contador de visitas

free web counter

quinta-feira, julho 05, 2012

VIOLAS DO ATLÂNTICO

.
NA LINDISSIMA ILHA DE SÃO MIGUEL
NA LOCALIDADE DE POVOAÇÃO , TEVE
LUGAR O ESPECTÁCULO "VIOLAS DO
ATLÂNTICO"



O mineiro CHICO LOBO e a sua viola caipira esteve nos Açores ,onde se juntou a RAFAEL CARVALHO e à viola da terra, daquelas ilhas do Atlântico.

Violas semelhantes, irmãs na concepção e no som, proporcionaram aos seus exímios executantes um performande de grande qualidade que entusiasmou um público conhecedor.



À beleza indescritível das ilhas do Atlântico, juntou-se a excelência de dois grandes e exímios tocadores.





Brasil e Portugal, Minas Gerais e Açores, que grande festa luso brasileira, que grande momento para Rafael e Chico.

fadistas portuguesas - CUCA ROSETA

.


Cuca Roseta faz parte duma nova vaga de fadistas que além de cantarem muito bem ,são lindas de morrer.


Cuca Roseta (Isabel Roseta), é uma fadista portuguesa apelidada de "a nova voz do fado".

Cuca começou a cantar no coro da igreja dos Salesianos, em São João do Estoril, onde foi colega de Tiago Bettencourt.

Chegou a colaborar com os Toranja, de Tiago Bettencourt, onde substituiu Mariana Norton, tendo depois deixado para se dedicar ao fado.

Começou a frequentar Casas de Fado apenas aos 18 anos quando foi com um grupos de amigos que incluía Tiago e Teresa Lopes Alves. Foi convidada por João Braga para participar num programa na RTP e depois recebeu o convite de Mário Pacheco para cantar no seu Clube do Fado. Recusa convites para gravar de uma editora holandesa e de outra americana.

É no Clube de Fado que é convidada por Ivan Dias para participar no filme Fados, de Carlos Saura. Na mesma semana e no mesmo local conhece o músico e produtor argentino Gustavo Santaolalla com quem viria a gravar o seu primeiro disco. O facto de ainda estudar atrasou o processo de gravação do álbum.

A voz de Cuca ficou conhecida pelo anúncio da cadeia de supermercados Pingo Doce mas onde a sua vez estava distorcida .

Lança em 2011 o seu primeiro álbum de originais, produzido por Gustavo Santaolalla e tendo como single de avanço "É Lisboa a Namorar".[3]

Discografia
(2011) - Cuca Roseta
Outros Fados - Rua do Capelão

grupos de cante alentejano - CEIFEIRAS DE PIAS

.

CORINTHIAS VENCE A LIBERTADORES

.
FINALMENTE O CORINTHIANS
CUMPRIU O SONHO VENCER
A LIBERTADORES


quarta-feira, julho 04, 2012

FAZ HOJE 30 ANOS

.
FAZ HOJE 30 ANOS QUE A MELHOR CANARINHA
DE SEMPRE (PARA MIM) FOI ELIMINADA PELA
ITÁLIA NOS QUARTOS DE FINAL DO MUNDIAL
DE 1982.

Nesse dia, chorei de raiva, e levei tempo a acreditar no que tinha acontecido







Depois de ter encantado a Espanha e o mundo com o perfume do seu futebol,na fase de grupos, o Brasil de Sócrates ,Falcão, Zico,Cerezzo, Junior, foi afastado nos quartos de final no Mundial de 82, perante o espanto e o desgosto dos que gostam do bom futebol.

A vanarinha tinha dois pontos fracos, o goleiro -Valdir e o centro avante Serginho, que se fartou de falhar golos feitos.

terça-feira, julho 03, 2012

pintores portugueses - JOSÉ CASCADA

.
Iniciou-se na pintura com Jaime Murteira.
.
O José Cascada é um dos maiores nomes da pintura portuguesa ,e a sua arte é disputada pelos melhores marchands internacionais.



Estudou História de Arte na Faculdade de Letras de Lisboa e Pintura com o cenógrafo Andrea Fini, em Florença. Frequentou o curso «Pintura e Desenho do Sec. XX», da Fundação Calouste Gulbenkian.

Especialmente dedicado à paisagem, o abstraccionismo é uma componente importante do seu trabalho.

Está representado em colecções nacionais (nomeadamente no Banco de Portugal) e estrangeiras.

Foi distinguido com menções honrosas na Academia da Marinha e na Exposição Comemorativa dos 50 anos da TAP-Air Portugal

PRELIMINARES

.
Um monge entra para uma austera ordem onde os irmãos têm o mínimo de comida e de roupa e apenas podem dizer duas palavras por ano.
No final do primeiro ano, o monge é recebido pelo abade.
* Meu filho - diz o abade, - já cá estás há um ano e tens direito a proferir duas palavras. Quais é que vão ser ?
* Tenho frio - respondeu o monge.

Mais um ano passa, e o monge vai ver o abade novamente.
* Já cá estás há dois anos e tens direito a mais duas palavras. Quais são ?
* Tenho fome - respondeu o monge.

No final do terceiro ano, o monge vai ver o abade mais uma vez.
* Há três anos que aqui estás, meu filho. Tens direito a mais duas palavras.
Quais são ?
* Vou-me embora - diz o monge.
* Graças a Deus - diz o abade. - Não fizeste outra coisa senão queixar-te desde que cá chegaste.

domingo, julho 01, 2012

cantores brasileiros- WALDIR AZEVEDO

.
Waldir Azevedo


Waldir Azevedo (Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 1923 - São Paulo, 20 de setembro de 1980) foi músico e compositor brasileiro, mestre do cavaquinho e autor do choro "Brasileirinho".

Waldir Azevedo foi um pioneiro que retirou o cavaquinho de seu papel de mero acompanhante no choro e o colocou em destaque como instrumento de solo, explorando de forma inédita as potencialidades do instrumento.

Biografia

Waldir Azevedo nasceu de família pobre em 1923 na cidade do Rio de Janeiro, no bairro da Piedade, e passou a infância e a adolescência no bairro do Engenho Novo. Manifestando interesse em música ainda criança, Waldir conseguiu comprar uma flauta transversal aos sete anos de idade, depois de juntar dinheiro capturando passarinhos e vendendo-os.

No carnaval de 1933, aos 10 anos de idade, apresentou-se em público pela primeira vez, como flautista, tocando "Trem Blindado", de João de Barro, no Jardim do Méier.

Já adolescente, conheceu um grupo de amigos que se reunia aos sábados para tocar e, por influência deles, acabou por trocar a flauta pelo bandolim. Pouco tempo depois trocou o bandolim pelo cavaquinho, instrumento que deixou de lado quando o violão elétrico ganhou projeção no Brasil.

Waldir sonhava ser piloto de aviões, mas problemas cardíacos o impediram de realizar seu sonho, e ele acabou empregando-se na companhia elétrica do Rio de Janeiro, a Light, até que em 1945, aos 22 anos, enquanto passava a lua de mel na cidade de Miguel Pereira, recebeu um telefonema de um amigo avisando de uma vaga no grupo de Dilermando Reis, em um programa da Rádio Clube do Brasil. Tocou no grupo durante dois anos, após o que acabou assumindo sua liderança, com a saída de Dilermando em 1947.

Durante a década de 1950 fez grande sucesso com composições como "Brasileirinho", "Pedacinhos do Céu", "Delicado", "Chiquita" e "Vê Se Gostas", e as composições de Waldir o projetaram internacionalmente. Durante 11 anos viajou com seu conjunto por países da América do Sul e Europa, incluindo duas viagens patrocinadas pelo Itamaraty na Caravana da Música Brasileira. Suas composições tiveram gravações no Japão, Alemanha e Estados Unidos, onde Percy Faith e sua orquestra atingiram a marca de um milhão de cópias vendidas com uma gravação de Delicado. Waldir chegou a participar de um programa na BBC de Londres, transmitido para 52 países.

Em 1964, com a morte de sua filha Miriam aos 18 anos, afastou-se da música. Mudou-se para Brasília em 1971, aos 48 anos, onde sofreu um acidente com um cortador de grama onde quase perdeu seu dedo anular, e foi forçado a ficar sem tocar por um ano e meio. Após cirurgias e fisioterapia, recuperou-se e voltou a gravar.[2][3]

Waldir Azevedo morreu em 1980 na Beneficência Portuguesa de São Paulo em decorrência de um aneurisma da aorta abdominal, poucos dias antes de começar as gravações de um novo álbum — meticuloso, Waldir ainda deixou instruções para os músicos gravadas em fita cassete. Ele tinha 57 anos.[4][5]

[editar] Composições mais famosas

Maresias bela vista
A tuba do vovô
A voz do cavaquinho
Alvoroço
Amigos do samba
Arrasta-pé
Baião do neném (com Paulo Jorge)
Balada oriental
Bo bo bom
Brasileirinho
Brincando com o cavaquinho
Cachopa no frevo
Camundongo (com Risadinha do Pandeiro)
Carioquinha
Cavaquinho seresteiro
Cinco malucos
Chiquita
Chorando escondido
Chorando calado
Choro doido
Choro novo em dó
Colibri
Contando tempo
Contraste (com Hamilton Costa)
Conversa fiada (com Jorge Santos)
Dançando em Brasília
Delicado
Dobrado, embrulhado e amarrado
Dois bicudos não se beijam
Flor do cerrado
Frevo da lira (com Luiz Lira)
Guarânia sertaneja
Já é demais (com Jorge Santos)
Jogadinho
Lamento de um cavaquinho
Lembrando Chopin (com Hamilton Costa)
Longe de você
Luz e sombra
Madrigal
Mágoas de um cavaquinho (com Fernando Ribeiro)
Marcha da espera
Melodia do céu
Mengo (com Edinho)
Meu prelúdio
Minhas mãos, meu Cavaquinho
Minimelodia
Moderado
Mr. Downey
Nosso amor
Para dançar
Paulistinha
Pedacinho do Céu
Piccina mia
Pirilampo
Pois não
Queira-me bem
Quitandinha (com Salvador Miceli)
Riso de criança
Sem pretensões
Sentimento chinês

quinta-feira, junho 28, 2012

PORTUGAL FOI ELIMINADO PELA ESPANHA NO EURO 2012

.
E DESTA VEZ O TIME PORTUGUÊS
ANULANDO NA MAIOR PARTE DO
TEMPO O TIKI TAKA DOS CAMPEÕES
DO MUNDO, ESTIVERAM À BEIRA
DE VENCER NO TEMPO REGULAMEN-
TAR




Com o luao-brasileiro PEPE em grande destaque, Portugal jogou muito bem, tapou bem os caminhos para a baliza e atacou com qualidade tendo posto a defesa espanhola em sérios embaraços

Muito bem també Miguel Veloso (aparecia em todo o lado) e João Moutinho.
A falta de um grande ponta de lança evitou que Portugal vencesse nos 90 m.
Ronaldo entrou bem, teve ataque devastadores ,mas em termos de golo não era a noite dele.



Agora a Espanha terá pela frente a Itália que é uma equipa dificil que o diga a Alemanha que perdeu esta noite 1-2 com 2 fantásticos golos de Balotelli.

domingo, junho 24, 2012

brasileirão - 7ª.rodada

.
O VASCO PERDEU A INVENCIBILIDADE
AO SER DERROTADO EM SÃO JANUÁRIO
PELO CRUZEIRO E CEDEU-LHE A LI-
DERANÇA.

23/06/2012 18:30 (Saba) Vasco 1 x 3 Cruzeiro São Januário
23/06/2012 18:30 (Saba) Portuguesa 1 x 0 São Paulo Canindé
23/06/2012 21:00 (Saba) Atlético-MG 5 x 1 Náutico Independência
24/06/2012 16:00 (Dom) Corinthians 2 x 1 Palmeiras Pacaembu
24/06/2012 16:00 (Dom) Grêmio 2 x 0 Flamengo Olímpico
24/06/2012 16:00 (Dom) Figueirense 1 x 1 Bahia Orlando Scarpelli
24/06/2012 18:30 (Dom) Sport 0 x 2 Internacional-RS Ilha do Retiro
24/06/2012 18:30 (Dom) Botafogo-RJ 1 x 2 Ponte Preta Engenhão
24/06/2012 18:30 (Dom) Santos 2 x 2 Coritiba Vila Belmiro
24/06/2012 18:30 (Dom) Atlético-GO 1 x 4 Fluminense Serra Dourada

vasco, 1 cruzeiro,3

Estiveram em São Januario as 2 melhores equipas deste brasileirão, ambas invictas antes do inicio do jogo.
O Vasco perdeu 1-3 e também a liderança para o Cruzeiro com 1 ponto de avanço e a ter de dividir a vide liderança com o Atletico Mineiro de Ronaldinho Gauccho.

Mas perdeu também a invencibilidade que mantinha em São Januário desde 29 de Junho de 2011, quando perdeu para este mesmo Cruzeiro ,então por 3-0

Houve merecimento do Cruzeiro que surpreendeu a vencer por 2-0 defendeu bem o resultado, especialmente depois do 2-1, quando o Vasco cresceu e esteve quase a empatar.

VASCO 1 x 3 CRUZEIRO



Gols
VASCO:
Rodolfo aos 20min do 2º Tempo

CRUZEIRO:
Montillo aos 40min do 1º Tempo, Wellington Paulista aos 18min e Anselmo Ramon aos 35min do 2º Tempo.

VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Rodolfo e Felipe; Rômulo, Nilton, Fellipe Bastos (EX-BENFICA) (Thiago Feltri) e Diego Souza (EX-BENFICA) (Willian Barbio); Eder Luis (EX-BENFICA) (Carlos Alberto)(EX-PORTO) e Alecsandro (EX-SPORTING)(
Treinador: Cristóvão Borges

CRUZEIRO: Fábio, Léo, Victorino, Mateus e Everton; Leandro Guerreiro, Charles, Willian Magrão (Tinga)(EX-SPORTING) e Montillo; Fabinho (Souza) e Wellington Paulista (Anselmo Ramón)
Treinador: Celsto Roth

escritoras e poetisas brasileiras - CORA CORALINA

.
Cora Coralina




Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira. Considerada uma das principais escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais),[1] quando já tinha quase 76 anos de idade.[2][3]

Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.





Biografia

Filha de Francisco Paula Lins Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de Jacinta Luísa do Couto Brandão, Ana nasceu e foi criada às margens do rio Vermelho, em casa comprada por sua família no século XIX, quando seu avô ainda era uma criança. Estima-se que essa casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras edificações da antiga Vila Boa de Goiás.

Começou a escrever os seus primeiros textos aos 14 anos de idade, publicando-os nos jornais da cidade de Goiás, e nos jornais de outras cidades, como constitui exemplo o semanário "Folha do Sul" da cidade goiana de Bela Vista - desde a sua fundação a 20 de janeiro de 1905 -, e nos periódicos de outros rincões, assim a revista A Informação Goiana do Rio de Janeiro, que começou a ser editada a 15 de julho de 1917, apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras quatro séries, com a Mestra Silvina. Melhor, Mestre-Escola Silvina Ermelinda Xavier de Brito (1835 - 1920). Conforme Assis Brasil, na sua antologia "A Poesia Goiana no Século XX", Rio de Janeiro: IMAGO Editora, 1997, página 66, "a mais recuada indicação que se tem de sua vida literária data de 1907, através do semanário 'A Rosa', dirigido por ela própria e mais Leodegária de Jesus, Rosa Godinho e Alice Santana." Todavia, constam trabalhos seus nos periódicos goianos antes dessa data. É o caso da crônica "A Tua Volta", dedicada 'Ao Luiz do Couto, o querido poeta gentil das mulheres goyanas', estampada no referido semanário "Folha do Sul", da cidade de Bela Vista, ano 2, n. 64, p. 1, 10 de maio de 1906.

Ao tempo em que publica essa crônica, ou um pouco antes, Cora Coralina começa a frequentar as tertúlias do "Clube Literário Goiano", situado em um dos salões do sobrado de dona Virgínia da Luz Vieira. Que lhe inspira o poema evocativo "Velho Sobrado". Quando começa então a redigir para o jornal literário "A Rosa" (1907). Publicou, nessa fase, em 1910, o conto Tragédia na Roça.

Casou em 1910 com o advogado Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas, com quem se mudou, no ano seguinte (quando ele, Cantídio, exercia a Chefatura de Polícia, cargo equivalente ao de Secretário da Segurança, do governo do presidente Urbano Coelho de Gouvêa - 1909 - 1912), para o interior de São Paulo, onde viveu durante 45 anos, inicialmente nos municípios de Avaré e Jaboticabal e depois em São Paulo (1924). Ao chegar à capital, teve de permanecer algumas semanas trancada num hotel em frente à Estação da Luz, uma vez que os revolucionários de 1924 haviam parado a cidade.

Em 1930, presenciou a chegada de Getúlio Vargas à esquina da rua Direita com a Praça do Patriarca. Um de seus filhos participou da Revolução Constitucionalista de 1932.

Com a morte do marido, passou a vender livros. Posteriormente, mudou-se para Penápolis, no interior do estado, onde passou a produzir e vender linguiça caseira e banha de porco. Mudou-se em seguida para Andradina, até que, em 1956, retornou para Goiás.

Ao completar 50 anos de idade, a poetisa relata ter passado por uma profunda transformação interior, a qual definiria mais tarde como "a perda do medo". Nessa fase, deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudônimo que escolhera para si muitos anos atrás. Durante esses anos, Cora não deixou de escrever poemas relacionados com a sua história pessoal, com a cidade em que nascera e com ambiente em que fora criada. Ela chegou ainda a gravar um LP declamando algumas de suas poesias. Lançado pela gravadora Paulinas Comep, o disco ainda pode ser encontrado hoje em formato CD. Cora Coralina faleceu em Goiânia. A sua casa na Cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem à sua história de vida e produção literária.

Primeiros passos literários

Os elementos folclóricos que faziam parte do cotidiano de Ana serviram de inspiração para que aquela frágil mulher se tornasse a dona de uma voz inigualável e sua poesia atingisse um nível de qualidade literária jamais alcançado até aí por nenhum outro poeta do Centro-Oeste brasileiro.

Senhora de poderosas palavras, Ana escrevia com simplicidade e seu desconhecimento acerca das regras da gramática contribuiu para que sua produção artística priorizasse a mensagem ao invés da forma. Preocupada em entender o mundo no qual estava inserida, e ainda compreender o real papel que deveria representar, Ana parte em busca de respostas no seu cotidiano, vivendo cada minuto na complexa atmosfera da Cidade de Goiás, que permitiu a ela a descoberta de como a simplicidade pode ser o melhor caminho para atingir a mais alta riqueza de espírito.
Divulgação nacional

Foi ao ter a segunda edição (1978) de Poemas dos becos de Goiás e estórias mais, composta e impressa pelas Oficinas Gráficas da Universidade Federal de Goiás, com capa (retratando um dos becos da cidade de Goiás) e ilustrações elaboradas pela consagrada artista Maria Guilhermina, orelha de J.B. Martins Ramos, e prefácio de Oswaldino Marques, saudada por Carlos Drummond de Andrade no Jornal do Brasil, a 27 de dezembro de 1980, que Aninha, já conhecida como Cora Coralina, ganhou a atenção e passou a ser admirada por todo o Brasil. "Não estou fazendo comercial de editora, em época de festas. A obra foi publicada pela Universidade Federal de Goiás. Se há livros comovedores, este é um deles." Manifesta-se, ao ensejo, o vate Drummond.

A primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, seu primeiro livro, foi publicado pela Editora José Olympio em 1965, quando a poetisa já contabilizava 75 anos. Reúne os poemas que consagraram o estilo da autora e a transformaram em uma das maiores poetisas de Língua Portuguesa do século XX. Já a segunda edição, repetindo, saiu em 1978 pela imprensa da UFG. E a terceira, em 1980. Desta vez, pela recém implantada editora da UFG, dentro da Coleção Documentos Goianos.

Onze anos depois da primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, compôs, em 1976, Meu Livro de Cordel. Finalmente, em 1983 lançou Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha (Ed. Global).

Cora Coralina recebeu o título de Doutor Honoris Causa da UFG (1983). E, logo depois, no mesmo ano, foi eleita intelectual do ano e contemplada com o Prêmio Juca Pato da União Brasileira dos Escritores. Dois anos mais tarde, veio a falecer. A 31 de janeiro de 1999, a sua principal obra, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais, foi aclamada através de um seleto júri organizado pelo jornal O Popular, de Goiânia, uma das 20 obras mais importantes do século XX. Enfim, Cora torna-se autora canônica.

Livros e outras obras
Estórias da Casa Velha da Ponte (contos)
Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais (poesia)
Meninos Verdes (infantil)
Meu Livro de Cordel
O Tesouro da Casa Velha
A Moeda de Ouro que o Pato Engoliu (infantil)
Vintém de Cobre
As Cocadas (infantil)

quinta-feira, junho 21, 2012

seguindo PORTUGAL no EUROPEU 2012

.
PORTUGAL AFASTOU A REP.CHECA NOS
QUARTOS DE FINAL DO EURO 2012,
E ESTÁ NAS SEMI-FINAIS, COM UMA
ESPANTOSA EXIBIÇÃO ,QUE SE FICOU
NO 1-0, MAS QUE PODERIA TER SIDO
UMA GOLEADA.



Três bolas ao poste e um sem número de remates à baliza onde Peter ceh esteve fantástico

Esqueçam chapéu de Poborsky. Recordem a cabeça de Ronaldo

Já está! Portugal segue para as meias-finais do Campeonato da Europa. Sofrido? Em momento algum. A Seleção Nacional foi superior na quase totalidade do tempo (exceção, talvez, nos primeiros dez minutos), somando remates e oportunidades de golo, ficando a clara sensação de que, não fosse a fantástica exibição de Cech, poderia ter havido goleada em Varsóvia.

Durante anos falou-se no magnífico chapéu de Poborsky que, em 1996, mandou para casa mais cedo a equipa lusa. Momento mágico que perdurou durante anos a fio e recordada mais intensamente nos últimos dias, assim que se soube que a República Checa seria o adversário de Portugal nos quartos de final do Europeu.

Pois bem, está na altura de esquecer o chapéu de Poborsky e recordar, para a eternidade, a cabeça de Cristiano Ronaldo, qual matador, a voar na área checa para colocar Portugal entre as quatro melhores seleções da Europa.

Os checos nunca mostraram argumentos para inverter a tendência da partida e preferiram, sempre, fechar-se atrás dos trinta metros em três linhas bem definidas, um autêntico ónibus, que encurtavam os espaços a Portugal. Quase conseguiam os objetivos, leia-se, levar o jogo para o prolongamento. Esqueceram-se apenas, de uma coisa: Cristiano Ronaldo!

Portugal está de parabéns e, agora, aguardará, tranquilamente,quem vai defrontar nas semi finais- Espanha ou França.

RUI COSTA , CICLISTA PORTUGUÊS, VENCEU VOLTA À SUIÇA

.
E NÃO FOI UMA VITÓRIA
QUALQUER ,POIS NUMA
CLASSICA VOLTA EUROPEIA,
BATEU FRANK SCHLECK E
LIPEHEIMER,NOMES DE
CONSAGRADOS E FAVORI-
TOS À VITÓRIA FINAL.




Português é o primeiro de sempre a vencer uma prova por etapas World Tour e nos últimos quilómetros da derrdeira etapa assumiu a perseguição aos rivais.

Rui Costa conquistou a Volta a Suíça após disputada a nona e última etapa, a mais exigente da prova e cujos 216 quilómetros chegaram a fazer perigar, por diversas vezes, a camisola amarela do corredor da Póvoa de Varzim. Mas o destino estava escrito e, com um Alejandro Valverde soberbo - o espanhol tal como na véspera foi um "gregário de luxo" no sacrifício ao português - Costa inscreveu pela primeira vez o nome de um português no lugar cimeiro da prova helvética. Antes, na prova cuja primeira edição data de 1933, apenas um português figurava anteriormente no pódio: Acácio da Silva (2º em 1984 e 3º em 1988).

Na corrida até Sörenberg, Rui Costa teve que se defender do ataque de Frank Schleck na penúltima subida do dia, antes de enfrentar o ataque de vários adversários bem posicionados na geral na ascensão final, de 2ª categoria. Nos últimos quatro quilómetros, já sem Alejandro Valverde, Rui Costa pegou na corrida em mãos e assumiu a perseguição. A etapa acabou conquistada por Tanel Kangert (Astana), um dos fugitivos do dia, e Rui Costa cortou o risco na 10ª posição. No pódio, Costa, apoiado em grande número pelo emigrantes português, foi secundado por Frank Schleck (Radioshack), a 14 segundos, e por Levi Leipheimer (Omega Pharma), a 21 segundos.

quarta-feira, junho 20, 2012

PRELIMINARES

.
LOST IN TRANSLATION
..
Certo individuo, erudito e já de provecta idade, ao chegar a sua casa, ouviu um barulho esquisito vindo do quintal. Chegando lá, constatou que havia um ladrão a tentar levar os seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo, surpreendendo-o a tentar pular o muro com os amados patos. Batendo nas costas do tal invasor, disse-lhe:
- Oh bucéfalo,não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmíferes e sim pelo acto vil e sorrateiro de galgares as profanas da minha residência que me acerco. Se fazes isso por necessidade, transijo, mas se é para gozares com a minha alta prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica no alto da tua sinagoga, que te reduzirá à quinquagésima potência, aquilo a que o vulgo denomina nada.
O ladrão, confuso, pergunta:
- Oh senhor, mas afinal eu levo ou deixo os patos?

TAÇA LIBERTADORES - CORINTHIANS elimina SANTOS e é FINALISTA

.
DEPOIS DE TER EMPATADO A 1ª.
MÃO DA SEMI FINAL EM VILA
BELMIRO ,O CORINTHIANS
EMPATA COM O SANTOS E É
FINALISTA DA LIBERTADORES.



O Corinthians conquistou nesta quarta-feira, pela primeira vez na história da Copa Libertadores da América, a vaga para as finais do torneio. Jogando no Estádio do Pacaembu, o time do técnico Tite sufocou o Santos e empatou por 1 a 1, eliminando os atuais campeões da competição. Graças a um gol de Danilo no início do segundo tempo, os corintianos estão a dois jogos do título mais desejado pela torcida.

O resultado só foi positivo para o Corinthians por conta da vitória fora de casa na primeira partida, na Vila Belmiro: 1 a 0, com gol de Emerson - que, suspenso, não atuou no Pacaembu. Em São Paulo, Neymar chegou a abrir o placar para o Santos, mas os comandados de Muricy Ramalho visivelmente sentiram o empate na volta para o intervalo e praticamente não conseguiram mais ameaçar o goleiro Cássio - este, vazado pela primeira vez na Copa Libertadores.

Os times entraram em campo sem surpresas: o Corinthians foi escalado com Willian na vaga do suspenso Emerson, enquanto o Santos foi a campo com Alan Kardec, Borges e Neymar formando o ataque. Com o gol santista ainda no primeiro tempo, o técnico Tite optou por sacar o camisa 7 para lançar Liedson, mas nem mesmo o camisa 9 foi capaz de mostrar poderio ofensivo - pelo contrário, o gol de empate do Corinthians nasceu de dois meias, com Alex cruzando para Danilo completar.


CORINTHIANS 1 X 1 SANTOS

Gols
CORINTHIANS: Danilo, aos 2min do segundo tempo

SANTOS: Neymar, aos 35min do primeiro tempo

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; e Jorge Henriqu e Willian (Liedson)
Treinador: Tite

SANTOS: Rafael; Henrique, Edu Dracena, Durval e Juan (Léo); Adriano (Elano), Arouca e Paulo Henrique Ganso; Alan Kardec, Borges (Dimba) e Neymar
Treinador: Muricy Ramalho

domingo, junho 17, 2012

filmes da História do cinema BRASILEIRO

.
O FILME "PICHOTE,A LEI DO MAIS FRACO"
DE HECCTOR BEBENCO É SEM DÚVIDA UM
FILME IMPORTANTE DA HISTÓRIA DO CI-
NEMA BRASILEIRO



Pixote, a lei do mais fraco

Brasil
1981 • cor • 128 min

REALIZAÇÃO
Hector Babenco

Roteiro
Hector Babenco
Jorge Durán

Elenco original
Fernando Ramos da Silva
Marília Pêra
Jardel Filho
Rubens de Falco
Elke Maravilha

Pixote, a lei do mais fraco é um filme brasileiro de 1981, do gênero drama, dirigido por Hector Babenco.

Diversos críticos estrangeiros elegeram Pixote como um dos dez melhores filmes do ano.

Sinopse

Neste filme, Hector Babenco construiu um dos mais cruéis retratos da realidade nas ruas de São Paulo, onde crianças têm sua inocência retirada ao entrarem em contato com um mundo de crimes, prostituição e violência.

Depois de uma ronda policial, crianças de rua - incluindo Pixote - são enviados para um reformatório de delinquentes juvenis (FEBEM). A prisão é uma escola infernal onde Pixote cheira cola como fuga emocional para as constantes ameaças de abuso e estupro.

Logo fica claro que os jovens criminosos são apenas joguetes para os sádicos guardas da Febem e para seu diretor.

Quando um menino morre por abuso físico por parte dos guardas, estes procuram jogar a culpa do assassinato em outro menino, o amante de Lilica (Jorge Julião), um garoto homossexual. Convenientemente, o amante de Lilica também "morre", com a ajuda dos guardas.

Logo depois, Pixote, Chico (Zenildo Santos), Lilica e seu novo amante Dito (Gilberto Moura) encontram uma oportunidade de fugir da prisão. Primeiro eles permanecer no apartamento de Cristal (Tony Tornado), um ex-amante de Lilica, mas quando surgem tensões entre eles e Cristal, o grupo vai para o Rio para fazerem uma negociação de cocaína com uma stripper conhecida de Cristal. Chegando lá, porém, eles acabam sendo passados para trás pela stripper (Elke Maravilha), que acaba matando Chico e sendo esfaqueada por Pixote, o que se torna o primeiro assassinato cometido pelo menino.

Eles encontram Sueli (Marília Pêra), uma prostituta abandonada pelo seu cafetão, e que acabara de fazer um aborto clandestino. Juntam-se a ela para roubar os clientes da prostituta durante os seus programas, mas o clima começa a ficar tenso quando Dito e Sueli ficam atraídos um pelo outro, causando profundo ciúme em Lilica, que acaba abandonando o grupo quando presencia Dito e Sueli fazendo sexo. O esquema de roubo acaba dando errado quando um americano que vai fazer um programa com Sueli reage inesperadamente quando Dito anuncia que vai assaltá-lo (porque aparentemente ele não entende Português), e os dois se atracam. Pixote, ao tentar acertar o americano, erra e acaba acertando e matando Dito, para desespero de Sueli. O americano também é morto por Pixote.

Desolados, Pixote e Sueli estão agora sozinhos no mundo. O menino tenta buscar o carinho de Sueli, procurando nela a figura de uma mãe, mas ela o rejeita e o manda embora. Ele então se vai e é visto andando por uma linha ferroviária, de pistola na mão, se afastando até ir desaparecendo na distância.

O ator Fernando Ramos da Silva, que interpreta o personagem-título, tempo depois do êxito do filme, voltou à sua vida de sempre, vivendo num ambiente de total miséria. Chegou a tentar seguir a carreira de ator, ingressando na Rede Globo com a ajuda do escritor José Louzeiro, porém, foi demitido por ser incapaz de decorar os textos, já que era semi-alfabetizado. Devido à influência dos irmãos, retornou à criminalidade, sendo assassinado por policiais em 1987.

A rápida trajetória de Fernando foi contada pelo diretor José Joffily, em seu filme Quem Matou Pixote?.

Elenco
Fernando Ramos da Silva .... Pixote
Marília Pera .... Sueli
Jorge Julião .... Lilica
Gilberto Moura .... Dito
Edílson Lino .... Fumaça
Zenildo Oliveira Santos .... Chico
Cláudio Bernardo .... Garotão
Israel Feres David .... Roberto Pie de Plata
José Nílson Martins dos Santos .... Diego
Jardel Filho .... Sapatos Brancos
Rubens de Falco .... juiz
Elke Maravilha .... Débora
Tony Tornado .... Cristal
Beatriz Segall .... viúva
Ariclê Perez .... professora

Antecedentes

O filme foi concebido em estilo de documentário, fortemente influenciado pelo neo-realismo italiano, no qual tomam parte do elenco vários atores amadores com vidas muito semelhantes às dos personagens do filme.

[editar] Locais de filmagem

Pixote foi filmado em bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro.

seguindo PORTUGAL no EUROPEU 2012

,
HOJE FOI UM DIA VITPRIOSO PARA
PORTUGAL QUE VENCENDO A HOLANDA
SE QUALIFICOU PARA OS QUARTOS
DE FINAL DO EUROPEU 2012.



E foi uma vitória poderosa com Ronaldo a "regressar" e a fazer um grande jogo e 2 golos decisivos.

Mas toda a equipa jogou muito bem reagindo a uma má entrada no jogo, consentindo que os 10 primeiros minutos a HOLANDA tivesse a posse de bola e se tivessa adiantado no marcador com um golo de meia distância de Van der Haart.~
Depois, como uma mola ,o time reagiu, tomou conta, e desatou a criar oportunidades de golo com Ronaldo a enviar ao poste e os remates a sucederem-se até que João Pereira ,numa magistral assistência deu a Ronaldo a oportunidade que ele não desperdiço e fez 1-1.

Na segunda parte a avalanche de ataques de Ronaldo, Nani e toda a equipa levou à baliza laranja o perigo e o 2º.golo do Cristiano em mais uma jogada magistral.

Entretanto a Alemanha vencia a Dinamarca 2-1 e passou aos quartos de final com Portugal

PORTUGAL JOGARÁ NA PRÓXIMA QUINTA FEIRA COM A REP.CHECA enquanto a ALEMANHA defrontará a GRÉCIA, treinada pelo português FERNANDO SANTOS

cantores brasileiros - OSWALDO MONTENEGRO

.


Oswaldo Montenegro

Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde dezembro de 2009).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Google — notícias, livros, acadêmico — Scirus — Bing. Veja como referenciar e citar as fontes.


Oswaldo Montenegro

Oswaldo Viveiros Montenegro (Rio de Janeiro, 15 de março de 1956) é um músico brasileiro. Além de cantor, compõe trilhas sonoras para peças teatrais, balés, cinema e televisão. Foi casado com a atriz Paloma Duarte. Tem uma das parcerias mais sólidas da MPB ao lado de Madalena Salles, que o acompanha com suas flautas.




Biografia

Nascido no bairro do Grajaú, Oswaldo é um caso excepcional de precocidade musical. Sem nunca ter estudado música regularmente, começou desde a tenra infância a ser influenciado por ela. Primeiro, na casa de seus pais no Rio de Janeiro: sua mãe e os pais dela tocavam piano, seu pai tocava violão e cantava.

A segunda influência foi mais forte. Aos oito anos, mudou-se, com os pais, para São João del-Rei, cidade mineira poética e boêmia, onde as serestas aconteciam todas as noites e as pessoas juntavam os amigos em casa para passar as noites tocando e cantando. Ao mesmo tempo, Oswaldo foi atraído para a música barroca das igrejas. Nesta época, teve aulas de violão com um dos seresteiros da cidade e compôs sua primeira canção, Lenheiro, nome do rio que banha São João del-Rei. Venceu um festival de música com apenas 13 anos, no Rio de Janeiro, onde voltou a morar.

A decisão de se tornar um músico profissional veio com a mudança para Brasília, em 1971. Na capital federal, começou a ter contato com festivais e grupos de teatro e de dança estudantis. Fez seus primeiros shows e aos 17 anos a decisão de viver da música se tornou definitiva. Mudou-se novamente para o Rio, mas já havia adotado Brasília como a terra de seu coração e tema constante de sua obra. Também seus parceiros preferidos foram amigos que fez ali, como José Alexandre, Mongol e Madalena Salles, entre outros.

Foi ainda em Brasília que tomou contato com a música erudita nos concertos do Teatro Nacional. Não só assiste aos concertos com seus amigos músicos, entre eles o maestro Otávio Maul e a família Prista Tavares, mas entra pelas madrugadas conversando sobre técnica e teoria musicais. Autodidata, devora livros sobre história da música.

A partir daí, morando no Rio mas com os olhos e o coração postos em Brasília, sua carreira deslancha. Tem música classificada no último Festival da Canção da Rede Globo, o primeiro de repercussão nacional de que participa (1972), escreve e encena seu primeiro musical (1974-1975), lança três discos em três anos (1975-8) e vence festival na TV Tupi com seu primeiro megasucesso, Bandolins (1979).

Em 1980, participa em, e vence, o Festival MPB 80 da Rede Globo de Televisão com a canção Agonia, do amigo de infância Mongol. Mesmo com tanto sucesso, decide retornar a Brasília para montar em 1982, outro espetáculo musical, Veja Você, Brasília, com artistas locais. Deste espetáculo participam as ainda desconhecidas Cássia Eller e Zélia Duncan. Depois desta, viriam outras peças de teatro musical, uma particularidade bem marcante na trajetória de um músico brasileiro e que resgata uma maneira de divulgar música abandonada na primeira metade do século 20. São mais de 14 peças musicais, todas recorde de público e algumas, como "Noturno", "A Dança dos Signos" e "Aldeia dos Ventos", estão em cartaz há mais de 15 anos e com montagens por todo o país.

Em 1985, participa do Festival dos Festivais, também pela Rede Globo, com a música O Condor, com acompanhamento de um coro de 25 cantores negros. Não para de gravar discos. Até 2006, são 34. Composições suas são interpretadas por Ney Matogrosso, Sandra de Sá, Paulinho Moska, Zé Ramalho, Alceu Valença, Zizi Possi, Zélia Duncan, Jorge Vercilo, Altemar Dutra, Gonzaguinha, Sivuca, Tânia Maya, entre outros. Até a atriz Glória Pires cantou em participação especial de um disco seu (1985).

Em 1994, Oswaldo lança seu primeiro livro — O Vale Encantado — um livro infantil, no mesmo ano indicado pelo MEC, através da Universidade de Brasília, para ser adotado nas escolas de 1º grau. Em 1997, adapta o livro para vídeo.

Em 1995 lança o cd "Aos Filhos do Hippies" com participação de Carlos Vereza e Geraldo Azevedo.

Em 1997, Oswaldo reencontra Roberto Menescal. Durante a conversa, surge o tema "letras de músicas da MPB que são verdadeiros poemas". Daí vem à ideia do CD "Letras Brasileiras". Menescal produz o CD, que é lançado no mesmo ano, e participa da tournée do show. Ainda em 97 grava e lança o vídeo "O Vale Encantado", que conta no elenco com a participação de Zico, Roberto Menescal, Fafy Siqueira, Luísa Parente, Tânia Maya e Madalena Salles. É lançado, também, o CD do mesmo nome. Lança, também, nesse mesmo ano, o CD do espetáculo "Noturno", pela Tai Consultoria em Talentos Humanos e Qualidade.

Em 1998 recebe o título de cidadão honorário de Brasília, concedido pela Câmara Legislativa do DF. Nesse mesmo ano, Oswaldo volta às montagens teatrais. Monta novamente "Léo e Bia", numa versão mais madura e coerente com a postura que ele tem, atualmente, daquela história. Grava o CD homônimo, também com Menescal. Monta, ainda, com elenco de Brasília, a 2ª versão de "A Aldeia dos Ventos".

Em 1999, apresenta três espetáculos, no Teatro de Arena, no Rio de Janeiro: "Léo e Bia", "A Dança dos Signos" e o inédito "A Lista" com a participação da atriz Bárbara Borges e do cantor Rafael Greyck, lançando, nessa temporada, os CDs dos 2 últimos.

Em 2000, comemora os 20 anos de carreira com o show "Vinte Anos de Histórias" e com os CDs "Letras Brasileiras ao Vivo" e "Escondido no Tempo". Dedica-se, também, à série "Só Pra Colecionadores", de CDs independentes, de tiragem limitadíssima, vendidos apenas via internet. Neste ano seus fãs criam seu primeiro fã-clube virtual, o OMOL (Oswaldo Montenegro online), onde admiradores de seu trabalho, através de um site na internet e posteriormente no ORKUT, se reúnem para conversar e interagir sobre sua obra e sobre a obra de artistas que com ele trabalharam. Em Florianópolis monta o musical Lendas da Ilha com mais 50 artistas locais entre eles Paulinho Dias e Cleiton Profeta do Circus Musicalis.

Em 2001 monta em SP a peça “A Lista” com a participação de Bruna di Tullio e Mayara Magri no elenco.

Em 2002 lança o CD “Estrada Nova”, cuja turnê bate recorde de público. Neste cd são gravadas novas músicas em parceria com Mongol.

Em 2003 regrava a uma nova trilha de “A Aldeia dos Ventos”.

Em 2004 lança o CD “Letras Brasileiras 2”, em parceria com Roberto Menescal, além do programa “Tipos”, no Canal Brasil, no qual retrata com músicas, textos e desenho animado, tipos humanos como a bailarina gorda, o chato, etc...

Em 2005 lança CD e DVD “Oswaldo Montenegro - 25 Anos de História”, que alcançam, ambos, a marca das 100 mil cópias.

Em 2006 lança, no Canal Brasil, em parceira com Roberto Menescal, o programa "Letras Brasileiras", apresentado por ambos. O programa foi inspirado no CD e no show que Oswaldo e Menescal apresentaram em 1997 por todo o país. Monta no Rio de Janeiro a peça "Tipos" e remonta Aldeia dos Ventos, com participação da atriz Camila Rodrigues, com a "Cia Aqui entre nós".

Em 2007, lança o cd e DVD "A Partir de Agora", gravando músicas inéditas com convidados como Alceu Valença, Zé Ramalho, Eduardo Costa, Diogo Guanabara e Mariana Rios. Na TV, inicia a segunda temporada do programa "Letras Brasileiras" ao lado de Roberto Menescal no Canal Brasil. No teatro, em parceria com o irmão Deto Montenegro, monta o espetáculo "Tipos" junto com a Oficina dos Menestréis de São Paulo.

Em 2008 lança, pela gravadora Som Livre, um novo DVD e CD chamado "Intimidade". Estes trazem 16 canções bastantes conhecidas com um novo arranjo elaborado pelo próprio Montenegro, por Sérgio Chiavazzoli e por Alexandre Meu Rei. Destaque para "Lume de Estrelas" que foi apenas gravada no disco "Asa de Luz" em 1981. Na TV, inicia a terceira temporada do programa "Letras Brasileiras", que apresenta com Roberto Menescal no Canal Brasil. No teatro, monta no Rio de Janeiro o espetáculo "Eu não moro, comemoro", com participação de Caio Ruas Miranda e Emílio Dantas e o "Projeto Canjas", onde abre espaço para jovens talentos se apresentarem ao lado de artistas consagrados. No fim do ano, tem alguns de seus maiores sucessos lançados em uma coletânea de 3 cds (3 BOX) pela Warner Music.

Em 2009 se dedica a formação de um grupo para montagens de musicais reunindo cantores, músicos, atores e atrizes como Verônica Bonfim, Léo Pinheiro, Rodrigo Sestrem, Emílio Dantas, Cibelle Hespanhol, Luísa Pitta, Renato Luciano, Larissa Landim e Shirlene Paixão, e estreia o musical "Filhos do Brasil" no Teatro do Jockey (RJ). Grava em São Paulo seu terceiro DVD: "Quebra Cabeça elétrico", lançado em outubro.

Em 2010 estréia do Festival de Recife seu longa-metragem "Léo e Bia" e lança o cd "Canções de Amor"

Musicais
João Sem Nome - 1975
Labirinto - 1977
Veja Você Brasília - 1981
Cristal - 1982
A Dança dos Signos - 1983 e 1999
Léo e Bia - 1984, 1999 e 2006
Os Menestréis - 1986
Aldeia dos Ventos - 1986 e 2006
Noturno -1991
Mayã - 1992
Vale Encantado - 1997
A Lista - 1999
Lendas da Ilha - 2000
Tipos - 2006
Eu não moro, comemoro - 2008 (Oficina dos Menestréis - RJ)
Filhos do Brasil - 2009

Filmes

Léo e Bia - 2010


Discografia
Sem Mandamentos (1975) Som Livre Compacto simples
Trilhas (1977) Independente LP
Poeta maldito... Moleque vadio (1979) WEA LP, CD
Oswaldo Montenegro (1980) WEA LP, CD
Asa de Luz (1981) WEA LP
A Dança dos Signos (1983) Philips LP
Cristal. Trilha sonora da peça (1983) PolyGram LP
Brincando em cima daquilo (1984) LP
Drops de Hortelã. Oswaldo Montenegro e Glória Pires (1985) PolyGram LP
Os Menestréis (1986) Independente LP
Aldeia dos Ventos (1987) Independente LP
Oswaldo Montenegro ao vivo (1989) Som Livre LP, CD
Oswaldo Montenegro (1990) Som Livre CD
Vida de Artista (1991) Som Livre LP, CD
Mulungo (1992) Som Livre CD
Seu Francisco (1992) PolyGram CD
Aos filhos dos hippies (1995) Albatroz CD
O Vale Encantado (1997) Albatroz CD
Noturno (1997) Independente CD
Letras Brasileiras (1997) Albatroz CD Léo e Bia (1998) Albatroz CD
Aldeia dos Ventos. Arte em construção (1998) Albatroz CD
A Dança dos Signos 15 anos (1999) Independente CD
Letras Brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
A lista (1999) Independente CD
A lista. Trilha sonora do musical (1999) Independente CD
A lista (1999) Independente single
Letras brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
Escondido no tempo (1999) Panela Music CD
Telas. Só para colecionadores (2000) Independente CD
Entre uma balada e um blues (2001) Ouver Records CD
A lista (2001) Jam Music CD
Estrada nova (2002) Jam Music CD
Letras brasileiras II (2003) Albatroz CD
Aldeia dos ventos (2004) Jam Music CD
Ao vivo - 25 anos (2004) Warner CD e DVD
Léo e Bia 1973 (2005) Jam Music CD
A Partir de Agora (2006) Wea CD e DVD
Intimidade (2008) Som Livre CD e DVD
Quebra-cabeça Elétrico (2009)Universal CD e DVD
Canções de Amor (2010) CD
De Passagem (2011) CD


Oswaldo Montenegro solidificou algumas parcerias de sucesso no decorrer da sua carreira, entre elas com Zé Ramalho, Roberto Menescal, Zé Alexandre, Sérgio Chiavazolli, Mongol, Milton Guedes, Eduardo Costta, Alceu Valença, etc. Trabalhou com muita gente em espetáculos teatrais, entre eles Zélia Duncan, Cássia Eller, Tereza Seiblitz, Isabela Garcia, Sebastian (da C&A), Bárbara Borges, Sthefany Brito, Patrícia Werneck, Pedro