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terça-feira, maio 16, 2006

SÃO PAULO debaixo de fogo

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HOJE ,FACE AOS ACONTECIMENTOS DE SÃO
PAULO, FALAMOS DO PCC
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NOTÍCIS DE HOJE


O Primeiro Comando da Capital, também conhecido como PCC, é uma facção criminosa surgida no início dos anos noventa no Centro de Reabilitação Penitenciária de Taubaté, para onde eram transferidos prisioneiros de alta periculosidade com histórico de distúrbios em outras penitenciárias.

Com apoio das Farc e organizações terroristas internacionais, organização cresceu e começou a mostrar força em diversas ações, como resgate de presos ou ataques a distritos policiais em todo Estado de São Paulo.

Hoje a organização é comandada por Marcos Wilian Herbas Camacho, o Marcola e também por um outro comparsa que atende pelo codinome de "Cabeção". O PCC conta com vários integrantes que financiam ações criminosas no Estado de São Paulo, como o sequestrador Wanderso Nilton de Paula Lima (o Andinho).

Uma das características do PCC é a liderança exercida em várias unidades do sistema prisional do Estado de São Paulo.

Motins e rebeliões deflagradas ao mesmo tempo e com as mesmas reinvindicações, são indicativas de que tiveram por origem ordens emanadas da cúpula do PCC.

Entre os dias 21 e 28 de março de 2006, diversas unidades prisionais do Estado de São Paulo foram tomadas por revolta de seus internos.

Os "CDPs", ou centros de detenção provisória de Mauá, Mogi das Cruzes, Franco da Rocha, Caiuá e Iperó, foram os primeiros a serem tomados pelas rebeliões (21/03/2006). Durante aquele período, outras unidades também foram palco de rebeliões (Cadeia Pública de Jundiaí - 22/03/2006, e os "CDPs" de Diadema, Taubaté, Pinheiros e Osasco - 27/03/2006). Como reinvindicações apresentadas, reclamavam os amotinados da superpopulação carcerária, buscando transferência de presos com condenações definitivas para penitenciárias, bem como o aumento no número de visitantes e a modificação da cor dos seus uniformes. Estavam descontentes com a cor amarela e postulavam o retorno para a cor bege de seus uniformes. As rebeliões, algumas como reféns foram contidas, mas os danos provocados nas unidades comprometeram gravemente a normal utilização.


Ataques em Maio de 2006
Ver artigo principal: Onda de violência no Brasil em Maio de 2006.
O estado de São Paulo enfrenta uma onda de violência desde a noite de sexta-feira, 12 de Maio de 2006, que resultou em dezenas de mortos durante ataques a órgãos de segurança pública, ônibus e bancos, além de rebeliões simultâneas nas cadeias. Os ataques teriam sido ordenados pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) e motivados pela transferência de 765 detentos de presídios da capital paulista para a cadeia de segurança máxima de Presidente Venceslau, no interior do Estado.

Cerca de 95 pessoas morreram, entre elas suspeitos baleados em confrontos.

O movimento começou com a maior onda de ataques às forças de segurança já ocorrida no Estado. Os alvos foram policiais civis, militares, guardas municipais e agentes penitenciários.


História
O PCC foi fundado em 31 de Agosto de 1993 por oito presos no Anexo da Casa de Custódia de Taubaté (130 km de São Paulo), chamada de o "Piranhão", na altura a prisão mais segura do Estado de São Paulo.

O grupo iniciou-se durante um jogo de futebol, quando oito presos transferidos de São Paulo para o Piranhão, como castigo por mau comportamento, resolveram baptizar a sua equipa de futebol como Comando da Capital.

Era constituído por Misael Aparecido da Silva, o "Misa", Wander Eduardo Ferreira, o "Eduardo Cara Gorda", António Carlos Roberto da Paixão, o "Paixão", Isaías Moreira do Nascimento, o "Isaías Esquisito", Ademar dos Santos, o "Dafé", António Carlos dos Santos, o "Bicho Feio", César Augusto Roris da Silva, o "Cesinha", e José Márcio Felício, o "Geleião".

O PCC, que foi também chamado no início como Partido do Crime e de 15.3.3, por causa da ordem das letras "P" e "C" no alfabeto, afirmava que pretendia "combater a opressão dentro do sistema prisional paulista" e "para vingar a morte dos 111 presos", em 2 de Outubro de 1992, no "massacre do Carandiru", quando a Polícia Militar matou presidiários no pavilhão 9 da extinta Casa de Detenção de São Paulo.

O grupo usava o símbolo chinês do equilíbrio 'yin-yang', a preto e branco, foi adoptado como emblema da facção, considerando que era "uma maneira de equilibrar o bem e o mal com sabedoria". Em Fevereiro de 2001, Sombra tornou-se o líder mais expressivo da organização ao coordenar, por telefone celular, rebeliões simultâneas em 29 presídios paulistas, que se saldaram em 16 presos mortos. Idemir Carlos Ambrósio, o "Sombra", também chamado de "pai", foi espancado até à morte no Piranhão cinco meses depois por cinco membros da facção numa luta interna pelo comando geral do PCC. O PCC começou então a ser liderado por "Geleião" e "Cesinha", responsáveis pela aliança do grupo com a facção criminosa Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro.

"Geleião" e "Cesinha" passaram a coordenar atentados violentos contra prédios públicos, a partir do Complexo Penitenciário de Bangu, onde se encontravam detidos. Considerados "radicais" por uma outra corrente do PCC, mais "moderada", Geleião e Cesinha usavam atentados para intimidar as autoridades do sistema prisional e foram depostos da liderança em Novembro de 2002, quando o grupo foi assumido pelo actual líder da organização, Marcos Willians Herbas Camacho, o "Marcola". Além de depostos, foram jurados de morte sob a alegação de terem feito denúncias à polícia e criaram o Terceiro Comando da Capital (TCC).

Sob a liderança de Marcola, também conhecido como Playboy, atualmente detido por assalto a bancos, o PCC terá participado no assassínio, em Março de 2003, do juiz-corregedor António José Machado Dias, o "Machadinho", que dirigia o Centro de Readaptação Penitenciária (CRP) de Presidente Bernardes (589 km de São Paulo), hoje a prisão mais rígida do Brasil e para onde os membros do PCC temem ser transferidos. A facção tinha recentemente apresentado como uma das suas principais metas promover uma rebelião de forma a "desmoralizar" o governo e destruir o CRP, onde os detidos passam 23 horas confinados às celas, sem acesso a jornais, revistas, rádios ou televisão.

Para conseguir dinheiro para financiar o grupo, os membros do PCC exigem que os "irmãos" (os sócios) paguem uma taxa mensal de 50 reais, se estiverem detidos, e de 500, se estiverem em liberdade. O dinheiro é usado para comprar armas e drogas, além de financiar acções de resgate de presos ligados ao grupo. Para se tornar membro do PCC, o criminoso precisa ser "baptizado", ou seja, apresentado por um outro que já faça parte da organização e cumprir um estatuto de 16 itens, redigido pelos fundadores. Diante do enfraquecimento do CV do Rio de Janeiro, que tem perdido vários pontos de venda de droga no Rio, o PCC aproveitou para ganhar campo comercialmente e chegar à actual posição de maior facção criminosa do país.

Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeiro_Comando_da_Capital"

Um comentário:

markgibson4587028165 disse...

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