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quinta-feira, junho 28, 2012

PORTUGAL FOI ELIMINADO PELA ESPANHA NO EURO 2012

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E DESTA VEZ O TIME PORTUGUÊS
ANULANDO NA MAIOR PARTE DO
TEMPO O TIKI TAKA DOS CAMPEÕES
DO MUNDO, ESTIVERAM À BEIRA
DE VENCER NO TEMPO REGULAMEN-
TAR




Com o luao-brasileiro PEPE em grande destaque, Portugal jogou muito bem, tapou bem os caminhos para a baliza e atacou com qualidade tendo posto a defesa espanhola em sérios embaraços

Muito bem també Miguel Veloso (aparecia em todo o lado) e João Moutinho.
A falta de um grande ponta de lança evitou que Portugal vencesse nos 90 m.
Ronaldo entrou bem, teve ataque devastadores ,mas em termos de golo não era a noite dele.



Agora a Espanha terá pela frente a Itália que é uma equipa dificil que o diga a Alemanha que perdeu esta noite 1-2 com 2 fantásticos golos de Balotelli.

domingo, junho 24, 2012

brasileirão - 7ª.rodada

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O VASCO PERDEU A INVENCIBILIDADE
AO SER DERROTADO EM SÃO JANUÁRIO
PELO CRUZEIRO E CEDEU-LHE A LI-
DERANÇA.

23/06/2012 18:30 (Saba) Vasco 1 x 3 Cruzeiro São Januário
23/06/2012 18:30 (Saba) Portuguesa 1 x 0 São Paulo Canindé
23/06/2012 21:00 (Saba) Atlético-MG 5 x 1 Náutico Independência
24/06/2012 16:00 (Dom) Corinthians 2 x 1 Palmeiras Pacaembu
24/06/2012 16:00 (Dom) Grêmio 2 x 0 Flamengo Olímpico
24/06/2012 16:00 (Dom) Figueirense 1 x 1 Bahia Orlando Scarpelli
24/06/2012 18:30 (Dom) Sport 0 x 2 Internacional-RS Ilha do Retiro
24/06/2012 18:30 (Dom) Botafogo-RJ 1 x 2 Ponte Preta Engenhão
24/06/2012 18:30 (Dom) Santos 2 x 2 Coritiba Vila Belmiro
24/06/2012 18:30 (Dom) Atlético-GO 1 x 4 Fluminense Serra Dourada

vasco, 1 cruzeiro,3

Estiveram em São Januario as 2 melhores equipas deste brasileirão, ambas invictas antes do inicio do jogo.
O Vasco perdeu 1-3 e também a liderança para o Cruzeiro com 1 ponto de avanço e a ter de dividir a vide liderança com o Atletico Mineiro de Ronaldinho Gauccho.

Mas perdeu também a invencibilidade que mantinha em São Januário desde 29 de Junho de 2011, quando perdeu para este mesmo Cruzeiro ,então por 3-0

Houve merecimento do Cruzeiro que surpreendeu a vencer por 2-0 defendeu bem o resultado, especialmente depois do 2-1, quando o Vasco cresceu e esteve quase a empatar.

VASCO 1 x 3 CRUZEIRO



Gols
VASCO:
Rodolfo aos 20min do 2º Tempo

CRUZEIRO:
Montillo aos 40min do 1º Tempo, Wellington Paulista aos 18min e Anselmo Ramon aos 35min do 2º Tempo.

VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Rodolfo e Felipe; Rômulo, Nilton, Fellipe Bastos (EX-BENFICA) (Thiago Feltri) e Diego Souza (EX-BENFICA) (Willian Barbio); Eder Luis (EX-BENFICA) (Carlos Alberto)(EX-PORTO) e Alecsandro (EX-SPORTING)(
Treinador: Cristóvão Borges

CRUZEIRO: Fábio, Léo, Victorino, Mateus e Everton; Leandro Guerreiro, Charles, Willian Magrão (Tinga)(EX-SPORTING) e Montillo; Fabinho (Souza) e Wellington Paulista (Anselmo Ramón)
Treinador: Celsto Roth

escritoras e poetisas brasileiras - CORA CORALINA

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Cora Coralina




Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira. Considerada uma das principais escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais),[1] quando já tinha quase 76 anos de idade.[2][3]

Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.





Biografia

Filha de Francisco Paula Lins Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de Jacinta Luísa do Couto Brandão, Ana nasceu e foi criada às margens do rio Vermelho, em casa comprada por sua família no século XIX, quando seu avô ainda era uma criança. Estima-se que essa casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras edificações da antiga Vila Boa de Goiás.

Começou a escrever os seus primeiros textos aos 14 anos de idade, publicando-os nos jornais da cidade de Goiás, e nos jornais de outras cidades, como constitui exemplo o semanário "Folha do Sul" da cidade goiana de Bela Vista - desde a sua fundação a 20 de janeiro de 1905 -, e nos periódicos de outros rincões, assim a revista A Informação Goiana do Rio de Janeiro, que começou a ser editada a 15 de julho de 1917, apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras quatro séries, com a Mestra Silvina. Melhor, Mestre-Escola Silvina Ermelinda Xavier de Brito (1835 - 1920). Conforme Assis Brasil, na sua antologia "A Poesia Goiana no Século XX", Rio de Janeiro: IMAGO Editora, 1997, página 66, "a mais recuada indicação que se tem de sua vida literária data de 1907, através do semanário 'A Rosa', dirigido por ela própria e mais Leodegária de Jesus, Rosa Godinho e Alice Santana." Todavia, constam trabalhos seus nos periódicos goianos antes dessa data. É o caso da crônica "A Tua Volta", dedicada 'Ao Luiz do Couto, o querido poeta gentil das mulheres goyanas', estampada no referido semanário "Folha do Sul", da cidade de Bela Vista, ano 2, n. 64, p. 1, 10 de maio de 1906.

Ao tempo em que publica essa crônica, ou um pouco antes, Cora Coralina começa a frequentar as tertúlias do "Clube Literário Goiano", situado em um dos salões do sobrado de dona Virgínia da Luz Vieira. Que lhe inspira o poema evocativo "Velho Sobrado". Quando começa então a redigir para o jornal literário "A Rosa" (1907). Publicou, nessa fase, em 1910, o conto Tragédia na Roça.

Casou em 1910 com o advogado Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas, com quem se mudou, no ano seguinte (quando ele, Cantídio, exercia a Chefatura de Polícia, cargo equivalente ao de Secretário da Segurança, do governo do presidente Urbano Coelho de Gouvêa - 1909 - 1912), para o interior de São Paulo, onde viveu durante 45 anos, inicialmente nos municípios de Avaré e Jaboticabal e depois em São Paulo (1924). Ao chegar à capital, teve de permanecer algumas semanas trancada num hotel em frente à Estação da Luz, uma vez que os revolucionários de 1924 haviam parado a cidade.

Em 1930, presenciou a chegada de Getúlio Vargas à esquina da rua Direita com a Praça do Patriarca. Um de seus filhos participou da Revolução Constitucionalista de 1932.

Com a morte do marido, passou a vender livros. Posteriormente, mudou-se para Penápolis, no interior do estado, onde passou a produzir e vender linguiça caseira e banha de porco. Mudou-se em seguida para Andradina, até que, em 1956, retornou para Goiás.

Ao completar 50 anos de idade, a poetisa relata ter passado por uma profunda transformação interior, a qual definiria mais tarde como "a perda do medo". Nessa fase, deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudônimo que escolhera para si muitos anos atrás. Durante esses anos, Cora não deixou de escrever poemas relacionados com a sua história pessoal, com a cidade em que nascera e com ambiente em que fora criada. Ela chegou ainda a gravar um LP declamando algumas de suas poesias. Lançado pela gravadora Paulinas Comep, o disco ainda pode ser encontrado hoje em formato CD. Cora Coralina faleceu em Goiânia. A sua casa na Cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem à sua história de vida e produção literária.

Primeiros passos literários

Os elementos folclóricos que faziam parte do cotidiano de Ana serviram de inspiração para que aquela frágil mulher se tornasse a dona de uma voz inigualável e sua poesia atingisse um nível de qualidade literária jamais alcançado até aí por nenhum outro poeta do Centro-Oeste brasileiro.

Senhora de poderosas palavras, Ana escrevia com simplicidade e seu desconhecimento acerca das regras da gramática contribuiu para que sua produção artística priorizasse a mensagem ao invés da forma. Preocupada em entender o mundo no qual estava inserida, e ainda compreender o real papel que deveria representar, Ana parte em busca de respostas no seu cotidiano, vivendo cada minuto na complexa atmosfera da Cidade de Goiás, que permitiu a ela a descoberta de como a simplicidade pode ser o melhor caminho para atingir a mais alta riqueza de espírito.
Divulgação nacional

Foi ao ter a segunda edição (1978) de Poemas dos becos de Goiás e estórias mais, composta e impressa pelas Oficinas Gráficas da Universidade Federal de Goiás, com capa (retratando um dos becos da cidade de Goiás) e ilustrações elaboradas pela consagrada artista Maria Guilhermina, orelha de J.B. Martins Ramos, e prefácio de Oswaldino Marques, saudada por Carlos Drummond de Andrade no Jornal do Brasil, a 27 de dezembro de 1980, que Aninha, já conhecida como Cora Coralina, ganhou a atenção e passou a ser admirada por todo o Brasil. "Não estou fazendo comercial de editora, em época de festas. A obra foi publicada pela Universidade Federal de Goiás. Se há livros comovedores, este é um deles." Manifesta-se, ao ensejo, o vate Drummond.

A primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, seu primeiro livro, foi publicado pela Editora José Olympio em 1965, quando a poetisa já contabilizava 75 anos. Reúne os poemas que consagraram o estilo da autora e a transformaram em uma das maiores poetisas de Língua Portuguesa do século XX. Já a segunda edição, repetindo, saiu em 1978 pela imprensa da UFG. E a terceira, em 1980. Desta vez, pela recém implantada editora da UFG, dentro da Coleção Documentos Goianos.

Onze anos depois da primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, compôs, em 1976, Meu Livro de Cordel. Finalmente, em 1983 lançou Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha (Ed. Global).

Cora Coralina recebeu o título de Doutor Honoris Causa da UFG (1983). E, logo depois, no mesmo ano, foi eleita intelectual do ano e contemplada com o Prêmio Juca Pato da União Brasileira dos Escritores. Dois anos mais tarde, veio a falecer. A 31 de janeiro de 1999, a sua principal obra, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais, foi aclamada através de um seleto júri organizado pelo jornal O Popular, de Goiânia, uma das 20 obras mais importantes do século XX. Enfim, Cora torna-se autora canônica.

Livros e outras obras
Estórias da Casa Velha da Ponte (contos)
Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais (poesia)
Meninos Verdes (infantil)
Meu Livro de Cordel
O Tesouro da Casa Velha
A Moeda de Ouro que o Pato Engoliu (infantil)
Vintém de Cobre
As Cocadas (infantil)

quinta-feira, junho 21, 2012

seguindo PORTUGAL no EUROPEU 2012

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PORTUGAL AFASTOU A REP.CHECA NOS
QUARTOS DE FINAL DO EURO 2012,
E ESTÁ NAS SEMI-FINAIS, COM UMA
ESPANTOSA EXIBIÇÃO ,QUE SE FICOU
NO 1-0, MAS QUE PODERIA TER SIDO
UMA GOLEADA.



Três bolas ao poste e um sem número de remates à baliza onde Peter ceh esteve fantástico

Esqueçam chapéu de Poborsky. Recordem a cabeça de Ronaldo

Já está! Portugal segue para as meias-finais do Campeonato da Europa. Sofrido? Em momento algum. A Seleção Nacional foi superior na quase totalidade do tempo (exceção, talvez, nos primeiros dez minutos), somando remates e oportunidades de golo, ficando a clara sensação de que, não fosse a fantástica exibição de Cech, poderia ter havido goleada em Varsóvia.

Durante anos falou-se no magnífico chapéu de Poborsky que, em 1996, mandou para casa mais cedo a equipa lusa. Momento mágico que perdurou durante anos a fio e recordada mais intensamente nos últimos dias, assim que se soube que a República Checa seria o adversário de Portugal nos quartos de final do Europeu.

Pois bem, está na altura de esquecer o chapéu de Poborsky e recordar, para a eternidade, a cabeça de Cristiano Ronaldo, qual matador, a voar na área checa para colocar Portugal entre as quatro melhores seleções da Europa.

Os checos nunca mostraram argumentos para inverter a tendência da partida e preferiram, sempre, fechar-se atrás dos trinta metros em três linhas bem definidas, um autêntico ónibus, que encurtavam os espaços a Portugal. Quase conseguiam os objetivos, leia-se, levar o jogo para o prolongamento. Esqueceram-se apenas, de uma coisa: Cristiano Ronaldo!

Portugal está de parabéns e, agora, aguardará, tranquilamente,quem vai defrontar nas semi finais- Espanha ou França.

RUI COSTA , CICLISTA PORTUGUÊS, VENCEU VOLTA À SUIÇA

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E NÃO FOI UMA VITÓRIA
QUALQUER ,POIS NUMA
CLASSICA VOLTA EUROPEIA,
BATEU FRANK SCHLECK E
LIPEHEIMER,NOMES DE
CONSAGRADOS E FAVORI-
TOS À VITÓRIA FINAL.




Português é o primeiro de sempre a vencer uma prova por etapas World Tour e nos últimos quilómetros da derrdeira etapa assumiu a perseguição aos rivais.

Rui Costa conquistou a Volta a Suíça após disputada a nona e última etapa, a mais exigente da prova e cujos 216 quilómetros chegaram a fazer perigar, por diversas vezes, a camisola amarela do corredor da Póvoa de Varzim. Mas o destino estava escrito e, com um Alejandro Valverde soberbo - o espanhol tal como na véspera foi um "gregário de luxo" no sacrifício ao português - Costa inscreveu pela primeira vez o nome de um português no lugar cimeiro da prova helvética. Antes, na prova cuja primeira edição data de 1933, apenas um português figurava anteriormente no pódio: Acácio da Silva (2º em 1984 e 3º em 1988).

Na corrida até Sörenberg, Rui Costa teve que se defender do ataque de Frank Schleck na penúltima subida do dia, antes de enfrentar o ataque de vários adversários bem posicionados na geral na ascensão final, de 2ª categoria. Nos últimos quatro quilómetros, já sem Alejandro Valverde, Rui Costa pegou na corrida em mãos e assumiu a perseguição. A etapa acabou conquistada por Tanel Kangert (Astana), um dos fugitivos do dia, e Rui Costa cortou o risco na 10ª posição. No pódio, Costa, apoiado em grande número pelo emigrantes português, foi secundado por Frank Schleck (Radioshack), a 14 segundos, e por Levi Leipheimer (Omega Pharma), a 21 segundos.

quarta-feira, junho 20, 2012

PRELIMINARES

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LOST IN TRANSLATION
..
Certo individuo, erudito e já de provecta idade, ao chegar a sua casa, ouviu um barulho esquisito vindo do quintal. Chegando lá, constatou que havia um ladrão a tentar levar os seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo, surpreendendo-o a tentar pular o muro com os amados patos. Batendo nas costas do tal invasor, disse-lhe:
- Oh bucéfalo,não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmíferes e sim pelo acto vil e sorrateiro de galgares as profanas da minha residência que me acerco. Se fazes isso por necessidade, transijo, mas se é para gozares com a minha alta prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica no alto da tua sinagoga, que te reduzirá à quinquagésima potência, aquilo a que o vulgo denomina nada.
O ladrão, confuso, pergunta:
- Oh senhor, mas afinal eu levo ou deixo os patos?

TAÇA LIBERTADORES - CORINTHIANS elimina SANTOS e é FINALISTA

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DEPOIS DE TER EMPATADO A 1ª.
MÃO DA SEMI FINAL EM VILA
BELMIRO ,O CORINTHIANS
EMPATA COM O SANTOS E É
FINALISTA DA LIBERTADORES.



O Corinthians conquistou nesta quarta-feira, pela primeira vez na história da Copa Libertadores da América, a vaga para as finais do torneio. Jogando no Estádio do Pacaembu, o time do técnico Tite sufocou o Santos e empatou por 1 a 1, eliminando os atuais campeões da competição. Graças a um gol de Danilo no início do segundo tempo, os corintianos estão a dois jogos do título mais desejado pela torcida.

O resultado só foi positivo para o Corinthians por conta da vitória fora de casa na primeira partida, na Vila Belmiro: 1 a 0, com gol de Emerson - que, suspenso, não atuou no Pacaembu. Em São Paulo, Neymar chegou a abrir o placar para o Santos, mas os comandados de Muricy Ramalho visivelmente sentiram o empate na volta para o intervalo e praticamente não conseguiram mais ameaçar o goleiro Cássio - este, vazado pela primeira vez na Copa Libertadores.

Os times entraram em campo sem surpresas: o Corinthians foi escalado com Willian na vaga do suspenso Emerson, enquanto o Santos foi a campo com Alan Kardec, Borges e Neymar formando o ataque. Com o gol santista ainda no primeiro tempo, o técnico Tite optou por sacar o camisa 7 para lançar Liedson, mas nem mesmo o camisa 9 foi capaz de mostrar poderio ofensivo - pelo contrário, o gol de empate do Corinthians nasceu de dois meias, com Alex cruzando para Danilo completar.


CORINTHIANS 1 X 1 SANTOS

Gols
CORINTHIANS: Danilo, aos 2min do segundo tempo

SANTOS: Neymar, aos 35min do primeiro tempo

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; e Jorge Henriqu e Willian (Liedson)
Treinador: Tite

SANTOS: Rafael; Henrique, Edu Dracena, Durval e Juan (Léo); Adriano (Elano), Arouca e Paulo Henrique Ganso; Alan Kardec, Borges (Dimba) e Neymar
Treinador: Muricy Ramalho

domingo, junho 17, 2012

filmes da História do cinema BRASILEIRO

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O FILME "PICHOTE,A LEI DO MAIS FRACO"
DE HECCTOR BEBENCO É SEM DÚVIDA UM
FILME IMPORTANTE DA HISTÓRIA DO CI-
NEMA BRASILEIRO



Pixote, a lei do mais fraco

Brasil
1981 • cor • 128 min

REALIZAÇÃO
Hector Babenco

Roteiro
Hector Babenco
Jorge Durán

Elenco original
Fernando Ramos da Silva
Marília Pêra
Jardel Filho
Rubens de Falco
Elke Maravilha

Pixote, a lei do mais fraco é um filme brasileiro de 1981, do gênero drama, dirigido por Hector Babenco.

Diversos críticos estrangeiros elegeram Pixote como um dos dez melhores filmes do ano.

Sinopse

Neste filme, Hector Babenco construiu um dos mais cruéis retratos da realidade nas ruas de São Paulo, onde crianças têm sua inocência retirada ao entrarem em contato com um mundo de crimes, prostituição e violência.

Depois de uma ronda policial, crianças de rua - incluindo Pixote - são enviados para um reformatório de delinquentes juvenis (FEBEM). A prisão é uma escola infernal onde Pixote cheira cola como fuga emocional para as constantes ameaças de abuso e estupro.

Logo fica claro que os jovens criminosos são apenas joguetes para os sádicos guardas da Febem e para seu diretor.

Quando um menino morre por abuso físico por parte dos guardas, estes procuram jogar a culpa do assassinato em outro menino, o amante de Lilica (Jorge Julião), um garoto homossexual. Convenientemente, o amante de Lilica também "morre", com a ajuda dos guardas.

Logo depois, Pixote, Chico (Zenildo Santos), Lilica e seu novo amante Dito (Gilberto Moura) encontram uma oportunidade de fugir da prisão. Primeiro eles permanecer no apartamento de Cristal (Tony Tornado), um ex-amante de Lilica, mas quando surgem tensões entre eles e Cristal, o grupo vai para o Rio para fazerem uma negociação de cocaína com uma stripper conhecida de Cristal. Chegando lá, porém, eles acabam sendo passados para trás pela stripper (Elke Maravilha), que acaba matando Chico e sendo esfaqueada por Pixote, o que se torna o primeiro assassinato cometido pelo menino.

Eles encontram Sueli (Marília Pêra), uma prostituta abandonada pelo seu cafetão, e que acabara de fazer um aborto clandestino. Juntam-se a ela para roubar os clientes da prostituta durante os seus programas, mas o clima começa a ficar tenso quando Dito e Sueli ficam atraídos um pelo outro, causando profundo ciúme em Lilica, que acaba abandonando o grupo quando presencia Dito e Sueli fazendo sexo. O esquema de roubo acaba dando errado quando um americano que vai fazer um programa com Sueli reage inesperadamente quando Dito anuncia que vai assaltá-lo (porque aparentemente ele não entende Português), e os dois se atracam. Pixote, ao tentar acertar o americano, erra e acaba acertando e matando Dito, para desespero de Sueli. O americano também é morto por Pixote.

Desolados, Pixote e Sueli estão agora sozinhos no mundo. O menino tenta buscar o carinho de Sueli, procurando nela a figura de uma mãe, mas ela o rejeita e o manda embora. Ele então se vai e é visto andando por uma linha ferroviária, de pistola na mão, se afastando até ir desaparecendo na distância.

O ator Fernando Ramos da Silva, que interpreta o personagem-título, tempo depois do êxito do filme, voltou à sua vida de sempre, vivendo num ambiente de total miséria. Chegou a tentar seguir a carreira de ator, ingressando na Rede Globo com a ajuda do escritor José Louzeiro, porém, foi demitido por ser incapaz de decorar os textos, já que era semi-alfabetizado. Devido à influência dos irmãos, retornou à criminalidade, sendo assassinado por policiais em 1987.

A rápida trajetória de Fernando foi contada pelo diretor José Joffily, em seu filme Quem Matou Pixote?.

Elenco
Fernando Ramos da Silva .... Pixote
Marília Pera .... Sueli
Jorge Julião .... Lilica
Gilberto Moura .... Dito
Edílson Lino .... Fumaça
Zenildo Oliveira Santos .... Chico
Cláudio Bernardo .... Garotão
Israel Feres David .... Roberto Pie de Plata
José Nílson Martins dos Santos .... Diego
Jardel Filho .... Sapatos Brancos
Rubens de Falco .... juiz
Elke Maravilha .... Débora
Tony Tornado .... Cristal
Beatriz Segall .... viúva
Ariclê Perez .... professora

Antecedentes

O filme foi concebido em estilo de documentário, fortemente influenciado pelo neo-realismo italiano, no qual tomam parte do elenco vários atores amadores com vidas muito semelhantes às dos personagens do filme.

[editar] Locais de filmagem

Pixote foi filmado em bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro.

seguindo PORTUGAL no EUROPEU 2012

,
HOJE FOI UM DIA VITPRIOSO PARA
PORTUGAL QUE VENCENDO A HOLANDA
SE QUALIFICOU PARA OS QUARTOS
DE FINAL DO EUROPEU 2012.



E foi uma vitória poderosa com Ronaldo a "regressar" e a fazer um grande jogo e 2 golos decisivos.

Mas toda a equipa jogou muito bem reagindo a uma má entrada no jogo, consentindo que os 10 primeiros minutos a HOLANDA tivesse a posse de bola e se tivessa adiantado no marcador com um golo de meia distância de Van der Haart.~
Depois, como uma mola ,o time reagiu, tomou conta, e desatou a criar oportunidades de golo com Ronaldo a enviar ao poste e os remates a sucederem-se até que João Pereira ,numa magistral assistência deu a Ronaldo a oportunidade que ele não desperdiço e fez 1-1.

Na segunda parte a avalanche de ataques de Ronaldo, Nani e toda a equipa levou à baliza laranja o perigo e o 2º.golo do Cristiano em mais uma jogada magistral.

Entretanto a Alemanha vencia a Dinamarca 2-1 e passou aos quartos de final com Portugal

PORTUGAL JOGARÁ NA PRÓXIMA QUINTA FEIRA COM A REP.CHECA enquanto a ALEMANHA defrontará a GRÉCIA, treinada pelo português FERNANDO SANTOS

cantores brasileiros - OSWALDO MONTENEGRO

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Oswaldo Montenegro

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Oswaldo Montenegro

Oswaldo Viveiros Montenegro (Rio de Janeiro, 15 de março de 1956) é um músico brasileiro. Além de cantor, compõe trilhas sonoras para peças teatrais, balés, cinema e televisão. Foi casado com a atriz Paloma Duarte. Tem uma das parcerias mais sólidas da MPB ao lado de Madalena Salles, que o acompanha com suas flautas.




Biografia

Nascido no bairro do Grajaú, Oswaldo é um caso excepcional de precocidade musical. Sem nunca ter estudado música regularmente, começou desde a tenra infância a ser influenciado por ela. Primeiro, na casa de seus pais no Rio de Janeiro: sua mãe e os pais dela tocavam piano, seu pai tocava violão e cantava.

A segunda influência foi mais forte. Aos oito anos, mudou-se, com os pais, para São João del-Rei, cidade mineira poética e boêmia, onde as serestas aconteciam todas as noites e as pessoas juntavam os amigos em casa para passar as noites tocando e cantando. Ao mesmo tempo, Oswaldo foi atraído para a música barroca das igrejas. Nesta época, teve aulas de violão com um dos seresteiros da cidade e compôs sua primeira canção, Lenheiro, nome do rio que banha São João del-Rei. Venceu um festival de música com apenas 13 anos, no Rio de Janeiro, onde voltou a morar.

A decisão de se tornar um músico profissional veio com a mudança para Brasília, em 1971. Na capital federal, começou a ter contato com festivais e grupos de teatro e de dança estudantis. Fez seus primeiros shows e aos 17 anos a decisão de viver da música se tornou definitiva. Mudou-se novamente para o Rio, mas já havia adotado Brasília como a terra de seu coração e tema constante de sua obra. Também seus parceiros preferidos foram amigos que fez ali, como José Alexandre, Mongol e Madalena Salles, entre outros.

Foi ainda em Brasília que tomou contato com a música erudita nos concertos do Teatro Nacional. Não só assiste aos concertos com seus amigos músicos, entre eles o maestro Otávio Maul e a família Prista Tavares, mas entra pelas madrugadas conversando sobre técnica e teoria musicais. Autodidata, devora livros sobre história da música.

A partir daí, morando no Rio mas com os olhos e o coração postos em Brasília, sua carreira deslancha. Tem música classificada no último Festival da Canção da Rede Globo, o primeiro de repercussão nacional de que participa (1972), escreve e encena seu primeiro musical (1974-1975), lança três discos em três anos (1975-8) e vence festival na TV Tupi com seu primeiro megasucesso, Bandolins (1979).

Em 1980, participa em, e vence, o Festival MPB 80 da Rede Globo de Televisão com a canção Agonia, do amigo de infância Mongol. Mesmo com tanto sucesso, decide retornar a Brasília para montar em 1982, outro espetáculo musical, Veja Você, Brasília, com artistas locais. Deste espetáculo participam as ainda desconhecidas Cássia Eller e Zélia Duncan. Depois desta, viriam outras peças de teatro musical, uma particularidade bem marcante na trajetória de um músico brasileiro e que resgata uma maneira de divulgar música abandonada na primeira metade do século 20. São mais de 14 peças musicais, todas recorde de público e algumas, como "Noturno", "A Dança dos Signos" e "Aldeia dos Ventos", estão em cartaz há mais de 15 anos e com montagens por todo o país.

Em 1985, participa do Festival dos Festivais, também pela Rede Globo, com a música O Condor, com acompanhamento de um coro de 25 cantores negros. Não para de gravar discos. Até 2006, são 34. Composições suas são interpretadas por Ney Matogrosso, Sandra de Sá, Paulinho Moska, Zé Ramalho, Alceu Valença, Zizi Possi, Zélia Duncan, Jorge Vercilo, Altemar Dutra, Gonzaguinha, Sivuca, Tânia Maya, entre outros. Até a atriz Glória Pires cantou em participação especial de um disco seu (1985).

Em 1994, Oswaldo lança seu primeiro livro — O Vale Encantado — um livro infantil, no mesmo ano indicado pelo MEC, através da Universidade de Brasília, para ser adotado nas escolas de 1º grau. Em 1997, adapta o livro para vídeo.

Em 1995 lança o cd "Aos Filhos do Hippies" com participação de Carlos Vereza e Geraldo Azevedo.

Em 1997, Oswaldo reencontra Roberto Menescal. Durante a conversa, surge o tema "letras de músicas da MPB que são verdadeiros poemas". Daí vem à ideia do CD "Letras Brasileiras". Menescal produz o CD, que é lançado no mesmo ano, e participa da tournée do show. Ainda em 97 grava e lança o vídeo "O Vale Encantado", que conta no elenco com a participação de Zico, Roberto Menescal, Fafy Siqueira, Luísa Parente, Tânia Maya e Madalena Salles. É lançado, também, o CD do mesmo nome. Lança, também, nesse mesmo ano, o CD do espetáculo "Noturno", pela Tai Consultoria em Talentos Humanos e Qualidade.

Em 1998 recebe o título de cidadão honorário de Brasília, concedido pela Câmara Legislativa do DF. Nesse mesmo ano, Oswaldo volta às montagens teatrais. Monta novamente "Léo e Bia", numa versão mais madura e coerente com a postura que ele tem, atualmente, daquela história. Grava o CD homônimo, também com Menescal. Monta, ainda, com elenco de Brasília, a 2ª versão de "A Aldeia dos Ventos".

Em 1999, apresenta três espetáculos, no Teatro de Arena, no Rio de Janeiro: "Léo e Bia", "A Dança dos Signos" e o inédito "A Lista" com a participação da atriz Bárbara Borges e do cantor Rafael Greyck, lançando, nessa temporada, os CDs dos 2 últimos.

Em 2000, comemora os 20 anos de carreira com o show "Vinte Anos de Histórias" e com os CDs "Letras Brasileiras ao Vivo" e "Escondido no Tempo". Dedica-se, também, à série "Só Pra Colecionadores", de CDs independentes, de tiragem limitadíssima, vendidos apenas via internet. Neste ano seus fãs criam seu primeiro fã-clube virtual, o OMOL (Oswaldo Montenegro online), onde admiradores de seu trabalho, através de um site na internet e posteriormente no ORKUT, se reúnem para conversar e interagir sobre sua obra e sobre a obra de artistas que com ele trabalharam. Em Florianópolis monta o musical Lendas da Ilha com mais 50 artistas locais entre eles Paulinho Dias e Cleiton Profeta do Circus Musicalis.

Em 2001 monta em SP a peça “A Lista” com a participação de Bruna di Tullio e Mayara Magri no elenco.

Em 2002 lança o CD “Estrada Nova”, cuja turnê bate recorde de público. Neste cd são gravadas novas músicas em parceria com Mongol.

Em 2003 regrava a uma nova trilha de “A Aldeia dos Ventos”.

Em 2004 lança o CD “Letras Brasileiras 2”, em parceria com Roberto Menescal, além do programa “Tipos”, no Canal Brasil, no qual retrata com músicas, textos e desenho animado, tipos humanos como a bailarina gorda, o chato, etc...

Em 2005 lança CD e DVD “Oswaldo Montenegro - 25 Anos de História”, que alcançam, ambos, a marca das 100 mil cópias.

Em 2006 lança, no Canal Brasil, em parceira com Roberto Menescal, o programa "Letras Brasileiras", apresentado por ambos. O programa foi inspirado no CD e no show que Oswaldo e Menescal apresentaram em 1997 por todo o país. Monta no Rio de Janeiro a peça "Tipos" e remonta Aldeia dos Ventos, com participação da atriz Camila Rodrigues, com a "Cia Aqui entre nós".

Em 2007, lança o cd e DVD "A Partir de Agora", gravando músicas inéditas com convidados como Alceu Valença, Zé Ramalho, Eduardo Costa, Diogo Guanabara e Mariana Rios. Na TV, inicia a segunda temporada do programa "Letras Brasileiras" ao lado de Roberto Menescal no Canal Brasil. No teatro, em parceria com o irmão Deto Montenegro, monta o espetáculo "Tipos" junto com a Oficina dos Menestréis de São Paulo.

Em 2008 lança, pela gravadora Som Livre, um novo DVD e CD chamado "Intimidade". Estes trazem 16 canções bastantes conhecidas com um novo arranjo elaborado pelo próprio Montenegro, por Sérgio Chiavazzoli e por Alexandre Meu Rei. Destaque para "Lume de Estrelas" que foi apenas gravada no disco "Asa de Luz" em 1981. Na TV, inicia a terceira temporada do programa "Letras Brasileiras", que apresenta com Roberto Menescal no Canal Brasil. No teatro, monta no Rio de Janeiro o espetáculo "Eu não moro, comemoro", com participação de Caio Ruas Miranda e Emílio Dantas e o "Projeto Canjas", onde abre espaço para jovens talentos se apresentarem ao lado de artistas consagrados. No fim do ano, tem alguns de seus maiores sucessos lançados em uma coletânea de 3 cds (3 BOX) pela Warner Music.

Em 2009 se dedica a formação de um grupo para montagens de musicais reunindo cantores, músicos, atores e atrizes como Verônica Bonfim, Léo Pinheiro, Rodrigo Sestrem, Emílio Dantas, Cibelle Hespanhol, Luísa Pitta, Renato Luciano, Larissa Landim e Shirlene Paixão, e estreia o musical "Filhos do Brasil" no Teatro do Jockey (RJ). Grava em São Paulo seu terceiro DVD: "Quebra Cabeça elétrico", lançado em outubro.

Em 2010 estréia do Festival de Recife seu longa-metragem "Léo e Bia" e lança o cd "Canções de Amor"

Musicais
João Sem Nome - 1975
Labirinto - 1977
Veja Você Brasília - 1981
Cristal - 1982
A Dança dos Signos - 1983 e 1999
Léo e Bia - 1984, 1999 e 2006
Os Menestréis - 1986
Aldeia dos Ventos - 1986 e 2006
Noturno -1991
Mayã - 1992
Vale Encantado - 1997
A Lista - 1999
Lendas da Ilha - 2000
Tipos - 2006
Eu não moro, comemoro - 2008 (Oficina dos Menestréis - RJ)
Filhos do Brasil - 2009

Filmes

Léo e Bia - 2010


Discografia
Sem Mandamentos (1975) Som Livre Compacto simples
Trilhas (1977) Independente LP
Poeta maldito... Moleque vadio (1979) WEA LP, CD
Oswaldo Montenegro (1980) WEA LP, CD
Asa de Luz (1981) WEA LP
A Dança dos Signos (1983) Philips LP
Cristal. Trilha sonora da peça (1983) PolyGram LP
Brincando em cima daquilo (1984) LP
Drops de Hortelã. Oswaldo Montenegro e Glória Pires (1985) PolyGram LP
Os Menestréis (1986) Independente LP
Aldeia dos Ventos (1987) Independente LP
Oswaldo Montenegro ao vivo (1989) Som Livre LP, CD
Oswaldo Montenegro (1990) Som Livre CD
Vida de Artista (1991) Som Livre LP, CD
Mulungo (1992) Som Livre CD
Seu Francisco (1992) PolyGram CD
Aos filhos dos hippies (1995) Albatroz CD
O Vale Encantado (1997) Albatroz CD
Noturno (1997) Independente CD
Letras Brasileiras (1997) Albatroz CD Léo e Bia (1998) Albatroz CD
Aldeia dos Ventos. Arte em construção (1998) Albatroz CD
A Dança dos Signos 15 anos (1999) Independente CD
Letras Brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
A lista (1999) Independente CD
A lista. Trilha sonora do musical (1999) Independente CD
A lista (1999) Independente single
Letras brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
Escondido no tempo (1999) Panela Music CD
Telas. Só para colecionadores (2000) Independente CD
Entre uma balada e um blues (2001) Ouver Records CD
A lista (2001) Jam Music CD
Estrada nova (2002) Jam Music CD
Letras brasileiras II (2003) Albatroz CD
Aldeia dos ventos (2004) Jam Music CD
Ao vivo - 25 anos (2004) Warner CD e DVD
Léo e Bia 1973 (2005) Jam Music CD
A Partir de Agora (2006) Wea CD e DVD
Intimidade (2008) Som Livre CD e DVD
Quebra-cabeça Elétrico (2009)Universal CD e DVD
Canções de Amor (2010) CD
De Passagem (2011) CD


Oswaldo Montenegro solidificou algumas parcerias de sucesso no decorrer da sua carreira, entre elas com Zé Ramalho, Roberto Menescal, Zé Alexandre, Sérgio Chiavazolli, Mongol, Milton Guedes, Eduardo Costta, Alceu Valença, etc. Trabalhou com muita gente em espetáculos teatrais, entre eles Zélia Duncan, Cássia Eller, Tereza Seiblitz, Isabela Garcia, Sebastian (da C&A), Bárbara Borges, Sthefany Brito, Patrícia Werneck, Pedro

TAÇA LIBERTADORES - SEMI FINAL

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NA SEMI FINAL ENTRE OS 2
TIMES BRASILEIROS, O
CORINTHIANS FOI A VILA
BELMIRO BATER O SANTOS
POR 1-0 E PARTE NA FRE-
TE PARA A 2ª.MÃO

Na outra semi final o Boca Juniores venceu a Universidade do Chile 2-0

SANTOS, 0 CORINTHIANS,1



Corinthians decide no primeiro tempo e larga na frente do Santos
Santos (SP)

O Corinthians saiu na frente do Santos na briga por uma vaga na grande final da Copa Libertadores. Nesta quarta-feira, o Timão conseguiu dominar o Peixe no primeiro tempo e soube administrar a vantagem com um jogador a menos no segundo para sair da Vila Belmiro com uma vitória por 1 a 0 na bagagem.

O gol que definiu o placar da partida foi marcado pelo corintiano Emerson, aos 27 minutos do primeiro tempo. O atacante recebeu passe pela esquerda após boa jogada individual de Paulinho e colocou a bola no ângulo do goleiro Rafael, sem qualquer chance de defesa para o camisa 01 do Peixe .

A partida ainda seria marcada por alguns incidentes entre torcedores e policiais e pela expulsão de Emerson durante a etapa complementar. Uma queda de energia na Vila Belmiro ainda atrasaria o jogo em 17 minutos, mas não atrapalharia o rendimento do Corinthians nos instantes finais.

O confronto que definirá o finalista brasileiro na Copa Libertadores será disputado na próxima quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), no Pacaembu. O Corinthians terá a vantagem de empatar a partida dentro de casa, enquanto o Santos precisará derrotar a equipe por mais de um gol de diferença. Caso o placar da partida desta quarta se repita, a decisão irá para os pênaltis.

quarta-feira, junho 13, 2012

seguindo PORTUGAL no EUROPEU 2012

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PORTUGAL VENCEU HOJE A DINAMARCA
POR 3-2 ,E MANTEM FÉ EM SE CLASSI-
FICAR PARA OS QUARTOS DE FINAL



Depois de uma boa 1ª.parte em que chegou a estar a ganhar por 2-0, deixou-se empatar, após perdidas incriveis de Cristiamo Ronaldo que teve um dia muito mau no capitulo do remate.
Varela saltou do banco para marcar o 3º.golo e dar justiça ao resultado.
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Foi um jogo de emoções fortes. Portugal foi quase perfeito, esteve a vencer por 2-0, mas dois golos de Bendtner empataram a partida e deixaram a equipa das quinas com um pé fora do Euro. Aqui apareceu Silvestre Varela. O jogador do FC Porto redimiu-se da oportunidade falhada com a Alemanha e apontou o golo da vitória.

Paulo Bento apostou na mesma equipa que perdeu com a Alemanha e não se arrependeu. A Seleção Nacional dominou na primeira parte, comandada pelas pernas de Nani e pelo coração (e cabeça) de Pepe. O central abriu o caminho ao triunfo, com um golo fulgurante de cabeça, após canto de Moutinho. Dez minutos depois, Nani descobriu Postiga e o avançado, dos mais criticados na equipa, assinou o 2-0, assinalando o golo como verdadeiro ponta de lança que é, e não se tem visto.

Tudo corria de feição a Portugal, mas um erro defensivo deixou Krohn-Dehli sozinho na área e Bendtner só teve de encostar.

A segunda parte foi equilibrada, mas com as melhores oportunidades a pertencerem a Portugal Mas não foi o jogo de CR7. O avançado do Real Madrid desaproveitou duas situações incríveis, isolado na cara de Andersen, a segundo um minuto antes do empate de Bendtner.

O golo de Varela acabou por salvar a honra lusa e... o próprio Cristiano Ronaldo. A Seleção continua viva no Euro 2012 e irá discutir o apuramento para os quartos-de-final no domingo, com a Holanda.

Espera-se que Ronaldo acorde da hibernação e execute os holandeses

cantoras brasileiras - MAYZA MATARAZZO

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HISTÓRIA de PORTUGAL - A REVOLTA DE 27 DE FEVEREIRO DE 1927 -CONTRA SALAZAR

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Revolta de Fevereiro de 1927


A Revolta de Fevereiro de 1927, por vezes também referida como Revolução de Fevereiro de 1927, foi uma rebelião militar que ocorreu entre 3 e 9 de Fevereiro de 1927, centrada no Porto, cidade onde estava instalado o centro de comando dos insurrectos e se travaram os principais recontros. A revolta, liderada pelo general Adalberto Gastão de Sousa Dias, terminou com a rendição e prisão dos revoltosos e saldou-se em cerca de 80 mortos e 360 feridos no Porto e mais de 70 mortos e 400 feridos em Lisboa. Foi a primeira tentativa consequente de derrube da Ditadura Nacional que então se consolidava em Portugal na sequência do Golpe de 28 de Maio de 1926, ocorrido nove meses antes, iniciando um conjunto de movimentos insurreccionais que ficaram conhecidos pelo Reviralhismo.

Contexto

A vitória do Golpe de 28 de Maio de 1926, nove meses antes, levara à instauração de uma ditadura militar, que ao tempo já se começava a auto-intitular Ditadura Nacional, estando suspensa a Constituição da República Portuguesa de 1911, encerrado o parlamento e abolidas as liberdades cívicas. Apesar de claramente antidemocrático, o regime que então se ia esboçando estava em linha com o movimento antiparlamentar que crescia na Europa e era aceite por uma população cansada da instabilidade e violência que marcara a última década em Portugal. Com governos que raramente ultrapassavam alguns meses de vigência e uma vida política marcada por sucessivos golpes, contra-golpes e pronunciamentos militares, greves e atentados, numa voragem que parecia não ter fim, a Primeira República Portuguesa soçobrara enquanto regime político viável.

Apesar do Golpe de 28 de Maio de 1926, que os seus apoiantes depois glorificariam como Revolução Nacional, ter colhido a aprovação de muitos dos republicanos e democratas moderados, a esquerda republicana, embora enfraquecida pelas prisões e deportações decretadas pelo governo de Gomes da Costa logo nos meses imediatos ao golpe, mantinha-se activa e mobilizada, particularmente entre os militares e os elementos das forças de segurança, rotinados por dezenas de golpes e contra-golpes ao longo da década anterior. Para aqueles militares, o golpe de 28 de Maio anterior fora apenas mais uma insurreição, tão transitória como as anteriores, passível de ser revertida por mais um movimento revolucionário.

Neste contexto, no Exército Português, na Armada, na Guarda Nacional Republicana e nas restantes forças de segurança, eram muitos os oficiais, sargentos e praças que estavam disponíveis para restaurar os ideais republicanos e repor os democráticos (aqui entenda-se os elementos ligados ao Partido Democrático) no poder e assim restaurar as liberdades cívicas. Aos elementos das forças militares e militarizadas, juntavam-se os militantes das organizações de operários, em especial a Confederação Geral do Trabalho (CGT), e dos partidos republicanos, instituições que se mantinham em funcionamento e continuavam a editar a sua imprensa, não obstante as crescentes restrições censórias e policiais.

Depois de uma década de constantes insurreições, e particularmente depois do paroxismo revolucionário dos anos de 1924 e 1925[1], todos os quadrantes políticos esperavam novos eventos revolucionários e a iminência da rebelião era pública e notória, sendo expectável que ela surgisse do Norte, com centro no Porto. Para acautelar a situação e garantir fidelidades, o general Óscar Carmona, então o mais prestigiado caudilho militar e Presidente da República, em finais de Janeiro visitou a cidade do Porto e as unidades militares da região. Por essa mesma altura, vários ministros reuniram no quartel do Regimento de Artilharia 3, em Lisboa, contando espingardas e ordenando alertas e prevenções em todo o país[2].

Assim, a Revolta de Fevereiro de 1927 iniciou-se como mais uma rotineira rebelião militar, na sequência das dezenas que tinham marcado os anos finais da Primeira República Portuguesa, não tendo sequer o elemento de surpresa, já que era esperada pelo Governo e pelas forças que se lhe opunham. Nem era a primeira intentona contra o novo regime, pois em Chaves, logo a 11 de Setembro de 1926, tinha ocorrido a rebelião das forças de infantaria ali aquarteladas, num movimento inconsequente e sem repercussões no país, visto por alguns como uma mera manifestação de comichão insurreccional entre os militares[3], mas que ainda assim servira para lembrar que o golpismo não tinha morrido.

Apesar da sua previsibilidade e enquadramento no processo anterior ao Golpe de 28 de Maio de 1926, o movimento de Fevereiro de 1927 teve um objectivo bem determinado: travar a consolidação da ditadura militar saída do Golpe de 28 de Maio de 1926. Apesar de implantada apenas nove meses antes, a ditadura já ganhara a aceitação de largos sectores da sociedade portuguesa, incluindo de boa parte dos republicanos e democratas moderados que a ela se resignavam como remédio, ainda que amargo, para a crónica instabilidade e violência que se vivera nos anos anteriores.

A Revolta de Fevereiro de 1927, não tendo sucesso, ainda assim foi um ponto de viragem, marcando o início do Reviralhismo. Apesar do seu trágico preço em vidas, a história depois demonstrou ter sido a primeira e única rebelião a constituir uma verdadeira ameaça para a ditadura e para a consolidação do subsequente Estado Novo.

A rebelião

O planeamento

A revolta foi organizada por um comité de democratas nortenhos, na maioria portuenses, entre os quais se incluíam prestigiados militares e democratas, como o general Adalberto Gastão de Sousa Dias, ao tempo sob prisão e com baixa no Hospital Militar do Porto[4], o comandante Jaime de Morais, o capitão Sarmento Pimentel e o tenente João Pereira de Carvalho, e figuras gradas do movimento republicano, como Jaime Cortesão, que fora capitão-médico do Corpo Expedicionário Português, e José Domingues dos Santos.

Sabe-se que já a 25 de Junho de 1926, menos de um mês após o golpe de 28 de Maio, se preparava uma revolta contra a ditadura militar, num processo liderado pelo denominado Grupo da Biblioteca Nacional, que integrava entre outros Raul Proença, Jaime Cortesão e David Ferreira, os primeiros com fortes ligações à Seara Nova Embora ligada a este grupo, a organização da Revolta de Fevereiro de 1927 resultou da maturação de um conjunto de iniciativas antiditatoriais que foram coalescendo em torno da figura do general Sousa Dias, figura que se destacara na reacção ao golpe de 28 de Maio do ano anterior.

Estando o general Sousa Dias sob prisão no Hospital Militar do Porto, e existindo naquela cidade um importante núcleo de republicanos e democratas, a que se aliava uma tradição de posicionamento no campo democrático das unidades militares ali estacionadas, foi decidido estabelecer a cidade do Porto como pólo iniciador da rebelião, na expectativa de uma rápida adesão das unidades de Lisboa e do resto do país. Para servir de elemento de ligação com os revolucionários de Lisboa, Raul Proença partiu para o Porto a 21 de Janeiro de 1927, participando no planeamento das operações e no desencadear da revolta.

Após o levantamento militar do Porto, a revolta deveria alastrar a Lisboa, onde as unidades militares aderentes, apoiadas pelos civis mobilizados pelas organizações operárias e democráticas, deveriam impedir o envio de reforços às forças governamentais no norte de Portugal e imobilizar o Governo por tempo suficiente para permitir a consolidação da nova situação política no Porto e a expansão do movimento às guarnições de outras regiões.

A revolta foi programada para ocorrer aquando das comemorações do 31 de Janeiro, mas os atrasos e hesitações entre os conspiradores acabaram por atrasá-la para 3 de Fevereiro.

A revolta no Porto

A rebelião iniciou-se pelas 4:30 da madrugada do dia 3 de Fevereiro, com a saída do Regimento de Caçadores 9, a que se juntou a maior parte do Regimento de Cavalaria 6, vindo de Penafiel, vários núcleos de outros regimentos da cidade e uma companhia da Guarda Nacional Republicana aquartelada na Bela Vista, Porto.

O comando das forças fora confiado ao general Adalberto Gastão de Sousa Dias, tendo como chefe do estado-maior o coronel Fernando Freiria, apoiado por um comité revolucionário constituído por Jaime Cortesão, Raul Proença, Jaime Alberto de Castro Morais, João Maria Ferreira Sarmento Pimentel e João Pereira de Carvalho. Entre os apoiantes incluía-se também José Domingues dos Santos, o líder da esquerda democrática que em 1918 dirigira a conspiração civil contra a Monarquia do Norte.

Jaime Cortesão foi de imediato nomeado governador civil do Porto e Raul Proença, além de conspirador, foi organizador e combatente de armas na mão, servindo de ligação aos co-conspiradores de Lisboa.

Durante a madrugada e manhã do dia 3 de Fevereiro, as forças dos revoltosos dirigiram-se para a zona da Praça da Batalha, onde estavam as sedes do quartel-general da Região Militar e do Governo Civil e a mais importante estação do telégrafo. Nessa primeira acção foram aprisionados o general José Ernesto de Sampaio e o coronel João de Morais Zamith, respectivamente primeiro e segundo comandantes da Região Militar, o tenente-coronel Luís Monteiro Nunes da Ponte, governador civil do Porto, e o seu substituto, major Sequeira Tavares, o comandante da força que fazia a guarda ao quartel-general e o presidente da Comissão de Censura à Imprensa.

As forças governamentais, depois de algumas horas de desorganização, passaram a ser constituídas por uma parte reduzida do Regimento de Infantaria 18, que tinha como comandante o coronel Raul Peres, o Regimento de Cavalaria 9 e o Regimento de Artilharia 5, este aquartelado na Serra do Pilar. Na tarde do dia 3 de Fevereiro, sob o comando do coronel João Carlos Craveiro Lopes, chefe do estado-maior da Região Militar e governador militar da cidade, as forças pró-governamentais concentraram-se no quartel da Serra do Pilar e abriram fogo de artilharia contra os revoltosos.

Na manhã desse mesmo dia 3 de Fevereiro, numa manobra arriscada, mas indicativa da certeza de que estava assegurada a fidelidade ao Governo das tropas de Lisboa, o Ministro da Guerra, coronel Abílio Augusto Valdez de Passos e Sousa, saiu de Lisboa num comboio com destino a Vila Nova de Gaia, onde chegou ao anoitecer. Assumiu então o controlo operacional das forças pró-governamentais ali instaladas sob o comando do coronel João Carlos Craveiro Lopes, mantendo-se na frente de combate até à subjugação dos revoltosos.

Logo na manhã de 4 de Fevereiro, juntaram-se aos revoltosos os militares do Regimento de Artilharia de Amarante, cujas peças de artilharia obrigaram as forças governamentais a recuar para o Monte da Virgem, de onde o bombardeamento sobre os revoltosos prosseguiu. Nessa mesma manhã, as forças revoltosas concentram-se na zona citadina em torno da Praça da Batalha, em redor da qual se montaram trincheiras, metralhadoras e peças de artilharia. Na confluência da Praça da Batalha com a Rua de Entreparedes foram instaladas duas peças de artilharia[6].

Na manhã do dia 4 de Fevereiro, o Regimento de Cavalaria 8, vindo de Aveiro, fiel ao Governo, conseguiu penetrar o fogo dos revolucionários e atravessar a Ponte de D. Luís, mas foi detido pelas barricadas que defendiam a Praça da Batalha. A mesma sorte tiveram as tropas fiéis ao Governo aquarteladas na própria cidade do Porto, que foram rechaçadas pelo intenso fogo das trincheiras dos revolucionários quando tentaram avançar sobre as posições dos sublevados.

Entretanto começaram a chegar mensagens de adesão de diversas guarnições, mas não das esperadas guarnições de Lisboa. Aderem tropas pertencentes a unidades aquarteladas em Viana do Castelo, Figueira da Foz e Faro, estas últimas apoiadas por forças de Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, mas por falta de apoio, particularmente de Lisboa, os recontros nestas cidades são esporádicos e a rebelião foi, na maior parte dos casos, subjugada em escassas horas.

Na tarde de 4 de Fevereiro, quando as adesões militares não corresponderam ao esperado, Raul Proença, profundamente envolvido na revolta, convoca os civis para combaterem ao lado dos revoltosos, mas com pouco sucesso. O movimento haveria de se manter até ao fim essencialmente militar, sendo poucas as adesões civis. Mesmo as restantes forças da Guarda Nacional Republicana estacionadas no Porto e seus arredores fizeram saber, através do seu comandante, major Alves Viana, que se manteriam neutrais, garantindo o policiamento da cidade "em defesa das vidas e dos haveres dos cidadãos", mas não interferindo na contenda entre militares[2].

Ao longo do dia foram sendo consolidadas as defesas do perímetro em torno da Praça da Batalha, com a colocação ao cimo da Rua de 31 de Janeiro, na bifurcação com a Rua de Santa Catarina, de uma metralhadora para impedir a progressão naquelas ruas. Tal foi a mortandade causada pela metralhadora ali colocada que a posição foi cognominada de a trincheira da morte.

Para completar o perímetro defensivo, foi colocada outra metralhadora numa trincheira construída na confluência das ruas de Cima de Vila e da Madeira, montada uma peça de artilharia à esquina do edifício do Hospital da Ordem do Terço, voltada para a Rua do Cativo, e colocada uma metralhadora no desaparecido Largo do Corpo da Guarda, ao cimo da rua que ainda mantém esta designação. Para além disso, levantou-se o pavimento e montaram-se duas peças de artilharia na Rua de Alexandre Herculano, na junção com a Praça da Batalha e a Rua de Entreparedes.

Para além de soldados do Regimento de Infantaria 6, de Penafiel, e da GNR da Bela Vista estacionados ao longo da Rua Chã, foram colocadas "vedetas", patrulhas constituídas por soldados e civis, ao longo de todo o perímetro.

Na tarde deste dia, o comandante Jaime de Morais, chefe militar do Comité Revolucionário do Norte, enviou ao general Óscar Carmona, Presidente da República, um telegrama contendo um ultimato em que se afirmava: Os oficiais revoltosos decidiram reintegrar o País dentro do regimen democrático constitucional, com a formação de um Governo Nacional que afirmasse a supremacia do poder civil, guardado e defendido pela força armada, que assim teria restituído as funções de que a desviaram[7].

Nesse mesmo dia 4 de Fevereiro, e nos dias imediatos, juntaram-se aos revoltosos do Porto forças provenientes de Penafiel, Póvoa do Varzim, Famalicão, Guimarães, Valença, Vila Real, Régua e Lamego. Vinda de Amarante chegou mais artilharia, a qual foi estacionada nas imediações de Monte Pedral. A artilharia da Figueira da Foz foi detida na Pampilhosa quando se dirigia para o Porto.

Ao contrário do previsto pelos revoltosos, até ao final do dia 4 de Fevereiro não se registaram quaisquer adesões em Lisboa, centro vital do poder político-militar, o que permitiu ao Ministro da Guerra, coronel Passos e Sousa, concentrar todas as forças no combate aos entrincheirados no Porto. Na tarde deste dia, a posição dos revoltosos era crítica, já que os pró-governamentais dominavam Lisboa e todo o sul de Portugal e controlavam a margem sul do Douro, tornando improvável o reforço das tropas revoltosas.

Entretanto, na manhã do dia 5 de Fevereiro o vapor Infante de Sagres chegava a Leixões, com tropas governamentais, comandadas pelo coronel Augusto Manuel Farinha Beirão, enquanto mais forças governamentais atravessavam o Douro em Valbom e se encaminhavam para o centro da cidade.

Nessa mesma manhã desenvolve-se uma tentativa de conciliação, que leva o comandante Jaime de Morais e o major Severino a visitar o quartel-general do Ministro da Guerra, instalado num prédio da Avenida das Devezas, em Gaia, numa tentativa de negociar a rendição em troca da liberdade para os revoltosos. Os parlamentários dos revolucionários foram obrigados a atravessar a cidade vendados, mas o resultado foi inconclusivo já que o Ministro recusou uma rendição que não fosse incondicional: ou a rendição total ou o bombardeamento da cidade. Falhada a conciliação, a partir das 16 horas do dia 5 de Fevereiro travou-se um grande duelo de artilharia entre as duas margens do rio Douro.

Durante a tarde do dia 5 de Fevereiro começou a montar-se o cerco aos revoltosos, envolvendo o Porto num anel de fogo e metralha: pelo norte, as tropas desembarcadas em Leixões pelo Infante de Sagres; por leste, tropas fiéis ao Governo vindas de Bragança e da Régua, chefiadas por António Lopes Mateus; e a sul, em Vila Nova de Gaia, concentram-se cerca de 4 000 homens vindos de várias guarnições, munidos de farta artilharia[8]. Perante o apertar do cerco, na noite de 5 de Fevereiro, os revoltosos propõem um armistício, mas Passos e Sousa responde, na manhã do dia 6, com o reiterar da exigência de uma rendição incondicional e a ameaça de bombardeamentos ainda mais intenso e pesado, incluindo o recurso a obuses.

Raul Proença regressou a Lisboa na noite de 6 de Fevereiro para pedir auxílio e para tentar desencadear a revolta naquela cidade, já que o movimento, sem os apoios esperados, começava a enfrentar sérias dificuldades no Porto.

Naquelas circunstâncias só restava negociar a rendição, já que um ataque à baioneta contra as baterias governamentais da Serra do Pilar (Gaia) que invertesse a situação era virtualmente impossível e muito provavelmente redundaria num banho de sangue, sendo certo o bombardeamento da cidade. Com os olhos postos em Lisboa, onde a muito custo e com uma lentidão exasperante o movimento parecia finalmente arrancar, os revoltosos resistem durante os dias 6 e 7 de Fevereiro, mas à medida que as horas passam e as munições se esgotam cresce o sentimento de derrota e sobem de tom as vozes que advogam a rendição.

Finalmente, na tarde do dia 7 de Fevereiro, esgotadas as munições, o quartel-general dos revoltosos, instalado no Teatro de S. João, manda dispersar os civis ali aquartelados. À meia-noite o general Sousa Dias faz chegar ao Regimento de Artilharia 5, em Gaia, por intermédio do major Alves Viana, da GNR, um documento apenas por si subscrito, em que propõe a rendição, com salvaguarda da isenção de responsabilidades de sargentos, cabos e soldados. Passos e Sousa aceita apenas a isenção de cabos e soldados, declarando que os oficiais e sargentos envolvidos seriam punidos. Qualquer civil apanhado de armas na mão seria imediatamente fuzilado.

Sem mais opções, pelas 3:00 horas da madrugada do dia 8 de Fevereiro Sousa Dias aceita as condições propostas e ordena a rendição dos revoltosos. Pelas 8:30 horas, Passos e Sousa entra triunfalmente na cidade, pela Ponte D. Luís. Estava terminada a revolta no Porto.

Pouco depois o coronel João Carlos Craveiro Lopes envia ao general Óscar Carmona, Presidente da República, o seguinte telegrama: Felicito V. Ex.ª e o Governo da Nação. Tropas entraram Praça da Batalha, Porto, às 8 horas e meia, tomando conta da cidade onde a vida vai retomando a sua normalidade. Na tarde desse mesmo dia 8 de Fevereiro, o Ministro Passos e Sousa parte para Lisboa, cidade onde a revolta estava agora acesa.

Durante os 5 dias que durou a revolta no Porto perderam a vida mais de 100 pessoas, entre militares e civis, entre os quais o jornalista António Maria Lopes Teixeira, director do Diário do Porto[9]. Foram mais de 500 os feridos, alguns dos quais viriam a sucumbir nos dias imediatos. Os estragos causados pelos bombardeamentos e tiroteios também foram grandes, com muitas casas devastadas e muitos edifícios públicos grandemente danificados.

[editar] A revolta em Lisboa: a Revolução do Remorso

A partir de 5 de Fevereiro começam a verificar-se em Lisboa greves e agitação nos meios operários, solidários com os revoltosos do Porto. Os militares, contudo, mantém-se nos quartéis.

A agitação cresce e a 6 de Fevereiro grupos de civis amotinam-se, sendo reprimidos pela Polícia e pela GNR. O Café Brasileira e outros pontos de encontro são encerrados pela polícia, acusados de serem recintos onde se realizavam comícios revolucionários. Fiéis à tradição de radicalismo que marcara as últimas décadas, os marinheiros do Arsenal revoltam-se e em conjunto com civis armados assaltam a Brigada do Alfeite. Simultaneamente, no Barreiro os ferroviários do Sul-e-Sueste declaram uma greve geral, paralisando o tráfego de comboios a sul do Tejo, a que o Governo responde com a ocupação militar das instalações ferroviárias[10].

Depois de muitas hesitações, só a 7 de Fevereiro, quando no Porto o movimento já colapsava, aparecem as primeiras adesões entre os militares. As adesões são escassas e titubeantes, aparentemente mais ditadas pela solidariedade com as forças no Porto do que pela convicção do sucesso: era a revolução do remorso nas palavras de Sarmento Pimentel.

As forças que aderiram tiveram por comandante Agatão Lança, coadjuvado pelo coronel José Mendes dos Reis. Perante o alheamento das principais unidades do Exército, os revoltosos eram na sua maioria marinheiros e companhias da Guarda Nacional Republicana, apoiados por civis armadas, muitos dos quais antigos membros do Movimento da Formiga Branca.

Algumas unidades da Armada aderem, entre as quais o cruzador NRP Carvalho Araújo, sob o comando do comandante João Manuel de Carvalho e a canhoneira NRP Ibo. Quando os revoltosos se concentraram no Arsenal foram bombardeados pela Aviação, que havia decidido manter-se fiel ao Governo.

Do lado governamental em Lisboa a defesa é coordenada, primeiro, pelo general Luís Manuel Domingues e, depois do dia 9, por Passos e Sousa. O grosso do Exército alinha com as posições governamentais, deixando os revoltosos isolados e pobremente municiados, apesar de terem assaltado o Depósito de Material de Guerra e a Fábrica das Armas.

Na noite de 8 de Fevereiro, o Ministro da Guerra, Passos e Sousa, entra em Lisboa, vindo da vitória no Porto. Acompanhado por tropas também vindas do norte, e assume o controlo das forças governamentais e aperta o cerco aos revoltosos, aos quais exige, como já o fizera no Porto, a rendição incondicional.

Na tarde seguinte, a 9 de Fevereiro, pelas 19.30 horas, já sem munições, Mendes dos Reis aceita a render-se sem condições.

A ameaça de fuzilamento sumário dos civis que fossem encontrados armados, que também fora feita no Porto, cumpre-se em Lisboa: no dia 9, junto ao chafariz do Largo do Rato, vários civis e marinheiros foram executados por fuzilamento.

Em Lisboa, os combates entre os revoltosos e as forças governamentais causaram pelo menos 90 mortos e mais de 400 feridos.

O destino dos revoltosos

Terminada a contenda, os revoltosos derrotados fazem uma análise amarga aos acontecimentos, apontando como principal razão para o insucesso a falta de adesão em Lisboa: Esperava-se a revolta simultânea, em Lisboa e Porto. Mas não. Daí o desastre. Não sai igualmente com toda a força de que dispunha ou que estava comprometida. A organização poderia e deveria ter ido mais longe, arrostando com as dificuldades dos ronceiros; mas o optimismo, contando com adesões que não vieram e outras que demoraram, foi fatal[11]. No mesmo sentido vai o testemunho de Sousa Dias, que considerou que o insucesso se deveu essencialmente à falta de acção de elementos militares mais do que suficientes para garantir o seu êxito em todo o País, e que no momento necessário faltaram.

Todos os presos foram conduzidos à Penitenciária de Lisboa dois dias depois, encaminhados das várias cidades e vilas onde tinham sido detidos.

Num opúsculo[13] publicado em 1927 são identificados os oficiais presos no final da revolta. Foram eles o general Sousa Dias, dois coronéis, três majores, 18 capitães, 55 tenentes, seis alferes, três músicos das bandas militares. A mesma obra refere que até 11 de Fevereiro tinham sido presos 125 sargentos e 22 civis.

terras portuguesas - REDONDO

Redondo é uma vila portuguesa, no Distrito de Évora, região Alentejo e sub-região do Alentejo Central, com 5 700 habitantes.

É sede de um município com 369,75 km² de área e 7.031 habitantes em 2011, subdividido em 2 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Estremoz e de Borba, a leste por Vila Viçosa e pelo Alandroal, a sueste por Reguengos de Monsaraz e a oeste por Évora.

História

Sede de concelho, situada a 35 km de distância da capital de província, Évora. A zona que hoje compreende foi habitada desde os tempos mais remotos, como o comprovam os monumentos megaliticos existentes na região.

Segundo a lenda, a fundação da vila está relacionada com o penedo redondo que existiu no primitivo amuramento medieval. A sua formação administrativa deve-se a D. Afonso III; que segundo alguns historiadores lhe concedeu foral em 1250. Foi fortificada por D. Dinis que lhe outorgou carta foralenga de 1318, à qual D. Manuel, acrescentou privilégios de leitura nova em 1517.

Património da Coroa, foi doada, em 1500, por D. Manuel ao capitão de Arzila, D. Vasco Coutinho, 1.º Conde de Redondo e 1.º Conde de Borba.

No início do século XV a vila de Redondo, outrora um ponto obrigatório de escalada para viajantes de Évora, Vila Viçosa e Alandroal, estava praticamente despovoada. A pedido dos procuradores da vila, D. João I, em 1418, proibiu o uso de outras estradas naquele circuito, obrigando todos os viajantes a passarem por esta vila.

As expansão da vila deu-se a partir de 1463 uma vez que a cerca do castelo estava completamente povoada, foi decidida, por alvará régio, que a zona do arrabalde fosse habitada, ficando os moradores desta zona com os mesmos privilégios e liberdades que os moradores da cerca do castelo.

O concelho de Redondo, actualmente dividido em duas freguesias – Redondo e Montoito – abrange uma área de 371,44 km², deles fazem parte um conjunto de populações com dimensões significativas, entre as quais: Aldeias de Montoito, Falcoeiras, Santa Susana, Aldeia da Serra, Foros da Fonte Seca, Freixo e Vinhas.

Aqui vivem actualmente cerca de 7288 habitantes, segundo o censo de 2001.

São famosas as suas festas que transformam as ruas com papel colorido em autêntgicas obras de arte





terça-feira, junho 12, 2012

A NOITE DE SANTO ANTÓNIO EM ALFAMA

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ONDE A NOITE É TAMBÉM
LUSO BRASILEIRA



Numa noite em que , em Lisboa, ninguém dorme nos Bairros Populares

MARCHAS DOS SANTOS POPULARES DE LISBOA

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AS MARCHAS DOD SANTOS POPULARES
EM LISBOA NA NOITE DE SANTO ANTÓNIO
SÃO UMA ESPECIE DE DESFILE DE
ESCOLAS DE SAMBA NO SAPUCAÍ.

Claro que com diferentes origens sociológias ,ritmos e melodias.

Na noite de 12 para 13 de Junho Lisboa vem para a rua e não se deita, pois, depois do desfile , invade os bairros populares ,especialmente Alfama,Mouraria,Bairro Alto,Alto Pina,Madragoa,Alcâmtara,Marvila e muitos outros, e come sardinha assada, bebe vinho e dança.



As Marchas populares de Lisboa remontam a 1932 (como são conhecidas hoje), sendo uma das mais antigas e crescentes tradições da cidade de Lisboa (às marchas, "juntaram-se" em 1958, o Casamentos de Santo António). Porém, em Lisboa já se realizavam marchas desde o século XVIII. Regulamento das Marchas Populares de Lisboa.

As Marchas Populares são uma tradição antiga portuguesa, que decorre a 12 de Junho, nas avenidas de Lisboa.