Um homem conheceu uma bela mulher e em 24 horas decidiu casar-se com ela.
Ela disse:
- Mas não sabemos nada um sobre o outro...!
- Não há problema, nós nos conheceremos com o tempo.
Ela, então, concordou. Casaram-se e foram passar a lua de mel num luxuoso resort.
Certa manhã, estavam ambos recostados, junto à piscina, quando ele se levantou, subiu no trampolim de 10 metros, realizou uma demonstração perfeita de todos os saltos que existem e voltou para junto da esposa.
Ela disse:
- Isso foi incrível!
- Fui campeão olímpico de saltos ornamentais. Eu bem lhe disse que nos conheceríamos com o tempo...
Nisso, ela se levanta, entra na piscina e começa a nadar, ida e volta em velocidade impressionante. Depois de 60 voltas ela sai e vai recostar-se junto ao marido, sem nenhum sinal de fadiga ou mesmo de respiração ofegante.
Ele disse:
- Estou surpreso! Você foi nadadora olímpica?
- Não - explicou a mulher - fui prostituta em Veneza e atendia ao domicílio!
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO
domingo, setembro 09, 2007
sábado, setembro 08, 2007
europeu de 2008 - qualificações
.

PORTUGAL, 2 POLÓNIA, 2
Portugal cede empate no final e se complica; A seleção de Portugal perdeu uma grande chance neste sábado de se recuperar nas eliminatórias da Eurocopa 2008. Jogando em casa diante da Polônia, a equipe do técnico brasileiro Luiz Felipe Scolari conseguiu virar um placar adverso, mas cedeu o empate por 2 a 2 no final da partida e viu o adversário se distanciar na liderança do Grupo A.

Cristiano Ronaldo marcou um dos 2 gols
de Portugal no empate com a Polônia
Uma vitória colocaria os portugueses na vice-liderança da chave, já que a Finlândia apenas empatou por 0 a 0 com a Sérvia. No entanto, o empate deixou a equipe lusa na terceira colocação com 16 pontos, dois atrás dos sérvios e um jogo a menos.
Classificação do Grupo A:
1. Polónia 10 jogos/20 pontos
2. Finlândia 10/18
3. Portugal 9/16
4. Sérvia 9/15
5. Bélgica 9/10
6. Arménia 8/8
7. Cazaquistão 9/6
8. Azerbaijão 8/5
Resultados:
Azerbaijão - Arménia (jogo cancelado)
Sérvia - Finlândia, 0-0
Portugal - Polónia, 2-2
Próxima jornada (12 de Setembro):
Arménia - Azerbaijão (jogo cancelado)
Finlândia - Polónia
Cazaquistão - Bélgica
Portugal - Sérvia
Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro: Roberto Rosetti (Itália)
PORTUGAL – Ricardo; Bosingwa, Fernando Meira, Bruno Alves e Caneira (Miguel, 12m); Petit, Deco e Maniche; Cristiano Ronaldo, Nuno Gomes (Quaresma, 69m) e Simão (João Moutinho, 81m)
Suplentes não utilizados – Quim, Jorge Andrade, Tiago e Nani
POLÓNIA - Boruc; Jop, Bronowicki (Golanski, 55m), Dudka e Wasilewski; Zewlakow, Blaszczykowski e Lewandowski; Krzynowek, Zurawski (Matusiak, 56m) e Smolarek (Lobodzinski, 73m)
PORTUGAL, 2 POLÓNIA, 2
Portugal cede empate no final e se complica; A seleção de Portugal perdeu uma grande chance neste sábado de se recuperar nas eliminatórias da Eurocopa 2008. Jogando em casa diante da Polônia, a equipe do técnico brasileiro Luiz Felipe Scolari conseguiu virar um placar adverso, mas cedeu o empate por 2 a 2 no final da partida e viu o adversário se distanciar na liderança do Grupo A.
Cristiano Ronaldo marcou um dos 2 gols
de Portugal no empate com a Polônia
Uma vitória colocaria os portugueses na vice-liderança da chave, já que a Finlândia apenas empatou por 0 a 0 com a Sérvia. No entanto, o empate deixou a equipe lusa na terceira colocação com 16 pontos, dois atrás dos sérvios e um jogo a menos.
Classificação do Grupo A:
1. Polónia 10 jogos/20 pontos
2. Finlândia 10/18
3. Portugal 9/16
4. Sérvia 9/15
5. Bélgica 9/10
6. Arménia 8/8
7. Cazaquistão 9/6
8. Azerbaijão 8/5
Resultados:
Azerbaijão - Arménia (jogo cancelado)
Sérvia - Finlândia, 0-0
Portugal - Polónia, 2-2
Próxima jornada (12 de Setembro):
Arménia - Azerbaijão (jogo cancelado)
Finlândia - Polónia
Cazaquistão - Bélgica
Portugal - Sérvia
Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro: Roberto Rosetti (Itália)
PORTUGAL – Ricardo; Bosingwa, Fernando Meira, Bruno Alves e Caneira (Miguel, 12m); Petit, Deco e Maniche; Cristiano Ronaldo, Nuno Gomes (Quaresma, 69m) e Simão (João Moutinho, 81m)
Suplentes não utilizados – Quim, Jorge Andrade, Tiago e Nani
POLÓNIA - Boruc; Jop, Bronowicki (Golanski, 55m), Dudka e Wasilewski; Zewlakow, Blaszczykowski e Lewandowski; Krzynowek, Zurawski (Matusiak, 56m) e Smolarek (Lobodzinski, 73m)
sexta-feira, setembro 07, 2007
CANTORES ANGOLANOS -BONGA
.
Sabiam que BONGA foi um dos
maiores atletas que represen-
taram Portugal nos 110 e 400 m
barreiras nos anos 60.
Nessa época ele chamava-se
BARCELÓ CARVALHO e representa-
va o BENFICA.

Hoje ele é angolano e dos
melhores cantores angolanos
de sempre
Bonga Kwenda, conhecido por Bonga, é um cantor e escritor de letras de música angolano.
Biografia
Barceló de Carvalho nasce a 5 de Setembro de 1942, em Kipiri, na província do Bengo, a norte de Luanda, em Angola. Filho de Pedro Moreira de Carvalho, natural de Luanda, e de Ana Raquel, do norte de Angola. Barceló é o terceiro filho de uma família composta por mais nove irmãos.
A família tratava-o carinhosamente por Zeca. A sua infância foi passada em bairros como os Coqueiros, Imgombotas, Bairro Operário, Rangel, e no Marçal. Aí vive-se um ambiente intimista de perservação das músicas e tradições angolanas, marginalizadas pela dominação colonialista presente na época. O folclore dos musseques (bairros pobres) cedo fascinou o pequeno Zeca e por isso começou a frequentar e a participar das turmas dos bairros típicos de Angola, onde iniciou a sua actividade musical. Foi no bairro do Marçal que fundou o grupo "Kissueia". Barceló faz parte de uma geração de jovens lutadores de famílias humildes e resistentes, que resolve criar o seu próprio estilo musical, afirmando a especificidade da cultura angolana, numa época muito conturbada.
Pode-se dizer que o respeito e a admiração pela música, dança, provérbios e vivência tradicional das gentes começa ainda na infância. Barceló não mais abondonará o interesse pela música tradicional e pela cultura suburbana enquanto divulgação dos usos e costumes da linguagem e cultura angolana. Todavia o seu talento musical só se revelará um pouco mais tarde.
Bonga é produto de uma geração aguerrida e marginalizada que resiste à aculturação da sociedade marginal através do respeito pela música tradicional de Angola. A cultura angolana era dominada pela colonização portuguesa de então, daí que tanto a língua como a música tradicional fossem descriminadas e impedidas de se manifestar em plenitude. A música era para Bonga uma forma de lutar sem armas, era uma forma de resistência cultural.
O DESPORTO COMO PONTE PARA PORTUGAL
Barceló sempre se sentiu atraído pelo atletismo. Tudo começou ainda muito jovem quando revelou perante os seus amigos do bairro ser o mais rápido nas corridas e nas fugas. Depois começou oficialmente a correr no S. Paulo do Bairro Operário, rotulado pejurativamente como o "club dos pretos". Aí revelou o seu talento e nacionalismo, ingressando no Clube Atlético de Luanda, clube bem conceituado na época.
Em 1966, com 23 anos de idade, depois de ter alcançado os maiores títulos de Angola em 100, 200, e 400m, a sua entrada em Portugal dá-se aquando de um convite do Sport Lisboa e Benfica, que se deveu às suas múltiplas victórias nos campeonatos em Angola. O objetivo deste convite é a prática semi-profissional de atletismo. É entre 1966 e 1972 que Barceló de Carvalho atinge por sete vezes o estatuto de campeão e permanente recordista de ateletismo: onze internacionalizações nos 400 metros, nos 200 e 400 metros na taça da Europa de 1967, nove nos 4 x 400 metros e seis nos 200 metros, além de várias vitórias em torneios, tal como o grande prémio de Viseu em 1968 (400 metros), o Torneio Toddy em 1969 (100 metros), o II Grande Prémio das Festas de Santo António, etc...
A adaptação não é fácil e Barceló encontra alguma compensação emocional na comunidade angolana e africana a residir em Portugal e nas suas recordações e sons da memória. Nando V. Dias, Teta Lando, Rui Mingas, Eusébio, Velho Custódio, o Santana, o Cabrinha, o Vasconcelos, e tantos outros que são os companheiros desta vivência, cujo resultado é um amor profundamente exercitado pelas suas gentes e raízes bem como uma forte sintonia com a tradição angolana.
ACTIVISMO POLÍTICO E INTERNACIONALIZAÇÃO
Vivem-se tempos de acesso nacionalismo. África pretende alcançar o seu lugar no mundo livre e afirmar a sua consciência e identidade cultural. Barceló é já um nacionalista convicto. Portugal era então regido pela política repressiva e fascista de Salazar e Caetano. Com o início dos movimentos a favor da independência das ex-colónias portuguesas, Bonga usa a sua liberdade de movimentos proporcionada pelo seu estatuto de atleta recordista para passar mensagens entre compatriotas que lutam pela independência em Angola. Por este motivo é obrigado a fugir de Portugal para a Holanda, uma vez que começa a ter problemas com a polícia do Estado-Novo, a Pide. O exílio é a solução.
Em 1972, na Holanda lança o seu primeiro álbum "Angola 72", onde canta a revolução e o amor á pátria. É por esta altura que Barceló se reveste de uma nova angolanidade e passa a chamar-se Bonga Kuenda. Adopta um nome africano que significa "aquele que vê, aquele que está à frente e em constante movimento".
Bonga está consciente de que a cultura e a música africana ainda não é respeitada enquanto tal no mundo dos europeus, ditos civilizados. É esse o fundamento de uma consciência da necessidade da independência, da libertação, do povo e da pátria. Bonga torna-se assim a voz e o rosto da angolanidade no mundo. Os anos 70 são os tempos da arte-combate, onde estão espelhadas nobres e profundas convicções e aspirações a favor das ex-colónias portuguesas e contra o colonianismo. "Angola 72" está por esta altura proibido em Portugal e Angola, pela sua ressonância política e consciência crítica.
Bonga actua pela primeira vez nos Estados Unidos em 1973, aquando da celebração da independência da Guiné-Bissau, integrado num espectáculo de homenagem à cultura lusófona. Eis que surge a Dipanda (independência) em Angola e com ela Bonga atinge o estatuto simbólico de embaixador da música angolana. Dá-se o 25 de Abril e Bonga lança "Angola 74". Em África as independências sucedem-se. Bonga está em Paris e por esta altura regista no consulado português em França o seu nome artístico, Bonga Kuenda.
Os anos 80 são tempos de apogeu internacional, comercial e cultural. Os êxitos sucedem-se: é o primeiro artista africano a actuar a solo, dois dias consecutivos no Coliseu dos Recreios, símbolo da música portuguesa, é o primeiro africano Disco de Ouro e de Platina em Portugal. O seu sucesso estende-se para lá das fronteiras lusófonas e Bonga actua no Apolo em Harlem, no S.O.B. de Nova Iorque; no Olympia de Paris, na Suíça, no Canadá, nas Antilhas e em Macau. O seu sucesso é resultado de um trabalho árduo, intensivo e metódico e de uma imaginação criativa que caracteriza toda a sua carreira.
Em 1988, Bonga regressa a Portugal, dezassete anos depois de ter fugido clandestinamente. Bonga regressa não como recordista do atletismo, mas como recordista de vendas e popularidade, que canta música de intervenção, revolucionaria e carismática. Um dos motivos pelos quais Bonga não regressa definitivamente a Angola é porque a independência pós-colonial desintegrou-se em corrupção, tirania e guerra. Assim sendo, Bonga manteve uma aguda consciência crítica relativamente aos líderes políticos de ambas as partes. A sua música é um esforço constante em legitimar a cultura africana enquanto identidade cultural autónoma e por isso o seu processo criativo, longe de revelar um mero exotismo, afirma uma consciência libertadora, uma teoria profunda que pretende difundir a cultura angolana no mundo.
A MARCA "BONGA"
Bonga cria uma genial fusão entre a sua pessoa e a música de Angola, tornando-as indissociáveis e tendo como maior estandarte, o Semba, um ritmo tradicional angolano correspondente ao samba brasileiro, mas percursor deste.
Bonga também interpretou géneros musicais cabo-verdianos, sendo responsável pela adulteração da coladeira “Sodade” para uma morna, 18 anos antes de Cesária Évora a tornar mundialmente famosa.
A sua música consegue ser tanto mordaz e incisiva como terna e nostálgica. Bonga tem sabido manter a coerência e a qualidade musical em mais de 30 anos de carreira e vivendo fora do seu país. Daí que o artista afirme parafraseando Fernando Pessoa: "a minha pátria é a música angolana".
Bonga tem recebido inúmeros prémios de popularidade e homenagens relativamente à sua obra, onde conta com distinções varias, medalhas e discos de ouro e de platina, entradas nos podiuns de desporto e nos Tops musicais mais representativos, bom como participações ao lado dos mais ilustres músicos e eventos musicais internacionais. Bonga tem manifestado inúmeras vezes a sua solidariedade e altuismo dando concertos de benificência para instituições como a MRAR, a Amnistia International, FAO, ONU, UNICEF e também este concerto que se realizará no C.C.F. a 31 de Janeiro, reverterá a favor da acção missionária dos Capuchinhos em Angola. Para além disso tem participado em CD's como por exemplo "Em Português Vos Amamos" dedicado a limor, "Paz em Angola" ou ainda "Todos Diferentes, Todos Iguais", um marco importante da luta contra o racismo.
Com mais de 300 composições da sua autoria, 32 álbuns, 6 video-clips, 7 bandas sonoras de filmes, e álbuns com inúmeras reedições em todo mundo, revela um percurso exemplar.
Os seus temas têm sido interpretados por ilustres artistas como no Brasil Martinho da Vila, Alcione e Elsa Soares, em França, Mimi Lorca, no Zaire, Bovic Bondo Gala, no Uruguai, Heltor Numa de Morais, e grande parte dos artistas angolanos da nova vaga, etc...
Bonga, com mais de trinta anos de carreira, é recordista de vendas dos seus 32 álbuns, em todo o mundo, convidado para inúmeros espetáculos que contribuem para a imagem positiva do seu país. A consciência crítica, a luta pela paz, o carisma e o talento fazem deste compositor e intérprete, o mais controverso mas também um dos mais queridos filhos de África.
Bonga é incontestavelmente uma referência obrigatória e uma peça nuclear da cultura africana, criando através da sua obra musical o melhor cartão de visita, além fronteiras, da música angolana e caboverdeano.
Sabiam que BONGA foi um dos
maiores atletas que represen-
taram Portugal nos 110 e 400 m
barreiras nos anos 60.
Nessa época ele chamava-se
BARCELÓ CARVALHO e representa-
va o BENFICA.
Hoje ele é angolano e dos
melhores cantores angolanos
de sempre
Bonga Kwenda, conhecido por Bonga, é um cantor e escritor de letras de música angolano.
Biografia
Barceló de Carvalho nasce a 5 de Setembro de 1942, em Kipiri, na província do Bengo, a norte de Luanda, em Angola. Filho de Pedro Moreira de Carvalho, natural de Luanda, e de Ana Raquel, do norte de Angola. Barceló é o terceiro filho de uma família composta por mais nove irmãos.
A família tratava-o carinhosamente por Zeca. A sua infância foi passada em bairros como os Coqueiros, Imgombotas, Bairro Operário, Rangel, e no Marçal. Aí vive-se um ambiente intimista de perservação das músicas e tradições angolanas, marginalizadas pela dominação colonialista presente na época. O folclore dos musseques (bairros pobres) cedo fascinou o pequeno Zeca e por isso começou a frequentar e a participar das turmas dos bairros típicos de Angola, onde iniciou a sua actividade musical. Foi no bairro do Marçal que fundou o grupo "Kissueia". Barceló faz parte de uma geração de jovens lutadores de famílias humildes e resistentes, que resolve criar o seu próprio estilo musical, afirmando a especificidade da cultura angolana, numa época muito conturbada.
Pode-se dizer que o respeito e a admiração pela música, dança, provérbios e vivência tradicional das gentes começa ainda na infância. Barceló não mais abondonará o interesse pela música tradicional e pela cultura suburbana enquanto divulgação dos usos e costumes da linguagem e cultura angolana. Todavia o seu talento musical só se revelará um pouco mais tarde.
Bonga é produto de uma geração aguerrida e marginalizada que resiste à aculturação da sociedade marginal através do respeito pela música tradicional de Angola. A cultura angolana era dominada pela colonização portuguesa de então, daí que tanto a língua como a música tradicional fossem descriminadas e impedidas de se manifestar em plenitude. A música era para Bonga uma forma de lutar sem armas, era uma forma de resistência cultural.
O DESPORTO COMO PONTE PARA PORTUGAL
Barceló sempre se sentiu atraído pelo atletismo. Tudo começou ainda muito jovem quando revelou perante os seus amigos do bairro ser o mais rápido nas corridas e nas fugas. Depois começou oficialmente a correr no S. Paulo do Bairro Operário, rotulado pejurativamente como o "club dos pretos". Aí revelou o seu talento e nacionalismo, ingressando no Clube Atlético de Luanda, clube bem conceituado na época.
Em 1966, com 23 anos de idade, depois de ter alcançado os maiores títulos de Angola em 100, 200, e 400m, a sua entrada em Portugal dá-se aquando de um convite do Sport Lisboa e Benfica, que se deveu às suas múltiplas victórias nos campeonatos em Angola. O objetivo deste convite é a prática semi-profissional de atletismo. É entre 1966 e 1972 que Barceló de Carvalho atinge por sete vezes o estatuto de campeão e permanente recordista de ateletismo: onze internacionalizações nos 400 metros, nos 200 e 400 metros na taça da Europa de 1967, nove nos 4 x 400 metros e seis nos 200 metros, além de várias vitórias em torneios, tal como o grande prémio de Viseu em 1968 (400 metros), o Torneio Toddy em 1969 (100 metros), o II Grande Prémio das Festas de Santo António, etc...
A adaptação não é fácil e Barceló encontra alguma compensação emocional na comunidade angolana e africana a residir em Portugal e nas suas recordações e sons da memória. Nando V. Dias, Teta Lando, Rui Mingas, Eusébio, Velho Custódio, o Santana, o Cabrinha, o Vasconcelos, e tantos outros que são os companheiros desta vivência, cujo resultado é um amor profundamente exercitado pelas suas gentes e raízes bem como uma forte sintonia com a tradição angolana.
ACTIVISMO POLÍTICO E INTERNACIONALIZAÇÃO
Vivem-se tempos de acesso nacionalismo. África pretende alcançar o seu lugar no mundo livre e afirmar a sua consciência e identidade cultural. Barceló é já um nacionalista convicto. Portugal era então regido pela política repressiva e fascista de Salazar e Caetano. Com o início dos movimentos a favor da independência das ex-colónias portuguesas, Bonga usa a sua liberdade de movimentos proporcionada pelo seu estatuto de atleta recordista para passar mensagens entre compatriotas que lutam pela independência em Angola. Por este motivo é obrigado a fugir de Portugal para a Holanda, uma vez que começa a ter problemas com a polícia do Estado-Novo, a Pide. O exílio é a solução.
Em 1972, na Holanda lança o seu primeiro álbum "Angola 72", onde canta a revolução e o amor á pátria. É por esta altura que Barceló se reveste de uma nova angolanidade e passa a chamar-se Bonga Kuenda. Adopta um nome africano que significa "aquele que vê, aquele que está à frente e em constante movimento".
Bonga está consciente de que a cultura e a música africana ainda não é respeitada enquanto tal no mundo dos europeus, ditos civilizados. É esse o fundamento de uma consciência da necessidade da independência, da libertação, do povo e da pátria. Bonga torna-se assim a voz e o rosto da angolanidade no mundo. Os anos 70 são os tempos da arte-combate, onde estão espelhadas nobres e profundas convicções e aspirações a favor das ex-colónias portuguesas e contra o colonianismo. "Angola 72" está por esta altura proibido em Portugal e Angola, pela sua ressonância política e consciência crítica.
Bonga actua pela primeira vez nos Estados Unidos em 1973, aquando da celebração da independência da Guiné-Bissau, integrado num espectáculo de homenagem à cultura lusófona. Eis que surge a Dipanda (independência) em Angola e com ela Bonga atinge o estatuto simbólico de embaixador da música angolana. Dá-se o 25 de Abril e Bonga lança "Angola 74". Em África as independências sucedem-se. Bonga está em Paris e por esta altura regista no consulado português em França o seu nome artístico, Bonga Kuenda.
Os anos 80 são tempos de apogeu internacional, comercial e cultural. Os êxitos sucedem-se: é o primeiro artista africano a actuar a solo, dois dias consecutivos no Coliseu dos Recreios, símbolo da música portuguesa, é o primeiro africano Disco de Ouro e de Platina em Portugal. O seu sucesso estende-se para lá das fronteiras lusófonas e Bonga actua no Apolo em Harlem, no S.O.B. de Nova Iorque; no Olympia de Paris, na Suíça, no Canadá, nas Antilhas e em Macau. O seu sucesso é resultado de um trabalho árduo, intensivo e metódico e de uma imaginação criativa que caracteriza toda a sua carreira.
Em 1988, Bonga regressa a Portugal, dezassete anos depois de ter fugido clandestinamente. Bonga regressa não como recordista do atletismo, mas como recordista de vendas e popularidade, que canta música de intervenção, revolucionaria e carismática. Um dos motivos pelos quais Bonga não regressa definitivamente a Angola é porque a independência pós-colonial desintegrou-se em corrupção, tirania e guerra. Assim sendo, Bonga manteve uma aguda consciência crítica relativamente aos líderes políticos de ambas as partes. A sua música é um esforço constante em legitimar a cultura africana enquanto identidade cultural autónoma e por isso o seu processo criativo, longe de revelar um mero exotismo, afirma uma consciência libertadora, uma teoria profunda que pretende difundir a cultura angolana no mundo.
A MARCA "BONGA"
Bonga cria uma genial fusão entre a sua pessoa e a música de Angola, tornando-as indissociáveis e tendo como maior estandarte, o Semba, um ritmo tradicional angolano correspondente ao samba brasileiro, mas percursor deste.
Bonga também interpretou géneros musicais cabo-verdianos, sendo responsável pela adulteração da coladeira “Sodade” para uma morna, 18 anos antes de Cesária Évora a tornar mundialmente famosa.
A sua música consegue ser tanto mordaz e incisiva como terna e nostálgica. Bonga tem sabido manter a coerência e a qualidade musical em mais de 30 anos de carreira e vivendo fora do seu país. Daí que o artista afirme parafraseando Fernando Pessoa: "a minha pátria é a música angolana".
Bonga tem recebido inúmeros prémios de popularidade e homenagens relativamente à sua obra, onde conta com distinções varias, medalhas e discos de ouro e de platina, entradas nos podiuns de desporto e nos Tops musicais mais representativos, bom como participações ao lado dos mais ilustres músicos e eventos musicais internacionais. Bonga tem manifestado inúmeras vezes a sua solidariedade e altuismo dando concertos de benificência para instituições como a MRAR, a Amnistia International, FAO, ONU, UNICEF e também este concerto que se realizará no C.C.F. a 31 de Janeiro, reverterá a favor da acção missionária dos Capuchinhos em Angola. Para além disso tem participado em CD's como por exemplo "Em Português Vos Amamos" dedicado a limor, "Paz em Angola" ou ainda "Todos Diferentes, Todos Iguais", um marco importante da luta contra o racismo.
Com mais de 300 composições da sua autoria, 32 álbuns, 6 video-clips, 7 bandas sonoras de filmes, e álbuns com inúmeras reedições em todo mundo, revela um percurso exemplar.
Os seus temas têm sido interpretados por ilustres artistas como no Brasil Martinho da Vila, Alcione e Elsa Soares, em França, Mimi Lorca, no Zaire, Bovic Bondo Gala, no Uruguai, Heltor Numa de Morais, e grande parte dos artistas angolanos da nova vaga, etc...
Bonga, com mais de trinta anos de carreira, é recordista de vendas dos seus 32 álbuns, em todo o mundo, convidado para inúmeros espetáculos que contribuem para a imagem positiva do seu país. A consciência crítica, a luta pela paz, o carisma e o talento fazem deste compositor e intérprete, o mais controverso mas também um dos mais queridos filhos de África.
Bonga é incontestavelmente uma referência obrigatória e uma peça nuclear da cultura africana, criando através da sua obra musical o melhor cartão de visita, além fronteiras, da música angolana e caboverdeano.
quinta-feira, setembro 06, 2007
brasileirão - 24ª.RODADA
.
ONTEM MAIS UMA RODADA
DO BRASILEIRÃO.
SÃO PAULO EMPATA
FOI O SANTOS O GRANDE
VENCEDOR DO DIA, POIS
COM A DERROTA DO VASCO
E CRUZEIRO, SUBIU AO
TERCEIRO LUGAR.
BOTAFOGO EMPATA
COM PALMEIRAS
Quinta, 06/09/2007
> Sport 0 x 2 Fluminense
> Paraná 2 x 4 Náutico
> Botafogo 1 x 1 Palmeiras
Quarta, 05/09/2007
> Grêmio 3 x 1 Vasco
> Santos 2 x 1 Internacional
> Atlético-MG 0 x 0 São Paulo
> Juventude 1 x 0 Cruzeiro
> Flamengo 4 x 1 Figueirense
> Goiás 2 x 3 Atlético-PR
> Corinthians 1 x 0 América-RN
CLASIFICAÇÃO
1 São Paulo 51 24
2 Cruzeiro 42 23
3 Santos 39 24
4 Vasco 39 23
5 Botafogo 39 24
6 Grêmio 38 24
7 Palmeiras 37 24
8 Fluminense 34 24
9 Goiás 33 24
10 Corinthians 33 24
11 Atlético-MG 32 24
12 Internacional 32 24
13 Sport 32 24
14 Flamengo 29 22
15 Atlético-PR 29 24
16 Figueirense 28 24
17 Paraná Clube 28 24
18 Juventude 26 24
19 Náutico-PE 24 24
20 América-RN 10 24
GREMIO, 3 VASCO, 1

RUBENS JUNIOR EM LUTA
Grêmio acaba com série invicta do Vasco
O Grêmio interrompeu, nesta quarta-feira, uma seqüência de dez partidas sem derrota do Vasco (nove no Campeonato Brasileiro). Em uma partida bastante movimentada, disputada no Estádio Olímpico, os donos da casa levaram a melhor por 3 a 1.
Com o resultado, os comandos de Mano Menezes chegaram aos 38 pontos e assumiram a quinta colocação, que será perdida para Botafogo ou Palmeiras nesta quinta. Já a formação carioca caiu para quarto lugar, posição que também pode perder no complemento da 23ª rodada.
Grêmio
Saja; Bustos (Patrício), William, Léo e Hidalgo; Eduardo Costa, Marcelo Labarthe, Tcheco (Adilson) e Diego Souza; Ramón (Sandro Goiano) e Tuta
Técnico: Mano Menezes
Vasco
Silvio Luiz; Vilson (Leandro Bomfim(EX-PORTO)), Julio Santos e Jorge Luiz; Wagner Diniz, Amaral, Perdigão (Roberto Lopes), Marcelinho e Rubens Júnior (EX-PORTO); Leandro Amaral e Alan Kardec (Abuda)
Técnico: Celso Roth
Data: 5/9/2007 (quarta-feira)
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre
GolOs: Bustos (aos 9min), Alan Kardec (aos 15) e Ramon (aos 16min do 1º tempo); Sandro Goiano (aos 25min do 2º

BOTAFOGO EMPATA COM PALMEIRAS
BOTAFOGO 1 X 1 PALMEIRAS
BOTAFOGO
Max; Juninho, Alex, Renato Silva (Moreno); Joilson, Leandro Guerreiro, Coutinho, Lúcio Flavio (Thiago Marin), Athirson (Magno); Reinaldo e Dodô
Técnico: Cuca
PALMEIRAS
Diego Cavalieri; Gustavo, Nen e Dininho; Paulo Sérgio, Wendel, Martinez, Deyvid (Valdivia) e Leandro; Edmundo (Max) e Luiz Henrique (Rodrigão).
Técnico: Caio Júnior
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Assistentes: Renato Miguel Vieira (DF) e Marcelo Bertanha Barison (RS)
Cartões amarelos: Deyvid, Martinez, Valdivia e Leandro (Palmeiras); Juninho (Botafogo)
Gols: Edmundo, aos 41min do 1º tempo, e Leandro Guerreiro, aos 30min do 2º tempo.
ONTEM MAIS UMA RODADA
DO BRASILEIRÃO.
SÃO PAULO EMPATA
FOI O SANTOS O GRANDE
VENCEDOR DO DIA, POIS
COM A DERROTA DO VASCO
E CRUZEIRO, SUBIU AO
TERCEIRO LUGAR.
BOTAFOGO EMPATA
COM PALMEIRAS
Quinta, 06/09/2007
> Sport 0 x 2 Fluminense
> Paraná 2 x 4 Náutico
> Botafogo 1 x 1 Palmeiras
Quarta, 05/09/2007
> Grêmio 3 x 1 Vasco
> Santos 2 x 1 Internacional
> Atlético-MG 0 x 0 São Paulo
> Juventude 1 x 0 Cruzeiro
> Flamengo 4 x 1 Figueirense
> Goiás 2 x 3 Atlético-PR
> Corinthians 1 x 0 América-RN
CLASIFICAÇÃO
1 São Paulo 51 24
2 Cruzeiro 42 23
3 Santos 39 24
4 Vasco 39 23
5 Botafogo 39 24
6 Grêmio 38 24
7 Palmeiras 37 24
8 Fluminense 34 24
9 Goiás 33 24
10 Corinthians 33 24
11 Atlético-MG 32 24
12 Internacional 32 24
13 Sport 32 24
14 Flamengo 29 22
15 Atlético-PR 29 24
16 Figueirense 28 24
17 Paraná Clube 28 24
18 Juventude 26 24
19 Náutico-PE 24 24
20 América-RN 10 24
GREMIO, 3 VASCO, 1
RUBENS JUNIOR EM LUTA
Grêmio acaba com série invicta do Vasco
O Grêmio interrompeu, nesta quarta-feira, uma seqüência de dez partidas sem derrota do Vasco (nove no Campeonato Brasileiro). Em uma partida bastante movimentada, disputada no Estádio Olímpico, os donos da casa levaram a melhor por 3 a 1.
Com o resultado, os comandos de Mano Menezes chegaram aos 38 pontos e assumiram a quinta colocação, que será perdida para Botafogo ou Palmeiras nesta quinta. Já a formação carioca caiu para quarto lugar, posição que também pode perder no complemento da 23ª rodada.
Grêmio
Saja; Bustos (Patrício), William, Léo e Hidalgo; Eduardo Costa, Marcelo Labarthe, Tcheco (Adilson) e Diego Souza; Ramón (Sandro Goiano) e Tuta
Técnico: Mano Menezes
Vasco
Silvio Luiz; Vilson (Leandro Bomfim(EX-PORTO)), Julio Santos e Jorge Luiz; Wagner Diniz, Amaral, Perdigão (Roberto Lopes), Marcelinho e Rubens Júnior (EX-PORTO); Leandro Amaral e Alan Kardec (Abuda)
Técnico: Celso Roth
Data: 5/9/2007 (quarta-feira)
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre
GolOs: Bustos (aos 9min), Alan Kardec (aos 15) e Ramon (aos 16min do 1º tempo); Sandro Goiano (aos 25min do 2º
BOTAFOGO EMPATA COM PALMEIRAS
BOTAFOGO 1 X 1 PALMEIRAS
BOTAFOGO
Max; Juninho, Alex, Renato Silva (Moreno); Joilson, Leandro Guerreiro, Coutinho, Lúcio Flavio (Thiago Marin), Athirson (Magno); Reinaldo e Dodô
Técnico: Cuca
PALMEIRAS
Diego Cavalieri; Gustavo, Nen e Dininho; Paulo Sérgio, Wendel, Martinez, Deyvid (Valdivia) e Leandro; Edmundo (Max) e Luiz Henrique (Rodrigão).
Técnico: Caio Júnior
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Assistentes: Renato Miguel Vieira (DF) e Marcelo Bertanha Barison (RS)
Cartões amarelos: Deyvid, Martinez, Valdivia e Leandro (Palmeiras); Juninho (Botafogo)
Gols: Edmundo, aos 41min do 1º tempo, e Leandro Guerreiro, aos 30min do 2º tempo.
quarta-feira, setembro 05, 2007
A FESTA dos bois bumbá
.

O BUMBODROMO DE PARINTINS
Parintins, a bonita cidade amazómica, tem na Festa dos seus "Bois bumbas", a maior manifestaão cultural do ano
Cada apresentação é uma experiência inesquecível. Assiste-se, tudo ao mesmo tempo, uma sumptuosa apresentação musical, uma procissão religiosa, um ritual tribal, um show de bonecos gigantescos, um conto de fadas com poderosos vilões e bravos heróis, uma apresentação folclórica, uma grandiosa festa para a platéia e uma energizante coreografia da “galera” – torcedores do “Boi”. Apesar de ambos os “Bois” – como são chamadas as equipes – contarem a mesma história todas as noites, de forma que você a assiste 6 vezes o mesmo espetáculo, cada noite é diferente, pois as lendas, os rituais, as danças tribais, os bonecos, os trajes, as alegorias, tudo muda, tornando-se num espetáculo completamente novo. Há muitos festivais no Brasil, mas o de Parintins é de longe o maior e mais espetacular. É ao mesmo tempo um show e uma disputa. Há duas equipes competindo – o “Boi” Caprichoso e o “Boi” Garantido.
A FESTA NO BUMBÓDROMO É UMA LOUCURA
O “Boi” é o personagem principal da história que é apresentada todas as noites. O lugar para o festival é uma arena que acomoda 35.000 espectadores. Cada “Boi” tem 3 horas para se apresentar e se você ainda quiser mais, a cidade o aguarda depois das apresentações com comidas, bebidas e baladas. A praça, os inúmeros bares e lugares próximos ao “Bumbódromo” sem hora para fechar, recebem o público ainda cheio de energia para mostrar suas habilidades na dança, nas coreografias e músicas do festival.

O festival folclórico de Parintins segue princípios fundamentais em que expressa a cultura espontânea, evolui exclusiva e livremente através de uma dinâmica própria . Exemplo disso é que não se consegue afirmar, com certeza absoluta, como foi, exatamente, que teria começado. Teria se iniciado quando Lindolfo Monteverde, criador do “Boi” Garantido, teria colocado em prática uma das histórias que ele ouvia de seu avô quando criança? Poderiam ter sido os Irmãos Cid, juntamente com José Furtado Belém, que teriam fundado o “Boi” Caprichoso?
Tanto o “Boi” Garantido quanto o “Boi” Caprichoso, teriam nascido graças às promessas feitas a São João Batista. Por motivos diferentes, mas tendo as promessas sido atendidas cumpririam o que prometiam e, ambos os “Bois”, a partir dali, se apresentariam todos os anos – isso era garantido – diria o Garantido; e no capricho – diria o Caprichoso.
O festival conta a história do Pai Francisco – funcionário da fazenda e sua esposa grávida, a Mãe Catirina, desejosa de comer língua de boi. Pai Francisco mata o melhor boi da fazenda para satisfazer o desejo da esposa. Pai Francisco seria levado à cadeia, mas a história tem um final feliz, com o “Boi” sobrevivendo graças aos rituais do pajé. Pai Francisco é perdoado e tudo acaba numa enorme festa celebrando a vida do “Boi”.
O festival de Parintins começou modestamente. Naqueles dias, eram simples procissões pelas ruas da cidade. Com o passar do tempo, o festival, a história e os personagens foram mudando para incorporar as lendas de índios locais, os rituais, as músicas e as danças. Celebra também o tradicional estilo de vida do caboclo – o homem da amazônia.
a disputa
O festival é também um desafio e o vencedor é escolhido por um júri, que avalia a performance de cada “Boi” em diversas categorias: apresentação do “Boi”, apresentação da tribo indígena, apresentação dos tuxauas – chefes indígenas -, apresentação do rituais xamanísticos, melhor música, melhores alegorias, melhor coreografia etc. Um dos mais fascinantes aspectos do festival é a participação do público que lota o “Bumbódromo” – local onde se apresenta o festival. O apoio da “galera” é uma das categorias julgadas na disputa, então cada “Boi” tem pessoas especialmente designadas para comandar e orquestrar a “galera”. O “Bumbódromo” fica dividido em duas metades, de forma que fãs do Garantido e fãs do Caprichoso ficam nos seus respectivos “territórios”. Durante a apresentação do seu “Boi” os fãs dançam, balançam lenços e candeias. A energia da “galera” vibra com a entrada de cada personagem no “Bumbódromo”. Mas você não pode nunca, jamais, torcer para o outro “Boi” – se você fizer isso, estará contribuindo para a vitória do “Boi” contrário. A disputa é levada a sério aqui, as pessoas tem uma paixão louca pelo seu “Boi”. Todos em Parintins tem raízes voltadas para algum deles, Caprichoso ou Garantido, não há meio termo. Interessante como a “galera” do “Boi” contrário silencia completamente durante uma apresentação, isso porque até mesmo a vaia daria pontos preciosos para o “Boi” que estiver se apresentando e ninguém quer dar pontos para o “contrário”.
Na manhã do quarto dia, o vencedor é anunciado. “Galera” e torcedores do “Boi” vencedor dão início a uma parada improvisada que toma as ruas de Parintins. Este é um momento de muita emoção para ambos os lados – ganhadores e perdedores. A polícia militar está sempre alerta para reforçar a ordem de forma eficiente, evitando qualquer briga ou tumulto.
O BUMBODROMO DE PARINTINS
Parintins, a bonita cidade amazómica, tem na Festa dos seus "Bois bumbas", a maior manifestaão cultural do ano
Cada apresentação é uma experiência inesquecível. Assiste-se, tudo ao mesmo tempo, uma sumptuosa apresentação musical, uma procissão religiosa, um ritual tribal, um show de bonecos gigantescos, um conto de fadas com poderosos vilões e bravos heróis, uma apresentação folclórica, uma grandiosa festa para a platéia e uma energizante coreografia da “galera” – torcedores do “Boi”. Apesar de ambos os “Bois” – como são chamadas as equipes – contarem a mesma história todas as noites, de forma que você a assiste 6 vezes o mesmo espetáculo, cada noite é diferente, pois as lendas, os rituais, as danças tribais, os bonecos, os trajes, as alegorias, tudo muda, tornando-se num espetáculo completamente novo. Há muitos festivais no Brasil, mas o de Parintins é de longe o maior e mais espetacular. É ao mesmo tempo um show e uma disputa. Há duas equipes competindo – o “Boi” Caprichoso e o “Boi” Garantido.
A FESTA NO BUMBÓDROMO É UMA LOUCURA
O “Boi” é o personagem principal da história que é apresentada todas as noites. O lugar para o festival é uma arena que acomoda 35.000 espectadores. Cada “Boi” tem 3 horas para se apresentar e se você ainda quiser mais, a cidade o aguarda depois das apresentações com comidas, bebidas e baladas. A praça, os inúmeros bares e lugares próximos ao “Bumbódromo” sem hora para fechar, recebem o público ainda cheio de energia para mostrar suas habilidades na dança, nas coreografias e músicas do festival.
O festival folclórico de Parintins segue princípios fundamentais em que expressa a cultura espontânea, evolui exclusiva e livremente através de uma dinâmica própria . Exemplo disso é que não se consegue afirmar, com certeza absoluta, como foi, exatamente, que teria começado. Teria se iniciado quando Lindolfo Monteverde, criador do “Boi” Garantido, teria colocado em prática uma das histórias que ele ouvia de seu avô quando criança? Poderiam ter sido os Irmãos Cid, juntamente com José Furtado Belém, que teriam fundado o “Boi” Caprichoso?
Tanto o “Boi” Garantido quanto o “Boi” Caprichoso, teriam nascido graças às promessas feitas a São João Batista. Por motivos diferentes, mas tendo as promessas sido atendidas cumpririam o que prometiam e, ambos os “Bois”, a partir dali, se apresentariam todos os anos – isso era garantido – diria o Garantido; e no capricho – diria o Caprichoso.
O festival conta a história do Pai Francisco – funcionário da fazenda e sua esposa grávida, a Mãe Catirina, desejosa de comer língua de boi. Pai Francisco mata o melhor boi da fazenda para satisfazer o desejo da esposa. Pai Francisco seria levado à cadeia, mas a história tem um final feliz, com o “Boi” sobrevivendo graças aos rituais do pajé. Pai Francisco é perdoado e tudo acaba numa enorme festa celebrando a vida do “Boi”.
O festival de Parintins começou modestamente. Naqueles dias, eram simples procissões pelas ruas da cidade. Com o passar do tempo, o festival, a história e os personagens foram mudando para incorporar as lendas de índios locais, os rituais, as músicas e as danças. Celebra também o tradicional estilo de vida do caboclo – o homem da amazônia.
a disputa
O festival é também um desafio e o vencedor é escolhido por um júri, que avalia a performance de cada “Boi” em diversas categorias: apresentação do “Boi”, apresentação da tribo indígena, apresentação dos tuxauas – chefes indígenas -, apresentação do rituais xamanísticos, melhor música, melhores alegorias, melhor coreografia etc. Um dos mais fascinantes aspectos do festival é a participação do público que lota o “Bumbódromo” – local onde se apresenta o festival. O apoio da “galera” é uma das categorias julgadas na disputa, então cada “Boi” tem pessoas especialmente designadas para comandar e orquestrar a “galera”. O “Bumbódromo” fica dividido em duas metades, de forma que fãs do Garantido e fãs do Caprichoso ficam nos seus respectivos “territórios”. Durante a apresentação do seu “Boi” os fãs dançam, balançam lenços e candeias. A energia da “galera” vibra com a entrada de cada personagem no “Bumbódromo”. Mas você não pode nunca, jamais, torcer para o outro “Boi” – se você fizer isso, estará contribuindo para a vitória do “Boi” contrário. A disputa é levada a sério aqui, as pessoas tem uma paixão louca pelo seu “Boi”. Todos em Parintins tem raízes voltadas para algum deles, Caprichoso ou Garantido, não há meio termo. Interessante como a “galera” do “Boi” contrário silencia completamente durante uma apresentação, isso porque até mesmo a vaia daria pontos preciosos para o “Boi” que estiver se apresentando e ninguém quer dar pontos para o “contrário”.
Na manhã do quarto dia, o vencedor é anunciado. “Galera” e torcedores do “Boi” vencedor dão início a uma parada improvisada que toma as ruas de Parintins. Este é um momento de muita emoção para ambos os lados – ganhadores e perdedores. A polícia militar está sempre alerta para reforçar a ordem de forma eficiente, evitando qualquer briga ou tumulto.
FOI a 5 deSetembro que o AMAZONAS foi elevado a Provincia
.
A ELEVAÇÃO DO AMAZONAS A
PROVINCIA FOI O COROLÁRIO
NATURAL DA GUERRA DA CABANAGEM
DE QUE NOS OCUPAREMOS EM
BREVE.

A região da AMAZÓNIA foi incorporada ao Império do Brasil, na Província do Pará, como Comarca do Alto Amazonas (1824). Ganhou a condição de Província do Amazonas (Lei n° 582, de 5 de setembro de 1850), sendo a Vila da Barra do Rio Negro elevada a cidade com o nome de Manaus (Lei Provincial de 24 de outubro de 1848) e capital (5 de janeiro de 1851).
Em 5 de Setembro de 1850, o Amazonas foi elevado à categoria de província e libertou-se do domínio do Pará. Com a criação da Comarca do Solimões em 1853, que compreendia as Vilas de Fonte Boa, São Paulo de Olivença e Benjamin Constant, Tefé foi escolhida para ser a sede da comarca e seu primeiro juiz foi o Bacharel Felix Gomes do Rego. Vila de Ega foi elevada à categoria de cidade em 15 de Junho de 1855, pela resolução nº. 44 desta mesma data, ficando estabelecido o nome que perdura até hoje o de Tefé,

TEFÉ, NOS DIAS DE HOJE
que foi administrada por superintendentes até 1921 quando passou a ter prefeitos.
A ELEVAÇÃO DO AMAZONAS A
PROVINCIA FOI O COROLÁRIO
NATURAL DA GUERRA DA CABANAGEM
DE QUE NOS OCUPAREMOS EM
BREVE.
A região da AMAZÓNIA foi incorporada ao Império do Brasil, na Província do Pará, como Comarca do Alto Amazonas (1824). Ganhou a condição de Província do Amazonas (Lei n° 582, de 5 de setembro de 1850), sendo a Vila da Barra do Rio Negro elevada a cidade com o nome de Manaus (Lei Provincial de 24 de outubro de 1848) e capital (5 de janeiro de 1851).
Em 5 de Setembro de 1850, o Amazonas foi elevado à categoria de província e libertou-se do domínio do Pará. Com a criação da Comarca do Solimões em 1853, que compreendia as Vilas de Fonte Boa, São Paulo de Olivença e Benjamin Constant, Tefé foi escolhida para ser a sede da comarca e seu primeiro juiz foi o Bacharel Felix Gomes do Rego. Vila de Ega foi elevada à categoria de cidade em 15 de Junho de 1855, pela resolução nº. 44 desta mesma data, ficando estabelecido o nome que perdura até hoje o de Tefé,
TEFÉ, NOS DIAS DE HOJE
que foi administrada por superintendentes até 1921 quando passou a ter prefeitos.
segunda-feira, setembro 03, 2007
domingo, setembro 02, 2007
3ª.JORNADA DA I LIGA PORTUGUESA
.
BENFICA, PORTO E SPORTING
VENCEM

Marítimo 2 - 0 Académica
Naval 0 - 0 V. Setúbal
Sporting 1 - 0 Belenenses
U. Leiria 0 - 3 FC Porto
Nacional 0 - 3 Benfica
Braga, 2 Amadora, 1
P.Ferreira, 1 Boavista,1
NACIONAL,0 BENFIA,3
Benfica goleia Nacional
Na semana em que carimbou passaporte para a Champions, o Benfica foi à Madeira golear o Nacional (3-0) com dois tentos de Cardozo e um de Rui Costa. Primeira vitória dos encarnados no campeonato.
Não é novidade que as vitórias fazem bem às equipas, transmitem-lhes maior confiança. A qualificação para a Liga dos Campeões foi um tónico importante para a equipa agora dirigida por Jose António Camacho, que construiu uma goleada (escassa) no difícil terreno do Nacional, equipa que tem por hábito dificultar a vida aos «grandes».
O Benfica entrou a mandar no jogo e criou a primeira situação de perigo logo aos dois minutos. Grande jogada de Di Maria (esteve em grande plano), boa assistência para Cardozo, mas este falha a finalização. O Benfica pressionava em busca do golo, o mesmo Di Maria, aos 15 m, obrigou Diego a defesa apertada, na transformação de um livre, até que, aos 17 m, o guarda-redes do Nacional comete uma fífia numa (má) reposição da bola em jogo, colocando-a nos pés de Cardozo, que aproveitou a «benesse» para inaugurar o marcador. O Nacional respondeu de imediato, equilibrou o jogo, mas só por uma vez criou perigo para a baliza encarnada, aos 31 m, quando Fellype Gabriel obrigou Quim a ceder canto.
Estádio da Madeira, no Funchal
Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal)
NACIONAL – Diego; Patacas, Ávalos, Ricardo Fernandes e Alonso; Cléber, Bruno Amaro (José Vítor, 46 m), Fellype Gabriel e Juliano; Edu Sales (Cássio, 46 m) e Lipatin (Ricardo Pateiro, 73 m).
BENFICA – Quim; Luís Filipe, Miguel Vítor, Katsouranis e Léo; Maxi Pereira, Petit, Rui Costa e Di Maria (Romeu Ribeiro, 83 m); Nuno Gomes (Cristian Rodriguez, 64 m) e Cardozo.
Ao intervalo: 0-1
Golos: 0-1, Oscar Cardozo (17 m); 0-2, Rui Costa (69 m); 0-3, Oscar Cardozo (76 m, de grande penalidade).
Resultado final: 0-3
Cartão amarelo a Cléber, Miguel Vítor, Katsouranis, Diego e Romeu Ribeiro.
CLASSIFICAÇÃO
1. Marítimo 9 3
2. FC Porto 9 3
3. Sporting 6 3
4. Sp. Braga 6 3
5. Benfica 5 3
6. E. Amadora 4 3
7. V. Guimarães 3 3
8. V. Setúbal 3 3
9. Leixões 3 3
10. Boavista 2 3
11. P. Ferreira 2 3
12. U. Leiria 2 3
13. Naval 2 3
14. Nacional 2 3
15. Belenenses 1 3
16. Académica 1 3
A PRÓXIMA JORNADA SERÁ SÓ DIA 16
LIGA – 4 ª JORNADA
Boavista - Leixões
Académica - P. Ferreira
F.C. Porto - Marítimo
Belenenses - U. Leiria
E. Amadora - Sporting
V. Setúbal - Sp. Braga
Benfica - Naval
V. Guimarães - Nacional
BENFICA, PORTO E SPORTING
VENCEM
Marítimo 2 - 0 Académica
Naval 0 - 0 V. Setúbal
Sporting 1 - 0 Belenenses
U. Leiria 0 - 3 FC Porto
Nacional 0 - 3 Benfica
Braga, 2 Amadora, 1
P.Ferreira, 1 Boavista,1
NACIONAL,0 BENFIA,3
Benfica goleia Nacional
Na semana em que carimbou passaporte para a Champions, o Benfica foi à Madeira golear o Nacional (3-0) com dois tentos de Cardozo e um de Rui Costa. Primeira vitória dos encarnados no campeonato.
Não é novidade que as vitórias fazem bem às equipas, transmitem-lhes maior confiança. A qualificação para a Liga dos Campeões foi um tónico importante para a equipa agora dirigida por Jose António Camacho, que construiu uma goleada (escassa) no difícil terreno do Nacional, equipa que tem por hábito dificultar a vida aos «grandes».
O Benfica entrou a mandar no jogo e criou a primeira situação de perigo logo aos dois minutos. Grande jogada de Di Maria (esteve em grande plano), boa assistência para Cardozo, mas este falha a finalização. O Benfica pressionava em busca do golo, o mesmo Di Maria, aos 15 m, obrigou Diego a defesa apertada, na transformação de um livre, até que, aos 17 m, o guarda-redes do Nacional comete uma fífia numa (má) reposição da bola em jogo, colocando-a nos pés de Cardozo, que aproveitou a «benesse» para inaugurar o marcador. O Nacional respondeu de imediato, equilibrou o jogo, mas só por uma vez criou perigo para a baliza encarnada, aos 31 m, quando Fellype Gabriel obrigou Quim a ceder canto.
Estádio da Madeira, no Funchal
Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal)
NACIONAL – Diego; Patacas, Ávalos, Ricardo Fernandes e Alonso; Cléber, Bruno Amaro (José Vítor, 46 m), Fellype Gabriel e Juliano; Edu Sales (Cássio, 46 m) e Lipatin (Ricardo Pateiro, 73 m).
BENFICA – Quim; Luís Filipe, Miguel Vítor, Katsouranis e Léo; Maxi Pereira, Petit, Rui Costa e Di Maria (Romeu Ribeiro, 83 m); Nuno Gomes (Cristian Rodriguez, 64 m) e Cardozo.
Ao intervalo: 0-1
Golos: 0-1, Oscar Cardozo (17 m); 0-2, Rui Costa (69 m); 0-3, Oscar Cardozo (76 m, de grande penalidade).
Resultado final: 0-3
Cartão amarelo a Cléber, Miguel Vítor, Katsouranis, Diego e Romeu Ribeiro.
CLASSIFICAÇÃO
1. Marítimo 9 3
2. FC Porto 9 3
3. Sporting 6 3
4. Sp. Braga 6 3
5. Benfica 5 3
6. E. Amadora 4 3
7. V. Guimarães 3 3
8. V. Setúbal 3 3
9. Leixões 3 3
10. Boavista 2 3
11. P. Ferreira 2 3
12. U. Leiria 2 3
13. Naval 2 3
14. Nacional 2 3
15. Belenenses 1 3
16. Académica 1 3
A PRÓXIMA JORNADA SERÁ SÓ DIA 16
LIGA – 4 ª JORNADA
Boavista - Leixões
Académica - P. Ferreira
F.C. Porto - Marítimo
Belenenses - U. Leiria
E. Amadora - Sporting
V. Setúbal - Sp. Braga
Benfica - Naval
V. Guimarães - Nacional
sábado, setembro 01, 2007
BRASILEIRÃO
-
SÃO PAULO A ARRASAR 6-0,
VASCO SÓ EMPATA COM
O FLU, CRUZEIRO VENCE
DE GOLEADA O PALMEIRAS
(5-0)

O CRUZEIRO ESTEVE IMPARÁVEL E ESMAGOU O PALMEIRAS 5-0
Domingo, 02/09/2007
> Goiás 2 x 1 Figueirense
> Fluminense 1 x 1 Vasco
> Náutico 1 x 1 Internacional
> Corinthians 2 x 0 Santos
> Grêmio 3 x 0 Botafogo
> Cruzeiro 5 x 0 Palmeiras
> Atlético-PR 1 x 0 Atlético-MG
Sábado, 01/09/2007
> São Paulo 6 x 0 Paraná
> América-RN 0 x 3 Juventude
> Flamengo 1 x 1 Sport
SÃO PAULO, 6 PARANÁ. 0

DAGOBERTO 2 GOLOS
Futebol de campeão. De pentacampeão. Foi o que o São Paulo mostrou neste sábado à noite, no Morumbi, contra o Paraná Clube. O Tricolor surrou o adversário sem dó, 6 a 0, e mostrou por que é o líder e favoritíssimo ao título do Brasileirão 2007, que seria o quinto de sua história. Com os seis gols, o São Paulo estabelece a maior goleada deste Brasileirão e mostra que o time não é bom só na defesa.
Com o resultado, o São Paulo vai a 50 pontos, e segue tranqüilo, isolado na liderança no Nacional. Já o Paraná permanece com 28 pontos e, dependendo dos jogos deste domingo, pode terminar a rodada bem perto da zona de rebaixamento.
SÃO PAULO 6 x 0 PARANÁ CLUBE
SÃO PAULO
Rogério Ceni
André Dias
Breno
Miranda (Júnior)
Souza
Hernanes
Richarlyson
Leandro
Jorge Wagner
Dagoberto (Hugo)
Aloísio (Borges)
T: Muricy Ramalho
PARANÁ
Jan
Daniel Marques
Toninho (Batista)
Neguette
Alex
Adriano (Goiano)
Beto
Everton
Élvis (Araújo)
Vandinho
Josiel
T: Lori Sandri Gols: Aloísio, 28, Dagoberto, 33, Souza, 37 minutos do primeiro tempo; Dagoberto, 17, Aloísio, 22, Leandro, 33 minutos do segundo tempo
VASCO, 1 FLUMINENSE,1

CONCA NÃO EVITA EMPATE DO VASCO
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Rafael (Cícero), Luiz Alberto, Thiago Silva e Junior César; Fabinho, Arouca, David (Soares) e Thiago Neves; Somália e Rodrigo Tiuí (Alex Dias)
Técnico: Renato Gaúcho
VASCO
Silvio Luiz; Vilson, Julio Santos e Jorge Luiz; Wagner Diniz, Amaral, Perdigão (Leandro Bonfim (EX-PORTO), Conca e Guilherme (Alan Kardec); Marcelinho (Xavier) e Leandro Amaral
Técnico: Celso Roth
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
GolOs: Conca, aos 37min do primeiro tempo; Cícero, aos 33min do segundo tempo
CLASSIFICAÇÃO
1 São Paulo 50 23
2 Cruzeiro 42 22
3 Vasco 39 22
4 Botafogo 38 23
5 Santos 36 23
6 Palmeiras 36 23
7 Grêmio 35 23
8 Goiás 33 23
9 Sport 32 23
10 Internacional 32 23
11 Atlético-MG 31 23
12 Fluminense 31 23
13 Corinthians 30 23
14 Figueirense 28 23
15 Paraná Clube 28 23
16 Atlético-PR 26 23
17 Flamengo 26 21
18 Juventude 23 23
19 Náutico-PE 21 23
20 América-RN 10 23
SÃO PAULO A ARRASAR 6-0,
VASCO SÓ EMPATA COM
O FLU, CRUZEIRO VENCE
DE GOLEADA O PALMEIRAS
(5-0)
O CRUZEIRO ESTEVE IMPARÁVEL E ESMAGOU O PALMEIRAS 5-0
Domingo, 02/09/2007
> Goiás 2 x 1 Figueirense
> Fluminense 1 x 1 Vasco
> Náutico 1 x 1 Internacional
> Corinthians 2 x 0 Santos
> Grêmio 3 x 0 Botafogo
> Cruzeiro 5 x 0 Palmeiras
> Atlético-PR 1 x 0 Atlético-MG
Sábado, 01/09/2007
> São Paulo 6 x 0 Paraná
> América-RN 0 x 3 Juventude
> Flamengo 1 x 1 Sport
SÃO PAULO, 6 PARANÁ. 0
DAGOBERTO 2 GOLOS
Futebol de campeão. De pentacampeão. Foi o que o São Paulo mostrou neste sábado à noite, no Morumbi, contra o Paraná Clube. O Tricolor surrou o adversário sem dó, 6 a 0, e mostrou por que é o líder e favoritíssimo ao título do Brasileirão 2007, que seria o quinto de sua história. Com os seis gols, o São Paulo estabelece a maior goleada deste Brasileirão e mostra que o time não é bom só na defesa.
Com o resultado, o São Paulo vai a 50 pontos, e segue tranqüilo, isolado na liderança no Nacional. Já o Paraná permanece com 28 pontos e, dependendo dos jogos deste domingo, pode terminar a rodada bem perto da zona de rebaixamento.
SÃO PAULO 6 x 0 PARANÁ CLUBE
SÃO PAULO
Rogério Ceni
André Dias
Breno
Miranda (Júnior)
Souza
Hernanes
Richarlyson
Leandro
Jorge Wagner
Dagoberto (Hugo)
Aloísio (Borges)
T: Muricy Ramalho
PARANÁ
Jan
Daniel Marques
Toninho (Batista)
Neguette
Alex
Adriano (Goiano)
Beto
Everton
Élvis (Araújo)
Vandinho
Josiel
T: Lori Sandri Gols: Aloísio, 28, Dagoberto, 33, Souza, 37 minutos do primeiro tempo; Dagoberto, 17, Aloísio, 22, Leandro, 33 minutos do segundo tempo
VASCO, 1 FLUMINENSE,1
CONCA NÃO EVITA EMPATE DO VASCO
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Rafael (Cícero), Luiz Alberto, Thiago Silva e Junior César; Fabinho, Arouca, David (Soares) e Thiago Neves; Somália e Rodrigo Tiuí (Alex Dias)
Técnico: Renato Gaúcho
VASCO
Silvio Luiz; Vilson, Julio Santos e Jorge Luiz; Wagner Diniz, Amaral, Perdigão (Leandro Bonfim (EX-PORTO), Conca e Guilherme (Alan Kardec); Marcelinho (Xavier) e Leandro Amaral
Técnico: Celso Roth
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
GolOs: Conca, aos 37min do primeiro tempo; Cícero, aos 33min do segundo tempo
CLASSIFICAÇÃO
1 São Paulo 50 23
2 Cruzeiro 42 22
3 Vasco 39 22
4 Botafogo 38 23
5 Santos 36 23
6 Palmeiras 36 23
7 Grêmio 35 23
8 Goiás 33 23
9 Sport 32 23
10 Internacional 32 23
11 Atlético-MG 31 23
12 Fluminense 31 23
13 Corinthians 30 23
14 Figueirense 28 23
15 Paraná Clube 28 23
16 Atlético-PR 26 23
17 Flamengo 26 21
18 Juventude 23 23
19 Náutico-PE 21 23
20 América-RN 10 23
sexta-feira, agosto 31, 2007
TAÇA UEFA - SORTEIO
.
NA TAÇA UEFA DESTA
ÉPOCA VÃO ESTAR
4 CLUBES PORTUGUESES.
NO SORTEIO DE HOJE
A TODOS CALHARAM ADVER-
SÁRIOS MUITO DIFICEIS
.
Eis o sorteio completo:
Grupo 1
Sevilha/AEK (Esp/Gre) - Salzburgo (Aus)
Nuremberga (Ale) - Rapid Bucareste (Rom)
Midtjylland (Din) - Lokomotiv Moscovo (Rus)
Groningen (Hol) - Fiorentina (Ita)
Rabotnicki (Mac) - Bolton (Ing)
Grupo 2
Everton (Ing) - Metalist Kharkiv (Ucr)
Zenit (Rus) - Standard Liège (Bel)
B. Leverkusen (Ale) - U. LEIRIA (POR)
Villarreal (Esp) – Galatasaray (Tur)
Sion (Sui) - BATE Borisov (Bie)
Grupo 3
Atl. Madrid (Esp) - Erciyesspor (Tur)
Bordéus (Fra) - Tampere (Fin)
Panathinaikos (Gre) - Artmedia (Esl)
Sparta Praga (RCh) – Odense (Din)
FC Zurique (Sui) - Empoli (Ita)
Grupo 4
Sochaux (Fra) - Panionios (Gre)
Rapid Viena (Aus) - Anderlecht (Bel)
P. FERREIRA (POR) - AZ Alkmaar (Hol)
Sampdoria (Ita) - Aalborg (Din)
Spartak Moscovo (Rus) - Hacken (Sue)
Grupo 5
Hammarby (Sue) - SP. BRAGA (POR)
Larissa (Gre) - Blackburn (Ing)
M. Boleslav (RCh) - Palermo (Ita)
Dinamo Zagreb (Cro) - Ajax (Hol)
Rennes (Fra) - Lokomotiv Sófia (Bul)
Grupo 6
Brann (Nor) - Club Brugge (Bel)
Bayern (Ale) - BELENENSES (POR)
Aberdeen (Esc) - Dnipro Dniepr. (Ucr)
Heerenveen (Hol) - Helsingborgs (Sue)
Toulouse (Fra) - CSKA Sófia (Bul)
Grupo 7
Hamburgo (Ale) - Litex Lovetch (Bul)
FK Sarajevo (Bos) - Basileia (Sui)
Áustria Viena (Aus) - Valerenga (Nor)
AIK Estocolmo (Sue) - Hapoel Telavive (Isr)
Aris (Gre) - Saragoça (Esp)
Grupo 8
Din. Bucareste (Rom) - Elfsborg (Sue)
Tottenham (Ing) - Anorthosis F. (Chi)
Lens (Fran) - FC Copenhaga (Din)
Getafe (Esp) - FC Twente (Hol)
Groclin (Pol) - Estrela Vermelha (Ser)
NA TAÇA UEFA DESTA
ÉPOCA VÃO ESTAR
4 CLUBES PORTUGUESES.
NO SORTEIO DE HOJE
A TODOS CALHARAM ADVER-
SÁRIOS MUITO DIFICEIS
.
Eis o sorteio completo:
Grupo 1
Sevilha/AEK (Esp/Gre) - Salzburgo (Aus)
Nuremberga (Ale) - Rapid Bucareste (Rom)
Midtjylland (Din) - Lokomotiv Moscovo (Rus)
Groningen (Hol) - Fiorentina (Ita)
Rabotnicki (Mac) - Bolton (Ing)
Grupo 2
Everton (Ing) - Metalist Kharkiv (Ucr)
Zenit (Rus) - Standard Liège (Bel)
B. Leverkusen (Ale) - U. LEIRIA (POR)
Villarreal (Esp) – Galatasaray (Tur)
Sion (Sui) - BATE Borisov (Bie)
Grupo 3
Atl. Madrid (Esp) - Erciyesspor (Tur)
Bordéus (Fra) - Tampere (Fin)
Panathinaikos (Gre) - Artmedia (Esl)
Sparta Praga (RCh) – Odense (Din)
FC Zurique (Sui) - Empoli (Ita)
Grupo 4
Sochaux (Fra) - Panionios (Gre)
Rapid Viena (Aus) - Anderlecht (Bel)
P. FERREIRA (POR) - AZ Alkmaar (Hol)
Sampdoria (Ita) - Aalborg (Din)
Spartak Moscovo (Rus) - Hacken (Sue)
Grupo 5
Hammarby (Sue) - SP. BRAGA (POR)
Larissa (Gre) - Blackburn (Ing)
M. Boleslav (RCh) - Palermo (Ita)
Dinamo Zagreb (Cro) - Ajax (Hol)
Rennes (Fra) - Lokomotiv Sófia (Bul)
Grupo 6
Brann (Nor) - Club Brugge (Bel)
Bayern (Ale) - BELENENSES (POR)
Aberdeen (Esc) - Dnipro Dniepr. (Ucr)
Heerenveen (Hol) - Helsingborgs (Sue)
Toulouse (Fra) - CSKA Sófia (Bul)
Grupo 7
Hamburgo (Ale) - Litex Lovetch (Bul)
FK Sarajevo (Bos) - Basileia (Sui)
Áustria Viena (Aus) - Valerenga (Nor)
AIK Estocolmo (Sue) - Hapoel Telavive (Isr)
Aris (Gre) - Saragoça (Esp)
Grupo 8
Din. Bucareste (Rom) - Elfsborg (Sue)
Tottenham (Ing) - Anorthosis F. (Chi)
Lens (Fran) - FC Copenhaga (Din)
Getafe (Esp) - FC Twente (Hol)
Groclin (Pol) - Estrela Vermelha (Ser)
A 31 DE AGOSTO DE 1763...
.
A CAPITAL DO ENTÃO BRASIL
COLÓNIA, MUDOU DA BAÍA
PARA O RIO DE JANEIRO
Em 1763, o ministro português Marquês de Pombal transferiu a sede da colônia para o Rio de Janeiro, onde Salvador até esta data ocupava esta condição.

Rio de Janeiro foi a capital do Brasil de 1763 a 1960, quando o governo foi transferido para Brasília, mas se mantém a segunda maior cidade do país, depois de São Paulo. Entre 1808 e 1815 foi a capital do Reino de Portugal e dos Algarves, como era oficialmente designado Portugal na época. Entre 1815 e abril de 1821, foi a capital do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves após a elevação do Brasil a parte integrante do Reino Unido.
Passou a ser a capital do Brasil independente em 1822
A CAPITAL DO ENTÃO BRASIL
COLÓNIA, MUDOU DA BAÍA
PARA O RIO DE JANEIRO
Em 1763, o ministro português Marquês de Pombal transferiu a sede da colônia para o Rio de Janeiro, onde Salvador até esta data ocupava esta condição.
Rio de Janeiro foi a capital do Brasil de 1763 a 1960, quando o governo foi transferido para Brasília, mas se mantém a segunda maior cidade do país, depois de São Paulo. Entre 1808 e 1815 foi a capital do Reino de Portugal e dos Algarves, como era oficialmente designado Portugal na época. Entre 1815 e abril de 1821, foi a capital do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves após a elevação do Brasil a parte integrante do Reino Unido.
Passou a ser a capital do Brasil independente em 1822
quarta-feira, agosto 29, 2007
brasileirão -
.
FLA E BOTAFOGO EMPATAM 1-1,
SÃO PAULO VENCE O PALMEIRAS 1-0
ATLETICO MG,3-0 CORINTHIANS.
VASCO GOLEIA NAUTICO (4-1)
Vasco goleia o Náutico no Caldeirão
Time cruzmaltino completa um ano sem perder em São Januário e segue na briga pelo título

DARIO CONCA DO VASCO ATACA A META DO NAUTICO
O Vasco conseguiu chegar a um ano de invencibilidade em seu estádio com uma vitória espetacular. A equipe venceu o Náutico por 4 a 1 e pulou para a terceira posição do Campeonato Brasileiro, com 38 pontos. Por sua vez, o Timbu segue na zona de rebaixamento, com 20. Na próxima rodada, o time cruzmaltino encara o Fluminense, enquanto o Náutico recebe o Internacional.
Com a vitória, a equipe da Colina está há nove partidas invicta, sendo oito pelo Brasileirão e uma pela Sul-Americana. Com o gol marcado, Leandro Amaral chegou ao seu oitavo tento no torneio
VASCO
Silvio Luiz; Vilson, Jorge Luiz e Rubens Júnior; Wagner Diniz, Amaral, Andrade, Conca e Guilherme (Xavier); Abuda (Marcelinho) e Leandro Amaral (Alan Kardec)
Técnico: Celso Roth
NÁUTICO
Eduardo; Onildo, Toninho e Everaldo (Marcelinho); Sidny, Daniel Paulista (Tales), Elicarlos, Radamés (Fábio Saci), Geraldo e Júlio César; Ferreira
Técnico: Roberto Fernandes
Local: estádio de São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Luiz Alberto Sardinha Bites (GO)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Helberth Costa Andrade (MG)
Golos: Leandro Amaral, aos 21min do primeiro tempo; Marcelinho (N), aos 11min, Marcelinho (V), aos 31min, Rubens Júnior, aos 41min e Marcelinho (V), aos 44min do segundo tempo
FLA, 1 BOTAFOGO,1
No quinto clássico entre Botafogo e Flamengo neste ano, a rotina de empates esteve muito perto de ser quebrada. No entanto, com muitas chances desperdiçadas e até um pênalti defendido, os rivais ficaram no 1 a 1 na noite desta quarta-feira, no Maracanã. O resultado acabou sendo ruim para os dois times, que viram atrapalhadas as suas pretensões no Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o Botafogo (3°) ficou com 38 pontos, perdendo a oportunidade de chegar à vice-liderança e seguir colado no primeiro colocado (São Paulo). O Flamengo está em 16°, com 25 pontos, e corre o risco de entrar novamente na zona de rebaixamento dependendo do resultado do jogo entre Santos e Atlético-PR, nesta quinta.
Na próxima rodada, o Flamengo segue a sua seqüência de jogos no Maracanã. O adversário desta vez será o Sport, no sábado, às 18h10. No domingo, o Botafogo viaja até Porto Alegre, onde encara o Grêmio às 16h, no estádio Olímpico.
BOTAFOGO
Max; Alessandro (Reinaldo), Renato Silva, Juninho e Joilson (Adriano Felício) (Edson Junior); Leandro Guerreiro, Túlio, Lúcio Flávio e Zé Roberto; Jorge Henrique e Dodô
Técnico: Cuca
FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Cristian, Ibson (ex-PORTO) e Toró (Obina); Renato Augusto (Paulo Sérgio) e Souza (Rodrigo Arroz)
Técnico: Joel Santana
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: José Henrique Carvalho (SP)
Assistentes: Aristeu Leonardo Tavares (RJ/Fifa) e Dibert Pedrosa Moisés (RJ)
Cartões Amarelos: Juninho (B), Ronaldo Angelim (F), Renato Silva (B), Rodrigo Arroz (F), Fabio Luciano (F)
Gols: Juan, aos 34min do primeiro tempo; Jorge Henrique, aos 13min do segundo tempo
UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s)

Quinta, 30/08/2007
> Santos 3 x 1 Atlético-PR
> Vasco 4 x 1 Náutico
Quarta, 29/08/2007
> Sport 2 x 0 Grêmio
> Internacional 1 x 4 Fluminense
> Atlético-MG 5 x 2 Corinthians
> Palmeiras 0 x 1 São Paulo
> Botafogo 1 x 1 Flamengo
> Figueirense 3 x 1 América-RN
> Paraná 2 x 2 Cruzeiro
> Juventude 2 x 0 Goiás
CLASSIFICAÇÃO
01 São Paulo 47 22
02 Cruzeiro 39 21
03 Vasco 38 21
04 Botafogo 38 22
05 Santos 36 22
06 Palmeiras 36 22
07 Grêmio 32 22
08 Atlético-MG 31 22
09 Sport 31 22
10 Internacional 31 22
11 Goiás 30 22
12 Fluminense 30 22
13 Paraná 28 22
14 Figueirense 28 22
15 Corinthians 27 22
16 Flamengo 25 20
17 Atlético-PR 23 22
18 Náutico 20 22
19 Juventude 20 22
20 América-RN 10 22
FLA E BOTAFOGO EMPATAM 1-1,
SÃO PAULO VENCE O PALMEIRAS 1-0
ATLETICO MG,3-0 CORINTHIANS.
VASCO GOLEIA NAUTICO (4-1)
Vasco goleia o Náutico no Caldeirão
Time cruzmaltino completa um ano sem perder em São Januário e segue na briga pelo título
DARIO CONCA DO VASCO ATACA A META DO NAUTICO
O Vasco conseguiu chegar a um ano de invencibilidade em seu estádio com uma vitória espetacular. A equipe venceu o Náutico por 4 a 1 e pulou para a terceira posição do Campeonato Brasileiro, com 38 pontos. Por sua vez, o Timbu segue na zona de rebaixamento, com 20. Na próxima rodada, o time cruzmaltino encara o Fluminense, enquanto o Náutico recebe o Internacional.
Com a vitória, a equipe da Colina está há nove partidas invicta, sendo oito pelo Brasileirão e uma pela Sul-Americana. Com o gol marcado, Leandro Amaral chegou ao seu oitavo tento no torneio
VASCO
Silvio Luiz; Vilson, Jorge Luiz e Rubens Júnior; Wagner Diniz, Amaral, Andrade, Conca e Guilherme (Xavier); Abuda (Marcelinho) e Leandro Amaral (Alan Kardec)
Técnico: Celso Roth
NÁUTICO
Eduardo; Onildo, Toninho e Everaldo (Marcelinho); Sidny, Daniel Paulista (Tales), Elicarlos, Radamés (Fábio Saci), Geraldo e Júlio César; Ferreira
Técnico: Roberto Fernandes
Local: estádio de São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Luiz Alberto Sardinha Bites (GO)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Helberth Costa Andrade (MG)
Golos: Leandro Amaral, aos 21min do primeiro tempo; Marcelinho (N), aos 11min, Marcelinho (V), aos 31min, Rubens Júnior, aos 41min e Marcelinho (V), aos 44min do segundo tempo
FLA, 1 BOTAFOGO,1
No quinto clássico entre Botafogo e Flamengo neste ano, a rotina de empates esteve muito perto de ser quebrada. No entanto, com muitas chances desperdiçadas e até um pênalti defendido, os rivais ficaram no 1 a 1 na noite desta quarta-feira, no Maracanã. O resultado acabou sendo ruim para os dois times, que viram atrapalhadas as suas pretensões no Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o Botafogo (3°) ficou com 38 pontos, perdendo a oportunidade de chegar à vice-liderança e seguir colado no primeiro colocado (São Paulo). O Flamengo está em 16°, com 25 pontos, e corre o risco de entrar novamente na zona de rebaixamento dependendo do resultado do jogo entre Santos e Atlético-PR, nesta quinta.
Na próxima rodada, o Flamengo segue a sua seqüência de jogos no Maracanã. O adversário desta vez será o Sport, no sábado, às 18h10. No domingo, o Botafogo viaja até Porto Alegre, onde encara o Grêmio às 16h, no estádio Olímpico.
BOTAFOGO
Max; Alessandro (Reinaldo), Renato Silva, Juninho e Joilson (Adriano Felício) (Edson Junior); Leandro Guerreiro, Túlio, Lúcio Flávio e Zé Roberto; Jorge Henrique e Dodô
Técnico: Cuca
FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Cristian, Ibson (ex-PORTO) e Toró (Obina); Renato Augusto (Paulo Sérgio) e Souza (Rodrigo Arroz)
Técnico: Joel Santana
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: José Henrique Carvalho (SP)
Assistentes: Aristeu Leonardo Tavares (RJ/Fifa) e Dibert Pedrosa Moisés (RJ)
Cartões Amarelos: Juninho (B), Ronaldo Angelim (F), Renato Silva (B), Rodrigo Arroz (F), Fabio Luciano (F)
Gols: Juan, aos 34min do primeiro tempo; Jorge Henrique, aos 13min do segundo tempo
UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s)
Quinta, 30/08/2007
> Santos 3 x 1 Atlético-PR
> Vasco 4 x 1 Náutico
Quarta, 29/08/2007
> Sport 2 x 0 Grêmio
> Internacional 1 x 4 Fluminense
> Atlético-MG 5 x 2 Corinthians
> Palmeiras 0 x 1 São Paulo
> Botafogo 1 x 1 Flamengo
> Figueirense 3 x 1 América-RN
> Paraná 2 x 2 Cruzeiro
> Juventude 2 x 0 Goiás
CLASSIFICAÇÃO
01 São Paulo 47 22
02 Cruzeiro 39 21
03 Vasco 38 21
04 Botafogo 38 22
05 Santos 36 22
06 Palmeiras 36 22
07 Grêmio 32 22
08 Atlético-MG 31 22
09 Sport 31 22
10 Internacional 31 22
11 Goiás 30 22
12 Fluminense 30 22
13 Paraná 28 22
14 Figueirense 28 22
15 Corinthians 27 22
16 Flamengo 25 20
17 Atlético-PR 23 22
18 Náutico 20 22
19 Juventude 20 22
20 América-RN 10 22
BENFICA, apurou-se esta noite para a CHAMPIONS
.

Benfica está na fase de grupos da Champions

O Benfica ganhou ao FC Copenhaga por 1-0 (venceu na Luz por 2-1, «bis» de Rui Costa) e está na fase de grupos da Liga dos Campeões, cujo sorteio se realiza esta quinta-feira, no Mónaco. Katsouranis foi o autor do golo da vitória na capital da Dinamarca.
Camacho estreou-se com êxito neste seu regresso ao Benfica. A passagem à fase de grupos dos Campeões é um passo muito importante para o clube da águia, quer no aspecto desportivo quer financeiro. A vantagem (2-1) no primeiro jogo conferia vantagem aos encarnados para o embate desta noite, mas não foi fácil ultrapassar os dinamarqueses do FC Copenhaga...
O técnico do Benfica, sem contar com Luisão (lesionado), voltou a apostar em Miguel Vítor para o eixo da defesa e o «miúdo» esteve à altura do que lhe foi exigido. Camacho fez ainda mais duas alterações no «onze», com as entradas de Di María e Luís Filipe para os lugares de Nuno Assis e Fábio Coentrão.
O primeiro quarto de hora foi de grande sufoco para o Benfica, quase sem tempo para respirar, pressionado pelo futebol directo e rápido dos dinamarqueses, que desfrutaram de duas boas ocasiões para inaugurar o marcador (6 e 10 m), valendo na primeira a intervenção de Léo (na linha de golo...) e na segunda a de Cardozo, que foi lá atrás evitar males maiores para a baliza de Quim.
Contra a corrente do jogo, o Benfica chegou à vantagem aos 17 minutos. Livre estudado e muito bem marcado por Rui Costa, para a entrada da área, com Nuno Gomes a assistir Katsouranis para o desvio final. Depois de 15 minutos de muito sofrimento, o Benfica revelou-se mais eficaz que os dinamarqueses e conseguiu libertar-se da pressão inicial, tanto mais que ficou em larga vantagem na eliminatória (o FC Copenhaga precisava agora de marcar dois golos para forçar o prolongamento). O golo tranquilizou as hostes encarnadas e em particular os jogadores, que passaram a afoitar-se mais em terrenos adiantados, ao invés do que sucedera anteriormente.
O Benfica sofreu mas conseguiu o seu objectivo, que era marcar presença na Liga milionária.
Parken Stadium, em Copenhaga (Dinamarca)
FC COPENHAGA – Christiansen; Kvist, Gravgaard, Hangeland e Jensen; Wurtz (Sionko, 58 m), Noregaard, Silberbauer e Hutchinson; Nordstrand (Ailton Almeida, 74 m) e Allback.
BENFICA – Quim; Nélson (Nuno Assis, 46 m), Miguel Vítor, Katsouranis e Léo; Petit; Luís Filipe, Rui Costa e Di María (Romeu Ribeiro, 73 m); Nuno Gomes (Bergessio, 90 m) e Cardozo.
Ao intervalo: 0-1
Golo: Katsouranis (17 m)
Resultado final: 0-1
Benfica (venceu por 2-1 na primeira mão) está na fase de grupos da Liga dos Campeões, cujo sorteio se realiza amanhã no Mónaco.
a PARTIR DE AGORA PORTUGAL ICA COM 3 REPRESENTANTES NA FASE DE GRUPOS
O FC Porto, Sporting e Benfica, vão amanhã conhecer os seus adversários e uma certeza é que vão ter de fazer frente alguns dos principais colossos da Europa, como são os casos do Inter, Deco e Pelé, Manchester United, Nani e Cristiano Ronaldo, Barcelona, Deco, Chelsea, Hilário, Paulo Ferreira e Ricardo Carvalho, e Real Madrid, Pepe.
Equipas presentes no sorteio:
POTE 1:
AC Milan (Ita)
Barcelona (Esp)
Liverpool (Ing)
Inter Milão (Ita)
Arsenal (Ing)
Real Madrid (Esp)
Manchester United (Ing)
Chelsea (Ing)
POTE 2:
Valência (Esp)
Lyon (Fra)
FC Porto (POR)
Sevilha (Esp) ou AEK Atenas (Gre)
PSV Eindhoven (Hol)
AS Roma (Ita)
Benfica (POR)
Werder Bremen (Ale)
POTE 3:
Celtic (Esc)
Schalke 04 (Ale)
Estugarda (Ale)
Steaua Bucareste (Rom)
CSKA Moscovo (Rus)
Sporting (POR)
Lazio (Ita)
Marselha (Fra)
POTE 4:
Glasgow Rangers (Esc)
Shakhtar Donetsk (Ucr)
Besiktas (Tur)
Olympiakos (Gre)
Dínamo Kiev (Ucr)
Fenerbahce (Tur)
Slávia Praga (Che)
Rosenborg (Nor)
Benfica está na fase de grupos da Champions
O Benfica ganhou ao FC Copenhaga por 1-0 (venceu na Luz por 2-1, «bis» de Rui Costa) e está na fase de grupos da Liga dos Campeões, cujo sorteio se realiza esta quinta-feira, no Mónaco. Katsouranis foi o autor do golo da vitória na capital da Dinamarca.
Camacho estreou-se com êxito neste seu regresso ao Benfica. A passagem à fase de grupos dos Campeões é um passo muito importante para o clube da águia, quer no aspecto desportivo quer financeiro. A vantagem (2-1) no primeiro jogo conferia vantagem aos encarnados para o embate desta noite, mas não foi fácil ultrapassar os dinamarqueses do FC Copenhaga...
O técnico do Benfica, sem contar com Luisão (lesionado), voltou a apostar em Miguel Vítor para o eixo da defesa e o «miúdo» esteve à altura do que lhe foi exigido. Camacho fez ainda mais duas alterações no «onze», com as entradas de Di María e Luís Filipe para os lugares de Nuno Assis e Fábio Coentrão.
O primeiro quarto de hora foi de grande sufoco para o Benfica, quase sem tempo para respirar, pressionado pelo futebol directo e rápido dos dinamarqueses, que desfrutaram de duas boas ocasiões para inaugurar o marcador (6 e 10 m), valendo na primeira a intervenção de Léo (na linha de golo...) e na segunda a de Cardozo, que foi lá atrás evitar males maiores para a baliza de Quim.
Contra a corrente do jogo, o Benfica chegou à vantagem aos 17 minutos. Livre estudado e muito bem marcado por Rui Costa, para a entrada da área, com Nuno Gomes a assistir Katsouranis para o desvio final. Depois de 15 minutos de muito sofrimento, o Benfica revelou-se mais eficaz que os dinamarqueses e conseguiu libertar-se da pressão inicial, tanto mais que ficou em larga vantagem na eliminatória (o FC Copenhaga precisava agora de marcar dois golos para forçar o prolongamento). O golo tranquilizou as hostes encarnadas e em particular os jogadores, que passaram a afoitar-se mais em terrenos adiantados, ao invés do que sucedera anteriormente.
O Benfica sofreu mas conseguiu o seu objectivo, que era marcar presença na Liga milionária.
Parken Stadium, em Copenhaga (Dinamarca)
FC COPENHAGA – Christiansen; Kvist, Gravgaard, Hangeland e Jensen; Wurtz (Sionko, 58 m), Noregaard, Silberbauer e Hutchinson; Nordstrand (Ailton Almeida, 74 m) e Allback.
BENFICA – Quim; Nélson (Nuno Assis, 46 m), Miguel Vítor, Katsouranis e Léo; Petit; Luís Filipe, Rui Costa e Di María (Romeu Ribeiro, 73 m); Nuno Gomes (Bergessio, 90 m) e Cardozo.
Ao intervalo: 0-1
Golo: Katsouranis (17 m)
Resultado final: 0-1
Benfica (venceu por 2-1 na primeira mão) está na fase de grupos da Liga dos Campeões, cujo sorteio se realiza amanhã no Mónaco.
a PARTIR DE AGORA PORTUGAL ICA COM 3 REPRESENTANTES NA FASE DE GRUPOS
O FC Porto, Sporting e Benfica, vão amanhã conhecer os seus adversários e uma certeza é que vão ter de fazer frente alguns dos principais colossos da Europa, como são os casos do Inter, Deco e Pelé, Manchester United, Nani e Cristiano Ronaldo, Barcelona, Deco, Chelsea, Hilário, Paulo Ferreira e Ricardo Carvalho, e Real Madrid, Pepe.
Equipas presentes no sorteio:
POTE 1:
AC Milan (Ita)
Barcelona (Esp)
Liverpool (Ing)
Inter Milão (Ita)
Arsenal (Ing)
Real Madrid (Esp)
Manchester United (Ing)
Chelsea (Ing)
POTE 2:
Valência (Esp)
Lyon (Fra)
FC Porto (POR)
Sevilha (Esp) ou AEK Atenas (Gre)
PSV Eindhoven (Hol)
AS Roma (Ita)
Benfica (POR)
Werder Bremen (Ale)
POTE 3:
Celtic (Esc)
Schalke 04 (Ale)
Estugarda (Ale)
Steaua Bucareste (Rom)
CSKA Moscovo (Rus)
Sporting (POR)
Lazio (Ita)
Marselha (Fra)
POTE 4:
Glasgow Rangers (Esc)
Shakhtar Donetsk (Ucr)
Besiktas (Tur)
Olympiakos (Gre)
Dínamo Kiev (Ucr)
Fenerbahce (Tur)
Slávia Praga (Che)
Rosenborg (Nor)
a 29 de Agosto, nasceu o ALEIJADINHO
.
Aleijadinho

Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, (Vila Rica, 29 de agosto de 1730 – Vila Rica, 18 de novembro de 1814) foi um escultor, entalhador, desenhista e arquiteto brasileiro.
É considerado o maior expoente do estilo barroco nas Minas Gerais (barroco mineiro) e das artes plásticas no Brasil, não só à época, mas durante o período colonial.
Biografia
Embora não haja registros oficiais, acredita-se que tenha nascido em Vila Rica (hoje Ouro Preto), em Minas Gerais, filho do mestre-de-obras português, Manuel Francisco da Costa Lisboa, com uma escrava africana, Izabel. A sua obra compreende desde imagens em madeira e pedra-sabão, matéria-prima típicamente brasileira, até igrejas. Suas obras são as mais representativas do Brasil colonial, com características do rococó e dos estilos clássico e gótico.
Com aproximadamente quarenta anos de idade começou a desenvolver uma doença degenerativa dos membros (não se sabe ao certo se porfiria, lepra, escorbuto, reumatismo deformante ou sífilis), que lhe comprometeu gradativamente os movimentos das mãos. Para poder trabalhar, um ajudante amarrava-lhe as ferramentas aos membros. Dessa anomalia em seu corpo causada pela doença veio seu apelido, Aleijadinho.
Já bem velho, Aleijadinho piora de saúde, e de 1812 à 1814 quem cuida de Aleijadinho é sua nora Joana que considerava-o como um pai que não teve, nora a qual não teve valor por seu filho que passando alguns anos o abandonou. Aleijadinho veio a falecer em 18 de Novembro de 1814, com aproximadamente oitenta e quatro anos, dois meses e vinte um dias.
Morreu pobre, mas até hoje suas obras estão aqui para contar os mistérios e a vida das pessoas de Minas da época colonial.
Lista de obras
Ouro Preto
Hospício da Terra Santa – Projecto e execução do chafariz em esteatita, situado nos fundos do monastério;
Palácio dos Governadores – Risco em sagüínea do chafariz interno (1752); feito de uma mesa de jacarandá preto; dois bancos de encosto e dois bancos torneados (1761), peças não identificadas;
Chafariz do Pissarrão – Projeto do chafariz situado no Alto da Cruz, antiga rua Larga, proximidade da Igreja de Santa Ifigênia (1761); busto de Afrodite no remate do frontão;
Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Modificação do projeto original (1770); altares colaterais de Nossa Senhora da Piedade (1807) e de São João Batista (1809); acréscimo dos camarins e guarda-pós dos altares de Santa Madalena e Santa Luzia;
Casa do Açougue Público – Projeto e especificação do açougue (1771), obra demolida em 1797;
Igreja de São Francisco de Assis – Esculturas dos tambores ogivais dos púlpitos, em esteatita, representando episódios bíblicos (1772); barrete da capela-mor (1773–74); projeto atual da portada (1774–75); risco da tribuna do altar-mor (1778–79); feitio das pedras Dara (1789); retábulo da capela-mor (1790–94) (elaborado com a colaboração dos entalhadores Henrique Gomes de Brito, Luís Ferreira da Silva e Faustino da Silva Correia); projeto de dois altares colaterais consagrados a São Lúcio e Santa Bona (executados com alterações por Vicente Alves da Costa, em 1829);
Igreja de São José – Projeto do retábulo da capela-mor (1773, posteriormente alterado); modificações produzidas no risco da fachada (1772);
Igreja da Mercês e Perdões – Risco da primitiva capela-mor; revisão do projeto e verificação final da obra (1775–78), que foi depois demolida em 1805;com eles joel media 5,12 x 1,53
Congonhas

OS PROFECTAS, DO ALEIJADINHO
Além da Via Crucis, descrita no verbete relativo à cidade, fez os Profetas. Teria 58 ou 66 anos, estando no auge de sua carreira, o primeiro artista de Minas, pois em 1790 Joaquim José da Silva, encarregado de uma monografia sobre os principais fatos da capitania para enviar a Lisboa, o descreveu como «superior a todos e singular nas escultura de pedra e desenho de ornamentos irregulares do melhor gosto francês.»
Diz-se que esculturas e arquitetura estão tão ligadas que deve ter sida reconstruída a área dos Profetas em Congonhas segundo seu plano, num fluído desenho barroco setecentista, muros ligeiramente arqueados, ângulos arredondados, escadaria ao centro. Na parede central desta, uma espécie de escudo de pedra sabão, com inscrição latina com os fatos essenciais da história da igreja, inclusive as datas de construção da capela-mor — 1758–61, placa em estilo português com flores nos rebordos, volutas, formas amendoadas, largo painel convexo com talha em alto relevo — recorda o mobiliário contemporâneo. Também a brancura luminosa da igreja, sua escadaria, capelas votivas, recordam os santuários no Norte de Portugal. Mas atores serão brasileiros: os Profetas, introduzidos na arte da Idade Média para dar mais vida ao drama litúrgico, chamados a testemunhar na Paixão e no Natal contra os juízes do Cristo — daí sua eloquência. Proporções pouco convencionais, maiores que na verdade, tem trajes patriarcais segundo a tradição portuguesa e seus rostos mostram variadas emoções.
Abrindo a cena, de cada lado, Jeremias (figura curta, cabeça forte, nariz aquilino, lábios apertados, olhos intensos, homem preocupado com a denúncia do pecado, fanático: «Choro o desastre da Judéia e a ruina de Jerusalém e rogo ao meu povo que volte ao Senhor», está inscrito no pergaminho. É sacerdote no templo como o pai, mas o formalismo religioso não pode salvar Israel; sua missão o escolhe, o profeta da urgência. O Reino do Norte não mais existe e o Reino do Sul está ameaçado, os exércitos de Babilônia vão invadir Jerusalém: na perda do templo e do homem se perde o império material. Necessidade de se separar de suas paixões e afeições para estar livre ao encontro de Deus. O templo é caverna de ladrões, expressão retomada por Jesus. Traidor que prega a renúncia… Suas orações mostram não mais Yahvé na boca do profeta, mas a boca do profeta falando a Deus no santuário interior. Não há mais Terra Prometida. Vê a chegada de um Messias de Justiça, a Nova Aliança. Suas profecias se tornam insuportáveis, seus companheiros na fuga para o Egito o matam).
Isaías e Jeremias estão de frente, sustentando suas inscrições como pilares fundamentais (Isaias o primeiro entre os profetas maiores, o vidente que anuncia a chegada de Emanuel, ocupa plano de precedência com Jeremias, mãos eloquentes, manto cobrindo a cabeça, seu barrete, como capucho monástico que suaviza o rosto e o perfil; mas sua idealização ou abstração mística, real a barba emaranhada e os sulcos da testa: «Depois que os serafins celebraram o Senhor, um deles trouxe a meus lábios uma brasa ardente com uma tenaz.» É a memória cósmica; entrevê a destruição de Babilônia. Aparentado à familia real, castas superiores do Reino de Judá. Começa sua missão no dia da morte ppor lepra do Rei Osias, antes da invasão pelos exércitos assírios; visão da destruição do grande templo de Jerusalém; impõe respeito por sua casta, sua conduta não escandaliza, mas surpreende e provoca interrogações. Os exércitos inimigos são o braço vingador de Yahvé, é necessário purificação brutal. O que promete é o Apocalipse. Anuncia o futuro Messias, Rei de Justiça; a Virgem grávida de Emanuel; mas o Rei Achaz não o ouve e alia-se ao rei da Assíria, sua estratégia protege o povo — Isaías se despe e caminha nu por Jerusalém — o teatro subversivo. O templo é o interior do coração, Deus ali está como uma aurora. A redenção de Deus no Homem, o restabelecimento da Antiga Aliança não mais gravada na pedra mas no coração. Prevê o cataclisma por fogo. Foi martirizado sob o Rei Manassé, serrado em dois.
Nova Lima
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar — Altar-mór, altares laterais, púlpitos, coro e batistério, procedentes da Fazenda Jaguara, doação de George Chalmers, antigo superintendente da Mina de Morro Velho, quando adquiriu a fazenda.
Representações na cultura
Aleijadinho já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Geraldo Del Rey no filme "Cristo de Lama" (1966), Maurício Gonçalves no filme "Aleijadinho - Paixão, Glória e Suplício" (2003) e Stênio Garcia num caso especial da TV Globo.
Aleijadinho
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, (Vila Rica, 29 de agosto de 1730 – Vila Rica, 18 de novembro de 1814) foi um escultor, entalhador, desenhista e arquiteto brasileiro.
É considerado o maior expoente do estilo barroco nas Minas Gerais (barroco mineiro) e das artes plásticas no Brasil, não só à época, mas durante o período colonial.
Biografia
Embora não haja registros oficiais, acredita-se que tenha nascido em Vila Rica (hoje Ouro Preto), em Minas Gerais, filho do mestre-de-obras português, Manuel Francisco da Costa Lisboa, com uma escrava africana, Izabel. A sua obra compreende desde imagens em madeira e pedra-sabão, matéria-prima típicamente brasileira, até igrejas. Suas obras são as mais representativas do Brasil colonial, com características do rococó e dos estilos clássico e gótico.
Com aproximadamente quarenta anos de idade começou a desenvolver uma doença degenerativa dos membros (não se sabe ao certo se porfiria, lepra, escorbuto, reumatismo deformante ou sífilis), que lhe comprometeu gradativamente os movimentos das mãos. Para poder trabalhar, um ajudante amarrava-lhe as ferramentas aos membros. Dessa anomalia em seu corpo causada pela doença veio seu apelido, Aleijadinho.
Já bem velho, Aleijadinho piora de saúde, e de 1812 à 1814 quem cuida de Aleijadinho é sua nora Joana que considerava-o como um pai que não teve, nora a qual não teve valor por seu filho que passando alguns anos o abandonou. Aleijadinho veio a falecer em 18 de Novembro de 1814, com aproximadamente oitenta e quatro anos, dois meses e vinte um dias.
Morreu pobre, mas até hoje suas obras estão aqui para contar os mistérios e a vida das pessoas de Minas da época colonial.
Lista de obras
Ouro Preto
Hospício da Terra Santa – Projecto e execução do chafariz em esteatita, situado nos fundos do monastério;
Palácio dos Governadores – Risco em sagüínea do chafariz interno (1752); feito de uma mesa de jacarandá preto; dois bancos de encosto e dois bancos torneados (1761), peças não identificadas;
Chafariz do Pissarrão – Projeto do chafariz situado no Alto da Cruz, antiga rua Larga, proximidade da Igreja de Santa Ifigênia (1761); busto de Afrodite no remate do frontão;
Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Modificação do projeto original (1770); altares colaterais de Nossa Senhora da Piedade (1807) e de São João Batista (1809); acréscimo dos camarins e guarda-pós dos altares de Santa Madalena e Santa Luzia;
Casa do Açougue Público – Projeto e especificação do açougue (1771), obra demolida em 1797;
Igreja de São Francisco de Assis – Esculturas dos tambores ogivais dos púlpitos, em esteatita, representando episódios bíblicos (1772); barrete da capela-mor (1773–74); projeto atual da portada (1774–75); risco da tribuna do altar-mor (1778–79); feitio das pedras Dara (1789); retábulo da capela-mor (1790–94) (elaborado com a colaboração dos entalhadores Henrique Gomes de Brito, Luís Ferreira da Silva e Faustino da Silva Correia); projeto de dois altares colaterais consagrados a São Lúcio e Santa Bona (executados com alterações por Vicente Alves da Costa, em 1829);
Igreja de São José – Projeto do retábulo da capela-mor (1773, posteriormente alterado); modificações produzidas no risco da fachada (1772);
Igreja da Mercês e Perdões – Risco da primitiva capela-mor; revisão do projeto e verificação final da obra (1775–78), que foi depois demolida em 1805;com eles joel media 5,12 x 1,53
Congonhas
OS PROFECTAS, DO ALEIJADINHO
Além da Via Crucis, descrita no verbete relativo à cidade, fez os Profetas. Teria 58 ou 66 anos, estando no auge de sua carreira, o primeiro artista de Minas, pois em 1790 Joaquim José da Silva, encarregado de uma monografia sobre os principais fatos da capitania para enviar a Lisboa, o descreveu como «superior a todos e singular nas escultura de pedra e desenho de ornamentos irregulares do melhor gosto francês.»
Diz-se que esculturas e arquitetura estão tão ligadas que deve ter sida reconstruída a área dos Profetas em Congonhas segundo seu plano, num fluído desenho barroco setecentista, muros ligeiramente arqueados, ângulos arredondados, escadaria ao centro. Na parede central desta, uma espécie de escudo de pedra sabão, com inscrição latina com os fatos essenciais da história da igreja, inclusive as datas de construção da capela-mor — 1758–61, placa em estilo português com flores nos rebordos, volutas, formas amendoadas, largo painel convexo com talha em alto relevo — recorda o mobiliário contemporâneo. Também a brancura luminosa da igreja, sua escadaria, capelas votivas, recordam os santuários no Norte de Portugal. Mas atores serão brasileiros: os Profetas, introduzidos na arte da Idade Média para dar mais vida ao drama litúrgico, chamados a testemunhar na Paixão e no Natal contra os juízes do Cristo — daí sua eloquência. Proporções pouco convencionais, maiores que na verdade, tem trajes patriarcais segundo a tradição portuguesa e seus rostos mostram variadas emoções.
Abrindo a cena, de cada lado, Jeremias (figura curta, cabeça forte, nariz aquilino, lábios apertados, olhos intensos, homem preocupado com a denúncia do pecado, fanático: «Choro o desastre da Judéia e a ruina de Jerusalém e rogo ao meu povo que volte ao Senhor», está inscrito no pergaminho. É sacerdote no templo como o pai, mas o formalismo religioso não pode salvar Israel; sua missão o escolhe, o profeta da urgência. O Reino do Norte não mais existe e o Reino do Sul está ameaçado, os exércitos de Babilônia vão invadir Jerusalém: na perda do templo e do homem se perde o império material. Necessidade de se separar de suas paixões e afeições para estar livre ao encontro de Deus. O templo é caverna de ladrões, expressão retomada por Jesus. Traidor que prega a renúncia… Suas orações mostram não mais Yahvé na boca do profeta, mas a boca do profeta falando a Deus no santuário interior. Não há mais Terra Prometida. Vê a chegada de um Messias de Justiça, a Nova Aliança. Suas profecias se tornam insuportáveis, seus companheiros na fuga para o Egito o matam).
Isaías e Jeremias estão de frente, sustentando suas inscrições como pilares fundamentais (Isaias o primeiro entre os profetas maiores, o vidente que anuncia a chegada de Emanuel, ocupa plano de precedência com Jeremias, mãos eloquentes, manto cobrindo a cabeça, seu barrete, como capucho monástico que suaviza o rosto e o perfil; mas sua idealização ou abstração mística, real a barba emaranhada e os sulcos da testa: «Depois que os serafins celebraram o Senhor, um deles trouxe a meus lábios uma brasa ardente com uma tenaz.» É a memória cósmica; entrevê a destruição de Babilônia. Aparentado à familia real, castas superiores do Reino de Judá. Começa sua missão no dia da morte ppor lepra do Rei Osias, antes da invasão pelos exércitos assírios; visão da destruição do grande templo de Jerusalém; impõe respeito por sua casta, sua conduta não escandaliza, mas surpreende e provoca interrogações. Os exércitos inimigos são o braço vingador de Yahvé, é necessário purificação brutal. O que promete é o Apocalipse. Anuncia o futuro Messias, Rei de Justiça; a Virgem grávida de Emanuel; mas o Rei Achaz não o ouve e alia-se ao rei da Assíria, sua estratégia protege o povo — Isaías se despe e caminha nu por Jerusalém — o teatro subversivo. O templo é o interior do coração, Deus ali está como uma aurora. A redenção de Deus no Homem, o restabelecimento da Antiga Aliança não mais gravada na pedra mas no coração. Prevê o cataclisma por fogo. Foi martirizado sob o Rei Manassé, serrado em dois.
Nova Lima
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar — Altar-mór, altares laterais, púlpitos, coro e batistério, procedentes da Fazenda Jaguara, doação de George Chalmers, antigo superintendente da Mina de Morro Velho, quando adquiriu a fazenda.
Representações na cultura
Aleijadinho já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Geraldo Del Rey no filme "Cristo de Lama" (1966), Maurício Gonçalves no filme "Aleijadinho - Paixão, Glória e Suplício" (2003) e Stênio Garcia num caso especial da TV Globo.
terça-feira, agosto 28, 2007
segunda-feira, agosto 27, 2007
DIA GLORIOSO, OURO E PRATA nos mundiais de atletismo
.
PARA O NOSSO BLOG É UM DIA
GLORIOSO.
AQUILO QUE REPRENTAMOS, A
UNIÃO LUSO BRASILEIRA TEVE
HOJE UM DIA EM CHEO
PARA NELSOM ÉVORA - O OURO,
PARA JADEL GREGÓRIO - A PRATA.
AS DIAS MEDALHAS A FALAR A
MESMA LÍNGUA

Nelson Évora campeão do mundo de triplo salto
Nelson Évora conquistou a medalha de ouro do triplo salto no Campeonato do Mundo de atletismo, que decorre em Osaca, no Japão, acrescentando 23 centímetros à sua anterior melhor marca (17,51 metros), que datava de 21 de Julho de 2007, em Madrid, e estabelecendo um novo recorde nacional. Nelson Évora, com 23 anos, venceu o concurso com um salto de 17,74 metros.
Jadel conquista a prata no Mundial do Japão
Jadel Gregócio acabou atrás do português Nelson Évora
O brasileiro Jadel Gregório garantiu, nesta segunda-feira, a medalha de prata no salto triplo no Mundial de Atletismo, que está sendo disputado em Osaka, no Japão.
Medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, Gregório saltou 17,59m e ficou muito longe da sua melhor marca no ano que é de 17,90m, registrada em Belém, no Pará, em maio.
PARA O NOSSO BLOG É UM DIA
GLORIOSO.
AQUILO QUE REPRENTAMOS, A
UNIÃO LUSO BRASILEIRA TEVE
HOJE UM DIA EM CHEO
PARA NELSOM ÉVORA - O OURO,
PARA JADEL GREGÓRIO - A PRATA.
AS DIAS MEDALHAS A FALAR A
MESMA LÍNGUA
Nelson Évora campeão do mundo de triplo salto
Nelson Évora conquistou a medalha de ouro do triplo salto no Campeonato do Mundo de atletismo, que decorre em Osaca, no Japão, acrescentando 23 centímetros à sua anterior melhor marca (17,51 metros), que datava de 21 de Julho de 2007, em Madrid, e estabelecendo um novo recorde nacional. Nelson Évora, com 23 anos, venceu o concurso com um salto de 17,74 metros.
Jadel conquista a prata no Mundial do Japão
Jadel Gregócio acabou atrás do português Nelson Évora
O brasileiro Jadel Gregório garantiu, nesta segunda-feira, a medalha de prata no salto triplo no Mundial de Atletismo, que está sendo disputado em Osaka, no Japão.
Medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, Gregório saltou 17,59m e ficou muito longe da sua melhor marca no ano que é de 17,90m, registrada em Belém, no Pará, em maio.
CAMPEONATO PORTUGUÊS - 2ª.JORNADA
.
PORTO VENCE CLáSSICO
CONTRA SPORTIMG E
ASSUME A LIDERAMÇA
JUNTO COM Maritimo

Liga 2 ª Jornada
P. Ferreira 1 - 1 Leixões
Académica 1 - 1 U. Leiria
E. Amadora 3 - 1 Naval
Boavista 0 - 2 Marítimo
FC Porto 1 - 0 Sporting
V. Setúbal - Nacional
PORTO, 1 SPORTING, 0
Um golo esperto penalizou uma falta idiota e mudou o rumo recente da história, que nos confrontos entre Jesualdo Ferreira e Paulo Bento falava de um empate e duas vitórias verde e brancas. O FC Porto venceu um Sporting que esteve 26 jogos sem perder mas que ontem não justificou pontuar no Dragão. É verdade que os da casa decidiram a partida com um pormenor inteligente, construído a meias por Raul Meireles e Lucho Gonzalez, mas o fluxo de jogo portista da primeira parte, especialmente da meia hora inicial, justificava a existência de um vencedor. No resto do tempo as equipas equivaleram-se, cada uma esgrimiu os seus argumentos e conferiram ao encontro o tom emotivo e competitivo de um clássico.
Do clássico pode dizer-se que não forneceu qualquer novidade. Jesualdo Ferreira e Paulo Bento impuseram os esquemas que trabalham, não se preocuparam em ajustamentos ao adversário e cada equipa produziu o que foi capaz. Mesmo quando o Sporting jogou o quarto-de-hora final com três defesas não se pôde falar de inovação, pois é sabido ser esse o esquema alternativo dos leões. A perder, Paulo Bento deitou mão dele e louve-se-lhe a coragem por isso, mas o FC Porto de ontem jogou como os respectivos adeptos esperam que jogue o campeão nacional: a impor o seu jogo, a sua estratégia e a transmitir desde o início o desejo de controlar as operações. Por isso não lhe foi complicado guardar a vantagem.
FC PORTO – Helton; Bosingwa, Bruno Alves, Pedro Emanuel e Fucile; Lucho, Paulo Assunção e Raul Meireles (Mariano Gonzalez, 67 m); Tarik (Postiga, 46 m), Lisandro (Bolatti, 84 m) e Quaresma. Outros convocados: Nuno, Stepanov, Cech, Bolatti, Leandro Lima, Mariano Gonzalez e Postiga.
SPORTING – Stojkovic; Abel (Pereirinha, 76 m), Tonel, Polga e Ronny (Yannick, 46 m); João Moutinho, Miguel Veloso, Romagnoli e Izmailov (Vukcevic, 62 m); Derlei e Liedson. Outros convocados: Tiago, Gladstone, Had, Farnerud, Pereirinha, Vukcevic e Yannick.
Disciplina: cartão amarelo a Quaresma (33 m), Derlei (52 m), Tonel (54 m), Polga (72 m), Bosingwa (86 m) e Helton (90+3 m).
Marcador: 1-0 por Raul Meireles (53 m).
1. Marítimo 6 2
2. FC Porto 6 2
3. E. Amadora 4 2
4. Sporting 3 2
5. Sp. Braga 3 2
6. Benfica 2 2
7. Leixões 2 2
8. V. Guimarães 2 2
9. U. Leiria 2 2
10. Belenenses 1 2
11. Naval 1 2
12. V. Setúbal 1 1
13. Nacional 1 1
14. P. Ferreira 1 2
15. Boavista 1 2
16. Académica 1 2
PORTO VENCE CLáSSICO
CONTRA SPORTIMG E
ASSUME A LIDERAMÇA
JUNTO COM Maritimo
Liga 2 ª Jornada
P. Ferreira 1 - 1 Leixões
Académica 1 - 1 U. Leiria
E. Amadora 3 - 1 Naval
Boavista 0 - 2 Marítimo
FC Porto 1 - 0 Sporting
V. Setúbal - Nacional
PORTO, 1 SPORTING, 0
Um golo esperto penalizou uma falta idiota e mudou o rumo recente da história, que nos confrontos entre Jesualdo Ferreira e Paulo Bento falava de um empate e duas vitórias verde e brancas. O FC Porto venceu um Sporting que esteve 26 jogos sem perder mas que ontem não justificou pontuar no Dragão. É verdade que os da casa decidiram a partida com um pormenor inteligente, construído a meias por Raul Meireles e Lucho Gonzalez, mas o fluxo de jogo portista da primeira parte, especialmente da meia hora inicial, justificava a existência de um vencedor. No resto do tempo as equipas equivaleram-se, cada uma esgrimiu os seus argumentos e conferiram ao encontro o tom emotivo e competitivo de um clássico.
Do clássico pode dizer-se que não forneceu qualquer novidade. Jesualdo Ferreira e Paulo Bento impuseram os esquemas que trabalham, não se preocuparam em ajustamentos ao adversário e cada equipa produziu o que foi capaz. Mesmo quando o Sporting jogou o quarto-de-hora final com três defesas não se pôde falar de inovação, pois é sabido ser esse o esquema alternativo dos leões. A perder, Paulo Bento deitou mão dele e louve-se-lhe a coragem por isso, mas o FC Porto de ontem jogou como os respectivos adeptos esperam que jogue o campeão nacional: a impor o seu jogo, a sua estratégia e a transmitir desde o início o desejo de controlar as operações. Por isso não lhe foi complicado guardar a vantagem.
FC PORTO – Helton; Bosingwa, Bruno Alves, Pedro Emanuel e Fucile; Lucho, Paulo Assunção e Raul Meireles (Mariano Gonzalez, 67 m); Tarik (Postiga, 46 m), Lisandro (Bolatti, 84 m) e Quaresma. Outros convocados: Nuno, Stepanov, Cech, Bolatti, Leandro Lima, Mariano Gonzalez e Postiga.
SPORTING – Stojkovic; Abel (Pereirinha, 76 m), Tonel, Polga e Ronny (Yannick, 46 m); João Moutinho, Miguel Veloso, Romagnoli e Izmailov (Vukcevic, 62 m); Derlei e Liedson. Outros convocados: Tiago, Gladstone, Had, Farnerud, Pereirinha, Vukcevic e Yannick.
Disciplina: cartão amarelo a Quaresma (33 m), Derlei (52 m), Tonel (54 m), Polga (72 m), Bosingwa (86 m) e Helton (90+3 m).
Marcador: 1-0 por Raul Meireles (53 m).
1. Marítimo 6 2
2. FC Porto 6 2
3. E. Amadora 4 2
4. Sporting 3 2
5. Sp. Braga 3 2
6. Benfica 2 2
7. Leixões 2 2
8. V. Guimarães 2 2
9. U. Leiria 2 2
10. Belenenses 1 2
11. Naval 1 2
12. V. Setúbal 1 1
13. Nacional 1 1
14. P. Ferreira 1 2
15. Boavista 1 2
16. Académica 1 2
domingo, agosto 26, 2007
brasileirão - 21ªrodada
.
SÃO PAULO GANHA FÁCIL
BOTAGOGO GANHA DE VIRADA
EM MINAS, O FLA BATE O
GOIÁS E SAI DO SUFOCO E
O VASCO SÓ EMPATA NO
RECIFE E SE COMPLICA.
Domingo, 26/08/2007
> América-RN 1 x 4 Santos
> Flamengo 3 x 1 Goiás
> Sport 0 x 0 Vasco
> Paraná 3 x 1 Juventude
> Atlético-MG 1 x 2 Botafogo
> São Paulo 5 x 0 Náutico
> Figueirense 1 x 2 Palmeiras
Sábado, 25/08/2007
> Corinthians 0 x 3 Cruzeiro
> Fluminense 1 x 1 Grêmio
> Internacional 1 x 0 Atlético-PR
SÃO PAULO,5 NAUTICO,0

São Paulo goleia Náutico e mantém folga na ponta do Brasileiro
Depois de um primeiro tempo ruim, o São Paulo "acordou" na segunda etapa e, com um a mais em campo, confirmou o favoritismo ao golear o Náutico por 5 a 0 neste domingo, no Morumbi, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado mantém a equipe tricolor com seis pontos de vantagem na liderança da competição nacional.
Com o placar, o clube paulista atingiu os 44 pontos. O segundo colocado é o Cruzeiro, que bateu o Corinthians por 3 a 0 no último sábado, no Pacaembu, e tem 38. A equipe mineira, entretanto, tem um jogo a menos.
Além disso, o triunfo aumentou para 11 jogos a invencibilidade da equipe - somadas a competição nacional e a Copa Sul-Americana - e quebrou uma série de três jogos sem vitórias. O time do Morumbi vinha de dois empates com o Figueirense pelo torneio internacional e uma igualdade com o Goiás, pelo Brasileirão.
SÃO PAULO
Rogério Ceni; André Dias, Breno e Miranda (Júnior); Souza, Hernanes, Richarlyson, Leandro (Hugo) e Jorge Wagner; Borges (Aloísio) e Dagoberto
Técnico: Muricy Ramalho
NÁUTICO
Eduardo; Sidny (Marcelo Silva), Toninho, Onildo, Daniel e Hamilton (Geraldo); Vágner, Elicarlos, Everaldo e Acosta; Maurício (Marcelinho)
Técnico: Roberto Fernandes
Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (Fifa-SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Cleidy Mary Santos Ribeiro (SC)
Gols: Dagoberto (S), aos 11min, Rogério Ceni (S), aos 20min, Hugo (S), aos 27min, Aloísio (S), aos 29min, e Hugo (S), aos 45min do segundo tempo
Cartões amarelos: Toninho (N), Hamilton (N) e Sidny (N)
Cartão vermelho: Acosta (N)
SPORT DE RECIFE, O VASCO, 0
Vasco pára no Sport e deixa o G-4 do Brasileirão
Da Redação
No Rio de Janeiro
Sem repetir as últimas boas atuações, o Vasco empatou por 0 a 0 com o Sport neste domingo, na Ilha do Retiro, em Recife. Pressionada pelo adversário na maior parte do jogo, a equipe do técnico Celso Roth somou apenas um ponto e deixou o G-4 do Brasileiro - zona das quatro equipes que se classificarão à Copa Libertadores.

ABUBA DO VASCO BEM TENTOU...
"O gramado prejudicou bastante, pois temos uma equipe técnica e que trabalha bem a bola. Mas a arbitragem prejudicou muito a nossa equipe ao deixar de dar dois pênaltis a nosso favor e dando faltas duvidosas para o Sport a todo o momento", reclamou o atacante Leandro Amaral após o jogo.
SPORT
Magrão; César, Igor e Durval; Diogo, Everton (Rosembrick), Júnior Maranhão, Romerito (Anderson Aquino) e Dutra; Carlinhos Bala e Da Silva
Técnico: Geninho
VASCO
Silvio Luiz; Vilson (Roberto Lopes), Julio Santos e Jorge Luiz; Wagner Diniz, Amaral, Perdigão (Andrade), Conca e Rubens Júnior (EX-PORTO); Abuda (Marcelinho) e Leandro Amaral
Técnico: Celso Roth
Local: estádio da Ilha do Retiro, em Recife
Árbitro: Washington Alves de Souza (AM)
Auxiliares: Gilbert Ferreira (AM) e Luis Claudio Rodrigues (AM)
Cartões amarelos: Vilson (V), Perdigão (V), Romerito (S), Julio Santos (V), Rubens Júnior(V), Igor (S), Leandro Amaral (V), Everton (S) e Conca (V)
Cartão vermelho: Julio Santos (V)
Com o empate, o Vasco soma 35 pontos na tabela do Nacional, mas caiu da terceira para a quinta colocação, pois todos os seus concorrentes diretos - Cruzeiro, Botafogo e Palmeiras - venceram nesta 21ª rodada.
FLAMENGO, 3 GOIÁS, 1

IBSON (ex-porto) INICIA UM ATAQUE DO MENGÃO
FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Cristian, Ibson (Jailton) e Léo Medeiros; Maxi (Obina) e Souza (Toró)
Técnico: Joel Santana
GOIÁS
Harlei; Amaral, Leonardo e Ernando; Vítor, Fábio Bahia (Harisson), Cléber Gaúcco, Fábio (Douglas), Paulo Baier e Chiquinho; Cristiano (Felipe)
Técnico: Paulo Bonamigo
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Público: 44.920 pagantes (52.106 presentes)
Árbitro: Paulo Henrique de Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Alcides Pazetto e Claudemir Maffessoni (ambos de SC)
Cartões amarelos: Léo Medeiros (F), Leonardo Moura (F), Vítor (G), Leonardo (G), Maxi (F) e Douglas (G)
Gols: Léo Medeiros, aos 37min do primeiro tempo; Juan, aos 11min, Ibson, aos 15min e Paulo Baier, aos 47min do segundo tempo
AGORA É ESTA A CLASSIFICAÇÃO
1 São Paulo 44 21
2 Cruzeiro 38 20
3 Botafogo 37 21
4 Palmeiras 36 21
5 Vasco 35 20
6 Santos 33 21
7 Grêmio 32 21
8 Internacional 31 21
9 Goiás 30 21
10 Atlético-MG 28 21
11 Sport 28 21
12 Paraná Clube 27 21
13 Fluminense 27 21
14 Corinthians 27 21
15 Figueirense 25 21
16 Flamengo 24 19 (MENOS 2 JOGOS AINDA)
17 Atlético-PR 23 21
18 Náutico-PE 20 21
19 Juventude 17 21
20 América-RN 10 21
SÃO PAULO GANHA FÁCIL
BOTAGOGO GANHA DE VIRADA
EM MINAS, O FLA BATE O
GOIÁS E SAI DO SUFOCO E
O VASCO SÓ EMPATA NO
RECIFE E SE COMPLICA.
Domingo, 26/08/2007
> América-RN 1 x 4 Santos
> Flamengo 3 x 1 Goiás
> Sport 0 x 0 Vasco
> Paraná 3 x 1 Juventude
> Atlético-MG 1 x 2 Botafogo
> São Paulo 5 x 0 Náutico
> Figueirense 1 x 2 Palmeiras
Sábado, 25/08/2007
> Corinthians 0 x 3 Cruzeiro
> Fluminense 1 x 1 Grêmio
> Internacional 1 x 0 Atlético-PR
SÃO PAULO,5 NAUTICO,0
São Paulo goleia Náutico e mantém folga na ponta do Brasileiro
Depois de um primeiro tempo ruim, o São Paulo "acordou" na segunda etapa e, com um a mais em campo, confirmou o favoritismo ao golear o Náutico por 5 a 0 neste domingo, no Morumbi, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado mantém a equipe tricolor com seis pontos de vantagem na liderança da competição nacional.
Com o placar, o clube paulista atingiu os 44 pontos. O segundo colocado é o Cruzeiro, que bateu o Corinthians por 3 a 0 no último sábado, no Pacaembu, e tem 38. A equipe mineira, entretanto, tem um jogo a menos.
Além disso, o triunfo aumentou para 11 jogos a invencibilidade da equipe - somadas a competição nacional e a Copa Sul-Americana - e quebrou uma série de três jogos sem vitórias. O time do Morumbi vinha de dois empates com o Figueirense pelo torneio internacional e uma igualdade com o Goiás, pelo Brasileirão.
SÃO PAULO
Rogério Ceni; André Dias, Breno e Miranda (Júnior); Souza, Hernanes, Richarlyson, Leandro (Hugo) e Jorge Wagner; Borges (Aloísio) e Dagoberto
Técnico: Muricy Ramalho
NÁUTICO
Eduardo; Sidny (Marcelo Silva), Toninho, Onildo, Daniel e Hamilton (Geraldo); Vágner, Elicarlos, Everaldo e Acosta; Maurício (Marcelinho)
Técnico: Roberto Fernandes
Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (Fifa-SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Cleidy Mary Santos Ribeiro (SC)
Gols: Dagoberto (S), aos 11min, Rogério Ceni (S), aos 20min, Hugo (S), aos 27min, Aloísio (S), aos 29min, e Hugo (S), aos 45min do segundo tempo
Cartões amarelos: Toninho (N), Hamilton (N) e Sidny (N)
Cartão vermelho: Acosta (N)
SPORT DE RECIFE, O VASCO, 0
Vasco pára no Sport e deixa o G-4 do Brasileirão
Da Redação
No Rio de Janeiro
Sem repetir as últimas boas atuações, o Vasco empatou por 0 a 0 com o Sport neste domingo, na Ilha do Retiro, em Recife. Pressionada pelo adversário na maior parte do jogo, a equipe do técnico Celso Roth somou apenas um ponto e deixou o G-4 do Brasileiro - zona das quatro equipes que se classificarão à Copa Libertadores.
ABUBA DO VASCO BEM TENTOU...
"O gramado prejudicou bastante, pois temos uma equipe técnica e que trabalha bem a bola. Mas a arbitragem prejudicou muito a nossa equipe ao deixar de dar dois pênaltis a nosso favor e dando faltas duvidosas para o Sport a todo o momento", reclamou o atacante Leandro Amaral após o jogo.
SPORT
Magrão; César, Igor e Durval; Diogo, Everton (Rosembrick), Júnior Maranhão, Romerito (Anderson Aquino) e Dutra; Carlinhos Bala e Da Silva
Técnico: Geninho
VASCO
Silvio Luiz; Vilson (Roberto Lopes), Julio Santos e Jorge Luiz; Wagner Diniz, Amaral, Perdigão (Andrade), Conca e Rubens Júnior (EX-PORTO); Abuda (Marcelinho) e Leandro Amaral
Técnico: Celso Roth
Local: estádio da Ilha do Retiro, em Recife
Árbitro: Washington Alves de Souza (AM)
Auxiliares: Gilbert Ferreira (AM) e Luis Claudio Rodrigues (AM)
Cartões amarelos: Vilson (V), Perdigão (V), Romerito (S), Julio Santos (V), Rubens Júnior(V), Igor (S), Leandro Amaral (V), Everton (S) e Conca (V)
Cartão vermelho: Julio Santos (V)
Com o empate, o Vasco soma 35 pontos na tabela do Nacional, mas caiu da terceira para a quinta colocação, pois todos os seus concorrentes diretos - Cruzeiro, Botafogo e Palmeiras - venceram nesta 21ª rodada.
FLAMENGO, 3 GOIÁS, 1
IBSON (ex-porto) INICIA UM ATAQUE DO MENGÃO
FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Cristian, Ibson (Jailton) e Léo Medeiros; Maxi (Obina) e Souza (Toró)
Técnico: Joel Santana
GOIÁS
Harlei; Amaral, Leonardo e Ernando; Vítor, Fábio Bahia (Harisson), Cléber Gaúcco, Fábio (Douglas), Paulo Baier e Chiquinho; Cristiano (Felipe)
Técnico: Paulo Bonamigo
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Público: 44.920 pagantes (52.106 presentes)
Árbitro: Paulo Henrique de Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Alcides Pazetto e Claudemir Maffessoni (ambos de SC)
Cartões amarelos: Léo Medeiros (F), Leonardo Moura (F), Vítor (G), Leonardo (G), Maxi (F) e Douglas (G)
Gols: Léo Medeiros, aos 37min do primeiro tempo; Juan, aos 11min, Ibson, aos 15min e Paulo Baier, aos 47min do segundo tempo
AGORA É ESTA A CLASSIFICAÇÃO
1 São Paulo 44 21
2 Cruzeiro 38 20
3 Botafogo 37 21
4 Palmeiras 36 21
5 Vasco 35 20
6 Santos 33 21
7 Grêmio 32 21
8 Internacional 31 21
9 Goiás 30 21
10 Atlético-MG 28 21
11 Sport 28 21
12 Paraná Clube 27 21
13 Fluminense 27 21
14 Corinthians 27 21
15 Figueirense 25 21
16 Flamengo 24 19 (MENOS 2 JOGOS AINDA)
17 Atlético-PR 23 21
18 Náutico-PE 20 21
19 Juventude 17 21
20 América-RN 10 21
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