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sábado, abril 02, 2011

POR CÁ TEMOS OUTRO PINOCCHIO

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No dia 1 de Abril , o novo PINOCCHIO de serviço foi empossado pelo seu criador.
Não, não foi o tal Gepeto.
Aqui foi alguém que teve de se transvestir para disfarçar.
-"Vai Pedrito, engana-os agora tu, é a tua vez!

quinta-feira, março 31, 2011

História do Brasil - A REPUBLICA DA ESPADA

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República da Espada



O período inicial da República brasileira, de 1889 a 1894 é conhecido como a República da Espada, sendo o sistema de governo responsável pelo fim da Monarquia Brasileira e instaurando aquele que por muitos é considerado o primeiro governo ditatorial do Brasil.

Foi uma ditadura militar governado por dois militares, os marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto. Durante este período transacional, foram comuns os levantes populares, e a repressão a focos de resistência simpáticos ao Imperador Dom Pedro II.

Uma junta militar encabeçada por Deodoro da Fonseca governou o Brasil entre 1889 e 1891, quando eleições indiretas o elegeram presidente, com Floriano como vice. Entretanto, Deodoro renunciou no mesmo ano, com problemas de saúde que o afligiam havia anos, e com graves problemas políticos, como atritos com a oligarquia cafeeira, greves, e a Primeira Revolta da Armada. Floriano Peixoto assumiu a presidência, e entre seus atos, estatizou a moeda, estimulou a indústria, baixou o preço de imóveis e alimentos. Floriano também repreendeu movimentos monarquistas, e entre seus atos, proibiu o Jornal do Brasil, na época com inclinações monarquistas, de circular até o final de seu governo.

Floriano angariou a confiança da população de maneira geral, e consolidou a República. Entretanto, enfrentou a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul, que só terminaria com vitória das tropas republicanas após o governo de Floriano Peixoto, em 1895. Também enfrentou a Segunda Revolta da Armada, e a Revolta dos 13 Generais, com sucesso.

Durante toda a República da Espada, a base governamental foram as oligarquias agrárias. O poder dos militares sucumbiu à força política dos barões do café de São Paulo e aos pecuaristas de Minas Gerais, e com a instituição de eleições diretas, o cafeicultor paulista Prudente de Morais foi eleito Presidente da República, encerrando o período da República da Espada, dando início à Política do Café com Leite, que norteou o restante da República Velha.

ESTA NOITE há "PATRIMÓNIO" DA RÁDIO CASTRENSE

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E TU AMIGO, A PARTIR DO
BRASIL PODES OUVIR SE
LIGARES VIA NET PARA


www.radiocastrense.net

Como já aqui disse , este programa é feito especialmente pelos ouvintes que telefonam e em directo dizem poesia,cantam, contam estórias, falam da vida,enfim ,partilham com uma vasta roda de amigos as suas habilidades, as suas vidas.

Também podes fazer a partir do Brasil, sim.

Telefona para 351 286320281

e solta o teu génio

Ah? Tambem podes fazê-lo via net, melhor ,via FACEBOOK , para o grupo :
ALENTEJO - TERRA E GENTE

O HORÁRIO DO PROGAMA EM PORTUGAL É - 21,00 ÀS 24.00
No Brasil, agora que temos 4 horas de diferença é ,portanto

das 17,00 às 21,00

quarta-feira, março 30, 2011

ARTISTAS PORTUGUESAS - CUCA ROSETA

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CUCA ROSETA FAZ PARTE DUM
NUCLEO DE JOVENS CANTORAS
PORTUGUESAS QUE ADERIRAM
AO FADO.



Cuca Roseta Do rock ao fado com paragem no supermercado
Fez parte dum grupo de rock "Os Toranja", gravou um anúncio que virou febre nacional e é a nova estrela do fado



Cuca Roseta, 27 anos, .Na casa da família de Cuca Roseta fado foi coisa que nunca vingou. O pai ouvia apenas durante a universidade, a mãe não gostava e ela achava que era "música de velhinhas desafinadas". Até ao dia em que decidiu participar num concurso de fadistas. "Por piada", recorda. A brincadeira acabou por lhe correr bem: abandonou os Toranja, banda que ajudou a fundar com Tiago Bettencourt, e começou a actuar nas casas de fado da capital. Há três anos, o produtor argentino Gustavo Santaolalla viu-a cantar e convidou-a para gravar um disco. Simples.

"Nem sequer era a minha noite. Por sorte, tinha ido substituir uma colega, quando apareceu o Gustavo. Surgiu do nada, chegou ao pé de mim e disse que queria gravar um disco comigo. Não fazia a mínima ideia de quem ele era." Nas mesas o burburinho rapidamente passou a falatório: "'Não sabes quem é? É o Santaolalla.' Eu ficava na mesma. Só depois percebi que era um produtor argentino, com bandas sonoras premiadas e uma carreira de sucesso."

Depois dessa noite a vida de Cuca Roseta - que garante nunca ter pensado em fazer carreira - não voltou a ser a mesma: além das casas de fado, começou a actuar no estrangeiro e abandonou completamente a ideia de ser psicóloga. "Disse-me para esquecer o trabalho, queria que me concentrasse apenas no fado e numa carreira internacional." O disco, com cinco fados tradicionais e outros tantos originais, foi gravado em Portugal e conta com algumas letras de Cuca. "Sempre gostei de escrever prosa. Descobri a poesia com o fado."

Janeiro a janeiro Cuca Roseta começou a cantar no coro da igreja dos Salesianos, em São João do Estoril, onde foi colega do líder dos Toranja. Fez segundas vozes no primeiro disco da banda, "Esquissos", passou pelo rock, e ouviu muita "música de gajas". "Michael Bublé, por exemplo. Era o que vinha agora a ouvir no carro", confessa. No ano passado, a fadista de 27 anos trocou novamente as voltas à carreira, depois de uma amiga lhe ligar para cantar num anúncio publicitário a um supermercado. "Foi engraçado porque era um anúncio normalíssimo que se tornou um fenómeno. Pensei que fosse uma coisa mais discreta. Hoje não consigo ouvir, mudo de canal sempre que passa na televisão."

Actualmente, Cuca canta três vezes por semana no Clube de Fado, em Lisboa. "É muito frequentado por estrangeiros, o que não deixa de ser interessante já que a maioria não compreende. Costumam dizer-me que não percebem nada do que digo, mas que sentem a música. É isso que torna o fado especial."

preliminares

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Uma loira volta a casa depois de ter ido fazer compras e ouve barulhos esquisitos vindos do seu quarto
no primeiro andar.
Sobe apressadamente as escadas e encontra o seu marido deitado na cama, completamente nu, inundado em suor
e com a respiração acelerada. (pois claro, em estado de choque. O caso não era para menos)
"O que é que tens?" pergunta.
"Acho que estou a ter uma crise cardíaca" responde ele.
A loira desce rapidamente e liga para o INEM.
Antes de lhe responderem, o seu filho de 4 anos aproxima-se e diz:
"Mãe, mãe. A tia Shirley está escondida no teu armário toda nua".
A loira pousa o auscultador e sobe novamente para o seu quarto, abre o armário e, claro, encontra lá
a sua irmã, completamente nua e agachada.
"Sua cabra!" grita-lhe. "O meu homem está a ter uma crise cardíaca e tu a brincar às escondidas com
as crianças!"

terça-feira, março 29, 2011

PORTUGAL, 2 FINLANDIA, 0 - jogo de preparação

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PORTUGAL VENCEU ESTA NOITE
A FINLANDIA POR 2-0 NUM JOGO
DE PREPARAÇÃO.



Ruben Micael fez esquecer outro madeirense, Cristiano Ronaldo, a grande ausência neste duplo compromisso da selecção nacional. Numa prova de avaliação aos activos da selecção nacional, com nota positiva, o médio portista sublinhou a estreia com dois golos que derrubaram uma frágil Finlândia (2-0).



Paulo Bento anulou o propalado ensaio geral e apresentou oito caras novas no onze nacional. Portugal renovou-se para enfrentar uma Finlândia com várias unidades de segunda linha. Os índices de exigência baixaram consideravelmente. Resposta positiva, ainda assim.

terras brasileiras - VALINHOS, SÃO PAULO

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VALINHOS NO ESTADO DE
SÃO PAULO



Valinhos é um município brasileiro do estado de São Paulo. Sua população estimada em 2008 era de 105.282 habitantes. Possui uma área de 148,96 km². Valinhos está localizada estrategicamente na Região Metropolitana de Campinas.



Conhecida como a capital do figo roxo, hoje também é lembrada pela grande produção de goiaba




O primeiro marco na História de Valinhos registra a concesSão de uma sesmaria ao sesmeiro Alexandre Simões Vieira no dia 2 de dezembro de 1732, que foi outorgada pelo presidente de São Paulo, Antonio Luiz de Távora, o conde de Sarzedas. Conta a História que Alexandre Simões Vieira abriu um caminho novo de Jundiaí aos Goiazes, tendo como paragem um ribeirão chamado Pinheiros. Este trajeto novo tinha por objetivo substituir o então caminho da Vila de Jundiaí até a paragem chamada Campinas do Mato Grosso, por este ser ruim e muito longo. Até então, o caminho era conhecido como Estrada de Goiás e passou a ser bastante utilizado a partir de 1722, com a descoberta de ouro em Goiás.
O Pouso de Pinheiros, pelos registros históricos, foi o primeiro marco oficial de uma Área dentro do atual município de Valinhos e, conforme os historiadores, teve existência quase centenária. Segundo o professor Mário Pires, em seu livro “Valinhos: Tempo e Espaço”, a localização deste chamado Pouso de Pinheiros provavelmente é o atual bairro Capuava, o qual o historiador considera a “célula mater” de Valinhos.

No período em que a sesmaria foi outorgada, Campinas ainda era chamada de bairro de Mato Grosso das Campinas, pertencente ao município de Jundiaí. Em 1741, Francisco Barreto Leme, juntamente com sua família, fixou-se na região e deu início a um povoado. Em 1774, o então bairro de Jundiaí foi elevado à categoria de Distrito e, em 16 de novembro de 1797, Campinas tornou-se município.

A partir daí, não se sabe precisar quando foi fundada a vila de Valinhos. Porém, na Área onde está localizado o município hoje, já naquele período se constatava o desenvolvimento através de grandes fazendas. A fazenda Dois Córregos, hoje bairro Dois Córregos, pertenceu ao Brigadeiro Luiz Antonio, tido como o homem mais rico da capitania, que chegou a possuir, só em Campinas, 16 engenhos de açúcar.

Outro evento importante foi a epidemia de febre amarela que arrasou Campinas no ano de 1889. Segundo cálculos feitos àquela época, a População de Campinas, que era de 20 mil pessoas, foi reduzida a quatro mil. Não que a maioria tenha morrido mas sim que as mesmas, com medo da doença, fugiam da cidade.

No dia 31 de abril daquele ano, a então Valinhos foi palco de uma importante reunião da Câmara Municipal de Campinas, que aqui esteve para cobrar do governo Provincial a convocação da Assembléia Legislativa, para que a mesma, em sesSão extraordinária, tomasse providências sobre o saneamento da cidade, para evitar novas epidemias.

Embora não tenha sido atingida pela epidemia em 1889, Valinhos não escaparia da febre amarela. No ano seguinte, uma nova epidemia, dessa vez em menor proteção, atingiu Campinas e alcançou Valinhos, Rebouças (hoje Sumaré), Santa Bárbara e Boa Vista, entre outras.

Em função da epidemia da febre amarela de 1889, a Sexta Secção Eleitoral de Campinas foi transferida para Valinhos, onde muitos dos campineiros buscaram refúgio, desenhando o futuro distrito. No ano de 1893, o Diário Oficial do Estado do dia 1º de setembro publicou, em sua página 7840, dentro do Expediente da Secretaria dos Negócios da Justiça, ato de criação do “Distrito Policial de Valinhos”.

O tráfego ferroviário pela Cia. Paulista de Estrada de Ferro de Jundiaí a Valinhos teve início em 28 de março de 1872. Com a precariedade das estradas, as cargas sendo transportadas no lombo de mulas e burros, os trens passaram a ter grande importância, servindo inicialmente para o transporte das sacas de café em grãos, com destino ao Porto de Santos.

Conforme relato do historiador Benedito Otávio, em 1907, ao inaugurar-se a a Cia. Paulista, o tráfego ainda era pequeno na Vila de Valinhos, crescendo após a lei de 13 de maio de 1888, que extinguiu a escravidão. Com a abolição, havia falta de mão-de-obra e os primeiros imigrantes italianos começaram a chegar em 1888, dando um novo impulso à agricultura.

As inúmeras fazendas cafeeiras, que proliferavam em toda a região, motivaram a construção da ferrovia. Em 28 de maio de 1896, a pequena, mas próspera vila de Valinhos foi elevada à categoria de Distrito de Paz, que utilizava as mesmas divisas do Distrito Policial, criado em 1893, para definir os limites do novo distrito.

No dia 30 de dezembro de 1953, o Governo do Estado promulga a lei 2456, criando o município de Valinhos. A primeira eleição acontece no dia 3 de outubro de 1954, sendo eleito Jerônymo Alves Corrêa o primeiro prefeito, com 1832 votos. O município é oficialmente instalado no dia 1º de janeiro de 1955, quando tomam posse o prefeito e os 13 vereadores.

segunda-feira, março 28, 2011

escritoras portuguesas - TEOLINDA GERSÃO

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Teolinda Gersão (Coimbra, 1940) é uma escritora e professora universitária portuguesa.



Estudou Germanística e Anglística nas Universidades de Coimbra, Tuebingen e Berlim, foi Leitora de Português na Universidade Técnica de Berlim, docente na Faculdade de Letras de Lisboa e posteriormente professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa,onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada até 1995. A partir dessa data passou a dedicar-se exclusivamente à literatura.

Além da permanência de três anos na Alemanha viveu dois anos em São Paulo (reflexos dessa estada surgem em alguns textos de Os Guarda-Chuvas Cintilantes,1984), e conheceu Moçambique, cuja capital, então Lourenço Marques,é o lugar onde decorre o romance de 1997 A Árvore das Palavras.

Escritora residente na Universidade de Berkeley em Fevereiro e Março de 2004, esteve presente na Feira do Livro de Frankfurt em 1997 e 1999 e, entre outros prémios literários, recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores pelo seu romance A Casa da Cabeça de Cavalo (1995), os Prémios de Ficção do Pen Clube pelos livros O Silêncio (1981) e O Cavalo de Sol (1989)e o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco por Histórias de Ver e Andar (2002).

OBRAS PUBLICADAS

Silêncio
Paisagem com Mulher e Mar ao Fundo (1982)
História do Homem na Gaiola e do Pássaro Encarnado
Os Guarda-Chuvas Cintilantes
O Cavalo de Sol (1984)
A Casa da Cabeça de Cavalo
A Árvore das Palavras
Os Teclados
Os Anjos
Histórias de Ver e Andar
O Mensageiro e Outras Histórias com Anjos

domingo, março 27, 2011

PAULISTÃO -

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O SÃO PAULO DERROTOU O
CORINTHIANS POE 2-1
QUE JÁ NÃO ACONTECEIA
HÁ MUITO TEMPO.
O PALMEIRAS É O LÍDER

Oeste 4-0 Noroeste
Palmeiras 3-0 Bragantino
Mogi Mirim 1-3 Portuguesa
Santo André 1-0 São Caetano
São Paulo 2-1 Corinthians
Botafogo-SP 27/03 Linense h2h
Ponte Preta 27/03 Paulista h2h
Ituano 27/03 Santos h2h
Americana 27/03 São Bernardo h2h
Grêmio Prudente 1-1 Mirassol


SÃO PAULO,2 CORINTHIANS,1



Com gol 100 de Ceni, São Paulo derruba tabu e ultrapassa Corinthians
Em cobrança perfeita de falta, Rogério Ceni marcou o centésimo gol da carreira


Após passar quatro anos sem vencer o rival Corinthians, o São Paulo quebrou a escrita neste domingo da maneira mais especial possível para a torcida. Com um golaço de falta do capitão Rogério Ceni - que chegou à marca de 100 bolas na rede na carreira - a equipe do Morumbi venceu o clássico na Arena Barueri por 2 a 1, em partida que teve três expulsões, e roubou do time alvinegro a segunda colocação do Campeonato Paulista.

Dagoberto, para o São Paulo, e Dentinho, para o Corinthians, marcaram os outros gols do jogo. A última vitória tricolor sobre a equipe do Parque São Jorge havia acontecido no Paulista de 2007, por 3 a 1; desde então, eram 11 jogos, com sete vitórias alvinegras e quatro empates.

Agora, o time do técnico Paulo César Carpegiani é o vice-líder do Estadual com 34 pontos - mesma quantidade do Corinthians, que perde no número de vitórias (11 a 10). O líder é o Palmeiras, com 35 pontos.

Na partida deste domingo, o São Paulo apostou em um estilo de marcação forte e contra-ataque, que deu certo quando Dagoberto aproveitou o espaço para abrir o placar no fim do primeiro tempo.
São Paulo 2 x 1 Corinthians

Gols
São Paulo: Dagoberto, aos 39min do 1º tempo, e Rogério Ceni, aos 8min do 2º tempo
Corinthians: Dentinho, aos 22min do 2º tempo

São Paulo
Rogério Ceni; Rhodolfo, Alex Silva, Miranda e Júnior César; Ilsinho (Marlos), Jean, Rodrigo Souto (Casemiro) e Carlinhos Paraíba; Dagoberto e Fernandinho (Rivaldo). Técnico: Paulo César Carpegiani

Corinthians
Júlio César; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos (Danilo); Ralf e Paulinho; Dentinho, Morais (Ramírez) e Jorge Henrique (Willian); Liedson. Técnico: Tite


Pos. Equipa P J V E D GM GS
1 Palmeiras 35 16 10 5 1 24 6 Jogos
2 São Paulo 34 16 11 1 4 33 17 Jogos
3 Corinthians 34 16 10 4 2 30 10 Jogos
4 Santos 31 15 9 4 2 34 17 Jogos
5 Mirassol 27 16 8 3 5 23 22 Jogos
6 Ponte Preta 25 15 7 4 4 18 13 Jogos
7 Oeste 24 16 7 3 6 19 13 Jogos
8 Paulista 24 15 7 3 5 21 17 Jogos
9 Portuguesa 22 16 6 4 6 22 21 Jogos
10 São Caetano 20 16 5 5 6 14 18 Jogos
11 Bragantino 19 16 5 4 7 18 24 Jogos
12 Mogi Mirim 18 16 5 3 8 17 23 Jogos
13 Botafogo-SP 17 15 4 5 6 18 22 Jogos
14 Americana 16 15 5 1 9 15 17 Jogos
15 São Bernardo 15 15 4 3 8 17 25 Jogos
16 Ituano 15 15 4 3 8 15 24 Jogos
17 Santo André 15 16 2 9 5 12 22 Jogos
18 Noroeste 14 16 2 8 6 18 29 Jogos
19 Linense 12 15 3 3 9 15 28 Jogos
20 Grêmio Prudente 11 16 2 5 9 17 32 Jogos

FILMES DA HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO - "OS CAFAGESTES"

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PROSSEGUIMOS FALANDO DE
FILMES DA HISTÓRIA DO
CINEMA BRASILEIRO.



É o filme que no Brasil, mostra o oprimeiro nu fronbtal feminino




Os cafajestes é um filme brasileiro de 1962, do gênero drama, escrito e dirigido por Ruy Guerra. Teve participação no roteiro de Miguel Torres. Foi o primeiro filme dirigido por Ruy Guerra no Brasil.

Sinopse - Um jovem rico, muito mimado, ao ver seu pai indo à falência, organiza um plano para reverter a situação. Ele consegue um cúmplice para armar um flagrante do tio rico com uma mulher. O objetivo era tirar fotos e tentar ganhar dinheiro através de uma chantagem.

elenco

Jece Valadão.... Jandir
Norma Bengell.... Leda
Daniel Filho.... Vavá
Hugo Carvana
Lucy de Carvalho.... Vilma
Glauce Rocha
Germana Delamare
Fátima Sommer
Aline Silvia
Mariana Ferraz

Principais prêmios e indicações - Festival de Berlim 1962 (Alemanha) -Urso de ouro

sábado, março 26, 2011

PORTUGAL, 1 CHILE,1

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NESTE SÁBADO A SELECÇÃO
DE PORTUGAL EMPATOU VOM
O CHILE 1-1. NUM JOGO DE
PREPARAÇÃO.



Portugal empata a um golo com o Chile em jogo morno
Portugal empatou 1-1, esta noite com o Chile, em jogo particular. Um golo de Varela (Portugal) aos 16 minutos, de cabeça e um golo de livre por Matías Fernandez (Chile) aos 42, fizeram o resultado dum jogo com pouca história.



Jogo disputado no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.

Portugal -- Chile, 1-1.

Ao intervalo: 1-1.

Marcadores:

1-0, Varela, 16 minutos.

1-1, Matías Fernández, 41.


Equipas:

- Portugal: Rui Patrício, João Pereira (Sílvio, 41), Rolando, Ricardo Carvalho (Pepe, 46), Fábio Coentrão, Raul Meireles, Carlos Martins (Paulo Machado, 72), João Moutinho, Nani (Danny, 85), Varela (Quaresma, 62) e Hélder Postiga (Hugo Almeida, 82).

(Suplentes: Eduardo, Ventura, Nélson, Pepe, Bruno Alves, Sílvio, André Santos, Paulo Machado, Rúben Micael, Quaresma, Danny e Hugo Almeida).

- Chile: Bravo, Waldo Ponce, Contreras, Jara, Maurício Isla (Orellana, 83), Vidal, Carmona, Medel, Matías Fernández, Alexis Sánchez e Jean Beausejour (Gonzalo Fierro, 67).

(Suplentes: Miguel Pinto, Estrada, Rojas, Gonzalo Fierro, Orellana, Mancilla, Osvaldo Gonzalez, Felipe Seymor, Jorquera, Carlos Munoz e Raul Olivares).

sexta-feira, março 25, 2011

artistas brasileiros - ZÉ CARIOCA

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Zé Carioca é o apelido do papagaio José Carioca, criado no começo da década de 40 pelos estúdios Walt Disney em uma turnê pela América Latina, que fazia parte dos esforços dos Estados Unidos para reunir aliados durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Historicamente esse esforço na América Latina foi chamado de "Good Neighbor Policy" ou Política da Boa Vizinhança.

Zé Carioca teria sido criado pelo próprio Walt Disney dentro do Copacabana Palace Hotel. O desenhista disse que amou tanto o Rio de Janeiro, que tinha que deixar um presente para os cariocas. Hoje o Zé Carioca é mais do que um personagem ou mascote carioca, é um elo entre a Walt Disney World e o Brasil.

Em sua passagem pelo Brasil, uma das coisas que chamou a atenção de Walt Disney foi o inesgotável repertório de piadas de papagaio que circulavam pela rua. Daí a inspiração para a criação do personagem como um papagaio antropomórfico, que deveria representar o estereótipo do brasileiro. Zé Carioca foi mostrado como um personagem divertido e festeiro.

Cinema - O papagaio José Carioca (vulgo Zé Carioca) foi criado para o filme Alô, amigos (Saludos Amigos), de 1942, lançado nos EUA no ano seguinte pela Disney. Antes do lançamento americano tira de jornal foram publicadas com as aventuras do Zé Carioca.

O filme era dividido em quatro partes e mostrava a América do Sul, na qual o Zé ciceroneava Pato Donald na sua visita ao Brasil: apresentou ao pato ianque a cachaça e o samba[3]. O filme foi criado a partir de dados coletados numa visita de artistas dos Estúdios Disney – entre eles o próprio Walt Disney – à América do Sul (que é mostrada em flashes durante o filme).

Os esforços americanos não se limitavam ao Brasil, assim alguns personagens foram criados para um número de países latinos:

Gauchinho Voador, representante da Argentina;
Panchito, representante do México;
José "Zé" Carioca, o querido papagaio, representante do Brasil.
Dois anos depois, Zé Carioca apareceu novamente em outra produção destinada à América Latina: "Os três cavaleiros" (The three caballeros/Los tres caballeros). A parte brasileira, intitulada "Você já foi à Bahia?", mostra Zé Carioca na companhia do Pato Donald e do galo Panchito, desta vez na Bahia, numa seqüência que mistura desenho com atores reais (destaque para a participação da cantora Aurora Miranda, irmã da célebre Carmen Miranda).

Neste filme, Zé Carioca e Donald ainda se juntam ao galo mexicano Panchito Pistoles em uma viagem pelo México a bordo do tapete voador deste último.

Uma curiosidade cinematográfica sobre Zé Carioca é a confusão que se faz entre ele e o papagaio jurado em Alice no País das Maravilhas.

Quadrinhos - Zé Carioca é pouco conhecido nos Estados Unidos, mas no Brasil ele possui revista mensal, publicada pela Editora Abril. Os quadrinhos o retratam como o típico malandro carioca, sempre escapando dos problemas com o "jeitinho" característico.

Nos Estados Unidos, foram criados algumas histórias em formato de tira de jornal, desenhadas pelo artista Paul Murry[4]. Nessa série, surgiram os primeiros personagens coadjuvantes do papagaio: Rosinha, seu pai Rocha Vaz, Nestor e o rival playboy do Zé Carioca, conhecido como Luis Carlos[5](que mais tarde seria substituído por Zé Galo. Além de ambientado no Rio, há uma história de uma viagem ao Amazonas, que depois seria redesenhada nos anos 60 pelos artistas brasileiros.

No BrasilNo Brasil, o Zé Carioca chegou aos quadrinhos em julho de 1950, aparecendo na capa do primeiro número da revista O Pato Donald, pelas mãos do artista argentino Luis Destuet. Em 1961, já mais bem estruturado em seu "universo", ganha uma publicação própria com a numeração iniciando no 479 e aproveitando os números ímpares da seqüência do Pato Donald, que permanecia com os números pares daí em diante.

Foi nos quadrinhos brasileiros que sua personalidade mais característica gradualmente foi construída: malandro (alérgico a trabalho), boa gente, caloteiro até a última pena (mantém a forma fazendo a os "400 metros rasos fugindo de cobradores"), com a criatividade do brasileiro para seguir levando a vida. Dentre as muitas coisas tidas como preferências nacionais o Zé Carioca só não faz menção (sem, portanto, descartar) à cachaça, que esteve presente em sua estréia cinematográfica; por outro lado estão presentes a feijoada, a jaca (fruto típico nacional e algo que mais tarde teria nas árvores do quintal do conhecido amigo do Zé Carioca, o Pedrão), o amor pela sua terra (marcante no bairrismo carioca), praia e, em especial, samba e futebol. Mas isso levou tempo.

Quando Zé Carioca estreou nos quadrinhos do Brasil, o volume de histórias disponível não era suficiente para manter o título em banca. A Editora Abril para não cancelar a revista, passou a adaptar histórias do Mickey e do Pato Donald, com os desenhistas da Abril colocando Zé Carioca no lugar desses personagens. Por conseqüência, apareceram histórias onde Zé Carioca contracena com personagens fora do seu universo, mantidos da história original, como Pateta, parceiro de Mickey. Também por conta disso, surgiram Zico e Zeca, sobrinhos do Zé, e criados para ocuparem o lugar de Huguinho, Zezinho e Luizinho. Outra conseqüência foram as freqüentes mudanças na personalidade de Zé Carioca, que se adaptava à história original de onde era copiada[.

A produção no Brasil de histórias para o Universo Disney envolveria outros personagens. A primeira história produzida no Brasil com o Zé recebeu o nome de "Zé Carioca, o rei do Carnaval". Ao contrário das tiras americanas, no início da série brasileira não havia diferenças entre a cidade em que o Zé morava e Patópolis, aparecendo com freqüência os demais coadjuvantes das histórias do Donald, como seus sobrinhos, Tio Patinhas, Professor Pardal e o Gastão. É com o Gastão, aliás, que apareceu uma das mais famosas histórias dessa série, justamente presente na citada edição 479: o sortudo personagem era goleiro de um time de futebol que jogava contra o do Zé Carioca. Mesmo com Zé sendo um craque, ele não conseguia vencer o Gastão, que sempre fazia algum milagre para impedir o gol dos adversários. No Brasil, aliás, Gastão seria sempre "o sortudo", enquanto nas histórias de Carl Barks ele aparecia mais vezes como falastrão e preguiçoso e avesso ao trabalho, ou seja, bem parecido com a personalidade que Zé Carioca acabou adotando.

Finalmente a partir de 1972, a Editora Abril conseguiu estruturar um estúdio próprio destinado a produzir histórias para suprir o crescente número de publicações Disney que circulavam no país com enorme sucesso. O Zé Carioca começou a aparecer regularmente em sua revista, acompanhado de uma nova série de personagens coadjuvantes e vivendo situações ambientadas nas paisagens do Brasil, que o consolidaria como um personagem tipicamente brasileiro.

Entre as décadas de 70 e 90 ocorreu o auge da produção para o personagem no Brasil, com revistas contendo só histórias do personagem, e com aumento do número de páginas. Nessa época o Zé teve seu visual reformulado aos poucos, saindo do paletó, gravata, chapéu de palha e charuto (vício que seria abolido de vez de suas histórias, com licença para republicações de histórias clássicas) para boné, camisas estampadas (a mudança também se configurou nos demais personagens). Essas mudanças eram reflexo de um acompanhamento da sociedade e suas mudanças de comportamento. O personagem se atualizou. Deixou de ter a alta sociedade norte americana da década de quarenta como referencia para acompanhar a moda jovem da década de 80 e 90.

Por causa da queda de vendas configurada em todo o comércio de quadrinhos a partir do final da década de 90, com especial ênfase no setor infantil, a Abril praticamente fechou suas redações da área Disney, demitindo artistas consagrados, passando a republicações e lançando apenas alguns especiais (como o aclamado "Zé Carioca no Descobrimento do Brasil", em virtude dos 500 anos da chegada de Cabral), deixando milhares de fãs órfãos pelo Brasil.

A última história inédita brasileira foi publicada em dezembro de 2001 intitulada "Só com Magia", do roteirista Rafles Ramos. Depois disso alguma produção esporádica foram feitas para publicações especiais. Existem histórias inéditas do personagem nos arquivos da Editora Abril

arpoador - rio de janeiro - 1951

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quinta-feira, março 24, 2011

PAULISTÃO

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NESTA RODADA DE MEIO DE SEMANA
O CORINTHIANS APROVEITA A DERROTA
DO SÃO PAULO, VENCE O OESTE 3-0,
COM MAIS UM GOLO DE LIEDSON,E
É AGORA LÍDER ISOLADO.

São Caetano 2-0 Bragantino
Mirassol 2-0 Americana
Santos 3-1 Mogi Mirim
Noroeste 2-2 Grêmio Prudente
Palmeiras 3-0 Linense
Portuguesa 0-0 Santo André
Paulista 3-2 São Paulo
Corinthians 3-0 Oeste
São Bernardo 24/03 Botafogo-SP h2h
Ponte Preta 24/03 Ituano h2h



CORINTHIANS, 3 OESTE,0

Corinthians vence e assume a liderança do Campeonato


Uma noite perfeita. Assim pode ser definida a desta quarta-feira para o Corinthians, que bateu o Oeste por 3 a 0 com enorme tranquilidade e cumpriu mais três objetivos: graças ao tropeço do São Paulo em Jundiaí, voltou a liderar o Campeonato Paulista, e se tornou ainda o primeiro classificado às quartas de final. De quebra, ganhou confiança extra para o clássico de domingo, diante dos próprios são-paulinos, em Barueri.

O Corinthians construiu seu triunfo de forma convincente e com bom futebol, especialmente na última parte do primeiro tempo e no segundo. Paulinho, um emergente da equipe corintiana, abriu o caminho com bonito gol de cabeça. Liedson, como não poderia faltar, também fez o seu. Dentinho, em grande jogada de Bruno César, fechou o caixão do Oeste, que ofereceu pouca resistência.

Com a terceira vitória consecutiva no Estadual, o agora líder Corinthians chegou a 34 pontos, dois a mais que o vice-líder Palmeiras. Já o Oeste, com 21, foi ultrapassado pelo Paulista de Jundiaí e fecha o grupo de classificação na oitava posição.

Corinthians 3 x 0 Oeste

GolOs
Corinthians: Paulinho, aos 34min do primeiro tempo, Liedson, aos 4min, Dentinho, aos 28min do segundo tempo


Corinthians: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Fábio Santos; Paulinho e Ralf; Jorge Henrique (Bruno César), Morais e Dentinho; Liedson (Willian)
Treinador: Tite

Oeste: Fábio; Adriano, Cris (Rafael Caldeira) e Paulo Miranda; Léo Salino (Marino), Dionísio, Márcio Passos e Fernandinho; Roger; Fábio Santos e Anselmo Ramon (Alex Willian)
Treinador: Luís Carlos Martins

CLASSIFICAÇÃO

1 Corinthians 34
2 Palmeiras 32
3 São Paulo 31
4 Santos 31
5 Mirassol 26
6 Ponte Preta 25
7 Paulista 24
8 Oeste 21
9 São Caetano 20
.20 Grêmio Prudente 10

quarta-feira, março 23, 2011

VINHEDO, SÃO PAULO

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VINHEDO

Vinhedo é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo.

Em 1620 começou a ser povoada pelos bandeirantes e tropeiros que transportavam gado, ouro, e outros produtos para a capital paulista. Fundada em 1949, a cidade tem grande número de visitações turísticas, devido ao parque de diversão que situa-se na


cidade, o Hopi Hari, além do Wet'n Wild no município vizinho de Itupeva. Durante as décadas de 50, 60 e 70 a produção de uva e vinho impulsionou o desenvolvimento e a imigração italiana na cidade. A tradicional festa da uva é realizada deste esta época e também atrai pessoas das cidades vizinhas e de outros estados. A cidade cresceu muito nas décadas de 80 e 90, com a criação de diversos condomínios fechados na cidade.

Sua população estimada em 2010 era de 63.685 habitantes, das quais 61.688 vivem na área urbana e 1.997 na área rural. São 43.804 eleitores e 94 seções eleitorais. A cidade possui 11 agências bancárias. A área do município é de 81,956 km².

artistas brasileiros - BERTA LORAN

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Berta Loran

Nascimento 23 de março de 1926 (84 anos)
Varsóvia, Polónia
Ocupação atriz, comediante
Trabalhos notáveis Manoela D'Além-Mar, na Escolinha do Professor Raimundo

Berta Loran (nome de batismo: Basza Ajs); Varsóvia, 23 de março de 1926), é uma atriz e comediante brasileira.

Em 1937, aos 11 anos, Basza mudou-se com a família para o Brasil, instalando-se num sobrado na Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro. Ao ingressar no teatro, por incentivo do pai, no início da década de 1940, passou a adotar o nome artístico: Berta Loran.

Iniciou a carreira apresentando-se em clubes da comunidade judaica. Aos 19 anos, mudou-se para Buenos Aires, onde morou durante dois anos. Retornou ao Brasil no início da década de 1950. Seu primeiro papel para grandes públicos foi interpretado em uma revista em 1952, aos 26 anos, no palco do Teatro Carlos Gomes, a convite do maestro Armando Ângelo, com quem havia trabalhado anteriormente.

Na televisão, fez sua estréia no programa Espetáculos Tonelux, na TV Tupi. Estreou no cinema em 1955, no período das chanchadas brasileiras, no filme de Watson Macedo: Sinfonia Carioca. Nos dois filmes seguintes, Papai Fanfarrão e Garotas e Samba, foi dirigida por Carlos Manga.

Em 1957, apresentou-se em Portugal com a peça Fogo no Pandeiro. Acabou morando no país durante seis anos. Ao retornar ao Brasil, em 1963, trabalhou na TV Record, na peça Boing, Boing e no musical Como Vencer na Vida Sem Fazer Força, ao lado de Moacyr Franco e Marília Pêra, dirigido por Augusto César Vannucci.

Em 1966, quando trabalhava na TV Tupi, foi convidada por Boni para trabalhar na Rede Globo, em um programa intitulado Bairro Feliz. No mesmo ano, atuou em outro humorístico da emissora, Riso Sinal Aberto, exibido até fevereiro de 1967. No ano seguinte, atuou em Balança Mas Não Cai. Entre 1970 e 1973, participou do programa Faça Humor, Não Faça Guerra; entre 1974 e 1975, do Satiricom; e entre 1976 e 1982, do Planeta dos Homens.

No ano de 1978, retornou a fazer filmes, sendo três no mesmo ano: Como Matar Uma Sogra, O Golpe Mais Louco do Mundo e O Amante de Minha Mulher.

Integrou o elenco fixo de Viva o Gordo em 1981 e participou da segunda temporada de Balança Mas Não Cai, entre 1982 e 1983. No mesmo ano, atuou no humorístico A Festa É Nossa. Em 1984, surpreendeu público e crítica com sua performance de atriz de telenovela, em Amor Com Amor se Paga, de Ivani Ribeiro, em que faz dobradinha com Ary Fontoura. Também fez parte do elenco de Humor Livre.

Durante parte dos anos 80, foi também garota propaganda dos eletrodomésticos Arno.

Em 1991, passou a trabalhar nos programas de Chico Anysio, primeiramente em Estados Anysios de Chico City, em seguida em Escolinha do Professor Raimundo (onde interpretou a personagem portuguesa Manoela D'Além-Mar) e, finalmente, em Chico Total. Na segunda versão da Escolinha do Professor Raimundo, em 2001, interpretou a judia Sara Rebeca. Em 2004, novamente fez uma personagem portuguesa: Maria, contracenando com Agildo Ribeiro, no papel de Manoel.

Em 2004, apresentou-se na peça Ainda Estou Aqui!, onde homenageou o humorista Costinha. Dois anos depois, integrou o elenco do filme Polaróides Urbanas, de Miguel Falabella. Em 2008, pela primeira vez trabalhou junto com Bemvindo Sequeira, na comédia Pais Criados, Trabalhos Dobrados, de autoria de Moacyr Veiga, que também compõe o elenco. É a terceira vez que Berta atuou em uma peça escrita por Moacyr Veiga (anteriormente, já havia atuado em Até que os Sogros se Separem e Quem Vai Ficar com a Velha?).

Depois de 25 anos sem fazer uma novela completa, Berta Loran esteve na novela Cama de Gato, fazendo um papel de uma interna de asilo para idosos, chamada Loló. Ela fez par romântico com Luiz Gustavo.

Carreira Televisão

1966 - Bairro Feliz
1967 - Riso Sinal Aberto
1968 - Balança Mas Não Cai
1970 - Faça Humor, Não Faça Guerra
1972 - Uau, a Companhia
1973 - Satiricom
1976 - Planeta dos Homens - Aurélia
1981 - Viva o Gordo
1983 - A Festa É Nossa
1984 - Amor com Amor se Paga - Frosina
1984 - Humor Livre
1990 - Escolinha do Professor Raimundo - Manoela D'Além-Mar
1991 - Estados Anysios de Chico City
1995 - Você Decide - O Príncipe Desencantado
1996 - Chico Total
1999 - Chiquinha Gonzaga - Beata
1999 - Torre de Babel - Sara
2001 - Escolinha do Professor Raimundo - Sara Rebeca
2005 - Zorra Total - Maria
2008 - Ciranda de Pedra - Jurada do Miss Suéter
2009 - Cama de Gato - Loló
2010 - Ti Ti Ti - Dona Soledad
[editar] Cinema1955 - Sinfonia Carioca
1957 - Garotas e Samba - Ninon Ervilha
1957 - Papai Fanfarrão
1958 - O Barbeiro que se Vira - Margarida
1960 - O Cantor e a Bailarina - Amiga de Natália
1966 - A Ilha dos Paqueras
1970 - Em Busca do Susexo - Dona Helena
1971 - Ipanema Toda Nua
1978 - Como Matar Uma Sogra
1978 - O Golpe Mais Louco do Mundo
1978 - O Amante de Minha Mulher
2006 - Polaróides Urbanas - Dona da Joalheria
2008 - A Guerra dos Rocha - amiga da Dina

terça-feira, março 22, 2011

HISTÓRIA DO BRASIL - CAPITANIAS

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Capitanias do Brasil



As capitanias foram uma forma de administração territorial do império português uma vez que a Coroa, com recursos limitados, delegou a tarefa de colonização e exploração de determinadas áreas a particulares, através da doação de lotes de terra, sistema utilizado inicialmente com sucesso na exploração das ilhas atlânticas. No Brasil este sistema ficou conhecido como capitanias hereditárias, tendo vigorado, sob diversas formas, durante o período colonial, do início do século XVI até ao século XVIII, quando o sistema de hereditariedade foi extinto pelo Marquês de Pombal, em 1759 (a hereditariedade foi abolida, mas a denominação capitania não).


O sistema de capitanias, bem sucedido nas ilhas da Madeira e de Cabo Verde, foi inicialmente implantado no Brasil com a doação da Ilha de São João (atual ilha de Fernando de Noronha), por Carta Régia de Dom Manuel I (1495 - 1521), datada de 16 de Fevereiro de 1504, que doou a Fernando de Noronha, arrendatário do contrato de exploração do pau-brasil ("Caesalpinia echinata"), constituindo a capitania de São João, sem qualquer efeito na prática, uma vez que não há notícia de sua colonização à época. Os descendentes de Noronha, entretanto, continuaram herdando o título de posse da capitania até ao seu último representante, João Pereira Pestana, em 1692.

O Regimento Castanheira

Capitanias do Brasil em 1534.O insucesso das expedições guarda-costas de Cristóvão Jacques (inclusive o sério incidente diplomático pelo qual foi responsável), assim como o aumento do tráfico de pau-brasil e outros gêneros por corsários estrangeiros, principalmente franceses no litoral do Brasil, em um momento de crise do comércio português no Oriente, foram os fatores determinantes para a iniciativa de colonização promovida pela Coroa.

Após o sucesso parcial da expedição de Martim Afonso de Sousa (1530 - 1532), contando com escassos recursos financeiros e visando a incentivar ocupação da terra, por iniciativa de Dom António de Ataíde - 1° conde da Castanheira -, Dom João III doou quinze capitanias na costa do Brasil, entre 1534 e 1536. Essas doações constituíam-se em faixas de terra dispostas no sentido Leste-Oeste, entre o Oceano Atlântico e o meridiano estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas.

[editar] As capitanias hereditáriasOs beneficiários, no total de doze, eram elementos da pequena nobreza de Portugal, dos quais sete haviam se destacado nas campanhas da África e na Índia, quatro eram altos funcionários da corte e um deles era capitão de confiança de Martim Afonso de Sousa.

De norte a sul as capitanias iniciais eram:

Capitania- Limites aproximados- Donatário
Capitania do Maranhão (primeira secção) Extremo leste da Ilha de Marajó (PA) à foz do rio Gurupi (PA/MA) João de Barros e Aires da Cunha
Capitania do Maranhão (segunda secção) Foz do rio Gurupi (PA/MA) a Parnaíba (PI) Fernando Álvares de Andrade
Capitania do Ceará Parnaíba (PI) a Fortaleza (CE) Antônio Cardoso de Barros
Capitania do Rio Grande Fortaleza (CE) à Baía da Traição (PB) João de Barros e Aires da Cunha
Capitania de Itamaracá Baía da Traição (PB) a Igaraçu (PE) Pero Lopes de Sousa
Capitania de Pernambuco Igaraçu (PE) à foz do Rio São Francisco (AL/SE) Duarte Coelho Pereira
Capitania da Baía de Todos os Santos Foz do Rio São Francisco (AL/SE) a Itaparica (BA) Francisco Pereira Coutinho
Capitania de Ilhéus Itaparica (BA) a Comandatuba (BA) Jorge de Figueiredo Correia
Capitania de Porto Seguro Comandatuba (BA) a Mucuri (BA) Pero do Campo Tourinho
Capitania do Espírito Santo Mucuri (BA) a Itapemirim (ES) Vasco Fernandes Coutinho
Capitania de São Tomé Itapemirim (ES) a Macaé (RJ) Pero de Góis da Silveira
Capitania de São Vicente (primeira secção)[3] Macaé (RJ) a Caraguatatuba (SP) Martim Afonso de Sousa
Capitania de Santo Amaro Caraguatatuba (SP) a Bertioga (SP) Pero Lopes de Sousa
Capitania de São Vicente (segunda secção) Bertioga (SP) a Cananéia/Ilha do Mel (PR) Martim Afonso de Sousa
Capitania de Santana Ilha do Mel/Cananéia (SP) a Laguna (SC) Pero Lopes de Sousa

O donatário constituía-se na autoridade máxima dentro da própria capitania, tendo o compromisso de desenvolvê-la com recursos próprios, embora não fosse o seu proprietário.

O vínculo jurídico entre o rei de Portugal e cada donatário era estabelecido em dois documentos: a Carta de Doação, que conferia a posse, e a Carta Foral que determinava direitos e deveres.

Pela primeira, o donatário recebia a posse da terra, podendo transmiti-la aos filhos, mas não vendê-la. Recebia também uma sesmaria de dez léguas de costa. Devia fundar vilas,distribuir terras a quem desejasse cultivá-las, construir engenhos. O donatário exercia plena autoridade no campo judicial e administrativo para nomear funcionários e aplicar a justiça, podendo até decretar a pena de morte para escravos, índios e homens livres. Adquiria alguns direitos: isenção de taxas, venda de escravos índios e recebimento de parte das rendas devidas à Coroa. Podia escravizar os indígenas, obrigando-os a trabalhar na lavoura ou enviá-los como escravos a Portugal até o limite de 30 por ano.

A Carta Foral tratava, principalmente, dos tributos a serem pagos pelos colonos. Definia ainda, o que pertencia à Coroa e ao donatário. Se descobertos metais e pedras preciosas, 20% seriam da Coroa e, ao donatário caberiam 10% dos produtos do solo. A Coroa detinha o monopólio do comércio do pau-brasil e de especiarias. O donatário podia doar sesmarias aos cristãos que pudessem colonizá-las e defendê-las, tornando-se assim colonos.

Outras capitanias
Mapa de Joan Blaeu de 1640 já com novas denominação de várias capitanias.Posteriormente, D. João III (1521-1557) expediu, a 22 de Agosto de 1539, uma carta de doação da "Ilha de Ascensão" (atual ilha da Trindade), situada a 75 léguas da costa do Brasil, na altura de 19º e um terço do meridiano, a Belchior Carvalho, fidalgo da Casa Real, constituindo a Capitania da Trindade. Essa doação também não acarretou conseqüências, na prática.

A Capitania da Baía de Todos os Santos, por morte de seu donatário, foi vendida pela viúva à Coroa, para fins da instalação da sede do governo-geral, com a fundação da cidade do Salvador (1549). Um pouco mais tarde, ainda na região, foram doadas em 1556:

a ilha de Itaparica, a D. António de Ataíde, conde de Castanheira, constituindo a Capitania de Itaparica;
a região do rio Paraguaçu, a D. Álvaro da Costa, constituindo a Capitania do Paraguaçu (Peroaçu), também denominada como Capitania do Recôncavo da Bahia.
A primeira seção da capitania de São Vicente, que por falta de colonizadores havia sofrido a invasão francesa da baía de Guanabara, entre 1555 e 1567, foi recriada como Capitania Real do Rio de Janeiro.

A Capitania de Itamaracá, abandonada pelo donatário, foi recriada como Capitania da Paraíba em 1574.

No século XVII, outras capitanias foram criadas:

No Estado do Maranhão, no contexto da conquista do Norte do Brasil:
a Capitania de Tapuitapera, Cumá ou Cumã, doada a Antônio Coelho de Carvalho (1633)
a Capitania de Caeté ou Gurupi, doada a Feliciano Coelho de Carvalho (1634), posteriormente a Álvaro de Sousa;
a Capitania de Cametá, doada a Feliciano Coelho de Carvalho (1620)
a Capitania do Cabo Norte, doada a Bento Maciel Parente (1637)
a Capitania de Marajó (ou ilha Grande de Joanes), doada a Antônio de Sousa de Macedo (1655)
a Capitania do Xingu, doada a Gaspar de Abreu de Freitas (1685), última capitania criada
No Estado do Brasil:
a Capitania de Campos dos Goitacases, antiga São Tomé, a Martim Correia de Sá (20 léguas) e a João Correia de Sá (10 léguas) (1674).
[editar] Tipos de capitaniasAs capitanias podiam ser classificadas em:

Insulares e continentais - quanto à sua localização;
Permanentes e temporárias - quanto ao seu gênero de doação (a Capitania doada a Pero Cápico seria do segundo gênero)
Particulares e da Coroa - quanto ao seu donatário.
[editar] O governo-geral
Martim Afonso de Sousa, por Benedito Calixto.É costume afirmar-se que o sistema de capitanias hereditárias fracassou no Brasil, diante da constatação de que apenas a Capitania de Pernambuco e a de São Vicente lograram alcançar relativa prosperidade nas décadas seguintes. Em ambas, havia prosperado a lavoura de cana-de-açúcar e, apesar dos problemas comuns às demais capitanias, os respectivos donatários, Duarte Coelho e os representantes de Martim Afonso de Sousa, conseguiram manter os seus colonos e estabelecer alianças com os indígenas.

O insucesso das demais, certamente atrasou o desenvolvimento da terra. As dificuldades eram maiores do que os donatários podiam calcular. Muitos donatários nem chegaram a tomar posse das suas terras. Entre as causas para tal, relacionam-se:

a difícil a adaptação às condições climáticas e a um tipo de vida diferente do existente na Europa;
o alto custo do investimento, que não trazia um retorno imediato;
a falta de recursos humanos, por parte dos donatários, para desenvolver os lotes;
os ataques das tribos indígenas e de corsários estrangeiros, assim como as disputas internas e dificuldades na aplicação da Justiça;
a falta de comunicação e de articulação entre as diversas capitanias pelas enormes distâncias entre si, e entre elas e a metrópole;
a ausência de uma autoridade central (governo) que amparasse localmente as Capitanias, referente à economia, justiça e segurança.
a falsa idéia de que os índios praticavam antropofagia (canibalismo).
Mesmo assim, o sistema de capitanias cumpriu os objetivos ao preservar a posse da terra para Portugal, lançando os fundamentos da colonização, com base no tripé constituído pela grande propriedade rural, pela monocultura de um produto de larga aceitação na Europa e pelo trabalho escravo.

Já em meados do século XVI, percebendo a dificuldade e os riscos ao projeto colonizador, a Coroa decidiu centralizar o governo do Brasil, e enviou um primeiro governador-geral, Tomé de Sousa (1548).

Com a finalidade de "dar favor e ajuda" aos donatários e centralizar administrativamente a organização da Colônia, o rei de Portugal resolveu criar, em 1548, o Governo Geral. Resgatou dos herdeiros de Francisco Pereira Coutinho a capitania da Bahia de Todos os Santos, transformando-a na primeira capitania real ou da Coroa, sede do Governo Geral. Esta medida não implicou a extinção das capitanias hereditárias e até mesmo outras foram implantadas, como a de Itaparica, em 1556, e a do Recôncavo Baiano, em 1566. No século XVII continuaram a ser criadas capitanias hereditárias para estimular a ocupação do Estado do Maranhão.

Um Regimento instituiu o Governo Geral. O documento detalhava as funções do novo representante do governo português na Colônia. O governador-geral passou a assumir muitas funções antes desempenhadas pelos donatários. A partir de 1720 os governadores receberam o título de vice-rei. O Governo Geral permaneceu até a vinda da família real para o Brasil, em 1808.

Tomé de Sousa, o primeiro governador do Brasil, chegou em 1549 e fundou a cidade de Salvador, a primeira da Colônia. Trouxe três ajudantes para ocupar os cargos de: provedor - mor, encarregado das finanças; ouvidor - geral, a maior autoridade da justiça; e o de capitão - mor da costa, encarregado da defesa do litoral. Vieram também padres jesuítas chefiados por Manuel da Nóbrega, encarregados da catequese dos indígenas e de consolidar, através da fé, o domínio do território pela Coroa portuguesa.

O controle da aplicação da justiça e a expansão da fé cristã, ações atribuídas ao Governo Geral, eram expressivas em relação ao momento pelo qual passavam as monarquias européias: o absolutismo e os movimentos decorrentes do surgimento do protestantismo.

Em 1551, no governo de Tomé de Sousa, foi criado o 1º Bispado do Brasil com sede na capitania real, sendo nomeado bispo D. Pero Fernandes Sardinha. Foram também instaladas as Câmaras Municipais, compostas pelos "homens bons": donos de terras, membros das milícias e do clero. Nesse período ainda foi introduzida, nessa capitania, a criação de gado e instalados engenhos. Com essas medidas o governo português pretendia reafirmar a soberania e a autoridade da Metrópole, e consolidar o processo de colonização.

Foi ainda no período do governo de Tomé de Sousa que chegou ao Brasil um considerável número de artesãos. De início trabalharam na construção da cidade de Salvador e, depois, na instalação de engenhos na região. Eles eram mão - de - obra especializada tão necessária na Colônia que a Coroa lhes ofereceu, caso viessem para o Brasil, isenção de pagamento do dízimo pelo mesmo prazo dado aos colonos.

Os governadores seguintes, Duarte da Costa (1553 - 1557) e Mem de Sá (1557 - 1572), reforçaram a defesa das capitanias, fizeram explorações de reconhecimento da terra e tomaram outras medidas no sentido de reafirmar e garantir a colonização. Mas enfrentaram grandes dificuldades: choques com índios e com invasores, especialmente os franceses; conflitos com o bispo, e com os próprios jesuítas que se opunham à escravidão indígena, e entre antigos e novos colonos.

[editar] Extinção definitiva das capitaniasA extinção do sistema de capitanias ocorreu formalmente em 28 de fevereiro de 1821, um pouco mais de um ano antes da declaração de independência. A maioria das capitanias tornaram-se províncias e o território de algumas, como o da capitania de São José do Rio Negro e o da capitania de Sergipe, foi anexado às novas províncias.

domingo, março 20, 2011

CARIOCÃO

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O VASCO VENCEU O BOTAFOGO
NO CLÁSSICO DA RODADA




Nova Iguaçu 1-2 Duque de Caxias
Volta Redonda 2-1 Macaé
Fluminense 0-2 Boavista-RJ
Americano FC 2-1 Madureira
Cabofriense 0-0 Flamengo
Bangu 0-1 Resende
Olaria 1-0 America-RJ
Vasco 2-0 Botafogo


VASCO,2 BOTOFOGO,0
Diego Souza marca em estreia, Vasco bate Botafogo e lidera


Principal contratação do Vasco para a temporada, Diego Souza (EX-BENFICA) estreou com a camisa cruzmaltina com o pé direito. O meia abriu o placar antes de Éder Luis (EX-BENFICA), de voleio, selar a vitória por 2 a 0 do time de Ricardo Gomes (EX-BENFICA) sobre o Botafogo neste domingo, no Engenhão, pela quarta rodada da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca.

Depois de parar em grande exibição do goleiro Jefferson na etapa inicial, o Vasco saiu na frente com Diego Souza, aproveitando vacilo da defesa rival, aos 13min do segundo tempo. Pouco depois, aos 24min, Éder Luis fez o dele. O resultado põe fim ao 100% de aproveitamento da equipe de Joel Santana no segundo turno do torneio estadual.

Ainda assim, o Botafogo segue líder do Grupo B, com nove pontos, mesma pontuação do Olaria, segundo por ter pior saldo de gols. Já o Vasco, que deu vexame na Taça Guanabara, comprova a reação e alcança a ponta do Grupo A, deixando o Flamengo para trás e superando o Boavista no critério de gols marcados.

Vasco 2 x 0 Botafogo

Gols

Vasco:
Diego Souza, aos 13min, e Éder Luis, aos 24min do segundo tempo

Vasco: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Eduardo Costa, Rômulo, Felipe e Bernardo (Felipe Bastos); Diego Souza (Elton) e Éder Luis (Leandro). Técnico: Ricardo Gomes

Botafogo: Jefferson; Lucas (Caio), João Filipe, Márcio Rosário e Márcio Azevedo (Marcelo Mattos); Arévalo, Rodrigo Mancha, Somália e Everton (Alex); Herrera e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana

PAULISTÃO

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O CORINTHIANS COM GOLO DE
LIEDSON A VALER 3 PONTOS




Liedson volta e garante vitória do Corinthians sobre Americana
Liedson marca, e Corinthians vence Americana


O Corinthians esteve longe de fazer uma bela exibição, mas venceu o Americana por 1 a 0 neste domingo, no Pacaembu, pela 14ª rodada do Campeonato Paulista. De volta ao time após se recuperar de contusão, o artilheiro Liedson manteve seu excelente retrospecto e foi o autor do único gol do jogo.

A equipe do técnico Tite esbarrou na forte marcação dos visitantes, mas conseguiu o segundo triunfo seguido graças ao gol marcado pelo centroavante logo aos 9min do primeiro tempo.

O resultado deixa o Corinthians com 31 pontos - o time fecha o final de semana como líder desde que o São Paulo não vença o Prudente ainda hoje. Já o Americana, sensação no início do campeonato, segue em fase decadente e soma o quinto revés seguido, permanecendo fora da zona de classificação ao mata-mata.

O Corinthians entrou em campo com três importantes reforços em relação à vitória da última rodada sobre o Mirassol: Alessandro, Chicão, além de Liedson - todos recuperados de lesão. Bruno César foi titular no lugar do suspenso Jorge Henrique. Outra novidade foi a camisa do clube, com mensagens solidárias às vítimas do terremoto no Japão. Nas arquibancadas do Pacaembu, também foram vistas faixas de apoio.


Corinthians 1 x 0 Americana

Gols

Corinthians:
Liedson, aos 9min do primeiro tempo

Corinthians: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais (Danilo) e Bruno César (Ramirez); Dentinho (Willian) e Liedson. Técnico: Tite

Americana: Jaílson; Jorge Luiz, Júlio César (Carlinhos) e Thiago Gomes; Luiz Felipe, Léo Silva, Jackson, Sandro (Rafinha) e Magal; Fumagalli e Lúcio Flávio (Jhon). Técnico: Toninho Cecílio

artistas brasileiros - HERMETO PASCOAL

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HERMETO PASCOAL DE
VISITA A PORTUGAL
A ACTUAR EM BRAGA E
GUARDA É..



Nascido em Olho d´Água e criado em Lagoa da Canoa, na época município de Arapiraca, estado de Alagoas, em 22 de junho de 1936, Hermeto Pascoal é filho de Vergelina Eulália de Oliveira (dona Divina) e Pascoal José da Costa (seu Pascoal). Foi no seu alistamento militar que colocaram o pré nome de seu pai como seu sobrenome.

Os sons da natureza o fascinaram desde pequeno. A partir de um cano de mamona de "gerimum" (abóbora), fazia um pífano e ficava tocando para os passarinhos. Ao ir para a lagoa, passava horas tocando com a água. O que sobrava de material do seu avô ferreiro, ele pendurava num varal e ficava tirando sons. Até o 8 baixos de seu pai, de sete para oito anos, ele resolveu experimentar e não parou mais. Dessa forma, passou a tocar com seu irmão mais velho José Neto, em forrós e festas de casamento, revezando-se com ele no 8 baixos e no pandeiro.

Mudou-se para Recife em 1950, e foi para a Rádio Tamandaré. De lá, logo foi convidado, com a ajuda do Sivuca (sanfoneiro já de sucesso), para integrar a Rádio Jornal do Commercio, onde José Neto já estava. Formaram o trio "O Mundo Pegando Fogo" que pegou fogo mesmo já na primeira vez em que tocaram, pois, segundo Hermeto, ele e seu irmão estavam apenas começando a tocar sanfona, ou seja, eles só tocavam mesmo 8 baixos até então.

Porém, por não querer tocar pandeiro e sim sanfona, foi mandado para a Rádio Difusora de Caruaru, como refugo, pelo diretor da Rádio Jornal do Commercio, o qual disse-lhe que "não dava para música". Ficou nessa rádio em torno de três anos. Quando Sivuca passou por lá, fez muitos elogios sobre o Hermeto ao diretor dessa rádio, o Luis Torres, e Hermeto, por conta disso, logo voltou para a Rádio Jornal do Commercio, em Pernambuco, ganhando o que havia pedido, a convite da mesma pessoa que o tinha mandado embora. Ali, em 1954, casou-se com Ilza da Silva, com quem viveu 46 anos e teve seis filhos: Jorge, Fabio, Flávia, Fátima, Fabiula e Flávio. Foi nessa época também que descobriu o piano, a partir de um convite do guitarrista Heraldo do Monte, para tocar na Boate Delfim Verde. Dali, foi para João Pessoa, PB, onde ficou quase um ano tocando na Orquestra Tabajara, do maestro Gomes.

Em 1958, mudou-se para o Rio para tocar sanfona no Regional de Pernambuco do Pandeiro (na Rádio Mauá) e, em seguida, piano no conjunto e na boate do violinista Fafá Lemos e, em seguida, no conjunto do Maestro Copinha (flautista e saxofonista), no Hotel Excelsior.

Atraído pelo mercado de trabalho, transferiu-se para São Paulo em 1961, tocando em diversas casas noturnas. Depois de um tempo, formou, juntamente com Papudinho no trompete, Edilson na bateria e Azeitona no baixo, o grupo SOM QUATRO. Foi aí que começou a tocar flauta. Com esse grupo gravou um lp. Em seguida, integrou o SAMBRASA TRIO, com Cleiber no baixo e Airto Moreira na bateria. No disco do Sambrasa Trio, Hermeto já registrou sua música "Coalhada".

Com o florescimento dos programas musicais de TV, criaram o QUARTETO NOVO, em 1966, sendo Hermeto no piano e flauta, Heraldo do Monte na viola e guitarra, Théo de Barros no baixo e violão e Airto Moreira na bateria e percussão. O grupo inovou com sua sonoridade refinada e riqueza harmônica, participando dos melhores festivais de música e programas da TV Record, representando o melhor da nossa música. Nessa época, venceram um dos festivais com "Ponteio", de Edu Lobo. Além disso, Hermeto ganhou várias vezes como arranjador. No ano seguinte gravou o LP QUARTETO NOVO, pela Odeon, onde registrou suas composições O OVO e CANTO GERAL.

Em 1969, a convite de Flora Purim e Airto Moreira, viajou para os EUA e gravou com eles 2 LPs, atuando como compositor, arranjador e instrumentista. Nessa época, conheceu Miles Davis e gravou com ele duas músicas suas: "Nem Um Talvez" e "Igrejinha". De volta ao Brasil, gravou o lp "A MÚSICA LIVRE DE HERMETO PASCOAL", com seu primeiro grupo, em 1973.

Em 1976, retornou aos EUA, gravou o "SLAVES MASS" e realizou mais alguns trabalhos com Airto e Flora.

Com o nome já reconhecido pelo talento, pela qualidade e por sua criatividade, tornou-se a atração de diversos eventos importantes, como o I Festival Internacional de Jazz, em 1978, em São Paulo. No ano seguinte, participou do Festival de Montreux, na Suíça, quando é editado o álbum duplo HERMETO PASCOAL AO VIVO, e seguiu para Tóquio, onde participou do LIVE UNDER THE SKY. Lançou o CÉREBRO MAGNÉTICO em 1980 e multiplica suas apresentações pela Europa.

Em 1982, lançou, pela gravadora Som da Gente, o lp HERMETO PASCOAL& GRUPO. Em 1984, pelo mesmo selo, gravou o LAGOA DA CANOA, MUNICÍPIO ARAPIRACA, onde registrou pela primeira vez o SOM DA AURA com os locutores esportivos Osmar Santos (Tiruliru) e José Carlos Araújo (Parou, parou, parou). Esse disco também foi em homenagem à sua cidade, que se elevou, então, à categoria de município e conferiu-lhe o título de Cidadão Honorário. Em 1986, o BRASIL UNIVERSO, também com seu grupo.

Compôs ainda a SINFONIA EM QUADRINHOS, apresentando-se com a Orquestra Jovem de São Paulo. Em seguida, foi para Kopenhagen, onde lançou a SUITE PIXITOTINHA, que foi executada pela Orquestra Sinfônica local, em concerto transmitido, via rádio, para toda a Europa.

Em 1987, lançou mais um LP: o SÓ NÃO TOCA QUEM NÃO QUER, através do qual o músico homenageia jornalistas e radialistas, como reconhecimento pelo seu apoio ao longo da carreira. Em 1989, fez seu primeiro disco de piano solo, o lp duplo POR DIFERENTES CAMINHOS.

Em 1992, já pela Philips, gravou com seu grupo o FESTA DOS DEUSES. Depois do lançamento, viajou à Europa para uma série de concertos na Alemanha, Suíça. Dinamarca, Inglaterra e Portugal.

Em março de 1995, apresentou uma Sinfonia no Parque lúdico do Sesc Itaquera, em SP, utilizando os gigantescos instrumentos musicais do parque. No mesmo ano foi a convite da Unicef para Rosário, Argentina, onde apresentou-se para 2.000 crianças, sendo que seu grupo entrou para tocar dentro da piscina montada no palco a pedido dele.

De 23 de junho de 1996 a 22 de junho de 1997, registrou uma composição por dia, onde quer que estivesse. Essas composições fazem parte do CALENDÁRIO DO SOM, lançado em 1999 pela editora Senac/ SP.

Em 1999 lançou o CD EU E ELES, primeiro disco do selo Mec, no Rio de Janeiro.
Nesse CD produzido por seu filho Fábio Pascoal, Hermeto toca todos os instrumentos.

Em 2003, lançou, com seu grupo, o cd MUNDO VERDE ESPERANÇA, também produzido por Fábio.


Em outubro de 2002, quando foi dar um workshop em Londrina, PR, conheceu a cantora Aline Morena e convidou-a para dar uma canja no dia seguinte com o seu grupo em Maringá, PR. Em seguida ela foi para o Rio com ele e, no final de 2003, Hermeto passou a residir em Curitiba, PR, com ela. Assim, passou a dar-lhe noções de viola caipira, piano e percussão e, em março de 2004 estreou no Sesc Vila Mariana a sua mais nova formação: o duo "CHIMARRÃO COM RAPADURA" (gaúcha com Alagoano), com Aline Morena.

Em abril de 2004, embarcou para Londres para o terceiro concerto com a Big Band local, sendo que o primeiro já havia sido considerado o SHOW DA DÉCADA. Em seguida realizou mais alguns shows solo em Tóquio e Kyoto.

Em 2005 gravou o CD e o DVD "CHIMARRÃO COM RAPADURA", com Aline Morena, além de realizar duas grandes turnês com seu grupo por toda a Europa. O cd e o dvd de Hermeto Pascoal e Aline Morena foram lançados de maneira totalmente independente em 2006.

Neste ano de 2010 está lançando o novo cd com Aline Morena, denominado "Bodas de Latão", em comemoração aos sete anos juntos na vida e na música! Esse cd contem duas faixas multimídias, gravadas às margens do Rio São João, na estrada da Graciosa, em Morretes, Paraná. Além disso, conta com composições novas e antigas do Hermeto, uma composição e algumas novas letras de Aline e uma música de Astor Piazzolla.

Atualmente, Hermeto Pascoal apresenta-se com cinco formações: Hermeto Pascoal e Grupo, Hermeto Pascoal e Aline Morena, Hermeto Pascoal Solo, Hermeto Pascoal e Big Band e Hermeto Pascoal e Orquestra Sinfônica. Diz ele que, por enquanto, é só!! Esse é o nosso "CAMPEÃO"!!!

Obs. Público, shows e discos têm todos a mesma importância para o Hermeto. Não há melhor público, nem melhor show, nem melhor disco. São todos filhos muito amados por ele. Portanto, o que foi mencionado nessa biografia refere-se apenas a um resumo dos fatos que foram lembrados.