preocupações estéticas. Suas lamúrias estão sempre a um nível existencial, ou melhor, individual. Sua obra visa satisfazer uma necessidade interior que a expressão determina”.
Hoje, QS é visto como um indivíduo criativo e fora de seu tempo, não se propõe mais sua suposta intenção como inovador da estética, mas como um artista envolvido e dedicado intimamente à sua obra, tanto que, por vezes, sua mente invade os personagens liberando seu discurso como uma colagem desconexa da lógica da personagem.
Aguiar analisa em detalhe o teatro de QS, e seus argumentos fogem à discussão sobre ser QS o precursor não reconhecido de modernas tendências do teatro moderno. Para Aguiar, QS constrói um teatro da paralisia, em que o pano de fundo da moralidade vigente é antagonizado pelo desenrolar dos acontecimentos, em atropelo da possível lógica de seus enredos,nas peças de QS o ritmo do tempo se mostra caótico demais para que dele possa nascer, ‘espontaneamente’, qualquer conclusão lógica.
Cabe ressaltar que, à exceção destes dois autores citados acima, é perceptível a ausência de uma reflexão sobre a questão da loucura, a qual foi julgado em vida pelo jurídico de Porto Alegre, sobre os limites da normalidade psíquica, no universo textual deste autor. E, no entanto, a "desrazão" se faz presente no cerne de sua escritura, nas nervuras de seu texto.
Qorpo Santo
José Joaquim de Campos Leão, conhecido como Qorpo Santo (Triunfo, 19 de abril 1829 — Porto Alegre, 1 de maio de 1883) foi um dramaturgo brasileiro.
Biografia
José Joaquim Leão, natural da vila do Triunfo, interior do Rio Grande do Sul, vai para Porto Alegre em 1840, já órfão de pai, para estudar gramática e conseguir emprego na capital, habilitando-se ao exercício do magistério público, que passou a exercer a partir de 1851.
Casa-se em 1855 e, em 1857, muda-se com a família para Alegrete, cidade na qual funda um colégio, adquirindo respeitabilidade como figura pública, escrevendo para jornais locais e ocupando ainda cargos públicos de delegado de polícia e vereador.
Em 1861, de volta a Porto Alegre, segue a carreira de professor e começa a escrever sua Ensiqlopédia ou seis mezes de huma enfermidade. Parecem manifestar-se, neste momento, os primeiros sinais de seus transtornos psíquicos, rotulados então sob o diagnóstico de “monomania”, sendo afastado do ensino e interditado judicialmente a pedido da própria família. QS não aceita pacificamente este seu enquadramento psiquiátrico, recorrendo ao Rio de Janeiro, sendo examinado então por médicos daquela capital, que diferem do diagnóstico inicial e não endossam sua interdição judicial.
Todavia, o estigma estava posto, e o autor se vê cada vez mais isolado. Este isolamento social parece incitá-lo a escrever febrilmente, e o leva ademais a constituir sua própria gráfica, na qual viabiliza e edita sua produção textual.

Obras
Ensiqlopèdia ou seis meses de uma enfermidade
Certa identidade em busca de outra
Eu sou a vida eu não sou a morte
Um credor da Fazenda Nacional
As relações naturais
Hoje sou um; e amanhã sou outro
Um assovio
Um parto
Hóspede atrevido ou O brilhante escondido
A impossibilidade da santificação ou A santificação transformada
Dois irmãos
A separação de dois esposos
La
Lanterna de fogo
Marinheiro escritor
Marido extremoso
Mateus e Mateusa
Elias e sua loucura bíblica
[editar] Sobre a Obra
Foram necessários quase cem anos, a partir da publicação original dos textos de autor gaúcho do século XIX, José Joaquim de Campos Leão, nome ao qual o próprio autor acrescentou a alcunha de Qorpo-Santo (QS), para que sua obra conquistasse reconhecimento devido aos esforços de muitos intelectuais que assim o quiseram e para tal trabalharam, na década de 1960.
Alguns críticos datando desta republicação, destacando-se o editor de seu teatro completo, Guilhermino César, buscaram situá-lo como precursor de modernas tendências da arte teatral, a princípio o teatro do absurdo -na época, pretendendo atribuir-lhe a paternidade desta moderna corrente teatral- e mais tarde querendo situá-lo como antecessor movimento surrealista.
Flávio Aguiar descreve a época do relançamento das obras, muito bem recebido, com análise profunda, ao seu Os homens precários -ainda na década de 1970, bem como a tendência dos intelectuais de glorificá-lo como um criador do tão famoso e moderno teatro do absurdo. Enquanto Eudinyr Fraga, em trabalho datado aos anos 80, defende que QS seja enquadrado como autor surrealista, por fazer uso constante em seu texto do chamado "automatismo psíquico", que caracterizaria aquela corrente estética: "Suas personagens são sempre projeção dele próprio, e com ele muitas vezes se confundem, como observamos pelo conhecimento de sua biografia. Inclusive, deixam a categoria de personagens e assumem um tom discursivo, lamentando as infelicidades e as injustiças sofridas pelo criador. Por outro lado, não tem preocupações estéticas. Suas lamúrias estão sempre a um nível existencial, ou melhor, individual. Sua obra visa satisfazer uma necessidade interior que a expressão determina”.
Hoje, QS é visto como um indivíduo criativo e fora de seu tempo, não se propõe mais sua suposta intenção como inovador da estética, mas como um artista envolvido e dedicado intimamente à sua obra, tanto que, por vezes, sua mente invade os personagens liberando seu discurso como uma colagem desconexa da lógica da personagem.
Aguiar analisa em detalhe o teatro de QS, e seus argumentos fogem à discussão sobre ser QS o precursor não reconhecido de modernas tendências do teatro moderno. Para Aguiar, QS constrói um teatro da paralisia, em que o pano de fundo da moralidade vigente é antagonizado pelo desenrolar dos acontecimentos, em atropelo da possível lógica de seus enredos,nas peças de QS o ritmo do tempo se mostra caótico demais para que dele possa nascer, ‘espontaneamente’, qualquer conclusão lógica.
Cabe ressaltar que, à exceção destes dois autores citados acima, é perceptível a ausência de uma reflexão sobre a questão da loucura, a qual foi julgado em vida pelo jurídico de Porto Alegre, sobre os limites da normalidade psíquica, no universo textual deste autor. E, no entanto, a "desrazão" se faz presente no cerne de sua escritura, nas nervuras de seu texto.
domingo, agosto 14, 2011
BRASILEIRÃO - 16ª.RODADA
.
FLAMENGO E CORINTHIANS SÓ
EMPATAM, O VASCO VENCE O
PALMEIRAS.
16 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
13/08/2011 18:30 (Saba) Cruzeiro 5 x 0 Avaí Parque do Sabiá
13/08/2011 18:30 (Saba) Atlético-GO 2 x 0 Santos Serra Dourada
13/08/2011 18:30 (Saba) São Paulo 2 x 2 Atlético-PR Morumbi
13/08/2011 21:00 (Saba) Botafogo-RJ 4 x 2 América-MG Engenhão
14/08/2011 16:00 (Dom) Coritiba 2 x 0 Atlético-MG Couto Pereira
14/08/2011 16:00 (Dom) Vasco 1 x 0 Palmeiras São Januário
14/08/2011 16:00 (Dom) Corinthians 2 x 2 Ceará Pacaembu
14/08/2011 16:00 (Dom) Figueirense 2 x 2 Flamengo Orlando Scarpelli
14/08/2011 18:30 (Dom) Bahia 1 x 1 Internacional-RS Pituaçu
14/08/2011 18:30 (Dom) Grêmio 2 x 1 Fluminense Olímpico
VASCO, 1 PALMEIRAS,0
FLAMENGO E CORINTHIANS SÓ
EMPATAM, O VASCO VENCE O
PALMEIRAS.
16 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
13/08/2011 18:30 (Saba) Cruzeiro 5 x 0 Avaí Parque do Sabiá
13/08/2011 18:30 (Saba) Atlético-GO 2 x 0 Santos Serra Dourada
13/08/2011 18:30 (Saba) São Paulo 2 x 2 Atlético-PR Morumbi
13/08/2011 21:00 (Saba) Botafogo-RJ 4 x 2 América-MG Engenhão
14/08/2011 16:00 (Dom) Coritiba 2 x 0 Atlético-MG Couto Pereira
14/08/2011 16:00 (Dom) Vasco 1 x 0 Palmeiras São Januário
14/08/2011 16:00 (Dom) Corinthians 2 x 2 Ceará Pacaembu
14/08/2011 16:00 (Dom) Figueirense 2 x 2 Flamengo Orlando Scarpelli
14/08/2011 18:30 (Dom) Bahia 1 x 1 Internacional-RS Pituaçu
14/08/2011 18:30 (Dom) Grêmio 2 x 1 Fluminense Olímpico
VASCO, 1 PALMEIRAS,0
sábado, agosto 13, 2011
CANTORES PORTUGUESES - DÁRIO MIRA
.
A voz romântica do Alentejo, de São Marcos da Atabueira para o mundo
A voz romântica do Alentejo, de São Marcos da Atabueira para o mundo
preliminares
.
Um sujeito chega ao céu, onde é recebido por São Pedro.
Após os cumprimentos, São Pedro explica-lhe que, para entrar, os homens têm que cortar a pila.
- Que disparate, São Pedro ! Como é que eu vou cortar uma coisa que na Terra me deu tanta alegria ?!?
- Não há outra forma, meu filho. Aqui, no céu não há sexo. Ou deixas cortar, ou não entras.
O tipo olha para baixo, vê as caldeiras fumegantes do inferno, e acaba por aceitar.
É levado a uma sala onde há três pessoas à espera.
Pouco depois chega uma anjinha muita linda, vestida de enfermeira, com as asinhas envolvidas em película esterilizada e manda entrar o próximo.
Segundos após, ouvem-se vários gritos de dor. Silêncio ... !!!
Volta a anjinha e chama mais um. Desta vez ouve-se apenas um grito forte, de dor, e depois ... silêncio ...
Quando chega a vez do terceiro, nada se ouve. Silêncio profundo ...
Chega a vez do sujeito.
Ele pede à anjinha uma explicação a respeito dos gritos diferentes e ela responde, muito surpreendida:
- Não te explicaram ?!? Então é assim ... aqui, a gente corta tal coisa de acordo com a profissão que o dono teve na Terra.
O primeiro gritou muito porque eu
lhe serrei a pila, já que ele era serralheiro.
O segundo deu só um grito forte porque foi cortada de uma só vez, ele era talhante.
O terceiro não gritou porque era médico e foi anestesiado antes.
O nosso amigo desata a rir às gargalhadas.
Sem entender nada, a anjinha fica a olhar.
Então, o rapaz desaperta os botões das calças e diz à anjinha:
- Meu amor ! Na Terra, eu era vendedor de gelados ...
Um sujeito chega ao céu, onde é recebido por São Pedro.
Após os cumprimentos, São Pedro explica-lhe que, para entrar, os homens têm que cortar a pila.
- Que disparate, São Pedro ! Como é que eu vou cortar uma coisa que na Terra me deu tanta alegria ?!?
- Não há outra forma, meu filho. Aqui, no céu não há sexo. Ou deixas cortar, ou não entras.
O tipo olha para baixo, vê as caldeiras fumegantes do inferno, e acaba por aceitar.
É levado a uma sala onde há três pessoas à espera.
Pouco depois chega uma anjinha muita linda, vestida de enfermeira, com as asinhas envolvidas em película esterilizada e manda entrar o próximo.
Segundos após, ouvem-se vários gritos de dor. Silêncio ... !!!
Volta a anjinha e chama mais um. Desta vez ouve-se apenas um grito forte, de dor, e depois ... silêncio ...
Quando chega a vez do terceiro, nada se ouve. Silêncio profundo ...
Chega a vez do sujeito.
Ele pede à anjinha uma explicação a respeito dos gritos diferentes e ela responde, muito surpreendida:
- Não te explicaram ?!? Então é assim ... aqui, a gente corta tal coisa de acordo com a profissão que o dono teve na Terra.
O primeiro gritou muito porque eu
lhe serrei a pila, já que ele era serralheiro.
O segundo deu só um grito forte porque foi cortada de uma só vez, ele era talhante.
O terceiro não gritou porque era médico e foi anestesiado antes.
O nosso amigo desata a rir às gargalhadas.
Sem entender nada, a anjinha fica a olhar.
Então, o rapaz desaperta os botões das calças e diz à anjinha:
- Meu amor ! Na Terra, eu era vendedor de gelados ...
sexta-feira, agosto 12, 2011
LIGA PORTUGUESA - 1ª.RODADA
.
O BENFICA VOLTA A NÃO CONSEGUIR
INICIAR A LIGA A VENCER, EMPATA
COM O GIL VICENYE 2-2, TAMBÉM O
SPORTING E O BRAGA EMPATARAM SEUS
JOGOS ,FRENTE AO OLHANENSE E AO
RIO AVE, ENQUANTO O PORTO ENTRA
A GANHAR

Gil Vicente impõe empate (2-2) ao Benfica em Barcelos
Gil Vicente e Benfica empataram (2-2) em Barcelos, no jogo inaugural da Liga. Encarnados desperdiçaram vantagem de dois golos, construída nos primeiros 20 minutos. Águias elevam para sete o número de épocas sem vencer a primeira partida do campeonato.
SPORTING, 1 OLHANENSE,1

Também o Sporting não conseguiu vencer o seu primeiro jogo da Liga, apesar de ter rematado 22 vezes ao gol contra 2 do Olhanense.
E para agravar o castigo, o glo do Olhanense foi marcado por Wlson Eduardo, um emprestado pelos leões ao seu adversário de hoje...
O BENFICA VOLTA A NÃO CONSEGUIR
INICIAR A LIGA A VENCER, EMPATA
COM O GIL VICENYE 2-2, TAMBÉM O
SPORTING E O BRAGA EMPATARAM SEUS
JOGOS ,FRENTE AO OLHANENSE E AO
RIO AVE, ENQUANTO O PORTO ENTRA
A GANHAR
Gil Vicente impõe empate (2-2) ao Benfica em Barcelos
Gil Vicente e Benfica empataram (2-2) em Barcelos, no jogo inaugural da Liga. Encarnados desperdiçaram vantagem de dois golos, construída nos primeiros 20 minutos. Águias elevam para sete o número de épocas sem vencer a primeira partida do campeonato.
SPORTING, 1 OLHANENSE,1
Também o Sporting não conseguiu vencer o seu primeiro jogo da Liga, apesar de ter rematado 22 vezes ao gol contra 2 do Olhanense.
E para agravar o castigo, o glo do Olhanense foi marcado por Wlson Eduardo, um emprestado pelos leões ao seu adversário de hoje...
quinta-feira, agosto 11, 2011
quarta-feira, agosto 10, 2011
PORTUGAL E BRASIL EM JOGOS DE PREPARAÇÃO
.
AS SELECÇÕES DO BRASIL DE DE
PORTUGAL DISPUTARAM HOJE
JOGOS DE PREPARAÇÃO
O Brasil perdeu o seu particular com a Alemanha por 3-2

Brasil passa sufoco e é derrotado pela Alemanha
Mano Menezes vê Seleção perder por 3 a 2 em Stuttgart e segue sem vencer equipes tradicionais no comando do Brasil
Há um ano à frente da Seleção Brasileira, Mano Menezes segue sem vencer equipes tradicionais. Depois de perder para Argentina e França e empatar sem gols contra a Holanda, o Brasil foi derrotado, nesta quarta-feira, pela Alemanha, por 3 a 2, em amistoso realizado em Stuttgart.
A equipe comandada por Mano entrou em campo com uma nova formação. Sem poder contar com Lucas, que cumpria suspensão após ser expulso na partida contra o Paraguai, ainda pela Copa América, Mano optou pelo corintiano Ralf ao lado de Ramires no meio de campo. Outra mudança foi a escalação de Fernandinho, do Shakhtar Donestsk, no lugar de Ganso, que ficou no banco e só entrou na segunda etapa.
As mudanças, no entanto, não surtiram muito efeito, e os novatos pouco acrescentaram. A Seleção foi praticamente dominada pela Alemanha no primeiro tempo e, apesar de não ter passado sufoco, chegou a ter menos de 35% de posse de bola em determinado momento do jogo.
O trio de ataque formado por Robinho, Pato e Neymar mostrou mais entrosamento que nos jogos anteriores, mas ainda falta à equipe de Mano o tradicional camisa 10, responsável pela criação das jogadas perigosas.
Pato teve uma boa oportunidade ainda nos primeiros minutos, e Neymar fez uma boa jogada que quase resultou em uma cabeçada de Robinho. Em jogada de bola parada, Daniel Alves obrigou Neuer a fazer uma difícil defesa. E foi só.
FICHA TÉCNICA
ALEMANHA 3 X 2 BRASIL
Estádio: Mercedes-Benz Arena, Stuttgart (ALE)
Gols: Schweinsteiger 15'/2ºT (1-0), Götze 21'/2°T (2-0), Robinho 26'/2°T (2-1), Schürrle 31'/2°T (3-1) e Neymar 46'/2°T (3-2)
ALEMANHA: Neuer, Träsch, Hummels (Boateng 41'/2°T), Badstuber e Lahm; Schweinsteiger (Rolfes 40'/2°T), Kroos, Götze (Cacau 41'/2°T) e Müller; Podolski (Klose - Intervalo) e Gómez (Schürrle - Intervalo) - Técnico: Joachim Löw.
BRASIL: Julio César, Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos (Luiz Gustavo 40'/2°T); Ralf, Ramires e Fernandinho (Ganso 23'/2°T); Robinho (Renato Augusto 40'/2°T), Alexandre Pato (Fred 31'/2°T) e Neymar - Técnico: Mano Menezes.
PORTUGAL, 5 LUXEMBURGO,0
A selecção de Portugal venceu o seu particular com o Luxemburgo por 5-0
Portugal aplica «chapa cinco» ao Luxemburgo
Portugal aplicou cinco golos sem resposta ao Luxemburgo, em jogo particular disputado na noite desta quarta-feira, no Estádio do Algarve. Hugo Almeida destacou-se com os dois últimos golos da partida, depois de Hélder Postiga, Cristiano Ronaldo e Fábio Coentrão terem também feito o gosto ao pé.
Clique aqui para consultar a ficha de jogo, as incidências da partida e os comentários dos leitores.
Bom ensaio da Selecção Nacional para o próximo compromisso na fase de qualificação para o Euro-2012, no Chipre, a 2 de Setembro. O objectivo definido pelo seleccionador Paulo Bento (vencer sem sofrer golos) foi cumprido com distinção, complementado com boa interacção com o público (cerca de 22 mil espectadores presentes).
AS SELECÇÕES DO BRASIL DE DE
PORTUGAL DISPUTARAM HOJE
JOGOS DE PREPARAÇÃO
O Brasil perdeu o seu particular com a Alemanha por 3-2
Brasil passa sufoco e é derrotado pela Alemanha
Mano Menezes vê Seleção perder por 3 a 2 em Stuttgart e segue sem vencer equipes tradicionais no comando do Brasil
Há um ano à frente da Seleção Brasileira, Mano Menezes segue sem vencer equipes tradicionais. Depois de perder para Argentina e França e empatar sem gols contra a Holanda, o Brasil foi derrotado, nesta quarta-feira, pela Alemanha, por 3 a 2, em amistoso realizado em Stuttgart.
A equipe comandada por Mano entrou em campo com uma nova formação. Sem poder contar com Lucas, que cumpria suspensão após ser expulso na partida contra o Paraguai, ainda pela Copa América, Mano optou pelo corintiano Ralf ao lado de Ramires no meio de campo. Outra mudança foi a escalação de Fernandinho, do Shakhtar Donestsk, no lugar de Ganso, que ficou no banco e só entrou na segunda etapa.
As mudanças, no entanto, não surtiram muito efeito, e os novatos pouco acrescentaram. A Seleção foi praticamente dominada pela Alemanha no primeiro tempo e, apesar de não ter passado sufoco, chegou a ter menos de 35% de posse de bola em determinado momento do jogo.
O trio de ataque formado por Robinho, Pato e Neymar mostrou mais entrosamento que nos jogos anteriores, mas ainda falta à equipe de Mano o tradicional camisa 10, responsável pela criação das jogadas perigosas.
Pato teve uma boa oportunidade ainda nos primeiros minutos, e Neymar fez uma boa jogada que quase resultou em uma cabeçada de Robinho. Em jogada de bola parada, Daniel Alves obrigou Neuer a fazer uma difícil defesa. E foi só.
FICHA TÉCNICA
ALEMANHA 3 X 2 BRASIL
Estádio: Mercedes-Benz Arena, Stuttgart (ALE)
Gols: Schweinsteiger 15'/2ºT (1-0), Götze 21'/2°T (2-0), Robinho 26'/2°T (2-1), Schürrle 31'/2°T (3-1) e Neymar 46'/2°T (3-2)
ALEMANHA: Neuer, Träsch, Hummels (Boateng 41'/2°T), Badstuber e Lahm; Schweinsteiger (Rolfes 40'/2°T), Kroos, Götze (Cacau 41'/2°T) e Müller; Podolski (Klose - Intervalo) e Gómez (Schürrle - Intervalo) - Técnico: Joachim Löw.
BRASIL: Julio César, Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos (Luiz Gustavo 40'/2°T); Ralf, Ramires e Fernandinho (Ganso 23'/2°T); Robinho (Renato Augusto 40'/2°T), Alexandre Pato (Fred 31'/2°T) e Neymar - Técnico: Mano Menezes.
PORTUGAL, 5 LUXEMBURGO,0
A selecção de Portugal venceu o seu particular com o Luxemburgo por 5-0
Portugal aplica «chapa cinco» ao Luxemburgo
Portugal aplicou cinco golos sem resposta ao Luxemburgo, em jogo particular disputado na noite desta quarta-feira, no Estádio do Algarve. Hugo Almeida destacou-se com os dois últimos golos da partida, depois de Hélder Postiga, Cristiano Ronaldo e Fábio Coentrão terem também feito o gosto ao pé.
Clique aqui para consultar a ficha de jogo, as incidências da partida e os comentários dos leitores.
Bom ensaio da Selecção Nacional para o próximo compromisso na fase de qualificação para o Euro-2012, no Chipre, a 2 de Setembro. O objectivo definido pelo seleccionador Paulo Bento (vencer sem sofrer golos) foi cumprido com distinção, complementado com boa interacção com o público (cerca de 22 mil espectadores presentes).
A CANARINHA DE 1982, PORVENTURA A MELHOR SELECÇÃO DE SEMPRE
.
MUITO EMBORA NÃO TENHA SIDO
CAMPEÃ, A CANARINHA DE 1982
TERÁ SIDO A QUE MELHOR FUTE-
BOL JOGOU, MESMO SUPERIOR ÀS
DE 1958 E 1970.
MUITO EMBORA NÃO TENHA SIDO
CAMPEÃ, A CANARINHA DE 1982
TERÁ SIDO A QUE MELHOR FUTE-
BOL JOGOU, MESMO SUPERIOR ÀS
DE 1958 E 1970.
terça-feira, agosto 09, 2011
terras do Brasil - CAEIRAS, SÃO PAULO
.
DE CAEIRAS, NO ESTADO DE
SÃO PAULO, O NOSSO BLOG
É ACESSADO DIARIAMENTE
Caieiras

Caieiras é um município do estado de São Paulo. A população estimada em 2009 era de 88.212 habitantes e a área é de aproximadamente 95,9 km². Sua densidade demográfica é de 990,56 hab/km².

História
A história de Caieiras teve início em 1877 quando o Coronel Antônio Proost Rodovalho comprou uma fazenda ao longo do rio Juqueri-Mirim numa região próxima as terras ocupadas hoje pelo município de Caieiras. Toda a área, a oeste do rio Juqueri-Guaçu, até o rio Juqueri-Mirim e mais para a frente, eram pertencentes ao município de Parnaíba (hoje Santana de Parnaíba). Para enviar a produção para São Paulo e o porto de Santos, Rodovalho conseguiu que a São Paulo Railway abrisse uma estação, no ano de 1883, que foi construída à esquerda da linha, entre a ferrovia e o rio Juqueri-Guaçu, em terras do município de São Paulo. A essa estação foi dada o nome de Caieiras, pois o local era até então conhecido como "Caieiras dos Perus", devido às caieiras (fornos de cal) e sua proximidade com a estação ferroviária de Perus, um bairro de São Paulo. Portanto, de todo o complexo, que veio dar origem à fábrica da Melhoramentos, tudo estava em território parnaibano, com exceção da estação.
Os fornos de cal foram construídos em 1877, por Rodovalho que constatou em suas terras a existência de minérios ricos em carbonato de cálcio, excelentes para a produção da cal. Mandou então que fossem construídos dois fornos de barranco para dar início à produção da cal, produto esse que, devido ao preanuncio do crescimento do país, tinha grande valor.
A dificuldade da prefeitura de Parnaíba em conseguir atender aos constantes pedidos dos administradores da Melhoramentos, por anos seguidos, inclusive às ocorrências policiais, que tinham de ser registradas e apuradas na sede do município, de difícil acesso devido às precárias estradas da região, levou à desagregação de boa parte da área ocupada pela fábrica, no ano de 1934, e à integração deste território ao município de Juqueri (atual Mairiporã). Da anexação surgiu, com nova divisão distrital, desta vez em Juqueri e em São Paulo, o município de Franco da Rocha. A estação de Caieiras e a Melhoramentos estavam agora em Juqueri, mas subordinados ao distrito de Franco da Rocha. Posteriormente, em 1944, Franco da Rocha desmembra-se como município, levando Caieiras, cuja área central do povoado havia se desenvolvido a leste da estação.[7]
Tornou-se município em 1958, quando se emancipou de Franco da Rocha.
Geografia
Seus limites são Franco da Rocha a norte, Mairiporã a leste, a capital a sul e Cajamar a oeste.
Caieiras situa-se a uma altitude média de 785 metros.
O clima do município, como em toda a Região Metropolitana de São Paulo, é o subtropical. A média de temperatura anual gira em torno dos 18Cº, sendo o mês mais frio Julho (Média de 14°C) e o mais quente Fevereiro (Média de 22°C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1400 mm.
Demografia
Dados do Censo - 2000
População total: 71.221
Urbana: 68.481
Rural: 2.740 Homens: 35.350
Mulheres: 35.871
Densidade demográfica (hab./km²): 742,66
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 14,20
Expectativa de vida (anos): 72,13
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,67
Taxa de alfabetização: 93,90%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,813
IDH-M Renda: 0,736
IDH-M Longevidade: 0,785
IDH-M Educação: 0,917
(Fonte: IPEADATA)
Transporte
O transporte ferroviário é realizado pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos(CPTM), pela linha 7-Rubi (Luz - Francisco Morato / Francisco Morato - Jundiaí).
O transporte público urbano é realizado através de concessão pela Viação Cidade de Caieiras.
Rodovias
Rodovia Tancredo de Almeida Neves
Rodovia dos Bandeirantes
Rodoanel Mário Covas
A cidade conta com fácil acesso através da rodovia Tancredo Neves que liga Caieiras à São Paulo e Caieiras à Jundiaí. A cidade também tem fácil acesso ao Rodoanel Mário Covas que interliga vários pontos da Região Metropolitana de São Paulo.
Bairros
Cresciúma, Jd. São Francisco, Jd. Santo Antônio, Vila Rosina, Jd. Vera Tereza, Serpa, Laranjeiras, Nova Caieiras, Vila miraval, Jd. Dos Eucaliptos, Vila Dos Pinheiros, Vila Nova Pinheiros, Pq. Santa Inês, Sítio Aparecida, Araucária, Jd. Marcelino, Morro Grande, Pq. São Rafael, Real Park, Jd. Monte Alegre, Jd. Vitória, Vila São João , Jd. Nova Era, Jd. Esperança, Alpes de Caieiras, Parque Suiça, Portal Das Laranjeiras, Jd. San Diego, Fazenda Cantareira, Boa Vista
A economia do município destaca-se pelas indústrias plásticas e papeleiras, dando destaque para a Companhia Melhoramentos de São Paulo, empresa produtora de papel, que possui uma área de reflorestamento que abrange a maior parte do território da Cidade. Atualmente o município possui um dos melhores índices de qualidade de vida do estado de São Paulo.
DE CAEIRAS, NO ESTADO DE
SÃO PAULO, O NOSSO BLOG
É ACESSADO DIARIAMENTE
Caieiras
Caieiras é um município do estado de São Paulo. A população estimada em 2009 era de 88.212 habitantes e a área é de aproximadamente 95,9 km². Sua densidade demográfica é de 990,56 hab/km².
História
A história de Caieiras teve início em 1877 quando o Coronel Antônio Proost Rodovalho comprou uma fazenda ao longo do rio Juqueri-Mirim numa região próxima as terras ocupadas hoje pelo município de Caieiras. Toda a área, a oeste do rio Juqueri-Guaçu, até o rio Juqueri-Mirim e mais para a frente, eram pertencentes ao município de Parnaíba (hoje Santana de Parnaíba). Para enviar a produção para São Paulo e o porto de Santos, Rodovalho conseguiu que a São Paulo Railway abrisse uma estação, no ano de 1883, que foi construída à esquerda da linha, entre a ferrovia e o rio Juqueri-Guaçu, em terras do município de São Paulo. A essa estação foi dada o nome de Caieiras, pois o local era até então conhecido como "Caieiras dos Perus", devido às caieiras (fornos de cal) e sua proximidade com a estação ferroviária de Perus, um bairro de São Paulo. Portanto, de todo o complexo, que veio dar origem à fábrica da Melhoramentos, tudo estava em território parnaibano, com exceção da estação.
Os fornos de cal foram construídos em 1877, por Rodovalho que constatou em suas terras a existência de minérios ricos em carbonato de cálcio, excelentes para a produção da cal. Mandou então que fossem construídos dois fornos de barranco para dar início à produção da cal, produto esse que, devido ao preanuncio do crescimento do país, tinha grande valor.
A dificuldade da prefeitura de Parnaíba em conseguir atender aos constantes pedidos dos administradores da Melhoramentos, por anos seguidos, inclusive às ocorrências policiais, que tinham de ser registradas e apuradas na sede do município, de difícil acesso devido às precárias estradas da região, levou à desagregação de boa parte da área ocupada pela fábrica, no ano de 1934, e à integração deste território ao município de Juqueri (atual Mairiporã). Da anexação surgiu, com nova divisão distrital, desta vez em Juqueri e em São Paulo, o município de Franco da Rocha. A estação de Caieiras e a Melhoramentos estavam agora em Juqueri, mas subordinados ao distrito de Franco da Rocha. Posteriormente, em 1944, Franco da Rocha desmembra-se como município, levando Caieiras, cuja área central do povoado havia se desenvolvido a leste da estação.[7]
Tornou-se município em 1958, quando se emancipou de Franco da Rocha.
Geografia
Seus limites são Franco da Rocha a norte, Mairiporã a leste, a capital a sul e Cajamar a oeste.
Caieiras situa-se a uma altitude média de 785 metros.
O clima do município, como em toda a Região Metropolitana de São Paulo, é o subtropical. A média de temperatura anual gira em torno dos 18Cº, sendo o mês mais frio Julho (Média de 14°C) e o mais quente Fevereiro (Média de 22°C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1400 mm.
Demografia
Dados do Censo - 2000
População total: 71.221
Urbana: 68.481
Rural: 2.740 Homens: 35.350
Mulheres: 35.871
Densidade demográfica (hab./km²): 742,66
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 14,20
Expectativa de vida (anos): 72,13
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,67
Taxa de alfabetização: 93,90%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,813
IDH-M Renda: 0,736
IDH-M Longevidade: 0,785
IDH-M Educação: 0,917
(Fonte: IPEADATA)
Transporte
O transporte ferroviário é realizado pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos(CPTM), pela linha 7-Rubi (Luz - Francisco Morato / Francisco Morato - Jundiaí).
O transporte público urbano é realizado através de concessão pela Viação Cidade de Caieiras.
Rodovias
Rodovia Tancredo de Almeida Neves
Rodovia dos Bandeirantes
Rodoanel Mário Covas
A cidade conta com fácil acesso através da rodovia Tancredo Neves que liga Caieiras à São Paulo e Caieiras à Jundiaí. A cidade também tem fácil acesso ao Rodoanel Mário Covas que interliga vários pontos da Região Metropolitana de São Paulo.
Bairros
Cresciúma, Jd. São Francisco, Jd. Santo Antônio, Vila Rosina, Jd. Vera Tereza, Serpa, Laranjeiras, Nova Caieiras, Vila miraval, Jd. Dos Eucaliptos, Vila Dos Pinheiros, Vila Nova Pinheiros, Pq. Santa Inês, Sítio Aparecida, Araucária, Jd. Marcelino, Morro Grande, Pq. São Rafael, Real Park, Jd. Monte Alegre, Jd. Vitória, Vila São João , Jd. Nova Era, Jd. Esperança, Alpes de Caieiras, Parque Suiça, Portal Das Laranjeiras, Jd. San Diego, Fazenda Cantareira, Boa Vista
A economia do município destaca-se pelas indústrias plásticas e papeleiras, dando destaque para a Companhia Melhoramentos de São Paulo, empresa produtora de papel, que possui uma área de reflorestamento que abrange a maior parte do território da Cidade. Atualmente o município possui um dos melhores índices de qualidade de vida do estado de São Paulo.
segunda-feira, agosto 08, 2011
artistas portugueses - VITORINO
O blog do nosso grupo
www.tranca-on-line.blogspot.com
publica uma reportagem sobre uma actuação do cantautor português, VITORINO no TEATRO DO BAIRRO , no castiço Bairro Alto em Lisboa.
Vai lá espreitar....
HISTÓRIA DE PORTUGAL - A NOITE SANGRENTA
.
NA NOITE DE 19 DE OUTUBRO DE 1921,
UMA CAMIONETA FANTASMA PERCORREU
AS RUAS DE LISBOA, LIDERADA PELO
MARINHEIRO ABEL OLIMPIO, O DENTE
DE OURO, COM UMA LISTA DE REPUBLI-
CANOS A MATAR...

A CAMIONETA DO MASSACRE
ENQUADRMENTO
19 de Outubro de 1921
O 19 de Outubro de 1921 foi o fim da 1ª República. Formalmente ela continuou até 28 de Maio de 1926. Pelo meio, alguns episódios grotescos de um regime em degenerescência: as governações de António Maria da Silva, o carbonário tornado o chefe todo poderoso do PRP e dos respectivos caciques, directas ou por interpostos testas de ferro; a eleição de Teixeira Gomes para a Presidência da República, uma manobra de Afonso Costa para tentar regressar ao poder; a renúncia de Teixeira Gomes.
Entre o assassinato de Sidónio Pais e os massacres de 19 de Outubro de 1921, Portugal, teoricamente um regime parlamentar, viveu sob uma ditadura tutelada pelos arruaceiros e rufias dos cafés e tabernas de Lisboa e pela Guarda Nacional Republicana, uma Guarda Pretoriana do regime, bem municiada de artilharia e armamento pesado, concentrada na zona de Lisboa e cujos efectivos passaram de 4575 homens em 1919 para 14 341 em 1921, chefiados por oficiais «de confiança», com vencimentos superiores aos do exército.
A queda do governo de Liberato Pinto, o principal cacique e mentor da GNR, em Fevereiro de 1921, colocou as instituições democráticas na mira dos arruaceiros e pretorianos do regime a que se juntaram sindicalistas, anarquistas, efectivos do corpo de marinheiros, etc.. O governo de António Granjo, formado a 30 de Agosto, era o alvo.
O nó górdio foi o caso Liberato Pinto, entretanto julgado e condenado em Conselho de Guerra por causa das suas actividades conspirativas. Juntamente com o Mundo, a Imprensa da Manhã, jornal sob a tutela de Liberato Pinto, atacavam diariamente o governo, tentando provar, através de documentos falsos, que o Governo projectava o cerco de Lisboa por forças do Exército, para desarmar a Guarda Nacional Republicana. No Diário de Lisboa apareceram, entretanto, algumas notas relativas ao futuro movimento. Em 18 de Agosto, um informador anónimo dizia da futura revolta: «Mot d'ordre: a revolução é a última. Depois, liquidar-se-ão várias pessoas».
O coronel Manuel Maria Coelho era o chefe da conjura. Acompanhavam-no, na Junta, Camilo de Oliveira e Cortês dos Santos, oficiais da G. N. R., e o capitão-de-fragata Procópio de Freitas. O republicanismo histórico do primeiro aliava-se às forças armadas, que seriam o pilar da revolução.
Depois de uma primeira tentativa falhada, em que alguns dos seus chefes foram presos e libertos logo a seguir, o movimento de 19 de Outubro de 1921 desenrolou-se num dia apenas, entre a manhã e a noite. Três tiros de canhão disparados da Rotunda pela artilharia pesada da GNR tiveram a sua resposta no Vasco da Gama. Passavam à acção as duas grandes forças da revolta. A Guarda concentrou os seus elementos na Rotunda; o quartel do Arsenal foi ocupado pelos marinheiros sublevados, que não encontraram qualquer resistência; núcleos de civis armados percorreram a cidade em serviço de vigilância e propaganda. Os edifícios públicos, os centros de comunicações, os postos de comando oficiais caíram rapidamente em poder dos sublevados. Às 9, uma multidão de soldados, marinheiros e civis subiu a Avenida para saudar a Junta vitoriosa. Instalado num anexo do hospital militar de Campolide, o seu chefe, o coronel Manuel Maria Coelho, presidia àquela vitória sem luta.
Em face da incapacidade de resistir, às dez da manhã, António Granjo escreveu ao Presidente da República: «Nestes termos, o governo encontra-se sem meios de resistência e defesa em Lisboa. Deponho, por isso, nas mãos de V. Ex.a a sorte do Governo...» António José de Almeida respondeu-lhe, aceitando a demissão: «Julgo cumprir honradamente o meu dever de português e de republicano, declarando a V. Ex.a que, desde este momento, considero finda a missão do seu governo...» Recebida a resposta, António Granjo retirou-se para sua casa. Eram duas da tarde.
O PR recusou-se a ceder aos sublevados. Afiançou que preferiria demitir-se a indigitar um governo imposto pelas armas. Às onze da noite, ainda sem haver solução institucional, Agatão Lança avisou António José de Almeida que algo de grave se estava a passar. Perante tal, conforme descreveu depois o PR, «Corri ao telefone e investi o cidadão Manuel Maria Coelho na Presidência do Ministério, concedendo-lhe os poderes mais amplos e discricionários para que, sob a minha inteira responsabilidade, a ordem fosse, a todo o transe, mantida».
A NOITE INFAME OU O MASSACRE DA NOITE SANGRENTA

IMPRESA DA ÉPOCA, EM BAIXO O FRISO DOS MARINHEIROS QUE PARTICIPARAM NOS ASSASSINATOS, ABEL OLIMPIO É O 3º. DA ESQUERDA
Sentindo as ameaças que se abatiam sobre ele, António Granjo buscou refúgio na casa de Cunha Leal. Cunha Leal tinha simpatias entre os revoltosos (tinha aliás sido sondado para ser um dos chefes do movimento, mas recusara) e Granjo considerou-se a salvo. Todavia, a denúncia de uma porteira guiou os seus perseguidores que tentaram entrar na casa de Cunha Leal para deter António Granjo. Cunha Leal impediu-os, mas a partir desse momento ficaram sem possibilidades de fuga porque, pouco a pouco, o cerco apertara-se e grupos armados vigiavam a casa. Apelos telefónicos junto de figuras próximas dos chefes da sublevação, que pudessem dar-lhes auxílio, não surtiram efeito.
Perto das nove da noite compareceu um oficial da marinha, conhecido de ambos, que afirmou que levaria Granjo para bordo do Vasco da Gama, um lugar seguro. Cunha Leal vacilou. Granjo mostrou-se disposto a partir. Cunha Leal acompanhou-o, exigindo ao oficial da marinha que desse a palavra de honra de que não seriam separados. Meteram-se na camioneta que afinal não os levaria ao refúgio do Vasco de Gama, mas ao centro da sublevação.
A camioneta chegou ao Terreiro do Paço onde os marinheiros e os soldados da Guarda apuparam e tentaram matar António Granjo. Cunha Leal conseguiu então salvá-lo. A camioneta entrou, por fim, no Arsenal e os dois políticos passaram ao pavilhão dos oficiais. Um grupo rodeou Cunha Leal e separou-o de Granjo, apesar dos seus protestos. Os seus brados levaram a que um dos sublevados disparasse sobre ele, atingindo-o três vezes, um dos tiros, gravemente, no pescoço. Foi conduzido ao posto médico do Arsenal.
Entretanto, vencida a débil resistência de alguns oficiais, marinheiros e soldados da GNR invadiram o quarto onde estava António Granjo e descarregaram as suas armas sobre ele. Caiu crivado. Um corneteiro da Guarda Nacional Republicana cravou-lhe um sabre no ventre. Depois, apoiando o pé no peito do assassinado, puxou a lâmina e gritou: «Venham ver de que cor é o sangue do porco!»
A camioneta continuou a sua marcha sangrenta, agora em busca de Carlos da Maia, o herói republicano do 5 de Outubro e ministro de Sidónio Pais.
Carlos da Maia inicialmente não percebeu as intenções do grupo de marinheiros armados. Tinha de ir ao quartel do Arsenal por ordem da Junta Revolucionária. Na discussão que se seguiu só conseguiu o tempo necessário para se vestir. Então, o cabo Abel Olímpio, o Dente de Ouro, agarrou-o pelo braço e arrastou-o para a camioneta que se dirigiu ao Arsenal. Carlos da Maia apeou-se. Um gesto instintivo de defesa valeu-lhe uma coronhada brutal. Atordoado pelo golpe, vacilou, e um tiro na nuca acabou com a sua vida.
A camioneta, com o Dente de Ouro por chefe, prosseguiu na sua missão macabra. Era seguida por uma moto com sidecar, com repórteres do jornal Imprensa da Manhã. Bem informados como sempre, foram os próprios repórteres que denunciaram: «Rapazes, vocês por aí vão enganados... Se querem prender Machado Santos (que foi o herói da Revolução de 1910) venham por aqui...». Acometido pela soldadesca, Machado Santos procurou impor a sua autoridade: «Esqueceis que sou vosso superior, que sou Almirante!». Dente de Ouro foi seco: «Acabemos com isto. Vamos». Machado Santos sentou-se junto do motorista, com Abel Olímpio, o Dente de Ouro, a seu lado. Na Avenida Almirante Reis, a camioneta imobiliza-se devido a avaria no motor. Dente de Ouro e os camaradas não perdem tempo. Abatem ali mesmo Machado Santos, o herói da Rotunda.
Não encontraram Pais Gomes, ministro da Marinha. Prenderam o seu secretário, o comandante Freitas da Silva, que caiu, crivado de balas, à porta do Arsenal. O velho coronel Botelho de Vasconcelos, um apoiante de Sidónio, foi igualmente fuzilado. Outros, como Barros Queirós, Cândido Sotomayor, Alfredo da Silva, Fausto Figueiredo, Tamagnini Barbosa, Pinto Bessa, etc., salvaram a vida por acaso.
Os assassinos foram marinheiros e soldados da Guarda. Estavam tão orgulhosos dos seus actos que pensaram publicar os seus nomes na Imprensa da Manhã, como executores de Machado Santos. Não o chegaram a fazer devido ao rápido movimento de horror que percorreu toda a sociedade portuguesa face àquele massacre monstruoso. Mas quem os mandou matar?
O horror daqueles dias deu lugar a uma explicação imediata, simples e porventura correcta: os assassínios de 19 de Outubro tinham sido a explosão das paixões criadas e acumuladas pelo regime. Determinados homens mataram; a propaganda revolucionária impeliu-os e a explosão da revolução permitiu-lhes matar. No enterro de António Granjo, Cunha Leal proclamou essa verdade: «O sangue correu pela inconsciência da turba—a fera que todos nós, e eu, açulámos, que anda solta, matando porque é preciso matar. Todos nós temos a culpa! É esta maldita política que nos envergonha e me salpica de lama». No mesmo acto, afirmaria Jaime Cortesão: «Sim, diga-se a verdade toda. Os crimes, que se praticaram, não eram possíveis sem a dissolução moral a que chegou a sociedade portuguesa».
)
Os assassinados na Noite Sangrenta não seriam, entre os republicanos, aqueles que mais hostilidade mereceriam dos monárquicos. Eram republicanos moderados. O furor dos assassinos liquidara homens tidos, na sua maior parte, como simpatizantes do sidonismo. Não se tratava de vingar Outubro de 1910, mas sim Dezembro de 1917. Carlos da Maia e Machado Santos foram ministros de Sidónio Pais. Botelho de Vasconcelos, coronel na Rotunda, às ordens de Sidónio Pais. Se as matanças de 19 de Outubro de 1921 foram uma vingança terão de ser referenciadas à República Nova e não ao 5 de Outubro. Aliás, num gesto significativo, os revolucionários libertaram o assassino de Sidónio Pais.
Há na Noite Sangrenta factos que se impõem de maneira evidente. A 20 de Outubro, a Imprensa da Manhã reivindicou para si a glória de ter preparado o movimento, mas repudiou as suas trágicas consequências, especialmente a morte de Granjo. Ora anteriormente, dia após dia, aquele diário havia acusado e ameaçado Granjo, injuriando-o sistematicamente. Como podia agora lavar as mãos da sua morte? Aliás, a atitude dos assassinos foi concludente: depois de matarem Machado Santos, dirigiram-se na camioneta da morte à Imprensa da Manhã para lhe agradecerem o apoio e para aquela publicar os nomes dos que tinham fuzilado o Almirante. Um deles confessou mais tarde que Machado Santos havia sido localizado por informações de jornalistas da Imprensa da Manhã. Os assassinos procuravam a satisfação e a glória de uma obra realizada, no diário matutino onde se proclamara a necessidade dessa realização.
Os assassinos nunca esperaram ser castigados. Mesmo durante o julgamento sempre esperaram a absolvição. Quando foram condenados, entre gritos de vingança e de apoio à «República radical», alguns acusaram altos oficiais de não terem autoridade moral para os condenarem, pois estavam por detrás da carnificina. Os assassinos tinham, de certo modo, razão: eles tinham agido dentro da lógica que o republicanismo tinha instilado neles. Em todos os regimes que nascem e se sustentam no crime e no terror (por muito justa que a causa possa ser), há sempre o momento (ou os momentos) em que a revolução devora os próprios filhos.
O Padre director da Imprensa da Manhã ,padrinho do marinheiro Olimpio, o Dente de Ouro, foi o verdadeiro mandante das mortes da noite sangrenta, tendo entregado ao líder dos assassinos uma lista dos republicanos a matar nessa noite, lista que foi sempre negada e que fez desaparecer graças aos cumplices que tinha na polícia e no Poder.
Para terminar devo referir que nem Manuel Maria Coelho, nem nenhum dos «outubristas», conseguiu formar um governo estável. O horror fez todos os nomes sonantes recusarem fazer parte de um governo de assassinos. Menos de dois meses depois da revolução, António José de Almeida, em 16 de Dezembro de 1921, entregou a chefia do ministério a Cunha Leal.
A GNR foi pouco a pouco desmantelada e reduzida a uma força de policiamento rural.
A república ficara ferida de morte.
Recentemente foi produzido um filme sobre a NOITE SANGRENTA, para comemorar os 100 anos a Republica em Portugal, desse filme deixo aqui o trailer:
NA NOITE DE 19 DE OUTUBRO DE 1921,
UMA CAMIONETA FANTASMA PERCORREU
AS RUAS DE LISBOA, LIDERADA PELO
MARINHEIRO ABEL OLIMPIO, O DENTE
DE OURO, COM UMA LISTA DE REPUBLI-
CANOS A MATAR...

A CAMIONETA DO MASSACRE
ENQUADRMENTO
19 de Outubro de 1921
O 19 de Outubro de 1921 foi o fim da 1ª República. Formalmente ela continuou até 28 de Maio de 1926. Pelo meio, alguns episódios grotescos de um regime em degenerescência: as governações de António Maria da Silva, o carbonário tornado o chefe todo poderoso do PRP e dos respectivos caciques, directas ou por interpostos testas de ferro; a eleição de Teixeira Gomes para a Presidência da República, uma manobra de Afonso Costa para tentar regressar ao poder; a renúncia de Teixeira Gomes.
Entre o assassinato de Sidónio Pais e os massacres de 19 de Outubro de 1921, Portugal, teoricamente um regime parlamentar, viveu sob uma ditadura tutelada pelos arruaceiros e rufias dos cafés e tabernas de Lisboa e pela Guarda Nacional Republicana, uma Guarda Pretoriana do regime, bem municiada de artilharia e armamento pesado, concentrada na zona de Lisboa e cujos efectivos passaram de 4575 homens em 1919 para 14 341 em 1921, chefiados por oficiais «de confiança», com vencimentos superiores aos do exército.
A queda do governo de Liberato Pinto, o principal cacique e mentor da GNR, em Fevereiro de 1921, colocou as instituições democráticas na mira dos arruaceiros e pretorianos do regime a que se juntaram sindicalistas, anarquistas, efectivos do corpo de marinheiros, etc.. O governo de António Granjo, formado a 30 de Agosto, era o alvo.
O nó górdio foi o caso Liberato Pinto, entretanto julgado e condenado em Conselho de Guerra por causa das suas actividades conspirativas. Juntamente com o Mundo, a Imprensa da Manhã, jornal sob a tutela de Liberato Pinto, atacavam diariamente o governo, tentando provar, através de documentos falsos, que o Governo projectava o cerco de Lisboa por forças do Exército, para desarmar a Guarda Nacional Republicana. No Diário de Lisboa apareceram, entretanto, algumas notas relativas ao futuro movimento. Em 18 de Agosto, um informador anónimo dizia da futura revolta: «Mot d'ordre: a revolução é a última. Depois, liquidar-se-ão várias pessoas».
O coronel Manuel Maria Coelho era o chefe da conjura. Acompanhavam-no, na Junta, Camilo de Oliveira e Cortês dos Santos, oficiais da G. N. R., e o capitão-de-fragata Procópio de Freitas. O republicanismo histórico do primeiro aliava-se às forças armadas, que seriam o pilar da revolução.
Depois de uma primeira tentativa falhada, em que alguns dos seus chefes foram presos e libertos logo a seguir, o movimento de 19 de Outubro de 1921 desenrolou-se num dia apenas, entre a manhã e a noite. Três tiros de canhão disparados da Rotunda pela artilharia pesada da GNR tiveram a sua resposta no Vasco da Gama. Passavam à acção as duas grandes forças da revolta. A Guarda concentrou os seus elementos na Rotunda; o quartel do Arsenal foi ocupado pelos marinheiros sublevados, que não encontraram qualquer resistência; núcleos de civis armados percorreram a cidade em serviço de vigilância e propaganda. Os edifícios públicos, os centros de comunicações, os postos de comando oficiais caíram rapidamente em poder dos sublevados. Às 9, uma multidão de soldados, marinheiros e civis subiu a Avenida para saudar a Junta vitoriosa. Instalado num anexo do hospital militar de Campolide, o seu chefe, o coronel Manuel Maria Coelho, presidia àquela vitória sem luta.
Em face da incapacidade de resistir, às dez da manhã, António Granjo escreveu ao Presidente da República: «Nestes termos, o governo encontra-se sem meios de resistência e defesa em Lisboa. Deponho, por isso, nas mãos de V. Ex.a a sorte do Governo...» António José de Almeida respondeu-lhe, aceitando a demissão: «Julgo cumprir honradamente o meu dever de português e de republicano, declarando a V. Ex.a que, desde este momento, considero finda a missão do seu governo...» Recebida a resposta, António Granjo retirou-se para sua casa. Eram duas da tarde.
O PR recusou-se a ceder aos sublevados. Afiançou que preferiria demitir-se a indigitar um governo imposto pelas armas. Às onze da noite, ainda sem haver solução institucional, Agatão Lança avisou António José de Almeida que algo de grave se estava a passar. Perante tal, conforme descreveu depois o PR, «Corri ao telefone e investi o cidadão Manuel Maria Coelho na Presidência do Ministério, concedendo-lhe os poderes mais amplos e discricionários para que, sob a minha inteira responsabilidade, a ordem fosse, a todo o transe, mantida».
A NOITE INFAME OU O MASSACRE DA NOITE SANGRENTA

IMPRESA DA ÉPOCA, EM BAIXO O FRISO DOS MARINHEIROS QUE PARTICIPARAM NOS ASSASSINATOS, ABEL OLIMPIO É O 3º. DA ESQUERDA
Sentindo as ameaças que se abatiam sobre ele, António Granjo buscou refúgio na casa de Cunha Leal. Cunha Leal tinha simpatias entre os revoltosos (tinha aliás sido sondado para ser um dos chefes do movimento, mas recusara) e Granjo considerou-se a salvo. Todavia, a denúncia de uma porteira guiou os seus perseguidores que tentaram entrar na casa de Cunha Leal para deter António Granjo. Cunha Leal impediu-os, mas a partir desse momento ficaram sem possibilidades de fuga porque, pouco a pouco, o cerco apertara-se e grupos armados vigiavam a casa. Apelos telefónicos junto de figuras próximas dos chefes da sublevação, que pudessem dar-lhes auxílio, não surtiram efeito.
Perto das nove da noite compareceu um oficial da marinha, conhecido de ambos, que afirmou que levaria Granjo para bordo do Vasco da Gama, um lugar seguro. Cunha Leal vacilou. Granjo mostrou-se disposto a partir. Cunha Leal acompanhou-o, exigindo ao oficial da marinha que desse a palavra de honra de que não seriam separados. Meteram-se na camioneta que afinal não os levaria ao refúgio do Vasco de Gama, mas ao centro da sublevação.
A camioneta chegou ao Terreiro do Paço onde os marinheiros e os soldados da Guarda apuparam e tentaram matar António Granjo. Cunha Leal conseguiu então salvá-lo. A camioneta entrou, por fim, no Arsenal e os dois políticos passaram ao pavilhão dos oficiais. Um grupo rodeou Cunha Leal e separou-o de Granjo, apesar dos seus protestos. Os seus brados levaram a que um dos sublevados disparasse sobre ele, atingindo-o três vezes, um dos tiros, gravemente, no pescoço. Foi conduzido ao posto médico do Arsenal.
Entretanto, vencida a débil resistência de alguns oficiais, marinheiros e soldados da GNR invadiram o quarto onde estava António Granjo e descarregaram as suas armas sobre ele. Caiu crivado. Um corneteiro da Guarda Nacional Republicana cravou-lhe um sabre no ventre. Depois, apoiando o pé no peito do assassinado, puxou a lâmina e gritou: «Venham ver de que cor é o sangue do porco!»
A camioneta continuou a sua marcha sangrenta, agora em busca de Carlos da Maia, o herói republicano do 5 de Outubro e ministro de Sidónio Pais.
Carlos da Maia inicialmente não percebeu as intenções do grupo de marinheiros armados. Tinha de ir ao quartel do Arsenal por ordem da Junta Revolucionária. Na discussão que se seguiu só conseguiu o tempo necessário para se vestir. Então, o cabo Abel Olímpio, o Dente de Ouro, agarrou-o pelo braço e arrastou-o para a camioneta que se dirigiu ao Arsenal. Carlos da Maia apeou-se. Um gesto instintivo de defesa valeu-lhe uma coronhada brutal. Atordoado pelo golpe, vacilou, e um tiro na nuca acabou com a sua vida.
A camioneta, com o Dente de Ouro por chefe, prosseguiu na sua missão macabra. Era seguida por uma moto com sidecar, com repórteres do jornal Imprensa da Manhã. Bem informados como sempre, foram os próprios repórteres que denunciaram: «Rapazes, vocês por aí vão enganados... Se querem prender Machado Santos (que foi o herói da Revolução de 1910) venham por aqui...». Acometido pela soldadesca, Machado Santos procurou impor a sua autoridade: «Esqueceis que sou vosso superior, que sou Almirante!». Dente de Ouro foi seco: «Acabemos com isto. Vamos». Machado Santos sentou-se junto do motorista, com Abel Olímpio, o Dente de Ouro, a seu lado. Na Avenida Almirante Reis, a camioneta imobiliza-se devido a avaria no motor. Dente de Ouro e os camaradas não perdem tempo. Abatem ali mesmo Machado Santos, o herói da Rotunda.
Não encontraram Pais Gomes, ministro da Marinha. Prenderam o seu secretário, o comandante Freitas da Silva, que caiu, crivado de balas, à porta do Arsenal. O velho coronel Botelho de Vasconcelos, um apoiante de Sidónio, foi igualmente fuzilado. Outros, como Barros Queirós, Cândido Sotomayor, Alfredo da Silva, Fausto Figueiredo, Tamagnini Barbosa, Pinto Bessa, etc., salvaram a vida por acaso.
Os assassinos foram marinheiros e soldados da Guarda. Estavam tão orgulhosos dos seus actos que pensaram publicar os seus nomes na Imprensa da Manhã, como executores de Machado Santos. Não o chegaram a fazer devido ao rápido movimento de horror que percorreu toda a sociedade portuguesa face àquele massacre monstruoso. Mas quem os mandou matar?
O horror daqueles dias deu lugar a uma explicação imediata, simples e porventura correcta: os assassínios de 19 de Outubro tinham sido a explosão das paixões criadas e acumuladas pelo regime. Determinados homens mataram; a propaganda revolucionária impeliu-os e a explosão da revolução permitiu-lhes matar. No enterro de António Granjo, Cunha Leal proclamou essa verdade: «O sangue correu pela inconsciência da turba—a fera que todos nós, e eu, açulámos, que anda solta, matando porque é preciso matar. Todos nós temos a culpa! É esta maldita política que nos envergonha e me salpica de lama». No mesmo acto, afirmaria Jaime Cortesão: «Sim, diga-se a verdade toda. Os crimes, que se praticaram, não eram possíveis sem a dissolução moral a que chegou a sociedade portuguesa».
)
Os assassinados na Noite Sangrenta não seriam, entre os republicanos, aqueles que mais hostilidade mereceriam dos monárquicos. Eram republicanos moderados. O furor dos assassinos liquidara homens tidos, na sua maior parte, como simpatizantes do sidonismo. Não se tratava de vingar Outubro de 1910, mas sim Dezembro de 1917. Carlos da Maia e Machado Santos foram ministros de Sidónio Pais. Botelho de Vasconcelos, coronel na Rotunda, às ordens de Sidónio Pais. Se as matanças de 19 de Outubro de 1921 foram uma vingança terão de ser referenciadas à República Nova e não ao 5 de Outubro. Aliás, num gesto significativo, os revolucionários libertaram o assassino de Sidónio Pais.
Há na Noite Sangrenta factos que se impõem de maneira evidente. A 20 de Outubro, a Imprensa da Manhã reivindicou para si a glória de ter preparado o movimento, mas repudiou as suas trágicas consequências, especialmente a morte de Granjo. Ora anteriormente, dia após dia, aquele diário havia acusado e ameaçado Granjo, injuriando-o sistematicamente. Como podia agora lavar as mãos da sua morte? Aliás, a atitude dos assassinos foi concludente: depois de matarem Machado Santos, dirigiram-se na camioneta da morte à Imprensa da Manhã para lhe agradecerem o apoio e para aquela publicar os nomes dos que tinham fuzilado o Almirante. Um deles confessou mais tarde que Machado Santos havia sido localizado por informações de jornalistas da Imprensa da Manhã. Os assassinos procuravam a satisfação e a glória de uma obra realizada, no diário matutino onde se proclamara a necessidade dessa realização.
Os assassinos nunca esperaram ser castigados. Mesmo durante o julgamento sempre esperaram a absolvição. Quando foram condenados, entre gritos de vingança e de apoio à «República radical», alguns acusaram altos oficiais de não terem autoridade moral para os condenarem, pois estavam por detrás da carnificina. Os assassinos tinham, de certo modo, razão: eles tinham agido dentro da lógica que o republicanismo tinha instilado neles. Em todos os regimes que nascem e se sustentam no crime e no terror (por muito justa que a causa possa ser), há sempre o momento (ou os momentos) em que a revolução devora os próprios filhos.
O Padre director da Imprensa da Manhã ,padrinho do marinheiro Olimpio, o Dente de Ouro, foi o verdadeiro mandante das mortes da noite sangrenta, tendo entregado ao líder dos assassinos uma lista dos republicanos a matar nessa noite, lista que foi sempre negada e que fez desaparecer graças aos cumplices que tinha na polícia e no Poder.
Para terminar devo referir que nem Manuel Maria Coelho, nem nenhum dos «outubristas», conseguiu formar um governo estável. O horror fez todos os nomes sonantes recusarem fazer parte de um governo de assassinos. Menos de dois meses depois da revolução, António José de Almeida, em 16 de Dezembro de 1921, entregou a chefia do ministério a Cunha Leal.
A GNR foi pouco a pouco desmantelada e reduzida a uma força de policiamento rural.
A república ficara ferida de morte.
Recentemente foi produzido um filme sobre a NOITE SANGRENTA, para comemorar os 100 anos a Republica em Portugal, desse filme deixo aqui o trailer:
domingo, agosto 07, 2011
brasileirão - 15ª.rodada
.
O CORINTHIANS CEDE EMPATE E O
FLAMENGO (COM 1 JOGO A MAIS)
ASSUME A LIDERANÇA PROVISÓ-
RIA AO DERROTAR O CORITIBA.
DERROTA SEVERA DO VASCO COM
O BOTAFOGO (4-0)
Flamengo 1x0 Coritiba
Palmeiras 0x0 Grêmio
Atlético-MG 1x2 Figueirense
Internacional 3x2 Cruzeiro
Santos 1x0 Ceará
Atlético-PR 1x1 Corinthians
Curitiba 3x0 Fluminense
Botafogo 4x0 Vasco
Avaí 1x2 São Paulo
Bahia 2x1 Atlético-GO
O Flamengo pressionou, tentou, arriscou, e foi recompensado com uma emocionante vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba neste sábado no Engenhão. A equipe rubro-negra garantiu sua vitória com um gol de cabeça de Jael, seu primeiro tento pelo time da Gávea, após linda jogada de Ronaldinho. Com o resultado, os ainda invictos cariocas com 33 pontos assumem a liderança do Campeonato Brasileiro, que pode voltar para o Corinthians caso os paulistas não percam para o Atlético-PR neste domingo.
Flamengo 1 x 0 Coritiba
Gols
Flamengo:
Jael, aos 44min do segundo tempo
Flamengo: Felipe; Léo Moura, Welinton, David Braz e Junior Cesar; Willians e Muralha (Bottinelli); Renato, Thiago Neves (Diego Maurício) e Ronaldinho; Deivid (Jael). Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Coritiba: Edson Bastos; Jonas, Émerson, Jeci e Lucas Mendes (Eltinho); Leandro Donizete, Léo Gago, Tcheco (Maranhão) e Rafinha; Marcos Aurélio (Davi) e Bill. Técnico: Marcelo Oliveira
BOTAFOGO, 4 VASCO,0
Em noite inspirada de Loco Abreu, o Botafogo venceu o Vasco por 4 a 0, neste domingo, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo foi amplamente dominado pelo Fogão, que abriu três gols de vantagem ainda nos 45 minutos iniciais, com dois do uruguaio e um de Antônio Carlos. Herrera fechou o placar.
O Botafogo chegou a 25 pontos e se manteve na sexta posição do Brasileiro, vivo na briga pelo G4. Já classificado para a Copa Santander Libertadores do ano que vem, o Vasco é o quarto, com 27.
BOTAFOGO 4X0 VASCO
Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 7/8/2011 - 18h30min
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Dilbert Pedrosa (RJ) e Rodrigo Joia (RJ)
Cartões amarelos: Cortês, Elkeson (BOT); Dedé, Jumar, Felipe, Diego Souza (VAS)
Cartão vermelho: Diego Souza, 20'/2ºT (VAS)
Gols: Antônio Carlos, 10'/1ºT, Abreu, 27'/1ºT, Abreu, 40'/1ºT, Herrera, 46'/2ºT
BOTAFOGO: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Cortês (Márcio Azevedo, 23'/2ºT); Marcelo Mattos, Renato, Felipe Menezes (Lucas Zen, 35'/2ºT) e Elkeson (Cidinho, 30'/2ºT); Herrera e Abreu. Técnico: Caio Junior.
VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca (Juninho, intervalo); Jumar, Rômulo, Felipe (Leandro, 31'/2ºT) e Diego Souza; Eder Luis (Julinho, 16'/2ºT) e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes.
classificação
1 Flamengo 1 33 15 9 6 0 28 13 15 73
2 Corinthians -1 32 14 10 2 2 24 10 14 76
3 São Paulo 0 31 15 10 1 4 25 18 7 68
4 Vasco 0 27 15 8 3 4 22 20 2 60
5 Palmeiras 0 27 15 7 6 2 21 10 11 60
6 Botafogo 0 25 15 7 4 4 20 14 6 55
7 Internacional 1 22 15 6 4 5 23 19 4 48
8 Figueirense 1 22 15 6 4 5 15 16 -1 48
9 Fluminense -2 21 14 7 0 7 15 15 0 50
10 Coritiba 0 18 15 5 3 7 25 21 4 40
11 Cruzeiro 0 18 15 5 3 7 17 17 0 40
12 Ceará 0 18 15 5 3 7 19 25 -6
O CORINTHIANS CEDE EMPATE E O
FLAMENGO (COM 1 JOGO A MAIS)
ASSUME A LIDERANÇA PROVISÓ-
RIA AO DERROTAR O CORITIBA.
DERROTA SEVERA DO VASCO COM
O BOTAFOGO (4-0)
Flamengo 1x0 Coritiba
Palmeiras 0x0 Grêmio
Atlético-MG 1x2 Figueirense
Internacional 3x2 Cruzeiro
Santos 1x0 Ceará
Atlético-PR 1x1 Corinthians
Curitiba 3x0 Fluminense
Botafogo 4x0 Vasco
Avaí 1x2 São Paulo
Bahia 2x1 Atlético-GO
O Flamengo pressionou, tentou, arriscou, e foi recompensado com uma emocionante vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba neste sábado no Engenhão. A equipe rubro-negra garantiu sua vitória com um gol de cabeça de Jael, seu primeiro tento pelo time da Gávea, após linda jogada de Ronaldinho. Com o resultado, os ainda invictos cariocas com 33 pontos assumem a liderança do Campeonato Brasileiro, que pode voltar para o Corinthians caso os paulistas não percam para o Atlético-PR neste domingo.
Flamengo 1 x 0 Coritiba
Gols
Flamengo:
Jael, aos 44min do segundo tempo
Flamengo: Felipe; Léo Moura, Welinton, David Braz e Junior Cesar; Willians e Muralha (Bottinelli); Renato, Thiago Neves (Diego Maurício) e Ronaldinho; Deivid (Jael). Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Coritiba: Edson Bastos; Jonas, Émerson, Jeci e Lucas Mendes (Eltinho); Leandro Donizete, Léo Gago, Tcheco (Maranhão) e Rafinha; Marcos Aurélio (Davi) e Bill. Técnico: Marcelo Oliveira
BOTAFOGO, 4 VASCO,0
Em noite inspirada de Loco Abreu, o Botafogo venceu o Vasco por 4 a 0, neste domingo, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo foi amplamente dominado pelo Fogão, que abriu três gols de vantagem ainda nos 45 minutos iniciais, com dois do uruguaio e um de Antônio Carlos. Herrera fechou o placar.
O Botafogo chegou a 25 pontos e se manteve na sexta posição do Brasileiro, vivo na briga pelo G4. Já classificado para a Copa Santander Libertadores do ano que vem, o Vasco é o quarto, com 27.
BOTAFOGO 4X0 VASCO
Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 7/8/2011 - 18h30min
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Dilbert Pedrosa (RJ) e Rodrigo Joia (RJ)
Cartões amarelos: Cortês, Elkeson (BOT); Dedé, Jumar, Felipe, Diego Souza (VAS)
Cartão vermelho: Diego Souza, 20'/2ºT (VAS)
Gols: Antônio Carlos, 10'/1ºT, Abreu, 27'/1ºT, Abreu, 40'/1ºT, Herrera, 46'/2ºT
BOTAFOGO: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Cortês (Márcio Azevedo, 23'/2ºT); Marcelo Mattos, Renato, Felipe Menezes (Lucas Zen, 35'/2ºT) e Elkeson (Cidinho, 30'/2ºT); Herrera e Abreu. Técnico: Caio Junior.
VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca (Juninho, intervalo); Jumar, Rômulo, Felipe (Leandro, 31'/2ºT) e Diego Souza; Eder Luis (Julinho, 16'/2ºT) e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes.
classificação
1 Flamengo 1 33 15 9 6 0 28 13 15 73
2 Corinthians -1 32 14 10 2 2 24 10 14 76
3 São Paulo 0 31 15 10 1 4 25 18 7 68
4 Vasco 0 27 15 8 3 4 22 20 2 60
5 Palmeiras 0 27 15 7 6 2 21 10 11 60
6 Botafogo 0 25 15 7 4 4 20 14 6 55
7 Internacional 1 22 15 6 4 5 23 19 4 48
8 Figueirense 1 22 15 6 4 5 15 16 -1 48
9 Fluminense -2 21 14 7 0 7 15 15 0 50
10 Coritiba 0 18 15 5 3 7 25 21 4 40
11 Cruzeiro 0 18 15 5 3 7 17 17 0 40
12 Ceará 0 18 15 5 3 7 19 25 -6
sábado, agosto 06, 2011
quinta-feira, agosto 04, 2011
BRASILEIRÃO - 14ª.rodada
.
SERÁ QUE OS CLUBES CARIOCAS
QUE VENCERAM O BRASILEIRÃO
NAS ULTIMAS DUAS ÉPOCAS -
FLAMENGGO 2009 E FLUNINENSE-
2010, VÃO ESTA ÉPOCA CONSE-
GUIR VENCER 3 SEGUIDAS?
COM FLAMENGO EM 2º,E VASCO 4º.
DÁ PARA PENSAR
14 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
03/08/2011 19:30 (Qua) Figueirense 2 x 0 Botafogo-RJ Orlando Scarpelli
03/08/2011 19:30 (Qua) Grêmio 2 x 2 Atlético-MG Olímpico
03/08/2011 19:30 (Qua) Corinthians 2 x 1 América-MG Pacaembu
03/08/2011 19:30 (Qua) Ceará 0 x 3 Avaí Presidente Vargas-CE
03/08/2011 21:50 (Qua) Cruzeiro 0 x 1 Flamengo Arena do Jacaré
03/08/2011 21:50 (Qua) Vasco 2 x 0 Santos São Januário
03/08/2011 21:50 (Qua) Coritiba 1 x 1 Palmeiras Couto Pereira
HOJE
04/08/2011 21:00 (Qui) Fluminense 2x0 Internacional-RS Engenhão
04/08/2011 21:00 (Qui) Atlético-GO x Atlético-PR Serra Dourada
04/08/2011 21:00 (Qui) São Paulo 2x0 Bahia Morumbi
VASCO, 2 SANTOS,0
Vasco vence o Santos por 2 a 0, em casa
O Vasco ratificou diante do campeão da Copa Libertadores a reação no Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, o clube de São Januário derrotou o Santos pelo placar de 2 a 0 e subiu para a terceira colocação na Série A. E o triunfo ocorreu muito por conta da grande atuação do zagueiro Dedé, que, além de anular o atacante Neymar, maior estrela do futebol nacional, ainda deixou a sua marca. Diego Souza também balançou as redes rivais.
Com o resultado, o Vasco alcançou os 27 pontos na tabela de classificação, e ultrapassou o Palmeiras, que ficou apenas no empate por 1 a 1 com o Coritiba, e o São Paulo, clube que só entrará em campo nesta quinta-feira, quando terá pela frente o Bahia. Já o Santos, campeão sul-americano, se complicou no Campeonato Brasileiro - o time comandado por Muricy Ramalho soma apenas 11 pontos, e ocupa a indigesta 18ª posição, dentro da zona de rebaixamento.
O crescimento da equipe de São Januário e a queda santista na tabela de classificação resumiram o primeiro tempo no duelo desta quarta-feira. Embalado pelos bons resultados nas últimas rodadas, o Vasco dominou a etapa inicial e abriu o marcador logo aos 2min, quando Diego Souza, principal atleta cruz-maltino durante os 45min iniciais, acertou um lindo chute da entrada da área para vencer Rafael.
Melhor em campo e enfrentando um time lento, principalmente por conta da péssima atuação de Paulo Henrique Ganso, o Vasco manteve o forte ritmo e sacramentou a vitória ainda aos 20min da primeira etapa. Depois de cobrança de falta pela meia esquerda, o zagueiro Dedé se antecipou ao goleiro Rafael e tocou para as redes santistas.
Vasco 2 x 0 Santos
Gols:
Vasco: Diego Souza, aos 2min do primeiro tempo; e Dedé, aos 19min do primeiro tempo
Vasco
Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Jumar; Eduardo Costa (Diego Rosa), Romulo, Felipe e Diego Souza; Éder Luís (Leandro) e Alecsandro (Élton).
Técnico: Ricardo Gomes.
Santos
Rafael; Pará (Alan Kardec), Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Ibson, Elano e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho.
CLASSIFICAÇÃO ACTUAL
P J V E D GP GC SG
1° Corinthians 31 13 10 1 2 23 9 14
2° Flamengo 30 14 8 6 0 27 13 14
3° São Paulo 28 14 9 1 4 23 17 6
4° Vasco 27 14 8 3 3 22 16 6
5° Palmeiras 26 14 7 5 2 21 10 11
6° Botafogo-RJ 22 14 6 4 4 16 14 2
7° Fluminense 21 13 7 0 6 15 12 3
8° Internacional-RS 19 14 5 4 5 20 17 3
9° Figueirense 19 14 5 4 5 13 15 -2
10° Coritiba 18 14 5 3 6 25 20 5
11° Cruzeiro 18 14 5 3 6 15 14 1
12° Ceará 18 14 5 3 6 19 24 -5
13° Atlético-MG 15 14 4 3 7 19 25 -6
14° Bahia 15 14 3 6 5 16 19 -3
15° Grêmio 14 13 3 5 5 14 17 -3
16° Atlético-GO 13 14 3 4 7 12 17 -5
17° Avaí 13 14 3 4 7 17 29 -12
18° Santos 11 11 3 2 6 15 20 -5
19° Atlético-PR 11 14 3 2 9 12 21 -9
20° América-MG 8 14 1 5 8 13 28 -15
SERÁ QUE OS CLUBES CARIOCAS
QUE VENCERAM O BRASILEIRÃO
NAS ULTIMAS DUAS ÉPOCAS -
FLAMENGGO 2009 E FLUNINENSE-
2010, VÃO ESTA ÉPOCA CONSE-
GUIR VENCER 3 SEGUIDAS?
COM FLAMENGO EM 2º,E VASCO 4º.
DÁ PARA PENSAR
14 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
03/08/2011 19:30 (Qua) Figueirense 2 x 0 Botafogo-RJ Orlando Scarpelli
03/08/2011 19:30 (Qua) Grêmio 2 x 2 Atlético-MG Olímpico
03/08/2011 19:30 (Qua) Corinthians 2 x 1 América-MG Pacaembu
03/08/2011 19:30 (Qua) Ceará 0 x 3 Avaí Presidente Vargas-CE
03/08/2011 21:50 (Qua) Cruzeiro 0 x 1 Flamengo Arena do Jacaré
03/08/2011 21:50 (Qua) Vasco 2 x 0 Santos São Januário
03/08/2011 21:50 (Qua) Coritiba 1 x 1 Palmeiras Couto Pereira
HOJE
04/08/2011 21:00 (Qui) Fluminense 2x0 Internacional-RS Engenhão
04/08/2011 21:00 (Qui) Atlético-GO x Atlético-PR Serra Dourada
04/08/2011 21:00 (Qui) São Paulo 2x0 Bahia Morumbi
VASCO, 2 SANTOS,0
Vasco vence o Santos por 2 a 0, em casa
O Vasco ratificou diante do campeão da Copa Libertadores a reação no Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, o clube de São Januário derrotou o Santos pelo placar de 2 a 0 e subiu para a terceira colocação na Série A. E o triunfo ocorreu muito por conta da grande atuação do zagueiro Dedé, que, além de anular o atacante Neymar, maior estrela do futebol nacional, ainda deixou a sua marca. Diego Souza também balançou as redes rivais.
Com o resultado, o Vasco alcançou os 27 pontos na tabela de classificação, e ultrapassou o Palmeiras, que ficou apenas no empate por 1 a 1 com o Coritiba, e o São Paulo, clube que só entrará em campo nesta quinta-feira, quando terá pela frente o Bahia. Já o Santos, campeão sul-americano, se complicou no Campeonato Brasileiro - o time comandado por Muricy Ramalho soma apenas 11 pontos, e ocupa a indigesta 18ª posição, dentro da zona de rebaixamento.
O crescimento da equipe de São Januário e a queda santista na tabela de classificação resumiram o primeiro tempo no duelo desta quarta-feira. Embalado pelos bons resultados nas últimas rodadas, o Vasco dominou a etapa inicial e abriu o marcador logo aos 2min, quando Diego Souza, principal atleta cruz-maltino durante os 45min iniciais, acertou um lindo chute da entrada da área para vencer Rafael.
Melhor em campo e enfrentando um time lento, principalmente por conta da péssima atuação de Paulo Henrique Ganso, o Vasco manteve o forte ritmo e sacramentou a vitória ainda aos 20min da primeira etapa. Depois de cobrança de falta pela meia esquerda, o zagueiro Dedé se antecipou ao goleiro Rafael e tocou para as redes santistas.
Vasco 2 x 0 Santos
Gols:
Vasco: Diego Souza, aos 2min do primeiro tempo; e Dedé, aos 19min do primeiro tempo
Vasco
Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Jumar; Eduardo Costa (Diego Rosa), Romulo, Felipe e Diego Souza; Éder Luís (Leandro) e Alecsandro (Élton).
Técnico: Ricardo Gomes.
Santos
Rafael; Pará (Alan Kardec), Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Ibson, Elano e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho.
CLASSIFICAÇÃO ACTUAL
P J V E D GP GC SG
1° Corinthians 31 13 10 1 2 23 9 14
2° Flamengo 30 14 8 6 0 27 13 14
3° São Paulo 28 14 9 1 4 23 17 6
4° Vasco 27 14 8 3 3 22 16 6
5° Palmeiras 26 14 7 5 2 21 10 11
6° Botafogo-RJ 22 14 6 4 4 16 14 2
7° Fluminense 21 13 7 0 6 15 12 3
8° Internacional-RS 19 14 5 4 5 20 17 3
9° Figueirense 19 14 5 4 5 13 15 -2
10° Coritiba 18 14 5 3 6 25 20 5
11° Cruzeiro 18 14 5 3 6 15 14 1
12° Ceará 18 14 5 3 6 19 24 -5
13° Atlético-MG 15 14 4 3 7 19 25 -6
14° Bahia 15 14 3 6 5 16 19 -3
15° Grêmio 14 13 3 5 5 14 17 -3
16° Atlético-GO 13 14 3 4 7 12 17 -5
17° Avaí 13 14 3 4 7 17 29 -12
18° Santos 11 11 3 2 6 15 20 -5
19° Atlético-PR 11 14 3 2 9 12 21 -9
20° América-MG 8 14 1 5 8 13 28 -15
grupos de cante alentejano portugueses - AS CANTADEIRA DA ALMA ALENTEJANA
.
As Cantadeiras da ALma Alentejana sõa um grupo feminino de cante alentejano, que ,criado em Almada, um cidade fronteira de lisboa (com o Tejo no meio) tem vindo a difundir a maneira de cantar do Povo do Alentejo e a sua tradição.
No dia 30, realizaram uma fantástica festa na Casado Alentejo, em Lisboa,num encontro com os amigos de uma Rádio alentejana, que na Suiça, em Geneve , tem vindo também a emitir em português via net , e a promover o Alentejo e os alentejanos.
Acessa o nosso blogue
www.casa-das-primas.blogspot.com
onde poderás vêr uma crónica com imagens e filmes sobre o que aconteceu
nesse evento .
As Cantadeiras da ALma Alentejana sõa um grupo feminino de cante alentejano, que ,criado em Almada, um cidade fronteira de lisboa (com o Tejo no meio) tem vindo a difundir a maneira de cantar do Povo do Alentejo e a sua tradição.
No dia 30, realizaram uma fantástica festa na Casado Alentejo, em Lisboa,num encontro com os amigos de uma Rádio alentejana, que na Suiça, em Geneve , tem vindo também a emitir em português via net , e a promover o Alentejo e os alentejanos.
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onde poderás vêr uma crónica com imagens e filmes sobre o que aconteceu
nesse evento .
terça-feira, agosto 02, 2011
a 2 de Agosto nasceu ZECA AFONSO
.
ZECA AFONSO É UIM CANTAUTOR
PORTUGUÊS ,DE BALADAS REVO-
LUCIONÁRIAS, E QUE MUIITO
CONTRIBUIU ANTES E DEPOIS
DA REVOLUÇÃO DO 25 DE ABRIL
PARA O DESPERTAR DAS CONS-
CIÊCIAS POLÍTICAS EM POR-
TUGAL
Nasceu a 2 de Agosto este importante nome da música portuguesa.
ZECA AFONSO É UIM CANTAUTOR
PORTUGUÊS ,DE BALADAS REVO-
LUCIONÁRIAS, E QUE MUIITO
CONTRIBUIU ANTES E DEPOIS
DA REVOLUÇÃO DO 25 DE ABRIL
PARA O DESPERTAR DAS CONS-
CIÊCIAS POLÍTICAS EM POR-
TUGAL
Nasceu a 2 de Agosto este importante nome da música portuguesa.
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