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quinta-feira, março 19, 2015

escritores portugueses - AFONSO CRUZ

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AFONSO CRUZ É UM ESCRITOE DA
NOVA VAGA DA LITERATURA
PORTUGUESA.


Afonso Cruz (Figueira da Foz, 1971) é um escritor, realizador de filmes de animação, ilustrador e músico português. Estudou na Escola Secundária Artística António Arroio, nas Belas Artes de Lisboa e no Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira. Vive num monte alentejano perto de Casa Branca, no concelho de Sousel.

Publicou o primeiro romance em 2008, A Carne de Deus — Aventuras de Conrado Fortes e Lola Benites (Bertrand), ao qual se seguiu, em 2009, Enciclopédia da Estória Universal (Quetzal Editores), distinguido com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco. Em 2011, publicou Os Livros Que Devoraram o Meu Pai (Editorial Caminho), galardoado com o Prémio Literário Maria Rosa Colaço, e A Contradição Humana (Caminho), vencedor do prémio Autores SPA/RTP. Em 2012, foi distinguido com o Prémio da União Europeia de Literatura com o livro A Boneca de Kokoschka (Quetzal, 2010). 1 Jesus Cristo Bebia Cerveja (Alfaguara, 2012) foi considerado o Livro Português do Ano pela revista Time Out Lisboa e o Melhor Livro do Ano segundo os leitores do jornal Público. Já em 2014, Para onde Vão os Guarda-chuvas (Alfaguara, 2013) venceu o Prémio Autores para Melhor Livro de ficção Narrativa, atribuído pela SPA. Foi eleito, pelo jornal Expresso, como um dos 40 talentos que vão dar que falar no futuro.

Afonso Cruz é um autor agenciado pela Bookoffice.


Enquanto Realizador

Trabalhou em cinema de animação, em vários filmes e séries tanto de publicidade como de autor, de entre os quais se destaca a curta-metragem Dois Diários e um Azulejo, baseado na obra do poeta português Mário de Sá Carneiro e realizado em conjunto com Luís Alvoeiro e Jorge Margarido em 2002, que ganhou duas menções honrosas (Cinanima e Famafest) e um prémio do público, e «O Desalmado», um episódio da série Histórias de Molero (2003), uma adaptação de O que diz Molero de Dinis Machado.

Enquanto Ilustrador

Publicou várias ilustrações na imprensa periódica, nomeadamente para a revista Rua Sésamo, em manuais escolares, storyboards e publicidade. Ilustrou cerca de três dezenas de livros para crianças com textos de José Jorge Letria, António Manuel Couto Viana , Alice Vieira e António Mota. entre outros.

Enquanto Escritor

Afonso Cruz publicou, até à data, treze livros de ficção: A Carne de Deus (Bertrand), em 2008, um thriller satírico e psicadélico; Enciclopédia da Estória Universal (Quetzal Editores), em 2009, um engenhoso e divertido exercício borgesiano com o qual venceu o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, e Os Livros que Devo­ra­ram o Meu Pai (Editorial Caminho), em 2010, livro infanto-juvenil vencedor do Prémio Literário Maria Rosa Colaço de 2009. A este seguiram-se, também em 2010, A Boneca de Kokoschka (Quetzal Editores) - Prémio da União Europeia para a Literatura - e A Contradição Humana (Editorial Caminho), vencedor do Prémio Autores 2011 SPA/RTP, escolhido para a exposição White Ravens 2011, menção especial do Prémio Nacional de Ilustração, Lista de Honra do IBBY (International Board on Books for Young People) e Prémio Ler/Booktailors na categoria Melhor Ilustração Original. Em 2011 publicou o livro O Pintor Debaixo do Lava-Loiças (Editorial Caminho) e em 2012 Enciclopédia da Estória Universal - Recolha de Alexandria (Quetzal Editores) e Jesus Cristo Bebia Cerveja (Alfaguara, Prémio Time Out - Melhor Livro do Ano, finalista dos prémios Fernando Namora e Grande Prémio de Romance e Novela APE). Em 2013 saíram os livros Enciclopédia da Estória Universal - Arquivos de Dresner (Quetzal Editores), O Livro do Ano (Alfaguara), O Cultivo de Flores de Plástico (Alfaguara), Assim, Mas Sem Ser Assim (Editorial Caminho) e Para Onde Vão os Guarda-Chuvas (Prémio Autores para Melhor ficção narrativa, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores em 2014). Em 2014 foram publicados os livros Os Pássaros - dos Poemas Voam Mais Alto (APCC) e Capital (Pato Lógico).

Colaborou, na edição portuguesa do Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas com o ficcional Síndroma da Culpa Absoluta; no livro Prazer da Leitura com o conto O Cavaleiro Ainda Persegue/A Mesma Donzela; na novela policial O Caso do Cadáver Esquisito; na Antologia de Ficção Científica Fantasporto; na antologia de contos de literatura fantástica Volluspa; no livro Histórias Daninhas; na colectânea de contos Isto Não É um Conto e 21 Cartas de Amor; no livro Micro-Enciclopédia; no romance colectivo A Misteriosa Mulher da Ópera. Assina uma crónica mensal no Jornal de Letras, Artes e Ideias sob o título Paralaxe.

Enquanto Músico

Faz parte da banda de blues/roots The Soaked Lamb, com a qual gravou os álbuns Homemade Blues, em 2007, em 2010, Hats and Chairs, e em 2012 Evergreens, para os quais compôs vários originais, escreveu letras, cantou e tocou guitarra, banjo, harmónica e ukulele.


Obras Publicadas
A Carne de Deus, (2008)
Enci­clo­pé­dia da Estó­ria Uni­ver­sal, (2009)
Os Livros que Devo­ra­ram o Meu Pai, (2010)
A Boneca de Kokoschka, (2010)
A Contradição Humana, (2010)
O Pintor Debaixo do Lava-Loiças, (2011)
Enci­clo­pé­dia da Estó­ria Uni­ver­sal -(2012)
Jesus Cristo Bebia Cerveja, (2012)
O Livro do Ano, (2013)
Enciclopédia da Estória Universal - (2013)
O Cultivo de Flores de Plástico, (2013)
Assim, Mas Sem Ser Assim,(2013)
Para Onde Vão os Guarda-Chuvas,(2013)
Os Pássaros (dos Poemas Voam Mais Alto), (2014)
Enciclopédia da Estória Universal - Mar, (2014)

Colaborações
Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas, Saída de Emergência (2010)
Prazer da Leitura, FNAC/Teodolito (2011).
O Caso do Cadáver Esquisito, Prado (2011).
Vollüspa - Antologia de Contos de Literatura Fantástica, HMEditora (2012).
Isto Não É um Conto, Associação Link (2012).
21 Cartas de Amor, Abraço (2013).
A Misteriosa Mulher da Ópera, Casa das Letras (2013)

terça-feira, março 17, 2015

cariocão

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CARIOCÃO
O VASCO voltou a vencer e continua líder, e o
Flu perdendo arrisca-se a ficar de fóra da
luta pelo título

Boavista-RJ 3-1 Barra Mansa
Tigres do Brasil 1-3 Flamengo
Vasco 5-1 Nova Iguaçu
Bonsucesso 0-1 Volta Redonda
Cabofriense 0-3 Madureira
Friburguense 1-1 Bangu
Botafogo 3-0 Resende
Macaé 1-0 Fluminense



classificação geral

1 Vasco 26 10 8 2 0 19 3
2 Botafogo 25 10 8 1 1 23 6
3 Flamengo 23 10 7 2 1 22 7
4 Madureira 23 10 7 2 1 19 5
5 Fluminense 21 10 7 0 3 19 8
6 Macaé 21 10 6 3 1 11 8 +3 Jogos
7 Volta Redonda 18 10 5 3 2 13 9 +4 Jogos
8 Bangu 15 10 4 3 3 15 15 0 Jogos
9 Friburguense 9 10 2 3 5 9 15 -6 Jogos
10 Cabofriense 8 10 2 2 6 11 19 -8 Jogos
11 Tigres do Brasil 7 10 1 4 5 5 16 -11 Jogos
12 Boavista-RJ 6 10 1 3 6 6 14 -8 Jogos
13 Resende 6 10 1 3 6 4 14 -10 Jogos
14 Barra Mansa 4 10 0 4 6 7 17 -10 Jogos
15 Bonsucesso 4 10 0 4 6 1 13 -12 Jogos
16 Nova Iguaçu 3 10 0 3 7 8 23 -15 Jogos

sexta-feira, março 13, 2015

O MARACANÃ,

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EM 1999 , NO RIO, ESTIVE NO VELHO
MARACANÃ, A OUVIR O BEM HUMORADO
GUIA ISAÍAS, A DESCREVER O ESTÁDIO
E A HISTÓRIA DA FINAL DE 1950,
O MARACANAZO


Na época captei imagens dessa vista.
Elas não estão em muito boas condições, pois a transgerência dum sistema PAL para a TV , sofreu inferferâcias electricas que de certo modo perturbam a nitidez.
Contudo, e com o audio está intacto, decidi publicar ,face ao interresse histórico e de oportunidade .


CARIOCÃO

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VASCO NA CABEÇA


CARIOCÃO
O VASCO venceu o RESENDE e é líder do CARIOCÃO

JORNADA 9
2015-03-11


Boavista-RJ 0-0 Nova Iguaçu
Bangu 2-1 Barra Mansa
Macaé 2-1 Cabofriense
Botafogo 3-0 Tigres do Brasil
Flamengo 2-1 Volta Redonda
Vasco 1-0 Resende
Friburguense 1-2 Madureira
Fluminense 3-0 Bonsucesso




CLASSIFICAÇÃO GERAL

1 Vasco 23 9 7 2 0 14 2 +12 Jogos
2 Botafogo 22 9 7 1 1 20 6 +14 Jogos
3 Fluminense 21 9 7 0 2 19 7 +12 Jogos
4 Flamengo 20 9 6 2 1 19 6 +13 Jogos
5 Madureira 20 9 6 2 1 16 5 +11 Jogos
6 Macaé 18 9 5 3 1 10 8 +2 Jogos
7 Volta Redonda 15 9 4 3 2 12 9 +3 Jogos
8 Bangu 14 9 4 2 3 14 14 0 Jogos
9 Cabofriense 8 9 2 2 5 11 16 -5 Jogos
10 Friburguense 8 9 2 2 5 8 14 -6 Jogos
11 Tigres do Brasil 7 9 1 4 4 4 13 -9 Jogos
12 Resende 6 9 1 3 5 4 11 -7 Jogos
13 Barra Mansa 4 9 0 4 5 6 14 -8 Jogos
14 Bonsucesso 4 9 0 4 5 1 12 -11 Jogos
15 Boavista-RJ 3 9 0 3 6 3 13 -10 Jogos
16 Nova Iguaçu 3 9 0 3 6 7 18 -11 Jogos

quinta-feira, março 12, 2015

FILME PORTUGUÊS "CAVALO DINHEIRO " DE PEDRO COSTA, VENCEU FESTIVAL DE CINEMA DE MURCIA

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O CINEMA PORTUGUÊS PREMIADO

CINEMA, PORTIUGUÊS CONTINUA S SOMAR
ÊXITOS NOS FESTIVAIS INTERNACIONAIS


O FILME DE PEDRO COSTA, "CAVALO DINHEIRO" foi o grande vencedor do FESTIVAL DE CINEMA DE MURCIA

O filme português “Cavalo Dinheiro”, do cineasta Pedro Costa, ganhou o prémio de melhor longa-metragem do 6º IBAFF – Festival Internacional de Cinema de Múrcia, em Espanha, que terminou ontem. O filme “Nova Dubai”, do brasileiro Gustavo Vinagre, venceu o prémio de Primeira Obra e “O arquipélago”, uma coprodução brasileira e chilena, de Gustavo Beck, venceu o prémio de melhor curta-metragem.


“Cavalo Dinheiro” teve a sua estreia mundial na 67ª edição do Festival de Cinema de Locarno, na Suíça, onde o cineasta português foi galardoado com o Prémio de Melhor Realizador e o prémio da Federação Internacional de Cineclubes. Depois disso a sua obra tem feito digressão por diversos festivais internacionais entre os quais: Locarno (Suíça), Rio de Janeiro (Brasil), Toronto (Canadá), Nova Iorque (EUA), Valdivia (Chile), Londres (Reino Unido), Viena (Austria), Mar del Plata (Argentina), Miami (EUA), Lanzarote (Espanha), Atenas (Grécia) e Copenhaga (Dinamarca). São já quase quarenta festivais de cinema, de todo o mundo, que “Cavalo Dinheiro” percorreu. Em Portugal, apesar de o filme ter sido visto nas salas de cinema apenas por 3.259 espectadores, tem feito um novo percurso através dos cineclubes nacionais.

Esta é uma história política e poética em que Costa recorda alguns dos fantasmas da história do seu país, em particular da Revolução dos Cravos, e onde recupera a personagem Ventura e o universo das Fontainhas, depois de “Ossos”, “No quarto de Vanda” e “Juventude em marcha”. “Enquanto os jovens capitães fazem a revolução nas ruas, o povo das Fontainhas procura o seu Ventura que se perdeu no bosque.”

Em baixo segue a palmares dos vencedores do IBAFF 2015:

Melhor Longa-Metragem
Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa

Primeira Obra
Nova Dubai, de Gustavo Vinagre

Melhor Curta-Metragem
O Arquipélago, de Gustavo Beck

Prémio Camira
Sueñan los Androides, de Ion de Sosa

Prémio Arrebato
Alexfilm, de Pablo Chavarría

Prémio do Público
Un Jeune Poéte, de Damian Manivel

Prémio IBAFF Jovem
It Girl, de Oriol Puig

quarta-feira, março 04, 2015

0 ALENTEJO E O CANTE ALENTEJANO NA BTL -BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

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O CANTE ALENTEJANO ,AGORA JÁ COM O ESTATUTO
DE PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE, ES-
TEVE EM DESTAQUE NO ULTIMO DIA DA BTL BOLSA
DE TURISMO DE LISBOA.


O BLOG LUSO CARIOCA esteve na FIL , e acompanhou os grupos corais no desfile dos grupos, que percorreram os caminhos dos 3 Pavilhões da BTL, enchendo o espaço com o som e a poesia da Moda Alentejana, o colorido dos trajes tradicionais, e a alma das gentes do seu Alentejo.

Desde cedo foram muitos os que se começaram a juntar junto aos Stands do Alentejo



Não só vindos das suas terras ,mas também daqueles que ao longos dos tempos tem emigrado para a região de Lisboa ,com relevo para a Margem Sul, onde casa sim,casa não se encontra uma família alentejana.


Foi grande o movimento na zona dos balcões das diversas regiões alentejanas




Mas foi no ponto de partida, com todos os grupos em posição para o desfile que aconteceu, provavelmente, o momento estética e artisticamente mais conseguido da tarde, com o pleno dos grupos a entoar a moda alentejana



Depois, foi o percorrer os caminhos dos 3 Pavilhões


Com os grupos a desfilar


AS ROSAS D MAIO DE FERREIRA DO ALENTEJO



OS CEIFEIROS DE CUBA


A distâncias entre os grupos em desfile era muito curta o que misturava um pouco as vozes e as modas


CASA DO POVO DO CERCAL


o GRUPO CORAL DA GRANJA MOURÃO


GRUPO CORAL CANTARES DE ÉVORA


GRUPO CORAL ADEGA DA VIDIGUEIRA


GRUPO CORAL FOR D'HORAS DE MONTEMOR O NOVO

Mas não houve só grupos em desfile, no final os grupos actuaram em palco.

E dessas actuações só captei a do Grupo Coral Ateneu Mourense.




a RAZÃO é a mesma que ouvimos neste vídeo, pelo discurso do porta voz do grupo, que muito corajosamente, denunciou as péssimas condições dadas pela Organização especialmente para as actuações em palco, com os grupos a terem de cantar no meio de um ruido infernal produzido pelo sistema de som da música da FIL, somado ao ribombar dos bombos ,
programados para a mesma hora numa infeliz programação .

Com muita pena ,não colhi mais actuações no palco, pois era quase impossível escutar as vozes e as palavras .no meio daquela ensurdecedora barulheira, acho que o CANTE ALENTEJANO merecia mais respeito.

De qualquer modo, no desfile, ficou bem marcaa a grande força do Cante e do Alentejo, pelos caminhos da BTL

Mais tarde, chegaria o Grupo Coral da Associação Cantadeiras de Essência Alentejana, para a cerimónoia de Encerramento.

Já não apanhei pois tive de me ausentar por motivos familiares, mas vou aqui publicar imagens do seu desfile ,cedidos gentilmente pelo Luis Moisão, ensaiador do Grupo e grande amigo da Casa das Primas


quinta-feira, fevereiro 26, 2015

OS EMIGRANTES JAPONESES NO BRASIL APÓS A II GUERRA MUNDIAL

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Os japoneses emigrantes no Brasil, não acreditaram na derrota do Japão na II guerra mundial, e envolveram-se numa autêntica guerra , no interior de São Paulo, com os seus conterrâneos que lhes diziam a verdade. Este filme fala dos então chamados Corações sujos


Especialmente no interior de São Paulo entre os que estavam a favor do Eixo e os que vibraram com a vitória dos Aliados.Para eles, a guerra não tinha terminado. A rendição era algo impensável e o exército imperial japonês, indestrutível. Mesmo depois do fim da Segunda Guerra Mundial, para os japoneses das comunidades de imigrantes do interior paulista, a derrota de seu país era inaceitável. Sem falar português e impedidos pelo governo brasileiro de receber jornais e informações em sua língua, os japoneses que viviam no Brasil presenciaram, entre 1945 e 1947, um outro tipo de guerra. Entre eles mesmos. Eles se sentiam vivendo em solo inimigo. Controlados pela polícia, os imigrantes japoneses não podiam reunir-se em grupos, ensinar sua língua, hastear sua bandeira. Por isso, muitos deles não acreditaram quando rádios brasileiras anunciaram a rendição do imperador Hirohito aos americanos. Soava como contrapropaganda inimiga. E os que acreditassem nessas manipulações eram considerados traidores da pátria. Tinham os corações sujos.

FORTALEZA EM PORTUGAL

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FORTALEZA E FERRREIRA DO ALENTEJO
VÃO ESTAR À MESA A TROCAR IDEIAS
NA CIMEIRA ALENTEJO-CEARÁ

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

CARIOCÃO - 6ª.RODADA

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DISPUTOU-SE NO FINAL DE SEMANA MAIS
UMA RODADA DO CARIOCÃO, COM O
FLAMENGO A EMPATAR E O VASCO A
VENCER O FLUMINENSE POR 1-0.
O BOTAFOGO VENCEU E PASSO A LI-
DERAR ISOLADO.




Volta Redonda 1-1 Bangu
Botafogo 2-1 Nova Iguaçu
Madureira 1-1 Flamengo
Tigres do Brasil 0-0 Bonsucesso
Cabofriense 3-0 Friburguense
Macaé 1-0 Boavista-RJ
Fluminense 0-1 Vasco
Barra Mansa 25/02 22:30 Resende

FLUMINENSE-VASCO 0-1


CLASSIFICAÇÃO GERAL

1 Botafogo 16 6 5 1 0 15 3 +12 Jogos
2 Flamengo 14 6 4 2 0 15 4 +11 Jogos
3 Vasco 14 6 4 2 0 10 2 +8 Jogos
4 Volta Redonda 14 6 4 2 0 11 6 +5 Jogos
5 Fluminense 12 6 4 0 2 12 6 +6 Jogos
6 Madureira 11 6 3 2 1 9 4 +5 Jogos
7 Macaé 9 6 2 3 1 6 7 -1 Jogos
8 Bangu 8 6 2 2 2 8 9 -1 Jogos
9 Cabofriense 7 6 2 1 3 8 11 -3 Jogos
10 Friburguense 7 6 2 1 3 7 10 -3 Jogos
11 Resende 4 5 1 1 3 3 8 -5 Jogos
12Tigres do Brasil 4 6 0 4 2 3 9 -6 Jogos
13 Bonsucesso 3 6 0 3 3 1 8 -7 Jogos
14 Barra Mansa 2 5 0 2 3 2 8 -6 Jogos
15Nova Iguaçu 1 6 0 1 5 7 14 -7 Jogos
16 Boavista-RJ 1 6 0 1 5 1 9 -8 Jogos

terça-feira, fevereiro 24, 2015

O PADRINHO DE HONRA DO NOSSO BLOG -JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO, NASCEU HÁ 100 ANOS

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O NOSSO PADRINHO DE HONRA JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO,
NASCEU A 24 DE FEVEREIRO DE 1915, HÁ 100 ANOS.

JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO, AQUI COM A SUA ESPOSA ,MARIA AMÉLIA HERDEIRO
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José António Herdeiro é um dos padrinhos do nosso blogue, e meu tio.
Nasceu em Manaus a 24 de Fevereiro de 1915, há 100 anos, filho de José Francisco Herdeiro ,de São Vivente de Pereira, uma freguesia de Ovar, Portugal e de Elisa Rodrigues Coimbra Herdeiro, de Couto de Cucujães,Portugal.

ERA ASSIM MANAUS, NO DIA 24 DE FEVEREIRO DE 1915, NO DIA E ANO EM QUE NASCEU


Nesse dia e ano, era Presidente da Republica do Brasil, WENCESLAU BRAZ, que foi o presidente a declarar guerra pelo Brasil aos chamados Impérios Centrais (Alemanha e Austria) e levar o país a entrar na 1ª.guerra mundial.

Nesse dia e ano, em Portugal ,terra do seus pais, era Presidente da Republica o General PIMENTA DE CASTRO

24 de FEVEREIRO DE 1915 - Pelo decreto nº 1352 é revogada a lei eleitoral de 11 de Janeiro de 1915 e restabelecida a de 3 de Julho que permitia o direito de voto aos militares. Marcadas eleições para o dia 6 de Junho. Emitida pelo governo de Pimenta de Castro, não entra em vigor. Os unionistas logo falaram em perigo plebiscitário. Sufrágio directo e secreto. Dá direito de voto a oficiais, sargentos e equiparados (art. 3º). Número total de 163 deputados. 37 deputados reservados às minorias. Minorias de 1 em círculos de 3 a 6 deputados; de 2 em círculos de 7 a 10 deputados; de 3 nos de 11. 22 círculos plurinominais no Continente, dos quais 17 coincidem com os distritos. As cidades de Lisboa e do Porto foram anexadas aos círculos limítrofes. Este decreto foi feito ao abrigo da autorização parlamentar de 8 de Agosto de 1914, atendendo a que na actual conjuntura não é possível recorrer para esse efeito aos meios normais, vista a situação do Congresso, as dúvidas suscitadas sobre a sua legalidade, e as perturbações que já tem determinado o seu funcionamento (do preâmbulo). Revoga a lei de 11 de Janeiro de 1915 que reintroduzia o escrutínio de lista incompleta nas cidades de Lisboa e do Porto. Segundo esta última lei, Lisboa era dividida em dois círculos de 10 deputados e Porto passava a constituir um círculo de 10 deputados. Redução para 159 deputados. 126 deputados a eleger pelas maiorias e 37 pelas minorias. Pimenta de Castro não consegue convencer os ministros das suas teses de 1884 e de 1890, sendo especialmente hostil Herculano Galhardo. Em 1908, num folheto intitulado Remédio aos Males Pátrios, Pimenta de Castro defendera um círculo eleitoral único, listas uninominais, sendo eleitos os indivíduos mais votados até um número pré-fixado. A nova lei eleitoral baseia-se tradicional no sistema da lista incompleta plurinominal. Apoio de António José de Almeida e Brito Camacho

- Também a 24, num artigo publicado em A Luta questiona se o governo de Pimenta de Castro ainda é uma ditadura consentida pela lei de 28 de Agosto ou estava a tornar-se numa ditadura assumida.

27 600 militares fazem manifestação de apoio a Pimenta de Castro. Jornal O Mundo aparece trajado de

- Neste dia, Norton de Matos é demitido de governador de Angola


Muito jovem foi trabalhar e residir no Rio de Janeiro, pelo qual se apaixonou, assim como pelo Vasco da Gama, clube que nunca abandonou,mesmo quando veio viver e constituir familia em Lisboa.

O Rio de Janeiro dos anos 30, onde viveu e trabalhou ,era assim:


Em Portugal dividiu o seu amor clubistico cruzmaltino com o lisboeta Sporting Clube de Portugal.

Foi representante em Portugal do Clube de Regatas Vasco da Gama, levando o seu cargo muito a sério, na promoção do clube carioca em Portugal e mesmo na Europa.

Desde muito miúdo habituou-me a ouvir os relatos dos jogos do Vasco através dum potente rádio lá de casa.

Acompanhei-o muitas vezes ele recebia o time do seu Vasco em passagens por Portugal, como esta equipa de 1957, que veio a Lisboa encantar quem a viu jogar:


Irritava-se muito quando alguém se referia a um natural do Brasil como estrangeiro, pois para ele, portugueses e brasileiros não se deveriam considerar mutuamente como estrangeiros.

Herdei dele essa forma de entender as duas comunidades e também eu me sinto no Brasil como um deles e acolho um brasileiro como meu compatriota.

Tio Zé ,onde quer que esteja ,este blogue também é seu,decerto adoraria ter escrito aqui textos sobre o seu Brasil, do seu Rio, da sua Manaus.


A 24 DE FEVEREIRO nasceram
ao longo dos anos
1500 - Carlos V - imperador do Sacro Império Romano-Germânico
1536 - Papa Clemente VIII
1786 - Wilhelm Grimm - filólogo
1843 - Teófilo Braga - político
1927 - David Mourão-Ferreira - escritor
1943 - George Harrison - músico
1955 - Steve Jobs - empresário
1955 - Alain Prost - piloto de Fórmula

domingo, fevereiro 22, 2015

HISTÓRIA DO BRASIL - O CORPO EXPEDICIONÁRIO BRASILEIRO NA II GURRRA MUNDIAL

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O BRASIL PARTICIPITOU NA II GG
E O CORPO EXPEDICIONÁRIO DO BRASIL
PARTICIPOU NA TOMADA DE MONTE
CASINO A 22 DE FEVEREIRO DE 1945

A Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB, foi a força militar brasileira de 25.334 homens que foi responsável pela participação brasileira ao lado dos Aliados na Campanha da Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Constituída principalmente por uma divisão de infantaria, historicamente é considerada o conjunto de todas as forças militares brasileiras que participaram daquela campanha. Adotou como lema "A cobra está fumando", em alusão ao que se dizia à época que seria "Mais fácil uma cobra fumar cachimbo do que o Brasil participar da guerra na Europa".

Contexto histórico


Em 1939, com o início da Segunda Guerra Mundial, o Brasil manteve-se neutro, numa continuação da política do presidente Getúlio Vargas de não se definir por nenhuma das grandes potências, somente tentando se aproveitar das vantagens oferecidas por elas. Tal "pragmatismo" foi interrompido no início de 1942, quando os Estados Unidos convenceram o governo brasileiro a ceder a ilha de Fernando de Noronha e a costa nordestina brasileira para o recebimento de suas bases militares. Os EUA tinham planos para invadir o nordeste, caso o governo Vargas insistisse em manter o Brasil neutro.2 3

A partir de janeiro do mesmo ano começa uma série de torpedeamentos de navios mercantes brasileiros por submarinos ítalo-alemães na costa litorânea brasileira, numa ofensiva idealizada pelo próprio Adolf Hitler, que visava isolar o Reino Unido, impedindo-o de receber os suprimentos (equipamentos, armas e matéria-prima) exportados do continente americano (como consta nos diários de Goebbels e nas memórias do almirante Donitz).4 5 6 Considerados vitais para o esforço de guerra dos Aliados, estes suprimentos a partir de 1942 via Atlântico norte, se destinavam também à então União Soviética.7

Tinha também por objetivo a ofensiva submarina do eixo em águas brasileiras intimidar o governo do Brasil a se manter na neutralidade,8 ao mesmo tempo que seus agentes no país e simpatizantes fascistas brasileiros, pejorativamente denominados pela população pela alcunha de Quinta coluna, espalhavam boatos que os afundamentos de navios mercantes seriam obra dos anglo-americanos interessados em que o país entrasse no conflito do lado aliado.9 10


No entanto, a opinião pública não se deixou confundir. Comovida pelas mortes de civis e instigada também pelos pronunciamentos provocativos e arrogantes, emitidos pela Rádio de Berlim, passou a exigir que o Brasil reconhecesse o estado de beligerância com os países do eixo. O que só foi oficializado no final de agosto do mesmo ano, quando foi declarada guerra à Alemanha nazista e à Itália fascista.11 Após a declaração de guerra, diante da contínua passividade do então governo, a mesma opinião pública passa a se mobilizar para o envio à Europa de uma força expedicionária como contribuição à derrota do fascismo.12 13

Porém só quase dois anos depois, em 2 de julho de 1944, teve início o transporte do primeiro escalão da Força Expedicionária Brasileira, sob o comando do general João Batista Mascarenhas de Morais, com destino a Nápoles. As primeiras semanas foram ocupadas se aclimatando ao local, assim como recebendo o mínimo equipamento e treinamento necessário, sob a supervisão do comando americano, ao qual a FEB estava subordinada, já que a preparação no Brasil demonstrou ser deficiente,14 apesar dos quase 2 anos de intervalo entre a declaração de guerra e o envio das primeiras tropas a frente. Muito embora entre os expedicionários combatentes se formasse um consenso no decorrer e após o conflito de que somente o combate é adequadamente capaz de preparar um soldado, independente da qualidade do treinamento recebido anteriormente .

Embora o Brasil já tivesse declarado guerra, estava despreparado para a natureza fluida daquele conflito. A Aeronáutica estava apenas começando a se modernizar, com a aquisição de aviões de fabricação americana. A Marinha tinha uma série de embarcações obsoletas, pouco aptas à guerra submarina de então (modalidade de combate ao qual mesmo as modernas marinhas britânica, americana e soviética só se adequariam a partir do final de 1942, início de 1943). Além de igualmente mal-equipado, o Exército carregava ainda uma filosofia elitista arcaica e focada em reprimir movimentos políticos internos que pouco havia mudado desde o século XIX e que levara ao fracasso a tentativa de modernizar seus métodos de treinamento para o combate externo e filosofia de ação, entre o final da década de 1910 e o início da década de 1920, tentativa esta trazida por uma missão contatada ao exército francês .

Os brasileiros constituíam uma das vinte divisões aliadas presentes na frente italiana naquele momento, uma verdadeira torre de Babel, constituída por: norte-americanos (incluindo as tropas segregadas da 92ª divisão e do 442º regimento, ambas unidades de infantaria formadas respectivamente por afro-descendentes e nipo-descendentes, comandadas por oficiais brancos), italianos antifascistas, exilados europeus (poloneses, tchecos e gregos), tropas coloniais britânicas (canadenses, neozelandeses, australianos, sul-africanos, indianos, quenianos, judeus e árabes) e francesas (marroquinos, argelinos e senegaleses), em uma diversidade étnica que muito se assemelhava à da frente ocidental em 1918.

A FEB foi integrada ao IV corpo do exército americano, sob o comando do general Willis D. Crittenberger, este por sua vez adscrito ao V exército dos Estados Unidos, comandado pelo general Mark W. Clark.

Campanha

A composição da FEB se dava em Três Regimentos de Infantaria, Nove Companhias de fuzileiros, Um Regimento de Artilharia transportada por caminhões, Um Batalhão de Engenharia militar e outro de Saúde, mais unidades de apoio, de Cavalaria, das quais se destacou o Esquadrão de Reconhecimento.

A FEB entrou em combate em meados de setembro de 1944 no vale do rio Serchio, ao norte da cidade de Lucca. As primeiras vitórias da FEB ocorreram já em setembro, com as tomadas de Massarosa, Camaiore e Monte Prano. Só no final de outubro, na região de Barga, a FEB sofreu seus primeiros reveses. Devido ao sucesso da campanha em setembro e início de outubro, no final de novembro a FEB foi incumbida, apoiada por algumas unidades da Força Tarefa 45 do V Exército americano, de tomar o complexo formado pelos montes Castello, Belvedere e seus arredores, no espaço de alguns dias. Após algumas tentativas fracassadas nos meses de novembro e dezembro, ficou claro que para a obtenção do sucesso em tal empreitada seria necessário um ataque conjunto pelo efetivo de duas divisões simultaneamente à Belvedere, Della Torraccia, Monte Castello e à Castelnuovo di Vergato, o que mesmo assim, alertava o comando brasileiro, não poderia ser levado a cabo em menos de uma semana

Durante o rigoroso inverno entre 1944 e 1945, nos Apeninos a FEB enfrentou temperaturas de até vinte graus negativos, não contando a sensação térmica. Muita neve, umidade e contínuos ataques de caráter exploratório por parte do inimigo, que através de pequenas escaramuças procurava tanto minar a resistência física, quanto a psicológica das tropas brasileiras, não acostumadas às baixas temperaturas. Condições climáticas e reações físicas se somavam aos mais de três meses de campanha ininterrupta, sem pausa para recuperação.25 Testou-se ainda possíveis pontos fracos no setor ocupado pelos brasileiros para uma contra-ofensiva no inverno.

Entretanto, neste aspecto, a atitude involuntariamente agressiva das duas tentativas de tomar Monte Castello no final de 1944, somada à atitude voluntária de responder às incursões exploratórias do inimigo no território ocupado pela FEB, com incursões exploratórias da FEB realizadas em território inimigo, fez com que os alemães e seus aliados escolhessem outro setor da frente italiana, ocupada pela 92ª divisão estadunidense, para sua contra-ofensiva.26

Entre o fim de fevereiro e meados de março de 1945, como havia sugerido o comandante da FEB, se deu a Operação Encore, um avanço em conjunto com a recém-chegada 10ª divisão de montanha estadunidense. Assim, foram finalmente tomados, entre outras posições, por parte dos brasileiros, Monte Castello e Castelnuovo, enquanto os americanos tomavam Belvedere e Della Torraccia. Com estas posições no poder dos Aliados, pode-se iniciar a ofensiva final de primavera, na qual em abril a FEB tomou Montese e Collecchio. A conquista destas posições pela divisão brasileira e a divisão de montanha estadunidense neste setor secundário, mas vital, possibilitou que as forças sob o comando do VIII exército britânico, mais à leste no setor principal da frente italiana, após meses de combate, se vissem finalmente livres do pesado e constante fogo de artilharia inimiga que partia daqueles pontos, podendo assim avançar sobre Bolonha ultrapassando as últimas posições da série de linhas de defesa montada pelos nazi-fascistas no norte da Itália, conhecida como Linha Gótica.27 28 29

Na 1ª semana de abril iniciou-se a fase final da ofensiva de primavera com o intuito de romper definitivamente esta linha de defesas, que recuara mas impedia o avanço das tropas aliadas na Itália rumo à Europa Central desde o "outono boreal" do ano anterior. No 1º dia da ofensiva no setor do IV corpo do V exército americano, ao qual a FEB estava incorporada (iniciada uma semana após o início da ofensiva no setor do VIII exército britânico, que seguia sem progressos); após sem grandes dificuldades ter sustado o ataque aliado principal naquele setor, efetuado pela 10ª Divisão de Montanha americana, causando expressivas baixas naquela unidade estadunidense; os alemães cometeram um erro ao considerar o ataque da divisão brasileira à Montese (que no mesmo ataque, além do apoio de blindados americanos, também utilizou seus próprios carros de combate M8 e tanques M4, e M10); como sendo o principal alvo aliado naquele setor; tendo por conta disso disparado somente contra a FEB cerca de 1800 tiros de artilharia ( 64% ) do total dos 2800 tiros empregados contra todas as 4 divisões aliadas naquele setor da frente italiana,30 nos dias de luta que se seguiram pela posse daquela localidade ( no que foi o combate mais sangrento travado pela FEB ). Com a fracassada tentativa alemã de retomar Montese e o consequente avanço das tropas das 10ª divisão de montanha e 1ªdivisão blindada estadunidenses, efetivou-se o desmoronamento das defesas germânicas naquele setor central, do ponto de vista geográfico, embora secundário estrategicamente, ficando claro a impossibilidade por parte das tropas alemãs de manterem a partir daquele momento a linha gótica, tanto no setor terciário à oeste, próximo ao Mar da Ligúria, quanto no setor principal à leste, próximo ao Mar Adriático.

Ao final daquele mês, em Fornovo di Taro, numa manobra perfeita em uma jogada ousada de seu comandante, os efetivos da FEB que se encontravam naquela região em inferioridade numérica cercaram e, após combates oriundos da infrutífera tentativa de rompimento do cerco por parte do inimigo seguidos de rápida negociação, obtiveram a rendição de duas divisões; a 148ª divisão de infantaria alemã (com muitos soldados experientes em combate vindos do front russo), comandada pelo general Otto Fretter-Pico e os efetivos remanescentes da divisão bersaglieri italiana, comandada pelo general Mario Carloni. Isso impediu que essas unidades, que se retiravam da região de La Spezia e Gênova, região esta que havia sido liberada pela 92ª divisão estadunidense, se unissem às forças ítalo-alemãs da Ligúria, que as esperavam para desfechar um contra-ataque contra as forças do V exército americano, que avançavam, como é inevitável nestas situações, de forma rápida, porém difusa e descoordenada, inclusive do apoio aéreo, tendo deixado vários clarões em sua ala esquerda e na retaguarda. Muitas pontes ao longo do rio Pó foram deixadas intactas pelas forças nazi-fascistas com esse intento. O comando dos exércitos C alemão, que já se encontrava em negociações de paz em Caserta há alguns dias com o comando Aliado na Itália, esperava com isso obter um triunfo a fim de conseguir melhores condições para rendição. Os acontecimentos em Fornovo di Taro involuntariamente impediram a execução de tal plano tanto pelo desfalque de tropas, como pelo atraso causado, o que aliado às notícias da morte de Hitler e tomada final de Berlim pelas forças do Exército Vermelho, não deixou ao comando alemão outra opção senão aceitar a rápida rendição de suas tropas na Itália.33 Em sua arrancada final, a FEB ainda chegou a cidade de Turim, e em 2 de maio de 1945, na cidade de Susa, onde fez junção com as tropas francesas na fronteira franco-italiana.34

Saldo de Campanha

O Brasil perdeu nesta campanha, mortos em ação, quatrocentos e cinquenta e quatro homens do exército,35 e cinco pilotos da força aérea.36 A divisão brasileira ainda teve cerca de duas mil mortes decorrentes dos ferimentos de combate, e mais de doze mil baixas em campanha por mutilação ou outras diversas causas incapacitantes para a continuidade no campo de batalha.37 Tendo assim, somadas as substituições, turnos e rodízios, dos cerca de vinte e cinco mil homens enviados, mais de vinte e dois mil participado das ações. O que, incluso mortos e incapacitados, deu uma média de 1,7 homens usados para cada posto de combate, um grau de aproveitamento apreciável se comparado à outras divisões que estiveram o mesmo tempo em campanha em condições semelhantes.

Ao final da campanha, a FEB havia aprisionado mais de vinte mil soldados inimigos, quatorze mil, setecentos e setenta e nove só em Fornovo di Taro, oitenta canhões, mil e quinhentas viaturas e quatro mil cavalos. Segundo o historiador norte-americano Frank McCann,38 o Brasil foi convidado a integrar a força de ocupação da Áustria.

Em 6 de junho de 1945, o Ministério da Guerra do Brasil ordenou que as unidades da FEB ainda na Itália se subordinassem ao comandante da primeira região militar (1ª RM), sediada na cidade do Rio de Janeiro, o que, em última análise, significava a dissolução do contingente.42 Mesmo com sua desmobilização relâmpago, o regresso da FEB após o final da guerra contra o fascismo precipitou a queda de Getúlio Vargas e o fim do Estado Novo no BrasiL

Em 1960, as cinzas dos brasileiros mortos na campanha da Itália foram transladadas do cemitério de Pistoia para o Brasil, e hoje jazem no monumento aos mortos que foi erguido no Aterro do Flamengo, zona sul da cidade do Rio de Janeiro, em homenagem e lembrança aos sacrifícios dos mesmos.

Participação da Força Aérea Brasileira na Campanha da Itália

O caça-bombardeiro P-47 foi um avião de fabricação americana, usado por várias Forças Aéreas aliadas durante a Segunda Guerra Mundial. Na foto, o modelo D utilizado pelo 1º Grupo de Caça da FAB na Itália.
Na campanha da Itália, a FAB atuou com dois esquadrões aéreos, a 1ª E.L.O., e o 1º grupo de caça.44 O Grupo de caça teve abatidos dezesseis aviões, com morte em ação de cinco de seus aviadores, além da morte de mais três por acidentes. Apesar de, entre novembro de 1944 e abril de 1945, ter voado apenas 5% do total das missões efetuadas por todos os esquadrões sob o XXII comando aéreo tático aliado, neste período foi responsável (entre outras tarefas) pela destruição de 85% dos depósitos de munição, 36% dos depósitos de combustível, e 15% dos veículos motorizados (caminhões, tanques e locomotivas) inimigos destruídos por este comando aéreo aliado.45 Assim, por seu desempenho teve honrosa citação do congresso dos Estados Unidos.

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

ESCRITORES PORTUGUESES - MÁRIO ZAMBUJAL

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MÁRIO ZAMBUJAL É UM ESCRITOR
DIFERENTE NO PLANO DA LITE-
RATURA PORTUGUESA

Mário Zambujal



Mário Joaquim Marvão Gordilho Zambujal OIH (Moura, 5 de Março de 1936) é um escritor e jornalista português.


Biografia[editar | editar código-fonte]

Tornado conhecido da maioria dos portugueses como jornalista desportivo na RTP, como apresentador do "Domingo Desportivo", colaborou para além da televisão em programas de rádio, dos quais se destaca o "Pão com Manteiga", na Rádio Comercial com Carlos Cruz.

Foi também jornalista de A Bola, chefe de redação do jornal desportivo Record,do jornal O Século e do Diário de Notícias, diretor do jornal de espetáculos Se7e e do semanário Tal & Qual, e colunista do diário 24 Horas.

Também foi autor de guiões de várias séries de televisão, como "Lá em casa tudo bem" (juntamente com Raul Solnado e Nuno Teixeira), "Isto é o Agildo", Nós os Ricos, e Os Imparáveis

A 30 de Julho de 1984 foi feito Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.1

É irmão de Francisco Manuel Marvão Gordilho Zambujal, famoso caricaturista de A Bola, e pai de Isabel Zambujal, autora de literatura infanto-juvenil.

Atual presidente do Clube dos Jornalistas.

Em 2011, o espetáculo Crónica dos Bons Malandros - O Musical sobe ao palco, dirigido por Francisco Santos em colaboração com o autor.

Obras
1980 - Crónica dos Bons Malandros (adaptada para o cinema)
1983 - Histórias do Fim da Rua
1986 - À Noite Logo se Vê
2003 - Fora de Mão
2006 - Primeiro as Senhoras
2008 - Já Não Se Escrevem Cartas de Amor
2009 - Uma noite não são dias
2010 - Dama de Espadas
2011 - Longe é um bom lugar
2012 - Cafuné
2013 - O Diário Oculto de Nora Rute
2014 - Serpentina

A BARRACA ERÓTICA

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PERTO DE FORTALEZA ,EM IGUAPE, EXISTE
UMA SURPREENDENTE BARRACA,



Já sabia da sua existência pelo nosso companheiro Ricardo.

A Barraca Energia Erótica- Barraca que tem como humor a sua característica principal. O cherife da praia "Dom Giovanne" é quem comanda suas "artes" com tom "Erótiko". A barraca já teve aparições em programas como o Fautão. Localizada na Praia do Barro Preto