.
VASCO E FLAMENGO VENCERAM E
NO CLASSICO FLU-BOTAGOFO
HOUVE EMPATE
Nova Iguaçu 3-0 Duque de Caxias
Macaé 2-0 Quissamã
Resende 2-4 Vasco
Boavista-RJ 0-1 Madureira
Olaria 0-2 Bangu
Flamengo 1-0 Volta Redonda
Botafogo 1-1 Fluminense
RESENDE-VASCO 2-4
classsificações
serie A
........P.J.V.E.D.GM.GS
1 Vasco 3 3 0 0 11 4 9
2 Friburguense 3 2 0 1 6 5 6
3 Botafogo 3 1 2 0 4 1 5
4 Madureira 3 1 2 0 3 2 5
5 Volta Redonda 3 1 1 1 4 3 4
6 Nova Iguaçu 3 1 0 2 4 4 3
7 Olaria 3 0 1 2 1 5 1
8 Quissamã 3 0 1 2 0 4 1
Grupo B ver jogos»
J V E D GM GS P
1 Fluminense 3 2 1 0 6 2 7
2 Flamengo 3 2 1 0 4 1 7
3 Audax Rio 3 2 1 0 5 3 7
4 Bangu 3 1 1 1 3 2 4
5 Macaé 3 1 0 2 5 7 3
6 Resende 3 0 2 1 3 5 2
7 Boavista-RJ 3 0 1 2 1 5 1
8 Duque de Caxias 3 0 0 3 1 8 0
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
domingo, janeiro 27, 2013
sábado, janeiro 26, 2013
LIGA PORTUGUESA
.
O BENFICA VENCEU EM BRAGA
1-2 NUM JOGO IMPORTANTE
NA LUTA PELO TÍTULO, O
SPORTING EMPATOU 1-1
COM O GUIMARÃES.
Académica 3-1 Beira-Mar
SC Braga 1-2 Benfica
Marítimo 1-1 Rio Ave
V. Setúbal 0-2 Nacional
Moreirense 0-5 P. Ferreira
Sporting 1-1 V. Guimarães
Estoril Praia 3-3 Olhanense
FC Porto 28/01 20:00 Gil Vicente

BRAGA-BENFICA 1-2
O Benfica passou em Braga com um triunfo por 2x1, na 16.ª jornada da Liga portuguesa. Eduardo Salvio (5’) e Lima (35’) - João Pedro para o SC Braga - apontaram os golos da equipa de Jorge Jesus, técnico que ao quinto jogo na cidade dos arcebispos festejou a primeira vitória.
Já por aqui foi escrito em tempos o que hoje se renova na sua validade. Este SC Braga é grande, no futebol que exibe e na dimensão social que adquiriu, mas continua a falhar nos momentos em que podia – e devia – sublinhar esse estatuto. Foi assim frente ao FC Porto (0x2), na visita a Alvalade (1x0) e esta noite na receção a um Benfica que à quinta tentativa com Jorge Jesus na «Pedreira» encontrou o antídoto para o insucesso do passado: eficácia; letal; assim foi este Benfica cada vez mais candidato ao 33º título… não houvesse o FC Porto neste campeonato à parte dentro do português.
Benfica a Salv(i)o desde cedo
Há um método antistress infalível no futebol: o golo. Simples e eficaz. O Benfica aplicou-o bem cedo no Municipal de Braga, quando todos ainda tateavam o jogo. Foi no quinto minuto que Eduardo Salvio apontou as diretrizes do encontro, numa jogada de insistência que o argentino finalizou após defesa incompleta de Beto (o azarado da noite).
Salvio abriu o marcador aos cinco minutos ©Catarina MoraisPara uma equipa que tinha ficado sem Cardozo (por lesão) para o novo clássico, nada mau.
O calmante em forma de golo deu ao Benfica uma tranquilidade que a espaços pareceu pouco saudável. Artur viu os «seus» homens da frente cada vez mais de perto e o SC Braga não negou a cedência de terreno alheio. Haas, aos 10 minutos, obrigou Artur a uma defesa soberba; o mesmo Haas, aos 14’, voltou a criar perigo, mas para Beto, que viu a bola passar-lhe bem perto da baliza. Era bom, o jogo, e a equipa de José Peseiro parecia perto da felicidade.
Beto, «mãos de manteiga»
Tão perto, tão perto, quanto o lance aos 28 minutos. Foi o momento em que a «Pedreira» mais ameaçou explodir antes da implosão, mas Alan deslumbrou-se e quando decidiu rematar já o «gigante» Luisão estava lá para um corte com sabor a golo. E é neste lance que se atesta o texto de entrada: o SC Braga falha demasiado quando não pode; depois paga por isso. Contra ataque perfeito do Benfica com Nico Gaitán a servir Lima; o brasileiro ainda perdeu a bola de vista por breves instantes mas recuperou-a, puxou para dentro e atirou: golo; e Beto, que já tinha metido «água» no 0x1, abriu a «torneira» por inteiro.
Assim não dá para muito mais, Braga.
Há poucas histórias felizes para quem sai a perder por 2x0 para o intervalo. A deste SC Braga não foi diferente, apesar do mundo de boas intenções que é este conjunto de José Peseiro, que viveu os últimos 15 minutos do encontro embalado pela esperança. Tal como na primeira parte, este Benfica roçou a sobranceria na forma como quis deixar o tempo «morrer» sobre os dois golos de vantagem; acordou para a vida aos 77 minutos, quando João Pedro reduziu para os braguistas. Agora que o final é conhecido, sabe-se que foi uma esperança sem reflexo, mas na altura o AXA respirou-a a plenos pulmões.
SPORTING-GUIMARÃES..1-1
Sporting e Vitória de Guimarães empataram a uma bola, em Alvalade, em partida da primeira jornada da segunda volta da Liga portuguesa. Os vimaranenses estiveram a vencer mas apenas seguraram a vantagem durante três minutos.
Carrillo a atacar, Paulo Oliveira a limpar
Depois da derrota do SC Braga sobre o Benfica (1x2), o Sporting tentava aproveitar a dádiva do vizinho encarnado e aproximar-se, desta forma, ao conjunto minhoto na luta pela Liga dos Campeões. Porém, a tarefa da equipa leonina não foi fácil. É que o Vitória de Guimarães apresentou-se em Alvalade com muitas baixas mas a ambição em alta.
Sem Insúa – que se mudou para o Atlético de Madrid – Jesualdo Ferreira apostou na estreia de Joãozinho. Além do lateral-esquerdo, o treinador do Sporting promoveu mais uma alteração no ataque, lançando Carrillo no lugar de Jeffrén. Do outro lado, Rui Vitória promoveu o regresso de Addy para o lugar de Luís Rocha no lado esquerdo da defesa.
Paulo Oliveira foi um dos melhores em campo pelo Vitória ©Carlos Alberto CostaNa primeira parte, é preciso dizê-lo, o Sporting teve mais bola, mais cantos, mais remates não conseguiu bater o brasileiro Douglas, guarda-redes do Vitória que se mostrou muito seguro.
O nulo imperou, portanto, na primeira metade, sendo que pertenceu a Carrillo a melhor ocasião para abrir o ativo. O peruano, aos 19 minutos, fez tremer a baliza vitoriana com um pontapé na trave!
Do lado dos vimaranenses o destaque foi, e de que maneira, para o jovem Ricardo. O extremo – que passou pelos escalões de formação do Sporting – deixou (quase sempre) a cabeça 'em água' aos defesas leoninos.
Três minutos loucos entre os 53 e os 56 minutos
Na segunda parte, o Vitória entrou a todo o gás e marcou desde logo, sem qualquer aviso prévio e num auto-golo de Xandão; Marco Matias 'bailou', pela esquerda, tirou um cruzamento para a grande-área onde Baldé (formado no Sporting) atacou ao primeiro poste e desvia a bola... que ainda bateu em Xandão.
Era momento de festa para o conjunto vimaranense. Mas a resposta não tardou. Aos 56 minutos, Ricky van Wolfswinkel empatou a partida. O holandês – em dia de aniversário – aproveitou para faturar de calcanhar. Nota para a boa incursão de Miguel Lopes, pela direita.
Com o golo leonino a partida ficou... mesmo partida. O Sporting tentava chegar ao golo da vitória mas a equipa de Guimarães defendia-se como podia.
Jesualdo Ferreira – que foi obrigado a mexer por lesão, retirando Boulahrouz e colocando Pedro Mendes no eixo – tirou Labyad e Adrien Silva, fazendo entrar Valentín Viola e Jeffrén. Era, pois, de esperar maior rapidez no ataque verde e branco.
Todavia, Paulo Oliveira (decorem este nome) comandou as 'tropas' de D. Afonso Henriques e ia limpando todas as investidas dos rapazes de Jesualdo Ferreira.
O jogo encaminhava-se para o final, Alvalade ia roendo as unhas e o golo podia até cair para qualquer um dos lados.
Nos últimos dez minutos o Sporting jogou mais com o coração mas não conseguiu furar a muralha branca que circulava o castelo (entenda-se... baliza de Douglas).
E o Vitória até podia ter chegado ao triunfo. É que os vimaranenses queixaram-se de uma penalidade não assinalada... já em tempo de descontos. Ainda assim, Carlos Xistra entendeu não haver razão para falta.
Assim, o empate acaba até por aproximar o Sporting ao SC Braga. Os leões somam agora 19 pontos e estão a 10 do rival minhoto.
Quanto ao Vitória, por seu lado, continua a surpreender o país da bola numa época de tantas dificuldades. A equipa de Rui Vitória tem 21 pontos e segue próxima dos lugares europeus, afinal... os lugares a que este Vitória se habituou
classificação
............P J V E D GM GS DG
1 Benfica 42 16 13 3 0 41 12
2 FC Porto 39 15 12 3 0 35 8
3 SC Braga 29 16 9 2 5 35 21
4 P. Ferreira 28 16 7 7 2 22 12
5 Rio Ave 22 16 6 4 6 19 21
6 V. Guimarães 21 16 5 6 5 18 23
7 Estoril Praia 19 16 5 4 7 24 25
8 Académica 19 16 4 7 5 24 25
9 Sporting 19 16 4 7 5 15 17
10 Marítimo 19 16 4 7 5 14 23
11 Nacional 18 16 5 3 8 22 28
12 Gil Vicente 15 15 3 6 6 14 20
13 Olhanense 15 16 3 6 7 19 26
14 V. Setúbal 14 16 3 5 8 19 33
15 Beira-Mar 14 16 3 5 8 20 29
16 Moreirense 8 16 1 5 10 14 32
O BENFICA VENCEU EM BRAGA
1-2 NUM JOGO IMPORTANTE
NA LUTA PELO TÍTULO, O
SPORTING EMPATOU 1-1
COM O GUIMARÃES.
Académica 3-1 Beira-Mar
SC Braga 1-2 Benfica
Marítimo 1-1 Rio Ave
V. Setúbal 0-2 Nacional
Moreirense 0-5 P. Ferreira
Sporting 1-1 V. Guimarães
Estoril Praia 3-3 Olhanense
FC Porto 28/01 20:00 Gil Vicente
BRAGA-BENFICA 1-2
O Benfica passou em Braga com um triunfo por 2x1, na 16.ª jornada da Liga portuguesa. Eduardo Salvio (5’) e Lima (35’) - João Pedro para o SC Braga - apontaram os golos da equipa de Jorge Jesus, técnico que ao quinto jogo na cidade dos arcebispos festejou a primeira vitória.
Já por aqui foi escrito em tempos o que hoje se renova na sua validade. Este SC Braga é grande, no futebol que exibe e na dimensão social que adquiriu, mas continua a falhar nos momentos em que podia – e devia – sublinhar esse estatuto. Foi assim frente ao FC Porto (0x2), na visita a Alvalade (1x0) e esta noite na receção a um Benfica que à quinta tentativa com Jorge Jesus na «Pedreira» encontrou o antídoto para o insucesso do passado: eficácia; letal; assim foi este Benfica cada vez mais candidato ao 33º título… não houvesse o FC Porto neste campeonato à parte dentro do português.
Benfica a Salv(i)o desde cedo
Há um método antistress infalível no futebol: o golo. Simples e eficaz. O Benfica aplicou-o bem cedo no Municipal de Braga, quando todos ainda tateavam o jogo. Foi no quinto minuto que Eduardo Salvio apontou as diretrizes do encontro, numa jogada de insistência que o argentino finalizou após defesa incompleta de Beto (o azarado da noite).
Salvio abriu o marcador aos cinco minutos ©Catarina MoraisPara uma equipa que tinha ficado sem Cardozo (por lesão) para o novo clássico, nada mau.
O calmante em forma de golo deu ao Benfica uma tranquilidade que a espaços pareceu pouco saudável. Artur viu os «seus» homens da frente cada vez mais de perto e o SC Braga não negou a cedência de terreno alheio. Haas, aos 10 minutos, obrigou Artur a uma defesa soberba; o mesmo Haas, aos 14’, voltou a criar perigo, mas para Beto, que viu a bola passar-lhe bem perto da baliza. Era bom, o jogo, e a equipa de José Peseiro parecia perto da felicidade.
Beto, «mãos de manteiga»
Tão perto, tão perto, quanto o lance aos 28 minutos. Foi o momento em que a «Pedreira» mais ameaçou explodir antes da implosão, mas Alan deslumbrou-se e quando decidiu rematar já o «gigante» Luisão estava lá para um corte com sabor a golo. E é neste lance que se atesta o texto de entrada: o SC Braga falha demasiado quando não pode; depois paga por isso. Contra ataque perfeito do Benfica com Nico Gaitán a servir Lima; o brasileiro ainda perdeu a bola de vista por breves instantes mas recuperou-a, puxou para dentro e atirou: golo; e Beto, que já tinha metido «água» no 0x1, abriu a «torneira» por inteiro.
Assim não dá para muito mais, Braga.
Há poucas histórias felizes para quem sai a perder por 2x0 para o intervalo. A deste SC Braga não foi diferente, apesar do mundo de boas intenções que é este conjunto de José Peseiro, que viveu os últimos 15 minutos do encontro embalado pela esperança. Tal como na primeira parte, este Benfica roçou a sobranceria na forma como quis deixar o tempo «morrer» sobre os dois golos de vantagem; acordou para a vida aos 77 minutos, quando João Pedro reduziu para os braguistas. Agora que o final é conhecido, sabe-se que foi uma esperança sem reflexo, mas na altura o AXA respirou-a a plenos pulmões.
SPORTING-GUIMARÃES..1-1
Sporting e Vitória de Guimarães empataram a uma bola, em Alvalade, em partida da primeira jornada da segunda volta da Liga portuguesa. Os vimaranenses estiveram a vencer mas apenas seguraram a vantagem durante três minutos.
Carrillo a atacar, Paulo Oliveira a limpar
Depois da derrota do SC Braga sobre o Benfica (1x2), o Sporting tentava aproveitar a dádiva do vizinho encarnado e aproximar-se, desta forma, ao conjunto minhoto na luta pela Liga dos Campeões. Porém, a tarefa da equipa leonina não foi fácil. É que o Vitória de Guimarães apresentou-se em Alvalade com muitas baixas mas a ambição em alta.
Sem Insúa – que se mudou para o Atlético de Madrid – Jesualdo Ferreira apostou na estreia de Joãozinho. Além do lateral-esquerdo, o treinador do Sporting promoveu mais uma alteração no ataque, lançando Carrillo no lugar de Jeffrén. Do outro lado, Rui Vitória promoveu o regresso de Addy para o lugar de Luís Rocha no lado esquerdo da defesa.
Paulo Oliveira foi um dos melhores em campo pelo Vitória ©Carlos Alberto CostaNa primeira parte, é preciso dizê-lo, o Sporting teve mais bola, mais cantos, mais remates não conseguiu bater o brasileiro Douglas, guarda-redes do Vitória que se mostrou muito seguro.
O nulo imperou, portanto, na primeira metade, sendo que pertenceu a Carrillo a melhor ocasião para abrir o ativo. O peruano, aos 19 minutos, fez tremer a baliza vitoriana com um pontapé na trave!
Do lado dos vimaranenses o destaque foi, e de que maneira, para o jovem Ricardo. O extremo – que passou pelos escalões de formação do Sporting – deixou (quase sempre) a cabeça 'em água' aos defesas leoninos.
Três minutos loucos entre os 53 e os 56 minutos
Na segunda parte, o Vitória entrou a todo o gás e marcou desde logo, sem qualquer aviso prévio e num auto-golo de Xandão; Marco Matias 'bailou', pela esquerda, tirou um cruzamento para a grande-área onde Baldé (formado no Sporting) atacou ao primeiro poste e desvia a bola... que ainda bateu em Xandão.
Era momento de festa para o conjunto vimaranense. Mas a resposta não tardou. Aos 56 minutos, Ricky van Wolfswinkel empatou a partida. O holandês – em dia de aniversário – aproveitou para faturar de calcanhar. Nota para a boa incursão de Miguel Lopes, pela direita.
Com o golo leonino a partida ficou... mesmo partida. O Sporting tentava chegar ao golo da vitória mas a equipa de Guimarães defendia-se como podia.
Jesualdo Ferreira – que foi obrigado a mexer por lesão, retirando Boulahrouz e colocando Pedro Mendes no eixo – tirou Labyad e Adrien Silva, fazendo entrar Valentín Viola e Jeffrén. Era, pois, de esperar maior rapidez no ataque verde e branco.
Todavia, Paulo Oliveira (decorem este nome) comandou as 'tropas' de D. Afonso Henriques e ia limpando todas as investidas dos rapazes de Jesualdo Ferreira.
O jogo encaminhava-se para o final, Alvalade ia roendo as unhas e o golo podia até cair para qualquer um dos lados.
Nos últimos dez minutos o Sporting jogou mais com o coração mas não conseguiu furar a muralha branca que circulava o castelo (entenda-se... baliza de Douglas).
E o Vitória até podia ter chegado ao triunfo. É que os vimaranenses queixaram-se de uma penalidade não assinalada... já em tempo de descontos. Ainda assim, Carlos Xistra entendeu não haver razão para falta.
Assim, o empate acaba até por aproximar o Sporting ao SC Braga. Os leões somam agora 19 pontos e estão a 10 do rival minhoto.
Quanto ao Vitória, por seu lado, continua a surpreender o país da bola numa época de tantas dificuldades. A equipa de Rui Vitória tem 21 pontos e segue próxima dos lugares europeus, afinal... os lugares a que este Vitória se habituou
classificação
............P J V E D GM GS DG
1 Benfica 42 16 13 3 0 41 12
2 FC Porto 39 15 12 3 0 35 8
3 SC Braga 29 16 9 2 5 35 21
4 P. Ferreira 28 16 7 7 2 22 12
5 Rio Ave 22 16 6 4 6 19 21
6 V. Guimarães 21 16 5 6 5 18 23
7 Estoril Praia 19 16 5 4 7 24 25
8 Académica 19 16 4 7 5 24 25
9 Sporting 19 16 4 7 5 15 17
10 Marítimo 19 16 4 7 5 14 23
11 Nacional 18 16 5 3 8 22 28
12 Gil Vicente 15 15 3 6 6 14 20
13 Olhanense 15 16 3 6 7 19 26
14 V. Setúbal 14 16 3 5 8 19 33
15 Beira-Mar 14 16 3 5 8 20 29
16 Moreirense 8 16 1 5 10 14 32
sexta-feira, janeiro 25, 2013
PAULISTÃO - 2ª.RODADA
, NESTAS 4ª. E 5ª. JOGOU-SE
A 2ª,RODADA DO ESTADUAL DE
SÃO PAULO
PAULISTÃO - 2ª.RODADA
(ESTADUAL DE SÃO PAULO)
Bragantino 2-2 Linense
Corinthians 0-1 Ponte Preta
Guarani 0-0 São Bernardo
Ituano 0-0 Atlético Sorocaba
Santos 3-0 Botafogo-SP
Oeste 1-3 Palmeiras
Mirassol 1-2 União Barbarense
Mogi Mirim 3-0 Penapolense
XV de Piracicaba 2-1 Paulista
CLASSIFICAÇÃO
..........P.J.V.E..D.GM.GS
1 Santos 6 2 2 0 0 6 1 +5 Jogos
2 Mogi Mirim 4 2 1 1 0 3 0 +3 Jogos
3 Palmeiras 4 2 1 1 0 3 1 +2 Jogos
4 Linense 4 2 1 1 0 4 3 +1 Jogos
5 XV de Piracicaba 4 2 1 1 0 3 2 +1 Jogos
6 União Barbarense 4 2 1 1 0 3 2 +1 Jogos
7 Ponte Preta 4 2 1 1 0 1 0 +1 Jogos
8 São Paulo 3 1 1 0 0 2 0 +2 Jogos
9 São Caetano 3 1 1 0 0 2 1 +1 Jogos
10 Penapolense 3 2 1 0 1 3 3 0 Jogos
11 Bragantino 2 2 0 2 0 2 2 0 Jogos
12 Paulista 1 2 0 1 1 2 3 -1 Jogos
13 Atlético Sorocaba 1 2 0 1 1 1 2 -1 Jogos
14 Guarani 1 2 0 1 1 1 2 -1 Jogos
15 Corinthians 1 2 0 1 1 1 2 -1 Jogos
16 São Bernardo 1 2 0 1 1 1 3 -2 Jogos
17 Oeste 1 2 0 1 1 1 3 -2 Jogos
18 Botafogo-SP 1 2 0 1 1 0 3 -3 Jogos
19 Ituano 1 2 0 1 1 0 3 -3 Jogos
20 Mirassol 0 2 0 0 2 1 4 -3 Jogos
A 2ª,RODADA DO ESTADUAL DE
SÃO PAULO
PAULISTÃO - 2ª.RODADA
(ESTADUAL DE SÃO PAULO)
Bragantino 2-2 Linense
Corinthians 0-1 Ponte Preta
Guarani 0-0 São Bernardo
Ituano 0-0 Atlético Sorocaba
Santos 3-0 Botafogo-SP
Oeste 1-3 Palmeiras
Mirassol 1-2 União Barbarense
Mogi Mirim 3-0 Penapolense
XV de Piracicaba 2-1 Paulista
CLASSIFICAÇÃO
..........P.J.V.E..D.GM.GS
1 Santos 6 2 2 0 0 6 1 +5 Jogos
2 Mogi Mirim 4 2 1 1 0 3 0 +3 Jogos
3 Palmeiras 4 2 1 1 0 3 1 +2 Jogos
4 Linense 4 2 1 1 0 4 3 +1 Jogos
5 XV de Piracicaba 4 2 1 1 0 3 2 +1 Jogos
6 União Barbarense 4 2 1 1 0 3 2 +1 Jogos
7 Ponte Preta 4 2 1 1 0 1 0 +1 Jogos
8 São Paulo 3 1 1 0 0 2 0 +2 Jogos
9 São Caetano 3 1 1 0 0 2 1 +1 Jogos
10 Penapolense 3 2 1 0 1 3 3 0 Jogos
11 Bragantino 2 2 0 2 0 2 2 0 Jogos
12 Paulista 1 2 0 1 1 2 3 -1 Jogos
13 Atlético Sorocaba 1 2 0 1 1 1 2 -1 Jogos
14 Guarani 1 2 0 1 1 1 2 -1 Jogos
15 Corinthians 1 2 0 1 1 1 2 -1 Jogos
16 São Bernardo 1 2 0 1 1 1 3 -2 Jogos
17 Oeste 1 2 0 1 1 1 3 -2 Jogos
18 Botafogo-SP 1 2 0 1 1 0 3 -3 Jogos
19 Ituano 1 2 0 1 1 0 3 -3 Jogos
20 Mirassol 0 2 0 0 2 1 4 -3 Jogos
HISTÓRIA DO BRASIL - A 1ª.CONSTITUIÇÃO 1824
.

A elaboração de uma Constituição para o Brasil significava o primeiro passo para consolidar a independência dos colonos de Portugal. Em 3 de junho de 1822, quando ainda era príncipe regente português no Brasil, D. Pedro I articulou os primeiros textos com uma assembleia, mas não conseguia chegar em nenhum consenso, pois os constituintes pretendiam dissolver a centralização do governo monarquista e dar mais autonomia às pequenas províncias.
Nos primeiros textos, os constituintes defendiam o direito do voto (sob cunho elitista) através de um sistema eleitoral e queriam tirar do imperador o direito de punir os deputados.
Irritado, D. Pedro I decretou a dissolução da Assembleia em 1824, suscitando em duas divisões políticas:
•Liberais: defendiam uma autonomia maior das pequenas províncias do Estado e queriam limitar os poderes do imperador;
•Conservadores: defendiam a centralização política sob poder do Império.
A dissolução da Assembleia provocou a revolta de proprietários de terra que haviam apoiado o processo de Independência do Brasil e, para entrar em consenso, D. Pedro I nomeou dez novos constituintes de nacionalidade portuguesa para elaborarem o texto da primeira Constituição do país.
Estava claro que, com essa medida, o imperador queria manter o Brasil aos olhos dos colonizadores de seu país e governá-lo de forma absolutista. Sem consultar nenhum partido político ou Assembleia Constituinte, no dia 25 de março D. Pedro I outorgou a Constituição de 1824, a primeira do país.
Mesmo que outorgada de forma autoritária, o texto da primeira Constituição tinha cunhos liberais e conservadores, pois o imperador já estava em desgaste com tanta controvérsia em sua articulação. Todavia, D. Pedro I continuaria sendo o imperador absoluto; ele não havia cedido poder autônomo às pequenas províncias brasileiras, como queria os liberais.
O novo texto da Constituição previa que o Brasil estava a mando de quatro poderes:
•Poder Legislativo: formado por deputados e senadores de cargo vitalício, eram responsáveis na elaboração das leis do Império;
•Poder Executivo: chefiado pelo imperador D. Pedro I e os ministros de Estado nomeados por ele;
•Poder Judiciário: formado por juízes e tribunais, tinha como órgão máximo o Supremo Tribunal de Justiça, composto por magistrados indicados pessoalmente pelo imperador;
•Poder Moderador: exercido exclusivamente por D. Pedro I, ficava encarregado de vigiar as demais instâncias e tinha poder de anular as decisões dos outros três poderes.
Só podiam votar para os cargos do Legislativo homens que tivessem mais de 25 anos e tivessem uma renda anual mínima de 100 mil-réis, o que excluía a maior parte da população brasileira. Para ser deputado, era necessário ter uma renda de mais de 400 mil-réis e, para senador, um mínimo anual de 800 mil-réis.
A Igreja Católica foi oficializada como a religião do Brasil e seus membros estavam sujeitos às ordens políticas do governo.
Fora da participação política, a maioria dos cidadãos brasileiros não tinha direito de voto, estava sujeita às vontades do império e não podia ser representada por mandatários nas pequenas províncias. De fato, a Primeira Constituição foi um pano de fundo para manter o Brasil sob os olhos atentos do império e enfatizar a importância do ato da Independência liderado pelo rei D. Pedro I.
A elaboração de uma Constituição para o Brasil significava o primeiro passo para consolidar a independência dos colonos de Portugal. Em 3 de junho de 1822, quando ainda era príncipe regente português no Brasil, D. Pedro I articulou os primeiros textos com uma assembleia, mas não conseguia chegar em nenhum consenso, pois os constituintes pretendiam dissolver a centralização do governo monarquista e dar mais autonomia às pequenas províncias.
Nos primeiros textos, os constituintes defendiam o direito do voto (sob cunho elitista) através de um sistema eleitoral e queriam tirar do imperador o direito de punir os deputados.
Irritado, D. Pedro I decretou a dissolução da Assembleia em 1824, suscitando em duas divisões políticas:
•Liberais: defendiam uma autonomia maior das pequenas províncias do Estado e queriam limitar os poderes do imperador;
•Conservadores: defendiam a centralização política sob poder do Império.
A dissolução da Assembleia provocou a revolta de proprietários de terra que haviam apoiado o processo de Independência do Brasil e, para entrar em consenso, D. Pedro I nomeou dez novos constituintes de nacionalidade portuguesa para elaborarem o texto da primeira Constituição do país.
Estava claro que, com essa medida, o imperador queria manter o Brasil aos olhos dos colonizadores de seu país e governá-lo de forma absolutista. Sem consultar nenhum partido político ou Assembleia Constituinte, no dia 25 de março D. Pedro I outorgou a Constituição de 1824, a primeira do país.
Mesmo que outorgada de forma autoritária, o texto da primeira Constituição tinha cunhos liberais e conservadores, pois o imperador já estava em desgaste com tanta controvérsia em sua articulação. Todavia, D. Pedro I continuaria sendo o imperador absoluto; ele não havia cedido poder autônomo às pequenas províncias brasileiras, como queria os liberais.
O novo texto da Constituição previa que o Brasil estava a mando de quatro poderes:
•Poder Legislativo: formado por deputados e senadores de cargo vitalício, eram responsáveis na elaboração das leis do Império;
•Poder Executivo: chefiado pelo imperador D. Pedro I e os ministros de Estado nomeados por ele;
•Poder Judiciário: formado por juízes e tribunais, tinha como órgão máximo o Supremo Tribunal de Justiça, composto por magistrados indicados pessoalmente pelo imperador;
•Poder Moderador: exercido exclusivamente por D. Pedro I, ficava encarregado de vigiar as demais instâncias e tinha poder de anular as decisões dos outros três poderes.
Só podiam votar para os cargos do Legislativo homens que tivessem mais de 25 anos e tivessem uma renda anual mínima de 100 mil-réis, o que excluía a maior parte da população brasileira. Para ser deputado, era necessário ter uma renda de mais de 400 mil-réis e, para senador, um mínimo anual de 800 mil-réis.
A Igreja Católica foi oficializada como a religião do Brasil e seus membros estavam sujeitos às ordens políticas do governo.
Fora da participação política, a maioria dos cidadãos brasileiros não tinha direito de voto, estava sujeita às vontades do império e não podia ser representada por mandatários nas pequenas províncias. De fato, a Primeira Constituição foi um pano de fundo para manter o Brasil sob os olhos atentos do império e enfatizar a importância do ato da Independência liderado pelo rei D. Pedro I.
EUSÉBIO festeja hoje o seu aniversário
.
EUSÉBIO FOI DOS MELHORES
JOGADORES DO MUNDO DO
SEU TEMPO, E HOJE NO SEU
DIA DE ANIVERSÁRIO, O NOS-
SO BLOGUE SAÚDA O GRANDE
CAMPEÃO
EUSÉBIO FOI DOS MELHORES
JOGADORES DO MUNDO DO
SEU TEMPO, E HOJE NO SEU
DIA DE ANIVERSÁRIO, O NOS-
SO BLOGUE SAÚDA O GRANDE
CAMPEÃO
quinta-feira, janeiro 24, 2013
CHICO LOBO no ENCONTRO DE VIOLEIROS E TERNOS DE REIS
.
É JÁ NESTE FIM DE SEMANA QUE
TERÁ LUGAR UM GRANDE ENCONTRO
DE VIOLEIROS COM CHICO LOBO.
Nos dias 26 e 27 de janeiro, Lagoa Real será palco do Encontro de Violeiros e Ternos de Reis. No primeiro dia do evento, o encontro contará com apresentações de violeiros regionais, que terão início às 19h. Às 22h, o renomado violeiro Chico Lobo se apresentará no evento diretamente de São João Del Rey, Minas Gerais. Já no dia 27 de janeiro, o público poderá prestigiar uma belíssima apresentação dos Ternos de Reis, às 08h. O evento é uma realização da Prefeitura Municipal e da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer.
E O QUE SÃO TERNOS DE REIS?
O Terno de Reis, ou Folia de Reis é um festejo de origem portuguêsa ligado às comemorações do culto católico do Natal, trazido para o Brasil ainda nos primórdios da formação da identidade cultural brasileira, e que ainda hoje mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas regiões do país.
Origens
Na tradição católica, a passagem bíblica em que Jesus foi visitado por reis magos, converteu-se na tradicional visitação feita pelos três "Reis Magos", denominados Melchior, Baltazar e Gaspar, os quais passaram a ser referenciados como santos a partir do século VIII.
Fixado o nascimento de Jesus Cristo a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro que, em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, mais importante, inclusive, que o próprio Natal. No estado do Rio de Janeiro, os grupos realizam folias até o dia 20 de Janeiro, dia de São Sebastião e padroeiro do Estado.
Na cultura tradicional brasileira, os festejos de Natal eram comemorados por grupos que visitavam as casas tocando músicas alegres em louvor aos "Santos Reis" e ao nascimento de Cristo; essas manifestações festivas estendiam-se até a data consagrada aos Reis Magos. Trata-se de um tradição originária de Portugal que ganhou força especialmente no século XIX e mantem-se viva em muitas regiões do país, sobretudo nas pequenas cidades dos estados de São Paulo,Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Goiás,Rio de Janeiro, Santa Catarina, dentre outros.
Na cidade de Muqui, sul do Espírito Santo, acontece desde 1950 o Encontro Nacional de Folia de Reis, que reúne cerca de 90 grupos de Folias do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. É o maior e mais antigo encontro de Folias de Reis do país. O evento é organizado pela Secretaria de Cultura do Município e tem data móvel.
No Brasil a visitação das casas, que dura do final de dezembro até o dia de Reis, é feita por grupos organizados, muitos dos quais motivados por propósitos sociais e filantrópicos. Cada grupo, chamado em alguns lugares de Folia de Reis, em outros Terno de Reis, é composto por músicos tocando instrumentos, em sua maioria de confecção caseira e artesanal, como tambores, reco-reco, flauta e rabeca (espécie de violino rústico), além da tradicional viola caipira e da acordeon, também conhecida em certas regiões como sanfona, gaita ou pé-de-bode.
Além dos músicos instrumentistas e cantores, o grupo muitas vezes se compõe também de dançarinos, palhaços e outras figuras folclóricas devidamente caracterizadas segundo as lendas e tradições locais. Todos se organizam sob a liderança do Capitão da Folia e seguem com reverência os passos da bandeira, cumprindo rituais tradicionais de inquestionável beleza e riqueza cultural.
As canções são sempre sobre temas religiosos, com exceção daquelas tocadas nas tradicionais paradas para jantares, almoços ou repouso dos foliões, onde acontecem animadas festas com cantorias e danças típicas regionais, como catira, moda de viola e cateretê. Contudo ao contrário dos Reis da tradição, o propósito da folia não é o de levar presentes mas de recebê-los do dono da casa para finalidades filantrópicas, exceto, obviamente, as fartas mesas dos jantares e as bebidas que são oferecidas aos foliões.
Grupos incrementados
Uma das formas de sobrevivência da manifestação folclórica, especialmente nas grandes cidades, foi a incorporação nos Ternos de elementos figurativos, com a finalidade de promover apresentações para turistas.
Canções
Em algumas regiões as canções de Reis são por vezes ininteligíveis, dado o caos sonoro produzido. Isto ocorre quase sempre porque o ritmo ganhou, ao longo do tempo, contornos de origens africanas com fortes batidas e com um clímax de entonação vocal. Contudo, um componente permanece imutável: a canção de chegada, onde o líder (ou Capitão) pede permissão ao dono da casa para entrar, e a canção da despedida, onde a Folia agradece as doações e a acolhida, e se despede.
É JÁ NESTE FIM DE SEMANA QUE
TERÁ LUGAR UM GRANDE ENCONTRO
DE VIOLEIROS COM CHICO LOBO.
Nos dias 26 e 27 de janeiro, Lagoa Real será palco do Encontro de Violeiros e Ternos de Reis. No primeiro dia do evento, o encontro contará com apresentações de violeiros regionais, que terão início às 19h. Às 22h, o renomado violeiro Chico Lobo se apresentará no evento diretamente de São João Del Rey, Minas Gerais. Já no dia 27 de janeiro, o público poderá prestigiar uma belíssima apresentação dos Ternos de Reis, às 08h. O evento é uma realização da Prefeitura Municipal e da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer.
E O QUE SÃO TERNOS DE REIS?
O Terno de Reis, ou Folia de Reis é um festejo de origem portuguêsa ligado às comemorações do culto católico do Natal, trazido para o Brasil ainda nos primórdios da formação da identidade cultural brasileira, e que ainda hoje mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas regiões do país.
Origens
Na tradição católica, a passagem bíblica em que Jesus foi visitado por reis magos, converteu-se na tradicional visitação feita pelos três "Reis Magos", denominados Melchior, Baltazar e Gaspar, os quais passaram a ser referenciados como santos a partir do século VIII.
Fixado o nascimento de Jesus Cristo a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro que, em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, mais importante, inclusive, que o próprio Natal. No estado do Rio de Janeiro, os grupos realizam folias até o dia 20 de Janeiro, dia de São Sebastião e padroeiro do Estado.
Na cultura tradicional brasileira, os festejos de Natal eram comemorados por grupos que visitavam as casas tocando músicas alegres em louvor aos "Santos Reis" e ao nascimento de Cristo; essas manifestações festivas estendiam-se até a data consagrada aos Reis Magos. Trata-se de um tradição originária de Portugal que ganhou força especialmente no século XIX e mantem-se viva em muitas regiões do país, sobretudo nas pequenas cidades dos estados de São Paulo,Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Goiás,Rio de Janeiro, Santa Catarina, dentre outros.
Na cidade de Muqui, sul do Espírito Santo, acontece desde 1950 o Encontro Nacional de Folia de Reis, que reúne cerca de 90 grupos de Folias do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. É o maior e mais antigo encontro de Folias de Reis do país. O evento é organizado pela Secretaria de Cultura do Município e tem data móvel.
No Brasil a visitação das casas, que dura do final de dezembro até o dia de Reis, é feita por grupos organizados, muitos dos quais motivados por propósitos sociais e filantrópicos. Cada grupo, chamado em alguns lugares de Folia de Reis, em outros Terno de Reis, é composto por músicos tocando instrumentos, em sua maioria de confecção caseira e artesanal, como tambores, reco-reco, flauta e rabeca (espécie de violino rústico), além da tradicional viola caipira e da acordeon, também conhecida em certas regiões como sanfona, gaita ou pé-de-bode.
Além dos músicos instrumentistas e cantores, o grupo muitas vezes se compõe também de dançarinos, palhaços e outras figuras folclóricas devidamente caracterizadas segundo as lendas e tradições locais. Todos se organizam sob a liderança do Capitão da Folia e seguem com reverência os passos da bandeira, cumprindo rituais tradicionais de inquestionável beleza e riqueza cultural.
As canções são sempre sobre temas religiosos, com exceção daquelas tocadas nas tradicionais paradas para jantares, almoços ou repouso dos foliões, onde acontecem animadas festas com cantorias e danças típicas regionais, como catira, moda de viola e cateretê. Contudo ao contrário dos Reis da tradição, o propósito da folia não é o de levar presentes mas de recebê-los do dono da casa para finalidades filantrópicas, exceto, obviamente, as fartas mesas dos jantares e as bebidas que são oferecidas aos foliões.
Grupos incrementados
Uma das formas de sobrevivência da manifestação folclórica, especialmente nas grandes cidades, foi a incorporação nos Ternos de elementos figurativos, com a finalidade de promover apresentações para turistas.
Canções
Em algumas regiões as canções de Reis são por vezes ininteligíveis, dado o caos sonoro produzido. Isto ocorre quase sempre porque o ritmo ganhou, ao longo do tempo, contornos de origens africanas com fortes batidas e com um clímax de entonação vocal. Contudo, um componente permanece imutável: a canção de chegada, onde o líder (ou Capitão) pede permissão ao dono da casa para entrar, e a canção da despedida, onde a Folia agradece as doações e a acolhida, e se despede.
2ª.JORNADA DO CARIOCÃO
.
NESTA QUARTA TIVÉMOS JOGO
DA 2ª.RODADA DO CARIOCÃO
ONTEM
Madureira 1-1 Flamengo
Quissamã 0-0 Resende
Audax Rio 2-1 Nova Iguaçu
Duque de Caxias 1-2 Friburguense
Vasco 4-2 Macaé
HOJE
Bangu 24/01 19:00 Botafogo
Fluminense 24/01 21:30 Olaria
Volta Redonda 24/01 22:00 Boavista-RJ
VASCO, 4 MACAÉ,2
O Vasco nesta quarta-feira, diante do Macaé, até tomou um susto no começo do jogo, mas reagiu rapidamente e venceu por 4 a 2. Foi a segunda vitória vascaína após dois jogos no Estadual, já que a primeira partida tinha terminado 3 a 0, diante do Boavista. No Grupo A apenas Vasco e Friburguense estão com seis pontos até agora.
O confronto já começou aberto e quem se aproveitou disso foi o Macaé. Aos 14min, o time assustou o Vasco com o primeiro gol do jogo, já que Michel puxou a bola da esquerda para o meio e acertou um chute firme de direita.
Mas o Vasco não demorou para aproveitar as mesmas brechas da defesa adversária. Primeiro, aos 19min, Bernardo deu um toque sutil de cabeça e mandou a bola no contrapé do goleiro, que nada pôde fazer. Depois, aos 31min, Éder Luis tabelou com Carlos Alberto, que aplicou um corte no defensor e finalizou para o gol.
A partida seguiu com ataques perigosos dos dois lados, mas a vitória de virada por 2 a 1 foi mantida até o intervalo. Porém, logo no começo do segundo tempo, saiu o terceiro gol vascaíno: Éder Luis cobrou falta na área, André Ribeiro dominou bonito e, assim que a bola pingou, acertou um chute potente para ampliar a vantagem do time carioca.
Aparentemente, era o que o Vasco precisava para ter tranquilidade no jogo. Afinal, o Macaé desanimou e permitiu que o adversário controlasse a posse de bola no resto do jogo. Mas um pênalti mudou esse cenário: Anderson sofreu a falta na área e cobrou com sucesso aos 32min. Porém, o gol só serviu para acordar o Vasco, que marcou novamente com Dedé, já nos acréscimos, quando ele converteu pênalti sofrido por Éder Luis.
Ficha técnica
VASCO 4 x 2 MACAÉ
Gols
VASCO: Bernardo, aos 19min do 1º tempo; Carlos Alberto, aos 31min do 1º tempo; André Ribeiro, aos 6min do 2º tempo; e Dedé, aos 47min do 2º tempo
MACAÉ: Michel, aos 14min do 1º tempo; e Anderson, aos 32min do 2º tempo
VASCO: Alessandro; Abuda, Dedé, André Ribeiro e Wendel (Dieyson); Fillipe Souto, Pedro Ken, John Cley (Dakson) e Bernardo; Carlos Alberto (EX-PORTO) e Éder Luis (EX-BENFICA)
Treinador: Gaúcho
MACAÉ: Luís Henrique; Daniel, Diego Macedo, Douglas Assis, Rodrigo Fernandes, Gedeil, Leandro Teixeira (Lenon), Norton, Michel (Paulo Vitor), Ricardinho e Jones (Anderson Costa)
Treinador: Toninho Andrade
NESTA QUARTA TIVÉMOS JOGO
DA 2ª.RODADA DO CARIOCÃO
ONTEM
Madureira 1-1 Flamengo
Quissamã 0-0 Resende
Audax Rio 2-1 Nova Iguaçu
Duque de Caxias 1-2 Friburguense
Vasco 4-2 Macaé
HOJE
Bangu 24/01 19:00 Botafogo
Fluminense 24/01 21:30 Olaria
Volta Redonda 24/01 22:00 Boavista-RJ
VASCO, 4 MACAÉ,2
O Vasco nesta quarta-feira, diante do Macaé, até tomou um susto no começo do jogo, mas reagiu rapidamente e venceu por 4 a 2. Foi a segunda vitória vascaína após dois jogos no Estadual, já que a primeira partida tinha terminado 3 a 0, diante do Boavista. No Grupo A apenas Vasco e Friburguense estão com seis pontos até agora.
O confronto já começou aberto e quem se aproveitou disso foi o Macaé. Aos 14min, o time assustou o Vasco com o primeiro gol do jogo, já que Michel puxou a bola da esquerda para o meio e acertou um chute firme de direita.
Mas o Vasco não demorou para aproveitar as mesmas brechas da defesa adversária. Primeiro, aos 19min, Bernardo deu um toque sutil de cabeça e mandou a bola no contrapé do goleiro, que nada pôde fazer. Depois, aos 31min, Éder Luis tabelou com Carlos Alberto, que aplicou um corte no defensor e finalizou para o gol.
A partida seguiu com ataques perigosos dos dois lados, mas a vitória de virada por 2 a 1 foi mantida até o intervalo. Porém, logo no começo do segundo tempo, saiu o terceiro gol vascaíno: Éder Luis cobrou falta na área, André Ribeiro dominou bonito e, assim que a bola pingou, acertou um chute potente para ampliar a vantagem do time carioca.
Aparentemente, era o que o Vasco precisava para ter tranquilidade no jogo. Afinal, o Macaé desanimou e permitiu que o adversário controlasse a posse de bola no resto do jogo. Mas um pênalti mudou esse cenário: Anderson sofreu a falta na área e cobrou com sucesso aos 32min. Porém, o gol só serviu para acordar o Vasco, que marcou novamente com Dedé, já nos acréscimos, quando ele converteu pênalti sofrido por Éder Luis.
Ficha técnica
VASCO 4 x 2 MACAÉ
Gols
VASCO: Bernardo, aos 19min do 1º tempo; Carlos Alberto, aos 31min do 1º tempo; André Ribeiro, aos 6min do 2º tempo; e Dedé, aos 47min do 2º tempo
MACAÉ: Michel, aos 14min do 1º tempo; e Anderson, aos 32min do 2º tempo
VASCO: Alessandro; Abuda, Dedé, André Ribeiro e Wendel (Dieyson); Fillipe Souto, Pedro Ken, John Cley (Dakson) e Bernardo; Carlos Alberto (EX-PORTO) e Éder Luis (EX-BENFICA)
Treinador: Gaúcho
MACAÉ: Luís Henrique; Daniel, Diego Macedo, Douglas Assis, Rodrigo Fernandes, Gedeil, Leandro Teixeira (Lenon), Norton, Michel (Paulo Vitor), Ricardinho e Jones (Anderson Costa)
Treinador: Toninho Andrade
terça-feira, janeiro 22, 2013
PAULISTÃO -1ª.JORNADA
. COMEÇOU O ESTADUAL DE
SÃO PAULO
São Paulo 2-0 Mirassol
União Barbarense 1-1 XV de Piracicaba
Linense 2-1 Guarani
Atlético Sorocaba 1-2 São Caetano
Penapolense 3-0 Ituano
São Bernardo 1-3 Santos
Paulista 1-1 Corinthians
Palmeiras 0-0 Bragantino
Ponte Preta 0-0 Mogi Mirim
Botafogo-SP 0-0 Oeste
SÃO PAULO, 2 MIRASSOL,0
O São Paulo teve dificuldades, mas iniciou 2013 com vitória. Neste sábado, no Morumbi, a equipe tricolor chegou a levar pressão no segundo tempo, mas bateu o Mirassol por 2 a 0 e somou seus três primeiros pontos no Campeonato Paulista.
Com o pentacampeão Lúcio na zaga e Carleto na lateral esquerda como principais novidades, o São Paulo fez um primeiro tempo sem brilho, mas dominou o rival e conseguiu abrir vantagem. Aos 13min, Ganso deu lindo passe para Osvaldo, que cruzou na medida para Luís Fabiano desviar para o gol.
Contudo, o panorama mudou na etapa complementar. O Mirassol saiu mais para o jogo e fez o time tricolor passar sufoco. Rogério Ceni salvou o São Paulo com belas defesas em ao menos três oportunidades. Já aos 26min, Alex Silva arriscou de longe e o travessão salvou os mandantes.
SÃO PAULO x MIRASSOL
Gols
SÃO PAULO:
Luís Fabiano, aos 13min do primeiro tempo, e Jadson, aos 36min do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas (Paulo Miranda), Lúcio, Rhodolfo e Carleto; Wellington, Denilson e Ganso (Cañete); Jadson, Osvaldo e Luis Fabiano (Aloísio)
Treinador: Ney Franco
MIRASSOL: Diego; Arnaldo (Adilson Bahia), Welton Felipe, Gian e Andrezinho; Alex Silva, Mineiro, Rodrigo Possebon (Leomir) e Camilo; Felipe Lima e Caion (Borebi)
Treinador: Ivan Baitello
SÃO PAULO
São Paulo 2-0 Mirassol
União Barbarense 1-1 XV de Piracicaba
Linense 2-1 Guarani
Atlético Sorocaba 1-2 São Caetano
Penapolense 3-0 Ituano
São Bernardo 1-3 Santos
Paulista 1-1 Corinthians
Palmeiras 0-0 Bragantino
Ponte Preta 0-0 Mogi Mirim
Botafogo-SP 0-0 Oeste
SÃO PAULO, 2 MIRASSOL,0
O São Paulo teve dificuldades, mas iniciou 2013 com vitória. Neste sábado, no Morumbi, a equipe tricolor chegou a levar pressão no segundo tempo, mas bateu o Mirassol por 2 a 0 e somou seus três primeiros pontos no Campeonato Paulista.
Com o pentacampeão Lúcio na zaga e Carleto na lateral esquerda como principais novidades, o São Paulo fez um primeiro tempo sem brilho, mas dominou o rival e conseguiu abrir vantagem. Aos 13min, Ganso deu lindo passe para Osvaldo, que cruzou na medida para Luís Fabiano desviar para o gol.
Contudo, o panorama mudou na etapa complementar. O Mirassol saiu mais para o jogo e fez o time tricolor passar sufoco. Rogério Ceni salvou o São Paulo com belas defesas em ao menos três oportunidades. Já aos 26min, Alex Silva arriscou de longe e o travessão salvou os mandantes.
SÃO PAULO x MIRASSOL
Gols
SÃO PAULO:
Luís Fabiano, aos 13min do primeiro tempo, e Jadson, aos 36min do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas (Paulo Miranda), Lúcio, Rhodolfo e Carleto; Wellington, Denilson e Ganso (Cañete); Jadson, Osvaldo e Luis Fabiano (Aloísio)
Treinador: Ney Franco
MIRASSOL: Diego; Arnaldo (Adilson Bahia), Welton Felipe, Gian e Andrezinho; Alex Silva, Mineiro, Rodrigo Possebon (Leomir) e Camilo; Felipe Lima e Caion (Borebi)
Treinador: Ivan Baitello
preliminares
.
Numa estação de rádio canadense, dão um prêmio de 1000 a 5000 dólares à pessoa que contar um fato verídico e que tenha ocasionado um verdadeiro embaraço, daqueles que nos fazem enfiar-nos pelo "chão abaixo."
Esta história recebeu o prêmio máximo, ou seja, 5.000 dólares!
"Tinha consulta no ginecologista marcada para essa semana, mas tinham ficado de me avisar o dia e a hora.
De manhã bem cedo, recebo um telefonema da funcionária do consultório informando que a minha consulta tinha passado para esse mesmo dia pela manhã, às 09h30. Tinha acabado de tratar do desjejum do meu marido e crianças e ia no momento começar a despachar-me; eram precisamente 08:45. Fiquei em pânico, não tinha um minuto a perder.
Tenho a certeza que sou igual a todas as mulheres e que temos todas muito cuidado e uma particular atenção com a nossa higiene pessoal, principalmente quando vamos ao ginecologista mas, desta vez, eu nem sequer tive tempo de tomar uma ducha. Subi as escadas correndo, tirei o pijama, agarrei uma toalhinha que estava em cima da borda da banheira, desdobrei-a e molhei-a passando-a depois, com todo o cuidado, pelas "partes íntimas" para ter a certeza que ficara o mais limpo possível.
Joguei a toalhinha no saco da roupa suja, vesti-me e "voei" para o consultório.
Estava na sala de espera há alguns minutos quando me chamaram para fazer o exame.
Como já sei o procedimento, deitei-me sem ajuda e tentei como sempre faço imaginar-me muito longe dali, num lugar assim como o Caribe, ou em qualquer outro lugar lindo e pelo menos a 10.000 km daquela situação.
Fiquei muito surpreendida quando o meu médico me disse:
- "Oh lá, lá!!! Hoje de manhã fez um esforço suplementar para ficar bonita, e ficou muito bonita!"
Não recebi muito bem o cumprimento, e não respondi. Fui para casa tranqüila e o resto do dia desenrolou-se normalmente: Limpei a casa, cozinhei, tive tempo de ler uma revista, etc.
Depois da escola, já acabados os seus deveres, a minha filha, de 6 anos, estava preparada para ir brincar, quando gritou do banheiro:
- "Mamãe! Onde é que está a minha toalhinha?"
Gritei de volta que tirasse uma do armário.
Quando me respondeu, juro que o que me passou pela cabeça, foi desaparecer da face da terra. O comentário do médico martelava na minha cabeça sem descanso e a minha filhinha disse-me só isto:
- "Não mamãe, eu não quero uma toalhinha do armário; quero mesmo aquela que estava dobrada na borda da banheira. Foi nela que eu deixei todas as minhas purpurinas e as estrelinhas prateadas e douradas!"
Numa estação de rádio canadense, dão um prêmio de 1000 a 5000 dólares à pessoa que contar um fato verídico e que tenha ocasionado um verdadeiro embaraço, daqueles que nos fazem enfiar-nos pelo "chão abaixo."
Esta história recebeu o prêmio máximo, ou seja, 5.000 dólares!
"Tinha consulta no ginecologista marcada para essa semana, mas tinham ficado de me avisar o dia e a hora.
De manhã bem cedo, recebo um telefonema da funcionária do consultório informando que a minha consulta tinha passado para esse mesmo dia pela manhã, às 09h30. Tinha acabado de tratar do desjejum do meu marido e crianças e ia no momento começar a despachar-me; eram precisamente 08:45. Fiquei em pânico, não tinha um minuto a perder.
Tenho a certeza que sou igual a todas as mulheres e que temos todas muito cuidado e uma particular atenção com a nossa higiene pessoal, principalmente quando vamos ao ginecologista mas, desta vez, eu nem sequer tive tempo de tomar uma ducha. Subi as escadas correndo, tirei o pijama, agarrei uma toalhinha que estava em cima da borda da banheira, desdobrei-a e molhei-a passando-a depois, com todo o cuidado, pelas "partes íntimas" para ter a certeza que ficara o mais limpo possível.
Joguei a toalhinha no saco da roupa suja, vesti-me e "voei" para o consultório.
Estava na sala de espera há alguns minutos quando me chamaram para fazer o exame.
Como já sei o procedimento, deitei-me sem ajuda e tentei como sempre faço imaginar-me muito longe dali, num lugar assim como o Caribe, ou em qualquer outro lugar lindo e pelo menos a 10.000 km daquela situação.
Fiquei muito surpreendida quando o meu médico me disse:
- "Oh lá, lá!!! Hoje de manhã fez um esforço suplementar para ficar bonita, e ficou muito bonita!"
Não recebi muito bem o cumprimento, e não respondi. Fui para casa tranqüila e o resto do dia desenrolou-se normalmente: Limpei a casa, cozinhei, tive tempo de ler uma revista, etc.
Depois da escola, já acabados os seus deveres, a minha filha, de 6 anos, estava preparada para ir brincar, quando gritou do banheiro:
- "Mamãe! Onde é que está a minha toalhinha?"
Gritei de volta que tirasse uma do armário.
Quando me respondeu, juro que o que me passou pela cabeça, foi desaparecer da face da terra. O comentário do médico martelava na minha cabeça sem descanso e a minha filhinha disse-me só isto:
- "Não mamãe, eu não quero uma toalhinha do armário; quero mesmo aquela que estava dobrada na borda da banheira. Foi nela que eu deixei todas as minhas purpurinas e as estrelinhas prateadas e douradas!"
segunda-feira, janeiro 21, 2013
LIGA PORTUGUESA - 15ª.jornada
.
OS CANDIDATOS AO TÍTULO, BENFICA
E PORTO VENCERAM
Sporting 1-0 Beira-Mar
FC Porto 2-0 P. Ferreira
Marítimo 1-0 Olhanense
Estoril Praia 1-2 Gil Vicente
SC Braga 4-1 V. Setúbal
Rio Ave 1-3 V. Guimarães
Académica 2-1 Nacional
Moreirense 0-2 Benfica
MOREIRENSE.BENFICA 0-2
Na visita à casa do último classificado do campeonato, o Benfica confirmou o seu favoritismo e somou os três pontos ao vencer por 2x0, voltando a isolar-se, embora à condição, na liderança da competição.
Naquela que foi a terceira deslocação da época a Moreira de Cónegos, depois de uma vitória para a Taça de Portugal e de um empate para a Taça da Liga, os homens de Jorge Jesus não desperdiçaram a oportunidade de colocar alguma pressão no FC Porto, que defronta o Vitória de Setúbal esta quarta-feira.
Assim, começou da melhor forma para o Benfica a primeira de duas viagens consecutivas ao Minho, pois no próximo sábado é dia de defrontar o SC Braga, uma das poucas equipas que fez os encarnados perderem pontos na primeira volta do campeonato.
Em relação ao embate desta noite, Jorge Jesus apostou no mesmo 11 que defrontou o FC Porto na Luz. Por sua vez, Jorge Casquilha, depois da goleada de 5xo sofrida em Setúbal, decidiu colocar dois reforços de inverno na equipa inicial: Florent e Jorge Chula.
Benfica venceu em casa do lanterna vermelho por 2x0 ©Catarina MoraisOs minhotos entraram melhor. Logo aos 17 segundos, Ghilas, o grande perigo do ataque do Moreirense, rematou ao poste da baliza defendida por Artur Moraes. Foi a melhor ocasião ao longo de todo o jogo por parte de uma equipa que tentou manter o Benfica longe da sua baliza enquanto pôde.
Ao longo da primeira parte, as águias tiveram algumas dificuldades para chegar com perigo à baliza de Ricardo Andrade, tendo a melhor ocasião surgido segundos antes do intervalo, com Salvio a atirar ao poste, após assistência e uma excelente jogada individual de Nico Gaitán.
Na hora do descanso, o empate a zero justificava-se, embora se adivinhasse outra atitude do Benfica ao longo dos 45 minutos. E a verdade é que os comandados de Jorge Jesus entraram com outra atitude na etapa complementar, nomeadamente na velocidade dada ao seu jogo.
Com isso, conseguiram chegar cedo à vantagem. Logo aos 48 minutos, Salvio surgiu sozinho no lado direito do ataque e não teve dificuldade em colocar a bola no fundo da baliza, colocando o Benfica pela primeira vez na frente do marcador.
Terminava nesta altura a resistência do Moreirense, que já tinha perdido por lesão Diego Gaúcho, o patrão da defesa, ainda no decorrer do primeiro tempo. Desde o golo de Salvio, o Benfica passou a gerir o jogo com outra tranquilidade e foi sem surpresa que ampliou a diferença por intermédio de Lima, ao minuto 71.
No fundo, foi uma vitória tranquila do Benfica que coloca os encarnados isolados no primeiro lugar do campeonato com 39 pontos, podendo estes ser igualados pelo FC Porto, que na quarta-feira jogam a partida em atraso com o Vitória de Setúbal.
Por sua vez, o Moreirense fica numa situação complicada na tabela classificativa, pois o Gil Vicente, que era o penúltimo classificado à entrada para a última jornada da primeira volta, conseguiu vencer o Estoril. Assim, nesta altura são sete os pontos que separam os minhotos dos lugares da permanência.
classificação
......... P J V E D GM GS DG
1 Benfica 39 15 12 3 0 39 11 +28 Jogos
2 FC Porto 36 14 11 3 0 32 8 +24 Jogos
3 SC Braga 29 15 9 2 4 34 19 +15 Jogos
4 P. Ferreira 25 15 6 7 2 17 12 +5 Jogos
5 Rio Ave 21 15 6 3 6 18 20 -2 Jogos
6 V. Guimarães 20 15 5 5 5 17 22 -5 Jogos
7 Estoril Praia 18 15 5 3 7 21 22 -1 Jogos
8 Sporting 18 15 4 6 5 14 16 -2 Jogos
9 Marítimo 18 15 4 6 5 13 22 -9 Jogos
10 Académica 16 15 3 7 5 21 24 -3 Jogos
11 Gil Vicente 15 15 3 6 6 14 20 -6 Jogos
12 Nacional 15 15 4 3 8 20 28 -8 Jogos
13 V. Setúbal 14 14 3 5 6 19 28 -9 Jogos
14 Olhanense 14 15 3 5 7 16 23 -7 Jogos
15 Beira-Mar 14 15 3 5 7 19 26 -7 Jogos
16 Moreirense 8 15 1 5 9 14 27 -13 Jogos
OS CANDIDATOS AO TÍTULO, BENFICA
E PORTO VENCERAM
Sporting 1-0 Beira-Mar
FC Porto 2-0 P. Ferreira
Marítimo 1-0 Olhanense
Estoril Praia 1-2 Gil Vicente
SC Braga 4-1 V. Setúbal
Rio Ave 1-3 V. Guimarães
Académica 2-1 Nacional
Moreirense 0-2 Benfica
MOREIRENSE.BENFICA 0-2
Na visita à casa do último classificado do campeonato, o Benfica confirmou o seu favoritismo e somou os três pontos ao vencer por 2x0, voltando a isolar-se, embora à condição, na liderança da competição.
Naquela que foi a terceira deslocação da época a Moreira de Cónegos, depois de uma vitória para a Taça de Portugal e de um empate para a Taça da Liga, os homens de Jorge Jesus não desperdiçaram a oportunidade de colocar alguma pressão no FC Porto, que defronta o Vitória de Setúbal esta quarta-feira.
Assim, começou da melhor forma para o Benfica a primeira de duas viagens consecutivas ao Minho, pois no próximo sábado é dia de defrontar o SC Braga, uma das poucas equipas que fez os encarnados perderem pontos na primeira volta do campeonato.
Em relação ao embate desta noite, Jorge Jesus apostou no mesmo 11 que defrontou o FC Porto na Luz. Por sua vez, Jorge Casquilha, depois da goleada de 5xo sofrida em Setúbal, decidiu colocar dois reforços de inverno na equipa inicial: Florent e Jorge Chula.
Benfica venceu em casa do lanterna vermelho por 2x0 ©Catarina MoraisOs minhotos entraram melhor. Logo aos 17 segundos, Ghilas, o grande perigo do ataque do Moreirense, rematou ao poste da baliza defendida por Artur Moraes. Foi a melhor ocasião ao longo de todo o jogo por parte de uma equipa que tentou manter o Benfica longe da sua baliza enquanto pôde.
Ao longo da primeira parte, as águias tiveram algumas dificuldades para chegar com perigo à baliza de Ricardo Andrade, tendo a melhor ocasião surgido segundos antes do intervalo, com Salvio a atirar ao poste, após assistência e uma excelente jogada individual de Nico Gaitán.
Na hora do descanso, o empate a zero justificava-se, embora se adivinhasse outra atitude do Benfica ao longo dos 45 minutos. E a verdade é que os comandados de Jorge Jesus entraram com outra atitude na etapa complementar, nomeadamente na velocidade dada ao seu jogo.
Com isso, conseguiram chegar cedo à vantagem. Logo aos 48 minutos, Salvio surgiu sozinho no lado direito do ataque e não teve dificuldade em colocar a bola no fundo da baliza, colocando o Benfica pela primeira vez na frente do marcador.
Terminava nesta altura a resistência do Moreirense, que já tinha perdido por lesão Diego Gaúcho, o patrão da defesa, ainda no decorrer do primeiro tempo. Desde o golo de Salvio, o Benfica passou a gerir o jogo com outra tranquilidade e foi sem surpresa que ampliou a diferença por intermédio de Lima, ao minuto 71.
No fundo, foi uma vitória tranquila do Benfica que coloca os encarnados isolados no primeiro lugar do campeonato com 39 pontos, podendo estes ser igualados pelo FC Porto, que na quarta-feira jogam a partida em atraso com o Vitória de Setúbal.
Por sua vez, o Moreirense fica numa situação complicada na tabela classificativa, pois o Gil Vicente, que era o penúltimo classificado à entrada para a última jornada da primeira volta, conseguiu vencer o Estoril. Assim, nesta altura são sete os pontos que separam os minhotos dos lugares da permanência.
classificação
......... P J V E D GM GS DG
1 Benfica 39 15 12 3 0 39 11 +28 Jogos
2 FC Porto 36 14 11 3 0 32 8 +24 Jogos
3 SC Braga 29 15 9 2 4 34 19 +15 Jogos
4 P. Ferreira 25 15 6 7 2 17 12 +5 Jogos
5 Rio Ave 21 15 6 3 6 18 20 -2 Jogos
6 V. Guimarães 20 15 5 5 5 17 22 -5 Jogos
7 Estoril Praia 18 15 5 3 7 21 22 -1 Jogos
8 Sporting 18 15 4 6 5 14 16 -2 Jogos
9 Marítimo 18 15 4 6 5 13 22 -9 Jogos
10 Académica 16 15 3 7 5 21 24 -3 Jogos
11 Gil Vicente 15 15 3 6 6 14 20 -6 Jogos
12 Nacional 15 15 4 3 8 20 28 -8 Jogos
13 V. Setúbal 14 14 3 5 6 19 28 -9 Jogos
14 Olhanense 14 15 3 5 7 16 23 -7 Jogos
15 Beira-Mar 14 15 3 5 7 19 26 -7 Jogos
16 Moreirense 8 15 1 5 9 14 27 -13 Jogos
domingo, janeiro 20, 2013
CARIOCÃO
.
INICIOU-SE O CAMPEONATO ESTADUAL
DO RIO DE JANEIRO - CARIOCÃO.
Olaria 0-0 Audax Rio
Friburguense 2-1 Bangu
Flamengo 2-0 Quissamã
Resende 1-1 Madureira
Boavista-RJ 0-3 Vasco
Nova Iguaçu 0-2 Fluminense
Macaé 1-3 Volta Redonda
O Vasco venceu 3-0
BOAVISTA 0 x 3 VASCO
Gols
VASCO:
Carlos Alberto, aos 16min, e Éder Luís, aos 27min do primeiro tempo; Bernardo, aos 27min do segundo tempo
BOAVISTA: Vinícius, Everton Silva, Gustavo, Jorge Fellipe e Paulo Rodrigues; Júlio César, Túlio Souza (André Luis), Leandro Chaves (Thiaguinho) e Tony; Erick Flores e Somália (Gilcimar)
Treinador: Lucho Nizzo
VASCO: Alessandro, Abuda, Dedé, Douglas e Wendel; Fillipe Soutto, Pedro Ken, Jhon Cley e Bernardo (Marlone); Carlos Alberto (Dakson) e Éder Luís (Thiaguinho)
Treinador: Gaúcho
INICIOU-SE O CAMPEONATO ESTADUAL
DO RIO DE JANEIRO - CARIOCÃO.
Olaria 0-0 Audax Rio
Friburguense 2-1 Bangu
Flamengo 2-0 Quissamã
Resende 1-1 Madureira
Boavista-RJ 0-3 Vasco
Nova Iguaçu 0-2 Fluminense
Macaé 1-3 Volta Redonda
O Vasco venceu 3-0
BOAVISTA 0 x 3 VASCO
Gols
VASCO:
Carlos Alberto, aos 16min, e Éder Luís, aos 27min do primeiro tempo; Bernardo, aos 27min do segundo tempo
BOAVISTA: Vinícius, Everton Silva, Gustavo, Jorge Fellipe e Paulo Rodrigues; Júlio César, Túlio Souza (André Luis), Leandro Chaves (Thiaguinho) e Tony; Erick Flores e Somália (Gilcimar)
Treinador: Lucho Nizzo
VASCO: Alessandro, Abuda, Dedé, Douglas e Wendel; Fillipe Soutto, Pedro Ken, Jhon Cley e Bernardo (Marlone); Carlos Alberto (Dakson) e Éder Luís (Thiaguinho)
Treinador: Gaúcho
sexta-feira, janeiro 18, 2013
HISTÓRIA DE PORTUGAL - A GUERRA DAS LARANJAS
.
NA SEQUÊNCIA DO ULTIMATUM DE NAPOLEÃO
PARA QUE PORTUGAL FECHASSE OS SEUS
PORTOS AOS NAVIOS INLGLESES,A ESPANHA
INVADIU PORTULAL E...
A GUERRA DAS LARANJAS

A guerra das laranjas, designada em Espanha por «la guerra de los naranjos», foi o nome dado pelo povo a um episódio relacionado com a invasão de Portugal pelas tropas espanholas, no ano de 1801, quando o país não cumpriu o ultimato enviado por Bonaparte e pelo rei de Espanha ao príncipe regente, D. João (futuro D. João VI), para que este abandonasse a aliança com a Inglaterra e abrisse os portos aos navios franceses e espanhóis. Portugal não aceitou essas condições e Espanha mandou tropas suas invadir o Alentejo, dizendo-se que, nessa altura, Manuel Godoy (o homem forte da política espanhola, chamado o «príncipe da paz»), quando chegou a Elvas, colheu junto das muralhas da cidade um ramo de laranjeira carregado de laranjas, e o enviou, como troféu de guerra, à rainha de Espanha, sua amante.
Nessa guerra, caíram em poder dos espanhóis as praças de Olivença, Campo Maior, Arronches, Portalegre e Castelo de Vide. Os portugueses, por seu lado, invadiram a Galiza e fizeram também algumas conquistas, que vieram depois a entregar quando foi assinada a paz em Badajoz, a 6 de Junho do mesmo ano. Quanto à Espanha, entregou a Portugal todas as praças alentejanas, com excepção de Olivença, que ainda hoje se mantém em poder daquele país.
NA SEQUÊNCIA DO ULTIMATUM DE NAPOLEÃO
PARA QUE PORTUGAL FECHASSE OS SEUS
PORTOS AOS NAVIOS INLGLESES,A ESPANHA
INVADIU PORTULAL E...
A GUERRA DAS LARANJAS
A guerra das laranjas, designada em Espanha por «la guerra de los naranjos», foi o nome dado pelo povo a um episódio relacionado com a invasão de Portugal pelas tropas espanholas, no ano de 1801, quando o país não cumpriu o ultimato enviado por Bonaparte e pelo rei de Espanha ao príncipe regente, D. João (futuro D. João VI), para que este abandonasse a aliança com a Inglaterra e abrisse os portos aos navios franceses e espanhóis. Portugal não aceitou essas condições e Espanha mandou tropas suas invadir o Alentejo, dizendo-se que, nessa altura, Manuel Godoy (o homem forte da política espanhola, chamado o «príncipe da paz»), quando chegou a Elvas, colheu junto das muralhas da cidade um ramo de laranjeira carregado de laranjas, e o enviou, como troféu de guerra, à rainha de Espanha, sua amante.
Nessa guerra, caíram em poder dos espanhóis as praças de Olivença, Campo Maior, Arronches, Portalegre e Castelo de Vide. Os portugueses, por seu lado, invadiram a Galiza e fizeram também algumas conquistas, que vieram depois a entregar quando foi assinada a paz em Badajoz, a 6 de Junho do mesmo ano. Quanto à Espanha, entregou a Portugal todas as praças alentejanas, com excepção de Olivença, que ainda hoje se mantém em poder daquele país.
quarta-feira, janeiro 16, 2013
filmes brasileiros - JORGE ,UM BRASILEIRO
.
UM FILME DE 1988 ,DE PAULO TIAGO
SOBRE A REALIDADE DOS CAMIONHEIROS
E SUA REALIDADE
"jorge, um brasileiro"
Baseado no romance homônimo de Oswaldo França Jr., Jorge, Um Brasileiro mostra o universo dos caminhoneiros que atravessam estradas, florestas e rios para chegar aos destinos mais distantes. Jorge (Carlos Alberto Riccelli) é um deles.
Depois de brigar com a sua antiga companheira Sandra (Glória Pires), ele sai para mais uma viagem, lembrando-se dos fatos mais marcantes de sua vida, suas maiores aventuras e os melhores amigos de estrada.
Por sua mente passam as figuras mais exóticas que já encontrou pelo folclórico interior do Brasil. São delegados, bêbados, profetas, policiais, fazendeiros, homens puros e gente desonesta.
Mas os obstáculos devem ser vencidos para que Jorge cumpra a missão dada por seu carismático chefe Mário (Dean Stockwell). Em um mundo sem fronteiras e repleto de aventuras, Jorge verá o desenvolvimento de uma saga jamais imaginada por qualquer outro brasileiro.

Título Original: Jorge, um Brasileiro
Gênero: Drama
Direção: Paulo Thiago
Elenco: Carlos Alberto Riccelli, Glória Pires, Dean Stockwell, Denise Dumont, Antônio Grassi, Roberto Bonfim, Fábio Junqueira, Paulo Castelli
Tempo: 113 min.
Lançamento: 1988
UM FILME DE 1988 ,DE PAULO TIAGO
SOBRE A REALIDADE DOS CAMIONHEIROS
E SUA REALIDADE
"jorge, um brasileiro"
Baseado no romance homônimo de Oswaldo França Jr., Jorge, Um Brasileiro mostra o universo dos caminhoneiros que atravessam estradas, florestas e rios para chegar aos destinos mais distantes. Jorge (Carlos Alberto Riccelli) é um deles.
Depois de brigar com a sua antiga companheira Sandra (Glória Pires), ele sai para mais uma viagem, lembrando-se dos fatos mais marcantes de sua vida, suas maiores aventuras e os melhores amigos de estrada.
Por sua mente passam as figuras mais exóticas que já encontrou pelo folclórico interior do Brasil. São delegados, bêbados, profetas, policiais, fazendeiros, homens puros e gente desonesta.
Mas os obstáculos devem ser vencidos para que Jorge cumpra a missão dada por seu carismático chefe Mário (Dean Stockwell). Em um mundo sem fronteiras e repleto de aventuras, Jorge verá o desenvolvimento de uma saga jamais imaginada por qualquer outro brasileiro.

Título Original: Jorge, um Brasileiro
Gênero: Drama
Direção: Paulo Thiago
Elenco: Carlos Alberto Riccelli, Glória Pires, Dean Stockwell, Denise Dumont, Antônio Grassi, Roberto Bonfim, Fábio Junqueira, Paulo Castelli
Tempo: 113 min.
Lançamento: 1988
CARIOCÃO e PAULISTÃO, aqui no BLOG LUSO CARIOCA
.
INICIAM-SE NO PRÓXIMO FINAL DE SEMANA
OS ESTADUAIS NO GRASIL. AQUI NO TEU
BLOG LUSO CARIOCA ,VAMOS REVELANDO
OS RESULTADOS E AS CIRCUNSTÂNCIAS
DO CARIOCÃO E DO PAULISTÃO, COMO TEM
ACONTECIDO EM ANOS ANTERIORES.
No próximo fim de semana os jogos do CARIOCÃO são:
Olaria 19/01 19:00 Audax Rio
Friburguense 19/01 19:00 Bangu
Flamengo 19/01 19:00 Quissamã
Resende 19/01 19:00 Madureira
Boavista-RJ 19/01 21:30 Vasco
Nova Iguaçu 20/01 19:00 Fluminense
Macaé 20/01 19:00 Volta Redonda
Botafogo 20/01 21:30 Duque de Caxias
Em 2012 o campeão CARIOCA foi o FLUMINENSE

LISTA DE CAMPEÕES CARIOCAS DESDE 1906
Ano. Campeão ..Vice... 3° lugar 4°. lugar
2012 Fluminense Botafogo Flamengo Vasco
2011 Flamengo * Fluminense Botafogo Boavista
2010 Botafogo Flamengo Fluminense Vasco
2009 Flamengo Botafogo Vasco Fluminense
2008 Flamengo Botafogo Fluminense Vasco
2007 Flamengo Botafogo Madureira Vasco
2006 Botafogo Madureira América Cabofriense (Cabo Frio)
2005 Fluminense Volta Redonda Botafogo Americano
2004 Flamengo Vasco Fluminense Americano
2003
Vasco Fluminense Flamengo Americano
2002 Fluminense Americano Bangu Friburguense
2001 Flamengo Vasco Americano Fluminense
2000 Flamengo Vasco Botafogo Fluminense
1999 Flamengo Vasco Fluminense Friburguense
1998 Vasco Flamengo Fluminense Bangu
1997 Botafogo Vasco Flamengo Fluminense
1996 Flamengo * Vasco Botafogo Fluminense
1995 Fluminense Flamengo Botafogo Vasco
1994 Vasco Flamengo Fluminense Botafogo
1993 Vasco Fluminense Flamengo Bangu
1992 Vasco * Flamengo Fluminense Botafogo
1991 Flamengo Fluminense Botafogo Vasco
1990 Botafogo Vasco Fluminense Flamengo
1989 Botafogo * Flamengo Vasco Fluminense
1988 Vasco Flamengo Fluminense Americano
1987 Vasco Flamengo Bangu Fluminense
1986 Flamengo Vasco Fluminense Botafogo
1985 Fluminense Bangu Flamengo Vasco
1984 Fluminense Flamengo Vasco Bangu
1983 Fluminense Flamengo Bangu América
1982 Vasco Flamengo América Botafogo
1981 Flamengo Vasco Botafogo Bangu
1980 Fluminense Vasco Flamengo Bangu
1979 Flamengo Vasco Botafogo Fluminense
1979(7) Flamengo * Fluminense Vasco Botafogo
1978 Flamengo Vasco Fluminense Botafogo
1977 Vasco Flamengo Fluminense Botafogo
1976 Fluminense Vasco América Botafogo
1975 Fluminense Botafogo Vasco Flamengo
1974 Flamengo Vasco América Botafogo
1973 Fluminense Flamengo Vasco Botafogo
1972 Flamengo Fluminense Vasco Botafogo
1971 Fluminense Botafogo Olaria Flamengo
1970 Vasco Fluminense Botafogo América
1969 Fluminense Flamengo Botafogo Vasco
1968 Botafogo Vasco Flamengo América
1967 Botafogo Bangu Fluminense América e Flamengo
1966 Bangu Flamengo Fluminense Botafogo
1965 Flamengo Bangu Fluminense e Botafogo --
1964 Fluminense Bangu Flamengo e Botafogo --
1963 Flamengo Fluminense Bangu Botafogo
1962 Botafogo Flamengo Fluminense Vasco
1961 Botafogo Flamengo e Vasco -- Bangu e Fluminense
1960 América Fluminense Botafogo Flamengo
1959 Fluminense Botafogo Bangu Vasco
1958 Vasco Flamengo Botafogo Fluminense
1957 Botafogo Fluminense Flamengo Vasco
1956 Vasco Fluminense Flamengo e Botafogo --
1955 Flamengo América Vasco Fluminense
1954 Flamengo América Bangu Vasco
1953 Flamengo Fluminense Botafogo Vasco
1952 Vasco Flamengo e Fluminense -- Bangu
1951 Fluminense Bangu Botafogo Flamengo
1950 Vasco América Bangu Botafogo
1949 Vasco * Fluminense Flamengo Botafogo
1948 Botafogo Vasco Fluminense e Flamengo --
1947 Vasco * Botafogo América Fluminense
1946 Fluminense Botafogo Flamengo América
1945 Vasco * Botafogo Flamengo e Amrérica --
1944 Flamengo Vasco e Botafogo -- Fluminense
1943 Flamengo Fluminense São Cristóvão Vasco
1942 Flamengo Botafogo Fluminense São Cristóvão e Madureira
1941 Fluminense Flamengo Botafogo Vasco
1940 Fluminense Flamengo Vasco Botafogo
1939 Flamengo Botafogo São Cristóvão Fluminense
1938 Fluminense Flamengo Botafogo e Vasco --
1937 Fluminense Flamengo Vasco Botafogo, América e São Cristóvão
1936(6) Vasco Madureira São Cristóvão Botafogo
1936(5) Fluminense Flamengo América Bonsucesso e Portuguesa
1935(6) Botafogo Vasco São Cristóvão Andarahy
1935(5) América Fluminense Flamengo Bonsucesso
1934(5) Vasco São Cristóvão América e Bangu --
1934(4) Botafogo Andarahy Olaria e Mavilis --
1933(5) Bangu Fluminense Vasco e Bonsucesso --
1933(4) Botafogo Olaria Andarahy Engenho de Dentro e Confiança
1932 Botafogo Flamengo Andarahy Bangu e São Cristóvão
1931 América Vasco Bangu Botafogo
1930 Botafogo Vasco América Bangu e São Cristóvão
1929 Vasco América São Cristóvão Bangu e Fluminense
1928 América Vasco Flamengo e Botafogo --
1927 Flamengo Fluminense América Vasco e Botafogo
1926 São Cristóvão Vasco Fluminense Bangu
1925 Flamengo Fluminense Vasco Botafogo
1924(3) Vasco * Bonsucesso Engenho de Dentro Andarahy
1924(4) Fluminense Flamengo São Cristóvão Botafogo
1923 Vasco Flamengo São Cristóvão Fluminense
1922 América Flamengo Fluminense Botafogo
1921 Flamengo América Andarahy e Bangu --
1920 Flamengo * Fluminense América Botafogo
1919 Fluminense Flamengo Botafogo São Cristóvão
1918 Fluminense Botafogo São Cristóvão Flamengo
1917 Fluminense América Flamengo São Cristóvão
1916 América Botafogo Bangu Flamengo e Fluminense
1915 Flamengo * Fluminense América Botafogo
1914 Flamengo América e Botafogo -- Fluminense
1913 América Flamengo e Botafogo -- Paysandu
1912(1) Paysandu Flamengo América Rio Cricket
1912(2) Botafogo SC Americano Paulistano Germânia FC
1911 Fluminense * América Rio Cricket Paysandu
1910 Botafogo Fluminense América Riachuelo FC
1909 Fluminense * Botafogo América Riachuelo FC
1908 Fluminense * Botafogo e América -- Rio Cricket
1907 Botafogo e Fluminense -- Paysandu e
AA Internacional --
1906 Fluminense Paysandu Rio Cricket Botafogo
E os do PAULISTÃO:
São Paulo 19/01 19:00 Mirassol
União Barbarense 19/01 19:00 XV de Piracicaba
Linense 19/01 21:30 Guarani
Atlético Sorocaba 19/01 21:30 São Caetano
Penapolense 19/01 21:30 Ituano
São Bernardo 19/01 21:30 Santos
Paulista 20/01 19:00 Corinthians
Palmeiras 20/01 19:00 Bragantino
Ponte Preta 20/01 21:30 Mogi Mirim
Botafogo-SP 20/01 21:30 Oeste
Em 2012 o campeão PAULISTA foi o SANTOS, aliás TRICAMPEÂO, pois venceu os 3 ultimos Paulistões

Lista dos campeões Paulistas:
1902 - São Paulo Athletic
1903 - São Paulo Athletic*
1904 - São Paulo Athletic
1905 - Paulistano*
1906 - Germânia
1907 - S.C. Internacional
1908 - Paulistano
1909 - A.A. das Palmeiras
1910 - A.A. das Palmeiras*
1911 - São Paulo Athletic
1912 - S.C. Americano*
1913 - S.C. Americano* / Paulistano
1914 - A.A. São Bento* / Corinthians
1915 - A.A. das Palmeiras* / Germânia
1916 - Paulistano / Corinthians*
1917 - Paulistano
1918 - Paulistano
1919 - Paulistano
1920 - Palestra Itália
1921 - Paulistano
1922 - Corinthians
1923 - Corinthians
1924 - Corinthians
1925 - A.A. São Bento
1926 - Palestra Itália* /Paulistano
1927 - Palestra Itália / Paulistano*
1928 - Corinthians / S.C. Internacional
1929 - Corinthians* / Paulistano
1930 - Corinthians
1931 - São Paulo da Floresta
1932 - Palestra Itália*
1933 - Palestra Itália
1934 - Palestra Itália
1935 - Santos / Portuguesa
1936 - Portuguesa / Palestra Itália*
1937 - Corinthians
1938 - Corinthians*
1939 - Corinthians
1940 - Palestra Itália
1941 - Corinthians
1942 - Palmeiras
1943 - São Paulo
1944 - Palmeiras
1945 - São Paulo
1946 - São Paulo*
1947 - Palmeiras
1948 - São Paulo
1949 - São Paulo
1950 - Palmeiras
1951 - Corinthians
1952 - Corinthians
1953 - São Paulo
1954 - Corinthians
1955 - Santos
1956 - Santos
1957 - São Paulo
1958 - Santos
1959 - Palmeiras
1960 - Santos
1961 - Santos
1962 - Santos
1963 - Palmeiras
1964 - Santos
1965 - Santos
1966 - Palmeiras
1967 - Santos
1968 - Santos
1969 - Santos
1970 - São Paulo
1971 - São Paulo
1972 - Palmeiras*
1973 - Santos / Portuguesa**
1974 - Palmeiras
1975 - São Paulo
1976 - Palmeiras
1977 - Corinthians
1978 - Santos
1979 - Corinthians
1980 - São Paulo
1981 - São Paulo
1982 - Corinthians
1983 - Corinthians
1984 - Santos
1985 - São Paulo
1986 - Inter de Limeira
1987 - São Paulo
1988 - Corinthians
1989 - São Paulo
1990 - Bragantino
1991 - São Paulo
1992 - São Paulo
1993 - Palmeiras
1994 - Palmeiras
1995 - Corinthians
1996 - Palmeiras
1997 - Corinthians
1998 - São Paulo
1999 - Corinthians
2000 - São Paulo
2001 - Corinthians
2002 - Ituano
2003 - Corinthians
2004 - São Caetano
2005 - São Paulo
2006 - Santos
2007 - Santos
2008 - Palmeiras
2009 - Corinthians*
2010 - Santos
2011 - Santos
* Campeões invictos
/ Em alguns anos houve mais de um torneio e os dois times foram considerados campeões
** Em 1973 o árbitro Armando Marques errou as contas na cobrança de pênaltis decisiva e encerrou a partida dando o título ao Santos. No dia seguinte, a Federação Paulista reconheceu o erro e declarou a Portuguesa como co-campeã.
INICIAM-SE NO PRÓXIMO FINAL DE SEMANA
OS ESTADUAIS NO GRASIL. AQUI NO TEU
BLOG LUSO CARIOCA ,VAMOS REVELANDO
OS RESULTADOS E AS CIRCUNSTÂNCIAS
DO CARIOCÃO E DO PAULISTÃO, COMO TEM
ACONTECIDO EM ANOS ANTERIORES.
No próximo fim de semana os jogos do CARIOCÃO são:
Olaria 19/01 19:00 Audax Rio
Friburguense 19/01 19:00 Bangu
Flamengo 19/01 19:00 Quissamã
Resende 19/01 19:00 Madureira
Boavista-RJ 19/01 21:30 Vasco
Nova Iguaçu 20/01 19:00 Fluminense
Macaé 20/01 19:00 Volta Redonda
Botafogo 20/01 21:30 Duque de Caxias
Em 2012 o campeão CARIOCA foi o FLUMINENSE
LISTA DE CAMPEÕES CARIOCAS DESDE 1906
Ano. Campeão ..Vice... 3° lugar 4°. lugar
2012 Fluminense Botafogo Flamengo Vasco
2011 Flamengo * Fluminense Botafogo Boavista
2010 Botafogo Flamengo Fluminense Vasco
2009 Flamengo Botafogo Vasco Fluminense
2008 Flamengo Botafogo Fluminense Vasco
2007 Flamengo Botafogo Madureira Vasco
2006 Botafogo Madureira América Cabofriense (Cabo Frio)
2005 Fluminense Volta Redonda Botafogo Americano
2004 Flamengo Vasco Fluminense Americano
2003
Vasco Fluminense Flamengo Americano
2002 Fluminense Americano Bangu Friburguense
2001 Flamengo Vasco Americano Fluminense
2000 Flamengo Vasco Botafogo Fluminense
1999 Flamengo Vasco Fluminense Friburguense
1998 Vasco Flamengo Fluminense Bangu
1997 Botafogo Vasco Flamengo Fluminense
1996 Flamengo * Vasco Botafogo Fluminense
1995 Fluminense Flamengo Botafogo Vasco
1994 Vasco Flamengo Fluminense Botafogo
1993 Vasco Fluminense Flamengo Bangu
1992 Vasco * Flamengo Fluminense Botafogo
1991 Flamengo Fluminense Botafogo Vasco
1990 Botafogo Vasco Fluminense Flamengo
1989 Botafogo * Flamengo Vasco Fluminense
1988 Vasco Flamengo Fluminense Americano
1987 Vasco Flamengo Bangu Fluminense
1986 Flamengo Vasco Fluminense Botafogo
1985 Fluminense Bangu Flamengo Vasco
1984 Fluminense Flamengo Vasco Bangu
1983 Fluminense Flamengo Bangu América
1982 Vasco Flamengo América Botafogo
1981 Flamengo Vasco Botafogo Bangu
1980 Fluminense Vasco Flamengo Bangu
1979 Flamengo Vasco Botafogo Fluminense
1979(7) Flamengo * Fluminense Vasco Botafogo
1978 Flamengo Vasco Fluminense Botafogo
1977 Vasco Flamengo Fluminense Botafogo
1976 Fluminense Vasco América Botafogo
1975 Fluminense Botafogo Vasco Flamengo
1974 Flamengo Vasco América Botafogo
1973 Fluminense Flamengo Vasco Botafogo
1972 Flamengo Fluminense Vasco Botafogo
1971 Fluminense Botafogo Olaria Flamengo
1970 Vasco Fluminense Botafogo América
1969 Fluminense Flamengo Botafogo Vasco
1968 Botafogo Vasco Flamengo América
1967 Botafogo Bangu Fluminense América e Flamengo
1966 Bangu Flamengo Fluminense Botafogo
1965 Flamengo Bangu Fluminense e Botafogo --
1964 Fluminense Bangu Flamengo e Botafogo --
1963 Flamengo Fluminense Bangu Botafogo
1962 Botafogo Flamengo Fluminense Vasco
1961 Botafogo Flamengo e Vasco -- Bangu e Fluminense
1960 América Fluminense Botafogo Flamengo
1959 Fluminense Botafogo Bangu Vasco
1958 Vasco Flamengo Botafogo Fluminense
1957 Botafogo Fluminense Flamengo Vasco
1956 Vasco Fluminense Flamengo e Botafogo --
1955 Flamengo América Vasco Fluminense
1954 Flamengo América Bangu Vasco
1953 Flamengo Fluminense Botafogo Vasco
1952 Vasco Flamengo e Fluminense -- Bangu
1951 Fluminense Bangu Botafogo Flamengo
1950 Vasco América Bangu Botafogo
1949 Vasco * Fluminense Flamengo Botafogo
1948 Botafogo Vasco Fluminense e Flamengo --
1947 Vasco * Botafogo América Fluminense
1946 Fluminense Botafogo Flamengo América
1945 Vasco * Botafogo Flamengo e Amrérica --
1944 Flamengo Vasco e Botafogo -- Fluminense
1943 Flamengo Fluminense São Cristóvão Vasco
1942 Flamengo Botafogo Fluminense São Cristóvão e Madureira
1941 Fluminense Flamengo Botafogo Vasco
1940 Fluminense Flamengo Vasco Botafogo
1939 Flamengo Botafogo São Cristóvão Fluminense
1938 Fluminense Flamengo Botafogo e Vasco --
1937 Fluminense Flamengo Vasco Botafogo, América e São Cristóvão
1936(6) Vasco Madureira São Cristóvão Botafogo
1936(5) Fluminense Flamengo América Bonsucesso e Portuguesa
1935(6) Botafogo Vasco São Cristóvão Andarahy
1935(5) América Fluminense Flamengo Bonsucesso
1934(5) Vasco São Cristóvão América e Bangu --
1934(4) Botafogo Andarahy Olaria e Mavilis --
1933(5) Bangu Fluminense Vasco e Bonsucesso --
1933(4) Botafogo Olaria Andarahy Engenho de Dentro e Confiança
1932 Botafogo Flamengo Andarahy Bangu e São Cristóvão
1931 América Vasco Bangu Botafogo
1930 Botafogo Vasco América Bangu e São Cristóvão
1929 Vasco América São Cristóvão Bangu e Fluminense
1928 América Vasco Flamengo e Botafogo --
1927 Flamengo Fluminense América Vasco e Botafogo
1926 São Cristóvão Vasco Fluminense Bangu
1925 Flamengo Fluminense Vasco Botafogo
1924(3) Vasco * Bonsucesso Engenho de Dentro Andarahy
1924(4) Fluminense Flamengo São Cristóvão Botafogo
1923 Vasco Flamengo São Cristóvão Fluminense
1922 América Flamengo Fluminense Botafogo
1921 Flamengo América Andarahy e Bangu --
1920 Flamengo * Fluminense América Botafogo
1919 Fluminense Flamengo Botafogo São Cristóvão
1918 Fluminense Botafogo São Cristóvão Flamengo
1917 Fluminense América Flamengo São Cristóvão
1916 América Botafogo Bangu Flamengo e Fluminense
1915 Flamengo * Fluminense América Botafogo
1914 Flamengo América e Botafogo -- Fluminense
1913 América Flamengo e Botafogo -- Paysandu
1912(1) Paysandu Flamengo América Rio Cricket
1912(2) Botafogo SC Americano Paulistano Germânia FC
1911 Fluminense * América Rio Cricket Paysandu
1910 Botafogo Fluminense América Riachuelo FC
1909 Fluminense * Botafogo América Riachuelo FC
1908 Fluminense * Botafogo e América -- Rio Cricket
1907 Botafogo e Fluminense -- Paysandu e
AA Internacional --
1906 Fluminense Paysandu Rio Cricket Botafogo
E os do PAULISTÃO:
São Paulo 19/01 19:00 Mirassol
União Barbarense 19/01 19:00 XV de Piracicaba
Linense 19/01 21:30 Guarani
Atlético Sorocaba 19/01 21:30 São Caetano
Penapolense 19/01 21:30 Ituano
São Bernardo 19/01 21:30 Santos
Paulista 20/01 19:00 Corinthians
Palmeiras 20/01 19:00 Bragantino
Ponte Preta 20/01 21:30 Mogi Mirim
Botafogo-SP 20/01 21:30 Oeste
Em 2012 o campeão PAULISTA foi o SANTOS, aliás TRICAMPEÂO, pois venceu os 3 ultimos Paulistões

Lista dos campeões Paulistas:
1902 - São Paulo Athletic
1903 - São Paulo Athletic*
1904 - São Paulo Athletic
1905 - Paulistano*
1906 - Germânia
1907 - S.C. Internacional
1908 - Paulistano
1909 - A.A. das Palmeiras
1910 - A.A. das Palmeiras*
1911 - São Paulo Athletic
1912 - S.C. Americano*
1913 - S.C. Americano* / Paulistano
1914 - A.A. São Bento* / Corinthians
1915 - A.A. das Palmeiras* / Germânia
1916 - Paulistano / Corinthians*
1917 - Paulistano
1918 - Paulistano
1919 - Paulistano
1920 - Palestra Itália
1921 - Paulistano
1922 - Corinthians
1923 - Corinthians
1924 - Corinthians
1925 - A.A. São Bento
1926 - Palestra Itália* /Paulistano
1927 - Palestra Itália / Paulistano*
1928 - Corinthians / S.C. Internacional
1929 - Corinthians* / Paulistano
1930 - Corinthians
1931 - São Paulo da Floresta
1932 - Palestra Itália*
1933 - Palestra Itália
1934 - Palestra Itália
1935 - Santos / Portuguesa
1936 - Portuguesa / Palestra Itália*
1937 - Corinthians
1938 - Corinthians*
1939 - Corinthians
1940 - Palestra Itália
1941 - Corinthians
1942 - Palmeiras
1943 - São Paulo
1944 - Palmeiras
1945 - São Paulo
1946 - São Paulo*
1947 - Palmeiras
1948 - São Paulo
1949 - São Paulo
1950 - Palmeiras
1951 - Corinthians
1952 - Corinthians
1953 - São Paulo
1954 - Corinthians
1955 - Santos
1956 - Santos
1957 - São Paulo
1958 - Santos
1959 - Palmeiras
1960 - Santos
1961 - Santos
1962 - Santos
1963 - Palmeiras
1964 - Santos
1965 - Santos
1966 - Palmeiras
1967 - Santos
1968 - Santos
1969 - Santos
1970 - São Paulo
1971 - São Paulo
1972 - Palmeiras*
1973 - Santos / Portuguesa**
1974 - Palmeiras
1975 - São Paulo
1976 - Palmeiras
1977 - Corinthians
1978 - Santos
1979 - Corinthians
1980 - São Paulo
1981 - São Paulo
1982 - Corinthians
1983 - Corinthians
1984 - Santos
1985 - São Paulo
1986 - Inter de Limeira
1987 - São Paulo
1988 - Corinthians
1989 - São Paulo
1990 - Bragantino
1991 - São Paulo
1992 - São Paulo
1993 - Palmeiras
1994 - Palmeiras
1995 - Corinthians
1996 - Palmeiras
1997 - Corinthians
1998 - São Paulo
1999 - Corinthians
2000 - São Paulo
2001 - Corinthians
2002 - Ituano
2003 - Corinthians
2004 - São Caetano
2005 - São Paulo
2006 - Santos
2007 - Santos
2008 - Palmeiras
2009 - Corinthians*
2010 - Santos
2011 - Santos
* Campeões invictos
/ Em alguns anos houve mais de um torneio e os dois times foram considerados campeões
** Em 1973 o árbitro Armando Marques errou as contas na cobrança de pênaltis decisiva e encerrou a partida dando o título ao Santos. No dia seguinte, a Federação Paulista reconheceu o erro e declarou a Portuguesa como co-campeã.
terça-feira, janeiro 15, 2013
LIGA PORTUGUESA
.
ESTÁ A CHEGAR AO FIM A
PRIMEIRA VOLTA DA I LIGA
PORTUGUESA.
No ultimo final de semana tívemos uma rodada com o clássico BENFICA-PORTO, que terminou com o empate 2-2
V. Guimarães 1-1 Marítimo
Nacional 3-2 SC Braga
V. Setúbal 5-0 Moreirense
P. Ferreira 1-0 Académica
Gil Vicente 0-1 Rio Ave
Olhanense 0-2 Sporting
Benfica 2-2 FC Porto
Beira-Mar 0-1 Estoril Praia
BENFICA, 2 PORTO,2
O empate serve mais o Porto, porque não perdeu no campo do adversário.
Os primeiros 30m minutos foram fantásticos com as 2 equipas ao ataque, e marcar os 4 golso da partida, com grande espectáculo
Depois, embrulharam~se numn taticismo cerrado, com muitas faltas, muitas entradas duras e o espectáculo decaíu.
O resultado está certo, nimnguém merecia ganhar.
Destaque para o brasileiro Helton , com uma defesa do outro mundo a evitar um golo certo a remate isolado do artilheiro Casrdozo.
classificação
............p..j..v..e.d.gm.gs
1 Benfica 36 14 11 3 0 37 11
2 FC Porto 33 13 10 3 0 30 8
3 SC Braga 26 14 8 2 4 30 18
4 P. Ferreira 25 14 6 7 1 17 10
5 Rio Ave 21 14 6 3 5 17 17
6 Estoril Praia 18 14 5 3 6 20 20
7 V. Guimarães 17 14 4 5 5 14 21
8 Marítimo 15 14 3 6 5 12 22
9 Sporting 15 14 3 6 5 13 16
10 Nacional 15 14 4 3 7 19 26
11 V. Setúbal 14 13 3 5 5 18 24
12 Olhanense 14 14 3 5 6 16 22
13 Beira-Mar 14 14 3 5 6 19 25
14 Académica 13 14 2 7 5 19 23
15 Gil Vicente 12 14 2 6 6 12 19
16 Moreirense 8 14 1 5 8 14 25
ESTÁ A CHEGAR AO FIM A
PRIMEIRA VOLTA DA I LIGA
PORTUGUESA.
No ultimo final de semana tívemos uma rodada com o clássico BENFICA-PORTO, que terminou com o empate 2-2
V. Guimarães 1-1 Marítimo
Nacional 3-2 SC Braga
V. Setúbal 5-0 Moreirense
P. Ferreira 1-0 Académica
Gil Vicente 0-1 Rio Ave
Olhanense 0-2 Sporting
Benfica 2-2 FC Porto
Beira-Mar 0-1 Estoril Praia
BENFICA, 2 PORTO,2
O empate serve mais o Porto, porque não perdeu no campo do adversário.
Os primeiros 30m minutos foram fantásticos com as 2 equipas ao ataque, e marcar os 4 golso da partida, com grande espectáculo
Depois, embrulharam~se numn taticismo cerrado, com muitas faltas, muitas entradas duras e o espectáculo decaíu.
O resultado está certo, nimnguém merecia ganhar.
Destaque para o brasileiro Helton , com uma defesa do outro mundo a evitar um golo certo a remate isolado do artilheiro Casrdozo.
classificação
............p..j..v..e.d.gm.gs
1 Benfica 36 14 11 3 0 37 11
2 FC Porto 33 13 10 3 0 30 8
3 SC Braga 26 14 8 2 4 30 18
4 P. Ferreira 25 14 6 7 1 17 10
5 Rio Ave 21 14 6 3 5 17 17
6 Estoril Praia 18 14 5 3 6 20 20
7 V. Guimarães 17 14 4 5 5 14 21
8 Marítimo 15 14 3 6 5 12 22
9 Sporting 15 14 3 6 5 13 16
10 Nacional 15 14 4 3 7 19 26
11 V. Setúbal 14 13 3 5 5 18 24
12 Olhanense 14 14 3 5 6 16 22
13 Beira-Mar 14 14 3 5 6 19 25
14 Académica 13 14 2 7 5 19 23
15 Gil Vicente 12 14 2 6 6 12 19
16 Moreirense 8 14 1 5 8 14 25
segunda-feira, janeiro 14, 2013
HISTÓRIA DE PORTUGAL - A BATALHA DAS LINHAS DE ELVAS
.
EM 14 DE JANEIRO DE 1659, FAZ
HOJE 354 ANOS ,INTEGRADO NA
CHAMADA GUERRA DA RESTAURAÇÃO
DEU-SE A IMPORTANTE BATALHA
DAS LINHAS DE ELVAS
Batalha das Linhas de Elvas

A Batalha das Linhas de Elvas, foi travada em 14 de Janeiro de 1659, em Elvas, entre portugueses e espanhóis.
História
Em 1658, o exército espanhol, comandado por D. Luís de Haro, acampava na fronteira do Caia, com 14 000 homens de infantaria, 5 000 de cavalaria,19 canhões (Na verdade apenas 18 lutaram, pois um perdeu uma roda no meio do caminho) 3 morteiros(155 mm.) artilharia. Alguns dias decorreram em preparativos quer no lado espanhol para o cerco de Elvas, quer por parte dos portugueses para defenderem a cidade. D. Luís de Haro distribuiu as suas tropas ao longo de entrincheiramentos cercando a praça, dando ordem para que fosse exercida apertada vigilância a fim de impedir que Elvas recebesse mantimentos ou qualquer outra espécie de auxílio vindo do exterior, de tal modo que só a chegada de um verdadeiro Exército poderia evitar mais cedo ou mais tarde, a capitulação da praça. A rainha D. Luísa resolveu chamar D. António Luís de Meneses, conde de Cantanhede, para lhe entregar o comando geral das tropas portuguesas no Alentejo, e transferir para o mesmo teatro de operações D. Sancho Manuel, que foi assumir as funções de Mestre-de-campo-general. As tropas espanholas instaladas nas duas colinas mais próximas começaram a bombardear a praça de Elvas, causando pânico e grandes baixas na população. Mas o maior perigo era a peste que causava cerca de 300 mortes por dia.
Mediante tal situação, o conde de Cantanhede, D. António Luís de Meneses reuniu em Estremoz um exército a fim de socorrer aquela praça do cerco espanhol. Apesar de grandes dificuldades, que o obrigaram a organizar recrutamentos em Viseu e na ilha da Madeira, e reunir as guarnições de Borba, Juromenha, Campo Maior, Vila Viçosa, Monforte e Arronches, o conde de Cantanhede conseguiu formar um exército de oito mil infantes, dois mil e novecentos cavaleiros guarnecidos por sete canhões. Tendo ficado acordado, entre o conde de Cantanhede e D. Sancho Manuel, que o ataque às linhas de Elvas se faria pelo sítio conhecido por Murtais, o exército português saiu de Estremoz e marchou sobre a praça cercada.
Os brigantinos ocuparam as colinas da Assomada, de onde se avistava a cidade de Elvas e as linhas inimigas, estas num majestoso arraial. No dia 14 de Janeiro, cerca das oito e quinze da manhã, os portugueses desencadearam o ataque como estava previsto pelo sítio dos Murtais. Manteve-se indecisa a vitória durante algum tempo, pois ao ataque respondiam os espanhóis com vigorosa defesa, mas a certa altura as tropas do conde de Cantanhede conseguiram romper irremediavelmente as linhas de trincheiras dos espanhóis, que começaram por ceder terreno e não tardaram a debandar.
As perdas sofridas pelas tropas filipinas nas linhas de Elvas foram enormes. Dos dezanove mil homens comandados por D. Luís de Haro, apenas cerca de cinco mil infantes e trezentos cavaleiros (sem contar com as mortes por infecção ou doença) conseguiram alcançar Badajoz.
Nesta batalha distinguiu-se o conde de Cantanhede, que recebeu, entre outras mercês, o título de marquês de Marialva, por carta de lei de 11 de junho de 1661.
EM 14 DE JANEIRO DE 1659, FAZ
HOJE 354 ANOS ,INTEGRADO NA
CHAMADA GUERRA DA RESTAURAÇÃO
DEU-SE A IMPORTANTE BATALHA
DAS LINHAS DE ELVAS
Batalha das Linhas de Elvas

A Batalha das Linhas de Elvas, foi travada em 14 de Janeiro de 1659, em Elvas, entre portugueses e espanhóis.
História
Em 1658, o exército espanhol, comandado por D. Luís de Haro, acampava na fronteira do Caia, com 14 000 homens de infantaria, 5 000 de cavalaria,19 canhões (Na verdade apenas 18 lutaram, pois um perdeu uma roda no meio do caminho) 3 morteiros(155 mm.) artilharia. Alguns dias decorreram em preparativos quer no lado espanhol para o cerco de Elvas, quer por parte dos portugueses para defenderem a cidade. D. Luís de Haro distribuiu as suas tropas ao longo de entrincheiramentos cercando a praça, dando ordem para que fosse exercida apertada vigilância a fim de impedir que Elvas recebesse mantimentos ou qualquer outra espécie de auxílio vindo do exterior, de tal modo que só a chegada de um verdadeiro Exército poderia evitar mais cedo ou mais tarde, a capitulação da praça. A rainha D. Luísa resolveu chamar D. António Luís de Meneses, conde de Cantanhede, para lhe entregar o comando geral das tropas portuguesas no Alentejo, e transferir para o mesmo teatro de operações D. Sancho Manuel, que foi assumir as funções de Mestre-de-campo-general. As tropas espanholas instaladas nas duas colinas mais próximas começaram a bombardear a praça de Elvas, causando pânico e grandes baixas na população. Mas o maior perigo era a peste que causava cerca de 300 mortes por dia.
Mediante tal situação, o conde de Cantanhede, D. António Luís de Meneses reuniu em Estremoz um exército a fim de socorrer aquela praça do cerco espanhol. Apesar de grandes dificuldades, que o obrigaram a organizar recrutamentos em Viseu e na ilha da Madeira, e reunir as guarnições de Borba, Juromenha, Campo Maior, Vila Viçosa, Monforte e Arronches, o conde de Cantanhede conseguiu formar um exército de oito mil infantes, dois mil e novecentos cavaleiros guarnecidos por sete canhões. Tendo ficado acordado, entre o conde de Cantanhede e D. Sancho Manuel, que o ataque às linhas de Elvas se faria pelo sítio conhecido por Murtais, o exército português saiu de Estremoz e marchou sobre a praça cercada.
Os brigantinos ocuparam as colinas da Assomada, de onde se avistava a cidade de Elvas e as linhas inimigas, estas num majestoso arraial. No dia 14 de Janeiro, cerca das oito e quinze da manhã, os portugueses desencadearam o ataque como estava previsto pelo sítio dos Murtais. Manteve-se indecisa a vitória durante algum tempo, pois ao ataque respondiam os espanhóis com vigorosa defesa, mas a certa altura as tropas do conde de Cantanhede conseguiram romper irremediavelmente as linhas de trincheiras dos espanhóis, que começaram por ceder terreno e não tardaram a debandar.
As perdas sofridas pelas tropas filipinas nas linhas de Elvas foram enormes. Dos dezanove mil homens comandados por D. Luís de Haro, apenas cerca de cinco mil infantes e trezentos cavaleiros (sem contar com as mortes por infecção ou doença) conseguiram alcançar Badajoz.
Nesta batalha distinguiu-se o conde de Cantanhede, que recebeu, entre outras mercês, o título de marquês de Marialva, por carta de lei de 11 de junho de 1661.
quinta-feira, janeiro 10, 2013
LITERATURA PORTUGUESA - OS VENCIDOS DA VIDA
.
POR VOLTA DO DOBRAR DO SECJULO IX
PARA XX, O MOVIMENTO DE ESCRITORES
PORTUGUESES DENOMINADO "VENCIDOS
DA VIDA" MARCOU INDELEVELMENTE O
ESPAÇO LITERÁRIO PORTUGUÊS.
Vencidos da Vida

Os Vencidos da Vida (fotografia de P. Marinho, in Brasil-Portugal, a. II, 1900): António Maria Vasco de Melo César e Meneses, Luís Augusto Pinto de Soveral, Carlos Mayer, Francisco Manuel de Melo Breyner, Guerra Junqueiro, Ramalho Ortigão, Carlos Lobo d'Ávila, Bernardo Pinheiro Correia de Melo, Eça de Queirós e J. P. de Oliveira Martins
Vencidos da Vida é o nome porque ficou conhecido um grupo informal formado por algumas das personalidades intelectuais de maior relevo da vida cultural portuguesa das últimas três décadas do século XIX, com fortes ligações à chamada Geração de 70. O nome do grupo, ao que parece, foi adoptado por sugestão de Joaquim Pedro de Oliveira Martins. A denominação decorre claramente da renúncia dos membros do grupo às suas aspirações de juventude.
O grupo reunia-se para jantares e convívios semanais no Café Tavares, no Hotel Bragança ou nas casas dos seus membros, tendo-se mantido activo no período que mediou entre 1887 e 1894.
Os Vencidos da Vida foram definidos por um dos seus membros, embora tardio, o escritor Eça de Queiroz, como um grupo jantante. O grupo assumia o carácter de uma sociedade exclusivista, congregando vultos da literatura, da política e da alta sociedade, com relevo para alguns dos vultos mais ilustres das rodas mundanas e aristocráticas.
Entre os membros dos Vencidos da Vida estavam alguns dos intelectuais e políticos que tinham gizado a tentativa de transformação do país subjacente à fase tardia da Regeneração, que, face ao percebido insucesso desse processo modernizador, canalizavam a sua frustração e desengano dos ideais revolucionários juvenis para um diletantismo elegante e irónico. Surge assim a idealização vaga de uma aristocracia iluminada, contraponto do socialismo utópico que alguns deles antes tinham defendido.
O grupo incluía, entre outros, José Duarte Ramalho Ortigão, Joaquim Pedro de Oliveira Martins, António Cândido Ribeiro da Costa, Guerra Junqueiro, Luís de Soveral, Francisco Manuel de Melo Breyner (3.° conde de Ficalho), Carlos de Lima Mayer, Carlos Lobo de Ávila, Bernardo Pinheiro Correia de Melo (1º Conde de Arnoso) e António Maria Vasco de Mello Silva César e Menezes (9.º conde de Sabugosa). Eça de Queirós integrou o grupo a partir de 1889.
Apesar de Vencidos da Vida, a actividade do grupo fez renascer e crescer entre os seus membros uma nova esperança, pois tinham-se tornado um círculo influente junto do príncipe herdeiro e, após a morte de D. Luís I, em 1889, passaram a influenciar o novo rei, D. Carlos I. Nesse contexto, Eça de Queiroz escreveu na Revista de Portugal logo que o príncipe subiu ao trono: O Rei surge como a única força que no País ainda vive e opera.
Chegaram a julgar que se abria um novo ciclo político, com os Vencidos da Vida a acreditarem que, por intermédio de um acrescido papel do rei e de uma nova política externa liberta da velha aliança inglesa, se conseguiria debelar a crise provocada pelo regime oligárquico da Carta. Contudo, o assassínio de D. Carlos e do príncipe Luís Filipe, acabaram por deitar por terra as suas últimas esperanças.
A publicidade feita em torno das actividades do grupo pelo jornal O Tempo, editado por Carlos Lobo de Ávila, levou a que o nome suscitasse a troça de muita da intelectualidade lisboeta, resultado do misto de desdém e de inveja que sempre tem caracterizado o relacionamento entre os membros da intelectualidade portuguesa. Esse clima de ressentimento e troça em certos sectores da vida lisboeta, conduziu a que os seus membros fossem criticados e satirizados. Sobre o tema, o dramaturgo Abel Botelho escreveu em 1892 uma peça intitulada Os Vencidos da Vida, que acabou por ser proibida pela polícia, dada a violência da sátira e dos ataques pessoais nela contidos.
POR VOLTA DO DOBRAR DO SECJULO IX
PARA XX, O MOVIMENTO DE ESCRITORES
PORTUGUESES DENOMINADO "VENCIDOS
DA VIDA" MARCOU INDELEVELMENTE O
ESPAÇO LITERÁRIO PORTUGUÊS.
Vencidos da Vida
Os Vencidos da Vida (fotografia de P. Marinho, in Brasil-Portugal, a. II, 1900): António Maria Vasco de Melo César e Meneses, Luís Augusto Pinto de Soveral, Carlos Mayer, Francisco Manuel de Melo Breyner, Guerra Junqueiro, Ramalho Ortigão, Carlos Lobo d'Ávila, Bernardo Pinheiro Correia de Melo, Eça de Queirós e J. P. de Oliveira Martins
Vencidos da Vida é o nome porque ficou conhecido um grupo informal formado por algumas das personalidades intelectuais de maior relevo da vida cultural portuguesa das últimas três décadas do século XIX, com fortes ligações à chamada Geração de 70. O nome do grupo, ao que parece, foi adoptado por sugestão de Joaquim Pedro de Oliveira Martins. A denominação decorre claramente da renúncia dos membros do grupo às suas aspirações de juventude.
O grupo reunia-se para jantares e convívios semanais no Café Tavares, no Hotel Bragança ou nas casas dos seus membros, tendo-se mantido activo no período que mediou entre 1887 e 1894.
Os Vencidos da Vida foram definidos por um dos seus membros, embora tardio, o escritor Eça de Queiroz, como um grupo jantante. O grupo assumia o carácter de uma sociedade exclusivista, congregando vultos da literatura, da política e da alta sociedade, com relevo para alguns dos vultos mais ilustres das rodas mundanas e aristocráticas.
Entre os membros dos Vencidos da Vida estavam alguns dos intelectuais e políticos que tinham gizado a tentativa de transformação do país subjacente à fase tardia da Regeneração, que, face ao percebido insucesso desse processo modernizador, canalizavam a sua frustração e desengano dos ideais revolucionários juvenis para um diletantismo elegante e irónico. Surge assim a idealização vaga de uma aristocracia iluminada, contraponto do socialismo utópico que alguns deles antes tinham defendido.
O grupo incluía, entre outros, José Duarte Ramalho Ortigão, Joaquim Pedro de Oliveira Martins, António Cândido Ribeiro da Costa, Guerra Junqueiro, Luís de Soveral, Francisco Manuel de Melo Breyner (3.° conde de Ficalho), Carlos de Lima Mayer, Carlos Lobo de Ávila, Bernardo Pinheiro Correia de Melo (1º Conde de Arnoso) e António Maria Vasco de Mello Silva César e Menezes (9.º conde de Sabugosa). Eça de Queirós integrou o grupo a partir de 1889.
Apesar de Vencidos da Vida, a actividade do grupo fez renascer e crescer entre os seus membros uma nova esperança, pois tinham-se tornado um círculo influente junto do príncipe herdeiro e, após a morte de D. Luís I, em 1889, passaram a influenciar o novo rei, D. Carlos I. Nesse contexto, Eça de Queiroz escreveu na Revista de Portugal logo que o príncipe subiu ao trono: O Rei surge como a única força que no País ainda vive e opera.
Chegaram a julgar que se abria um novo ciclo político, com os Vencidos da Vida a acreditarem que, por intermédio de um acrescido papel do rei e de uma nova política externa liberta da velha aliança inglesa, se conseguiria debelar a crise provocada pelo regime oligárquico da Carta. Contudo, o assassínio de D. Carlos e do príncipe Luís Filipe, acabaram por deitar por terra as suas últimas esperanças.
A publicidade feita em torno das actividades do grupo pelo jornal O Tempo, editado por Carlos Lobo de Ávila, levou a que o nome suscitasse a troça de muita da intelectualidade lisboeta, resultado do misto de desdém e de inveja que sempre tem caracterizado o relacionamento entre os membros da intelectualidade portuguesa. Esse clima de ressentimento e troça em certos sectores da vida lisboeta, conduziu a que os seus membros fossem criticados e satirizados. Sobre o tema, o dramaturgo Abel Botelho escreveu em 1892 uma peça intitulada Os Vencidos da Vida, que acabou por ser proibida pela polícia, dada a violência da sátira e dos ataques pessoais nela contidos.
segunda-feira, janeiro 07, 2013
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