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domingo, setembro 23, 2007

BRASILEIRÃO

.
VASCO PERDE EM SÃO JANUÁRIO
COM O CRUZEIRO QUE É AGORA
MAIS SEGUNDO.


Raposa silencia o caldeirão vascaíno
Mineiros derrotam o adversário em São Januário e seguem na cola do líder do
Pela segunda vez neste ano, o Vasco foi derrotado em São Januário. Com um futebol envolvente, de toques precisos e jogadas velozes, o Cruzeiro não se intimidou com o estádio vascaíno e venceu o adversário por 2 a 0. O resultado mantém a Raposa na cola do líder São Paulo e afasta os cariocas cada vez mais da tão sonhada Libertadores.


BOTAFOGO COMTINUA A PERDER.
SÃO PAULO COM 9 PONTOS DE
AVANÇO.

Domingo, 23/09/2007
> Atlético-PR 2 x 1 Paraná
> Botafogo 0 x 2 Fluminense
> Vasco 0 x 2 Cruzeiro
> Palmeiras 1 x 0 Corinthians
> Náutico 2 x 0 Sport
> Juventude 2 x 2 Flamengo
> Atlético-MG 2 x 2 Internacional

Sábado, 22/09/2007
> Goiás 1 x 1 América-RN
> São Paulo 2 x 0 Figueirense
> Grêmio 1 x 0 Santos

classificação

01 São Paulo 60
02 Cruzeiro 51
03 Grêmio 44
04 Palmeiras 43
05 Fluminense 43
06 Santos 42
07 Botafogo 42
08 Vasco 40
09 Internacional 36
10 Sport 36
11 Atlético-PR 35
12 Goiás 34
13 Figueirense 34
14 Flamengo 34
15 Atlético-MG 33
16 Náutico 33
17 Corinthians 33
18 Paraná 31
19 Juventude 27
20 América-RN 12

preliminares

Juvenal


O Juvenal tava desempregado há meses. Com a resistência que só os
Brasileiros tem, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma

Entrevista. Ao chegar no escritório, o entrevistador observou que o
Candidato tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes ideais e lhe
Perguntou:

- Qual foi seu último salário?

- "Salário mínimo", respondeu Juvenal.


- Pois se o Sr. For contratado ganhará 10 mil dólares por mês!

- Jura?

- Que carro o Sr. Tem?

- Na verdade, agora eu só tenho um carrinho pra vender pipoca na rua e
Um carrinho de mão!


- Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma
BMW para sua esposa! Tudo zero!

- Jura?

- O senhor viaja muito para o exterior?

- O mais longe que fui foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...


- Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano,
Para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.

- Jura?

- E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora

Porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido.

Se até amanhã (sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um
Telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.



Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a
Meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum
Maldito telegrama.

Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e

Contou as boas novas.

Convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de
Muita música.

Sexta de tarde já tinha um barril de choop aberto. As 9 horas da noite
A festa fervia.


A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a
Mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero.

A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal.



E a banda tocava!

E o choop gelado rolava!

O povo dançava!

Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro.

Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do
Primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio

Boba, meio assustada.

Onze horas e cinqüenta e cinco minutos........

Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela...

Era do Correio!

A festa parou!

A banda calou!


A tuba engasgou!

Um bêbado arrotou!

Uma velha peidou!

Um cachorro uivou!

Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?

- Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.


-Jogaram água na churrasqueira!

O chopp esquentou!

A mulher do Juvenal desmaiou!

A motoca parou!

- Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?

- Si, si, sim, so, so, sou eu...


A multidão não resistiu...

- OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!

- Telegrama para o senhor...

Juvenal não acreditava...

Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou

Para todos.

Silêncio total.

Respirou fundo e abriu o telegrama.

Uma lágrima rolou, molhando o telegrama..

Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.

Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.


O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava.- E agora?

Quem vai pagar essa festa toda?

Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o
Povo que o encarava...


Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou
A gritar eufórico, NUMA ALEGRIA SÓ.

- Mamãe morreeeeuuu!
Graças a DEUS, Mamãe Morreeeeuuu!!!!!!!

sábado, setembro 22, 2007

BRASILEIRÃO Jogos deste sábado

.

NESTES 3 JOGOS DE SÁBADO
O SÃO PAULO É CADA VEZ
MAIS O FAVORITO


SÃO PAULO COMEMORA VITÓRIA FRENTE AO FIGUEIRENSE

Sábado, 22/09/2007
> Goiás 1 x 1 América-RN
> São Paulo 2 x 0 Figueirense
> Grêmio 1 x 0 Santos

a 22 de Setembro nasceu GONZAGUINHA

.


Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (*Rio de Janeiro, 22 de Setembro de 1945 / +Curitiba, 29 de Abril de 1991), mais conhecido como Gonzaguinha, foi um cantor e compositor brasileiro.

Biografia
Gonzaguinha era filho do cantor e compositor Luiz Gonzaga e de Odaléia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil, que morreu de tuberculose aos 22 anos. Acabou sendo criado pelos padrinhos Dina e Xavier.

Compôs sua primeira música Lembranças da Primavera aos 14 anos, e em 1961, com 16 anos foi morar em Cocotá com o pai para estudar. Voltou para o Rio de Janeiro para estudar Economia, pela Universidade Cândido Mendes.

Na casa do psiquiatra Aluízio Porto Carrero, conheceu e ficou amigo de Ivan Lins. Conheceu também sua primeira mulher Ângela, com quem teve dois filhos: Daniel e Fernanda.

Teve depois uma filha com a atriz Sandra Pêra: Amora Pêra.

Foi nessa convivência na casa do psiquiatra, que fundou o Movimento Artístico Universitário (MAU), com Aldir Blanc, Ivan Lins, Márcio Proença, Paulo Emílio e César Costa Filho. Movimento esse, que teve importante papel na música popular do Brasil nos anos 70 e que em 1971 resultou no programa na TV Globo Som livre exportação.

Característico por sua postura de crítica à ditadura, submeteu-se ao DOPS, assim, das 72 canções mostradas, 54 foram censuradas, entre as quais seu primeiro sucesso, "Comportamento Geral". Neste início de carreira, sua apresentação agressiva e pouco agradável aos olhos da mídia lhe valeram o apelido de "cantor rancor", com canções ásperas, como "Piada infeliz" e "Erva rasteira". Com o começo da abertura política, na segunda metade da década de 1970, começou a modificar seu discurso e passou a compor músicas de tom mais lírico, como "Começaria tudo outra vez", "Explode coração" e "Grito de alerta", e também temas de samba-enredo, como "O que é o que é" e "Nem o pobre nem o rei".

Em 1975 dispensou os empresáros e se tornou um artista independente, o que fez em 1986, fundar o selo Moleque, pelo qual chegou a gravar dois trabalhos.

Nos seus últimos 12 anos de vida, Gonzaguinha viveu em Belo Horizonte com sua segunda mulher Louise Margarete Martins -- Lelete e a filha deles, a caçula Mariana.


Morte prematura
Após uma apresentação em Pato Branco, no Paraná, Gonzaguinha morreu aos 46 anos num acidente automobilístico às 07:30 horas no dia 29 de abril de 1991, encerrando assim prematuramente a carreira deste que foi, em vida, um dos ídolos de sua geração.


Discografia
Um abraço terno em você, viu mãe, (1970), Odeon;
Luiz Gonzaga Jr. (1973), Odeon;
Luiz Gonzaga Jr. (1974), EMI/Odeon;
Os senhores da terra (antologia 1975), Museu da Imagem e do Som;
Plano de vôo, (1975), EMI/Odeon;
Começaria tudo outra vez, (1976), EMI/Odeon;
Moleque Gonzaguinha (1977]]), EMI/Odeon;
Recado, (1978), EMI/Odeon;
Gonzaguinha da vida, (1979), EMI/Odeon;
De volta ao começo, (1980), EMI/Odeon;
Coisa mais maior de grande pessoa, (1980), EMI/Odeon;
A vida do viajante. Com Luiz Gonzaga, (1981), EMI/Odeon;
Coisa mais maior de grande pessoa, (1981), EMI/Odeon;
Caminhos do coração, (1982), EMI;
"Alô, alô Brasil", (1983), EMI/Odeon;
Grávido, (1984), EMI/Odeon;
Olho de lince/trabalho de parto, (1985), EMI/Odeon;
Geral, (1987), EMI/Odeon;
Corações marginais, (1988), Moleque/WEA;
Luizinho de Gonzaga, (1990), WEA/Moleque;
Cavaleiro solitário, (1993), Som Livre;
Luiz Gonzaga Jr. - Gonzaguinha, (2001), Universal Music;

Coletâneas:
Gonzagão & Gonzaguinha-Juntos. Gonzaguinha e Luiz Gonzaga, (1991), BMG/Ariola;
A viagem de Gonzagão e Gonzaguinha. Gonzaguinha e Luiz Gonzaga, (1994), EMI/Odeon;
O talento de Gonzaguinha, (1994), EMI/Odeon;

preliminares

.
O primo da cidade foi passar
o Natal com os parentes do sítio.
No dia de Natal tava lá discutindo
com o primo caipira o que tinha
ganhado de presente.
Aí o primo da cidade querendo
esnobar o pobre falou:
- Primo, viu o que eu ganhei de presente?
Um "iPod"!!
É bom.
É espetacular.
O primo caipira retrucou:
- É bão memo primo, muito bão!!
Aí o da cidade perguntou:
- Como bom, primo, o que foi
que você ganhou?
- Ganhei isso aí tamém, uai.
- Mas quem te deu?
- Minha namorada.
- E de que marca era??
- Sei lá primo. Nóis tava na
cachoera nadano pelado.
Eu cheguei por trás dela e encostei.
Ela virou pra mim e falou:
- Ai, pode!.
É muito bão memo primo,
agora si tem marca, eu sei não...

sexta-feira, setembro 21, 2007

a 21 de Setembro, nasceu PÓPÓ

.

Acelino Freitas, mais conhecido como Popó (Salvador, 21 de Setembro de 1975) é um pugilista brasileiro, campeão mundial em duas categorias do Boxe.

Biografia
Acelino Freitas nasceu numa família pobre, de um bairro da periferia da capital baiana, a Cidade Nova, localizado na região da Baixa de Quintas, filho de Niljalma Freitas e Zuleica (?). Recebeu da mãe o apelido com que tornou-se conhecido: Popó, por ter mamado até uma idade avançada.

Seu pai era também pugilista, assim como três dos seus irmãos, dos quais Luís Cláudio foi quem mais o incentivou a também ingressar na profissão, o que fez já aos catorze anos de idade.

Até o primeiro título mundial, morava com os pais e irmãos naquele casebre, de 6,75m2, que tinha panos como divisórias.

Com dois casamentos, e filhos com três mulheres diferentes, o baiano enfrentou no segundo (com Eliana Guimarães) uma fase bastante difícil, que refletiu negativamente nos seus resultados sobre os ringues (causando sua primeira derrota na carreira) - a reconciliação veio habilitá-lo a novamente disputar um título, e vencer.

É pai de Rafael (1993), Igor (1996), Iago (1997), Gustavo (1998), Ruan (1998) e Acelino Popó (2006).


Caricatura de PopóSeus treinamentos básicos são feitos na cidade natal, onde construiu um ginásio, voltado para a preparação de novos talentos. Mas, antes de cada luta, vai para os Estados Unidos, onde as instalações e materiais são muito mais apropriados.


Características
Tido como um pugilista extremamente técnico, Popó também tem uma grande "pegada". Medindo 1,65m e pesando 70kg, luta com a balança para atingir os limites das categorias em que disputa.


Carreira
Lutando contra as dificuldades do boxe no Brasil - onde o esporte não tem a popularidade que goza noutros países - Popó por diversas vezes queixa-se da falta de patrocínio. Apesar disto, o país ostenta, em 2006, dois campeões mundiais, ambos da Bahia: Acelino e Valdemir Pereira (conhecido pelo apelido de "Sertão").

A Wikipédia possui o Portal da Bahia. Artigos sobre história, cultura, personalidades e geografia.
Popó tem uma carreira vitoriosa, iniciada profissionalmente em 1995, onde já conquistou quatro Cinturões de campeão, dos quais os principais foram: Super-Penas (1999, pela WB0); Unificado Super-Pena (2002, pela WBA) e dos Leves (2004, pela WB0), agora reconquistado. Foram 38 vitórias (32 por nocaute) e uma derrota (ocorrida quando de sua separação de Eliana, contra o norte-americano Diego Corrales, em 2004).

Em 30 de abril de 2006 reconquistou o cinturão da categoria dos Leves, pela Organização Mundial de Boxe - OMB (em inglês WBO), contra o americano Zahir Raheen (numa luta de doze assaltos, vencida por pontos, no placar de 2 a 1 dos três jurados).

quarta-feira, setembro 19, 2007

LIGA DOS CAMPEÕES EUROPEUS

.
HOJE FOI A VEZ DO SPORTING
ENTRAR EM ACÇÃO.
PERDEU 0-1 COM O MANCHESTER
UNITED

C.Ronaldo é impiedoso com time do coração

CRISTIANO RONALDO MARCOU O GOLO

Craque luso se desculpa por fazer o golo da vitória do Manchester sobre Sporting, em
Cristiano Ronaldo demonstrou respeito pelo Sporting, clube que o revelouEram decorridos 17 minutos do segundo tempo quando Brown cruzou e Cristiano Ronaldo emendou de cabeça para fazer o gol da vitória por 1 a 0 do Manchester United sobre o Sporting, nesta quarta-feira em Lisboa, pela primeira rodada do Grupo F da Liga dos Campeões. Revelado pelo clube português, Cristiano Ronaldo, em respeito pediu desculpas à torcida leonina após fazer o gol.

Este foi o ponto mais alto da partida, que teve os brasileiros Polga, Ronny e Liedson como titulares no lado português. Anderson ficou no banco de reservas do Manchester United e entrou na segunda etapa.

Depois de um primeiro tempo equilibrado, com ligeira vantagem para os donos da casa, os Diabos Vermelhos souberam se impor depois do intervalo.

Com o resultado, o Manchester soma três pontos no grupo, ao lado do Roma, que bateu na Itália o Dínamo Kiev por 2 a 0. Perrotta e Totti marcaram os golOs

Cristiano Ronaldo fez a diferença ao aproveitar um dos poucos deslizes (falta de marcação) da defesa leonina, mas o Sporting fez um bom jogo e bem merecia o golo do empate, na noite em que Miguel Veloso rubricou grande exibição. A «cantera» leonina continua a gerar «matéria-prima» da mais alta qualidade...

Estádio Alvalade XXI, em Lisboa

Árbitro: Herbert Fandel (Alemanha)

SPORTING – Stojkovic; Abel, Tonel, Polga e Ronny (Pereirinha, 73 m); João Moutinho, Miguel Veloso, Romagnoli (Purovic, 67 m) e Izmailov (Vukcevic, 55 m); Liedson e Yannick.

MANCHESTER UNITED – Van der Sar; Wes Brown, Rio Ferdinand, Vidic e Evra; Nani, Carrick, Scholes e Giggs (Anderson, 75 m); Cristiano Ronaldo e Rooney (Saha, 71 m).

Ao intervalo: 0-0

Golo: Cristiano Ronaldo (61 m)

Resultado final: 0-1

terça-feira, setembro 18, 2007

ESCRITORES PORTUGUESES - JOSÉ RÉGIO, nasceu a 17 de Setembro

.


José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira, (Vila do Conde, 17 de Setembro de 1901 — Vila do Conde, 22 de Dezembro de 1969) foi um escritor português, que viveu grande parte da sua vida na cidade de Portalegre (de 1928 a 1967). É irmão de Júlio Maria dos Reis Pereira (pintor, poeta e engenheiro).


Biografia
José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira, é um escritor português, natural de Vila do Conde, e o seu nascimento data de 1901. Em Vila do Conde, terra onde viveu até acabar o quinto ano do liceu, publicou os seus primeiros poemas nos jornais, O Democrático e República. Aos dezoito anos, José Régio, foi para Coimbra, onde se licenciou em Filologia Românica (1925), com a tese As Correntes e As Individualidades na Moderna Poesia Portuguesa. Esta tese na época não teve muito sucesso, uma vez que valorizava poetas quase desconhecidos na altura, como Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro; mas, em 1941, foi publicada com o título Pequena História da Moderna Poesia Portuguesa.

Em 1927, com Branquinho da Fonseca e João Gaspar Simões, fundou a revista Presença, que veio a ser publicada, irregularmente, durante treze anos. Esta revista veio a marcar o segundo modernismo português, que teve como principal impulsionador e idiólogo, José Régio. Este, tambem escreveu em jornais como Seara Nova, Ler, O Comércio do Porto e o Diário de Notícias. Foi neste mesmo ano que José Régio começou a lecionar num liceu no Porto, até 1928, pois a partir desse ano, passou a lecionar em Portalegre, onde esteve mais do que trinta anos. Em 1966, Régio voltou para Vila do Conde, onde veio a morrer em 1969.

José Régio teve durante a sua vida uma participação activa na vida pública, mantendo-se fiel aos seus ideais socialistas, apesar do regime autoritário de então, e também, seguindo os gostos do irmão, Júlio Saul Dias, expressou o seu amor pelas artes plásticas, ilustrando um dos seus livros.

Como escritor, José Régio, dedicou-se ao ensaio, à poesia, ao texto dramático e à prosa. Reflectindo durante toda a sua obra problemas relactivos ao conflito entre Deus e o Homem, o indivíduo e a sociedade. Usando sempre um tom psicologista e misticista, analisando a problemática da solidão e das relações humanas, ao mesmo tempo que levava a cabo uma auto-análise.

José Régio é considerado um dos grandes vultos da moderna literatura portuguesa, e recebeu em 1966, o Prémio Diário de Notícias e, em 1970, o Prémio Nacional da Poesia. Hoje em dia, as suas casas em Vila do Conde e em Portalegre são casas-museu.


Obras publicadas

Poesia
1925 - Poemas de Deus e do Diabo.
1929 - Biografia.
1935 - As Encruzilhadas de Deus.
1945 - Fado (1941), Mas Deus é Grande.
1954 - A Chaga do Lado.
1961 - Filho do Homem.
1968 - Cântico Suspenso.
1970 - Música Ligeira.
1971 - Colheita da Tarde.
a.d.- toada de Portalegre


Ficção
1934 - Jogo da Cabra-Cega.
1941 - Davam Grandes Passeios aos Domingos.
1942 - O Príncipe com Orelhas de Burro.
1945 a 1966 - A Velha Casa.
1946 - Histórias de Mulheres.
1962 - Há Mais Mundos.

Ensaio
1936 - Críticas e Criticados.
1938 - António Botto e o Amor.
1940 - Em Torno da Expressão Artística.
1952 - As Correntes e as Individualidades na Moderna Poesia Portuguesa.
1964 - Ensaios de Interpretação Crítica.
1967 - Três Ensaios sobre Arte.
1977 - Páginas de Doutrina e Crítica da Presença.
Teatro
1940 - Jacob e o Anjo.
1947 - Benilde ou a Virgem-Mãe.
1949 - El-Rei Sebastião.
1954 - A Salvação do Mundo.
1957 - Três Peças em Um Acto.
a.d. -toada de portalegre.

LIGA DOS CAMPEÕES

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BENFICA PERDE EM MILÃO 2-1
E O PORTO NÃO VAI ALÉM DUM
EMPATE EM CASA COM O
LIVERPOOL 1.1.

PORTO 1 LIVERPOOL, 1



Foi mau o resultado do Porto.
Merecia mais e empatar em casa é perder 2 pontos

FC Porto empata mas merecia mais
O FC Porto empatou com o Liverpool (1-1), em encontro da primeira jornada do grupo A da Liga dos Campeões, disputado esta noite no Estádio do Dragão, no Porto. Os "azuis e brancos" entraram bem na partida, ao adiantarem-se no marcador logo aos oito minutos, através do argentino Lucho Gonzalez, na conversão de uma grande penalidade, mas permitiram a igualdade ainda na primeira parte, quando o holandês Kuyt empatou para os ingleses, aos 17 minutos. Apesar de ter actuado grande parte da segunda metade em superioridade numérica, por expulsão por acumulação de cartões de amarelos de Pennant, aos 58 minutos, o FC Porto não conseguiu ir além do empate, mas haverá que dizer que o merecia, porque foi mais acutilante nas acções ofensivas e dispôs de mais oportunidades para fazer golo.
Agora virão on confrontos mais fáceis, mas, com obrigação de ganhar

FC PORTO – Nuno; Bosingwa, Bruno Alves, João Paulo e Fucile; Lucho Gonzalez, Paulo Assunção e Raul Meireles (Mariano Gonzalez, 64); Tarik Sektioui (Farias, 64), Lisandro e Quaresma.

Suplentes: Ventura, Stepanov, Marek Cech, Bolatti, Kazmierczak, Mariano Gonzalez e Farias

LIVERPOOL – Reina; Finnan, Carragher, Hyypia e Arbeloa; Pennant, Gerrard, Mascherano e Babel (Fábio Aurélio, 85); Kuyt e Fernando Torres (Voronin, 76).

Suplentes: Itandje, Agger, Voronin, Lucas Leiva, Fábio Aurélio, Benayoun e Crouch.

Marcador: 1-0, Lucho Gonzalez (8 m, gp); 1-1 por Kuyt (17 m).


MILAN, 2 BENFICA,1


Benfica
O MILAN ganhou cono se esperava, dominando um Benfica muito verde.
Um Benfica (ainda) com pouco estofo para a «alta-roda» saiu hoje derrotado de San Siro pelo actual detentor do título europeu, o AC Milan. Pirlo e Inzaghi deram vantagem aos «rossoneri» ainda na primeira parte, Nuno Gomes reduziu na parte final, mas sem disfarçar as fragilidades dos «encarnados».

Não fora a incrivel inabilidade de Inzaghi e os números seriam mais dilatados.
Mas este jogo não conta para a luta do Benfica para a qualificação.
O Benfica tem sim, de ganhar pontos contra o Shaktiar Donestski e o Celtic, é esse o seu campeonato.

Pode dizer-se que este renovado Benfica até pode prometer, mas é preciso muito mais que isso perante adversário do calibre do AC Milan, ainda para mais no seu próprio terreno. José António Camacho apostou em dupla de centrais inédita (Edcarlos e Miguel Vítor), fazendo regressar Katsouranis ao meio, acompanhando Maxi e Rui Costa nas tarefas do «miolo». As alas ficavam com Di Maria e Rodriguez, tentando dar apoio ao ponta-de-lança Cardozo.

O desenho até poderia ter dado resultado, mas é preciso tempo para tanta juventude ganhar confiança e cedo o AC Milan fez valer a sua enorme experiência. Mesmo sem forçar, os «rossoneri» ameaçaram e viriam a marcar à segunda oportunidade, num livre apontado por Pirlo, deixando a imagem que Quim lançou-se demasiado tarde à bola – uma «mancha» na noite do guarda-redes dos «encarnados», que acabou por sair do jogo com um bom punhado de intervenções de grande nível.

A perder, o Benfica baralhou-se inevitavelmente, mas viria a reagir da melhor forma, com Cardozo a cabecear ao poste, após excelente cruzamento da esquerda por Di Maria. Um lance que poderia ter mudado a história do jogo, até porque era o melhor período dos «encarnados» (hoje de cor-de-rosa e cinzento). Mas, e tal como a velha máxima do «quem não marca, sofre», Inzaghi viria a aumentar a vantagem logo de imediato, concluindo excelente jogada de contra-ataque, iniciada num passe errado do jovem Miguel Vítor, quando praticamente todos os seus companheiros estavam balanceados para a frente.

Quem conhece os comandados de Carlo Anceloti percebeu que a história do jogo estava feita, apesar de faltar ainda uma hora para o final.

AC Milan – Dida; Oddo (Bonera, 80 m), Nesta, Kaladze e Jankulowski; Gattuso, Pirlo e Ambrosini; Seedorf (Emerson, 74 m) e Kaká; Inzaghi (Gilardino, 83 m).

Suplentes não utilizados: Kalac, Favalli, Simic e Brocchi.

Benfica – Quim; Luís Filipe; Edcarlos, Miguel Vítor (Gilles, 72 m) e Léo; Di Maria, Maxi Pereira, Katsouranis, Rui Costa (Nuno Assis, 87 m) e Cristian Rodriguez; Cardozo (Nuno Gomes, 62 m).

Suplentes não utilizados: Butt, Nélson, Romeu Ribeiro e Bergessio.

Marcador: 1-0 por Pirlo (8 m); 2-0 por Inzaghi (23 m

segunda-feira, setembro 17, 2007

LIGA PORTUGUESA - 4ª.RODADA

.
VOLTOU A MEXER O CAMPEONATO
PORTUGUÊS, DEPOIS DA PARA-
GEM PARA JOGOS INTERNACIONAIS.


OS TRÊS GRANDES VENCERAM TODOS
SENDO O RESULTADO MAIS DILATADO
O DO BENFICA 3-0 AO NAVAL.

LIGA – 4 ª JORNADA
Boavista 0-0 Leixões
Académica 1-0 P. Ferreira
F.C. Porto 1-0 Marítimo
Belenenses 2-1 U. Leiria
E. Amadora 0-2 Sporting
V. Setúbal 3-1 Sp. Braga
Benfica 3-0 Naval
V. Guimarães 1-0 Nacional

CLASSIFICAÇÃO

1 FC Porto 12
2. Sporting 9
3. Marítimo 9
4. Benfica 8
5. V. Setúbal 6
6. V. Guimarães 6
7. Sp. Braga 6
8. Leixões 4
9. E. Amadora 4
10. Belenenses 4
11. Académica 4
12. Boavista 3
13. P. Ferreira 2
14. U. Leiria 2
15. Nacional 2
16. Naval 2

AMADORA, 0 SPORTING, 2

O SPORTING VENCEU
BEM LUTANDO CONTRA
O AMADORA E O ARBITRO

O Sporting arrancou a sua terceira vitória do Campeonato na deslocação ao terreno do Estrela da Amadora (2-0), mercê de uma exibição segura, compacta, que beneficiou de uma oferta tricolor logo aos oito minutos para se tornar mais tranquila. Na verdade, se Paulo Bento tinha dúvidas em relação à capacidade dos seus jogadores para manterem os níveis de concentração virados para o embate da Reboleira, devido à contagem decrescente para a recepção ao Manchester United (na próxima quarta-feira, a contar para a primeira ronda da Champions), certamente terá abandonado a Amadora satisfeito com a atitude da equipa. Sem fazer uma exibição majestosa, o Sporting abordou a partida com o Estrela da Amadora com seriedade, determinação e sobretudo com muito pragmatismo. Todos os jogadores “meteram o pé” na partida, sem sequer se vislumbrar qualquer tipo de poupança inerente ao confronto da Champions. Essa realidade, a reboque, claro está, do triunfo categórico, terá sido um dos factores que mais agradaram ao técnico no embate de ontem.

O Estrela da Amadora, que ontem sofreu a segunda derrota consecutiva, foi uma equipa amorfa, sem imaginação, mas sobretudo sem capacidade para chegar à baliza de Stojkovic. Fê-lo apenas por meio de lances de bola parada, mas a equipa leonina revelou ter esse aspecto bem estudado. Aliás, o sector defensivo do Sporting esteve praticamente irrepreensível, e nem a entrada de Moses, um “velho conhecido" de Tonel, assustou Polga e companhia. Com João Moutinho de regresso ao lado direito – Vukcevic ocupou-se da faixa esquerda –, o futebol leonino ficou a ganhar. O capitão leonino sente-se nitidamente mais à vontade naquela zona do terreno, não esteve tão preocupado com as missões defensivas, e isso libertou-o para intervenções mais adiantadas, com a qualidade do futebol leonino a retirar proveitos desse dinamismo.
.


Estrela da Amadora
Treinador Daúto Faquirá
1 |Nélson GR
2 |Rui Duarte LD
34 |Wagnão DC
15 |Maurício DC
4 |Cardoso LE
16 |Fernando MD
14 |Marco Paulo MO a 29’’
30 |Tiago Gomes MO
5 |Ndiaye MO a 63’
10 |Mateus MO a 77’
9 |Anselmo AV
-
25 |Pedro Alves GR
20 |Hugo Carreira DC
28 |Marcelo Goianira MD
13 |Nuno Viveiros MO
7 |Pedro Pereira AD a 29’’
21 |Luís Aguiar AE a 77’
79 |Moses AV a 63’


Sporting
treinador Paulo Bento
34 |Stojkovic GR
78 |Abel LD
13 |Tonel DC
4 |Polga DC
8 |Ronny LE
24 |Miguel Veloso MD
28 |João Moutinho MO
10 |Vukcevic MO a 88’
30 |Romagnoli MO a 59’
9 |Purovic AV a 73’
31 |Liedson AV
-
16 |Tiago GR
26 |Gladstone DC
5 |Paredes MD
25 |Pereirinha MO a 88’
21 |Farnerud MO a 59’
7 |Izmailov MO
20 |Yannick Djaló AV a 73’

GOLOS

0-1|8’
Liedson

0-2|29’
Vukcevic

preliminares

.
PREGOS GARCIA

Um português abre uma filial de sua empresa de pregos em Roma.
Como propaganda fez um out-door com a figura de Cristo pregado a cruz
e embaixo estava escrito:
"PREGOS GARCIA - 2000 ANOS DE GARANTIA"
Foi aquele rebuliço. O Bispo de Roma foi pessoalmente conversar com o
português, explicar que não podia fazer isso.
Então o português resolveu fazer um novo out-door.
Colocou Cristo com uma das mãos pregadas na cruz e a outra solta,dando
tchau. Embaixo estava escrito:
ADIVINHE EM QUAL MÃO FOI USADO PREGO GARCIA?"
Meu Deus do céu!!! Até o Papa foi conversar com o português.
-Assim não dá! Não pode usar Jesus Cristo como garoto propaganda Inventa
outra coisa.
-Então vou fazer novo out-door. pensou o português.
Colocou a foto da cruz vazia e embaixo estava escrito:
"SE O PREGO FOSSE GARCIA O CARA NÃO FUGIA.."=

domingo, setembro 16, 2007

BRASILEIRÃO

.
VASCO E FLA EMPATAM NO
VELHO CLÁSSICO,
SÃO PAULO VENCE SANTOS
E CONSOLIDA LIDERANÇA.
.
Domingo, 16/09/2007
> Figueirense 4 x 1 Juventude
> Flamengo 1 x 1 Vasco
> Grêmio 1 x 0 Internacional
> Sport 3 x 1 Paraná
> Corinthians 0 x 1 Botafogo
> Atlético-PR 2 x 1 Palmeiras
> Atlético-MG 3 x 4 Cruzeiro

Sábado, 15/09/2007
> Goiás 0 x 3 Náutico
> Fluminense 2 x 0 América-RN
> São Paulo 2 x 1 Santos

CLaSSIFICAÇÃO

1 São Paulo 57
2 Cruzeiro 48
3 Santos 42
4 Botafogo 42
5 Grêmio 41
6 Vasco 40
7 Palmeiras 40
8 Fluminense 40
9 Sport 36
10 Internacional 35
11 Figueirense 34
12 Goiás 33
13 Flamengo 33
14 Corinthians 33
15 Atlético-MG 32
16 Atlético-PR 32
17 Paraná Clube 31
18 Náutico-PE 30
19 Juventude 26
20 América-RN 11

FLA, 1 VASCO,1



Empate eletrizante mantém Fla ameaçado e Vasco fora do G-4

Um empate eletrizante, mas amargo frustrou os planos de Flamengo e Vasco neste Campeonato Brasileiro. O placar de 1 a 1 no clássico deste domingo, no Maracanã, manteve o time rubro-negro ameaçado pelo rebaixamento e a equipe cruzmaltina fora do grupo dos quatro primeiros colocados que classificam-se para a Copa Libertadores de 2008.


Apesar de não ter sido bom, o empate também não foi ruim para o Flamengo, diante das circunstâncias. O time buscou a igualdade, com golo de Leonardo Moura, aos 46min do primeiro tempo, após superar muitos problemas durante o clássico.

Com o empate, o Flamengo foi a 33 pontos e subiu da 14ª para a 13ª colocação. No entanto, o time viu sua distância para a zona do rebaixamento diminuir de três para dois pontos.

Do outro lado, o Vasco foi a 40 pontos, permaneceu na sexta posição e desperdiçou a chance de entrar no G-4 - já que o Palmeiras perdeu. Além disso, atingiu seu quarto jogo seguido sem vitória no Campeonato Brasileiro, pois perdeu para São Paulo e Grêmio e empatou com o Fluminense nas três rodadas anteriores.


Agora, o Vasco volta a campo na próxima quarta-feira para enfrentar o Lanús-ARG, na Argentina, pela Copa Sul-Americana. Pelo Campeonato Brasileiro, o time só joga domingo, contra o Cruzeiro, em São Januário. No mesmo dia, o Flamengo encara o Juventude, em Caxias do Sul.

FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Cristian, Jaílton e Toró; Renato Augusto (Paulo Sérgio, depois Léo Medeiros) e Obina
Técnico: Joel Santana

VASCO
Sílvio Luiz; Jorge Luiz, Júlio Santos e Dudar; Wagner Diniz, Roberto Lopes, Perdigão (Andrade), Marcelinho (Alan Kardec) e Rubens Júnior (ex-PORTO); Conca e Leandro Amaral
Técnico: Celso Roth

Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

GolOs: Leandro Amaral, aos 10min e Leonardo Moura, aos 46min do primeiro tempo

A 16 DE SETEMBRO...de 1947

.
OSWALDO ARANHA FOI
PRESIDIU À ASSENBLEIA
GERAL DA ONU




Osvaldo Euclides de Souza Aranha (Alegrete, Rio Grande do Sul 15 de fevereiro de 1894 — Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 1960) foi um político e diplomata brasileiro.

Cursou, no Rio de Janeiro, o Colégio Militar e a Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais. Também estudou em Paris antes de advogar em seu estado natal e de ingressar na política.

Em 1923, quando explodiu a luta fraticida entre "chimangos" (aliados de Borges de Medeiros - presidente da província) e "maragatos" (opositores à sua quinta reeleição), lutou a favor do governo.

Em 1925, foi intendente de Alegrete. Então, introduziu muitas modernizações, como, por exemplo, a excelente rede de esgotos da cidade. Com sua peculiar diplomacia, conseguiu a paz entre as famílias separadas pelos conflitos políticos de 1923.

Dois anos mais tarde era eleito deputado federal. Em 1928, tornou-se secretário do Interior, onde dedicou grande esforço para obras educacionais.


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Foi amigo e aliado de Getúlio Vargas e, foi o grande articulador da campanha da Aliança Liberal nas eleições e o principal artífice da Revolução de 1930. Em vista da vitória do movimento, Osvaldo Aranha negocia com a Junta Militar, no Rio de Janeiro, a entrega do governo a Vargas. Posteriormente, foi nomeado Ministro da Justiça e, em 1931, ministro da Fazenda. Neste cargo, promoveu o levantamento de empréstimos que os Estados e municípios haviam contraído no estrangeiro, no período anterior a 1930, tendo em vista a consolidação global da dívida externa brasileira.

Alijado do processo político para a escolha do interventor em Minas Gerais, Oswaldo Aranha pediu demissão do cargo em 1934. No mesmo ano, aceitou o cargo de embaixador em Washington.


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Nesse período como embaixador, se impressionou com a democracia estadunidense. Atuou sempre em defesa das relações brasileiras com os Estados Unidos e se tornou amigo pessoal do presidente Roosevelt. Tornou-se muito prestigiado no cargo e foi convidado para palestras em todo o país.

Demitiu-se do cargo de embaixador por não aceitar os caminhos que o Brasil traçara com a declaração do Estado Novo em 1937.Em março de 1938, é convencido por seu amigo Vargas a assumir o ministério das Relações Exteriores e, no cargo, lutou contra elementos germanófilos dentro do Estado Novo em busca de maior aproximação com os Estados Unidos no conturbado período que antecedeu à Segunda Guerra Mundial. Sob sua direção, o Itamarati sofreu grandes reformas administrativas.

No processo de envolvimento brasileiro à Segunda Guerra Mundial, Aranha teve papel fundamental, representando no governo a ala pan-americanista, defendendo uma aliança com os Estados Unidos sempre em oposicão aos chefes militares, capitaneados, principalmente pelo ministro da Guerra Eurico Gaspar Dutra, que eram partidários de uma aproximação com a Alemanha.

Na Conferência do Rio, em janeiro do 1942, presidida por Oswaldo Aranha, o Brasil, e todas os países americanos decidem por romper as relações com os países do Eixo menos Argentina e Chile, que o fariam posteriormente. A decisão foi uma vitórias das conviccçoes panamericanas de Aranha.

Em 1944, Aranha se demite do cargo de chanceler, após ser enfraquecido dentro do governo e pelo fechamento da Sociedade dos Amigos da América, do qual era vice-presidente. Para muitos observadores da época, Aranha era o candidato natural nas eleições de 1945, mas a parca base política e a fidelidade a Vargas o impediram de disputar as eleições.


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Voltou a cena política em 1947, como chefe da delegação brasileira na recém-criada Organização das Nações Unidas (ONU). Presidiu a II Assembléia Geral da ONU que votou pela partilha da Palestina, fato que rendeu a Aranha eternas gratidões dos judeus e sionistas por sua atuação.

Em 1953, no segundo governo Vargas, voltou a ocupar a pasta da Fazenda e introduziu reformas com o objetivo de estabilizar a situação caótica econômica que o país enfrentava. Com a morte do amigo Vargas, Osvaldo Aranha se retira do governo e passa a dar atenção aos seus negócios pessoais e à advocacia. No governo Juscelino Kubitschek, retorna à ONU, à frente da delegação brasileira, para fechar com êxito sua carreira política.

Na noite do dia 27 de janeiro de 1960, Oswaldo Aranha faleceu em sua residência. Sua morte causou grande impressão tanto no Brasil como no mundo. Seu enterro, acompanhado por milhares de pessoas, reuniu os maiores nomes da política brasileira, entre eles o presidente Juscelino Kubitschek (que, inclusive, foi um dos que carregaram o caixão de Aranha), Tancredo Neves e Horácio Lafer.

quinta-feira, setembro 13, 2007

FLAMENGO vence CRUZERO em jogo em atraso

.
FLA RECUPERA NA CLASSIFICAÇÃO
AO VENCER UM DOS JOGOS QUE
TINHA DE ATRASO.

Quarta, 12/09/2007
> Flamengo 3 x 1 Cruzeiro


leonardo moura em luta contra o cruzeiro

Fla vence, afasta-se do risco e mantém Cruzeiro longe da ponta

O Flamengo voltou a ganhar e aproveitou bem a "reserva" de pontos que acumulou neste Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira, no Maracanã, os rubro-negros derrotaram o Cruzeiro por 3 a 1 e venceram a terceira das quatro partidas a menos que tinham em relação aos adversários. O resultado afastou-os da zona do rebaixamento e complicou o sonho dos celestes de chegarem ao título, já que o time permaneceu a nove pontos do líder.


Com a vitória na partida adiada da 16ª rodada, o Flamengo foi a 32 pontos e subiu da 16ª para a 14ª colocação.

Assim, o time saiu da beira da zona do rebaixamento e respirou ao abrir três pontos de vantagem para o grupo de risco. "Foi uma vitória merecida, diante de uma grande equipe, e que nos dá a condição de respirar até domingo", comentou o técnico Joel Santana.

Nas outras duas partidas adiadas, ambas também no Maracanã, o Flamengo venceu o clássico contra o Fluminense por 1 a 0 e goleou o Juventude por 4 a 0. Agora, a equipe rubro-negra só tem mais um jogo a menos para disputar - contra o Vasco, no dia 18 de outubro, pela sétima rodada.


Agora, Cruzeiro e Flamengo preparam-se para enfrentar seus arqui-rivais no próximo domingo. Enquanto o time celeste enfrenta o Atlético-MG, no Mineirão, às 16h, o rubro-negro encara o Vasco, no Maracanã, às 18h10.

FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano (Thiago Sales), Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Jaílton, Cristian e Toró (Obina); Renato Augusto (Léo Medeiros) e Souza
Técnico: Joel Santana

CRUZEIRO
Fábio; Jonathan (Luiz Alberto, depois Guilherme), Emerson, Thiago Heleno e Fernandinho; Ramires, Charles (Kerlon), Wagner e Maicosuel; Roni e Alecsandro (EX-SPOTIMG)
Técnico: Dorival Júnior

Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Renda: R$ 162.679,00
Público: 11.640 pagantes
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)

Golos: Leonardo Moura, aos 27min do primeiro tempo; Souza, aos 20min, Guilherme, aos 36min

preliminares

.
No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? , replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em
tripudiar sobre os erros dos alunos. - Traga um feixe de capim, pois
temos um asno na sala, ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! , replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era,
entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais
conhecido como o "Barão de Itararé". Ao sair da sala, o aluno ainda teve a
audácia de corrigir o furioso mestre: - O senhor me perguntou quantos rins
"nós temos". "Nós " temos quatro: dois meus e dois teus. Tenha um bom
apetite e delicie-se com o capim.

Moral: "A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento"

quarta-feira, setembro 12, 2007

QUALIFICAÇÃO PARA O EUROPEU DE 2008

PORTUGAL, 1 SERVIA, 1
.

FILIPÃO BATE NO JOGADOR DA SERVIA

EM J0GO DE QUALIFICAÇÃO PARA O EUROPEU DE 2008, PORTUGAL SÓ EMPATA
E CONTINUA A TER QUE GANHAR TUDO ATÉ AO FIM PARA SE QUALIFICAR

Portugal dá mole e Felipão perde a linha
Seleção cede empate e técnico brasileiro dá soco em jogador da Sérvia
Felipão briga com jogador da Sérvia após empate da seleção de Portugal A seleção portuguesa perdeu uma excelente oportunidade de encostar nos líderes do Grupo A das Eliminatórias da Eurocopa. O time de Felipão vencia a Sérvia por 1 a 0 desde os 11 minutos do primeiro tempo, com gol de Simão, mas cedeu o empate aos 41 minutos do segundo tempo. Ivanovic, completamente impedido, fez o gol da Sérvia. Com o empate, Portugal se mantém na terceira colocação do Grupo A, agora com 17 pontos, a quatro pontos da líder Polônia, que empatou com a Finlândia, vice-líder com 19, em 0 a 0. Portugal, no entanto, tem um jogo a menos que as duas seleções.

No fim da partida, jogadores das duas equipes se desentenderam, e o técnico Felipão chegou a desferir um soco num jogador da Sérvia, que só não revidou porque foi contido pelos companheiros.

Finlândia e Polônia, como desejava Felipão, empataram em 0 a 0, mas como Portugal também empatou com a Sérvia, em 1 a 1, as posições foram mantidas. A Polônia segue líder, agora com 21 pontos, Finlândia tem 19 e Portugal, com um jogo a menos, 17.
Se a Bélgica ainda sonhava com alguma possibilidade de classificação, acordou após o tropeço frente ao Cazaquistão, fora de casa. Os belgas chegaram a fazer 2 a 0, mas cederam o empate e agora tem apenas 11 pontos em dez jogos. O Cazaquistão chegou ao sétimo ponto no mesmo número de jogos

a 12 de Setembro, nasceu JUSCELINO KUBITSCHEK

.


Juscelino Kubitschek de Oliveira (Diamantina, 12 de setembro de 1902 — Resende, 22 de agosto de 1976) foi um médico, militar e político brasileiro. Conhecido como JK (lê-se jota-cá), foi presidente do Brasil entre 1956 e 1961. Foi casado com Sarah Kubitschek, pai de Márcia Kubitschek e pai adotivo de Maria Estela Kubitschek.

Com estilo de governo inovador na política brasileira até então, Juscelino construiu em torno de si uma aura de simpatia e confiança entre os brasileiros. Foi o responsável pela construção da Nova Capital Federal, Brasília, executando assim o antigo projeto da mudança da capital para promover o desenvolvimento do interior e a integração do País. Durante todo o seu governo, o Brasil viveu um período de desenvolvimento econômico e estabilidade política.

Vida e carreira política
Seu pai, João César de Oliveira, era caixeiro-viajante, e sua mãe, Júlia Kubitschek, professora de origem checa (seu sobrenome é uma germanização do original checo Kubíček). Juscelino Kubitschek gostava muito de futebol, e tinha simpatia pelo América Mineiro, onde atuou como amador e sempre que podia acompanhava partidas do time. Estudou medicina em Belo Horizonte, formando-se em 1927. Fez curso e estágio complementar em Paris e Berlim em 1930 e casou-se com Sarah Gomes de Lemos em 1931. No ano seguinte, foi nomeado como capitão-médico da Polícia Militar de Minas Gerais. Iniciou sua carreira política em 1934, quando foi nomeado chefe da Casa Civil do interventor federal em Minas Gerais, Benedito Valadares . Foi eleito deputado federal em 1934 e exerceu o mandato até o fechamento do Congresso em novembro de 1937, com o golpe do Estado Novo. Foi ainda eleito deputado federal para a Assembléia Constituinte de 1945.

Prefeito de Belo Horizonte em 1940, nomeado pelo então Governador de Minas Gerais Benedito Valadares, deixou um rico acervo arquitetônico em grande parte assinado pelo famoso arquiteto Oscar Niemeyer;
Governador de Minas Gerais em 1950. Sua administração estadual foi muito dinâmica: construiu cinco usinas hidrelétricas e abriu mais de 3 mil km de rodovias, o que lhe rendeu projeção nacional;
Presidente da República de 1956 a 1961, cumprindo apenas um mandato. Sendo eleito com 36% dos votos numa coligação entre o PSD e o PTB
Senador por Goiás em 1962.
Juscelino Kubitschek empolgou o país com seu reclame: "Cinquenta anos em cinco", conseguiu encetar um processo de rápida industrialização, tendo como carro chefe a indústria automobilística, houve forte crescimento econômico mas também um significativo aumento da dívida pública, interna e externa. Os anos de seu governo são lembrados como "Os Anos Dourados".


JK teve os direitos políticos cassados em 8 de junho de 1964.Juscelino ambicionava concorrer novamente à Presidência da República em 1965, projeto abortado pelo golpe militar de 1964 Acusado de corrupção, teve os direitos políticos cassados em 1964. Posteriormente, tentou articular , em 1967, a Frente Ampla de oposição ao regime militar juntamente com o ex-presidente João Goulart e o ex-governador da Guanabara Carlos Lacerda, este último seu antigo adversário político.

A partir de então passou a percorrer cidades dos Estados Unidos da América e da Europa, em um exílio voluntário. Faleceu em 1976, em um desastre automobilístico, em circunstâncias até hoje pouco claras, no quilômetro 328 da Rodovia Presidente Dutra, na altura da cidade fluminense de Resende. Até hoje, o local do acidente é conhecido como "curva do JK". Mais de 300 mil pessoas assistiram a seu funeral em Brasília. Seus restos mortais estão no Memorial JK, construído em 1981 na Capital Federal por ele fundada.

Juscelino Kubitschek é, ainda hoje, um dos políticos mais admirados do cenário nacional, considerado um dos melhores presidentes que o Brasil já teve, por sua habilidade política, por suas realizações e pelo seu respeito às instituições democráticas.

A eleição de Juscelino Kubitschek
Pela aliança PSD-PTB, Juscelino foi eleito Presidente da República em outubro de 1955 com 36% dos votos — na época as eleições se realizavam em turno único. Obteve 500 mil votos a mais que o candidato da UDN Juarez Távora e 700 mil votos a mais que o terceiro colocado, o governador de São Paulo Adhemar de Barros. A UDN tentou impugnar o resultado da eleição, sob a alegação de que Juscelino não obteve vitória por maioria absoluta. A posse de Juscelino e do vice eleito João Goulart só foi garantida com um levante militar liderado pelo ministro da Guerra, general Henrique Teixeira Lott, que em 11 de novembro de 1955 depôs o então presidente interino da República Carlos Luz, que teria tentado impedir a posse do presidente eleito.


Aspectos marcantes do seu mandato
Juscelino foi o último presidente da República a assumir o cargo no Palácio do Catete em 31 de janeiro de 1956. Em seu mandato presidencial, Juscelino lançou o Plano Nacional de Desenvolvimento, também chamado de Plano de Metas, que tinha o célebre lema "Cinquenta anos em cinco".

O plano tinha 31 metas distribuídas em seis grandes grupos: energia, transportes, alimentação, indústria de base, educação e — a meta principal — Brasília. Visava estimular a diversificação e o crescimento da economia, baseado na expansão industrial e na integração dos povos de todas as regiões com a capital no centro do território brasileiro.


Economia
Embora o governo de Juscelino Kubitschek usasse uma plataforma nacional-desenvolvimentista, o Plano de Metas, lançado em 1956, permitiu a abertura da economia brasileira ao capital estrangeiro. Isentou de impostos de importação as máquinas e equipamentos industriais, assim como os capitais externos, desde que associados ao dinheiro nacional ("capital associado"). Para ampliar o mercado interno, o plano ofereceu uma generosa política de crédito. Financiou a implantação da indústria automobilística e da indústria naval, a expansão da indústria pesada, a construção de usinas siderúrgicas e de grande usinas hidrelétricas, como Furnas e Três Marias, abriu as rodovias transregionais e aumentou a produção de petróleo da Petrobrás. Em 15 de dezembro de 1959, JK criou a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, Sudene, para integrar a região ao mercado nacional. Em maio de 1960, um mês após a inauguração de Brasília, Juscelino fez com que o Brasil obtivesse do FMI um empréstimo de 47,7 milhões de dólares para financiar o seu plano industrial — sobretudo, a indústria automobilística em São Paulo.

Os críticos de Juscelino Kubitschek frisam o fato de ele ter priorizado o transporte rodoviário em detrimento do ferroviário devido à indústria automobilística, o que teria causado prejuízos ou isolamento a certas cidades. A opção pelas rodovias é considerada por muitos danosa aos interesses do país, que seria melhor servido por uma rede ferroviária.

De fato, a expansão do crédito e as constantes emissões de moeda - para manter os investimentos estatais e pagar os empréstimos externos - provocaram crescimento da inflação e queda no valor dos salários. Em 1960, a inflação estava a 25% ao ano, subiu para 43% em 1961, para 55% em 1962 e chegou a 81% em 1963. A dívida externa aumentou 1,5 bilhão de dólares, chegando ao todo a 3,8 bilhões de dólares. Foi ainda agravada pelas altas remessas de lucros das empresas estrangeiras de "capital associado" e pelo consequente aumento do déficit na balança de pagamentos. Durante o governo JK, a produção industrial cresceu 80%, os lucros da indústria cresceram 76%, mas os salários cresceram apenas 15%.

Construção de Brasília
A construção de Brasília foi, sem dúvida, um dos faCtos mais marcantes da história brasileira do século XX. A idéia de construir uma nova capital no centro geográfico do País estava prevista na primeira Constituição republicana de 1891, mas foi adiada por todos os governos desde então. Até que o Congresso, mesmo com descrença, aprovou a Lei n° 2874, sancionada por JK em 19 de setembro de 1956, determinando a mudança da Capital Federal e criando a Companhia Urbanizadora da Nova Capital — Novacap.

As obras, lideradas pelos arquitetos Lúcio Costa e Oscar Niemeyer começaram com entusiasmo em fevereiro de 1957. Mais de 200 máquinas e de 30 mil operários - os candangos - vindos de todas as regiões do Brasil (principalmente do Nordeste), exerceram um regime de trabalho ininterrupto, dia e noite, para construir Brasília até a data prefixada de 21 de abril de 1960, em homenagem à Inconfidência Mineira. As obras terminaram em tempo recorde de 41 meses — antes do prazo previsto. Já no dia da inauguração, em pomposa cerimônia, Brasília era considerada como uma das obras mais importantes da arquitetura e do urbanismo contemporâneos. Além da obediência à Constituição, a construção da Nova Capital visava a integração de todas as regiões do Brasil; a geração de empregos, absorvendo o excedente de mão-de-obra da região Nordeste; e o estímulo ao desenvolvimento do interior, desafogando a economia saturada do centro-sul do País.
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No plano internacional, Juscelino procurou estreitar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos da América, ciente de que isso ajudaria na implementação de sua política econômica industrial e na preservação da democracia brasileira.


Rebeliões
Em seu governo ocorreram duas rebeliões de oficiais da Força Aérea Brasileira: em 19 de fevereiro de 1956 em Jacareacanga, Pará, e em 3 de dezembro de 1959, em Aragarças, Goiás. Ambas foram rapidamente controladas e seus líderes foram anistiados.

Apesar do crescimento econômico, o mandato de Juscelino Kubitschek terminou com crescimento da inflação, aumento da concentração de renda e arrocho salarial. Ocorreram várias manifestações populares, com greves na zona rural e nos centros industriais. As eleições de outubro de 1960 foram vencidas pelo candidato oposicionista Jânio Quadros, ex-governador de São Paulo apoiado pela UDN. Jânio obteve 48% dos votos — a maior votação obtida por um político brasileiro até então. Juscelino havia apoiado o marechal Henrique Lott, da aliança PSD-PTB.

Ao passar a faixa presidencial para Jânio Quadros em 31 de janeiro de 1961 Juscelino tornou-se o primeiro presidente desde Artur Bernardes a ser eleito pelo voto direto que iniciou e concluiu seu mandato dentro do prazo determinado pela Constituição Federal.

Ministros
Relação dos ministros de seu governo quando na presidência da república do Brasil.

Aeronáutica: brigadeiro Henrique Fleiuss; brigadeiro Francisco de A. Correia de Melo;
Agricultura: Ernesto Dornelles; José Parsifal Barroso (interino); Mário David Meneghetti; Luís Guimarães Júnior (interino); Paulo Fróis da Cruz (interino); Fernando Carneiro da Cunha Nóbrega (interino); Antônio de Barros Carvalho;
Educação e Cultura: Clóvis Salgado da Gama; Celso Teixeira Brant (interino); Nereu de Oliveira Ramos (interino); Pedro Calmon Moniz Bittencourt (interino); José Pedro Ferreira da Costa (interino); Pedro Paulo Penido;
Fazenda: José Maria Alkmin; João Oliveira Castro Viana Júnior (interino); Lucas Lopes; Sebastião Paes de Almeida; Maurício Chagas Bicalho (interino); Antônio Carlos Barcelos (interino)
Guerra: marechal Henrique Batista Duffles Teixeira Lott; marechal Odílio Denis;
Justiça e Negócios Interiores: Nereu de Oliveira Ramos; José Carlos de Macedo Soares (interino); Eurico de Aguiar Sales; Carlos Cirilo Júnior; Armando Ribeiro Falcão;
Marinha: vice-almirante Renato de Almeida Guilobel (interino); almirante Antônio Álves Câmara Júnior; almirante Jorge do Passo Matoso Maia; almirante Jorge da Silva Leite (interino);
Relações Exteriores: José Carlos de Macedo Soares; Décio Honorato de Moura; Francisco Negrão de Lima; Antônio Barreto Mendes Viana; Horácio Lafer; Armando Ribeiro Falcão; Fernando Ramos de Alencar; Edmundo Pena Barbosa da Silva
Saúde: Maurício Campos de Medeiros; Mário Pinotti; Pedro Paulo Penido (interino); Armando Ribeiro Falcão (interino);
Trabalho, Indústria e Comércio: José Parsifal Barroso; Mário David Meneghetti; Fernando Carneiro da Cunha Nóbrega; Alírio Sales Coelho (interino); João Batista Ramos;
Viação e Obras Públicas: Lúcio Martins Meira; almirante Ernâni do Amaral Peixoto.

segunda-feira, setembro 10, 2007

domingo, setembro 09, 2007

BRASILEIRÃO 25ª.RODADA

.
FLA VOLTA A PERDER,
VASCO PERDE DE NOVO
com o líder SÃO PAULO.
BOTAFOGO NOVA DERROTA.



Internacional/RS 3 X 0 Flamengo/RJ Vasco/RJ 0 X 2 São Paulo/SP Figueirense/SC 2 X 1 Atlético/MG
Santos/SP 1 X 0 Juventude/RS
Cruzeiro/MG 2 X 0 Grêmio/RS
Palmeiras/SP 2 X 0 Goiás/GO
Paraná/PR 1 X 0 Corinthians/SP
América/RN 1 X 1 Sport/PE
Fluminense/RJ 2 X 0 Atlético/PR
Náutico/PE 4 X 1 Botafogo/RJ

1 São Paulo 54
2 Cruzeiro 45 -MENOS 1 JOGO
3 Santos 42
4 Palmeiras 40
5 Vasco 39 -1 JOGO
6 Botafogo 39
7 Grêmio 38
8 Fluminense 37
9 Internacional 35
10 Goiás 33
11 Sport 33
12 Corinthians 33
13 Atlético-MG 32
14 Figueirense 31
15 Paraná 30
16 Flamengo 29 -2 JOGOS
16 Atlético-PR 29
18 Náutico 27
19 Juventude 26
20 América-RN 11



VASCO, 0 S.PAULO, 2
Neste sábado, no Rio, o time paulista venceu o Vasco por 2 a 0 e derrubou uma invencibilidade de um ano da equipe carioca em São Januário. Com o resultado, os tricolores mantiveram boa folga na liderança e ainda podem tirar os cruzmaltinos da zona de classificação para a Copa Libertadores.


Dagoberto e Hernanes fizeram os gols da vitória tricolor no segundo tempo. Ao longo da partida, o São Paulo mostrou porque tem a melhor defesa do campeonato - não leva um gol há nove jogos no Brasileiro - ao segurar os ataques do Vasco - time que tinha média de quase três gols por jogo em São Januário -, que acertou duas bolas na trave.


Com a vitória, o São Paulo foi a 54 pontos e manteve nove de vantagem em relação ao segundo colocado, o Cruzeiro.Do outro lado, com a derrota, o Vasco ficou com 39 pontos e permanece na quarta posição. No entanto, a equipe carioca sai do grupo dos quatro primeiros que vão à Libertadores em caso de triunfo do Botafogo ou do Palmeiras - que jogam neste domingo contra Náutico (em Recife) e Goiás (em São Paulo), respectivamente.

Vasco, que não só sofreu sua primeira derrota em casa neste Brasileiro - era o único time ainda invicto como mandante na competição - como também não perdia em São Januário desde o dia 6 de setembro do ano passado, quando sofreu 1 a 0 para o Corinthians, pela Copa Sul-Americana.


A equipe, que ostenta a melhor defesa com apenas sete gols sofridos, não leva um gol há mais de um mês no Brasileiro - desde o dia 2 de agosto, quando venceu o Juventude por 3 a 1. Além disso, não é derrotada na temporada há 15 partidas - desde que perdeu para o Fluminense, no dia 18 de julho.


VASCO
Silvio Luiz; Wagner Diniz, Vilson (Dudar), Júlio Santos e Rubens Júnior; Amaral, Andrade, Marcelinho (Leandro Bonfim) e Conca; Leandro Amaral e Alan Kardec (Abuda)
Técnico: Celso Roth

SÃO PAULO
Rogério Ceni; André Dias (Jadílson), Breno e Miranda; Souza, Richarlyson, Hernanes, Leandro (Hugo) e Jorge Wagner; Dagoberto (Diego Tardelli) e Aloísio
Técnico: Muricy Ramalho

Local: estádio de São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Assistentes: Marcelo Barison e José Antônio Franco (ambos do RS)
Cartões amarelos: Richarlyson (S), Julio Santos (V), Breno (S), Amaral (V), Vilson (V) e Aloísio (S)
Gols: Dagoberto, aos 16min e Hernanes, aos 48min do segundo tempo