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BLOG LUSO-CARIOCA

Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro.. Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO EMAIL : trancaonline@gmail.com

Friday, July 10, 2009

CACHAÇA

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HISTÓRIA DA CACHAÇA

A cana-de-açúcar, elemento básico para a obtenção, através da fermentação, de vários tipos de álcool, entre eles o etílico. É uma planta pertencente à família das gramíneas (Saccharum officinarum) originária da Ásia, onde teve registrado seu cultivo desde os tempos mais remotos da História.
Os primeiros relatos sobre a fermentação vem dos egípcios antigos. Curam várias moléstias, inalando vapor de líquidos aromatizados e fermentados, absorvido diretamente do bico de uma chaleira, num ambiente fechado.
Os gregos registram o processo de obtenção da ácqua ardens. A Água que pega fogo - água ardente (Al Kuhu).
A água ardente vai para as mãos dos Alquimistas que atribuem a ela propriedades místico-medicinais. Se transforma em água da vida. A Eau de Vie é receitada como elixir da longevidade.
A aguardente então vai para da Europa para o Oriente Médio, pela força da expansão do Império Romano. São os árabes que descobrem os equipamentos para a destilação, semelhantes aos que conhecemos hoje. Êles não usam a palavra Al kuhu e sim Al raga, originando o nome da mais popular aguardente da Península Sul da Ásia: Arak. Uma aguardente misturada com licores de anis e degustada com água.
A tecnologia de produção espalha-se pelo velho e novo mundo. Na Itália, o destilado de uva fica conhecido como Grappa. Em terras Germânicas, se destila a partir da cereja, o kirsch. Na Escócia fica popular o Whisky, destilado da cevada sacarificada.
No extremo Oriente, a aguardente serve para esquentar o frio das populações que não fabricam o Vinho de Uva. Na Rússia a Vodka, de centeio. Na China e Japão, o Sakê, de arroz.
Portugal também absorve a tecnologia dos árabes e destila a partir do bagaço de uva, a Bagaceira
Os portugueses, motivados pelas conquistas espanholas no Novo Mundo, lançam-se ao mar. Na vontade da exploração e na tentativa de tomar posse das terras descobertas no lado oeste do Tratado de Tordesilhas, Portugal traz ao Brasil a Cana de Açúcar, vindas do sul da Ásia. Assim surgem na nova colônia portuguesa, os primeiros núcleos de povoamento e agricultura.
Os primeiros colonizadores que vieram para o Brasil, apreciavam a Bagaceira Portuguesa e o Vinho d'Oporto. Assim como a alimentação, toda a bebida era trazida da Corte. Num engenho da Capitania de São Vicente, entre 1532 e 1548, descobrem o vinho de cana de açúcar - Garapa Azeda, que fica ao relento em cochos de madeiras para os animais, vinda dos tachos de rapadura. É uma bebida limpa, em comparação com o Cauim - vinho produzido pelos índios, no qual todos cospem num enorme caldeirão de barro para ajudar na fermentação do milho, acredita-se. Os Senhores de Engenho passam a servir o tal caldo, denominado Cagaça, para os escravos. Daí é um pulo para destilar a Cagaça, nascendo aí a Cachaça.
Dos meados do Século XVI até metade do Século XVII as "casas de cozer méis", como está registrado, se multiplicam nos engenhos. A Cachaça torna-se moeda corrente para compra de escravos na África. Alguns engenhos passam a dividir a atenção entre o açúcar e a Cachaça.
A descoberta de ouro nas Minas Gerais, traz uma grande população, vinda de todos os cantos do país, que constrói cidades sobre as montanhas frias da Serra do Espinhaço. A Cachaça ameniza a temperatura.
Incomodada com a queda do comércio da Bagaceira e do vinho portugueses na colônia e alegando que a bebida brasileira prejudica a retirada do ouro das minas, a Corte proíbe várias vezes a produção, comercialização e até o consumo da Cachaça.
Sem resultados, a Metrópole portuguesa resolve taxar o destilado. Em 1756 a Aguardente de Cana de Açúcar foi um dos gêneros que mais contribuíram com impostos voltados para a reconstrução de Lisboa, abatida por um grande terremoto em 1755.
Para a Cachaça são criados vários impostos conhecidos como subsídios, como o literário, para manter as faculdades da Corte.
Como símbolo dos Ideais de Liberdade, a Cachaça percorre as bocas dos Inconfidentes e da população que apóia a Conjuração Mineira. A Aguardente da Terra se transforma no símbolo de resistência à dominação portuguesa.
Com o passar dos tempos melhoram-se as técnicas de produção. A Cachaça é apreciada por todos. É consumida em banquetes palacianos e misturada ao gengibre e outros ingredientes, nas festas religiosas portuguesas - o famoso Quentão.
No século passado instala-se, com a economia cafeeira, a abolição da escravatura e o início da república, um grande e largo preconceito a tudo que fosse relativo ao Brasil. A moda é européia e a cachaça é deixada um pouco de lado.
Em 1922, a Semana da Arte Moderna, vem resgatar a brasilidade. No decorrer do nosso século, o samba é resgatado. Vira o carnaval. Nestas últimas décadas a feijoada é valorizada como comida brasileira especial e a Cachaça ainda tenta desfazer preconceitos e continuar no caminho da apuração de sua qualidade.
Hoje, várias marcas de alta qualidade figuram no comércio nacional e internacional e estão presentes nos melhores restaurantes e adegas residenciais pelo Brasil e pelo mundo.

preliminares

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O dono de um circo passou um anúncio no “Correio da Manhã”, procurando um domador de leão.
Apareceram 2 pessoas: um senhor de boa aparência, aposentado, beirando 70 anos e uma loira espectacular de 25 anos.
O dono do circo fala com os 2 candidatos e diz:
- Eu vou direito ao ponto. Meu leão é extremamente feroz, e matou os meus dois últimos domadores. Ou vocês são realmente bons, ou vão durar 1 minuto! Aqui esta o equipamento - cadeira, chicote , pistola.
Quem quer entrar primeiro?
A loira fala :
- Eu vou!
Ela ignora cadeira, chicote e pistola e entra rapidamente na gaiola.
O leão ruge e começa a correr na direcção da loira. Quando falta um metro para ela ser alcançada, a loira abre o seu vestido e fica pelada, mostrando todo o esplendor do seu corpo. O leão pára como se tivesse sido fulminado por um raio! Ele deita-se na frente da loira e começa a lamber os seus pés! Pouco a pouco, ele vai subindo e lambe o corpo inteiro da loira durante longos minutos! Finalmente ele deita-se de novo com a cabeça nos pés da loira.
O dono do circo, com o queixo caído até o chão diz:
- Eu nunca vi algo assim na minha vida!
Ele se vira para o velhinho e pergunta:
- Você consegue fazer a mesma coisa?
O velho responde:
- Claro! É só tirar o leão........

Thursday, July 09, 2009

DANÇANDO O CRÉU NO MARACANÃ

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a 9 de Julho de 1932, tem inicio a REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA, ou GUERRA PAULISTA

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Revolução Constitucionalista de 1932

Data 9 de Julho de 1932 - 2 de Outubro 1932


A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Brasil entre os meses de julho e outubro de 1932, foi a malfadada tentativa do Estado de São Paulo de derrubar o Governo Provisório de Getúlio Vargas e a promulgar uma nova constituição para o Brasil.

Foi uma resposta paulista à Revolução de 1930, a qual acabou com a autonomia que os estados gozavam durante a vigência da Constituição de 1891. A revolução de 1930 impediu a posse do governador de São Paulo Júlio Prestes na presidência da República e derrubou do poder o presidente Washington Luís, que fora governador de São Paulo de 1920 a 1924, colocando fim à República Velha.

Atualmente, o dia 9 de julho que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história.

Foi a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e o último grande conflito armado ocorrido no Brasil.

No total, foram 87 dias de combates, (de 9 de julho a 4 de outubro de 1932 - sendo o último dois dias depois da rendição paulista), com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas, não oficiais, reportem até 2.200 mortos, sendo que inúmeras cidades do interior do estado de São Paulo sofreram danos devido aos combates.

São Paulo, depois da revolução de 32, voltou a ser governado por paulistas e dois anos após, uma nova constituição foi promulgada, a Constituição de 1934.

Contexto
Na primeira metade do século XX, o Estado de São Paulo vivenciou um acelerado processo de industrialização e enriquecimento devido aos lucros da lavoura de café e à articulação da política do café-com-leite, pela qual se alternavam na presidência da República políticos dos Estados de São Paulo e de Minas Gerais.

No início de 1929, o governo de Washington Luís, ao nomear o paulista Júlio Prestes, apoiado por 17 estados, preteriu a vez de Minas Gerais no jogo da sucessão presidencial, rompendo a "política do café-com-leite", na qual São Paulo e Minas Gerais, os estados mais ricos e populosos da União, alternavam-se no poder, desde o governo de Afonso Pena (1906-1909) que substituiu o paulista Rodrigues Alves na presidência da república.

Minas Gerais, então, rompe com São Paulo, une-se à bancada gaúcha no Congresso e promete apoio a Getúlio Vargas, se este concorresse à presidência.

Em setembro de 1929, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba formaram a "Aliança Liberal" lançando Vargas a presidência e João Pessoa, da Paraíba, a vice presidente. Apoiavam Getúlio também o Partido Democrático de São Paulo, parte das classes médias urbanas e apenas três estados e os tenentes, que defendiam reformas sociais e econômicas para o país. Os outros 17 estados da época apoiaram Júlio Prestes.

Nesse momento, setembro de 1929, já era percebido, em São Paulo, que a Aliança Liberal, e uma eventual revolução visava especificamente São Paulo. Nos debates, na Câmara dos Deputados, e no Senado Federal, em 1929, se dizia abertamente que se a Aliança Liberal não ganhasse a eleição haveria revolução.

Tendo o Senador estadual de São Paulo, Cândido Nogueira da Mota, denunciado, profeticamente, na tribuna do Senado estadual paulista, em 24 de setembro de 1929, que:

A guerra anunciada pela chamada Aliança Liberal não é contra o sr. Júlio Prestes, É contra nosso Estado de São Paulo, e isso não é de hoje. A imperecível inveja contra o nosso deslumbrante progresso que deveria ser motivo de orgulho para todo o Brasil. Em vez de nos agradecerem e apertarem em fraternos amplexos, nos cobrem de injúrias e nos ameaçam com ponta de lanças e patas de cavalo!

— Cândido Nogueira da Mota

Candido Mota citou ainda o senador fluminense Irineu Machado que previra a reação de São Paulo:

A reação contra a candidatura do Dr. Júlio Prestes representa não um gesto contra o presidente do estado, mas uma reação contra São Paulo, que se levantará porque isto significa um gesto de legítima defesa de seus próprios interesses"!

— Irineu Machado

Em meio à grave crise econômica, devido à Grande Depressão de 1929 que derrubara os preços do café, Júlio Prestes, que era membro do Partido Republicano Paulista, foi eleito presidente em 1 de março de 1930, vencendo em 17 estados e no Distrito Federal, mas não tomou posse. Apesar da grande votação nos 3 estados aliancistas, Getúlio Vargas foi largamente derrotado. Júlio Prestes, em São Paulo, teve 91% dos votos válidos[.

A ala mais radical da Aliança Liberal resolve pegar em armas e usa o assassinato de João Pessoa, em julho de 1930, como o estopim do movimento. O crime não teve motivos políticos, mas foi usado como tal, cujo impacto emocional deu novo ânimo aos oposicionistas derrotados. Cresce o apoio popular e os preparativos do golpe foram levados adiante e com rapidez pois se aproximava o momento da posse de Júlio Prestes.

Em 3 de outubro de 1930 estoura a insurreição. Os rebeldes tomam os três Estados que irradiaram a revolução (Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraíba) e rumam para a capital federal.[3]

Em 24 de outubro de 1930, um golpe militar liderado por comandantes militares no Rio de Janeiro, depõe Washington Luís e entrega, em 3 de novembro de 1930 o poder a Getúlio Vargas.

Vitoriosa a revolução de 1930, Getúlio Vargas foi nomeado chefe do "Governo Provisório" e põe fim à supremacia política de São Paulo e Minas Gerais no governo federal. Entre outras ações, como a anistia dos rebeldes das revoluções de 1922 e 1924, modificações no sistema eleitoral e a criação do Ministério do Trabalho.

Getúlio tomou posse instalando no Brasil uma ditadura: suspendeu a Constituição e nomeou interventores em todos os estados, com exceção de Minas Gerais - reforçando o conflito com São Paulo; dissolveu o Congresso nacional, Os Congressos Estaduais (Câmaras e senados estaduais) e as câmaras municipais.

Além de medidas de centralização política, outras se seguiram visando o controle econômico pelo governo central: os estados foram proibidos de contratar empréstimos externos sem autorização do governo federal; o monopólio de compra e venda de moeda estrangeira pelo Banco do Brasil controlando, assim, o comércio exterior. O governo impõe, ainda, medidas para controlar os sindicatos e as relações trabalhistas e cria instituições para intervir no setor agrícola como forma de enfraquecer os estados.

Júlio Prestes e o presidente Washington Luís e vários outros apoiadores de Júlio Prestes foram exilados na Europa e os jornais que apoiavam Júlio Prestes foram destruídos (na época se dizia empastelados), entre eles, a Folha de S. Paulo, "A Platéia" e o Correio Paulistano.

Getúlio nomeou interventores para o governo dos Estados, sendo que para São Paulo foi designado o tenente, promovido a coronel pela Revolução de 1930, João Alberto Lins de Barros, considerado pelas oligarquias como "forasteiro e plebeu" e também chamado de O pernambucano, pelo povo paulista.

O Partido Democrático que apoiara Getúlio Vargas em São Paulo, conseguindo para Getúlio 10% dos votos paulistas nas eleições de 1 de março, não conseguiu indicar o interventor federal em São Paulo.

Para o comando da 2ª Região Militar de São Paulo foi designado o general Isidoro Dias Lopes, e para o comando da Polícia Militar, então denominada "Força Pública", foi nomeado o major Miguel Costa. Ambos tinham tentado derrubar o governo paulista na Revolução de 1924. Miguel Costa havia sido expulso da Força Pública por causa de suas ações em 1924. Isidoro Dias Lopes, porém, passou para o lado dos paulistas e foi um dos comandantes da Revolução de 1932.

Após a derrota de São Paulo em 24 de outubro de 1930, quando triunfou a Revolução de 1930, foi deposto o presidente em exercício de São Paulo Heitor Penteado e o estado passou a ser governado por:

"Gabinete dos 40 dias", tendo o Tenente João Alberto como Delegado Militar da Revolução, formado por próceres do Partido Democrático, com João Alberto como Delegado Militar. O Gabinete dos 40 dias renunciou devido às pressões dos tenentes, rompendo com João Alberto.
Tenente João Alberto Lins de Barros, de 25 de novembro de 1930 até 24 de julho de 1931.
Laudo Ferreira de Camargo, de 25 de julho de 1931 até 13 de novembro de 1931.
Coronel Manuel Rabelo Mendes, de 13 de novembro de 1931 até 7 de março de 1932.
Pedro de Toledo, de 7 de março de 1932 até o fim da Revolução de 1932, em 2 de outubro de 1932.
Logo depois de vitoriosa a Revolução de 1930, Luís Carlos Prestes lançou um manifesto onde dizia textualmente:

Brasileiros: Livrái-vos da desonestidade de um João Alberto !

Antecedentes do movimento

Em 1932 a irritação dos paulistas com Getúlio Vargas não cedeu com a nomeação de um paulista, Pedro Manuel de Toledo, como interventor do Estado, pois tanto este quanto Laudo Ferreira de Camargo (que havia renunciado por causa da interferência dos tenentes no governo), não conseguiam autonomia para governar.

A primeira grande manifestação dos paulistas foi um mega comício, na época se dizia meeting, na Praça da Sé, no dia do aniversário de São Paulo em 25 de janeiro de 1932, com um público estimado em 200.000 pessoas. Em maio de 1932, ocorreram vários comícios constitucionalistas.

As interferências da ditadura no governo de São Paulo eram constantes, não se deixando os interventores formarem livremente seu secretariado, nem do Chefe de Polícia de São Paulo. .

Os tenentes do Clube 3 de outubro eram totamente contrários a que se fizesse uma nova constituição, tendo eles entregado, a Getúlio Vargas, em 3 de março de 1932, em Petrópolis, um documento no qual dão seu total apoio à ditadura e no qual se manifestam contrários a uma nova constituição.

Júlio Prestes acreditava, já em 1931, que a situação da ditadura estava se tornando insustentável e declarou no exílio em Portugal:

O Partido Republicano Paulista e o Partido Democrático de São Paulo, que antes apoiara a Revolução de 1930, uniram-se, em fevereiro de 1932, na Frente Única para exigir o fim da ditadura do "Governo Provisório" e uma nova Constituição. Assim, São Paulo inteiro estava contra a ditadura.

Multidão reunida em protesto ao assassinato dos estudantes em São PauloOs paulistas consideravam que o seu Estado estava sendo tratado pelo Governo Federal, que se dizia um "Governo Provisório", como uma terra conquistada, expressão de autoria de Leven Vanpré, governada por tenentes de outros estados e sentiam, segundo afirmavam, que a Revolução de 1930 fora feita "contra" São Paulo, pois Júlio Prestes havia tido 90% dos votos dos paulistas em 1930.

O estopim da revolta foi a morte de cinco jovens no centro da cidade de São Paulo, assassinados à tiros por partidários da ditadura, pertencentes à "Legião Revolucionária", criada por João Alberto Lins de Barros e orientada pelo Major Miguel Costa, em 23 de maio de 1932.

Pedro de Toledo tentara formar um novo secretáriado independente das pressões exercidas pelos tenentes, quando chegou à São Paulo Osvaldo Aranha, representando a ditadura, querendo interferir na formação do novo secretariado. O Povo quando ficou sabendo saiu às ruas, houve grandes comícios e passeatas, e no meio do tumulto a multidão tenta invadir a séde da "Legião Revolucionária". Ao subirem as escadarias do edifício, são recebidos à bala.

Pedro de Toledo, com o apoio do povo, conseguiu, porém montar um secretariado de sua livre nomeação (que ficou conhecido como o Secretariado de 23 de maio), neste dia 23 de maio de 1932 e romper definitivamente com o Governo Provisório.

A morte dos jovens deu origem a um movimento de oposição que ficou conhecido como MMDC, atualmente denominado oficialmente de MMDCA:

Esse facto levou à união de diversos setores da sociedade paulista em torno do movimento de constitucionalização que se iniciara em janeiro de 1932. Neste movimento, liderado pelo MMDC, se uniram o PRP e o Partido Democrata, chamados pela ditadura de "oligarquia", que pretendiam a volta da supremacia paulista e do PRP ao poder e queriam, também, reparar a injustiça ocorrida em 1930, quando o candidato dos paulistas Júlio Prestes foi eleito a presidência mas não pôde tomar posse impedido pela Revolução de 1930, quanto segmentos que desejavam a implantação de uma verdadeira democracia no Brasil, mais ampla que a democracia da Constituição de 1891.

Começou-se, então, a se tramar um movimento armado visando a derrubada da ditadura de Getúlio Vargas, sob a bandeira da proclamação de uma nova Constituição para o Brasil.

Em 9 de julho, Getúlio Vargas já havia estabelecido eleições para uma Assembléia Nacional Constituinte (As eleições foram convocadas em fevereiro de 1932) e já havia nomeado um interventor paulista - as duas grandes exigências de São Paulo. Porém a interferência do governo federal e dos tenentes em São Paulo continuava forte. Os tenentes eram contra a instalação de uma assembléia constituinte, tendo, seus representantes entregado a Getúlio Vargas um manifesto contrário a constituinte em 3 de março de 1932, em Petrópolis, um documento no qual dão seu total apoio à ditadura e no qual se manifestam contrários a uma nova constituição.[7]

Estes atos do Governo Provisório, porém, não evitaram o conflito, já que o que o PRP, agora unido ao seu rival Partido Democrático paulista almejava voltar a dominar a política nacional, como fazia anteriormente, reparando a injustiça de Júlio Prestes não ter tomado posse como presidente da República em 1930, e dar uma constituição ao Brasil e terminar com as interferências da ditadura no governo de São Paulo.

Era especialmente humilhante para São Paulo a nomeação do major Miguel Costa para comandante da Polícia Militar de São Paulo, então chamada de Força Pública, pois Miguel Costa havia sido expulso da Força Pública em 1924 por tentar derrubar o governo paulista na Revolução de 1924.

O movimento armado
Em 9 de julho eclodiu o movimento revolucionário, com os paulistas acreditando possuir o apoio de outros Estados, notadamente Minas Gerais, Rio Grande do Sul e do sul de Mato Grosso, para a derrubada de Getúlio Vargas.


Cartaz convocando os paulistas às armasPedro de Toledo, que ganhara forte apoio dos paulistas, foi proclamado governador de São Paulo e foi o comandante civil da revolução constituionalista. Foi lançado uma proclamação da "Junta Revolucionária" conclamando os paulistas a lutarem contra a ditadura. Formavam a Junta Revolucionária, Francisco Morato do Partido Democrático, Antônio de Pádua Sales do PRP, Generais Bertoldo Klinger e Isidoro Dias Lopes. O general Euclides Figueiredo assumiu a 2º Região Militar.

Alistaram-se 200.000 voluntários, sendo que estima-se que destes, 60.000 combaterem nas fileiras do Exército constitucionalista.

No Estado de São Paulo, a Revolução de 1932, contou com um grande contingente de voluntários civis e militares e o apoio de políticos de outros Estados, antigos apoiadores da Revolução de 1930, como, no Rio Grande do Sul, Raul Pilla, Borges de Medeiros, Batista Luzardo e João Neves da Fontoura entre outros, que formaram a Frente Única Rio Grandense, e que tentaram fazer uma revolta mas foram capturados, (salvo Batista Luzardo que conseguiu fugir), e exilados pelo interventor gaúcho.

No atual Mato Grosso do Sul foi formado um estado independente que se chamou Estado de Maracaju, que apoiou São Paulo. Em Minas Gerais, a revolução de 1932 obteve o apoio do ex presidente Artur Bernardes, que terminou também exilado.

São Paulo esperava a adesão do interventor do Rio Grande do Sul, o estado mais bem armado, mas este na última hora decidiu enviar tropas não para apoiar São Paulo, mas para combater os paulistas.

Quando se inicia o levante, uma multidão sai às ruas em apoio. Tropas paulistas são enviadas para os fronts em todo o Estado. Mas as tropas federais são mais numerosas e bem equipadas. Aviões são usados para bombardear cidades do interior paulista. 40 mil homens de São Paulo enfrentam um contingente de 100 mil soldados.


Os planos paulistas previam um rápido e fulminante movimento em direção ao Rio de Janeiro pelo Vale do Paraíba, com a retaguarda assegurada pelo apoio que seria dado pelos outros estados.

Porém, sem o apoio dos outros estados o plano imaginado por São Paulo não se concretizou: Rio Grande do Sul e Minas Gerais foram compelidos por Vargas a se manterem ao seu lado e a publicidade de pretensão separatista do movimento levou São Paulo a se ver sozinho, com o apoio de apenas algumas tropas mato-grossenses, contra o restante do Brasil[8]. Comandados por Pedro de Toledo, aclamado governador revolucionário, e pelo general Bertoldo Klinger, as tropas paulistas se viram lutando em três grandes frentes: o Vale do Paraíba, o Sul Paulista e Leste Paulista.

O estado de São Paulo, apesar de contar com mais de quarenta mil soldados, estava em desvantagem. Por falta de apoio de outros estados, São Paulo se encontrava num grande cerco militar.


Veículo blindado desenvolvido com a ajuda da Escola Politécnica da Universidade de São PauloComo as fronteiras do Estado foram fechadas, não havia como adquirir armamento para o conflito, fora do país, assim muitos voluntários levaram suas próprias armas pessoais e engenheiros da Escola Politécnica do Estado (hoje EPUSP) e do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) passaram a desenvolver armamentos a serem produzidos pelo próprio Estado para suprir as tropas.

No teste de um novo canhão, um acidente matou o Comandante da Força Pública, Coronel Júlio Marcondes Salgado. Uma das armas mais sofisticadas feitas pela indústria paulista foi o trem blindado, usado na campanha militar no Vale do Paraíba.

São Paulo criou moeda própria, que foi falsificada pela ditadura e distribuída na capital paulista para desestabilizar a economia do Estado. O dinheiro paulista era lastreado pelo ouro arrecadado pela campanha "Ouro para o bem de São Paulo", também chamado de "Ouro para a vitória".


Veículo construído em chassi caminhão Chevrolet com torre giratória para metralhadora.Também foram compradas armas nos EUA, mas o navio que as transportava foi apreendido. Houve muita falta de munição, o que levou os paulistas a inventarem e usarem um aparelho que imitava o som das metralhadoras, chamado de "matraca".

Houve intensa mobilização através do rádio, uma novidade na época, onde se destacou César Ladeira da Rádio Record. Usou-se muita propaganda e contra-propaganda ideológica por parte da ditadura que acusava São Paulo de estar nas mãos do facismo italiano trazido pelos imigrantes. Eram recrutados, pela ditadura, brasileiros de outras regiões para combaterem São Paulo dizendo-lhes que São Paulo queria se separar do Brasil.

A ditadura colocava elementos infiltrados em reuniões e comícios em São Paulo que pregavam o derrotismo e o desânimo da população.

O movimento estendeu-se até 2 de outubro de 1932, quando foi derrotado militarmente.

O fim do conflito
Em meados de setembro, as condições de São Paulo eram precárias. O interior do Estado era invadido paulatinamente pelas tropas de Getúlio Vargas e a capital paulista era ameaçada de ocupação. A economia de São Paulo, asfixiada pelo bloqueio do porto de Santos, sobrevivia de contribuições em ouro feitas por seus cidadãos e as tropas paulistas desertavam em números cada vez maiores.

Vendo que a derrota e ocupação do Estado era questão de tempo, as tropas da Força Pública Paulista, atual Polícia Militar de São Paulo são as primeiras a se render, no final de setembro. Com o colapso da defesa paulista, a liderança revoltista se rende em 2 de outubro de 1932 na cidade de Cruzeiro para as forças chefiadas por Pedro Aurélio de Góis Monteiro. A maioria dos líderes paulistas, que não tinham sido exiladas em 1930, foram, com a derrota de Revolução de 1932, exilados

Tuesday, July 07, 2009

preliminares

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Joaquim era enfermeiro de uma UTI e tratava de uma mulher internada em
estado de paralisia total.
Meses depois ela aparece grávida, para o espanto de todos!
A Direcção do Hospital reuniu-se e apresentou queixa, para descobrir o
culpado.
A polícia, então, interrogou o Joaquim:
- O senhor era o enfermeiro da paciente grávida?
- Sim Senhoire...
- E foi você que engravidou a moça?
- Foi sim senhoire, mas só fiz por ordem do Hospital e cumpri certinho o
que estava escrito na prancheta da paciente. - Como assim? O que estava escrito no boletim médico?
O Joaquim, então, retirou uma cópia do relatório e leu para o delegado:
"Mulher, 32 anos, inerte, não reage a nenhum estímulo. - COMA."

FEIRA DE SANTANA

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O NOSSO BLOGUE FOI ACESSADO
A PARTIR DE FEIRA DE SANTANA
NA BAHIA.

Feira de Santana

Feira de Santana é um município brasileiro do estado da Bahia, situado a 107 km de sua capital, Salvador, à qual se liga através da BR-324. Feira é a segunda cidade mais populosa do estado e maior cidade do interior nordestino.

Localiza-se a 12º16'00" de latitude sul e 38º58'00" de longitude oeste, a uma altitude de 234 metros. Sua população estimada em 2008 era de 584.497 habitantes.[2]

Ganhou de Ruy Barbosa, o Águia de Haia, a alcunha de "Princesa do Sertão", apesar de localizada no agreste baiano.

A cidade encontra-se num dos principais entroncamentos de rodovias do Nordeste brasileiro, é onde ocorre o encontro das BRs 101,116 e 324, funcionando como ponto de passagem para o tráfego que vem do Sul e do Centro Oeste e se dirige para Salvador e outras importantes cidades nordestinas. Graças a esta posição privilegiada e à distância relativamente pequena de Salvador, possui um importante e diversificado setor de comércio e serviços, além de indústrias de transformação e a Universidade Estadual de Feira de Santana, com 21 cursos, além de seis faculdades particulares.


História
Alguns cognomes dados à Feira de Santana: "Princesa do Sertão" (Ruy Barbosa), "Porta Áurea da Bahia" (Pedro Calmon), "Cidade Patriótica" (Heroína Maria Quitéria), "Cidade Escola" (Pe. Ovídio de São Boaventura), "Cidade Formosa e Bendita" (Poetisa Georgina Erismann) "Cidade Progresso" (Jânio Quadros).[5]

A cidade originou-se de uma fazenda da paróquia de São José das Itapororocas. A Fazenda recebia o nome de Santana dos Olhos D'água e ali passava a estrada das boiadas, onde passava-se com o gado que deveria ser vendido em Salvador, Cachoeira e Santo Amaro. Os donos daquela fazenda eram católicos fervorosos e construíram uma capela em louvor a Nossa Senhora Santana e São Domingos. Com o movimento de vaqueiros e viajantes, formou-se uma feirinha.

Quando da sua fundação no século XVIII os poucos moradores existentes saciavam sua sede com a água existente nos "Olhos D'Água", fonte localizada na fazenda dos colonizadores Domingos Barbosa de Araújo e Ana Brandoa e ainda nos diversos minadouros e tanques da cidade.

Em 1833 o governo elevou o então povoado a Vila e em 1873 a Comercial Cidade de Feira de Sant'Anna. Afirma-se que o grande propulsor do desenvolvimento feirense foi a atividade pecuária.

A arborização do município deu-se em 1888. Consta, ainda, que as praças e ruas existentes foram alargadas e iluminadas com 120 lâmpadas. A iluminação era feita por um motor dinamarquês.

No ano de 1957 quando Feira de Santana já havia sido batizada definitivamente com este nome que prevalece até os dias atuais, encanou-se água que era captada da Lagoa Grande, localizada perto do hoje conhecido bairro Santo Antônio dos Prazeres.

Mais tarde, em 1970, criou-se em Feira de Santana o Centro Industrial do Subaé, que apóia as indústrias instaladas proporcionando meios para que as novas indústrias sejam ampliadas.

Cronologia
João Peixoto Viegas se instala, em São José das Itapororocas, em meados do Século XVII;
É construída a primeira casa, um sobrado de cal e pedra, e a primeira Igreja, esta em homenagem a São José;
O casal de ascendência portuguesa Domingos Barbosa de Araújo e Ana Brandoa compra a fazenda Olhos D'Água, entre 1705 e 1710 e doam 100 braças em quadra de terra, para edificar uma capela, no alto da Boa Vista, na abrangência das Praças Mons. Galvão e Padre Ovídio, próxima a Estrada Real;
Feira de Sant'Anna torna-se povoado em 1819;
D. Pedro I recebe um abaixo-assinado solicitando a enaltação do povoado em Vila, e aprova;
Cria-se em 1846 a Paróquia de Santana;
D. Pedro II visita Feira de Sant'Anna a fim de ver pessoalmente as famosas feiras de gado;
Em 1873 a vila vira cidade e ganha o nome de "Cidade Comercial de Feira de Sant'Anna";
Em 1931, no governo de Getúlio Vargas, a cidade ganha o nome de "Feira" de forma inopinada;
Em 1938, possivelmente, por causa do protesto popular, a cidade passa a se chamar definitivamente: "Feira de Santana".

Monday, July 06, 2009

a 6 de JULJO nasceu TOQUINHO

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Toquinho


Antonio Pecci Filho, conhecido como Toquinho, (São Paulo, 6 de julho de 1946) é um cantor, compositor e violonista brasileiro. Ganhou o hipocorístico Toquinho da mãe e já aos quatorze anos começou a ter aulas de violão com Paulinho Nogueira. Estudou harmonia com Edgar Janulo, violão clássico com Isaías Sávio e fez curso de orquestração com Léo Peracchi. Teve aulas e tornou-se amigo de Oscar Castro Neves.

Começou se apresentando em colégios e faculdades e profissionalizou-se nos anos sessenta, em shows promovidos pelo radialista Walter Silva no famoso teatro Paramount em São Paulo. Compôs com Chico Buarque sua primeira canção a ser gravada, Lua cheia. Em 1969 acompanha Chico à Itália, pais onde até hoje se apresenta regularmente.

Em 1970, compõe, com Jorge Benjor, seu primeiro grande sucesso, Que Maravilha. Ainda nesse ano, Vinicius de Moraes, o mundialmente famoso compositor de Garota de Ipanema (com Tom Jobim), o convida para participar de uma série de espetáculos em Buenos Aires, formando uma sólida parceria que iria durar onze anos, 120 canções, 25 discos e mais de mil espetáculos.

Após a morte do poetinha, Toquinho segue em carreira solo, ou às vezes se apresentando com uma cantora convidada ou com outros compositores, como Paulinho da Viola, Danilo Caymmi, Paulinho Nogueira e MPB-4, em discos e apresentações por vários paises. Ele continua fazendo sucessos

Discografia
O Violão de Toquinho (1966)
La vita, amico, é l'arte dell'incontro (1969)
Toquinho (1970)
Vinicius de Moraes en "La Fusa" con Maria Creuza y Toquinho (1970)
Como Dizia o Poeta...Música Nova (1971)
Per vivere un grande amore (1971)
São Demais os Perigos desta Vida... (1971)
Toquinho e Vinícius (1971)
Vinicius + Bethania + Toquinho en La Fusa - Mar Del Plata (1971)
Vinícius Canta "Nossa Filha Gabriela" (1972)
O Bem Amado - trilha sonora original da telenovela (1973)
Poeta, Moça e Violão - Vinicius, Clara Nunes, Toquinho (1973)
Toquinho & Guarnieri - Botequim (1973)
Toquinho - Boca da Noite (1974)
Toquinho, Vinícius e Amigos (1974)
Fogo sobre Terra - trilha sonora original da telenovela (1974)
Toquinho e Vinícius (1974)
Vinícius / Toquinho (1975)
Toquinho e Vinícius - O Poeta e o Violão (1975)
La voglia, la pazzia, l'incoscienza, l'allegria (1976)
Toquinho - Il Brasile nella chitarra strumentale - Torino - Itália (1976)
Toquinho Tocando 1977 (1976)
The Best of Vinicius & Toquinho (1977)
Tom, Vinícius, Toquinho, Miúcha (1977)
Enciclopédia da Música Brasileira - Toquinho (1978)
Toquinho Cantando - Pequeno Perfil de um Cidadão Comum (1978)
10 Anos de Toquinho e Vinícius (1979)
Paulinho Nogueira e Toquinho - Sempre Amigos (1980)
Um Pouco de Ilusão (1980)
A Arca de Noé (1980)
A Arca de Noé - 2 (1980)
Toquinho, la chitarra e gli amici (1981)
Doce Vida (1981)
Toquinho ao Vivo em Montreaux (1982)
Toquinho - Acquarello (1983)
Toquinho - Acuarela (1983)
Toquinho - Aquarela (1983)
Casa de Brinquedos (1983)
Sonho Dourado (1984)
Bella la vita (1984)
A Luz do Solo (1985)
Coisas do Coração (1986)
Le storie di una storia sola (1986)
Vamos Juntos - Toquinho Live at Bravas Club'86 Tokyo (1986)
Canção de Todas as Crianças (1987)
Made in Coração (1988)
Toquinho in Canta Brasil (1989)
Toquinho - À Sombra de um Jatobá (1989)
Toquinho Instrumental (1990)
El viajero del sueño (1992)
Il viaggiatore del sogno (1992)
O Viajante do Sonho (1992)
La vita è l'arte dell'incontro (1993)
Trinta Anos de Música (1994)
Toquinho e suas Canções Preferidas (1996)
Canções dos Direitos da Criança (1997)
Brasiliando (1997)
Toquinho - Italiano (1999)
Toquinho - Paulinho Nogueira (1999)
Vivendo Vinicius - ao vivo - com Baden Powell, Carlos Lyra, Miúcha e Toquinho (1999)
Sinal Aberto - Toquinho e Paulinho da Viola (1999)
Coleção Toquinho e Orquestra (2001)
Canciones de los derechos de los niños (2001)
DVD - Toquinho (2001)
DVD - Toquinho Live Concert (lançado na Itália) (2001)
Toquinho - Amigos e Canções - Coletânea da Revista Reader's Digest (2002)
Herdeiros do Futuro - com Projeto Guri (2002)
Ensinando a Viver (2002)
Toquinho e Orquestra Jazz Sinfônica (2002)
Só tenho tempo pra ser feliz (2003)
Toquinho - Le canzoni della mia vita (2003)
DVD - Tons do Brasil - Toquinho (2003)
Toquinho - Bossa Nova Para Sempre (2004)
DVD Toquinho - Tributo à Bossa Nova (2004)
CD / DVD - Toquinho no Mundo da Criança (2005)
DVD - Só tenho tempo pra ser feliz - Ao Vivo (2005)
Mosaico - músicas de Toquinho e Paulo César Pinheiro (2005)
Passatempo - Retrato de uma época (2005)
A Vida Tem Sempre Razão - Tributo a Toquinho - CD de Silvia Goés, Ivâni Sabino e Pepa D'Elia (2006)
DVD - Passatempo - Retrato de uma época (2007)
CD - O poeta, a moça e o violão - Vinicius, Clara Nunes e Toquinho (2008)
DVD - Jobim, Vinicius, Toquinho & Miucha - I Concerti Live - gravado em 1978 (2008)
DVD - Toquinho - I Concerti Live - gravado em 1983 (2008)
DVD - Toquinho - Programa Ensaio - gravado em 1990 (2008)
CD - Toquinho e MPB-4 - 40 anos de música (2008)
DVD - Toquinho e MPB-4 - 40 anos de música (2009)

preliminares

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UMA MOCINHA VAI SE CONFESSAR
Mocinha : Padre, o Luciano é um Filho da Puta!
Padre : Não fale assim, minha filha. Todos nós somos filhos de Deus, todos somos irmãos.
Mocinha : Mas o senhor não sabe o que ele fez...
Padre : E o que ele fez?
Mocinha : Ele me deu beijo !!!
Padre : Olhe, eu também te dou um beijo e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele tirou minha blusa !!!
Padre : Eu também estou tirando sua blusa e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele tirou meu soutien !!!
Padre : Eu também estou tirando seu soutien e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele tirou minha calcinha!!!!
Padre : Eu também estou tirando sua calcinha e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Ele me comeu!!!!!
Padre : Eu também estou te comendo e não sou Filho da Puta.
Mocinha : Mas depois...
Padre : Diga, diga, diga...
Mocinha : Ele me disse que tinha SIDA...
Padre : FILHOOOOOO DA PUTAAAAA !!!

Sunday, July 05, 2009

BRASILEIRÃO - 9ª.RODADA

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O FLAMENGO VENCEU O
SENSACIONAL VITÓRIA
DA BAHIA POR 2-1.
APROVEITANDO O EMPATE
DO ATLETICO DE MG,
O INTER ,QUE VENCEU
O NAUTICO, ASSUME O
COMANDO ISOLADO.

9ª Rodada
Santos 1 x 0 Sport
Santo André 1 x 1 Barueri
Flamengo 2 x 1 Vitória
Atlético-MG 1 x 1 Botafogo
Coritiba 2 x 0 São Paulo
Goiás 1 x 0 Cruzeiro
Grêmio 4 x 1 Atlético-PR
Avaí 0 x 3 Palmeiras
Náutico 0 x 2 Internacional

8/7 21h50 Pacaembu Corinthians x Fluminense





NAUTICO, 0 INTER PA,2



Nilmar faz 2, Inter bate Náutico e volta à liderança

A vitória foi a sexta do Inter neste Brasileiro - em outros triunfos, o time chegou a ser escalado com alguns reservas. Já o Náutico, que começou bem o torneio, parou nos oito pontos e ocupa a zona de rebaixamento à segunda divisão nacional.

Náutico
4-4-2
Eduardo; Juliano (Márcio Barros), Asprilla, Vágner Silva e Anderson Santana; Galiardo, Johnny (Eduardo Eré), Nilson e Carlinhos Bala; Gilmar e Anderson Lessa (Aílton). Técnico: Márcio Bittencourt

Internacional
4-4-2
Lauro; Bolívar, Índio, Danny Morais e Kléber; Glaydson, Magrão, Guiñazu e D'Alessandro (Andrezinho); Taison (Alecsandro) e Nilmar (Bolaños). Técnico: Tite

CLASSIFICAÇÃO
1 Internacional 20
2 Atlético-MG 18
3 Vitória 16
4 Palmeiras 16
5 Flamengo 14
6 Goiás 14
7 Barueri 14
8 Santos 13
9 Grêmio 12
10 Corinthians 11
11 Santo André 11
12 Coritiba 10
13 Cruzeiro 10
14 São Paulo 10
15 Fluminense 10
16 Sport 8
17 Náutico 8
18 Atlético-PR 8
19 Botafogo 7
20 Avaí 7

A 5 DE JULHO, deu-se A REVOLTA DO FORTE DE COPACABANA

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Revolta dos 18 do Forte de Copacabana


A Revolta dos 18 do Forte de Copacabana ocorreu em 5 de Julho de 1922, na cidade do Rio de Janeiro, então capital em Distrito Federal, no Brasil. Foi a primeira revolta do movimento tenentista, no contexto da República Velha brasileira.


História

Antecedentes
Durante a campanha eleitoral de 1921, o jornal "do Povo", na edição de 9 de outubro, publicou uma carta manuscrita, atribuída ao candidato do governo, Artur Bernardes, governador de Minas Gerais. Nele o ex-presidente da República Marechal Hermes da Fonseca era chamado de "sargentão sem compostura", acusando o Exército de ser formado por elementos "venais". Artur Bernardes negou veementemente a autoria da carta, vindo o mesmo periódico a publicar uma segunda carta, no mesmo tom da primeira e como ela, atribuída ao mesmo candidato. A comoção causada foi enorme, principalmente entre os militares, representados no Clube Militar, sob a presidência do próprio Marechal. Mais tarde seria descoberto que as assinaturas nas cartas eram forjadas.


Nas eleições de 1° de março de 1922 Artur Bernardes saiu-se vencedor, embora os resultados oficiais houvessem sido contestados pela oposição. Com o clima político tenso, em Pernambuco, o Exército foi chamado para conter rebeliões populares, descontentes com o novo Governo estadual. No dia 29 de junho, Hermes da Fonseca telegrafou ao Recife, exortando os militares a não reprimirem o povo, sendo, por essa razão, preso no dia 2 de julho e o Clube Militar fechado.

A prisão de Hermes da Fonseca, a mais alta patente militar do país, e o fechamento do Clube Militar por decreto presidencial, foram percebidos como uma afronta aos militares do Exército. E ficaram ainda mais descontentes com a nomeação feita pelo presidente da República Epitácio Pessoa de um civil - o historiador Pandiá Calógeras - como Ministro da Guerra. Em todos os quartéis do Rio de Janeiro, se comentava que "a procissão ia sair".

O movimento deveria se iniciar a partir do Forte de Copacabana, a uma hora da madrugada do dia 5 de julho. Na data marcada, porém, só a Escola Militar e o Forte de Copacabana se levantaram. Cercados pelas forças leais ao Governo Federal, não tiveram alternativa a não ser entregar-se.

A revolta do Forte de Copacabana

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Quem comandava o Forte de Copacabana, na ocasião, era o capitão Euclides Hermes da Fonseca, filho do marechal Hermes da Fonseca. No dia 4 de julho, Euclides exortou os seus comandados, tendo feito escavar trincheiras desde o portão do Forte até o farol, minando-se o terreno.

Tendo sido estabelecido que o movimento se iniciaria a uma hora da madrugada do dia 5, a uma e vinte o tenente Antônio de Siqueira Campos disparou um dos canhões, sinal combinado. A guarnição aguardou em silêncio a resposta de outras unidades, o que não aconteceu. O Governo, informado do movimento, antecipara-se e fizera trocar os principais comandos militares da capital. Siqueira Campos, então, disparou contra o Quartel-General do Exército (no Campo de Santana, atual Palácio Duque de Caxias), o da Marinha (na Praça Barão de Ladário), o Depósito Naval e o Forte do Leme, matando quatro pessoas neste último. Outros autores afirmam que foram disparados tiros, ainda, contra a Fortaleza de Santa Cruz da Barra, em Niterói, e contra o Forte de São João, no bairro da Urca.

Durante todo o dia 5, o Forte de Copacabana sofreu intenso bombardeio pela artilharia da Fortaleza de Santa Cruz. Na madrugada do dia 6, o Ministro da Guerra, Pandiá Calógeras, telegrafou ao Forte, exigindo a rendição dos rebeldes. O capitão Euclides Hermes e o tenente Siqueira Campos permitiram, então, a saída de todos aqueles que não quisessem combater. Dos 301 homens da guarnição, saíram 272. Enquanto isso, os encouraçados São Paulo e Minas Gerais, e um destróier posicionaram-se ao largo da ilha de Cotunduba, passando a bombardear o Forte. O Ministro Calógeras telegrafou uma vez mais, passando Governo e rebeldes a parlamentar. Como conseqüência, o Capitão Euclides Hermes saiu ao encontro do Ministro no Palácio do Catete, onde recebeu voz de prisão. Encerrara-se o diálogo com um ultimato do Governo: ou os rebeldes se renderiam ou seriam massacrados.

Sob o bombardeio naval, o tenente Siqueira Campos pressionado pelos remanescentes da tropa tomou a decisão suicida: não resistiram no Forte e nem bombardearam a cidade, como haviam chegado a ameaçar. Saíram em marcha até ao Palácio do Catete combatendo. À canivete, uma bandeira brasileira foi cortada em vinte e nove pedaços e distribuída entre os rebeldes: um pedaço foi guardado para ser entregue ao capitão Euclides Hermes.

Às 13 horas do dia 6 de julho, iniciaram a marcha pela Avenida Atlântica. Um número até hoje não determinado se rendeu ou debandou. Na altura do antigo Hotel Londres, restavam dezessete militares revoltosos , aos quais se juntou o engenheiro civil gaúcho Otávio Correia, amigo do tenente Siqueira Campos. Após alguns tiroteios, ao alcançarem a altura da antiga rua Barroso (atual Siqueira Campos), os dez homens restantes (nove militares e o civil) foram confrontados pela tropa legalista (integrada por cerca de três mil homens). No confronto final, um tiroteio que durou aproximadamente trinta minutos, foram capturados, feridos, os tenentes Siqueira Campos e Eduardo Gomes, e dois soldados. Os demais faleceram em combate muito desigual. Os soldados vieram a falecer posteriormente, no hospital, em conseqüência dos ferimentos recebidos..

Poetas brasileiros - MÁRIO QUINTANA

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Mário Quintana

Mário de Miranda Quintana[1] (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro.

Biografia
Era filho de Celso de Oliveira Quintana e de Virgínia de Miranda Quintana. Fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou na Editora Globo, quando esta ainda era uma instituição eminentemente gaúcha, e depois na farmácia paterna.

Considerado o poeta das coisas simples e com um estilo marcado pela ironia, profundidade e perfeição técnica, trabalhou como jornalista quase que a sua vida toda. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em busca do tempo perdido de Marcel Proust, Mrs. Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e sangue, de Giovanni Papini.

Em 1953 trabalhou no jornal Correio do Povo (Porto Alegre). Trabalhava como colunista da página de cultura, que saía no dia de sábado, e em 1977 saiu do jornal.

Em 1940 lançou o seu primeiro livro de poesias, A rua dos cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966 foi publicada a sua Antologia poética, com 60 poemas inéditos, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus 60 anos, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.

Viveu grande parte da vida em hotéis, sendo o último deles o Hotel Majestic, no centro velho de Porto Alegre, que foi tombado e transformado em centro cultural e batizado como Casa de Cultura Mario Quintana, em sua homenagem, ainda em vida. Em seus últimos anos de vida, era comumente visto caminhando nas redondezas.

Segundo o próprio poeta, em entrevista a Edla van Steen em 1979, seu nome foi registrado sem acento. Assim ele o usou por toda a vida.

Em 2006, no centenário de seu nascimento, várias comemorações foram realizadas no estado do Rio Grande do Sul em sua homenagem.

Características da obra
É possível notar na obra do poeta uma forte influência de textos bíblicos, tais como o livro de Provérbios. Pode-se dizer que muitas das composições do poeta assemelham-se ao provérbio ou à máxima, em que se intui exprimir uma moral por meio da reflexão. O livro "Espelho Mágico", dedicado a Monteiro Lobato, é iniciado com a citação de um provérbio, o que na verdade já denota a natureza do livro, o qual se pode definir como provérbios escritos em verso, mais especificamente em quartetos.

Em síntese, além de grande poeta, apreciador das coisas aparentemente irrelevantes da vida, Mário Quintana é um pensador, e sua filosofia se manifesta no verso. Em outros momentos, nota-se que sua poesia se inscreve no prosaico, como em "Sapato florido". O que é sempre perceptível nas obras de Quintana é sua maneira sutil e poética de falar de algo, seja da cidade ("A Rua dos Cataventos"), das pessoas, da alma humana ("Sapato Florido"), de si, ou do amor.

Relações com a ABL
O poeta tentou por três vezes uma vaga à Academia Brasileira de Letras, mas em nenhuma das ocasiões foi eleito; as razões eleitorais da instituição não lhe permitiram alcançar os vinte votos necessários para ter direito a uma cadeira. Ao ser convidado a candidatar-se uma quarta vez, e mesmo com a promessa de unanimidade em torno de seu nome, o poeta recusou[1].

Só atrapalha a criatividade. O camarada lá vive sob pressões para dar voto, discurso para celebridades. É pena que a casa fundada por Machado de Assis esteja hoje tão politizada. Só dá ministro.

POEMA DE MÁRIO QUINTANA

“Canção Para Uma Valsa Lenta”

Minha vida não foi um romance…
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amar, não digas, que morro
De surpresa… de encanto… de medo…
Minha vida não foi um romance
Minha vida passou por passar
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.
Minha vida não foi um romance…
Pobre vida… passou sem enredo…
Glória a ti que me enches de vida
De surpresa, de encanto, de medo!
Minha vida não foi um romance…
Ai de mim… Já se ia acabar!



Obras

Monumento a Carlos Drummond de Andrade e Mário Quintana, na Praça da Alfândega, em Porto Alegre.Obra poética
A Rua dos Cataventos - Porto Alegre, Editora do Globo, 1940
Canções - Porto Alegre, Editora do Globo, 1946
Sapato florido - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
O aprendiz de feiticeiro - Porto Alegre, Editora Fronteira, 1950
Espelho mágico - Porto Alegre, Editora do Globo, 1951
Inéditos e esparsos - Alegrete, Cadernos do Extremo Sul, 1953
Poesias - Porto Alegre, Editora do Globo, 1962
Caderno H - Porto Alegre, Editora do Globo, 1973
Apontamentos de história sobrenatural - Porto Alegre, Editora do Globo / Instituto Estadual do Livro, 1976
Quintanares- Porto Alegre, Editora do Globo, 1976
A vaca e o hipogrifo - Porto Alegre, Garatuja, 1977
Esconderijos do tempo - Porto Alegre, L&PM, 1980
Baú de espantos - Porto Alegre - Editora do Globo, 1986
Preparativos de viagem - Rio de Janeiro - Editora Globo, 1987
Da preguiça como método de trabalho - Rio de Janeiro, Editora Globo, 1987
Porta giratória - São Paulo, Editora Globo, 1988
A cor do invisível - São Paulo, Editora Globo, 1989
Velório sem defunto - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1990
Água - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 2001
Livros infantis
O batalhão das letras - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
Pé de pilão - Petrópolis, Editora Vozes, 1968
Lili inventa o mundo - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1983
Nariz de vidro - São Paulo, Editora Moderna, 1984
O sapo amarelo - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1984
Sapato furado - São Paulo, FTD Editora, 1994

Antologias

Antologia poética - Rio de Janeiro, Ed. do Autor, 1966
Prosa & verso - Porto Alegre, Editora do Globo, 1978
Chew me up Slowly (Caderno H) - Porto Alegre, Editora do Globo / Riocell, 1978
Na volta da esquina - Porto Alegre, L&PM, 1979
Objetos perdidos y otros poemas - Buenos Aires, Calicanto, 1979
Nova antologia poética - Rio de Janeiro, Codecri, 1981
Literatura comentada - Editora Abril, Seleção e Organização Regina Zilberman, 1982
Os melhores poemas de Mário Quintana (seleção e introdução de Fausto Cunha)- São Paulo, Editora Global, 1983
Primavera cruza o rio - Porto Alegre, Editora do Globo, 1985
80 anos de poesia - São Paulo, Editora Globo, 1986
Trinta poemas - Porto Alegre, Coordenação do Livro e Literatura da SMC, 1990
Ora bolas - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 1994
Antologia poética - Porto Alegre, L&PM, 1997
Mario Quintana, poesia completa - Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 2005

Saturday, July 04, 2009

CRISTIANO RONALDO capa da MARCA DE HOJE

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preliminares

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Um renomado pesquisador da UFMG, professor titular da Sociologia, fez um
levantamento, em toda Minas Gerais, para saber qual seria o objeto de desejo
do homem mineiro...

Em todos os rincões das Gerais, os homens respondiam de bate pronto:
"dinheiro e mulher". Não dava outra, a resposta era sempre a mesma.
Quase ao final da pesquisa, ele encontrou em Santo Antônio das Roças Grandes,
um mineirinho de uns setenta anos, franzino, sentado de cócoras no
"pondions"*, na beira da estrada, pitando um cigarrim de palha.
- Bom dia !
O mineirinho deu uma tragada, cuspiu de lado e, sem olhar, respondeu:

- 'Diiia, sô'
- Estou fazendo uma pesquisa para saber quais as coisas que o homem mineiro mais
gosta.. O senhor pode me responder quais são as coisas do seu agrado?
O mineirim deu mais uma pitada, mais uma cuspida de banda e disse:
- Uai, sô! As coiss qui eu mais apreceio é 'o dinheiru, as muié e........o bicho di pé!'.
O pesquisador, estranhando a inclusão do item "bicho de pé" na resposta, perguntou:
-Olha, todos respondem "dinheiro e mulher". Mas... e o bicho de pé?
Mais uma pitada e mais uma cuspida, o mineirinho retruca:
-Uai, sô! Pra que qui serve nóis tê dinheiru e muié, se o "bicho" num fica di pé?

SEGUNDONA - seguindo VASCO e PORTUGUESA

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O VASCO CONITINUA SEM
GANHAR E É 5º.ENQUANTO
A PORTUGUESA VENCE E É
3º.CLASSIFICADO



CLASSIFICAÇÃO
.............P..J
1º Guarani 23 9
2º Brasiliense 19 9
Portuguesa 17 9
4º Atlético-GO 16 8
5º Ponte Preta 14 8
Vasco 14 9



leo lima (ex-porto, em luta pela redondinha

VASCO,1 BRAGANTINO,0

Jogando em casa, o Vasco da Gama empatou com o Bragantino por 0 a 0 e segue sem vencer na Série B. O time carioca completou seis jogos sem vitórias, além de colecionar o quarto resultado em 0 a 0 no torneio. O Vasco segue na sexta colocação da segunda divisão, com 14 pontos, enquanto o Bragantino subiu para a 12ª posição, com 11 pontos.

Vasco
4-4-2
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Titi e Ramon (Rafael Mourisco); Amaral, Nilton (Alan Kardec), Léo Lima (Philippe Coutinho) e Carlos Alberto; Alex Teixeira e Robinho; Técnico: Dorival Júnior

Bragantino
3-5-2
Gilvan; Kadu, Carlinhos e Marcelo Godri; Thiago Almeida (Sandro Almeida), Jair, Rodrigo Costa, Juninho (Paulinho) e Diego Macedo; Léo Jaime e Bill; Técnico: Marcelo Veiga

PORTUGUESA, 1 PARANÁ 0



Com um gol de Fellype Gabriel aos 41min do segundo tempo, a Portuguesa conquistou uma importante vitória na noite desta sexta-feira. O time paulista derrotou o Paraná por 1 a 0, no Canindé, pela nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e agora é o terceiro colocado da competição nacional

CHICO LOBO

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CHICO LOBO É UM AMIGO DE
PORTUGAL, ONDE TEM VINDO
COM FREQUÊNCIA E ONDE
FORMOU COM O PORTUGUÊS
PEDRO MESTRE UMA DUPLA
DE GRANDE QUALIDADE E
SUCESSO



ESTA IMAGEM FOI COLHIDA NO VERÃO DE 2008, EM SANTA BARBARA DE PADRÕES, ACTUANDO COM PEDRO MESTRE

Nasceu em São João Del Rei. Palcos do Brasil e do Mundo (Itália, Canadá, Chile, Portugal), já o receberam. Compositor e executante sublime, tem presença de palco cativante.

Transporta aos espetáculos o ambiente de festa e celebração que caracteriza o contexto social caipira, suas raízes étnicas conectadas com a atualidade.

Já lançou vários CDs e um DVD, resultado de uma fértil carreira. Seu 1º CD, No Braço Dessa Viola, foi finalista ao Prêmio Sharp97. Seu DVD “Viola Popular Brasileira” é pioneiro no gênero de espetáculo de viola. Atento em descobrir valores, idealizou e apresenta desde 2003 o Programa de TV Viola Brasil. É considerado um violeiro de estirpe, mestre das notas choradas e compositor que cria obras que destroem qualquer preconceito musical.

Em 2007 foi o Diretor Musical do Espetáculo da Rede Internacional de Municípios pela Cultura, no IV Encontro de Culturas de Serpa (Portugal). Em 2008, lançou no Brasil e em Portugal o 1º CD do Encontro das Violas Campaniça e Caipira ao lado do violeiro português, Pedro Mestre - fundamental registro na recuperação desse elo histórico-cultural.

Em 2009 prepara o CD que trará ao universo da viola parcerias inéditas com grandes compositores nacionais. O seu espetáculo é uma síntese da carreira, por onde desfilam:folias, catiras, lundus, reisados, modas, cateretês. Além de causos envolventes que levam a total participação do público.

Monday, June 29, 2009

BRASILEIRÃO

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O ATLETICO MINEIRO PERDEU
COM BARUERI E É ALCANÇADO
PELO INTER QUE VENCEU O
CORITIBA. NO CLASSICO
FLA-FLU HOUVE EMPATE.


8ª Rodada

Atlético-PR 1 x 0 Corinthians
São Paulo 2 x 0 Náutico
Barueri 4 x 2 Atlético-MG
Cruzeiro 1 x 0 Avaí
Botafogo 1 x 4 Goiás
Internacional 3 x 0 Coritiba
Palmeiras 1 x 1 Santos
Sport 3 x 1 Grêmio
Fluminense 0 x 0 Flamengo
Vitória 4 x 1 Santo André

classificação
1 Atlético-MG 17
2 Internacional 17
3 Vitória 16
4 Barueri 13
5 Palmeiras 13
6 Corinthians 11
7 Flamengo 11
8 Goiás 11
9 Cruzeiro 10
10 Santos 10
11 São Paulo 10
12 Santo André 10
13 Fluminense 10
14 Grêmio 9
15 Sport 8
16 Náutico 8
17 Atlético-PR 8
18 Coritiba 7
19 Avaí 7
20 Botafogo 6

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fla, 0 flu,0

THIAGO NEVES DESPEDIU-SE DO FLU A CAMINHO DO HI-LAL

Fluminense
4-4-2
Ricardo Berna; Mariano, Luis Alberto, Edcarlos e João Paulo; Wellinton Monteiro (Marquinhos), Diguinho, Fabinho e Conca (Alan); Thiago Neves e Fred; Técnico: Carlos Alberto Parreira

Flamengo
3-5-2
Bruno; Welinton, Williams e Fabrício; Leonardo Moura (Everton Silva), Toró, Everton (Petkovic), Ibson e Juan; Emerson e Adriano; Técnico: Cuca

Os dois jogaram mal, frixos e nem o dielo Fred-Adriano resultou.


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