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segunda-feira, junho 19, 2006

BRASIL-AUSTRÁLIA 2-0, na imprensa

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o BRASIL vence a
austrália com golo
de FRED,
o que diz a imprensa
sobre o jogo:
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OLE,ARGENTINA



Fue un crecimiento. Un paso adelante. Un saltito. Nada del otro mundo porque históricamente Brasil suele guardarse sus mejores actuaciones para los momentos que lo merecen. Se va poniendo a punto con el torneo, sin usar tanques para exterminar hormigas. Ya clasificado, más sereno por haber respondido desde el resultado a la presión de ser el gran favorito, Brasil tendrá ante Japón el último entrenamiento antes del Mundial verdadero, el de los 90 minutos en los que los mejores aparecen, y si no, no son los mejores. Todavía se está viendo una película en blanco y negro, pero ya llegarán los colores

UOL- BRASIL
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Brasil fica mais consistente em conclusão, desarme e passe
Daniel Tozzi e João Henrique Medice
Enviados especiais do UOL
Em Munique (Alemanha)
ESTATÍSTICAS DOS DOIS JOGOS
Brasil
1 x 0
Croácia
Brasil
2 x 0
Austrália

15 Finalizações 20
22 Dribles 17
18 (81,8%) Dribles certos 16 (94,1%)
402 Passes 385
370 (92%) Passes certos 347 (90,1%)
32 (8%) Passes errados 38 (9,9%)
111 Desarmes 131
46 Bolas perdidas 41
20 Faltas cometidas 9
19 Faltas recebidas 25
3 Defesas do goleiro 4
29min00s Posse de bola 26min18s

A comparação das estatísticas do instituto Datafolha indica que o Brasil foi mais consistente nos quesitos principais de rendimento em campo na partida contra a Austrália que na estréia contra a Croácia.

A seleção do técnico Parreira finalizou e desarmou mais contra a Austrália. Também perdeu menos bolas e acertou mais dribles, embora o aproveitamento nos passes e a posse de bola tenha diminuído.

As finalizações cresceram de 15 para 20, com Kaká mantendo sua média. Contra a Croácia, ele e Roberto Carlos foram os que mais chutaram a gol: quatro vezes cada. No jogo de domingo, Kaká voltou a finalizar quatro vezes, mesmo número de Adriano e Robinho (este, com apenas cerca de vinte minutos em campo).

Os desarmes aumentaram de 111 na estréia para 131 diante dos australianos. A precisão também foi maior: 67,2% de desarmes completos no segundo jogo, superando os 64% da partida anterior.

DESTAQUES INDIVIDUAIS
Brasil
x
Croácia Brasil
x
Austrália

Finalizações Kaká e Roberto Carlos: 4 Kaká, Adriano e Robinho: 4
Dribles Kaká: 5 Kaká: 4
Passes certos Ronaldinho: 60 Ronaldinho: 59
Passes errados Roberto Carlos: 8 Juan: 5
Desarmes Émerson: 23 Lúcio: 26
Bolas perdidas Adriano: 13 Adriano: 8
Bolas recebidas Ronaldinho: 76 Ronaldinho: 58
Total de atuações Ronaldinho: 98 Ronaldinho: 92
Lúcio, com 26 desarmes contra os australianos, superou os 23 de Émerson no primeiro jogo.

A seleção também perdeu menos bolas para os australianos (41) que contra os croatas (46), embora Adriano continue a ser o mais distraído: perdeu 13 bolas na estréia e oito neste domingo .

O Brasil fez menos passes no total (402 na estréia contra 385) e, proporcionalmente, errou mais (9,9% contra a Austrália contra 8% contra a Croácia).

Ronaldinho teve desempenho praticamente igual como passador mais preciso nas duas partidas (60 e 59 passes certos).

Nos passes errados, Roberto Carlos tinha sido o "campeão" na estréia com oito, e Juan foi o pior no domingo, mas com apenas cinco.

No total de atuações, que soma todas as intervenções de cada jogador na partida, Ronaldinho foi o mais acionado em ambas. Teve 98 participações contra a Croácia
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NO SPORT DE BARCELONA
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BRASIL, 2 - AUSTRALIA, 0


Brasil mejora y ya está clasificada
22:18 19/6/2006 Toni Frieros


Aunque Ronaldinho no ha brillado aún en su máximo esplendor, Brasil sigue su camino en el Mundial

El peor arranque desde el Mundial’90
Tres goles en los primeros dos partidos es el peor arranque de Brasil en la historia de los Mundiales desde Italia’90. Tanto en Estados Unidos’94 como en Francia’98, el combinado brasileño ya había conseguido hacer cinco goles. En la última cita mundialista, en Corea y Japón en el 2002, los chicos entonces comandados por Felipe Scolari consiguieron seis tantos en sólo dos partidos, un promedio que le queda lejos a la actual selección de Parreira.

Dos goles, un nuevo triunfo, pero Brasil no acaba de alcanzar el fútbol que todos esperan de sus estrellas


imprimir enviar foro valorar aumentar texto disminuir texto Leve mejoría, sí, pero no como para lanzar las campanas al vuelo. Brasil subió de nivel con respecto al pírrico triunfo ante Croacia hace cuatro días, si bien sigue lejos del fútbol que debe mostrar.

Parreira confió en los mismos once jugadores, aunque modificó la posición a varios de ellos. A Ronaldinho lo sacó de la banda izquierda y lo puso por detrás de los delanteros, Ronaldo y Adriano, quienes en la primera parte no pararon de moverse.

Kaká actuó muy metido en la zona ancha, dejando un pasillo enorme, la banda izquierda australiana, por la que entraron continuamente Chipperfield, Grella y Sterjovski, aunque sin aprovechamiento alguno.

El principal problema de Brasil fue, en la primera mitad, el apelotonamiento en el centro del campo. Cafú y Roberto Carlos ya no están para tirar cohetes y la ‘canarinha’ prácticamente no sabe entrar por las bandas.

Ronaldo cambió de actitud y trabajó más y suyas fueron las primeras dos ocasiones de Brasil. Desperdició un claro disparo cuando estaba en inmejorables condiciones para el remate.

El peor arranque desde el Mundial’90
Tres goles en los primeros dos partidos es el peor arranque de Brasil en la historia de los Mundiales desde Italia’90. Tanto en Estados Unidos’94 como en Francia’98, el combinado brasileño ya había conseguido hacer cinco goles. En la última cita mundialista, en Corea y Japón en el 2002, los chicos entonces comandados por Felipe Scolari consiguieron seis tantos en sólo dos partidos, un promedio que le queda lejos a la actual selección de Parreira.
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GLOBO BRASIL
.Brasil passa sufoco, mas está classificado
Imperador e Fred fazem os gols. Ronaldo joga bem, mas volta a ser substituídoTamanho

Atacante abre o placar para o Brasil e festeja nascimento de Adriano Júnior »

- Foi novamente suado, com direito a sustos no segundo tempo. Mas o Brasil venceu a Austrália por 2 a 0 neste domingo, no Fifa World Cup Stadium de Munique, e está classificado para as oitavas-de-final da Copa do Mundo. Isso porque Japão e Croácia empataram em 0 a 0 na outra partida do Grupo F.

A seleção brasileira está com seis pontos. Um empate na quinta-feira contra o Japão, que tem um ponto, em Dortmund, garante o primeiro lugar. Já a Austrália, com três pontos, tenta a classificação contra a Croácia, que tem um, em Stuttgart.

Ronaldo se movimenta mais

A torcida brasileira gritou o nome de Ronaldo antes da partida. Um incentivo para o Fenômeno, que fechou a boca e esteve bem mais ativo contra a Austrália. Logo aos dois minutos, Kaká tabelou com Ronaldo e chutou da entrada da área. A bola passou muito perto do gol de Schwarzer (assista ao vídeo). Mas o início deu uma falsa impressão de que o Brasil teria facilidade.

Jogando com muita lentidão, a seleção não conseguia furar o bloqueio australiano. Aos 20 minutos, Ronaldo arriscou o primeiro chute a gol, por cima do travessão (assista ao vídeo). Mas faltava Ronaldinho Gaúcho aparecer na partida. O meia não tentava driblar e partir para cima do adversário. O craque chegou a fazer feio - pisou na bola e caiu sentado dentro da área.

Jogando no contra-ataque, a Austrália deu, inclusive, mais chutes a gol no primeiro tempo. Foram seis contra cinco do Brasil. Deles, três foram de Ronaldo. Maradona, que assistiu o jogo no estádio, parecia decepcionado com a exibição brasileira.

Nova história

Ainda bem que faltavam mais 45 minutos. Logo no início do segundo tempo, Ronaldo tocou para Adriano, que chutou rasteiro no canto esquerdo do goleiro Schwarzer: 1 a 0! Na comemoração, o atacante correu para o banco de reservas como se estivesse balançando o filho Adriano Júnior, que nasceu na última sexta-feira, no Rio de Janeiro.

Mas a seleção começou a passar sustos. Primeiro quando Dida saiu mal do gol, e a bola sobrou para Harry Kewell, que chutou por cima do travessão (assista ao vídeo).

Depois, Emerson e Lúcio bateram cabeça no meio-campo, e Kewell tentou encobrir Dida (assista ao vídeo). A bola foi para fora. Foi quando Parreira resolveu mudar a seleção. Colocou Gilberto Silva e Robinho nos lugares de Emerson, que se levasse cartão amarelo estaria suspenso, e Ronaldo. O Fenômeno foi vaiado por uma parte da torcida brasileira, e aplaudido por outra.

Robinho entrou a mil por hora. Em menos de dez minutos, deu três chutes a gol (assista ao vídeo). Schwarzer fez defesas difíceis. Com pedaladas, o atacante também animou mais o torcedor brasileiro, que passou a gritar no estádio. Adriano também melhorou bastante jogando mais perto da área. Kaká ainda cabeceou uma bola na trave após cobrança de escanteio de Ronaldinho Gaúcho (assista ao vídeo).

Mas nos últimos minutos o Brasil se desligou. Dida salvou a seleção fazendo uma defesa difícil após chute de Bresciano. E Viduka ainda perdeu grande chance nos últimos minutos, tentando encobrir o goleiro brasileiro.

Sorte que Robinho chutou na trave e Fred, que tinha acabado de entrar, estava lá na área, livre, só para tocar para o gol vazio: Brasil 2 a 0!

Um comentário:

susan disse...

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Susan

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